Podcasts about dicion

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Autores e Livros
Nei Lopes - Dicionário de Africanismos nas Américas

Autores e Livros

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 26:38


O Autores e Livros Dose Extra desta semana recebe o escritor, pesquisador e compositor Nei Lopes para falar sobre seu novo livro, Dicionário de Africanismos nas Américas, publicado pela Editora Civilização Brasileira. Na obra, o autor reúne dezenas de verbetes que revelam a influência das línguas africanas na formação cultural das Américas. Palavras presentes no cotidiano, como “farofa”, “quindim”, “muvuca” e “dengue”, ganham novos significados quando conhecemos suas origens e as histórias que carregam. Mais do que explicar a origem dos termos, Nei Lopes apresenta informações históricas e culturais relacionadas à culinária, à religiosidade, à música, às festas populares e a diferentes aspectos da vida social. O livro também mostra a presença de idiomas como o quimbundo e o quicongo na formação do vocabulário utilizado ainda hoje por milhões de pessoas.

Rádio Cidadania
Sonia Fleury - Dicionário de Favelas Marielle Franco

Rádio Cidadania

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 34:30


Como o conhecimento produzido nas favelas pode ajudar a compreender o Brasil? Neste episódio da Rádio Cidadania, a cientista política, pesquisadora da Fiocruz e sanitarista Sonia Fleury conversou sobre o Dicionário de Favelas Marielle Franco, iniciativa que reúne pesquisas, memórias e saberes produzidos nos territórios populares.Ao longo da entrevista, Sonia refletiu sobre o papel das favelas na produção de conhecimento, discutiu como essa experiência pode contribuir para a formulação de políticas públicas e analisou o que esses territórios revelam sobre a democracia brasileira. A conversa também abordou sua participação na Reforma Sanitária, o legado da criação do SUS e os desafios para preservar o direito universal à saúde.

Pod-RI
Pod-RI #8.10 - Como o Sul aprende a nomear a China? com Diego Pautasso e Miguel Stédile

Pod-RI

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 57:46


Bem-vindos a mais um episódio do Pod-RI!! No programa de hoje, convidamos os professores Diego Pautasso e Miguel Stédile, organizadores do livro "Dicionário do socialismo com características chinesas" para um debate sobre o que o Sul Global pode apreender com a linguagem chinesa e seus distintos conceitos.Siga o Pod-RI em nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/podr_i/Twitter: https://twitter.com/podr_iFacebook: https://www.facebook.com/podcastRlLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pod-ri/3viewAsMember=trueReferências do roteiro:BOKSER, Julián; PAUTASSO, Diego; STÉDILE, Miguel; VADELL, Javier (org.). Dicionário do socialismo com características chinesas. São Paulo: Expressão Popular, 2026. 312 p.BRASIL DE FATO. Dicionário reúne verbetes para entender a experiência socialista chinesa. Brasil de Fato, 6 jul. 2026.CENTRO DE ESTUDOS GLOBAIS E CHINA. Apresentação do Dicionário do socialismo com características chinesas. Live com Javier Vadell, Diego Pautasso e Ísis Paris Maia. YouTube, 2026. Transcrição automática.HOJE MACAU. Obra sobre socialismo com características chinesas editada no Brasil. Entrevista com Miguel Enrique Stédile. Hoje Macau, 2 jun. 2026.MAIA, Isis Paris. Combate à pobreza na China socialista e o papel do Estado. Fundação Maurício Grabois, 3 fev. 2026.OUTRAS PALAVRAS. Um dicionário para entender o socialismo chinês. Outras Palavras, jul. 2026.XIONG, Jeff. Além do Vale do Silício: inteligência artificial com características chinesas. São Paulo: Expressão Popular, 2026.

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

Jornal da USP
Momento China USP #70: Um dicionário para entender a China hoje

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 29:07


São 130 verbetes que ajudam na compreensão da sociedade chinesa contemporânea

Podcast da Raphus Press
Livros reais que poderiam ser imaginários, parte II

Podcast da Raphus Press

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 31:40


“Não é possível encontrar novas terras sem concordar em perder de vista a costa, por muito tempo.”(André Gide)Cada livro é o resultado único de inúmeras pesquisas, reflexões, buscas, percepções, aventuras. Nos episódios de AVENTURAS BIBLIÓFILAS, apresentaremos os bastidores editoriais de nossos livros, a longa senda de curadoria que resulta em um livro.Obras citadas: “Dicionário infernal”, Colln de Plancy com tradução, introdução e notas de Ana Hatherly (Cavalo de Ferro, 2002);  “Aristo (Pastoral)”, Rodrigo Octavio (Edições Nephelibata, 2014); “The Shining Halls Of Night”, Forrest Aguirre (Mount Abraxas, 2021); “Le Visage Vert”, vários autores, volumes 26 e 29 (2015 e 2017).Segunda chance para conhecer a nova e luxuriosa decadência na ficção brasileira: https://www.catarse.com.br/crepusculares2Descubra outras visões do futuro: https://www.catarse.com.br/futurologiasVISITE NOSSA LOJA VIRTUAL: https://linknabio.gg/raphuspress Entre para a nossa sociedade, dedicada à bibliofilia maldita e ao culto de tenebrosos grimórios: o RES FICTA (solicitações via http://raphuspress.weebly.com/contact.html).Nosso podcast também está disponível nas seguintes plataformas:- Spotify: https://open.spotify.com/show/4NUiqPPTMdnezdKmvWDXHs- Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/podcast-da-raphus-press/id1488391151?uo=4- Google Podcasts: https://podcasts.google.com/?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8xMDlmZmVjNC9wb2RjYXN0L3Jzcw%3D%3D Apoie o canal: https://apoia.se/podcastdaraphus.Ou adquira nossos livros em nosso site: http://raphuspress.weebly.com. Dúvidas sobre envio, formas de pagamento, etc.: http://raphuspress.weebly.com/contact.html.Nossos livros também estão no Sebo Clepsidra: https://www.seboclepsidra.com.br/marca/raphus-press.html

Autores e Livros
Guimarães Rosa: vida, obra e legado em destaque na Rádio Senado

Autores e Livros

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 27:59


O Autores e Livros desta semana apresenta uma edição dedicada à literatura brasileira, reunindo biografia, romance, crítica social e poesia. O destaque do programa é a entrevista com o jornalista e historiador Leonencio Nossa sobre o livro “João Guimarães Rosa: biografia”, considerada a primeira grande biografia do autor de “Grande sertão: veredas”. A obra revela aspectos pouco conhecidos da trajetória de um dos maiores escritores brasileiros. A edição também celebra os 70 anos de “Grande sertão: veredas” com um projeto especial da Autêntica Editora, que reúne os livros “Para ler Grande Sertão: veredas”, de Italo Moriconi, “Diário do Grande Sertão”, de Bruna Lombardi, e “Sertão-Veneza: retornos e travessias roseanas”, de Jacques Fux. Entre as dicas de leitura, destaque para “O peso da inexistência”, de Amélia Greier, romance sobre a invisibilidade social das mulheres; “Cor de defunto”, estreia da escritora cearense Cami di Malta; “Quando o Coração Sangra”, coletânea de contos de Eliete Fátima Guarnieri; e o lançamento do “Dicionário Crítico das Vozes Femininas da Literatura em Goiás”, organizado por Elizabeth Abreu Caldeira Brito. No quadro Entrelinhas, a poesia ganha espaço com “Caderno-goiabada”, de Nina Rizzi, obra que mistura memórias, receitas, diário e prosa poética para refletir sobre afeto, maternidade e reinvenção feminina.

Papo Que Presta
Dicionário da INTERNET | PQP #043

Papo Que Presta

Play Episode Listen Later May 31, 2026 63:33


67? MOGADO? BETINHA? GOONER? O que são? Onde vivem? A gente vai até o fim do mundo para entender essas coisas significam!Canal do Youtube: bit.ly/LeierYT@PapoQuePresta@andreleier@guilhermeasca

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Livros da semana: heresias, paixões, política e cartoons

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later May 9, 2026 7:12


Esta semana, temos na estante o “Dicionário Global das Heresias - Teologia, Cultura e Literatura”, coordenado por José Eduardo Franco e Porfírio Pinto; o clássico “Da Influência das Paixões na Felicidade dos Indivíduos e das Nações”, da Madame de Stäel; “Hiper-Política”, de Anton Jäger; e dois livros ilustrados: “Caricaturas”, de Maria Picassó, e “Cartoons do Ano 2025”, de vários autores, sob coordenação de António Antunes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Filosofia Pop
#246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck

Filosofia Pop

Play Episode Listen Later May 4, 2026 70:23


No episódio 246 do Filosofia Pop, recebemos o jurista Lenio Streck para uma conversa sobre filosofia no direito, a importância da hermenêutica jurídica e os riscos do decisionismo. A conversa aborda os limites da interpretação, o papel crítico da doutrina e a necessidade de fundamentação teórica para fortalecer práticas jurídicas mais democráticas. Palavras-chave: Este episódio também marca os 11 anos do podcast. Ao final, você ouve a canção “Não Cabem em uma Kombi”, do acervo de Pedro Ivo, do canal Ateu Informa. Aproveitamos para indicar também o canal Esquerda Goiana, Uai!, de Murilo Ferraz e Analu Oliveira, além do curta-metragem Você Não Vai Me Entender, lançado por Murilo em novembro passado. Lenio Luiz Streck, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-doutor pela Universidade de Lisboa. Professor titular do Programa de Pós-Graduação em Direito (Mestrado e Doutorado) da UNISINOS, na área de concentração em Direito Público. Professor permanente e pesquisador da UNESA-RJ, Professor visitante da Universidade Javeriana – CO. 3 Jurista mais citado na América Latina e 4 nos países do BRICS – conforme Índice Científico Alper-Döğer) (AD). Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDConst. Presidente de Honra do Instituto de Hermenêutica Jurídica IHJ (RS-MG). Membro da comissão permanente de Direito Constitucional do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB, do Observatório da Jurisdição Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Público – IDP, da Revista Direitos Fundamentais e Justiça, da Revista Novos Estudos Jurídicos, entre outros. Coordenador do DASEIN Núcleo de Estudos Hermenêuticos. Ex-Procurador de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Autor, entre outras obras, de Jurisdição Constitucional e Decisão Jurídica (6. ed.); Hermenêutica Jurídica e(m) Crise (11. ed.); Verdade e Consenso (6. ed.), Dicionário de Hermenêutica, 2a. edição, além dos livros, em espanhol: Verdad y Consenso, Hermenéutica y Decisión Judicial, e Hermenéutica Jurídica: estudios de teoría del derecho, Dicionario de Hermenéutica, Lla llamada conciencia de los jueces. Tem experiência na área do Direito, com ênfase em Direito Constitucional, Hermenêutica Jurídica e Filosofia do Direito.Vem lecionando disciplinas de direito em cursos de pós-graduação lato sensu EAD desde 2017: Pós Graduação UNISC EAD, da Universidade de Santa Cruz do Sul, 2018; Direito Eleitoral EAD, da Fundação Escola do Ministério Público, Porto Alegre/RS), 2017; Curso de Pós-Graduação em Direito Constitucional EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2018-2019; e Curso de Pós-Graduação em Direito e Processo Penal EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2019 (a lecionar). Temas tratados na entrevista (em tópicos) Diferença entre “filosofia no direito” e “filosofia do direito”Defesa da ideia de que a filosofia não deve ser mero ornamento externo ao campo jurídico, mas condição de possibilidade para compreender conceitos, práticas e decisões jurídicas. A filosofia como modo de ser no mundoInfluência de Martin Heidegger: a filosofia aparece como forma de existência e de compreensão prévia do mundo, não apenas disciplina acadêmica. Linguagem, nomes e realidadeDebate sobre como se dão nome às coisas, relação entre palavras e mundo, usando referências como Crátilo e Vidas Secas. Crítica ao positivismo jurídico e ao cientificismoDiscussão sobre o século XIX, quando a filosofia teria sido afastada como “metafísica”, deixando o direito empobrecido teoricamente. Contradições filosóficas nas decisões judiciaisExemplo de juízes que invocam ao mesmo tempo “livre convencimento” (subjetivismo) e “verdade real” (objetivismo), misturando paradigmas incompatíveis. Crítica ao decisionismo judicial brasileiroRejeição da ideia de que “direito é aquilo que os tribunais dizem que é”, vista como destruição da autonomia do direito. Hermenêutica jurídica e limites da interpretaçãoDefesa de limites interpretativos contra arbitrariedades e superinterpretações. A interpretação jurídica deve ser constrangida por tradição, linguagem e institucionalidade. Conceito de “constrangimento epistemológico”Tese de Lenio Streck de que a doutrina e a teoria jurídica devem limitar interpretações arbitrárias e impor padrões racionais ao direito. Direito e literaturaA literatura como fonte privilegiada para compreender dilemas jurídicos e políticos. Exemplos usados: Orestéia, As Viagens de Gulliver, William Shakespeare. Superinterpretação e relativismoDiscussão do debate entre Umberto Eco e Richard Rorty sobre limites da interpretação e riscos do relativismo. Crítica à cultura digital e redes sociaisReflexão sobre banalização do conhecimento, culto à superficialidade e perda da vergonha pública na era das redes. Inteligência artificial e atalhos cognitivosPreocupação com IA como instrumento de simplificação excessiva, respostas prontas e fuga da angústia do pensamento. Hierarquia, autoridade e educaçãoDebate sobre a importância de hierarquias legítimas na formação intelectual e no aprendizado, contrapondo-se ao igualitarismo simplificador. Filosofia brasileira e reconhecimento de Ernildo SteinStreck aponta Ernildo Stein como o filósofo brasileiro que mais o impressionou. Filósofos preferidosDeclara preferência por Hans-Georg Gadamer, com forte referência também a Heidegger. Referências citadas na entrevista Filósofos / Teóricos Martin Heidegger Hans-Georg Gadamer Ernildo Stein Richard Rorty Umberto Eco Charles Sanders Peirce William James Ludwig Wittgenstein (implícito no tema linguagem privada) Søren Kierkegaard Gaston Bachelard Thomas Hobbes William of Ockham Marcílio de Pádua Dante Alighieri Obras literárias / Livros Crátilo Vidas Secas As Viagens de Gulliver Dom Casmurro O Nome da Rosa O Pêndulo de Foucault O Pato Selvagem A Festa da Insignificância A Brincadeira Autores literários William Shakespeare Jonathan Swift Graciliano Ramos Machado de Assis Henrik Ibsen Milan Kundera Obras de Lenio Streck mencionadas Dicionário de Hermenêutica Dicionário de Senso Comum Ensino Jurídico em Crise Robô Não Desce Escada Hermenêutica, Jurisdição e Decisão “Fatos, relatos e interpretações”. In:Trindade, André Karam. e Karan, Henrieta. (ed.). Por dentro da Lei. Direito, narrativa e ficção. (na entrevista erroneamente atribui esse texto a Ernildo Stein, quando queria enfatizar que funciona como um resumo da perspectiva de Lenio Streck) Obras de Ernildo Stein mencionadas: Aproximações sobre Hermenêutica Anamnese: a Filosofia e o Retorno do Reprimido Pensar é Errar: um Ajuste com Heidegger Diferença e Metafísica Racionalidade e Existência: uma Introdução à Filosofia O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck apareceu primeiro em filosofia pop.

Peças Raras - 24 h em sintonia com você
#405 Editorial: A verdade sobre o fim da Eldorado FM

Peças Raras - 24 h em sintonia com você

Play Episode Listen Later May 2, 2026 2:57


Crônica da morte anunciada de uma rádioSegundo o Dicionário Online de Português, Eldorado é um lugar imaginário, fictício, cheio de riquezas e de pedras preciosas que, supostamente, existia na América do Sul, nomeadamente na Amazônia.Durante quase 70 anos, esse eldorado foi encontrado em um local chamado Rádio. O que parece ficção é o que temos acompanhado desde o dia 23 de abril.Não é o fim da era do rádio, mas de uma emissora que há muito tem sido relegada a segundo plano pelo grupo que deveria dar valor a ela.É dessa forma que podemos tratar o anúncio do encerramento das atividades de uma das emissoras mais tradicionais do dial brasileiro. A Eldorado, fundada há pouco mais de 68 anos, teve seu fim decretado pelo Grupo Estado para o dia 15 de maio de 2026.Talvez - e muito provavelmente - o início do fim se dá há 15 anos. Em 20 de março de 2011, a emissora passa a ocupar os 107,3 MHz da Frequência Modulada, em São Paulo, onde “invade” o espaço da Rádio Brasil 2000. Na então nova configuração, os 92,9 – em transmissão simultânea com o AM - mudam de Eldorado para Rádio Estadão ESPN. No fim de 2012, a ESPN tira o time de campo.O desmonte da marca Eldorado tem outros capítulos que são difíceis de entender. Em maio de 2015, um acordo com o bispo R.R. Soares faz com que os tradicionais 700 KHz do AM paulistano deixe de transmitir a Eldorado para passar a retransmitir a programação da Nossa Rádio. (FICA A PERGUNTA: SE O RÁDIO E A TV NO BRASIL SÃO CONCESSÕES PÚBLICAS, COMO PODE UMA FREQUÊNCIA SER VENDIDA DE UM GRUPO A OUTRO?)À época, o Grupo Estado já falava que as mudanças refletiam um contexto de prioridade para as plataformas digitais. Ao que me consta o Grupo Estado não tem assim tanta relevância até hoje nas tais plataformas. Melhor seria descer do salto e aceitar que esse passo foi um tropeço.Mas quem disse que pior do que está não dá pra ficar. O ano de 2017 tem início com um plano de demissão voluntária nas Rádios Estadão e Eldorado. Era o terreno sendo preparado para mais um baque. Fevereiro de 2017 traz a fusão das programações da Estadão com a Eldorado.Menos de uma década depois de acabar com a Rádio Estadão é a vez do Grupo Estado decretar a morte da rádio que fala com melhores ouvintes, a Eldorado. Capítulo esse que começa no fim de 2025, quando a Rádio Bandeirantes começa a se movimentar para ocupar os 107,3. Ainda havia uma possibilidade de a Eldorado migrar para os 86,3, mas o Grupo Estado e a Fundação Brasil 2000 parecem não ter levado essa alternativa em consideração.Muito mais do que os argumentos apresentados, sobretudo do crescimento do streaming - até porque os conteúdos de uma rádio podem gerar excelentes podcasts, cortes em vídeos e afins, se houver planejamento - a morte da Eldorado tem a ver, como se vê, com a incompetência de um grupo de gerir uma rádio que fez história e agora entra para a história.Essa é a opinião do blog e podcast Peças Raras.

RPG Next Podcast
[🔴 Apoia.se] Jogo do Dicionário | Neuronautas

RPG Next Podcast

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 1:27


Saudações, futuro padrinho ou madrinha do RPG Next! Talvez você ainda não apoie o projeto hoje, mas acreditamos que um dia você vai fazer parte dessa aventura junto com a gente! Este episódio do Neuronautas é exclusivo para quem já apoia o RPG Next lá no apoia.se/RPGnext, ou para membros do nosso canal no YouTube. Quem decide apoiar já ganha acesso a todos os episódios exclusivos, além de receber conteúdos antecipados e várias recompensas extras — e o melhor: não importa o valor, em qualquer nível de apoio você já desbloqueia tudo isso. Apoiar é simples e rápido, e faz toda a diferença para que nós possamos continuar criando novos podcasts, mais episódios e mais conteúdo para toda a comunidade RPGista. Então, se você gosta do que fazemos e quer ter acesso a este episódio completo e a todos os outros exclusivos, passa lá em apoia.se/RPGnext. Temos certeza de que em breve vamos poder te chamar de padrinho ou madrinha de verdade lá no nosso grupo exclusivo do WhatsApp. Até lá, obrigado por ouvir e por estar junto com a gente nessa jornada! Se você já é apoiador: Ouça aqui no Spotify: https://open.spotify.com/show/6g11105CEiIWAdClcc31Ml Ouça aqui no Apoia.se: https://apoia.se/rpgnext Ouça aqui mesmo no site do RPG Next. NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next  O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-players-handbook-2024/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-master-guide-2024/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-monster-manual-2024/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ 10 Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada?   Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ‍♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ SERVIDOR DO DISCORD - D&D BR:  https://discord.gg/zYvhQETBEq APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores. https://rpgnext.com.br/doadores/   COMPARTILHE! Nosso site é https://rpgnext.com.br, Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social,  Canal do YouTube,  Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube

Reportagem
Coleção de crítico Roberto Pontual é vendida em primeiro leilão dedicado à arte brasileira na França

Reportagem

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 6:00


A coleção pessoal do crítico de arte brasileiro Roberto Pontual será leiloada em Paris nesta terça-feira (31). Trata-se da primeira venda na França dedicada exclusivamente a obras brasileiras. Reunido ao longo de décadas, o acervo reúne cerca de 150 peças de mais de 60 artistas contemporâneos, produzidas entre 1945 e 1994 – um conjunto que Vincent Wierink, ex-companheiro de Pontual, descreve como sendo “de afeto”. Crítico de arte, jornalista e poeta, Roberto Pontual marcou a cena artística carioca dos anos 1970. Após dirigir programas educativos e exposições no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), consolidou-se como uma voz influente, especialmente por meio de suas crônicas no Jornal do Brasil e da curadoria de exposições emblemáticas, como a representação brasileira na Bienal de Veneza em 1980. Seu livro Dicionário das Artes Plásticas no Brasil, publicado em 1969, quando Pontual tinha apenas 30 anos, permanece como obra de referência no mundo das artes. Além disso, ele publicou diversos ensaios e catálogos sobre arte contemporânea. Em 1980, mudou-se para Paris, onde continuou atuando como crítico e curador até sua morte, em 1994, em decorrência da AIDS. Sua coleção reúne obras de artistas brasileiros contemporâneos emblemáticos, muitos deles amigos próximos de Pontual, como Paulo Roberto Leão, Carlos Scliar, Ione Saldanha, Alair Gomes, Glauco Rodrigues, Antonio Bandeira, Frans Krajcberg, Ivan Serpa, Cildo Meireles e Wanda Pimentel. O acervo foi constituído por meio de compras espontâneas em visitas a ateliês, presentes de artistas, trocas e até pagamentos por prefácios, catálogos ou curadorias. Um retrato de afeto Segundo Vincent Wierink, a coleção é “tanto um retrato da arte brasileira da segunda metade do século XX quanto um verdadeiro retrato de Pontual”, um homem apaixonado pelos artistas e que não tinha a intenção de ser colecionador. “Ele era uma pessoa que não tinha verdadeiramente uma preferência. Tinha um respeito tão grande pelos artistas que o leque de seu interesse era enorme. Ele passava pela fotografia, escultura, pintura, abstrato, figurativo, conceitual”, diz Wierink, legatário universal de Roberto Pontual e herdeiro de sua obra e de sua coleção. Ele conta que a decisão de vender um acervo tão pessoal, cujas peças decoravam o apartamento que o casal compartilhava, não foi simples. “Para mim, mergulhar novamente na coleção foi quase uma catarse, um movimento muito emocional. Eu redescobri a coleção, que estava escondida há mais de 30 anos.” “Logo após a morte do Roberto, em 94, eu tive que mudar tudo na minha vida. Tive que mudar de apartamento. Era quase insuportável ficar lá. Então mudei, empacotei a coleção inteira e pronto. Mudei de vida, mudei de lugar. Não vou dizer que esqueci a coleção, obviamente não, mas ela ficou guardada”, lembra. “No fim do ano passado, pensei: ‘estou avançando na idade, e se acontece alguma coisa comigo, o que vai ser dessa coleção? Ninguém conhece essa coleção'", explica Wierink, que decidiu então entrar em contato com Salomé Pirson, da casa de leilões independente Maurice Auction, que chamou a consultora de arte brasileira radicada em Paris, Maria do Mar Guinle. “Quando elas viram a coleção, tiveram uma reação imediata: a Salomé disse que era possível sentir uma alma por trás dela, e a Maria do Mar comentou que era uma coleção de afeto”, lembra. “Roberto, obviamente, tinha muito afeto e amizade por um grande número de artistas. Acho que não havia um artista que não gostasse do Roberto. Ele era uma pessoa luminosa, carismática, que queria o bem das pessoas. Às vezes eu digo que ele era mais um analista de arte do que um crítico. Não distribuía bons e maus pontos. Ele realmente ajudava as pessoas a se expressar, a atravessar crises”, diz Wierink. Uma aposta “Nunca houve uma venda de arte brasileira moderna na França. Mas é uma aposta”, afirma, lembrando que chegou a considerar realizar o leilão em Nova York ou no Brasil, mas decidiu rapidamente por Paris. “Tudo bem nunca ter sido feito. Tudo bem fazermos uma aposta. Mas há também uma lógica para mim. É como se o círculo se fechasse. Roberto escolheu – bom, nós nos conhecemos e, por causa do nosso encontro, ele decidiu mudar de vida, deixar o Brasil e se radicar em Paris. Ele amou profundamente a França, amou profundamente a Europa. Então era natural, mais lógico, que a coleção fosse vendida na cidade onde ele escolheu viver e onde faleceu", diz.  O leilão será realizado às 15h em Paris (11h em Brasília). Uma parte do montante arrecadado será dedicada à organização francesa de luta contra o HIV, Sidaction.

Leitura de Ouvido
Virginia Woolf - Memórias de Uma Filha

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 41:18


'Memórias de uma filha: Leslie Stephen, o filósofo em casa” é ensaio autobiográfico de Virginia Woolf no qual descreve com nitidez o seu pai, a sua infância, os seus irmãos, tendo como esteio este homem, que foi um crítico literário inglês, homem de letras e o primeiro editor do Dicionário de Biografia Nacional. Sir Leslie Stephen nasceu e morreu em Londres, tendo vivido de 28 de novembro de 1832 a 22 de fevereiro de 1904. Virginia escreveu este ensaio, no original em inglês, A Sketch of the Past (Um esboço do passado) no contexto de Moments of Being, entre 1939-1940. Esta narrativa autobiográfica foi incitada pela irmã e, no final de sua vida, Virginia transformará os despertares em St. Ives na pedra angular dessa obra considerável, que a coloca entre os principais autores do seu século. O Momentos de Vida, contudo, saiu apenas em 1976. Aqui no episódio trabalhamos com o livro O sol e o peixe, sendo que o ensaio vem logo após “Montaige", que foi o assunto do encontro do Clube Leitura de Ouvido desta semana. Além de crítico e historiador britânico, Leslie Stephen era montanhista e isso é destacado por Virginia desde o começo do ensaio, como algo que fez o passado do pai. Na lembrança da filha, já restava ao pai apenas "perambular pelos vales da Suíça ou dar uma pequena caminhada pelas charnecas da Cornualha". Tantas dessas caminhadas, aliás, são feitas em companhia dos filhos. Virginia as revela em seu diário, do qual abrimos várias passagens nestas Notas de Rodapé. Boa leitura! ✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

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Não Perca Esperança!

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Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 18:25


O que é esperança? Bem, de acordo com o Dicionário Online de Webster, é o sentimento geral de que algum desejo será cumprido ou expectativas centradas em alguém (ou algo).

Convidado
António Lobo Antunes: O escritor que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio”

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 12:45


António Lobo Antunes foi um escritor “radical”, revolucionário, que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio, uma língua sem equivalente". As palavras são de Dominique Nédellec, tradutor em França daquele que foi um dos maiores nomes da literatura portuguesa contemporânea e que morreu, esta quinta-feira, aos 83 anos. Ana Lima, editora e parceira da Livraria Portuguesa & Brasileira, em Paris, explica que António Lobo Antunes é “um dos autores portugueses mais conhecidos em França” e “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas”. A morte de António Lobo Antunes, esta quinta-feira, marca o desaparecimento de uma das figuras maiores da literatura portuguesa contemporânea. António Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1 de Setembro de 1942, licenciou-se em Medicina em 1969 e especializou-se em Psiquiatria, mas optou pela escrita a tempo inteiro em 1985. Foi aos 37 anos que publicou o seu primeiro romance, “Memória de Elefante”, em 1979, ano em que também lançou “Os Cus de Judas” e iniciou a sua revolução na literatura portuguesa pós-25 de Abril. A guerra colonial atravessou toda a sua obra, a partir da sua passagem por Angola entre 1971 e 1973 ao serviço do Exército colonial como médico. A sua forma de escrever e de explorar a condição humana no que tem de mais “terrível, cómico, ridículo e comovente” percorreu, como “um rio, uma tempestade”, os seus mais de três dezenas de romances, no entender de Dominique Nédellec, tradutor de António Lobo Antunes em França nos últimos quase 15 anos. O tradutor acrescenta que ele foi um escritor “radical”, revolucionário, que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio, uma língua sem equivalente". “Ele frequentemente dizia que ninguém escrevia como ele, nem sequer ele próprio. Ele desmontou tudo, foi um golpe terrível no estilo normal, habitual, tradicional. Ele inventou um estilo próprio, conseguiu elaborar uma língua sem equivalente", resumiu. Lobo Antunes foi , sem dúvida, “um dos autores portugueses mais conhecidos em França”, sublinha Ana Lima, parceira da Livraria Portuguesa & Brasileira, em Paris, falando em “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas, as grandes e as independentes”, ao lado de nomes como Fernando Pessoa e José Saramago. A editora fala de um escritor de “um grande modernismo”, com “um tipo de escrita que é um fluxo de consciência permanente” e “sem compromisso”.   Dominique Nédellec: "Não é todos os dias que se tem a sensação de se traduzir um génio” RFI: O que representa António Lobo Antunes para a literatura portuguesa e mundial contemporânea? Dominique Nédellec, Tradutor de António Lobo Antunes: “O trunfo maior de Lobo Antunes foi este jeito de fazer uma revolução estilística. Ele frequentemente dizia que ninguém escrevia como ele, nem sequer ele próprio. Eu acho que ele desmontou tudo, foi um golpe terrível no estilo normal, habitual, tradicional,  e ele inventou um estilo próprio, uma língua super tensa, uma língua que parece ao mesmo tempo um rio, uma tempestade, que mistura as histórias, que mistura os planos temporários, em que os mortos têm a mesma importância que os vivos, em que os mortos estão sempre a chegar, a falar, a participar na vida dos vivos. Ele conseguiu elaborar uma língua sem equivalente, carregada de sentimentos e da experiência humana no que tem de terrível, de cómico, de ridículo, de comovente. Para mim, o Lobo Antunes é isto tudo.” Como foi traduzir toda esta “experiência humana” no que tem de mais complexo? “É uma experiência única também porque exige um mergulho total na obra dele para ouvir principalmente. São livros que devem ser lidos com o ouvido. É muito sensorial, chama a atenção de todos os sentidos. Então, tentar traduzir a riqueza do estilo dele exige muito tempo, paciência, perseverança também. O paradoxo é que traduzir exige uma lentidão imensa para agenciar todo aquele esquema muito complexo, mas o objectivo final é que a última leitura seja tão fácil e tão fluida e rápida como no original. No dia a dia, eu avanço passo a passo, muito lentamente e só fico contente quando, no final, na altura da última leitura, eu recupero aquela naturalidade, aquela fluidez da mistura que ele consegue e da pungência do estilo dele. É uma tarefa complicada, mas ao mesmo tempo muito gratificante porque não é todos os dias que se tem a sensação de se traduzir um génio.” Dos livros que traduziu de António Lobo Antunes ou da sua obra em geral, qual é aquele que mais o tocou pessoalmente? “Há um que realmente faz a súmula de tudo o que ele sabe fazer e dos temas de predileção do autor. Se calhar seria ‘Até que as Pedras se Tornem Mais Leves que a Água” porque está lá tudo ao mesmo tempo. Está lá ‘Os Cus de Judas' com o tema da guerra em Angola, o que foi obviamente fundamental para ele, mas é um livro que vai muito mais longe do que ‘Os Cus de Judas'. Tem uma mestria, um domínio total da técnica que ele elaborou ao longo dos anos. Então, para mim é uma soma, realmente é uma obra-prima total e para quem nunca leu o Lobo Antunes está lá tudo com uma virtuosidade ímpar.” António Lobo Antunes fala da guerra colonial e dos seus fantasmas de uma forma muito particular e, também, se calhar, revolucionária. Quer falar-nos sobre sobre esse tema e outros que atravessem a obra dele? “Bom, obviamente é central na vida dele e na obra dele. E, aliás, é possível reparar que são temas que voltaram sempre na cabeça dele e tem imagens ou episódios que se encontram logo em ‘Os Cus de Judas', mas que também se encontram contados nas cartas que enviou para a mulher durante a guerra e que voltam nos últimos livros. Ou seja, na vida toda houve episódios que nunca conseguiu eliminar, que ficaram lá para sempre gravados na cabeça dele, na vida dele, no corpo dele. Ele conseguiu fazer desta matéria-prima traumatizante o motivo de uma obra e através destes temas conseguiu dar uma dimensão diferente daquela tragédia. Este tema alimentou a obra dele, mas também queria salientar que é preciso não limitar a obra do Lobo Antunes à guerra e a Angola. Depois, cada vez mais, ficou longe dos primeiros volumes muito autobiográficos e cada vez mais aprofundou uma pesquisa estilística. Também queria que as pessoas entendessem que há humor, há muito humor na obra dele, humor negro, mas também humor burlesco, há coisas muito divertidas, sem cinismo, humor também leve. Há de tudo, obviamente e também é uma das marcas dele passar de uma coisa leve e engraçada e infantil, pueril até, a uma coisa gravíssima ou negra ou deprimente. É aquela fornalha toda sem equivalente.” Por que é que António Lobo Antunes não teve o Prémio Nobel da Literatura? “Eu acho que, se calhar, porque é demasiado fora das categorias normais, não é liso o suficiente se calhar. É demasiado abrupto, demasiado inclassificável, demasiado exigente com ele próprio. Ele nunca fez nada para facilitar o acesso dos leitores à obra dele. É demasiado radical, se calhar. Se calhar é esta a explicação. Nos últimos anos, foi sempre complicado perceber o raciocínio dos júris do Prémio Nobel, mas não temos de chorar por isso. Até seria uma marca de nobreza porque claro que ele merecia o prémio, mas será que o prémio merecia o Lobo Antunes? Não tenho a certeza porque ele estava acima disto tudo.” Falou na “sensação de traduzir um génio”. E a pessoa? Como é que era António Lobo Antunes? “Também foi uma surpresa para mim porque fui sempre avisado que ele era uma personagem complicada, abrupta, mas comigo foi sempre de uma grande ternura, uma grande generosidade. Acho que ele gostava do meu trabalho e ele repetiu isso várias vezes, em privado, mas também em público e foi sempre um incentivo e uma honra enormes. Eu lembro-me desta ternura, era capaz de dar uma piscadela, um abraço forte e são as imagens que vou lembrar.” Quais foram os livros de Lobo Antunes que traduziu em França? “Eu traduzo-o desde 2011, ou seja, quase 15 anos, e acabo de entregar a décima tradução de Lobo Antunes, que é o ‘Dicionário da linguagem das Flores'. Os nove anteriores fui eu que traduzi. Comecei com ‘O Meu Nome é Legião' e desde então fui eu a traduzi-lo.”   Ana Lima: António Lobo Antunes é “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas” RFI: O que representa António Lobo Antunes nas livrarias em França? Ana Lima, Parceira da Librairie Portugaise & Brésilienne: “António Lobo Antunes é, pelo menos em França, um dos autores mais conhecidos do século XX e início do século XXI e talvez o que conseguiu que a literatura portuguesa, com Fernando Pessoa e Saramago, tivesse uma presença em praticamente todas as livrarias francesas, as grandes e as independentes. É um dos autores mais conhecidos portugueses, mesmo se não foi necessariamente lido pelos que o conhecem, e os autores contemporâneos portugueses, também traduzidos em França actualmente, muitos também se reivindicam dele. Portanto, há um contínuo e há uma presença dele bastante importante.” Qual é o ADN que compõe a literatura de António Lobo Antunes que faz dele um dos grandes autores do século XX e XXI? “Antes de mais, foram umas temáticas muito importantes sobre a guerra colonial, sobre o Portugal pós-25 de Abril, sobre uma descrição da sociedade sempre sem compromisso, sempre com uma visão entre ironia e uma visão muito clara que era, às vezes, um bocado feroz e também um tipo de escrita que é um fluxo de consciência permanente, um texto sempre a fluir, que era uma maneira de escrever um bocado nova na literatura portuguesa, que teve um impacto muito grande, um grande modernismo.” Que livros de António Lobo Antunes recomenda? “Desde logo ‘Os Cus de Judas' que foi mesmo um marco na literatura portuguesa, o ‘Fado Alexandrino', ‘O Regresso das Caravelas', ‘A Morte de Carlos Gardel'. Quer dizer, há assim estes que eu pessoalmente gostei muito e que foram importantes para mim. Agora, ele produziu muito, muito. Aconselho a ler tudo, mas se se tiver que ler alguns é ‘Os Cus de Judas', ‘Fado Alexandrino', ‘O Regresso das Caravelas' e talvez ‘A Morte de Carlos Gardel'. Mas isso é a minha escolha.” Por que é que ele nunca chegou a ter o Prémio Nobel da Literatura? “Isso é uma história bastante complicada. O Saramago teve o Prémio Nobel, sabe-se que era um bocado uma competição no prémio entre os dois. O Saramago teve o prémio e foi o primeiro Prémio Nobel de Literatura em língua portuguesa e antes que se desse outro sabíamos que íamos esperar um bocadinho, portanto era uma questão de tempo, o que é uma injustiça porque de língua portuguesa há autores enormes, também brasileiros que não tiveram e que deveriam ter tido.”

Mensagens do Meeting Point
o dicionário de Deus: regeneração

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 42:20


Todos os dias são bons para folhear o dicionário de Deus e celebrar a cada página da Palavra, assim como da nossa própria existência, a obra de regeneração que o Pai graciosamente activou para o coração humano. Não há pessoa por quem Jesus não tenha morrido e ressuscitado! Eu e tu somos chamados a escolher, com o auxílio inconfundível do Espírito, dar o salto de fé para o colo Divino. Sim, chama-se a isso “nascer de novo”! Detalhes sobre a celebração 22 fevereiro @ Bible.com Disponível no canal do YouTube.

Mensagens do Meeting Point
o dicionário de Deus: encarnação

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 37:13


Ao abrir o dicionário de Deus há, letra a letra, descobertas contínuas… O significado de cada vocábulo aprofunda-se e alarga-se em simultâneo. Tome-se como exemplo a palavra “encarnação” e num instantinho a boca se abre de espanto, a lágrima espreita ao canto do olho e o coração dá sinal de querer cantar! Como não nos emocionarmos com a insistência amorosa de Deus em vir de carne e osso ao encontro de um rebelde como eu e tu? Detalhes sobre a celebração 15 fevereiro @ Bible.com Disponível no canal do YouTube.

Jorge Borges
Dicionário de Valores: quando a educação se transforma em prática de vida | José Pacheco

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 15:15


Esta obra de José Pacheco explora a centralidade dos valores éticos na construção da existência humana e na transformação dos modelos educativos tradicionais. Através de uma compilação de relatos biográficos, fábulas e críticas sociais, o autor reflete sobre conceitos fundamentais como a autonomia, a gratidão e a justiça. O texto denuncia o impacto negativo do consumismo desenfreado e da corrupção, contrastando-os com exemplos de integridade e solidariedade quotidiana. Pacheco defende uma educação baseada na subjetividade comunitária, onde o indivíduo se desenvolve de forma livre mas consciente das suas responsabilidades sociais. Em última análise, o autor utiliza a esperança e o otimismo como ferramentas para superar a crise de valores da sociedade contemporânea.

Cuidados Intensivos
Novo dicionário presidencial

Cuidados Intensivos

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 5:12


Mensagens do Meeting Point
o dicionário de Deus: pecado

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 30:16


Ao folhear o dicionário de Deus, a Palavra ecoa desde os primórdios o encanto do Pai com a Sua criação! Jesus encabeça cada rebento e recomeço. Não há nascimento e morte que Lhe seja alheio. Flor a flor, dos peixes aos passarinhos, rios ou cordilheiras, feras e animais de estimação, pessoa a pessoa com as suas (d)eficiências atestam a grandiosidade da criatividade e generosidade Divina. E então tudo deu errado! Agora temos que voltar ao dicionário de Deus e incluir uma palavra que Ele nunca quis que fosse adicionada: PECADO. Uma palavra e um estilo de vida que se fundiram com o nosso ADN e nos separaram, não apenas da bela criação de Deus, mas do próprio Deus. O pecado levou à morte, mas Deus incluiu um parêntese na sua definição (JESUS). E Jesus muda tudo! Agora, ao lado de «pecado» está a palavra «derrotado». E ao lado da palavra «separado» está a palavra «reconciliado». E ao lado da palavra «morte» está a palavra «vida». Detalhes sobre a celebração 08 fevereiro @Bible.com Disponível no canal do YouTube.

Mensagens do Meeting Point
o dicionário de Deus: criação

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 37:27


Ao folhear o dicionário de Deus, a Palavra ecoa desde os primórdios o encanto do Pai com a Sua criação! Jesus encabeça cada rebento e recomeço. Não há nascimento e morte que Lhe seja alheio. Flor a flor, dos peixes aos passarinhos, rios ou cordilheiras, feras e animais de estimação, pessoa a pessoa com as suas (d)eficiências atestam a grandiosidade da criatividade e generosidade Divina. Ser insuflado do fôlego da vida pelo Espírito é um misterioso milagre que urge agradecer, abraçar e desfrutar na plenitude! Detalhes sobre a celebração 01 fevereiro @Bible.com Disponível no canal do YouTube.

Podcast do Professor Marins
Dica: sucesso antes de trabalho, só no dicionário

Podcast do Professor Marins

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 0:20


Toda semana um novo tema para manter sua equipe motivada. Assine as mensagens Motivação & Sucesso.

Cealecast
CEALE DEBATE - Dicionário de autoras/es de cartilhas e livros de leitura no Brasil [Século XIX]

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 104:11


O "Dicionário de autoras/es de cartilhas e livros de leitura no Brasil [Século XIX]" foi organizado pelas Professoras Diane Valdez [UFG], Claudia Panizzolo [UNIFESP], Ana Raquel Costa Dias [SME-Goiânia] e o Professor Juliano Guerra Rocha [UFJF], sendo editado pela Cegraf UFG, e disponibilizado de forma gratuita no site da Editora. A obra reúne 73 verbetes biográficos de escritoras/es de cartilhas e livros de leitura que foram produzidos e/ou circularam no Brasil, no século XIX. O projeto envolveu 80 pesquisadoras/es de todas as regiões brasileiras e de Portugal, sendo uma contribuição para a história da alfabetização e dos impressos escolares no Brasil. No Ceale Debate de Novembro, receberemos o/as organizador/as do Dicionário que abordarão o processo de elaboração dessa obra, bem como seus principais resultados.

Incial
Minipod #297: Os livros que marcaram a nossa infância e juventude

Incial

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 44:46


Bom dia, telegramers. Mais um minipod no ar! No programa de hoje, conheça os livros que marcaram a nossa infância e juventude; saiba o que você precisa para tornar sua história atrativa ao público; confira algumas dicas de como aumentar o seu vocabulário; veja como se livrar da insegurança comum a todo escritor; e descubra como elaborar uma narrativa longa utilizando fragmentos e textos curtos.

Freud Que Eu Te Escuto
Prefácios e Textos Breves (1930-1936)

Freud Que Eu Te Escuto

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 28:19


Neste episódio, apresento a leitura dos Prefácios e Textos Breves (1930–1936) — um conjunto de escritos que, embora curtos, revelam um Freud maduro, atento ao mundo e às pessoas, oscilando entre o rigor científico e a ternura pessoal.São textos de circunstância, cartas, apresentações e reflexões que mostram o psicanalista em seu convívio com discípulos, amigos e instituições. Entre eles estão:Apresentação de The Medical Review of Reviews – observações sobre a recepção da psicanálise nos Estados Unidos, com seu tom crítico e irônico.Prólogo a Dez Anos do Instituto Psicanalítico de Berlim – homenagem à criação do instituto e à dedicação de Max Eitingon.O Parecer no Processo Halsmann – comentário sobre o uso indevido do complexo de Édipo como argumento jurídico.Apresentação de Elementos di Psicoanalisi, de Edoardo Weiss – reconhecimento do rigor e clareza do discípulo italiano.Excerto de uma Carta a Georg Fuchs – reflexão amarga sobre a “brutalidade da civilização” e a impossibilidade de reformá-la sem recursos morais e econômicos.Carta ao Prefeito da Cidade de Príbor – um agradecimento emocionado pela placa em sua casa natal, onde ele relembra a “criança feliz de Freiberg”.Apresentação de Teoria Geral das Neuroses sobre Base Psicanalítica, de Hermann Nunberg – elogio à profundidade e à consistência teórica da obra.Prólogo ao Dicionário de Psicanálise, de Richard Sterba – incentivo ao esforço acadêmico e ao trabalho de precisão conceitual.Sándor Ferenczi (1873–1933) – homenagem ao amigo e parceiro de ideias, reconhecendo sua genialidade e o afastamento final.Prólogo a Edgar Poe: Estudo Psicanalítico, de Marie Bonaparte – valorização do olhar psicanalítico sobre a arte e o gênio criativo.A Thomas Mann em seu 60o Aniversário – breve mensagem de admiração e respeito ético, recusando o elogio exagerado.A Sutileza de um Ato Falho – análise de um pequeno erro de escrita que revela, com humor, a complexidade dos processos psíquicos cotidianos.Um compêndio delicado e multifacetado — entre a despedida e o legado — em que Freud escreve menos como o fundador da psicanálise e mais como um homem diante do tempo, da cultura e da memória.

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #92 Golpes de Jacareacanga e Aragarças: a volta dos que não foram

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 88:41


Neste episódio Marcelo Beraba e Willian Spengler batem um papo animado e informativo sobre duas histórias que nos ajudam a lembrar os prejuízos que podem causar a anistia a indivíduos que tentaram golpes na nossa história republicana. Nossa atenção recai especialmente nas tentativas de golpes que ocorreram durante o governo JK na segunda metade dos anos 1950. Vamos entender o contexto anterior a esses movimentos golpistas, retomando as reflexões sobre a sucessão de Vargas e os arranjos após a eleição de JK. Infelizmente, como bem sabemos, não foram as primeiras, nem as últimas tentativas de quebrar a ordem constitucional vigente pelo uso da força. Conhecer as histórias de Aragarças e Jacareacanga são formas de entendermos a importância da vigília constante para a proteção da democracia, inclusive punindo exemplarmente aqueles que atentam contra ela. Arte da Capa Danilo Pastor (Nativa Multimídia) Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódio relacionado Fronteiras no Tempo: Historicidade #58 Eduardo Gomes: o brigadeiro do liberalismo brasileiro Fronteiras no Tempo #57 A Era Vargas parte 5: o segundo governo (1950-1954) Fronteiras no Tempo #70 Juscelino Kubitschek Livros e artigos acadêmicos ARGOLO, José Amaral; RIBEIRO, Kátia; FORTUNATO, Luiz A. M. A direita explosiva no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 1996. BENEVIDES, Maria Victória. Udn e o udenismo: ambiguidades do liberalismo brasileiro. 1980. DELGADO, Lucília de Almeida Neves; FERREIRA, Jorge (orgs.). O Brasil Republicano: O tempo da experiência democrática - vol. 3: Da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. DONATO, Hernani. Dicionário das Batalhas Brasileiras. São Paulo: IBRASA, 2001. LAMARÃO, Sérgio. Revolta de Aragarças. In: ABREU, Alzira Alves de et al. (coord.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC/FGV, 2010. MENDONÇA, Marina Gusmão de. “Dezembro de 1959: o que aconteceu em Aragarças?” In Anais do 20.º Encontro de História da ANPUH Rio, 2022. Disponível em https://www.encontro2022.rj.anpuh.org/resources/anais/13/anpuh-rj-erh2022/1657985920_ARQUIVO_bbaf03aee248388d4685cb95f1e0ee31.pdf MÍGUEZ, José Mário. O primeiro sequestro aéreo da história da humanidade: aeródromo de Aragarças-GO. Aragarças: Edição do autor, 2007 NATAL, João Rafael Mallorca. “A Revolta de Jacareacanga: batismo de fogo da Infantaria da Aeronáutica.” Revista do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil, vol. 80, n.º 108, 2021. SANTOS, Sandro Gomes dos. Jacareacanga e Aragarças: revoltas e revoltosos (1956‑1961). Dissertação (Mestrado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2019. WILLIAM, Wagner. O Soldado Absoluto - uma biografia do Marechal Henrique Lott. Editora Record, Rio de Janeiro, 2005. Sugestões de links AGÊNCIA SENADO. Em 1959, militares sequestraram avião com passageiros e tentaram derrubar JK. EL PAÍS. O ano em que os militares sequestraram um avião com passageiros e tentaram derrubar JK. El País Brasil, São Paulo, 9 dez. 2019. SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR (STM). Revolta de Jacareacanga (1956); Revolta de Aragarças (1959). Brasília: STM, Arquimedes, 2020. Henrique Teixeira Lott: o militar que não era autoritário, golpista e de direita nos Anos 1960. Sugestões de vídeos Como ocorreu o esquecido golpe de 1955? O golpe que salvou a democracia em 1955. Dois impeachments em apenas dez dias. Marechal Henrique Lott e a defesa da democracia. Teixeira Lott e o 11 de novembro de 1955. Minissérie JK. Revolta de Aragarças. Os trajetos dos aviões sequestrados na revolta de Aragarças em 1959. Curiosidades sobre Aragarças. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #92 Golpes de Jacareacanga e Aragarças: a volta dos que não foram. Locução Marcelo de Souza Silva, Willian Spengler e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 15/10/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=65855&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian Spengler See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #92 Golpes de Jacareacanga e Aragarças: a volta dos que não foram

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 88:41


Neste episódio Marcelo Beraba e Willian Spengler batem um papo animado e informativo sobre duas histórias que nos ajudam a lembrar os prejuízos que podem causar a anistia a indivíduos que tentaram golpes na nossa história republicana. Nossa atenção recai especialmente nas tentativas de golpes que ocorreram durante o governo JK na segunda metade dos anos 1950. Vamos entender o contexto anterior a esses movimentos golpistas, retomando as reflexões sobre a sucessão de Vargas e os arranjos após a eleição de JK. Infelizmente, como bem sabemos, não foram as primeiras, nem as últimas tentativas de quebrar a ordem constitucional vigente pelo uso da força. Conhecer as histórias de Aragarças e Jacareacanga são formas de entendermos a importância da vigília constante para a proteção da democracia, inclusive punindo exemplarmente aqueles que atentam contra ela. Arte da Capa Danilo Pastor (Nativa Multimídia) Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódio relacionado Fronteiras no Tempo: Historicidade #58 Eduardo Gomes: o brigadeiro do liberalismo brasileiro Fronteiras no Tempo #57 A Era Vargas parte 5: o segundo governo (1950-1954) Fronteiras no Tempo #70 Juscelino Kubitschek Livros e artigos acadêmicos ARGOLO, José Amaral; RIBEIRO, Kátia; FORTUNATO, Luiz A. M. A direita explosiva no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 1996. BENEVIDES, Maria Victória. Udn e o udenismo: ambiguidades do liberalismo brasileiro. 1980. DELGADO, Lucília de Almeida Neves; FERREIRA, Jorge (orgs.). O Brasil Republicano: O tempo da experiência democrática - vol. 3: Da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. DONATO, Hernani. Dicionário das Batalhas Brasileiras. São Paulo: IBRASA, 2001. LAMARÃO, Sérgio. Revolta de Aragarças. In: ABREU, Alzira Alves de et al. (coord.). Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC/FGV, 2010. MENDONÇA, Marina Gusmão de. “Dezembro de 1959: o que aconteceu em Aragarças?” In Anais do 20.º Encontro de História da ANPUH Rio, 2022. Disponível em https://www.encontro2022.rj.anpuh.org/resources/anais/13/anpuh-rj-erh2022/1657985920_ARQUIVO_bbaf03aee248388d4685cb95f1e0ee31.pdf MÍGUEZ, José Mário. O primeiro sequestro aéreo da história da humanidade: aeródromo de Aragarças-GO. Aragarças: Edição do autor, 2007 NATAL, João Rafael Mallorca. “A Revolta de Jacareacanga: batismo de fogo da Infantaria da Aeronáutica.” Revista do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil, vol. 80, n.º 108, 2021. SANTOS, Sandro Gomes dos. Jacareacanga e Aragarças: revoltas e revoltosos (1956‑1961). Dissertação (Mestrado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2019. WILLIAM, Wagner. O Soldado Absoluto - uma biografia do Marechal Henrique Lott. Editora Record, Rio de Janeiro, 2005. Sugestões de links AGÊNCIA SENADO. Em 1959, militares sequestraram avião com passageiros e tentaram derrubar JK. EL PAÍS. O ano em que os militares sequestraram um avião com passageiros e tentaram derrubar JK. El País Brasil, São Paulo, 9 dez. 2019. SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR (STM). Revolta de Jacareacanga (1956); Revolta de Aragarças (1959). Brasília: STM, Arquimedes, 2020. Henrique Teixeira Lott: o militar que não era autoritário, golpista e de direita nos Anos 1960. Sugestões de vídeos Como ocorreu o esquecido golpe de 1955? O golpe que salvou a democracia em 1955. Dois impeachments em apenas dez dias. Marechal Henrique Lott e a defesa da democracia. Teixeira Lott e o 11 de novembro de 1955. Minissérie JK. Revolta de Aragarças. Os trajetos dos aviões sequestrados na revolta de Aragarças em 1959. Curiosidades sobre Aragarças. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #92 Golpes de Jacareacanga e Aragarças: a volta dos que não foram. Locução Marcelo de Souza Silva, Willian Spengler e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 15/10/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=65855&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian Spengler See omnystudio.com/listener for privacy information.

História em Meia Hora
Padre Cícero

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Oct 4, 2025 33:25


O "padim ciço", como era conhecido por muitos, mudou a história do nordeste brasileiro e até de Roma! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o padre favorito de Lampião: o Padre Cícero.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:-ABREU, Alzira Alves de. Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro pós-1930. Rio de Janeiro: CPDOC/FGV, 2001.-AZEVEDO, Thales de. Padre Cícero: mito e realidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1973.-BARROS, Luitgarde Oliveira Cavalcanti. Padre Cícero: poder, fé e guerra no sertão. São Paulo: Ática, 1988.-CHANDLER, Billy Jaynes. Padre Cícero: poder, fé e guerra no sertão. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1971.-MONTENEGRO, Antônio Torres. Padre Cícero e os romeiros de Juazeiro. Recife: UFPE, 1989.-NEVES, Frederico de Castro. Padre Cícero: o santo do povo. São Paulo: Contexto, 2008.-SOUZA, José Carlos de. Padre Cícero Romão Batista: entre a fé e a política. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2001.

Loucos por Biografias
Biografia de AURÉLIO BUARQUE DE HOLANDA - O Homem que Virou Dicionário!

Loucos por Biografias

Play Episode Listen Later Aug 5, 2025 5:54


Aurélio Buarque de Holanda Ferreira foi um lexicógrafo, professor, tradutor, ensaísta e crítico literário brasileiro. Foi o autor do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa e membro da Academia Brasileira de Letras.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com outras pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Até a próxima história! (Tania Barros)Ajude Tânia a manter o Canal Ativo - PIX: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88 - Seja Membro Youtube á partir de R$1,99 por mês - Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com

Expresso - Eixo do Mal
No novo dicionário do PSD, “não é não” afinal é “se calhar sim”

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 51:00


Lembram-se do “não é não” do PSD ao Chega? “Habituem-se”. A nova aliança da direita portuguesa, o estado da Saúde e o tenso julgamento de Sócrates em debate no Eixo do Mal em podcast com Daniel Oliveira, Luís Pedro Nunes, Pedro Marques Lopes e Clara Ferreira Alves. O PSD, Chega e CDS garantiram a aprovação, até 16 de julho, de dois diplomas controversos sobre imigração: a nova Unidade de Estrangeiros e Fronteiras e a alteração à lei dos estrangeiros. A votação foi acelerada com apoio da direita e sob protestos da esquerda, que acusou a maioria de “atropelar” o funcionamento parlamentar e de ignorar potenciais inconstitucionalidades, nomeadamente na revisão da lei da nacionalidade, a ser encerrada apenas em setembro. O PS apelou ao presidente da Assembleia para intervir, mas José Pedro Aguiar-Branco limitou-se a admitir que podem existir riscos legais nos textos. PSD e aliados justificaram a urgência com o argumento de que adiar as leis estimularia a imigração descontrolada, o que o CDS classificou como “efeito de chamada”. No auge da tensão, Hugo Soares respondeu com a frase “Habituem-se”, replicando António Vitorino. O Eixo do Mal foi emitido na SIC Notícias a 10 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Livros da semana: Miguéis, Herberto, Venâncio e a Geração de 70

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Play Episode Listen Later Jun 7, 2025 6:44


Esta semana, na estante, assinala-se o regresso das obras de José Rodrigues Miguéis, durante muito tempo inacessível, começando por “Um Homem Sorri à Morte – com meia cara”; folheamos a volumosa biografia de Herberto Helder, com uma das frases mais famosas do poeta como título: “Se eu Quisesse Enlouquecia”; mergulhamos no “Dicionário da Geração de 70”; e evocamos Fernando Venâncio, falecido esta semana, com o ensaio “Assim Nasceu uma Língua”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Matéria Bruta
"Vapor dos vapores — Dicionário de Pensares", o novo livro de Nilton Bonder

Podcast Matéria Bruta

Play Episode Listen Later May 28, 2025 29:56


Olá! O Matéria Bruta de hoje te convida para uma conversa com o rabino e escritor Nilton Bonder, que está lançando seu novo livro, "Vapor dos vapores — Dicionário de Pensares". Nessa obra, Bonder faz uma distinção entre "pensamento" e um "pensar". Enquanto o pensamento serve a um objetivo prático, o pensar é algo muito mais profundo e que as inteligências artificiais não conseguem replicar.

Jornal da USP
Momento China USP #8: Macau e o primeiro dicionário português-chinês

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 8, 2025 27:34


O episódio passeia pela história linguística e cultural de Macau, um território chinês em que a língua portuguesa fincou raízes

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Livros da semana: Diderot, Bobone, Camilo e Proust

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Apr 26, 2025 7:36


Esta semana, na estante, a “Carta Sobre o Comércio dos Livros”, de Denis Diderot; a paixão do futebol por Carlos Maria Bobone em “O Jogo da Glória”; a “Maria da Fonte”, contada por Camilo Castelo Branco; e o “Dicionário de Proust”, de João Pedro Vala. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Prova Oral
"Novo Dicionário da Cozinha Portuguesa"

Prova Oral

Play Episode Listen Later Apr 14, 2025 59:57


Fernando Alvim conversa com Virgílio Nogueiro Gomes sobre o seu novo livro, "Novo Dicionário da Cozinha Portuguesa".

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Os Livros da Semana: poesia, história, ensaio e Bíblia

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Feb 1, 2025 5:06


Nos oitenta anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, chega a poesia de um dos sobreviventes que melhor deu a conhecer o horror: Primo Levi. O livro chama-se “A Uma Hora Incerta”. Há também um monumental “Dicionário Crítico da Revolução Liberal Portuguesa”. Os ensaios de Pierre Alferi reunidos no volume “Breves Discursos”. E “Uma Leitura do Génesis”, de Marylinne Robinson.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia Falada
Shot Econômico #95 – Chega de apodrecimento do cérebro

Economia Falada

Play Episode Listen Later Dec 31, 2024 1:37


A expressão "brain rot," selecionada como a expressão do ano pelo Dicionário Oxford, expõe um problema crescente: o consumo de conteúdos superficiais, que resulta no que tem sido chamado de "apodrecimento do cérebro." Este fenômeno é acentuado pelas redes sociais, que frequentemente propagam informações vazias e pouco significativas. Para combater essa tendência, é crucial buscar fontes de informação que ofereçam profundidade e análise. Promover um ambiente de discussão enriquecido por conteúdo de qualidade é essencial para reverter essa decadência e assegurar que a internet se torne um espaço de aprendizado significativo. Você pode contar com isso por aqui. #brainrot #informação #conhecimento #redeessociais #qualidade #debates #aprendizado #conteúdoprofundono #transformação #ricardoamorim #1m #sociedade     Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma.    MINHAS REDES SOCIAIS:   - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   - Youtube: http://bit.ly/youtubericam   - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br    COTAR PALESTRA:   https://bit.ly/consulte-ricam   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

O Assunto
Brain rot: a exaustão que marcou 2024

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 30, 2024 32:32


Em dezembro, a tradicional divulgação da palavra do ano pelo Dicionário Oxford definiu “brain rot” como a que mais representa 2024. Trata-se de uma expressão que pode ser traduzida como "podridão cerebral" decorrente do uso excessivo de redes sociais e do consumo de conteúdos considerados pouco desafiadores Oxford justifica a escolha com o boom de procura pelo termo na internet: cresceu 230% entre 2023 e 2024, possivelmente por causa da "preocupação com o impacto trazido por tantos conteúdos de baixa qualidade online". Aqui no Brasil, a palavra eleita como a que melhor define 2024 também tem relação com saúde mental: ansiedade recebeu 22% dos votos de uma pesquisa que ouviu mais de 1.500 brasileiros. Para explicar o que significa "brain rot" e como o uso descontrolado redes sociais pode nos levar à exaustão, Natuza Nery entrevista a psicóloga Anna Lucia Spear King, doutora em saúde mental, professora da pós-graduação do Instituto de Psiquiatria da UFRJ e fundadora do Instituto Delete. Natuza conversa também com Suzana Herculano-Houzel, neurocientista na Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Ela explica como o cérebro humano lida com a sensação de recompensa ao rolar o feed e dá dicas do que fazer para tornar a relação com a tecnologia mais saudável.

No pé do ouvido
STF libera emendas parlamentares com ressalvas

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Dec 3, 2024 28:58


STF forma maioria para liberar retomada do pagamento de emendas parlamentares com ressalvas impostas pelo ministro Flávio Dino. Deputados ameaçam boicotar aprovação do ajuste fiscal por estarem descontentes com exigências de Dino, e dólar registra novo recorde de fechamento. Defesa de Bolsonaro pede impedimento do ministro Moraes no inquérito do golpismo. ANS anuncia novas regras para cancelamento de planos de saúde por inadimplência. Dicionário Oxford escolhe "brain rot" como expressão do ano de 2024. Trilha sonora do filme "Wicked" quebra recordes e estreia em 2º lugar na parada Billboard 200. OpenAI planeja introduzir publicidade em produtos de inteligência artificial. Essas e outras notícias você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Scicast
Folclore Brasileiro: Saci (SciCast #616)

Scicast

Play Episode Listen Later Nov 2, 2024 76:03


Um assobio estridente na mata, do qual não se consegue determinar a origem, fazendo o sangue do viajante solitário pelos sertões do Brasil gelar na veias! Objetos que somem sem deixar vestígios! Cavalos exaustos e com as crinas trançadas logo de manhã! Ruídos na mata, som de gargalhadas e mais troças e sustos pregados nos desavisados! É o Saci! Quem é essa criatura mítica, que tanto pode ser perigosa e aterrorizante, quanto divertida e irreverente a ponto de se tornar um personagem de histórias infantis? E não só isso! Ele ganhou o seu próprio dia! Que cai exatamente no dia do halloween americano, para lembrar que no Brasil, temos nossos próprios mitos! E eles não são nada fracos quando comparados com os gringos! No Scicast de hoje vamos conhecer as possíveis origens desse mito folclórico brasileiro!Com vocês, o Saci!   Ótica Saci   Ótica Saci, trazendo a melhor solução para os seus olhos, agora ao seu alcance online! Aqui, a facilidade em escolher a sua lente é real. Com apenas uma selfie, você tira suas medidas e garante as lentes perfeitas para a sua receita médica. E o melhor, você leva exatamente o que escolheu!Com um amplo catálogo de marcas tanto para armações quanto para suas lentes a Ótica Saci oferece opções para todos os estilos e bolsos. E com a promoção de inauguração, os preços estão ainda mais imperdíveis!   Aproveite! Use o cupom SCICAST além de ter um produto de qualidade, o podcast vai receber uma porcentagem da sua compra!   Acesso o link ou use o Qrcode:   Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast     3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode:   Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Willian Spengler, Roberto Spinelli, Livia Nádia da Costa Leite, Anderson Couto Citação ABNT: Scicast #616: Saci. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Willian Spengler, Roberto Spinelli, Livia Nádia da Costa Leite, Anderson Couto. [S.l.] Portal Deviante, 02/11/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-616   Referências e Indicações Sugestões de literatura: ALVES, Januária Cristina. O Saci-pererê e outras figuras traquinas do folclore brasileiro. São Paulo: FTD, 2017. CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 10. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. CASCUDO, Luís da Câmara. Geografia dos Mitos Brasileiros. ed. José Olympio, Rio de Janeiro, 1947 FRANCHINI, A. S. As 100 melhores lendas do folclore brasileiro. Porto Alegre: L&PM, 2011. LOBATO, Monteiro. O Saci-pererê, Resultados de um inquérito. São Paulo. 1917. LOBATO, Monteiro. O Saci. São Paulo: Brasiliense, 2005. LOBATO, Monteiro. O Sítio do Picapau Amarelo - Subtítulo: Fragmentos do Reinações de Narizinho e do Saci. Coleção Rocambole. Editora Brasiliense. MEGALE, Nilza B. Folclore Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1999. OLIVEIRA, Luciano Flávio de. Giramundo: representações culturais, imaginário social e mitologia brasileira a partir do Saci-Pererê. Revista Eletrônica Existência e Arte, São João del-Rei, n. 4, 2009. QUEIROZ, Renato. Um mito bem brasileiro: estudo antropológico sobre o Saci. São Paulo: Polis, 1987 QUEIROZ, Renato. Migração  e  metamorfose  de  um  mito  brasileiro:  o  saci,  trickster  da  cultura  caipira. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros. SP, n. 38, p. 141-148, 1995. Turma do Pererê, de Ziraldo: https://www.correiodocidadao.com.br/curta/turma-do-perere-conheca-o-projeto-criado-por-ziraldo-em-1960-um-marco-dos-gibis-no-brasil/ Sugestões de filmes: Série Cidade Invisível, na Netflix - Um detetive, atormentado pelas investigações de um assassinato, se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas. - https://www.netflix.com/title/80217517 Série O Sítio do Pica Pau Amarelo - O Sítio do Picapau Amarelo foi ao ar na Rede Globo de 1977 a 1986 em parceria com a TVE e o MEC, que foi a mais conhecida das versões, mas houve a da TV Tupi entre 1951 e 1962, ao vivo, na TV Cultura em 1964 e na Rede Bandeirantes entre 1967 e 1969. Uma versão mais recente da série produzida pela TV Globo e exibida de 12 de outubro de 2001 a 7 de dezembro de 2007. Sugestões de vídeos: A origem do Saci Pererê A Lenda do Saci Pererê : O pequeno ser travesso! O Saci (A lenda do Saci-Pererê) - Folclore Brasileiro #01 - Foca na História Saci | Juro Que Vi | Folclore brasileiro Filmes do Rodrigo Aragão: 2008 - Mangue Negro 2011 - A Noite do Chupacabras 2013 - Mar Negro 2015 - As Fábulas Negras 2018 - A Mata Negra 2020 - O Cemitério das Almas Perdidas Sugestões de links: Saci Pererê: conheça a história do personagem que é a cara do Brasil O Saci centenário: uma análise mitocrítica de Saci Pererê – resultado de um inquérito Entenda o motivo do Halloween e Dia do Saci serem comemorados na mesma data Saci-Pererê e São Benedito: entidades negras, religiosidade e memórias da escravidão Vô Lipe e a Volta do Saci (RPGuaxa #45) Música, a eterna dicotomia entre popular e erudito See omnystudio.com/listener for privacy information.

História em Meia Hora
Monarquia Romana

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Nov 2, 2024 31:57


O primeiro período da história de Roma! E também o mais subestimado pela galera. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Monarquia Romana. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - FUNARI, Pedro Paulo A. Roma Antiga. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2015. - SANTOS, Marina C. S. O desenvolvimento do poder monárquico em Roma: uma análise da tradição literária e arqueológica. Dissertação (Mestrado em História). Universidade de São Paulo, 2011. - SILVA, Leandro A. "Monarquia Romana." In: PINSKY, Jaime (org.). Dicionário de História Antiga. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2005.

História em Meia Hora
Lobisomens

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Oct 26, 2024 31:51


Auuuuuuuuuuguém pode seguir o podcast pra ajudar a crescer? Valeu! (desculpe, nunca mais faço isso) Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a história e os mitos do Lobisomem. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: BACHELARD. Gastão. (1990a.) A terra e os devaneios do repouso: ensaio sobre as imagens da intimidade. São Paulo: Martins Fontes. [1948]. BARING-GOULD, Sabine. O livro dos lobisomens. Tradução de Ronald Kyrmse. São Paulo: Aleph, 2008. CHEVALIER, Jean e GHEERBRANT, Alain. “Floresta”. Em: _____. Dicionário de Símbolos. Tradução de Vera da Costa e Silva et al. 11. ed. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1997.

Fábrica de Crimes
131. Massacre em Belgrado - Caso Kosta Kecmanovic

Fábrica de Crimes

Play Episode Listen Later Oct 15, 2024 39:36


Os adolescentes e crianças da escola Vladislav Ribnikar, em Belgrado, nunca imaginaram que aquela manhã de quarta-feira mudaria a vida deles para sempre. O local de estudo e aprendizado, em poucas horas, virou uma grande cena de crime, da qual a Sérvia não vai se esquecer tão cedo. Hosts: @mari.host e @rob.host Editor: @ovitovitovito Gostaria de aparecer em um episódio do Fábrica? Só enviar um áudio pra gente pelo direct do Instagram @podcastfabricadecrimes =] Só publicamos com a sua autorização. Fontes: Aventuras na História. Entenda a diferença entre massacre, chacina e genocídio. Disponível aqui. https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/almanaque/entenda-diferenca-entre-massacre-chacina-e-genocidio.phtml  Balkan Insight. Tiroteio em massa em escola de Belgrado mata nove e choca Sérvia. Disponível aqui.  https://balkaninsight.com/2023/05/03/mass-shooting-in-belgrade-school-kills-nine-shocks-serbia/  BBC. Tiroteio em Belgrado: adolescente é incluído na "lista de mortes" por ataque a escola na Sérvia. Disponível aqui. https://www.bbc.com/news/world-europe-65468404  BBC. Tragédia em Belgrado: A Sala da Memória das Vítimas da Escola de Belgrado "Vladislav Ribnikar". Disponível aqui. https://www.bbc.com/serbian/lat/srbija-65558209  Blic. Planirao da ubije 15 đaka, imao "PRIMARNE METE": Proračunato sastavio spisak "glavnih žrtava" i nacrtao plan škole i učionica. Disponível aqui. https://www.blic.rs/vesti/beograd/ovo-su-bile-primarne-mete-decaka-ubice-koji-je-jutros-u-skoli-ubio-osmoro-dece/79f01ff  Dicio. Dicionário Online de Português, disponível aqui. https://www.dicio.com.br/  UOL. Bálcãs - Região é marcada por divisões históricas. Disponível aqui. https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/balcas-regiao-e-marcada-por-divisoes-historicas.htm  YouTube. Kosta Kecmanović 2015. godina. Disponível aqui.   https://www.youtube.com/watch?v=yFptY8IWRWo  YouTube. Belgrade eyewitness: 'He looked nice and had good grades'. Disponível aqui. https://www.youtube.com/watch?v=LxeYTqdX93c  YouTube. Caso KOSTA KECMANOVIC ¿Por qué sus padres están presos? Disponível aqui. https://www.youtube.com/watch?v=Of8CNFFsAEI 

História em Meia Hora

E se as coisas simplesmente não tivessem sentido? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a corrente filosófica conhecida como Niilismo. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - Nietzsche e o Niilismo | Razão Inadequada (@razaoinadequada) - ABBAGNANO, Nicola (org.). Dicionário de filosofia. São Paulo: M. Fontes, 1998. - BROCH, Hermann. O Espírito e o espírito de época: ensaios sobre a cultura da modernidade. São Paulo: Benvirá, 2014. - CONSTANTINIDÈS, Yannis. O niilismo extático como instrumento da Grande política. In. Cadernos Nietzsche, vol. 22, 2007, p. 127-150. - FINK, Eugen. A Filosofia de Nietzsche. Lisboa: Editorial Presença, 2000.

Marta Maria
3 Néfi 12–16 “Eis que eu sou a lei e a luz” Estudo do VSM O Livro de Mórmon 30 de set-6 de out, 2024

Marta Maria

Play Episode Listen Later Sep 29, 2024 64:01


Trecho do Livro citado: Book of Mormon Made Easier by David J. Ridges, citado no minuto 28:00 traduzido livremente: "Agora, vamos passar por essas Bem-Aventuranças novamente, desta vez procurando por ensinamentos e lições adicionais. 3 Sim, *bem-aventurados são os pobres em espírito que vêm a mim, porque deles é o reino dos céus.* - Entre muitos possíveis significados de "pobres de espírito", podemos incluir os seguintes: a. Aqueles que carecem de espiritualidade e, portanto, precisam se arrepender para "vir a mim". b. Aqueles que não têm confiança em suas habilidades, mas que, ao virem a Cristo, podem obter glória celestial com a ajuda dEle. c. Aqueles que evitam o orgulho (como mencionado em Mateus 5:3, nota de rodapé b) e, assim, vêm a Cristo. 4 E, outrossim, *bem-aventurados são todos os que choram, porque eles serão consolados.* - Aqui estão duas das muitas possíveis lições deste versículo: a. Aqueles que choram pela perda de um ente querido serão consolados pelo Espírito. b. Aqueles que choram pelos seus pecados, e assim se arrependem, são consolados pelo perdão que recebem. 5 E *bem-aventurados são os mansos, porque eles herdarão a Terra.* - A palavra "manso" pode ser definida como "ser paciente e amável, não inclinado à raiva ou ressentimento". Veja o Dicionário Webster's Collegiate, edição de 1980. Também é frequentemente definida como sendo ensinável e humildemente voluntário. Assim, ser manso implica ser bondoso, agradável e humilde como resultado de uma profunda força interior. 6 E *bem-aventurados são todos os que têm fome e sede de retidão, porque eles serão cheios do Espírito Santo.* - Entre as várias coisas que poderíamos ensinar a partir deste versículo estão: a. "Felizes são" as pessoas que não se acomodam em seu esforço por justiça pessoal. b. "Felizes são" as pessoas que realmente querem ser boas. c. "Felizes são" aqueles que continuamente se esforçam para servir aos outros de forma justa. d. "Justiça", nas escrituras, às vezes é sinônimo de Deus (2 Néfi 26:9). Portanto, "ter fome e sede de justiça" pode significar buscar a Cristo, cujo resultado é ser cheio do Espírito Santo que testifica dEle. 7 E *bem-aventurados são os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.* [do Salvador agora e durante o julgamento final; Mateus 6:14]. - Comportar-se com misericórdia para com os outros é um sinal de verdadeira justiça pessoal. Oferecer misericórdia sincera aos outros é um purificador muito forte da alma. 8 E *bem-aventurados são todos os puros de coração, porque eles verão a Deus.* - "Coração" é frequentemente usado nas escrituras para representar a verdadeira pessoa interior. Assim, a verdadeira pureza pessoal, em pensamento e ação, é necessária para ver a Deus e, por fim, estar em Sua presença. 9 E *bem-aventurados são todos os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.* - Ser ou não um "pacificador" é uma medida significativa de espiritualidade pessoal. Além disso, quanto mais puro você se torna, mais ofensiva se torna a contenda. Os versículos 10 e 11, a seguir, andam juntos. Parece que ser perseguido às vezes é um indicador significativo de que os membros da Igreja estão vivendo bem o evangelho. Devemos, é claro, tomar cuidado para não intencionalmente acumular perseguições sobre nossas cabeças sendo desagradáveis ao viver nossa religião. 10 E *bem-aventurados são todos os que sofrem perseguição por amor ao meu nome, porque deles é o reino dos céus.* 11 E bem-aventurados sois vós, quando os homens vos injuriarem [zombarem, ridicularizarem, fizerem piada] e perseguirem e, *mentindo* [devemos viver de tal maneira que suas acusações sejam falsas], disserem todo o mal contra vós por minha causa. 12 Porque muito vos regozijareis e muito vos alegrareis, *porque grande será a vossa recompensa no céu*; pois assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. - O futuro é sempre, em última instância, brilhante para aqueles que vivem o evangelho."

Falando de História
#86 Luís Vaz de Camões (c. 1524 - 1580)

Falando de História

Play Episode Listen Later Jun 10, 2024 73:00


Neste episódio especial falamos com Rita Marnoto, Professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Comissária das Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís Vaz de Camões, sobre o poeta Luís Vaz de Camões. Tentamos seguir o seu percurso biográfico, perceber como se compara com outros poetas do seu tempo e porque é que a sua obra é tão original, entre outras questões. Sugestões de leitura 1. Hélder Macedo - Camões e a Viagem Iniciática. Lisboa: Abysmo, 2013. 2. Vasco Graça Moura - Retratos de Camões. Lisboa: Guerra e Paz / SPAutores, 2014. 3. Vítor Aguiar e Silva (ed.) - Dicionário de Luís de Camões. Lisboa: Caminho, 2011. 4. Rita Marnoto (ed) - Luís de Camões. Os Lusíadas Edição crítica da princeps. Genève: Centre International d'Études Portugaises de Genève, 2023, 2 vols: https://ciep-ge.com/Lus1.pdf e https://ciep-ge.com/Lus2.pdf ----- Obrigado aos patronos do podcast: Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Francisco, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, Andre Mano, André Marques, André Silva, António Farelo, António Silva , Beatriz Oliveira, Carlos Castro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Filipe Paula, Gn, Hugo Vieira, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José, José Santos, Luis, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Rodrigues, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, tope steffi; ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠ Edição de Marco António.

História em Meia Hora

Amigo oculto, presentes, árvores, papai noel e muita comida. Todos nós já estamos acostumados com as festividades do período natalino, mas nem sempre nos perguntamos sobre as origens de uma das maiores festas do mundo. Não deixe o Grinch estragar o seu aprendizado, separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o Natal. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) - REFERÊNCIAS USADAS   - ALVES, Leonardo Marcondes. O culto de Mitra e sua pesquisa acadêmica. Ensaios e notas, 2018.   - MENDES, Norma Musco; BORGES, Airam dos Santos. Os calendários romanos como expressão de etnicidade. História: questões e debates. Curitiba: Editora UFPR. 2008.   - SPALDING, Tassilo Orpheu. Dicionário de Mitologia germânica, eslava, persa, indiana, chinesa e japonesa. São Paulo: Cultrix, 1980