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jabuti

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Medo e Delírio em Brasília
II – 2026.39 – Clima tranquilo no congresso, no STF e na casa do Jair

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 54:04


Inscreva-se na aula aberta do Ailton Krenak (08 de julho às 20h) https://bit.ly/AulaAbertaKrenak X/Twitter: https://x.com/vamodebonde Instagram: https://www.instagram.com/vamodebonde/ Festa Rio Circo Voador – 20/06 – 20h https://www.eventim.com.br/artist/circo-voador/medo-e-delirio-a-festa-no-circo-4161664 @bnegaooficial botando um som responsa total, a mixtape que une política e lisergia de maneira divina e uma atração inédita em toda a galáxia: a Cumbia Combo Fuego, que junta no palco os talentos de @mintchogarrammone + @afroribeirinhos + @letto.oficial! Além de @bandabiltre e a Mixtape do Medo e Delírio! Lançamento de “Juízo Final” e Festa em Porto Alegre – 27/06 – 17h(livro) e 20h (festa) # 27 de Junho – Sábado # Festa Medo e Delírio No Espaço 512! Lançamento do livro aberto com presença da Gabriela Biló, do Cristiano e do Pedro pra todo mundo às 17h e festa às 20h fechada pq a gente ainda não ganhou na Mega Sena. Discotecagem de @yomatiaspinto (sim, ele mesmo do @xadrezverball!), e da @bru.mchado! @la.cumbia.artificial do Carlos Bolívia, diretamente de BH, @latinjambu e a malfadada Mixtape do @medoedelirioembrasiliapodcast! Festa do Medo e Delírio em Florianópolis 04/07 – 22h30 https://shotgun.live/pt-br/events/medo-e-delirio-em-floripa-a-festa No Bugio Centro! Discotecagem cremosa da Clandestino Fiesta Latina, La Cumbia Artificial com seu som dançante e psicodélico e de quebra trazem a Mixtape do Medo e Delírio lotada de memes e referências ao momento “foi mal tava doidão” da política mundial! Lançamento de “Juízo Final” 17h (gratuito) No Bugio Centro também! A incrível fotógrafa Gabriela Biló vem lançar seu livro “JUÍZO FINAL”, sobre o julgamento da trama golpista que rolou no Brasil. O livro é um quase manual que descreve o processo em detalhes. Ganhadora do Prêmio Jabuti com “A verdade vos libertará”, Biló vai trazer seu lançamento mais recente, produzido em parceria com o Medo e Delírio e Pedro Inoue e que conta com prefácio de Marcelo Rubens Paiva e edição de Fernando de Barros e Silva. Para amarrar o rolê, vai rolar uma conversa com Gabriela Biló, Cristiano Botafogo e Pedro Daltro! Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é pix recorrente na chave medoedelirioembrasilia@gmail.com Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com! O post II – 2026.39 – Clima tranquilo no congresso, no STF e na casa do Jair apareceu primeiro em Central 3.

Podcast Rabiscos
Gentinha: as histórias de quem nunca ocupa o centro - com Marcelo Moutinho

Podcast Rabiscos

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 37:45


Marcelo Moutinho está de volta aos contos com Gentinha (Ed. Record), livro que observa personagens comuns sem transformá-los em caricaturas. Nesta conversa, o vencedor dos prêmios Jabuti e Clarice Lispector fala sobre o subúrbio carioca como território literário, a importância da fabulação, os riscos de uma literatura excessivamente moralista e os desafios de permanecer fiel às próprias origens dentro do circuito literário brasileiro.   Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129  CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG   Acompanhe, curta, compartilhe!   Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |

20 Minutos com Breno Altman
O que não te contaram sobre a educação em Cuba - Maria Valéria Rezende - Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 82:10


O que não te contaram sobre educação em Cuba | Maria Valéria Rezende | Programa 20 Minutos

Market Makers
#368 | AS TECNOLOGIAS QUE VÃO MUDAR O MUNDO NA PRÓXIMA DÉCADA

Market Makers

Play Episode Listen Later May 31, 2026 124:24


A inteligência artificial é uma bolha ou estamos diante da próxima grande infraestrutura da economia global?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão recebe Guy Perelmuter, fundador da Grids Capital, investidor de deeptech, mestre em engenharia elétrica com ênfase em inteligência artificial e vencedor do Prêmio Jabuti pelo livro Futuro Presente.A conversa passa por alguns dos temas mais importantes para quem quer entender o futuro dos investimentos: inteligência artificial, robótica, biotecnologia, defesa, espaço, semicondutores, venture capital e o papel do Brasil na nova corrida tecnológica.Guy explica por que a IA pode ser comparada à eletricidade, como investidores profissionais tentam separar hype de inevitabilidade, quais tecnologias podem transformar os próximos 10 anos e por que empresas como Anduril, Halter e Cytovale ajudam a entender o que pode vir pela frente.Também falamos sobre bolha em tecnologia, Nvidia, Elon Musk, SpaceX, deeptech no Brasil, a dificuldade de transformar ciência em riqueza e os riscos de deixar o país mais uma vez olhando o futuro passar.Se você quer entender como investidores profissionais estão olhando para IA, robôs, biotecnologia e as próximas grandes oportunidades do mercado global, esse episódio é obrigatório.Neste episódio:-O que é deeptech-Como investir no futuro antes do consenso-A tese de inevitabilidade nos investimentos-Robôs, espaço e biotecnologia nos próximos 10 anos-Anduril, Halter e Cytovale: cases reais de deeptech-Existe uma bolha de IA?-O papel da Nvidia na nova economia-O que o Brasil precisa fazer para não perder essa revoluçãoAdquira o seu SuperCoffee: https://urldefense.com/v3/__https://www.caffeinearmy.com.br/pages/produtos?sca_ref=9330006.1ZsaQ2NUBwAG8XWI&utm_source=instagram&utm_medium=fixos&utm_campaign=always_on&utm_term=Market-Makers&utm_content=promote__;!!JVh_Qfuk4otXm3Mt0g!6ZL-3hhmkEfTVMcGUtXOroe0IQk5Q9Rabc_74UgS8PsLWUBSd5-at7shqjSRhdYXA5zpRa1Sed35SqS4at6RFWlbLSOtU9RN$

Leitura de Ouvido
Emily Dickinson - Poemas Existenciais

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later May 15, 2026 54:07


“Poemas existenciais” eram uma frequência de escrita de Emily Dickinson (1830-1886), que completa neste 15 de maio um século e quatro décadas de morte. Neste aniversário de 140 anos produzimos 48 poemas dela, que encontrou na liberdade do seu quarto toda a liberdade para criar. Para ela, a poesia como forma de expressão, era o próprio viver. Ela nunca intitulava seus poemas, mas nestes de hoje há clássicos os versos de: “Não é preciso ser um quarto, para ser assombrado”, "Porque eu não pude parar para a Morte”, "A esperança é uma coisa com penas”; "Sou Ninguém! Quem é você?”, "Esta é minha carta ao Mundo”, entre outros. Maior conservador do legado da poetisa, o Museu Emily Dickinson explica as maiores características literárias da autora em cinco macro estruturas e nove abordagens: tema e tom; forma e estilo; metro e rima; pontuação e sintaxe; dicção. Este assunto e muitos outros foram debatidos no Clube Leitura de Ouvido da véspera de publicação deste episódio. Mergulhamos no mundo Dickinsoniano. Ela foi contemporânea das Irmãs Bronte, George Sand, George Eliot e Elizabeth Barret Browning. Na parede do seu quarto havia o retrato dos dois últimos, seus poetas preferidos. Amherst, Massachusetts, foi o lar de Emily Dickinson ao longo da vida e o pano de fundo para sua visão poética. Em especial, a janela de seu quarto. Boa leitura!✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “: ⁠⁠⁠⁠https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/⁠⁠⁠⁠✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Podcast do PublishNews
421 - O imortal Milton Hatoum

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later May 12, 2026 58:33


No podcast do PublishNews desta semana, conversamos com Milton Hatoum, recém-empossado na Academia Brasileira de Letras. Escritor, professor universitário e tradutor, ele é autor de sete romances, publicado em 17 países e vencedor de diversos prêmios Jabuti, entre outros reconhecimentos nacionais e internacionais, além de ter sido cotado ao Nobel. No episódio, ele compartilha suas experiências com a literatura, as influências de seus professores, seu processo de escrita, reflexões sobre crítica literária, família e outros assuntos.Livro - Okinawa - Susumu Higa (Conrad)Livro - Dois irmãos - Milton Hatoum, Fábio Moon e Gabriel Bá (Quadrinhos na Cia.)Livro - Diário da tristeza comum - Mahmud Darwich - Tradução: Safa Jubran (Tabla)Livro - Invenção e crítica - Sobre a obra de Davi Arrigucci Jr. - Marta Kawano (Org.) - Milton Hatoum (Org.) - Samuel Titan Jr. (Org.) (Companhia das Letras)Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br

Leitura de Ouvido
Oscar Wilde - O Filho da Estrela (conto de fadas)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later May 8, 2026 59:01


O conto de fadas "O filho da estrela” ou "O Menino-Estrela”, originalmente em inglês: The Star-Child, de Oscar Wilde (1854-1900), foi publicado pela primeira vez em 1891 e é uma história de formação. Isso significa que vamos seguir o aparecimento de o filho da estrela desde bebê, em todo o seu crescimento, até o fim de sua vida. Após uma estrela cadente, o menino é encontrado no meio da floresta por dois lenhadores, criado pela família de um deles. O conto inicia com toques de fábula, com os animais reclamando do frio e da neve, inclusive, dizendo que “a culpa é do governo”. Reside aí uma das críticas sociais de Wilde, somado à da pobreza - material e de espírito, pois mesmo com o filho da estrela crescendo junto ao filho do lenhador, recebendo acolhimento, alimento e carinho, ele se tornou mal. “A beleza fez dele perverso”. O bebê portava um colar de âmbar e um manto com tecido de ouro, este remete à nobreza e riqueza, àquele, traz proteção e considerada uma "pedra da sorte" que afasta energias negativas e atrai prosperidade. Quem se apresenta como sendo sua mãe, em meados da narrativa, é uma mendiga. O menino é soberbo e cruel com ela e por isso, acometido por uma maldição e perde toda a sua formosura; irá vagar por três anos pelo mundo em busca de sua progenitora. Boa leitura!✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “: ⁠⁠⁠https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/⁠⁠⁠✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Leitura de Ouvido
Lima Barreto - Manel Carpineiro (conto)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later May 1, 2026 26:31


“Manel Carpineiro” é um conto de Lima Barreto (1881-1922) que mostra a face do trabalho, em um lado oposto da cidade, com o olhar do conhecedor dos subúrbios. Na história, a partir da Estrada Real de Santa Cruz, vamos conhecer personas como o carvoeiro Tutu, a prostituta que colhe flores silvestres, os tropeiros, o açougueiro que hoje é leiteiro, o Parafuso, domador de cavalos, e os carpineiros dos carros de bois, como o Manel Carpineiro, que é português e sente saudades do caldo de unto e das lutas de varapau de Portugal. Ele possui dois bois, Estrela e Moreno: “eles são o meu pão”, diz. O trágico destino do nosso protagonista, aos olhos de Lima, pode ser uma crítica sutil à colonização. Mas também não deixa de ser uma versão real de tantas histórias naturalistas e nacionalistas, de quem “não tinha nada e perdeu tudo”. Note que todos eles têm como ponto de encontro para as “boas pingas do caminho”, o Armazém Duas Américas, metáfora para as duas faces do Rio de Janeiro: a afrancesada cidade; e a brutalidade do campo. Há denúncia contra a falta de segurança pública, pois há de se precaver até contra o roubo de feixes de capim. Diante de todos esses trabalhadores, tratados também como “vagabundos rurais”, está uma grande ironia da pequena história, pois os carvoeiros e carpineiros eram fundamentais para o funcionamento da capital. Boa leitura! ✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “: ⁠⁠https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/⁠⁠✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Leitura de Ouvido
Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) - Ode Triunfal (poesia)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 37:23


“Ode triunfal”, de Álvaro de Campos [1890(1915-1935), heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935) foi publicada originalmente em 1915. O poema apareceu na primeira edição da influente revista modernista portuguesa Orpheu, tendo sido redigido em Londres em junho de 1914. É uma obra central do sensacionismo e futurismo português. O sensacionismo é uma vanguarda artística e literária criada por Pessoa que define a sensação como a única realidade. Busca “sentir tudo de todas as maneiras”: olfato, paladar, audição, tato e visão são intelectualizados e fundem-se com o pensamento e a emoção na criação literária.  Os versos, como Ode, cantam algo de elevado; e o Triunfal, comprova o quão sensacional ele considera, a celebração da modernidade. A temática é a exaltação da vida moderna e os versos são livres, contudo, formalmente, o texto se faz de onomatopeias exageradas e estilo caótico. Isso corrobora com a histeria de sensações. Há a estética da força, em oposição à estética da beleza, de Aristóteles. O texto é duro, seco, traz um alerta moderno, diante do "masoquismo através do maquinismo”. Boa leitura! ✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “: ⁠https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/⁠✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

#Provocast
#306 - Mariana Salomão Carrara

#Provocast

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 51:25


Mariana Salomão Carrara é escritora, poeta e defensora pública em São Paulo, reconhecida por uma obra que une sensibilidade narrativa e forte olhar social. Formada em Direito pela USP, atua há mais de uma década na Defensoria Pública, experiência que atravessa sua literatura ao abordar temas como desigualdade, luto, saúde mental e relações humanas.Autora de sete livros, ganhou destaque com obras como Se Deus Me Chamar Não Vou, finalista do Prêmio Jabuti, e Não Fossem as Sílabas do Sábado, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura. Em seu trabalho mais recente, A Árvore Mais Sozinha do Mundo (2024), premiado pela crítica, investiga os impactos sociais e emocionais da produção de fumo no sul do Brasil por meio de uma narrativa original e potente.Neste episódio, Mariana fala sobre literatura, escuta, justiça, criação artística e a potência das histórias como forma de compreender o outro.

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep 94 | A vida e obra de Plinio Marcos

ADunicamp

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 41:06


A trajetória de Plínio Marcos segue pulsando no Brasil de hoje. Escritor, ator, diretor de teatro e jornalista brasileiro, Plinio escreveu inúmeras peças de teatro, especialmente durante o regime militar.  Conhecido como o “repórter de um tempo mau”, o dramaturgo construiu uma obra profundamente ligada às quebradas, aos invisibilizados e à resistência cultural.  Essa história é revisitada pelo ator, diretor e escritor Oswaldo Mendes, que em 2009 lançou a biografia de Plínio Marcos "Bendito Maldito" (Editora Leya) trabalho premiado com o Prêmio Jabuti e o Prêmio APCA, e que recoloca Plínio no centro do debate sobre arte e compromisso social.  Agora, Mendes leva essa reflexão para o palco com a peça “Eu Fiz Por Merecer”, que propõe um encontro entre gerações para pensar o passado e o presente do teatro e do país. A peça será apresentada no auditório da ADunicamp no dia 23 de abril, as 20h com entrada gratuita. Nesta entrevista, ao lado professor Wanderley Martins, docente no Departamento de Artes Cênicas (IA/Unicamp) e diretor de Cultura da ADunicamp, Oswaldo Mendes fala sobre o legado de Plínio Marcos, a atualidade de sua obra e o papel do teatro diante das tensões do nosso tempo. Acompanhe o videocast ConexãoADunicamp pelo Spotify  ou pelo canal oficial da ADunicamp no Youtube.  CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicamp Acesse nosso sitewww.adunicamp.org.br Siga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Leitura de Ouvido
O. Henry - O Hábil Detetive (conto)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 22:28


“O hábil detetive” (1945) é conto do famoso contista americano William Sydney Porter (1862-1910), sob o pseudônimo O.Henry. Vamos conhecer um homem de princípios, tranquilo e estudioso, Thomas Keeling, que era detetive e havia acabado de inaugurar o seu escritório. No terceiro dia de negócios, recebe uma mulher que diz estar sendo traída pelo marido, que é dono de uma pequena joalheria. Ela paga os honorários adiantados e ele assegura à cliente que seguiria o marido, para descobrir. Charlie Randall, o marido, demonstra-se aos olhos do detetive ser homem de bons costumes e modos tranquilos. A loja, apesar de pequena, era bem sortida de jóias, relógios e diamantes. Com a confirmação da suspeita de traição, a moça e o detetive armam um plano, que envolve, inclusive, o policial da rua. Algo que envolve sentimento, encenação e, claro, o inesperado. É bom dizer que o detetive Keeling era leitor de Arthur Conan Doyle, tendo Sherlock Holmes como uma inspiração para a sua profissão. Este é um conto muito bem feito que faz você terminar com uma gargalhada. Por este efeito, O. Henry galga o posto de ter sido muito popular em seu tempo, para muitos, um dos maiores nomes do conto universal. Boa leitura! ✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “: ⁠https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/⁠✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Oxigênio
#217 – Daniela Arbex: entre páginas de livros e jornais

Oxigênio

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 28:02


Daniela Arbex é uma jornalista renomada por seus trabalhos cobrindo grandes tragédias da história brasileira, como o caso do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, os incêndios da Boate Kiss e do Ninho do Urubu e o rompimento da barragem de Brumadinho. Em entrevista exclusiva para o Oxigênio, Arbex conta sobre seu processo de escrita, dos cuidados que tem ao tratar de temas tão sensíveis e de como podemos desenvolver outros olhares para produções jornalísticas. _____________________________________________________________________ ROTEIRO DANIELA: Eu acho que é sempre um chamamento para mim, tem que ser assim, porque é muito difícil você ficar tanto tempo dedicado a temas tão densos, se aquilo não fizer sentido para você ou você não tiver um comprometimento com aquela história. Então eu acho que para mim, inicialmente, o mais importante é que o que eu vá fazer, tenha relevância social e pública, isso é fundamental, porque existem grandes histórias, mas eu acho que esse caráter, esse viés da da de uma prestação de serviço é importante, e eu acho que os temas eles acabam nascendo para mim. MAYRA: Já imaginou como é escrever sobre temas como um holocausto num hospital psiquíatrico, o deslizamento de uma barragem de minério ou um incêndio que deixou centenas de pessoas mortas? A gente entrevistou a Daniela Arbex, autora de Holocausto Brasileiro, Arrastados e Todo dia a mesma noite, e ela contou um pouco sobre seu processo de escrita, falou do comprometimento necessário pra cobrir tragédias nacionais e das diferenças que sente entre a literatura e o jornalismo cotidiano.  DANIELA: Mas eu vivi uma um tempo de ouro do jornalismo nesse sentido, em que a gente acreditava que o que a gente fazia ia mudar as coisas e que realmente a gente conseguia efetivamente mudar. Então eu tenho matérias no jornal das quais eu me orgulho muito. E é claro que o livro ele te dá uma visibilidade maior, um tempo maior que você consiga se aprofundar naquele tema, a ponto daquele livro virar uma referência para uma determinada área do conhecimento. Mas eu também fazia isso no jornalismo.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já deve me conhecer aqui do Oxigênio.  [VINHETA]  MAYRA: Vamos do começo…  DANIELA: Então, eu sou Daniela Arbex, jornalista, escritora e documentarista. Eu trabalhei 23 anos no jornal diário no interior de Minas Gerais, chamado Tribuna de Minas e atualmente eu trabalho com a literatura. MAYRA: Você provavelmente já ouviu falar na Daniela. Talvez já tenha lido alguma obra dela  MAYRA: Se não leu, eu recomendo!  MAYRA: A Daniela tem hoje seis livros publicados, o primeiro, Holocausto Brasileiro, foi e ainda é um grande sucesso de vendas no Brasil. Ele conta a história do Hospital Colônia de Barbacena, onde aconteceram mais de 60 mil mortes entre 1930 e 1980. A maioria dos livros tratam de episódios dolorosos da história brasileira, como o incêndio na Boate Kiss, em 2013 em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou 242 pessoas mortas e mais de 600 feridas. Ou o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, em 2019, que levou 272 pessoas, além de deixar outras centenas desabrigadas e causar um impacto imensurável no Córrego do Feijão. Já sua obra mais recente conta sobre o incêndio que matou 10 meninos no alojamento do Flamengo, no Rio, também em 2019. E isso não é coincidência.  DANIELA: Eu falo que a literatura me ajudou a descobrir um dos papéis mais importantes do jornalismo que é a construção da memória coletiva do Brasil. MAYRA: Essa memória coletiva é um eterno lembrete. Eventos assim precisam ser constantemente lembrados e relembrados para tentarmos evitar que eles se repitam. Mas, como você bem pode imaginar, escrever sobre temas assim não é nenhuma tarefa fácil, envolve muito tempo se debruçando sobre dados, falando com pessoas que foram vítimas ou perderam entes queridos nas tragédias. Sem falar no peso da responsabilidade de retratar essas histórias.  DANIELA: Eu falo muito uma frase que virou um pouco de chavão, mas é muito real, que nem sempre a jornalista que escolhe as histórias que ele vai contar. Eu me sinto escolhida pelas histórias, porque são temas que me atravessaram e que se apresentaram para mim. Por isso que eu falo que um livro, ele tem que nascer para você. MAYRA: Pra escrever sobre temas tão densos, a gente precisa encontrar uma conexão com a história. Às vezes, a gente escolhe uma pauta, às vezes, ela se impõe de alguma maneira. De qualquer forma, pra Daniela, é função do jornalista mostrar a relevância daquele assunto.  DANIELA: Eu sempre defendi as histórias que eu queria contar, sempre. Seja no jornal, seja na na literatura. Por exemplo, falar de população carcerária, nossa, era quase um assunto tabu no jornal Não, por quê? Porque o nosso leitor é um leitor de classe média que não queria nem saber o que estava acontecendo dentro das cadeias brasileiras, entendeu? Então, assim, ah não não rende, não vende, mas é necessário.  MAYRA: A gente não tá querendo dizer aqui que isso é fácil. Ainda mais no dia a dia do jornal, que pode ter um ritmo de trabalho bem corrido.  DANIELA: Porque você tem um ritmo industrial ali para cumprir. E o jornal tem que tá na banca no dia seguinte, não tem essa: “Ah, esse tema não mexe tanto comigo quanto, né?”  MAYRA: Mas também é importante lembrar que a gente tem brechas. E aprender a usar essas brechas.  DANIELA: Então eu fazia, mas eu entendi muito cedo que se eu apresentasse as pautas que eu gostaria de cobrir, eu teria mais chance de estar fazendo coberturas que me interessassem mais e que eu achasse mais relevante. E aí eu comecei então a apresentar temas e apresentar pautas e aí não dá não dá tempo para os meus editores me pautarem. Porque eu já chegava com a pauta, com a ideia pronta e assim, e não não podia ser só uma ideia. Tinha que ser uma ideia com uma produção já feita, que se sustentasse, porque tinha que dali tinha que sair uma manchete do jornal. Então eu fazia o dever de casa. MAYRA: Claro que as realidades de cada jornal é muito diferente, mas a Daniela disse que sempre teve muita sorte na profissão.  DANIELA: Eu vou te dizer que eu tive a felicidade e eu sei que isso é muito raro de fazer muito mais coisas que eu gostaria do que de fazer alguma coisa que eu não gostasse ou que que não tivesse é dentro da minha zona de interesse, entendeu?  MAYRA: Na conversa que a gente teve, deu pra perceber que ela tem muito orgulho dos anos que passou trabalhando na Tribuna de Minas, com o jornalismo diário.  DANIELA: Eu trabalhava em pautas locais que eu acabava pela repercussão que essas matérias tinham, elas acabavam tendo repercussão nacional. A gente conseguiu fazer isso várias vezes, vezes em que nós tivemos matérias que levaram advogados para cadeia e que nós tivemos matéria em que a gente tirou pessoas inocentes da cadeia e que tiveram repercussão nacional. MAYRA: E boa parte disso tem a ver com o olhar que a Daniela sempre teve pras histórias que tava contando. Assim como ela disse lá no começo, pra ela, a realização no trabalho sempre teve muito a ver com esse olhar mais cuidadoso com as histórias e, principalmente, com as pessoas envolvidas. Eu perguntei pra ela se, mesmo no ritmo meio caótico do jornalismo, era possível ter esse cuidado e dedicação com as pautas que ela consegue ter hoje com os livros.  DANIELA: Dá para ter outro olhar mesmo no jornalismo diário. Eu falo muito sobre isso assim, que foi um casamento perfeito. Eu fui muito feliz no jornalismo diário, amava fazer o que eu fazia e eu não tinha muito tempo para pensar ou lamentar a falta de condição, a falta de espaço. Eu criava o espaço. Então assim, não foram muitas vezes, mas nós tivemos, por exemplo, matérias, séries que começaram com uma matéria de cinco páginas de jornal, que foi meu primeiro prêmio MS. A série Dossiê Santa Casa, a primeira matéria, nunca vamos esquecer, fevereiro de 2000, a gente ocupou cinco páginas do jornal, 10 horas da manhã, já não tinha mais nenhum jornal na banca, nenhum jornal na banca. É, eles já tinham se esgotado e foi assim um fenômeno. Então assim, claro, eu tive Quanto tempo eu tive para fazer? Eu tive três meses para fazer essa série, essa matéria, que começou com uma matéria e depois virou uma série de 50 matérias, né? É, mas dá para fazer. Dá para você virar também uma referência com esse tipo de trabalho. A gente conseguiu coisas incríveis com essa série. A gente conseguiu fazer um hospital, uma filantrópica que era muito importante para o sistema único de saúde não fechar, porque ela tava em vias de fechamento. MAYRA: E, apesar de hoje ela estar dedicada à literatura, inclusive com livro novo vindo aí, a Daniela disse que o tempo que passou trabalhando com o jornalismo diário foi fundamental pra aprender a contar essas histórias com outros olhares.  DANIELA: Então o que você tem que que pensar é como eu vou contar essa história e através de quem eu vou contar essa história. [sobe trilha] DANIELA: Eu acho que o que eu procuro, ao contar essas histórias, é sempre buscar e preservar a humanidade dos sujeitos, sempre. MAYRA: Antes da nossa entrevista, eu assisti uma palestra que a Daniela apresentou pros alunos aqui do Labjor. E o que mais me chamou atenção das falas dela foi justamente a atenção que ela procura dar pras vítimas da história que ela tá contando. Os livros dela tem um pouco esse diferencial, um protagonismo pras pessoas que a gente não vê em qualquer lugar. Lembra que ela disse que as histórias meio que surgem pra ela? Esse surgir não é uma coisa meio mágica, de que de repente vem uma ideia genial. Tem a ver justamente de um olhar atento pras histórias que tão ali meio despercebidas. Ela deu o exemplo do livro Cova 312 e como a pauta apareceu pra ela através de uma matéria falando sobre a abertura de requerimentos de vítimas da ditadura diante do Governo de Minas.  DANIELA: Por conta dessa matéria de jornal me interessei em contar as histórias de pessoas que foram torturadas no período e ao mergulhar nessas histórias, eu acabei entrando no coração de Linhares, que é a maior penitenciária, é uma das maiores penitenciárias políticas de Minas e descobrir que esse militante morreu lá dentro, foi o militante que integrou a primeira guerrilha contra a ditadura, que foi a guerrilha do Caparaó, mas o corpo dele tinha desaparecido. MAYRA: Ou a história do Arrastados, em que ela recebeu nas redes sociais um pedido de ajuda, da família de uma menina que estava desparecida depois do rompimento da barragem  DANIELA: E eu fiquei muito mexida quando eu vi a foto da Isabela, que era de uma menina muito jovem vestida de noiva. E eu falei: “Nossa, se um dia eu contar essa história, a primeira família que eu vou procurar vai ser a família da Isabela” MAYRA: Esse é o diferencial do modo de contar da Daniela. Ela não começa pelo acontecimento, pelo aspecto mais amplo. Mas pelas pessoas.  DANIELA: Então, todo mundo tem uma história para contar, de que maneira aquela pessoa que foi, que passou por uma tragédia, ela foi afetada por aquilo, mas quem é essa pessoa? Ela nasce no momento da tragédia, o nosso grande crime, entre aspas, tá, gente? Só pra gente entender. O nosso grande pecado enquanto jornalistas é reduzir aquela pessoa ao momento da tragédia. E ela é muito mais do que aquele momento. Ela já existia antes, ela tinha uma história, ela tinha sonhos. Então, quando você consegue enxergar esse sujeito e todas as complexidades da vida dele, eu acho que você consegue prestar um serviço de relevância e dar protagonismo para essas pessoas. Para mim eu quero gastar e usar meu tempo dando protagonismo para a vítima, que é tão silenciada, que já vive um apagamento social, que vive uma saga infinita para conseguir uma coisa que a gente ainda não conseguiu no Brasil, que é responsabilizar os autores de crimes.  MAYRA: Nesse ponto a gente consegue entender bem a ideia de memória coletiva que a Daniela citou lá no começo. Ao aprofundar nas pautas por uma perspectiva mais humanizadora, a gente consegue criar vínculos mais fortes com essas histórias e isso ajuda a mantê-las vivas. Essa forma de retratar as pessoas também é muito importante quando a gente fala de grupos vulnerabilizados. DANIELA: Ninguém quer falar de adolescente em conflito com a lei, né? Ainda mais uma sociedade que é super menorista, né? Que vem, que tem um ranço do código de menores e tal. E eu me lembro que a gente fez uma matéria, porque eles estavam acautelados irregularmente na cadeia pública junto com adultos. Isso era um crime. Olha, você não queira saber a repercussão dessa matéria, que era uma matéria que ninguém queria fazer, ninguém queria falar, todo mundo passava pano para aquilo, fazia vista grossa e o próprio jornal não se interessou muito, mas quando a gente foi contar a história desses adolescentes e mostrar que antes deles serem autores, eles foram vítimas, a gente conseguiu pela primeira vez fazer com que a população olhasse para esses adolescentes sem ódio, sem desejar que eles morressem. E foi um trabalho incrível. A gente conseguiu criar um centro de acautelamento para adolescentes, né? Que era um espaço próprio para que eles pudessem cumprir é a medida de privação de liberdade. Então, eu acho que o jornalismo é isso. Eu acho que ele tem esse poder, sabe? Tanto na literatura, quanto no jornal, no podcast. Ele Ele tem o poder da palavra. A palavra, ela é muito potente. MAYRA: Só que pra fazer isso, é preciso um trabalho muuito meticuloso e cuidadoso de investigação. Ela falou sobre isso comentando do novo livro que vem por aí.  DANIELA: Porque quando você reconstitui uma história de alguém, já tô eu dando spoiler aqui, você precisa, é, ter um nível de pesquisa que é o mesmo nível de pesquisa de uma uma grande denúncia, entendeu? Então, não existe algo que não vai ficar, é, é, que você não consiga colocar de pé ou que não tenha, é, profundidade suficiente para se tornar um grande livro. Isso é bobagem. É a sua pesquisa, a sua investigação, é o teu texto. É isso que vai transformar uma história que pode ser simples numa grande história. [sobe trilha] MAYRA: A gente quis saber como é esse processo de pesquisa e apuração pra Daniela.  DANIELA: Eu começo, é, procurando e priorizando quem me responde, quem tá interessado em falar. MAYRA: Parece meio óbvio, né, mas a gente precisa lembrar que estamos falando de temas bem sensíveis e que muitas pessoas estão ainda sofrendo com tragédias que mudaram completamente suas vidas. Nem todo mundo se sente à vontade pra conversar sobre. DANIELA: Você tem inúmeras famílias envolvidas naquilo e aí você começa a procurar pessoas e você vai investir naquelas que te deram retorno, que querem falar e depois você vai investir o seu tempo naquelas que não querem falar, mas cujo testemunho é fundamental e você vai tentar falar com essas pessoas. É quase um novelo que você vai puxando o fio no começo tá totalmente enrolado, ele você não acha a ponta. Depois você acha a ponta e você começa delicadamente a desenrolar esse novelo porque é complexo. E aí você vai vendo o seguinte, o que que eu já tenho de informação e o que que eu não tenho que eu preciso ter, porque eu não posso ter furo nessa minha pesquisa. No caso do Flamengo, do Ninho do Urubu, eu falei com todas as famílias, as 10. Consegui falar com as 10, porque não fazia sentido com o número de vítimas muito menor do que Brumadinho, eu falar com nove famílias com cinco. Não era justo, não era ético. As 10 tinham que falar. E tinha uma especificamente que até o final me deu um trabalho uma canseira, não queria falar e com muita resistência e até que eu cheguei no limite do tempo e falei: “Olha, tipo 8 meses depois, procurando por eles”, falei: “Olha, eu preciso fechar minhas entrevistas e vai ser muito ruim contar a história de nove meninos, porque são 10, mas se vocês não falarem, eu vou contar de nove, infelizmente. MAYRA: E aí, não podemos negar, né, tá uma grande diferença no ritmo de trabalho. Lembra que a Daniela falou de uma grande reportagem pro jornal, que ela teve três meses pra escrever? Isso é um tempo gigante pro jornalismo diário. Já pros livros, ela consegue ter mais tempo pra fazer esse tipo de investigação.  DANIELA: Então assim, eu fiz primeiro as famílias, depois eu fui fazer todo o trabalho de de ouvir o Ministério Público, depois eu fui fazer o trabalho de ouvir a Polícia Civil que tinha feito uma investigação inicial, para tentar entender qual era a linha de raciocínio que a Polícia Civil fez, depois a gente foi falar com o judiciário, depois a gente começou uma pesquisa que envolvia a prefeitura de Olha quantas camadas. Então, assim, na verdade, é tanta gente envolvida que você tem que tentar abraçar tudo. Às vezes, você não vai conseguir falar com todo mundo. Então, eu tentei, por exemplo, fazer entrevistas presenciais com a prefeitura eh do Rio, que tinha concedido eh eh tinha dado inúmeras oportunidades para o Flamengo, multou, multou, multou e não tomou uma medida mais eficiente. Chegou a interditar no papel o centro de treinamento, mas não na prática, o centro de treinamento continuou funcionando. Eu tinha que entender porque que eles foram tão omissos, né? A gente não conseguiu. A prefeitura não falou. E eu vou deixar de dizer que a prefeitura foi omissa, eu tinha documentos que mostravam isso.  MAYRA: Mesmo com mais tempo, nunca dá pra cobrir tudo nos mínimos detalhes. Seja porque algumas partes envolvidas não querem participar, como a prefeitura do Rio, seja porque ainda há um limite de tempo ou de recursos.  DANIELA: por exemplo, em Brumadinho, eu não tive braço para entrevistar a população ribeirinha que foi afetada pela contaminação do Rio Paraopeba, que era uma uma frente importante, mas você também precisa fazer algumas escolhas, porque senão você vai falar de tudo e não vai falar de nada. Você tem que falar de alguma coisa com profundidade. Então qual foi a minha escolha narrativa no caso de Brumadinho? Eu quero falar com qualidade, é, e com competência do resgate que foi feito, do trabalho do IML e aí eu me concentrei naquilo.  MAYRA: Pode ter um limite de habilidade também, o jornalismo tem uma série de especializações e mesmo o trabalho de escrita de um livro às vezes precisa ser colaborativo.  DANIELA: No, no Arrastados, por exemplo, eu tive que fazer um, um recorte econômico que era sobre as ações da Vale, quantas ações da Vale aumentaram naquele, no ano em que morreram 270, 272 pessoas e eu não tenho qualificação para isso, eu não entendo nada de ação e tal. A gente contratou alguém que sabia fazer isso e que fez com maestria, que é o Marcelo Soares. E tá tudo certo. Então, assim, a gente não tem que dar conta de tudo. A gente tem que ter um recorte possível para contar uma história. MAYRA: Essa fala da Daniela dá uma dimensão da quantidade de dados e informações que ela precisa lidar em cada livro. Ela contou que tem pilhas e pilhas de arquivos com as transcrições das entrevistas e toda a apuração de cada caso. E que ainda guarda tudo isso em casa.  DANIELA: Eu acho que uma coisa que eu levei do jornalismo para literatura, que foi fundamental, foi a questão então da disciplina, no processo de escrita, de você ter que se organizar diante de múltiplas informações, assim, de que por onde eu vou começar. Então eu fazia já isso no jornalismo diário, claro, precariamente, porque eu não tinha muito tempo, mas de que que que eu vou abordar nessa matéria, na matéria principal, na minha retranca, é, o desdobramento, daí eu vou fazer o que nesse desdobramento? Então eu passei a fazer isso na literatura, um esqueleto, a partir de toda quando a minha apuração tá pronta, para eu, a partir desse esqueleto, pensar o que que eu quero contar nessa história, como é que eu vou abrir a minha história, nesse o primeiro capítulo eu vou trazer o quê, o segundo, o terceiro. Esse esqueleto é fundamental para você conseguir fazer um livro, porque fazer um livro não é sentar diante do computador e começar a escrever achando que você vai igual eh eh escritor americano em frente à praia, olhando pro mar e que aquilo vai brotar, não brota não.  MAYRA: Foi graças a essa organização que ela conseguiu visualizar como ia contar a história de Arrastados, por exemplo.  DANIELA: Depois que a minha apuração ficou pronta, eu percebi que eu tinha as 96 horas pós-rompimento quase que em tempo real. Então eu falei: “Eu vou contar a história por aqui”.  MAYRA: Há uma certa discussão no mundo do jornalismo se o jornalismo literário é ou não jornalismo. Mas, ouvindo a Daniela, pra mim dá pra perceber que as práticas, os modos de fazer, são basicamente os mesmos. A gente pode mudar a forma de apresentar, tentar reconstruir a história de uma forma que a entrega dela pro público ganhe novos aspectos, mas ainda é um serviço de informar, e de informar bem.  DANIELA: O que eu acho que eu não posso perder enquanto jornalista é o meu foco é no compromisso de entregar um conteúdo de qualidade.  [sobe trilha] DANIELA: Expectativa zero quando eu lancei. Eu não conhecia o mercado editorial. Aliás, foi assim, é até uma ingenuidade da minha parte, sabe? Quando a gente lançou o Holocausto, porque eu não sabia nada do mercado e não tinha expectativa nenhuma. Eu simplesmente queria que esse livro fosse publicado, porque eu entendia que era um tema muito muito grandioso para ficar restrito a uma série de jornal.  MAYRA: Eu quis saber, durante a entrevista, o que mudou na forma de escrever da Daniela quando ela passou do jornalismo diário para os livros.  DANIELA: No jornal você precisa no lide, né, que para quem não sabe, a abertura da matéria, responder todas as perguntas numa única frase, né? Como, quando, onde, porquê e tal. É, e aí você tem que entregar tudo ali para que, que aquela pessoa se interesse em continuar lendo. No livro não, você não tem a obrigação de responder nada, muito pelo contrário, você pode começar colocando 1.000 dúvidas no leitor, ele te dá essa oportunidade, você tem tempo para trabalhar esse texto. É diferente, totalmente diferente um texto literário de um texto jornalístico. MAYRA: A Daniela contou que, conforme ela foi se aprofundando na escrita literária, ela começou a se preocupar mais com estratégias que fariam o leitor chegar até o final do livro.  DANIELA: Então, você tem que apresentar alguma coisa que vá surpreender o leitor. O Cova 312, é minha preocupação, será que o leitor vai gostar? Era que ele virasse a página e aí isso é muito assustador, muito mesmo, porque você fica querendo repetir aqueles números que foram extraordinários. MAYRA: Especialmente porque o primeiro livro, o Holocausto Brasileiro, foi um grande sucesso de vendas e é até hoje uma das obras mais populares dela.  DANIELA: E isso gerou muitas questões. Assim, uma cobrança imensa, tanto minha quanto do público, quanto da própria editora que me publicou pela primeira vez, de que o outro livro repetisse sucesso do Holocausto. Isso não aconteceu. E aí foi uma outra lição, do tipo, nem todo livro vai fazer o mesmo sucesso do Holocausto e tá tudo bem, porque o Holocausto é um ponto fora da curva. O Cova não foi esse sucesso imenso de vendas que foi o o Holocausto, mas ele ganhou o prêmio Jabuti. Ele é uma referência, ele mudou um capítulo da ditadura brasileira. Então, assim, do que que a gente tá falando? A gente tá falando de números de dinheiro, a gente tá falando de uma repercussão social, humana, de uma pesquisa, de uma documentação que virou pesquisa histórica, entendeu? MAYRA: Mais uma vez, a gente pode tocar aqui no ponto da memória. Ainda que um livro não bata um recorde de vendas, ele ainda tem uma função muito importante de abrigar uma informação do tempo. De manter ela ali, disponível e bem detalhada, pra quem precisar dela.  DANIELA: Eu fiz um evento numa livraria aqui em Campinas e na plateia tava uma uma resgatista do Samu, uma médica. E ela disse assim: “todo mundo que é resgatista tinha que ler o Arrastados”. Então assim, é isso, é você fazer uma pesquisa que ela vire uma referência para uma área.  MAYRA: A gente também precisa entender que cada livro é um livro, e tem muitos fatores que influenciam no sucesso. O momento político e econômico, a cultura da leitura, o tema do livro…  DANIELA: Se ele vai acontecer, se ele vai explodir, se ele vai vender muito, se ele não vai, isso não não diz mais respeito a mim. Entendeu? Vai além do trabalho do autor, sabe?  MAYRA: E mudar um pouco essa perspectiva também ajuda a ter um outro olhar pro texto, a entender que dá pra testar coisas diferentes com a escrita e aprimorar mesmo essa técnica.  DANIELA: O que a literatura me deu foi, é, tempo para amadurecer esse texto, para criar eu não gosto dessa palavra técnica não, mas para encontrar meios e formas de fazer com que aquela história é que o leitor siga virando a página, porque se você entregar tudo no primeiro capítulo, essa pessoa não vai continuar lendo aquele livro, por melhor que seja o livro, então você tem que costurar as histórias. E isso é bem complexo e a literatura me deu tempo para aprender a fazer isso, né? DANIELA: Isso também é muito gostoso, porque escrever é sofrimento, né? Não tem jeito. É muito sofrimento, mas também ao mesmo tempo que é sofrimento é muito prazeroso. Quando você consegue fazer uma narrativa que faça com que a pessoa consiga visualizar o que ela tá lendo, imaginar o que ela tá lendo, cheirar o que ela tá lendo, é isso é realmente é muito poderoso. Então eu acho que a literatura me deu essa chance de aprender a fazer, e tô aprendendo até hoje, né? [sobe trilha]  MAYRA: Esse episódio foi produzido por mim, Mayra Trinca, com ajuda do meu amigo Rafael Revadam, que também já fez parte da equipe aqui do Oxigênio. O roteiro e a edição, são meus. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. A trilha sonora é do BlueDotSessions, e os créditos estão no roteiro do episódio. O Oxigênio é apoiado pela Secretária Executiva de Comunicação da Unicamp e coordenado pela Simone Pallone.  MAYRA: Obrigada por ouvir e até o próximo episódio!  [VINHETA FIM] Músicas:  Lo Margin The Gran Dias  

Leitura de Ouvido
Sherlock Holmes em A Aventura do Vampiro de Sussex - Arthur Conan Doyle

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 58:35


“A aventura do vampiro de Sussex” (1924) é conto de Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930) publicado originalmente em janeiro de 1924 na The Strand Magazine (Londres) e na Hearst's International (Nova Iorque). Depois, foi publicado na coletânea O Livro de Casos de Sherlock Holmes (The Case-Book of Sherlock Holmes), publicado em 1927. O texto começa de forma despretensiosa, com Sherlock lendo um bilhete que veio pelo correio. Mas quando o assunto é Holmes, nunca se subestima nada. Em especial, porque o bilhete trazia como referência “vampiros”.Na história vamos conhecer uma família que mora numa fazenda em Sussex, numa velha mansão construída em 1670. Tem ares sobrenaturais, uma vez que o jogador de Rúgbi, Robert Ferguson chega contando sobre uma mudança brusca de comportamento de sua esposa, que seguia uma religião estranha e era de origem peruana. A desconfiança de Ferguson é a de que ela teria atacado os filhos, sendo encontrada com sangue nos lábios, sobre o bebê do casal. Todos esses elementos compõem uma trama que parece sobrenatural, mas, como se trata de Sherlock, há de possuir uma explicação racional. Esses indicativos e o cenário, com a antiga e isolada casa no campo onde reside a família com o acontecimento sinistro corroboram com a lenda dos seres imortais. O local deixa a mente de Holmes com curiosidade ávida. E logo o detetive começa a coletar as pistas, para desvelar o caso. Boa leitura! ✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “:⁠https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/⁠✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Minha Estante Colorida
Vento em Setembro

Minha Estante Colorida

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 7:20


[Literatura Brasileira] Resenha do livro "Vento em Setembro", de Tony Bellotto. A resenha escrita está nesse link.Ganhador do prêmio Jabuti, esse romance é um delicado bordado com uma trama que liga uma família de um barão da soja, a família de uma prostituta famosa e a família de um herdeiro escritor.A trama é bem intrincada, cheia de reviravoltas e com sexo, drogas e rock'roll, entremeado com muita cultura pop. Ouça e entenda melhor!Gostei demais. Prêmio merecido.Se você quiser o seu, é só clicar nesse link da Amazon do Brasil e garantir o seu!

30:MIN - Literatura - Ano 7
#11: Brasileira finalista, nova categoria do Jabuti, jogo literário e MEC Livros

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 27:20


15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão comenta sobre a nova categoria do Prêmio Jabuti 2026 e uma alteração no Livro do Ano, fala sobre a tradução do título de Ana Paula Maia como finalista do International Booker Prize 2026, apresenta o jogo "A Investigação Póstuma" inspirado no romance de Machado de Assis, fala sobre a plataforma de leitura MEC Livros (e a futura MEC Idiomas) e também comenta sobre as novas pesquisas de consumo de livros.O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Maria Otônio sobre "A Máquina do Caos", de Marx Fisher.---RecebidosBerg, de Ann Quin - Editora DBA (trad. Gisele Eberspächer)HUM, de Samir Mesquita - Editora QuelônioEspaço e tempo na física contemporânea: Uma introdução à teoria da relatividade e da gravitação, de Mortiz Schlick - Editora Mundaréu (trad. Giovane Rodrigues)Na trilha dos orixás: Sabedoria ancestral e caminhos de axé no mundo contemporâneo, de Ernesto Xavier - Editora GoyaProtetores: o livro das magias ambíguas, de Bruno Panda Lopes - Editora BirrumbaJovens Malditos, de M.A. Bennett - Editora Plataforma 21 (trad. Sofia Soter)Contos de Terramar, de Ursula K. Le Guin - Editora Morro Branco (trad. Heci Regina Candiani)O outro vento, de Ursula K. Le Guin - Editora Morro Branco (trad. Heci Regina Candiani)Em algum lugar além do mar, de TJ Klune - Editora Morro Branco (trad. Paulo Henrique de Aragão)Uma impostora em Harvard, de Jacques Fux - Editora Faria e SilvaSustentar a nota: perfis musicais, de David Remnick - Editora Cia. das Letras (trad. Isa Mara Lando & Mauro Lando)Lore Olympus, vol.5, de Rachel Smythe - Editora Suma (trad. Érico Assis)Meus fantasmas: uma autobiografia em quadrinhos, de Tessa Hulls - Editora Suma (trad. Érico Assis)Civilizações, de Laurent Binet - Editora Cia. das Letras (trad. Rosa Freire d'Aguiar)

Infiltrados No Cast
Tecnologia, poder e cultura sob a lente da periferia.

Infiltrados No Cast

Play Episode Listen Later Apr 4, 2026 0:22


Neste podcast, não falamos de gadgets ou tendências de mercado. Investigamos quem escreve o código do amanhã, como a ficção prevê o que o sistema tenta esconder e por que a imaginação periférica foi tratada como falha.

Leitura de Ouvido
Machado de Assis - A Paixão de Jesus (crônica)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 38:59


“A paixão de Jesus” é uma crônica de Machado de Assis (1839-1908), com tom reflexivo sobre a tragédia do Calvário, que foi publicada em 1º de abril de 1904, no Jornal do Comércio. Não é tarefa muito fácil encontrar esta exegese de Machado, por isto, aproveite a pérola desta produção do Leitura de Ouvido. Exegese é uma interpretação ou explicação crítica de um texto, particularmente de um texto religioso. Machado conceitua o prefácio dos tempos; debruça-se sobre o que denomina como páginas primitivas, contextualiza com os séculos acumulados sobre tais livros, aborda a fortaleza da crença, situa Jerusalém como o cenário para o drama da paixão e propõe-se a destacar o que enxerga de “nota humana” no ocorrido entre a noite de um dia e a tarde de outro, por conseguinte, a comoção da ceia em que o Filho de Deus partiu o pão e o vinho com seus discípulos após lhes lavar os pés, até a morte de Jesus. Baseado na leitura dos evangelistas, Machado desfila sua visão sobre o ato da condenação decidida por Caifás e o conselho, lembrando que "para o crime político e para a pena de morte era preciso Pilatos.” - que o escritor considera como outra nota humana da tragédia do calvário, por ter lavado as mãos e transferido a responsabilidade para os ombros do povo. E, por fim, as mulheres, com sua consolação e paciência, empregando seus bálsamos e aromas, são a última nota humana. A essência machadiana sobre o calvário é de que essa tragédia cristã é o prefácio dos tempos e que a cada vez que estivermos diante desta leitura dos evangelistas, há de haver comoção! Boa leitura! ✅ Indique o Leitura de Ouvido no Prêmio Jabuti na categoria “Fomento à leitura - mídias digitais “: https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/indicacao-incentivo-a-leitura-cultura-digital/✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

No pé do ouvido
Lula confirma Alckmin como vice para reeleição

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 21:51


Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Lula confirma geraldo Alckmin como vice na chapa para disputar reeleição. Moraes e esposa voaram em jatos executivos ligados a Daniel Vorcaro. Prêmio Jabuti vai reconhecer influenciadores digitais de livros em nova categoria. Suprema Corte dos EUA decide contra proibição da terapia de conversão no Colorado. ‘Supergirl’ ganha novo trailer com retorno do Superman. E Anatel abre consulta pública para regulamentar impacto de big techs nas redes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bruno Tavares
A RIE, Hermínio e O Prêmio Jabuti - HCMOGE#63 Bruno Tavares e Ana-Maria Miranda - Bruno Tavares

Bruno Tavares

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 60:55


A RIE, Hermínio e O Prêmio Jabuti - HCMOGE#63 Bruno Tavares e Ana-Maria Miranda - Bruno Tavares

No Bico Do Corvo
Episódio 224 - Orlandeli e o Caminho do Meio

No Bico Do Corvo

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 78:32


Hoje o papo é com esse querido aqui: Walmir Américo Orlandeli, popularmente conhecido apenas como o Orlandeli. Quadrinista brasileiro , começou publicando tirinhas lá nos anos 90, entre seus principais trabalhos, temos “Eu Matei Liborio, Daruma e O Mundo de Yang.Faz parte dos artistas que compõem a Graphic MSP (Projeto que traz releituras originais de personagens clássicos da Turma da Mônica), retratando e dando vida a histórias do Chico Bento.Vem com a gente conhecer esse grande artista, que ja ganhou prêmio Jabuti e Troféu HQMix!

Cealecast
I Jornada Magda Soares pela Alfabetização

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 134:45


Convidamos você a participar da I Jornada Magda Soares pela Alfabetização!Em parceria com o Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da Faculdade de Educação da UFMG, celebramos a trajetória dessa referência para a educação no Brasil que foi a professora Magda Soares.Magda Soares foi professora titular emérita da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadora do CEALE. Em 2017, recebeu o prêmio Jabuti de melhor livro de não ficção do ano com Alfabetização: a questão dos métodos, lançado pela Contexto.Venha celebrar a memória da professora conosco.Viva Magda!Terça, 12 de setembro19hNo YouTube da Contexto e do CealeCom certificado e sorteio de kits

30:MIN - Literatura - Ano 7
566: Tatuagens Literária & Pigmento

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 51:31


Neste episódio, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon recebem a quadrinista e finalista do Prêmio Jabuti, Aline Zouvi, para uma conversa sobre seu trabalho. O ponto de partida é a graphic novel "Pigmento". Eles comentam sobre as relações entre as tatuagens, autoconhecimento e construção da identidade, traçando conexões com o universo literário.Então, aperta o play e conta pra gente: qual sua tatuagem literária preferida?Rede social de Aline Zouvi---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

UniForCast
#2 O Livro e seus Mercados - Conexão Literária dos Independentes: editoras, escritores e livrarias

UniForCast

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 62:23


O novo podcast produzido pela TV Unifor em parceria com a XV Bienal Internacional do Livro (2025) estreia nos canais de áudio do Uniforcast, Youtube da Secretaria da Cultura (Secult) e Biblioteca Pública Estadual do Ceará (BECE).O Podcast “O Livro e seus Mercados” é uma plataforma de discussão dedicada à relação entre a literatura e outras formas de arte. Em cada episódio, o programa reúne escritores, diagramadores, livreiros, editores, tradutores, mediadores de leitura, roteiristas e críticos e demais agentes da cadeia do livro para debater todos os olhares que envolvem o mercado do livro, as interpretações criativas e os processos que envolvem essas transformações. A intenção do podcast é proporcionar um espaço de reflexão sobre os problemas que envolvem o livro, a leitura e a literatura, oferecendo ao ouvinte uma visão ampla e diversa sobre os processos criativos, econômicos, produtivos e de mediação desse universo.O primeiro episódio foi ao ar no dia 7 de abril de 2025 intitulado Palavras em Cena: encantos e desafios da adaptação. O segundo episódio, intitulado "Conexão Literária dos Independentes: editoras, escritores e livrarias”, aborda a publicação de obras de forma independente, visando fortalecer a comunidade literária com promoção da troca de experiência e divulgação, e a criação de novas oportunidades de negócios.Com mediação de Talles Azigon, o segundo episódio reunirá um time de convidados especiais, composto por profissionais da literatura e da dramaturgia, como a finalista do prêmio Jabuti 2017, cronista no Jornal OPovo e membro da academia fortalezense de Letras, Marília Lovatel; a Erika Sales, que atua no mercado cultural geek, sendo sócia administradora do grupo Reboot e da Avoante Editora; e, para completar a mesa, Alan Mendonça, autor de mais de 20 livros, dramaturgo e editor, sendo mestre em linguística pela UECE.  A proposta desse episódio é que todos compartilhem suas experiências e visões sobre a publicação independente de obras no Brasil. Juntos, explorarão e debaterão sobre os paradigmas e desafios enfrentados por ser um artista autônomo no cenário nacional.O podcast promete oferecer uma análise profunda sobre as nuances desse assunto, além de apresentar os desafios técnicos e as liberdades criativas envolvidas. Ao longo da conversa, será possível entender os desafios das livrarias e dos autores independentes e a importância da leitura para os jovens.O segundo episódio vai ao ar dia 10 de dezembro, às 15h.O Livro e Seus Mercados será um programa que se aprofundará em outros temas relevantes que envolvem a cadeia do livro, da leitura e da literatura, com novas conversas e perspectivas a cada lançamento. Fique atento às novidades e acompanhe este e outros capítulos, lançados quinzenalmente, para uma imersão completa no universo da economia, produção, distribuição e mediação do livro e da leitura no Brasil.Ficha técnica:Idealização: Mileide FloresApresentadores: Mileide Flores, Max Eluard e Fábio Lucas de Barros.Produtores: Beatriz Barros, João Pedro Moreira, Matheus Pinheiro e Samuel Pordeus.Técnica de áudio: Serginho Freitas e Rufino SalesCoordenação Técnica: Hélio VianaCoordenadora Geral da XV Bienal Internacional do Livro do Ceará: Mauro IsidórioCoordenadora do Eixo O Livro e Seus Mercados: Mileide FloresCoordenação de Podcast: Ana Paula FariasSecretaria Executiva: Tamires AndradeDireção TVU: Max EluardDireção de Comunicação, Marketing e Comercial: Ana QuezadoReitor: Randal Martins PompeuEmissora: TV Unifor - Universidade de FortalezaTransmissão: Canal UniforCast - Spotify

30:MIN - Literatura - Ano 7
#2: Vencedores do Jabuti, Finalistas do Oceanos e Feira de Frankfurt

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 13:57


15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, vamos falar sobre os vencedores do Prêmio Jabuti e os indicados ao Prêmio Oceanos, além de trazer um balanço de alguns dos eventos literários que aconteceram em Outubro, como a Feira de Frankfurt e a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.---Links citados⁠Confira os livros vencedores de todas as categorias do Prêmio JabutiLENDO LIVROS E CONHECENDO LIVRARIAS NA ALEMANHA (Taty Leite)Vlog do primeiro dia de Tatiany Leite no InstagramVlog do segundo dia de Tatiany Leite no InstagramBalanço de como foi a Feira de FrankfurtOuça o episódio do podcast do Publishnews sobre a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco“Minha literatura me trouxe aqui”: Conceição Evaristo é homenageada na Inglaterra---RecebidosDoce Tóquio, de Durian Sukegawa (com tradução de Sandra Keila) - Editora Morro BrancoFicção completa, de H.P. Lovecraft (com tradução de Guilherme Silva Braga) - Editora Penguin-Companhia Tênebra: narrativas brasileiras de horror [1900-1949], organizado por Júlio França e Oscar Nestarez - Editora FósforoTemporada de Furacões, de Fernanda Melchor (com tradução de Antônio Xerxenesky) - Editora Mundaréu---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Livros que amamos - histórias para crianças
Tartaruga e Jabuti não são amigos

Livros que amamos - histórias para crianças

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 8:55


Desde que eram pequenas crias, a Tartaruga e o Jabuti decidiram que ficariam separados para sempre devido às suas carapaças diferentes. Com o passar dos anos, os dois répteis permanecem em lados opostos do cercadinho e embarcam em suas próprias aventuras, mantendo um rancor eterno. Até que um dia, a Tartaruga e o Jabuti se metem em apuros e precisam da ajuda um do outro. Escrito por Mike Reiss, ilustrado por Ashley Spires, e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episódio. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/48s976x Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!

30:MIN - Literatura - Ano 7
#1: Finalistas do Jabuti e os Prêmios Nobel de Literatura e Camões

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 15:45


Surpresa!Em homenagem aos 12 anos de programa, um novo quadro quinzenal do 30:MIN: o 15:MIN. Serão quinze minutos de programa a cada quinze dias.No programa de hoje, vamos falar sobre os finalistas do prêmio Jabuti, o vencedor do Nobel de literatura (com direito a um momento “Pernalonga de batom”), a vencedora do Prêmio Camões e os recebidos que chegaram por aqui recentemente.---Links citadosPoeta angolana Ana Paula Tavares conquista o Prêmio Camões 2025A mulher que escuta o deserto---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Gama Revista
Lilia Schwarcz: soberania e nacionalismo

Gama Revista

Play Episode Listen Later Sep 7, 2025 28:18


Como a ideia de soberania se conecta com uma identidade nacional, com uma essência compartilhada por uma maioria e que poderia ajudar a definir um país? "O imaginário é o fermento do nacionalismo. Trata-se de conceber uma história, de conceber um passado, uma essência nacional expressa pela cultura, pelos valores", diz Lilia Schwarcz, entrevistada deste episódio do Podcast da Semana, da Gama. "E o outro lado do espelho do nacionalismo é a soberania. Você exalta a construção e uma cultura particular, de uma cultura própria que unificaria todos os estados e passa por cima das especificidades."Na conversa com Gama, a historiadora e antropóloga volta na história do Brasil para explicar como e quando começamos a forjar essa identidade nacional. Ela mostra também como a ideia de soberania foi se modificando. Se antes era relacionada principalmente ao território, hoje podemos falar até de uma soberania virtual.Lilia Moritz Schwarcz é professora titular no Departamento de Antropologia da USP e Global Scholar na Universidade de Princeton e laureada por diversas vezes com o Prêmio Jabuti. É autora de, entre outros livros, de "Brasil: uma biografia" (com Heloisa Murgel Starling; Companhia das Letras, 2015), "Lima Barreto: triste visionário" (Companhia das Letras, 2017) e "Sobre o Autoritarismo Brasileiro" (Companhia das Letras, 2019).Neste episódio, Schwarcz explica ainda por que a soberania permanece uma ideia utópica, aponta as principais frentes em que o Brasil tem dificuldade de se firmar como um país soberano e destaca o caráter inédito do julgamento de militares e de Jair Bolsonaro pela tentativa de golpe de Estado que culminou nos atos de 8 de janeiro de 2023. "Com isso, você derruba essa imagem de que o exército é sempre esse órgão racional, esse órgão que nos defende, que nos protege, quando a história demonstra o oposto", diz a Gama.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

E eu com isso?
#335 Como os brasileiros veem os judeus, Israel e a guerra?

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Aug 13, 2025 52:31


Sumário executivoRelatório completoLançamento da pesquisaNo dia 30 de julho, aconteceu o lançamento da pesquisa "Percepções e narrativas da população brasileira sobre os judeus, o Estado de Israel e o conflito entre Israel e Hamas", no Museu Judaico de São Paulo. Esse estudo inédito é um retrato de como os brasileiros veem a situação no Oriente Médio e também os judeus.A pesquisa foi realizada em parceria com o Instituto de pesquisa Ideia, com amostra quantitativa em todo o país e monitoramento das redes sociais. Para falar um pouco sobre as principais descobertas e conclusões a partir dessa pesquisa, convidamos o Karl Schurster, que é doutor em história comparada pela UFRJ e pós-doutor em história pela Universidade Livre de Berlim. Professor livre docente em história contemporânea da Universidade de Pernambuco e investigador Maria Zambrano da Universidade de Vigo/Espanha. Autor de diversos artigos e livros sobre o Holocausto e os Fascismos, tendo vencido o prêmio Jabuti de ciências humanas em 2014.

30:MIN - Literatura - Ano 7
30:MIN Entrevista: Ian Fraser

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Aug 12, 2025 56:54


Em mais um episódio do 30:MIN Entrevista, Arthur Marchetto conversa com Ian Fraser sobre lançamentos recentes, diversas linguagens narrativas, as questões do Brasil e as formas de escrever um livro.Escritor e dramaturgo, Ian Fraser estreou na literatura em 2014 com o livro O Sangue É Agreste. Entre os livros publicados estão Araruama: o livro das sementes, Araruama: o livro das raízes, Noir Carnavalesco, A vida e as mortes de Severino Olho de Dendê e, seu mais recente lançamento, Cartografia para caminhos incertos. Também organizou a coletânea de contos Farras Fantásticas ao lado de Ricardo Santos e João Mendes e, no teatro, escreveu A Máquina que Dobra o Nada e Ensaio para uma redenção (adaptação do Cartografia para caminhos incertos) - ambos ganhadores do prêmio Braskem de melhor texto de teatro.Entre as diversas indicações e premiações de Ian Fraser, foi finalista do Jabuti com A vida e as mortes de Severino Olho de Dendê na categoria romance de Entretenimento e ganhou o prêmio de melhor narrativa policial longa pela Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror com Noir Carnavalesco.---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Gama Revista
Aline Bei: criar uma avó literária

Gama Revista

Play Episode Listen Later Jul 20, 2025 31:25


Aline Bei é uma escritora, mas é também uma febre. Com um estilo de prosa poética bem marcado, seu texto é recorrentemente usado em citações na internet e seus leitores são do tipo que não conseguem largar os livros, devorados em pouco tempo. No centro de seu novo livro, “Uma Delicada Coleção de Ausências”, que acaba de ser lançado pela Companhia das Letras, está a relação de uma neta com a avó que a criou. É sobre esse tema, os avós, e o livro que falamos com Aline Bei nesta edição do Podcast da Semana.“Comecei a escrever o livro a partir da inquietação inicial de uma relação de uma avó e uma neta, uma relação que tivesse sempre essa questão de um tempo que não se une, uma distância que nunca vai se curar”, conta Bei na entrevista a Gama. “Alguma coisa de duas mulheres em pontas tão diferentes da vida, que desejam um tanto estar mais perto, mas que tem essa questão geracional que, em alguma medida, as separa.”Nascida em São Paulo, em 1987, Bei é formada em letras pela PUC de São Paulo e em artes cênicas pelo Célia Helena Centro de Artes e Educação. Fez ainda pós-graduação em escritas performáticas pela PUC do Rio. É autora de três romances, que involuntariamente formaram uma trilogia: “O Peso do Pássaro Morto”, vencedor do prêmio São Paulo de Literatura (2017); “Pequena Coreografia do Adeus”, finalista do prêmio Jabuti (2022); e “Uma Delicada Coleção de Ausências”, lançado neste ano. Os três fazem parte do catálogo da Companhia das Letras.“Eu sou uma grande curiosa das humanidades. Então, eu adoro construir personagens com camadas que são complexas, que vão trazer pontos de vista que, às vezes, inclusive, se contradiz”, afirma na entrevista.Nesta edição do podcast da semana, Bei conta sobre como criou a personagem da avó do seu livro mais recente, quais as referências que usou para conceber essa avó literária — de Doris Lessing a Agnès Varda —, e sobre como prefere imaginar a usar a sua própria vida para criar suas histórias. "O modo como eu escrevo sempre descolada da minha biografia, isso não quer dizer que eu não use emoções, porque não são muito as coisas que me aconteceram, mas o modo como eu absorvi as coisas que me aconteceram me aproximam às vezes das minhas personagens."A escritora também fala sobre a proximidade com os leitores, sobre como recebe as críticas e o que espera de sua hipotética versão avó.

30:MIN - Literatura - Ano 7
30:MIN Entrevista: José Falero

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Jul 8, 2025 70:48


Em mais um 30:MIN Entrevista, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon conversam com o escritor, jogador de sinuca e mestre do cavaquinho José Falero sobre livros, música, qualidade literária, desconstrução da masculinidade e projetos futuros.Falero estreou na literatura com a coletânea de contos "Vila Sapo". Em 2020, publicou seu primeiro romance, "Os supridores", já traduzido para diversos idiomas e ganhador do prêmio AGES (Associação Gaúcha de Escritores). Em 2021, lançou a coletânea de crônicas "Mas em que mundo tu vive?", finalista do Jabuti. Em 2022, "Vila Sapo" foi reeditado e, ano passado, recebemos "Vera", seu último romance, que é parte de uma trilogia.---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Rádio Escafandro
139: Manual prático para saída à esquerda

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later May 28, 2025 76:12


Este episódio analisa possíveis saídas para o campo democrático diante do avanço da extrema-direita no Brasil e no mundo.O avanço da extrema-direita com tendências autoritárias tem causado perplexidade no campo democrático, em especial, nos setores mais progressistas. Forças políticas tradicionalmente associadas à esquerda parecem incapazes de se opor de maneira eficiente e duradoura ao avanço de figuras como Donald Trump, Nayib Bukele e Jair Bolsonaro.Para tentar entender o que está por trás desse fenômeno e quais são as saídas para os setores democráticos e de esquerda, conversamos com quatro analistas políticos dividimos o episódio em três partes.Na primeira, são apresentados alguns dos fatores que que ajudaram a extrema direita a se estabelecer. Na segunda, o foco é na criação de um sistema paralelo de comunicação e no uso da desinformação como arma. E, na última, são apresentadas propostas para o futuro da esquerda e a manutenção da democracia.Mergulhe mais fundo⁠Menos Marx, mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil (link para compra)⁠⁠Limites da democracia: De junho de 2013 ao governo Bolsonaro (link para compra)⁠O pobre de direita: A vingança dos bastardos (link para compra)Episódios relacionados#71: Por que votam no mito?#79: Os pobres de direita e o futuro da política#126: O futuro(?) com TrumpEntrevistados do episódio⁠Jessé Souza⁠Sociólogo e escritor. Autor de livros como "A elite do atraso" e "O pobre de direita: A vingança dos bastardos".Marcos NobreCientista político, professor do departamento de filosofia da Unicamp e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Autor de "Limites da Democracia", "Como nasce o novo" e "Imobilismo em movimento".⁠Isabela Kalil⁠Antropóloga, professora de Ciência Política na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e coordenadora do Observatório da Extrema Direita.⁠Camila Rocha⁠Doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), diretora científica do Centro para Imaginação Crítica (CCI) do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Finalista do Prêmio Jabuti com o livro "Menos Marx mais Mises. O liberalismo e a nova direita no Brasil".Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

Daria um livro
Maria Valéria Rezende

Daria um livro

Play Episode Listen Later Apr 29, 2025 55:30


No episódio de hoje, Pedro Pacífico (@bookster) conversa com escritora e educadora Maria Valéria Rezende. Autora vencedora do prêmio Jabuti pelo romance "Quarenta dias", Maria Valéria Rezende, que já deu quatro voltas ao mundo, compartilha a paixão pela literatura e suas inspirações literárias. Apresentação: Pedro Pacífico.Preparação: Michel Campos.

Daria um livro
Drauzio Varella

Daria um livro

Play Episode Listen Later Apr 15, 2025 58:11


No episódio de hoje, Pedro Pacífico conversa com Drauzio Varella. O médico, escritor e comunicador, ficou conhecido por divulgar temas de saúde de forma simples e acessível. É autor de diversos livros, entre eles, “Estação Carandiru”, vencedor do Prêmio Jabuti e adaptado para o cinema. Também escreveu Carcereiros, Por um Fio e Prisioneiras, misturando vivência médica com crítica social. Na conversa, Drauzio compartilha a paixão pela literatura, comenta sobre os seus sucessos literários e sobre o seu novo livro "O sentido das águas: Histórias do rio Negro". Apresentação: Pedro Pacífico.Preparação: Michel Campos.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #40: Reinaldo José Lopes

Naruhodo

Play Episode Listen Later Apr 14, 2025 96:04


Dando sequência à série "Naruhodo Entrevista" de conversas descontraídas com cientistas brasileiras e brasileiros, chegou a vez do jornalista, com mestrado e doutorado em Estudos Lingüísticos e Literários pela USP sobre a obra de J.R.R. Tolkien, Reinaldo José Lopes.Só vem!>> OUÇA (99min 99s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Reinaldo José Lopes é jornalista de ciência da Folha de S.Paulo e autor de dez livros, entre eles os best-sellers "1499: O Brasil Antes de Cabral" e "Darwin Sem Frescura", este último escrito em parceria com o paleontólogo e YouTuber Pirula, com o qual foi finalista no Prêmio Jabuti de 2020.Fez mestrado e doutorado em Estudos Lingüísticos e Literários pela USP sobre a obra de J.R.R. Tolkien e também traduziu alguns dos principais livros do autor, como "O Silmarillion" e "O Hobbit".Mora em São Carlos (SP) com sua esposa, seus filhos e uma Jack Russell chamada Zelda. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6474423061077393*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Mamilos
Como as histórias podem transformar o mundo?

Mamilos

Play Episode Listen Later Mar 11, 2025 63:54


Ela nasceu em São Paulo em 1984. É jornalista, mestre em educação e doutora em ciências da informação. Seu trabalho vem transformando a forma de contar histórias e promover o diálogo sobre identidade e justiça social. Com uma carreira marcada pela sensibilidade e também pela ousadia, ela constrói narrativas que refletem as complexidades e riquezas da experiência negra no Brasil. Sua obra, que inclui o livro “Quando me descobri negra” – premiado com o Prêmio Jabuti na categoria Ilustração – é uma prova do seu olhar apurado para as histórias e realidades. Ela também se dedica à valorização da cultura negra, liderando iniciativas como a Casa Sueli Carneiro, um espaço de formação e memória que fortalece o legado das lutas por igualdade. Hoje, vamos conhecer de perto mais dessa trajetória inspiradora. Vamos mergulhar na vida e nos projetos de Bianca Santana! _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@mamilos.me

Naruhodo
Naruhodo #436 - A violência faz parte da "natureza humana"?

Naruhodo

Play Episode Listen Later Feb 24, 2025 58:22


A violência pode ser justificável em alguma situação, inclusive em casos de autodefesa? Será que uma cultura massiva de não violência pode se estabelecer no longo prazo ou ela será sempre muito instável? A violência faz parte da "natureza humana"?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 23s)CONVIDADO ESPECIAL: Reinaldo José LopesReinaldo José Lopes é jornalista de ciência da Folha de S. Paulo e autor de dez livros. Além do recente Livro Homo Ferox, temos também os best-sellers "1499: O Brasil Antes de Cabral" e "Darwin Sem Frescura", este último escrito em parceria com o paleontólogo e YouTuber Pirula, com o qual foi finalista no Prêmio Jabuti de 2020. Fez mestrado e doutorado sobre a obra de J.R.R. Tolkien na USP e também traduziu alguns dos principais livros do autor, como "O Silmarillion" e "O Hobbit". Mora em São Carlos (SP) com sua esposa, seus filhos e uma Jack Russell chamada Zelda. Livro "Homo Ferox": https://harpercollins.com.br/products/homo-ferox-reinaldo-jose-lopes?variant=41815729766566*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, tudo aponta para um fevereiro quente. Muito quente. E a INSIDER permite que eu me vista bem sem sofrer com o calor…Pra você que ainda não experimentou INSIDER, quero deixar aqui pra vocês... Cinco motivos para experimentar INSIDER! 1) Não enrola na perna:Conforto que fica no lugar o dia inteiro. 2) Tecido ultra macio:Sensação de segunda pele.3) Conforto térmico:Ideal para qualquer clima.4) Anti-odor:Previne o mau cheiro, mesmo após um longo dia de uso.5) Alta durabilidade:Tecnologia que acompanha sua rotina sem deformar.O momento para experimentar INSIDER é agora. Em fevereiro, ao aplicar o cupom NARUHODO, você garante 12% de desconto!Para aproveitar, o jeito mais fácil é usar o endereço https://bit.ly/naruhodo-fevereiro-2025 ou clicar no link da descrição deste episódio: o cupom será aplicado automaticamente no carrinho.É tempo de INSIDER.#InsiderStore*REFERÊNCIASJornalismo científico: o valor da boa informação com Reinaldo José Lopeshttps://www.youtube.com/watch?v=ocZ1DeRwip4&ab_channel=Ostr%C3%AAselementosViolence: An Interdisciplinary Approach to Causes, Consequences, and Cureshttps://www.wiley.com/en-us/Violence%3A+An+Interdisciplinary+Approach+to+Causes%2C+Consequences%2C+and+Cures-p-9781119240686GRAEBER, David. The utopia of Rule: on technology, stupidity, and the secret joys of bureaucracyhttps://periodicos.uff.br/antropolitica/article/download/41846/23821/139822Violence Against Civilians During Armed Conflict: Moving Beyond the Macro- and Micro-Level Dividehttps://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-polisci-041719-102229Chapter 1. Spanish influenza 1918/19https://www.degruyter.com/document/doi/10.1075/pbns.339.01sto/htmlLessons should be learned: Why did we not learn from the Spanish flu?https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/20503121241256820World War I may have allowed the emergence of “Spanish” influenzahttps://www.thelancet.com/journals/laninf/article/PIIS1473-3099(02)00185-8/abstractWhat Should We Mean by “Pattern of Political Violence”? Repertoire, Targeting, Frequency, and Techniquehttps://www.cambridge.org/core/journals/perspectives-on-politics/article/abs/what-should-we-mean-by-pattern-of-political-violence-repertoire-targeting-frequency-and-technique/26CA4E56B136A6020ABAD1B576E784E8The Strategies of Terrorismhttps://direct.mit.edu/isec/article-abstract/31/1/49/11864/The-Strategies-of-Terrorism?redirectedFrom=fulltextDominance, cortisol and stress in wild chimpanzees (Pan troglodytes schweinfurthii)https://deepblue.lib.umich.edu/bitstream/2027.42/46903/1/265_2003_Article_713.pdfRejection perceptions: feeling disrespected leads to greater aggression than feeling dislikedhttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0022103114000870?via%3DihubGender differences in personality and social behaviorhttps://iris.unito.it/bitstream/2318/1852940/1/DelGiudice_2015_gender_differences_chapter_pre.pdfThe interpersonal consequences of prestige and dominance-based moral grandstandinghttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S019188692200160XWhy We Kill: The Political Science of Political Violence against Civilianshttps://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-polisci-082112-141937The evolution of prestige: freely conferred deference as a mechanism for enhancing the benefits of cultural transmissionhttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1090513800000714Prestige and dominance as assessed by friends, strangers, and the selfhttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886921003408The Consequences of Contention: Understanding the Aftereffects of Political Conflict and Violencehttps://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-polisci-050317-064057Seeing women as objects: The sexual body part recognition biashttps://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ejsp.1890?casa_token=JwlxUw6spI4AAAAA%3AOGIxpv1hAnqr9w6-vpb7FWYwfNXItk4xGvnthG51XiccVFE2NIbt1k36BSK9T3ZOTLpaTEm6Yx1UBfXpFrom social status to emotions: Asymmetric contests predict emotional responses to victory and defeat.From social status to emotions: Asymmetric contests predict emotional responses to victory and defeat.Transmission of aggression through imitation of aggressive modelshttps://psycnet.apa.org/record/1963-00875-001Beliefs about the nonverbal expression of social powerhttps://link.springer.com/article/10.1007/s10919-005-2743-zPrestige and dominance: a review of the Dual Evolutionary Model of Social Hierarchyhttps://osf.io/preprints/psyarxiv/sh7mg_v1The role of objectification in young men's perpetration of intimate partner violencehttps://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0313016Objectification Theory: Toward Understanding Women's Lived Experiences and Mental Health Riskshttps://www.researchgate.net/publication/258181826_Objectification_Theory_Toward_Understanding_Women%27s_Lived_Experiences_and_Mental_Health_RisksMeeting of minds: the medial frontal cortex and social cognitionhttps://www.taylorfrancis.com/chapters/edit/10.4324/9781315630502-18/2006-meeting-minds-medial-frontal-cortex-social-cognition-david-amodio-chris-frithFeeling known predicts relationship satisfactionhttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022103123001166Neural responses to social rejection reflect dissociable learning about relational value and rewardhttps://www.pnas.org/doi/abs/10.1073/pnas.2400022121Human, Animal and Automata Attributions: an Investigation of the Multidimensionality of the Ontologization Processhttps://link.springer.com/article/10.1007/s42087-022-00277-8Dehumanizing the Lowest of the Lowhttps://web.archive.org/web/20140513232135/http://www.cdnresearch.net/pubs/others/Harris_Fiske_Neurodisgust.pdfMarutas in Manchuria: Imperial Japanese Biological Warfare, 1931-1945https://www.pacificatrocities.org/blog/marutas-in-manchuria-imperial-japanese-biological-warfare-1931-1945United States Responses to Japanese Wartime Inhuman Experimentation after World War II: National Security and Wartime Exigencyhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4487829/Factories of Death: Japanese Biological Warfare, 1932-1945https://books.google.com.br/books?id=yCZ6yr-J3dIC&pg=PA84&redir_esc=y#v=onepage&q&f=falseNaruhodo #304 - Como saber se uma pesquisa científica foi feita de forma ética?https://www.youtube.com/watch?v=Q-qrIWD_x2UNaruhodo #387 - Somos bons (ou maus) por natureza? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Fx37e0PUgY4Naruhodo #388 - Somos bons (ou maus) por natureza? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=xwAEaMyfm0QNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNsNaruhodo #399 - Assistir à pornografia vicia?https://www.youtube.com/watch?v=vByA0QVSOb8Naruhodo #168 - Japonês é tudo igual?https://www.youtube.com/watch?v=tu1s3JuB_LwNaruhodo #364 - O que é e quais são os impactos do Pós-COVID? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=qgQpXhB3EZ8Naruhodo #365 - O que é e quais são os impactos do Pós-COVID? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=sDKUFSDgmXUNaruhodo #415 - Subir escadas pode ajudar pessoas com transtornos psiquiátricos?https://www.youtube.com/watch?v=jqhtO6W03CcNaruhodo #139 - Por que crianças ricas vão melhor no teste do marshmallow?https://www.youtube.com/watch?v=w1uiXbZzsOMNaruhodo #61 - Pessoas ricas prestam menos atenção à pobreza?https://www.youtube.com/watch?v=b9XqhOg-19ENaruhodo #286 - Por que sentimos vergonha? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=eDneD9_4rrENaruhodo #287 - Por que sentimos vergonha? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=L0K9LE8skyENaruhodo #352 - Por que pedimos desculpas? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=jVzZ9dTAgGYNaruhodo #353 - Por que pedimos desculpas? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=vvOMB66B5u0Naruhodo #161 - Visitar museus pode curar doenças?https://www.youtube.com/watch?v=5B6YE_WT5dQNaruhodo #196 - Por que colecionamos coisas?https://www.youtube.com/watch?v=wtBSKMxua1kNaruhodo #248 - Meninos são de exatas e meninas são de biológicas e humanas? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=a1ORkfYYwm0Naruhodo #249 - Meninos são de exatas e meninas são de biológicas e humanas? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=DWD2_hcQ760Naruhodo #198 - Existe instinto materno? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=bIYkqfyuY7MNaruhodo #199 - Existe instinto materno? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=PbyjY7DKf_gNaruhodo #380 - Por que temos animais domésticos? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=__zJRw5Fcw8Naruhodo #381 - Por que temos animais domésticos? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=gjS_GVsL3tw*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #36: Leandro Leonardo Batista

Naruhodo

Play Episode Listen Later Feb 17, 2025 93:06


Dando sequência à série "Naruhodo Entrevista" de conversas descontraídas com cientistas brasileiras e brasileiros, chegou a vez do Doutor em Comunicação e um dos maiores especialistas em Comunicação de Risco do país, Leandro Leonardo Batista, o "Leleba".Só vem!>> OUÇA (93min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Leandro Leonardo Batista, o Leleba, é graduado em Educação Física pela Universidade de São Paulo (1975), possui Mestrado em Propaganda - University of North Carolina (1990), Doutorado em Comunicação Social - University of North Carolina (1996) e Livre-docência (2019) pela ECA-USP.Atualmente é professor RDIDP da Escola de Comunicações e Artes -USP e do programa de pós-graduação PPGCOM-USP.Tem experiência acadêmica e profissional na área de Comunicação, com ênfase em Relações Públicas e Propaganda, atuando principalmente nos seguintes temas: campanhas públicas, publicidade, pesquisa de mercado, comunicação de riscos, preconceitos sociais e comportamento do consumidor, com foco em recepção, persuasão, ciências cognitivas e neurofisiologia aplicada.Coordenador do grupo de pesquisa e do laboratório de neurofisiologia aplicada à comunicação 4C: Centro de Ciências Cognitivas e Comunicação e do grupo de pesquisa ArC2 Estudos antirracistas em Comunicação e Consumos/CNPq.É um dos organizadores e autor das obras - O Negro nos Espaços Publicitários Brasileiros - (ECA/Cone, 2011), livro finalista do Prêmio Jabuti 2012 entre os dez melhores do campo da comunicação, bem como - Publicidade Antirracista: reflexões, caminhos e desafios - (ECA-USP, 2019), obra finalista do prêmio Jabuti 2020.Lattes: http://lattes.cnpq.br/6490537603735219*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Colunistas Eldorado Estadão
Estado Geral: Jabuti em PL de Energia Eólica aumenta conta de luz

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Dec 13, 2024 15:28


Diogo Schelp, jornalista e mestre em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo, repercute a política interna e externa do Brasil às 2ªs, 4ªs e 6ªs, 8h30, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vortex
Vortex 60 - Orcas anti-ricos, Jabuti incendiário e M de Macaco

Vortex

Play Episode Listen Later Dec 11, 2024 63:21


Você se sente seguro no mar? Abandonaria seu jabuti no natal? Macacos odeiam violões? Hoje temos mais um especial animais do crime no Vortex, porque eles NÃO PARAM! Com @katbarcelos e @odeiopepe Desconto especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpod ou CUPOM: VORTEXPOD Acesse o link do Vortex e ganhe 15% de desconto na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortex ou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiucha Co-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePe Nossas redes sociais: Instagram: @feedvortex Twitter: @feedvortex Reddit: r/feedvortex Grupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5Zjdh Esse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupo Link do post do episódio nas redes sociais: Instagram:  Twitter:  Links comentados no episódio: Macaco invade casa, bebe álcool e causa confusão no Maranhão: https://www.maisgoias.com.br/brasil/macaco-invade-casa-bebe-alcool-e-causa-confusao-no-maranhao-video/  M de Macaco em ação: https://x.com/choquei/status/1862228799326138695  Jabuti é resgatado após 'botar fogo' em casa na Inglaterra: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/12/26/jabuti-e-resgatado-apos-botar-fogo-em-casa-na-inglaterra.ghtml  Orcas afundam iate no Estreito de Gibraltar: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/orcas-afundam-iate-no-estreito-de-gibraltar/   Momento em que três orcas atacam iate holandês na Ocean Race: https://www.youtube.com/watch?v=SBIL3kYLEi4  Mistério: por que um bando de orcas ataca barcos no Atlântico Norte? https://veja.abril.com.br/coluna/mundialista/misterio-por-que-um-bando-de-orcas-ataca-barcos-no-atlantico-norte   Usar um salmão na cabeça está de volta à moda entre as orcas: https://www.iflscience.com/wearing-a-salmon-on-your-head-is-back-in-fashion-for-orcas-after-a-37-year-break-76971  === Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido Santos Edição: Joel Suke Ilustração da capa: Brann Sousa

30:MIN - Literatura - Ano 7
30:MIN Entrevista: Lucas Mota

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Dec 10, 2024 76:14


Em mais um episódio do 30:MIN Entrevista, Arthur Marchetto conversa com o escritor Lucas Mota sobre música, política, mercado editorial e muito mais! Lucas Mota venceu o Jabuti em 2022 com "Olhos de Pixel" (publicado pela Plutão, republicado pela Rocco) na categoria de Melhor Romance de Entretenimento. Também é autor dos romances "Boas meninas não fazem perguntas" (autopublicação, 2018) e "Todos os mentirosos" (autopublicação, 2016). Tem contos publicados na coletâena "Desencontros" (Elements, 2020) e na série "Soundtrack", publicada na Amazon. Nas horas vagas, Lucas também produzia o podcast" Suposta Leitura", encerrado em 2024. - Links ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas

451 MHz
#123 - Simplesmente escritor — Jeferson Tenório

451 MHz

Play Episode Listen Later Nov 8, 2024 49:11


Neste 123º episódio do podcast 451 MHz, o convidado é o escritor e professor Jeferson Tenório. Premiado pelo Jabuti em 2020 com ‘O avesso da pele', ele acaba de lançar ‘De onde eles vêm'. Nessa conversa, ele relembra a experiência de ter feito parte da primeira geração de universitários cotistas, pano de fundo de seu novo romance, e fala de sua formação acadêmica, como leitor e escritor. O episódio foi realizado com apoio da Lei de Incentivo à Cultura.  Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

Medo e Delírio em Brasília
II – Dias 675 a 678 | “Tá todo mundo louco, oba” | 02 a 05/11/24

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Nov 7, 2024 52:45


Grandes fortunas; Finalistas no Jabuti!; Economicrazy; Caso K; Privatizações. The post II – Dias 675 a 678 | “Tá todo mundo louco, oba” | 02 a 05/11/24 appeared first on Central 3.

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II – Dias 675 a 678 | “Tá todo mundo louco, oba” | 02 a 05/11/24

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Nov 7, 2024 52:45


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Medo e Delírio em Brasília
II – Dias 665 a 667 | A mão invisível do mercado e otras cositas más | 23 a 25/10/24

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Oct 26, 2024 72:00


Semifinalistas do Jabuti!; Um bastidor do Otoni; Lula sortudo; A mão invisível do mercado; A mão invisível do mercado e o governador do Partido Novo entram num bar; Nem velório; Malditos Milicos; Não, bróder. Se der e quiser, pinga um capilé a gente no Apoia.se/medoedelirio, no Patreon, na Orelo, ou no pix medoedelirioembrasilia@gmail.com! Se der e quiser, vota na gente no www.premiompb.com.br, na categoria “Assuntos Diversos”. O post II – Dias 665 a 667 | A mão invisível do mercado e otras cositas más | 23 a 25/10/24 apareceu primeiro em Central 3.

Medo e Delírio em Brasília
II – Dias 665 a 667 | A mão invisível do mercado e otras cositas más | 23 a 25/10/24

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Oct 25, 2024 72:00


Semifinalistas do Jabuti!; Um bastidor do Otoni; Lula sortudo; A mão invisível do mercado; A mão invisível do mercado e o governador do Partido Novo entram num bar; Nem velório; Malditos Milicos; Não, bróder. Se der e quiser, pinga um capilé a gente no Apoia.se/medoedelirio, no Patreon, na Orelo, ou no pix medoedelirioembrasilia@gmail.com! Se der e quiser, vota na gente no www.premiompb.com.br, na categoria "Assuntos Diversos". The post II – Dias 665 a 667 | A mão invisível do mercado e otras cositas más | 23 a 25/10/24 appeared first on Central 3.