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Bom dia!A pílula de hoje mostra por que um ensaio só é válido quando as dimensões do vidro correspondem às condições efetivamente testadas.
07/08/2026 Lar Harmonia
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
No episódio de hoje do Radar Médico, Juliana Karpinski, médica, jornalista e editora assistente de Carreira do Portal Afya, discute como a comunicação pode aumentar o envolvimento do paciente durante os atendimentos por telemedicina.A consulta virtual amplia o acesso ao cuidado, mas a distância física e as limitações da tela podem favorecer impessoalidade, ruídos de comunicação e menor adesão. Com base em uma revisão sistemática publicada no Journal of Medical Internet Research, o episódio apresenta estratégias para fortalecer o vínculo, melhorar a compreensão das orientações e estimular a participação ativa do paciente no próprio tratamento.
“e como é grande o seu poder que age em nós, os que cremos nele. Esse poder que age em nós é a mesma força poderosa” Efésios 1:19 NTLH Você tem dimensão do poder de Deus em sua vida?Crer em Deus e confiar Nele não significa ausência de ataques e adversidades, não quer dizer que seremos imunes a doenças e nem as aflições. A grande diferença está no poder de Deus que age em todos aqueles que confiam e creem no seu nome, sendo maior do que tudo aquilo que vem contra nós. Agora para quem vê o problema maior que o próprio Deus, fará com que este também haja em nós com poder, se tornando maior do que aquele que é capaz de derrota-lo.Quando cremos infalivelmente que o poder de Deus em nós é maior que tudo e todos. Somos mais confiantes e seguros não nos preocupando com que acontece e acontecerá conosco, pois tudo cooperará para o nosso bem. Que a nossa fé em Deus seja maior que a nossa fé nos problemas.Pensamento do dia:Você crê mais no poder Deus ou mais no problema?Oração: Senhor nos ajude a confiar e conhecer o poder teu que age me nós. Queremos todos os dias ser usado por ti.Em nome de Jesus, Amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#DeusEMaior#ConfiarEmDeus#ubiratanpaggio@ubiratan.paggio@ubiratanpaggio
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Nesse podcast você acompanhara uma ministração do culto da família na nossa igreja local.
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Os Estados Unidos elevaram o tom no combate ao crime organizado e colocaram o PCC no centro da estratégia de segurança para as Américas. Além disso, anunciaram sanções contra brasileiros suspeitos de lavar dinheiro para a facção. A decisão vai além da investigação criminal. Ao classificar o PCC como uma das principais ameaças do continente, Washington envia um recado que pode ter reflexos na cooperação entre os dois países e também na política externa brasileira.
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Há quase 20 anos declarado como parque nacional, o parque Nino Konis Santana e as suas imediações, em Timor-Leste, foram considerados pelas UNESCO como um espaço de diversidade ecológica e cultural distinguido com título de reserva da biosfera. Esta distinção vai permitir troca de experiência, mais tecnologia e mais oportunidades para as populações locais. O parque nacional Nino Konis Santana, em Timor-Leste, foi classificado no início de Junho como Reserva da Biosfera da UNESCO, a primeira do país. O parque foi estabelecido em 2008 e incluiu uma área de mais de 123 mil hectares, incluindo floresta, mangais e uma parte marítima, que integra o Triângulo de Coral, o centro mundial com maior diversidade de corais e peixes de recife. Este é também um parque com um significado especial para os timorenses, já que carrega o nome de Nino Konis Santana, chefe da guerrilha FALINTIL, braço armado da FRETILIN, e resistente face à ocupação da Indonésia. Este reconhecimento pela UNESCO vai ajudar na preservação deste parque, mas também dar mais oportunidades às populações que vivem à sua volta, como explicou António de Sousa Abreu, director da Divisão de Ecologia e Ciências da Terra, da UNESCO, em entrevista à RFI. "Este parque é uma referência porque tem o nome de um herói nacional e, portanto, é, do ponto de vista cultural, do ponto de vista até político, se quisermos um elemento muito simbólico no país do ponto de vista natural. É também uma área protegida à escala nacional, com relevância internacional, uma vez que alberga uma grande diversidade de ecossistemas muito importantes e ao nível da biodiversidade, também ao nível de específico. Elementos muito importantes, portanto, sejam ecossistemas terrestres, costeiros, marinhos, desde florestas tropicais, secas, mangais, savanas, recifes de coral e zonas húmidas. Ou seja, há um trabalho já com alguns anos que Timor Leste fez em torno de uma área protegida que agora ganha uma dimensão maior e que extravasa a tradicional competência e funções de um parque. Não é o parque que é reserva da Biosfera. O parque é o motivo ao redor do qual houve uma candidatura para uma Reserva da Biosfera, que é uma classificação diferente de um parque e não é um prémio, é uma validação do trabalho que foi feito", detalhou. As reservas da biosfera da UNESCO são locais de "aprendizagem de desenvolvimento sustentável" e que permitem compreender como de, um lado, se pode gerir a biodiversidade e, por outro, ter em conta as populações autóctones e prevenir conflitos. Este reconhecimento serve assim para promover também a educação e envolver diferentes actores no futuro do parque Nino Konis Santana. "A visão que Timor-Leste assumiu implica promover a educação, a sensibilização, implica dialogar e meter na mesma mesa partes que tradicionalmente não se juntam, por exemplo, o sector privado que traz o desenvolvimento puro e duro, sem perda de identidade natural e cultural, uma vez que a natureza e a cultura fazem parte e moldam-se a si próprios. A forma, como há milhares de anos se ocupa aquele território, não obstaculizou que os valores naturais ainda lá estejam. Queremos manter o grau de conservação. Timor assumiu isso. Queremos promover sociedades mais informadas, mas também acrescentar valor", explicou António de Sousa Abreu. Esta é a primeira reserva da Biosfera em solo timorense e há actualmente 784 reservas em todo o Mundo, espalhadas por mais de 140 países, abrangendo mais de um milhão de quilometros quadrados.
19/06/2026 Lar Harmonia
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Culto de Celebração, pastor Nichermon Henrique.
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A Assembleia francesa aprovou, esta quinta-feira, 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A França aboliu a escravatura a 27 de Abril de 1848, mas os textos do "Code Noir" nunca foram formalmente retirados. O historiador António de Almeida Mendes considera que o gesto se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e que pode abrir portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história ”. A Assembleia francesa aprovou, a 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A votação ocorreu em primeira leitura e terminou com 254 votos favoráveis, nenhum contra, nem nenhuma abstenção. A proposta de revogação do “Code Noir” foi apresentada pelo deputado Max Mathiasin, de Guadalupe e tem carácter sobretudo simbólico. O "Code Noir" é considerado um “fóssil legislativo” porque apesar de a França ter abolido a escravatura há 178 anos, o documento ainda não tinha sido revogado de modo explícito. Por isso, é um gesto "muito importante", explica o historiador António de Almeida Mendes, sublinhando que se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e abre portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história como até hoje tem sido”. “É uma coisa muito importante porque estamos a falar de um decreto que já não era aplicado. Estamos a falar do século XVII e, entretanto, houve a abolição do tráfico e a abolição da escravatura no Império francês, Mas a dimensão moral é muito importante porque estamos a falar da dimensão de reconhecimento de um crime. Eu acho que no contexto francês e europeu dessa relação entre história nacional e história imperial, há sempre esse tabu dos crimes do passado. O reconhecimento moral está cá, mas o que é preciso é ir além e inscrever essa história na história da nação e não ser um anexo da história - como até hoje tem sido - essa história de um crime que não foi só um crime de alguns anos, foi um crime que durou vários séculos”, explica o professor de História Moderna na Universidade de Nantes, em França, especializado nomeadamente na história da escravatura. O texto também prevê que o governo entregue ao Parlamento, no prazo de um ano após a promulgação da lei, um relatório sobre o direito colonial e as suas consequências económicas, sociais, culturais e ambientais a longo prazo, nomeadamente em termos de racismo e de desigualdades. O relatório deverá, ainda, avaliar como a história da escravatura, do tráfico negreiro e da sua abolição é tratada nos programas escolares. Algo “muito importante” para o nosso convidado que admite que história do tráfico de pessoas escravizadas “tende a ser minimizada” e vista como “um apêndice da história europeia”. “Eu acho que é muito importante porque eu próprio sou professor e vejo que essa história, muitas vezes, tende a ser minimizada, Eu acho que estamos aí mesmo no centro do que foi o capitalismo e a história moderna que se inicia no século XVI. Essa relação entre a Europa e o mundo, muitas vezes, foi pensada como uma relação harmoniosa, como uma relação de mestiçagem, ainda que com seus crimes. Eu acho que temos que ver também a face sombria do que foi esse encontro, essa modernidade do século XVI e não só pensar que a Europa desenvolveu o mundo e trouxe a modernidade ao mundo, mas pensar mesmo os efeitos negativos desse encontro. Eu acho que isso tem que ser reavaliado nos programas escolares para pensar uma história mais inclusiva (...) Eu acho que é muito importante repensar essa história, mesmo numa cronologia europeia. Por exemplo, se formos a ver, uma das consequências do 'Code Noir' e dessa relação de França com as antigas colónias é que, por exemplo, o Palácio do Eliseu foi construído pela fortuna dos maiores negreiros da época. Estamos a ver que mesmo o enriquecimento da Europa, na altura, tem muito a ver com essa história da escravidão, esta história colonial. Eu acho que é importante complexificar esta história e não só fazer da história do tráfico um apêndice da história europeia”, afirma o investigador. O "Code Noir" foi criado em Março de 1685, sob Luís XIV, e foi ampliado por normas posteriores, de 1723 e 1724, voltadas para outros territórios coloniais. Este conjunto de documentos fixava o estatuto jurídico das pessoas escravizadas, institucionalizando a violência colonial e o tráfico de pessoas consideradas como mercadorias ou "bens móveis", passíveis de serem adquiridos por um “mestre”. O “Code Noir” também instituía sanções em caso de fuga, que iam desde orelhas cortadas, marcas a ferro, pessoas chicoteadas em público e pena de morte. “O 'Code Noir' é é mesmo próprio ao contexto francês. Só existe um 'Code Noir'. Não há, no contexto português, por exemplo, um decreto jurídico idêntico. Basicamente, estamos a falar do Império francês, que tinha um grande império colonial, sobretudo nas Antilhas, no espaço das Caraíbas. O 'Code Noir' organiza as pessoas escravizadas como sendo uma propriedade do 'senhor', como ‘um bem móvel', a saber, um bem que se pode transmitir em herança de família em família. É para transformar essas pessoas escravizadas em bens patrimoniais, tal como uma casa, uma mesa, uma forma de desumanizar as pessoas”, explica o historiador. Durante o debate no Parlamento, Max Mathiasin classificou a revogação como “um acto poderoso de memória, de justiça e de reconhecimento”, mesmo que admita que não possa “curar sozinho as feridas da história”. Os debates centraram-se na história francesa da escravatura e do colonialismo, dos efeitos visíveis hoje através das desigualdades persistentes entre os territórios ultramarinos e a França continental, e da discriminação sofrida pela população negra. Alguns deputados criticaram o facto de os debates acontecerem bem perto da estátua, em frente da Assembleia, de Jean-Baptiste Colbert, o principal autor do “Code Noir”. Esta revogação acontece 25 anos depois da Lei Taubira, de 2001, em que França reconheceu a escravatura e o tráfico de pessoas escravizadas como crimes contra a humanidade. Resta saber se a revogação vai abrir a discussão sobre reparações, algo que não está no texto, mas que também alimentou os debates na Assembleia, com vários parlamentares a salientarem que antigos proprietários de escravos receberam indemnizações, ao contrário dos próprios escravos. Reparar também passa por abrir o debate, acrescenta António de Almeida Mendes. “É um debate que está mesmo no centro dos debates sobre os crimes do passado. Será que temos de só ficar nesse reconhecimento moral do crime ou ir mais além e considerar que as desigualdades de hoje em dia que subsistem, em termos de acesso à riqueza, em termos de discriminação racial, em termos de racismo, será que isso necessita de ir mais além de uma condenação moral e de abrir o debate sobre as reparações financeiras? É um debate que já tem dez anos, iniciou-se na América Latina, está muito presente nos Estados Unidos. Então, há essa questão: será que a gente pode imaginar uma reparação financeira, que não é só uma reparação em termos monetários, mas uma reparação sobre o que é que a gente pode reparar em termos de desigualdades criadas por esses crimes do passado”, sublinha António de Almeida Mendes. A 21 de Maio, a proposta de lei recebeu o apoio do Presidente francês, Emmanuel Macron, que considerou que manter estes textos em vigor, mesmo sem efeitos legais, constitui "uma traição à República". Durante uma recepção no Palácio do Eliseu para assinalar o 25º aniversário da Lei Taubira, o Presidente afirmou que "esta imensa questão" não deve ser ignorada, mas preveniu que não se devem fazer "falsas promessas" e não anunciou quaisquer acções concretas. Macron falou na “reflexão inacabada” sobre a questão das reparações que, a seu ver, passam pelo “reconhecimento” e nunca poderão ser “totais”. Presente na cerimónia, a autora da lei e antiga ministra, Christiane Taubira lembrou que, no final de Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que considerou a escravatura e o tráfico de pessoas africanas como “os crimes mais graves contra a humanidade”. A França e outros países europeus abstiveram-se porque consideraram que não deve haver hierarquia entre crimes contra a humanidade. Emmanuel Macron recordou, ainda, que lançou, há um ano, um trabalho de historiadores para avaliar "o preço" da liberdade imposta pela França ao Haiti, estando as conclusões previstas serem entregues em Dezembro. A 17 de Abril de 2025, o Presidente francês reconheceu, em comunicado, “a força injusta da História” imposta ao Haiti que, há 200 anos (1825), foi obrigado a pagar a França uma indemnização colossal para que esta reconhecesse a independência da antiga colónia. Na altura, Macron não evocou qualquer reparação financeira por parte de França, como pedido pelas autoridades haitianas. Note-se que, em 2003, o antigo Presidente haitiano, Jean-Bertrand Aristide, avaliou a dívida a 21,7 mil milhões de dólares, algo então visto como “anacrónico” pelo governo francês. Relembremos: Após uma proclamação da independência em 1804, depois de uma vitória contra as tropas de Napoleão Bonaparte, as novas autoridades do Haiti - sob a ameaça dos canhões dos barcos franceses - aceitara, a 17 de Abril de 1825, pagar 150 milhões de "francos-ouro" aos antigos colonos proprietários de terras e de escravos, em troca do reconhecimento da independência pelo rei Carlos X. Em 1938, a soma desceu para 90 milhões. Mas, para pagar, a jovem República das Caraíbas teve de contrair um empréstimo junto de bancos franceses, com juros elevados, numa altura em que afunda o preço do café, o principal recurso do país. O pagamento da dívida durou até 1952, quando se liquidaram os últimos juros. Ou seja, 127 anos a pagar a própria independência ao antigo país colonizador. Para a Fundação para a Memória da Escravatura, esta indemnização colossal arrastou o Haiti para “uma espiral de dependência neocolonial da qual o país não conseguirá sair nunca”. Com 12 milhões de habitantes, o Haiti é hoje o país mais pobre das Américas. Depois da Assembleia Nacional, o texto da revogação do "Code Noir" precisa ainda de passar pelo Senado para se tornar lei.
O corpo das mulheres indígenas, quilombolas e negras da Amazônia é o primeiro território de resistência, e a última linha de defesa de um mundo que o capitalismo tenta destruir. No segundo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos a professora Flávia Marinho Lisbôa, doutora em Letras e Estudos Linguísticos pela UFPA, professora adjunta da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, na Faculdade de Educação do Campo, e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPA. Autora do livro Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na Universidade: língua como linha de força do dispositivo colonial(EDUFBA, 2022). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo Corpo-Utópico: Território e Dimensões de Gênero na Amazônia, um ensaio que parte de Foucault, atravessa a Amazônia Oriental e chega até os corpos concretos de mulheres que estão, hoje, segurando o céu com as próprias mãos. Conversamos sobre corpo-território, heterotopia, racismo linguístico, o protagonismo político das mulheres amazônidas, e a violência colonial que atinge primeiro os corpos que mais resistem. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e onde os povos originários sempre estiveram.
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Meditação Católica
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Culto de Celebração, formatura do curso de teologia, pastor Nichermon Henrique.
O Papa Leão XIV inicia a partir desta segunda-feira, 13 de Abril, uma digressão africana que o leva a vários países do continente, incluindo Angola, onde estará entre 18 e 21 de Abril. A visita insere-se num contexto de aproximação entre a Santa Sé e vários Estados africanos, com destaque para Angola, país de forte tradição católica. A visita a Angola destaca-se pelo impacto religioso e diplomático, relançando o debate sobre reconciliação e desigualdades no país, como explica o analista político Osvaldo Mboco. Em entrevista à RFI, o analista político Osvaldo Mboco sublinha que a deslocação a Angola ultrapassa a dimensão estritamente religiosa. “Nós assistimos nos últimos anos uma maior aproximação entre a Igreja Católica e o Governo angolano e penso que esta visita, para além do simbolismo religioso que ela tem, acarreta consigo um simbolismo das relações entre os Estados do Vaticano e o angolano”. O lema da visita “peregrino da esperança, da reconciliação e da paz” continua, segundo o analista, plenamente actual no contexto angolano. “Faz sentido [continuar a falar de reconciliação] porque o conflito civil angolano terminou recentemente, há 24 anos. E olhando para a nossa própria história, os acontecimentos sociais, uma certa tensão política entre os angolanos, algumas feridas ainda não estão completamente saradas”, afirmou Osvaldo Mboco. O analista considera que ainda existem sinais de divisão política no país, sobretudo entre os principais partidos. “Ainda é visível uma certa política de discriminação entre os dois maiores partidos Angola”, referindo-se ao MPLA (poder) e à UNITA (oposição). Para Osvaldo Mboco, “ainda falta a busca do consenso e de diálogo para as questões estruturais dos dois grandes partidos políticos em Angola” e sublinha que “o país ainda fica muito a reboque das decisões das tensões existentes entre esses dois partidos políticos”. Questionado sobre a possibilidade de a visita ser alvo de aproveitamento político num ano pré-eleitoral, o analista afasta essa hipótese: “Eu penso que não, porque quer a UNITA quer o MPLA sobre questões religiosas… gravitam na mesma direcção” e acrescenta que figuras políticas, de ambos os campos, conhecem bem o Vaticano e mantêm relações institucionais estáveis com a Santa Sé. Ainda assim, reconhece que “nós estamos num ano politicamente sensível, um ano pré-eleitoral”. Em Angola, os pontos altos da deslocação do Sumo Pontífice são as celebrações na Centralidade do Kilamba, a cerca de 30km da capital, depois vai deslocar-se ao Santuário de Nossa Senhora da Muxima, na província de Ícolo e Bengo, o 'principal local de peregrinação nacional. Fica a cerca de 130 km de Luanda. Além disso, Leão XIV vai ainda a Saurimo, no Leste de Angola, junto à fronteira com a RDC. A visita do Papa a estas três realidades distintas poderá, segundo Osvaldo Mboco, transmitir uma mensagem sobre as desigualdades do país: “Angola é um país que apresenta características assimétricas do ponto de vista de desenvolvimento”. O Papa poderá deixar uma mensagem de unidade e de apelo à coesão nacional: “os angolanos precisam continuar a trabalhar, continuar a estar unidos e na fé e no espírito de reconciliação nacional”. Sobre Saurimo, coração da região diamantífera, Mboco sublinha o contraste entre riqueza natural e pobreza social, mas ressalva que a presença do Papa nessas regiões pode servir também como alerta: “passar a mensagem da necessidade de melhor se trabalhar e melhor se estabelecer algumas metas para o desenvolvimento e crescimento dessa mesma província”.
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Marcas no corpo que parecem estar ligadas a vidas passadas.Até que ponto isso é imaginação… e quando começa a ficar difícil ignorar?Hoje no Plugado, Carlos Mafia recebe Alexandre Pereira, do canal Dimensão Mental, para um papo sobre casos de renascimentos, o motivo de não lembrarmos de vidas anteriores e as dúvidas que esse tema levanta.Também abordamos as experiências de quase morte e quando a espiritualidade ajuda… e quando começa a virar negócio.Um episódio com muitos questionamentos, discordâncias e temas que muita gente evita.Aperte o play e fique Plugado.Alexandre Pereira: https://www.instagram.com/dimensaomental/?hl=pt-brDimensão mental: https://www.instagram.com/dimensaomental/?hl=pt-brCarlos Mafia: https://www.instagram.com/carlosmafia/Plugado Estúdios: https://www.instagram.com/plugadoestudios/?hl=ptPlugado Podcast: https://www.instagram.com/plugadopodcast/?hl=pt @DimensãoMental @CanalSextoSentido
Culto Domingo às 19h - em Cachoeiro e Vila Velha - EShttps://igrejavivoscomcristo.com Somos Igreja de Cristo, comprada por Seu sangue, perdoada e estabelecida por Sua Justiça.Nosso propósito é chegarmos ao pleno conhecimento de Jesus, unidos em uma só fé, a fim de sermos transformados pelo Evangelho e alcançarmos Sua estatura. Cremos na perfeição do Seu sacrifício, que nos capacita para frutificarmos e assim cumprirmos o propósito da nossa existência.Esboços das mensagens: https://igrejavivoscomcristo.com/esbocos
Francisco José Viegas recorda "picardia" entre Lobo Antunes e Saramago, considera-a "importante". Escritor e jornalista diz que "sem picardias, pequenas polémicas e controvérsias não vale a pena vir".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os crimes sexuais e a teia de ligações de Jeffrey Epstein, pedófilo milionário americano, continuam a dar que falar. Oiça o mais recente episódio do podcast “O Mundo A Seus Pés” com Adriana Cardoso, comentadora SIC, e Ricardo Durães, jornalista nos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
Conheça os três passos para se conectar com a quinta dimensão.
“Mas essas coisas são apenas uma amostra, um eco bem fraco do que Deus é capaz de fazer. Quem pode compreender a verdadeira grandeza do seu poder?”” Jó 26:14 NTLH Você tem dimensão da grandeza do poder de Deus?Por mais inteligente que um homem possa ser, jamais terá condições de compreender a Deus em sua plenitude e poder. Desta forma como poderíamos julga-lo pelo seus propósito e da forma de agir em nossa vida?Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais temos a nitidez de sua grandiosidade e poder. E com isso ainda que não saibamos o “que” e “como” ele vai fazer, temos a confiança que será melhor do que possamos imaginar.Pode ser que jamais teremos dimensão real do tamanho de Deus, mas sempre temos condições de enxerga-lo muito maior que nossos problemas.Pergunte a si mesmo:Quem tem sido maior em sua vida, o problema ou Deus?Oração: Senhor nos ajude a cada dia estar mais próximo de ti para que possamos ter cada vez mais a confiança de seus propósitos. Em nome de Jesus, amém!Que você tenha hoje um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio #devocionaisdiarios#deusfalacomigo#MeuDeusEMaior#DeusPoderoso#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Sandra Regina Rudiger não tem dúvida em afirmar que a verdadeira sabedoria é aquela que atravessa gerações, tradições e fronteiras — e permanece viva dentro de nós como uma chama que nunca se apaga. Talvez por isso ela tenha dedicado praticamente toda a sua vida a decifrar, viver e transmitir um conhecimento que, por muito tempo, foi reservado a poucos: a Cabala — esse mapa ancestral do funcionamento da alma, da vida e do universo. Nascida em uma família de origem judaica, esta minha convidada começou seus estudos ainda aos 14 anos, mergulhando nas histórias da Torá, em pleno Antigo Testamento, enquanto crescia numa escola católica tradicional. Talvez tenha sido ali, entre símbolos tão diferentes — e tão complementares — que ela percebeu que a espiritualidade não é propriedade de ninguém, mas um fio invisível que costura todas as tradições quando há abertura de coração. E abriu-se. E abriu caminhos. Ainda jovem, foi preparada pelos instrutores que a introduziram aos ensinamentos mais profundos da Cabala, num tempo em que esse conhecimento era compartilhado quase exclusivamente entre homens. Ao lado da mãe, da irmã e — mais tarde — das sobrinhas, formou uma verdadeira linhagem feminina que ousou ocupar um espaço que antes não lhes era permitido. Um resgate silencioso, firme e profundamente transformador. Em 2001, publicou seu primeiro livro — A Cabala e as Empresas — conectando a sabedoria milenar ao universo corporativo muito antes de isso virar tendência. Paralelamente, sua trajetória na Ordem Rosacruz a levou ao 12º grau e à atuação como palestrante oficial, aprofundando-se em arquétipos, símbolos e caminhos internos. Desde então, segue transmitindo esses conhecimentos em cursos, grupos de estudo e palestras — inclusive em lojas maçônicas — sempre fiel às fontes originais. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a psicóloga, professora e estudiosa da Cabala, Sandra Regina Rudiger, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento e foi categórica: “Precisamos elevar a nossa consciência para uma outra dimensão”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tanya 15 Kislev Cap 6 Parte 2 -A dimensão externa da Torá ligada ao mundo e a interna com Dus
Rui Costa foi eleito com 65.89% dos votos e segue para mais um mandato como presidente do SL Benfica. Noronha Lopes mostra-se desiludido. Bruno Roseiro, editor de Desporto do Observador é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Costa foi eleito com 65.89% dos votos e segue para mais um mandato como presidente do SL Benfica. Noronha Lopes mostra-se desiludido. Bruno Roseiro, editor de Desporto do Observador é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O QUE É SER UNGIDO? EP 2Falaremos sobre as Três Dimensões da Unção:Posição - Nossa identidade em CristoHabilidade - Capacitação sobrenaturalIdentidade - Quem somos em DeusUnção e crise de identidade é uma jornada de descoberta sobre quem você realmente é em Cristo e como viver na plenitude da sua verdadeira identidade espiritual!!!
Rui Costa foi eleito com 65.89% dos votos e segue para mais um mandato como presidente do SL Benfica. Noronha Lopes mostra-se desiludido. Bruno Roseiro, editor de Desporto do Observador é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DAS BACKROOMS? Um lugar infinito, amarelo, com carpete molhado e um zumbido no ar… Muita gente jura que já esteve lá – e nunca mais voltou igual!Neste episódio arrepiante (e hilário) do BUNKER X, Affonso Solano e Afonso 3D mergulham no terror surreal desse universo paralelo que começou como um creepypasta, mas que esconde ligações bizarras com física quântica, realidades alternativas e experimentos secretos.E para investigar esse mistério de outro mundo, os nossos apresentadores chamaram reforços de peso: os Agentes X mirins Gohan (sobrinho do Solano) e Pedrinho 3D (filho do Afonso 3D) — que vão dar seus relatos, teorias e medos mais profundos sobre o que pode estar escondido atrás das paredes da realidade…Portas que não deveriam existir?Glitches no mundo real?Como escapar das Backrooms (se é que dá)?Vem com a gente desvendar esse enigma bizarro e prepare-se para nunca mais olhar para um corredor vazio da mesma forma…
O que disse Pinto Balsemão no programa "A Três Dimensões" da Renascença?1f9e9a43-59af-f
Mais de três milhões de pessoas em Portugal sofrem de dor crónica, doença à qual é dedicada a nova secção do Observador. Com Mariana Carvalho, Filipe Antunes e Paulo Farinha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mensagem compartilhada na noite do dia 12 de Outubro de 2025 pelo pastor Bené Gomes da Nova Igreja Ipanema.
Palestra realizada no SIMESPE dia 06 de agosto de 2017 em Olinda PE. O que faz uma terra encontrar a verdadeira paz? Neste episódio, mergulhamos no *segredo transformador do pensamento* como força criadora, espiritual e social. Descobrimos que não basta desejar a paz: é preciso cultivá-la nos pensamentos, nas palavras e nas ações do cotidiano.O estudo mostra que o *pensamento humano* não é apenas individual, mas uma energia viva que sustenta a vida, influencia ambientes, constrói destinos e nos conecta a Deus. Em sua dimensão superior, aproxima-nos do sagrado e fortalece a simplicidade, a confiança e a paz. Quando degradado, gera violência, desequilíbrios e sofrimento.A reflexão também aborda a *família* e as *relações humanas* como espaços fundamentais para educar o pensamento e construir a harmonia coletiva. As crises e desafios da vida são apresentados não como castigos, mas como oportunidades de aprendizado e purificação.Ao final, compreendemos que a verdadeira paz de uma terra nasce do íntimo de cada pessoa, iluminada pelo Evangelho e sustentada pela responsabilidade com a justiça divina.---
Você já se perguntou como é a vida de quem dedica sua carreira à conservação da fauna e à coexistência entre humanos e animais?