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Urussanga ganhou novo destaque no cenário educacional ao conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o Selo Ouro no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) reconhece as políticas públicas eficazes na área voltadas à alfabetização infantil e, conforme os dados divulgados pelo Governo Federal o município alcançou 133 pontos do total de 150. Para receber o Selo Ouro, a Secretaria Municipal de Educação de Urussanga atendeu diversos critérios técnicos, como a adesão à Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização, a implementação de programas próprios de alfabetização alinhados ao MEC, a formação continuada de professores e gestores escolares, a distribuição de materiais didáticos complementares e o monitoramento constante do desempenho dos estudantes nas séries iniciais. Em Santa Catarina, 204 municípios receberam o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, sendo 84 com Selo Ouro, 93 com Selo Prata e 27 com Selo Bronze. A certificação integra o Programa Criança Alfabetizada, alinhado ao Plano Nacional de Educação (PNE), e tem como objetivo garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até o final do 2º ano do Ensino Fundamental. A secretária de Educação de Urussanga, Andreza Cristina Bonetti, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta quinta-feira (12) e falou sobre a conquista. Ouça a entrevista completa:
Renato Feder - Secretário da Educação
Renato Feder - Secretário da Educação
O Governo de São Paulo recebeu o selo ouro na 2ª edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, organizado pelo Ministério da Educação (MEC) e divulgado nesta segunda-feira (9). O título reconhece ações de estados, municípios e o Distrito Federal para alfabetização infantil e recomposição de aprendizagens.
Alfabetização e letramento não são a mesma coisa e compreender essa diferença é essencial para a prática pedagógica.Neste episódio, explicamos de forma simples o que caracteriza a alfabetização, o que define o letramento e por que ambos são fundamentais para que o aluno não apenas aprenda a ler e escrever, mas saiba usar a linguagem de forma funcional e significativa na sociedade.Um conteúdo indispensável para educadores que desejam fortalecer o ensino da leitura e da escrita com intencionalidade e sentido.
Entrevista original foi feita em inglês. Esse episódio é a leitura da transcrição traduzida (feita por IA). Áudio original em inglês, com legendas em português, você encontra no episódio UG#136a.A Ciência da Leitura não é uma filosofia ou uma tendência passageira — é um conjunto de pesquisas que abrange mais de cinco décadas. Nesta entrevista, Donna Hejtmanek, educadora veterana com quase 50 anos de experiência, explica por que as abordagens dominantes de "Método Global" e "Balanced Literacy" (Alfabetização Equilibrada) levaram a um declínio nos índices de alfabetização e por que uma mudança para a Alfabetização Estruturada é uma necessidade científica.Nos aprofundamos na neurociência cognitiva de como o cérebro realmente aprende a ler, explorando o trabalho de pesquisadores como Stanislas Dehaene e Linnea Ehri. Discutimos o "Milagre do Mississippi" e por que milhares de professores estão vivenciando um "despertar" profissional ao abandonarem os métodos baseados em advinhação (como o método das três pistas) e adotarem o ensino explícito de fonética, mapeamento ortográfico e os cinco pilares da leitura.Donna Hejtmanek é professora de educação especial aposentada e uma importante defensora da alfabetização. Ela é a fundadora da enorme comunidade do Facebook "Science of Reading—What I Should Have Learned in College" (A Ciência da Leitura — O Que Eu Deveria Ter Aprendido na Faculdade), que se tornou um centro global para educadores em transição para práticas baseadas em evidências.*** APOIE O CANAL ***Apoio mensal:https://apoia.se/podcastuniversogeneralistaPIX: universogeneralista@gmail.com*** Links ***FB Group - Science of Reading: What I Should Have Learned in CollegeThe Reading LeagueInternational Dyslexia AssociationReading RocketsCOX CampusNational Council on Teacher Quality (NCTQ)Para mais materiais:https://docs.google.com/document/d/1FMa1GR2UaCD1uGVv3H2TuWprbEaC55IMoCWKsenT19s/edit?tab=t.0
Convidamos você a participar da I Jornada Magda Soares pela Alfabetização!Em parceria com o Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da Faculdade de Educação da UFMG, celebramos a trajetória dessa referência para a educação no Brasil que foi a professora Magda Soares.Magda Soares foi professora titular emérita da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadora do CEALE. Em 2017, recebeu o prêmio Jabuti de melhor livro de não ficção do ano com Alfabetização: a questão dos métodos, lançado pela Contexto.Venha celebrar a memória da professora conosco.Viva Magda!Terça, 12 de setembro19hNo YouTube da Contexto e do CealeCom certificado e sorteio de kits
Em novembro, no Ceale Debate, a professora integrante do Grupo de Pesquisa em Alfabetização (GPA/CEALE), Josiane de Assunção Marcelos, vai apresentar uma pesquisa-intervenção realizada no pós-pandemia, que tem como foco o processo de apropriação da escrita alfabética por crianças do 3º ano do Ensino Fundamental egressas do ensino remoto. O estudo foi realizado no Mestrado Profissional PROMESTRE/FaE/UFMG com orientação da professora e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), Valéria Barbosa Machado. A pesquisa investiga como o Programa de Escrita Inventada (PEI) pode contribuir para a superação das dificuldades na escrita alfabética entre crianças que tiveram a formação inicial impactada pelo ensino remoto.
Em setembro, o Ceale Debate prestará uma homenagem especial à educadora Magda Soares, com foco em suas contribuições para a alfabetização, em conjunto com a II Jornada Magda Soares pela Alfabetização. O evento trará reflexões sobre o método de alfabetização defendido por Magda Soares, suas influências nas propostas pedagógicas voltadas para a alfabetização na escola pública brasileira, e os desafios e perspectivas trazidos pelas pesquisas no campo.
No Ceale Debate do mês de agosto, vamos receber as professoras Mariana Eller e Daniela Montuani para apresentarem a pesquisa de mestrado que teve como objeto de estudo o uso de letras móveis na alfabetização. Serão destacadas, especialmente, a potencialidade desse recurso didático no processo de alfabetização, perspectivas de professoras sobre o seu uso em turmas do 1° ano do Ensino Fundamental e reflexões sobre propostas didáticas e estratégias de mediação docente com as letras móveis.
No Ceale Debate de junho, vamos receber a professora Maria do Socorro Macedo, Coordenadora Geral de Alfabetização na Diretoria de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da SECADI-MEC, para conversarmos sobre o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA. O Pacto é uma política pública intersetorial do Ministério da Educação para a Educação de Jovens e Adultos e tem como objetivos: superar o analfabetismo e elevar a escolaridade de jovens, adultos e idosos; ampliar a oferta de matrículas da EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e ampliar a oferta da EJA integrada à educação profissional.
O processo de alfabetização atravessado por práticas significativas de leitura literária cria memórias, abre frestas para questionamentos, amplia e potencializa as percepções sobre o mundo. No Ceale Debate de outubro, receberemos a professora Patrícia Barros, do Centro Pedagógico da UFMG, que irá compartilhar seu trabalho de ensino e sua pesquisa sobre a literatura infantil e representatividade negra na alfabetização.Que temas, imagens, autoras e autores estão presentes nas narrativas inseridas no ambiente escolar? A partir de práticas de ensino e pesquisa junto a crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, Patrícia Barros apresentará reflexões sobre essa questão, destacando protagonismos e ausências em que a literatura e as relações étnico-raciais estão circunscritas no currículo de alfabetização.
Convidamos para assistir a live das professoras Ana Elisa Ribeiro e Cláudia Viana Coscarelli, que lançam seu novo livro Linguística Aplicada: Ensino de Português. O bate-papo será mediado pelo diretor do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da UFMG, Gilcinei Teodoro.A obra, repleta de exemplos e atividades, apresenta uma cronologia do desenvolvimento da Linguística Aplicada, mostrando como ela influenciou e segue influenciando nossas concepções de educação e, mais especificamente, de ensino de português nas escolas.O encontro acontecerá no dia 10 de julho, às 19h, e será transmitido no canal da Contexto e do CEALE. Você não pode perder!Nos vemos lá!
Embora as avaliações de acompanhamento do desenvolvimento da fluência de leitura pelas crianças na alfabetização estejam sendo realizadas continuamente nas escolas há alguns anos, esse tema ainda é pouco expressivo na literatura do campo da alfabetização. Neste Ceale Debate, serão discutidos alguns (pré)conceitos pedagógicos que circulam sobre a fluência de leitura, assim como um panorama conceitual para compreensão das dimensões cognitivas e didáticas que impactam especificamente o processo de consolidação da alfabetização. A professora Patrícia Camini apresentará o trabalho que tem realizado no LÁPIS - Laboratório de Alfabetização da UFRGS, há 6 anos, com foco na aquisição e ampliação do repertório didático docente para desenvolver estratégias específicas de fluência de leitura, articulando-as ao desenvolvimento da compreensão.
No Ceale Debate de abril recebemos a professora Eliane Ramos para falar sobre seus estudos e trabalhos com a educação inclusiva. A convidada discutirá questões relacionadas ao tema, como: você acredita que todas as pessoas podem aprender a ler e a escrever?; precisamos de novos métodos que partam de deficiências específicas ou precisamos tornar o ensino da alfabetização e do letramento mais acessível a todos os alunos? O objetivo dessa discussão é provocar reflexões sobre a importância de identificar e de combater o capacitismo no ensino da leitura e da escrita, na escola inclusiva.
No primeiro Ceale Debate de 2023, recebemos as professoras Maria do Socorro Nunes Macedo (UFSJ) e Maria Silvestre (Rede Municipal de Araripe - CE) que vão apresentar resultados de uma pesquisa nacional (AlfaRede) que vem acompanhando a alfabetização desde 2020, quando se iniciou a pandemia. Após o primeiro balanço sobre a alfabetização no ensino remoto emergencial, a AlfaRede voltou-se para a investigação do que ocorreu e está ocorrendo com a alfabetização no "pós-pandemia": quais as principais dificuldades enfrentadas pelas docentes?; qual o perfil da aprendizagem das crianças após quase dois anos afastadas da escola presencial?; como as professoras e as redes de ensino enfrentam o desafio de alfabetizar as crianças?; as tecnologias continuam presentes no ensino e de que modo?; como está a frequência das crianças? Essas e outras perguntas são objeto de análises de dados quantiqualitativos coletados em quase todos os Estados de todas as regiões do Brasil.
No Ceale Debate de outubro, a professora Telma Ferraz Leal, da Universidade Federal de Pernambuco, vai compartilhar um pouco de suas pesquisas sobre diferentes tipos de heterogeneidade humana e seus impactos sobre os processos de ensino e de aprendizagem. Serão compartilhadas, também, estratégias didáticas para garantia do princípio da equidade na educação e do propósito de colaborar com a formação humana crítica dos estudantes.
O Ceale Debate de setembro faz uma homenagem à professora Magda Soares. Principal referência para os estudos sobre alfabetização e letramento e fundadora do Ceale, a professora Magda completa 90 anos com invejável atuação na educação básica com a parceria construída em Lagoa Santa e no campo acadêmico com publicação de importantes livros em que explicita pressupostos teórico-práticos e metodológicos do campo da alfabetização. Para esta homenagem, convidamos Anne-Marie Chartier, Artur Gomes de Morais, Isabel Cristina Frade e Sara Mourão Monteiro para um diálogo sobre a produção recente de Magda que continua a nos instigar a garantir o direito de todas as crianças aprenderem a ler e a escrever.
No Dia Mundial da Alfabetização, dia 8 de setembro, teremos uma live especial para celebrar os 90 anos de uma das maiores defensoras da Educação brasileira, referência no letramento e alfabetização: a professora Magda Soares!!Além da professora Magda, receberemos sete convidados, profissionais de referência da Educação. Eles falarão sobre a importância do trabalho e experiências que tiveram com a aniversariante. A mediação será do prof. Jaime Pinsky, fundador da Editora Contexto. A live será transmitida nos canais do Youtube da Contexto e do Ceale.Não perca!!Durante a Live, teremos cadastro para certificado de participação emitido pela Contexto. E, para marcar a data, nos dias 8 e 9 de setembro o kit com os livros da professora Magda estarão com 50% de desconto no site da Contexto: https://bit.ly/3pRhl0B Saber desse e outros eventos da Contexto, assine a Newsletter: https://bit.ly/2X2So4q
Para o primeiro Ceale Debate do segundo semestre, recebemos a professora Luciane Manera (UFJF). Na discussão, abordaremos questões didático-metodológicas e linguísticas que fundamentam nossa proposta metodológica de alfabetização. Um trabalho apoiado em diferentes materiais, jogos e atividades, porém alicerçado fortemente no livro infantil como suporte para a sistematização da alfabetização. Trataremos, ainda, do ensino do alfabeto para além da mecanização.
Número de alunos nos níveis mais críticos de pré-leitura passou de 26% em 2023 para 7% em 2025; pela primeira vez os 645 municípios do estado participam da avaliação
A Ciência da Leitura não é uma filosofia ou uma tendência passageira — é um conjunto de pesquisas que abrange mais de cinco décadas. Nesta entrevista, Donna Hejtmanek, educadora veterana com quase 50 anos de experiência, explica por que as abordagens dominantes de "Método Global" e "Balanced Literacy" (Alfabetização Equilibrada) levaram a um declínio nos índices de alfabetização e por que uma mudança para a Alfabetização Estruturada é uma necessidade científica.Nos aprofundamos na neurociência cognitiva de como o cérebro realmente aprende a ler, explorando o trabalho de pesquisadores como Stanislas Dehaene e Linnea Ehri. Discutimos o "Milagre do Mississippi" e por que milhares de professores estão vivenciando um "despertar" profissional ao abandonarem os métodos baseados em advinhação (como o método das três pistas) e adotarem o ensino explícito de fonética, mapeamento ortográfico e os cinco pilares da leitura.Donna Hejtmanek é professora de educação especial aposentada e uma importante defensora da alfabetização. Ela é a fundadora da enorme comunidade do Facebook "Science of Reading—What I Should Have Learned in College" (A Ciência da Leitura — O Que Eu Deveria Ter Aprendido na Faculdade), que se tornou um centro global para educadores em transição para práticas baseadas em evidências.*** APOIE O CANAL ***Apoio mensal:https://apoia.se/podcastuniversogeneralistaPIX: universogeneralista@gmail.com*** Links ***FB Group - Science of Reading: What I Should Have Learned in CollegeThe Reading LeagueInternational Dyslexia AssociationReading RocketsCOX CampusNational Council on Teacher Quality (NCTQ)Para mais materiais:https://docs.google.com/document/d/1FMa1GR2UaCD1uGVv3H2TuWprbEaC55IMoCWKsenT19s/edit?tab=t.0
O Ceale Debate de junho encerra o Ciclo sobre Laboratórios de Alfabetização da rede AlfaLabs, com as professoras Silvana Zasso e Gabriela Nogueira, que apresentarão o LAPIL – Laboratório de Alfabetização e Práticas de incentivo à leitura, do qual são coordenadoras. O LAPIL, vinculado a Universidade Federal do Rio Grande - FURG é um espaço de encontro, de criação e de trabalho colaborativo. Acolhe docentes e estudantes da graduação e da pós-graduação, bem como professoras e professores da educação básica, interessados em estudar, socializar práticas, produzir materiais didáticos, ler e escutar histórias. Por meio do ensino, pesquisa e extensão desenvolve projetos no campo da alfabetização, visando contribuir com a formação inicial e continuada de professores.
A professora da UFRGS, Patrícia Camini, discutirá a dimensão formativa da atuação do LÁPIS - Laboratório de Alfabetização no desenvolvimento de ações colaborativas entre universidade e escolas para a produção de saberes específicos sobre a docência na alfabetização, estratégias pedagógicas e recursos didáticos. Serão apresentados percursos de criação do laboratório de alfabetização, ações de ensino, pesquisa e extensão e relatos de estudantes do curso de Licenciatura em Pedagogia e de professora da Educação Básica.
O Ceale Debate de março inicia o "Ciclo Ceale Debate Laboratórios de Alfabetização" que contará, ao longo dos meses de março, abril, maio e junho com a apresentação de quatro laboratórios que compõem a Rede AlfaLabs. Na abertura deste ciclo, as professoras Daniela Freitas Brito Montuani e Maria José Francisco de Souza apresentarão o percurso de constituição e as ações de ensino e extensão desenvolvidas no Laboratório de Alfabetização e Letramento – LAL do Ceale, refletindo sobre o seu papel na formação inicial e continuada de docentes e sobre os desafios na realização das ações previstas.
Magda Soares discute o conceito de alfabetização em Paulo Freire e defende a presença, em sua pedagogia, de letramento associado à alfabetização, embora esse termo não tivesse ainda entrado no vocabulário da educação em seu tempo de vida.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.
O primeiro Ceale Debate de 2021 recebe o professor Lourival Martins e a professora Adelma Mendes, atuais presidente e vice-presidente, respectivamente, da Associação Brasileira de Alfabetização (ABAlf), para dialogar sobre ações da Associação nos embates e debates sobre alfabetização e sobre espaços de participação de professoras(es) alfabetizadoras(es) nessas ações. Fundada em 2012, a ABAlf é uma organização que nasce com o objetivo de articular, acompanhar e fomentar pesquisas e políticas públicas no campo da alfabetização. Em função de seus objetivos traz para si atores e instituições que somam os mesmos ideais no campo da alfabetização. Por esse prisma, a ABAlf tem por princípios fundamentais o diálogo, a troca e o agir. Assim, quais são os diálogos que a Associação vem estabelecendo com as(os) alfabetizadoras(es)? Qual é o lugar das(dos) docentes dos anos iniciais na ABAlf? Essas são algumas das questões que serão levantadas na live de março do Ceale Debate.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG. Francisca é a atual diretora do Ceale e Maria José é pesquisadora do Ceale.
Após muitas pesquisas e estudos sobre alfabetização e letramento, Magda Soares, depois de se aposentar na UFMG, envolveu-se há já 12 anos em um trabalho voluntário de desenvolvimento profissional das professoras e professores da pré-escola e dos anos iniciais do ensino fundamental em uma rede municipal de educação (Lagoa Santa, MG). A vivência no cotidiano das salas de aula, em estreita interação com as/os professoras/es e com as crianças permitiu analisar e criar práticas de ensino à luz de teorias de desenvolvimento e aprendizagem, e formular uma ação educativa de alfabetização e letramento que tem revelado muito bons resultados. Neste Ceale Debate de setembro, vamos conversar com Magda sobre seu novo livro "Alfaletrar - Toda criança pode aprender a ler e a escrever", que pretende socializar essa ação educativa que ganhou a denominação de ALFALETRAR.Coordenação Ceale Debate: professora Francisca Maciel (FaE/UFMG)
Neste episódio do Cealecast, a conversa propõe reflexões sobre as adaptações de obras literárias para crianças e adolescentes e suas contribuições para a formação de leitores e para as práticas pedagógicas na Educação Básica.A mediação é da professora do Centro Pedagógico da UFMG, doutora em Educação pela UFMG e pesquisadora do Ceale, Juçara Moreira Teixeira, com a participação do professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e especialista em Literatura Infantil e Juvenil, Diógenes Buenos Aires de Carvalho.O diálogo aborda como os clássicos literários se transformam ao longo do tempo e ganham novas formas, linguagens e sentidos ao chegar ao público infantil e juvenil.Confira também no YouTube:https://youtu.be/xHCmABxkETU?si=5ZlFeTfWT4z7qeDAO Cealecast é o podcast bimestral do Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita Magda Soares), da Faculdade de Educação da UFMG, sob coordenação da professora e pesquisadora Mônica Araújo.
Renato Feder - Secretário da Educação
Renato Feder - Secretário da Educação
O programa Alfabetiza Juntos SP, iniciativa do Governo do Estado que tem com meta que crianças saibam ler e escrever até os 7 anos de idade, acaba de ganhar destaque internacional da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) por integrar o modelo CARE-KNOW-DO, desenvolvido pela pesquisadora doutora Alexandra Okada, da The Open University, no Reino Unido, no âmbito da iniciativa europeia CONNECT.
O Dia Nacional da Alfabetização é celebrado em 14 de novembro, no Brasil, e para marcar a passagem da data em 2025 o #ConversaHumanista se dedica a refletir sobre o sentido profundo de aprender a ler e escrever, um processo marcado por desafios urgentes e uma potência transformadora. É a mensagem que passam as convidadas especiais deste episódio. As repórteres Daniela Lacerda e Mariana Reyes recebem a pedagoga Caroline Mascela, 44 anos, especialista em orientação educacional e alfabetizadora na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Emílio Massot, e a estudante Ana Clara Ferreira da Silva, 15 anos — uma jovem preta, que atua no Afroconto, alfabetizada pela própria Caroline. Hoje, Ana sonha em se tornar pedagoga. Juntas, elas conversam sobre caminhos, descobertas e o poder que a alfabetização tem de abrir portas, fortalecer identidades e transformar vidas. Ouça!
Na próxima quinta-feira, dia 13, o estado de São Paulo organiza o primeiro Dia A da Alfabetização. A data é mais uma iniciativa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) para promover a alfabetização de estudantes na idade correta, por meio do programa Alfabetiza Juntos SP. A proposta do Estado é que as mais de 1.100 escolas estaduais com turmas de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, assim como as secretarias municipais, realizem atividades lúdicas e de preparação para as avaliações do final do ano, o Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e a Avaliação da Fluência Leitora.
Boletim: SP realiza primeiro Dia A da Alfabetização na quinta-feira by Governo do Estado de São Paulo
Caio Huck Spirandelli recebe Simone Benedetti, professora e pesquisadora independente, para uma conversa contundente sobre a crise da alfabetização no Brasil e o impacto da pseudociência na educação.Partindo do caso do Mississippi, que revolucionou sua educação adotando o ensino fonético, discutimos por que o Brasil insiste em métodos ineficazes, baseados em teorias pedagógicas ultrapassadas e desconectadas da ciência. Simone explica como décadas de políticas educacionais guiadas por ideologia — e não por evidências — criaram gerações de estudantes que chegam ao ensino médio sem saber ler e escrever de forma funcional.A conversa também aborda o papel das universidades, da BNCC e dos cursos de pedagogia na perpetuação de modelos falhos, além da urgência de uma educação baseada em evidências científicas. Falamos sobre os efeitos cognitivos da alfabetização, o impacto da tecnologia na atenção e como a falta de letramento compromete o desenvolvimento humano, social e econômico do país.Entre crítica e esperança, Simone e Caio exploram caminhos possíveis para reconstruir a educação brasileira — e mostram por que alfabetizar bem é o primeiro passo para transformar o futuro do Brasil.Links:Instagram - Profa. Simone BenedettiLivro - A Falácia Socioconstrutivista: Por que os alunos brasileiros deixaram de aprender a ler e escrever (Simone Benedetti)Livro - Contra o Antiensino da Língua Portuguesa (Simone Benedetti)O Milagre da Alfabetização no Mississippi - Link 1 - Link 2 - Link 3 - Link 4*** APOIE O CANAL ***Apoio mensal:https://apoia.se/podcastuniversogeneralistaPIX: universogeneralista@gmail.com
De que forma a escola pode dialogar com as diferentes linguagens que fazem parte do nosso cotidiano?Neste episódio, a professora doutora da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadora do Ceale, Elizabeth Guzzo de Almeida, conversa com a professora das redes públicas do Rio de Janeiro e de Nova Iguaçu, doutora em Educação (UFRRJ) e autora do livro Relatos da Experiência 2.0: Vivências em Multiletramentos na Educação Básica, Cláudia Rodrigues do Carmo Arcenio, e com a professora e orientadora pedagógica da rede pública de Nova Iguaçu, doutoranda em Educação e pesquisadora em formação docente e alfabetização, Renata Melo, sobre como os multiletramentos abrem caminhos para novas formas de ensinar e aprender.
No Brasil, 4 em cada 10 crianças ainda não são alfabetizadas até o fim do 2º ano. Em 2024, o índice chegou a 59,2%, mas segue abaixo da meta. O que esses números revelam? E o que está sendo feito para mudar esse cenário? No mês em que se celebra o Dia Internacional da Alfabetização, as especialistas Kathya Alves, do Sesi-SP, e Priscila Cruz, do Todos Pela Educação, debatem principais gargalos — estruturais ou pedagógicos — que o País ainda precisa enfrentar. Ouça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Dia Mundial da Alfabetização, o Papo fala da comunicação dominada por símbolos digitais. Também debate relacionamentos “Don't Ask, Don't Tell” e a moda de chupeta para adultos.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Os preços medidos pelo IPCA caíram em agosto e o Brasil tem sua primeira deflação mensal, em um ano. Segundo os números divulgados, nesta quarta (10) pelo IBGE, a inflação oficial teve queda de 0,11% no mês, ficando abaixo da alta de 0,26 % em julho. No ano, o IPCA acumula alta de 3,15% e nos últimos 12 meses, de 5,13%. A deflação foi puxada pela queda nos preços de habitação, alimentação e bebidas e transportes. E ainda: Alfabetização de adultos eleva renda em até 23%, aponta estudo.
Se tem duas coisas que Leandro e Caco gostam de fazer é falar de educação financeira e disseminar boas iniciativas. Quando dá pra juntas as duas coisas, então... vixe! Este episódio traz Luís Eduardo Salvatore, fundador e presidente do Instituto Brasil Solidário – IBS. Ele nos contou sobre a história do IBS e como vem fazendo coisas transformadoras Brasil afora, principalmente no tema de educação financeira. Neste caso, de forma lúdica através de jogos de tabuleiros e de cartas, atingindo 2 milhões de pessoas em 7.000 escolas de 10 países da América Latina, com resultados mensurados e comprovados! Pra saber mais e também aprender como levar isso pro seu município ou escola, dá o play! Para saber mais sobre o Luís e o IBS: www.brasilsolidario.org.br www.vamosjogareaprender.com.br www.jogopics.com.br www.filmevirandoojogo.com.br Vídeos e canal temático do IBS: https://www.youtube.com/@BrasilSolidario/videos Canal de Alfabetização Matemática e Financeira do IBS: https://www.youtube.com/@IBSEducacaoFinanceira https://www.instagram.com/brasilsolidario/ https://www.instagram.com/pics_jogo/ https://www.instagram.com/vamosjogareaprender/ Dicas do Luís: - Livro “A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se: Uma estratégia inusitada para uma vida melhor” por Mark Manson - Filme “Jogador no. 1” (Amazon Prime e HBO Max) Assine o canal, siga-nos nas redes sociais e interaja conosco: Caco Santos: https://www.instagram.com/cacosantos_cfp/ https://www.linkedin.com/in/cacosantos-cfp/ https://www.cacosantos.com.br/ Leandro Paiva: https://www.instagram.com/planejador_leandro_paiva/ https://www.linkedin.com/in/leandro-leal-paiva-b329b323/
Na Rádio Rural de Natal, o quadro Bem-Estar e Saúde também conta com a participação da fonoaudióloga Luiza Flora, que traz informações e orientações sobre saúde vocal, comunicação e qualidade de vida.
Projeto da Unesco com o governo moçambicano busca combater o analfabetismo, que afeta em maior proporção as mulheres meninas e mulheres em zonas rurais; ONU News ouviu duas pessoas que tentam vencer essa barreira; Centro Wuxa reúne pessoas acima de 40 anos que querem melhorar de vida.
Empresas brasileiras já têm custos com a chantagem de Donald Trump: as que exportavam para os Estados Unidos pagam hora extra para produzir e enviar os produtos antes de agosto. O presidente americano disse que ainda não é hora de conversar com o Lula. E o presidente brasileiro voltou a falar em reciprocidade de tarifa. Um bicheiro do Rio foi alvo de tiros no fim da manhã na Barra da Tijuca. O Brasil não atingiu a meta de alfabetizar 60% das crianças. O desmatamento na Amazônia aumentou e, no Cerrado, diminuiu. O governo zerou o imposto de fabricação de veículos compactos com selo verde. E a Fórmula 1 antecipa a melhor volta de 2026: é a volta da Fórmula 1 para todas as telas da Globo.
Uma menina promete para sua melhor amiga que só vai ler o seu livro preferido em sua companhia. Esta é a bela ideia deste conto que abre o programa dessa semana. Conversamos sobre o processo de alfabetização e de como desaprendemos a ler em conjunto. Paramos para pensar sobre como a leitura é uma maneira de colorir o mundo e também sobre a necessidade de compartilhar este “cortejo de formigas bailarinas”.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOficina de Reflexão e EscritaOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show