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Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar. Escute o podcast para saber mais!
A sessão da Câmara de Vereadores da última quarta-feira (18) foi marcada por críticas e declarações do vereador Marcelo Alves, o Marcelinho (PP), que questionou atitudes atribuídas ao vereador Tarcísio Padilha dos Santos, o Tininho Maçarico (PSD). Embora não tenha citado nomes diretamente na tribuna, nos bastidores a referência foi associada a Tininho, que chegou a pedir o aparte durante a fala de Marcelinho, mas teve o pedido negado. Entre os principais pontos levantados, Marcelinho mencionou a instalação de caixas d'água na Cohab do Guatá. Segundo ele, a empresa vencedora da licitação teria desistido do serviço após interferências do vereador, que teria retirado documentos das mãos do executor e solicitado mudanças no local de instalação, em desacordo com o projeto original. Em resposta, Tininho Maçarico negou as acusações e afirmou que sua atuação ocorreu a pedido da população local. “Eu quero o bem da população. Eu não sei o que falaram para o vereador Marcelo, porque não condiz o que ele falou. Não peguei a folha da mão do cara. Eu estive lá com a população, pedi a folha, ele me deu tranquilo para resolver a situação”, afirmou. O vereador explicou que levou o documento à secretária de assistência social do município para relatar as demandas dos moradores, que não queriam a caixa d'água instalada em frente às residências. Tininho também reforçou que não houve qualquer tipo de intervenção irregular no processo. “Esse fato não existe. Teve gente do lado que pode provar que foi numa boa conversa. O cara me deu a folha para corrigir os erros, porque tinha pessoas que não estavam de acordo com aquilo ali”, disse. O parlamentar ainda se defendeu de acusações de interferência na atuação de servidores municipais e em órgãos como o SAMU, afirmando que sua postura sempre foi de diálogo e acompanhamento das demandas da comunidade. Ouça a entrevista completa:
Depois da tempestade vem o PTRR. Embora o governo não tenha conseguido a bonança com o anúncio. Um debate em que a oposição acusou Montenegro de ter falhado e que o governo devia ter feito mais, e Montenegro anunciou para a próxima semana um novo rosto para o MAI, que o substitua nas funções de ministro em exercício da Administração Interna em acumulação de funções. Apesar de ter sido o primeiro debate quinzenal depois de eleito o novo Presidente da República, as presidenciais foram esquecidas, atropeladas pelo comboio de tempestades. Quem também se sente maltratado é o secretário-geral do PS, sem resposta às cinco cartas que já escreveu ao primeiro-ministro. A semana viu também ressurgirem como protagonistas Duarte Lima e José Sócrates. Falta sempre qualquer coisa em processos desde há muito emperrados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quinta-feira (19), o destaque foi o ministro Flávio Dino (STF) que proibiu, nesta quinta-feira (19), novas leis com penduricalhos acima do teto constitucional, após a decisão do presidente Lula (PT) de vetar supersalários no Legislativo. O STF analisará o caso na quarta-feira (25). Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, elogiou a atuação do ministro Flávio Dino nos seus dois anos de posse, destacando sua busca constante pela transparência no uso de recursos públicos. Segundo Fachin, o magistrado “tem determinado medidas relevantes”. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deve comparecer à CPMI do INSS nesta segunda-feira (23) para detalhar sua relação com a autarquia. A oitiva foca em suspeitas sobre contratos de empréstimos consignados. Reportagem: André Anelli. A greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista do presidente Javier Milei causou o cancelamento de diversos voos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O projeto em votação na Câmara flexibiliza férias e permite jornadas diárias de até 12 horas. Esta é a quarta paralisação convocada desde 2023 em protesto às medidas econômicas do governo. Reportagem: Julia Fermino. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou para "coisas ruins" caso o Irã não aceite um acordo diplomático. A afirmação ocorreu nesta quinta-feira (19) durante o lançamento oficial do Conselho da Paz, em reunião de alto nível. Forças Armadas americanas encontram-se prontas para um eventual ataque diante da escalada de tensão. Reportagem: Eliseu Caetano. O ex-príncipe britânico, Andrew Mountbatten-Windsor, foi liberado pelas autoridades nesta quinta-feira (19) após prestar depoimento. Embora esteja em liberdade, a polícia mantém a investigação ativa sobre seu suposto envolvimento no caso Jeffrey Epstein. Reportagem: Luca Bassani. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de uma representação no TSE protocolada pelo deputado Lindbergh Farias (PT). A ação aponta propaganda antecipada em um vídeo do ex-ministro Gilson Machado (PL) que exibe adesivos de campanha para 2026. Reportagem: Misael Mainetti. O Congresso Nacional acumula 77 vetos do presidente Lula (PT) para análise, dependendo exclusivamente da pauta estabelecida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Além disso, um projeto na Câmara propõe obrigar a divulgação da agenda semanal de votações legislativas no rádio e na televisão. Reportagem: André Anelli. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comemorou o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói após a escola homenagear o presidente Lula (PT) na Sapucaí. O político classificou a apresentação como de "péssimo nível" e afirmou que a agremiação "já vai tarde" para a série de acesso. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 90:1-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 23–24; MARCOS 1:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Após mais um contratempo na saúde, temi o desconhecido além de meu controle. Um dia, lendo um artigo da revista Forbes, soube que os cientistas estudaram o aumento da “velocidade de rotação da Terra”, declarando que ela “oscilou” e está “girando mais rápido”. Afirmaram que “poderíamos exigir a remoção oficial de um segundo da duração de cada dia”. Embora um segundo não pareça uma grande perda, saber que a rotação da Terra pode mudar pareceu-me algo relevante. Até uma leve instabilidade pode fazer minha fé vacilar. No entanto, saber que Deus está no controle ajuda-me a confiar nele, não importa quão assustador seja o desconhecido ou quão instáveis sejam as circunstâncias. Moisés disse que “Antes que os montes nascessem, antes que formasses a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus” (SALMO 90:2). Reconhecendo o poder, o controle e a autoridade infinita de Deus sobre a criação, o profeta declarou que o tempo não pode restringir o Senhor (vv.3-6). Ao buscarmos mais conhecimento sobre Deus e o mundo criado por Ele, descobriremos como Ele administra o tempo e Sua criação perfeitamente. Deus também é confiável em todas as coisas desconhecidas e conhecidas em nossa vida. Toda a criação permanece segura em Suas mãos amorosas. Por: XOCHITL DIXON
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Onde se investiga como a utilização de Inteligência Artificial (IA) e a tomada de notas tradicional influenciam a compreensão e a memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores descobriram que escrever notas à mão ou combiná-las com IA resultou numa melhor retenção de informação do que usar apenas modelos de linguagem. Embora os estudantes tenham preferido a facilidade e interatividade da IA, esta ferramenta isolada tendeu a promover uma aprendizagem mais superficial. Os resultados indicam que a IA é valiosa para esclarecer dúvidas e reduzir o esforço cognitivo inicial, mas não substitui o processamento profundo exigido pelos métodos clássicos. Assim, os autores sugerem que o sucesso educativo depende da integração equilibrada destas novas tecnologias com estratégias de estudo ativas.#ticeweb
Onde se fala da crescente tendência global de governos que implementam proibições e restrições rigorosas ao uso de redes sociais por menores. Embora exista um forte apoio público a estas medidas devido a preocupações com a saúde mental e a segurança infantil, os especialistas alertam para a facilidade com que os jovens contornam os bloqueios técnicos. A análise destaca que proibições totais podem gerar consequências indesejadas, como empurrar adolescentes para plataformas menos vigiadas ou privá-los de aprender literacia digital de forma segura. Além disso, o setor tecnológico enfrenta novos desafios regulatórios que visam não apenas o conteúdo, mas o próprio design viciante das aplicações. Em última análise, o debate questiona se a solução passa pela exclusão total ou por uma reforma estrutural na forma como estas plataformas operam para todos os utilizadores.
O estudo investigou como o uso de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLM) afeta a compreensão de leitura e a retenção de memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores compararam a eficácia da inteligência artificial face ao método tradicional de tirar notas. Os resultados demonstram que o ato de escrever notas superou o uso isolado de IA em todos os testes de aprendizagem. Embora os estudantes prefiram a IA por reduzir o esforço cognitivo e facilitar o entendimento inicial, a interação passiva com a tecnologia prejudicou a memorização a longo prazo. O relatório conclui que a combinação de métodos tradicionais com ferramentas digitais é a estratégia mais eficaz para o sucesso educativo. Portanto, a IA deve ser utilizada como um parceiro de pensamento e não como um substituto para o envolvimento cognitivo profundo.
Onde se examina como a transição da leitura em papel para os meios digitais está a prejudicar a compreensão e a retenção de informação nas camadas mais jovens. Embora o consumo de conteúdos online seja cada vez mais comum, a investigação demonstra que a qualidade linguística inferior e as distrações constantes destes dispositivos limitam o desenvolvimento cognitivo. Em contraste, os livros impressos promovem o foco profundo e permitem uma ligação tátil que facilita a memorização de narrativas complexas. Os especialistas recomendam que educadores e pais priorizem o formato físico ou e-readers básicos para fortalecer a base gramatical e vocabular das crianças. Curiosamente, dados recentes sugerem que a Geração Z está a regressar ao papel, reconhecendo a superioridade deste meio para a concentração. No geral, o artigo defende um equilíbrio consciente, valorizando a literacia tradicional num mundo saturado de ecrãs.
Embora sejam de gêneros completamente diferentes — um drama introspectivo e um suspense de sobrevivência —, Isso Ainda Está de Pé e o Frio da Morte utilizam o isolamento e a perda como motivadors para a superação. Os filmes estreiam no dia 19 de fevereiro nos cinemas. Em Isso Ainda Está de Pé, um casamento chega ao fim, e com ele, um novo começo inesperado. Alex e Tess enfrentam a difícil jornada da separação amigável, aprendendo a viver separados enquanto criam seus filhos e mantêm amizades. Em meio a isso, Alex descobre um novo hobby na cena de comédia de Nova York, redescobrindo a si mesmo e seu lugar no mundo.Já em O Frio da Morte, uma mulher solitária se perde em estradas perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Carlos Corrêa e Márcio Gomes falam sobre os filmes
Oro Por Você 03067 – 15 de fevereiro de 2026 Deus e Pai, hoje queremos Te pedir, de uma forma especial, por todos aqueles que por causa de seus erros se encontram presos. Embora tenham errado, tenham assaltado, roubado, matado ou cometido outros crimes, eles são Teus filhos e pagam por esses erros nas prisões. Te pedimos por todos esses encarcerados, cada um em particular. Perdoa as faltas confessadas, alivia os sofrimentos físicos, o peso da consciência e os ajude a sentir o perdão, o Teu amor, a Tua paz. Envia o Espírito Santo para estar com eles e que deixem a vida de pecado, de maldade e aceitem a Tua salvação e assim alcancem toda a liberdade que têm os que Te aceitam. Pedimos em nome de Jesus, amém. Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ISAÍAS 1:15-20 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 14; MATEUS 26:51-75 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A cor vermelha nem sempre parece natural nos produtos que fazemos. Como colocar a cor vibrante da maçã numa camiseta ou batom? Antes, a tinta vermelha era feita usando argila ou rochas do mesmo tom. No séc. 15, os astecas inventaram uma técnica de usar as cochonilhas para fazer corante vermelho, e atualmente, esses insetos são a principal fonte mundial deste pigmento. Na Bíblia, o vermelho simboliza a realeza, também o pecado e vergonha. Além disso, é a cor do sangue. Quando os soldados “Tiraram as roupas de Jesus e puseram nele um manto vermelho” (MATEUS 27:28), esses três simbolismos fundiram-se numa imagem de dor: Jesus foi ridicularizado como rei fictício. Foi coberto de vergonha e vestiu a cor do sangue que logo derramaria. Mas Isaías traz a promessa de que este Jesus carmesim nos limparia dessa mancha: “Embora seus pecados sejam como o escarlate, eu os tornarei brancos como a neve” (ISAÍAS 1:18). Os insetos cochonilhas usados na fabricação do corante vermelho são brancos por fora, e só liberam seu sangue carmesim quando são esmagados. Vemos o eco de outras palavras de Isaías: “[Jesus foi] esmagado por causa de nossos pecados” (53:5). Jesus nunca pecou, mas veio nos salvar do pecado. Em Sua morte esmagadora, Ele suportou o escarlate para que pudéssemos nos tornar mais alvos que a neve. Por: KENNETH PETERSEN
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 SAMUEL 22:1-4; 48-51 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 11–12; MATEUS 26:1-25 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Ao longo de seus 70 anos como monarca do Reino Unido, a rainha Elizabeth II endossou apenas uma biografia sobre sua vida com um prefácio pessoal, “A rainha serva e o Rei a que ela serve” (tradução livre). Lançado em comemoração a seu 90º aniversário, o livro conta como sua fé a guiou ao servir a seu país. No prefácio, ela expressou gratidão pelas orações e agradeceu a Deus por Seu amor inabalável. Ela concluiu: “Realmente vi a Sua fidelidade”. A declaração da rainha Elizabeth ecoa os testemunhos de homens e mulheres ao longo da história que experimentaram o cuidado fiel e pessoal de Deus na vida deles. Esse tema está presente em uma bela canção que o rei Davi escreveu enquanto refletia sobre sua história. Registrada em 2 Samuel 22, a canção expressa a fidelidade de Deus em proteger Davi, provendo-o e até mesmo resgatando-o quando sua própria vida estava em perigo (vv.3-4,44). Como reação por ter experimentado a fidelidade de Deus, Davi escreveu: “cantarei louvores ao teu nome” (v.50). Embora haja beleza adicional quando a fidelidade de Deus é vista durante uma longa vida, não precisamos esperar para relatar Seu cuidado por nós. Quando reconhecemos que não são nossas habilidades que nos conduzem pela vida, mas o cuidado fiel de um Pai amoroso, somos movidos à gratidão e ao louvor. Por: LISA M. SAMRA
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 TIMÓTEO 3:10-17 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 8–10; MATEUS 25:31-46 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Kristina quis comprar um livro especial para Xio-Hu, seu marido, e o único que ela encontrou em mandarim, idioma nativo dele, foi a Bíblia. Embora nenhum deles fosse cristão, ela esperava que o esposo apreciasse o presente. Ao ver a Bíblia, ele inicialmente enraiveceu, mas a aceitou. À medida que a lia, a verdade em suas páginas o persuadiu. Chateada pelo imprevisto, Kristina começou a ler a Bíblia para refutar Xio-Hu. Para a sua surpresa, ela também confiou em Jesus, convencida pelo que tinha lido. O apóstolo Paulo conhecia a natureza transformadora das Escrituras. Escrevendo da prisão em Roma, ele exortou Timóteo, seu discípulo, a “permanecer fiel àquilo que lhe foi ensinado” porque “desde a infância lhe foram ensinadas as Sagradas Escrituras” (2 TIMÓTEO 3:14-15). Na língua grega, a palavra permanecer tem o sentido de submeter-se ao que a Bíblia revela. Paulo, sabendo que Timóteo enfrentaria oposição e perseguição, queria prepará-lo para os desafios. Ele acreditava que o seu mentoreado encontraria força e sabedoria ao investir tempo ponderando sobre as verdades bíblicas. Por meio de Seu Espírito, Deus vivifica as Escrituras para nós. À medida que as compreendemos, somos transformados em pessoas mais semelhantes a Ele. Foi assim com Xio-Hu e Kristina. Por: AMY BOUCHER PYE
As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para o desenvolvimento de tecnologias e têm ganhado destaque com o crescente interesse de grandes potências. Embora o Brasil tenha a segunda maior reserva mundial, o país ainda enfrenta entraves para avançar nas etapas de refino, separação e agregação de valor, o que mantém a dependência externa em partes importantes da cadeia.Neste episódio do Direto ao Ponto, a pesquisadora Lucy Chemale, do Serviço Geológico do Brasil (SGB), faz um panorama nacional e analisa como o Rio Grande do Sul se insere nesse contexto. O episódio também aborda a pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que identificou potencial para terras raras em Caçapava do Sul, na Região Central, ajudando a colocar o Estado no mapa desses minerais estratégicos.
Os estudantes universitários leem menos devido à economia das "vibe", onde o sucesso depende de marketing e IA, não de esforço intelectual. Embora as universidades foquem na empregabilidade, educadores devem incentivar a leitura crítica para além do ganho financeiro.
Embora seja possível sentir algo assim, quero lhe mostrar que tal sentimento não é real por algumas razões.Veja o que diz o Salmo 43, versos 1 e 2: "Faze-me justiça, ó Deus, e defende a minha causa contra a nação infiel; livra-me dessa gente fraudulenta e injusta. Pois tu és o Deus da minha fortaleza. Por que me rejeitas? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?O salmista fala sobre ser rejeitado por Deus. Vamos analisar as causas. Por que tal pensamento surge na cabeça do salmista?A primeira questão é sua expectativa. Se você deseja que Deus faça certas coisas ou tome certas atitudes, tome cuidado, você se sentirá rejeitado. Pode ser apenas a sua vontade e não a Dele. O único tratamento para isso é a submissão à sua vontade.A outra questão é a sua relação com o tempo. Você pode estar apressado naquilo que quer. Só que Deus tem um tempo estabelecido para todas as coisas e estas coisas não acontecerão fora do tempo previsto. Se Deus não faz no seu tempo, mais uma vez o sentimento de rejeição pode aparecer.A rejeição não é uma coisa que Deus dispensa a seus servos, mas continua sendo algo que pode surgir em seu coração.
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
No ano da sua morte, 1988, António José Forte lembrava, numa entrevista que deu a Ernesto Sampaio para o “Diário de Lisboa”, a frase que por aqueles dias ainda podia ler-se num muro da Avenida de Berna: “Não vos inquieteis, é a realidade que se engana”. Tinha 57 anos feitos naquele mês de Fevereiro, dava-se como vivo a pouco mais de nove meses do fim, e garantia que não se inquietava. Tinha a confiança daqueles dois olhos grandes, que sabiam ler bem como só poucos alguma vez foram capazes. E não se inquietava porque há muito se apercebera de que a realidade não era senão outra aparência, um acordo de bestas que o poeta deve repudiar. Por isso mesmo, logo na sua primeira intervenção escrita – “Quase 3 Discursos Quase Veementes” –, no segundo número da revista “Pirâmide”, em Junho de 1959, vincava: “Não estranheis os sinais, não estranheis este povo que oculta a cabeça nas entranhas dos mortos. Fazei todo o mal que puderdes e passai depressa.” Hoje ainda vamos falando muito de realidade, das suas espécies ou diferentes níveis, mas isto não passa há muito de uma forma de jactância e soberba, pois há muito que vamos abrindo mão desses acentos mais agudos ou extremos que procuram engrenar aquela capacidade de nos devolver ao assombro inaugural dos efeitos de nomeação. Num mundo cada vez mais virtual, a pergunta que Baudrillard ia fazendo é: haverá um além do virtual? A gramática e o léxico deixaram de ser uma membrana viva e há muito se foram cristalizando a ponto de impedirem a intervenção de novas formas de sensibilidade, assim, e através da frequência dos clichés, dos símiles mecânicos e dos automatismos, condenamo-nos a um registo cada vez mais esclerosado desse plano onde os nossos sentidos e alcance se exprimem. Para nos servirmos da articulação de Steiner, tornamo-nos prisioneiros de um traçado linguístico que se volve cada vez mais inerte, emurchecido, incapaz de desposar a paisagem cambiante dos factos, servindo apenas para formalizar as reacções humanas ao invés de as estimular. Assim, na senda de Kraus, também aquele crítico literário indagou sobre a possibilidade de a língua recair num embolorecimento, sobrecarregando-se de uma fraseologia hierática e imutável, deixando de assegurar um modelo disponível e gerador de realidade. “As palavras, esses guardiões do sentido, não são imortais, do mesmo modo que não são também invulneráveis", escrevia Adamov nos seus cadernos, em 1938. Embora algumas vão sobrevivendo, outras são atingidas de um modo incurável. Quando a guerra rebentou, ele acrescentava: “Gastas, transparentes, corroídas, as palavras tornaram-se cadáveres de palavras, palavras-fantasma; mascamo-las, regurgitamos o seu som, sem convicção, entre os maxilares.” Há muito que Kraus havia pressagiado uma “era glacial para o espírito”, sendo que, para ele “o verdadeiro fim do mundo é o aniquilamento do espírito”. Em seu entender, o acto adâmico da nomeação tinha-se constituído por fidelidade a uma origem essencial em virtude da qual natureza e linguagem se entreteciam para constituir um livro da criação. E era em atenção a esta dignidade ontológica outorgada por ele à linguagem, que Kraus entendia como ao embrutecê-la era a própria vida que se embrutecia. Por isso dedicou todos os seus esforços a preservar a harmonia da palavra enquanto combate moral. Não concebia separação alguma entre o que um homem é e o que diz, nem entre o que diz e a sua forma de o dizer: se alguém pecasse contra a lei cristalizada na linguagem, pecava contra a verdade. Para ele, todo o erro transporta uma culpa: “a má arte e a vida degradada são espelhos uma da outra e comprovam uma identidade atroz”. Em seu entender, por efeito dos rituais que diariamente vulgarizam a linguagem, e sobretudo por acção da imprensa, o que passara a determinar o tempo presente eram os clichés, os quais trabalhavam já autonomamente. Assim, devia ser assumida pelos homens de espírito a tarefa sagrada de cuidar e proteger as palavras atingidas pela doença, procurando restaurar uma certa pureza originária, uma precisão etimológica. Desde o primeiro número de A Torcha (Die Fackel), o seu anti-jornal, Kraus dispôs-se a confrontar a realidade da sua época com uma “lei de fogo”, produzindo uma desesperada antítese a esse tempo presente consumido pelos “átomos da trivialidade” e que tanto o repugnava. Sabendo que toda a letra se pode transformar em catástrofe, ele quis submergir-se no “pântano da fraseologia” de modo a levar a cabo a sua dissecação. Steiner reforça a ideia de que a linguagem é o principal aparelho de apreensão da realidade, e nota como “no Livro de Isaías, a gramática dos profetas dá corpo a um profundo escândalo metafísico – a intervenção do tempo futuro que expande a linguagem no tempo”. Por sua vez, diz-nos ele, “a obra de Tucídides é habitada por uma descoberta contrária – Tucídides é o primeiro a compreender bem que o passado é uma construção linguística, que a única garantia da história é o tempo passado dos versos. A vivacidade prodigiosa dos diálogos platónicos, a adopção da dialéctica como método de investigação intelectual, é inseparável da descoberta de que as palavras, uma vez postas à prova, e podendo afrontar-se numa batalha ou articular-se numa dança, abrem caminho a novas formas do entendimento.” Por sua vez, Eduardo Brito em “Procura Nada” vem interrogar a estrutura da verdade como ficção, celebrando a teoria da relatividade e, ao mesmo tempo, fornecendo também “uma espécie de loa ao mais elegante tempo verbal, o futur antérieur, que em português tem o nome de futuro composto e perde, na poesia, o que ganha em rigor terminológico: o futuro do verbo auxiliar avoir ou être e o particípio passado do verbo principal, a anterioridade em relação a um momento determinado de algo indeterminado, como se fosse tudo assim tão relativo como o tempo: quando partir, já terei voltado.” Trata-se, portanto, de investigar os processos que nos alertam para a heterogeneidade neste mundo, contra a homogeneização e a uni-dimensionalidade. Corroendo as lógicas unívocas, esta narrativa mostra-se capaz de infectar o próprio decurso da história, como se a vontade fosse capaz de lhe alterar o desfecho, atingindo o sentido de fatalidade que associamos ao passado. A certa altura, e num dos momentos mais instigantes deste livro, Brito fala-nos de alguns velejadores que, em 1968, participaram na mítica regata promovida pelo jornal inglês The Sunday Times. Os oito marinheiros foram desafiados a circum-navegarem o globo, partindo de Inglaterra, e seguindo o caminho que quisessem, desde que o fizessem solitariamente. Se, dos oito, quatro desistiram pouco depois do começo, e um quinto abandonou a prova a meio, por naufrágio, Brito não perde tempo com aquele que ganhou, mas foca-se nos dois que poderiam ter ganhado a corrida, mas que por razões diferentes não o fizeram: o velejador francês Bernard Moitessier e Donald Crowhurst. Este engenheiro eletrotécnico embarcara na prova sem qualquer experiência enquanto navegador, e depois de forjar uma rota que não chegou a percorrer, veio a aportar secretamente o seu trimarã na Argentina, onde deixou passar o tempo que julgou suficiente para ficar em último lugar, acabando por retomar a corrida numa altura em que estava a caminho de se tornar vencedor, mas, receando ser exposto pela sua fraude, acabou por enlouquecer e se suicidar. Quem também ficou cativada por Crowhurst foi a artista visual Tacita Dean, que reconstituiu aquele período final da sua vida, as semanas em que já não sabia onde se encontrava. “Tinha perdido completamente a noção do tempo e desenvolvido uma relação obsessiva com o seu cronómetro avariado, o instrumento que mede o Tempo Médio de Greenwich a bordo. Começou a sofrer de ‘loucura do tempo', um problema familiar aos marinheiros cuja única forma de localizar a sua posição depende de uma observância rigorosa do tempo. Quando o seu sentido do tempo se distorceu, deixou de ter qualquer ponto de referência na massa mutável do oceano cinzento. Oprimido pela enormidade do seu engano e pela ofensa ao princípio sagrado da verdade — aquilo que acreditava ser o seu ‘Pecado da Ocultação' — Crowhurst ‘abandonou o jogo' e tudo indica que se terá lançado ao mar com o seu cronómetro, a apenas algumas centenas de milhas da costa da Grã-Bretanha.” Hoje, muitos de nós estamos também devastados por esta incapacidade de nos situarmos, incapazes de nos reconhecermos nos elementos cada vez mais deslassados e inconstantes da crónica que vamos fazendo, e, por essa razão, estamos a sofrer também os sintomas de uma loucura do tempo. A linguagem adoecida serve-nos cada vez de menos, e se considerarmos, como anota Steiner, que mesmo a história não passa de um acto de discurso, um uso selectivo do tempo passado, e que, sem essa ficção verdadeira da história, sem a animação ininterrupta de um passado escolhido, não passamos de sombras vazias, começa a ficar claro como nos destinamos a uma deriva na massa mutável do oceano cinzento, desses desertos nos quais não somos capazes de nos guiar por nenhum elemento constante. “Os vestígios, como os monumentos e lugares históricos, por mais concretos que sejam”, lembra Steiner, “têm também de ser ‘lidos', quer dizer, situados num contexto de reconhecimento verbal, a fim de adquirirem uma presença real”… Então, a pergunta que Steiner formula é: “de que realidade palpável dispõe a história fora da linguagem e da nossa crença reflexiva em testemunhos que são de ordem fundamentalmente linguística?” E entre os principais elementos de erosão do sentido, além das pragas, dos vermes e dos incêndios que são capazes de danar parcialmente os arquivos, há ainda a pressão dos regimes totalitário, que trabalham para destruir não apenas esses testemunhos, mas degradar a consciência do passado e até aquilo que nos permite a todo deslocarmo-nos na dimensão temporal, esse livro da criação, essa linguagem que visa a ressonância da construção de um passado.
A serie que recolle a memoria das parroquias e barrios de Ferrol chega ao seu décimo volume, centrado en Doniños. Coordinado por Guillermo Llorca e publicado por Edicións Embora, o libro reúne 19 autores que abordan desde arqueoloxía, lendas e patrimonio ata surf, fontes, lavadoiros e o desastre do Dornier. Destacan traballos pouco coñecidos, como o das mulleres espontaneadas ou os raqueiros históricos, así como artigos sobre o Porto Exterior e fotografías de pioneiros do surf. Segundo Llorca, o libro busca ofrecer unha visión multidisciplinar e próxima da parroquia, completando un percorrido de case 4.000 páxinas sobre Ferrol. A presentación será este luns ás 19:00 na Autoridade Portuaria, coa presenza de varios dos colaboradores. O volume consolida a serie como referencia para recuperar e difundir a historia local, abrindo tamén o camiño a futuras exposicións sobre a vida cotiá na cidade.
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 103:1-8, 17 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 34–35; MATEUS 22:23-46 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Após o diagnóstico de tumor no cérebro, Christina Costa notou o quanto falamos sobre câncer sempre em termos de uma batalha. Ela sentiu que a metáfora lhe parecia algo exaustivo, e que ela “não queria passar mais de um ano em guerra com o próprio corpo”. Em vez disso, preferiu praticar a gratidão diariamente pela equipe de profissionais que cuidavam dela e pelas maneiras como o seu cérebro e corpo se curavam. Ela experimentou em primeira mão que não importava a luta ser difícil, a prática da gratidão pode nos ajudar a resistir à depressão e “conectar o nosso cérebro para ajudar-nos a ser resilientes”. A história dela lembrou-me de que praticar a gratidão não é apenas algo que os cristãos fazem por dever. Embora seja verdade que Deus mereça a nossa gratidão, essa prática é profundamente benéfica para nós. Quando elevamos nosso coração para dizer: “Todo o meu ser louve o Senhor; que eu jamais me esqueça de suas bênçãos” (SALMO 103:2), relembramos como Deus age, garantindo-nos o perdão, curando o nosso corpo e coração, deixando-nos experimentar “amor e misericórdia” e incontáveis “coisas boas” em Sua criação (vv.3-5). Embora nem todo sofrimento encontre a cura nesta vida, nosso coração pode sempre ser renovado por meio da gratidão, pois o amor de Deus está conosco “de eternidade a eternidade” (v.17). Por: MONICA LA ROSE
Albino Félix vive em Ponte de Rol, Torres Vedras. Teve parte da casa inundada e não sabe se os seus animas estão vivos. "Nunca vi nada assim", diz o morador que viu as cheias de 1983.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, o professor Renato Cardoso respondeu à pergunta da aluna Tati. Ela relatou que está vivendo um relacionamento destruído: o marido a traiu com uma pessoa que, até então, era sua melhor amiga. A traição ocorreu, inclusive, dentro da própria casa da aluna, na cama do casal. Embora ela o tenha perdoado, não consegue deixar essa situação para trás e, todos os dias, se recorda do ocorrido.Marido narcisistaAlém disso, outra aluna, do Rio de Janeiro, contou que está tentando salvar o casamento, mas, pelo que tem observado, percebe que a única alternativa mais sensata para a situação seria o divórcio. Ela descobriu que está casada com um homem narcisista e possuído por demônios. Segundo a aluna, ele não quer se tratar nem espiritualmente nem psiquiatricamente. Por isso, ela pediu a ajuda dos professores para encontrar forças para se livrar definitivamente dessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 103:1-8, 17 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 34–35; MATEUS 22:23-46 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Após o diagnóstico de tumor no cérebro, Christina Costa notou o quanto falamos sobre câncer sempre em termos de uma batalha. Ela sentiu que a metáfora lhe parecia algo exaustivo, e que ela “não queria passar mais de um ano em guerra com o próprio corpo”. Em vez disso, preferiu praticar a gratidão diariamente pela equipe de profissionais que cuidavam dela e pelas maneiras como o seu cérebro e corpo se curavam. Ela experimentou em primeira mão que não importava a luta ser difícil, a prática da gratidão pode nos ajudar a resistir à depressão e “conectar o nosso cérebro para ajudar-nos a ser resilientes”. A história dela lembrou-me de que praticar a gratidão não é apenas algo que os cristãos fazem por dever. Embora seja verdade que Deus mereça a nossa gratidão, essa prática é profundamente benéfica para nós. Quando elevamos nosso coração para dizer: “Todo o meu ser louve o Senhor; que eu jamais me esqueça de suas bênçãos” (SALMO 103:2), relembramos como Deus age, garantindo-nos o perdão, curando o nosso corpo e coração, deixando-nos experimentar “amor e misericórdia” e incontáveis “coisas boas” em Sua criação (vv.3-5). Embora nem todo sofrimento encontre a cura nesta vida, nosso coração pode sempre ser renovado por meio da gratidão, pois o amor de Deus está conosco “de eternidade a eternidade” (v.17). Por: MONICA LA ROSE
LEITURA BÍBLICA DO DIA: FILIPENSES 2:1-8 PLANO DE LEITURA ANUAL: ÊXODO 31–33; MATEUS 22:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira
Embora o Presidente da República tenha competências da maior relevância para as relações internacionais — quer como mais alto representante de Portugal quer como comandante supremo das Forças Armadas —, esse seu papel tem sido pouco aflorado na campanha para as eleições que se decidem no próximo dia 8 de fevereiro. Ora, não é indiferente ter tal dimensão em conta na escolha do chefe de Estado. Para explicar as funções e competências do Presidente, a sua articulação com o Governo e o que esperar em caso de vitória de António José Seguro ou de André Ventura na segunda volta, é convidada deste episódio a investigadora Ana Santos Pinto, do Instituto Português de Relações Internacionais/Universidade Nova. A conversa é conduzida pelo editor da secção internacional do Expresso, Pedro Cordeiro, cabendo a sonoplastia a João Luís Amorim.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Moçambique, infelizmente, está a tornar-se num país em crise” alerta Isadora Zoni, oficial de comunicação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) em Moçambique. As cheias severas que atingem o sul e o centro do país desde o início do ano já provocaram o deslocamento de cerca de 392 mil pessoas, agravando uma situação humanitária marcada pela conjugação de crises climáticas e de segurança. As províncias de Gaza, Maputo e várias regiões do sul e centro do país estão entre as mais afectadas. A subida rápida das águas deixou pouco tempo para a retirada das populações, obrigando milhares de famílias a fugir, muitos sem documentos ou bens essenciais. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), cerca de 100 mil pessoas encontram-se actualmente numa centena de centros de acolhimentos temporários, muitos dos quais instalados em escolas e edifícios públicos. A sobrelotação destes espaços tem vindo a intensificar os riscos em matéria de protecção. “Falamos de escolas, de espaços que não são próprios para receber essa população”, explicou Isadora Zoni, oficial de comunicação do ACNUR em Moçambique. “Infelizmente, os riscos se apresentam mais agravados, especialmente quando nós vemos pessoas dividindo salas de aula.” A falta de privacidade, de iluminação adequada e de serviços básicos aumenta a exposição a situações de violência baseada no género, exploração sexual e abuso. “Quando temos aí 55 mulheres juntas, sem contar as outras salas, os riscos de violência sexual, mesmo violência doméstica, de exploração, de facto são agravados”, alertou Isadora Zoni. O ACNUR tem vindo a trabalhar em coordenação com o Governo moçambicano para identificar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade e encaminhá-las para os serviços adequados. “A nossa prioridade é, de facto, trabalhar na identificação dessas populações para que a gente possa também dar o tipo de assistência necessária”, explicou. Entre os grupos prioritários estão crianças desacompanhadas, pessoas com doenças crónicas, idosos e pessoas com deficiência. Esta nova vaga de deslocações ocorre num contexto já marcado pelo conflito armado no norte do país, que provocou o deslocamento de mais de 300 mil pessoas apenas na segunda metade de 2025. Para o ACNUR, a conjugação de crises está a colocar uma pressão crescente sobre serviços públicos já fragilizados. “Moçambique, infelizmente, está a tornar-se num país em crise”, afirmou Isadora Zoni. “Nos últimos seis meses, vimos o deslocamento de 700.000 pessoas. Então, esse número representa um acréscimo da pressão aos serviços públicos.” Apesar das limitações de acesso, as autoridades conseguiram, com o apoio de parceiros humanitários e do sector privado, evacuar cerca de 20 mil pessoas por via aérea, marítima e rodoviária, evitando um número ainda maior de vítimas mortais. No entanto, muitas comunidades continuam isoladas devido a estradas e pontes destruídas e extensas áreas inundadas. Para o ACNUR, esta crise evidencia a vulnerabilidade estrutural do país face às alterações climáticas. Embora reconheça avanços na resposta e na preparação a nível comunitário, a organização insiste na importância do investimento em prevenção. “O investimento na prevenção salva vidas, além de salvar também recursos”, sublinhou Isadora Zoni, acrescentando que se trata de “um trabalho de formiguinha” que exige continuidade e apoio a longo prazo. A resposta humanitária enfrenta, contudo, sérias limitações financeiras. “Um tema que nós não podemos evitar é que sempre precisamos de recursos”, disse a responsável, alertando para o risco de esquecimento após a fase inicial da emergência. “Essa fase das cheias é só a primeira fase e que precisamos ter essa atenção do público, a atenção da comunidade, dos doadores no médio e longo prazo.” Em 2026, o ACNUR estima necessitar de 38,2 milhões de dólares para manter serviços vitais de protecção e apoio a refugiados, deslocados internos e comunidades de acolhimento em Moçambique.
Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts. LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner. “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa. MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes: Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha? GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos. [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI: O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha. [Efeito de som do mar] Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil. LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras. [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn. MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ] LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45. Ugo Giorgetti Como ele era? Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA: Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades como os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista. [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação. MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema. O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti. Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô! MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro. Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira. Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá. MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra. No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo] LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (28): O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou sua filiação ao PSD, oficializando a saída do União Brasil. O comunicado foi feito em vídeo ao lado dos governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Júnior (PR). Presidido por Gilberto Kassab, o PSD vem se consolidando como uma das principais forças políticas do país. O Bulletin of the Atomic Scientists informou que o Relógio do Juízo Final foi ajustado para 85 segundos da meia-noite, o pior nível desde 1947. A mudança reflete o agravamento de ameaças globais, como riscos nucleares, conflitos internacionais e mudanças climáticas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que autorizou o envio de mais navios de guerra americanos para áreas próximas ao Irã, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, conversaram por telefone e condenaram a ação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, classificando o uso da força como incompatível com o direito internacional. Os dois líderes também defenderam o fortalecimento da ONU e a busca por estabilidade regional e global. A Polícia Federal cancelou os depoimentos de três investigados no caso que apura irregularidades envolvendo o Banco Master e o BRB. As oitivas foram suspensas após as defesas alegarem falta de acesso integral às investigações. A Câmara dos Deputados gastou mais de R$ 7 milhões em 2025 com auxílio-moradia pago a parlamentares sem apartamentos funcionais. Desde 2023, o desembolso com o benefício já soma R$ 21,7 milhões, além da possibilidade de uso da cota parlamentar para complementar despesas com aluguel. Um movimento de boicote europeu à Copa do Mundo de 2026 começa a ganhar força em reação ao governo Trump. A insatisfação envolve declarações sobre a Groenlândia, além de críticas às políticas migratórias e ações contra estrangeiros nos Estados Unidos. Um documento oficial sobre a morte do enfermeiro Alex Pretti, em Minneapolis, aponta que ele não sacou nem empunhou arma antes de ser baleado por agentes federais, contrariando a versão inicial divulgada por autoridades do governo Trump. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que a comissão que investiga o caso Banco Master prepara pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal de empresas e pessoas físicas ligadas à instituição, incluindo familiares de ministros do STF e escritórios de advocacia. O prejuízo do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB) pode superar os R$ 2,6 bilhões inicialmente estimados pelo Banco Central. Parte do ressarcimento ocorreu por meio de ativos de baixa liquidez. Embora o BRB afirme ter recuperado cerca de R$ 10 bilhões, o impacto financeiro real ainda está em análise. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta do aluno Adilson.Aluno está em dúvida se deve casarO aluno contou que a noiva escondeu muitas coisas do passado dela. Ele foi descobrindo por conta própria. Conversando, ela contou que já teve seis relacionamentos anteriores e em todos teve relações sexuais.Ele está traumatizado, mas a ama muito. O aluno não sabe se deve casar com a sua noiva.Os professores analisaram a situação e aconselharam o aluno.Aluna divorciada não sabe se deve voltar com o exEm seguida, a aluna Jéssica, de 24 anos, professora de Educação Física, contou que se casou com um rapaz que hoje tem 22 anos. Ela se mudou e foi morar em outra cidade, próximo aos pais dele. O casamento durou apenas 11 meses e, nesse ínterim, eles não faziam nada sozinhos como casal. Quando brigavam, os pais dele o buscavam e o levavam embora com todos os pertences. Isso aconteceu três vezes. Há 1 ano e meio separados, e oito meses divorciados, agora eles tentaram conversar para voltar. Jéssica está construindo uma casa com o pai dela e pensaram na possibilidade do ex-marido ir morar lá.Recentemente, ela se envolveu com outra pessoa. Embora não tenha dado certo, o ex-marido sabe desse relacionamento e, mesmo eles estando divorciados, diz que ela o traiu. Ele também a ofende de diversos nomes absurdos. A aluna tem dúvida se deve voltar com o ex.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Leitura Bíblica Do Dia: PROVÉRBIOS 25:23-27 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 16–18; MATEUS 18:1-20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Na cozinha, minha filha exclamou: “Mãe, tem uma mosca no mel!”. Eu brinquei com um ditado familiar: “É mais fácil caçar moscas com mel do que com vinagre”. Embora tenha sido a primeira vez que peguei uma mosca no mel, lembrei-me de um provérbio, devido a sua sabedoria: palavras gentis têm mais chances de persuadir os outros do que uma atitude amarga. O livro de Provérbios possui uma coleção de sábios ditados inspirados pelo Espírito de Deus. Essas palavras inspiradoras guiam e ensinam verdades importantes sobre como viver de maneira honrosa a Deus. Muitos dos provérbios se concentram nos relacionamentos entre pessoas, incluindo o efeito profundo de nossas palavras sobre os outros. Nos provérbios atribuídos ao rei Salomão, ele advertiu contra o mal causado por falar falsamente contra o próximo (PROVÉRBIOS 25:18). Ele aconselhou dizendo que “a língua que espalha boatos provoca a ira” (v.23). Salomão advertiu contra o efeito arrepiante do uso constante de palavras de reclamação (v.24). E o rei encorajou os leitores afirmando que a bênção vem quando nossas palavras trazem boas notícias (v.25). Ao buscarmos aplicar essas verdades, temos o Espírito de Deus que nos ajuda a dar a “resposta certa” (16:1). Nossas palavras fortalecidas por Deus podem ser doces e revigorantes. Por: LISA M. SAMRA
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e a nota em defesa do Tribunal no rastro do caso Banco Master. Em entrevista ao Estadão, o ministro não quis avaliar condutas individuais de colegas, como a condução controversa de Dias Toffoli no processo do Master ou a abertura de mais uma investigação sigilosa por Alexandre de Moraes no inquérito das Fake News. Fachin defendeu que o STF crie um Código de Conduta para garantir a transparência, inclusive sobre parentes de magistrados que advogam. Pai de uma advogada, ele prega enfrentar o tema sem “filhofobia”: “A regra deve ser a transparência. Tudo sobre a mesa”. Embora cite uma maioria no Tribunal favorável ao código, Fachin reconhece o argumento de colegas que preferem adiar o debate por ser ano eleitoral. Ele, contudo, alerta para o risco da inércia: “Ou nos autolimitamos, ou poderá haver limitação de um Poder externo. Não creio que o resultado seja bom, haja vista o que aconteceu na Polônia e no México”.Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Rosinei Coutinho/STFSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Montenegro quer manter-se neutro para a segunda volta das presidenciais. Embora, no primeiro discurso público que fez depois da primeira volta, tivesse usado o adjectivo “seguro” por seis vezes. Terá sido uma forma insólita de contrapor seis seguros aos três salazares de Ventura? À parte essa contabilidade e os temas de campanha que vão dominar as próximas duas semanas, há ainda muito para analisar: a hecatombe de Marques Mendes, o facto de Cotrim ter ficado mais longe da segunda volta do que as últimas sondagens previram, a saída de cena sem glória do Almirante ou o eclipse da esquerda à esquerda do PS. Enquanto isso, o mundo continua refém do Big Show Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ezequiel capítulo 10 (Comentado) - Quando Deus vai embora!
São tantos os jeitos de fazer. Qualquer coisa, mas na ocasião deste podcast nos referimos à filosofia. Embora essa opinião incomode boa parte dos reverentes estudiosos do cânone, o fato é que a filosofia se manifesta de diversas formas: vai do colóquio de especialistas à conversa pelo whatsapp, passando pela mesa de bar. Dada a diversidade, é preciso pensar sobre os modos de fazer filosofia. Recusamos a carreira acadêmica alguns anos atrás, e estamos aqui para contar como foi esse processo, e também para pensar o que temos feito.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 10:17-20 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 4–6; MATEUS 14:22-36 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Conhecíamos Kha havia mais de um ano. Ele pertencia ao nosso grupo da igreja, e nós nos reuníamos para discutir o que tínhamos aprendido sobre Deus semanalmente. Certa noite, ele comentou que havia competido nas Olimpíadas. A menção foi tão casual que quase me passou despercebida. Quase. Vejam só! Descobri que conhecia um atleta olímpico que competira na disputa pela medalha de bronze! Eu não entendia o motivo de ele não ter mencionado isso antes. Embora sua conquista atlética fosse especial em sua história, coisas mais importantes eram fundamentais à sua identidade: família, comunidade e fé. Lemos em Lucas 10:1-23 o que deve ser central para nossa identidade. Quando as 72 pessoas enviadas por Jesus falaram aos outros sobre o reino de Deus e retornaram de suas jornadas, relataram a Ele que “até os demônios [os obedeciam] pela sua autoridade!” (v.17). Embora Jesus reconhecesse que os tinha equipado com tremendo poder e proteção, o Senhor lhes disse que eles focavam no ponto errado. Jesus insistiu que o motivo da alegria deles deveria ser pelo fato de seus nomes estarem “registrados no céu” (v.20). Quaisquer que sejam as conquistas ou habilidades que Deus tenha nos entregado, nossa maior razão de alegria é que, ao confiarmos em Jesus, nossos nomes são escritos no Livro da vida e desfrutamos de Sua presença diária. Por: KIRSTEN HOLMBERG
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JEREMIAS 31:1-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 23–24; MATEUS 7 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Como eu te amo? Vou contar as formas”. Essas palavras, presentes nos “Sonetos da Portuguesa” de Elizabeth Barrett Browning, estão entre as poesias mais conheci das da língua inglesa. Ela os escreveu para Robert Browning antes de se casarem, e ele ficou tão comovido que a encorajou a publicar toda a sua coleção de poemas. Mas como a linguagem dos sonetos era muito terna, por um desejo de privacidade pessoal, Barrett os publicou como se fossem traduções de um escritor português. Às vezes podemos nos sentir estranhos ao expressar aberta mente afeição aos outros. No entanto, a Bíblia não hesita em apresentar o amor de Deus. Jeremias relatou a afeição de Deus por Seu povo com estas doces palavras: “Eu amei você com amor eterno, com amor leal a atraí” (JEREMIAS 31:3). Embora o povo tivesse se afastado do Senhor, Deus pessoalmente prometeu restaurá-los e aproximá-los de si, dizendo: “darei descanso ao povo de Israel” (v.2). Jesus é a suprema expressão do amor restaurador de Deus, concedendo paz e descanso a todos que se voltam a Ele. Da manjedoura à cruz e ao túmulo vazio, Ele é a personificação do desejo divino de chamar um mundo rebelde para si. Leia a Bíblia de capa a capa e você “contará as formas” do amor de Deus continua mente; mas por mais eterno que seja esse amor, você nunca chegará ao fim dele. Por: JAMES BANKS
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza comenta sobre instituições e autoridades envolvidas com a liquidação do Banco Master que sofreram uma série de ataques nas redes sociais pouco antes da virada do ano. A ofensiva, concentrada em um período de 36 horas, utilizou contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação do Master, decretada em novembro pelo BC e que está sob o escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU). Embora figuras como Gabriel Galípolo (BC) e Isaac Sidney (Febraban) tenham sido citadas, o alvo principal foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, responsável pelo veto da oferta de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (07): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (06) que o governo interino da Venezuela concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade ao país americano, reforçando um acordo energético em meio à crise política na nação sul-americana. O anúncio ocorre poucos dias após uma ofensiva militar dos EUA na Venezuela que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus assessores estão discutindo opções para adquirir a Groenlândia, segundo informou a Casa Branca nesta terça-feira (06). Em comunicado oficial, o governo americano afirmou que todas as alternativas seguem em análise, incluindo o uso das Forças Armadas. A Argentina pediu nesta segunda-feira (05) às autoridades americanas a extradição do presidente venezuelano Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos, para que ele seja julgado por crimes contra os direitos humanos e crimes contra a humanidade em um processo que tramita na Justiça argentina desde 2023. A União Europeia deu um passo decisivo para a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul após a Comissão Europeia conquistar o apoio considerado crucial da Itália nesta terça-feira (06). Aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até o dia 14 de fevereiro para solicitar o ressarcimento, segundo anunciou o presidente do órgão, Gilberto Waller. De acordo com o instituto, cerca de 6,2 milhões de beneficiários já contestaram cobranças irregulares, e 4,1 milhões foram ressarcidos até o momento, totalizando R$ 2,8 bilhões devolvidos. O Progressistas (PP) continua avançando no projeto de uma candidatura independente de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao Palácio dos Bandeirantes. A expectativa é que, na volta do recesso, a sigla converse com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, a respeito do assunto. Internamente, dentro do PP, o entendimento é que não será difícil convencer Rueda do desembarque de Tarcísio, já que o presidente do União sempre foi visto como alguém “mais resistente” ao apoio do nome do atual governador. A direita em São Paulo vive um momento de divisão diante da possibilidade de o senador Flávio Bolsonaro (PL) desistir ou manter a pré-candidatura à Presidência da República. Enquanto setores mais próximos ao Progressistas (PP) avaliam que o cenário dificilmente sofrerá alterações, partidos do Centrão e aliados do governador Tarcísio de Freitas acreditam que o tabuleiro político ainda pode mudar após o Carnaval. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o deslocamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ao Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames médicos, sob escolta da Polícia Federal. Segundo o despacho, o ex-presidente relatou uma queda da cama durante a noite, com traumatismo craniano leve, tontura e lesões superficiais. Embora a equipe médica da PF tenha apontado que ele estava consciente, orientado e sem déficit neurológico, a defesa apresentou laudo particular recomendando exames urgentes, o que levou Moraes a autorizar tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, com transporte discreto e vigilância integral. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quarta-feira (07): O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o deslocamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ao Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames médicos, sob escolta da Polícia Federal. Segundo o despacho, o ex-presidente relatou uma queda da cama durante a noite, com traumatismo craniano leve, tontura e lesões superficiais. Embora a equipe médica da PF tenha apontado que ele estava consciente, orientado e sem déficit neurológico, a defesa apresentou laudo particular recomendando exames urgentes, o que levou Moraes a autorizar tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, com transporte discreto e vigilância integral. O início de 2026 é marcado por forte instabilidade no primeiro escalão do governo federal. Os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Ricardo Lewandowski, da Justiça, oficializaram o pedido para deixar seus cargos, abrindo uma crise política no Palácio do Planalto. Considerado o principal fiador da política fiscal, Haddad era visto como peça-chave na relação com o mercado, enquanto Lewandowski atuava como o braço jurídico do governo Lula. As saídas impõem ao presidente o desafio de promover uma reforma ministerial. O prefeito do Recife, João Campos (PSB), se tornou alvo de um pedido de impeachment protocolado pelo vereador Eduardo Moura (Novo), após a modificação do resultado de um concurso público para procurador municipal. A mudança beneficiou o filho de uma procuradora do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO) e de um juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o que levantou suspeitas de irregularidades e favorecimento. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), não devem comparecer ao evento que relembra os atos de 8 de Janeiro, marcado para esta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto. Na cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve vetar o projeto de lei que reduz as penas dos condenados pela depredação dos prédios dos Três Poderes. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (06) que o governo interino da Venezuela concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade aos EUA, reforçando um acordo energético em meio à crise política no país sul-americano. O anúncio ocorre poucos dias após a ofensiva militar americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Ainda nesta terça-feira, a Casa Branca informou que Trump e seus assessores discutem opções para adquirir a Groenlândia. Segundo o governo americano, todas as alternativas seguem em análise, inclusive o uso das Forças Armadas. Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, falou pela primeira vez após ser encontrado com vida no Pico Paraná, depois de quase cinco dias tentando atravessar a mata sozinho. O jovem comentou que a atitude da amiga que o convidou para a experiência na montanha “não deveria ter sido feita”, mas afirmou não guardar mágoas. Segundo Roberto, apesar dos riscos enfrentados, ele ficou aliviado e feliz por saber que ela conseguiu sair em segurança. A psicóloga Renata Valério opinou sobre o tema. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 80:1,7-14,19 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 18–19; MATEUS 6:1-18 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Meu amigo enviou-me fotos impressionantes! Mostravam um presente-surpresa para a esposa, um Ford Mustang 1965 restaurado: brilhante, exterior azul-escuro; aros cromados; interior preto estofado; e um motor para combinar com as outras atualizações. Havia também fotos do “antes” do mesmo veículo: amarelo opaco, gasto e inexpressivo. E mesmo sendo difícil imaginar, é provável que, quando o veículo original saiu da linha de montagem, chamou a atenção. O tempo, o desgaste e outros fatores tornaram-no apto para ser restaurado. Pronto para ser restaurado! Tal era a condição do povo de Deus no Salmo 80 com a frequente repetição: “Restaura-nos, ó Deus […]! Que a luz do teu rosto brilhe sobre nós; só então seremos salvos” (vv.3,7,19). Embora a história deles incluísse o resgate do Egito e mudança para uma terra de fartura (vv.8-11), os bons tempos vieram e se foram. Por causa da rebelião, experimentavam o julgamento divino (vv.12-13). Assim, imploraram: “Ó Deus dos Exércitos, suplicamos que voltes! Olha dos céus e vê a nossa aflição” (v.14). Você já se sentiu aborrecido, distante ou desconectado de Deus? A sua alma sente falta de alegria? Será que você precisa alinhar-se com Jesus e Seus propósitos? Deus ouve nossas orações por restauração (v.1). O que o impede de orar? Por: ARTHUR JACKSON
No programa de hoje, o professor Renato Cardoso recebeu o casal Jorge e Kelly que se conheceram por meio do aplicativo "Quero Te Conhecer".Após traição e divórcio, ambos passaram a frequentar a Terapia do AmorCasados há cerca de um mês, Kelly é do Pará, estado da região Norte do Brasil, e Jorge do Paraná, no Sul do País. Kelly foi casada por 2 anos e sofreu uma traição. Antes de conhecer o Jorge, ela já estava há 10 anos divorciada e tinha passado por outros relacionamentos que não deram certo. Jorge foi casado e também sofreu com uma traição. Estava sozinho havia 4 anos quando conheceu Kelly. Embora tivesse se relacionado após o divórcio, ele encerrou rapidamente esses breves namoros, pois não viu futuro neles.Ambos começaram a frequentar a Terapia do Amor e tomaram uma decisão em sua vidas.Conheça essa história!Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Conselho de Segurança da ONU se reunirá ao meio-dia para abordar a situação na Venezuela. O encontro foi solicitado pela Colômbia e contará com a participação do governo brasileiro. Embora o Brasil não tenha uma cadeira fixa no conselho, Maria Laura Rocha, secretária-geral de Relações Exteriores do Itamaraty, confirmou a presença brasileira. E ainda: Acidente na BR-116 deixa seis mortos após tentativa de assalto no Paraná.
Durante todo o mês de dezembro, vcs ouviram histórias sobre algumas das maiores religiões do mundo e outras amplamente praticadas no Brasil. Vcs conheceram alguns aspectos do protestantismo (evangélicos), judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, espiritismo, além das religiões afro-brasileiras candomblé e umbanda. Hoje, no dia de Natal, eu encerro esse especial sobre religiões com um livro que faz uma releitura luminosa e terna da história do Natal para os cristãos: "Holy night and Little Star", ou "A Noite Santa e a Pequena Estrela", escrito por Mitali Perkins, ilustrado por Khoa Le e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episodio. De acordo com maior parte dos historiadores, a festividade do Natal originalmente era destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno, mas foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e então passou-se a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão (sendo o cristianismo a maior religião do mundo), o Natal é amplamente comemorado por muitos não cristãos e alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. A Pequena Estrela gosta do seu lugar habitual no céu noturno sobre Belém. Todas as noites, ela cintila acima das colinas e espera que nada mude. Mas uma noite, o Criador reúne a galáxia! A Noite Santa está chegando, e o Criador quer que os planetas, a Lua e as estrelas participem. Enquanto o Criador distribui tarefas, a Pequena Estrela hesita, pois cada nova função parece muito difícil ou assustadora. Mas quando o Criador finalmente a chama para brilhar, a Pequena Estrela descobre que está pronta e capaz de receber a Criança e se junta às outras estrelas e planetas na celebração.Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/3XUkopHSe vc gostou desse especial sobre as religiões, deixe seu comentário aqui no Spotify, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais: https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/Independente da sua crença, ou ainda se vc é ateu ou agnóstico, eu desejo a vc e sua família um Feliz Natal, com muito amor, paz e momentos felizes. Com menos presentes, e mais presença!
Thomas Stearns Eliot (1888–1965), poeta, crítico literário e ensaísta anglo-americano, tornou-se um dos maiores nomes do modernismo do século XX. Sua conversão ao anglicanismo, somada à sua visão conservadora da cultura, trouxe à sua obra uma dimensão teológica que transcende a estética. Em textos como Notes Towards the Definition of Culture e The Idea of a Christian Society, Eliot propõe a reconstrução espiritual e moral do Ocidente com base em uma “ordem cristã”, estruturada pela tradição, autoridade e continuidade cultural. Embora sua crítica à secularização e sua defesa de valores espirituais ecoem preocupações legítimas da cosmovisão adventista, o substrato filosófico, teológico e eclesiológico de Eliot apresenta desafios consideráveis à fé profética, escatológica e missionária da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este episódio, portanto, examina a fundo o pensamento social de T.S. Eliot, destacando pontos de convergência úteis para a defesa da ordem eclesiástica, mas também denunciando com clareza os aspectos que colidem com a autoridade da revelação bíblica e com a estrutura representativa da liderança adventista.
Neste episódio, Ricardo explica a importância dos marcos, das linhas de base e dos pontos de controle na gestão de projetos, usando o dia 31 de dezembro como exemplo de um marco poderoso, tanto pessoal quanto organizacional. Assim como as pessoas reavaliam decisões e planejam o futuro no fim do ano, projetos e empresas utilizam marcos para revisar orçamentos, metas e resultados. Embora o calendário seja uma convenção humana, os marcos são essenciais porque permitem comparação e controle. Sem uma linha de base clara, não é possível saber se há progresso real. Projetos sem marcos vivem de percepção; com marcos, vivem de fatos. Marcos não são burocracia, mas momentos de reflexão, decisão e ajuste, fundamentais para evitar desvios graduais e silenciosos nos projetos. Escute o podcast para saber mais!
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