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O Bitcoin, em seu estado natural, não pode ser tocado, não pode ser fisicamente segurado; ele só pode ser imaginado e compreendido. Para muitas pessoas, essa é uma barreira significativa e que inspirou diversas tentativas de trazer a moeda para o mundo real. Há mais de uma década, empreendedores e artistas têm se dedicado ao desafio de materializar o Bitcoin de uma forma que preserve suas propriedades mais valiosas, semelhantes às do dinheiro em espécie. Embora ninguém tenha resolvido o problema por completo, progressos significativos foram alcançados, deixando um rastro fascinante de artefatos ao longo do caminho.Artigo "A História e o Futuro do Bitcoin Físico"https://bitcoinmagazine.com/business/the-history-and-future-of-physical-bitcoinSoluções Bitcoin com cartão NFChttps://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmhhNktuiTrlUipCM-PqX-fcGravado no bloco 951101________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:30 Artigo The History and Future of Physical Bitcoin de Juan Galt02:55 O que são as Casascius Coins? A primeira moeda física de Bitcoin11:25 RavenBit: o Bitcoin físico descentralizado13:32 O que é o Opendime?15:40 Como o Opendime funciona?19:36 O Opendime é viável para transações no dia a dia?21:27 O que é o Satodime?22:50 Bitcoin físico faz sentido comercialmente?25:49 OfflineCash: as notas de Bitcoin27:51 O problema fundamental dos ativos físicos de Bitcoin30:24 Como funciona a Tapsigner?34:25 Vídeos dos Bitcoinheiros sobre Bitcoin com NFCEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/raicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
TEMPO DE REFLETIR 01791 – 10 de junho de 2026 Salmo 27:1 – O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? Ao bater o ponto para o turno da noite, um funcionário da expedição de uma fábrica foi alertado sobre uma pequena caixa que fora deixada na plataforma de embarque de mercadorias. Nela estavam escritas as palavras “Perigo! Não toque!” Todos foram instruídos para ficar distantes do pacote até que a gerência pudesse verificar a situação. Quando um funcionário da equipe de segurança abriu a caixa, descobriu que dentro dela havia 25 pequenos cartazes que diziam: “Perigo! Não toque!” Imagine todo o estresse que aquela misteriosa caixa causou àqueles funcionários. Eles perderam tempo imaginando que terríveis componentes tóxicos ela podia conter. Ela se tornou um fardo de ansiedade. Muitas vezes, ao analisar nossos problemas, percebemos que são muito parecidos com ela. Parecem ameaçadores, mas não são. Há muitas coisas que podem desencadear nosso mecanismo do medo. Podemos senti-lo, por exemplo, quando descobrimos um nódulo na axila, quando enfrentamos alturas não costumeiras, fortes tormentas, turbulência ou velocidade excessiva. Embora todos fiquemos atemorizados em algum momento, a vida de algumas pessoas é dominada pelo medo. Certamente, Deus não é o autor do medo. Paulo deixa isso claro: “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2Tm 1:7). O medo excessivo ou constante não é saudável. Deus planeja o melhor para nós. Ele é capaz de tomar cada experiência da nossa vida e transformá-la para nosso bem. Sozinho no deserto, fugitivo e temeroso de morrer nas mãos de Saul, Davi escreveu: “Busquei o Senhor, e Ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores” (Sl 34:4). Entregue a Deus seus temores. Leve ao Senhor tudo aquilo que o perturba. Ele vai substituir seu medo pela fé; sua ansiedade pela segurança; suas preocupações pela sabedoria. Sim, Ele vai substituir seus pesares pelo Seu suave toque. Você vai se sentir mais feliz. Faça isso agora. Ore comigo: Por favor, Pai, tome conta dos meus medos; tome conta de todas as coisas em minha vida. Eu Te entrego o meu coração. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa. A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.
O projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, previsto para o rio Zambeze, na província de Tete, no centro-norte de Moçambique, voltou a ganhar impulso depois de mais de duas décadas marcadas por adiamentos, mudanças de investidores e forte contestação social. Um relatório publicado pelas organizações Justiça Ambiental e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas. Apresentado pelo Governo moçambicano e pelos promotores como uma peça fundamental para a transição energética da África Austral, o empreendimento prevê a construção de uma barragem com capacidade para produzir 1.500 megawatts de electricidade e um investimento estimado em 6,4 mil milhões de dólares. Contudo, um relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas e para a degradação de um dos mais importantes ecossistemas da região. A barragem seria construída cerca de 60 quilómetros a jusante de Cahora Bassa e desenvolvida por um consórcio privado que detém 70% da propriedade - liderado pelas empresas francesas EDF-Electricité de France (40%) e TotalEnergies (30%), juntamente com a japonesa Sumitomo Corporation (30%) - em parceria com a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que mantêm 30% do projecto. Para os promotores, o projecto representa uma oportunidade para aumentar a produção de energia renovável e reforçar o papel de Moçambique como exportador de electricidade. No entanto, para muitos habitantes das comunidades afectadas, Mphanda Nkuwa é visto como mais um capítulo de uma história marcada por promessas de desenvolvimento que raramente se traduzem em benefícios para quem vive no terreno. Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, recorda que o projecto não é novo e que o seu percurso tem sido marcado por sucessivos fracassos. “O projecto implantado desde 2000, já teve várias tentativas para o fazer avançar. Já teve o Banco Mundial envolvido, já teve investimento brasileiro, até chinês, e muitos deles acabaram por sair devido à complexidade do projecto”. “É um projecto que tem grandes impactos ambientais e sociais e agora voltou à mesa, desta vez com investimento francês. Já é um projecto com um historial muito complicado e problemático”, afirma. Nas aldeias que poderão vir a ser inundadas pela futura albufeira, a perspectiva de uma nova barragem desperta memórias dolorosas da experiência de Cahora Bassa. O relatório refere que praticamente todas as comunidades consultadas associam Mphanda Nkuwa ao trauma dos deslocamentos forçados ocorridos durante a construção da grande barragem colonial nos anos 1970. Muitas famílias foram reassentadas em terras menos férteis, perderam o acesso ao rio e viram os seus modos de vida profundamente alterados. Décadas depois, os impactos continuam presentes na memória colectiva das populações. Daniel Ribeiro sublinha que a incerteza prolongada gerou um desgaste profundo entre os habitantes locais. “O povo local já teve vários ciclos de ‘vão ter que sair das vossas terras', depois ‘não vão ter que sair'. Eles já estão cansados, não querem o projecto”, “temos uma comunidade que está a dizer não ao projecto”. De acordo com o relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire, a criação da albufeira poderá inundar cerca de 100 quilómetros quadrados de território e obrigar à deslocação directa de mais de 1.400 famílias, num total estimado superior a 8.000 pessoas. Contudo, os autores consideram estes números conservadores e alertam para impactos muito mais vastos. Uma avaliação preliminar aponta para quase 39 mil pessoas em risco de deslocação económica ou física e para cerca de 350 mil habitantes potencialmente afectados a jusante pelas alterações ambientais e socioeconómicas provocadas pela barragem. Grande parte destas populações vive da agricultura familiar, da pesca artesanal, da criação de gado e, em algumas comunidades, da extracção artesanal de ouro. As margens do Zambeze constituem a base da sua sobrevivência económica e alimentar. “As barragens são o sector industrial que deslocou o maior número de pessoas no mundo”, afirma Daniel Ribeiro. “Os rios são zonas muito produtivas, muito importantes para a soberania alimentar da zona. Então, [as populações] vão perder o seu acesso ao rio. Grande parte das ‘machambas' ou terrenos agrícolas mais produtivos está ao lado do rio.” Para o ambientalista, os efeitos não se limitam às populações directamente deslocadas. Uma das principais críticas feitas ao projecto diz respeito precisamente à ideia de que a energia hidroeléctrica constitui uma solução simples para a crise climática. Daniel Ribeiro considera que essa narrativa ignora riscos crescentes associados às alterações climáticas. A produção hidroeléctrica depende da estabilidade dos regimes de precipitação e dos caudais dos rios, algo que poderá ser cada vez mais difícil de garantir num contexto de aquecimento global: “As barragens são sensíveis às mudanças climáticas, mudanças na precipitação. Podes ter menos água, mais água, menos cheias, mais cheias. E as projecções climáticas para a zona fazem com que vá haver mais variabilidade, que não é boa para a produção de energia.” Outra das críticas prende-se com o destino da electricidade produzida. Embora o projecto seja frequentemente apresentado como um instrumento para combater a pobreza energética no país, uma parte significativa da energia será exportada para os mercados regionais. “A electricidade não é para nós, é para exportação”, garante Daniel Ribeiro.
Embora represente uma pequena fração dos tumores malignos — entre 1,4% e 4% segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) —, a gravidade desta condição é desproporcional à sua incidência. A cada ano, surgem no Brasil cerca de 11 mil novos casos de tumores do sistema nervoso central, que incluem cérebro e medula espinhal. Entre crianças e adolescentes, o câncer cerebral é a segunda principal causa de morte por câncer, atrás apenas das leucemias. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o neurocirurgião João Gabriel Ribeiro Gomes, no Canal Saúde desta sexta-feira (5).
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 20:17-24, 34-35 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 28–29; JOÃO 17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando o filho de Kelly passou por mais uma cirurgia relacionada à distrofia muscular, ela quis distrair-se da situação familiar, fazendo algo por outra pessoa. Então, reuniu os sapatos em bom estado do filho que já não o serviam e os doou a um ministério. Suas doações fizeram com que amigos, familiares e até vizinhos doassem, somando mais de 200 pares de sapatos doados! Embora a campanha de arrecadação tivesse o objetivo de abençoar outras pessoas, Kelly sente que sua família foi ainda mais abençoada: “A experiência levantou nosso ânimo e ajudou-nos a focar no próximo”. Paulo entendia a importância dos cristãos doarem generosamente. A caminho de Jerusalém, o apóstolo parou em Éfeso. Ele sabia que provavelmente seria sua última visita às pessoas da igreja que fundara ali. Em seu discurso de despedida aos presbíteros, lembrou-lhes como havia trabalhado diligentemente no serviço a Deus (ATOS 20:17-20) e os encorajou a fazer o mesmo. Em seguida, concluiu com as palavras de Jesus: “Há bênção maior em dar que em receber” (v.35). Jesus quer que nos doemos com generosidade e humildade (LUCAS 6:38). Ao confiarmos em Sua direção, Ele nos concederá as oportunidades. Assim como a família de Kelly, podemos nos surpreender com a alegria que sentimos ao praticarmos Sua vontade. Por: ALYSON KIEDA
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou esta semana para uma probabilidade de 80% de desenvolvimento de um episódio de El Niño entre Junho e Agosto de 2026, fenómeno que poderá agravar secas, chuvas intensas e ondas de calor em várias regiões do planeta. Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, sublinha que o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. Segundo a mais recente actualização da agência das Nações Unidas, as temperaturas excepcionalmente elevadas das águas do Pacífico tropical estão a criar condições favoráveis à formação deste fenómeno climático, cuja influência se faz sentir à escala global através de alterações nos padrões de temperatura e precipitação. Para Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. “O El Niño é um fenómeno que sempre existiu”. “O que parece estar a acontecer é que os fenómenos que já aconteciam começam a acontecer com mais frequência e com mais intensidade”. O investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça da Faculdade de Direito da Universidade do Porto recorda que o último episódio ocorreu em 2023 e 2024 e esteve associado a temperaturas globais recorde. Segundo o director executivo da Casa Comum da Humanidade, o aquecimento das águas do Pacífico equatorial altera a circulação atmosférica e oceânica, desencadeando efeitos em cadeia em todo o sistema climático: “Há mais evaporação e altera toda a dinâmica termodinâmica da circulação atmosférica e dos oceanos. Este efeito é global”. “Há modelos que apontam para um fenómeno mais forte e outros para um fenómeno moderado”, referiu Paulo Magalhães, que acrescenta que “as alterações são maiores, chegam aos seis graus de aumento da temperatura da água. A questão é perceber que energia será libertada do oceano para a atmosfera”. Segundo o especialista, o excesso de energia acumulado no sistema climático acaba inevitavelmente por se dissipar, contribuindo para fenómenos meteorológicos extremos: “Há energia a mais no sistema, com o aquecimento global, tem de se dissipar por algum lado. Se está no mar, mais cedo ou mais tarde passa para a atmosfera e altera todas as dinâmicas de circulação”. Embora a OMM sublinhe que ainda não está demonstrado cientificamente que as alterações climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos episódios de El Niño, Paulo Magalhães considera que os dados observados levantam questões relevantes: “O último foi em 2023-2024 e estamos em 2026. Passados dois anos já estamos novamente perante esta possibilidade, quando a média era mais ou menos de sete anos”, observou. “Os protocolos que tínhamos para medir e aferir estas alterações podem ter de ser revistos porque a realidade está a ultrapassar esses quadros”. Quanto às regiões potencialmente mais afectadas por um episódio forte de El Niño, Paulo Magalhães aponta para a América Latina, África e partes da Ásia, destacando também a vulnerabilidade europeia perante o aquecimento global: “A Europa está a aquecer duas vezes mais rápido do que estava previsto. E dentro da Europa, a Península Ibérica é a mais afectada”. No seguimento do alerta da OMM, o secretário-geral da ONU, António Guterres, numa declaração em vídeo, apelou a que todos encarem “esta situação com o grau de urgência climática que ela representa”. “As condições de El Niño vão deitar mais combustível para a fogueira de um planeta em aquecimento. Os impactos serão ainda mais fortes e sentidos ainda mais longe. Atravessarão fronteiras com uma velocidade devastadora”, apelando mais uma vez a “pôr fim à dependência dos combustíveis fósseis”. Para Paulo Magalhães, a dificuldade em responder ao problema resulta da predominância de interesses económicos de curto prazo sobre os objectivos colectivos de médio e longo prazo. “O modelo económico está baseado nos combustíveis fósseis e a lógica dos benefícios a curto prazo supera o interesse colectivo”. O especialista defende que o desafio actual ultrapassa a dimensão política ou geopolítica, entrando no domínio das próprias leis da física. “Desta vez, o limite é físico. Não é uma questão geopolítica, de força ou de poder. É uma questão de física e de ciência”. “O nosso principal bem era um clima estável, o padrão de circulação estável dos oceanos e da atmosfera. Esse bem invisível é precisamente aquilo que estamos a perder”, conclui.
Microplásticos e compostos químicos potencialmente nocivos para a saúde foram detectados em aves marinhas da Geórgia do Sul, uma ilha remota da subantárctica. Um estudo internacional liderado por investigadores do Centre for Functional Ecology (CFE) do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) identificou 1275 partículas de origem antropogénica em sete espécies de aves, algumas delas classificadas como vulneráveis ou ameaçadas. A investigação foi conduzida no âmbito de um doutoramento em Biociências na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra pela investigadora Joana Fragão, que também colabora com o British Antarctic Survey, no Reino Unido. A investigação procura avaliar a presença de microplásticos e contaminantes químicos ao longo da cadeia alimentar antárctica: “Este estudo está inserido no meu projecto de doutoramento, sendo que o projecto é uma avaliação mais global da presença de microplásticos e quais os níveis dos microplásticos, bem como dos compostos químicos em toda a cadeia alimentar da Antárctida”. Segundo a investigadora, os plásticos podem funcionar como vectores de contaminação. Além dos compostos adicionados durante o seu fabrico, conseguem absorver outros poluentes presentes no meio marinho, incluindo metais pesados. Apesar de a presença de microplásticos em regiões remotas já ter sido documentada por outros estudos, alguns dos resultados surpreenderam a equipa. “Houve um estômago de uma ave em que contabilizei 130 partículas”, revela Joana Fragão. Embora a média tenha sido de cerca de 17 partículas por indivíduo, a investigadora admite que observar directamente estas partículas durante as análises reforça a percepção do impacto da actividade humana na biodiversidade. O estudo detectou, também, vários compostos químicos com potencial acção como disruptores endócrinos, substâncias capazes de interferir com o sistema hormonal. Ainda assim, a investigação não conseguiu demonstrar uma relação directa entre a presença destes contaminantes e a ingestão de microplásticos. As amostras analisadas foram recolhidas a partir de aves encontradas mortas no âmbito de programas de monitorização realizados na Geórgia do Sul. Esta abordagem impõe limitações ao estudo, uma vez que os investigadores dependem dos animais encontrados e não podem controlar factores como o número de indivíduos ou o período exacto de recolha. De acordo com o comunicado oficial, “os investigadores destacam que estes dados contribuem para uma melhor compreensão da exposição da fauna marinha a diferentes tipos de poluentes, sublinhando a importância de reforçar medidas internacionais que visem a redução da poluição marinha e a protecção da biodiversidade, incluindo a implementação de programas de monitorização de plásticos e contaminantes químicos, mesmo em ecossistemas considerados isolados”.
A Etiópia foi a votos esta segunda-feira, 1 de Junho, para eleger os deputados federais e os representantes regionais, num escrutínio que deve garantir a continuidade do primeiro-ministro Abiy Ahmed à frente do Governo. Apesar da participação registada em várias cidades, as eleições decorreram sob críticas da oposição, num contexto marcado por conflitos armados, dificuldades económicas e exclusão de algumas regiões. A vitória do Partido da Prosperidade, liderado por Abiy Ahmed, nunca esteve em causa. A formação governamental partia como favorita para conservar a maioria parlamentar e garantir a continuidade do actual primeiro-ministro à frente do Governo. Ainda assim, a participação eleitoral levanta interrogações sobre o grau de mobilização da sociedade etíope. O padre José Vieira, missionário português que regressou recentemente da Etiópia após 13 anos de trabalho no país, descreve um ambiente de relativa apatia política nos meses que antecederam a votação. “O que foi mais evidente durante os últimos meses era ver os centros de inscrição para as eleições completamente vazios”, observa. Apesar de a Comissão Nacional de Eleições apontar para cerca de 50 milhões de eleitores registados, o missionário considera o número reduzido para um país com cerca de 130 milhões de habitantes. “Havia uma certa desmobilização em relação ao evento”, afirma. Abiy Ahmed chegou ao poder em 2018 envolto numa forte expectativa de mudança. Um ano depois recebeu o Prémio Nobel da Paz, sobretudo pelo acordo alcançado com a Eritreia. Hoje, a avaliação dos seus 8 anos de governação divide opiniões. O padre José Vieira reconhece transformações visíveis, particularmente na capital. “Adis Abeba não tem nada a ver com o que era há dez anos. É uma cidade muito moderna, com grandes avenidas”, afirma. Destaca ainda a construção dos chamados “corredores urbanos”, que incluem espaços dedicados a peões e ciclistas e que o Governo procura replicar noutras regiões do país. No entanto, alerta para as limitações desse modelo fora dos grandes centros urbanos. Em muitas localidades, diz, os projectos são afectados pela falta de fiscalização e pela corrupção. “A corrupção é um dos grandes problemas na Etiópia de hoje”, sublinha, apontando casos em que verbas destinadas a obras públicas acabam desviadas para proveito pessoal de responsáveis locais. A guerra que continua a marcar o país Embora a guerra do Tigray tenha terminado formalmente em Novembro de 2022, com os Acordos de Pretória, as suas consequências continuam presentes no quotidiano dos etíopes. “As pessoas no Tigré não têm tanto acesso a combustíveis e a outros bens de primeira necessidade como noutras regiões”, explica o missionário. Além das dificuldades económicas, persistem receios quanto a um eventual reacender das tensões armadas, alimentadas por rivalidades regionais e por interesses externos. Segundo o padre português, o Governo foi obrigado a concentrar efectivos militares na região do Tigray, deixando outras zonas mais vulneráveis. Na Oromia, onde trabalhou, as preocupações de segurança aumentaram significativamente. “Houve um momento em que nos aconselhavam a telefonar antes de viajar para confirmar se as estradas estavam seguras”, recorda. A instabilidade não se limita ao norte do país. Em Amhara e Oromia continuam activos grupos armados que desafiam a autoridade do Estado e contribuem para um clima de insegurança que afecta a vida quotidiana e limita a capacidade do Governo para projectar uma imagem de normalidade democrática. Jovens preocupados com o futuro Nas conversas com famílias, líderes comunitários e estudantes, José Vieira encontrou uma preocupação comum: o acesso à educação e às oportunidades de emprego. Nos últimos anos, o Governo introduziu novos exames nacionais com o objectivo de elevar a exigência académica. Contudo, os resultados têm sido preocupantes. “Há três anos, quando foi introduzido o novo modelo de exame de admissão à universidade, apenas 5% dos candidatos passaram”, recorda. No ano lectivo mais recente, a taxa de aprovação rondou apenas os 7%. O missionário considera que muitos alunos não estão preparados para o grau de dificuldade das provas. O problema torna-se ainda mais grave porque os estudantes que não conseguem aprovação ficam dependentes de instituições privadas, inacessíveis para grande parte da população. A situação gera frustração entre os jovens. Muitos concluem vários anos de formação superior, mas arriscam terminar sem diploma caso não obtenham aprovação nos exames finais obrigatórios. “Depois de três, quatro ou cinco anos de estudos, podem ficar sem nada”, lamenta. Inflação e escassez de combustível A economia constitui outra fonte de preocupação. A inflação continua elevada e o acesso a combustíveis permanece problemático em várias regiões. O padre José Vieira relata situações extremas vividas pelas comunidades locais. Num dos centros missionários onde trabalhou, dois veículos permaneceram semanas sem poder circular por falta de gasóleo. “Descobriram que o mercado negro dá muito mais lucro do que o negócio normal”, explica. O missionário recorda ainda casos em que funcionários tiveram de esperar mais de dois dias em filas para abastecer um automóvel. Nas semanas que antecederam as eleições verificou-se uma melhoria na distribuição. “Antes havia grandes filas. Nas últimas semanas a situação foi normalizada”, relata. Resta saber se essa normalização corresponde a uma solução duradoura ou se foi apenas uma medida temporária para garantir um ambiente mais favorável durante o período eleitoral. As autoridades etíopes apresentam estas eleições como uma demonstração de estabilidade e de consolidação democrática. No entanto, a ausência de votação em algumas zonas, as denúncias da oposição, os conflitos armados persistentes e os problemas económicos mostram uma realidade mais complexa. Para José Vieira, a Etiópia continua a viver um momento de transição. Entre os avanços nas infra-estruturas e as dificuldades sentidas pela população, o país procura ainda encontrar um equilíbrio capaz de transformar a promessa de reforma que levou Abiy Ahmed ao poder numa estabilidade para os seus mais de 130 milhões de habitantes.
No 3 em 1 desta segunda-feira (01), o destaque foi que a nova pesquisa Real Time/Big Data para as Eleições 2026 ligou o sinal de alerta no Palácio do Planalto. Embora o presidente Lula (PT) vença o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno, o petista aparece em situação de empate técnico contra Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado Partido Social Democrático (PSD-GO). A Polícia Civil de SP deflagrou a Operação Wi-Fi para investigar desvios em um contrato de R$ 108 milhões da prefeitura de São Paulo. A suspeita é de que verbas destinadas à internet gratuita foram usadas para financiar o filme Dark Horse, biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para esta terça-feira (02) a reunião de líderes que definirá o rito de tramitação da PEC do fim da escala 6x1. A esperança de um acordo histórico ruiu após Irã e EUA suspenderem as negociações de paz nesta segunda-feira (01). O recuo de Teerã ocorreu imediatamente após uma nova onda de ataques de Israel contra o Líbano. A reportagem de João Vitor Revedilho traz os bastidores da sucessão no Rio de Janeiro, onde o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) desponta como o favorito para herdar a vaga do ex-governador Cláudio Castro na disputa ao Senado. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, viajará aos Estados Unidos com o objetivo de debater os impactos da classificação do PCC e do CV como grupos terroristas. A viagem tratará o suposto risco de sanções econômicas e possíveis interferências no sistema Pix. O presidente Lula (PT) convocou uma nova reunião ministerial para reorganizar o governo após a saída definitiva de 17 ministros, que deixaram suas pastas para disputar as Eleições 2026. O presidente Lula (PT) entrou em campo para selar a aliança em São Paulo e quer o ex-governador Márcio França (PSB) como vice na chapa de Fernando Haddad ao governo do estado. Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), revelou que seu foco absoluto é a disputa pela presidência da Casa em 2027. No entanto, o deputado também não descartou a possibiliade de concorrer a uma vaga no Senado. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Estamos em uma ‘minissérie' sobre as ações do diabo no mundo e como isso nos influencia e podemos nos proteger disso.Embora, muita gente não gosta ou até sinta medo de falar sobre isso, a bíblia nos orienta a entender algumas coisas a respeito dele.É importante entender como o mundo espiritual funciona para podermos reagir de maneira adequada, e perceber quando estamos sendo influenciados por ele. Veja o que a bíblia diz sobre isso: II Co. 2.11.
Todo ano, eu acho importante termos pelo menos uma ou duas pregaçõespara falar do diabo.Embora, muita gente não gosta ou até sinta medo de falar sobre isso, abíblia nos orienta a entender algumas coisas a respeito dele.Todo tabu é um problema. Todo assunto que nós não queremos tratar,tende a se tornar maior do que deveria ou mais problemático do que seria. As vezes é por superstição, as pessoas acham que atrai.
Sentir apreensão em relação à própria saúde é um sentimento comum, mas, quando ele é muito desproporcional ao risco, pode ser sinal de hipocondria — um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo de ficar doente e até mesmo de morrer. Embora o termo seja constantemente banalizado, a hipocondria interfere na qualidade de vida e gera sofrimento psíquico. O hipocondríaco tende a interpretar sensações comuns do corpo como sinais de doenças graves. Um leve desconforto pode se transformar, em sua percepção, em um indício de problema sério de saúde. Essa atenção constante leva a uma vigilância excessiva do próprio corpo e à busca incessante por consultas médicas e exames. E, mesmo se os resultados estiverem todos em ordem, isso não é suficiente para acalmar o paciente. No dia a dia, a preocupação com a saúde também pode comprometer atividades profissionais e sociais. A internet contribui para a “neura” e se torna o espaço ideal para o hipocondríaco buscar informações médicas, fazer associações que não têm necessariamente relação de causa e efeito e inventar diagnósticos. O transtorno pode estar associado a outros quadros de ansiedade, a situações de estresse ou a experiências pessoais, como o convívio com doenças graves na família. A hipocondria tem tratamento, e a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma das abordagens mais utilizadas. O método busca ajudar o paciente a identificar padrões de pensamento distorcidos, compreender suas origens e desenvolver novas formas de interpretar as sensações corporais. O paciente pode demorar para buscar ajuda porque nem sempre tem consciência do problema, explica a psiquiatra Sarah Smadja, que atua no Hospital Sainte-Anne (GHU Paris Psiquiatria e Neurociências) e também é perita judicial. “Na verdade, não é tão simples admitir que está na hora de consultar um psiquiatra. Os pacientes têm consciência de que existe um medo exagerado e um excesso de consultas médicas e de exames, que, num primeiro momento, tranquilizam, mas não impedem novas consultas, já que o medo excessivo sempre volta.” Essa dúvida permanente do hipocondríaco sobre seu estado de saúde envolve fatores biológicos e psicológicos, diz a psiquiatra. O nível de ansiedade depende também de elementos ambientais. “Ocorre o que chamamos de gatilhos: acontecimentos que se somam ao estresse, ao desânimo e vão gerar esses picos de angústia, que contribuem para a manifestação da doença. Esse processo pode induzir a um comportamento quase delirante, que acaba ultrapassando a hipocondria e se transformando em outra patologia.” Na prática, o que caracteriza a hipocondria? “É uma angústia, um medo, mas um medo avassalador, excessivo, em que o paciente estará atento ao seu corpo e interpretará os sinais de maneira exagerada. Esse é o mecanismo.” Essa angústia pode levar a sintomas corporais, como suores ou palpitações, por exemplo, que vão corroborar a hipótese da existência de uma doença grave. Ela lembra que o transtorno pode, basicamente, se manifestar de duas maneiras: o paciente consulta demais ou então nunca vai ao médico, temendo o diagnóstico. Existe um elo entre o corpo e a mente, capaz de provocar reações orgânicas. É exatamente esse o círculo vicioso vivenciado por um hipocondríaco, diz a psiquiatra. A apresentadora francesa Agathe Lecaron sofre de hipocondria e escreveu o livro “Paciente Zero”, em tradução livre. Os primeiros sintomas apareceram na infância. Ela se lembra de que, aos oito anos, costumava consultar o dicionário para buscar a definição de algumas “sensações”, como a taquicardia. A francesa cita algumas de suas supostas doenças, que integram uma longa lista de diagnósticos improváveis. “Tive muito medo de estar com câncer neuroendócrino, câncer do maxilar, tive uma hepatite C — mas, nesse caso, foi um erro do laboratório; o resultado indicava hepatite C positiva. Grávida, acreditei que estava com todas as doenças possíveis desse período. Meu filho teve todas as doenças possíveis, e também tive muito medo de estar com esclerose múltipla”, conta. Patologias que, na verdade, nunca existiram. Mas a ansiedade e o estresse afetavam seu sono, e ela sentia sintomas reais, que podiam, de fato, estar presentes em várias doenças. No auge da ansiedade, ela chegou ao ponto de fazer um exame PET para câncer e perguntar aos pacientes na sala de espera se o tratamento deles tinha dado certo. Hoje, diz sentir vergonha desse episódio. “O que é complicado na hipocondria é o mito do doente imaginário, como na peça de Molière. Como o próprio nome diz, o doente imaginário imagina, então não tem nada grave, já que a pessoa de fato nunca está doente. Mas a hipocondria, por si só, é uma doença”, conclui.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (22): O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União), barrou a implementação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as fraudes do Banco Master e suas ligações políticas em Brasília. Embora a oposição tenha alcançado o número mínimo de assinaturas para instauração da CPI, Alcolumbre travou o andamento e justificou que a decisão de aprovar o início da investigação cabia apenas ao presidente da Casa. A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro pediu a transferência do dono do banco master da superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal para o Centro de Detenção Provisória do DF, a Papudinha, alegando que as instalações da PF não possuem estrutura para uma prisão mais longa. A decisão será analisada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal e relator do caso, André Mendonça. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) negou em entrevista nesta quinta-feira (21), que tenha pedido para encontrar o presidente americano Donald Trump. A campanha de Flávio mudou recentemente de marqueteiro e um encontro com Trump poderia afastar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) das polêmicas com Daniel Vorcaro. Fontes da Jovem Pan no Departamento de Estado americano confirmaram negociações para o encontro. Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha apontou que 68% dos endividados entrevistados acreditam que vão beneficiar-se com novo programa governamental “Desenrola Brasil 2”. O Desenrola renegocia os juros e das condições de pagamento de dívidas ativas. O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em entrevista nesta quinta-feira (21), que o próximo bloqueio orçamentário de 2026 será ainda maior do que os últimos e que o governo terá que “cortar na própria carne” para atingir a meta econômica deste ano. A expectativa é de uma redução de gastos em várias áreas da administração pública. Bilhetes picados encontrados pela Polícia Penal em esgoto da penitenciária de Presidente Venceslau em 2019 levaram à prisão da influenciadora Deolane Bezerra nesta quinta-feira (21). Segundo as investigações da Polícia Civil, os bilhetes levaram à transportadora “Lopes Lemos Transportes Ltda”, que lavaria dinheiro do Primeiro Comando da Capital e repassava os valores “limpos” à Deolane, que supostamente atuava como “caixa” da facção. A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu um lote de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026 na noite desta quinta-feira (21), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As figurinhas passarão por perícia e depois serão inutilizadas. Quem fez a declaração do imposto de renda já consegue consultar sua restituição através do site da Receita Federal. Este é o maior valor já pago em restituições, em torno de R$ 16 bilhões. Os pagamentos da restituição serão realizados em quatro lotes. O prazo para enviar a declaração do IR é até o dia 29 de maio. Seis meses após a liquidação do Banco Master, cerca de R$ 2 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) seguem esquecidos. São 117 mil pessoas que ainda não solicitaram o reembolso. Todos os investidores que aplicaram em renda fixa no Master têm o direito à restituição do investimento através do FGC. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (21) o envio de mais cinco mil soldados americanos para a Polônia, país estratégico por fazer fronteira com a Rússia. Parte deste contingente será formada por militares americanos realocados de outros países da OTAN. A decisão foi divulgada por meio da rede Truth Social e ocorre poucos dias após o vice-presidente JD Vance afirmar que o reforço militar havia sido adiado. O ex-participante do reality Big Brother Brasil 17, Marcos Harter, foi punido pelo Conselho Federal de Medicina por infringir o código de ética médica. Ele infringiu os artigos 1°, 23° e 32° do código. Não foi divulgada qual a infração cometida. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Este relatório da AQA examina a crise de competências no Reino Unido, contestando a ideia de que os jovens são naturalmente "nativos digitais". Embora dominem as redes sociais, muitos estudantes carecem de conhecimentos críticos para identificar desinformação e utilizar ferramentas de trabalho essenciais, como o Excel. O documento propõe uma reforma educativa que integre a literacia digital de forma transversal em várias disciplinas, em vez de a limitar apenas às aulas de informática. Entre as recomendações principais, destacam-se o reforço da formação de professores e a criação de um quadro nacional que defina competências essenciais desde os primeiros anos. O objetivo final é garantir que os alunos saiam da escola preparados para navegar com segurança e eficácia num mundo profissional e social cada vez mais tecnológico.
O jornalista Ivan Godoy comenta as últimas notícias internacionais. Embora uma nova proposta de paz, os conflitos no Oriente Médio seguem sem acordo, enquanto EUA pressionam Irã sobre programa nuclear. Ivan também comenta os primeiros resultados concretos após a visita de Donald Trump à China, confirmados hoje por Pequim, e analisa os possíveis cenários sobre a visita de Vladimir Putin, presidente da Rússia, à China nesta quarta-feira (20).
Corinthians classifica para a fase oitavas de final da Copa do Brasil, mas tropeça no Brasileirão e volta a entrar na zona do rebaixamento. Fora de campo, Yuri Alberto diz que gostaria de ir embora e, dias depois, Hugo Souza é surpreendido com a não convocação para a disputa da Copa do Mundo. No episódio desta semana, Careca Bertaglia e Yago Rudá debatem os rumos do Timão, repercutem as polêmicas do Parque São Jorge e palpitam sobre o futuro de Memphis Depay. Confiram!
Há uma pergunta que já não se pode adiar: a inteligência artificial melhora mesmo a aprendizagem, ou estamos apenas a trocar entusiasmo tecnológico por resultados concretos? Um relatório publicado em maio de 2026 pelo EsadeEcPol — o centro de política económica da escola de negócios ESADE, com apoio da Google — tenta responder com rigor a essa questão, analisando décadas de evidência sobre as TIC e os primeiros estudos causais disponíveis sobre IA generativa no sistema educativo. Embora centrado em Espanha, as conclusões atravessam fronteiras e falam directamente à realidade das escolas portuguesas, dos professores sobrecarregados e dos alunos que chegam cada vez mais diferentes às salas de aula.
Quatro dias depois de Donald Trump, Vladimir Putin chega esta terça-feira a Pequim, onde vai ser recebido, quarta-feira, pelo Presidente chinês Xi Jinping. Os líderes chinês e russo já se trataram publicamente como “velhos amigos”, mas a Rússia está altamente dependente, a nível económico, da China, o primeiro comprador do petróleo russo sob sanções internacionais. Simbolicamente, as duas visitas com poucos dias de intervalo confirmam Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, considera José Palmeira, especialista em Relações Internacionais e com quem conversámos sobre o tema. Menos de uma semana depois de Donald Trump ter sido recebido com pompa e circunstância em Pequim, Vladimir Putin chega esta terça-feira à China para se encontrar com Xi Jinping, descrito como um “bom amigo de longa data”, e para reafirmar a robustez das relações sino-russas. Trump foi o primeiro Presidente americano a deslocar-se à China desde 2017, Vladimir Putin vai cumprir a 25.ª visita, de acordo com a diplomacia chinesa. No espaço de um ano, todos os líderes das grandes potências do planeta foram a Pequim, como os do Brasil, da Índia, do Canadá, da União Europeia, de França, da Alemanha, de Itália, do Reino Unido e de Espanha. Agora, a visita de Trump e de Putin, intercalada de apenas quatro dias, confirma o estatuto de Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, resume José Palmeira, director da licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho, em Portugal. No fundo, “a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio”. Do outro lado, a China “tem beneficiado das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções”, deixando Moscovo altamente dependente, a nível económico deste que é o primeiro comprador das energias russas sob sanções internacionais. Por outro lado, Vladimir Putin leva na bagagem o dossier do gasoduto “Força da Sibéria 2” que, se for fechado, pode ligar a Rússia à China via Mongólia. Também em cima da mesa, de acordo com a presidência russa, está “a troca de opiniões sobre as grandes questões internacionais e regionais”. Pode a Rússia usar a sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia e desbloquear a situação no Estreito de Ormuz? Estas são algumas das questões sobre as quais falámos com o nosso convidado José Palmeira. RFI: O que está em jogo nesta visita de Vladimir Putin à China, apenas quatro dias depois de Xi Jinping ter recebido Donald Trump? José Palmeira, Director da Licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho: “Eu diria que em causa estão questões bilaterais, mas também globais. A China cada vez se assume mais como uma superpotência. A visita recente de Donald Trump evidenciou isso mesmo. A China e os Estados Unidos colocam-se no mesmo patamar em termos de poder global, com uma diferença: é que a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio. A referência que XI Jinping fez a Tucídides simboliza isso mesmo. Relativamente à Federação Russa, é verdade que, nos últimos anos, houve uma aproximação muito significativa. Essa relação é nomeada como sendo uma parceria especial e, no ponto de vista bilateral, a China tem beneficiado sobretudo das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções e, portanto, precisa de ter alternativas para exportar hidrocarbonetos. Isso tem sido útil quer à Federação Russa quer à China, que está a fazer uma compra a preço muito mais reduzido do que aquele que seria o preço de mercado. Por outro lado, a China lida, neste momento, com uma Rússia debilitada em função da guerra que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, onde está a empregar muitos meios militares e onde está a ter muitas baixas. A situação económica da Federação Russa também é bastante difícil neste momento e a China pode ser um aliado importante para Moscovo, na medida em que, de um plano económico, lhe permite sair desse tal bloqueio.” De certa forma, Moscovo quer ter garantias quanto ao facto de que a Rússia ocupa ainda um lugar privilegiado com a China? “O que é que nós tínhamos até há pouco tempo? Tínhamos uma Rússia que é uma potência militar, mas que no plano económico tem ficado debilitada, e tínhamos uma China que era o contrário, que era uma potência económica, mas ainda não tinha capacidade militar, sobretudo no plano nuclear equiparado à Rússia (tem armas nucleares, é verdade, mas o número de ogivas da Federação Russa é muito superior). E o que é que estamos a assistir? Estamos a assistir que a China está também no plano militar a assumir-se como uma potência cada vez mais completa, enquanto a Federação Russa, no plano militar, está a ficar bastante debilitada com o conflito e como já não era uma potência económica no mesmo patamar, acaba por ficar numa situação de inferioridade. A China é conhecida como Império do Meio e, no fundo, está-se a assumir também como uma potência acima da Federação Russa e num patamar equivalente aos Estados Unidos. E, portanto, isto quer no plano interno para XI Jinping, quer no plano externo, coloca a China, de facto, como uma potência que nunca teve este esplendor. Isto para Pequim não deixa de ser uma excelente notícia.” Por que é que a China não usa da sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia? “Essa é uma dúvida de que não temos propriamente uma resposta objectiva. Podemos criar cenários. Será que à China lhe interessa uma Rússia debilitada para poder continuar a tirar partido, por exemplo, dos hidrocarbonetos russos a um preço muito inferior ao de mercado? Será que a Rússia, por seu turno, continuando este conflito desta forma, vai tentar junto da China alguma reabilitação via não só da China, mas também dos BRICS (porque são, no fundo, a única alternativa que Rússia tem)? É isto que é o isolamento que o Ocidente lhe tem vetado. É verdade que este isolamento é muitas vezes, de certa forma, diluído, porque Donald Trump quer ter uma relação com Putin e quer criar aqui um certo equilíbrio com o intuito de mediar o conflito na Ucrânia, mas não tem conseguido até agora alcançar esse objectivo. Pode ser que mais tarde seja a China a aparecer com uma chave para a solução do conflito. Aliás, esta ambiguidade da China mantém-se também em relação ao Médio Oriente. Embora tenha uma boa relação com o Irão, não tem tido um papel activo no Médio Oriente, mas já teve no passado: a China reatou as relações entre o Irão e a Arábia Saudita, por exemplo. Será que vai emergir também como um desbloqueador do conflito, até porque também está a ser afectada pelo bloqueio do estreito de Ormuz? Portanto, há aqui várias questões onde a China não tem sido assertiva. Eu diria que a única matéria onde a China foi assertiva foi em relação a Taiwan, onde na recente visita [de Donald Trump] vincou bem que é um assunto interno e que não admite que os Estados Unidos ou qualquer país interfira.” Fala-se na construção de um gasoduto que ligue a Rússia e a China, através da Mongólia. Seria uma alternativa à via marítima oriunda do Médio Oriente, da qual a China acaba por também estar dependente. O conflito no Irão poderá fazer com que as possibilidades deste gasoduto se concretizar sejam ainda maiores? “Eu diria que, apesar de tudo, a China é muito prudente, isto é, a China não quer ficar dependente da Federação Russa também em termos desse tipo de abastecimentos. Agora, pode ser que o gasoduto seja interessante porque, sobretudo em situações de crise, uma boa relação com a Rússia garante sempre essa alternativa. Mas, apesar de tudo, a política chinesa é uma política de diversificação. Isto é, a China tem várias alternativas em termos de abastecimento e, nesse sentido, para a China é muito positivo ter essa possibilidade. Em caso de crise no Médio Oriente, a Federação Russa dará garantias, mas a China nunca quererá, penso eu, ficar muito dependente do Kremlin. A China quer ter uma política autónoma em matéria de política económica, tecnológica e a diversificação é a sua principal estratégia. Agora, poderá haver avanços nessa iniciativa relativamente ao gasoduto porque pode ser uma alternativa positiva para Pequim.” Tanto a China como a Rússia acabariam por, de certa forma, ganhar com a guerra no Médio Oriente? “Eu diria que o enfraquecimento dos Estados Unidos interessa a Pequim e a Moscovo. Agora, há aqui um problema que afecta mais a China do que a Rússia. É que a China, apesar de tudo, depende bastante do preço de mercado dos combustíveis e, estando esses preços em alta, isso é uma má notícia para Pequim. Agora, é verdade também que a China é um actor global e, nesse sentido, se os outros países da economia global estiverem mal, isso vai afectar também as exportações chinesas e a China não quer isto. Portanto, no curto prazo, o conflito pode não afectar a China, mas no médio e longo prazo afecta também a China que vai querer que o conflito no Médio Oriente termine e que o Estreito de Ormuz deixe de estar bloqueado. Portanto, também fará alguma pressão no sentido de o Irão não prolongar este braço-de-ferro muito tempo. Interessa também à China que o Irão saia desta guerra não derrotado, na medida em que é um aliado importante. Aliás, a China tem um número de aliados cada vez maior na região, lá está, no âmbito da sua política de diversificar. A China quer ter compradores em todo o lado e, na sua perspectiva de importador de energia, quer também ter países que lhe vendam essa energia e de uma forma o mais diversificada possível.” Para terminarmos, ligando estas duas visitas em menos de uma semana de líderes de potências mundiais a uma outra potência mundial, qual é a principal conclusão que se tira da visita de Trump à China e qual é a principal expectativa desta visita de Putin? “A China coloca-se aqui num patamar superior em que é objecto do interesse das duas potências. Uma maior, é verdade, uma super que são os Estados Unidos e outra que é uma superpotência militar, mas não tanto económica, que é a Rússia. E com isso vê-se como o líder desejado, o líder ao qual todos batem à porta. No caso concreto da Rússia, aquilo que certamente Vladimir Putin pretenderá é receber apoio da China daqueles equipamentos que são de duplo uso, que são vendidos alegadamente com objectivos civis, mas podem ter utilização militar. No plano económico, naturalmente, interessa à Rússia continuar a escoar o seu petróleo e gás natural para a China e também alargar as relações em todos os domínios que poderão ser úteis. Por exemplo, neste momento não é só o bloqueio económico, também há um bloqueio cultural e um bloqueio desportivo e é muito interessante para toda a cultura russa, que é muito vasta, e para os grupos desportivos russos poderem desenvolver a sua as suas práticas no território chinês ou no espaço mais amplo dos BRICS. E nesse sentido, a China funciona como um pivô.” Em relação ao aos Estados Unidos, qual é que foi a conquista desta visita de Trump? Conseguiu o que queria? “Ainda não estamos muito esclarecidos sobre aquilo que Trump terá conseguido. A priori, não conseguiu grande coisa, isto é, conseguiu levar uma comitiva, sobretudo constituída por líderes de empresas tecnológicas, e ainda não está muito claro em que é que isso resultou, porque foram anunciadas a compra por Pequim de alguns Boeings, mas, de qualquer forma, esse número não é confirmado por ambas as partes, os tais 200. E é verdade que Donald Trump especulou que a visita correu muito bem e foi um sucesso, mas isso não está dado como garantido. Vamos ver se é possível ou não que a China exerça alguma influência relativamente ao conflito no Médio Oriente porque Donald Trump já mostrou que não quer voltar a atacar o Irão, quer é um acordo diplomático. Mas para isso é preciso cedências e até agora estas cedências ainda não foram alcançadas. Vamos ver se Pequim exerce alguma influência nesse sentido ou não.”
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A Saída do Brasil é o Aeroporto01:28 O Tamanho do Êxodo03:02 A Fuga dos Milionários07:38 A Morte da Esperança dos Jovens10:18 Para Onde Estão Indo?10:56 O Que o Brasil Está Perdendo11:22 Conclusão12:10 RC Wealth e RC Club
Oro Por Você 03159 – 18 de maio de 2026 Pai, entrego a Ti, hoje, todas as minhas esperanças e todos os meus sonhos. Se há algo que anseio e que não faz parte da minha vida, peço que retires o desejo, para que o que deve estar na minha vida seja liberado. Sei que é perigoso transformar meus sonhos em ídolos. Submeto a Ti tudo o que desejo, e declaro hoje que desejo mais de Ti. Quero que os desejos do meu coração estejam alinhados com os desejos do Teu coração. Embora seja difícil abrir mão dos anseios e sonhos que tenho para minha vida, coloco tudo aos Teus pés. Sei que sempre faz e farás o melhor. Confio da Tua vontade. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
TEMPO DE REFLETIR 01768 – 18 de maio de 2026 Jeremias 2:13 – Eles Me abandonaram, a Mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas. Ainda existem lugares distantes dos grandes centros em que podemos encontrar água cristalina que desce em pequenas cascatas que vêm das montanhas. Em contraste com a água corrente, temos as cisternas. Em caminhadas mato adentro, podemos encontrar poços ou cisternas abandonados. Cisternas com água estagnada, turva, com uns poucos peixinhos tentando sobreviver. Ao redor, musgo, rãs e tartaruguinhas. Nada atraente ou chamativo, mesmo sob o sol mais causticante possível. Água da fonte ou de cisterna? Com qual das duas você prefere satisfazer sua sede? Embora o povo de Israel tivesse à sua disposição água da fonte, insistia em fazer suas próprias cisternas em rocha calcária que, devido à porosidade, não armazenava água. Não é de admirar que Deus esteja chamando a atenção de Seu povo pelas escolhas que está fazendo, dizendo: “Não aceite imitações ridículas do verdadeiro.” Deus sabe quão sedentos estamos. É Ele que tem a água que nos pode satisfazer. Tudo aquilo que procuramos para satisfazer nossa necessidade fora de Deus é uma cisterna rachada; mesmo assim, alguns continuam correndo equivocadamente em direção a essas fontes. Dentre os muitos convites que Jesus pronunciou enquanto esteve na Terra, um dos mais bonitos foi feito numa ocasião festiva, no último dia da Festa dos Tabernáculos. As pessoas que vinham assistir a essa festa, além do magnetismo do encontro com os amigos, tinham também profundos anseios de uma vida melhor. Muitos acalentavam esperança de dias melhores. No fim da festa, sem ter recebido as bênçãos que tanto desejavam, para as pessoas as cerimônias se assemelhavam a cisternas rotas. Foi a elas que Cristo Se dirigiu, dizendo: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (Jo 7:37). Jesus está dizendo hoje: “Quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4:14). “O brado de Cristo ao coração sedento ecoa ainda, e apela para nós com poder ainda maior do que aos que O ouviram no templo, naquele último dia da festa. A fonte está aberta para todos. Aos cansados e exaustos, oferecem-se os refrigerantes goles da vida eterna” (O Desejado de Todas as Nações, p. 454). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor: mata a minha sede, Pai! Por favor. Quero beber cada dia da Tua Palavra; beber dos Teus ensinamentos, da vida que vem de Ti. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Neste episódio, Ricardo explica que o crescimento na carreira de gestão de projetos não se define apenas por habilidades técnicas, certificações ou ferramentas. Muitas vezes, os momentos mais importantes são interações breves e inesperadas durante crises ou conversas difíceis. Nessas situações, os líderes observam quem mantém a calma, simplifica o caos, comunica-se com clareza, assume a responsabilidade e ajuda os outros a tomar decisões. Embora a competência técnica seja essencial, a confiança e a liderança sob pressão tornam-se os verdadeiros diferenciais à medida que as carreiras evoluem. Com a inteligência artificial automatizando muitas tarefas técnicas, habilidades humanas como julgamento, comunicação e tomada de decisão em situações incertas tornam-se ainda mais valiosas. Às vezes, um momento que pode mudar a carreira dura apenas alguns minutos. Escute o podcast pra saber mais!
Embora admita que o CDS tem de estar "sempre preparado" para ir a votos sozinho, o líder parlamentar acredita que "o eleitorado da AD é superior à soma dos votos dos dois partidos em separado."See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ECLESIASTES 8:14-17 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 19–21; JOÃO 4:1-30 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A cada primavera, as doces e perfumadas flores de cerejeira lotam o Japão com sua elegante cor rosa suave, encantando os sentidos de japoneses e turistas. A natureza fugaz das flores cultiva uma percepção forte nos japoneses, que usufruem da beleza e do aroma momentâneo; a brevidade da experiência aumenta seu significado. Eles chamam essa percepção de Mono-no-aware: um prazer sentido por algo que passará rapidamente. Como humanos, é compreensível que busquemos prolongar os sentimentos de alegria. Mas o dia a dia está repleto de dificuldades, e devemos cultivar a capacidade de ver tanto a dor quanto o prazer pelas lentes da fé em nosso Deus amoroso. Não precisamos ser pessimistas, nem criar uma visão falsamente positiva da vida. O livro de Eclesiastes nos oferece um modelo útil. Embora seja, às vezes, considerado um livro de declarações negativas, o mesmo rei Salomão que escreveu que “Nada faz sentido” (1:2) também encorajou seus leitores a obter alegria nas coisas simples da vida, dizendo: “a melhor coisa a fazer neste mundo é comer, beber e alegrar-se” (8:15). A alegria vem quando pedimos a Deus que nos ajude a “[procurar] sabedoria” e aprender a observar “tudo que Deus faz” (vv.16-17) nos momentos bons e nos difíceis (3:11-14; 7:13-14), pois nada é permanente neste lado da eternidade. Por: KIRSTEN HOLMBERG
O ministro do Ensino Superior da França, Philippe Baptiste, anunciou em 20 de abril que o aumento das taxas de matrícula para estudantes internacionais de fora da União Europeia, decretado em 2018, deverá ser efetivamente aplicado pelas universidades. A medida gera preocupação entre estudantes brasileiros na França, que sentem que deixaram de ser "bem-vindos" no país. Ana Carolina Peliz, da RFI em Paris A decisão integra o plano Choose France for Higher Education (Escolha a França para o Ensino Superior), do Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa. Embora tenha sido instituída há oito anos, a política provocou forte reação de associações estudantis e reitores contra a medida. Em resposta, muitas instituições criaram mecanismos de isenção que poupavam os alunos estrangeiros das taxas. Agora, apesar da autonomia das universidades, o governo pressiona para que o preço diferenciado para estrangeiros seja aplicado já na matrícula para o ano letivo de 2026–2027, com início em setembro. Segundo o ministério, um decreto obrigará as universidades a adotar a medida, sem detalhar prazos. Apenas 10% dos estudantes poderão ser isentos, em situações específicas, como aqueles oriundos de países em grave dificuldade. Pela regra, alunos de fora da União Europeia terão que pagar € 2.895 (cerca de R$ 16 mil) para cursos de graduação, contra € 180 atualmente, e € 3.941 (aproximadamente R$ 21.700) em nível de mestrado, contra os € 250 atuais. Os estudantes franceses e europeus continuarão pagando os valores mais baixos, enquanto o doutorado não sofreu aumento. “Isso representa apenas 30% do custo real da formação”, afirma Baptiste, destacando que os valores ainda são inferiores aos praticados em destinos como Estados Unidos e Reino Unido. O governo sustenta que a medida visa reforçar a atratividade da França como polo de ensino e pesquisa, além de melhorar o acolhimento de estudantes estrangeiros. A justificativa, no entanto, não convence Matheus Morandini, presidente da Associação de Estudantes e Pesquisadores Brasileiros na França (Apeb-Fr). “É contraditório com a própria política de atrair mais brasileiros para o país”, diz, referindo-se ao compromisso firmado em 2024 durante visita de Lula à França. Na ocasião, o presidente brasileiro e Emmanuel Macron estabeleceram a meta de elevar o número de estudantes brasileiros de cerca de 5 mil para 8 mil até 2026. Dados da Campus France indicam, porém, uma queda de 1% em cinco anos, entre 2019 e 2024. Para Morandini, o aumento das taxas caminha na direção oposta. “É uma espécie de convite para não vir. Não condiz com a política de promoção do ensino superior francês no Brasil”, afirma. Ele também aponta outras medidas que desestimulam a permanência de estrangeiros, como o fim do auxílio-moradia para estudantes de fora da UE, restrito agora a bolsistas. “A impressão é de que essas pessoas deixaram de ser bem-vindas”, diz. Faculdades sob pressão financeira A justificativa apresentada pelas universidades difere da versão oficial do governo. “Alguns alunos contribuirão mais para o financiamento da universidade no próximo ano. Por razões orçamentárias, somos obrigados a aumentar essas taxas”, afirma Christine Neau-Leduc, presidente da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, em dezembro. “Os valores são definidos por decreto de 2019. Não temos autonomia sobre isso”, acrescenta. Em resposta à RFI, a instituição citou sua deterioração financeira. “Há anos sofremos os efeitos de decisões do Estado que foram apenas parcialmente compensadas”. Diante do déficit, a universidade recebeu da autoridade regional a tarefa de implementar um plano de economia de € 13 milhões até o fim do ano. A situação da prestigiosa universidade não é isolada. Diversas instituições enfrentam dificuldades semelhantes, o que ajuda a explicar o recuo em relação a um princípio histórico do ensino francês: a gratuidade para todos. Diferentemente de países como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, esse sempre foi um dos pilares do sistema universitário na França. Desde o início do ano, dirigentes universitários vêm alertando para a crise orçamentária. Segundo relatos, cerca de três quartos das instituições operam no vermelho. Embora o orçamento para 2026 preveja um acréscimo de € 175 milhões, o montante é considerado insuficiente para compensar a inflação, de acordo com a Federação de Educação, Pesquisa e Cultura, ligada à CGT. “As universidades estão à beira do colapso”, conta à RFI a professora e pesquisadora em Ciências Política da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. “Cortamos 90% dos investimentos; já não compramos livros”. Ainda assim, ela critica a medida: “Essa diferenciação por origem é inaceitável. Esses estudantes terão as mesmas condições de ensino que outros que pagam poucas dezenas de euros”, opina. A proposta do governo é controversa e, segundo entidades estudantis, pode agravar ainda mais a situação financeira dos alunos estrangeiros. Incerteza entre estudantes Muitas universidades ainda não confirmaram se aplicarão integralmente a medida ou se manterão isenções, o que aumenta a incerteza entre os estudantes. “Perguntei se serei afetada, mas ainda não tive resposta”, relata Alice Machado, que deve iniciar uma graduação em psicopedagogia em Paris, um curso realizado pela Escola de Formação em Psicopedagogia, em parceria com a Universidade de Nanterre. “Estou muito preocupada”, completa. A estudante explica que, após mudar de tipo de visto, ficou impedida de trabalhar por meses. “Vou ter que me reorganizar e talvez buscar um emprego de verão para conseguir pagar a universidade. Mas posso trabalhar no máximo 20 horas semanais, e isso não é suficiente”. Segundo ela, o dinheiro que pretendia usar para visitar a família no Brasil deverá ser destinado à matrícula. Ela ressalta que o custo é elevado para muitas famílias. “Vou ficar em uma situação bem apertada. Não é qualquer família que pode disponibilizar € 2 mil ou mais para estudar fora”, declara. Caio Dério, mestrando em Desenvolvimento e Ação Humanitária Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, vive situação semelhante. Ele foi surpreendido pela decisão da universidade no meio do curso. “Fiquei muito preocupado, mas, após pressão dos estudantes, a cobrança não foi aplicada para quem já estava inscrito”, conta. “Quem entrou em 2025 poderá concluir pagando as taxas anteriores" segundo ele, que sublinha que a decisão só foi revertida após mobilização. Ele lamenta que não foi alertado sobre um possível aumento quando se inscreveu na universidade. “Planejei tudo com base nos valores informados. Deixei meu emprego no Brasil, usei minhas economias e organizei minha mudança contando com esses custos”. Caso a cobrança fosse mantida, Caio não teria condições de permanecer e teria que abandonar o curso. Na avaliação do aluno, a medida pode empurrar estudantes para empregos e formações fora de suas áreas. Ele questiona ainda a lógica da política. “Parece que a qualidade do estudante está sendo associada ao quanto ele pode pagar. Isso não faz sentido. O governo acaba fechando portas para pessoas talentosas”, aponta. Morandini, da Apeb-Fr, também relata a importância das isenções. Ele chegou à França em 2021 e só conseguiu estudar graças a esse mecanismo. “Eu não teria vindo se tivesse que pagar esses valores”. Para ele, o cenário indica uma mudança de orientação. “O governo caminha para uma política que precariza estudantes estrangeiros de fora da União Europeia, especialmente os estudantes de países do Sul Global e com menor poder econômico”, conclui.
TEMPO DE REFLETIR 01759 – 9 de maio de 2026 Lucas 21:2 – Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre. Uma pequena alegoria salienta a importância das pequenas coisas. No estúdio, o artista afastou a cortina e o sol iluminou um vitral inacabado. Na parte inferior do vitral, via-se um ambiente florido, crianças olhavam e sorriam. Acima das crianças, achava-se a figura incompleta de um homem. Ao colocar os pedacinhos de vidro na obra, o artista dizia consigo mesmo: “Tenho que fazer isto da melhor maneira possível. Preciso mostrar aos outros meu amor por Cristo. Se conseguir colocar em Sua expressão tudo aquilo que imagino, ficarei contente.” Num montão de aparas de vidros e pequenos pedaços de metal, havia um pedacinho de vidro. Ele estava desanimado consigo mesmo: “Pensei que fosse fazer parte do vitral. E agora estou aqui, jogado no meio deste material. Parece que não tenho nenhum valor mesmo. Vou me esforçar o melhor que puder e se o sol vier para o meu cantinho, melhor ainda.” De repente, houve agitação no estúdio. Parecia que o artista estava procurando alguma coisa. O pedacinho de vidro escutava ele falar: “Não posso terminar sem ele. Era um pedacinho pequeno, mas muito importante. Onde será que ele está? Ele é imprescindível para eu terminar o vitral.” O pedacinho de vidro pensou: “Será que sou eu?” Com um grito de alegria, o pedacinho de vidro foi tirado do montão de restos de vidro e de metal. Ao ser colocado no vitral, tornou-se um dos olhos de Cristo. Temos um lugar no bonito vitral de Deus. Onde quer que nos encontremos, por pequenos que sejamos, Ele nos usará para mostrar a beleza de Cristo. Jesus não passou por alto a oferta da viúva, que “colocou duas pequeninas moedas de cobre, de muito pouco valor” (Mc 12:42). Embora a oferta fosse pequena, ela deu tudo o que possuía. Na parábola dos talentos, o senhor diz: “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!” (Mt 25:21). Não espere até receber um convite para fazer um grande trabalho para Deus. Seja fiel e brilhe no cantinho em que você está. “É a conscienciosa atenção ao que o mundo chama de ‘pequenas coisas' que torna a vida um sucesso. Pequenas ações de caridade, pequenos atos de abnegação, proferir singelas palavras de ajuda, […] isto é cristianismo” (Exaltai-O [MM 1992], p. 347). Pratique isso no dia de hoje e ore comigo agora: Por favor, Pai, que eu seja a luz para aquele que está em trevas. Que eu leve palavras de esperança ao desesperançado. Que eu seja útil para alguém hoje. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 REIS 6:15-23 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 4–6; LUCAS 24:36-53 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Joice se preocupava com sua parente Sandra, que lutava por muitos anos contra o alcoolismo e problemas de saúde mental. Ao ir ao apartamento de Sandra, as portas estavam tranca das e ele parecia estar vazio. Planejando como iria procurá-la, Joice orou: “Deus, ajude-me a ver o que não vejo”. Ao sair, Joice olhou para o apartamento e viu um leve movimento numa cor tina. Naquele momento, ela soube que sua parente estava viva. Embora precisasse da ajuda de serviços de emergência para salvá-la, Joice se alegrou com a oração respondida. O profeta Eliseu entendia o significado de pedir a Deus para revelar realidades invisíveis. Quando os sírios cercaram a cidade, o servo de Eliseu teve medo. Eliseu não, pois ele via o invisível com a ajuda de Deus. O profeta orou para que o servo também visse, e “o Senhor abriu os olhos do servo, e ele viu as colinas ao redor de Eliseu cheias de cavalos e carruagens de fogo” (2 REIS 6:17). Deus levantou o véu entre o mundo espiritual e físico para Eliseu e seu servo. Joice acredita que Deus a ajudou a ver o movi mento da cortina, dando-lhe esperança. Nós também podemos pedir a Ele que nos dê a visão espiritual para entender os acontecimentos ao redor, seja algo pessoal ou coletivo. E nós também podemos levar Seu amor, verdade e compaixão. Por: AMY BOUCHER PYE
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (07/05/2026): Em 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) gastou, com benefícios a servidores e magistrados, R$ 4,1 bilhões (79%) de um fundo destinado ao “aperfeiçoamento” da Justiça, informa Juliano Galisi. Embora o Fundo Especial de Despesas do tribunal tenha sido criado, em 1994, com a vedação a pagamentos de “concessões de vantagens”, uma nova redação da lei, na prática, autorizou as despesas, permitindo o desembolso em auxílios para alimentação, saúde e outros, além de ônus “decorrentes do cumprimento de decisões administrativas”. Oficialmente, o objetivo do fundo é “assegurar recursos para expansão e aperfeiçoamento” da Justiça, sendo abastecido por taxas e outras receitas do tribunal. Em nota, o TJ afirmou que “a utilização dos recursos observa estritamente o disposto na legislação vigente”. Economia: Defesa de Vorcaro fecha proposta de delação Internacional: Em má fase e com eleição à vista, Lula e Trump debatem economia e segurança Esportes: PSG empata com o Bayern e vai defender o título contra o Arsenal Cultura: Rolling Stones anunciam álbum de inéditas com participação de Paul McCartney e Chad SmithSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo questiona a eficácia das ferramentas tradicionais de planejamento de projetos, baseadas em planos estáticos. Embora tenham sido fundamentais por décadas, esses planos rapidamente se tornam obsoletos em ambientes dinâmicos. Ele destaca que a Inteligência Artificial transforma esse cenário ao permitir previsões contínuas e ajustes em tempo real, substituindo estimativas fixas por análises dinâmicas baseadas em dados. Com isso, o foco deixa de ser seguir um plano e passa a ser adaptar-se às mudanças. As ferramentas atuais ainda carecem dessa inteligência preditiva, o que pode comprometer sua relevância. O papel do gerente de projetos também muda: de planejador para analista crítico e estratégico. Apesar dos benefícios, há riscos, como dependência excessiva da IA e decisões baseadas em dados imprecisos. Escute o podcast para saber mais!
Sonia Santos é uma das vozes mais importantes da música brasileira, que muita gente ainda está descobrindo. Uma artista de trajetória rara, com 60 anos de carreira, que atravessa televisão, samba, soul e jazz com a mesma força e identidade. A cantora e compositora que construiu uma carreira singular dividindo palcos com grandes nomes internacionais e da MPB, agora retorna ao Brasil, em maio, para apresentar o espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, marcando um reencontro com o público brasileiro após anos de atuação intensa no exterior. Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, Sonia fez da cidade um polo de expressão afro-brasileira e consolidou-se como referência cultural. Foi na cidade californiana que concedeu uma entrevista à RFI. Aos 82 anos e cheia de energia que transborda nas conversas e nas suas músicas, subiu ao palco em Temecula, na Califórnia, no dia 17 de abril. Nos últimos meses realizou diversas apresentações na região, na qual é reconhecida como um símbolo de resistência e a ponte entre a ancestralidade e a modernidade global, de onde vêm suas inspirações. Ela afirma que a arte deve manter um olhar atento sobre a política para não transmitir mensagens equivocadas, motivo pelo qual acompanha de perto o tema. “Eu gosto de programas de governo que falam principalmente em saúde, educação, arte e cultura. Então, eu fico de olho nessas coisas, procuro valorizar a minha ancestralidade e fazer com que essas figuras que realmente, vamos dizer assim, fundaram o Brasil, que elas sejam vistas, que elas sejam ouvidas, que elas sejam reconhecidas e valorizadas”, contou à RFI. Uma lenda viva Ícone desde os anos 1960, Sonia compartilhou palcos com nomes como Tim Maia, Jorge Ben Jor e Luiz Melodia. A projeção nacional veio na década seguinte, quando se tornou presença marcante na televisão brasileira, especialmente no Fantástico, da TV Globo. Participou de performances musicais e de trilhas de novelas. Nos anos 1990, mudou-se para os Estados Unidos; logo no início já conquistou a Broadway e abriu shows de nomes como Ray Charles e Nancy Wilson, além de colaborações e encontros com Sérgio Mendes e outros artistas que ajudaram a projetar o reconhecimento da música brasileira, e a potência que é hoje, no exterior. “Eu cantei num festival de artes populares na Tunísia, há uns anos. Havia 54 países representados e quando anunciaram que era música brasileira, todo mundo aplaudiu. Nós tocamos na Rússia, ginásio cheio, e o patrocinador, que era a Coca-Cola, divulgou muito 'Água de beber'. E o povo cantarolova isso (ela canta). Basta dizer que é música brasileira e uma rendição incondicional acontece", revela. Ao lado da cantora Ana Gazzola, integrou o projeto Brazil Brazil, com o qual fez diferentes circuitos internacionais, incluindo cidades na Ásia, Europa e África. O grupo foi responsável por levar repertório brasileiro a festivais de jazz e música do mundo inteiro. Uma missão, segundo Sonia, com muito ritmo e cadência para transmitir amor ao mundo. A artista diz que sua trajetória é guiada pela “voz do seu coração”, uma proposta de vida que a levou a circular por mais de 40 países. Para ela, “todo artista é um canal”, responsável por “transmitir coisas boas e bonitas”. Sonia parte do princípio de que “tudo é energia, força magnética” e acredita ter uma mensagem a passar para as pessoas. “Escolhi as palavras das minhas músicas nessa direção”, conta. Samba como DNA e pioneirismo Seu talento visionário se expressa em músicas como Poema Rítmico do Malandro (1971), que antecipou a cadência do rap anos antes do gênero ganhar força no Brasil. Sonia já experimentava com a métrica e a rima, e adiantou tendências com uma visão artística que sempre esteve décadas à frente. Mas o samba, ah, o samba. Esse bate mais forte e constante no peito. É o eixo central de uma carreira que desafiou fronteiras. Embora tenha transitado com maestria pelo jazz e pelo blues, é na cadência do tambor que sua identidade se solidifica. Tempos de redescoberta Apesar dessa magnitude, o nome de Sonia Santos parece ainda escondido, esquecido do grande público, sendo muitas vezes um segredo guardado por músicos e historiadores. Por isso, o significado ainda maior desse retorno ao Brasil. Será a síntese de uma trajetória que volta ao palco de onde saiu. No novo espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, Sonia revisita diferentes fases da própria trajetória por meio de um repertório que mistura memória e reinvenção: com clássicos como “Upa Neguinho”, “Água de Beber” e “Brasileirinho”. O show também inclui releituras que dialogam e refletem sua vivência entre Brasil e Estados Unidos e tributos a mulheres que, assim como ela, levaram a música brasileira aos palcos do mundo, como Carmen Miranda e Tânia Maria. “Eles podem esperar de mim uma entrega total, entendeu? Estou completamente rendida às belezas do meu país. Eu amo o Brasil. Eu acho que ele não é a pátria do futuro, ele é a pátria do presente. Eu acho que definitivamente ele está chegando naquele ponto de ter o reconhecimento e o respeito mundial", conclui. As apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de maio de 2026, às 20h, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, em São Paulo.
Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 6:10-20 Plano De Leitura Anual: 1 REIS 6–7; LUCAS 20:27-47 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Os cristãos devem levar a oração a sério ao enfrentarem batalhas espirituais. Certa mulher descobriu como é perigoso orar sem ter prudência. Certo dia, ela fechou os olhos para orar, mas fez isso enquanto estava ao volante de seu carro! Ela não parou no semáforo, passou direto por um cruzamento e saiu da estrada, atingindo um quintal. Ela tentou, sem sucesso, sair do gramado. Embora ela não tenha se ferido, recebeu uma multa da polícia por direção imprudente e danos materiais. Esta guerreira espiritual esqueceu uma parte fundamental de Efésios 6:18: permanecer atenta. Como parte da armadura de Deus, Paulo inclui duas peças finais. Primeiramente, devemos enfrentar as batalhas espirituais com oração. Isso significa orar no Espírito, confiando em Seu poder. Além disso, descansar em Sua orientação e aceitar Suas instruções, orando em todos os momentos (EFÉSIOS 6:18). Em seguida, Paulo nos encoraja a permanecermos atentos. A vigilância espiritual nos ajuda a estar preparados para a volta de Jesus (MARCOS 13:33), a obter vitória sobre a tentação (14:38) e a interceder “pelo povo santo” (EFÉSIOS 6:18). Enquanto enfrentamos as batalhas espirituais diariamente, que tenhamos a mentalidade de “vigiar e orar”, combatendo o mal e dissipando as trevas com a luz de Cristo. Por: MARVIN WILLIAMS
Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 23:20-26 Plano De Leitura Anual: 1 REIS 3–5; LUCAS 20:1-26 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Bia se sentia sobrecarregada e cansada por fazer tantos exames. Os médicos a alarmaram ao dizer-lhe que buscavam por um câncer em seu corpo. Todos os dias, Deus fielmente a encorajava com Sua presença e paz permanente conforme ela o buscava em oração e leitura da Palavra. Bia lutou contra as incertezas e aprendeu a colocar seus questionamentos sobre os ombros de Deus. Certa manhã, antes de uma séria cirurgia, deparou-se com um versículo que atingiu seu coração: “enviarei um anjo à sua frente para protegê-los ao longo da jornada” (ÊXODO 23:20). São palavras de Deus ditas aos israelitas, Seu povo, por intermédio de Moisés. O profeta entregava as leis de Deus para Seu povo segui-las, enquanto os conduzia para uma nova terra (vv.14-19). Mas no meio dessas instruções, Ele lhes disse que enviaria um anjo “para protegê-los ao longo da jornada”. Embora não se referisse à situação de Bia, ela lembrou-se de que o cuidado dos anjos é mencionado em outras partes da Bíblia. Lemos em Salmos: “Pois ele ordenará a seus anjos que o protejam aonde quer que você vá” (91:11). E lemos na carta aos Hebreus que Deus afirma que envia anjos como “servos, espíritos enviados” para servir aos que creem em Cristo (1:14). Se conhecemos a Cristo, Ele tem um anjo ou mais anjos perto de nós para nos proteger. Por: ANNE CETAS
O Supremo Tribunal Federal rejeitou o recurso do senador Sergio Moro e manteve a abertura de uma ação penal contra ele por calúnia.O caso teve origem em um vídeo de 2023 no qual o senador falava em "comprar um habeas corpus" do ministro Gilmar Mendes.Embora a defesa alegue que a fala era uma brincadeira de festa junina, a Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República por unanimidade em 2024.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #SergioMoro #STF #GilmarMendes #Justiça #PolíticaBrasil #LavaJato #Noticias #DireitoPenal #Senado #Brasil #PGR #DecisãoJudicial #Atualidades #PapoAntagonista #NoticiasUrgentes
Por trás de aclamadas personalidades há um lado obscuro que ninguém está olhando. Neste programa documental e cheio de mistérios, abordaremos a face oculta das principais personalidades e instituições. Nesta edição: Pepe Mujica. __________ A história de José Alberto "Pepe" Mujica Cordano é comumente narrada sob a ótica de sua simplicidade e desapego material. Conhecido internacionalmente como "o presidente mais pobre do mundo", Mujica construiu uma imagem carismática que o transformou em um símbolo global da esquerda. No entanto, sua trajetória política e pessoal abriga eventos e contradições que vão muito além de seu famoso Fusca azul e da chácara modesta em Montevidéu. Falecido em maio de 2025, aos 89 anos, o ex-presidente uruguaio deixou um legado histórico complexo. Na década de 1960, influenciado pelo clima político latino-americano, Mujica tornou-se um dos líderes do Movimento de Libertação Nacional - Tupamaros, um grupo guerrilheiro de orientação marxista. Embora inicialmente tivessem simpatia de parte da população, os Tupamaros adotaram táticas de guerrilha urbana que incluíam assaltos armados, sequestros e atentados. Episódios trágicos marcaram essa época, como o assassinato do trabalhador rural Pascasio Báez e explosões em locais públicos que vitimaram civis inocentes. Capturado pelas autoridades, Mujica passou mais de uma década encarcerado até ser anistiado em 1985, após a redemocratização do Uruguai.
Donald Trump esteve quase a conseguir um acordo de paz com o Irão, quase a bombardear as infra-estruturas civis iranianas e quase a enviar o vice-presidente para conversações no Paquistão. Mas nada disso aconteceu e o ultimato dado pelo presidente norte-americano ficou uma vez mais sem efeito, apesar da retórica e da testosterona. Embora o estreito de Ormuz – que estava aberto há um mês – continue fechado em consequência da guerra. Enquanto isso, Pedro Nuno Santos regressou ao Parlamento, também ele carregado de testosterona. O alvo foi agora o antigo irmão político Duarte Cordeiro. Só o futuro nos dirá qual dos dois é Abel, qual deles é Caim. Uma coisa é certa: os cartunistas terão bom material se vier a concretizar-se uma disputa socialista entre Carneiro e Cordeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Leitura Bíblica Do Dia: JOÃO 16:25-33 Plano De Leitura Anual: 2 SAMUEL 16-18; LUCAS 17:20-37 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Durante a Guerra Civil dos Estados Unidos, 1862, as tropas inimigas acamparam próximas, em lados opostos de um rio. Enquanto se aqueciam ao redor de fogueiras, os solda dos da União tocaram uma canção em seus violinos e gaitas. Os soldados confederados reagiram tocando outra. Ao fim, juntaram-se ao tocar em uníssono a última música “Lar, doce lar”. Esses inimigos declarados compartilharam canções numa noite escura, vislumbres de uma paz inimaginável. A trégua melódica durou pouco. Na manhã seguinte, largaram os violinos e armaram-se com rifles, e 24.645 soldados morreram. Os esforços humanos para trazer paz inevitavelmente se esgotam. As hostilidades cessam em um lugar e inflamam-se noutro. Vence-se uma disputa, apenas para surgir outros problemas meses depois. As Escrituras nos dizem que Deus é nosso único e confiável pacificador. Jesus disse claramente: “tenham paz em mim” (JOÃO 16:33). Temos paz em Jesus. Ao participarmos de Sua missão pacificadora, a reconciliação e a renovação divina possibilitam a verdadeira paz. Cristo nos diz que não podemos escapar dos conflitos: “no mundo vocês terão aflições”. A contenda é grande. E acrescenta: “animem-se, pois eu venci o mundo” (v.33). Embora nossos esforços sejam muitas vezes inúteis, nosso Deus amoroso (v.27) concede paz neste mundo turbulento. Por: WINN COLLIER
Assista tambem no Youtube. Nadia Calviño é Presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI). Foi anteriormente Vice-Presidente do Governo de Espanha e Ministra da Economia, liderando a política económica durante um período marcado pela pandemia e pela implementação do plano de recuperação europeu. Com uma longa carreira nas instituições europeias, incluindo a Comissão Europeia, onde foi Diretora-Geral do Orçamento, é uma das figuras mais influentes da política económica europeia. _______________ Índice: Challenges to European Competitiveness Access to funding Mobilizing investment from pension funds and insurance firms Mobilizing private savings | Example of Sweden Capital markets initiative 28th regime Promoting mergers & acquisitions Industrial policy How EIB loans create soft power for Europe Access to critical raw materialsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo explica que o retrabalho é um problema invisível, porém altamente destrutivo, em projetos. Embora as organizações meçam cronograma, custo e escopo, raramente monitoram o retrabalho, o esforço gasto corrigindo o trabalho já concluído. Essa falta de mensuração oculta a verdadeira eficiência do projeto. O retrabalho frequentemente decorre de problemas mais profundos, como requisitos pouco claros, desalinhamento entre as partes interessadas, decisões tardias ou baixa qualidade inicial. Seu impacto é significativo: atrasos aumentam, custos sobem, as equipes ficam exaustas e a confiança do cliente diminui. Ricardo argumenta que o retrabalho deve ser tratado como um indicador-chave de desempenho, monitorado continuamente para avaliar a saúde do projeto. Quando mensurado, ele impulsiona melhores comportamentos, melhorando a qualidade, a tomada de decisões e o alinhamento. Em última análise, os projetos falham não apenas devido a atrasos, mas também devido ao desperdício de esforço, sendo o retrabalho um dos principais fatores ocultos que contribuem para esse fracasso. Ouça o episódio completo para saber mais!
Haja transparência. Mas como o voto é secreto, os donativos aos partidos passam a ser opacos. A partir de agora deixa de se poder saber de onde vem o dinheiro transferido para as organizações partidárias. O segredo passa a ser a alma do negócio. O que não era segredo para ninguém é que debater com André Ventura não é trocar argumentos, porque, por entre esgares, àpartes e caneladas, se torna difícil levar uma frase até ao fim. Pacheco Pereira desafiou o líder do Chega e houve espectáculo televisivo, sim, mas quem quiser aprender alguma coisa vai ter de procurar noutro lado. Entretanto, a semana trouxe-nos também a revelação de que o suposto anarca, o terrorista incompetente (Deo gratias!) do cocktail molotov contra uma manifestação anti-aborto é militante do PS. Quem acha que o mundo já não nos pode suspreender, terá ficado desiludido. Já não são só os números de Donald Trump (na semana em que viu o amigo Órban ser corrido na Hungria) que ainda conseguem espantar-nos. Embora aquela alusão a Jesus Cristo transformada, numa pirueta digna de um puto da segunda classe, em médico da Cruz Vermelha, seja difícil de igualar. Mas ele há-de superar-se, ó se há-de!See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JOÃO 14:1-7 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 27–29; LUCAS 13:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Não há lugar como o lar”, disse Dorothy, batendo seus sapatinhos vermelhos para poder voltar para casa com seu cão, Totó, em O Mágico de Oz (Autêntica, 2023). Mas não há sapatinhos mágicos para todos. Embora muitos com partilhem do desejo de voltar para casa, encontrando o lugar ao qual pertencem, é mais fácil falar do que conseguir. Por vivermos num mundo que se transforma rapidamente, podemos sentir uma forte desconexão de tudo ao redor. Imaginamos se encontraremos algum dia um lugar ao qual pertençamos de verdade. Mas esse sentimento reflete também uma realidade mais profunda, expressa por C. S. Lewis: “Se encontro em mim um desejo que nenhuma experiência neste mundo satisfaz, a explica ção óbvia é que fui feito para outro mundo”. Na noite anterior à cruz, Jesus assegurou aos Seus discípulos esse lar: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar lugar para vocês” (JOÃO 14:2). Um lar onde somos acolhidos e amados. No entanto, temos um lar agora também. Somos parte da família de Deus, a Igreja, e vivemos em comunidade com nossos irmãos em Cristo. Até o dia em que Jesus retornar para nos levar ao lar que ansiamos, podemos viver em Sua paz e alegria. Estamos sempre em casa na presença de Jesus. Por: BILL CROWDER
O João era um cara fiel, presente e construiu ao lado da Maria Inês uma vida estável. Quando eles começaram a planejar os filhos, algo dentro do seu coração começou a mudar. Foi aí que ele conheceu a Pâmela que despertou nele uma sensação de estar vivo. Com o tempo, ele passou a conviver com as duas, mas sabia que sua esposa não merecia isso. Quando ele foi terminar tudo, descobriu que ela estava grávida. João não teve coragem de ir embora e assumiu seu papel de marido e pai, mas ele não sente mais a mesma coisa pelo casamento.
Você já se deparou com um paciente com insuficiência cardíaca francamente descompensada, apesar de achados ecocardiográficos estruturais pouco exuberantes — fração de ejeção preservada, câmaras de dimensões normais e espessura ventricular sem alterações significativas? Pensou em pericardite constritiva? E, mais do que isso, sentiu segurança para interpretar achados como annulus reversus, septal bounce e septal shift?Neste episódio, vamos desvendar a pericardite constritiva: do diagnóstico clínico à interpretação da multimodalidade de imagem, sempre com base na compreensão da fisiopatologia da doença — elemento central para reconhecer seus achados e conduzir o caso de forma adequada. Também discutiremos o tratamento individualizado, seja ele clínico, invasivo ou combinado.Ao longo da conversa, mostraremos que, na pericardite constritiva, nada é absoluto: o pericárdio nem sempre está espessado, nem sempre está calcificado, e a constrição nem sempre é irreversível.Embora relativamente rara, a pericardite constritiva tem grande impacto prognóstico quando não é reconhecida e manejada corretamente. Isso é especialmente relevante porque a insuficiência cardíaca secundária à constrição pode, sim, ser reversível — desde que o diagnóstico e o tratamento sejam feitos no momento certo.O que você vai aprender neste episódio:
Um smartphone sendo montado, caças de quinta geração decolando e a expansão das turbinas eólicas. Embora pareçam tecnologias distintas, todas compartilham uma dependência vital: os Elementos de Terras Raras (ETR). Neste vídeo, mergulhamos na complexa geopolítica dos 17 minerais que formam a espinha dorsal da inovação contemporânea e da transição energética global. Apesar do nome, esses elementos são abundantes, mas sua extração e separação química representam um dos maiores desafios técnicos e ambientais da atualidade. Analisamos a "profecia" de Deng Xiaoping e como a China consolidou uma hegemonia que hoje controla 90% do processamento mundial, transformando minérios em ferramentas de pressão diplomática. O Brasil, detentor da segunda maior reserva do planeta, encontra-se em uma encruzilhada estratégica. Possuímos o recurso, mas nos falta a cadeia de processamento. Entenda o que são as argilas iônicas, a importância de elementos como Neodímio e Escândio, e por que o domínio desses materiais definirá as potências do século XXI.
Neste episódio comentamos sobre as principais atualizações e desafios no mercado de tecnologia, trazendo uma análise objetiva sobre cibersegurança e proteção de dados. Ao longo da reprodução, você irá descobrir os recentes desdobramentos éticos do uso de inteligência artificial em contextos militares, envolvendo a recusa da Anthropic em aderir aos termos do Departamento de Defesa norte-americano e os impactos disso para a privacidade global. Você também irá aprender sobre o novo marco regulatório do Conselho Federal de Medicina para ferramentas automatizadas na área da saúde, compreendendo como as exigências da LGPD se aplicam à segurança da informação na proteção de dados médicos sensíveis. Além disso, você entenderá os detalhes do recente ataque hacker que causou graves incidentes de segurança no setor financeiro, e saberá identificar as vulnerabilidades críticas na integração de modelos de linguagem via protocolo MCP, como a perigosa injeção de prompts em servidores expostos. O host Guilherme Goulart compartilha ainda sua vivência no evento SecOps Summit, refletindo sobre a importância dos profissionais de segurança na governança corporativa. Por fim, você poderá avaliar como o uso excessivo do ChatGPT pode afetar a criatividade e gerar a homogeneização do pensamento. Para continuar acompanhando nossas discussões, não se esqueça de assinar o podcast na sua plataforma preferida, seguir nossos perfis nas redes sociais e avaliar o programa para apoiar o nosso trabalho. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Episódio citado – 2013-06-18 – Episódio #28 – PRISM – Privacidade X Segurança The Pentagon formally labels Anthropic a supply-chain risk Anthropic's Claude is suddenly the most popular iPhone app following Pentagon feud Anthropic vs. U.S. Department of War The Pentagon Can't Afford This A.I. Fight Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War Employees across OpenAI and Google support Anthropic's lawsuit against the Pentagon AI safety leader says ‘world is in peril’ and quits to study poetry Microsoft & Anthropic MCP Servers at Risk of RCE, Cloud Takeovers AI Conundrum: Why MCP Security Can’t Be Patched Away MCP is the backdoor your zero-trust architecture forgot to close Ministério da Educação – REFERENCIAL PARA DESENVOLVIMENTO E USO RESPONSÁVEIS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO Nova resolução de uso de IA na CFM Artigo “When ChatGPT is Gone: Creativity Reverts and Homogeneity Persists“ BTG Pactual restabelece operações via Pix após ser alvo de ataque hacker BTG Pactual sofre ataque hacker e suspende operações via Pix PF investiga participação de funcionários no ataque hacker de R$ 100 milhões ao BTG Pactual Imagem do Episódio: A Torre de Babel — Pieter Bruegel
9 anos de liderança, 5 anos de garantia e apenas 6,3 segundos para chegar em 100km/h.Essa é a confiança de um Jeep. Saiba mais: https://r.vocemaisrico.com/3073684e73Acesse o link da Hostinger e garanta 10% de desconto extra com o cupom PERINI: https://hostinger.com.br/periniA maternidade transforma tudo: a rotina, as prioridades, a forma de amar e também a forma de enxergar o próprio mundo. Mas, junto com essa transformação, vêm dúvidas, medos, culpas e o enorme desafio de educar um filho em meio ao cansaço, à sobrecarga e às pressões do dia a dia.Criar filhos vai muito além de cuidar. Envolve presença, intencionalidade, limites, exemplo e, acima de tudo, consciência. Embora a maternidade traga desafios muito próprios, a criação de um filho também passa pelo papel do pai, pelo alinhamento do casal e pelos valores que sustentam a família. Afinal, como educar com firmeza e afeto ao mesmo tempo? Como construir uma relação de respeito sem abrir mão da autoridade dos pais? E como tornar esse processo mais leve, sem perder de vista aquilo que realmente importa?Para responder essas e outras perguntas, convidamos Ivana Jauregui para o episódio 289 do podcast Os Sócios. Ele será transmitido nesta quarta-feira (19/03), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidada: Ivana Jauregui @ivana__jauregui
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o clima de “delação do fim do mundo” na Praça dos Três Poderes. Para sair da prisão, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, já negocia uma colaboração premiada e, de acordo com informações que chegaram ao Palácio do Planalto, pretende puxar o PT e o governo Lula para o escândalo. Até agora as investigações do caso Master atingiram em cheio o Supremo Tribunal Federal (STF), além de políticos e presidentes de partidos do Centrão. Respingaram, ainda, no ministro da Casa Civil, Rui Costa, que era governador da Bahia à época da expansão do banco, e no líder do governo no Senado, Jaques Wagner, seu antecessor à frente do Palácio de Ondina. E no STF, o ministro Gilmar Mendes não pretende acelerar o passo para entregar seu voto no julgamento sobre a prisão de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Embora o prazo regimental se encerre nesta sexta-feira, 20, como já há maioria para manter o banqueiro preso, o ministro prioriza a construção de um voto dogmático em detrimento da celeridade. Segundo interlocutores, Mendes tem dito nos bastidores que essa decisão transcende a situação individual da prisão de Vorcaro. A tendência, portanto, é que o decano produza uma decisão que sirva de recado à Corte e à Polícia Federal. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Polícia Federal estima que pouco mais de 3.500 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos no segundo mandato de Donald Trump. Embora não existam dados oficiais de quantos deles foram separados de suas famílias, uma pesquisa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania mostra que quase 70% deixaram ao menos um familiar para trás, o que implicaria mais de 2.000 famílias brasileiras divididas à força pelo governo norte-americano. A repórter e colunista do UOL em Washington Mariana Sanches mapeou seis dessas famílias e entrevistou três delas. Neste episódio do podcast UOL Prime, Mariana conta ao apresentador José Roberto de Toledo sobre as dificuldades vividas pelos brasileiros separados à força. Também detalha o funcionamento da nova versão da política de fragmentação de famílias que marcou a primeira gestão de Donald Trump, entre 2017 e 2021. No primeiro mandato, mais de 5.000 mil crianças foram separadas de seus pais logo após atravessarem a fronteira entre México e EUA.