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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente. Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado. Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou. Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias. A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro. O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a chegada das festas juninas, mesas repletas de milho, canjica, pamonha, bolo de milho, pé de moleque e outras delícias típicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas. Embora esses alimentos tenham valor cultural e afetivo, o consumo excessivo pode trazer impactos para a saúde, especialmente quando há exagero nas quantidades, no açúcar, nas gorduras e nas bebidas alcoólicas. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a nutricionista Flávia Formiga, no Canal Saúde desta sexta-feira (19), às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
Leitura Bíblica Do Dia: 1 CORÍNTIOS 1:26-31 Plano De Leitura Anual: ESTER 3–5; ATOS 5:22-42 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: James Morris foi descrito como “um simples analfabeto com um coração caloroso”. No entanto, Deus o usou para atrair Augustus Toplady à fé salvadora em Jesus Cristo. Toplady, o autor do hino atemporal “Rocha eterna”, do século 18, descreveu a pregação de Morris: “Estranho eu ter-me aproximado de Deus por meio de um grupo de cristãos reunido num celeiro, sob o ministério de alguém que mal sabia soletrar seu nome. Certamente é obra do Senhor, é maravilhoso!”. De fato, Deus faz coisas maravilhosas em locais improváveis e por meio de pessoas que podemos classificar como “desqualifica das” ou comuns. Paulo relembra aos cristãos de que eles eram pessoas simples. “Lembrem-se, irmãos, de que poucos de vocês eram sábios aos olhos do mundo ou poderosos ou ricos” (1 CORÍNTIOS 1:26). Embora os cristãos de Corinto fossem pessoas simples, pela graça de Deus não lhes faltou dons e eficiência (v.7). E Deus, que sabe como colocar os presunçosos em seu lugar (vv.27-29), agia entre eles e por meio deles. Você se vê como pessoa “simples”, “comum” ou até “sem valor”? Não se preocupe. Se você tem Jesus e dispõe-se a ser usado por Ele, tem o suficiente. Que a oração do seu coração seja: “Deus, usa-me!”. Por: ARTHUR JACKSON
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
Numa entrevista com Nuno Rogeiro, o diretor de Investigação Criminal da PSP abordou o problema dos grandes gangs internacionais. Embora não seja ainda o maior perigo criminal, a PSP tem percebido, através de indícios e alertas da Europol e Interpol, "uma tentativa de alguns cartéis, de alguns grupos organizados, de aumentar a sua presença" em Portugal, principalmente como parte de uma "estratégia logística para controlarem sua mercadoria". Questionado sobre a presença de grupos brasileiros como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho, o diretor afirmou que, tanto quanto se sabe, a sua presença não está "tão organizada ainda", embora não descarte a existência de ligações.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
Paris celebra neste domingo (21) a Festa da Música, evento gratuito que ocupa ruas, praças e espaços culturais com programação diversa e descentralizada, marcada nesta edição 2026 pela presença de culturas urbanas, cenas afro‑europeias e a já tradicional participação brasileira. Criada em 1982, a iniciativa mantém a proposta de transformar a cidade em palco aberto no início do verão europeu, sem concentração em um único espetáculo e com ampla circulação de público entre bairros. Neste domingo (21), Paris volta a organizar a Festa da Música, com uma programação que se espalha por toda a cidade e transforma o espaço urbano em um circuito contínuo de apresentações. O evento ocorre simultaneamente em diversos bairros, sem centralização, com acesso gratuito e livre circulação do público ao longo do dia e da noite. Criado em 1982, o evento ocorre sempre no início do verão no hemisfério norte e se baseia na ocupação simultânea de diferentes espaços urbanos. Ruas, praças, museus, igrejas e edifícios históricos recebem concertos e intervenções musicais ao longo do dia e da noite. Desde então, a festa se consolidou como uma das maiores manifestações culturais do país. Democratizar o acesso à música Mais de quatro décadas depois, o modelo permanece praticamente inalterado, sustentado pela ideia de democratizar o acesso à música ao vivo e integrar diferentes práticas culturais no espaço urbano. Concertos ocorrem em ambientes diversos, incluindo museus, igrejas e edifícios institucionais. A edição de 2026 confirma essa escala abrangente, com centenas de apresentações distribuídas entre ruas, parques, centros culturais e margens do Sena. A cidade se transforma em um grande palco aberto, com programação contínua ao longo do dia. A lógica do evento difere da adotada em grandes festivais comerciais. Não há hierarquia rígida entre atrações, nem um palco principal que concentre o público. Artistas emergentes e nomes mais conhecidos coexistem em condições semelhantes. A proposta segue centrada na democratização do acesso à música ao vivo. Artistas amadores e profissionais compartilham a programação espalhada pela capital francesa, em um formato que privilegia a circulação do público e a descoberta de apresentações fora dos circuitos tradicionais. Leia tambémParis vira “Coachella urbano” por uma noite na Festa da Música de 2025 Culturas urbanas e diásporas africanas A edição de 2026 se destaca pela presença ampliada de expressões ligadas às culturas urbanas e às diásporas africanas na Europa. No centro cultural La Place, em Châtelet, no coração de Paris, um encontro entre o coletivo parisiense AFRO LIVE e o londrino ADA Collective reúne artistas associados às cenas afro‑europeias contemporâneas. A programação evita a lógica de um espetáculo central. Em vez disso, privilegia a diversidade de formatos, com apresentações que vão da música eletrônica e afro a concertos em espaços históricos, além de festas de bairro e performances espontâneas. Projetos internacionais também integram a programação, aproximando artistas de diferentes regiões. Parcerias conectam cenas mediterrâneas e latino‑americanas, ampliando o intercâmbio cultural presente na festa. Leia tambémMais de 120 países comemoram Festa da Música nesta sexta-feira Funk brasileiro no Louvre? Um dos exemplos dessa convivência entre linguagens ocorre na igreja Saint‑Germain‑l'Auxerrois, em frente ao Louvre. Das 16h às 23h59, hora local, o espaço recebe o Baile da Euro, com apresentações de DJs e presença marcante do funk brasileiro. A utilização de um edifício histórico para música urbana contemporânea sintetiza a proposta de ressignificação dos espaços. A festa busca transformar temporariamente o uso dos locais, sem romper com seu valor patrimonial. A programação de 2026 também destaca iniciativas ligadas à cena independente e a projetos multidisciplinares. No bairro do Marais, o novíssimo espaço Sabiá Arte & Cultura reúne música, artes visuais e intervenções urbanas. Para Anderson Vital, também conhecido como DJ Sabiá, a iniciativa exigiu um set list caprichado. “Preparei um set com música brasileira, de São Paulo, de Adoniran Barbosa, até o carimbó do Pará, na voz de Eliana Pittman. Então vai ter samba, vai ter groove, vai ter tropicália, forró, carimbó, e algumas surpresas da variedade francesa”, disse à RFI. O espaço também recebe o coletivo Casa Moyo, voltado à promoção de artistas emergentes e à criação de projetos colaborativos. A organização define sua atuação como a construção de uma comunidade criativa baseada em encontros e experimentação artística. Segundo Julia Vital, cofundadora do centro cultural, os organizadores decidiram “[se] aproximar da Casa Moyo, que é um coletivo de artistas, uma casa criativa que gera uma comunidade artística. Esse coletivo defende a ativação dos espaços, a conexão entre culturas e a criação de experiências”. Ela conta ainda que “há pintores, grafiteiros, músicos, DJs, criadores de moda, fotógrafos e designers. A ideia é que nada seja fixo e que as culturas dialoguem, e as estéticas se misturem”. Vital reforçou que o coletivo reúne artistas de áreas diversas e propõe ativar espaços, conectar culturas e criar experiências. "Vamos apresentar várias disciplinas nesta edição do evento. Haverá exposição de imagens com fotógrafos, há designers gráficos, e há também produção de eventos. Para eles, a ideia é de que nada é fixo e que as culturas dialogam, e as estéticas se misturam. Isso fez muito sentido para nós quando os encontramos, e, como acabamos de abrir a loja, quisemos fazer algo juntos", conclui. Circulação Em parques como o Parc des Buttes‑Chaumont, a expectativa é de grande circulação ao longo do dia. A dinâmica da festa incentiva deslocamentos sem roteiro definido, permitindo ao público alternar entre apresentações. A prática de percorrer diferentes bairros é parte central da experiência. Sem programação centralizada, o evento valoriza a descoberta e o contato direto com manifestações variadas. Embora inspiradora para iniciativas internacionais, a Festa da Música não tem equivalente nacional com a mesma abrangência no Brasil. Ainda assim, cidades brasileiras realizam programações gratuitas e eventos que se aproximam da proposta original. A principal diferença está na escala e na ocupação simultânea do espaço urbano, mais estruturada na França. Ao fim da jornada musical, a cidade reafirma a capacidade de se transformar em palco aberto, reunindo estilos, origens e formatos diversos em uma mesma celebração.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ÊXODO 3:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: NEEMIAS 12–13; ATOS 4:23-27 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O presidente norte-americano Abraham Lincoln já tinha emancipado os afro-americanos escravizados havia dois anos e meio, e os estados que se opunham a isso já tinham se submetido. Porém, o estado do Texas ainda não reconhecia a liberdade deles. Mas, em 19 de junho de 1895, o general do exército da União, Gordon Granger, chegou ao Texas e exigiu que todos os escravizados fossem libertos. Imagine o espanto e a alegria ao caírem as algemas e os cativos ouvirem o anúncio da liberdade. Deus vê os oprimidos e Ele anunciará a liberdade aos que estão sob o peso da injustiça. Isto é verdade hoje, assim como foi nos dias de Moisés. Deus apareceu-lhe de um arbusto em chamas com uma mensagem urgente: “Por certo, tenho visto a opressão do meu povo no Egito” (ÊXODO 3:7). Ele viu a brutalidade do Egito contra Israel e planejou fazer algo a respeito: “desci para libertá-los […] e levá-los do Egito a uma terra fértil e espaçosa” (v.8). Ele pretendia declarar liberdade a Israel, e Moisés seria o porta-voz. “Eu o envio ao faraó”, disse Deus ao Seu servo, para “tirar meu povo, Israel, do Egito” (v.10). Embora o tempo determinado por Deus possa não ser tão rápido quanto esperamos, um dia Ele nos libertará de toda escravidão e injustiça. Ele concede esperança e libertação a todos os oprimidos. Por: WINN COLLIER
Com a chegada das festas juninas, mesas repletas de milho, canjica, pamonha, bolo de milho, pé de moleque e outras delícias típicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas. Embora esses alimentos tenham valor cultural e afetivo, o consumo excessivo pode trazer impactos para a saúde, especialmente quando há exagero nas quantidades, no açúcar, nas gorduras e nas bebidas alcoólicas. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a nutricionista Flávia Formiga, no Canal Saúde desta sexta-feira (19), às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
A tradição das ruas pintadas para a Copa do Mundo voltou a ganhar destaque neste ano, resgatando o sentimento esportivo que marca gerações nos bairros. É nesse clima do Mundial que a rua José de Anchieta Fontana, no centro de Santa Leopoldina, na Região Serrana do estado, voltou a se transformar em um verdadeiro ponto de encontro da torcida brasileira. Decorada com bandeiras, faixas e as cores verde e amarela, a via reúne moradores para acompanhar os jogos da seleção nrasileira em um ambiente de confraternização, alegria e orgulho nacional.E a escolha do local tem um significado especial. A rua homenageia o ex-zagueiro José de Anchieta Fontana, único capixaba campeão da Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, integrante do elenco tricampeão no Mundial do México, em 1970. Embora tenha nascido em Santa Teresa, Fontana tinha fortes laços com Santa Leopoldina e está sepultado no município, atendendo a um desejo da própria família.Apesar de nascido em Santa Teresa, Fontana está enterrado no cemitério municipal de Santa Leopoldina. O jogador tinha forte relação com a cidade. A mãe e dois tios do jogador também estão sepultados no mesmo cemitério. O local chama a atenção de visitantes até hoje e fez parte do Circuito de Cemitérios, implantado para atrair turistas. "Fontana, apesar de nascido em Santa Teresa, está sepultado em Santa Leopoldina, e a rua, com seu nome, dá acesso ao cemitério onde ele foi enterrado", explica o secretário de Esportes, João Henrique Silva Ramos. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário detalha o assunto.
Comércio de fertilizantes teve queda de 20 a 25% devido a conflito no Oriente Médio e bloqueio do Estreito de Ormuz; foco do Brasil na produção de etanol e impactos climáticos na Índia e Tailândia podem impactar oferta de açúcar.
A inovação costuma ser associada a startups, inteligência artificial e tecnologias da moda, mas ela também habita setores menos badalados, como o das torres de transmissão de energia. Embora pareçam iguais, cada torre tem função e engenharia próprias, e o maior desafio é o vento, cujo perfil cada vez mais intenso obriga a uma adaptação constante. Nessa indústria, inovar não é discurso nem vitrine: é rotina técnica, tão entranhada na cultura que nem precisa ser anunciada. Incentivos como a Lei do Bem ajudam a viabilizar esse investimento, sobretudo quando toda a organização aprende a reconhecer inovação no próprio trabalho. Setenta anos de atuação mostram que essa inovação silenciosa, sem charme, é a que de fato sustenta o fornecimento de energia.Participantes:Nelson Cardoso, CFO, SAE Towers.Host(s):Cassio Politi, Apresentador, Tracto.Stephanie Capitani, Business Development, Forvis Mazars.
Embora apresentem redução em algumas células de defesa, pacientes operados na primeira infância mantêm resposta adequada à vacina, segundo pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo para encerrar hostilidades e restabelecer a navegação no Estreito de Ormuz. O entendimento teve mediação do Paquistão e deverá ser formalizado nos próximos dias.O pacto estabelece um cronograma de 60 dias para discutir temas como o programa nuclear iraniano e questões de segurança regional. O presidente Donald Trump confirmou a suspensão do bloqueio naval aos portos iranianos.Após o anúncio, o mercado reagiu com queda de cerca de 4% no preço do petróleo Brent, refletindo expectativas de redução das tensões na região.Embora os detalhes do documento ainda não tenham sido divulgados oficialmente, Israel criticou as negociações, enquanto veículos internacionais apontam que o acordo inclui cessar-fogo, flexibilização gradual de sanções e exigências relacionadas ao programa nuclear do Irã.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (14): O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu um rompimento político com o Partido Novo e subiu o tom contra o pré-candidato a presidencia, Romeu Zema (NOVO-MG). O parlamentar afirmou que o governador mineiro gostaria de ocupar a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no cenário nacional. A declaração acirra os bastidores da oposição e reacende o debate sobre as alianças e o protagonismo da direita para os próximos pleitos. Repórtagem: André Anelli. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta uma piora considerável nas crises de soluço do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), exigindo doses extras de medicamentos no limite de segurança. Embora o quadro cardiovascular siga estável, o documento assinalado pelo cardiologista Brasil Caiado acende o alerta para a necessidade de novos exames digestivos. Repórtagem: André Anelli. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o acordo de cessar-fogo com o Irã pode ser selado neste domingo, mas o governo de Teerã nega a assinatura imediata do texto e pede cautela nas negociações. A nova rodada de conversas ocorre após uma escalada de ataques recentes na região do Estreito de Ormuz. Repórtagem:Teressa Morrone. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) assumiu o papel de mediador político e trabalha nos bastidores para tentar reconstruir as pontes e reaproximar o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da República, Lula (PT). Diante de atritos recentes que travam pautas cruciais, Pacheco usa de seu bom trâmite com o Executivo para pacificar a relação e destravar as negociações. Repórtagem: Beatriz Souza. O Supremo Tribunal Federal formou maioria para fixar o prazo de 60 dias para que as plataformas digitais se adaptem às novas regras de responsabilidade civil sobre conteúdos publicados por terceiros. O plenário definirá na próxima quarta-feira (17) a redação final da tese consolidada. Entrevista: Matheus Puppe. A videoconferência entre representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos terminou sem consenso sobre as novas diretrizes de tarifas comerciais entre as duas nações. A equipe do presidente Lula busca mitigar os impactos econômicos das taxações propostas pela gestão do presidente Donald Trump. Repórtagem: André Anelli. A advogada Florence Rosa deixou a defesa de Monique Medeiros, ré pelo homicídio do filho Henry Borel. A profissional esclareceu que o seu contrato previa atuação exclusiva durante a sessão plenária do júri e que o ciclo foi encerrado. Repórtagem: Rodriga Viga. As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque preciso contra um centro de comando e infraestruturas do grupo extremista Hezbollah na região de Dahiyeh, nos subúrbios ao sul de Beirute. A investida militar é uma retaliação direta aos recentes disparos de projéteis e drones contra as comunidades do norte israelense, intensificando a tensão regional no Oriente Médio. Repórtagem: Elieseu Caetano. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou a PEC 14/2021, que garante aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O texto fixa critérios de idade mínima e tempo de contribuição, e agora segue para votação em dois turnos no Plenário sob forte debate sobre os impactos fiscais. Sobre esse assunto o Jornal da Manhã entrevista o senador Irajá Silvestre (PSD-TO). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O que significa pensar a saúde da população LGBTQIAPN+ quando falamos de um grupo tão diverso? Embora as experiências sejam diferentes, o acesso à saúde, à prevenção de doenças e à qualidade de vida ao longo dos anos deveria ser compartilhado por todos, como explica o convidado deste episódio, o o infectologista Vinícius Borges, conhecido nas redes sociais como Doutor Maravilha, que orienta e atende especialmente essa população.Vinícius Borges é médico infectologista com formação pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e que pesquisa especialmente saúde e envelhecimento LGBT. Na conversa com Gama, o especialista fala sobre o estigma relacionado ao HIV, que ainda persiste quase 45 anos após os primeiros casos registrados.Trata ainda de envelhecimento da população LGBT, e da importância de construir redes de apoio para essa fase da vida, explica os benefícios da PrEP, a Profilaxia Pré-Exposição, associada à queda consecutiva dos novos casos de HIV na cidade de São Paulo ao longo de quase uma década.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Desculpe se essa frase te ofende. Pra amenizar posso me incluir na frase e te dizer que somos todos miseráveis!Ao falar assim, não quero te provocar e nem muito menos te ofender. Quero apenas mostrar que naturalmente nós falhamos, naturalmente desobedecemos. Isso nos torna miseráveis.Ser miserável é falhar constantemente, é não ter forças pra mudar sozinho. É fazer coisas das quais se envergonha. Embora seja muito difícil falar sobre esse tema, desenvolver uma consciência sobre nossa miséria pessoal é altamente necessário. Sem isso, nunca entenderemos a bondade de Deus.Veja o que diz o Salmo 78 nos versos 22 e 23: "Porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação. Mesmo assim, deu ordens às nuvens e abriu as portas dos céus".O salmista usa a expressão "mesmo assim". Ela aponta para um contraponto, um contraste. De um lado estamos nós seres humanos, completamente corruptíveis. De outro lado está o Senhor que é totalmente santo.O texto é claro ao dizer que nosso agir não muda quem Deus é. Nossa desobediência não elimina o amor de Deus por nós.Se por um lado é necessário reconhecer nossa condição miserável, por outro, é preciso sentir esse amor que nunca acaba. Viva a partir desse amor todos os dias!.
Devocional do dia 14/06/2026 com o tema: Planejamento "Nem sei se vou estar vivo amanhã!" Embora esta seja uma expressão verdadeira, ela também pode refletir a postura de pessoas que vivem de forma tola. Geralmente, essa frase é dita por aqueles que vivem sem planejamento algum na vida seguem vivendo como se não houvesse futuro. LEITURA BÍBLICA: Gênesis 41.45-49 Quando a fome já se havia espalhado por toda a face da terra, José mandou abrir os locais de armazenamento e começou a vender grãos aos egípcios, pois a fome se agravava em todo o Egito (Gn 41.56).See omnystudio.com/listener for privacy information.
O discipulado é uma obra de Deus que transforma o ser humano à imagem de Cristo. Desde o princípio, o propósito de Deus foi conduzir o homem a uma caminhada de comunhão, aprendizado e crescimento em Sua presença (Gn 1–2). Esse processo não se limita ao conhecimento de ensinamentos, mas envolve conhecer o próprio Senhor de maneira profunda, permitindo que Sua vida seja formada no interior de cada discípulo (Mt 11.29). Assim, Deus conduz Seus filhos em uma jornada de transformação que produz semelhança com Cristo e restaura o propósito para o qual foram criados.Ao longo da história, Deus continuou chamando homens e mulheres para essa caminhada, formando-os por meio da fé, da confiança e da obediência. Embora o pecado tenha provocado afastamento e desordem (Gn 3), Deus nunca abandonou Seu plano. Em Jesus, a perfeita imagem de Deus foi revelada aos homens (Cl 1.15; Hb 1.3), trazendo novamente clareza ao propósito divino. Por Sua vida, morte e ressurreição, Cristo reconciliou todas as coisas com Deus (Cl 1.19-20) e abriu o caminho para que o processo de transformação fosse retomado de forma plena.Depois da ascensão de Jesus, o Espírito Santo passou a habitar nos discípulos, conduzindo-os à verdade e moldando neles o caráter de Cristo (Jo 16.13; Gl 4.19). O discipulado não é um método, um programa ou uma atividade isolada, mas uma caminhada diária em que Deus trabalha no interior de cada pessoa. Ao mesmo tempo, os irmãos cooperam uns com os outros, compartilhando aquilo que recebem do Senhor e participando da edificação mútua do corpo de Cristo (Ef 4.13-16).Nesse processo, Jesus destaca a importância de aprender dEle, que é manso e humilde de coração (Mt 11.29). A verdadeira mansidão e humildade não são resultados de esforço exterior, mas da disposição de confiar em Deus e submeter-se à Sua vontade. À medida que o discípulo aprende a depender do Senhor, sua vida passa a refletir o caráter de Cristo também em seus relacionamentos e atitudes. Essa transformação acontece pela ação contínua do Espírito Santo, que opera de dentro para fora.O ambiente onde essa obra floresce é o descanso na presença de Deus. Esse descanso não é ausência de atividades ou dificuldades, mas uma postura interior de fé, confiança e entrega. Quando a alma encontra satisfação em Deus, ela deixa de ser dominada pela ansiedade, pela necessidade de controlar tudo e pela manipulação das circunstâncias. O contentamento nasce da certeza de que Deus provê tudo o que é necessário (Fp 4.11-13) e conduz cada situação segundo Sua sabedoria. Assim, o discípulo aprende a esperar no Senhor e a caminhar em paz, independentemente das circunstâncias (Mt 6.25-34).O alvo do discipulado é formar Cristo em cada filho de Deus. Por isso, a presença do Senhor é o bem mais precioso que o discípulo possui. Quem aprende a viver confiando em Deus encontra descanso para a alma e permanece firme mesmo em meio às lutas. A transformação acontece à medida que se permanece na presença do Senhor, permitindo que o Espírito Santo conduza cada passo da caminhada até que a vida reflita cada vez mais o caráter de Jesus. Como Moisés declarou, é a presença de Deus que distingue o Seu povo e lhe concede verdadeiro descanso (Êx 33.13-16).Perguntas para reflexão1. De que maneira o descanso em Deus tem influenciado minhas decisões, preocupações e expectativas diárias?2. Existem áreas da minha vida em que ainda procuro controlar situações em vez de confiar na direção do Senhor?3. Como posso cooperar melhor com a obra do Espírito Santo na formação de Cristo em mim e na vida dos meus irmãos?
O Bitcoin, em seu estado natural, não pode ser tocado, não pode ser fisicamente segurado; ele só pode ser imaginado e compreendido. Para muitas pessoas, essa é uma barreira significativa e que inspirou diversas tentativas de trazer a moeda para o mundo real. Há mais de uma década, empreendedores e artistas têm se dedicado ao desafio de materializar o Bitcoin de uma forma que preserve suas propriedades mais valiosas, semelhantes às do dinheiro em espécie. Embora ninguém tenha resolvido o problema por completo, progressos significativos foram alcançados, deixando um rastro fascinante de artefatos ao longo do caminho.Artigo "A História e o Futuro do Bitcoin Físico"https://bitcoinmagazine.com/business/the-history-and-future-of-physical-bitcoinSoluções Bitcoin com cartão NFChttps://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmhhNktuiTrlUipCM-PqX-fcGravado no bloco 951101________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:30 Artigo The History and Future of Physical Bitcoin de Juan Galt02:55 O que são as Casascius Coins? A primeira moeda física de Bitcoin11:25 RavenBit: o Bitcoin físico descentralizado13:32 O que é o Opendime?15:40 Como o Opendime funciona?19:36 O Opendime é viável para transações no dia a dia?21:27 O que é o Satodime?22:50 Bitcoin físico faz sentido comercialmente?25:49 OfflineCash: as notas de Bitcoin27:51 O problema fundamental dos ativos físicos de Bitcoin30:24 Como funciona a Tapsigner?34:25 Vídeos dos Bitcoinheiros sobre Bitcoin com NFCEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/raicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
TEMPO DE REFLETIR 01791 – 10 de junho de 2026 Salmo 27:1 – O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? Ao bater o ponto para o turno da noite, um funcionário da expedição de uma fábrica foi alertado sobre uma pequena caixa que fora deixada na plataforma de embarque de mercadorias. Nela estavam escritas as palavras “Perigo! Não toque!” Todos foram instruídos para ficar distantes do pacote até que a gerência pudesse verificar a situação. Quando um funcionário da equipe de segurança abriu a caixa, descobriu que dentro dela havia 25 pequenos cartazes que diziam: “Perigo! Não toque!” Imagine todo o estresse que aquela misteriosa caixa causou àqueles funcionários. Eles perderam tempo imaginando que terríveis componentes tóxicos ela podia conter. Ela se tornou um fardo de ansiedade. Muitas vezes, ao analisar nossos problemas, percebemos que são muito parecidos com ela. Parecem ameaçadores, mas não são. Há muitas coisas que podem desencadear nosso mecanismo do medo. Podemos senti-lo, por exemplo, quando descobrimos um nódulo na axila, quando enfrentamos alturas não costumeiras, fortes tormentas, turbulência ou velocidade excessiva. Embora todos fiquemos atemorizados em algum momento, a vida de algumas pessoas é dominada pelo medo. Certamente, Deus não é o autor do medo. Paulo deixa isso claro: “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2Tm 1:7). O medo excessivo ou constante não é saudável. Deus planeja o melhor para nós. Ele é capaz de tomar cada experiência da nossa vida e transformá-la para nosso bem. Sozinho no deserto, fugitivo e temeroso de morrer nas mãos de Saul, Davi escreveu: “Busquei o Senhor, e Ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores” (Sl 34:4). Entregue a Deus seus temores. Leve ao Senhor tudo aquilo que o perturba. Ele vai substituir seu medo pela fé; sua ansiedade pela segurança; suas preocupações pela sabedoria. Sim, Ele vai substituir seus pesares pelo Seu suave toque. Você vai se sentir mais feliz. Faça isso agora. Ore comigo: Por favor, Pai, tome conta dos meus medos; tome conta de todas as coisas em minha vida. Eu Te entrego o meu coração. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa. A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.
Embora represente uma pequena fração dos tumores malignos — entre 1,4% e 4% segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) —, a gravidade desta condição é desproporcional à sua incidência. A cada ano, surgem no Brasil cerca de 11 mil novos casos de tumores do sistema nervoso central, que incluem cérebro e medula espinhal. Entre crianças e adolescentes, o câncer cerebral é a segunda principal causa de morte por câncer, atrás apenas das leucemias. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o neurocirurgião João Gabriel Ribeiro Gomes, no Canal Saúde desta sexta-feira (5).
O projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, previsto para o rio Zambeze, na província de Tete, no centro-norte de Moçambique, voltou a ganhar impulso depois de mais de duas décadas marcadas por adiamentos, mudanças de investidores e forte contestação social. Um relatório publicado pelas organizações Justiça Ambiental e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas. Apresentado pelo Governo moçambicano e pelos promotores como uma peça fundamental para a transição energética da África Austral, o empreendimento prevê a construção de uma barragem com capacidade para produzir 1.500 megawatts de electricidade e um investimento estimado em 6,4 mil milhões de dólares. Contudo, um relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas e para a degradação de um dos mais importantes ecossistemas da região. A barragem seria construída cerca de 60 quilómetros a jusante de Cahora Bassa e desenvolvida por um consórcio privado que detém 70% da propriedade - liderado pelas empresas francesas EDF-Electricité de France (40%) e TotalEnergies (30%), juntamente com a japonesa Sumitomo Corporation (30%) - em parceria com a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que mantêm 30% do projecto. Para os promotores, o projecto representa uma oportunidade para aumentar a produção de energia renovável e reforçar o papel de Moçambique como exportador de electricidade. No entanto, para muitos habitantes das comunidades afectadas, Mphanda Nkuwa é visto como mais um capítulo de uma história marcada por promessas de desenvolvimento que raramente se traduzem em benefícios para quem vive no terreno. Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, recorda que o projecto não é novo e que o seu percurso tem sido marcado por sucessivos fracassos. “O projecto implantado desde 2000, já teve várias tentativas para o fazer avançar. Já teve o Banco Mundial envolvido, já teve investimento brasileiro, até chinês, e muitos deles acabaram por sair devido à complexidade do projecto”. “É um projecto que tem grandes impactos ambientais e sociais e agora voltou à mesa, desta vez com investimento francês. Já é um projecto com um historial muito complicado e problemático”, afirma. Nas aldeias que poderão vir a ser inundadas pela futura albufeira, a perspectiva de uma nova barragem desperta memórias dolorosas da experiência de Cahora Bassa. O relatório refere que praticamente todas as comunidades consultadas associam Mphanda Nkuwa ao trauma dos deslocamentos forçados ocorridos durante a construção da grande barragem colonial nos anos 1970. Muitas famílias foram reassentadas em terras menos férteis, perderam o acesso ao rio e viram os seus modos de vida profundamente alterados. Décadas depois, os impactos continuam presentes na memória colectiva das populações. Daniel Ribeiro sublinha que a incerteza prolongada gerou um desgaste profundo entre os habitantes locais. “O povo local já teve vários ciclos de ‘vão ter que sair das vossas terras', depois ‘não vão ter que sair'. Eles já estão cansados, não querem o projecto”, “temos uma comunidade que está a dizer não ao projecto”. De acordo com o relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire, a criação da albufeira poderá inundar cerca de 100 quilómetros quadrados de território e obrigar à deslocação directa de mais de 1.400 famílias, num total estimado superior a 8.000 pessoas. Contudo, os autores consideram estes números conservadores e alertam para impactos muito mais vastos. Uma avaliação preliminar aponta para quase 39 mil pessoas em risco de deslocação económica ou física e para cerca de 350 mil habitantes potencialmente afectados a jusante pelas alterações ambientais e socioeconómicas provocadas pela barragem. Grande parte destas populações vive da agricultura familiar, da pesca artesanal, da criação de gado e, em algumas comunidades, da extracção artesanal de ouro. As margens do Zambeze constituem a base da sua sobrevivência económica e alimentar. “As barragens são o sector industrial que deslocou o maior número de pessoas no mundo”, afirma Daniel Ribeiro. “Os rios são zonas muito produtivas, muito importantes para a soberania alimentar da zona. Então, [as populações] vão perder o seu acesso ao rio. Grande parte das ‘machambas' ou terrenos agrícolas mais produtivos está ao lado do rio.” Para o ambientalista, os efeitos não se limitam às populações directamente deslocadas. Uma das principais críticas feitas ao projecto diz respeito precisamente à ideia de que a energia hidroeléctrica constitui uma solução simples para a crise climática. Daniel Ribeiro considera que essa narrativa ignora riscos crescentes associados às alterações climáticas. A produção hidroeléctrica depende da estabilidade dos regimes de precipitação e dos caudais dos rios, algo que poderá ser cada vez mais difícil de garantir num contexto de aquecimento global: “As barragens são sensíveis às mudanças climáticas, mudanças na precipitação. Podes ter menos água, mais água, menos cheias, mais cheias. E as projecções climáticas para a zona fazem com que vá haver mais variabilidade, que não é boa para a produção de energia.” Outra das críticas prende-se com o destino da electricidade produzida. Embora o projecto seja frequentemente apresentado como um instrumento para combater a pobreza energética no país, uma parte significativa da energia será exportada para os mercados regionais. “A electricidade não é para nós, é para exportação”, garante Daniel Ribeiro.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 20:17-24, 34-35 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 28–29; JOÃO 17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando o filho de Kelly passou por mais uma cirurgia relacionada à distrofia muscular, ela quis distrair-se da situação familiar, fazendo algo por outra pessoa. Então, reuniu os sapatos em bom estado do filho que já não o serviam e os doou a um ministério. Suas doações fizeram com que amigos, familiares e até vizinhos doassem, somando mais de 200 pares de sapatos doados! Embora a campanha de arrecadação tivesse o objetivo de abençoar outras pessoas, Kelly sente que sua família foi ainda mais abençoada: “A experiência levantou nosso ânimo e ajudou-nos a focar no próximo”. Paulo entendia a importância dos cristãos doarem generosamente. A caminho de Jerusalém, o apóstolo parou em Éfeso. Ele sabia que provavelmente seria sua última visita às pessoas da igreja que fundara ali. Em seu discurso de despedida aos presbíteros, lembrou-lhes como havia trabalhado diligentemente no serviço a Deus (ATOS 20:17-20) e os encorajou a fazer o mesmo. Em seguida, concluiu com as palavras de Jesus: “Há bênção maior em dar que em receber” (v.35). Jesus quer que nos doemos com generosidade e humildade (LUCAS 6:38). Ao confiarmos em Sua direção, Ele nos concederá as oportunidades. Assim como a família de Kelly, podemos nos surpreender com a alegria que sentimos ao praticarmos Sua vontade. Por: ALYSON KIEDA
Você consegue conversar sobre sexo com sua parceria?Embora a sexualidade seja um aspecto fundamental da vida, falar sobre desejo, prazer, fantasias, limites e insatisfações ainda é motivo de desconforto para muitos casais.Neste episódio do Prazer em Saber, recebo a psicóloga e terapeuta sexual Cristiane Sathler (CRP 05/43231) para uma conversa sobre comunicação sexual, intimidade e relacionamento. Discutimos as dificuldades mais comuns enfrentadas pelos casais, os impactos do silêncio na vida sexual e como o diálogo pode fortalecer a conexão emocional e erótica entre parcerias.Os créditos da música:ComposiçãoCarlos Alberto Gomes Renato BadecoIntérprete: Renato Badeco
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou esta semana para uma probabilidade de 80% de desenvolvimento de um episódio de El Niño entre Junho e Agosto de 2026, fenómeno que poderá agravar secas, chuvas intensas e ondas de calor em várias regiões do planeta. Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, sublinha que o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. Segundo a mais recente actualização da agência das Nações Unidas, as temperaturas excepcionalmente elevadas das águas do Pacífico tropical estão a criar condições favoráveis à formação deste fenómeno climático, cuja influência se faz sentir à escala global através de alterações nos padrões de temperatura e precipitação. Para Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. “O El Niño é um fenómeno que sempre existiu”. “O que parece estar a acontecer é que os fenómenos que já aconteciam começam a acontecer com mais frequência e com mais intensidade”. O investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça da Faculdade de Direito da Universidade do Porto recorda que o último episódio ocorreu em 2023 e 2024 e esteve associado a temperaturas globais recorde. Segundo o director executivo da Casa Comum da Humanidade, o aquecimento das águas do Pacífico equatorial altera a circulação atmosférica e oceânica, desencadeando efeitos em cadeia em todo o sistema climático: “Há mais evaporação e altera toda a dinâmica termodinâmica da circulação atmosférica e dos oceanos. Este efeito é global”. “Há modelos que apontam para um fenómeno mais forte e outros para um fenómeno moderado”, referiu Paulo Magalhães, que acrescenta que “as alterações são maiores, chegam aos seis graus de aumento da temperatura da água. A questão é perceber que energia será libertada do oceano para a atmosfera”. Segundo o especialista, o excesso de energia acumulado no sistema climático acaba inevitavelmente por se dissipar, contribuindo para fenómenos meteorológicos extremos: “Há energia a mais no sistema, com o aquecimento global, tem de se dissipar por algum lado. Se está no mar, mais cedo ou mais tarde passa para a atmosfera e altera todas as dinâmicas de circulação”. Embora a OMM sublinhe que ainda não está demonstrado cientificamente que as alterações climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos episódios de El Niño, Paulo Magalhães considera que os dados observados levantam questões relevantes: “O último foi em 2023-2024 e estamos em 2026. Passados dois anos já estamos novamente perante esta possibilidade, quando a média era mais ou menos de sete anos”, observou. “Os protocolos que tínhamos para medir e aferir estas alterações podem ter de ser revistos porque a realidade está a ultrapassar esses quadros”. Quanto às regiões potencialmente mais afectadas por um episódio forte de El Niño, Paulo Magalhães aponta para a América Latina, África e partes da Ásia, destacando também a vulnerabilidade europeia perante o aquecimento global: “A Europa está a aquecer duas vezes mais rápido do que estava previsto. E dentro da Europa, a Península Ibérica é a mais afectada”. No seguimento do alerta da OMM, o secretário-geral da ONU, António Guterres, numa declaração em vídeo, apelou a que todos encarem “esta situação com o grau de urgência climática que ela representa”. “As condições de El Niño vão deitar mais combustível para a fogueira de um planeta em aquecimento. Os impactos serão ainda mais fortes e sentidos ainda mais longe. Atravessarão fronteiras com uma velocidade devastadora”, apelando mais uma vez a “pôr fim à dependência dos combustíveis fósseis”. Para Paulo Magalhães, a dificuldade em responder ao problema resulta da predominância de interesses económicos de curto prazo sobre os objectivos colectivos de médio e longo prazo. “O modelo económico está baseado nos combustíveis fósseis e a lógica dos benefícios a curto prazo supera o interesse colectivo”. O especialista defende que o desafio actual ultrapassa a dimensão política ou geopolítica, entrando no domínio das próprias leis da física. “Desta vez, o limite é físico. Não é uma questão geopolítica, de força ou de poder. É uma questão de física e de ciência”. “O nosso principal bem era um clima estável, o padrão de circulação estável dos oceanos e da atmosfera. Esse bem invisível é precisamente aquilo que estamos a perder”, conclui.
Imagina que alguém falasse isso pra você? Essa frase soa como uma decepção, uma expectativa não alcançada e precisamos entender o que significa na relação com Deus.Veja o que diz o Salmo 77 no verso 10: "Então eu disse: Esta é a minha aflição: o poder do Altíssimo não é mais o mesmo.”Achei ousada demais a afirmação do salmista. "O poder do Altíssimo não é mais o mesmo" - então afinal, Deus pode mudar? Seu poder pode diminuir ou aumentar?O salmista está reclamando que Deus não agia do mesmo jeito como no passado. Embora isso pareça uma mudança, não é bem por aí que devemos entender.Eu gosto dos padrões, eles tornam a vida mais simples. Naturalmente vamos agindo a partir dos padrões criados em nossa mente. Mas e quando uma mudança acontece? Ficamos perdidos. Por exemplo: Imagina se você apertasse o botão do elevador para subir e ele descesse. Seria uma loucura.O salmista esperou que Deus agisse como "programado", como sempre foi, mas Ele não fez e isso criou uma enorme crise no salmista. Isso só mostra algo que Deus tem planos e que nem sempre esses planos atendem ao que eu espero.O poder de Deus não está sob meu controle. Ele age como quer e da forma que quer. E nem sempre está dentro dos meus "padrões". Deus não muda, essa é uma certeza que você pode guardar firme em seu coração.
A Etiópia foi a votos esta segunda-feira, 1 de Junho, para eleger os deputados federais e os representantes regionais, num escrutínio que deve garantir a continuidade do primeiro-ministro Abiy Ahmed à frente do Governo. Apesar da participação registada em várias cidades, as eleições decorreram sob críticas da oposição, num contexto marcado por conflitos armados, dificuldades económicas e exclusão de algumas regiões. A vitória do Partido da Prosperidade, liderado por Abiy Ahmed, nunca esteve em causa. A formação governamental partia como favorita para conservar a maioria parlamentar e garantir a continuidade do actual primeiro-ministro à frente do Governo. Ainda assim, a participação eleitoral levanta interrogações sobre o grau de mobilização da sociedade etíope. O padre José Vieira, missionário português que regressou recentemente da Etiópia após 13 anos de trabalho no país, descreve um ambiente de relativa apatia política nos meses que antecederam a votação. “O que foi mais evidente durante os últimos meses era ver os centros de inscrição para as eleições completamente vazios”, observa. Apesar de a Comissão Nacional de Eleições apontar para cerca de 50 milhões de eleitores registados, o missionário considera o número reduzido para um país com cerca de 130 milhões de habitantes. “Havia uma certa desmobilização em relação ao evento”, afirma. Abiy Ahmed chegou ao poder em 2018 envolto numa forte expectativa de mudança. Um ano depois recebeu o Prémio Nobel da Paz, sobretudo pelo acordo alcançado com a Eritreia. Hoje, a avaliação dos seus 8 anos de governação divide opiniões. O padre José Vieira reconhece transformações visíveis, particularmente na capital. “Adis Abeba não tem nada a ver com o que era há dez anos. É uma cidade muito moderna, com grandes avenidas”, afirma. Destaca ainda a construção dos chamados “corredores urbanos”, que incluem espaços dedicados a peões e ciclistas e que o Governo procura replicar noutras regiões do país. No entanto, alerta para as limitações desse modelo fora dos grandes centros urbanos. Em muitas localidades, diz, os projectos são afectados pela falta de fiscalização e pela corrupção. “A corrupção é um dos grandes problemas na Etiópia de hoje”, sublinha, apontando casos em que verbas destinadas a obras públicas acabam desviadas para proveito pessoal de responsáveis locais. A guerra que continua a marcar o país Embora a guerra do Tigray tenha terminado formalmente em Novembro de 2022, com os Acordos de Pretória, as suas consequências continuam presentes no quotidiano dos etíopes. “As pessoas no Tigré não têm tanto acesso a combustíveis e a outros bens de primeira necessidade como noutras regiões”, explica o missionário. Além das dificuldades económicas, persistem receios quanto a um eventual reacender das tensões armadas, alimentadas por rivalidades regionais e por interesses externos. Segundo o padre português, o Governo foi obrigado a concentrar efectivos militares na região do Tigray, deixando outras zonas mais vulneráveis. Na Oromia, onde trabalhou, as preocupações de segurança aumentaram significativamente. “Houve um momento em que nos aconselhavam a telefonar antes de viajar para confirmar se as estradas estavam seguras”, recorda. A instabilidade não se limita ao norte do país. Em Amhara e Oromia continuam activos grupos armados que desafiam a autoridade do Estado e contribuem para um clima de insegurança que afecta a vida quotidiana e limita a capacidade do Governo para projectar uma imagem de normalidade democrática. Jovens preocupados com o futuro Nas conversas com famílias, líderes comunitários e estudantes, José Vieira encontrou uma preocupação comum: o acesso à educação e às oportunidades de emprego. Nos últimos anos, o Governo introduziu novos exames nacionais com o objectivo de elevar a exigência académica. Contudo, os resultados têm sido preocupantes. “Há três anos, quando foi introduzido o novo modelo de exame de admissão à universidade, apenas 5% dos candidatos passaram”, recorda. No ano lectivo mais recente, a taxa de aprovação rondou apenas os 7%. O missionário considera que muitos alunos não estão preparados para o grau de dificuldade das provas. O problema torna-se ainda mais grave porque os estudantes que não conseguem aprovação ficam dependentes de instituições privadas, inacessíveis para grande parte da população. A situação gera frustração entre os jovens. Muitos concluem vários anos de formação superior, mas arriscam terminar sem diploma caso não obtenham aprovação nos exames finais obrigatórios. “Depois de três, quatro ou cinco anos de estudos, podem ficar sem nada”, lamenta. Inflação e escassez de combustível A economia constitui outra fonte de preocupação. A inflação continua elevada e o acesso a combustíveis permanece problemático em várias regiões. O padre José Vieira relata situações extremas vividas pelas comunidades locais. Num dos centros missionários onde trabalhou, dois veículos permaneceram semanas sem poder circular por falta de gasóleo. “Descobriram que o mercado negro dá muito mais lucro do que o negócio normal”, explica. O missionário recorda ainda casos em que funcionários tiveram de esperar mais de dois dias em filas para abastecer um automóvel. Nas semanas que antecederam as eleições verificou-se uma melhoria na distribuição. “Antes havia grandes filas. Nas últimas semanas a situação foi normalizada”, relata. Resta saber se essa normalização corresponde a uma solução duradoura ou se foi apenas uma medida temporária para garantir um ambiente mais favorável durante o período eleitoral. As autoridades etíopes apresentam estas eleições como uma demonstração de estabilidade e de consolidação democrática. No entanto, a ausência de votação em algumas zonas, as denúncias da oposição, os conflitos armados persistentes e os problemas económicos mostram uma realidade mais complexa. Para José Vieira, a Etiópia continua a viver um momento de transição. Entre os avanços nas infra-estruturas e as dificuldades sentidas pela população, o país procura ainda encontrar um equilíbrio capaz de transformar a promessa de reforma que levou Abiy Ahmed ao poder numa estabilidade para os seus mais de 130 milhões de habitantes.
Microplásticos e compostos químicos potencialmente nocivos para a saúde foram detectados em aves marinhas da Geórgia do Sul, uma ilha remota da subantárctica. Um estudo internacional liderado por investigadores do Centre for Functional Ecology (CFE) do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) identificou 1275 partículas de origem antropogénica em sete espécies de aves, algumas delas classificadas como vulneráveis ou ameaçadas. A investigação foi conduzida no âmbito de um doutoramento em Biociências na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra pela investigadora Joana Fragão, que também colabora com o British Antarctic Survey, no Reino Unido. A investigação procura avaliar a presença de microplásticos e contaminantes químicos ao longo da cadeia alimentar antárctica: “Este estudo está inserido no meu projecto de doutoramento, sendo que o projecto é uma avaliação mais global da presença de microplásticos e quais os níveis dos microplásticos, bem como dos compostos químicos em toda a cadeia alimentar da Antárctida”. Segundo a investigadora, os plásticos podem funcionar como vectores de contaminação. Além dos compostos adicionados durante o seu fabrico, conseguem absorver outros poluentes presentes no meio marinho, incluindo metais pesados. Apesar de a presença de microplásticos em regiões remotas já ter sido documentada por outros estudos, alguns dos resultados surpreenderam a equipa. “Houve um estômago de uma ave em que contabilizei 130 partículas”, revela Joana Fragão. Embora a média tenha sido de cerca de 17 partículas por indivíduo, a investigadora admite que observar directamente estas partículas durante as análises reforça a percepção do impacto da actividade humana na biodiversidade. O estudo detectou, também, vários compostos químicos com potencial acção como disruptores endócrinos, substâncias capazes de interferir com o sistema hormonal. Ainda assim, a investigação não conseguiu demonstrar uma relação directa entre a presença destes contaminantes e a ingestão de microplásticos. As amostras analisadas foram recolhidas a partir de aves encontradas mortas no âmbito de programas de monitorização realizados na Geórgia do Sul. Esta abordagem impõe limitações ao estudo, uma vez que os investigadores dependem dos animais encontrados e não podem controlar factores como o número de indivíduos ou o período exacto de recolha. De acordo com o comunicado oficial, “os investigadores destacam que estes dados contribuem para uma melhor compreensão da exposição da fauna marinha a diferentes tipos de poluentes, sublinhando a importância de reforçar medidas internacionais que visem a redução da poluição marinha e a protecção da biodiversidade, incluindo a implementação de programas de monitorização de plásticos e contaminantes químicos, mesmo em ecossistemas considerados isolados”.
No 3 em 1 desta segunda-feira (01), o destaque foi que a nova pesquisa Real Time/Big Data para as Eleições 2026 ligou o sinal de alerta no Palácio do Planalto. Embora o presidente Lula (PT) vença o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno, o petista aparece em situação de empate técnico contra Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado Partido Social Democrático (PSD-GO). A Polícia Civil de SP deflagrou a Operação Wi-Fi para investigar desvios em um contrato de R$ 108 milhões da prefeitura de São Paulo. A suspeita é de que verbas destinadas à internet gratuita foram usadas para financiar o filme Dark Horse, biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para esta terça-feira (02) a reunião de líderes que definirá o rito de tramitação da PEC do fim da escala 6x1. A esperança de um acordo histórico ruiu após Irã e EUA suspenderem as negociações de paz nesta segunda-feira (01). O recuo de Teerã ocorreu imediatamente após uma nova onda de ataques de Israel contra o Líbano. A reportagem de João Vitor Revedilho traz os bastidores da sucessão no Rio de Janeiro, onde o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) desponta como o favorito para herdar a vaga do ex-governador Cláudio Castro na disputa ao Senado. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, viajará aos Estados Unidos com o objetivo de debater os impactos da classificação do PCC e do CV como grupos terroristas. A viagem tratará o suposto risco de sanções econômicas e possíveis interferências no sistema Pix. O presidente Lula (PT) convocou uma nova reunião ministerial para reorganizar o governo após a saída definitiva de 17 ministros, que deixaram suas pastas para disputar as Eleições 2026. O presidente Lula (PT) entrou em campo para selar a aliança em São Paulo e quer o ex-governador Márcio França (PSB) como vice na chapa de Fernando Haddad ao governo do estado. Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), revelou que seu foco absoluto é a disputa pela presidência da Casa em 2027. No entanto, o deputado também não descartou a possibiliade de concorrer a uma vaga no Senado. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (01/06/2026): Embora a ocorrência este ano de um “super-El Niño” ainda não seja uma certeza, grandes empresas brasileiras produtoras de grãos já avaliam opções para mitigar possíveis perdas com o fenômeno climático. O “super-El Niño” ocorre quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Tropical, que provoca mudanças climáticas em todo o mundo, ultrapassa 2°C em relação à média histórica. Soja e milho, as duas principais culturas agrícolas brasileiras, correm riscos. O fenômeno pode atrasar o plantio da soja e encurtar a janela para o plantio do milho de segunda safra. A maior ocorrência de temperaturas elevadas também pode afetar o desenvolvimento das lavouras. Para atenuar problemas, os produtores, entre outras alternativas, planejam melhorar a gestão de áreas de plantio, do uso de fertilizantes e ampliar a produção de sorgo no lugar de milho. Política: Lula quer França na vice de Haddad, mas PSB pretende discutir Senado Metrópole: Para 60% da população, a violência contra mulher é o crime mais grave Internacional: Direita populista fica em primeiro e faz 2º turno com esquerda na Colômbia Esportes: Brasil goleia Panamá em amistoso pré-Copa com ‘líder’ Vini Jr e reservas famintosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (22): O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União), barrou a implementação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as fraudes do Banco Master e suas ligações políticas em Brasília. Embora a oposição tenha alcançado o número mínimo de assinaturas para instauração da CPI, Alcolumbre travou o andamento e justificou que a decisão de aprovar o início da investigação cabia apenas ao presidente da Casa. A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro pediu a transferência do dono do banco master da superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal para o Centro de Detenção Provisória do DF, a Papudinha, alegando que as instalações da PF não possuem estrutura para uma prisão mais longa. A decisão será analisada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal e relator do caso, André Mendonça. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) negou em entrevista nesta quinta-feira (21), que tenha pedido para encontrar o presidente americano Donald Trump. A campanha de Flávio mudou recentemente de marqueteiro e um encontro com Trump poderia afastar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) das polêmicas com Daniel Vorcaro. Fontes da Jovem Pan no Departamento de Estado americano confirmaram negociações para o encontro. Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha apontou que 68% dos endividados entrevistados acreditam que vão beneficiar-se com novo programa governamental “Desenrola Brasil 2”. O Desenrola renegocia os juros e das condições de pagamento de dívidas ativas. O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em entrevista nesta quinta-feira (21), que o próximo bloqueio orçamentário de 2026 será ainda maior do que os últimos e que o governo terá que “cortar na própria carne” para atingir a meta econômica deste ano. A expectativa é de uma redução de gastos em várias áreas da administração pública. Bilhetes picados encontrados pela Polícia Penal em esgoto da penitenciária de Presidente Venceslau em 2019 levaram à prisão da influenciadora Deolane Bezerra nesta quinta-feira (21). Segundo as investigações da Polícia Civil, os bilhetes levaram à transportadora “Lopes Lemos Transportes Ltda”, que lavaria dinheiro do Primeiro Comando da Capital e repassava os valores “limpos” à Deolane, que supostamente atuava como “caixa” da facção. A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu um lote de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026 na noite desta quinta-feira (21), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As figurinhas passarão por perícia e depois serão inutilizadas. Quem fez a declaração do imposto de renda já consegue consultar sua restituição através do site da Receita Federal. Este é o maior valor já pago em restituições, em torno de R$ 16 bilhões. Os pagamentos da restituição serão realizados em quatro lotes. O prazo para enviar a declaração do IR é até o dia 29 de maio. Seis meses após a liquidação do Banco Master, cerca de R$ 2 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) seguem esquecidos. São 117 mil pessoas que ainda não solicitaram o reembolso. Todos os investidores que aplicaram em renda fixa no Master têm o direito à restituição do investimento através do FGC. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (21) o envio de mais cinco mil soldados americanos para a Polônia, país estratégico por fazer fronteira com a Rússia. Parte deste contingente será formada por militares americanos realocados de outros países da OTAN. A decisão foi divulgada por meio da rede Truth Social e ocorre poucos dias após o vice-presidente JD Vance afirmar que o reforço militar havia sido adiado. O ex-participante do reality Big Brother Brasil 17, Marcos Harter, foi punido pelo Conselho Federal de Medicina por infringir o código de ética médica. Ele infringiu os artigos 1°, 23° e 32° do código. Não foi divulgada qual a infração cometida. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Corinthians classifica para a fase oitavas de final da Copa do Brasil, mas tropeça no Brasileirão e volta a entrar na zona do rebaixamento. Fora de campo, Yuri Alberto diz que gostaria de ir embora e, dias depois, Hugo Souza é surpreendido com a não convocação para a disputa da Copa do Mundo. No episódio desta semana, Careca Bertaglia e Yago Rudá debatem os rumos do Timão, repercutem as polêmicas do Parque São Jorge e palpitam sobre o futuro de Memphis Depay. Confiram!
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A Saída do Brasil é o Aeroporto01:28 O Tamanho do Êxodo03:02 A Fuga dos Milionários07:38 A Morte da Esperança dos Jovens10:18 Para Onde Estão Indo?10:56 O Que o Brasil Está Perdendo11:22 Conclusão12:10 RC Wealth e RC Club
Oro Por Você 03159 – 18 de maio de 2026 Pai, entrego a Ti, hoje, todas as minhas esperanças e todos os meus sonhos. Se há algo que anseio e que não faz parte da minha vida, peço que retires o desejo, para que o que deve estar na minha vida seja liberado. Sei que é perigoso transformar meus sonhos em ídolos. Submeto a Ti tudo o que desejo, e declaro hoje que desejo mais de Ti. Quero que os desejos do meu coração estejam alinhados com os desejos do Teu coração. Embora seja difícil abrir mão dos anseios e sonhos que tenho para minha vida, coloco tudo aos Teus pés. Sei que sempre faz e farás o melhor. Confio da Tua vontade. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
TEMPO DE REFLETIR 01768 – 18 de maio de 2026 Jeremias 2:13 – Eles Me abandonaram, a Mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas. Ainda existem lugares distantes dos grandes centros em que podemos encontrar água cristalina que desce em pequenas cascatas que vêm das montanhas. Em contraste com a água corrente, temos as cisternas. Em caminhadas mato adentro, podemos encontrar poços ou cisternas abandonados. Cisternas com água estagnada, turva, com uns poucos peixinhos tentando sobreviver. Ao redor, musgo, rãs e tartaruguinhas. Nada atraente ou chamativo, mesmo sob o sol mais causticante possível. Água da fonte ou de cisterna? Com qual das duas você prefere satisfazer sua sede? Embora o povo de Israel tivesse à sua disposição água da fonte, insistia em fazer suas próprias cisternas em rocha calcária que, devido à porosidade, não armazenava água. Não é de admirar que Deus esteja chamando a atenção de Seu povo pelas escolhas que está fazendo, dizendo: “Não aceite imitações ridículas do verdadeiro.” Deus sabe quão sedentos estamos. É Ele que tem a água que nos pode satisfazer. Tudo aquilo que procuramos para satisfazer nossa necessidade fora de Deus é uma cisterna rachada; mesmo assim, alguns continuam correndo equivocadamente em direção a essas fontes. Dentre os muitos convites que Jesus pronunciou enquanto esteve na Terra, um dos mais bonitos foi feito numa ocasião festiva, no último dia da Festa dos Tabernáculos. As pessoas que vinham assistir a essa festa, além do magnetismo do encontro com os amigos, tinham também profundos anseios de uma vida melhor. Muitos acalentavam esperança de dias melhores. No fim da festa, sem ter recebido as bênçãos que tanto desejavam, para as pessoas as cerimônias se assemelhavam a cisternas rotas. Foi a elas que Cristo Se dirigiu, dizendo: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (Jo 7:37). Jesus está dizendo hoje: “Quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4:14). “O brado de Cristo ao coração sedento ecoa ainda, e apela para nós com poder ainda maior do que aos que O ouviram no templo, naquele último dia da festa. A fonte está aberta para todos. Aos cansados e exaustos, oferecem-se os refrigerantes goles da vida eterna” (O Desejado de Todas as Nações, p. 454). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor: mata a minha sede, Pai! Por favor. Quero beber cada dia da Tua Palavra; beber dos Teus ensinamentos, da vida que vem de Ti. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Neste episódio, Ricardo explica que o crescimento na carreira de gestão de projetos não se define apenas por habilidades técnicas, certificações ou ferramentas. Muitas vezes, os momentos mais importantes são interações breves e inesperadas durante crises ou conversas difíceis. Nessas situações, os líderes observam quem mantém a calma, simplifica o caos, comunica-se com clareza, assume a responsabilidade e ajuda os outros a tomar decisões. Embora a competência técnica seja essencial, a confiança e a liderança sob pressão tornam-se os verdadeiros diferenciais à medida que as carreiras evoluem. Com a inteligência artificial automatizando muitas tarefas técnicas, habilidades humanas como julgamento, comunicação e tomada de decisão em situações incertas tornam-se ainda mais valiosas. Às vezes, um momento que pode mudar a carreira dura apenas alguns minutos. Escute o podcast pra saber mais!
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ECLESIASTES 8:14-17 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 19–21; JOÃO 4:1-30 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A cada primavera, as doces e perfumadas flores de cerejeira lotam o Japão com sua elegante cor rosa suave, encantando os sentidos de japoneses e turistas. A natureza fugaz das flores cultiva uma percepção forte nos japoneses, que usufruem da beleza e do aroma momentâneo; a brevidade da experiência aumenta seu significado. Eles chamam essa percepção de Mono-no-aware: um prazer sentido por algo que passará rapidamente. Como humanos, é compreensível que busquemos prolongar os sentimentos de alegria. Mas o dia a dia está repleto de dificuldades, e devemos cultivar a capacidade de ver tanto a dor quanto o prazer pelas lentes da fé em nosso Deus amoroso. Não precisamos ser pessimistas, nem criar uma visão falsamente positiva da vida. O livro de Eclesiastes nos oferece um modelo útil. Embora seja, às vezes, considerado um livro de declarações negativas, o mesmo rei Salomão que escreveu que “Nada faz sentido” (1:2) também encorajou seus leitores a obter alegria nas coisas simples da vida, dizendo: “a melhor coisa a fazer neste mundo é comer, beber e alegrar-se” (8:15). A alegria vem quando pedimos a Deus que nos ajude a “[procurar] sabedoria” e aprender a observar “tudo que Deus faz” (vv.16-17) nos momentos bons e nos difíceis (3:11-14; 7:13-14), pois nada é permanente neste lado da eternidade. Por: KIRSTEN HOLMBERG
TEMPO DE REFLETIR 01759 – 9 de maio de 2026 Lucas 21:2 – Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre. Uma pequena alegoria salienta a importância das pequenas coisas. No estúdio, o artista afastou a cortina e o sol iluminou um vitral inacabado. Na parte inferior do vitral, via-se um ambiente florido, crianças olhavam e sorriam. Acima das crianças, achava-se a figura incompleta de um homem. Ao colocar os pedacinhos de vidro na obra, o artista dizia consigo mesmo: “Tenho que fazer isto da melhor maneira possível. Preciso mostrar aos outros meu amor por Cristo. Se conseguir colocar em Sua expressão tudo aquilo que imagino, ficarei contente.” Num montão de aparas de vidros e pequenos pedaços de metal, havia um pedacinho de vidro. Ele estava desanimado consigo mesmo: “Pensei que fosse fazer parte do vitral. E agora estou aqui, jogado no meio deste material. Parece que não tenho nenhum valor mesmo. Vou me esforçar o melhor que puder e se o sol vier para o meu cantinho, melhor ainda.” De repente, houve agitação no estúdio. Parecia que o artista estava procurando alguma coisa. O pedacinho de vidro escutava ele falar: “Não posso terminar sem ele. Era um pedacinho pequeno, mas muito importante. Onde será que ele está? Ele é imprescindível para eu terminar o vitral.” O pedacinho de vidro pensou: “Será que sou eu?” Com um grito de alegria, o pedacinho de vidro foi tirado do montão de restos de vidro e de metal. Ao ser colocado no vitral, tornou-se um dos olhos de Cristo. Temos um lugar no bonito vitral de Deus. Onde quer que nos encontremos, por pequenos que sejamos, Ele nos usará para mostrar a beleza de Cristo. Jesus não passou por alto a oferta da viúva, que “colocou duas pequeninas moedas de cobre, de muito pouco valor” (Mc 12:42). Embora a oferta fosse pequena, ela deu tudo o que possuía. Na parábola dos talentos, o senhor diz: “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!” (Mt 25:21). Não espere até receber um convite para fazer um grande trabalho para Deus. Seja fiel e brilhe no cantinho em que você está. “É a conscienciosa atenção ao que o mundo chama de ‘pequenas coisas' que torna a vida um sucesso. Pequenas ações de caridade, pequenos atos de abnegação, proferir singelas palavras de ajuda, […] isto é cristianismo” (Exaltai-O [MM 1992], p. 347). Pratique isso no dia de hoje e ore comigo agora: Por favor, Pai, que eu seja a luz para aquele que está em trevas. Que eu leve palavras de esperança ao desesperançado. Que eu seja útil para alguém hoje. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 REIS 6:15-23 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 4–6; LUCAS 24:36-53 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Joice se preocupava com sua parente Sandra, que lutava por muitos anos contra o alcoolismo e problemas de saúde mental. Ao ir ao apartamento de Sandra, as portas estavam tranca das e ele parecia estar vazio. Planejando como iria procurá-la, Joice orou: “Deus, ajude-me a ver o que não vejo”. Ao sair, Joice olhou para o apartamento e viu um leve movimento numa cor tina. Naquele momento, ela soube que sua parente estava viva. Embora precisasse da ajuda de serviços de emergência para salvá-la, Joice se alegrou com a oração respondida. O profeta Eliseu entendia o significado de pedir a Deus para revelar realidades invisíveis. Quando os sírios cercaram a cidade, o servo de Eliseu teve medo. Eliseu não, pois ele via o invisível com a ajuda de Deus. O profeta orou para que o servo também visse, e “o Senhor abriu os olhos do servo, e ele viu as colinas ao redor de Eliseu cheias de cavalos e carruagens de fogo” (2 REIS 6:17). Deus levantou o véu entre o mundo espiritual e físico para Eliseu e seu servo. Joice acredita que Deus a ajudou a ver o movi mento da cortina, dando-lhe esperança. Nós também podemos pedir a Ele que nos dê a visão espiritual para entender os acontecimentos ao redor, seja algo pessoal ou coletivo. E nós também podemos levar Seu amor, verdade e compaixão. Por: AMY BOUCHER PYE
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (07/05/2026): Em 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) gastou, com benefícios a servidores e magistrados, R$ 4,1 bilhões (79%) de um fundo destinado ao “aperfeiçoamento” da Justiça, informa Juliano Galisi. Embora o Fundo Especial de Despesas do tribunal tenha sido criado, em 1994, com a vedação a pagamentos de “concessões de vantagens”, uma nova redação da lei, na prática, autorizou as despesas, permitindo o desembolso em auxílios para alimentação, saúde e outros, além de ônus “decorrentes do cumprimento de decisões administrativas”. Oficialmente, o objetivo do fundo é “assegurar recursos para expansão e aperfeiçoamento” da Justiça, sendo abastecido por taxas e outras receitas do tribunal. Em nota, o TJ afirmou que “a utilização dos recursos observa estritamente o disposto na legislação vigente”. Economia: Defesa de Vorcaro fecha proposta de delação Internacional: Em má fase e com eleição à vista, Lula e Trump debatem economia e segurança Esportes: PSG empata com o Bayern e vai defender o título contra o Arsenal Cultura: Rolling Stones anunciam álbum de inéditas com participação de Paul McCartney e Chad SmithSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo questiona a eficácia das ferramentas tradicionais de planejamento de projetos, baseadas em planos estáticos. Embora tenham sido fundamentais por décadas, esses planos rapidamente se tornam obsoletos em ambientes dinâmicos. Ele destaca que a Inteligência Artificial transforma esse cenário ao permitir previsões contínuas e ajustes em tempo real, substituindo estimativas fixas por análises dinâmicas baseadas em dados. Com isso, o foco deixa de ser seguir um plano e passa a ser adaptar-se às mudanças. As ferramentas atuais ainda carecem dessa inteligência preditiva, o que pode comprometer sua relevância. O papel do gerente de projetos também muda: de planejador para analista crítico e estratégico. Apesar dos benefícios, há riscos, como dependência excessiva da IA e decisões baseadas em dados imprecisos. Escute o podcast para saber mais!
Sonia Santos é uma das vozes mais importantes da música brasileira, que muita gente ainda está descobrindo. Uma artista de trajetória rara, com 60 anos de carreira, que atravessa televisão, samba, soul e jazz com a mesma força e identidade. A cantora e compositora que construiu uma carreira singular dividindo palcos com grandes nomes internacionais e da MPB, agora retorna ao Brasil, em maio, para apresentar o espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, marcando um reencontro com o público brasileiro após anos de atuação intensa no exterior. Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, Sonia fez da cidade um polo de expressão afro-brasileira e consolidou-se como referência cultural. Foi na cidade californiana que concedeu uma entrevista à RFI. Aos 82 anos e cheia de energia que transborda nas conversas e nas suas músicas, subiu ao palco em Temecula, na Califórnia, no dia 17 de abril. Nos últimos meses realizou diversas apresentações na região, na qual é reconhecida como um símbolo de resistência e a ponte entre a ancestralidade e a modernidade global, de onde vêm suas inspirações. Ela afirma que a arte deve manter um olhar atento sobre a política para não transmitir mensagens equivocadas, motivo pelo qual acompanha de perto o tema. “Eu gosto de programas de governo que falam principalmente em saúde, educação, arte e cultura. Então, eu fico de olho nessas coisas, procuro valorizar a minha ancestralidade e fazer com que essas figuras que realmente, vamos dizer assim, fundaram o Brasil, que elas sejam vistas, que elas sejam ouvidas, que elas sejam reconhecidas e valorizadas”, contou à RFI. Uma lenda viva Ícone desde os anos 1960, Sonia compartilhou palcos com nomes como Tim Maia, Jorge Ben Jor e Luiz Melodia. A projeção nacional veio na década seguinte, quando se tornou presença marcante na televisão brasileira, especialmente no Fantástico, da TV Globo. Participou de performances musicais e de trilhas de novelas. Nos anos 1990, mudou-se para os Estados Unidos; logo no início já conquistou a Broadway e abriu shows de nomes como Ray Charles e Nancy Wilson, além de colaborações e encontros com Sérgio Mendes e outros artistas que ajudaram a projetar o reconhecimento da música brasileira, e a potência que é hoje, no exterior. “Eu cantei num festival de artes populares na Tunísia, há uns anos. Havia 54 países representados e quando anunciaram que era música brasileira, todo mundo aplaudiu. Nós tocamos na Rússia, ginásio cheio, e o patrocinador, que era a Coca-Cola, divulgou muito 'Água de beber'. E o povo cantarolova isso (ela canta). Basta dizer que é música brasileira e uma rendição incondicional acontece", revela. Ao lado da cantora Ana Gazzola, integrou o projeto Brazil Brazil, com o qual fez diferentes circuitos internacionais, incluindo cidades na Ásia, Europa e África. O grupo foi responsável por levar repertório brasileiro a festivais de jazz e música do mundo inteiro. Uma missão, segundo Sonia, com muito ritmo e cadência para transmitir amor ao mundo. A artista diz que sua trajetória é guiada pela “voz do seu coração”, uma proposta de vida que a levou a circular por mais de 40 países. Para ela, “todo artista é um canal”, responsável por “transmitir coisas boas e bonitas”. Sonia parte do princípio de que “tudo é energia, força magnética” e acredita ter uma mensagem a passar para as pessoas. “Escolhi as palavras das minhas músicas nessa direção”, conta. Samba como DNA e pioneirismo Seu talento visionário se expressa em músicas como Poema Rítmico do Malandro (1971), que antecipou a cadência do rap anos antes do gênero ganhar força no Brasil. Sonia já experimentava com a métrica e a rima, e adiantou tendências com uma visão artística que sempre esteve décadas à frente. Mas o samba, ah, o samba. Esse bate mais forte e constante no peito. É o eixo central de uma carreira que desafiou fronteiras. Embora tenha transitado com maestria pelo jazz e pelo blues, é na cadência do tambor que sua identidade se solidifica. Tempos de redescoberta Apesar dessa magnitude, o nome de Sonia Santos parece ainda escondido, esquecido do grande público, sendo muitas vezes um segredo guardado por músicos e historiadores. Por isso, o significado ainda maior desse retorno ao Brasil. Será a síntese de uma trajetória que volta ao palco de onde saiu. No novo espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, Sonia revisita diferentes fases da própria trajetória por meio de um repertório que mistura memória e reinvenção: com clássicos como “Upa Neguinho”, “Água de Beber” e “Brasileirinho”. O show também inclui releituras que dialogam e refletem sua vivência entre Brasil e Estados Unidos e tributos a mulheres que, assim como ela, levaram a música brasileira aos palcos do mundo, como Carmen Miranda e Tânia Maria. “Eles podem esperar de mim uma entrega total, entendeu? Estou completamente rendida às belezas do meu país. Eu amo o Brasil. Eu acho que ele não é a pátria do futuro, ele é a pátria do presente. Eu acho que definitivamente ele está chegando naquele ponto de ter o reconhecimento e o respeito mundial", conclui. As apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de maio de 2026, às 20h, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, em São Paulo.
O Supremo Tribunal Federal rejeitou o recurso do senador Sergio Moro e manteve a abertura de uma ação penal contra ele por calúnia.O caso teve origem em um vídeo de 2023 no qual o senador falava em "comprar um habeas corpus" do ministro Gilmar Mendes.Embora a defesa alegue que a fala era uma brincadeira de festa junina, a Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República por unanimidade em 2024.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #SergioMoro #STF #GilmarMendes #Justiça #PolíticaBrasil #LavaJato #Noticias #DireitoPenal #Senado #Brasil #PGR #DecisãoJudicial #Atualidades #PapoAntagonista #NoticiasUrgentes
Por trás de aclamadas personalidades há um lado obscuro que ninguém está olhando. Neste programa documental e cheio de mistérios, abordaremos a face oculta das principais personalidades e instituições. Nesta edição: Pepe Mujica. __________ A história de José Alberto "Pepe" Mujica Cordano é comumente narrada sob a ótica de sua simplicidade e desapego material. Conhecido internacionalmente como "o presidente mais pobre do mundo", Mujica construiu uma imagem carismática que o transformou em um símbolo global da esquerda. No entanto, sua trajetória política e pessoal abriga eventos e contradições que vão muito além de seu famoso Fusca azul e da chácara modesta em Montevidéu. Falecido em maio de 2025, aos 89 anos, o ex-presidente uruguaio deixou um legado histórico complexo. Na década de 1960, influenciado pelo clima político latino-americano, Mujica tornou-se um dos líderes do Movimento de Libertação Nacional - Tupamaros, um grupo guerrilheiro de orientação marxista. Embora inicialmente tivessem simpatia de parte da população, os Tupamaros adotaram táticas de guerrilha urbana que incluíam assaltos armados, sequestros e atentados. Episódios trágicos marcaram essa época, como o assassinato do trabalhador rural Pascasio Báez e explosões em locais públicos que vitimaram civis inocentes. Capturado pelas autoridades, Mujica passou mais de uma década encarcerado até ser anistiado em 1985, após a redemocratização do Uruguai.
Donald Trump esteve quase a conseguir um acordo de paz com o Irão, quase a bombardear as infra-estruturas civis iranianas e quase a enviar o vice-presidente para conversações no Paquistão. Mas nada disso aconteceu e o ultimato dado pelo presidente norte-americano ficou uma vez mais sem efeito, apesar da retórica e da testosterona. Embora o estreito de Ormuz – que estava aberto há um mês – continue fechado em consequência da guerra. Enquanto isso, Pedro Nuno Santos regressou ao Parlamento, também ele carregado de testosterona. O alvo foi agora o antigo irmão político Duarte Cordeiro. Só o futuro nos dirá qual dos dois é Abel, qual deles é Caim. Uma coisa é certa: os cartunistas terão bom material se vier a concretizar-se uma disputa socialista entre Carneiro e Cordeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assista tambem no Youtube. Nadia Calviño é Presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI). Foi anteriormente Vice-Presidente do Governo de Espanha e Ministra da Economia, liderando a política económica durante um período marcado pela pandemia e pela implementação do plano de recuperação europeu. Com uma longa carreira nas instituições europeias, incluindo a Comissão Europeia, onde foi Diretora-Geral do Orçamento, é uma das figuras mais influentes da política económica europeia. _______________ Índice: Challenges to European Competitiveness Access to funding Mobilizing investment from pension funds and insurance firms Mobilizing private savings | Example of Sweden Capital markets initiative 28th regime Promoting mergers & acquisitions Industrial policy How EIB loans create soft power for Europe Access to critical raw materialsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo explica que o retrabalho é um problema invisível, porém altamente destrutivo, em projetos. Embora as organizações meçam cronograma, custo e escopo, raramente monitoram o retrabalho, o esforço gasto corrigindo o trabalho já concluído. Essa falta de mensuração oculta a verdadeira eficiência do projeto. O retrabalho frequentemente decorre de problemas mais profundos, como requisitos pouco claros, desalinhamento entre as partes interessadas, decisões tardias ou baixa qualidade inicial. Seu impacto é significativo: atrasos aumentam, custos sobem, as equipes ficam exaustas e a confiança do cliente diminui. Ricardo argumenta que o retrabalho deve ser tratado como um indicador-chave de desempenho, monitorado continuamente para avaliar a saúde do projeto. Quando mensurado, ele impulsiona melhores comportamentos, melhorando a qualidade, a tomada de decisões e o alinhamento. Em última análise, os projetos falham não apenas devido a atrasos, mas também devido ao desperdício de esforço, sendo o retrabalho um dos principais fatores ocultos que contribuem para esse fracasso. Ouça o episódio completo para saber mais!
Haja transparência. Mas como o voto é secreto, os donativos aos partidos passam a ser opacos. A partir de agora deixa de se poder saber de onde vem o dinheiro transferido para as organizações partidárias. O segredo passa a ser a alma do negócio. O que não era segredo para ninguém é que debater com André Ventura não é trocar argumentos, porque, por entre esgares, àpartes e caneladas, se torna difícil levar uma frase até ao fim. Pacheco Pereira desafiou o líder do Chega e houve espectáculo televisivo, sim, mas quem quiser aprender alguma coisa vai ter de procurar noutro lado. Entretanto, a semana trouxe-nos também a revelação de que o suposto anarca, o terrorista incompetente (Deo gratias!) do cocktail molotov contra uma manifestação anti-aborto é militante do PS. Quem acha que o mundo já não nos pode suspreender, terá ficado desiludido. Já não são só os números de Donald Trump (na semana em que viu o amigo Órban ser corrido na Hungria) que ainda conseguem espantar-nos. Embora aquela alusão a Jesus Cristo transformada, numa pirueta digna de um puto da segunda classe, em médico da Cruz Vermelha, seja difícil de igualar. Mas ele há-de superar-se, ó se há-de!See omnystudio.com/listener for privacy information.