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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (20):O apresentador André Marsiglia fez um forte alerta sobre a entrada em vigor de dois decretos do governo federal. As medidas dão poder à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, para fiscalizar e punir redes sociais. Marsiglia destacou o risco dessa estrutura atuar durante o processo eleitoral, comparando a situação a um time de futebol que passa a controlar o próprio árbitro da partida. Entraram em vigor nesta segunda-feira (20) os dois novos decretos assinados pelo governo federal que reestruturam a regulação e fiscalização das redes sociais no Brasil. As medidas concedem competências à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, para aplicar sanções e exigir a remoção de conteúdos e anúncios considerados ilícitos ou fraudulentos. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais onde realiza compras de mercado e compara o valor das mercadorias durante a gestão do seu pai, Jair Bolsonaro, com os preços praticados no governo Lula. Ao final da apuração, o senador afirmou que a conta "ficou salgada" e declarou que o poder de compra dos brasileiros sofreu um forte impacto. Durante evento do PL em Vitória, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro fez duras acusações contra o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado pratica advocacia administrativa e atacando a atuação profissional de sua esposa. A declaração ocorreu logo após Moraes ampliar as restrições ao ex-presidente Jair Bolsonaro, proibindo contatos políticos e manifestos até o fim do pleito de 2026, além de manter a suspensão de visitas de Flávio por 90 dias. A especulação criada por Romeu Zema sobre ter Michelle Bolsonaro como sua candidata a vice na disputa presidencial provocou forte reação na cúpula do PL e gerou mal-estar com aliados de Jair Bolsonaro. Embora a ex-primeira-dama tenha descartado a hipótese, o episódio expôs o peso do seu nome no jogo político. Levantamento publicado pelo Poder360 aponta que o Supremo Tribunal Federal atingiu recorde histórico de decisões sobre "omissões inconstitucionais", acumulando 109 análises desse tipo nos últimos anos. A atuação da Corte, que passa a legiferar e decidir ativamente quando entende que o Executivo e o Legislativo não regulam determinados temas, acentuou o clima de conturbação e a crise institucional entre os Poderes. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu enviar para a Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe todo o dossiê da representação feita pelo ministro do STF Gilmar Mendes contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A medida ocorre após Vieira pedir o indiciamento de ministros do STF e do próprio PGR no relatório da CPI do Crime Organizado. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), barrou a transferência e venda de um terreno avaliado em R$ 15 milhões pertencente ao senador Jaques Wagner (PT-BA). A medida faz parte das restrições determinadas no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades e esquemas de propina envolvendo o Banco Master. Os 21 partidos políticos com representação no Congresso Nacional responderam à intimação do ministro do STF, Flávio Dino, e defenderam que a indicação e distribuição de emendas parlamentares seja uma prerrogativa exclusiva de deputados e senadores no exercício do mandato. O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, descartou publicamente a realização de novas eleições no país, declarando o fim da alternância política de poder. O editor de internacional da Jovem Pan, Fabrizio Neitzke, trouxe os detalhes e os objetivos por trás de mais esse passo autoritário do regime sandinista na América Central. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Embora seja conhecido principalmente como gás de cozinha, o GLP desempenha um papel estratégico na matriz energética brasileira e pode contribuir para uma transição energética mais segura e inclusiva. Além de ampliar o acesso à energia, o combustível também ajuda a reduzir o uso de fontes mais poluentes, especialmente em regiões onde outras alternativas ainda não estão disponíveis. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, Sergio Bandeira, presidente do Sindigás, explica como o GLP pode apoiar a descarbonização sem deixar de atender às demandas sociais e econômicas do País. No episódio, o executivo também discute o combate à pobreza energética, o potencial do biogás liquefeito (bioGLP), os desafios regulatórios e as perspectivas para o futuro desse combustível na matriz energética brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Devocional do dia 20/07/2026 com o tema: Comunidade da fé A cada dia, cresce mais o número de pessoas que diz crer em Deus, mas que não frequenta qualquer comunidade cristã. As desculpas mais comuns são os defeitos de líderes e denominações, e não ver necessidade de participar de alguma igreja, pois sua fé não precisa de templos para existir. Embora haja púlpitos que pregam heresias e líderes que exploram a fé, nem todos agem dessa forma. De fato, não existe uma igreja perfeita, afinal, somos todos imperfeitos, mas há muitas que têm se esforçado para pregar o Evangelho, que cumprem uma notável função social em sua própria comunidade e arredores, e que nos ajudam a manter acesa a chama da fé. LEITURA BÍBLICA: Salmo 133.1-3 Não deixemos de nos reunir como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar uns aos outros, sobretudo agora que vocês veem aproximar-se o Dia (Hb 10.25).See omnystudio.com/listener for privacy information.
A organização da Feagro 2026 fez um balanço positivo da edição realizada na última semana, destacando a consolidação do evento como uma das maiores feiras do agronegócio de Santa Catarina. Embora tenha registrado uma redução no volume de negócios e no número de visitantes em comparação ao ano anterior, a avaliação da comissão organizadora é de que os objetivos foram alcançados, especialmente na promoção de tecnologia, inovação e conhecimento ao produtor rural. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o coordenador geral da feira, Adir Engel, ressaltou que a Feagro segue crescendo e fortalecendo seu papel no setor. "A cada ano ela se consolida como um dos grandes eventos do agro, não só da região Sul, mas de todo o estado de Santa Catarina. Nosso objetivo é levar tecnologia e conhecimento ao produtor rural", afirmou. Segundo Engel, a principal preocupação antes da abertura era a previsão de fortes chuvas. Apesar da precipitação registrada no sábado e de uma garoa no domingo, o clima acabou causando impactos menores do que o esperado. "A avaliação foi muito positiva. Choveu, mas bem menos do que indicavam as previsões. Isso ajudou para que a feira acontecesse normalmente." A edição de 2026 movimentou aproximadamente R$ 180 milhões em negócios, contra R$ 200 milhões registrados em 2025. O público também apresentou redução, passando de cerca de 80 mil para 70 mil visitantes. De acordo com o organizador, um dos fatores que influenciaram esse resultado foi a grave crise enfrentada pela cadeia da suinocultura.
Fronteiriços e fronteiriças, sejam bem-vindos a mais um episódio da nossa série especial "Histórias da Copa do Mundo"! Neste nono capítulo, Willian Spengler nos convida a uma viagem no tempo para desvendar a fascinante origem do futebol moderno. Embora muitos apontem suas raízes na Inglaterra do século XVII, a história do esporte é muito mais antiga e complexa, com ecos em diversas culturas ao redor do planeta. Preparem-se para descobrir como essa arte milenar evoluiu até se tornar o fenômeno global que conhecemos hoje. Financiamento Coletivo Se você é apaixonado por história e quer nos ajudar a continuar produzindo conteúdo de qualidade, apoie o Fronteiras no Tempo: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais: Facebook, Youtube, Instagram Contato: fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico – Especial Histórias da Copa do Mundo #9 – A Fascinante Origem do Futebol Moderno. Locução Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 19/07/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67368&preview=true Expediente Produção Geral, Artes e Edição: C. A. Host: Willian Spengler Trilha sonora do episódio The Golden Goal – trilha sonora original Journey to the Past - Carmen María and Edu Espinal 7th Life - Adam MacDougall Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Fabio Ricardo de Assis, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Paulo Colombiano, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 13,24-43Naquele tempo:Jesus contou outra parábola à multidão:"O Reino dos Céus é como um homemque semeou boa semente no seu campo.Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo,semeou joio no meio do trigo, e foi embora.Quando o trigo cresceue as espigas começaram a se formar,apareceu também o joio.Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram:'Senhor, não semeaste boa semente no teu campo?Donde veio então o joio?'O dono respondeu:'Foi algum inimigo que fez isso'.Os empregados lhe perguntaram:'Queres que vamos arrancar o joio?'O dono respondeu:'Não! pode acontecer que, arrancando o joio,arranqueis também o trigoDeixai crescer um e outro até a colheita!E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo:arrancai primeiro o joioe amarrai-o em feixes para ser queimado!Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!'"Jesus contou-lhes outra parábola:"O Reino dos Céus é como uma semente de mostardaque um homem pega e semeia no seu campo.Embora ela seja a menor de todas as sementes,quando cresce, fica maior do que as outras plantas.E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vême fazem ninhos em seus ramos".Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola:"O Reino dos Céus é como o fermentoque uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado".Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões.Nada lhes falava sem usar parábolas,para se cumprir o que foi dito pelo profeta:"Abrirei a boca para falar em parábolas;vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo".Então Jesus deixou as multidões e foi para casa.Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram:"Explica-nos a parábola do joio!"Jesus respondeu:"Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem.O campo é o mundo.A boa semente são os que pertencem ao Reino.O joio são os que pertencem ao Maligno.O inimigo que semeou o joio é o diabo.A colheita é o fim dos tempos.Os ceifeiros são os anjos.Como o joio é recolhido e queimado ao fogo,assim também acontecerá no fim dos tempos:o Filho do Homem enviará os seus anjos,e eles retirarão do seu Reinotodos os que fazem outros pecare os que praticam o mal;e depois os lançarão na fornalha de fogo.Aí haverá choro e ranger de dentes.Então os justos brilharão como o solno Reino de seu Pai.Quem tem ouvidos, ouça".Palavra da Salvação.
O Observatório Feminino debate, no episódio deste domingo (19), um caso que causou grande repercussão no Norte de Minas Gerais. A Polícia Civil investiga se a morte de um menino de 8 anos, em Campo Azul, pode ter relação com a plataforma de jogos on-line Roblox.A criança morava com a mãe, de 41 anos, o padrasto, de 29, e duas irmãs, de 17 e 18 anos. Em depoimento à polícia, a mãe informou que o filho era introspectivo, enfrentava dificuldades disciplinares na escola e passava longos períodos isolado utilizando o celular para jogar Roblox, onde mantinha contato com pessoas desconhecidas. Segundo ela, familiares acreditam que o menino possa ter sido influenciado por um desafio divulgado na plataforma. As circunstâncias do caso seguem sob investigação.O programa também aborda a decisão da Copa do Mundo. Embora a Seleção Brasileira tenha sido eliminada da competição, a final mobiliza torcedores em todo o planeta. Mais do que uma disputa esportiva, o confronto decisivo desperta emoções intensas, reúne famílias e amigos e altera a rotina de milhões de pessoas.Por que o futebol exerce tamanho impacto sobre o comportamento humano? O que explica sentimentos como euforia, ansiedade, frustração e as mudanças no humor e nas relações provocadas por uma partida decisiva? Essas são algumas das questões que estarão em debate na edição de hoje.Além das jornalistas Aline Neves e Fernanda Rodrigues, participam da conversa Fernanda Seabra, terapeuta familiar sistêmica e especialista em Psicogenealogia, e Ana Luiza Pereira, jornalista da Itatiaia.
Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."
Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."
Olá, Você está ouvindo o Espiadinha, o podcast que tem 70 câmeras e o Brasil tá vendo! Eu sou o Athilas, e hoje vamos comentar todos os episodios da última temporada do De Férias Com o Ex Brasil, na sua segunda temporada do Diretoria, que no final apenas um sairá como ganhador!Siga o Espiadinha nas redes sociais!Facebook: https://www.facebook.com/EspiadinhaPodcast/Instagram: https://instagram.com/espiadinhapodcast#DeFeriasComOExDiretoria #DeFeriasComOEXBrasil #DeFériasDiretoria
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (17):Em uma análise contundente, André Marsiglia revelou os bastidores do embate silencioso entre o STF e o governo de Donald Trump. Ao comentar a nota do ministro Edson Fachin sobre as supostas "ordens secretas" da corte, Marsiglia trouxe um testemunho real: como primeiro advogado a atuar no inquérito das fake news, ele denunciou que até hoje não teve acesso a boa parte dos documentos. A escalada da tensão entre Washington e Brasília ganhou novos capítulos com a reação do presidente do STF, Edson Fachin, ao governo americano. O escritório do representante comercial dos Estados Unidos (USTR) apontou que o Brasil emitiu "ordens secretas" para que plataformas digitais americanas retirassem conteúdos do ar, fator político apontado como estopim por trás do recente tarifaço econômico imposto contra o país. O governo Lula recuou da ideia de retaliar imediatamente os Estados Unidos após a imposição do "tarifaço" comercial. Embora o presidente Lula tenha falado em "guerra de narrativas" com Donald Trump, o Ministério da Fazenda confirmou que a aplicação da lei de reciprocidade foi adiada para evitar uma inflação generalizada e demissões em setores que dependem de insumos americanos, como o de máquinas e calçados. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, descartou publicamente qualquer medida de retaliação imediata contra os Estados Unidos após a imposição do tarifaço de 25%. Em uma clara mudança de tom do governo, a equipe econômica afirmou que a palavra "retaliação" está fora do escopo e que qualquer princípio de reciprocidade será avaliado com cautela para proteger a economia interna, evidenciando o recuo de Brasília na disputa contra Donald Trump. Durante transmissão ao vivo ao lado de Daniela Marques, o senador Flávio Bolsonaro apresentou o plano "Brasil por Elas", focado em propostas voltadas para o eleitorado feminino. O pacote inclui promessas de internet e aparelhos celulares sem custo, inteligência artificial e vouchers para creches. A ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, fez um forte alerta sobre o cenário político nacional. Segundo ela, a oposição está unida com o propósito claro de vencer a esquerda no próximo pleito, afirmando que, caso o atual projeto político continue, o país sofrerá um "atraso gigantesco". A Polícia Federal indiciou 48 pessoas no primeiro inquérito sobre os desvios no INSS, motivando a defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a pressionar pelo arquivamento do caso contra ele. No entanto, a PF informou ao ministro do STF, André Mendonça, que o filho do presidente está no "final da fila" das apurações e que o cruzamento de dados sobre sua suposta sociedade oculta com o empresário Antônio Camino Antunes só deve acontecer no ano que vem — coincidentemente, após o término das eleições. O ministro Dias Toffoli é considerado hoje por seus colegas como um magistrado isolado na engrenagem do STF, reflexo do impacto das investigações envolvendo o banco Master. Diante desse distanciamento, o governo Lula enxerga uma brecha para tentar uma reaproximação estratégica, de olho no papel que o ministro desempenha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar de apontar que houve descumprimento de restrições após a divulgação de uma carta política enviada ao senador Flávio Bolsonaro, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou ao ministro Alexandre de Moraes que o episódio não justifica o retorno ao regime fechado. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
A CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, assinala hoje 30 anos de existência. Uma organização confrontada com múltiplo desafios e fragilizada pela suspensão da Guiné-Bissau na sequência do golpe de Estado de Novembro passado. O antigo Primeiro-Ministro angolano Marcolino Moco foi o primeiro secretário executivo da organização lusófona e fez um balanço à RFI destas três décadas de existência do bloco lusófono. Marcolino Moco começa por afirmar a sua grande decepção relativamente ao desempenho da CPLP. Eu tenho uma ideia de uma certa desilusão. Porque eu tinha a ideia inicial de que essa CPLP podia ser um impulsionador, sobretudo na área de reafirmação dos valores que constituíram o histórico dos países que constituem a CPLP: Portugal mais as suas ex-colónias, mais o Brasil. Portanto trabalhar em mais-valias que poderiam resultar deste histórico. Mas isso não tem sido possível, por várias razões, entre as quais eu costumo sublinhar especialmente o maior desperdício de energias para uma actividade meramente formal, diplomática ou formal entre os Estados. Portanto, aquela ideia de que, especialmente os países africanos poderiam adquirir vantagens, uma espécie de recomposição daqueles aspectos positivos que resultaram da nossa história, isso não se tem conseguido porque na relação entre Estados há muito formalismo. O problema do respeito das soberanias de cada um é tão forte que se desprezam as mais-valias que poderiam beneficiar às populações. Embora se fale muito até hoje dos males da colonização. Mas havia muitos aspectos positivos que poderiam ter sido recuperados e que não o foram. Pelo contrário, continuamos, especialmente nos países africanos, a perder valores éticos, sobretudo na área política, em que, por exemplo, as eleições são praticamente uma inutilidade. Talvez com a excepção de Cabo Verde, onde as eleições são um factor de estabilização, são factor de escrutínio da acção dos políticos governantes. Mas isso não acontece nos outros países, especialmente continentais africanos, com casos graves: em Angola, começou por Angola, que é o meu país, da Guiné-Bissau. São casos muito graves e também de Moçambique. A suspensão da Guiné-Bissau da CPLP, onde um ex-secretário executivo da CPLP está desde a semana passada em prisão preventiva, com os golpistas a assumirem o poder, não pode ser fatal à sobrevivência da organização? Talvez não seja fatal, porque vai-se continuar a trabalhar na base do formalismo e não na base de algo que seja útil para estabilizar politicamente todos os Estados. Possivelmente a Guiné-Bissau, Angola também, a situação não é, como muita gente pensa, boa, óptima. E também temos acompanhado aspectos negativos em Moçambique. Na sua opinião, a CPLP deve ser mais exigente na defesa da democracia e dos direitos humanos nos Estados-Membros? Ora, nem mais. Em relação a esse aspecto, a CPLP não actua por causa do tal respeito à soberania e por causa da defesa de interesses de algumas pessoas, tudo agentes do Estado. Veja que, pelo contrário, foi associado um país muito pior em termos de respeito dos direitos humanos, da democracia, da preocupação dos dirigentes do seu Estado, em relação ao bem-estar social das suas populações. Estou-me a referir à Guiné Equatorial, por exemplo, que por nenhuma razão que se invocasse deveria fazer parte da CPLP, tanto pelo respeito aos direitos humanos como por outros aspectos do regime. Este Estado foi atraído pela CPLP, indiciando que o tal ideal da democracia, o ideal ético, de uma política ética não tem grande significado perante perante nós, elites políticas. Eu também faço parte das elites políticas, dos nossos Estados. E veja este caso da Guiné-Bissau. Um dirigente que até também foi secretário da CPLP, detido arbitrariamente de forma vergonhosa e tanto quanto eu saiba, a CPLP está impotente para actuar. A expulsão é uma coisa que não não tem grande relevância. Mas eu pensaria que haveria atitudes anteriores. Essas situações deviam ser promovidas para darmos maior utilidade à nossa organização. Daqui a 30 anos, o que eu gostaria que se dissesse da CPLP? Eu sou professor ainda e às vezes digo muita coisa que é politicamente incorrecta. Devemos começar primeiro por reconhecer que as nossas independências foram muito mal conduzidas. Não houve reflexão. Foram rejeitadas ideias de Constituição de transições mais úteis. Eu não estou a preconizar um regresso ao passado, uma recolonização, mas pelo menos uma capacidade de olhar para o presente, fazermos uma retrospectiva correctiva do que aconteceu e não permitirmos efectivamente muitas coisas que estão a acontecer hoje nesses países, que tiveram o seu surgimento graças à presença de Portugal aqui em África. Independentemente dos aspectos negativos que possam ter acontecido. Tenho para os amigos muito próximos dito que podíamos ter independência, mas sem descolonizar. Acho que isso é politicamente incorrecto, sobretudo para quem não reflectiu, como eu tenho reflectido. Mas nós temos exemplos positivos de uma prática desse tipo. Onde houve independência sem descolonização. Portanto, as instituições estão preservadas. Quando se fala em descolonização, normalmente pensa-se que é afastar o branco da administração e deixá-lo sair, se for possível. Mas nos nossos Estados, onde se realizou uma descolonização precipitada, onde constituímos essas pátrias com pessoas de todas as proveniências e depois 74-75, montámos um esquema mental completamente errado. Aquele êxodo que houve aqui nos nossos países. É talvez por isso que justamente Cabo Verde é um exemplo onde não houve êxodo, com uma parte da população retendo as elites com conhecimento, etc. Hoje vão, digamos, se estabilizando melhor. E aqui onde houve o êxodo da população branca em grande quantidade, estávamos pobres em tudo, a partir da própria moralidade, da própria ética, passando pelas prioridades que são traçadas por pessoas mal preparadas. Eu também me incluo nesse aspecto, porque também ocupei funções. De modos que é isso que eu lamento que a CPLP, 30 anos depois, não possa ter contribuído para, digamos, remediar esses problemas. Era Marcolino Moco, primeiro secretário executivo da CPLP, no dia em que a organização assinala três décadas de existência.
Quem aprecia observar o céu terá uma oportunidade especial nesta sexta-feira (17), em Criciúma. O Parque Astronômico Municipal Albert Einstein realiza uma sessão gratuita de observação da conjunção entre a Lua e o planeta Vênus, fenômeno que poderá ser acompanhado a partir das 18h com o auxílio de telescópios e orientação de professores da instituição. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, a gerente do Parque Astronômico, Emanoela Ceron, explicou que a conjunção é um efeito visual observado da Terra, quando dois astros parecem estar muito próximos no céu, embora permaneçam separados por milhões de quilômetros no espaço. "A conjunção nada mais é do que a percepção aqui da Terra de que dois astros estão aproximados. Vai parecer que a Lua e Vênus estão pertinho, mas eles estão totalmente separados lá no espaço, por milhões de quilômetros", explicou. Segundo Emanoela, a Lua estará na fase crescente e Vênus — conhecido popularmente como Estrela D'Alva — poderá ser visto logo após o pôr do sol, proporcionando um cenário diferenciado para os observadores. Embora o parque já ofereça sessões gratuitas de observação entre quinta-feira e domingo, das 20h às 21h, nesta sexta-feira a programação foi antecipada para permitir a visualização do fenômeno. "Vamos iniciar às 18 horas, disponibilizando os nossos professores e telescópios. Assim, as pessoas poderão observar tanto a olho nu quanto mais de perto a Lua e Vênus", destacou. A gerente ressalta que o evento é voltado para toda a família e que os visitantes também poderão levar seus próprios telescópios para receber orientações sobre o uso dos equipamentos. "É uma experiência bem bacana. Quem tem telescópio pode trazer para aprender um pouco mais com os professores. O clima está colaborando e é uma programação gratuita para toda a família."
A crescente população de javalis em Santa Catarina voltou ao centro do debate após uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O encontro reuniu representantes do setor agropecuário, caçadores e autoridades para discutir medidas que facilitem o controle da espécie invasora, considerada uma ameaça à produção rural, ao meio ambiente e à sanidade animal. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o presidente da Associação Brasileira de Caçadores "Aqui Tem Javali", o agrônomo Rafael Salerno, afirmou que o problema se arrasta há mais de duas décadas e que o principal desafio continua sendo a burocracia enfrentada por quem realiza o controle dos animais. "Os javalis são um problema já de muitos anos. Já tem mais de duas décadas que o Estado enfrenta esse problema. Os produtores rurais e os caçadores têm tentado fazer esse controle, mas encontram vários obstáculos, principalmente burocráticos", destacou. Segundo Salerno, atualmente a única forma eficaz de conter o avanço da espécie é por meio do abate controlado, atividade autorizada pela legislação, mas que ainda enfrenta custos elevados e diversas exigências administrativas. "A única solução é, efetivamente, a caça. Apesar de regulamentada, ela ainda enfrenta vários obstáculos, principalmente burocracia e custos", afirmou. Entre as dificuldades apontadas está o alto custo para os controladores, que precisam investir em equipamentos, munições e cumprir exigências impostas pelos órgãos públicos. De acordo com o presidente da associação, o custo para o controle de um único javali ultrapassa R$ 1 mil. Ele revelou ainda que dados apresentados durante a audiência pública mostram que mais de 200 mil animais já foram abatidos oficialmente em Santa Catarina, o que representa um investimento superior a R$ 200 milhões feito pelos próprios controladores. "Esses voluntários já entregaram, com recursos próprios, mais de R$ 200 milhões à sociedade catarinense em defesa da agricultura e do meio ambiente", ressaltou. Além dos prejuízos causados às plantações e às propriedades rurais, Salerno alertou para os riscos sanitários provocados pela presença dos javalis. Segundo ele, Santa Catarina é um dos principais exportadores de proteína animal do país e depende do status sanitário para manter mercados nacionais e internacionais. "O javali compartilha diversas doenças que podem ser transmitidas ao gado. Um surto sanitário poderia bloquear o comércio da produção catarinense e gerar prejuízos por muitos anos", explicou. O impacto ambiental também preocupa. Conforme o agrônomo, os animais comprometem a regeneração de espécies nativas ao consumirem sementes, como o pinhão. "Hoje os javalis estão consumindo as sementes da araucária, comprometendo toda a renovação dessa espécie", afirmou. Embora não exista um levantamento oficial sobre o número exato de javalis no Estado, Salerno estima que existam centenas de milhares de animais vivendo em liberdade. Ele atribui esse crescimento à alta capacidade reprodutiva dos chamados "javaporcos", resultado do cruzamento entre javalis e porcos domésticos. "Uma única fêmea pode gerar até 20 filhotes viáveis por ano. É uma taxa de multiplicação muito grande", disse. O dirigente também destacou que Santa Catarina possui cerca de 20 mil caçadores registrados, número considerado insuficiente diante da dimensão do problema. Durante a entrevista, Salerno comentou a aprovação, pela Alesc, de um projeto de lei que prevê um incentivo financeiro de R$ 100 por javali abatido. Para ele, a medida representa um avanço, mas ainda há dúvidas sobre sua regulamentação. "Toda lei que traz algum incentivo é bem-vista. Só nos preocupa como será o acesso a esse recurso, para que não sejam criadas ainda mais burocracias", avaliou.
Será que os jovens estão mais agressivos ou os seus comportamentos é que se tornaram mais visíveis? Que tipo de violência predomina entre os adolescentes? No primeiro episódio dedicado ao tema, o psicólogo Ricardo Barroso e Hugo van der Ding traçam o mapa e os desafios da violência juvenil em Portugal.A ideia de que «a juventude está perdida» repete-se de geração em geração. No entanto, a evidência científica mostra que os jovens de hoje têm mais competências para identificar comportamentos abusivos do que no passado.Ainda assim, há dados inquietantes. Embora a violência física tenha diminuído, outras formas de agressão ganharam visibilidade e assumiram novas expressões, sobretudo no contexto digital e nas relações interpessoais.Da violência relacional (a mais frequente) à psicológica, da sexual à digital, o especialista explica os efeitos nas vítimas e os fatores associados aos comportamentos dos agressores.A dupla aborda ainda outras questões: qual o papel dos pais? Como, e quando, se promove a autorregulação emocional? E onde termina um conflito próprio do crescimento e começa um quadro de bullying?Para saber distinguir a perceção social dos dados científicos, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISMOFFITT, Terrie E., «Adolescence-Limited and Life-Course-Persistent Antisocial Behavior» (Psychological Review,1993)«O que Se Passa na Infância Não Fica na Infância», Coord. Paulo Guerra e João Pedro Gaspar (Editora d'Ideias, 2024)Filme «Close» (2022), de Lukas Dhont«Risk and Protective Factors for Youth Violence» (U.S. Centers for Disease Control and Prevention)APAV para JovensEscola Sem Bullying | Escola Sem ViolênciaBIOSRicardo BarrosoPsicólogo, especialista em Psicologia da Justiça e em Psicologia Clínica pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. É professor na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e investigador integrado no Centro de Psicologia da Universidade do Porto. Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares.
O anúncio da implantação de uma terceira faixa na SC-370, entre Braço do Norte e Gravatal, foi recebido com entusiasmo pelo setor empresarial do Vale do Braço do Norte. A obra atende a uma reivindicação antiga da Associação Empresarial do Vale do Braço do Norte (ACIVALE), em conjunto com outras entidades da região, que há anos defendem melhorias na rodovia para aumentar a segurança e a capacidade de tráfego. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, a presidente da ACIVALE, Adria Felipe Weber, destacou que o crescimento do fluxo de veículos, especialmente de caminhões, tornou a intervenção necessária. Segundo ela, a expectativa é de que a movimentação aumente ainda mais com a abertura da Serra do Corvo Branco. "É um pleito que a gente já tem aqui na nossa região há bastante tempo. Hoje a gente tem um fluxo muito intenso de caminhões e de carros e temos uma preocupação maior ainda em virtude da abertura da própria Serra do Corvo, porque esse tráfego também vem para a nossa SC-370 e vai cada vez aumentando mais", afirmou. Adria ressaltou que a reivindicação não partiu apenas da ACIVALE, mas envolve diversas associações empresariais do Sul catarinense, beneficiando municípios como Orleans e Lauro Müller, já que boa parte do tráfego passa pela SC-370. Embora a duplicação da rodovia continue sendo o objetivo de longo prazo, a entidade optou por solicitar uma solução mais rápida para minimizar os problemas enfrentados diariamente pelos motoristas. "A gente sabe que o projeto de duplicação é um projeto mais audacioso e mais demorado. Então pedimos algo mais rápido, que melhorasse a fluidez do trânsito." Segundo a presidente, o pedido foi novamente protocolado em maio deste ano e, poucas semanas depois, durante evento do governador Jorginho Mello na região, veio o anúncio da implantação das terceiras faixas. Trecho inicial terá cerca de 1,5 quilômetro Conforme informado pelo Governo do Estado, o primeiro trecho contemplado terá aproximadamente 1,5 quilômetro entre Braço do Norte e Gravatal. Apesar da satisfação com o anúncio, a ACIVALE pretende continuar mobilizada para que a melhoria seja estendida até Tubarão. "A nossa intenção é que, finalizando essa obra, a gente volte a pedir para que seja de Gravatal a Tubarão, porque aí contempla todo o trecho da SC-370." Adria explicou que ainda não há detalhes técnicos do projeto, já que apenas a ordem de serviço foi anunciada, mas acredita que as informações deverão ser divulgadas em breve. "O importante é começar. Já é uma ordem de serviço, então é algo que já está assinado e protocolado para iniciar. Acredito que o mais breve possível a gente já vai ter novidades e melhorias nessa rodovia." Ela também informou que a diretoria da ACIVALE pretende buscar informações oficiais junto à Secretaria de Estado da Infraestrutura para repassá-las à população. A melhoria da SC-370 faz parte dos pleitos apresentados pela região dentro do programa Voz Única, da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC). Entre as prioridades também estão soluções para o Morro dos Cavalos, investimentos nos hospitais regionais e obras estruturantes para os municípios.
Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em Lucas, capítulo 18, versículos 9 a 14, nos traz uma reflexão sobre o fariseu e o publicano, e também sobre Davi (Salmos 51).A parábola do fariseu e do publicano nos conduz a uma das maiores verdades do Evangelho: não é o nosso currículo espiritual que nos justifica diante de Deus, mas a Sua graça. Jesus conta essa história para aqueles "que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros" (Lc 18:9).Embora o texto aconteça no templo, ele aponta para uma realidade que se completa na mesa da comunhão com Cristo. A mesa do Senhor não é preparada para aqueles que acreditam ser perfeitos, mas para aqueles que reconhecem que precisam de misericórdia.O fariseu e o publicano representam dois corações completamente diferentes.1. A mesa da autossuficiência não justificaO fariseu chega confiante em suas obras. Sua oração é um discurso sobre si mesmo: "Jejuo... dou o dízimo... não sou como os demais homens."Ele conhecia a religião, mas não conhecia a humildade. Sua comparação com os outros o impedia de enxergar sua própria necessidade de Deus.Há um grande perigo na vida cristã: substituir a dependência da graça pela confiança nas próprias realizações espirituais.Quem vive apenas de desempenho nunca desfruta plenamente da graça.Deus não procura pessoas impressionadas consigo mesmas, mas pessoas quebrantadas diante dEle.2. A mesa da graça recebe quem reconhece sua necessidadeO publicano permanece distante. Não levanta os olhos aos céus. Bate no peito e faz uma oração curta:"Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador."Ele não apresenta méritos. Não oferece justificativas. Apenas reconhece sua condição.É exatamente esse tipo de coração que Deus honra.A graça começa onde termina o orgulho.A mesa de Cristo sempre terá lugar para quem chega arrependido.3. A verdadeira justificação acontece pela misericórdiaJesus conclui com uma declaração surpreendente:"Este desceu justificado para sua casa, e não aquele."A justificação não foi conquistada pelas obras do fariseu, mas recebida pelo publicano através da misericórdia de Deus.Essa verdade alcança seu ponto máximo na cruz.Quando nos aproximamos da mesa do Senhor, lembramos que:não fomos aceitos porque somos bons;fomos aceitos porque Cristo é perfeito;não somos salvos por aquilo que fazemos, mas por aquilo que Jesus realizou.A mesa da Ceia anuncia exatamente isso: o pão e o cálice proclamam que nossa justiça está em Cristo.4. A mesa nos iguala diante da cruzNa mesa do Reino não existem pessoas mais dignas do que outras.Todos chegam da mesma maneira:necessitados da graça;dependentes da misericórdia;alcançados pelo amor de Deus.A cruz elimina qualquer motivo de orgulho.Diante da mesa, o religioso e o pecador arrependido têm apenas uma esperança: Jesus Cristo.Como escreveu o apóstolo Paulo:"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé... não vem das obras, para que ninguém se glorie." (Efésios 2:8-9)Examine seu coração antes de comparar sua caminhada com a de outras pessoas.Nunca permita que suas conquistas espirituais substituam sua dependência da graça.Aproxime-se diariamente de Deus com humildade e arrependimento.Lembre-se de que a mesa do Senhor celebra a obra de Cristo, e não os méritos humanos.Conclusão: A mesa que nos justifica não é a mesa do mérito, mas a mesa da graça.O fariseu saiu do templo levando consigo seu orgulho. O publicano saiu levando algo infinitamente maior: a justificação de Deus.Ainda hoje, Cristo continua convidando pessoas para Sua mesa. Não aqueles que pensam já ter tudo, mas aqueles que reconhecem que, sem Ele, nada são.Quem chega à mesa confiando em si mesmo volta vazio. Quem chega confiando na misericórdia de Cristo volta justificado."Porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado." (Lucas 18:14)Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
O município de Nova Veneza deu mais um passo na ampliação do programa de monitoramento contínuo de glicose para pacientes com diabetes tipo 1. Inicialmente voltada para crianças e adolescentes de até 18 anos, a iniciativa passa agora a contemplar pessoas de até 25 anos e gestantes diagnosticadas com a doença. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o secretário municipal de Saúde, Kristian Mazzucco, explicou que a ampliação ocorre de forma planejada para garantir a sustentabilidade do programa. "A gente está tendo esse cuidado de ir gradativamente ampliando, porque uma vez ofertado para a população, é um serviço que precisa ser mantido constantemente", afirmou. Segundo o secretário, o programa foi implantado no ano passado e, após um período de seis a oito meses de avaliação da adesão dos beneficiários, a administração municipal decidiu ampliar o público atendido. Atualmente, cinco crianças e adolescentes participam do programa. Com a nova etapa, a expectativa é que o número de beneficiados chegue a 13 pessoas. No entanto, a Secretaria de Saúde acompanha com cautela a demanda devido à possibilidade de subnotificação dos casos de diabetes tipo 1 no município. "A gente não quer ampliar demais a faixa etária e depois vir uma demanda que o município não consiga absorver. Estamos dando um passo de cada vez", destacou. Embora a expansão ocorra gradualmente, o objetivo da administração municipal é disponibilizar o monitoramento para todos os pacientes com diabetes tipo 1. "O objetivo da gestão é atingir 100% da população, desde que isso caiba no orçamento e que a gente consiga manter esse serviço de forma contínua." Com base em indicadores nacionais, a Secretaria de Saúde estima que Nova Veneza tenha entre 40 e 50 moradores com necessidade do monitoramento contínuo de glicose. O equipamento utilizado faz o monitoramento contínuo da glicemia e envia informações em tempo real para um aplicativo no celular. Pais, familiares e até professores podem receber alertas quando há alterações importantes nos níveis de glicose do paciente. Além disso, a Secretaria de Saúde também acompanha os dados por meio de um portal, permitindo uma análise detalhada do comportamento glicêmico dos pacientes e facilitando o encaminhamento para nutricionistas ou especialistas quando necessário. Para o secretário, a tecnologia representa um ganho significativo, principalmente para crianças. "É um pecado uma criança de dois ou três anos precisar furar o dedo várias vezes por dia para medir a glicose. Hoje os pais têm muito mais tranquilidade sabendo que qualquer alteração será comunicada imediatamente." Segundo Mazzucco, o retorno das famílias atendidas tem sido extremamente positivo. "Foi uma repercussão muito positiva. Os pais relatam mais segurança e tranquilidade no dia a dia." Investimento é de cerca de R$ 600 por paciente O secretário informou que o custo atual do programa é de aproximadamente R$ 600 por mês para cada paciente atendido, valor que inclui o fornecimento do equipamento e dos insumos necessários para o monitoramento. A expectativa da Secretaria de Saúde é que, com o surgimento de novos equipamentos no mercado, os custos diminuam, permitindo novas ampliações do programa. "Nossa expectativa é que esse custo venha a baixar. Isso acontecendo, teremos condições de ampliar ainda mais o atendimento." O programa foi criado por iniciativa do Poder Executivo Municipal e deverá ser transformado em projeto de lei para consolidar a política pública de monitoramento contínuo de glicose em Nova Veneza.
Nos últimos meses, a América Latina viveu uma sequência de eleições presidenciais apertadas que parecem consolidar uma virada à direita no continente. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Rússia-América Latina (Ruslat), a coordenadora Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Marinana Andrade e Barros (PUC Minas), autora do livro Democracia na Agenda Regional da América Latina, e Giovana Dias Branco (USP/Ruslat), que fala diretamente de Moscou, para discutir o que essa onda eleitoral no Peru, na Colômbia e em outros países representa para os interesses russos na região. No segundo bloco, o pesquisador Leonardo Nascimento (PUC Minas/Ruslat) traz o olhar da imprensa russa sobre as eleições latino-americanas e sua conexão com a guerra na Ucrânia e as eleições da Duma Estatal marcadas para setembro, enquanto Giovana Dias Branco detalha o avanço da cooperação agroindustrial entre Brasil e Rússia e a disputa entre a Rosatom e os Estados Unidos pelo mercado latino-americano de pequenos reatores nucleares. No terceiro bloco, o quadro Outros Olhares recebe novamente Marinana Barros, conduzida por Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat), para refletir sobre identidade, cultura política e literatura na América Latina e na Rússia. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches, Marinana Andrade e Barros, Giovana Dias Branco, Leonardo Nascimento e Laura Schneider de Lima. Inserção musical no final: “Garçom”, por João Ventura. Siga o artista no Instagram. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio GALEANO, Eduardo. Futebol ao Sol e à Sombra. L&PM, 1995. LEÓN-PORTILLA, Miguel. A Conquista da América Latina Vista pelos Indígenas: Relatos Astecas, Maias e Incas. Vozes, 2023. GUERRA, Ciro (dir.). O Abraço da Serpente [El abrazo de la serpiente]. Colômbia/Venezuela/Argentina, 2015. 124 min. CANAL BRASIL. Sangue Latino: Eduardo Galeano. 2013. Documentário. Disponível em: YouTube. BARROS, Marinana Andrade e. Democracia na Agenda Regional da América Latina. Mencionado em entrevista. MEDEIROS, Murilo. Pesquisa sobre segurança como tema central nas eleições latino-americanas. Universidade de Brasília (UnB). Disponível em: Folha de S.Paulo. Capítulos: 00:00 — Introdução: eleições na América Latina e na Rússia em 2026 04:00 — Marinana Barros: a virada à direita nas urnas latino-americanas 10:00 — Giovana Branco: os quatro interesses russos na região 15:00 — Peru e Colômbia: pragmatismo além do alinhamento ideológico 21:00 — Ideologia não basta: o Itamaraty e o pragmatismo da política externa 29:00 — Boletim Ruslat: a imprensa russa e as eleições latino-americanas 38:00 — Agroindústria e energia nuclear na disputa Rússia-EUA 42:00 — Outros Olhares: identidade, literatura e cinema The post América Latina vira à direita, mas a Rússia não vai embora appeared first on Chutando a Escada.
O cenário político para 2026 acaba de ganhar um novo elemento de pressão.A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 13, revelou que o grupo de eleitores que prefere um candidato de terceira via, sem o apoio de Lula ou de Jair Bolsonaro, saltou de 11% em março para 27% em julho.Embora o primeiro turno ainda mostre uma forte polarização entre Lula (40%) e Flávio Bolsonaro (34%), o cansaço do eleitorado com a divisão política tradicional começa a desenhar uma nova dinâmica para as campanhas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #pesquisa #btg #nexus #eleicoes #terceira #via #zema #renan #caiado #politica #presidencia #oposicao #bastidores #internet #youtube #audio #podcast #analise #debate #brasil
Idolatria versus Feitiçaria | Dia 3 | Adoração | 13-07-2026Esses dois sistemas foram gerados e são geridos pela mesma fonte sombria. Embora se manifestem de formas completamente diferentes, carregam um único objetivo em comum: minar a Igreja por dentro e por fora, enfraquecendo sua adoração, sua unidade e seu poder espiritual.
O podcast analisa os resultados de um estudo de 2026 sobre a soberania digital na Europa, destacando a elevada dependência tecnológica face a potências externas. Embora a maioria dos cidadãos e empresários reconheça este domínio estrangeiro, existe um desconhecimento generalizado sobre o conceito de autonomia e as alternativas europeias disponíveis. A inteligência artificial é identificada como a área de maior vulnerabilidade, gerando preocupações crescentes quanto à privacidade dos dados e à segurança nacional. O autor defende que o sistema educativo desempenha um papel crucial na inversão deste cenário, devendo promover a literacia digital para formar cidadãos mais conscientes e independentes. Em suma, a obra apela a uma reflexão urgente sobre como as escolas podem mitigar a fragilidade europeia no ecossistema tecnológico global.
Nesta edição do "Questões de Família", com o comentarista José Eduardo Coelho Dias, o assunto em destaque é o chamado "acordo pré-nupcial" (ou pacto antenupcial). Recentemente, reportagem de "O Globo" trouxe que, em meio a toda a especulação e empolgação sobre um possível casamento entre Taylor Swift e Travis Kelce, há uma realidade econômica que sustenta toda essa conversa: não se trata apenas da união de duas pessoas, mas também da fusão de duas marcas extremamente valiosas.Embora não exista confirmação de que o casal tenha assinado um pacto antenupcial, especialistas explicam que esse tipo de contrato costuma fazer parte do planejamento patrimonial de pessoas com recursos elevados. De forma geral, o acordo pré-nupcial é um contrato formal feito antes do casamento para definir o regime de bens e as regras financeiras que vão reger a união. Ele é essencial se o casal quiser um regime diferente da comunhão parcial de bens, como a separação total, por exemplo.
Certa vez, Cabrera Infante deu-se a oportunidade de passar algumas horas na presença do seu mito encarnado, esse ídolo que, depois de tanto nos instigar, vai cedendo com o passar dos anos à pressão, e revela as suas falhas, fendas. Assim, com o fito de fazer uma reportagem, este soberbo escritor cubano passou um dia inteiro com Hemingway a bordo do Pilar, o seu célebre iate, pescando ao largo da costa cubana. Muito mais tarde, numa entrevista concedida nos anos noventa, foi interrogado sobre o que lhe revelara essa experiência de proximidade, e se manteve para si o anseio de ser um escritor como Hemingway? A resposta dele veio-lhe numa mistura de blasfémia e mexerico, como quem estivesse a meio de uma abusada e dolorosa refeição, arrancando pedaços de carne aos ossos do próprio pai, cuspindo as partes que já enjoam, e é esta resposta que não admite desperdício: «Queria ser tão famoso como ele. E não porque o seu estilo ou as suas personagens me influenciassem. Era, antes, a sua maneira de viver, a forma como encarava a vida. Embora, naturalmente, com o passar do tempo, ache que ele fez aquilo que os escritores fazem com demasiada frequência. Espanta-me que dedicasse tanto tempo a empreendimentos fúteis. Refiro-me ao ritual de descer todos os dias, às onze da manhã, a Cojímar, subir para o barco e fazer-se ao largo, na Corrente do Golfo, para ver se conseguia apanhar o maior peixe que pudesse existir. Era pura paranóia. Não tinha absolutamente nada a ver com a vida real; tinha tudo a ver com a fantasia. Fui com ele no barco e achei aquilo horrivelmente aborrecido. Das seis da manhã às quatro da tarde, a única coisa que fazia era beber. Embebedava-se de vodka e acabava estendido no convés, incapaz de fazer fosse o que fosse durante o resto do dia, ou quase todo o resto do dia. Depois, de repente, levantava-se outra vez: o efeito da vodka tinha passado e regressava a Cojímar. Se aquilo era um modo de vida, acredite: eu não queria vivê-lo. Ou ir para África matar animais para apanhar uma disenteria medonha e passar dias com diarreia. Ou ir para Espanha atrás de toureiros. Estava verdadeiramente louco, disso não tenho a menor dúvida. E, ao mesmo tempo, vivia numa belíssima casa nos arredores de Havana, onde tinha tudo o que desejava: um pomar de frutas tropicais e uma biblioteca enorme. Ia a Havana ao volante de um Mercury descapotável e almoçava ou bebia no Floridita ou na Zaragozana. Isso não era mau; mas o resto da sua vida foi horrível. Há uma coisa que os escritores fazem muito: perder tempo. Faulkner imaginava-se um cavalheiro do Sul que tinha de caçar raposas todos os sábados. Nesse aspecto, os escritores europeus eram mais profissionais. Não consigo imaginar Joyce a caçar na Irlanda, nem a tentar pescar um espadarte no Canal da Mancha. Levou uma vida muito séria, coerente consigo próprio, com a família e com a sua obra. O único problema de Joyce era a sua atitude distante, a sua imensa vaidade e o facto de ser um bêbedo, como a maioria dos irlandeses. Beber também é uma forma lamentável de perder tempo.» Esta resposta mostra-nos como admiração e entusiasmo acabam por dar origem aos mais impiedosos venenos, neste caso um de sorte moral, em que se censura essa tremenda disponibilidade que faz de um escritor um ser que se passeia assobiando pelos limites, como se Cabrera Infante tivesse desenvolvido uma marca muito particular de ressentimento para os seus fins, não reconhecendo como perder tempo é o elemento crucial de qualquer literatura que não esteja absorvida por essas prioridades injuriosas com que o tempo nos reclama. «Talvez seja bom que o espírito do poeta se deixe penetrar, mais do que afadigar-se para penetrar», assinala Reverdy. Para se chegar a ter a sensação de que o eixo do mundo passa pelos rins de um tipo, como nos sugere Fondane, para sentirmos como alguns são capazes de puxar por essas linhas invisíveis e fazer delas as suas redes, temos de admitir que a literatura se faz com esse risco de desperdiçar dias a fio em troca de um sobressalto, uma cadência que nos lança para o exterior daquilo que habitualmente se encontra nos livros, resistindo à tentação de nos fornecer outros simulacros. Há um excesso de talentos afinados pela percepção daquilo que a época nos exige, mas, se queremos superar este modo de mendigar a nossa própria vida, ainda vamos ter de nos adiantar a nós próprios, evoluir descosendo o forro das nossas circunstâncias, atravessar essa tradição dos oprimidos, aprender alguma coisa com os danados, e chegar ao ponto de termos visto as vezes suficientes o filme todo, imagens sucessivas ardendo até que a retina seja forçada a refazer-se das suas cinzas, já difusa e indistinta nas margens, podendo ser útil essa investigação e velocidade sustida daquilo que preenche a escuridão de uma época como de uma sala, esse filme projectado num cinema e que, pelo seu carácter denso e absoluto, como nos diz Esther Kinsky, constitui sempre, para os espectadores, uma intervenção no curso do mundo. «A experiência de uma tal intervenção era partilhada por inúmeras pessoas, ainda que elas porventura jamais lhe atribuíssem essa designação. Era um processo cultural com que muitos estavam familiarizados, com os seus pequenos rituais, os seus iniciados, fâmulos, artífices e serventes, e que depois começou inexoravelmente a desmoronar-se.» A formação de um espírito crítico passa por partilhar uma mente comum, beneficiando-se dessa proximidade que nos torna aptos a adoptar os estímulos e as inquietações que estão presentes e que trazem um efeito de sobreposição que permite desdobrar o espaço entre nós de forma minuciosa como um horizonte infinito. Já é preciso muito só para se manter à tona do mastigar ruidoso da opinião corrente, safar-se aos catálogos nessa função detrimental proposta à circulação pelos tão ansiosos medíocres, esses que a todo o momento se empenham em garantir que nada de sobrenatural possa impor-se e humilhar essas obrinhas que nos atulham o cenário. Mas, afinal, «o que é o cérebro humano senão um palimpsesto imenso e natural?, interrogava-se Thomas de Quincey… «O meu cérebro, tal como o teu, leitor, é um palimpsesto…» Ora, isto não pode ser outra coisa senão uma proposição maravilhosamente prometedora, pela possibilidade de se prosseguirem essas investigações que, libertando-se das restrições do real, dos modos caquéticos datal reportagem universal, nos façam trepar as árvores que cada um desenha à medida das suas necessidades, do seu fôlego, para se encontrar diante dos frutos da luz dessa orfandade encontrada na vazia e improvável imensidão das coisas. E não devemos enganar-nos a este respeito, pois a ficção é essencialmente um atributo e uma arte de órfãos, dos seres que se sentem de algum modo desencontrados, obrigados a estudar esta luz fodida que nos persegue pelas cidades onde nos deixámos ver nas posições mais degradantes, essa luz que parecia ter-nos arrancado as pálpebras, que à menor coisa nos fez chorar sem termos uma justificação atendível, enquanto nos escondíamos nesses autocarros e aos círculos pelos subúrbios onde zanzávamos sem poder demorar-nos demasiado em territórios que nunca eram os nossos, zonas hostis, com dificuldade em respirar à vista de todos, esse ar imundo que nos fazia sentir como uma peça solta, perdida, e a ficção surgia aos poucos como um aproveitamento dessas reservas insólitas, a longa marcha de um pesadelo a outra coisa. Se este tempo arrasta com ele a sensação de um relatório redigido depois dos eventos, um arrazoado em tom monocórdico, liso, inapelável, o modo mais impassível, inerte de se prestar contas, sem corrigir nem emprestar qualquer cor, ameaçar um contorno de emoção, os ficcionistas trabalham para infundir a realidade de um sonho mínimo, mas no qual vão empenhando toda a sua obstinação, viajando de um lugar a outro, produzindo algo mais forte, alheio às imediatas confissões, um longo exame que nos livra desta ambiente de anedota, dessas frases vazias gravadas no ar, como se inventassem um tom muito específico de azul, algo que só pode ser concebido através do «suspiro de uma cabeça guilhotinada» (Bolaño). No fundo, não basta ao escritor perder dias a fio, tornar-se um odioso meliante, gastar todo o seu tempo para abrir covas à volta da realidade, enlouquecendo com a nostalgia do não vivido, isto para mergulhar nessas zonas que se desprendem do resíduo que nos adormece os órgãos sensíveis. Ou talvez estejam submersos na mesmíssima matéria que os demais, mas dá a sensação que se tornam eles mesmos o fundo da época, traduzem toda a pressão, enfrentam seja o que for em apneia, ao passo que outros desenvolvem guelras e uma desenvoltura tremenda nas águas mais turvas. Alguém constatando este estado de coisas, ainda se dispunha a açular os elementos, e pedia que fossem gastos de uma vez todos os valores de produção reservados a este ambiente de catástrofe… «Que sangre tudo, infinitamente –/ e mal aos nossos lábios venha/ seja espuma, ouro, água». E talvez faça parte da atitude poética querer ir ao encontro do pior. Neste episódio, e a benefício de uma composição menos solvente, a Filipa Martins veio deixar-nos algumas pistas em relação a esse paciente ofício de se recolher as migalhas da memória sem se servir delas para apresentar uma vulgar queixa. Habituada a reconhecer as diferenças de pressão nos vários níveis de profundidade (ou superficialidade) do nosso meio literário, cultural ou mediático, quisemos sonhar para estes dias as pegadas luminosas que lhe possam ser assentadas e também descobrir certas fugas nesse passado que se abre como uma vertigem ao ser possível reconhecer o dom e a maldição daqueles que sempre se atribuíram um dever de deslumbrar (leia-se, assombrar e, até, importunar os demais).
Blues Breakers é o melhor álbum do blues britânico e o melhor trabalho de John Mayall. Marca também o surgimento definitivo de um novo guitar hero: Eric Clapton, aos 21 anos, num interlúdio entre os Yardbirds e o Cream. Embora a guitarra de Clapton domine a maior parte do disco, a banda ainda contava com o futuro cofundador do Fleetwood Mac, John McVie, no baixo e do baterista Hughie Flint, numa cozinha sólida e igualmente intensa. Chegando aos 60 anos, esse discaço é o assunto do nosso episódio de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Associação Pró Autismo (APA) de Orleans completa, neste mês de julho, um ano de funcionamento da estrutura de atendimentos, consolidando-se como referência regional no acolhimento e acompanhamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Embora os atendimentos tenham iniciado em julho de 2025, a entidade foi fundada em 10 de agosto de 2021 e passou três anos estruturando o projeto antes de abrir as portas à comunidade. Em entrevista a presidente e membro fundadora da associação, Regiane Volpato, destacou que a criação da APA surgiu para suprir uma lacuna no atendimento às crianças autistas do município. Segundo ela, atualmente a instituição conta com duas fonoaudiólogas, uma neuropsicopedagoga e uma terapeuta ocupacional, oferecendo atendimento especializado às crianças, acolhimento às famílias e orientação às escolas. "Procuramos prestar esse auxílio às escolas para que o tratamento seja de fato efetivo, pois é difícil encontrar profissionais com conhecimento para atender a criança autista", afirmou. A APA conta hoje com uma estrutura voltada ao desenvolvimento das crianças. Entre os espaços disponíveis estão um jardim sensorial, sala de integração sensorial, consultórios de fonoaudiologia e neuropsicopedagogia. A entidade também já planeja ampliar os serviços. Regiane explica que a associação já recebeu equipamentos para implantar uma sala de música e uma academia voltada ao desenvolvimento psicomotor e à qualidade de vida das crianças, mas ainda busca um espaço físico maior para instalar os novos ambientes. "Queremos que a criança não venha apenas para a terapia. Queremos prepará-la para a vida adulta, oferecendo oficinas de música, dança e outras atividades", destacou. Outro projeto desenvolvido é um grupo de habilidades sociais, destinado às crianças maiores, com foco na convivência em sociedade. Hoje a associação atende 157 crianças, realizando aproximadamente 700 atendimentos por mês. O público principal é formado por crianças acima de seis anos de idade. Conforme explicou a presidente, os menores normalmente recebem estimulação precoce na APAE. Após essa idade, apenas os casos de deficiência intelectual severa permanecem na instituição, enquanto as demais crianças passaram a ser encaminhadas para a APA. Apesar da estrutura já consolidada, a demanda continua superior à capacidade de atendimento. "A demanda é maior e sempre há crianças em espera. Esbarramos na dificuldade de encontrar profissionais habilitados e também na questão financeira", ressaltou. Para manter os atendimentos, a associação conta com recursos dos governos estadual e federal, além do apoio do Município de Orleans, que cedeu o espaço para o início das atividades. Mesmo assim, Regiane afirma que a sustentabilidade financeira exige trabalho constante. "A gente sempre se vira nos 30, mas temos muitos parceiros porque a causa é nobre e a comunidade entende a necessidade de apoio. O trabalho não para nunca e temos que ir atrás, pois ninguém vem bater à porta para oferecer." Uma das principais fontes de arrecadação é a tradicional Feijoada da APA, realizada anualmente. Neste ano, o evento reuniu mais de 500 pessoas e proporcionou uma arrecadação líquida de aproximadamente R$ 50 mil, recurso utilizado para a manutenção dos atendimentos e da estrutura da entidade.
Sabia que a democracia só ganhou a conotação positiva que hoje lhe atribuímos a partir da Segunda Guerra Mundial? Atualmente, cerca de 60% dos países vivem em regimes democráticos, mas será mesmo assim? No último episódio de Pedro Magalhães, o politólogo analisa as origens, os significados e o estado de saúde da democracia contemporânea.Embora a definição de democracia continue a não ser universal, existem condições mínimas a reunir para que um regime seja considerado democrático: eleições livres e competitivas, sufrágio universal e alternância de poder. Para muitos especialistas, há outros aspetos a ter em conta - tribunais independentes, liberdade de imprensa, direitos e liberdades de grupos minoritários são alguns deles.Neste episódio, abordam-se ainda outras questões: para que servem as eleições em regimes autoritários? E de que forma a polarização ou a desigualdade económica podem contribuir para o fim deste regime?Porque é importante estarmos atentos aos sinais de erosão democrática, e aos desafios que enfrentamos, não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISMøller, J., & Skaaning, S. E. «Seven Myths about Democracy» (Abingdon: Taylor & Francis, 2026) Nord, M., Altman, D., Fernandes, T., God, A. G., & Lindberg, S. I. «Democracy Report 2026: Unraveling The Democratic Era» (University of Gothenburg: V-Dem Institute, 2026) Dahl, R. A. «On democracy» (New Haven: Yale University Press, 1998) BIOSPedro MagalhãesInvestigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorado em Ciência Política pela Ohio State University, estuda e tem publicado livros e artigos sobre temas como a opinião pública e eleições, entre outros. Luana do BemHumorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».
LEITURA BÍBLICA DO DIA: MATEUS 25:31-40 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 36–37; ATOS 15:22-41 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Nos anos 1800, Elizabeth Fry chocou-se com as condições numa prisão feminina de Londres. Mulheres e seus filhos ficavam todos amontoados, obrigados a dormir no chão de pedra gelado. Embora não recebessem roupa de cama, uma torneira lhes fornecia gim. Durante anos, ela visitou a prisão e promoveu mudanças, forneceu roupas, abriu uma escola e ensinou a Bíblia. Mas, para muitos, sua maior influência era a sua presença amorosa com palavras de esperança. Com suas ações, ela seguiu o convite de Jesus para servir os necessitados. Por exemplo, no monte das Oliveiras, Cristo compartilhou várias histórias sobre o fim dos tempos, incluindo a chegada dos justos na vida eterna (MATEUS 25:46). Nesta história, o Rei conta aos justos que eles lhe deram de beber, o convidaram a entrar e o visitaram na prisão (vv.35-36). Por não se lembrarem de ter feito isso, o Rei responde: “quando fizeram isso ao menor destes meus irmãos, foi a mim que o fizeram” (v.40). Que maravilha! Servindo aos outros com a ajuda do Espírito Santo, servimos ao Senhor Jesus. Podemos seguir o exemplo de Elizabeth Fry: podemos servir em casa, por meio das orações intercessoras, ou enviando mensagens encorajadoras. Jesus convida-nos a amá-lo ao usarmos os nossos dons e talentos espirituais para ajudar aos outros. Por: AMY BOUCHER PYE
Embora ninguém goste de ser corrigido todos, em algum momento, precisam de correção. Todos nós falhamos, todos nós pecamos e, para nossa alegria, temos um Deus que não fica indiferente diante de nossos pecados, ele nos corrige porque nos ama. Nem sempre entendemos a correção, ela nunca é confortável, mas devemos sempre nos lembrar da motivação de nosso Pai ao aplica-la, pois sua correção é sempre amorosa. Louve ao Senhor por agir sempre para o nosso bem.
Leitura Bíblica Do Dia: 2 CORÍNTIOS 10:3-6 Plano De Leitura Anual: JÓ 32–33; ATOS 14 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Certo jovem compartilhou sua história de abuso e vício. Embora já fosse cristão, ele era atormentado por um problema maior do que si mesmo por ter sido exposto à pornografia e abuso sexual quando criança. Desesperado, buscou por ajuda. Por crermos em Cristo, travamos uma guerra contra as forças invisíveis do mal (2 CORÍNTIOS 10:3-6). Mas recebemos armas para travar as nossas batalhas espirituais. Elas não são as armas do mundo, entretanto. Pelo contrário, recebemos “armas poderosas de Deus […] para derrubar as fortalezas” (v.4). O que isso significa? “Fortalezas” são lugares bem construídos e seguros. Nossas armas dadas por Deus incluem “armas da justiça, com a mão direita para atacar e com a mão esquerda para defender” (6:7). A carta aos Efésios amplia a lista de coisas que ajudam a nos proteger: a Bíblia, a fé, a salvação, a oração e o apoio de outros cristãos (6:13-18). Quando somos confrontados com forças maiores e mais fortes do que nós, apropriarmo-nos dessas armas pode fazer a diferença entre resistir ou tropeçar. Deus também usa conselheiros e outros profissionais para ajudar aqueles que lutam com forças grandes demais para enfrentarmos sozinhos. A boa notícia é que em Jesus, e por meio dele, não precisamos nos render frente às dificuldades. Temos a arma dura de Deus! Por: ARTHUR JACKSON
Os direitos humanos estão consagrados na lei, mas continuam fora do alcance de grande parte da população da Guiné-Bissau. O novo relatório Observando os Direitos na Guiné-Bissau revela um país marcado por profundas desigualdades no acesso à água, saúde, educação, justiça, energia e habitação. Para o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, a ausência do Estado está a empurrar a população para o limite da sobrevivência. Na Guiné-Bissau, os direitos humanos continuam, muitas vezes, a existir apenas no papel. Embora a Constituição e a legislação reconheçam um vasto conjunto de direitos económicos, sociais, culturais e cívicos, a realidade diária de milhares de famílias continua marcada pela falta de acesso aos serviços mais básicos. É esta a principal conclusão do relatório Observando os Direitos na Guiné-Bissau, elaborado pelo Observatório dos Direitos Humanos a partir de um inquérito realizado em todo o país junto de 632 famílias, escolas, centros de saúde, estabelecimentos prisionais e outras instituições. O estudo conclui que a pobreza, a fragilidade das instituições públicas e as desigualdades territoriais continuam a impedir que uma parte significativa da população exerça direitos que já lhe são reconhecidos por lei. "O relatório mostra que tem havido uma proclamação formal dos direitos humanos ao nível constitucional e legal, mas, do ponto de vista prático, há uma grande distância e os cidadãos têm um acesso deficiente aos serviços sociais básicos", resume Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos. Para o responsável, o documento pretende também "interpelar as autoridades nacionais sobre a necessidade de inverter esse rumo". Água imprópria, hospitais degradados O acesso à água potável surge como um dos indicadores mais preocupantes. Bubacar Turé afirma que "mais de 50% da população não tem acesso à água potável" e depende de água retirada de poços que, "na sua esmagadora maioria, não têm condições higiénicas". Uma situação que, segundo o dirigente, está associada ao aumento de doenças de origem hídrica e da mortalidade materno-infantil. As dificuldades repetem-se no sector da saúde. Apesar dos progressos registados nas últimas décadas, o acesso aos cuidados continua condicionado pela escassez de profissionais, pelos custos suportados pelas famílias e pela distância aos centros de saúde. "Há regiões em que os cidadãos percorrem mais de 30 quilómetros para ter acesso aos primeiros cuidados médicos", refere Bubacar Turé, acrescentando que muitos estabelecimentos de saúde continuam a funcionar sem acesso regular à água potável ou à energia eléctrica. "São situações extremamente preocupantes." O nascimento continua a determinar oportunidades O relatório mostra, ainda, que o acesso aos direitos varia entre regiões. O Sector Autónomo de Bissau e Biombo apresentam os melhores indicadores, enquanto Gabú, Bafatá e Quinara continuam entre as zonas mais desfavorecidas. Para Bubacar Turé, não existem "cidadãos de primeira e de segunda", mas sim uma profunda falta de coesão territorial. "O Estado não consegue cumprir a sua função de proporcionar o bem-estar social", afirma. Segundo o dirigente, a concentração de investimentos públicos e de projectos das organizações não governamentais em determinadas regiões acaba por aprofundar as desigualdades existentes, quando deveria existir uma estratégia nacional que garantisse um desenvolvimento mais equilibrado. A resiliência já não é suficiente Apesar das dificuldades, o relatório destaca a capacidade de resistência das famílias e das comunidades, que continuam a criar mecanismos próprios de solidariedade para responder à ausência dos serviços públicos. Mas Bubacar Turé alerta para o risco de transformar essa capacidade de adaptação numa desculpa para a inacção do Estado. "O povo guineense tem travado uma luta titânica pela sua própria sobrevivência, mas essa resiliência tem limites. O povo está neste momento no limite dos seus esforços", afirma. Na sua perspectiva, esse desgaste já está a produzir consequências visíveis. "As pessoas entram em desespero", diz, apontando a crescente emigração de professores, médicos e outros quadros qualificados, que procuram melhores condições de vida no estrangeiro, agravando ainda mais a fragilidade dos serviços públicos. Questionado sobre as causas desta realidade, Bubacar Turé aponta directamente à instabilidade política crónica. "A classe política não tem correspondido às expectativas do povo", afirma. Apesar de a Guiné-Bissau realizar eleições consideradas livres e pacíficas, o dirigente lamenta que estas sejam frequentemente seguidas por "má governação, corrupção, instabilidade, golpes e violações sistemáticas dos direitos humanos". Na sua opinião, apenas uma governação transparente, estável e respeitadora da Constituição permitirá transformar os recursos naturais do país em desenvolvimento efectivo e reduzir a pobreza. Para Bubacar Turé, não existe uma prioridade única, porque os défices se acumulam. "Temos urgência de colocar milhares de crianças na escola, de transformar o sistema de saúde, de garantir água potável, energia eléctrica e de reduzir drasticamente a pobreza extrema", enumera. Sem esse investimento, conclui, continuará a existir uma Guiné-Bissau onde os direitos são amplamente reconhecidos na lei, mas permanecem inacessíveis para uma grande parte da população.
Neste podcast, Ricardo questiona uma crença comum no gerenciamento de projetos: nem todo projeto está atrasado; muitas vezes, o cronograma era inviável desde o início. Ele explica que organizações frequentemente aprovam prazos irreais para atender expectativas, orçamentos ou pressões políticas, transferindo depois a responsabilidade para a equipe. Ricardo destaca que previsões iniciais sempre envolvem incertezas e que culpar a execução por falhas de planejamento é um erro. Embora a inteligência artificial ajude a criar cronogramas, ela depende de premissas realistas. Por isso, o gerente de projetos deve desafiar prazos e questionar hipóteses antes da aprovação. Planejar exige honestidade sobre riscos, restrições, capacidade e incertezas, pois expectativas não entregam projetos; pessoas, trabalhando com planos realistas, sim.
Em 2025, saíram da Segurança Social 162.252 imigrantes. Não se sabe quantos deixaram Portugal rumo a outros países da Europa e quantos foram desviados para a economia paralela. O saldo migratório ainda é positivo, mas a previsão é de que deixe de ser este ano. Neste episódio, conversamos com Raquel Moleiro que, com Joana Pereira Bastos, escreve sobre este tema no Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Onde se descreve o AMALIA, o primeiro modelo de linguagem de grande escala (LLM) focado no português europeu, lançado oficialmente em julho de 2026. Desenvolvido por um consórcio de universidades nacionais com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, o projeto visa garantir a soberania digital e a preservação da identidade cultural e linguística de Portugal. O modelo possui 9 mil milhões de parâmetros, baseia-se na infraestrutura europeia EuroLLM e está disponível em regime de código aberto no Hugging Face para integração em serviços públicos e educativos. Embora seja visto como uma ferramenta estratégica para a administração pública e o ensino, os textos apontam limitações técnicas face a gigantes comerciais e debatem se o seu impacto é predominantemente tecnológico ou político. Em suma, o Amália posiciona Portugal como um interveniente ativo na inteligência artificial, priorizando a segurança de dados e a precisão terminológica nacional.
Neste episódio, Ricardo questiona se os tradicionais sprints de duas semanas ainda fazem sentido em um cenário em que agentes de inteligência artificial desenvolvem, testam e corrigem software em minutos. Embora os princípios do Agile permaneçam essenciais, sua execução pode precisar ser reinventada. Com a IA acelerando a implementação, o principal desafio deixa de ser a execução e passa a ser a tomada de decisões, como definir prioridades, validar resultados, garantir qualidade e gerenciar riscos. Nesse novo modelo de desenvolvimento contínuo, o gerente de projetos deixa de controlar tarefas e passa a orquestrar agentes e fluxos de trabalho. O julgamento humano continua sendo o principal diferencial para gerar valor. Escute o podcast para saber mais!
Enio Augusto e Marcos Buosi falam sobre tudo que envolve o mundo dos tênis e também de outros acessórios relacionados à corrida.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!Aqui tem análises, reviews, dicas, palpites, perguntas, respostas, números, valores e opinião. Informação com bom humor, dúvidas com resposta e conteúdo de sobra. Envie sua pergunta. Escute, aprenda, ensine e divirta-se com a gente.-Neste programa, debatemos se os tênis de corrida modernos perderam sua versatilidade para o uso casual. Analisamos como a evolução tecnológica das espumas e o foco crescente em performance técnica tornaram muitos modelos mais específicos e visualmente esportivos, dificultando o uso cotidiano. Embora existam exceções que equilibram conforto e estilo, a escolha depende do objetivo e do gosto pessoal, destacando que a discrição nas cores e do design influencia quem busca um tênis que transite bem entre a corrida e o lazer.-Cupom de Desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCORRA BARATO - PFCCADILE'S ESPORTES - PFC10
Junho chega ao fim com os mercados recalibrando expectativas após as decisões recentes do Fed e do Copom. Embora os juros tenham permanecido no centro das atenções, os investidores seguem avaliando os próximos passos das autoridades monetárias em um ambiente marcado por incertezas sobre crescimento, inflação e política comercial. Nos Estados Unidos, os dados de atividade, emprego e inflação continuam sendo determinantes para a trajetória dos juros, enquanto as discussões sobre tarifas e seus impactos na economia global seguem no radar dos mercados. No Brasil, além das perspectivas para a inflação e para a política monetária, a atenção permanece voltada para o cenário fiscal e seus reflexos sobre os ativos locais. Na edição de junho da Live Cenário Macro, nossos especialistas analisam os principais temas que vêm movimentando os mercados e o que observar nos próximos meses para a construção dos portfólios. 23/06 | 18h30 Participam desta edição: Thomas Wu, Estrategista-chefe de Investimentos do Itaú Bruno Bak, Gestor líder da família de fundos Itaú Artax Com moderação de Vanessa Daraya, da Comunicação Itaú Ative o lembrete e acompanhe ao vivo.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente. Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado. Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou. Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias. A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro. O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: 1 CORÍNTIOS 1:26-31 Plano De Leitura Anual: ESTER 3–5; ATOS 5:22-42 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: James Morris foi descrito como “um simples analfabeto com um coração caloroso”. No entanto, Deus o usou para atrair Augustus Toplady à fé salvadora em Jesus Cristo. Toplady, o autor do hino atemporal “Rocha eterna”, do século 18, descreveu a pregação de Morris: “Estranho eu ter-me aproximado de Deus por meio de um grupo de cristãos reunido num celeiro, sob o ministério de alguém que mal sabia soletrar seu nome. Certamente é obra do Senhor, é maravilhoso!”. De fato, Deus faz coisas maravilhosas em locais improváveis e por meio de pessoas que podemos classificar como “desqualifica das” ou comuns. Paulo relembra aos cristãos de que eles eram pessoas simples. “Lembrem-se, irmãos, de que poucos de vocês eram sábios aos olhos do mundo ou poderosos ou ricos” (1 CORÍNTIOS 1:26). Embora os cristãos de Corinto fossem pessoas simples, pela graça de Deus não lhes faltou dons e eficiência (v.7). E Deus, que sabe como colocar os presunçosos em seu lugar (vv.27-29), agia entre eles e por meio deles. Você se vê como pessoa “simples”, “comum” ou até “sem valor”? Não se preocupe. Se você tem Jesus e dispõe-se a ser usado por Ele, tem o suficiente. Que a oração do seu coração seja: “Deus, usa-me!”. Por: ARTHUR JACKSON
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ÊXODO 3:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: NEEMIAS 12–13; ATOS 4:23-27 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O presidente norte-americano Abraham Lincoln já tinha emancipado os afro-americanos escravizados havia dois anos e meio, e os estados que se opunham a isso já tinham se submetido. Porém, o estado do Texas ainda não reconhecia a liberdade deles. Mas, em 19 de junho de 1895, o general do exército da União, Gordon Granger, chegou ao Texas e exigiu que todos os escravizados fossem libertos. Imagine o espanto e a alegria ao caírem as algemas e os cativos ouvirem o anúncio da liberdade. Deus vê os oprimidos e Ele anunciará a liberdade aos que estão sob o peso da injustiça. Isto é verdade hoje, assim como foi nos dias de Moisés. Deus apareceu-lhe de um arbusto em chamas com uma mensagem urgente: “Por certo, tenho visto a opressão do meu povo no Egito” (ÊXODO 3:7). Ele viu a brutalidade do Egito contra Israel e planejou fazer algo a respeito: “desci para libertá-los […] e levá-los do Egito a uma terra fértil e espaçosa” (v.8). Ele pretendia declarar liberdade a Israel, e Moisés seria o porta-voz. “Eu o envio ao faraó”, disse Deus ao Seu servo, para “tirar meu povo, Israel, do Egito” (v.10). Embora o tempo determinado por Deus possa não ser tão rápido quanto esperamos, um dia Ele nos libertará de toda escravidão e injustiça. Ele concede esperança e libertação a todos os oprimidos. Por: WINN COLLIER
Comércio de fertilizantes teve queda de 20 a 25% devido a conflito no Oriente Médio e bloqueio do Estreito de Ormuz; foco do Brasil na produção de etanol e impactos climáticos na Índia e Tailândia podem impactar oferta de açúcar.
Embora apresentem redução em algumas células de defesa, pacientes operados na primeira infância mantêm resposta adequada à vacina, segundo pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (14): O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu um rompimento político com o Partido Novo e subiu o tom contra o pré-candidato a presidencia, Romeu Zema (NOVO-MG). O parlamentar afirmou que o governador mineiro gostaria de ocupar a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no cenário nacional. A declaração acirra os bastidores da oposição e reacende o debate sobre as alianças e o protagonismo da direita para os próximos pleitos. Repórtagem: André Anelli. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta uma piora considerável nas crises de soluço do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), exigindo doses extras de medicamentos no limite de segurança. Embora o quadro cardiovascular siga estável, o documento assinalado pelo cardiologista Brasil Caiado acende o alerta para a necessidade de novos exames digestivos. Repórtagem: André Anelli. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o acordo de cessar-fogo com o Irã pode ser selado neste domingo, mas o governo de Teerã nega a assinatura imediata do texto e pede cautela nas negociações. A nova rodada de conversas ocorre após uma escalada de ataques recentes na região do Estreito de Ormuz. Repórtagem:Teressa Morrone. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) assumiu o papel de mediador político e trabalha nos bastidores para tentar reconstruir as pontes e reaproximar o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da República, Lula (PT). Diante de atritos recentes que travam pautas cruciais, Pacheco usa de seu bom trâmite com o Executivo para pacificar a relação e destravar as negociações. Repórtagem: Beatriz Souza. O Supremo Tribunal Federal formou maioria para fixar o prazo de 60 dias para que as plataformas digitais se adaptem às novas regras de responsabilidade civil sobre conteúdos publicados por terceiros. O plenário definirá na próxima quarta-feira (17) a redação final da tese consolidada. Entrevista: Matheus Puppe. A videoconferência entre representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos terminou sem consenso sobre as novas diretrizes de tarifas comerciais entre as duas nações. A equipe do presidente Lula busca mitigar os impactos econômicos das taxações propostas pela gestão do presidente Donald Trump. Repórtagem: André Anelli. A advogada Florence Rosa deixou a defesa de Monique Medeiros, ré pelo homicídio do filho Henry Borel. A profissional esclareceu que o seu contrato previa atuação exclusiva durante a sessão plenária do júri e que o ciclo foi encerrado. Repórtagem: Rodriga Viga. As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque preciso contra um centro de comando e infraestruturas do grupo extremista Hezbollah na região de Dahiyeh, nos subúrbios ao sul de Beirute. A investida militar é uma retaliação direta aos recentes disparos de projéteis e drones contra as comunidades do norte israelense, intensificando a tensão regional no Oriente Médio. Repórtagem: Elieseu Caetano. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou a PEC 14/2021, que garante aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O texto fixa critérios de idade mínima e tempo de contribuição, e agora segue para votação em dois turnos no Plenário sob forte debate sobre os impactos fiscais. Sobre esse assunto o Jornal da Manhã entrevista o senador Irajá Silvestre (PSD-TO). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O que significa pensar a saúde da população LGBTQIAPN+ quando falamos de um grupo tão diverso? Embora as experiências sejam diferentes, o acesso à saúde, à prevenção de doenças e à qualidade de vida ao longo dos anos deveria ser compartilhado por todos, como explica o convidado deste episódio, o o infectologista Vinícius Borges, conhecido nas redes sociais como Doutor Maravilha, que orienta e atende especialmente essa população.Vinícius Borges é médico infectologista com formação pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e que pesquisa especialmente saúde e envelhecimento LGBT. Na conversa com Gama, o especialista fala sobre o estigma relacionado ao HIV, que ainda persiste quase 45 anos após os primeiros casos registrados.Trata ainda de envelhecimento da população LGBT, e da importância de construir redes de apoio para essa fase da vida, explica os benefícios da PrEP, a Profilaxia Pré-Exposição, associada à queda consecutiva dos novos casos de HIV na cidade de São Paulo ao longo de quase uma década.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
O Bitcoin, em seu estado natural, não pode ser tocado, não pode ser fisicamente segurado; ele só pode ser imaginado e compreendido. Para muitas pessoas, essa é uma barreira significativa e que inspirou diversas tentativas de trazer a moeda para o mundo real. Há mais de uma década, empreendedores e artistas têm se dedicado ao desafio de materializar o Bitcoin de uma forma que preserve suas propriedades mais valiosas, semelhantes às do dinheiro em espécie. Embora ninguém tenha resolvido o problema por completo, progressos significativos foram alcançados, deixando um rastro fascinante de artefatos ao longo do caminho.Artigo "A História e o Futuro do Bitcoin Físico"https://bitcoinmagazine.com/business/the-history-and-future-of-physical-bitcoinSoluções Bitcoin com cartão NFChttps://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmhhNktuiTrlUipCM-PqX-fcGravado no bloco 951101________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:30 Artigo The History and Future of Physical Bitcoin de Juan Galt02:55 O que são as Casascius Coins? A primeira moeda física de Bitcoin11:25 RavenBit: o Bitcoin físico descentralizado13:32 O que é o Opendime?15:40 Como o Opendime funciona?19:36 O Opendime é viável para transações no dia a dia?21:27 O que é o Satodime?22:50 Bitcoin físico faz sentido comercialmente?25:49 OfflineCash: as notas de Bitcoin27:51 O problema fundamental dos ativos físicos de Bitcoin30:24 Como funciona a Tapsigner?34:25 Vídeos dos Bitcoinheiros sobre Bitcoin com NFCEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/raicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
TEMPO DE REFLETIR 01791 – 10 de junho de 2026 Salmo 27:1 – O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? Ao bater o ponto para o turno da noite, um funcionário da expedição de uma fábrica foi alertado sobre uma pequena caixa que fora deixada na plataforma de embarque de mercadorias. Nela estavam escritas as palavras “Perigo! Não toque!” Todos foram instruídos para ficar distantes do pacote até que a gerência pudesse verificar a situação. Quando um funcionário da equipe de segurança abriu a caixa, descobriu que dentro dela havia 25 pequenos cartazes que diziam: “Perigo! Não toque!” Imagine todo o estresse que aquela misteriosa caixa causou àqueles funcionários. Eles perderam tempo imaginando que terríveis componentes tóxicos ela podia conter. Ela se tornou um fardo de ansiedade. Muitas vezes, ao analisar nossos problemas, percebemos que são muito parecidos com ela. Parecem ameaçadores, mas não são. Há muitas coisas que podem desencadear nosso mecanismo do medo. Podemos senti-lo, por exemplo, quando descobrimos um nódulo na axila, quando enfrentamos alturas não costumeiras, fortes tormentas, turbulência ou velocidade excessiva. Embora todos fiquemos atemorizados em algum momento, a vida de algumas pessoas é dominada pelo medo. Certamente, Deus não é o autor do medo. Paulo deixa isso claro: “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2Tm 1:7). O medo excessivo ou constante não é saudável. Deus planeja o melhor para nós. Ele é capaz de tomar cada experiência da nossa vida e transformá-la para nosso bem. Sozinho no deserto, fugitivo e temeroso de morrer nas mãos de Saul, Davi escreveu: “Busquei o Senhor, e Ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores” (Sl 34:4). Entregue a Deus seus temores. Leve ao Senhor tudo aquilo que o perturba. Ele vai substituir seu medo pela fé; sua ansiedade pela segurança; suas preocupações pela sabedoria. Sim, Ele vai substituir seus pesares pelo Seu suave toque. Você vai se sentir mais feliz. Faça isso agora. Ore comigo: Por favor, Pai, tome conta dos meus medos; tome conta de todas as coisas em minha vida. Eu Te entrego o meu coração. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 20:17-24, 34-35 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 28–29; JOÃO 17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando o filho de Kelly passou por mais uma cirurgia relacionada à distrofia muscular, ela quis distrair-se da situação familiar, fazendo algo por outra pessoa. Então, reuniu os sapatos em bom estado do filho que já não o serviam e os doou a um ministério. Suas doações fizeram com que amigos, familiares e até vizinhos doassem, somando mais de 200 pares de sapatos doados! Embora a campanha de arrecadação tivesse o objetivo de abençoar outras pessoas, Kelly sente que sua família foi ainda mais abençoada: “A experiência levantou nosso ânimo e ajudou-nos a focar no próximo”. Paulo entendia a importância dos cristãos doarem generosamente. A caminho de Jerusalém, o apóstolo parou em Éfeso. Ele sabia que provavelmente seria sua última visita às pessoas da igreja que fundara ali. Em seu discurso de despedida aos presbíteros, lembrou-lhes como havia trabalhado diligentemente no serviço a Deus (ATOS 20:17-20) e os encorajou a fazer o mesmo. Em seguida, concluiu com as palavras de Jesus: “Há bênção maior em dar que em receber” (v.35). Jesus quer que nos doemos com generosidade e humildade (LUCAS 6:38). Ao confiarmos em Sua direção, Ele nos concederá as oportunidades. Assim como a família de Kelly, podemos nos surpreender com a alegria que sentimos ao praticarmos Sua vontade. Por: ALYSON KIEDA
No 3 em 1 desta segunda-feira (01), o destaque foi que a nova pesquisa Real Time/Big Data para as Eleições 2026 ligou o sinal de alerta no Palácio do Planalto. Embora o presidente Lula (PT) vença o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno, o petista aparece em situação de empate técnico contra Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado Partido Social Democrático (PSD-GO). A Polícia Civil de SP deflagrou a Operação Wi-Fi para investigar desvios em um contrato de R$ 108 milhões da prefeitura de São Paulo. A suspeita é de que verbas destinadas à internet gratuita foram usadas para financiar o filme Dark Horse, biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para esta terça-feira (02) a reunião de líderes que definirá o rito de tramitação da PEC do fim da escala 6x1. A esperança de um acordo histórico ruiu após Irã e EUA suspenderem as negociações de paz nesta segunda-feira (01). O recuo de Teerã ocorreu imediatamente após uma nova onda de ataques de Israel contra o Líbano. A reportagem de João Vitor Revedilho traz os bastidores da sucessão no Rio de Janeiro, onde o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) desponta como o favorito para herdar a vaga do ex-governador Cláudio Castro na disputa ao Senado. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, viajará aos Estados Unidos com o objetivo de debater os impactos da classificação do PCC e do CV como grupos terroristas. A viagem tratará o suposto risco de sanções econômicas e possíveis interferências no sistema Pix. O presidente Lula (PT) convocou uma nova reunião ministerial para reorganizar o governo após a saída definitiva de 17 ministros, que deixaram suas pastas para disputar as Eleições 2026. O presidente Lula (PT) entrou em campo para selar a aliança em São Paulo e quer o ex-governador Márcio França (PSB) como vice na chapa de Fernando Haddad ao governo do estado. Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), revelou que seu foco absoluto é a disputa pela presidência da Casa em 2027. No entanto, o deputado também não descartou a possibiliade de concorrer a uma vaga no Senado. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Corinthians classifica para a fase oitavas de final da Copa do Brasil, mas tropeça no Brasileirão e volta a entrar na zona do rebaixamento. Fora de campo, Yuri Alberto diz que gostaria de ir embora e, dias depois, Hugo Souza é surpreendido com a não convocação para a disputa da Copa do Mundo. No episódio desta semana, Careca Bertaglia e Yago Rudá debatem os rumos do Timão, repercutem as polêmicas do Parque São Jorge e palpitam sobre o futuro de Memphis Depay. Confiram!