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Oro Por Você 03020 – 30 de dezembro de 2025 Querido Deus, ponho em Tuas mãos tudo o que tira minha paz e meu descanso. Entrego ao Senhor as situações que enfrento e que parecem insuportáveis. Embora me sinta impaciente, desejando que tudo seja resolvido, peço-Te que me ensines a ter contentamento e paz no meio das dificuldades, pois confio que o Senhor fará o melhor. Confio em Teu amor por mim e considero-o capaz para fazer qualquer situação redundar em meu bem. Ajude-me a manter meus olhos no Senhor e aguardar o dia em que essas coisas não me afligirão mais. Toma conta de minha vida, por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Em 2025, o uso de bicicletas e veículos elétricos conquistou ainda mais cidadãos da Grande Vitória. Nas cidades da Região Metropolitana, tornou-se comum encontrar diferentes modelos de ciclomotores circulando nas ciclovias e vias municipais. Embora sejam uma alternativa mais sustentável de deslocamento, a popularização desse meio de transporte também implica desafios, como segurança e disputa pelo espaço público.Na última semana, uma operação conjunta do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES) e do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) resultou na apreensão de seis motos elétricas que circulavam de forma irregular, sem habilitação ou emplacamento obrigatório. Em entrevista à CBN Vitória, o gerente de Fiscalização de Trânsito do Detran, Jederson Lobato, explica o que é permitido e o que pode gerar apreensão desses veículos. Ouça a conversa completa!
ESTÁ CONSUMADO | Série Advento: ConsumaçãoPor: Pr. Francis MatiasNa última mensagem da série Advento, fomos conduzidos à declaração final de Cristo na cruz: “Está consumado” (João 19.28–30). A palavra grega Tetelestai não comunica apenas “acabou”, mas obra cumprida, executada e completada exatamente como foi ordenado. Na cruz, Jesus satisfaz plenamente a justiça de Deus e sela de forma definitiva a obra messiânica.A consumação, porém, não é apenas o fim de uma etapa — é a certeza de que Cristo é o Rei vitorioso que venceu os maiores inimigos do povo de Deus: Satanás, o poder do pecado e, por fim, a morte. Embora ainda enfrentemos seus efeitos no presente, a ressurreição de Jesus é o grande trunfo da esperança cristã: Ele ressuscitou como as primícias, garantindo que os que são Dele também serão vivificados na Sua vinda (1Co 15.20–28).Nesta mensagem, refletimos sobre como a esperança futura molda a vida presente: se nossa esperança em Cristo se limita a esta vida, somos os mais miseráveis de todos (1Co 15.19). A consumação nos chama a viver com perspectiva eterna, com fidelidade e intencionalidade, lembrando que nossas obras serão provadas e que o Senhor recompensará com justiça (1Co 3.10–15; Ap 22.12).No fim, a Escritura nos conduz à promessa final: novos céus e nova terra, e Deus habitando para sempre com o Seu povo (Ap 21.1–8).A história está nas mãos do Rei. Vai dar certo. Ele já nos contou o fim.
Em 2025, os países africanos lusófonos atravessaram um ano de significativos desafios políticos, sociais e ambientais. Confira aqui o balanço deste ano nos países da África Lusófona, na companhia do docente moçambicano Régio Conrado, professor de Ciência Política e de Direito na Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique Em Angola, a presidência da União Africana foi marcada por um foco nas questões de segurança e paz. No entanto, apesar dos esforços de Angola, os resultados concretos foram limitados, reflectindo as dificuldades estruturais da própria União Africana em intermediar crises e garantir soluções duradouras para os conflitos continentais. Enquanto isso, Cabo Verde enfrentou um ano devastador, com várias intempéries a afectarem as suas ilhas, especialmente São Vicente. As chuvas extremas e os deslizamentos de terra causaram grandes danos às infra-estruturas e comunidades, o cenário evidenciou a vulnerabilidade do arquipélago às mudanças climáticas. Na Guiné-Bissau, o ano de 2025 ficou marcado pela interrupção das eleições gerais de 23 de Novembro. Este evento expôs a fragilidade das instituições do país, que continuam a lutar para se consolidar, além de reflectir a forte presença do narcotráfico nas estruturas de poder. Em Moçambique, o ano foi de transição política, com o regresso de Venâncio Mondlane e a posse do novo presidente, Daniel Chapo. Embora a mudança de liderança tenha trazido um ambiente de esperança, as tensões que marcaram o ano anterior, especialmente em relação à desigualdade social, ao desemprego e à crise económica, continuam a afectar a sociedade moçambicana. Já São Tomé e Príncipe viveu um ano de instabilidade política moderada, com a troca de governo entre Patrice Trovoada e Américo Ramos. Uma mudança de governo que reflectiu as tensões políticas internas, alimentadas por conflitos entre partidos e uma persistente crise económica.
TEMPO DE REFLETIR 01628 – 29 de dezembro de 2025 Mateus 11:28-30 – Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve. Nessa exclusiva referência a respeito de Si mesmo como “humilde de coração”, Jesus nos apresenta a chave para o descanso que Ele nos oferece. Vivemos na cultura da “autopromoção”, da “defesa dos próprios direitos”, da “preocupação em ser o primeiro”, de “ganhar por intimidação”, da incansável busca por “tronos” e uma dúzia de outras agendas a serviço do eu. O que não entendemos é que tal atitude é precisamente o que mais destrói nossa paz. Estamos tão ocupados em nos defender, promover-nos ou manipular outros em nosso favor que nos programamos para uma nova guerra a cada dia. Mas o egoísmo pode ser muita coisa, menos algo novo: A Grécia dizia: “Seja sábio, conheça a si mesmo”. Roma ordenava: “Seja forte e se discipline”. O judaísmo insistia: “Seja bom e se ajuste à lei”. O hedonismo seduzia: “Busque o prazer e se satisfaça”. A educação orienta: “Seja hábil, expanda seu universo”. A psicologia motiva: “Seja confiante e se autoafirme”. O materialismo apregoa: “Seja possessivo, realize-se em possuir”. O humanismo ensina: “Seja capaz, creia em si mesmo”. O orgulho afirma: “Seja superior, promova os interesses pessoais”. Jesus Cristo ensinou-nos algo diferente: “Seja altruísta, vença o egoísmo subjugue a inclinação de explorar os outros e ‘tirar vantagem em tudo'. Seja generoso, porque, afinal, são os mansos que herdarão a terra. Quando eu penso neste surpreendente Jesus e em Sua desafiadora atitude, tão em descompasso com nossa natureza, eu não posso deixar de balançar a cabeça e sorrir. Em nossa sociedade ganhe-tudo-o-que-você-pode”, o conceito de vitória sobre o egoísmo e ser aquele que serve é considerado uma piada ou tolice. Paulo, depois de exortar os filhos do reino a nada fazer por partidarismo, considerar os outros superiores a si mesmo, não ter em vista o que é próprio, senão também o que é dos outros (Fp 2:3, 4), desafia-os a nutrir o mesmo sentimento encontrado em Jesus: “Embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se, mas esvaziou Se a Si mesmo, vindo a ser servo” (Fp 2:7, NVI). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus e Pai: ajuda-nos em nossa luta contra o eu. Toma conta de nossos impulsos, de nossas emoções e qualquer outro interesse errado. Dependemos inteiramente de Ti. Toma conta de nossa vida, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
TEMPO DE REFLETIR 01625 – 26 de dezembro de 2025 João 8:9 – Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até os últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Quando os escribas e fariseus fizeram aquela mulher adúltera ficar de pé no meio de todos, não lhes passou pela cabeça o vexame por que passariam poucos minutos depois. “Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério”, acusaram (Jo 8:4). O Mestre, antes de desmascará-los publicamente, usou uma engenhosa estratégia: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (Jo 8:7). Depois de tê-los encostado na parede, Jesus continuou escrevendo no chão os pecados dos acusadores. O golpe foi certeiro: cada um viu a própria hipocrisia como se fosse uma manchete de primeira página. Foi nesse instante que, “acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um” (verso 9). Embora acusados pela consciência, os escribas e fariseus não estavam arrependidos. E uma prova é o fato de que, se Jesus não tivesse revelado o comprometimento de cada um deles, não teriam arredado o pé dali. Cabe aqui uma pergunta: Por que aqueles homens se sentiram acusados? Porque, enquanto Jesus escrevia no chão, houve um período de silêncio para que cada um ouvisse uma voz que fazia muito tempo não era ouvida: a voz da consciência. O som do relógio da Catedral de São Paulo, em Londres, pode ser ouvido a muitos quilômetros de distância. No entanto, nos momentos de maior movimento nas ruas, avenidas e praças da cidade, a maioria das pessoas não percebe que o potente relógio está tocando. Nossa consciência é como um relógio. Mas nem todas as pessoas ouvem as suas batidas. A vida moderna engendrou muitos abafadores: o ruído dos interesses materiais, a ganância, a competição, a pressa, a falta de devoção. Vivemos agitados, correndo de um lado para outro, e quando o relógio soa, não lhe ouvimos as batidas. O Espírito Santo tem uma voz forte e penetrante, mas é necessário que os ouvidos espirituais estejam desobstruídos. Do contrário, a doce voz do Consolador ficará despercebida. Conhecemos bem a função dos “sonorizadores” que há nas rodovias, avisando que há lombadas à frente. Aquele ruído, embora desagradável, é um sinal de alerta. Mostra-nos que precisamos reduzir a velocidade do veículo. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, por favor, faça-nos sensíveis e receptivos à voz da consciência e acima de tudo à voz do Teu Santo Espírito. Ajuda-nos a reconhecer nossa condição pecaminosa e transforme-a completamente. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Durante todo o mês de dezembro, vcs ouviram histórias sobre algumas das maiores religiões do mundo e outras amplamente praticadas no Brasil. Vcs conheceram alguns aspectos do protestantismo (evangélicos), judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, espiritismo, além das religiões afro-brasileiras candomblé e umbanda. Hoje, no dia de Natal, eu encerro esse especial sobre religiões com um livro que faz uma releitura luminosa e terna da história do Natal para os cristãos: "Holy night and Little Star", ou "A Noite Santa e a Pequena Estrela", escrito por Mitali Perkins, ilustrado por Khoa Le e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episodio. De acordo com maior parte dos historiadores, a festividade do Natal originalmente era destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno, mas foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e então passou-se a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão (sendo o cristianismo a maior religião do mundo), o Natal é amplamente comemorado por muitos não cristãos e alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. A Pequena Estrela gosta do seu lugar habitual no céu noturno sobre Belém. Todas as noites, ela cintila acima das colinas e espera que nada mude. Mas uma noite, o Criador reúne a galáxia! A Noite Santa está chegando, e o Criador quer que os planetas, a Lua e as estrelas participem. Enquanto o Criador distribui tarefas, a Pequena Estrela hesita, pois cada nova função parece muito difícil ou assustadora. Mas quando o Criador finalmente a chama para brilhar, a Pequena Estrela descobre que está pronta e capaz de receber a Criança e se junta às outras estrelas e planetas na celebração.Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/3XUkopHSe vc gostou desse especial sobre as religiões, deixe seu comentário aqui no Spotify, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais: https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/Independente da sua crença, ou ainda se vc é ateu ou agnóstico, eu desejo a vc e sua família um Feliz Natal, com muito amor, paz e momentos felizes. Com menos presentes, e mais presença!
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 2:1-7 Plano De Leitura Anual: SOFONIAS 1–3; APOCALIPSE 16 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em novembro de 1962, o físico John W. Mauchly disse: “Não há razão para supor que o menino ou a menina não possam aprender a usar um computador pessoal”. Na época, tal previsão parecia fantástica, mas foi incrivelmente precisa. Hoje, usar um computador ou dispositivo eletrônico é uma das primeiras habilidades que uma criança aprende. Embora a predição de Mauchly tenha se concretizado, previsões muito mais importantes também aconteceram. São as previsões sobre a vinda de Cristo que são registradas nas Escrituras. Por exemplo: “Mas você, ó Belém Efrata, é apenas uma pequena vila entre todo o povo de Judá. E, no entanto, um governante de Israel, cujas origens são do passado distante, sairá de você em meu favor” (MIQUEIAS 5:2). Deus enviou Jesus, que chegou à pequena Belém, identificando-o como da linhagem real de Davi (LUCAS 2:4-7). A mesma Bíblia que previu acuradamente a primeira vinda de Jesus também promete o Seu retorno (ATOS 1:11). Jesus prometeu aos Seus seguidores que voltará para buscá-los (JOÃO 14:1-4). Neste Natal, enquanto ponderamos sobre os acontecimentos previstos com exatidão a respeito do nascimento de Jesus, que possamos também considerar a Sua volta prometida, permitindo que Ele nos prepare para o majestoso momento em que o veremos face a face! Por: BILL CROWDER
TEMPO DE REFLETIR 01623 – 24 de dezembro de 2025 João 14:10 (A Bíblia Viva) – Você não crê que Eu estou no Pai e o Pai está em Mim? As palavras que Eu digo não são propriamente Minhas, mas do Pai que vive em Mim. E Ele faz a Sua obra por Meu intermédio. Um menino cego estava na esquina de uma rua movimentada, esperando seu pai. Um transeunte, vendo o garoto, ofereceu-se para ajudá-lo a atravessar a rua. – Não; muito obrigado – disse o menino. – Estou esperando meu pai. – Você tem certeza de que seu pai virá buscá-lo? – Sim, meu pai cuida de mim. Ele me conduz o tempo todo, e quando ele segura minha mão, sinto-me perfeitamente seguro. – Por que você se sente seguro? – interrogou o homem. Com um sorriso sereno de perfeita confiança, o menino respondeu: – Ah, porque meu pai conhece o caminho. Ele enxerga o caminho; eu é que sou cego. Temos a Jesus como nosso Pai. O pecado nos cegou, mas nosso Pai enxerga. Tomando-nos pela mão e conduzindo-nos, Jesus promete: “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (Is 41:10). Que notícia poderia ser melhor do que ter um Pai assim? João fala de Jesus como “o Pai”; de nós como “os filhos de Deus”, e de Jesus Se manifestando “para tirar os pecados”, uma evidência do “grande amor” que Jesus concede aos Seus filhos (1Jo 3:1-5). Embora esse texto revele o pecado como “transgressão da lei”, note que ele também mostra o pecado como a violação de um relacionamento pessoal sagrado – a relação Pai-filho, baseada no amor mútuo. Não pecamos contra o granito do Sinai ou mesmo contra um grande ideal moral, mas contra o coração de amor do nosso Pai. Coloquemos, portanto, os nossos pecados sobre Jesus. Peçamos-Lhe que nos perdoe. Então deleitemo-nos na Sua amorável presença. Ele deseja esse tipo de relacionamento amoroso conosco. Jesus tem por nós “inexcedível ternura, sobrepujando tanto a que nosso pai e nossa mãe sentiam por nós mesmos em nosso desamparo como o divino ultrapassa o humano” (O Desejado de Todas as Nações, p. 327). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado porque enxergas o caminho, porque conheces o futuro e sabes o que é melhor para cada um de nós. Por isso, sem medo algum, nos entregamos em Tuas mãos. Toma conta de nossa vida; de tudo que temos e de tudo o que somos. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Embora possa parecer um desafio, a vida offline pode ajudar a melhorar a sua relação com a tecnologia. O Natal e o Ano Novo podem ser momentos de uma boa oportunidade para se desconectar do celular. É sobre esse assunto que o comentarista Gilberto Sudré trata nesta edição do "CBN e a Tecnologia". Ouça a conversa completa!
A prática da venda casada costuma gerar dúvidas entre consumidores e comerciantes, especialmente quando envolve novas cobranças atrelados à compra de um produto. Embora não seja crime em todas as situações, a conduta se torna irregular quando o consumidor não é devidamente informado ou não manifesta consentimento claro sobre o que está sendo contratado. É isso o que vem sendo investigado pelo Procon de Vila Velha, que notificou um comércio varejista após receber denúncias de clientes que relataram a inclusão de seguros e outras cobranças sem interesse ou autorização no momento da compra. Em entrevista à CBN Vitória, o superintendente do Procon municipal, Moisés Penha, explica quais ações estão sendo realizadas. Ouça a conversa commpleta!
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 42 Plano De Leitura Anual: MIQUEIAS 4–5; APOCALIPSE 12 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A cruz deveria estar pendurada ao lado da cama de minha mãe no centro de tratamento de câncer. E eu deveria estar me preparando para visitá-la nos feriados entre seus tratamentos. Tudo o que eu queria de presente de Natal era ter mais um dia com minha mãe. Em vez disso, eu estava em casa, pendurando numa árvore falsa uma cruz que pertencera a ela. Quando meu filho acendeu as luzes, sussurrei: “Obrigada” e ele me respondeu: “De nada”. Ele não sabia que eu estava agradecendo a Deus pelas luzes piscantes que direcionavam meus olhos para Jesus — a eterna Luz da esperança. O escritor do Salmo 42 expressou suas genuínas emoções a Deus (vv.1-4). Ele reconheceu sua alma “abatida” e “triste” antes de encorajar os leitores: “Espere em Deus! Ainda voltarei a louvá-lo, meu Salvador e meu Deus!” (v.5). Embora estivesse dominado por ondas de tristeza e sofrimento, a esperança dele brilhou ao lembrar-se da fidelidade de Deus (vv.6-10). Finalizou questionando suas dúvidas e afirmando a resiliência de sua fé, agora refinada: “Por que você está tão abatida, ó minha alma? Por que está tão triste? Espere em Deus! Ainda voltarei a louvá-lo, meu Salvador e meu Deus” (v.11). O Natal desperta alegria e tristeza em muitos de nós. Felizmente, mesmo as emoções confusas podem ser reconciliadas e redimidas por meio das promessas da verdadeira Luz de esperança: Jesus. Por: XOCHITL DIXON
A poesia de Lívia é musical por natureza. Embora ela colabore com diversos artistas, uma música que dialoga perfeitamente com sua obra e a homenageia em espírito é 'Mulher do Fim do Mundo', na voz de Elza Soares.Assim como os versos de Lívia, a canção de Elza fala sobre a resistência da mulher que 'vai cantar até o fim', transformando a dor em arte e a cicatriz em bandeira. Ambas representam a voz que o Brasil tentou calar, mas que se tornou um grito coletivo de liberdade.“Na avenida, deixei láA pele preta e a minha vozNa avenida, deixei láA minha fala, minha opiniãoA minha casa, minha solidãoJoguei do alto do terceiro andar”
O Museu Guimet apresenta em Paris a exposição “Mangá. Uma arte completa!”, uma imersão nas origens e na evolução do mangá. A mostra reúne obras raras, revistas históricas e peças das coleções japonesas para revelar tradições, influências ocidentais e a força criativa de mestres dos séculos 20 e 21 — uma viagem ao universo que transformou o mangá em verdadeiro fenômeno global. Márcia Bechara, da RFI em Paris Em vitrines e painéis, visitantes percorrem séculos de narrativas gráficas japonesas, do teatro nô às primeiras experiências com animação, passando pelo humor satírico da imprensa e pela explosão de gêneros que marcou o século 20. A curadoria é assinada por Estelle Bauer, que sublinha o ineditismo da iniciativa. “Eu acho que é a primeira vez que mangás são expostos em um museu de Belas Artes, numa instituição parisiense. Eles estão muito curiosos no Japão com os resultados dessa exposição”, refletiu. A declaração resume o impacto institucional dessa entrada definitiva do mangá no circuito das artes visuais da capital francesa. Especialista em arte japonesa, Bauer explica como buscou evidenciar a profunda ligação entre os mangás contemporâneos e a iconografia ancestral do Japão. “Eu sou historiadora da arte japonesa, então olho os mangás com essa referência e esse conhecimento da arte antiga do país. Isso era uma evidência, existe uma imensidão de relações entre o Japão antigo e os personagens do mangá que usam, por exemplo, máscaras de teatro antigas", exemplificou. "Há cenas que são tiradas diretamente de lendas japonesas. Foi umpouco isso que tentamos mostrar.” A exposição revela esse diálogo ao aproximar obras do acervo tradicional do museu — esculturas, máscaras, pinturas — das narrativas visuais dos mangakás modernos", destaca. Conexões estruturais dos mangás Para Bauer, essas conexões não são apenas estilísticas, mas estruturais para o trabalho de criação dos autores. “Os mangakás se inspiraram muito de sua tradição, de sua cultura visual, e foi isso que tentamos mostrar na exposição, criando uma espécie de diálogo entre as obras do museu, as obras de coleções patrimoniais e os mangás.” Em um dos núcleos mais comentados da mostra, uma escultura rara exemplifica essa relação direta com o imaginário pop. “Acho que o autor de Dragon Ball se inspirou de aspectos variados da tradição japonesa, mas uma das referências possíveis é o dragão que caça a Pérola da Sabedoria. Apresentamos, durante a exposição, uma escultura que faz referência a isso, e que, na verdade, foi um presente do antepenúltimo Shogun do Japão ao imperador Napoleão 3° em 1864.” Um olhar complementar sobre a mostra é o de Valentin Paquot, especialista em mangás e consultor do catálogo da exposição. Ele chama atenção para a dimensão industrial e econômica desse universo, frequentemente esquecida em debates artísticos. “Houve uma abordagem realmente industrial e não somente artística na criação dos mangás. É claro que se trata de um gênero artístico legítimo, mas, por trás dos mangás, existe também muito dinheiro... Apenas em 2024, esse mercado gerou 704 bilhões de yens somente no Japão, ou seja, um total equivalente a € 4 bilhões, é uma soma colossal. Nós adoraríamos dispor de um orçamento igual para os quadrinhos na França”, compara. Leia tambémDiva do mangá, japonesa é segunda mulher a vencer o Festival Internacional de HQ da França Paquot lembra que o boom editorial japonês, impulsionado pelo pós-guerra e pelo baby boom, foi decisivo para a consolidação de um mercado de larga escala. “É um segmento muito mercantilizado, com um volume enorme de revistas. Essa explosão começou na época do baby boom japonês, com mais de 80 revistas mensais na época. E, além disso, o mangá também foi muito usado como veículo de publicidade.” Paquot também destaca a presença marcante dos yōkai, seres sobrenaturais do folclore japonês que atravessam tanto mangás quanto animes. “Se nos voltarmos ao que chamamos de yokais, ou seja, aos monstros japoneses, que estão muito bem sublinhados nessa exposição, podemos ver o incrível bestiário presente nesse repertório japonês, e, na verdade, trata-se de uma gramática muito conhecida lá. Isso quer dizer que, se usamos um determinado personagem, sabemos com antecedência a mensagem que se quer passar...” Segundo ele, essa gramática visual não impede liberdade criativa — ao contrário. “E se o mangaká tiver vontade de brincar, ele pode criar o que chamamos de ‘gap', uma surpresa, ou seja, ele vai utilizar um monstro do qual é esperado um determinado comportamento, mas que vai fazer exatamente o oposto. Os mangakás adoram nos surpreender desse jeito...” Tradição e cultura pop em diálogo “Manga. Tout un art!” ocupa três andares do Museu Guimet e foi concebida para apresentar o mangá em paralelo às coleções asiáticas da instituição — de máscaras do teatro Nô, vestes de samurais e katanas a desenhos originais de Dragon Ball, One Piece, Naruto e Astro Boy. A curadoria apostou em uma montagem dinâmica que atrai o público jovem sem perder densidade histórica. Um dos pontos altos é a sala dedicada à Grande Onda, um clássico de Katsushika Hokusai (1830/1831), onde se discute como o “traço claro e estruturado” do mestre "antecipa códigos narrativos dos quadrinhos modernos" — e como essa iconografia segue influenciando autores e estilistas. A mostra também destaca o papel de Osamu Tezuka, cujas séries Astro Boy e A Princesa e o Cavaleiro ajudaram a revolucionar linguagem e formatos, abrindo caminho para gêneros como o shōjo (voltado originalmente para meninas) e para movimentos mais adultos como o gekiga. Como gesto de ponte com novas gerações, o cartaz da exposição foi encomendado ao mangaká francês Reno Lemaire (Dreamland), reforçando o diálogo entre tradição japonesa e produção contemporânea. De onde vem o mangá: raízes, encontros e viradas Embora o termo “mangá” tenha sido popularizado por Hokusai no século XIX e hoje seja associado às HQs japonesas, suas raízes remetem aos emaki (rolos narrativos) da era medieval e ao repertório do ukiyo‑e. A exposição em Paris parte exatamente dessa genealogia para ler o mangá como herdeiro de séculos de visualidade. O encontro com o Ocidente, no fim do século XIX, incorporou a tradição de caricatura e sátira dos jornais europeus, catalisando o nascimento do mangá moderno com autores como Kitazawa Rakuten. Já na primeira metade do século 20, o kamishibai — o “teatro de papel” de rua — refinou a narrativa seriada e a relação direta com o público, elementos que migram depois para as revistas e, mais tarde, para o anime televisivo. O kamishibai tem raízes nos emaki e em práticas de narração pictórica (etoki); sua “era de ouro”, nas décadas de 1930–50, antecede a popularização da TV — não à toa apelidada de “kamishibai elétrico”. Muitos artistas transitaram do kamishibai para o mangá e o anime, sedimentando técnicas e modos de contar histórias que hoje são marca do quadrinho japonês. Uma paixão brasileira? O Brasil tem uma relação de longa data com o mangá e o anime. Lobo Solitário chegou ao país em 1988, e a consolidação do formato “de trás para frente” se deu de forma massiva com Dragon Ball, no início dos anos 2000. A partir daí, editoras especializadas e selos de grandes grupos aceleraram a oferta e profissionalizaram a distribuição. O resultado aparece nas vendas: entre julho de 2023 e julho de 2024, 71% dos 100 quadrinhos mais vendidos em livrarias brasileiras foram mangás — com liderança da Panini, seguida pela JBC (adquirida pela Companhia das Letras em 2022), entre outros selos. Em outro recorte, os mangás concentraram 46,7% das vendas do mercado de quadrinhos no país, confirmando o apelo da cultura pop japonesa. Esse interesse transborda para eventos e streaming. A CCXP, maior festival de cultura pop do mundo em público, reuniu 287 mil pessoas em 2023; e a Crunchyroll anunciou, em 2024, que o Brasil já é seu segundo maior mercado de assinantes globais — impulsionando dublagens, estreias em cinema e ativações de grande porte. Mesmo num cenário em que o hábito de leitura geral encolheu — o país perdeu cerca de 6,7 milhões de leitores em quatro anos, segundo a pesquisa Retratos da Leitura 2024, organizada pelo Instituto Pró‑Livro (IPL) — o mangá mantém tração ao se apoiar em uma cadeia multimídia (animes, games, produtos licenciados) e em comunidades de fãs muito engajadas. Números, gêneros e linguagem do mangá Para além do rótulo “quadrinho japonês”, o mangá se organiza por segmentação etária e temática (shōnen, shōjo, seinen, josei etc.) e por gêneros que vão do épico de ação à introspecção psicológica, passando por romance escolar e ficção científica — uma diversidade que facilita identificação e renovação de leitores. A transposição para anime e o modelo em formato de série na publicação ajudam a sustentar fidelização e vendas recorrentes. No Brasil, essa dinâmica se reflete em listas de mais vendidos dominadas por franquias como One Piece, Demon Slayer e Jujutsu Kaisen, ao lado dos clássicos nacionais infantis — um arranjo que mostra coexistência de perfis geracionais e explica o espaço dos mangás nas prateleiras e nos eventos.
Thomas Stearns Eliot (1888–1965), poeta, crítico literário e ensaísta anglo-americano, tornou-se um dos maiores nomes do modernismo do século XX. Sua conversão ao anglicanismo, somada à sua visão conservadora da cultura, trouxe à sua obra uma dimensão teológica que transcende a estética. Em textos como Notes Towards the Definition of Culture e The Idea of a Christian Society, Eliot propõe a reconstrução espiritual e moral do Ocidente com base em uma “ordem cristã”, estruturada pela tradição, autoridade e continuidade cultural. Embora sua crítica à secularização e sua defesa de valores espirituais ecoem preocupações legítimas da cosmovisão adventista, o substrato filosófico, teológico e eclesiológico de Eliot apresenta desafios consideráveis à fé profética, escatológica e missionária da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este episódio, portanto, examina a fundo o pensamento social de T.S. Eliot, destacando pontos de convergência úteis para a defesa da ordem eclesiástica, mas também denunciando com clareza os aspectos que colidem com a autoridade da revelação bíblica e com a estrutura representativa da liderança adventista.
O Guia de Demonstrações Financeiras 2025 da Forvis Mazars foi concebido para apoiar empresas em um cenário de mudanças contábeis e regulatórias cada vez mais complexas. Embora seja um material amplo, a Reforma Tributária se destaca como um de seus temas centrais, com impactos diretos nas demonstrações financeiras. O guia detalha a transição para o novo modelo tributário, ajustes operacionais e efeitos sobre dividendos e carga fiscal. Também chama atenção para prazos, exigências documentais e riscos de não conformidade. A proposta é oferecer uma leitura prática que ajude empresas a se preparar de forma antecipada e estruturada.Guia de Demonstrações Financeiras 2025: https://lp-br.forvismazars.com/guia2025Participantes:Fabio Luis, Sócio de Auditoria, Forvis Mazars.Host(s):Cassio Politi, Apresentador, Tracto.
O cântico de Maria Maria disse então: «A minha alma celebra a grandeza do Senhor e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque ele olhou com amor para esta sua humilde serva ! Daqui em diante toda a gente me vai chamar ditosa, pois grandes coisas me fez o Deus poderoso. Ele é Santo! Ele é sempre misericordioso para aqueles que o adoram, em todas as gerações. Fez coisas grandiosas com o seu poder extraordinário. Dispersou os orgulhosos de pensamento e coração . Derrubou os poderosos dos seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os que têm fome e mandou embora os ricos de mãos vazias. Ajudou o povo de Israel que o serve, lembrando-se dele com misericórdia. Conforme tinha prometido aos nossos antepassados, a Abraão e seus descendentes para sempre.» Leitura bíblica em Lucas 1:46-55 Quando Maria chegou à casa de Isabel e cantou o seu cântico de louvor, encontrava-se num momento onde a alegria e a incerteza se cruzavam. Embora muitas vezes lembrada pela sua coragem, Maria era ainda uma jovem a enfrentar um futuro cheio de realidades difíceis – murmúrios da comunidade, o peso de uma responsabilidade inesperada e os desafios desconhecidos de criar o Messias. No entanto, o seu cântico revela um coração ancorado, não nas circunstâncias, mas no carácter de Deus. Em vez de se deter no que poderia correr mal, Maria fixou o olhar Naquele que sempre fora fiel ao Seu povo. Nas suas palavras, “A minha alma glorifica o Senhor”, vemos mais do que emoção – vemos uma escolha. Maria decidiu levantar os olhos acima dos seus medos e confiar Naquele que a tinha chamado. Celebrou a misericórdia de Deus, a Sua força e a Sua atenção terna para com os humildes e esquecidos. Maria reconheceu que a sua vida fazia parte de uma história muito maior, uma história que Deus vinha a escrever há gerações. Essa perspetiva permitiu-lhe abraçar um futuro que não compreendia totalmente, confiante de que Deus a sustentaria em cada passo. O cântico de Maria ensina-nos que a confiança não nasce de circunstâncias perfeitas; nasce de conhecer Aquele que as governa. Tal como Maria, também nós enfrentaremos momentos em que o plano de Deus parece maior do que a nossa capacidade, ou em que o caminho à frente está envolto em incerteza. Mas o seu exemplo convida-nos a responder com fé em vez de medo, com adoração em vez de preocupação. Quando escolhemos lembrar-nos da bondade, das promessas e do poder de Deus, o nosso coração pode descansar – mesmo quando a situação não muda. Maria olhou para além dos seus desafios imediatos e encontrou paz no propósito de Deus. Nós também podemos abraçar essa mesma confiança, crendo que o Seu plano vale sempre a pena e que a Sua presença nos sustentará em cada prova. Oração: Senhor, ajuda-me a confiar em Ti como Maria confiou – com firmeza, humildade e fé. Quando as minhas circunstâncias pesarem ou forem incertas, levanta os meus olhos para a Tua bondade e lembra-me do Teu plano perfeito. Dá-me coragem para seguir onde Tu me conduzes e paz para descansar no Teu amor infalível. Amém. - Suzanne Schatzman Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
Nesta edição do "Retrabalho", com o comentarista Alberto Nemer, o assunto em destaque é o descanso do trabalhador! Com a queda de demanda no final do ano, muitas empresas aproveitam a oportunidade para oferecer aos seus funcionários um período de descanso. Essa prática é conhecida como recesso de fim de ano, permitindo que os trabalhadores tirem um tempo para se reunir com familiares e amigos. Embora facultativo, o recurso é bastante comum no mercado de trabalho. E isso não configura a mesma coisa que férias.Férias é um descanso concedido ao empregado que trabalha pelo menos um ano para o empregador. O direito é assegurado no artigo 7º, inciso XVII da Constituição da República, que trata dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais “o gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal”. O trabalhador adquire direito a férias após cada período de 12 meses (período aquisitivo) de vigência do contrato de trabalho, ou seja, conta-se o ano contratual, e não o ano civil (CLT, artigo 130). O comentarista explica a diferença. Ouça a conversa completa!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (17/12/2025): Seis dias após ventania que causou apagão e deixou cerca de 2,3 milhões de imóveis na Grande São Paulo sem energia, o governo federal, o governo de São Paulo e a prefeitura de São Paulo resolveram se unir em pedido à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar o processo de rompimento do contrato com a Enel. “Não há alternativa a não ser a caducidade. O governo estadual, federal e municipal estão na mesma página”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao anunciar a iniciativa após reunião com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB). Embora o serviço da Enel seja prestado em São Paulo e em 23 municípios da região metropolitana, a concessão é firmada na esfera federal e a Aneel é a responsável pelos trâmites para anular o contrato. E mais: Política: STF condena mais cinco e encerra julgamentos da trama golpista Economia: Copom vê ‘ganho de confiança’ contra inflação, mas não indica corte de juros Internacional: Presidente eleito do Chile pede intervenção na Venezuela Cultura: Três brasileiros no caminho para o OscarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
POLÊMICAS! Bruno Rodrigues não deve permanecer no Palmeiras e além disso, foi punido… e a Leila? Será que vai ter o 3º mandato? __________________________________________________________________Alfabet - Sempre um lance à frenteAposte no Palmeiras na Alfabet, a nova casa de apostas parceira do Podporco (CUPOM: PODPORCO)https://jogaralfa.bet/x1dce84e9Jogue com responsabilidade, somente para maiores de 18 anos!
O Espírito Santo registrou números preocupantes no trânsito em 2024. Ao longo do ano, 1.929 acidentes foram contabilizados nas rodovias que cortam o Estado, deixando 160 mortes e 699 pessoas feridas. Embora o total de ocorrências seja semelhante ao de anos anteriores, houve aumento no número de mortes. O cenário acende um alerta sobre a gravidade dos sinistros no território capixaba.As estatísticas mostram que a BR-101 concentra a maior parte dos acidentes no estado, com 1.379 registros, seguida pela BR-262 (376) e BR-259 (137). Carros e motos juntos respondem por mais de 60% das ocorrências e a maioria dos acidentes acontece em trechos de pista simples e em retas, indicando que fatores como excesso de velocidade, imprudência e infraestrutura continuam impactando diretamente a segurança nas estradas capixabas. Em entrevista à CBN Vitória, o professor associado pesquisador da Fundação Dom Cabral, Ramon César, detalha os números.
Terminam dois dias de negociações em Berlim, sobre a guerra na Ucrânia. Volodymir Zelensky reuniu-se, na capital alemã, com dirigentes europeus e emissários de Donald Trump. As negociações entre o presidente ucraniano e os emissários norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner permitiram alcançar várias pontos, disse Zelensky, que em nome do seu país, acrescentou: "fomos ouvidos". Por outro lado, os dirigentes europeus comprometem-se a mobilizar uma força multinacional para apoiar o exército ucraniano. Tudo parece portanto estar a progredir no sentido de se alcançar um acordo de cessar-fogo. Mas algumas questões ficam por responder. Os líderes dos principais países europeus assinaram um documento conjunto que estabelece, entre outros, a mobilização de uma força multinacional para apoiar o exército ucraniano, limitado actualmente a 800 mil militaires. A força multinacional, composta por nações voluntárias, conta com o apoio de Washington. Será vocacionada também para a segurança do espaço aéreo e marítimo ucraniano. Não se trata da primeira vez que os dirigentes europeus debatem esta questão de uma força internacional, mas a proposta parece estar a concretizar-se. O director da licenciatura em Relações Internacionais na Universidade do Minho, José Palmeira, considera que se trata de um sinal encorajador. José Palmeira: Eu diria que sim. Estão em cima da mesa as garantias de segurança da Ucrânia. Isto é, a partir do momento em que fica vedada a sua entrada na Aliança Atlântica (NATO), que lhe permitiria ficar protegida pelo artigo quinto, a ucrânia quer, como contrapartida, que lhes sejam oferecidas garantias de segurança e, designadamente pelos Estados Unidos. RFI: Tanto que a questão da integração da Ucrânia na NATO está excluída. Conforme os interesses da Rússia. Exactamente. E a alternativa que a Ucrânia coloca, uma vez que não integram a NATO, são as garantias de segurança, similares às do ponto 5 da NATO. E quem é que poderá dar essas garantias? Os Estados Unidos. E aparentemente, os Estados Unidos terão evoluído no sentido de dar essa garantia. É verdade que os Estados Unidos dizem que não colocam tropas no terreno nem no apoio à Ucrânia, mas aí a Europa jogará um papel fundamental. Nesse aspecto, a Ucrânia terá alcançado o seu objectivo. Resta saber se o Kremlin aceita esta formulação e se poderemos estar próximo de um acordo nesse ponto. RFI: O que se sabe concretamente das garantias de segurança concedidas pelos Estados-Unidos a Kiev? A Ucrânia já foi atacada em 2014 com a anexação da Crimeia e mais tarde no Donbass em 2022. Embora existisse um compromisso que fazia com que as potências mundiais, como os Estados Unidos, potências europeias e a própria Rússia, protegeriam à Ucrânia em caso de agressão, uma vez que, na base desse entendimento, a Ucrânia cedeu as armas nucleares que estavam no seu território. Mas essas garantias de segurança não foram suficientes, como se nota. Nesse sentido, a posição dos Estados Unidos é importante, mas não basta uma posição da actual administração. Convém que seja o próprio Congresso dos Estados Unidos a aprovar. Para que numa futura administração não haja uma alteração do quadro da segurança ucraniana. RFI: Tudo parece estar a concordar no sentido de progressos em vista de um acordo de paz. Mas o documento assinado pelos dirigentes europeus omite totalmente a questão das concessões territoriais da Ucrânia reclamadas pela Rússia. Isto quererá dizer que os dirigentes europeus vão continuar a evitar esta questão sensível? Essa é a questão central. Em teroria, a Ucrânia aceita perder território de facto, não de direito. Mas apenas o território que a Federação Russa conseguiu ocupar e não aquele que reivindica para além disso, na região do Donbass. Resta saber até que ponto esse aspecto vai ou não ser um factor que bloqueia o acordo com a Federação Russa. É verdade que estão a ser avançadas várias possibilidades para esse território ainda não conquistado pela Federação Russa. Criar ali uma espécie de uma zona intermédia que não seja nem russa nem ucraniana. Fala-se numa zona económica para aquela região. Sem influência directa nem da Rússia nem da Ucrânia. Não sei até que ponto vai a criatividade dos negociadores para criar uma solução que seja aceitável, quer pela Ucrânia, quer pela Federação Russa. Mas se isso acontecer, naturalmente que a questão que se vai colocar é o levantamento das sanções. E, aparentemente, nem a União Europeia nem o Reino Unido estão dispostos a levantar sanções porque há uma violação do direito internacional. Diferente é a posição dos Estados Unidos que, aparentemente estarão dispostos a retomar as relações com a Federação Russa. RFI: Sobre esta questão, Volodymyr Zelensky afirmou que "ainda existem questões complexas, particularmente as que dizem respeito aos territórios. Continuamos a ter posições muito diferentes dos Estados Unidos". Parece que o entrave vem de Washington. Concorda com esta visão? Aparentemente, a posição da Casa Branca é mais favorável àquilo que defende a Federação Russa, que é o objetivo que a Ucrânia entregue à Federação Russa os territórios que ainda não ocupou no Donbass. Os Estados Unidos, estão a forçar um acordo que passe por essa cedência também. RFI: Os próximos passos e assuntos que ficam por resolver prendem-se com a questão do congelamento dos activos russos. Os europeus não chegaram a acordo sobre esta questão. São vários os países, aliás, desfavoráveis a esta questão. Para além da Bélgica, a Itália, Bulgária e Malta enviaram uma carta à Comissão Europeia para advertir sobre as consequências financeiras e jurídicas negativas da utilização destes bens russos como base para apoios financeiros à Ucrânia. Como vê a evolução desta proposta? Já houve uma evolução no sentido de que o congelamento já foi aprovado. O que não foi aprovado ainda é usar as verbas congeladas para apoiar a Ucrânia. Aí é que de facto há divergências, porque países como a Bélgica, onde estão a maior parte desses activos, têm receio de que amanhã um tribunal declare que a Rússia tem direito a aceder a essas verbas. E a Bélgica é que teria que indemnizar a Federação Russa. Portanto, aquilo que a Bélgica alega é que só aceita essa solução se implicar a solidariedade da União Europeia. Ainda não houve, de facto, esse avanço. De qualquer forma, para além dessa questão, eu acrescentaria um objectivo que a Federação Russa pretende também. É que a Ucrânia e a comunidade internacional não reclamem em tribunais internacionais a alegada violação do direito humanitário por parte das forças russas que invadiram a Ucrânia. RFI: Isto é uma exigência por parte da Rússia? Exactamente. A Rússia quer que qualquer queixa seja levantada nos tribunais internacionais, designadamente no Tribunal Penal Internacional. RFI: E os dirigentes europeus estão dispostos a ceder a esse pedido? Não estão dispostos, como é óbvio. Mas os Estados Unidos aparentemente poderiam secundar esta posição russa, porque Donald Trump quer é um acordo de paz a qualquer preço, praticamente.
Neste episódio, Ricardo explica a importância dos marcos, das linhas de base e dos pontos de controle na gestão de projetos, usando o dia 31 de dezembro como exemplo de um marco poderoso, tanto pessoal quanto organizacional. Assim como as pessoas reavaliam decisões e planejam o futuro no fim do ano, projetos e empresas utilizam marcos para revisar orçamentos, metas e resultados. Embora o calendário seja uma convenção humana, os marcos são essenciais porque permitem comparação e controle. Sem uma linha de base clara, não é possível saber se há progresso real. Projetos sem marcos vivem de percepção; com marcos, vivem de fatos. Marcos não são burocracia, mas momentos de reflexão, decisão e ajuste, fundamentais para evitar desvios graduais e silenciosos nos projetos. Escute o podcast para saber mais!
O Supremo Tribunal Federal (STF) foi tragado para o centro do escândalo do Banco Master pelas relações controversas pessoais e financeiras entre ministros que julgarão os processos e os investigados, suspeitos de fraudes de R$ 12,2 bilhões no sistema bancário. O episódio fortaleceu internamente o debate sobre a criação urgente de um Código de Conduta para os magistrados. Embora integrantes do tribunal evitem comentar publicamente para preservar o “espírito de corpo”, nos bastidores, o incômodo é visível pelas conexões reveladas entre os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com os controladores do Master. Carolina Brígido analisa o assunto em conversa com Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Poemas selecionados de Nagarjuna.Nāgārjuna foi um influente filósofo e mestre budista indiano.Nagarjuna viveu por volta do século II d.C. Embora os detalhes exatos de sua vida sejam envoltos em lenda, acredita-se que tenha nascido no sul da Índia e recebido uma educação profunda em diversas tradições. Inicialmente envolvido com estudos védicos e científicos, Nagarjuna mais tarde se voltou ao budismo, ingressando em um mosteiro e aprofundando-se nos ensinamentos do Buda, especialmente da escola Mahayana.Seus ensinamentos centram-se na doutrina da vacuidade (śūnyatā), a ideia de que todos os fenômenos são vazios de existência inerente. Por meio de sua principal obra, o Mūlamadhyamakakārikā (Versos Fundamentais do Caminho do Meio), Nagarjuna demonstrou que todos os conceitos são dependentes de causas e condições, rejeitando extremos de existência ou não existência. Ensinou que a sabedoria surge ao reconhecer essa vacuidade, levando à libertação do sofrimento.Nagarjuna é considerado o fundador da escola Madhyamaka (Caminho do Meio) do budismo Mahayana e uma das figuras mais importantes da filosofia budista. Seu pensamento influenciou profundamente as tradições budistas tibetanas, chinesas e japonesas, sendo reverenciado como um segundo Buda por muitos, devido à profundidade e precisão de seus ensinamentos.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ISAÍAS 49:13-18 PLANO DE LEITURA ANUAL: OSEIAS 1–4; APOCALIPSE 1 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando criança, eu colecionava selos postais. Quando o meu angkong (“avô” em nosso dialeto) ouviu sobre meu hobby, ele começou a guardar os selos postais de seu escritório todos os dias. Sempre que eu os visitava, meu angkong me dava um envelope cheio de belos e variados selos. Certa vez, ele me disse: “Embora eu esteja sempre ocupado, não vou me esquecer de você”. Meu angkong não demonstrava o seu afeto abertamente, mas eu sentia profundamente o seu amor. De forma ainda infinitamente mais profunda, Deus demonstrou o Seu amor por Israel quando declarou: “eu não me esqueceria de vocês!” (ISAÍAS 49:15). Sofrendo na Babilônia por idolatria e desobediência no passado, Seu povo lamentava: “o Senhor se esqueceu de nós” (v.14). Mas o amor de Deus por Seu povo não tinha mudado. O Senhor lhes prometeu perdão e restauração (vv.8-13). Assim como Deus nos diz hoje, Ele disse a Israel: “escrevi seu nome na palma de minhas mãos” (v.16). Ao ponderar sobre as Suas palavras que trazem segurança, lembrei-me das mãos de Jesus marcadas pelos pregos e estendidas em amor por nós e por nossa salvação (JOÃO 20:24-27). Como os selos de meu avô e suas palavras gentis, Deus estende a Sua mão misericordiosa como um símbolo eterno de Seu amor. Sejamos agradecidos por Seu amor imutável. Ele nunca nos esquecerá. Por: KAREN HUANG
No episódio de hoje, você escuta uma conversa um pouco diferente: um bate-papo com as pesquisadoras Germana Barata e Sabine Righetti, ambas do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). Elas estiveram na COP30 e conversaram com Mayra Trinca sobre a experiência de cobrir um evento ambiental tão relevante e sobre quais foram os pontos fortes da presença da imprensa independente. __________________________________________________________________________________ TRANSCRIÇÃO [música] Mayra: Olá, eu sou a Mayra, você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Hoje a gente vai fazer uma coisa um pouquinho diferente do que vocês estão acostumados. E eu trouxe aqui duas pesquisadoras do LabJor pra contar um pouquinho da experiência delas na COP30, que rolou agora em novembro. Então vai ser um episódio um pouco mais bate-papo, mas eu prometo que vai ficar legal. Vou pedir pra elas se apresentarem e a gente já começa a conversar. Então eu estou com a Germana Barata e a Sabine Righetti, que são pesquisadoras aqui do Labjor. Germana, se apresenta pra gente, por favor. Germana: Olá, pessoal, eu sou a Germana. Obrigada, Maíra, pelo convite pra estar aqui com vocês no Oxigênio. Eu sou pesquisadora do LabJor, do aula também por aqui, e tenho coordenado aí uma rede de comunicação sobre o oceano, que é a Ressou Oceano, que é o motivo da minha ida pra COP30.Então a gente vai ter a oportunidade de contar um pouquinho do que foi essa aventura na COP30. Mayra: Agora, Sabine, se apresenta pra gente, por favor. Sabine: Oi, pessoal, um prazer estar aqui. Sou pesquisadora aqui no LabJor, ouvinte do Oxigênio, e trabalho entendendo como que o conhecimento científico é produzido e circula na sociedade, sobretudo pela imprensa. Então esse foi um assunto central na COP lá em Belém. [vinheta] Mayra: Eu trouxe a Sabine e a Germana, porque, bom, são pesquisadoras do Labjor que foram pra COP, mas pra gente conhecer um pouquinho o porquê que elas foram até lá a partir das linhas de interesse e de pesquisa. Então, meninas, contem pra gente por que vocês resolveram ir até a COP e o que isso está relacionado com as linhas de trabalho de vocês. Germana: Bom, acho que uma COP no Brasil, no coração da Amazônia, é imperdível por si. Sabine: Não tinha como não ir. Germana: Não, não tinha. E como eu atuo nessa área da comunicação sobre o oceano pra sociedade, esse é um tema que a comunidade que luta pela saúde do oceano tem trabalhado com muito afinco para que o oceano tenha mais visibilidade nos debates sobre mudanças climáticas. Então esse foi o motivo que eu percebi que era impossível não participar dessa grande reunião. Enfim, também numa terra onde eu tenho família, Belém do Pará é a terra do meu pai, e uma terra muito especial, uma cidade muito especial, eu acho que por tantos motivos era imperdível realmente essa experiência na COP. Sabine: Voltamos todas apaixonadas por Belém. O pessoal extremamente acolhedor, a cidade incrível, foi maravilhoso. Eu trabalho tentando compreender como a ciência, conhecimento científico, as evidências circulam na sociedade, na sociedade organizada. Então entre jornalistas, entre tomadores de decisão, entre grupos específicos. E no meu entendimento a COP é um espaço, é um grande laboratório sobre isso, porque a ciência já mostrou o que está acontecendo, a ciência já apontou, aliás faz tempo que os cientistas alertam, e que o consenso científico é muito claro sobre as mudanças climáticas. Então o que falta agora é essa informação chegar nos grupos organizados, nos tomadores de decisão, nas políticas públicas, e quem pode realmente bater o martelo e alterar o curso das mudanças climáticas. Claro que a gente precisa de mais ciência, mas a gente já sabe o que está acontecendo. Então me interessou muito circular e entender como que a ciência estava ou não. Porque muitos ambientes, as negociações, os debates, eles traziam mais desinformação ou falsa controvérsia do que a ciência em si. Germana: E é a primeira vez que a COP abrigou um pavilhão de cientistas. Então acho que esse é um marco, tanto para cientistas quanto outros pavilhões, outras presenças que foram inéditas ou muito fortes na COP, como dos povos indígenas ou comunidades tradicionais, mas também de cientistas, que antes, claro, os cientistas sempre foram para as COPs, mas iam como individualmente, vamos dizer assim. Sabine: Para a gente entender, quem não tem familiaridade com COP, os pavilhões, e isso eu aprendi lá, porque eu nunca tinha participado de uma COP, os pavilhões são como se fossem grandes estandes que têm uma programação própria e acontecem debates e manifestações, eventos diversos, culturais, enfim. Então a zona azul, que a gente chama, que é a área central da COP, onde tem as discussões, as tomadas de decisão, tem um conjunto de pavilhões. Pavilhões de países, pavilhões de temas. Oceanos também foi a primeira vez, né? Germana: Não foi a primeira vez, foi o terceiro ano, a terceira COP, mas estava enorme, sim, para marcar a presença. Mayra: O Oceano foi a primeira vez que estava na Blue Zone ou antes ele já estava na zona azul também? Germana: Ele já estava na Blue Zone, já estava na zona azul, é a terceira vez que o Oceano está presente como pavilhão, mas é a primeira vez que o Oceano realmente ocupou, transbordou, digamos assim, os debates, e os debates, incluindo o Oceano, acabaram ocupando, inclusive, dois dias oficiais de COP, que foram os dias 17 e 18, na programação oficial das reuniões, dos debates. Então é a primeira vez que eu acho que ganha um pouco mais de protagonismo, digamos assim. Mayra: E vocês participaram de quais pavilhões? Porque a gente tem o pavilhão dos Oceanos, tinha um pavilhão das universidades, que inclusive foi organizado por pesquisadores da Unicamp, não necessariamente aqui do Labjor, mas da Unicamp como um todo, e eu queria saber por quais pavilhões vocês passaram. Germana, com certeza, passou pelo do Oceano, mas além do Oceano, quais outros? Vocês passaram por esse das universidades? Como é que foi? Sabine: Eu apresentei um trabalho nesse contexto dos pavilhões, como espaço de discussão e de apresentações, eu apresentei um resultado de um trabalho que foi um levantamento de dados sobre ponto de não retorno da Amazônia com ajuda de inteligência artificial. Eu tenho trabalhado com isso, com leitura sistemática de artigos científicos com ajuda de inteligência artificial e tenho refletido como a gente consegue transformar isso numa informação palatável, por exemplo, para um tomador de decisão que não vai ler um artigo, muito menos um conjunto de artigos, e a gente está falando de milhares. Eu apresentei no pavilhão que a gente chamava de pavilhão das universidades que tinha um nome em inglês que era basicamente a Educação Superior para a Justiça Climática. Ele foi organizado institucionalmente pela Unicamp e pela Universidade de Monterrey, no México, e contou com falas e debates de vários cientistas do mundo todo, mas esse não era o pavilhão da ciência. Tinha o pavilhão da ciência e tinha os pavilhões dos países, os pavilhões temáticos, caso de oceanos, que a gente comentou. Então, assim, eu circulei em todos, basicamente. Me chamou muita atenção o dos oceanos, que de fato estava com uma presença importante, e o pavilhão da China, que era o maior dos pavilhões, a maior delegação, os melhores brindes. Era impressionante a presença da China e as ausências. Os Estados Unidos, por exemplo, não estava, não tinha o pavilhão dos Estados Unidos. Então, as presenças e as ausências também chamam a atenção. Mayra: Tinha o pavilhão do Brasil? Sabine: Tinha. Germana: Tinha um pavilhão maravilhoso. Sabine: Maravilhoso e com ótimo café. Germana: É, exatamente. Sabine: Fui lá várias vezes tomar um café. Germana: Inclusive vendendo a ideia do Brasil como um país com produtos de qualidade,né, que é uma oportunidade de você divulgar o seu país para vários participantes de outros países do mundo. E acho que é importante a gente falar que isso, que a Sabine está falando dos pavilhões, era zona azul, ou seja, para pessoas credenciadas. Então, a programação oficial da COP, onde as grandes decisões são tomadas, são ali. Mas tinha a zona verde, que também tem pavilhões, também tinha pavilhão de alguns países, mas, sobretudo, Brasil, do Estado do Pará, de universidades etc., que estava belíssimo, aberta ao público, e também com uma programação muito rica para pessoas que não necessariamente estão engajadas com a questão das mudanças… Sabine: Muito terceiro setor. Germana: Exatamente. Sabine: Movimentos sociais. Germana: E fora a cidade inteira que estava, acho que não tem um belenense que vai dizer o que aconteceu aqui essas semanas, porque realmente os ônibus, os táxis, o Teatro da Paz, que é o Teatro Central de Belém, todos os lugares ligados a eventos, mercados, as docas… Sabine: Museus com programação. Germana: Todo mundo muito focado com programação, até a grande sorveteria maravilhosa Cairu, que está pensando inclusive de expandir aqui para São Paulo, espero que em breve, tinha um sabor lá, a COP30. Muito legal, porque realmente a coisa chegou no nível para todos. Mayra: O que era o sabor COP30? Fiquei curiosa. Sabine: O de chocolate era pistache. Germana: Acho que era cupuaçu, pistache, mais alguma coisa. Sabine: Por causa do verde. É que tinha bombom COP30 e tinha o sorvete COP30, que tinha pistache, mas acho que tinha cupuaçu também. Era muito bom. Germana: Sim, tinha cupuaçu. Muito bom! Mayra: Fiquei tentada com esse sorvete agora. Só na próxima COP do Brasil. [música] Mayra: E para além de trabalho, experiências pessoais, o que mais chamou a atenção de vocês? O que foi mais legal de participar da COP? Germana: Eu já conheci a Belém, já fui algumas vezes para lá, mas fazia muitos anos que eu não ia. E é incrível ver o quanto a cidade foi transformada em relação à COP. Então, a COP deixa um legado para os paraenses. E assim, como a Sabine tinha dito no começo, é uma população que recebeu todos de braços abertos, e eu acho que eu estava quase ali como uma pessoa que nunca tinha ido para Belém. Então, lógico que a culinária local chama muito a atenção, o jeito dos paraenses, a música, que é maravilhosa, não só o carimbó, as mangueiras dando frutos na cidade, que é algo que acho que chama a atenção de todo mundo, aquelas mangas caindo pela rua. Tem o lado ruim, mas a gente estava vendo ali o lado maravilhoso de inclusive segurar a temperatura, porque é uma cidade muito quente. Mas acho que teve todo esse encanto da cultura muito presente numa reunião que, há muitos anos atrás, era muito diplomática, política e elitizada. Para mim, acho que esse é um comentário geral, que é uma COP que foi muito aberta a muitas vozes, e a cultura paraense entrou ali naturalmente por muitos lugares. Então, isso foi muito impressionante. Sabine: Concordo totalmente com a Germana, é uma cidade incrível. Posso exemplificar isso com uma coisa que aconteceu comigo, que acho que resume bem. Eu estava parada na calçada esperando um carro de transporte, pensando na vida, e aí uma senhora estava dirigindo para o carro e falou: “Você é da COP? Você está precisando de alguma coisa?” No meio da rua do centro de Belém. Olhei para ela e falei, Moça, não estou acostumada a ter esse tipo de tratamento, porque é impressionante. O acolhimento foi uma coisa chocante, muito positiva. E isso era um comentário geral. Mas acho que tem um aspecto que, para além do que estávamos falando aqui, da zona azul, da zona verde, da área oficial da COP, como a Germana disse, tinha programação na cidade inteira. No caso da COP de Belém, acho que aconteceu algo que nenhuma outra COP conseguiu proporcionar. Por exemplo, participei de um evento completamente lateral do terceiro setor para discutir fomento para projetos de jornalismo ligados à divulgação científica. Esse evento foi no barco, no rio Guamá que fala, né? Guamá. E foi um passeio de barco no pôr do sol, com comida local, com banda local, com músicos locais, com discussão local, e no rio. É uma coisa muito impressionante como realmente você sente a cidade. E aquilo tem uma outra… Não é uma sala fechada.Estamos no meio de um rio com toda a cultura que Belém oferece. Eu nunca vou esquecer desse momento, dessa discussão. Foi muito marcante. Totalmente fora da programação da COP. Uma coisa de aproveitar todo mundo que está na COP para juntar atores sociais, que a gente fala, por uma causa comum, que é a causa ambiental. Mayra: Eu vou abrir um parênteses e até fugir um pouco do script que a gente tinha pensado aqui, mas porque ouvindo vocês falarem, eu fiquei pensando numa coisa. Eu estava essa semana conversando com uma outra professora aqui do Labjor, que é a professora Suzana. Ouvintes, aguardem, vem aí esse episódio. E a gente estava falando justamente sobre como é importante trazer mais emoção para falar de mudanças climáticas. Enfim, cobertura ambiental, etc. Mas principalmente com relação a mudanças climáticas. E eu fiquei pensando nisso quando vocês estavam falando. Vocês acham que trazer esse evento para Belém, para a Amazônia, que foi uma coisa que no começo foi muito criticada por questões de infraestrutura, pode ter tido um efeito maior nessa linha de trazer mais encanto, de trazer mais afeto para a negociação. Germana: Ah, sem dúvida. Mayra: E ter um impacto que em outros lugares a gente não teria. Germana: A gente tem que lembrar que até os brasileiros desconhecem a Amazônia. E eu acho que teve toda essa questão da dificuldade, porque esses grandes eventos a gente sempre quer mostrar para o mundo que a gente é organizado, desenvolvido, enfim. E eu acho que foi perfeita a escolha. Porque o Brasil é um país desigual, riquíssimo, incrível, e que as coisas podem acontecer. Então a COP, nesse sentido, eu acho que foi também um sucesso, mesmo a questão das reformas e tudo o que aconteceu, no tempo que tinha que acontecer, mas também deu um tom diferente para os debates da COP30. Não só porque em alguns momentos da primeira semana a Zona Azul estava super quente, e eu acho que é importante quem é do norte global entender do que a gente está falando, de ter um calor que não é o calor deles, é um outro calor, que uma mudança de um grau e meio, dois graus, ela vai impactar, e ela já está impactando o mundo, mas também a presença dos povos indígenas eu acho que foi muito marcante. Eu vi colegas emocionados de falar, eu nunca vi tantas etnias juntas e populações muito organizadas, articuladas e preparadas para um debate de qualidade, qualificado. Então eu acho que Belém deu um outro tom, eu não consigo nem imaginar a COP30 em São Paulo. E ali teve um sentido tanto de esperança, no sentido de você ver quanto a gente está envolvida, trabalhando em prol de frear essas mudanças climáticas, o aquecimento, de tentar brecar realmente um grau e meio o aquecimento global. Mas eu acho que deu um outro tom. Sabine: Pegou de fato no coração, isso eu não tenho a menor dúvida. E é interessante você trazer isso, porque eu tenho dito muito que a gente só consegue colar mensagem científica, evidência, se a gente pegar no coração. Se a gente ficar mostrando gráfico, dado, numa sala chata e feia e fechada, ninguém vai se emocionar. Mas quando a gente sente a informação, isso a COP30 foi realmente única, histórica, para conseguir trazer esse tipo de informação emocional mesmo. [música] Mayra: E com relação a encontros, para gente ir nossa segunda parte, vocês encontraram muita gente conhecida daqui do Labjor, ou de outros lugares. O que vocês perceberam que as pessoas estavam buscando na COP e pensando agora em cobertura de imprensa? Porque, inclusive, vocês foram, são pesquisadoras, mas foram também junto com veículos de imprensa. Germana: Eu fui numa parceria com o jornal (o) eco, que a gente já tem essa parceria há mais de dois anos. A Ressou Oceano tem uma coluna no (o) eco. Portanto, a gente tem um espaço reservado para tratar do tema oceano. Então, isso para a gente é muito importante, porque a gente não tem um canal próprio, mas a gente estabeleça parcerias com outras revistas também. E o nosso objetivo realmente era fazer mais ou menos uma cobertura, estou falando mais ou menos, porque a programação era extremamente rica, intensa, e você acaba escolhendo temas onde você vai se debruçar e tratar. Mas, comparando com a impressão, eu tive na COP da biodiversidade, em 2006, em Curitiba, eu ainda era uma estudante de mestrado, e uma coisa que me chamou muito a atenção na época, considerando o tema biodiversidade, era a ausência de jornalistas do norte do Brasil. E, para mim, isso eu escrevi na época para o Observatório de Imprensa, falando dessa ausência, que, de novo, quem ia escrever sobre a Amazônia ia ser o Sudeste, e que, para mim, isso era preocupante, e baixa presença de jornalistas brasileiros também, na época. Então, comparativamente, essa COP, para mim, foi muito impressionante ver o tamanho da sala de imprensa, de ver, colegas, os vários estúdios, porque passávamos pelos vários estúdios de TV, de várias redes locais, estaduais e nacionais. Então, isso foi muito legal de ver como um tema que normalmente é coberto por poucos jornalistas especializados, de repente, dando o exemplo do André Trigueiro, da Rede Globo, que é um especialista, ele consegue debater com grandes cientistas sobre esse tema, e, de repente, tinha uma equipe gigantesca, levaram a abertura dos grandes jornais para dentro da COP. Isso muda, mostra a relevância que o evento adquiriu. Também pela mídia, e mídia internacional, com certeza. Então, posso falar depois de uma avaliação que fizemos dessa cobertura, mas, a princípio, achei muito positivo ver uma quantidade muito grande de colegas, jornalistas, e que chegou a quase 3 mil, foram 2.900 jornalistas presentes, credenciados. Sabine: E uma presença, os veículos grandes, que a Germana mencionou, internacionais, uma presença também muito forte de veículos independentes. O Brasil tem um ecossistema de jornalismo independente muito forte, que é impressionante, e, inclusive, com espaços consideráveis. Novamente, para entender graficamente, a sala de imprensa é gigantesca em um evento desse, e tem alguns espaços, algumas salas reservadas para alguns veículos. Então, veículos que estão com uma equipe muito grande têm uma sala reservada, além dos estúdios, de onde a Globo entrava ao vivo, a Andréia Sadi entrava ao vivo lá, fazendo o estúdio i direto da COP, enfim. Mas, dentro da sala de imprensa, tem salas reservadas, e algumas dessas salas, para mencionar, a Amazônia Vox estava com uma sala, que é um veículo da região norte de jornalismo independente, o Sumaúma estava com uma sala, o Sumaúma com 40 jornalistas, nessa cobertura, que também… O Sumaúma é bastante espalhado, mas a Eliane Brum, que é jornalista cofundadora do Sumaúma, fica sediada em Altamira, no Pará. Então, é um veículo nortista, mas com cobertura no país todo e, claro, com olhar muito para a região amazônica. Então, isso foi, na minha perspectiva, de quem olha para como o jornalismo é produzido, foi muito legal ver a força do jornalismo independente nessa COP, que certamente foi muito diferente. Estava lá o jornalismo grande, comercial, tradicional, mas o independente com muita força, inclusive alguns egressos nossos no jornalismo tradicional, mas também no jornalismo independente. Estamos falando desde o jornalista que estava lá pela Superinteressante, que foi nossa aluna na especialização, até o pessoal do Ciência Suja, que é um podcast de jornalismo independente, nosso primo aqui do Oxigênio, que também estava lá com um olhar muito específico na cobertura, olhando as controvérsias, as falsas soluções. Não era uma cobertura factual. Cada jornalista olha para aquilo tudo com uma lente muito diferente. O jornalismo independente, o pequeno, o local, o grande, o internacional, cada um está olhando para uma coisa diferente que está acontecendo lá, naquele espaço em que acontece muita coisa. [som de chamada] Tássia: Olá, eu sou a Tássia, bióloga e jornalista científica. Estou aqui na COP30, em Belém do Pará, para representar e dar voz à pauta que eu trabalho há mais de 10 anos, que é o Oceano. Meghie: Oi, gente, tudo bem? Meu nome é Meghie Rodrigues, eu sou jornalista freelancer, fui aluna do Labjor. Estamos aqui na COP30, cobrindo adaptação. Estou colaborando com a Info Amazônia, com Ciência Suja. Pedro: Oi, pessoal, tudo bem? Eu sou Pedro Belo, sou do podcast Ciência Suja, sou egresso do LabJor, da turma de especialização. E a gente veio para cobrir um recorte específico nosso, porque a gente não vai ficar tanto em cima do factual ali, do hard news, das negociações. A gente veio buscar coisas que, enfim, picaretagens, coisas que estão aí, falsas soluções para a crise climática. Paula: Eu sou Paula Drummond, eu sou bióloga e eu fiz jornalismo científico. Trabalho nessa interface, que é a que eu sempre procurei, de ciência tomada de decisão, escrevendo policy briefs. [música] Mayra: Acho que esse é um ponto forte para tratarmos aqui, que vai ser o nosso encerramento, falar um pouco da importância desses veículos independentes na COP, tanto do ponto de vista de expandir a cobertura como um todo, da presença mesmo de um grande número de jornalistas, quanto das coberturas especializadas. Então, eu queria saber qual é a avaliação que vocês fizeram disso, se vocês acham que funcionou, porque a gente teve muita crítica com relação à hospedagem, isso e aquilo. Então, ainda tivemos um sucesso de cobertura de imprensa na COP? Isso é uma pergunta. E por que é importante o papel desses veículos independentes de cobertura? Germana: Eu, falando por nós, da Ressoa Oceano, o Oceano é ainda pouco coberto pela mídia, mas a gente já vê um interesse crescente em relação às questões específicas de oceano, e quem nunca ouviu falar de branqueamento de corais, de aquecimento das águas, elevação do nível do oceano? Enfim, eu acho que essas questões estão entrando, mas são questões que não devem interessar apenas o jornalista especializado, que cobre meio ambiente, que cobre essas questões de mudanças climáticas, mas que são relevantes para qualquer seção do jornal. Então, generalistas, por exemplo, que cobrem cidades, essa questão das mudanças climáticas, de impactos etc., precisam se interessar em relação a isso. Então, o que eu vejo, a gente ainda não fez uma análise total de como os grandes veículos cobriram em relação ao jornalismo independente, que é algo que a gente está terminando de fazer ainda, mas em relação ao oceano. Mas o que a gente vê é que as questões mais políticas, e a grande mídia está mais interessada em que acordo foi fechado, os documentos finais da COP, se deu certo ou não, o incêndio que aconteceu, se está caro ou não está caro, hospedagem etc., e que são pautas que acabam sendo reproduzidas, o interesse é quase o mesmo por vários veículos. O jornalismo independente traz esse olhar, que a Sabine estava falando, inclusive dos nossos alunos, que são olhares específicos e muito relevantes que nos ajudam a entender outras camadas, inclusive de debates, discussões e acordos que estavam ocorrendo na COP30. Então, a gente vê, do ponto de vista quase oficial da impressão geral que as pessoas têm da COP, que foi um desastre no final, porque o petróleo não apareceu nos documentos finais, na declaração de Belém, por exemplo, que acho que várias pessoas leram sobre isso. Mas, quando a gente olha a complexidade de um debate do nível da COP30, e os veículos independentes conseguem mostrar essas camadas, é mostrar que há muitos acordos e iniciativas que não necessitam de acordos consensuais das Nações Unidas, mas foram acordos quase voluntários, paralelos a esse debate oficial, e que foram muito importantes e muito relevantes, e que trouxeram definições que marcaram e que a gente vê com muito otimismo para o avanço mesmo das decisões em relação, por exemplo, ao mapa do caminho, que a gente viu que não estava no documento final, mas que já tem um acordo entre Colômbia e Holanda de hospedar, de ter uma conferência em abril na Colômbia para decidir isso com os países que queiram e estejam prontos para tomar uma decisão. Então, esse é um exemplo de algo que foi paralelo à COP, mas que trouxe muitos avanços e nos mostra outras camadas que o jornalismo independente é capaz de mostrar. Sabine: A cobertura jornalística de um evento como a COP é muito, muito difícil. Para o trabalho do jornalista, é difícil porque são longas horas por dia, de domingo a domingo, são duas semanas seguidas, é muito desgastante, mas, sobretudo, porque é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e é difícil entender para onde você vai. Novamente, ilustrando, na sala de imprensa tem, e todo grande evento com esse caráter costuma ter isso, umas televisões com anúncios. Vai ter tal coletiva de imprensa do presidente da COP, tal horário. Então, nessa perspectiva, dá para se organizar. Eu vou aqui, eu vou ali. Às vezes, é hora de almoço, e, na hora de almoço, o jornalista já vai, sem almoçar, escrever o texto, e, quando vê, já é a noite. Mas você vai se organizando. Só que tem coisas que não estão lá na televisão. Então, por exemplo, passou o governador da Califórnia por lá. Não foi anunciado que ele estava. Ele estava andando no corredor. Para um jornalista de um grande veículo, se ele não viu que o governador da Califórnia estava lá, mas o seu concorrente viu, isso, falo no lugar de quem já trabalhou num veículo jornalístico grande comercial, isso pode levar a uma demissão. Você não pode não ver uma coisa importante. Você não pode perder uma declaração de um chefe de Estado. Você não pode não ver que, de repente, a Marina parou no meio do corredor em um quebra-queixo e falou, a Marina Silva, que estava muito lá circulando, e falou alguma coisa. Então, a cobertura vai muito além do que está lá na programação da sala de imprensa e do que está nos debates, nos pavilhões que a gente mencionava. Então, o jornalista, como a Germana disse, jornalista dos veículos, está correndo atrás disso. E, muitas vezes, por essa característica, acaba se perdendo, entre grandes aspas, nesses acontecimentos. Por exemplo, o que ficou muito marcante para mim na COP foi a declaração do primeiro-ministro da Alemanha, que foi uma declaração desastrosa, mas que tomou pelo menos um dia inteiro da cobertura, porque acompanhei na sala de imprensa os colegas jornalistas tentando repercutir aquela fala. Então, tentando falar com o governo do Brasil, com o presidente da COP, com outros alemães, com a delegação da Alemanha, com o cientista da Alemanha, porque eles precisavam fomentar aquilo e repercutir aquilo. E foi um dia inteiro, pelo menos, um dia inteiro, diria que uns dois dias ou mais, porque até a gente voltar, ainda se falava disso, vai pedir desculpa ou não. Para quem não lembra, foi o primeiro-ministro que falou que ainda bem que a gente saiu daquele lugar, que era Belém, que ele estava com um grupo de jornalistas da Alemanha, que ninguém queria ficar lá. Enfim, um depoimento desastroso que tomou muito tempo de cobertura. Então, os jornalistas independentes não estavam nem aí para a declaração do primeiro-ministro da Alemanha. Eles queriam saber outras coisas. Então, por isso, reforço a necessidade e a importância da diversidade na cobertura. Mas é importante a gente entender como funciona esse jornalismo comercial, que é uma pressão e é um trabalho brutal e, muitas vezes, de jornalistas que não são especializados em ambiente, que estão lá, a Germana mencionou, na cobertura de cidades e são deslocados para um evento tipo a COP30. Então, é difícil até entender para onde se começa. É um trabalhão. [música] Mayra: E aí, para encerrar, porque o nosso tempo está acabando, alguma coisa que a gente ainda não falou, que vocês acham que é importante, que vocês pensaram enquanto a gente estava conversando de destacar sobre a participação e a cobertura da COP? Germana: Tem algo que, para mim, marcou na questão da reflexão mesmo de uma conferência como essa para o jornalismo científico ou para os divulgadores científicos. Embora a gente tenha encontrado com vários egressos do Labjor, que me deixou super orgulhosa e cada um fazendo numa missão diferente ali, eu acho que a divulgação científica ainda não acha que um evento como esse merece a cobertura da divulgação científica. Explico, porque esse é um evento que tem muitos atores sociais. São debates políticos, as ONGs estão lá, os ambientalistas estão lá, o movimento social, jovem, indígena, de comunidades tradicionais, os grandes empresários, a indústria, enfim, prefeitos, governadores, ministros de vários países estão lá. Eu acho que a divulgação científica ainda está muito focada no cientista, na cientista, nas instituições de pesquisa e ensino, e ainda não enxerga essas outras vozes como tão relevantes para o debate científico como a gente vê esses personagens. Então, eu gostaria de ter visto outras pessoas lá, outros influenciadores, outros divulgadores, ainda mais porque foi no Brasil, na nossa casa, com um tema tão importante no meio da Amazônia, que as mudanças climáticas estão muito centradas na floresta ainda. Então, isso, eu tenho um estranhamento ainda e talvez um pedido de chamar atenção para os meus colegas divulgadores de ciência de que está na hora de olharmos para incluir outras vozes, outras formas de conhecimento. E as mudanças climáticas e outras questões tão complexas exigem uma complexidade no debate, que vai muito além do meio científico. Sabine: Não tinha pensado nisso, mas concordo totalmente com a Germana. Eu realmente não… senti a ausência. Eu estava falando sobre as ausências. Senti a ausência dos divulgadores de ciência produzindo informação sobre algo que não necessariamente é o resultado de um paper, mas sobre algo que estava sendo discutido lá. Mas eu voltei da COP com uma reflexão que é quase num sentido diferente do que a Germana trouxe, que a Germana falou agora dos divulgadores de ciência, que é um nicho bem específico. E eu voltei muito pensando que não dá para nós, no jornalismo, encaixar uma COP ou um assunto de mudanças climáticas em uma caixinha só, em uma caixinha ambiental. E isso não estou falando, tenho que dar os devidos créditos. Eu participei de um debate ouvindo Eliane Brum em que, novamente a cito aqui no podcast, em que ela disse assim que a Sumaúma não tem editorias jornalísticas, como o jornalismo tradicional, porque isso foi uma invenção do jornalismo tradicional que é cartesiano. Então tem a editoria de ambiente, a editoria de política, a editoria de economia. E que ela, ao criar a Sumaúma, se despiu dessas editorias e ela fala de questões ambientais, ponto, de uma maneira investigativa, que passam por ciência, passam por ambiente, passam por política, passam por cidade, passam por tudo. E aí eu fiquei pensando muito nisso, no quanto a gente, jornalismo, não está preparado para esse tipo de cobertura, porque a gente segue no jornalismo tradicional colocando os temas em caixinhas e isso não dá conta de um tema como esse. Então a minha reflexão foi muito no sentido de a gente precisar sair dessas caixinhas para a gente conseguir reportar o que está acontecendo no jornalismo. E precisa juntar forças, ou seja, sair do excesso de especialização, do excesso de entrevista política, eu só entrevisto cientista. Mas eu só entrevisto cientista, não falo com política e vice-versa, que o jornalismo fica nessas caixinhas. E acho que a gente precisa mudar completamente o jeito que a gente produz informação. [música] Mayra: Isso, muito bom, gostei muito, queria agradecer a presença de vocês no Oxigênio nesse episódio, agradecer a disponibilidade para conversar sobre a COP, eu tenho achado muito legal conversar com vocês sobre isso, tem sido muito interessante mesmo, espero que vocês tenham gostado também desse episódio especial com as pesquisadoras aqui sobre a COP e é isso, até a próxima! Sabine: Uma honra! Germana: Obrigada, Mayra, e obrigada a quem estiver nos ouvindo, um prazer! Mayra: Obrigada, gente, até mais! [música] Mayra: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Mayra Trinca, como parte dos trabalhos da Bolsa Mídia Ciência com o apoio da FAPESP. O Oxigênio também conta com o apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. A trilha sonora é do Freesound e da Blue Dot Sessions. [vinheta de encerramento]
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (09/12/2025): Apesar das dificuldades do governo para fechar as contas do ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à Fazenda que apresse os cálculos para anúncio do programa Tarifa Zero no transporte de ônibus urbanos no ano eleitoral de 2026. Hoje, 138 cidades concedem o benefício no País. Embora o Planalto saiba que não haverá tempo hábil para adotar o programa sem infringir a Lei Eleitoral, Lula quer incluir a proposta em sua plataforma de governo. O ministro das Cidades, Jader Filho, disse que é preciso “uma solução compartilhada com Estados e municípios”. A área econômica concorda com o plano, desde que não haja impacto nas contas públicas. Os cálculos sobre o custo da iniciativa variam de R$ 90 bilhões a R$ 200 bilhões por ano. E mais: Política: É ‘cedo’ para avaliar opção de Bolsonaro por Flávio, diz Tarcísio Internacional: Países da União Europeia aprovam endurecimento de política migratória Metrópole: Há 138 roubos e furtos de veículos por dia em SP; populares são mais visados Cultura: ‘O Agente Secreto’ no Globo de OuroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O teor de conversas privadas de António Costa, enquanto era primeiro-ministro, veio esta semana a público. O Ministério Público acha que o que há a fazer não é apurar a origem da mensagem, mas processar o mensageiro. Ao mesmo tempo, os elementos das forças de segurança acusados de escravizar imigrantes no Alentejo saíram em liberdade por uma minudência processual. E o líder da força política que mais tem atacado os imigrantes, reivindicando para si o papel de defensor da ordem e das polícias, só com muito esforço foi capaz de dizer em surdina que a situação era condenável. Embora tenha publicado nas redes sociais um vídeo de maus-tratos a animais com a acusação de que seriam imagens da comunidade cigana. Na verdade, era uma filmagem de há sete anos, no Egipto, e sem ninguém nela de etnia cigana. Interrogado sobre se sabia que aquilo que publicou era uma falsidade, não respondeu. Enquanto isso, o mundo também continua sem resposta acerca das intenções de Trump para a Venezuela. O pretexto para a acção norte-americana é o narcotráfico, mas - ironia da ironias - Trump perdoou esta semana um antigo presidente das Honduras, condenado a 45 anos de prisão por… narcotráfico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: MATEUS 1:18-25 Plano De Leitura Anual: DANIEL 3–4; 1 JOÃO 5 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O homem conhecido hoje como São Nicolau nasceu por volta de 270 d.C. em uma rica família grega. Tragicamente, seus pais morreram quando era muito novo, e ele viveu com um tio, que o ensinou a seguir a Deus. Diz a lenda que, quando jovem, ele viu três irmãs que não tinham dote para o casamento e logo ficariam desamparadas. Querendo seguir o ensino de Jesus sobre ajudar aos necessitados, Nicolau usou sua herança dando a cada irmã um saco de moedas de ouro. Ao longo dos anos, usou o restante do dinheiro para alimentar os pobres e cuidar dos outros. Nicolau foi homenageado por sua generosidade e inspirou o personagem que hoje é chamado de “Papai Noel”. Embora a publicidade e o brilho possam ameaçar as nossas celebrações, a tradição de presentear permanece. A generosidade de Nicolau sustentava-se em sua devoção a Jesus e ele reconhecia que Cristo representava a generosidade inimaginável, trazendo-nos a dádiva mais profunda: Deus. Jesus é “Deus conosco” (MATEUS 1:23) e nos trouxe o dom da vida. Em um mundo de morte, Ele “[salva] seu povo dos seus pecados” (v.21) Quando cremos em Jesus, desenvolvemos a generosidade sacrificial. Atendemos às necessidades dos outros com alegria, assim como Deus nos provê. Essa é a história de Nicolau, mas mais do que isso, é uma história sobre o amor de Deus. Por: WINN COLLIER
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A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada a mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. No primeiro episódio, Rita Lisauskas e Igor Ribeiro entrevistam Adriana Alcântara, diretora geral da da Audible Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reconhecer Cristo como salvador é um milagre vindo da parte de Deus e, por ser um milagre, tendemos a crer que a razão de viver é ser salvo. Entretanto, essa é só uma parte desse lindo processo em nossas vidas. Cristo é o cabeça, a Igreja é o corpo e o corpo é uma unidade. Nesse contexto, a menor expressão visível dessa unidade do corpo é uma igreja local bíblica e saudável. Somos salvos para viver em unidade. Embora o corpo de Cristo tenha muitos membros, todos os membros formam um único corpo. Individualmente não há como ser igreja, apenas na reunião de membros, no Espírito e em Cristo. Obrigado Senhor Jesus, por nos tornar uma família debaixo do seu precioso sangue! _ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEPARÁBOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
O Opinião desta semana, apresentado por Rita Lisauskas, aprofunda o debate sobre o AVC, uma das principais causas de morte no Brasil. Em 2025, já foram mais de 18 mil óbitos, o equivalente a uma morte a cada sete minutos. Embora tradicionalmente ligado ao envelhecimento, a doença tem avançado entre os jovens adultos. Conforme estudo publicado na revista científica The Lancet Neurology, houve um aumento de quase 15% entre pessoas com menos de 70 anos em todo o mundo e no Brasil, aproximadamente 18% dos casos de AVC ocorrem entre 18 e 45 anos. Para falar sobre o assunto, receberemos o neurologista Iago Navas, do Hospital das Clínicas da USP, e a educadora e neuropsicóloga Adriana Fóz, que viveu um AVC aos 32 anos e hoje fala sobre como o cérebro pode se reconfigurar por meio da neuroplasticidade.#SomosCultura #TVCultura #Jornalismo #AVC #Saúde▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️Play Store: http://bit.ly/3KUUHhIApple Store: http://apple.co/3LgEK72Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades!Siga as redes do Jornalismo TV Cultura!Facebook: / jornalismotvcultura Twitter: / jornal_cultura Instagram: / jornalismotvcultura TikTok: https://www.tiktok.com/@jornalismotvc...Site: https://tvcultura.com.br/
Entre fascismo e liberalismo, formaram-se ao longo do século XX tensões que vão muito além da oposição entre autoritarismo e liberdade individual. Embora representem projetos políticos distintos - um baseado na mobilização total do Estado e na supressão do pluralismo, outro estruturado em garantias civis e limitação do poder - a história mostra momentos em que setores liberais se aproximaram de regimes fascistas, seja por medo de mudanças sociais profundas, defesa de interesses econômicos ou cálculo político diante do avanço de movimentos populares. Explorar essas ambivalências permite compreender como alianças circunstanciais influenciaram a ascensão de ditaduras e como a complexidade desse encontro ainda ecoa nos debates contemporâneos sobre democracia, autoritarismo e responsabilidade política. Convidamos Demian Melo para examinar essas convergências e rupturas, refletindo sobre os limites e contradições do liberalismo diante do fascismo e os desafios de interpretar essas relações sem cair em simplificações.Livro: "Fascismo: Conceito e História" de Demian Melo pode ser adquirido AQUIAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaCHEGOU A BLACK WEEK! Com meu cupom você leva 15% de desconto e, somando com os descontos do site você pode levar até 70%! Basta acessar pelo meu link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMBF OU usar o cupom HISTORIAFM. #insiderstoreGRUPO DE WHATSAPP: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMWPPBF
Leitura Bíblica Do Dia: FILIPENSES 2:12-16 Plano De Leitura Anual: EZEQUIEL 18–19; TIAGO 4 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Ao chegar à cidade, vi jogos de azar, lojas de cannabis, lojas “só para adultos” e propagandas enormes para advogados oportunistas. Embora eu já tivesse visitado muitas cidades vulgares antes, naquela, o nível parecia baixo demais. Meu humor só melhorou quando falei com um motorista de táxi na manhã seguinte: “Peço a Deus que me envie as pessoas que Ele quer que eu ajude”, disse ele. “Jogadores adictos em jogos de azar, prostitutas, pessoas com lares destruídos contam-me os seus problemas chorando. Daí paro o carro, escuto-os e oro por eles. Este é o meu ministério”. Depois de descrever a vinda de Jesus ao nosso mundo caído (FILIPENSES 2:5-8), Paulo chama a atenção dos cristãos. Ao buscarmos a vontade de Deus (v.13) e nos apegarmos à “mensagem da vida”, o evangelho (v.16), seremos “filhos de Deus […] resplandecentes num mundo cheio de gente corrompida e perversa” que brilham “como luzes resplandecentes” (v.15). Como o motorista de táxi, devemos trazer a luz de Jesus à escuridão. O historiador Christopher Dawson disse que “o cristão só precisa viver com fé para mudar o mundo, pois exatamente no ato de viver “está contido todo o mistério da vida divina”. Peçamos ao Espírito Santo de Deus que nos capacite a viver fielmente como povo de Jesus, refletindo Sua luz nos lugares mais sombrios do mundo. Por: SHERIDAN VOYSEY
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (20): O Tribunal de Contas do Rio de Janeiro quer saber quais movimentações financeiras do estado têm relação com o Banco Master. A decisão foi tomada na última quarta-feira (19), um dia após o escândalo que sacudiu o sistema financeiro brasileiro. Reportagem: Rodrigo Viga. A partir da próxima sexta-feira (21), novos usuários da Previdência Social e requerentes do Benefício de Prestação Continuada (BPC) terão que realizar o cadastro de biometria para a concessão do auxílio. O BPC garante o pagamento de um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência de baixa renda. A medida visa aumentar a segurança e evitar fraudes. Reportagem: Matheus Dias. Após sofrer uma derrota na Câmara dos Deputados, o Governo Federal articula estratégias para reverter pontos do PL Antifacção no Senado. O projeto chega à Casa Alta sob forte expectativa de alterações. Na última terça-feira (18), a Câmara dos Deputados contrariou o Planalto e aprovou o parecer de Guilherme Derrite (Progressistas), secretário licenciado de Segurança Pública de São Paulo. Reportagem: Victoria Abel. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi incluído na dívida ativa da União após ter faltas injustificadas na Câmara dos Deputados. O deputado deve cerca de R$ 14 mil por quatro faltas em março deste ano, quando se mudou para os Estados Unidos, mas ainda não tinha formalizado o afastamento temporário do mandato. Reportagem: Igor Damasceno. Os presidentes do Senado, Câmara e STF se reuniram em Brasília na última quarta-feira (19). Entre os assuntos discutidos, Hugo Motta (Republicanos), Davi Alcolumbre (União Brasil) e Edson Fachin conversaram sobre a criação de um Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, além de reajuste de salário e criação de novos cargos. As posições recentes do vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), cobrando mérito pelo fim da concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia, na capital paulista, não foram bem avaliadas pelos aliados do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é de que Mello Araújo age de forma isolada, enquanto as gestões municipal e estadual trabalham em conjunto. Para discutir o assunto, a Jovem Pan News recebe o deputado federal Cezinha de Madureira (PSD-SP). Reportagem: Beatriz Manfredini. O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi visto em Miami, nos Estados Unidos, segundo um jornalista do portal PlatôBR. Ramagem, que foi condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado, está proibido de deixar o Brasil por determinação do STF. Embora a defesa tenha recorrido da sentença, a viagem infringe as medidas cautelares impostas e eleva o alerta das autoridades para um alto risco de fuga. Reportagem: Igor Damasceno. O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou que não vai pedir desculpas pelos comentários feitos em relação à cidade de Belém. Além disso, o porta-voz do governo da Alemanha, Stefan Kornelius, disse que a frase do mandatário sobre a COP30 está sendo apresentada de forma incriminatória. Reportagem: Luca Bassani. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou a lei que torna públicos todos os arquivos da investigação do caso Epstein. O Congresso norte-americano já tinha aprovado o projeto, e havia uma grande expectativa sobre se o presidente seria favorável. O magnata cometeu suicídio na prisão em 2019, antes de ser julgado por liderar uma rede de abuso sexual de menores. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quinta-feira (20): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, permanece preso na superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Ele foi detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos enquanto tentava embarcar para fora do Brasil. Vorcaro é o principal alvo de uma operação que investiga um esquema de venda de títulos de crédito falsos. Um homem que passeava com seus cães no bairro Brooklin, região nobre da capital paulista, foi abordado por três criminosos, que estavam em três motos. A vítima era policial civil, reagiu e acabou sendo baleado por um dos bandidos. As posições recentes do vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), cobrando mérito pelo fim da concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia, na capital paulista, não foram bem avaliadas pelos aliados do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é de que Mello Araújo age de forma isolada, enquanto as gestões municipal e estadual trabalham em conjunto. O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi visto em Miami, nos Estados Unidos, segundo um jornalista do portal PlatôBR. Ramagem, que foi condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado, está proibido de deixar o Brasil por determinação do STF. Embora a defesa tenha recorrido da sentença, a viagem infringe as medidas cautelares impostas e eleva o alerta das autoridades para um alto risco de fuga. O ex-deputado Deltan Dallagnol entrou com uma ação na Justiça Federal de Curitiba contra o presidente Lula (PT), a primeira-dama Janja, e as empresas de locação do iate de luxo que hospedou o casal durante a COP30. O motorista de carreta Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, confessou à Polícia Civil ter inventado a história de que foi amarrado a supostos explosivos dentro da cabine do caminhão no Rodoanel Mário Covas, na Grande São Paulo. O presidente Donald Trump recebeu Cristiano Ronaldo e Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, na Casa Branca na última terça-feira (19). Vale ressaltar que Cristiano Ronaldo tem contrato com o Al-Nassr, da Arábia Saudita, até 2027 e o clube é controlado pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 4:1-12 PLANO DE LEITURA ANUAL: EZEQUIEL 8–10; HEBREUS 13 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Ele era uma boa pessoa em muitos aspectos, mas todos viam a dificuldade dele em lidar com a raiva. Como ele era eficiente e cumpria bem o seu papel, a ira dele nunca foi confrontada, nem tratada adequadamente. Com o tempo, isso feriu muitas pessoas e finalmente antecipou o fim de uma carreira que poderia ter sido muito melhor para esse irmão em Cristo, se ao menos eu tivesse escolhido confrontá-lo com amor anos antes. Deus nos provê a maneira perfeita sobre como confrontarmos o pecado de alguém com amor. Caim enfureceu-se e, sendo agricultor, ele “apresentou parte de sua produção como oferta ao Senhor” (GÊNESIS 4:3). Mas Deus deixou claro que a oferta não era aceitável; rejeitou-a, e Caim “se enfureceu e ficou transtornado” (v.5). No entanto, Deus o confrontou e disse: “Por que você está tão furioso?” (v.6). O Senhor disse a Caim para que abandonasse seu pecado e buscasse o que era bom e certo. Infelizmente, Caim ignorou as palavras de Deus e cometeu um ato horrível (v.8). Embora não possamos forçar os outros a abandonar seus pecados, podemos confrontá-los com compaixão. Podemos falar “a verdade em amor” para que ambos nos tornemos “cada vez mais parecidos com Cristo” (EFÉSIOS 4:15). E, da mesma maneira que Deus nos dá ouvidos para ouvir, também podemos receber duras palavras de verdade de outras pessoas. Por: TOM FELTEN
Alexandre Garcia comenta alívio dos alemães depois de deixarem Belém, estratégias de convocados para não depor na CPMI do INSS, e uso de cheque sem fundo para pagar imóvel leiloado pelos Correios.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 66:5-12, 16-20 PLANO DE LEITURA ANUAL: EZEQUIEL 3–4; HEBREUS 11:20-40 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Temos um momento do culto em nossa igreja em que damos nossos testemunhos e as pessoas compartilham como Deus tem agido na vida delas. Certa irmã era conhecida por louvar muito em seus testemunhos. Nas ocasiões em que ela compartilhava sua história de conversão, sabíamos que ela ocuparia boa parte do culto. Seu coração transbordava de louvores a Deus, que com Sua graça mudara a vida dela! Da mesma forma, o testemunho do escritor do Salmo 66 está repleto de louvor à medida que ele testifica sobre o que Deus fez por Seu povo. “Venham e vejam as obras de Deus! Que feitos notáveis ele realiza em favor das pessoas!” (v.5). Seus feitos incluíram resgate milagroso (v.6), preservação (v.9), provações e disciplina que fizeram Seu povo ser levado a um lugar melhor (vv.10-12). Embora tenhamos experiências divinas em comum com outros cristãos, também temos experiências singulares em nossa jornada individual. Em sua vida, houve momentos em que Deus apresentou-se de modo único a você? São experiências que valem a pena ser compartilhadas com pessoas que precisam ouvir sobre como Ele agiu em sua vida. “Venham e ouçam, todos vocês que temem a Deus, e eu lhes contarei o que ele fez por mim” (v.16). Por: ARTHUR JACKSON
Quando a torneira pinga devagar, ninguém repara. Até que um dia… seca. É isso que acontece quando estados espremem quem trabalha: gente e dinheiro vão embora. Dos EUA ao Brasil, o padrão se repete — onde há impostos altos, burocracia e insegurança, há êxodo. Onde há liberdade, oportunidade e vida boa, há fila na porta. No fim, lugar que aperta perde força. Lugar que acolhe, cresce. Quem produz vota com os pés. E vai embora. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
Quando a torneira pinga devagar, ninguém repara. Até que um dia… seca. É isso que acontece quando estados espremem quem trabalha: gente e dinheiro vão embora. Dos EUA ao Brasil, o padrão se repete — onde há impostos altos, burocracia e insegurança, há êxodo. Onde há liberdade, oportunidade e vida boa, há fila na porta. No fim, lugar que aperta perde força. Lugar que acolhe, cresce. Quem produz vota com os pés. E vai embora. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza comenta sobre as críticas do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o governador, o enfraquecimento do petista na pesquisa de intenções de voto da Genial/Quaest para a Presidência da República se deve a um “esgotamento de modelo” e ausência de propostas relacionadas ao tema da segurança pública. Embora a distância entre Lula e seus principais adversários tenha diminuído, o presidente segue numericamente à frente em todos os cenários de segundo turno testados para 2026. No Congresso, Guilherme Derrite, relator do projeto de lei antifacção, apresentou novo relatório e atendeu a mais uma demanda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O deputado incluiu previsão de recursos para a Polícia Federal no caso de bens apreendidos em operação contra organizações criminosas. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Leonardo Cruz e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: MATEUS 9:18-22 PLANO DE LEITURA ANUAL: JEREMIAS 51–52; HEBREUS 9 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Tive tontura na escada do prédio do escritório e agarrei o corrimão porque a escada parecia girar. Enquanto meu coração batia forte e minhas pernas fraquejavam, agarrei-me ao corrimão, grata por poder me amparar. Os exames médicos apontaram anemia. Embora a situação não fosse grave e logo foi resolvida, nunca esquecerei como me senti fraca naquele dia. É por isso que admiro a mulher que tocou em Jesus. Ela não apenas se moveu no meio da multidão naquele estado de fraqueza, mas também demonstrou fé e ousadia para se aproximar dele (MATEUS 9:20-22). Ela tinha boas razões para ter medo: a lei judaica a definia como impura e, ao expor outras pessoas à sua impureza, ela enfrentaria sérias consequências (LEVÍTICO 15:25-27). Mas seu pensamento “Se eu apenas tocar em Seu manto” a fez seguir. A palavra grega traduzida como “tocar”, em Mateus 9:21, não significa apenas tocar, quer também dizer “agarrar-se” ou “apegar-se”. A mulher agarrou-se firmemente a Jesus, pois creu que Ele poderia curá-la. Jesus viu, no meio de uma multidão, a fé desesperada de uma mulher. Quando nós somos ousados na fé e nos apegamos a Cristo em meio às nossas necessidades, Ele nos acolhe e vem em nosso auxílio. Podemos contar-lhe a nossa história sem medo de rejeição ou punição. Hoje, Jesus nos diz: “Apegue-se a mim”. Por: KAREN HUANG
Neste episódio, Ricardo fala sobre os loops de atividades, que ocorrem quando tarefas se tornam predecessoras e sucessoras entre si, gerando ciclos que dificultam o cálculo dos cronogramas. Embora os cronogramas sejam pensados para fluxos lineares, projetos de engenharia e inovação costumam ser iterativos, com revisões e feedbacks constantes. O loop não é um erro, mas precisa ser representado corretamente. Ricardo sugere algumas formas de evitar esse problema, como criar versões sucessivas (elaboração 1, 2, final), usar marcos intermediários ou relações início-início com atraso. Quando a interdependência é inevitável, ele recomenda o uso da Design Structure Matrix (DSM), que mapeia relações circulares e ajuda a planejar blocos de atividades iterativas. O importante é escolher o modelo que melhor represente a realidade do projeto. Escute o podcast para saber mais!
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, João Pimenta e Bruno Carvalho batem um papo as diferenças entre os RPGs japoneses (JRPGs) e os RPGs ocidentais (WRPGs). Embora compartilhem a mesma base, como evolução de personagens, grandes narrativas e escolhas estratégicas, cada lado desenvolveu sua própria identidade cultural, estética e mecânica ao longo das décadas. Os RPGs japoneses surgiram fortemente influenciados por títulos de mesa como "Dungeons & Dragons", mas rapidamente ganharam personalidade própria. São marcados por histórias lineares e cinematográficas, personagens bem definidos e um foco narrativo que coloca o jogador como espectador de uma grande saga. Jogos como "Final Fantasy", "Dragon Quest", "Chrono Trigger" e "Persona" moldaram essa tradição, com narrativas emocionais, heróis arquetípicos e mundos fantasiosos.Já os RPGs ocidentais nasceram de uma vertente mais próxima dos jogos de mesa, prezando por liberdade de escolha e construção de personagem. O jogador não interpreta um herói pré-determinado, mas cria o seu próprio avatar e molda a história com decisões morais e éticas. Séries como "The Witcher", "The Elder Scrolls", "Fallout", "Baldur's Gate" e "Mass Effect" são exemplos emblemáticos dessa abordagem, em que o mundo reage às ações do jogador, e cada jornada é única. O foco aqui está menos em uma trama fixa e mais em imersão e agência, transformando a narrativa em algo emergente, construído dinamicamente.Nos últimos anos, entretanto, essas fronteiras vêm se misturando. Jogos como "Persona 5" adotam elementos sociais e liberdade de escolhas típicos do Ocidente, enquanto "The Witcher 3" e "Cyberpunk 2077" apresentam tramas fortes e personagens profundos, à maneira japonesa. Hoje em dia, quem faz melhor?Essa é a estreia da série Versus!====- ALURA | Estude na Alura, a maior escola de tecnologia on-line do Brasil! Acesse o nosso link e ganhe 15% de desconto na matrícula! https://alura.com.br/99vidas