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As terras-raras estão no centro da transição energética, da inovação tecnológica e da soberania digital, mas seguem desconhecidas para a maior parte das pessoas. São 17 elementos químicos essenciais para tudo o que move o mundo contemporâneo: celulares, carros elétricos, turbina eólicas, servidores que armazenam dados bancários e até tecnologias de biometria usadas na prevenção de fraudes. Embora não sejam tão “raras”, sua extração e, principalmente, o refino são complexos e concentrados em poucos países, o que cria riscos estratégicos para economias inteiras.No novo episódio do Febraban Podcast, mergulhamos no universo das terras-raras para entender por que esses minerais se tornaram tão críticos, e por que o Brasil, dono de quase um quarto das reservas mundiais, ainda não consegue transformar esse potencial em desenvolvimento tecnológico e industrial.Neste episódio, você vai descobrir:O que são terras-raras e por que são insumos críticos na atualidadeComo esses 17 elementos entram em energia limpa, semicondutores e defesaPor que o refino das terras-raras é um grande gargaloComo a China domina a cadeia de terras-rarasOs riscos geopolíticos da concentração do mercado de terras-rarasImpacto no mercado financeiro/bancos: chips, fibras óticas, satélites e infraestrutura digitalO potencial brasileiro de terras-raras, com projetos em Goiás, Minas Gerais e AmazôniaPor que o país precisa de política industrial, pesquisa e transferência de tecnologia direcionada para terras-rarasO poder de barganha do Brasil na disputa global por minerais críticosCom Paulo Feldmann (FEA-USP) e Francisco Valdir Silveira (Serviço Geológico do Brasil), sob condução de Mona Dorf (Febraban).Acompanhe o Febraban Podcast para novos episódios toda quinta-feira.FICHA TÉCNICA:Apresentadora e Editoria-chefe: Mona DorfSupervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Májory MarcelinoSupervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro LemellaRoteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leonardo Reali e Kris ArrudaVideomaker backstage: Kris ArrudaGravação: Supernova Cinematográfica
Eu tenho uma memória da minha infância que é muito viva. Eu chegando com as minhas amigas no hall do prédio com panelinha, baldinho, colher de plástico e a gente decidindo onde ia montar as coisas. Era importante que fosse ali no hall, porque assim ficaríamos protegida do sol e da chuva. O ponto ruim é que era lugar de passagem, então a gente mudava de lugar algumas vezes.Por causa dessa dinâmica e também do esforço para montar tudo, a gente demorava um tempo até a gente conseguir brincar. E quando finalmente conseguia, eu ficava num misto de euforia, porque a gente estava brincando de uma coisa muito legal. E ao mesmo tempo, me dava uma ansiedade em pensar que uma hora elas iriam embora e que aquela brincadeira ia acabar. Era uma espécie de ansiedade do fim.Essa memória foi para uma gaveta do meu inconsciente, até que eu passei por uma situação tempos atrás que me trouxe essa sensação de novo. Mas no lugar de ser catastrófico, o que eu pensei foi: porque eu nunca tinha pensado que eu também poderia ser a pessoa que ia decidir quando a brincadeira acaba?edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsPalestra Curitiba21/03https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529PUBLICIDADE: PETLOVECupom: PARADARNOMEASCOISAS50Link: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=paradarnomeascoisa*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPenhas: https://azmina.com.br/projetos/penhas/?gad_source=1&gad_campaignid=14666667067&gbraid=0AAAAABLfAirZ1kxIv6WuRsA7cDh26haFo&gclid=CjwKCAjwpcTNBhA5EiwAdO1S9kfr1A355Xb-r7v6bVDl-q4xGtiH6MUjm7GijTzpChE2YISaNDAlExoCCA8QAvD_BwE
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ECLESIASTES 9:7-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: DEUTERONÔMIO 14–16; MARCOS 12:28-44 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Recentemente li um romance sobre uma mulher, Nicola, que recusava-se a reconhecer que tinha câncer terminal. Quando os amigos a forçaram a encarar a verdade, surgiu o motivo da evasão. “Desperdicei minha vida.” Nicola nas cera com talentos e riqueza, mas não fizera nada de sua vida. “Fui desleixada. Nunca me prendi a nada.” A perspectiva de partir deste mundo conquistando tão pouco lhe era muito dolorosa de contemplar. Eu lia Eclesiastes no mesmo período, e notei esse contraste gritante. O “Mestre, filho de Davi” (1:1) não nos deixa evitar a realidade da morte, pois um dia também desceremos à sepultura (9:10). Embora seja algo difícil de encarar (v.2), leva-nos a valorizar cada momento que temos no presente (v.4), desfrutar intencional mente de nossa comida e da nossa família (vv.7-9), trabalhar com propósito (v.10), assumir aventuras e riscos (11:1,6) e fazer tudo diante do Deus a quem um dia responderemos (v.9; 12:13-14). Os amigos de Nicola destacaram que a fidelidade e a sua generosidade com eles provava que a vida dela não tinha sido desperdiçada. Talvez, o conselho do Mestre possa nos salvar de tal crise no final de nossa vida: lembrarmo-nos do nosso Criador (12:1), seguir Seus caminhos e acolher todas as oportunidades de viver e amar que Ele hoje nos oferece. Por: SHERIDAN VOYSEY
Devocional Quaresma Jesus estava de pé diante do governador e este começou a interrogá-lo: «Tu és o rei dos judeus?» Jesus respondeu: «Tu o dizes.» Mas, quando os chefes dos sacerdotes e os anciãos fizeram acusações contra ele, Jesus não respondeu nada. Pilatos perguntou-lhe: «Não ouves todas estas acusações que fazem contra ti?» E Jesus continuou a não responder nem uma palavra, de modo que o governador estava muito admirado. Mateus 27:11-14 Aquele que é o nosso Defensor não se defendeu. Aquele que é o nosso Intercessor não falou por Si mesmo. Aquele que é o nosso Escudo e a nossa Fortaleza não tentou proteger-se. Ele escolheu ser vulnerável para que pudéssemos ter a vitória. Pilatos está diante do Rei mais improvável, dividido entre o que deve fazer e a pressão da multidão lá do lado de fora. O governador romano vai e volta entre a multidão beligerante e Jesus. Ele parece agitado. Em contraste, Jesus permanece em perfeita serenidade. Ele sabe exatamente o que vai acontecer e está firme na Sua decisão de seguir em frente. No evangelho de João, Pilatos pergunta a Jesus: «Não sabes que tenho poder para te libertar ou para te crucificar?» Jesus está completamente à vontade quando responde: «Não terias poder sobre mim se não te tivesse sido dado.» Jesus descansava na soberania de Deus. Embora fosse totalmente humano, Ele não permitiu que dúvidas e medos O assaltassem, nem se tentou livrar do julgamento com palavras. Em vez disso, confiou que o Seu Pai estava no controlo perfeito. Ele viu o panorama geral. O panorama realmente é muito amplo. Ele viu as coisas de uma perspectiva eterna e entregou a Sua vida por nós. A caminho de casa Estou descansando na soberania de Deus? Ou temo pelo meu futuro? Permito que Deus seja meu Defensor ou sinto a necessidade de me defender constantemente? Oração Pai Celestial, obrigado pelo exemplo de Jesus, que permaneceu em silêncio diante das autoridades. Obrigado por Ele nos mostrar o que significa confiar na Tua soberania e descansar nas Tuas promessas. Obrigado pelo melhor presente de todos — a vida eterna em Jesus. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ROMANOS 12:9-16 PLANO DE LEITURA ANUAL: DEUTERONÔMIO 8–10; MARCOS 11:19-33 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando o conhecemos, nosso vizinho Ari tirou uma Bíblia desgastada da bolsa. Animado, perguntou-nos se gostaríamos de conversar sobre a Palavra. Concordamos, e ele folheou algumas passagens destacadas, mostrou-nos seu caderno de notas e contou-nos sobre ter montado uma apresentação com mais informações. Ele nos contou como viera de uma situação familiar difícil e que, sozinho, no pior momento, aceitou a morte e ressurreição de Jesus como o fundamento de sua fé (ATOS 4:12). Sua vida mudou quando o Espírito ajudou-o a seguir os princípios da Bíblia. Embora ele houvesse entregado sua vida a Deus anos antes, seu entusiasmo era revigorante e poderoso. Tal entusiasmo inspirou-me a reconsiderar minha paixão espiritual, pois eu já caminhava com Cristo havia muitos anos. O apóstolo Paulo escreveu: “Jamais sejam preguiçosos, mas trabalhem com dedicação e sirvam ao Senhor com entusiasmo” (ROMANOS 12:11). Parece difícil, mas não será, se permitirmos que as Escrituras alimentem atitudes que reflitam a contínua gratidão por tudo o que Jesus fez por nós. Ao contrário dos altos e baixos desta vida, o zelo por Cristo vem do relacionamento cada vez maior com Ele. Quanto mais aprendemos sobre Ele, mais precioso Ele se torna, e mais Sua bondade inunda nossa alma e espalha-se pelo mundo. Por: JENNIFER BENSON SCHULDT
A história da fórmula da equação cúbica no século XVI é marcada por uma intensa disputa intelectual e segredos entre matemáticos italianos. Scipione del Ferro encontrou a primeira solução geral (c. 1515), que passou para Antonio Fior, mas foi Niccolò Tartaglia quem a redescobriu e divulgou a Girolamo Cardano, que a publicou em Ars Magna (1545). Wikipedia +3As Origens e o Segredo (início do séc. XVI): Scipione del Ferro, professor em Bolonha, desenvolveu um método para resolver equações do tipo . Como era comum na época, ele manteve a solução em segredo para vencer duelos matemáticos, essenciais para manter o emprego acadêmico.A Disputa e Tartaglia: Antes de morrer, Del Ferro confiou o segredo a seu aluno Antonio Maria Fior. Fior desafiou Niccolò Tartaglia, que, por sua vez, já tinha desenvolvido seu próprio método de resolução. Tartaglia venceu o duelo, ganhando fama.A Publicação por Cardano (1545): Girolamo Cardano convenceu Tartaglia a revelar o método, prometendo mantê-lo em sigilo. No entanto, ao descobrir que Del Ferro tinha a solução antes, Cardano sentiu-se liberado do juramento e publicou a fórmula na sua obra Ars Magna.O Legado: O método de resolução envolve a redução da equação cúbica geral () a uma forma reduzida (ou "deprimida", sem o termo ) para, em seguida, aplicar a fórmula. Embora conhecida como "fórmula de Cardano", o método foi construído com a colaboração forçada de Tartaglia e a descoberta original de Del Ferro.Números Complexos: A aplicação da fórmula frequentemente envolvia raízes quadradas de números negativos, o que impulsionou o desenvolvimento dos números complexos, estudados posteriormente por Bombelli.
Devocional Quaresma Pedro estava sentado lá fora no pátio. Nisto, uma criada aproximou-se dele e disse: «Tu também estavas com Jesus, o homem da Galileia!» Mas Pedro negou na frente de todos: «Não sei o que estás a dizer!» Quando ele se dirigia ao portão, uma outra criada reparou nele e disse aos que ali estavam: «Este homem andava com Jesus de Nazaré!» Pedro tornou a negar e até jurou que não conhecia tal homem! Daí a pouco, os que lá se encontravam chegaram-se para mais perto de Pedro e disseram-lhe: «Não há dúvida que és um deles, pois até a tua maneira de falar o mostra.» Pedro começou a jurar: «Que Deus me castigue, se eu conheço esse homem!» Nesse instante um galo cantou. Pedro lembrou-se então de Jesus lhe ter dito: «Antes do cantar do galo, já tu me terás negado três vezes.» E saiu dali para fora a chorar amargamente. Mateus 26:69-75 Hoje, lemos a conhecida história da negação de Pedro. Cada vez que lhe perguntam se conhecia Jesus, Pedro torna-se mais veemente na sua rejeição. Pedro, que anteriormente tinha professado que daria a vida por Jesus, agora assusta-se com uma serva. Quando o galo canta, Pedro lembra-se – a convicção no seu coração é imediata. Ele chora amargamente. Embora a passagem não mencione isso, Pedro torna-se a primeira grande voz do Evangelho. Por baixo do seu erro estavam os braços de Jesus. Pedro permitiu que a convicção do pecado o atingisse e permitiu que o perdão o levantasse novamente. Penso no versículo: «embora tropece, ele não cairá, pois o Senhor o sustenta com a sua mão» (Salmos 37:24). Este era Pedro. E este era o seu Deus fiel. Os nossos menores erros e falhas e os nossos maiores e mais sombrios pecados — nada disso está além da redenção de Deus. A caminho de casa Às vezes sinto que Deus não pode perdoar-me de um determinado pecado? Sinto que, mesmo que Deus me perdoe, não consigo perdoar-me a mim mesmo? E se Deus estiver a dizer-me que o passado foi apagado e que colocou um novo espírito dentro de mim? Oração Deus Pai, obrigado pela Tua graça e perdão. Não mereço a segunda, terceira, às vezes centésima oportunidade que me dás. És fiel e levantas-me das cinzas e colocas uma nova canção nos meus lábios. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
A Polícia Federal estima que pouco mais de 3.500 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos no segundo mandato de Donald Trump. Embora não existam dados oficiais de quantos deles foram separados de suas famílias, uma pesquisa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania mostra que quase 70% deixaram ao menos um familiar para trás, o que implicaria mais de 2.000 famílias brasileiras divididas à força pelo governo norte-americano. A repórter e colunista do UOL em Washington Mariana Sanches mapeou seis dessas famílias e entrevistou três delas. Neste episódio do podcast UOL Prime, Mariana conta ao apresentador José Roberto de Toledo sobre as dificuldades vividas pelos brasileiros separados à força. Também detalha o funcionamento da nova versão da política de fragmentação de famílias que marcou a primeira gestão de Donald Trump, entre 2017 e 2021. No primeiro mandato, mais de 5.000 mil crianças foram separadas de seus pais logo após atravessarem a fronteira entre México e EUA.
O assunto em destaque no "Retrabalho" é o etarismo no mercado de trabalho! Embora muitas empresas reconheçam a importância da diversidade em geral, a questão etária ainda é negligenciada, como mostram os dados da pesquisa “Etarismo e inclusão da diversidade geracional nas organizações”, realizada em parceria pela Robert Half e Labora. Essa discriminação por idade já é alvo de ao menos 3.490 processos na Justiça do Trabalho. Levantamento do escritório Almeida Prado Hoffmann identificou 1.400 ações sobre o tema no Tribunal Superior do Trabalho e outras 2.090 no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. As informações foram trazidas pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo nesta semana. Os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro falam sobre o assunto.
A Creral realiza, neste sábado (7), a assembleia geral ordinária para prestação de contas do exercício de 2025 e deliberação sobre o plano de trabalho para 2026. O encontro ocorre na comunidade de Santa Lúcia, em Getúlio Vargas, com início às 9h. A pauta inclui o balanço financeiro das áreas de distribuição, geração e telecomunicações, além da eleição do conselho fiscal.Embora a assembleia seja aberta a todo o quadro social, a cooperativa solicita que os interessados em participar do almoço após a reunião confirmem presença até o final desta quarta-feira (4). As inscrições são realizadas com os líderes de cada comunidade ou diretamente com a administração da cooperativa.
TEMPO DE REFLETIR 01692 – 3 de março de 2026 Lucas 2:19 – Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração. Deus escolheu Maria para uma missão especial. Ele chamou-a para carregar o Messias em seu ventre. Deus enviou o anjo Gabriel para lhe dar a maravilhosa notícia. A princípio, ela ficou confusa. Como podia tudo isto ser possível? Embora estivesse noiva de José, ela ainda era virgem – como poderia ter um filho? “Descerá sobre ti o Espírito Santo”, disse Gabriel, “e o poder do Altíssimo te envolverá com a Sua sombra” (Lc 1:35). A resposta sincera de Maria foi genuína. “Que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (v. 38). Embora a narrativa do Evangelho não fale muito acerca de Maria, ela nos conta o suficiente para revelar sua incrível força de caráter. Ela era sincera, honesta, meiga, pura, obediente e cheia de compaixão. Embora ainda fosse provavelmente uma adolescente, ela entendeu a magnitude do chamado de Deus. Maria reconheceu a sua “humildade” e foi enaltecida pelas bênçãos que todas as gerações viriam a reconhecer. Picos e vales marcaram a vida de Maria. Eles começaram com José ameaçando deixá-la quando soube que ela estava grávida, e continuaram com uma cansativa viagem de Nazaré até Belém. Incluíram o uso de uma manjedoura como berço para o bebê. Suas emoções viraram medo das ameaças de Herodes de matar todos os meninos com menos de dois anos. Com José e o menino recém-nascido, ela fugiu, apressada, para o Egito. Foi nos joelhos de Maria que Jesus aprendeu os cânticos de Sião e as promessas dos profetas. Com ela, Ele aprendeu submissão e confiança, oração e obediência. Ela sorriu quando Ele deu Seus primeiros passos, e chorou quando pregaram Seus pés ao madeiro. Durante toda a vida de Jesus, ela creu nEle, e nunca se afastou. As missões dadas por Deus nem sempre são fáceis e populares. Existem altos e baixos, alegrias e tristezas. Assim como Ele chamou Maria, Deus nos chama para sermos fiéis também. Ele nos chama para ficarmos ao lado de Jesus, agora3 e para sempre, por toda a eternidade. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus: dá-nos forças e poder para cumprirmos as missões que colocas diante de cada um de nós. Dirija tudo e todas as coisas, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Onde se analisa um estudo do MIT e do NBER sobre o impacto da IA agêntica na cognição humana e no património de saber da sociedade. Embora estas ferramentas otimizem a tomada de decisão individual e reduzam o esforço imediato, os autores alertam para um potencial colapso do conhecimento coletivo a longo prazo. A facilidade em obter respostas personalizadas desincentiva o investimento intelectual profundo, enfraquecendo a base de princípios gerais que sustenta o progresso científico e cultural. O artigo sugere que a precisão tecnológica máxima pode não ser o ideal social, caso resulte na erosão da inteligência acumulada pelas gerações. Consequentemente, defende-se uma governação estratégica que utilize a IA para apoiar a aprendizagem, em vez de simplesmente substituir a capacidade humana de compreender e teorizar.
Em novembro de 1720, Johann Sebastian Bach fez um concerto ao órgão como prova de admissão no cargo de organista da Sankt-Jacobi Kirche, a igreja luterana de São Tiago, em Hamburgo. Embora tenha sido escolhido entre os oito candidatos que disputaram o concurso, ele não assumiu o cargo, porque era uma exigência do Conselho daquela cidade do norte alemão que os nomeados para a função dessem uma generosa oferta em dinheiro para a igreja. Bach se recusou a pagar para trabalhar e retornou para a corte de Cöthen, onde era Kapellmeister (diretor de música). Duas músicas apresentadas por Bach no concerto em Hamburgo - que durou mais de duas horas - são exibidas nesta edição de Manhã com Bach: o prelúdio coral An Wasserflüssen Babylon, "Nos rios da Babilônia" (BWV 653), e a Fantasia e Fuga em Sol Menor (BWV 542). O podcast traz ainda a cantata Wer sich selbst erhöhet, "Quem exalta a si mesmo" (BWV 47). Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 28 de fevereiro e 1º de março de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Leitura bíblica do dia: EZEQUIEL 1:22-28 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 23–25; MARCOS 7:14-37 Normalmente, não se pensa em borboletas como barulhentas, pois o bater das asas de uma única borboleta é quase inaudível. Mas na floresta tropical mexicana, onde começa a curta vida de muitas delas, seu bater de asas é extremamente alto. Quando milhões de borboletas monarcas voam ao mesmo tempo, o som lembra o de uma cachoeira. Temos a mesma descrição quando quatro criaturas aladas bem diferentes aparecem na visão de Ezequiel. Embora fossem em menor número do que as borboletas, Ezequiel compara o som de suas asas às “ondas do mar quebrando na praia” (EZEQUIEL 1:24). Quando as criaturas pararam e abaixaram as asas, Ezequiel ouviu Deus chamando-o para anunciar as palavras divinas aos israelitas (2:7). Ezequiel, como outros profetas do Antigo Testamento, foi encarregado de falar a verdade ao povo de Deus. Hoje, Deus pede que compartilhemos a verdade de Sua boa obra em nossa vida com as pessoas ao nosso redor (1 PEDRO 3:15). Às vezes, seremos diretamente questionados, com um convite tão "barulhento" quanto uma cachoeira. Outras, o convite poderá parecer um sus surro, como se tivéssemos percebido uma necessidade não dita. Seja o convite grandioso como milhões de borboletas ou discreto como apenas uma delas, devemos escutar atentamente o que Deus quer que digamos, como fez Ezequiel. Por: KIRSTEN HOLMBERG
ÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT PRESERVAÇÃOEste painel propõe um diálogo transversal que afirma a preservação audiovisual como um dispositivo estratégico de promoção de direitos, cidadania, soberania cultural e disputa simbólica no Brasil contemporâneo. Embora reconhecida como elemento estruturante do setor audiovisual, esse reconhecimento ainda não se traduziu em ações concretas por parte do poder público, tanto na esfera executiva quanto legislativa, capazes de contribuir para o equilíbrio e a sustentabilidade desse ecossistema. A partir de reflexões e casos concretos, o painel destacará o impacto da preservação na produção contemporânea, na difusão e circulação de obras em diferentes janelas e mercados, bem como na formação de profissionais e na construção de repertórios, referências, identidades e de um projeto de país plural e diverso.
Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais um podcast do Gamer Como a Gente! O termo shadow drop refere-se ao lançamento de um jogo sem qualquer anúncio prévio ou campanha de marketing tradicional. Em vez de meses de teasers e trailers, o título é revelado e disponibilizado para compra ou download no mesmo momento, surpreendendo a comunidade gamer. Embora a prática não seja totalmente nova, ela ganhou notoriedade com a ascensão das plataformas digitais e a facilidade de distribuição instantânea. Este podcast foi transmitido ao vivo no YouTube! As nossas lives sempre acontecem na última segunda-feira de cada mês. www.youtube.com/live/94amZWt2dnw?si=HOdCb0Kh4e_vkTTH Apertem o play e vamos lá! Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com Podem também deixar seus comentários nas postagens e não se esqueçam de acessar o nosso Instagram e Blue Sky. Arte da vitrine: Rodrigo Estevão Edição: Diego Ferreira
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 3 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 15–16; MARCOS 6:1-29 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: As memórias e as mensagens ruins e acusadoras inundaram a mente de Saulo. Sem sono, ele suava e o medo preenchia o coração. Era a véspera de seu batismo, e ele não conseguia livrar-se do ataque de pensamentos terríveis. Saulo recebera a salvação em Jesus e sabia que tinha sido perdoado, mas a batalha espiritual seguia. Então sua esposa segurou as mãos dele e orou por ele. Em seguida, a paz substituiu o medo em seu cora ção. Saulo levantou-se e escreveu as palavras que compartilharia antes do batismo. Após isso, experimentou um sono tranquilo. O rei Davi sabia o que era ter uma noite inquieta. Quando fugiu do filho Absalão, que desejava seu trono (2 SAMUEL 15–17), ele sabia que “dez mil inimigos [o cercavam] de todos os lados” (SALMO 3:6) e lamentou: “tenho tantos inimigos” (v.1). Embora o medo e a dúvida pudessem vencê-lo, Davi clamou a Deus, seu “escudo” (v.3). Mais tarde, deitou-se e dormiu pois entendeu que “o Senhor [o] guardava” (v.5). Quando os medos e lutas dominam a nossa mente e o descanso é substituído por inquietação, encontramos esperança orando a Deus. Talvez não tenhamos um sono tranquilo de imediato como Saulo e Davi, mas em paz deitaremos e dormiremos “pois somente tu, Senhor, [nos] guardas em segurança” (4:8). Deus está conosco e Ele será nosso descanso. Por: TOM FELTEN
Onde se explora o impacto da inteligência artificial generativa na estrutura moral da linguagem, alertando para a emergência de um discurso sem responsabilidade. Embora os modelos de linguagem consigam simular desculpas, promessas ou conselhos com perfeição formal, o autor argumenta que estas interações carecem de vulnerabilidade humana e de consequências reais para quem fala. Esta eficácia técnica desvaloriza os atos de fala tradicionais, transformando o diálogo numa simulação vazia que erode a dignidade e a confiança interpessoal. No contexto profissional e privado, a delegação da escrita a máquinas dilui a autoria e enfraquece a formação do caráter através da fuga ao compromisso social. O artigo conclui que é essencial reancorar as palavras na responsabilidade humana, garantindo que a fluidez tecnológica não resulte numa abdicação da nossa autoridade moral.
Embora seja muito desconfortável reconhecer os pecados que cometemos, não há outro caminho para encontrar perdão e vida nova senão o do arrependimento e confissão. Esconder o pecado nos mantém prisioneiros e nos afasta da comunhão com Deus que nos enriquece de verdade. Precisamos confessar nossos pecados e abandoná-los, pois assim encontraremos o Senhor de braços abertos para nos dar sua misericórdia. Deus da uma abraço misericordioso em todo aquele que , arrependido, confessa e abandona o seu pecado.
A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.
As quedas são um dos problemas de saúde mais comuns e preocupantes entre pessoas idosas. Embora crianças e adultos também possam cair, os impactos para a saúde a partir dos 60 anos tornam-se muito mais graves. Estima-se que cerca de 30% a 40% dos idosos acima dessa idade sofram pelo menos uma queda ao ano. Entre aqueles com mais de 80 anos, esse número chega a 50%. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com enfermeiro do Hospital Jayme da Fonte, Marcus Viniccius Paixão, no Canal Saúde desta quarta-feira (25).
Devocional Quaresma Depois disso, Jesus, acompanhado pelos discípulos , foi para um lugar chamado Getsêmani e disse-lhes: «Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali mais adiante orar.» Levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu. Nisto, começou a sentir-se angustiado e cheio de aflição, e exclamou: «Sinto uma tristeza de morte! Fiquem aqui e estejam atentos.» Mateus 26:36-38 A cena na passagem de hoje muda do Cenáculo para o Jardim do Getsêmani. O clima fica mais pesado e sombrio. Jesus chama três dos Seus discípulos mais próximos e convida-os a orar com Ele. Embora eu já tenha refletido sobre a tribulação de Jesus no jardim, nunca me detive no facto de que Ele convidou os Seus amigos para chorar com Ele e orar com Ele. Não é como se o Deus deste universo precisasse deles. Não é como se Ele não soubesse que eles iriam dormir em vez de orar. No entanto, ao partilhar a Sua tristeza com eles, Jesus estava a demonstrar claramente que é normal partilhar os fardos do coração com os outros. Só porque tens Deus na tua vida não significa que tenhas de ser sereno, estoico e invulnerável. É normal dizer: «Olha, importas-te de vir comigo para isto?» e dar a outra pessoa a oportunidade de orar contigo e por ti. Jesus demonstrou uma bela abertura ao convidar os Seus discípulos mais próximos para acompanhá-lo. Não dependemos inteiramente dos nossos entes queridos. Nem agimos como se a fé os apagasse do quadro. A caminho de casa Com que estou a lidar sozinho hoje? Deus mostra-me pessoas específicas com quem posso partilhar as minhas dores e os meus sonhos? Estou disposto a ser convidado a partilhar o fardo de outra pessoa, mesmo que isso signifique sacrificar o meu tempo e os meus interesses? Oração Pai Celestial, ajuda-me a compreender que pedir ajuda ou pedir oração não diminui a minha fé. Ajuda-me a ser humilde o suficiente para convidar pessoas em quem confio a acompanhar-me na minha caminhada de fé. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar. Escute o podcast para saber mais!
A sessão da Câmara de Vereadores da última quarta-feira (18) foi marcada por críticas e declarações do vereador Marcelo Alves, o Marcelinho (PP), que questionou atitudes atribuídas ao vereador Tarcísio Padilha dos Santos, o Tininho Maçarico (PSD). Embora não tenha citado nomes diretamente na tribuna, nos bastidores a referência foi associada a Tininho, que chegou a pedir o aparte durante a fala de Marcelinho, mas teve o pedido negado. Entre os principais pontos levantados, Marcelinho mencionou a instalação de caixas d'água na Cohab do Guatá. Segundo ele, a empresa vencedora da licitação teria desistido do serviço após interferências do vereador, que teria retirado documentos das mãos do executor e solicitado mudanças no local de instalação, em desacordo com o projeto original. Em resposta, Tininho Maçarico negou as acusações e afirmou que sua atuação ocorreu a pedido da população local. “Eu quero o bem da população. Eu não sei o que falaram para o vereador Marcelo, porque não condiz o que ele falou. Não peguei a folha da mão do cara. Eu estive lá com a população, pedi a folha, ele me deu tranquilo para resolver a situação”, afirmou. O vereador explicou que levou o documento à secretária de assistência social do município para relatar as demandas dos moradores, que não queriam a caixa d'água instalada em frente às residências. Tininho também reforçou que não houve qualquer tipo de intervenção irregular no processo. “Esse fato não existe. Teve gente do lado que pode provar que foi numa boa conversa. O cara me deu a folha para corrigir os erros, porque tinha pessoas que não estavam de acordo com aquilo ali”, disse. O parlamentar ainda se defendeu de acusações de interferência na atuação de servidores municipais e em órgãos como o SAMU, afirmando que sua postura sempre foi de diálogo e acompanhamento das demandas da comunidade. Ouça a entrevista completa:
Depois da tempestade vem o PTRR. Embora o governo não tenha conseguido a bonança com o anúncio. Um debate em que a oposição acusou Montenegro de ter falhado e que o governo devia ter feito mais, e Montenegro anunciou para a próxima semana um novo rosto para o MAI, que o substitua nas funções de ministro em exercício da Administração Interna em acumulação de funções. Apesar de ter sido o primeiro debate quinzenal depois de eleito o novo Presidente da República, as presidenciais foram esquecidas, atropeladas pelo comboio de tempestades. Quem também se sente maltratado é o secretário-geral do PS, sem resposta às cinco cartas que já escreveu ao primeiro-ministro. A semana viu também ressurgirem como protagonistas Duarte Lima e José Sócrates. Falta sempre qualquer coisa em processos desde há muito emperrados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quinta-feira (19), o destaque foi o ministro Flávio Dino (STF) que proibiu, nesta quinta-feira (19), novas leis com penduricalhos acima do teto constitucional, após a decisão do presidente Lula (PT) de vetar supersalários no Legislativo. O STF analisará o caso na quarta-feira (25). Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, elogiou a atuação do ministro Flávio Dino nos seus dois anos de posse, destacando sua busca constante pela transparência no uso de recursos públicos. Segundo Fachin, o magistrado “tem determinado medidas relevantes”. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deve comparecer à CPMI do INSS nesta segunda-feira (23) para detalhar sua relação com a autarquia. A oitiva foca em suspeitas sobre contratos de empréstimos consignados. Reportagem: André Anelli. A greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista do presidente Javier Milei causou o cancelamento de diversos voos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O projeto em votação na Câmara flexibiliza férias e permite jornadas diárias de até 12 horas. Esta é a quarta paralisação convocada desde 2023 em protesto às medidas econômicas do governo. Reportagem: Julia Fermino. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou para "coisas ruins" caso o Irã não aceite um acordo diplomático. A afirmação ocorreu nesta quinta-feira (19) durante o lançamento oficial do Conselho da Paz, em reunião de alto nível. Forças Armadas americanas encontram-se prontas para um eventual ataque diante da escalada de tensão. Reportagem: Eliseu Caetano. O ex-príncipe britânico, Andrew Mountbatten-Windsor, foi liberado pelas autoridades nesta quinta-feira (19) após prestar depoimento. Embora esteja em liberdade, a polícia mantém a investigação ativa sobre seu suposto envolvimento no caso Jeffrey Epstein. Reportagem: Luca Bassani. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de uma representação no TSE protocolada pelo deputado Lindbergh Farias (PT). A ação aponta propaganda antecipada em um vídeo do ex-ministro Gilson Machado (PL) que exibe adesivos de campanha para 2026. Reportagem: Misael Mainetti. O Congresso Nacional acumula 77 vetos do presidente Lula (PT) para análise, dependendo exclusivamente da pauta estabelecida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Além disso, um projeto na Câmara propõe obrigar a divulgação da agenda semanal de votações legislativas no rádio e na televisão. Reportagem: André Anelli. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comemorou o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói após a escola homenagear o presidente Lula (PT) na Sapucaí. O político classificou a apresentação como de "péssimo nível" e afirmou que a agremiação "já vai tarde" para a série de acesso. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 90:1-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 23–24; MARCOS 1:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Após mais um contratempo na saúde, temi o desconhecido além de meu controle. Um dia, lendo um artigo da revista Forbes, soube que os cientistas estudaram o aumento da “velocidade de rotação da Terra”, declarando que ela “oscilou” e está “girando mais rápido”. Afirmaram que “poderíamos exigir a remoção oficial de um segundo da duração de cada dia”. Embora um segundo não pareça uma grande perda, saber que a rotação da Terra pode mudar pareceu-me algo relevante. Até uma leve instabilidade pode fazer minha fé vacilar. No entanto, saber que Deus está no controle ajuda-me a confiar nele, não importa quão assustador seja o desconhecido ou quão instáveis sejam as circunstâncias. Moisés disse que “Antes que os montes nascessem, antes que formasses a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus” (SALMO 90:2). Reconhecendo o poder, o controle e a autoridade infinita de Deus sobre a criação, o profeta declarou que o tempo não pode restringir o Senhor (vv.3-6). Ao buscarmos mais conhecimento sobre Deus e o mundo criado por Ele, descobriremos como Ele administra o tempo e Sua criação perfeitamente. Deus também é confiável em todas as coisas desconhecidas e conhecidas em nossa vida. Toda a criação permanece segura em Suas mãos amorosas. Por: XOCHITL DIXON
O estudo investigou como o uso de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLM) afeta a compreensão de leitura e a retenção de memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores compararam a eficácia da inteligência artificial face ao método tradicional de tirar notas. Os resultados demonstram que o ato de escrever notas superou o uso isolado de IA em todos os testes de aprendizagem. Embora os estudantes prefiram a IA por reduzir o esforço cognitivo e facilitar o entendimento inicial, a interação passiva com a tecnologia prejudicou a memorização a longo prazo. O relatório conclui que a combinação de métodos tradicionais com ferramentas digitais é a estratégia mais eficaz para o sucesso educativo. Portanto, a IA deve ser utilizada como um parceiro de pensamento e não como um substituto para o envolvimento cognitivo profundo.
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Oro Por Você 03067 – 15 de fevereiro de 2026 Deus e Pai, hoje queremos Te pedir, de uma forma especial, por todos aqueles que por causa de seus erros se encontram presos. Embora tenham errado, tenham assaltado, roubado, matado ou cometido outros crimes, eles são Teus filhos e pagam por esses erros nas prisões. Te pedimos por todos esses encarcerados, cada um em particular. Perdoa as faltas confessadas, alivia os sofrimentos físicos, o peso da consciência e os ajude a sentir o perdão, o Teu amor, a Tua paz. Envia o Espírito Santo para estar com eles e que deixem a vida de pecado, de maldade e aceitem a Tua salvação e assim alcancem toda a liberdade que têm os que Te aceitam. Pedimos em nome de Jesus, amém. Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ISAÍAS 1:15-20 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 14; MATEUS 26:51-75 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A cor vermelha nem sempre parece natural nos produtos que fazemos. Como colocar a cor vibrante da maçã numa camiseta ou batom? Antes, a tinta vermelha era feita usando argila ou rochas do mesmo tom. No séc. 15, os astecas inventaram uma técnica de usar as cochonilhas para fazer corante vermelho, e atualmente, esses insetos são a principal fonte mundial deste pigmento. Na Bíblia, o vermelho simboliza a realeza, também o pecado e vergonha. Além disso, é a cor do sangue. Quando os soldados “Tiraram as roupas de Jesus e puseram nele um manto vermelho” (MATEUS 27:28), esses três simbolismos fundiram-se numa imagem de dor: Jesus foi ridicularizado como rei fictício. Foi coberto de vergonha e vestiu a cor do sangue que logo derramaria. Mas Isaías traz a promessa de que este Jesus carmesim nos limparia dessa mancha: “Embora seus pecados sejam como o escarlate, eu os tornarei brancos como a neve” (ISAÍAS 1:18). Os insetos cochonilhas usados na fabricação do corante vermelho são brancos por fora, e só liberam seu sangue carmesim quando são esmagados. Vemos o eco de outras palavras de Isaías: “[Jesus foi] esmagado por causa de nossos pecados” (53:5). Jesus nunca pecou, mas veio nos salvar do pecado. Em Sua morte esmagadora, Ele suportou o escarlate para que pudéssemos nos tornar mais alvos que a neve. Por: KENNETH PETERSEN
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 SAMUEL 22:1-4; 48-51 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 11–12; MATEUS 26:1-25 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Ao longo de seus 70 anos como monarca do Reino Unido, a rainha Elizabeth II endossou apenas uma biografia sobre sua vida com um prefácio pessoal, “A rainha serva e o Rei a que ela serve” (tradução livre). Lançado em comemoração a seu 90º aniversário, o livro conta como sua fé a guiou ao servir a seu país. No prefácio, ela expressou gratidão pelas orações e agradeceu a Deus por Seu amor inabalável. Ela concluiu: “Realmente vi a Sua fidelidade”. A declaração da rainha Elizabeth ecoa os testemunhos de homens e mulheres ao longo da história que experimentaram o cuidado fiel e pessoal de Deus na vida deles. Esse tema está presente em uma bela canção que o rei Davi escreveu enquanto refletia sobre sua história. Registrada em 2 Samuel 22, a canção expressa a fidelidade de Deus em proteger Davi, provendo-o e até mesmo resgatando-o quando sua própria vida estava em perigo (vv.3-4,44). Como reação por ter experimentado a fidelidade de Deus, Davi escreveu: “cantarei louvores ao teu nome” (v.50). Embora haja beleza adicional quando a fidelidade de Deus é vista durante uma longa vida, não precisamos esperar para relatar Seu cuidado por nós. Quando reconhecemos que não são nossas habilidades que nos conduzem pela vida, mas o cuidado fiel de um Pai amoroso, somos movidos à gratidão e ao louvor. Por: LISA M. SAMRA
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 TIMÓTEO 3:10-17 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 8–10; MATEUS 25:31-46 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Kristina quis comprar um livro especial para Xio-Hu, seu marido, e o único que ela encontrou em mandarim, idioma nativo dele, foi a Bíblia. Embora nenhum deles fosse cristão, ela esperava que o esposo apreciasse o presente. Ao ver a Bíblia, ele inicialmente enraiveceu, mas a aceitou. À medida que a lia, a verdade em suas páginas o persuadiu. Chateada pelo imprevisto, Kristina começou a ler a Bíblia para refutar Xio-Hu. Para a sua surpresa, ela também confiou em Jesus, convencida pelo que tinha lido. O apóstolo Paulo conhecia a natureza transformadora das Escrituras. Escrevendo da prisão em Roma, ele exortou Timóteo, seu discípulo, a “permanecer fiel àquilo que lhe foi ensinado” porque “desde a infância lhe foram ensinadas as Sagradas Escrituras” (2 TIMÓTEO 3:14-15). Na língua grega, a palavra permanecer tem o sentido de submeter-se ao que a Bíblia revela. Paulo, sabendo que Timóteo enfrentaria oposição e perseguição, queria prepará-lo para os desafios. Ele acreditava que o seu mentoreado encontraria força e sabedoria ao investir tempo ponderando sobre as verdades bíblicas. Por meio de Seu Espírito, Deus vivifica as Escrituras para nós. À medida que as compreendemos, somos transformados em pessoas mais semelhantes a Ele. Foi assim com Xio-Hu e Kristina. Por: AMY BOUCHER PYE
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 103:1-8, 17 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 34–35; MATEUS 22:23-46 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Após o diagnóstico de tumor no cérebro, Christina Costa notou o quanto falamos sobre câncer sempre em termos de uma batalha. Ela sentiu que a metáfora lhe parecia algo exaustivo, e que ela “não queria passar mais de um ano em guerra com o próprio corpo”. Em vez disso, preferiu praticar a gratidão diariamente pela equipe de profissionais que cuidavam dela e pelas maneiras como o seu cérebro e corpo se curavam. Ela experimentou em primeira mão que não importava a luta ser difícil, a prática da gratidão pode nos ajudar a resistir à depressão e “conectar o nosso cérebro para ajudar-nos a ser resilientes”. A história dela lembrou-me de que praticar a gratidão não é apenas algo que os cristãos fazem por dever. Embora seja verdade que Deus mereça a nossa gratidão, essa prática é profundamente benéfica para nós. Quando elevamos nosso coração para dizer: “Todo o meu ser louve o Senhor; que eu jamais me esqueça de suas bênçãos” (SALMO 103:2), relembramos como Deus age, garantindo-nos o perdão, curando o nosso corpo e coração, deixando-nos experimentar “amor e misericórdia” e incontáveis “coisas boas” em Sua criação (vv.3-5). Embora nem todo sofrimento encontre a cura nesta vida, nosso coração pode sempre ser renovado por meio da gratidão, pois o amor de Deus está conosco “de eternidade a eternidade” (v.17). Por: MONICA LA ROSE
No programa de hoje, o professor Renato Cardoso respondeu à pergunta da aluna Tati. Ela relatou que está vivendo um relacionamento destruído: o marido a traiu com uma pessoa que, até então, era sua melhor amiga. A traição ocorreu, inclusive, dentro da própria casa da aluna, na cama do casal. Embora ela o tenha perdoado, não consegue deixar essa situação para trás e, todos os dias, se recorda do ocorrido.Marido narcisistaAlém disso, outra aluna, do Rio de Janeiro, contou que está tentando salvar o casamento, mas, pelo que tem observado, percebe que a única alternativa mais sensata para a situação seria o divórcio. Ela descobriu que está casada com um homem narcisista e possuído por demônios. Segundo a aluna, ele não quer se tratar nem espiritualmente nem psiquiatricamente. Por isso, ela pediu a ajuda dos professores para encontrar forças para se livrar definitivamente dessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 103:1-8, 17 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 34–35; MATEUS 22:23-46 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Após o diagnóstico de tumor no cérebro, Christina Costa notou o quanto falamos sobre câncer sempre em termos de uma batalha. Ela sentiu que a metáfora lhe parecia algo exaustivo, e que ela “não queria passar mais de um ano em guerra com o próprio corpo”. Em vez disso, preferiu praticar a gratidão diariamente pela equipe de profissionais que cuidavam dela e pelas maneiras como o seu cérebro e corpo se curavam. Ela experimentou em primeira mão que não importava a luta ser difícil, a prática da gratidão pode nos ajudar a resistir à depressão e “conectar o nosso cérebro para ajudar-nos a ser resilientes”. A história dela lembrou-me de que praticar a gratidão não é apenas algo que os cristãos fazem por dever. Embora seja verdade que Deus mereça a nossa gratidão, essa prática é profundamente benéfica para nós. Quando elevamos nosso coração para dizer: “Todo o meu ser louve o Senhor; que eu jamais me esqueça de suas bênçãos” (SALMO 103:2), relembramos como Deus age, garantindo-nos o perdão, curando o nosso corpo e coração, deixando-nos experimentar “amor e misericórdia” e incontáveis “coisas boas” em Sua criação (vv.3-5). Embora nem todo sofrimento encontre a cura nesta vida, nosso coração pode sempre ser renovado por meio da gratidão, pois o amor de Deus está conosco “de eternidade a eternidade” (v.17). Por: MONICA LA ROSE
LEITURA BÍBLICA DO DIA: FILIPENSES 2:1-8 PLANO DE LEITURA ANUAL: ÊXODO 31–33; MATEUS 22:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira
Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts. LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner. “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa. MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes: Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha? GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos. [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI: O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha. [Efeito de som do mar] Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil. LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras. [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn. MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ] LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45. Ugo Giorgetti Como ele era? Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA: Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades como os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista. [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação. MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema. O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti. Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô! MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro. Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira. Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá. MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra. No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo] LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (28): O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou sua filiação ao PSD, oficializando a saída do União Brasil. O comunicado foi feito em vídeo ao lado dos governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Júnior (PR). Presidido por Gilberto Kassab, o PSD vem se consolidando como uma das principais forças políticas do país. O Bulletin of the Atomic Scientists informou que o Relógio do Juízo Final foi ajustado para 85 segundos da meia-noite, o pior nível desde 1947. A mudança reflete o agravamento de ameaças globais, como riscos nucleares, conflitos internacionais e mudanças climáticas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que autorizou o envio de mais navios de guerra americanos para áreas próximas ao Irã, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, conversaram por telefone e condenaram a ação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, classificando o uso da força como incompatível com o direito internacional. Os dois líderes também defenderam o fortalecimento da ONU e a busca por estabilidade regional e global. A Polícia Federal cancelou os depoimentos de três investigados no caso que apura irregularidades envolvendo o Banco Master e o BRB. As oitivas foram suspensas após as defesas alegarem falta de acesso integral às investigações. A Câmara dos Deputados gastou mais de R$ 7 milhões em 2025 com auxílio-moradia pago a parlamentares sem apartamentos funcionais. Desde 2023, o desembolso com o benefício já soma R$ 21,7 milhões, além da possibilidade de uso da cota parlamentar para complementar despesas com aluguel. Um movimento de boicote europeu à Copa do Mundo de 2026 começa a ganhar força em reação ao governo Trump. A insatisfação envolve declarações sobre a Groenlândia, além de críticas às políticas migratórias e ações contra estrangeiros nos Estados Unidos. Um documento oficial sobre a morte do enfermeiro Alex Pretti, em Minneapolis, aponta que ele não sacou nem empunhou arma antes de ser baleado por agentes federais, contrariando a versão inicial divulgada por autoridades do governo Trump. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que a comissão que investiga o caso Banco Master prepara pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal de empresas e pessoas físicas ligadas à instituição, incluindo familiares de ministros do STF e escritórios de advocacia. O prejuízo do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB) pode superar os R$ 2,6 bilhões inicialmente estimados pelo Banco Central. Parte do ressarcimento ocorreu por meio de ativos de baixa liquidez. Embora o BRB afirme ter recuperado cerca de R$ 10 bilhões, o impacto financeiro real ainda está em análise. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta do aluno Adilson.Aluno está em dúvida se deve casarO aluno contou que a noiva escondeu muitas coisas do passado dela. Ele foi descobrindo por conta própria. Conversando, ela contou que já teve seis relacionamentos anteriores e em todos teve relações sexuais.Ele está traumatizado, mas a ama muito. O aluno não sabe se deve casar com a sua noiva.Os professores analisaram a situação e aconselharam o aluno.Aluna divorciada não sabe se deve voltar com o exEm seguida, a aluna Jéssica, de 24 anos, professora de Educação Física, contou que se casou com um rapaz que hoje tem 22 anos. Ela se mudou e foi morar em outra cidade, próximo aos pais dele. O casamento durou apenas 11 meses e, nesse ínterim, eles não faziam nada sozinhos como casal. Quando brigavam, os pais dele o buscavam e o levavam embora com todos os pertences. Isso aconteceu três vezes. Há 1 ano e meio separados, e oito meses divorciados, agora eles tentaram conversar para voltar. Jéssica está construindo uma casa com o pai dela e pensaram na possibilidade do ex-marido ir morar lá.Recentemente, ela se envolveu com outra pessoa. Embora não tenha dado certo, o ex-marido sabe desse relacionamento e, mesmo eles estando divorciados, diz que ela o traiu. Ele também a ofende de diversos nomes absurdos. A aluna tem dúvida se deve voltar com o ex.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Leitura Bíblica Do Dia: PROVÉRBIOS 25:23-27 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 16–18; MATEUS 18:1-20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Na cozinha, minha filha exclamou: “Mãe, tem uma mosca no mel!”. Eu brinquei com um ditado familiar: “É mais fácil caçar moscas com mel do que com vinagre”. Embora tenha sido a primeira vez que peguei uma mosca no mel, lembrei-me de um provérbio, devido a sua sabedoria: palavras gentis têm mais chances de persuadir os outros do que uma atitude amarga. O livro de Provérbios possui uma coleção de sábios ditados inspirados pelo Espírito de Deus. Essas palavras inspiradoras guiam e ensinam verdades importantes sobre como viver de maneira honrosa a Deus. Muitos dos provérbios se concentram nos relacionamentos entre pessoas, incluindo o efeito profundo de nossas palavras sobre os outros. Nos provérbios atribuídos ao rei Salomão, ele advertiu contra o mal causado por falar falsamente contra o próximo (PROVÉRBIOS 25:18). Ele aconselhou dizendo que “a língua que espalha boatos provoca a ira” (v.23). Salomão advertiu contra o efeito arrepiante do uso constante de palavras de reclamação (v.24). E o rei encorajou os leitores afirmando que a bênção vem quando nossas palavras trazem boas notícias (v.25). Ao buscarmos aplicar essas verdades, temos o Espírito de Deus que nos ajuda a dar a “resposta certa” (16:1). Nossas palavras fortalecidas por Deus podem ser doces e revigorantes. Por: LISA M. SAMRA
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e a nota em defesa do Tribunal no rastro do caso Banco Master. Em entrevista ao Estadão, o ministro não quis avaliar condutas individuais de colegas, como a condução controversa de Dias Toffoli no processo do Master ou a abertura de mais uma investigação sigilosa por Alexandre de Moraes no inquérito das Fake News. Fachin defendeu que o STF crie um Código de Conduta para garantir a transparência, inclusive sobre parentes de magistrados que advogam. Pai de uma advogada, ele prega enfrentar o tema sem “filhofobia”: “A regra deve ser a transparência. Tudo sobre a mesa”. Embora cite uma maioria no Tribunal favorável ao código, Fachin reconhece o argumento de colegas que preferem adiar o debate por ser ano eleitoral. Ele, contudo, alerta para o risco da inércia: “Ou nos autolimitamos, ou poderá haver limitação de um Poder externo. Não creio que o resultado seja bom, haja vista o que aconteceu na Polônia e no México”.Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Rosinei Coutinho/STFSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Montenegro quer manter-se neutro para a segunda volta das presidenciais. Embora, no primeiro discurso público que fez depois da primeira volta, tivesse usado o adjectivo “seguro” por seis vezes. Terá sido uma forma insólita de contrapor seis seguros aos três salazares de Ventura? À parte essa contabilidade e os temas de campanha que vão dominar as próximas duas semanas, há ainda muito para analisar: a hecatombe de Marques Mendes, o facto de Cotrim ter ficado mais longe da segunda volta do que as últimas sondagens previram, a saída de cena sem glória do Almirante ou o eclipse da esquerda à esquerda do PS. Enquanto isso, o mundo continua refém do Big Show Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ezequiel capítulo 10 (Comentado) - Quando Deus vai embora!
São tantos os jeitos de fazer. Qualquer coisa, mas na ocasião deste podcast nos referimos à filosofia. Embora essa opinião incomode boa parte dos reverentes estudiosos do cânone, o fato é que a filosofia se manifesta de diversas formas: vai do colóquio de especialistas à conversa pelo whatsapp, passando pela mesa de bar. Dada a diversidade, é preciso pensar sobre os modos de fazer filosofia. Recusamos a carreira acadêmica alguns anos atrás, e estamos aqui para contar como foi esse processo, e também para pensar o que temos feito.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 10:17-20 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 4–6; MATEUS 14:22-36 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Conhecíamos Kha havia mais de um ano. Ele pertencia ao nosso grupo da igreja, e nós nos reuníamos para discutir o que tínhamos aprendido sobre Deus semanalmente. Certa noite, ele comentou que havia competido nas Olimpíadas. A menção foi tão casual que quase me passou despercebida. Quase. Vejam só! Descobri que conhecia um atleta olímpico que competira na disputa pela medalha de bronze! Eu não entendia o motivo de ele não ter mencionado isso antes. Embora sua conquista atlética fosse especial em sua história, coisas mais importantes eram fundamentais à sua identidade: família, comunidade e fé. Lemos em Lucas 10:1-23 o que deve ser central para nossa identidade. Quando as 72 pessoas enviadas por Jesus falaram aos outros sobre o reino de Deus e retornaram de suas jornadas, relataram a Ele que “até os demônios [os obedeciam] pela sua autoridade!” (v.17). Embora Jesus reconhecesse que os tinha equipado com tremendo poder e proteção, o Senhor lhes disse que eles focavam no ponto errado. Jesus insistiu que o motivo da alegria deles deveria ser pelo fato de seus nomes estarem “registrados no céu” (v.20). Quaisquer que sejam as conquistas ou habilidades que Deus tenha nos entregado, nossa maior razão de alegria é que, ao confiarmos em Jesus, nossos nomes são escritos no Livro da vida e desfrutamos de Sua presença diária. Por: KIRSTEN HOLMBERG
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza comenta sobre instituições e autoridades envolvidas com a liquidação do Banco Master que sofreram uma série de ataques nas redes sociais pouco antes da virada do ano. A ofensiva, concentrada em um período de 36 horas, utilizou contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação do Master, decretada em novembro pelo BC e que está sob o escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU). Embora figuras como Gabriel Galípolo (BC) e Isaac Sidney (Febraban) tenham sido citadas, o alvo principal foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, responsável pelo veto da oferta de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, o professor Renato Cardoso recebeu o casal Jorge e Kelly que se conheceram por meio do aplicativo "Quero Te Conhecer".Após traição e divórcio, ambos passaram a frequentar a Terapia do AmorCasados há cerca de um mês, Kelly é do Pará, estado da região Norte do Brasil, e Jorge do Paraná, no Sul do País. Kelly foi casada por 2 anos e sofreu uma traição. Antes de conhecer o Jorge, ela já estava há 10 anos divorciada e tinha passado por outros relacionamentos que não deram certo. Jorge foi casado e também sofreu com uma traição. Estava sozinho havia 4 anos quando conheceu Kelly. Embora tivesse se relacionado após o divórcio, ele encerrou rapidamente esses breves namoros, pois não viu futuro neles.Ambos começaram a frequentar a Terapia do Amor e tomaram uma decisão em sua vidas.Conheça essa história!Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes