Podcasts about Monteiro

Municipality in South, Brazil

  • 1,320PODCASTS
  • 2,925EPISODES
  • 42mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Feb 25, 2026LATEST
Monteiro

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about Monteiro

Show all podcasts related to monteiro

Latest podcast episodes about Monteiro

INSEAD Knowledge Podcast
How Talent Can Thrive in an AI-Driven World

INSEAD Knowledge Podcast

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 40:04


In this era of "permacrisis" and constant disruption, adaptability and resilience are vital traits that require collaboration and an increasing focus on human-centric skills. That's the messaging to come out of the 2025 Global Talent Competitive Index (GTCI), an annual report that highlights the latest talent trends and offers insights into the current global talent landscape.For this episode of “The INSEAD Perspective: Spotlight on Asia” podcast series, Sameer Hasija, Dean of Asia at INSEAD, analyses the results and implications of the 11th edition of the GTCI through an APAC lens alongside two of its authors: L. Felipe Monteiro, Academic Director of the GTCI and Senior Affiliate Professor of Strategy, and Paul Evans, Emeritus Professor of Organisational Behaviour.   Perhaps the most notable theme from the 2025 report is the shifting value of human capabilities, where soft human-centric skills are becoming just as vital as hard digital or technical skills. As AI handles increasingly complex technical tasks, Monteiro and Evans suggest that "generalist adaptive skills" – including leadership, innovation, creativity and entrepreneurship – will increasingly take centre stage.Reflecting on the high ranking of certain countries such as Singapore, Switzerland and the Nordic nations, Evans points to the strength of their integrated ecosystems, where government, business, educational institutions and labour organisations work together to solve problems using a forward-looking approach. He warns that without this deep ecosystem collaboration and a long-term vision, even technologically advanced nations may struggle to implement the systemic changes required to thrive in today's disrupted global economy.That potential danger is highlighted in a concerning trend identified in the report, where several upper-middle-income countries, such as Malaysia, Brazil and Mexico, appear to have reached a "talent plateau" or “trap". Despite making good headway in the earlier stages of their development, these countries have seen their progress stall as they find themselves squeezed between high-innovating top-tier countries and lower-income countries with cost advantages.   Levels of optimism for the future were mixed among the three speakers.However, they agreed that greater collaboration, an increased emphasis on lifelong education and the ability of individuals to learn and adjust on the job will be vital if countries and companies hope to successfully navigate the uncertain waters of the next five years – and beyond.  

Perdidos na Estante
CabulosoCast #216 - Entrevista Alyson Monteiro, Maria Eduarda Rodrigues e Silva Barbosa

Perdidos na Estante

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 104:32


Neste episódio do CabulosoCast, Lucien (@lucienobiblio10) entrevista Alyson Monteiro, Maria Eduarda Rodrigues e Silva Barbosa, escritores da coletânea de contos de terror Caruaru Malassombrado da editora Arrelique.Arquivo cabuloso:CabulosoCast #44 - Entrevista com André Vianco (Podcast)CabulosoCast #105 - A história das histórias de terror (Podcast)CabulosoCast #215 - Editora Arrelique e o Mercado das Editoras Independentes (Podcast)Falha crítica #140 - Terror nos Games (Podcast)LCTV - Top 5 livros de terror (Vídeo)Perdidos na Estante #135 - Indicações Trevosas (Podcast)Notas de rodapé:Perdidos na Estante (Instagram)Perdidos na Estante (Bluesky)Lucien o Bibliotecário (Instagram)Citados durante o episódio:Arrelique Editora | Loja virtual: https://arrelique.lojavirtualnuvem.com.br/ Arrelique Editora | Instagram: https://www.instagram.com/arreliqueeditora/ Alyson Monteiro | Instagram: https://www.instagram.com/monteiro_alyson/João Teófilo | Instagram: https://www.instagram.com/macacoch4pado.ilustracoes/Maria Eduarda Rodrigues | Instagram: https://www.instagram.com/_m.e.rodrigues/Silva Barbosa | Instagram: https://www.instagram.com/silvabarbo.sa/

Mondolivro
Mondolivro - Hugo Monteiro Ferreira lança “Agora o meu chão são as nuvens”

Mondolivro

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 1:25


Afonso Borges indica o livro “Agora o meu chão são as nuvens”, do autor Hugo Monteiro Ferreira. Na obra, o autor trabalha assuntos como a influência digital na infância e adolescência, entre outros temas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

AVROTROS Vrijdagconcert
Prelude: Amsterdam Sinfonietta - Fauré's Requiem (20 februari 2026)

AVROTROS Vrijdagconcert

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 23:47


‘Prelude' is de opmaat naar het AVROTROS Vrijdagconcert! Gastspreker: Saskia Voorbach Amsterdam Sinfonietta Nederlands Kamerkoor Candida Thompson, viool/leiding Béni Csillag, koordirigent Mónica Monteiro, sopraan Kees Jan de Koning, bariton Nystedt - Immortal Bach Bach - Chaconne uit Tweede vioolpartita(arr. Helga Thoene/Renske Vrolijk) Pärt - Da pacem Domine Sjostakovitsj - Kamersymfonie op. 110a Fauré - Requiem (arr. W. van Klaveren) Luister hier (https://www.npoklassiek.nl/podcasts/avrotros-vrijdagconcert/99883/prelude-stephane-deneve-dirigeert-het-requiem-van-faure-8-december-2023) naar een eerdere Prelude-aflevering (vanaf 4.30) over het Requiem van Fauré. Meer info & kaarten (https://www.npoklassiek.nl/concerten/7107a62c-e8ec-40bb-a4f7-ad3e6cbd995c/amsterdam-sinfonietta-faures-requiem) In deze podcast vertelt presentator Leonard Evers je iedere week meer over de bijzondere stukken die gaan klinken in TivoliVredenburg én op NPO Klassiek. Dat doet hij samen met verschillende gasten die in de studio aanschuiven. Aan de hand van muziekfragmenten word je warm gemaakt voor de mooie composities die je te wachten staan. Abonneer je nu! Alles over het AVROTROS Vrijdagconcert (https://www.npoklassiek.nl/programmas/avrotros-vrijdagconcert)

Um Milkshake Chamado Wanda
SINCERÃO WANDA com DaCota Monteiro e Ora Thiago - #710

Um Milkshake Chamado Wanda

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 103:14


LOTUSNorte-americanos em siRestaurante cadeiaAll Her FaultTorcida do BBBA gente não nasce sabendo cagarMERYLSuper Bowl do Bad BunnySão PauloA Natureza das Coisas InvisíveisFAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!Apoiase: https://apoia.se/podcastwandaOrelo: https://orelo.cc/wandahttps://linktr.ee/podcastwandaQuer mandar seu caso pra gente? Mande um desabafo, uma rapidinha ou dilema para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto!Episódio #710 apresentado por:@phelipecruz@eusousamir@dacotamonteiro@orathiago@santahelenaProdução:Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)Edição / Captação:Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Como Eu transformei a Frustração da CLT Em Liberdade no Digital | Thais Monteiro | Kiwicast #627

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 53:18


Ela saiu da CLT sem saber nada de digital e construiu um negócio que já faturou mais de R$ 3 milhões só com tráfego orgânico. A Thais Monteiro, @afiliadadeouro , é a prova de que dá para começar do zero absoluto e criar uma operação forte apenas com conteúdo bem feito e estratégia. No Kiwicast, ela abriu o jogo sobre:Como escolher um nicho que realmente paga no orgânicoComo destravar na hora de gravar, segurar atenção e gerar conexão de verdadeComo funciona um funil simples de WhatsApp que converte todos os diasOs hábitos que as afiliadas de alta performance têm, e os comportamentos que travam qualquer operaçãoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

AD LONDRINA
Lucas Monteiro

AD LONDRINA

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 36:58


De Todo Coração | 2 Crônicas 25

Dona da Casa
Débora Monteiro, atriz e apresentadora

Dona da Casa

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 68:26


A infertilidade, a perda gestacional, o preconceito sobre a música popular portuguesa, as críticas à pronúncia do norte, a participação no "Último a Sair", as ferramentas de atriz, o olhar sobre o peso, a perimenopausa.

Enterrados no Jardim
O devir meloso da arte portuguesa. Outra conversa com Miguel Faria Ferreira

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 257:35


Considerando o adiantado da hora, seria bom ouvir alguém dizer-nos que as horas passadas e presentes partiram dum mal-entendido. Se fosse ainda importante fazermo-nos entender, deveríamos virar-nos de costas a esta contemporaneidade lorpa, em que um tipo se vê forçado a tamanhos desvios, que se torna estranho até para si mesmo. A pestilência do tempo e do lugar é o que nos leva a tanto. Corpos solteiros, devolvidos a contragosto uma e outra vez a dias e circunstâncias apontadas à destruição dos homens. A criação exerce-se, por isso, como uma defesa contra aquilo que nos esmaga, um modo de se ir subtraindo a esta pesada tempestade triste. Sublinhamos frases, produzimos instante a instante um filme dessas camaradagens aventurosas que nos faltam. Há um filme íntimo que cada um vai montando… “Criar é estar vivo, é demonstrar a si próprio e a tudo o que o ameaça um inesgotável recomeço, uma vitória que não finda”. Esta surge escrita com a letra de César Monteiro, atribuída a Vergílio Ferreira. O canhenho era essa cobra infindável, de tanto palmilhar longas extensões para se encontrar como ser, como outra razão que não essa miragem que alguns vão vomitando. Se lhe pedissem as horas, o que diria ele? Que estão a dar corda aos loucos. Que estamos por aí numa hora suspensa de revólveres indecisos, hora terrível de luas amarelas… nesta hora proposta pela angústia dos relógios, nesta mesma hora aniquiladora das consciências burguesas. Porque contrariamente ao que se diz, a loucura não vem de dentro, ela existe como um peso para nos fazer desistir. Deitar a toalha ao chão. Ela “existe quotidianamente na desagregação do homem de hoje”. Mas como não nos falamos, estas coisas são cada vez menos claras. Se não pedimos as horas também não assistimos quando alguns se põem a ordenar ao sol que vá pelos subterrâneos e pelos caixotes do lixo, que nos poupe à experiência do ódio. Antes tínhamos esses intervalos semeados, esses alívios, subterfúgios ou fugas. Caíamos em pleno olho da rua, batíamos aqueles suspeitos cafés tristes a ver quem mais. Mas isso das ruas, dos cafés onde é que isso já vai? Ou antes: não vai. Não há hipóteses. E o que é feito daquela condição ontológica de vadio e pedinte que Vitor Silva Tavares identificou no amigo? E aquilo do amor, aquele mais louco, que começava sempre por ser gratuito, mas, hoje, ou se paga à cabeça ou então sai mesmo caro. Estamos realmente sem saídas, e, perante uma geração que só pensa a sua arte como entradas, como modo de vir nas listas, de serem contados, as melhores esperanças parecem goradas à partida. Que é desses que eram vistos a apodrecer eternamente nos bancos da Avenida, cabeça a ferver? Como era isso de ter cábulas, o destino todo anotado, leituras de tantos ângulos. E o que é dos filmes que fazíamos contados, o cinema oral, essas ondulações do espírito de tal modo ritmadas, em que um se punha a fazer todos os papéis, revirando tudo, em busca dos tais, desses almejados instantes de graça? E se tínhamos uma boca e um corpo isso não era já aquele pedaço de fita, e não era um modo de celebrar uma separação face a nós mesmos, aplicar cortes, um modo de sermos capazes no decorrer ordinário das nossas vidas de irmos dando frutos, emprestarmos órgãos ao tempo? Um apuro, alguma lei ou razão a partir desse movimento oscilatório ou de viagem deambulante entre tradições? Mas se temos receio de “pagar o preço da fealdade, da ruína e da decrepitude, dos desastres e da maldição da esperança” (Manuel Gusmão), então que criações se esperar de nós, de uma geração tão submetida aos cálculos impiedosos, a esta sovinice das almas. Querem-nos ainda às gerações. Mas vamos ficando cansados de lhes explicar que já não dá para tanto. Nem aquelas audácias de se trazer a si mesmo à frente, como obra impura e misturada, como registo exaltado, como critério e, nalguns casos, até como uma furiosa síntese. Não se tinha mais nada senão essa disponibilidade assombrosa. Um artista começava por aí, por não se poupar tanto como os demais, por defender que a voracidade deve ser absoluta. “Filmar implica a consciência de uma transgressão. Filmas é uma violência do olhar, uma profanação do real que tem por objectivo a restituição de uma imagem do sagrado”… Mas ao dizer isto, ele sabia como estava difícil para a espécie defender esse talento de atracção-repulsão: “Sou capaz de ser o último dos crentes…” Sabia também da importância que é manter um discurso capaz de “avivar todos esses jazigos esparsos, ignorados e flutuantes” (Mallarmé). De resto, a pior forma de se referir ao tempo, é achar que não nos falta, que o melhor é guardarmos as nossas energias.” Amanhã estou morto e, com um cigarro na beiça, não devo nada a ninguém. Para além do honrado sorriso, dito de parvo, onde é que já se encontrou o espólio de um espoliado? É pedir muito que não me doem nada? Poderá parecer absurdo, mas de facto não me dói nada. Nunca há-de doer nada o nada de ninguém. Amanhã estou morto.” Ficamos assim, com meias palavras, que é o que ainda vai restando depois de as limparmos do bolor. E isto foi um tomar balanço ou ir bebendo o resto dos copos e captando alguns desabafos. Neste episódio quisemos tentar reaver um mapa das artes por cá a partir do contorno a giz dessas ausências que conseguem fazer deste um país extremamente assombrado. Puxamos pelo cinema, numa altura em que entre nós este se tomou de uma mania, e não faltam acólitos para esse culto. Mas, e para nos ajudar a sentir que tínhamos algum chão sob os pés, recorremos aos préstimos do Miguel Faria Ferreira que é um compulsivo do cinema, que vive de ouvido encostado ao chão, e compõe um atlas que cruza distâncias e essas expansões da intimidade através do olhar, do hábito que têm uns tantos de ir dando forma a fantasmas de uma visão eterna.

Conversas do Fim do Mundo Podcast
Gonçalo, o "palopiano"

Conversas do Fim do Mundo Podcast

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 40:28


Aos 23 anos, o estudante Gonçalo Monteiro lançou-se numa viagem que durou mais de 5 meses. Foi conhecer os PALOP, onde tem raízes familiares, e participar em acções de solidariedade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

The Secret Formula of Femininity
Why the Body Remembers: Trauma, Movement & Nervous System Healing (Ep 83))

The Secret Formula of Femininity

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 21:28


Trauma does not live only in the mind. It lives in the body — and in community.In this powerful solo episode of The Secret Formula of Femininity, Dr. Nicole Monteiro explores why the body remembers trauma, how emotions are stored in the nervous system, and why movement, rhythm, and ritual have always been central to healing across cultures.Drawing from:nervous system sciencesomatic psychologytraditional African and diasporic movement practicesand her published research African Dance as a Healing Modality throughout the Diaspora (Monteiro & Wall, 2011)Dr. Monteiro bridges ancient collective healing practices with modern clinical understanding to explain how trauma is regulated, released, and integrated through the body.In this episode, you'll learn:Why trauma cannot be resolved by insight aloneHow the nervous system stores unresolved emotional energyWhy traditional movement and ritual regulated communities for centuriesWhat modern society lost when healing became individual and verbalHow women across generations can safely reintroduce embodied healing todayWhy collective practices restore safety faster than isolationIf you've ever said, “I've talked about this, but my body still reacts,” this episode explains why — and what your body has been waiting for.

Cealecast
CEALE DEBATE - Magda Soares 90 anos! Contribuições para o campo da alfabetização

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 132:02


O Ceale Debate de setembro faz uma homenagem à professora Magda Soares. Principal referência para os estudos sobre alfabetização e letramento e fundadora do Ceale, a professora Magda completa 90 anos com invejável atuação na educação básica com a parceria construída em Lagoa Santa e no campo acadêmico com publicação de importantes livros em que explicita pressupostos teórico-práticos e metodológicos do campo da alfabetização. Para esta homenagem, convidamos Anne-Marie Chartier, Artur Gomes de Morais, Isabel Cristina Frade e Sara Mourão Monteiro para um diálogo sobre a produção recente de Magda que continua a nos instigar a garantir o direito de todas as crianças aprenderem a ler e a escrever.

Mondolivro
Mondolivro - Educador Hugo Monteiro, autor de "A Geração do Quarto", fala dos adolescentes que mataram Orelha

Mondolivro

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 16:46


O podcast de hoje apresenta uma conversa de Afonso Borges com Hugo Monteiro, autor do livro "A Geração do Quarto". O escritor, professor e pesquisador conversa sobre o acontecimento da morte do cão orelha. See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESCS FM
"Acho que precisamos de mais trap e drill político" | SHOWCASE | Ricardo Farinha | ESCSFM

ESCS FM

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 49:18


Como se costuma dizer: Ano novo, Showcase novo! Piada de tio ya, tamos a ficar velhos. Desta vez connosco temos o Ricardo Farinha, ex escsiano, jornalista, e uma das pessoas que mais divulga o Hip-Hop nacional!00:00 - Intro01:07 - Ricardo Farinha estudou na ESCS06:54 - Escrever para o H2TUGA09:54 - Normalização do Hip-Hop em Portugal12:31 - Ser jornalista freelancer16:57 - Explosão musical no pós 25 de abril27:30 - Hip-Hop dos anos 80/90 vs Hip-Hop atual35:00 - Livro "Hip-Hop Tuga: Quatro décadas de rap em Portugal"36:24 - Livro do Rimas e Batidas40:55 - Festival Visa For Music 45:47 - Álbum de Hip-Hop tuga perfeito48:53 - FinalFicha Técnica:Moderação: André Correia e Henrique FerreiraCoordenação/Realização: Henrique FerreiraProdução: ESCS FM (Ângela Salgueiro, Bernardo Santos, Gonçalo Martinho e Matilde Ricardo)Captação: Bernardo René, Inês Monteiro, Sofia Carvalho e Vasco CotrimSom: Matilde Ricardo e Tomás LoureçoEdição: Henrique FerreiraDesign: Henrique FerreiraGenérico: Pryde

Pelas Pistas
Entrevista Nick Monteiro: Brasileiro na Indy NXT 2026 - Pelas Pistas #179

Pelas Pistas

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 50:53


O Pelas Pistas desta semana, recebeu o jovem piloto Nicolas Monteiro. Ele que é Brasileiro, nasceu nos EUA e sempre teve o sonho de correr na Indy, esta se preparando para alcançar seu objetivo correndo na Indy NXT. No Pelas Pistas, ele contou para o Christian Fittipaldi e o Thiago Alves, como começou a sua paixão pelo automobilismo, as categorias que correu e como decidiu que a Indy era o seu lugar. Ele também falou sobre ídolos no esporte e os próximos passo na carreira como piloto.Em 2026 Nick vai correr pela equipe AJ Foyt Racing. A 1ª corrida da Indy NXT será dia 1 de Março em St. Petersburg , no circuito de rua. Então, já coloca na agenda para não perder e torcer para mais um brasileiro na competição. Aperta o Play, deixa o like e siga o Nick Monteiro @nickmonteiro09 nas redes sociais , vamos dar suporte aos novos talentos brasileiros no automobilismo.SOFISASofisa Visa Infinite 5% de "Cashí Backí" em bares e restaurantes do mundo inteiro.'https://lp.sofisadireto.com.br/cartao-sofisa-visa PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! Pitstoppitstop.com.brPATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brREDES SOCIAIS @pelaspistas360 SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS Apresentadores: Thiago Alves e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal Chimenti Captação de áudio: Willian Souto Edição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Rogério Monteiro, Prefeito de Rio Pardo; Renan Della Corte, Secretário de Cultura e Turismo do Município

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 32:59


Rogério Monteiro, prefeito de Rio Pardo; e Renan Della Corte, secretário de Cultura e Turismo do Município, participaram do Direto ao Ponto. Prefeitura de Rio Pardo prepara carnaval 2026.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Rogério Monteiro, Prefeito de Rio Pardo; Renan Della Corte, Secretário de Cultura e Turismo do Município

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 32:59


Rogério Monteiro, prefeito de Rio Pardo; e Renan Della Corte, secretário de Cultura e Turismo do Município, participaram do Direto ao Ponto. Prefeitura de Rio Pardo prepara carnaval 2026.

Auto Remarketing Podcast
Smoothing dealer path to buying cars from consumers with Anthony Monteiro of AutoAcquire AI

Auto Remarketing Podcast

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 20:26


More dealers are seeking inventory by buying directly from consumers. But some managers are still struggling with how to best execute a plan. To help dealers of all sizes in various markets, AutoAcquire AI CEO Anthony Monteiro appeared on the Live Stage presented by SYCN Auto Logistics during Used Car Week 2025. Monteiro's conference conversation with Cherokee Media Group's Nick Zulovich about this part of inventory acquisition is now available through this episode of the Auto Remarketing Podcast.

cars consumers dealer monteiro smoothing live stage anthony monteiro
Podcasts FolhaPE
Folha Política com Gilson José Monteiro Filho - Secretário de Educação de Pernambuco

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 39:02


O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta terça-feira (13), no Folha Política, o Secretário de Educação de Pernambuco, Gilson José Monteiro Filho.

Mondolivro
Mondolivro - Hugo Monteiro Ferreira lança “Agora o meu chão são as nuvens”

Mondolivro

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 1:25


Afonso Borges indica o livro “Agora o meu chão são as nuvens”, do autor Hugo Monteiro Ferreira. Na obra, o autor trabalha assuntos como a influência digital na infância e adolescência, entre outros temas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Nordestino
ALCYMAR MONTEIRO #349

Podcast Nordestino

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 132:03


Em nosso Episódio 349 estamos recebendo um dos maiores nomes da Música Brasileira o cantor e compositor Alcymar Monteiro, o Rei do Forró nos conta toda História e Trajetória de vida além de trazer muito de sua obra e das suas canções que marcam o Brasil a mais de 40 anos.Inscreva-se no nosso Canal , deixe um Like é importante seu apoio para que o Youtube entenda que nosso conteúdo é legal.INSTAGRAM: https://encurta.ae/vPQJQTIK TOK: https://encurta.ae/r5py5KWAI: https://encurta.ae/Le3grFACEBOOK: https://encurta.ae/AR3LTSPOTIFY: https://encurta.ae/Yie2vCONTATO: https://encurta.ae/buDV7#podcast #nordeste #cultural

SaladaCast
TV CRUJ INVADE O SALADACAST! - LÉO MONTEIRO - MUKA TROCCOLI - EP 159

SaladaCast

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 109:50


CRUJ! CRUJ! CRUJ!Hoje o SaladaCast recebe dois nomes que marcaram a infância de uma geração inteira: Muca Troccoli e Leonardo Monteiro, os atores mirins que deram vida ao lendário TV CRUJ, do SBT.Neste papo cheio de memória afetiva, eles revelam bastidores inéditos, histórias engraçadas, perrengues ao vivo e tudo o que rolava naquele cenário hacker que virou febre nos anos 90 e 2000!Se você cresceu gritando “CRUJ CRUJ CRUJ!”, este episódio vai bater forte na nostalgia!Se inscreve, deixa o like e comenta qual era o seu momento preferido do programa!

Debate 93
10/11/2025: Ira, com Ilana Monteiro, Pr Rafael Satiê e Pr Silvio Junior

Debate 93

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025


Leve, verdadeiro e muito bíblico, este Debate 93 trata sobre a questão da ira. Não deixe de ouvir e ser abençoado!

Jose Candeias - HÀ Conversa
Paloportodos.com,Gonçalo Monteiro

Jose Candeias - HÀ Conversa

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 10:29


Governo do Estado de São Paulo
Coletiva: Tenente-Coronel Araújo Monteiro, porta-voz da Defesa Civil de SP | Governo de SP mobiliza gabinete de crise para chuvas na próxima semana e define ações de prevenção com municípios

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 6:15


Coletiva: Tenente-Coronel Araújo Monteiro, porta-voz da Defesa Civil de SP | Governo de SP mobiliza gabinete de crise para chuvas na próxima semana e define ações de prevenção com municípios by Governo do Estado de São Paulo

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Dezembro de 2025 - Programa Especial

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 20:00


A DW recupera uma conversa com Óscar Monteiro sobre a crise pós-eleitoral de há um ano em Moçambique: O "dinossauro" da FRELIMO denuncia a "política de umbigo" no partido e lamenta a falta de políticas assentes na generosidade.

Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

HR Mixtape
Embracing Every Day: The Journey to Loving Mondays with Ron Monteiro

HR Mixtape

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 23:05 Transcription Available


In this episode of the HR Mixtape podcast, host Shari Simpson sits down with Ron Monteiro, CPA and CMA, former finance leader at YaYa Foods Corp, and author of "Love Mondays." They delve into the importance of employee experience and how to cultivate joy in the workplace, especially in a post-COVID world where many struggle with work-life balance. Ron shares his journey from corporate burnout to finding purpose and joy in his work, offering practical, measurable steps to help others do the same. This conversation is timely as organizations seek to enhance employee engagement and well-being amidst evolving workplace dynamics. Listener Takeaways: Learn how to set effective boundaries to reclaim your time and energy. Discover why accountability partners can enhance your journey toward workplace joy. Explore strategies for creating a culture where every day feels fulfilling, not just Fridays. Hit “Play” to uncover how you can start loving Mondays again! Guest(s): Ron Monteiro, Author, Love Mondays

Ciência
Rede Lusófona para o Clima visa fortalecer cooperação climática entre países de língua portuguesa

Ciência

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 12:28


Foi oficialmente lançada em Novembro, à margem da COP30, a Rede Lusófona para o Clima, uma iniciativa conjunta da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, que pretende criar um espaço de cooperação entre países lusófonos na mitigação e adaptação às alterações climáticas. A primeira fase da rede foca-se em África, mas a ambição é estender a acção a toda a lusofonia, incluindo Brasil e Timor-Leste.   De acordo com o comunicado de lançamento, a iniciativa assinala a criação de uma nova aliança destinada a fortalecer a cooperação climática entre os países de língua portuguesa. A Rede Lusófona para o Clima nasce com o propósito de promover a acção climática conjunta entre organizações da sociedade civil, jovens líderes, activistas e representantes comunitários dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e de outros territórios lusófonos. O objectivo é reforçar a presença e a influência das vozes lusófonas nos processos globais de decisão sobre o clima, incentivando o diálogo, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de soluções sustentáveis alicerçadas em laços culturais e linguísticos comuns. “Como pode um espaço lusófono comum fortalecer a sociedade civil e as comunidades dos países de língua portuguesa na influência da política climática global, promovendo uma governação inclusiva e equitativa?” foi o ponto de partida para o debate que contou com a participação de Miguel de Barros director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola e em representação das organizações fundadoras, Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), e José Luís Monteiro, da Oikos (Portugal). Miguel de Barros, director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), destacou a urgência da cooperação: “Esta iniciativa é muito importante se tomarmos em consideração que só no ano passado nós tivemos cerca de 18% da população africana em situação de pobreza climática. Isso significa mudanças estruturais no sistema produtivo, no acesso à terra, na segurança alimentar, mas também provoca uma incidência muito forte na migração juvenil das zonas rurais, atendendo às dificuldades de inserção na agricultura familiar. A ausência de modernização da agricultura familiar tem levado a uma certa reconfiguração do espaço das cidades, com maior concentração, sobretudo nas zonas urbanas.” O investigador guineense sublinhou ainda os desafios da erosão costeira, da salinização dos campos agrícolas e da falta de tecnologias adaptadas: “As fragilidades existentes fazem com que esta oportunidade de lançamento da rede nos permita trabalhar numa perspectiva de harmonização de políticas públicas, detecção da variabilidade climática e adaptação às transformações, promovendo simultaneamente a transição energética e a educação para o clima.” Para Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), a acção climática deve ser integrada e inclusiva: “Em Portugal temos de garantir que as políticas climáticas conseguem atingir os seus objectivos em termos de adaptação e mitigação. A responsabilidade é muito maior, porque somos um país desenvolvido, com excesso de emissões em vários sectores. Além disso, a CPLP é uma comunidade com uma elevada percentagem de áreas classificadas como Reserva da Biosfera, o que nos dá potencial para trabalhar nas várias linhas da biodiversidade, terrestre e oceânica.” Francisco Ferreira enfatizou ainda a importância do financiamento: “O financiamento deve ser uma prioridade. Temos apoiado Portugal, como ZERO, na negociação da dívida e na conversão da dívida em projectos climáticos em cada um dos países. É preciso que isso se expanda para além de Cabo Verde, que é o único institucionalizado. Já se falou em São Tomé e Príncipe, mas é necessário que haja financiamento de forma ampla, não apenas pelo sistema público, mas também pelo privado.” Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), abordou a vulnerabilidade de Moçambique aos fenómenos climáticos extremos: “Moçambique é um dos países mais afectados pelos eventos climáticos extremos, principalmente os ciclones, que acabam resultando em cheias e secas. Pelo menos dois ciclones afectam o país por ano, o que compromete a capacidade de resposta a este desafio. O país é extremamente vulnerável devido à forma como a terra é usada, à ocupação e às infra-estruturas. A maior parte da nossa população são crianças e jovens, e este grupo é particularmente afectado pelos eventos climáticos extremos. Um dos principais desafios na nossa participação nos espaços de debate climático é a língua, o que limita a nossa capacidade de intervenção.” Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola, descreveu a situação no seu país: “Províncias como Cunene, Huíla e Namibe enfrentam a pior seca dos últimos 40 anos, com consequências graves para a vida das populações. A actividade económica destas regiões depende da produção de gado em massa. Sem vegetação e água, o gado morre. Isto força as populações a abandonarem as zonas rurais, aumentando a pressão sobre Luanda, que foi projectada para 500.000 pessoas e hoje acolhe cerca de 9 milhões. Vemos com bons olhos o lançamento da Rede Lusófona, que permite agir em bloco e comunicar com maior clareza na nossa própria língua.” Miguel de Barros acrescentou, ainda, que a rede deve focar-se na justiça climática e apoio a grupos vulneráveis: “Numa primeira instância, a própria rede tem de ser capaz de trazer esse diálogo na forma como quer estar e quer se posicionar. E nesse campo há duas perspectivas que, para mim são essenciais: a questão da responsabilização dos países emissores e, ao mesmo tempo, uma abordagem para a justiça climática; outra questão, que para mim é estrutural, é que, por exemplo, no caso africano, mais de 64% da mão-de-obra na agricultura familiar depende das mulheres. E quando vamos olhar o impacto das mudanças climáticas dos últimos cinco anos, há uma projecção de perda de pelo menos de 34% da mão-de-obra na agricultura, afectando sobretudo as mulheres. Então, devemos olhar por uma perspectiva de como é que a rede traz uma abordagem sobre os grupos vulneráveis, em particular as mulheres, permitindo, por um lado, salvaguardar os grandes biomas, mas também toda a transição ecológica em termos de emprego, educação, profissionalização e criação de colectivos.” José Luís Monteiro, da Oikos, reforçou a dimensão prática do projecto: “A rede existe para produzir resultados concretos, não apenas declarações. Queremos apoiar projectos, formação e formas de dar escala ao trabalho das comunidades dos PALOP”.

The Lancet
Carlos Monteiro, Camila Corvalán, and Phil Baker on Ultra-Processed Foods and Human Health

The Lancet

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 61:17


Ultra-processed foods are on the rise. Despite the emphasis placed on individual responsibility, our deteriorating diets are primarily the result of the sophisticated political tactics of a powerful global ultra-processed food industry. Addressing this urgent threat demands a coordinated response from the global public health community. So argues a 3-paper Series published in The Lancet that examines the evidence, proposes policies to halt and reverse the rise in ultra-processed foods, and illuminates the fundamental political and economic drivers at play. Professor Carlos Monterio, Professor Camila Corvalán, and Professor Phil Baker join host Callam Davidson to discuss this powerful and timely Series.Click here to visit the series hub: https://www.thelancet.com/series-do/ultra-processed-foodDownload the 'Lancet Series on Ultra-Processed Foods and Human Health' infographic here: https://www.thelancet.com/infographics-do/ultra-processed-food-2025Continue this conversation on social!Follow us today at...https://thelancet.bsky.social/https://instagram.com/thelancetgrouphttps://facebook.com/thelancetmedicaljournalhttps://linkedIn.com/company/the-lancethttps://youtube.com/thelancettv

Gama Revista
Hugo Monteiro Ferreira: o ócio na infância e na adolescência

Gama Revista

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 32:51


Estamos todos tão acelerados que hoje até as crianças têm agendas de executivos. Mas o que elas perdem quando não têm tempo para o ócio? “O ócio, essa palavra que remete a não fazer nada, significa de fato e de direito fazer tudo em prol de si próprio. Quando a criança aprende a viver essa atividade, ela tem melhor compreensão sobre a vida”, afirma o educador e psicólogo Hugo Ferreira Monteiro, o entrevistado desta edição do Podcast da Semana.“Você vai ver criança que não tem tempo nem para acordar. Chega na escola, entra na sala de aula, começa a tarefa; sai da tarefa, vai pro inglês; sai do inglês, vai pro balé; sai do balé, vai pro jogo; chega em casa cansadíssima”, afirma na entrevista a Gama.Monteiro acaba de lançar “Agora o meu Chão São as Nuvens: As famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes” (Ed. Autêntica, 2025), em que discute situações de violência. Com formação multidisciplinar em psicologia, educação e letras, é professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), diretor do Instituto Menino Miguel e coordenador do Núcleo do Cuidado Humano.Na entrevista, ele discute a diferença entre ócio e tédio e dá dicas sobre como os adultos das famílias podem ensinar às crianças a aprender a relaxar. A principal delas é que se aprende pelo exemplo. “Chamo a atenção para a brincadeira com a natureza. Nós, adultos, precisamos também retomar isso em nós, porque a gente está a mil por hora. É impressionante a quantidade de adulto que não escuta áudio na rotação mais lenta, por exemplo”, diz. Ele fala também como o humor é uma estratégia poderosa na educação.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

SantoFlow Podcast
APRENDA A LIDAR COM BIRRAS E CRIANÇAS DE TEMPERAMENTO FORTE | COM POLYANA MONTEIRO | SANTOFLOW #379

SantoFlow Podcast

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 99:05


Recebemos Polyana Monteiro, psicóloga, neuropedagoga, escritora, educadora parental e mãe de três filhos, para uma conversa profundamente humana e transformadora.Ela fala sobre os desafios que muitos pais enfrentam com crianças de temperamento forte, a importância do afeto e do colo, e também compartilha o milagre que vive todos os dias com sua filha, que possui uma doença rara. Em sua caminhada, Polyana desenvolveu o Método Borboleta

LIFE Church UK
Transformed Live, Transform Cities - Phil Manchester, Ricardo Monteiro & Nadine Harris

LIFE Church UK

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 36:43


This weeks message is by Phil Manchester, Ricardo Monteiro & Nadine Harris

Non spegnere la luce
Il caso Willy Monteiro - Ucciso a mani nude dai fratelli Bianchi in una rissa

Non spegnere la luce

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 99:11


Colleferro, 6 settembre 2020 – Una lite tra ragazzi, in una notte di fine estate come tante altre, si trasforma in tragedia. Willy Monteiro Duarte, 21 anni, interviene per difendere un amico, ma viene aggredito con inaudita violenza da un gruppo di coetanei, tra cui i fratelli Marco e Gabriele Bianchi. In pochi minuti, la sua vita si spegne, lasciando dietro di sé sgomento, rabbia e un vuoto profondo nella comunità. Le indagini e i processi che seguiranno delineeranno un quadro complesso, fatto di testimonianze, perizie medico-legali e sentenze che hanno acceso un acceso dibattito sulla giustizia, sulla violenza di gruppo e sul confine tra volontà e dolo eventuale. Le condanne all'ergastolo per i Bianchi, successivamente ridotte in appello, hanno suscitato polemiche e riflessioni sulla distanza tra la percezione pubblica e la logica giuridica. Ma cosa può aver causato una reazione così violenta? E cosa racconta la storia di Willy sull'Italia di oggi, sui nostri giovani, e sullo stato attuale della nostra società? Proviamo a scoprirlo insieme a Bianca Gennari Caspariis: criminologa, detentrice di un master di II livello in scienze forensi presso La Sapienza di Roma, ma soprattutto autrice per la pagina Instagram e Facebook “Conversazioni sul Crimine”. Iscriviti al gruppo Telegram per interagire con noi e per non perderti nessuna delle novità in anteprima e degli approfondimenti sulle puntate: https://t.me/LucePodcast Se vuoi ascoltarci senza filtri e sostenere il nostro lavoro, da oggi è possibile abbonarsi al nostro canale Patreon e accedere a contenuti bonus esclusivi tramite questo link: patreon.com/LucePodcast

Fala Glauber Podcast
Fala Glauber REACT: BUZEIRA PEGA ARM4 CONTRA A PF, GABRIEL MONTEIRO X 20 HATERS e mais...

Fala Glauber Podcast

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 223:05


QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Henrique Monteiro: “Para nós, jornalistas, é o fim de uma época. Fomos relevantes como jornalistas graças à liberdade que Francisco Balsemão conseguiu para nós”

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 4:42


Henrique Monteiro, ao recordar Francisco Pinto Balsemão, sublinha que a sua morte representa o fim de uma época para o jornalismo português. O antigo diretor do Expresso destaca o papel fundamental de Balsemão na conquista da liberdade de imprensa, tanto antes como depois do 25 de Abril, e na defesa da sociedade civil contra o excesso de intervenção do Estado. Monteiro relembra a relação próxima e multifacetada que teve com Balsemão — de patrão a parceiro e, finalmente, amigo — e elogia a sua atenção aos detalhes, o respeito pelas pessoas e o gosto pela vida, incluindo momentos de lazer e convívio. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Women in Agile
AAA: The Logistics of International Work - Anne Bravieira Monteiro | 2518

Women in Agile

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 32:57


In this episode of the Agilists: Aspire and Achieve podcast, host Renae Craven chats to Anne Monterio about her move from her home country of Brazil to Germany. Anne shares practical advice and tips on what to do to prepare for a move and how to settle into a new country and environment. About the Featured Guest Anne is an expert in Agile methodologies, project management, and product development. As a Product and Agile Coach at HelloFresh with over ten years at IBM, Anne has led agile transformations to boost team performance and customer satisfaction. Anne advocates for diversity, openness, and empathy believing these values are key to overcoming challenges and is passionate about creating tech products that simplify life. Follow Anne on LinkedIn (www.linkedin.com/in/anne-bravieira) The Women in Agile community champions inclusion and diversity of thought, regardless of gender, and this podcast is a platform to share new voices and stories with the Agile community and the business world, because we believe that everyone is better off when more, diverse ideas are shared. Podcast Library: www.womeninagile.org/podcast Women in Agile Org Website: www.womeninagile.org  Connect with us on social media! LinkedIn: www.linkedin.com/company/womeninagile/ Instagram: www.instagram.com/womeninagile/ Twitter: www.twitter.com/womeninagileorg    Please take a moment to rate and review the Women in Agile podcast on your favorite podcasting platform. This is the best way to help us amplify the voices and wisdom of the talent women and allies in our community! Be sure to take a screenshot of your rating and review and post it on social media with the hashtag #womeninagile to help spread the word and continue to elevate Women in Agile. About our Host Renae Craven has been coaching individuals, teams and organizations for over 13 years and has spent a lot of time investing in and formalizing her professional coaching skills in recent years. Renae's passion is leading and coaching organizations and as a Certified Team Coach with Scrum Alliance, she helps teams to find their rhythm and pace that balances learning with delivery. Renae established her own company NaeCrave Pty Ltd (www.naecrave.com.au) in 2020 and keeps herself busy with coaching and training delivery. Renae is also a certified BASI Pilates instructor and runs her own pilates studio in Brisbane, Australia. She has a YouTube channel called ‘Pilates for the Office Worker' which features short 5 minute guided sessions that anyone can incorporate into their day, especially those of us who have been sitting down for extended periods. Subscribe to her channel Crave Pilates. Renae has been organizing the Women in Agile group in Brisbane since 2018. You can follow Renae on LinkedIn (https://www.linkedin.com/in/renaecraven/).

Career Unicorns - Spark Your Joy
From Sunday Scaries To Love Mondays: Ron Monteiro on How to Break Free from Systemic Barriers, Find Your Authentic Voice, and Create the Career You Love (Ep. 190)

Career Unicorns - Spark Your Joy

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 48:30


  In this inspiring and candid conversation, we sit down with Ron Monteiro, author of Love Mondays, to discuss his 20-year journey from a shy finance professional to a powerful public speaker and executive coach. Ron shares how he turned a perceived weakness in public speaking into his life's mission.   We dive into the challenges he faced as a person of color navigating corporate finance, offering a powerful perspective on how to tackle systemic barriers by focusing on what you can control: your daily growth, your commitment to learning, and the commitment to "put in the reps."   Whether you're struggling with toxic work, aiming for executive presence, or grieving a derailed career path, Ron's wisdom on self-investment and finding mentors will give you the tools and courage to move forward and, eventually, Love Mondays.   Key Takeaways How to turn your weakness into your strength. The importance of taking small, actionable steps to achieve your big goals. The secret to building your confidence. How to navigate systemic barriers and the power of surrounding yourself with people who believe in you. What you can do to build executive presence and take up space in a room. Why it's important to acknowledge injustice and how to use it as fuel for driving change. The power of Ikigai and why investing in yourself leads to more freedom. Advice for those who feel lost and scared after an unexpected career change.   Connect with us: Learn more about our guest, Ron Monteiro, on LinkedIn at https://www.linkedin.com/in/ronmonteiro18/ and grab a copy of Love Mondays at https://tinyurl.com/2eed99yj.  Follow our host, Samorn Selim, on LinkedIn at https://www.linkedin.com/in/samornselim/. Get a copy of Samorn's book, Career Unicorns™ 90-Day 5-Minute Gratitude Journal: An Easy & Proven Way To Cultivate Mindfulness, Beat Burnout & Find Career Joy, at https://tinyurl.com/49xdxrz8.  Ready for a career change?  Schedule a free 30-minute build your dream career consult by sending a message at www.careerunicorns.com. 

Pânico
Delegado Palumbo e Felippe Monteiro | Encontro de Notáveis

Pânico

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 123:01


O programa desta terça-feira (30) vai contar com o delegado que dá tanta “Palumbada” no crime que as facções estão quase virando ficções! E não há ninguém melhor do que Felippe Monteiro para mostrar como funciona quando notáveis se encontram.

Amplify Your Process Safety
Episode 133 - Human Reliability Analysis (HRA) with Gilsa Monteiro

Amplify Your Process Safety

Play Episode Listen Later Sep 20, 2025 42:50


In this episode, Rob is joined by Gilsa Monteiro to discuss Brazil's Human Reliability Analysis (HRA) and the advantages the guidelines bring to the process safety industry. Gilsa is a process safety expert based in Brazil with both a Masters and a PhD in Nuclear Engineering. Tune in to hear all about how the HRA helps to prevent incidents!To connect with Gilsa, find her on LinkedIn here, or email her at contato@gilsamonteiro.comRead more about the Petro-HRA project here, and find the Petro HRA Guidelines here (volume 1) and here (volume 2).For more information about incidents cause by human factors, check out these videos:Human Factors in Five MinutesExplosion at Formosa Plastics - IllinoisMixed Connection - Toxic ResultAnd finally, click the link below to listen to Gilsa's other podcast episode:Episode 60 - How Organizational Structure Impacts Process Safety with Guest Gilsa Monteiro

ANSA Voice Daily
PRIME PAGINE | Inferno a Gaza city, l'esodo dei palestinesi

ANSA Voice Daily

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 16:14


2 Cops 1 Donut
The Hidden Cost of Policing: Navigating Law Enforcement's Ethical Tightrope

2 Cops 1 Donut

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 280:58 Transcription Available


This livestream from our YOUTUBE channel is about body camera reviews and our special guest Ryan Monteiro! What drives a 22-year-old Secret Service agent protecting the President of the United States to leave it all behind for the dangerous streets of Baltimore? In this riveting episode, Ryan Monteiro takes us through his extraordinary journey through multiple facets of law enforcement—from federal protection details to urban narcotics enforcement.The conversation shifts from Monteiro's personal story to a frank examination of modern policing's most pressing challenges. The hosts and guest analyze real body camera footage of critical incidents, providing professional perspective on split-second decisions that officers face. Their analysis of a routine medical call that escalated to deadly force sparks a profound discussion about when force becomes necessary and how proper training might prevent tragedy.As tensions between law enforcement and communities continue to simmer nationwide, the panel doesn't shy away from discussing the controversial "thin blue line" and what it truly represents to officers. Monteiro delivers an emotional explanation that transcends political interpretations, offering listeners rare insight into the personal meaning behind the symbol.The episode reaches its emotional peak during analysis of a house fire rescue, where the raw humanity of policing shines through beyond badges and uniforms. This moment underscores the diverse challenges officers face daily—from life-saving heroics to ethical dilemmas that define careers.Throughout the four-hour conversation, the hosts maintain their commitment to balanced perspective, criticizing poor police tactics while acknowledging the real-world complexities officers navigate. Whether you're pro-police, skeptical of law enforcement, or somewhere in between, this episode offers authentic dialogue that bridges divides rather than deepening them.Join our Discord community to continue the conversation and connect directly with the hosts. Consider supporting the show through memberships or donations that go directly back into improving our content and expanding these crucial conversations about modern policing.#police #lawenforcement #cops #policemonitor #policeoversight #policeoversightmonitor #bridgethegap #bethechange Join our Discord!! https://discord.gg/BdjeTEAc 

Crônicas da Cidade
Rosa Monteiro no Instituto Cervantes

Crônicas da Cidade

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 1:53


Crônicas da Cidade - 20/08

Alta Definição
Débora Monteiro: “A maternidade é muito romantizada, mas a realidade é cansativa e exige uma grande adaptação”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 9, 2025 51:14


Aos 40 anos, Débora Monteiro olha para o seu percurso com orgulho: realizou muitas as ambições que tinha como mãe, na família e na carreira. Mas chegar até aqui não foi simples. Mãe de gémeas e apresentadora do 'Domingão', fala com franqueza sobre os desafios da maternidade, desde o período em que precisou de cirurgia, injeções e “hora marcada para fazer amor” para engravidar, até aos primeiros anos das filhas, vividos em plena pandemia, enquanto conciliava o trabalho e a vida familiar. Para a atriz, a maternidade é muitas vezes romantizada, quando na verdade “a realidade é cansativa e exige uma grande adaptação”. Ainda assim, quando Daniel Oliveira lhe pergunta o que é que foi o melhor destes quarenta anos, a atriz não hesita em responder: “As minhas filhas”. Este programa foi inicialmente emitido na SIC a 10 de junho de 2023, recorde aqui o testemunho da atriz com a versão podcast do 'Alta Definição'. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pânico
Lei Magnitsky: Engenheiro Leo, Felippe Monteiro e Alan Ghani

Pânico

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 123:50


Os convidados do programa Pânico dessa quinta-feira (31) são Engenheiro Leo, Felippe Monteiro e Alan Ghani.Engenheiro LeoLeonardo Calicchio é engenheiro, pesquisador e comunicador científico, com o diferencial de trazer humor e dinamismo ao universo gamer. Leo busca aproximar temas complexos da ciência – como mesmo materiais e nanociência – do cotidiano das pessoas, fazendo a ponte entre educação e entretenimento. Com conteúdo acessível, inspira curiosidade científica e pensamento crítico, mantendo ainda a paixão pelos games e cultura geek.Participou de podcasts reconhecidos, como o “Flow Podcast” e “Fora da Caverna”, onde discute ciência, tecnologia e cultura nerd. Atua ativamente em plataformas como YouTube e X (Twitter), onde compartilha insights sobre engenharia, nanotecnologia, games e o futuro da tecnologia.Considerado o primeiro Youtuber Gamer Engenheiro do Brasil, lidera o canal “Consoles e Jogos Brasil”, combinando análises técnicas e ludicidade em gameplays, reviews e debates sobre tecnologia gamer É graduado em Engenharia de Materiais, especialista em Metalurgia; Mestre em Ciência – com foco em Energia Nuclear; Doutorando em Nanotecnologia, investigando materiais avançados em escala nanométrica.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/engenheiroleooficialFelippe MonteiroFelippe Monteiro, o Pepê, é advogado, consultor e comentarista político. Ele tem mestrado em Direito em Harvard e em gestão e políticas públicas na FGV, tendo trabalhado nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro nos mais variados cargos.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/fnmonteiro/Alan GhaniAlan Ghani é um dos principais nomes da economia no Brasil, conhecido por sua atuação como economista, comentarista e professor. Doutor em Administração com ênfase em Finanças pela USP — com parte do doutorado realizado nos EUA —, também possui formação pela FGV e uma sólida trajetória no mercado financeiro e na mídia.Atualmente, é Economista-Chefe da MSX Invest e comentarista de economia e política na Jovem Pan. Já atuou em instituições como BTG, MCM Consultores, InfoMoney e participa frequentemente de grandes veículos como CNN, Globo e Estadão. Na academia, leciona em MBAs do Insper e ministra cursos para empresas como Itaú, Votorantim e CPFL. Ghani se destaca por sua capacidade de traduzir temas econômicos complexos para diferentes públicos.Redes Sociais:Instagram:https://www.instagram.com/alan_ghani/

Growthaholics
#287 - Networking que funciona: como se conectar com estratégia e autenticidade | Com Márcia Monteiro (CEO da Upik) e Monnaliza Medeiros (Partner & Portfolio Manager na Dealist)

Growthaholics

Play Episode Listen Later Jul 24, 2025 44:21


Networking bom não tem a ver com trocar cartões ou fazer pitch em todo evento. Tem a ver com construir relações genuínas, que geram valor real ao longo do tempo — mesmo quando não há uma “intenção de negócio” imediata.Neste episódio do Growthaholics, Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures, recebe duas embaixadoras do ACE Summit 2025 que são referência em relacionamento estratégico no ecossistema de inovação:

Renascença - As Três da Manhã
Branca de Neve - As Descobertas da Analógica

Renascença - As Três da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 21, 2025 5:25


Ana Galvão recorda "Branca de Neve", de João César Monteiro, um filme projetado quase inteiramente a negro. Revisitamos os clássicos anúncios aos quais já nos habituamos.

Business Stories for Small Business
Ep 193 From Dream to Deal: The Franchise Journey with Alex Monteiro from RevRatel

Business Stories for Small Business

Play Episode Listen Later Jul 7, 2025 27:04


Thinking about buying a franchise—but not sure where to start? Franchise consultant Alex Monteiro from RevRatel joins the show to share how he helps franchise candidates navigate the process with confidence. From evaluating franchise models to avoiding costly missteps, Alex offers a candid look at what it really takes to choose the right franchise and build a business that fits your goals and lifestyle.

Pânico
Fernando Holiday, Felippe Monteiro e Luiz Augusto D'Urso: Regulação das redes

Pânico

Play Episode Listen Later Jun 4, 2025 125:11


Os convidados do programa Pânico dessa quarta-feira (04) são: Fernando Holiday, Felippe Monteiro e Luiz Augusto D'Urso.Fernando HolidayFernando Holiday é ex-vereador de São Paulo, historiador, cientista político e autor do livro “Senzala Ideológica: a escravidão do negro no século XXI”. Atualmente estuda medicina e é consultor de comunicação política.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/fernandoholiday/Felippe MonteiroFelippe Monteiro é advogado, consultor e comentarista político. Ele tem mestrado em direito em Harvard, e em gestão e políticas públicas na FGV, tendo trabalhado nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro nos mais variados cargos.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/fnmonteiro/Luiz Augusto D'UrsoLuiz Augusto D'Urso é advogado especialista em Crimes Cibernéticos,professor de Direito Digital no MBA da FGV e presidente da Comissão Nacional de Cibercrimes da ABRACRIM.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/luizaugustodurso/

Pânico
Delegado Palumbo e Felippe Monteiro

Pânico

Play Episode Listen Later May 19, 2025 125:20


Os convidados do programa Pânico dessa segunda-feira (19) são Delegado Palumbo e Felippe Monteiro. Delegado PalumboMario Palumbo Junior nasceu em São Paulo no dia 16 de agosto de 1974. Filho de Mario Palumbo, um ex-padre italiano, e Margarida de Toledo Palumbo, ele cresceu em Araçatuba e Ribeirão Preto. Desde jovem, trabalhou como office boy e entregador de móveis, superando dificuldades financeiras até ingressar na faculdade de Direito em Ribeirão Preto.Inspirado pelo desejo de ser policial, Palumbo iniciou sua carreira na Polícia Civil de São Paulo, onde atuou por quase 20 anos. Começou como delegado plantonista no 47º DP, Capão Redondo, e, em 2002, integrou o Grupo de Operações Especiais (GOE), onde participou de operações notórias, como os ataques do PCC em 2006. Mais tarde, fez parte do Setor de Investigações Especiais e do GARRA, grupo especializado no combate a crimes de maior complexidade da Divisão de Operações Especiais, como roubos e tráfico de drogas e combate a quadrilhas e facções. Sob sua supervisão, o GARRA fez centenas de prisões e apreensões de armas e veículos.Além de seu trabalho operacional, Palumbo se destacou como defensor da Polícia Civil em entrevistas e críticas à fragilidade da legislação brasileira. Foi também pioneiro em programas de TV voltados para a realidade.Em 2020, foi eleito vereador de São Paulo com 118.395 votos, e em 2022, foi eleito deputado federal com 254.898 votos. Como parlamentar, Palumbo é comprometido com a segurança pública, o combate à corrupção e a defesa das vítimas.Ele é casado com Sabrina Moreira Palumbo, tem dois filhos, Giovanna e Antonello, e é conhecido por sua postura firme na política e na luta contra o crime organizado.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/delegadopalumbo/Felippe MonteiroFelippe Monteiro, o Pepê, é advogado, consultor e comentarista político. Ele tem mestrado em Direito em Harvard e em gestão e políticas públicas na FGV, tendo trabalhado nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro nos mais variados cargos. Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/fnmonteiro/