POPULARITY
Categories
¡PRECIO ESPECIAL HASTA EL 18 DE AGOSTO!
Hablamos de SAP con Nicolás Hernández, fundador de Crimson Consulting y creador de ABAPilot.Con más de 16 años en el ecosistema SAP, Nicolás construye hoy ABAPilot, un servidor MCP que mete la Inteligencia Artificial dentro de sistemas SAP ECC clásicos — sin BTP, sin RISE y sin esperar permiso de SAP. Hablamos de seguridad, licenciamiento, el nuevo perfil de "Forward Deployed Engineer", y de por qué hacer es mejor que acumular certificaciones.Notas completas del episodio, con todos los temas y enlaces:https://hablamosdesap.com/episodios/085-ia-aplicada-a-sap
✨ Si sientes que tu mente no para y quieres aprender a dirigirla de una manera más consciente, quiero invitarte a MENTE CREADORA, una experiencia que tendremos presencialmente en Ciudad de México y también en vivo por Zoom.Vamos a trabajar juntos para comprender nuestra mente, nuestros pensamientos y cómo utilizarlos de una forma más consciente en nuestra vida.
Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa a decisão histórica do Superior Tribunal de Justiça que determinou o afastamento do ministro Marco Buzzi por acusações de assédio e importunação sexual.
Comenzamos el programa conociendo el proyecto Mileva Games junto a José Álvarez, en una nueva edición de Emprendedores. Después analizaremos la actualidad internacional con Gonzalo Olmos, activista de Amnistía Internacional Asturias, poniendo el foco en las relaciones entre Estados Unidos e Irán. A continuación recuperaremos una nueva entrega de Conversaciones Intergeneracionales con Samuel Fernández de la Campa y Cesáreo Marqués. Seguidamente hablaremos sobre el eclipse del próximo 12 de agosto con Isaías Gonzalo. Después conoceremos la labor de la Fundación para el Fomento en Asturias de la Investigación Científica Aplicada y la Tecnología (FICYT) con su directora, Mercedes Díaz Somoano. Continuaremos acercándonos al Descenso Internacional del Sella junto a Félix Soto, secretario de su Comité Organizador. Para terminar, conversaremos con el historiador Pablo Martínez Corral.
Mtro. Luis Ángel Hurtado Razo, Director General de laConsultora Comunicación Política Aplicada.Tema: Lineamientos generales paraprotección de los derechos de las audiencias.
✨ Si este episodio despertó tu interés por el Tarot, quiero invitarte a recorrer este camino paso a paso.El primer paso es el curso online de Tarot Terapéutico, donde aprenderás las bases, el simbolismo y el lenguaje de los Arcanos desde una perspectiva de autoconocimiento.Y para quienes ya hayan cursado este primer nivel, también tenemos un Retiro de Tarot, una experiencia presencial para profundizar aún más en este camino.
Quatro minutos de atraso no ponto não justificam justa causa, decide Justiça do Trabalho em Uberlândia. Uma diferença de apenas quatro minutos acabou virando motivo de briga na Justiça do Trabalho. Um empregado de uma empresa de alimentos foi dispensado por justa causa depois de registrar no ponto quatro minutos além do limite da jornada de trabalho. A empresa alegou que ele tinha passado da jornada sem autorização, mas o juiz Celso Alves Magalhães, da 5ª Vara do Trabalho de Uberlândia, entendeu que a punição foi exagerada. Ficou comprovado que o relógio de ponto ficava longe do setor onde ele trabalhava e que o deslocamento até o local levava alguns minutos. Com isso, a Justiça anulou a justa causa e garantiu ao empregado os direitos de uma dispensa comum. A decisão foi mantida pela Décima Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
✨ Muchas personas me preguntan cómo aprender Tarot desde un lugar más consciente y profundo. Si este es un tema que te llama, te invito a conocer mi curso de Tarot Terapéutico.Una herramienta de autoconocimiento que puede ayudarte a comprender mejor tu vida, tus procesos y tus decisiones.
En entrevista telefónica con el comunicador Christian Lobo, el economista Nabor Carrillo analizó el impacto del alza arancelaria aplicada por Estados Unidos a Chile, la cual elevó la tasa del 10% al 12,5% tras detectar vacíos legales locales ante el trabajo forzoso.
La herida invisible: cuando la sentencia termina pero el sufrimiento continúa A través de la histórica presentación del documental "Vías Restaurativas" en el Auditorio de la Fundación MAPFRE en Madrid, la asociación P(A)T, junto a víctimas, causantes y expertos de la Universidad Ramon Llull, reclaman un cambio de paradigma en el asfalto: sustituir el frío castigo penal por un espacio de responsabilización y sanación profunda. Para el ciudadano común, las estadísticas de siniestralidad vial son números abstractos en un balance anual de la Dirección General de Tráfico (DGT). Sin embargo, desde que se iniciaron los registros históricos en España, más de 300.000 personas han perdido la vida sobre el asfalto. Detrás de esa ingente cifra hay 300.000 familias cuyas trayectorias vitales se quebraron para siempre de manera súbita. Ante este drama acumulativo, el sistema judicial convencional ofrece una respuesta penal necesaria pero insuficiente, que a menudo deja un vacío devastador en la salud mental y emocional de los afectados. En este contexto de búsqueda de respuestas humanas nace el documental "Vías Restaurativas", cuya esperada puesta de largo ha tenido lugar en el Auditorio de la Fundación MAPFRE (Calle Recoletos, 23, Madrid). El proyecto cinematográfico plasma en imágenes las conclusiones del riguroso estudio científico liderado por la Cátedra de Ética Aplicada de la Universidad Ramon Llull en colaboración con la asociación P(A)T (Prevención de Accidentes de Tráfico), una entidad pionera en España fundada en el año 1968 que lleva casi 60 años trabajando codo con codo tanto en la prevención como en el acompañamiento a quienes se quedan "rotos" tras el impacto. 1. El nexo del dolor: la historia de Enrique y Eduardo La labor de acompañamiento psicológico y humano de P(A)T, dirigida actualmente por la psicóloga Yolanda Domenech —quien acumula 22 años de entrega a la asociación—, ha obrado lo que muchos calificarían de milagro emocional: unir en un mismo espacio de diálogo constructivo a una víctima y a un causante de siniestros viales. • La herida de Enrique: Enrique Rodríguez llegó a P(A)T hace casi 20 años totalmente devastado tras la muerte en carretera de su hijo pequeño, Iván. Tras un año sumido en el silencio y la orfandad de apoyos, una llamada telefónica a Yolanda le devolvió el asidero que necesitaba para seguir viviendo. Años más tarde, Enrique encontró un sentido sanador al participar activamente ofreciendo su crudo testimonio en los cursos de recuperación de puntos de la DGT. No obstante, en su interior seguía latiendo una pregunta: ¿cómo sería la persona que arrebató la vida a su hijo? Enrique Rodríguez confesó durante la presentación del documental el tremendo impacto de este proceso: «He tardado 17 años en cerrar mi círculo del duelo. El día que conocí a Eduardo y lo vi de frente, vi a la primera persona del otro lado en estos 17 años. Al ver la dimensión del drama que tenía esa persona, te das cuenta de que nadie se levanta por la mañana con la intención de matar a nadie, pero por desgracia pasa. Esto ha sido cerrar el círculo de mi corazón». • El remordimiento de Eduardo: Eduardo Sánchez se dedicaba profesionalmente al transporte por carretera. Consumidor habitual de cannabis, en junio de 2017 emprendió una ruta de larga distancia sin el descanso necesario. El cansancio extremo y el positivo en THC actuaron como una bomba de relojería: Eduardo invadió el carril contrario y chocó de frente contra un turismo, matando al conductor en el acto y dejando a una niña huérfana. Eduardo fue condenado a 2 años y 7 meses de prisión y a 6 años de retirada de carné. 2. El veto de la abogacía y la paradoja carcelaria El caso de Eduardo ilustra a la perfección el choque entre la lógica fría de la justicia retributiva y las necesidades éticas de las personas. Inmediatamente después del accidente, Eduardo sintió la necesidad imperiosa de pedir perdón a la familia afectada. Sin embargo, su propia abogada le impuso un veto tajante a cualquier tipo de comunicación para proteger la estrategia del juicio penal. Este distanciamiento obligatorio deja la asunción moral en un limbo estéril. Aunque Eduardo cumplió su "obligación civil" en prisión, reconoce que la reclusión por sí sola no educa la responsabilidad. De hecho, el proceso más duro de su reconstrucción no fue la celda, sino los 7 años de terapia psicológica intensiva que requirió para tratar un cuadro severo de estrés postraumático, una culpa devoradora que le impedía hablar del accidente sin romper a llorar. «La prisión es un trámite. Pero mi verdadero castigo ha sido ver los primeros pasos de mi hija a través del cristal de un locutorio o saber que el principal recuerdo de infancia de mi hijo mayor es el estremecedor sonido metálico de las puertas de la cárcel cerrándose tras de ti cuando te iba a visitar», confiesa Eduardo. 3. Del estudio científico al impacto de la gran pantalla La "madrina" del proyecto, Yolanda Domenech, recalca que el documental es el resultado de un riguroso trabajo en equipo que busca sacar la ciencia social de los cajones académicos y llevarla directamente al corazón del público: «Era fundamental que lo que estábamos estudiando junto a la Cátedra de Ética Aplicada de la Universidad Ramon Llull se pudiera ver de alguna manera. Si no, se queda en un documento escrito de un informe que te lees y ya está. Pero cuando tú ves y escuchas a las víctimas, a los causantes y a los expertos en primera persona, ahí todo cambia de forma radical». Por su parte, Ana María Indiamo insiste en que el documental ofrece una vía para que las víctimas encuentren un espacio de expresión y los causantes inicien su proceso de restauración moral: «La justicia restaurativa pone todas las herramientas para ayudar a las víctimas en su duelo y para que los victimarios también se restauren, pero sobre todo para que comprendan la magnitud de lo que han hecho y no lo vuelvan a repetir. Se trata de humanizar el proceso posterior al siniestro de tráfico y de transformar el dolor». [Image of El filósofo Guillem Martí analizando los datos del estudio sobre justicia restaurativa] 4. El crisol académico de las voces del dolor Guillem Martí, investigador de la Cátedra de Ética Aplicada de la Universidad Ramon Llull, ha sido el encargado de coordinar la base de datos, entrevistas cualitativas y el marco científico del estudio. Destaca que la gran virtud de la pieza cinematográfica es su carácter coral: «El documental combina testimonios de personas expertas del ámbito judicial y de la justicia restaurativa, creando un auténtico crisol de voces armónicas que piden una respuesta más humana al dolor. Escuchamos las historias en primera persona y tiramos de ese hilo. Es vital entender que los causantes, sin restarles un ápice de responsabilidad penal, también arrastran secuelas de dolor y sufrimiento psicológico sumamente severas». La decisión de salvar vidas no admite excusas La justicia ordinaria dicta sentencias, pero no repara el alma. La verdadera magia de la justicia restaurativa se revela en el encuentro entre Eduardo y Enrique. Aunque Eduardo no causó el siniestro del hijo de Enrique, conversar y mirarse a los ojos obró una curación emocional que ninguna indemnización de las aseguradoras podría lograr. Eduardo y Enrique se consideran hoy prácticamente familia, demostrando que de las cenizas de la carretera puede brotar un compromiso inquebrantable con la vida y la verdad. El documental concluye con un mensaje demoledor que apela directamente a la responsabilidad individual de cada conductor que se pone al volante: «Todo el mundo nos creemos que somos buenos conductores, todos. Pero tenemos que pensar que nosotros, con nuestra actitud, podemos quitarle la vida a alguien ahí afuera. Matamos a 5 personas todos los días, 35 cada semana y 150 cada año en nuestras carreteras. A cualquiera de nosotros nos puede pasar y cualquiera de nosotros podemos ser el causante. No lo banalicemos. Morir en la carretera parece que sea una muerte natural, pero no lo es: es una muerte violenta y evitable. Es una decisión propia. La ley es insuficiente para curar el remordimiento, el resentimiento, el rencor o la culpa. El odio solo daña al que lo siente; esto no va de perdón, va de responsabilización. Es indispensable abrir ámbitos restaurativos para que el dolor se transforme en amor». Hasta aquí el programa de hoy del podcast de seguridad vial y educación vial. ¿Quieres escuchar episodios anteriores sobre seguridad en moto? • P138 100 tramos más peligrosos para motoristas https://go.ivoox.com/rf/72292314 • P154 Hugo de 14 años muere en el campeonato Europeo de motociclismo. https://go.ivoox.com/rf/73574655 • P167 Muere un guardia civil en accidente de tráfico y más https://go.ivoox.com/rf/74291636 • P176 Motos sin ITV https://go.ivoox.com/rf/75543112 • P262 Seguridad Vial en moto No me llames paquete https://go.ivoox.com/rf/93733543 • P289 Caídas en quad o moto y la importancia de la equipación adecuada. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101146657 • P300 Seguridad vial en moto en el Dakar https://go.ivoox.com/rf/101515123 • P327 Seguridad vial en moto, formación conducción, compra de equitación y exigir la retirada de guardarraíles asesinos https://go.ivoox.com/rf/105221622 • P376 seguridad vial en moto, episodio 5 del verano de seguridad en Onda Cero https://go.ivoox.com/rf/114152759 • P470 La seguridad vial en moto a debate https://go.ivoox.com/rf/126752010 • P566 chaleco airbag moto para la atgc https://go.ivoox.com/rf/135729959 • P557 4000 motos en la manifestación motera por la seguridad vial https://go.ivoox.com/rf/134812092 • P601 charla de seguridad vial en la concentración motorista La Leyenda en Cantalejo https://go.ivoox.com/rf/137929200 • P610 motoristas maltratados por Juan Carlos toribio en la concentración La Leyenda https://go.ivoox.com/rf/139115892 • P656 que sucede con la seguridad de los motoristas https://go.ivoox.com/rf/149781060 • P663 DGT pone en marcha los cursos de conducción segura y eficiente para conductores de motocicletas y turismos https://go.ivoox.com/rf/151800964 ¿Quieres escuchar episodios anteriores sobre seguridad en Euro NCAP? • P22 Seguridad infantil en Euro NCAP 2020 https://go.ivoox.com/rf/60410726 • P31 La seguridad infantil de los 7 coches ensayados en Euro NCAP 2020 https://go.ivoox.com/rf/63999896 • P119 En AutoFM hablamos del origen de lo que hoy es Euro NCAP https://go.ivoox.com/rf/70766776 • P192 Hyundai Ioniq 5 en Euro NCAP https://go.ivoox.com/rf/77624794 • P200 El coche más seguro para niños según Euro NCAP https://go.ivoox.com/rf/79810679 • P278 ¿Qué es EuroNCAP? https://go.ivoox.com/rf/97118681 • P320 Seguridad EuroNCAP en el Lexus RX https://go.ivoox.com/rf/104093361 • P325 Cupra en Euro NCAP seguridad made in Spain https://go.ivoox.com/rf/104841125 • P353 Euro NCAP y la seguridad de nuestros vehículos https://go.ivoox.com/rf/111970962 • P413 Etiquetas de seguridad en EuroNCAP https://go.ivoox.com/rf/121984964 • P426 BMW Serie 5 en EuroNCAP https://go.ivoox.com/rf/121989858 • P525 el coche más seguro en euro ncap 2023-24 https://go.ivoox.com/rf/132581951 • P617 euro ncap deepal s07 https://go.ivoox.com/rf/143237685 • P619 Xpeng pasa por Euro NCAP https://go.ivoox.com/rf/143237909 • P621 NIO EL6 en EuroNCAP https://go.ivoox.com/rf/143595669 • P655 Euro NCAP Jaecoo 7 https://go.ivoox.com/rf/149781056 • P672 Cupra Terramar en Euro NCAP 2025 https://go.ivoox.com/rf/153997907 • P674 Voyah COURAGE en Euro NCAP 2025 https://go.ivoox.com/rf/155203658 • P682 Euro NCAP 2022 vs 2025 https://go.ivoox.com/rf/157256238 • P683 Mini Cooper E en Euro NCAP 2025 https://go.ivoox.com/rf/157259235 ¿Quieres escuchar episodios anteriores sobre patinetes eléctricos (VMP) y su influencia en la educación vial y seguridad vial? • VMP o los patinetes eléctricos (13-11-2020) https://go.ivoox.com/rf/58970634 • P29 200€ de multa a los patinetes que circulen por la acera (19-1-2021) https://go.ivoox.com/rf/63999858 • P39 El 80% de los accidentados en patinete eléctrico iban sin casco. https://go.ivoox.com/rf/64652023 • P88. En la sección de RiveKids dentro de AutoFM hablamos de atropellos de niños con patinete eléctrico VMP https://go.ivoox.com/rf/68488690 • P134 Tráfico dice que se va a poner duro con patinetes y bicicletas https://go.ivoox.com/rf/71998645 • P205 certificado para VMP y manual de características del patinete eléctrico https://go.ivoox.com/rf/81250012 • P222 Normativa del patinete eléctrico en Onda Cero https://go.ivoox.com/rf/86695954 • P228 El patinete eléctrico no es un juguete en Auto FM https://go.ivoox.com/rf/87765635 • P329 lista de patinetes eléctricos certificados por la DGT https://go.ivoox.com/rf/105222377 • P449 Se prohíbe el patinete eléctrico en el metro de Bilbao https://go.ivoox.com/rf/124482727 • P555 Los patinetes de alquiler son ilegales https://go.ivoox.com/rf/134811973 • P718 Antonio Ordúñez y Rubén Martínez, Policía Municipal de Madrid https://go.ivoox.com/rf/163947642 • P742 Patinetes eléctricos- seguridad y fallos con la Policía Municipal de Madrid https://go.ivoox.com/rf/166946620 ¿Quieres escuchar episodios anteriores sobre cómo la DGT afronta la educación vial y seguridad vial? • P47 La DGT recauda más de un millón de euros al día en multas https://go.ivoox.com/rf/65042824 • P68 2.880 conductores fueron denunciados dos o más veces en un mismo año por no llevar el cinturón de seguridad. https://go.ivoox.com/rf/66793732 • P72 La otra cara del rescate en carretera. DGT https://go.ivoox.com/rf/67030950 • P78 ¿Por qué nos denuncia la DGT en España? https://go.ivoox.com/rf/67470851 • P85 los tribunales anulan la mitad de las multas que pone la DGT. https://go.ivoox.com/rf/68027004 • P189 Cómo adelantar con seguridad https://go.ivoox.com/rf/76818386 • 6 puntos por usar el móvil al volante y más cambios de la DGT. https://go.ivoox.com/rf/60394281 • P383 ¿Hay que abrochar el cinturón de seguridad incluso sin ocupantes en las plazas traseras? https://go.ivoox.com/rf/115775880 • P444 Ocurrencias de la DGT en 2024 https://go.ivoox.com/rf/124103189 • P559 estrategia de país en la seguridad vial https://go.ivoox.com/rf/134812303 • P447 Propuestas de la DGT para bajar fallecidos en carretera https://go.ivoox.com/rf/124482117 • P456 La DGT incumple la promesa de retirar la Ley de tráfico si aumentaban los fallecidos https://go.ivoox.com/rf/124862871 • P494 La DGT frena los cambios del carnet de conducir https://go.ivoox.com/rf/130588417 • P538 En un accidente no se multiplica el peso como dice la DGT https://go.ivoox.com/rf/133370042 • P559 estrategia de país en la seguridad vial https://go.ivoox.com/rf/134812303 • P564 la seguridad en los adelantamientos https://go.ivoox.com/rf/135729856 • P633 La DGT controla a los conductores profesionales https://go.ivoox.com/rf/144450395 • P569 la DGT hace campanas de buenismo con los patinetes https://go.ivoox.com/rf/135730039 ¿Quieres escuchar episodios anteriores del podcast de educación vial y seguridad vial? • P6 Coronavirus y Seguridad Vial https://go.ivoox.com/rf/49513283 • P169 Seguridad vial en Onda Cero https://go.ivoox.com/rf/74292123 • P125 ¿Isofix en un SsangYong Rodius? Y mucha más seguridad vial https://go.ivoox.com/rf/71289331 • P196 Seguridad vial para bebés prematuros y CIPSEVI https://go.ivoox.com/rf/78652365 • P168 Sin ruedas no hay seguridad vial https://go.ivoox.com/rf/74292023 • P182 La educación vial en El Enfoque, Onda Madrid https://go.ivoox.com/rf/76018355 • P7 Mascarillas y guantes son al coronavirus lo que el cinturón de seguridad y los SRI a la violencia vial https://go.ivoox.com/rf/50038459 • P197 Estudio sobre la inseguridad vial en el contenido de las series en Capital Radio https://go.ivoox.com/rf/78897119 • P565 la mayoría de gente no usa el cinturón de seguridad https://go.ivoox.com/rf/135729932 • P561 4 de cada 10 conductores dan positivo en drogas https://go.ivoox.com/rf/134812530 • P541 La DGT no sabe dónde hay más de 650 millones de euros https://go.ivoox.com/rf/133580231 ¿Quieres escuchar episodios anteriores del podcast de seguridad vial en el Dakar? • P290 Lluvia torrencial, helicópteros que no pueden volar y buggies en medio de riadas. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101146767 • P291. Señalización de accidentes en la carrera más dura del mundo. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101146815 • P295 Exceso de velocidad, radar, sanción y distancia de frenado. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101147162 • P297 Muere atropellado por conseguir la mejor foto. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101514720 • P302 El Dakar 2023 da una lección de seguridad vial. La velocidad no mata, matan otras cosas. Seguridad vial Dakar https://go.ivoox.com/rf/101515334 • P301 Seguridad Vial con Manolo Plaza en el Dakar y en la vida. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101515325 • P300 La seguridad vial en moto en el Dakar y en las carreteras españolas. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101515123 • P294 Cansancio y fatiga extrema en competición. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101147100 • P296 ¿Es más seguro un chasis tubular? Biomecánica del impacto y aceleraciones en la seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101514635 • P288 Arco antivuelco o jaula de seguridad. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/100776113 • P293 Hans. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101146904 • P292. Pos seguridad después de un vuelco o un accidente ¿qué hacer?. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101146866 • P287 Arnés vs cinturón de seguridad. Seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/100775999 • P299 Conducir sin luna en la seguridad vial Dakar 2023 https://go.ivoox.com/rf/101515049 • P298 Fallece atropellado un aficionado que estaba viendo el Dakar 2023. Seguridad vial dentro y fuera de la competición https://go.ivoox.com/rf/101514818 • P430 Prologo Dakar 2024, seguridad vial https://go.ivoox.com/rf/122182887 • P438 Etapa 10 Dakar 2024 competición vs vida real en la señalización https://go.ivoox.com/rf/123338733 • P435 Etapa 5 Dakar 2024, la fatiga https://go.ivoox.com/rf/122440640 • P440 Etapa de descanso Dakar 2024 los twit de la DGT https://go.ivoox.com/rf/123339096 • P439 Etapa 11 Dakar 2024 adelantamientos extremos https://go.ivoox.com/rf/123338820 • P436 Atropello de un espectador en el Dakar 2024 https://go.ivoox.com/rf/122440725 • P434 Etapa 4 seguridad jurídica y excesos de velocidad en el Dakar 2024 https://go.ivoox.com/rf/122440464 • P431 Etapa 1 Dakar 2024, espectador atropellado https://go.ivoox.com/rf/122229047 • P432 Etapa 2 Dakar 2024, jaula de seguridad y Carles Falcón https://go.ivoox.com/rf/122229139 • P433 Etapa 3 Dakar 2024, los 3 impactos de un accidente https://go.ivoox.com/rf/122440325 • P589 De qué hablar en la sección de Seguridad Vial del Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137490937 • P590 Mástil con bandera roja para evitar accidentes Seguridad vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137490988 • P591 La jaula de seguridad rota 2mm deja sin carrera a Laia Seguridad Vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137491029 • P592 Sanciones por exceso de velocidad Seguridad Vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137928364 • P593 Análisis detallado sobre la seguridad del Dakar desde que está la FIA https://go.ivoox.com/rf/137928477 • P594 ¿Puedes correr el Dakar con una mano en la cabeza y otra en el volante? https://go.ivoox.com/rf/137928601 • P597 homenaje a los fallecidos en carrara a lo largo de la historia del Rally Dakar https://go.ivoox.com/rf/137928934 • P598 Amortiguador en el asiento para mejorar la seguridad en impactos verticales. Seguridad Vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137929049 • P599 El riesgo de tener objetos sueltos en el interior del coche. Seguridad Vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137929115 • P602 Salir de una poza en el desierto Seguridad Vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137929280 • P603 Que es el Hans como elementos de seguridad en competición Seguridad Vial Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/137930032 • P604 ropa interior ignifuga en la seguridad vial del Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/139115568 • P605 Asistir accidentes en el Dakar 2025 y en la vida diaria, conducta PAS Seguridad Vial https://go.ivoox.com/rf/139115645 • P606 La FIA y el reglamento para la jaula de seguridad en la seguridad vial del Dakar 2025 https://go.ivoox.com/rf/139115689 • P607 Mira más por la seguridad de los pilotos del Dakar la FIA o los fabricantes y equipos https://go.ivoox.com/rf/139115737 ¿Quieres escuchar episodios anteriores del podcast sobre la baliza V16? • P285 Señal baliza v16 conectada. https://go.ivoox.com/rf/100774119 • P600 hasta el 1 de enero de 2026 no es obligatoria la baliza luminosa V16 https://go.ivoox.com/rf/137929142 • P732 luces y sombras de la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/165223286 • P734 Buzón oyente sobre la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/165223466 • P737bis Hablando de la baliza V16 en canal sur radio https://go.ivoox.com/rf/165912406 • P758 que no te timen con la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/167256200 • P740 Baliza v16 en Cope https://go.ivoox.com/rf/165913673 • P743 las FFCCSS también exponen las deficiencias de la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/166946989 • P746 la Baliza V16 en Vive Radio https://go.ivoox.com/rf/166947670 • P759 reaccionamos a las declaraciones del director de la DGT sobre la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/167256257 • P762 Seguridad Vial en el Dakar VS Baliza V16 etapa 3 https://go.ivoox.com/rf/167257005 • P764 A vueltas con la Baliza V16 https://go.ivoox.com/rf/167259142 • P765 Seguridad Vial Dakar 2026 etapa 7 https://go.ivoox.com/rf/167259191 • P769 Seguridad vial Dakar 2026 etapa 12 https://go.ivoox.com/rf/167259427 • P771 Baliza V16 conectada, seguimos desmontando la chapuza https://go.ivoox.com/rf/167259551 • P782 la primera multa por no tener la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/168385620 • P736 Josema Vallejo nos da su opinión de la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/165223818 • P786 CERMI pide integración en la normativa de la Baliza V16 https://go.ivoox.com/rf/170170285 • P789 qué saben los niños de la baliza V16 https://go.ivoox.com/rf/170171341 • P790 ¿Puede Europa eliminar la Baliza V16 de España? https://go.ivoox.com/rf/170171460 • P791 5 fallecidos más atropellados en carretera en febrero 2026 con la baliza v16 https://go.ivoox.com/rf/170171491 “El verdadero viaje es el que termina como comenzó, con felicidad e inocencia” Feliz viaje hasta el próximo programa. _______________________________________
Entrevista - Diego Sanjurjo - Gerente del Área de Estadística y Criminología Aplicada de Interior by En Perspectiva
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
En este episodio analizamos qué buscan realmente los dueños y por qué pagan por ciertas soluciones con I.A. Este análisis está diseñado para dueños de negocios y gerentes comerciales que quieren entender el panorama actual de la inteligencia artificial ventas. Exploramos cómo las pymes están adoptando tecnología, cuáles son sus necesidades reales y qué factores determinan su decisión de inversión en herramientas digitales.
✨ Muchas personas me preguntan cómo desarrollar su intuición, comprender mejor sus sueños y conectar con una percepción más profunda de la realidad.Por eso, este año estaremos en Monterrey con el taller "Glándula Pineal - Expande tu Percepción". Será un espacio para explorar la intuición, los símbolos y la conexión con nuestro mundo interior.
El investigador Francisco Martín Goycoolea, del departamento de biología celular e histología de la Universidad de Murcia, explica un proyecto financiado por la Fundación Séneca. Utilizan quitosano, un polímero extraído del exoesqueleto de crustáceos, para crear hidrogeles que ayudan a cicatrizar heridas en doradas y lubinas. Esta iniciativa fomenta la economía circular y busca reducir el uso indiscriminado de antibióticos en las piscifactorías.Rafael Berenguer, profesor de ingeniería de telecomunicaciones de la UCAM. Presenta un balón medicinal sensorizado, patentado por la universidad hace ocho años, que mide la potencia mecánica para optimizar el entrenamiento y prevenir lesiones. Berenguer destaca el potencial de la Región de Murcia en tecnología aplicada al deporte y menciona aplicaciones futuras en fisioterapia.Hallazgos en la Cueva Negra de Caravaca. El codirector Mariano López destaca el hallazgo de un hueso maxilar de un oso extinguido, mientras que el profesor Michael Walker recuerda la importancia del sitio por albergar el fuego más antiguo de Europa. Pablo García-Conde Ortiz, un joven de 21 años y estudiante de ingeniería aeroespacial en la Universidad de Delft. Pablo ha sido seleccionado para trabajar en el JPL de la NASA en proyectos de inteligencia artificial aplicada a la exploración espacial. Durante la charla, se realiza un llamamiento para conseguir un patrocinio de 12.000 euros necesario para cubrir su estancia de seis meses en Pasadena.
Muchas veces creemos que la espiritualidad es aprender más, cuando en realidad también implica desaprender, observarnos y vivir con más consciencia.Si sienten el llamado a profundizar en este camino, aquí les dejo la información del curso de Espiritualidad Aplicada. Me encantará acompañarlos en este proceso. ❤️
Painel – IA aplicada à gestão de licenciamento ambiental no setor de energia: como transformar complexidade regulatória em eficiência operacional Karinne Siqueira | Axia Energia Leandro Fernandes | BIP Brasil Domenico Machado | Google Cloud Jader Fernandes | Axia Energia
E se as dúvidas dos seus clientes fossem o melhor mapa para evoluir o seu produto? Neste conteúdo, recebemos Klaus Riffel, CEO da doc9. Ele mostra como a empresa passou a capturar, sumarizar e priorizar as dúvidas da base com inteligência artificial, transformando o que antes era só custo de atendimento em direção de roadmap. O resultado aparece no indicador: o ticket de dúvidas por milhão de acessos caiu de 1.200 para 280. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Dúvidas dos clientes;Priorização de roadmap;Clusterização;Ticket de atendimento;Inteligência de produto;Geração de valor;Eficiência operacional;Decisão orientada a dados.Ficou curioso? Então, dê o play!Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
✨ La relación que tenemos con el dinero muchas veces refleja la relación que tenemos con nosotros mismos.Si quieres profundizar en este tema y transformar tu manera de vivir la abundancia, te comparto la información de mi curso "Tu Relación con el Dinero".
Han comparecido "los ministros" Jaime García Cantero y Nuño Domínguez con la última hora de la ciencia y la tecnología para comentar por ejemplo, a vueltas con el terremoto de Venezuela, como la IA o imágenes del espacio pueden predecir terremotos y ayudar al envío de alertas o, por ejemplo, cómo el poder político se está infiltrando en Hollywood y las tecnologías. Además hemos echado el cierre al Club de amigos y Amigas Alegres con la visita de Eva Amaral, Javier Ocaña nos cuenta las últimas novedades en el cine y Ainhoa Aguirregoitia nos habla de cómo la botánica se puede aplicar a la gastronomía, poniendo como ejemplo a la Sierra de Mariola, ubicada entre Valencia y Alicante
En Capital Intereconomía, la Tertulia Capital analiza la actualidad económica y financiera junto a Carlos Tobías, abogado; Antonio Díaz Morales, consejero independiente en empresas de Educación; y Gonzalo Atela, abogado de Zunzunegui Securities Lawyers. La mesa debate sobre el crecimiento del número de grandes patrimonios en España, que aumenta cerca de un 30%, y analiza las implicaciones que este fenómeno tiene para la inversión, el consumo y la economía. También ponemos el foco en las conclusiones del Foro del BCE en Sintra, donde Christine Lagarde considera que los riesgos sobre la inflación se han moderado, alejando la posibilidad de nuevas subidas de tipos en la zona euro. Otro de los asuntos protagonistas es el estreno de Kevin Warsh al frente de la Reserva Federal. Analizamos el tono más restrictivo adoptado por el nuevo presidente de la Fed, que anuncia una nueva etapa en la política monetaria estadounidense y refuerza su perfil de "halcón" en la lucha contra la inflación. Además, repasamos el relevo en la Agencia Tributaria tras la salida de su directora y de otros dos altos cargos, y las posibles implicaciones para la gestión fiscal en España. En la Entrevista Capital hablamos con José María O'Kean, catedrático de Economía Aplicada de la Universidad Pablo de Olavide, para analizar el debut de Kevin Warsh como presidente de la Reserva Federal en el Foro del BCE celebrado en Sintra. Abordamos las diferencias entre la estrategia de la Fed y la del BCE, las perspectivas para los tipos de interés y el impacto que estos mensajes pueden tener sobre la economía y los mercados financieros. Por último, repasamos la preapertura de las bolsas europeas junto a Francisco Simón, responsable europeo de Estrategia de Asset Allocation en Santander Asset Management, que analiza las principales referencias económicas y empresariales que marcarán el inicio de la sesión.
En Capital Intereconomía, la Tertulia Capital analiza la actualidad económica y empresarial junto a Félix Aguado, socio director de Transaction Services de Arcae Consulting; Ignacio García de Vinuesa, economista; y Eduardo Abad, presidente de UPTA. La mesa debate sobre la operación con la que ING ultima la compra del 40% de Singular Bank para reforzar su posición en el negocio de banca privada en España y analiza la evolución del crédito, en un contexto en el que desciende el número de morosos, aunque aumenta el volumen de deuda pendiente. También abordamos el recurso ante el Tribunal Supremo sobre la regularización extraordinaria de inmigrantes y las implicaciones económicas y sociales que podría tener esta medida. En la Entrevista Capital hablamos con Miguel Ángel García Díaz, doctor en Economía y profesor de Economía Aplicada de la Universidad Rey Juan Carlos, para analizar el impacto económico de la regularización de hasta 1,2 millones de inmigrantes y sus efectos sobre la actividad económica, el empleo y los servicios públicos. Durante la conversación también abordamos las nuevas medidas para incentivar el retraso voluntario de la jubilación, la caída de la tasa de ahorro de los hogares hasta su nivel más bajo de los últimos tres años y la fuerte subida del precio de la vivienda, que registra su mayor ritmo de crecimiento desde la burbuja inmobiliaria. Además, analizamos la entrada en vigor en la Comunidad de Madrid de la bonificación del 99% en el Impuesto de Sucesiones para la empresa familiar y las implicaciones de la decisión del Tribunal Supremo de Estados Unidos sobre la ciudadanía por nacimiento. Por último, repasamos la preapertura de las bolsas europeas junto a David Cortina, responsable de Renta Variable de Santander Private Banking, que analiza las principales referencias económicas y empresariales que marcarán la sesión.
✨ Si te interesa aprender a interpretar el tarot como una herramienta de autoconocimiento, crecimiento y acompañamiento terapéutico, te invito a conocer mi curso de Tarot Terapéutico.Más información aquí:
En Capital Intereconomía, la Tertulia Capital analiza la actualidad política, económica y geopolítica junto a Ismael García de Santos, analista geopolítico; Agustín Baeza, consultor de Asuntos Públicos y miembro de los 100 de COTEC; y José Ramón Álvarez, profesor de la Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales. La mesa debate sobre la situación política en España tras la petición de dimisión del presidente del Gobierno por parte de la mayoría de los grupos parlamentarios y la decisión de Pedro Sánchez de mantenerse al frente del Ejecutivo. También analizamos el impacto que la incertidumbre política puede tener sobre la economía y la confianza empresarial. En el ámbito internacional, el foco se sitúa en la OTAN y en el creciente debate sobre el gasto en defensa. Abordamos las críticas de Donald Trump a varios aliados europeos, entre ellos España, y el compromiso de países como Alemania, Francia, Reino Unido, Italia y Polonia para reforzar su inversión militar. Además, analizamos los retos que afronta el proceso de rearme europeo, entre ellos la escasez de mano de obra especializada. La tertulia también pone el foco en las propuestas económicas que llegan desde Bruselas, como la eliminación de determinados impuestos que gravan los movimientos de capital entre multinacionales o la deducción fiscal íntegra del gasto en I+D. Asimismo, repasamos las demandas de la CEOE para consolidar una rebaja permanente de impuestos y las advertencias del sector de la construcción sobre el impacto que el incremento de costes puede tener en la ejecución de obra pública. En la Entrevista Capital hablamos con Antonio Fonfría, profesor de Economía Aplicada de la Universidad Complutense y experto en economía de defensa, para analizar las conclusiones de la reunión mantenida entre Donald Trump y el secretario general de la OTAN, Mark Rutte. Analizamos el nuevo escenario del gasto en defensa, el papel que desempeñará Europa en los próximos años y las implicaciones económicas e industriales del refuerzo de las capacidades militares del continente. Por último, repasamos la preapertura de las bolsas europeas junto a Francisco Simón, responsable europeo de Estrategia de Asset Allocation en Santander Asset Management, que analiza las principales referencias económicas y financieras que marcarán la sesión.
✨ Si te interesa profundizar en la sabiduría ancestral de Egipto, la evolución de la consciencia y el camino de la ascensión, te invito a conocer el curso “Enseñanzas Egipcias para la Ascensión”.Un espacio para explorar conocimientos milenarios y herramientas de transformación interior.
La situación judicial del expresidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, se complica con un abanico de posibles delitos que van más allá del fraude fiscal y el contrabando. En una entrevista en el programa 'Herrera en COPE' con Jorge Bustos, el catedrático de Derecho Procesal, Nicolás González Cuéllar, ha desgranado las implicaciones legales a las que se enfrenta Zapatero, subrayando que su derecho a no declarar podría tener consecuencias perjudiciales.González Cuéllar ha explicado que, si bien Zapatero está amparado por el derecho a no declarar y a no confesarse culpable, recogido en el artículo 24.2 de la Constitución, esta estrategia no es neutra. Según el catedrático, si en una causa existen graves indicios incriminatorios, como la incautación de joyas de un valor elevadísimo, y el investigado “se abstiene de dar una explicación alternativa razonable”, la inferencia lógica puede llevar a formar la convicción judicial en su contra.El silencio, por sí ...
INFORMES RETIRO para APRENDER “Reiki y Armonización Energética” junto al mar en Cancún
Por que reunir informações para decidir virou um processo tão complexo na sua empresa? Neste conteúdo, recebemos Guilherme Flora Garcia, Cientista de Dados na dti digital. Ele compartilha como uma empresa de saúde e nutrição animal superou a fragmentação de dados e conseguiu implementar soluções de inteligência artificial que geram alertas precoces, evitando perdas financeiras significativas. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Dados fragmentados;Data Lakehouse;Databricks;Data Mesh;Governança centralizada;Infraestrutura automatizada.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (01): O segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia está definido e será marcado por uma forte polarização política. A votação ocorrerá em 21 de junho e colocará frente a frente o candidato conservador Abelardo de la Espriella e o governista Iván Cepeda. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas está em análise no Senado Federal após ser aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. O texto estabelece a garantia de pelo menos dois dias de descanso por semana e prevê um período de transição para adaptação das empresas e trabalhadores. O estado de São Paulo registrou em 2024 a menor taxa de homicídios do país, segundo o Atlas da Violência 2026, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O índice paulista ficou em 6,6 mortes por 100 mil habitantes, abaixo de Santa Catarina, que registrou 8,1, e do Distrito Federal, com 10,3. A média nacional foi de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes. O levantamento também mostra que São Paulo ocupa a primeira posição no ranking desde 2015 e acumulou uma redução de 53,2% na taxa de homicídios ao longo do período, uma das maiores quedas observadas entre as unidades da federação. Pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No cenário testado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 40%. Os votos brancos e nulos somam 8%, e 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O governo do Irã afirmou que qualquer acordo com os Estados Unidos para encerrar o atual conflito dependerá da implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. Durante entrevista coletiva, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, declarou que a interrupção das operações militares de Israel em território libanês é uma condição essencial para o avanço das negociações. Baghaei também acusou Washington de continuar violando entendimentos firmados com Teerã e afirmou que o país adotará todas as medidas consideradas necessárias para proteger sua segurança nacional. O avanço dos casos de Ebola em algumas regiões do mundo tem gerado preocupação internacional, mas autoridades de saúde destacam que o risco de uma epidemia no Brasil é considerado baixo. A doença é altamente grave e pode causar surtos localizados, exigindo monitoramento constante e protocolos rigorosos de vigilância sanitária. Para esclarecer quais são os principais sintomas, formas de transmissão, medidas de prevenção e o nível de risco para a população brasileira, a Jovem Pan entrevista o médico infectologista Jean Gorinchteyn. O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, comentou as conversas com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre uma possível composição da centro-direita para as eleições de 2026. Durante agenda no Rio Grande do Sul, Caiado afirmou que o objetivo é evitar a fragmentação do campo político e construir uma convergência capaz de fortalecer o grupo em um eventual segundo turno. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação para investigar suspeitas de fraude e desvio de recursos envolvendo o Instituto Conhecer Brasil, ONG responsável por um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalação de wi-fi público na cidade. O instituto pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go UP Entertainment, responsável pela produção do filme Dark Horse. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados à empresária e também na Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação de São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hermosa comunidad
Seus relatórios mostram números, mas não dizem o que fazer com eles? Neste conteúdo, Jonatha Fabricio, Desenvolvedor de Software na dti digital, compartilha um case de um motor de IA que transforma dados brutos de vendas, metas e estoque em recomendações executivas claras. Na prática, isso reduz de horas para segundos o tempo entre análise e decisão. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Recomendações automatizadas;Governança de dados;Tempo de análise;Padronização de insights.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
Qué emoción poder compartirles esto
Muchos me han preguntado últimamente sobre Reiki, energía y cómo empezar a conectar más profundamente con este tipo de prácticas
INFORMES CURSO "NIÑO INTERIOR" ❤️PRESENCIAL Y ONLINEhttps://ferbroca.com/mascaras-heridasEn este episodio quiero hablarles de algo profundamente importante para mí: la conexión con Dios.Durante mucho tiempo me costó usar esa palabra públicamente porque no quería que se entendiera desde una idea limitada o desde una etiqueta. Pero con el tiempo entendí que, más allá del nombre, muchas personas sentimos la necesidad de conectar con algo más grande que nosotros mismos.Algunos lo llaman Dios, otros universo, energía, consciencia, vida… y está bien. Este episodio no se trata de religión ni de imponer una manera de creer, sino de recordar la importancia de confiar, de abrir el corazón y de volver a conectar con esa presencia que muchas veces olvidamos en medio del ruido, el miedo y la vida cotidiana.También comparto una meditación profunda para ayudarte a regresar a esa esencia, a ese espacio interno donde puedes sentir más calma, más guía y más conexión contigo y con algo mucho más grande.Ojalá este episodio te acompañe y te recuerde que incluso en los momentos difíciles, no estás solo.CURSOS Y TALLERES ONLINE
Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.
INFORMES CURSO "NIÑO INTERIOR" ❤️PRESENCIAL Y ONLINEhttps://ferbroca.com/mascaras-heridasEn este episodio, Fer Broca habla sobre las heridas de la infancia y cómo comenzar a sanarlas, un tema fundamental para entender muchas de nuestras reacciones, decisiones y formas de relacionarnos en la vida adulta.Las experiencias que vivimos en los primeros años dejan una huella profunda. Muchas veces, sin darnos cuenta, seguimos reaccionando desde esas heridas, repitiendo patrones o protegiéndonos de formas que ya no necesitamos.A lo largo del episodio se explora cómo identificar estas heridas, cómo reconocer las formas en que se manifiestan hoy y por qué sanar no significa borrar el pasado, sino relacionarte de una manera distinta con él.También se comparten reflexiones para empezar a construir una relación más consciente contigo mismo, desde un lugar de mayor claridad, responsabilidad y presencia.Un episodio para observar tu historia con más profundidad y dar pasos reales hacia una vida más libre.CURSOS Y TALLERES ONLINE
En el Día Internacional de Concienciación sobre el Ruido hablamos con Jesús Alba, catedrático de Física Aplicada y Consejero de la Sociedad Española Acústica. Hacemos números con Santiago Niño Becerra. Carmen Viñas, corresponsal en Berlín, nos informa de los recortes en Sanidad en Alemania. El Tribunal Superior de Justicia de Cataluña condena a dos empresas por el suicidio de un trabajador. Isaías Lafuente explica el significado de la palabra "Potomac".
Si este episodio resonó contigo, puedes profundizar mucho más en el curso de Niño Interior, un proceso enfocado en hacer consciencia de las heridas que vienes cargando, entender de dónde vienen y empezar a relacionarte contigo desde un lugar más claro y compasivo.Es un espacio para dejar de reaccionar desde la herida y comenzar a vivir con mayor presencia, responsabilidad y conexión contigo.Puedes ver toda la información aquí:
En este episodio, Fer Broca comparte un audio para escuchar y superar bloqueos, pensado para acompañarte en momentos donde sientes estancamiento, confusión o dificultad para avanzar en distintas áreas de tu vida.Muchas veces los bloqueos no vienen de afuera, sino de pensamientos repetitivos, emociones acumuladas o viejas creencias que limitan nuestra energía y claridad. A través de este audio, Fer propone un espacio de pausa y enfoque para comenzar a soltar aquello que pesa y abrir nuevas posibilidades.Este episodio está diseñado para escucharse con calma, permitiendo que la mente baje el ruido y el cuerpo entre en un estado de mayor receptividad y equilibrio.Un momento para reconectar contigo, recuperar dirección y recordar que muchas veces el siguiente paso aparece cuando dejas de luchar internamente.CURSOS Y TALLERES ONLINE
INFORMES CURSO "MÁSCARAS Y HERIDA" ❤️PRESENCIAL Y ONLINEhttps://ferbroca.com/mascaras-heridasPara quienes sienten el llamado a ir más profundo, está disponible el Curso: Enseñanzas Egipcias para la Ascensión, un proceso de conexión con sabiduría ancestral y conciencia interior.
INFORMES CURSO "MÁSCARAS Y HERIDA" ❤️PRESENCIAL Y ONLINEhttps://ferbroca.com/mascaras-heridasEn este episodio, Fer Broca profundiza en un tema clave para el desarrollo personal y la conciencia: las heridas de la infancia y las máscaras que construimos para protegernos.Desde pequeños, todos atravesamos experiencias que dejan huella. Para adaptarnos, aprendemos a reaccionar, a protegernos y a mostrarnos de cierta forma frente al mundo. Con el tiempo, esas formas de defensa se convierten en máscaras, maneras de ser que creemos que somos, pero que en realidad nacieron para sobrevivir emocionalmente.A lo largo del episodio se explora cómo estas heridas influyen en la forma en que nos relacionamos, tomamos decisiones y percibimos la vida. También se habla de la importancia de reconocer esas máscaras, no para eliminarlas de inmediato, sino para comprender de dónde vienen y dejar de vivir completamente desde ellas.Un episodio para observarte con más profundidad, entender tu historia y comenzar a relacionarte contigo desde un lugar más consciente.CURSOS Y TALLERES ONLINE
INFORMES CURSO "MÁSCARAS Y HERIDA" ❤️PRESENCIAL Y ONLINEhttps://ferbroca.com/mascaras-heridasEn este Oráculo de Abril, Fer Broca comparte un mensaje claro: este mes no se trata de hacer más, sino de estar mejor contigo mismo y con lo que ya tienes.Abril invita a bajar el juicio, evitar la polaridad y dejar de irte a los extremos. Es un tiempo para cuidarte, observarte con más amor y conectar con lo simple, recordando que muchas veces la claridad no viene de hacer más, sino de estar más presente.Este mes también pide cierre de ciclos con conciencia, atención en lo que te toca y apertura a la guía interna. No es un momento para forzar, sino para acompañar los procesos con calma y honestidad.Fer también habla de la importancia de disfrutar, darte espacios de descanso, convivir, incluso salir, viajar o simplemente permitirte sentir placer sin culpa.A nivel colectivo, abril se mueve hacia una disminución de tensiones, caen ciertas máscaras y comienzan a verse movimientos más humanos, como encuentros, peregrinaciones y búsquedas de sentido más profundas.Este oráculo no habla de presión, habla de equilibrio.Escúchalo con calma y permite que abril sea un mes más ligero, consciente y abierto.CURSOS Y TALLERES ONLINE
CURSO CUARZOS y MINERALES AQUÍ https://ferbroca.com/cuarzos/En este episodio, Fer Broca comparte un ritual y una meditación para el equinoccio de primavera, un momento del año que muchas tradiciones han reconocido como un tiempo de equilibrio, renovación y nuevos comienzos.El equinoccio marca el instante en que el día y la noche tienen la misma duración, recordándonos la importancia de encontrar balance entre lo interno y lo externo. A partir de este punto, la luz comienza a ganar presencia, simbolizando también la oportunidad de abrir nuevos ciclos, sembrar intenciones y renovar la energía personal.En este espacio, Fer propone una práctica sencilla pero profunda para conectar con la primavera, cerrar lo que ya cumplió su ciclo y dar paso a lo nuevo con mayor claridad y conciencia.Un episodio para hacer una pausa, escuchar con atención y permitir que este cambio de estación también represente un renacimiento interior.CURSOS Y TALLERES ONLINE