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O mês de junho marca a campanha Junho Verde, voltada à conscientização sobre a escoliose, condição caracterizada pelo desvio lateral da coluna vertebral que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), cerca de 6 milhões de brasileiros convivem com algum grau de escoliose. A condição atinge entre 2% e 4% da população mundial e costuma ser diagnosticada com maior frequência em meninas durante a fase de crescimento. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o cirurgião de coluna do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), Túlio Rangel, no Canal Saúde desta quinta-feira (11), às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
O âncora Jota Batista e a repórter de política da Folha de Pernambuco, Cloara Oliveira, recebem, nesta quinta-feira (11), no Folha Política, a deputada estadual Socorro Pimentel (PSD).
Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink, explica o funcionamento do mercado de GNL em pequena escala (small scale) e como a empresa opera três plantas de liquefação no Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte. Ele detalha os planos de dobrar a capacidade para 600 mil metros cúbicos por dia até 2028. O executivo também analisa as oportunidades no transporte pesado, a parceria com distribuidoras para interiorizar o gás, a entrada da Copa Energia no capital e as perspectivas para biometano e internacionalização. Uma visão prática de quem está expandindo o acesso ao gás off-grid. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 02:36 Perfil pessoal de Marcelo Rodrigues 04:12 Um ano da entrada da Copa Energia no capital da GNLink 05:08 1º ciclo de crescimento: três plantas de liquefação em operação 06:23 Foco em 2026 é na estratégia comercial para aumentar capacidade contratada 07:59 Planos de expansão do 2º ciclo de investimentos 09:47 Vantagem competitiva do portfólio diversificado 11:17 Meta de dobrar capacidade para 600 mil m³/dia até 2028 12:02 Vetores de crescimento: indústria e distribuidoras 13:26 Potencial de 30 projetos de gasoduto virtual com distribuidoras 15:00 Engenharia verticalizada acelera conversão de clientes 16:07 Fornecimento a termelétricas de pequeno porte do LRCAP 18:31 Parceria com Oncorp e terminal de GNL em Pernambuco 20:08 Atuação no Polo Gesseiro de Pernambuco com Copergás 21:27 Estratégia para o mercado de transporte pesado 23:39 Impacto da guerra no Oriente Médio acelera descarbonização 26:12 Foco no modal rodoviário, sem planos para barcaças 27:44 Desafios para destravar caminhões a gás no Brasil 29:25 Competitividade do GNL frente ao GLP subsidiado 32:19 Acesso a capital e linhas de crédito para o setor 35:52 Biometano ainda tem entraves de escala e CAPEX 39:58 Precificação do GNL combina IPCA e Brent 43:55 Potencial de Minas Gerais e tecnologia multimodal 45:37 Internacionalização: Argentina e Paraguai 48:56 Prioridade para o novo governo é destravar escoamento do gás 52:16 Considerações finais e encerramento #GNLink #gasnatural #GNL #smallscale #transportes
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (9), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político, Adriano Oliveira, sobre a importância dos prefeitos nas eleições estaduais. O Conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pelo estado de Pernambuco, Fernando Ribeiro Lins, conversa sobre a decisão do STJ de que a dívida de empresa não pode ser cobrada do sócio por falta de bens.
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta terça-feira (9), no Folha Política, o deputado estadual e presidente do PSB em Pernambuco, Sileno Guedes.
Debate da Super Manhã: As cores, a animação e o espetáculo das quadrilhas juninas transformam o mês de junho em um cenário de festa popular brasileira. Essa tradição está ligada aos festejos dos santos juninos e se manifesta nas apresentações que marcam a memória e a identidade cultural do período. No debate desta sexta-feira (5), a comunicadora Natália Ribeiro conversa com convidados sobre as histórias das quadrilhas de São João, a preparação dos participantes, a emoção que encanta o público e a força dos grupos juninos pernambucanos. Participam o presidente da Quadrilha Junina Tradição, Tarciso Vieira; o pesquisador de cultura popular, arte-educador, brincante e pedagogo do Centro de Artes Raio de Sol, Matheus Pimentel; o diretor-geral da Quadrilha Junina Origem Nordestina, Cleyton Santos; e o historiador, administrador, produtor cultural e presidente do projeto Interior Junino e da União Junina de Pernambuco, Everaldo Junior.
- ABCB defende abordagem técnica para búfalos na Reserva do Guaporé - Marcos Tang é reconduzido à presidência da Gadolando para o biênio 2026-2028 - Arco promove atualização de comparsas certificadas e reforça controle de qualidade da lã - Arco atualiza inspetores técnicos do Rio Grande do Sul em Bagé - Programação dos búfalos na Megaleite terá manejo de bezerras e morfologia bubalina - Fenagen amplia programação técnica e reforça foco em genética e qualificação da pecuária - Conferência internacional leva debate global sobre agricultura de precisão a Porto Alegre E mais: Previsão do Tempo, Cotações e Agenda Entrevista: Gustavo Carneiro, pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta sexta-feira (5), no Folha Política, a vereadora de Olinda Eugênia Lima (PT).
Um estudo inédito acaba de colocar o Brasil no centro da medicina genômica mundial. Publicada na revista científica Human Genetics and Genomics Advances, a pesquisa realizou o maior sequenciamento de genoma completo já feito na América Latina, analisando o DNA de 10.305 brasileiros com doenças raras e sem diagnóstico definido. O resultado trouxe respostas para 35,6% dos pacientes investigados, mais de 3.300 famílias que passaram anos, e em alguns casos décadas, em busca da origem da doença. O estudo reforça um ponto considerado estratégico para o futuro da saúde pública brasileira: a medicina genômica funciona no SUS e pode transformar a forma como doenças raras são diagnosticadas e tratadas. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o médico e pesquisador, João Bosco, no Canal Saúde desta sexta-feira (5), às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (04): A tradicional 'Marcha para Jesus' toma as ruas de São Paulo com a expectativa de reunir mais de 2 milhões de pessoas em um trajeto que vai do centro à zona norte. Com mais de 23 mil caravanas registradas e a presença confirmada de grandes nomes da música gospel e lideranças políticas, o evento altera o trânsito da capital e se consolida como uma das maiores manifestações cristãs do mundo. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro defendeu recentemente a inclusão do Pix em mesas de negociação com os Estados Unidos, sugerindo o sistema como um forte argumento econômico. A proposta gerou reações intensas, levantando questionamentos sobre a viabilidade e a autonomia do Banco Central diante de acordos comerciais internacionais. O Pix deve virar moeda de troca? Confira o debate. O senador Flávio Bolsonaro subiu o tom contra o presidente Lula, acusando o petista de prejudicar negociações diplomáticas ao adotar uma postura agressiva e provocativa em relação aos Estados Unidos. O embate ganha força em meio a discussões sobre a imposição de novas tarifas comerciais norte-americanas a produtos nacionais, inflamando o debate político interno. O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 16 de junho o julgamento de Eduardo Bolsonaro por suposta coação em investigações sobre atos golpistas. A decisão partiu do ministro Flávio Dino, colocando o parlamentar na mira da Primeira Turma, que tem Alexandre de Moraes como relator. A bancada do Morning Show debate as possíveis punições e se o clima de suspeição vai travar o andamento do caso na Suprema Corte. Uma nova pesquisa Intel/Atlas revela que 55,9% dos brasileiros defendem que o governo federal classifique o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, seguindo a recente decisão dos Estados Unidos. No Morning Show, a bancada debate as implicações jurídicas e financeiras dessa medida, além de discutir a perda de soberania do Estado em territórios dominados pelo crime organizado. Um áudio divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas revelou o líder do Comando Vermelho no estado, conhecido como "Nem Catenga", negociando apoio político com o influenciador e pré-candidato Patrick de Almeida Silva, o PTK. A gravação escancara a tentativa da facção criminosa de infiltrar aliados no poder para garantir uma "voz ativa" nas eleições de Maceió. O programa Morning Show desta quinta-feira (04) conversou com o prefeito de Itaquaquecetuba, Eduardo Boigues, para debater as estratégias de segurança pública na cidade sob a sua gestão. A bancada analisa o uso de guardas municipais armados e a polêmica tentativa de transformar a instituição em "Polícia Municipal". Durante a cobertura da Marcha para Jesus em São Paulo, a bancada do Morning Show debateu a presença e o reencontro estratégico de figuras políticas como o governador Tarcísio de Freitas e o senador Flávio Bolsonaro. O debate evidenciou as divergências entre os comentaristas sobre o uso de eventos religiosos como palanque eleitoral e a influência desses líderes no cenário político paulista. Durante a tradicional missa de Santo Antônio no Ceará, o diácono Raphael Hernandez repreendeu firmemente fiéis que gritavam os nomes de Ciro Gomes (PSDB) e do governador Elmano de Freitas (PT), disparando que "igreja não é lugar para politicagem". A bancada do programa Morning Show debateu os limites entre fé e política, além de analisar a mais recente pesquisa Ipsos-Ipec, que aponta Ciro Gomes na liderança para o governo cearense em 2026. O deputado federal Luciano Bivar (MDB) causou polêmica ao propor o extermínio de tubarões em Pernambuco após novos ataques severos nas praias de Boa Viagem e Piedade. Enquanto parlamentares debatem ações urgentes para proteger a população, ambientalistas e a bancada do Morning Show alertam sobre os riscos de um desastre ecológico e apontam falhas históricas que alteraram o habitat marinho. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, recebem, nesta quinta-feira (4), no Folha Política, o deputado estadual Alberto Feitosa (PL).
O Sextou na Rádio Folha PE 96,7 FM está chegando à sua histórica 300ª edição! Um marco que celebra a trajetória de um programa inteligente, irreverente e descontraído, que vem conquistando cada vez mais espaço e carinho do público. E está semana o Sextou é no feriado da Gata Maga (Data Magna de Pernambuco, em referência à Revolução de 1817). Ao longo de sua caminhada, o Sextou se consolidou como um espaço de informação, entretenimento e bom humor, sempre trazendo debates atuais, convidados especiais e muita interação com os ouvintes. Com uma linguagem leve e ao mesmo tempo reflexiva, o programa consegue unir diversão e conteúdo de qualidade, tornando-se referência na programação da rádio. Alcançar a 300ª edição não é apenas um número simbólico, mas a prova de um trabalho consistente, comprometido e feito com paixão. Que venham muitos outros programas, novas histórias e ainda mais sucesso nessa trajetória que já entrou para a história do rádio pernambucano!
Debate da Super Manhã: Responsável por serviços essenciais relacionados à habilitação de condutores, registro de veículos, fiscalização e educação para o trânsito, o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (DETRAN-PE) desempenha papel fundamental na segurança viária e na mobilidade da população pernambucana. No debate desta quarta-feira (3), a comunicadora Natalia Ribeiro recebe convidados para discutir a nova gestão do órgão, seus principais desafios, metas estratégicas, investimentos em tecnologia e inovação, além das perspectivas e dos projetos que deverão nortear o futuro do DETRAN-PE. Participam o novo presidente do Detran Pernambuco, Renato Hayashi, e a Jornalista, titular da Coluna Mobilidade do Jornal do Commercio, Roberta Soares.
Apontado como futuro da esquerda no país, ex-prefeito de Recife enfrenta páreo duro contra a atual governadora Raquel Lyra.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #JoaoCampos #Recife #Politica #GestãoPublica #Pernambuco #PrefeituraDoRecife #Desafios #Oposição #DebatePolitico #Noticias #PodcastBrasil #Atualidades #Nordeste #Administração #Cidades #Jornalismo #Discussão #Governo #Informação #Podcast
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta terça-feira (02), no Folha Política, o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD).
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta segunda-feira (1º), no Folha Política, o deputado federal Carlos Veras (PT).
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta sexta-feira (29), no Folha Política, o deputado federal Fernando Filho (União Brasil).
A vacinação ao longo da vida é uma das principais estratégias para o envelhecimento saudável. No caso das pessoas idosas, manter o calendário vacinal em dia pode trazer benefícios que vão além da proteção contra vírus e bactérias. Estudos já apontam que algumas vacinas ajudam a reduzir o risco de episódios de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e até o desenvolvimento de demências. Apesar disso, é cada vez mais comum encontrar idosos que não seguem à risca o calendário vacinal brasileiro. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de Pernambuco, Rodrigo Patriota, no Canal Saúde desta quinta-feira (28).
How do we preserve pernambuco while protecting the future of bow making? In this episode of Omo, hosts Becka Hannigan and Brooke Esplin speaks with renowned bow maker Lynn Hannings and arts policy advocate Heather Noonan about pernambuco conservation, international regulation, and the realities facing the bow world in 2026. Lynn Hannings brings decades of experience as a professional bassist, bow maker, restorer, and educator. A longtime teacher at the University of New Hampshire Violin Craftsmanship Institute and current Vice President of Alliance-International, she has been a leading voice in sustainable bow making and conservation efforts within the industry. Heather Noonan, Vice President for Advocacy at the League of American Orchestras, works at the intersection of arts policy, government relations, and international treaty negotiations involving protected species and the movement of musical instruments across borders. The discussion covers the history of pernambuco regulation, recent CITES negotiations, sustainable forestry efforts, and current bow wood restrictions. These regulations exist not to end bow making, but to preserve these species so they can continue to be responsibly used for generations to come. In order to really protect the future of Pernambuco in Brazil and our precious music traditions, we will need coordination and cooperation from all shops, makers, and musicians. This is not the time for apathy, but for action! Resources: https://www.alliance-international.org/know-your-bow-postcard/ https://www.alliance-international.org/ https://americanorchestras.org/ http://www.ipci-usa.org/support.html https://shop.lahbows.com/Special Guests: Heather Noonan and Lynn Hannings.
Debate da Super Manhã: Com projetos voltados ao hidrogênio verde, e-metanol, biometano e combustível sustentável de aviação (SAF), o Porto de Suape vem consolidando sua posição como um dos principais polos brasileiros de transição energética e produção de combustíveis sustentáveis. No debate desta terça-feira (26), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a produção de energias limpas no complexo industrial pernambucano, a infraestrutura logística integrada e a conexão com os mercados nacional e internacional no setor de fontes energéticas sustentáveis. Participam do debate o diretor-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Armando Monteiro Bisneto; a secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto; e o professor do Instituto de Petróleo e Energia (i-LITPEG) da UFPE, Fábio Machado Cavalcanti, integrante do Laboratório de Refino e Tecnologias Limpas (LabRefino/Lateclim), vinculado ao Departamento de Engenharia Química e ao Centro de Tecnologia e Geociências (CTG).
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta terça-feira (26), no Folha Política, o presidente nacional do PSB, João Campos, ex-prefeito do Recife.
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, recebem, nesta segunda-feira (25), no Folha Política, o deputado estadual Antônio Moraes (PSD).
Debate da Super Manhã: Os patinetes elétricos voltaram a ganhar espaço nas ruas do Recife como alternativa rápida para pequenos deslocamentos urbanos. Esses veículos de micromobilidade passaram a fazer parte da rotina de estudantes, trabalhadores e turistas. Apesar da praticidade e do apelo sustentável, o uso dos patinetes também trouxe preocupações relacionadas à segurança dos usuários. No debate desta sexta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre as regras de circulação e fiscalização dos patinetes elétricos, a infraestrutura urbana da capital pernambucana, além da educação e da conscientização para o uso desse novo modal de transporte. Participam o presidente do Conselho Estadual de Trânsito de Pernambuco (CETRAN-PE), Walker Barbosa, o diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (DETRAN-PE), Bruno Santos, e o presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) em Pernambuco, Dr. Fhilipe Xavier.
Em entrevista com os jornalistas João de Andrade Neto e Lucas Holanda, o presidente alvirrubro falou de assuntos importantes como o debate no Conselho Deliberativo sobre o orçamento financeiro do clube para 2026, a destinação do dinheiro da indenização pelo rompimento de contrato com a Arena de Pernambuco, busca por reforços na próxima janela de contratações e a avaliação do trabalho dos técnicos Hélio e Guilherme dos Anjos.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (18), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o advogado especialista em Direito Tributário, Eric Castro, sobre a taxa das blusinhas. O Superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, sobre a medida do TCU que barrou novos investimentos na Ferrovia Transnordestina em Pernambuco. O programa também com Eliane Cantanhêde.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Debate da Super Manhã: Defendida por governos como alternativa para atrair investimentos e acelerar obras, a concessão do metrô enfrenta críticas de especialistas e usuários, que apontam riscos relacionados à tarifa, à qualidade do serviço e às condições de trabalho. No debate desta quinta-feira (14), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os objetivos previstos com a parceria público-privada, o que muda para os passageiros, os impactos sobre os trabalhadores e as últimas atualizações sobre o projeto estadual. Participam a superintendente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) do Recife, Marcela Campos; o secretário-executivo de Parcerias e Projetos Estratégicos no Governo de Pernambuco, Marcelo Bruto; e o engenheiro civil, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), e integrante do Comitê Tecnológico Permanente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE) Maurício Pina.
Debate da Super Manhã: O acordo entre o Mercosul e a União Europeia volta ao centro do debate econômico internacional e pode trazer reflexos importantes para Pernambuco. Considerado um dos maiores tratados comerciais do mundo, o acordo prevê a redução de tarifas, a ampliação das relações comerciais e o fortalecimento da integração econômica entre os países dos dois blocos. No debate desta quarta-feira (13), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os efeitos positivos para o Estado, os pontos de alerta e os desafios, as questões geopolíticas, a cooperação entre os blocos econômicos e os reflexos do acordo nas cidades pernambucanas. Participam o economista da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Pernambuco (FAEPE), Marcus Alcoforado; a advogada especialista em Direito Tributário, Anna Dolores Sá Malta; e o economista especialista em Gestão Pública, Werson Kaval.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Parte do teto do maior hospital público de Pernambuco desabou devido às intensas chuvas que atingem o Recife. Funcionários utilizaram sombrinhas para proteger os equipamentos médicos da água. Em outra ala do hospital, uma tubulação rompeu e danificou o forro de gesso. Apesar dos incidentes, a administração do hospital garantiu que os serviços não foram comprometidos. A região metropolitana enfrenta temporais há vários dias e a previsão indica continuidade das chuvas até domingo (17). E ainda: Policial resgata família de incêndio em casa nos EUA.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (11), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Advogado e Procurador aposentado do Estado de Pernambuco, Edgar Moury, sobre a interferência de Alexandre de Moraes na Dosimetria. O Cientista Político, Adriano Oliveira, conversa sobre o impacto do escândalo do caso Master nas eleições.
Nesta edição, analisamos como a Amazon se transformou na "AWS da logística", abrindo sua gigantesca infraestrutura global para empresas de qualquer porte por meio do Amazon Supply Chain Services. Mostramos como a humanização dos animais de estimação elevou o Brasil ao posto de 3º maior mercado pet do mundo, forçando o varejo a trocar o mix genérico por snacks funcionais e alimentação natural. Discutimos também a importância estratégica do "CPF na nota", que deixa de ser apenas um dado fiscal para se tornar o ativo central de fidelização e rentabilidade através do uso inteligente de CRM. Por fim, destacamos a estratégia da Target no Social Commerce, transformando influenciadores e clientes em canais estruturais de venda no Instagram e TikTok. Entre os destaques:
Debate da Super Manhã: A gestão dos municípios brasileiros enfrenta um conjunto de desafios estruturais e, ao mesmo tempo, concentra a maior parte dos serviços públicos diretamente percebidos pela população. Saúde, educação, transporte, saneamento e assistência social estão entre as principais responsabilidades das prefeituras, cabendo à Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) representar e fortalecer os municípios do estado de Pernambuco. No debate desta quinta-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre as propostas de atuação da AMUPE, as prioridades da entidade, além da relação entre a presidência e os prefeitos. Participam o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Pedro Freitas, o jornalista e titular da Coluna JC Negócios do Jornal do Commercio, Fernando Castilho, e o repórter de política do Jornal do Commercio, Rodrigo Fernandes.
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Pesquisa mostra que mais pobres se endividam por causa de gastos essenciais. Alemanha reconhece diferenças, mas tenta minimizar atrito com Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: De “eleitores sintéticos” a ataques aos adversários, passando por melhorias no próprio visual, candidatos vêm apelando cada vez mais para ferramentas digitais, mas com um olho na fiscalização da Justiça Eleitoral. Chuvas em Pernambuco deixam mortos, milhares desalojados e levam 27 cidades à emergência. E com participação de astros brasileiros, Shakira incendeia a multidão em Copacabana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (4), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a Diretora executiva da Habitat Brasil, Socorro Leite, sobre os desafios das cidades em períodos de chuva intensa. O Presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, repercute o impacto do abastecimento de água devido às chuvas intensas registradas nos últimos dias em Pernambuco.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (02): As fortes chuvas no Recife e na Zona da Mata de Pernambuco deixaram ao menos quatro mortos e mais de mil desabrigados. O governo federal determinou apoio imediato às áreas atingidas, enquanto o Rio Capibaribe transbordou após 200 mm de precipitação em apenas 12 horas. Em evento na Flórida, o presidente Donald Trump elevou o tom e afirmou que os Estados Unidos podem assumir o controle de Cuba logo após o desfecho do conflito com o Irã. A declaração ocorre em um momento de baixa popularidade do líder norte-americano e gera debates sobre uma possível nova frente militar no Caribe. A Agrishow 2026 encerrou a sua 31ª edição com uma queda de 22% nas intenções de compra em relação ao ano anterior, totalizando R$11,4 bilhões. O setor enfrenta o impacto de juros altos e a instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que encarece insumos básicos como fertilizantes e diesel. Apesar do cenário desafiador, o governo de São Paulo anunciou investimentos de R$455 milhões para tentar mitigar os custos e reaquecer o mercado agrícola. O Unicef lançou a campanha "Violência Não Cola", utilizando a popularidade dos álbuns de figurinhas para conscientizar sobre a proteção de crianças e adolescentes. A iniciativa foca na parentalidade positiva, combatendo dados alarmantes: na América Latina, 60% dos menores sofrem castigos físicos em casa. No Brasil, os números revelam a urgência do tema, com mais de 15 mil mortes violentas de jovens registradas entre 2021 e 2023. A Praia de Copacabana se prepara para receber mais de 2 milhões de pessoas no mega show gratuito da cantora Shakira, neste sábado (02). O evento mobiliza um esquema especial de segurança e trânsito no Rio de Janeiro, atraindo fãs de diversas partes do mundo. A expectativa é que a apresentação supere recordes de público anteriores, consolidando o mês de maio como o calendário dos grandes espetáculos internacionais na orla carioca. O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã paralisa as ações da economia global, elevando o preço do barril de petróleo acima dos US$100. O mestre em relações internacionais Valdir Bezerra alerta para o impacto direto no bolso dos brasileiros, com a alta dos combustíveis e da inflação. Em meio à tensão militar com os EUA e Israel, o conflito assume contornos geopolíticos que dividem potências e pressionam a diplomacia do governo Lula. O Brasil já abriga mais de 2 milhões de imigrantes de 200 nacionalidades, segundo o novo relatório do Observatório das Migrações Internacionais. Venezuelanos, haitianos, cubanos e angolanos lideram as estatísticas, com destaque para o aumento de 54% na inserção formal de venezuelanos no mercado de trabalho. O governo federal agora busca implementar novas políticas de integração nas áreas de saúde, educação e empregabilidade para lidar com o fluxo crescente. Após décadas de negociações, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começa a vigorar de forma provisória, trazendo isenções tarifárias imediatas para diversos produtos. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado (02), a coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais Verônica Winter detalha os desafios de competitividade para a indústria brasileira e as oportunidades de exportação. O debate também aborda os setores mais sensíveis, como o automotivo, além dos mecanismos de salvaguarda previstos no tratado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
Neste episódio, Rafael Carvalho e Adolfo Nomelini falam de Porto de Galinhas, um destino super famoso em Pernambuco, mas que gerou polêmicas no começo do ano.O que ninguém te conta sobre lá? Como evitar perrengues? O que saber antes de ir? Tudo isso e mais: dicas das melhores praias e passeios, onde se hospedar, restaurantes, quando ir e muito mais!Links citados no episódio:Transfer pra Porto de GalinhasPousada EcoportoThe Westin All InclusivePrivê Pontal de MaracaípeXalés de MaracaípePasseio de buggyE você, já conhece Porto de Galinhas? Tem mais alguma dica?
No 3 em 1 desta terça-feira (28), o destaque foi que em uma movimentação estratégica, o governo Lula liberou R$12 bilhões em emendas parlamentares às vésperas da sabatina de Jorge Messias para o STF. Enquanto o AGU busca apoio em reuniões fora da agenda com Davi Alcolumbre, a oposição, liderada por Rogério Marinho, articula uma forte resistência no Senado. O cenário revela uma intensa guerra de influência e negociações políticas para garantir o controle da próxima vaga na Suprema Corte. O ministro Alexandre de Moraes e a sua família acionaram a Justiça contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por danos morais. A ação ocorreu após Vieira relacionar o ministro e sua esposa ao PCC durante declarações sobre investigações da CPI do Crime Organizado. O senador classifica o processo como uma "tentativa de intimidação", enquanto comentaristas discutem os limites da imunidade parlamentar e o direito à honra. O presidente da Câmara, Hugo Motta, instalou a comissão especial para analisar a PEC do fim da jornada 6x1, definindo o deputado Léo Prates como relator e Alencar Santana na presidência do colegiado. A movimentação é vista como um aceno estratégico tanto à base do governo quanto à oposição, visando acelerar o debate em ano eleitoral. Especialistas alertam para os impactos no mercado de trabalho e a possível busca por compensações ao setor produtivo. Em visita histórica aos Estados Unidos, o Rei Charles III discursou no Capitólio, reforçando a aliança secular entre Londres e Washington. O monarca defendeu a importância da OTAN e a união militar ocidental, citando o apoio britânico após o 11 de setembro como exemplo de cooperação. O pronunciamento ocorre em um momento de alta tensão no Oriente Médio e sob a expectativa de um novo acordo entre Donald Trump e o governo do Reino Unido. O governo federal suspendeu mais de 3 milhões de multas aplicadas no sistema de pedágio eletrônico "Free Flow" em todo o país. A medida concede um prazo de 200 dias para que os motoristas regularizem seus débitos sem penalidades ou perda de pontos na CNH. A decisão é vista como uma correção na falta de sinalização do sistema, ocorrendo em pleno ano eleitoral. A nova pesquisa Genial/Quaest revela que João Campos (PSB) lidera as intenções de voto para o governo de Pernambuco, vencendo tanto no primeiro quanto no segundo turno contra Raquel Lyra (PSD). O levantamento destaca uma disputa polarizada entre herdeiros de clãs políticos tradicionais, sob forte influência da popularidade do presidente Lula no estado. No cenário para o Senado, Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) aparecem na frente, consolidando a hegemonia de nomes alinhados à esquerda na região. Uma pesquisa Quaest realizada em Minas Gerais aponta o senador Cleitinho na liderança isolada em todos os cenários para o governo do estado em 2026. O levantamento destaca a força do parlamentar tanto entre eleitores lulistas quanto bolsonaristas, enquanto nomes tradicionais da política mineira e o sucessor de Romeu Zema, Mateus Simões, aparecem com dificuldades de crescimento. A corrida ao Senado também traz surpresas, com Marília Campos (PT) e Aécio Neves (PSDB) encabeçando as intenções de voto. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Os três grandes de Pernambuco seguem em suas missões no Campeonato Brasileiro e são tema do debate do podcast Embolada nesta edição. Náutico e Sport, na Série B, tentam entrar no G-6 da competição entre erros e acertos. E o Santa Cruz, na Série C, busca recuperação em meio a problemas extracampo. Escuta o papo com Cabral Neto, Camila Sousa e Lucas Holanda.
Estamos #NOAR! Pouco inspirado, Santa Cruz perde para o líder Amazonas na Arena de Pernambuco. Vem acompanhar!
Debate da Super Manhã: Os veículos elétricos deixaram de ser uma promessa distante para se tornarem protagonistas de uma transformação profunda na indústria automotiva global. Impulsionado por avanços tecnológicos, preocupações ambientais e políticas públicas de incentivo, o mercado de carros movidos a eletricidade registra ritmo acelerado de crescimento em diversos países. No debate desta segunda-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre o aumento de carros elétricos no Brasil, os cuidados com os automóveis dessa categoria, a regulamentação dos eletrificados no país e o avanço da mobilidade elétrica. Participam da discussão o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de Pernambuco, Carlos Valle; o consultor, palestrante e especialista automotivo Alexandre Costa; e o jornalista especializado em veículos e apresentador do programa Carro Arretado, da TV Jornal, Silvio Menezes.
Debate da Super Manhã: Etapa fundamental da educação básica, a alfabetização de crianças, jovens e adultos segue como um dos principais termômetros da qualidade do ensino em Pernambuco, especialmente na região do Grande Recife. Dados mais recentes revelam um cenário marcado por avanços pontuais, mas também por desigualdades persistentes que desafiam gestores públicos e educadores. No debate desta sexta-feira (24), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre os resultados recentes em avaliações educacionais, as políticas públicas e iniciativas, os fatores que influenciam o desenvolvimento educacional, além dos avanços e desafios da educação inicial em Pernambuco. Participam a superintendente da Educação Infantil e Anos Iniciais da Secretaria Estadual de Educação, Juliana Oliveira; a dirigente de Educação de Palmares e membro da Diretoria Executiva da Undime-PE, Elizângela Maria das Neves; e a jornalista Mirella Araújo, titular da Coluna Enem e Educação do Jornal do Commercio.
Antes do Brasil existir como nação, o Nordeste já foi independente!...mas não por muito tempo.Essa foi a Revolução Pernambucana, que, em 1817, transformou Pernambuco em uma república.Inspirados pelos ideais iluministas, pela Revolução Americana e Francesa, seus líderes eram da elite agrária e intelectual do Nordeste, insatisfeitos com os altos impostos da Coroa.
This week we're traveling back to 1970s Brazil with The Secret Agent! Join us as we learn about deaths at Carnival, the legend of the Hairy Leg, indigenous servants, and more! Sources: Da-Silva, Elidiomar. (2025). A PERNA CABELUDA, DE RECIFE, PERNAMBUCO: POSSÍVEIS DIÁLOGOS COM A ZOOLOGIA CULTURAL - Barbante - Revista Literária (ISSN 2338-1414) (Da-Silva, Elidiomar. 2025). 13. 20-27. 10.5281/zenodo.17655754. Diario de Pernambuco, Issue from 10 December 1975: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=029033_15&pagfis=78246 Diario de Pernambuco, Issue from 11 December 1975: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=029033_15&pagfis=78266 Wilson Chapman, Watch 'The Secret Agent' Director Kleber Mendonça Filho Tell Guillermo del Toro the Story Behind the Film's Hairy Leg," Indiewire: https://www.indiewire.com/features/craft/the-secret-agent-hairy-leg-making-of-1235182134/ Wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Secret_Agent_(2025_film) Andy Crump, "How The Secret Agent Appeals to Brazilian Collective Memory," Time, available at https://time.com/7336528/the-secret-agent-brazilian-history-interview/ Erik Luers Interview with Kleber Mendonca Filho, Filmmaker, available at https://filmmakermagazine.com/132652-interview-kleber-mendonca-filho-the-secret-agent/ Christopher Dunn, "Afro-Bahian Carnival: A Stage for Protest," Afro-Hispanic Review 11, no. 1/3 (1992): 11-20. https://www.jstor.org/stable/41417220 Victoria Baena, "Favelas in the Spotlight: Transforming the Slums of Rio de Janeiro," Harvard International Review 33, no. 1 (2011): 34-37. https://www.jstor.org/stable/42763442 "AROUND THE WORLD Rio Celebrates 'Quiet' Carnival." 1979., Feb 28 The Globe and Mail. "March 3, 1976 (Page 4 of 56)." 1976., Mar 03 Detroit Free Press, General edition, 4. "180 die in Brazil's carnival," (1971) https://www.nytimes.com/1971/02/25/archives/180-die-in-brazils-carnival.html Tom Murphy, "92 deaths reported as Rio Carnival ends," UPI Archives (Feb. 20, 1985). https://www.upi.com/Archives/1985/02/20/92-deaths-reported-as-Rio-Carnival-ends/5635477723600/ "164 Die in Rio During Carnival," Los Angeles Times (March 1, 1990), https://www.latimes.com/archives/la-xpm-1990-03-01-mn-2198-story.html US and Brazil: https://www.statista.com/statistics/187592/death-rate-from-homicide-in-the-us-since-1950/ and https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24027422/#&gid=article-figures&pid=fig-2-uid-1 Henrique Espada Lima, "Wages of Intimacy: Domestic Workers Disputing Wages in the Higher Courts of Nineteenth-Century Brazil," International Labor and Working-Class History 88 (2015): 11-29. https://www.jstor.org/stable/43956662 Peter Wade, "Blacks and Indigenous People in Latin America," Race and Ethnicity in Latin America, 24-40 (2010). https://www.jstor.org/stable/j.ctt183p73f.7 Manuela Lavinas Picq, "Indigenous International Relations," Vernacular Sovereignties: Indigenous Women Challenging World Politics (2018): 97-125. https://www.jstor.org/stable/j.ctt20krzcq.11 Merike Blofield, "Feudal Enclaves and Political Reforms: Domestic Workers in Latin America," Latin American Research Review 44, no.1 (2009): 158-90. https://www.jstor.org/stable/20488173
Debate da Super Manhã: O Instituto Trata Brasil divulgou o novo ranking de 2026 sobre os serviços de saneamento em 100 municípios brasileiros, e cidades pernambucanas continuam registrando os piores índices do país. O levantamento avalia os sistemas de abastecimento de água, a coleta e o tratamento de esgoto, os investimentos em saneamento básico e as perdas de água. Os dados analisados referem-se ao ano de 2024. No debate desta quarta-feira (15), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os problemas estruturais em Pernambuco, os impactos sociais e ambientais, as possíveis soluções e os desafios enfrentados pelos gestores do estado no fornecimento de água e na gestão do saneamento básico. Participam o secretário de Recursos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Douglas Nóbrega, e a secretária de Infraestrutura da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, Flávia Ribas.
Debate da Super Manhã: As recentes atualizações normativas e a redução das taxas de juros do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) devem impactar diretamente cerca de 1,07 milhão de famílias nos 185 municípios de Pernambuco. É o que aponta uma pesquisa recente do setor imobiliário. As mudanças representam uma oportunidade para ampliar o acesso à moradia para a população de baixa e média renda, além de estimular investimentos no mercado de imóveis e aquecer a economia. No debate desta terça-feira (14), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre a retomada e a reformulação do programa, o aumento do limite de renda, a prioridade na aquisição de imóveis para mulheres e outras atualizações da política federal de habitação. Participam da discussão o diretor executivo na BCB Inteligência de Mercado e especialista em Inteligência de Mercado, Pesquisa e Mercado Imobiliário, Bruno Cantalupo; o diretor de políticas habitacionais da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rafael Simões; e o advogado especialista em negócios imobiliários, Amadeu Mendonça.
On this episode, we are joined by Juliana Larocerie to discuss Dupuytren's disease. Juliana has been involved with researching this condition for many years and shares with us the changes in treatment strategies that have occurred most recently. Juliana Larocerie, OT, MSC, CHT, is a certified hand therapist at the Roth-McFarlane Hand & Upper Limb Centre in London, Ontario. She earned her Bachelor's in Occupational Therapy from the Federal University of Pernambuco, Brazil, in 2003, and completed a Master's in Rehabilitation Sciences at Queen's University, Kingston, in 2006. Passionate about teaching and inspiring excellence in patient care, Juliana has held several academic roles, including seasonal lecturer at Queen's University and current guest lecturer and lab assistant at Western University's School of Occupational Therapy, where she also teaches in the Upper Extremity Rehabilitation stream of the Advanced Health Care Practice program. She co-instructs the Chinchalkar Hand Therapy Fellowship Program and contributes to teaching rounds for surgical residents and fellows at the Roth McFarlane HULC. Juliana has delivered several instructional courses on various topics at ASHT, IFSHT, CSHT, ASPN, EFSHT, and the Latin American Brachial Plexus Congress. She developed the hand therapy arm of the Peripheral Nerve Clinic at St. Joseph's Healthcare, establishing a unique interdisciplinary program that offers direct therapy services while supporting surgical and therapeutic decision-making for complex peripheral nerve injuries. She has authored many peer-reviewed papers and a book chapter and has been recognized with the Queen's University Awards for Excellence in Research and Preceptorship, as well as three CSHT Best Scientific Session awards.She also serves as the current vice-president of the CSHT.The views and opinions expressed in the Hands in Motion podcast are those of the guests and do not necessarily reflect the official policy or position of ASHT. Appearance on the podcast does not imply endorsement of any products, services or viewpoints discussed.
Debate da Super Manhã: Uma das mais marcantes expressões do folclore nordestino, a cultura do boi em Pernambuco reúne elementos históricos, musicais e simbólicos que atravessam gerações. Presente nas festas populares e no período carnavalesco, essa manifestação cultural mantém viva a memória, as tradições, a identidade e a valorização do povo pernambucano. No debate desta sexta-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a origem e a história do Boi: as músicas e os ritmos desse grupo cultural, os figurinos e os personagens dessa manifestação popular; além do folclore do boi pernambucano. Participam o presidente da Federação Cultural dos Bois e Similares do Estado de Pernambuco (Fecbois - PE) e mestre do Grupo Cultural Boi Faceiro, Aelson da Hora; o criador, coordenador geral e mestre do Grupo Cultural Boi Marinho, Helder Vasconcelos; o mestre do Grupo Cultural do Boi de Mainha, Mestre Vavá; e o historiador Braulio Moura.