Podcasts about adapta

  • 1,113PODCASTS
  • 1,916EPISODES
  • 39mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Feb 24, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about adapta

Latest podcast episodes about adapta

30:MIN - Literatura - Ano 7
#8: Pressão do agronegócio, adaptações, antologias e Gutenberg

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 20:32


15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão comenta sobre a pressão do agronegócio na alteração de em materiais escolares, a adaptação de "O Museu da Inocência", de Orhan Pamuk, com comentário de Cecilia Garcia Marcon, traz curiosidades sobre a história da prensa de Gutenberg, comenta sobre a antologia "Inesquecíveis: quatro séculos de poetas brasileiras", organizada por Ana Rüsche e Lubi Prates, traz o lançamento de um quadrinho que é uma antologia de narrativas indígenas, anuncia o lançamento do documentário inspirado em "A Queda do Céu" no serviço de streaming e comenta sobre a participação de Wagner Moura em adaptação de "Mrs. Dalloway".O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Lydianne Aquino sobre "Cartas a uma negra", de Françoise Ega.---RecebidosInesquecíveis: quatro séculos de poetas brasileiras, org. Ana Rüsche e Lubi Prates - Editora Bazar do TempoGarota sobre garota: como a cultura pop colocou uma geração de mulheres contra si mesmas, de Sophie Gilbert (com tradução de Emanuela Siqueira) - Editora TodaviaО último dia da vida anterior, de Andrés Barba (com tradução de Fabiane Secches) - Editora TodaviaO primeiro gato no espaço e a vingança do bebê pirata, de Mac Barnett e Shawn Harris (com tradução de Erico Assis) - Editora TodaviaUma história da literatura brasileira contemporânea: a narrativa, de Regina Dalcastagné - Editora Todavia---Links citadosPressão do agro altera conteúdos de livros escolares, denunciam editoresAntologia "Territórios Compartilhados" desafia imaginários e celebra a ancestralidade com protagonismo indígenaSo, Gutenberg Didn't Actually Invent Printing As We Know It

California real estate radio
AI Is Replacing Humans Faster Than Anyone Admits | Connor with Honor

California real estate radio

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 28:47


AI is changing every single day — and in this episode, Connor with Honor goes deep on the question nobody wants to answer:What happens when AI stops assisting humans… and starts replacing them?In this raw, honest breakdown, Connor MacIvor (Connor with Honor) explores the real-world impact of AI agents, job displacement, labor replacement, universal basic income, and the urgent need for a Humans First strategy before things move too far, too fast.This is not hype. This is not tech fantasy. This is a serious conversation about the future of work, identity, freedom, and survival in an AI-driven world.Connor covers:Why elite investors and tech insiders may not feel the pain of AI job lossHow AI agents are rapidly evolving from “tools” into full task-executing workersThe coming wave of autonomous systems that can run campaigns, emails, calendars, and even sales workflowsWhy “humans first” must become the central AI conversationThe danger of AI replacing labor faster than society can adaptA bold idea: taxing AI FLOPS to fund human stability (food, housing, medical, income)Why AI should be monitored at the highest levels of governmentHow identity, purpose, and work are all about to be challengedWhat happens when businesses can replace a 2,000-hour worker with an 8,760-hour AI systemConnor also breaks down the emotional side of this shift: If people identify with their jobs… what happens when the jobs disappear?If AI creates abundance… who gets access to it?If AI becomes the labor force… how do humans stay economically relevant?This episode is a must-listen for:Real estate professionalsBusiness ownersEntrepreneursWorkers in any screen-based jobAnyone trying to understand what AI means for their futureIf this episode hits home, share it and send it to someone who still thinks AI is “just another tool.”Stay honorable.ConnorwithHonor.com ConnorwithHonor.com ConnorwithHonor.comFollow Connor with Honor for more real-world AI conversations, business strategy, and human-first thinking in the age of automation.#AI #ArtificialIntelligence #FutureOfWork #ConnorWithHonor #ConnorwithHonorcom #AIAgents #JobDisplacement #HumansFirst #AIJobs #TechFuture #UBI #AIEconomy #Automation #ConnorMacIvorYoutube Channels:Conner with Honor - real estateHome Muscle - fat torchingFrom first responder to real estate expert, Connor with Honor brings honesty and integrity to your Santa Clarita home buying or selling journey. Subscribe to my YouTube channel for valuable tips, local market trends, and a glimpse into the Santa Clarita lifestyle.Dive into Real Estate with Connor with Honor:Santa Clarita's Trusted Realtor & Fitness EnthusiastReal Estate:Buying or selling in Santa Clarita? Connor with Honor, your local expert with over 2 decades of experience, guides you seamlessly through the process. Subscribe to his YouTube channel for insider market updates, expert advice, and a peek into the vibrant Santa Clarita lifestyle.Fitness:Ready to unlock your fitness potential? Join Connor's YouTube journey for inspiring workouts, healthy recipes, and motivational tips. Remember, a strong body fuels a strong mind and a successful life!Podcast:Dig deeper with Connor's podcast! Hear insightful interviews with industry experts, inspiring success stories, and targeted real estate advice specific to Santa Clarita.

ESCS FM
Meia Deleite - Crises existenciais, hate ao carnaval e a más adaptações de livros - 24 de fevereiro de 2026

ESCS FM

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 58:58


Mais um episódio, mais conversas que começam num ponto e acabam sabe-se lá onde - e oficialmente o primeiro do último semestre (socorro).Falámos do início das aulas e da crise existencial de estarmos no último ano: a Leonor já está completamente nostálgica, enquanto a Matilde está oficialmente farta desse tema. Pelo meio, debatemos adaptações de livros ao cinema, damos um leve hate ao Carnaval e expomos a nossa dinâmica caótica.Isto e mais mil assuntos que não têm absolutamente nada a ver uns com os outros, porque quando começamos a falar… já sabem.Design: Ângela SalgueiroSonoplastia: Lucas Barbosa e Maria Cardoso

Esportes
Zagueira da seleção brasileira, Tarciane mira Copa do Mundo de 2027 e fala da adaptação na França

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 5:36


Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.

En Foco
El yodel, un canto folclórico suizo que se adapta a los tiempos modernos

En Foco

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 6:45


Durante mucho tiempo asociado a clichés turísticos, el yodel, un ancestral canto alpino, que alterna la voz de pecho y la de cabeza, dejó de ser solo una curiosidad folclórica tras ser reconocido como Patrimonio Cultural Inmaterial de la Humanidad en diciembre de 2025. Hoy, rompe fronteras: se fusiona con rock, pop e incluso rap, mientras las nuevas generaciones, desde Ginebra hasta los Alpes berneses, mezclan tradición y modernidad. Un reportaje de Jade Lévin para France 24. 

Market Makers
#325 | OS PRÓXIMOS 10 ANOS IRÃO MUDAR A HUMANIDADE PARA SEMPRE

Market Makers

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 112:03


Os próximos 10 anos podem mudar a humanidade mais do que os últimos 100.Empregos estão desaparecendo. Empresas estão reduzindo equipes pela metade usando IA. Agentes autônomos já tomam decisões sozinhos. Especialistas alertam: até 2030, apenas alguns tipos de trabalho podem sobreviver.Mas o que é exagero… e o que é inevitável?Neste episódio, converso com Max Peters, fundador e CEO da Adapta, sobre:– Quais empregos realmente estão em risco nos próximos 24 meses– O impacto da IA na desigualdade e concentração de poder– O risco real por trás dos agentes autônomos– Se a superinteligência é ficção ou uma questão de tempo– O que governos, empresas e indivíduos deveriam fazer agoraEstamos diante de uma nova revolução tecnológica — ou de uma mudança civilizacional?Assista até o final para entender o que pode mudar para sempre.Baixe o e-book gratuito (BRASIL EM ALERTA MÁXIMO): https://lp.mmakers.com.br/brasil-em-alerta-maximo-ebook?xpromo=MI-ECONOMIAPARAINVESTIDORES-YOUTUBE-DESCRICAO-X-20260210-MM-X

O X do Controle
Highguard e 2XKO estão em risco, Epic Games Store no Xbox e série de Baldur's Gate | XdC News #107

O X do Controle

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 52:18


Seja apoiador do X do Controle⁠⁠Compre seus jogos na Nuuvem! MARCAÇÕES DE TEMPO(00:00) - Abertura(07:23) - 2XKO e Highguard anunciam demissões após menos de 1 mês online(30:48) - Executivo sugere que Epic Games Store estará no próximo Xbox(38:39) - Adaptações de Helldivers, God of War e Baldur's Gate recebem atualizações(46:46) - Rapidinhas(51:35) - EncerramentoCRÉDITOSApresentação: Guilherme Dias e PH Lutti LippeRoteiro: PH Lutti LippeEdição: Gabriel SalesThumbnail: Lucas G. FerreiraSiga o XdC: ⁠YouTube ⁠⁠⁠⁠| ⁠Instagram⁠ | ⁠Bluesky⁠ | ⁠Threads⁠ | ⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nossas plataformas e redes⁠⁠⁠⁠Contato: ⁠contato@xdocontrole.com⁠Contato para anunciantes e parcerias: ⁠comercialxdc@gmail.com⁠

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Colégio SATC orienta famílias sobre adaptação escolar de crianças e adolescentes

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 12:41


A adaptação escolar de crianças e adolescentes é um período de transição que pode representar desafios tanto para os estudantes quanto para as famílias. O primeiro contato com a escola, os colegas e os professores precisa ser planejado para garantir um ambiente acolhedor e atrativo, favorecendo o desenvolvimento emocional e pedagógico dos alunos. Para apoiar esse processo, profissionais do Colégio SATC orientam pais e responsáveis sobre o início das aulas, com o objetivo de transformar a escola em um espaço seguro, tranquilo e estimulante para as novas descobertas. Entre os pontos destacados, a segurança familiar é considerada fundamental para o retorno à rotina escolar. A instituição também recomenda que os responsáveis conversem com as crianças sobre o início das aulas, preparando-as para a nova rotina e reduzindo possíveis ansiedades. Outro aspecto essencial é o olhar atento e acolhedor, tanto da família quanto da escola, para identificar dificuldades e garantir uma adaptação mais tranquila. A coordenadora da Educação Infantil do Colégio SATC, Luciana Peruch Ferreira, falou sobre o tema em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta sexta-feira (13). Ouça a entrevista completa:

Quem se Importa?
"O morro dos ventos uivantes" (2026) - A obra de Emily Bronté e a adaptação de Emerald Fennel

Quem se Importa?

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 21:19


Chega até nós a nova adaptação dirigida por Emerald Fennell (a mesma de Saltburn e Bela Vingança).Sinopse:Nesta releitura gótica e visceral do clássico de Emily Brontë, a diretora Emerald Fennell explora a natureza obsessiva e destrutiva do amor. A trama acompanha a intensa ligação entre Catherine Earnshaw (Margot Robbie) e Heathcliff (Jacob Elordi), um órfão adotado pela família dela nos pântanos isolados de Yorkshire.Apesar da paixão avassaladora que nutrem desde a infância, as barreiras sociais e o orgulho separam o casal. Quando Catherine decide se casar com o rico e refinado Edgar Linton (Shazad Latif) para garantir seu status, Heathcliff foge, apenas para retornar anos depois misteriosamente rico, transformado e sedento por vingança. Sua retaliação não poupa ninguém, desencadeando um ciclo de crueldade que atravessa gerações e consome as duas famílias locais. A versão promete focar nos aspectos mais sombrios, eróticos e psicológicos da obra original.Ficha Técnica:Título: O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights)Ano de Lançamento: 2026Direção: Emerald FennellRoteiro: Emerald Fennell (baseado no romance de Emily Brontë)Elenco Principal:Margot Robbie como Catherine EarnshawJacob Elordi como HeathcliffHong Chau como Nelly DeanShazad Latif como Edgar LintonAlison Oliver como Isabella LintonMartin Clunes como Sr. EarnshawEwan Mitchell como JosephProdutores:Margot RobbieEmerald FennellJosey McNamaraProdutoras (Estúdios):LuckyChap Entertainment (produtora de Margot Robbie)MRC (Media Rights Capital)Lie Still (produtora de Emerald Fennell)Distribuição: Warner Bros. Pictures- - - - ✨ Se você gosta de cultura pop com humor, crítica e um pouco de caos criativo, este episódio foi feito pra você!

30:MIN - Literatura - Ano 7
#7: FLIP 2026, Rivalidade Ardente, Índices de Leitura e Vendas de 2025, Adaptação de Hamnet e Parcerias do 30:MIN

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 16:30


15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão comenta sobre Orides Fontela, a homenageada da FLIP 2026, o sucesso de "Rivalidade Ardente" (ou "Heated Rivalry", para os mais íntimos), o aumento na venda de livros e a triste queda no número de leitores em 2025 e algumas observações sobre a adaptação do romance "Hamnet", de Maggie O'Farrell.Temos o anúncio das parceiras do 30:MIN para 2026.O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Camila Nakamura sobre "Kentukis", de Samanta Schweblin.---RecebidosKitchen, de Banana Yoshimoto (com tradução de Lica Hashimoto, Fabio Saldanha e Lui Navarro) - Editora Estação LiberdadeLeitura Fácil, de Cristina Morales (com tradução de Elisa Menezes) - Editora MundaréuQuem é essa mulher? Uma biografia de Zuzu Angel, de Virginia Siqueira Starling - Editora TodaviaTrilogia A primeira Lei, de Joe Abercrombie (com Alves Calado) - Editora AlephPilares, de Breno Botelho - Editora Patuá---Links citadosOrides Fontela, Autora Homenageada da 24ª FlipOrides Fontela será a homenageada da Flip 2026Mercado livreiro finaliza 2025 com crescimento, diz SNELLeitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundoEra da leitura pode estar acabando nas escolas, aponta pesquisa nos EUAIndicada ao Oscar, autora de 'Hamnet' conta que aprendeu a fazer falcão voar para escrever livro que deu origem ao filmePaulatinamente #30: Hamnet, Shakespeare, tarô, mulheres & falcões

BBCast Agro
Cana-de-açúcar: safra 25/26, queda na rentabilidade e ajustes no setor | BBcast Agro - 10/02/2026

BBCast Agro

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 3:14


No episódio de hoje do BBCast Agro CANA, Maurício Alonso, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto-SP, analisa o cenário atual da cana-de-açúcar e os desafios enfrentados pelo setor em 2026. Destaques do episódio:

Um Eventual Ocultismo
127 - The Mighty Nein e adaptações de RPG

Um Eventual Ocultismo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 49:50


Hoje vamos falar de The Mighty Nein! Série animada que adapta a segunda campanha do Critical Role. Mais que isso, não vamos é parar de falar de como adaptar RPGs de Mesa (principalmente aqueles que tem uma história criada em jogo) para outras mídias!Enviem e-mails com comentários para: umeventualocultismo@gmail.comParticipantes: Luca Piancastelli e Pedro SantosMúsicas: The Mighty Nein OST (Neal Acree)

Podverso da Geek
Adaptações de Games | Do Caos ao Sucesso

Podverso da Geek

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 44:30


Josimar Carlos, Leo (@nerdkitt ) e Filippe Chaves (@contraotedio ) atravessam o portal do Cine Geek para falar sobre as adaptações de Games.Filmes adaptados de games sempre viveram entre a promessa e o desastre. Neste episódio, o papo começa no caos dos anos 80 e 90, passa pelos anos 2000, quando os estúdios começaram a investir pesado sem entender muito bem o material original, e chega até 2025, quando essas adaptações finalmente passaram a ser tratadas como grandes eventos.Falamos dos acertos que provaram que dá certo, dos sucessos que abriram caminho, e também dos tropeços que lembram que adaptar jogos ainda é um desafio. Um bate-papo sobre erros, evolução, expectativa e o momento em que o cinema começou, de verdade, a jogar do lado certo.

Esportes
Bruna Moura supera trauma e garante vaga olímpica no esqui cross-country para Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 5:05


A brasileira Bruna Moura está oficialmente classificada para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na categoria esqui cross-country, uma conquista que vai muito além do resultado esportivo. Quatro anos depois de sofrer um grave acidente na Itália, às vésperas da Olimpíada de Pequim 2022, a atleta retorna ao mesmo cenário olímpico como símbolo de superação física, psicológica e emocional, representando o Brasil em uma das modalidades mais exigentes do esporte mundial. Luciana Quaresma, de Milão para a RFI “Eu não sei se sou capaz de descrever como eu vivo esse momento. Para mim, é algo surreal. Estou vivendo novamente o sonho de ouvir meu nome ser anunciado para a equipe olímpica”, afirma Bruna, ainda cautelosa com a comemoração. “Eu quero comemorar de verdade quando cruzar a linha de chegada nos Jogos”, afirma. Em janeiro de 2022, durante um período de treinos na Itália, Bruna sofreu um acidente de carro grave, poucos dias após sair da quarentena por Covid-19. O impacto foi profundo. As lembranças do episódio são fragmentadas. “Tenho no máximo 30 minutos de memória de todo o processo”, revela, mas as consequências permanecem. “O acidente faz parte da minha vida. Eu penso nele todos os dias. A dor no pé é diária, não tem como esquecer”, relata. “Eu precisei aprender a viver com isso, integrar essa dor à minha rotina e seguir em frente”, conta Bruna Moura. A recuperação física permitiu o retorno às competições pouco mais de um ano depois, no Mundial da Eslovênia, mas a reabilitação psicológica exigiu um trabalho ainda mais delicado. Bruna enfrentou sintomas de estresse pós-traumático e passou por sessões intensivas de terapia, incluindo EMDR (tipo de terapia para processar traumas), para lidar com memórias auditivas recorrentes das sirenes da ambulância e da polícia. “A terapia funcionou. Hoje eu lido muito melhor com isso, mas o trauma ainda vem comigo. Tudo o que faço tem um pedaço dessa experiência.” Adaptação como chave para a classificação Se o acidente impôs limites, também exigiu reinvenção. Com restrições no pé, Bruna precisou adaptar radicalmente sua preparação física, apostando no double pole, técnica que privilegia a força da parte superior do corpo. “O motivo não foi positivo, mas o resultado foi. Esse ganho de potência foi decisivo para os pontos que conquistei no ranking e para a classificação olímpica”, explica. A vaga para Milano-Cortina veio justamente pelo ranking internacional, em uma disputa direta e emocionalmente complexa com Jaqueline Mourão, a atleta mais experiente e respeitada do esqui cross-country brasileiro — e uma figura central na própria trajetória de Bruna. “Foi estranho e difícil. Ela é minha amiga, minha referência, a maior atleta da história do esporte no Brasil. Eu queria muito que ela estivesse nesses Jogos também”. Da mountain bike ao esqui A relação de Bruna com o esqui cross-country começou graças à própria Jaqueline Mourão, ainda em 2010, quando Bruna era atleta de mountain bike. Selecionada para um projeto de desenvolvimento em Minas Gerais, ela se destacou nacionalmente, mas viu sua carreira interrompida por um problema cardíaco congênito, que exigia uma cirurgia complexa. Sem recursos financeiros, foi novamente Jaqueline quem viabilizou o acesso ao tratamento, por meio de instituições médicas em São Paulo. Durante esse período de afastamento das competições, Bruna teve o primeiro contato com o roller ski, em atividades promovidas pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN). “Mesmo quando eu não podia competir, eles me incluíram. Aquilo me ajudou muito num momento de depressão”, lembra. Em 2014, Bruna passou a integrar oficialmente a equipe brasileira de esqui cross-country e biatlo — um caminho longo, construído com paciência, resiliência e adaptação. O sonho olímpico como missão pessoal Para Bruna Moura, estar nos Jogos de Milano-Cortina tem um significado especial, construído ao longo de anos de luta e resiliência. “Eu sei que será difícil conquistar um resultado expressivo, porque estarei competindo contra as melhores atletas do mundo. O meu objetivo sempre foi alcançar o sonho de me tornar uma atleta olímpica e competir no meu melhor nível, porque isso vai muito além do resultado final”, diz Bruna Moura. A promessa feita a si mesma ainda no hospital, após o acidente, agora está prestes a se cumprir. “Desde que recuperei a consciência, eu dizia: eu vou para os Jogos de 2026. E trabalhei em tudo — treino, nutrição, descanso, hidratação — para chegar aqui.” Milão-Cortina 2026: redenção e liberdade Ao imaginar o momento da estreia olímpica, Bruna fala em redenção. “Quando eu cruzar a linha de chegada, ver meu nome na tela, a bandeira do Brasil ao lado… eu não sei como meu coração vai reagir. Vai ser liberdade. Liberdade de viver algo que por tantos anos foi só um sonho.” Em um esporte dominado por países tradicionais e com pouca estrutura no Brasil, a presença de Bruna Moura em Milão-Cortina 2026 carrega um simbolismo poderoso: o de que persistência, adaptação e coragem podem transformar até os caminhos mais improváveis em realidade olímpica. *Errata: o acidente de Bruna Moura foi em janeiro de 2022, e não em setembro de 2021 como escrito anteriormente.

Pod Falar de Webtoon
202 Webtoons que podem virar adaptações em 2026

Pod Falar de Webtoon

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 128:49


Mantendo a tradição do começo do ano, o foco desse episódio são webtoons que podem receber adaptações no ano de 2026! Ao longo do programa de hoje, Meidi, Nai e Mari passam por muitos títulos diferentes e listam quais deles mais chamaram a atenção delas.Citado no episódio de hoje:- Materia original com a lista de adaptações: https://falardewebtoon.com.br/adaptacoes-de-webtoons-2026/Não se esqueça de avaliar, seguir o nosso podcast e ativar as notificações para receber os novos episódios em primeira mão!- Para continuar interagindo com a gente, é só seguir @falardewebtoon nas redes sociais;- Acesse nosso portal: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://falardewebtoon.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠- ⁠⁠⁠⁠⁠Entre para a nossa comunidade do Discord: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://discord.gg/nVwn85vPhr⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Especulando: Ginecologia e Obstetrícia
Especulando Ep. 119: Adaptações do organismo materno na gestação

Especulando: Ginecologia e Obstetrícia

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 22:40


Hoje a dra. Nicole vem especular conosco sobre a parte prática das adaptações do organismo materno durante a gestação e como podemos usar isso no dia a dia para explicar esses detalhes para as pacientes.Parece um tema muito teórico, mas eu sempre uso em toda consulta de pré-natal para explicar algo que a paciente está sentindo.Espero que gostem.Episódio apoiado pela equipe MedCof GO e com o cupom ESPECULANDO vocês conseguem R$300 de desconto nos cursos para R+ de GO, Mastologia e para o TEGO: https://tego.grupomedcof.com.br 

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
14 de janeiro - Pulgão lanígero se adapta e desafia fruticultura: estudo indica porta-enxertos resistentes

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 10:29


Neste episódio do Panorama Agrícola apresentamos uma pesquisa sobre o pulgão lanígero, uma praga que afeta as macieiras, incluindo as que utilizam o porta-enxerto Marubakaido, anteriormente considerado resistente. A entomologista Janaína Pereira do Santos, pesquisadora da Estação Experimental de Caçador, explica a dificuldade em controlar esta praga devido à sua proteção de lã e o alto custo e limitada disponibilidade de inseticidas eficazes. A pesquisa confirmou que a praga é um biótipo adaptado capaz de superar a resistência de alguns porta-enxertos.Para conhecer a plataforma Agroconnect, acesse este link.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

DoTheMATH
Da Adaptação à Ruptura: A Nova Era dos Negócios - #200

DoTheMATH

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 47:33


Estamos vivendo apenas mudanças contínuas ou uma verdadeira mudança de era nos negócios? No episódio 200 do DoTheMATH, discutimos como IA, plataformas e novos modelos estão redefinindo empresas e resultados.

Estrategas del Trail y Run
#255 No tienes que comer igual cada día: Adapta tu nutrición trailrunner

Estrategas del Trail y Run

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 17:15


¿Comes lo mismo todos los días? Estás cometiendo un ERROR Te levantas agotado después de entrenar duro, tus series no salen como deberían, y esa ensalada de pollo que comes religiosamente no te está dando resultados. ¿Te suena familiar? No entrenas igual todos los días, entonces ¿por qué comes igual? Tu cuerpo es dinámico. El día que haces una tirada larga de 3 horas necesitas carbohidratos a full. El día de descanso, tu prioridad es la proteína para recuperar músculo. El día de series intensas, el timing es CRÍTICO. Periodización nutricional . Divide tu semana en 4 tipos de días: Alta intensidad: Carbos + proteína abundante Media intensidad: Ajusta proporciones, menos carbos Baja intensidad: Prioriza grasas saludables y proteína Descanso: Mantén proteína alta, reduce carbos Las señales que NO puedes ignorar: ✅ Energía estable en entrenamientos ✅ Recuperación rápida ✅ Mejor descanso nocturno ✅ Bienestar general La clave: Escucha tu cuerpo. No se trata de comer perfecto, sino con sentido Escucha el episodio completo y descubre cómo aplicarlo esta misma semana con ejemplos prácticos de comidas para cada tipo de entrenamiento. Pero antes, mira este vídeo para descubrir el método de entrenamiento definitivo que ha ayudado a mas de 1.000 corredores a alcanzar sus metas y objetivos https://estrategasdeltrailrun.com/regalo-metodo-yt _________________________________________________________________ ‍♀️ ‍♂️ ¡Motivación en cada paso de tu viaje! Descubre más en: https://www.instagram.com/estrategas.Trail/ ¿Amante de los videos? Suscríbete aquí: https://www.youtube.com/c/XimEscanellasEstrategas/videos Regalo especial: Las 5 claves para un entrenamiento efectivo. ¡Regístrate! https://ximescanellas.com/pagina-registro-5-claves/ Sigue nuestra cuenta personal en: https://www.instagram.com/xim_escanellas/ https://ximescanellas.com/ Alcanza tus de manera inteligente y eficiente. ****Enviamos un mensaje de what's app si quieres que te ayudemos de forma individual**** http://estrategasdeltrailrun.com/hablamos-podcast #trailrunning #podcastrunner #entrenamientointeligente

Podverso da Geek
Multiverso Expresso | Nova Adaptação de Eragon

Podverso da Geek

Play Episode Listen Later Jan 4, 2026 1:27


Paola continua apresentando o Multiverso Expresso, seu drops diário de Multiverso. Aqui ela fala do anuncio da vindoura e nova adaptação da franquia Eragon!!

Cealecast
Cealecast #113: Adaptações de obras literárias para crianças e adolescentes

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 54:00


Neste episódio do Cealecast, a conversa propõe reflexões sobre as adaptações de obras literárias para crianças e adolescentes e suas contribuições para a formação de leitores e para as práticas pedagógicas na Educação Básica.A mediação é da professora do Centro Pedagógico da UFMG, doutora em Educação pela UFMG e pesquisadora do Ceale, Juçara Moreira Teixeira, com a participação do professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e especialista em Literatura Infantil e Juvenil, Diógenes Buenos Aires de Carvalho.O diálogo aborda como os clássicos literários se transformam ao longo do tempo e ganham novas formas, linguagens e sentidos ao chegar ao público infantil e juvenil.Confira também no YouTube:https://youtu.be/xHCmABxkETU?si=5ZlFeTfWT4z7qeDAO Cealecast é o podcast bimestral do Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita Magda Soares), da Faculdade de Educação da UFMG, sob coordenação da professora e pesquisadora Mônica Araújo.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP amplia prazo de pagamento do Siga Fácil para apoiar adaptação dos usuários ao novo modelo

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 1:29


O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), ampliou, de forma excepcional e transitória, o prazo para pagamento da tarifa de pedágio nas rodovias estaduais que operam com o Siga Fácil, sistema de cobrança por pórticos eletrônicos

César Sar - El Turista
1231. Viaje cuando el país no se adapta al visitante

César Sar - El Turista

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 27:18


Cuando organizamos un viaje solemos pensar que el país que visitamos está, de alguna forma, preparado para recibirnos. Damos por hecho que habrá información en nuestro idioma, que los horarios serán comprensibles, que los servicios estarán adaptados y que, en general, el viajero será tenido en cuenta. Pero esa idea no siempre se cumple. Gracias por estar aquí —¡ya superamos los 1,200 episodios y el millón de escuchas! Es pura magia gracias a ti, y me encanta compartirla.✈️ Recuerda, en mi web www.cesarsar.com propongo algunos viajes conmigo a diferentes lugares del mundo. Vámonos! Por qué este podcast es mío, pero también es tuyo, he creado una sección en mi web de descuentos donde he negociado con diversas empresas interesantes, beneficios para todos. Tanto en seguros de Viaje como en tarjetas eSIM y otros. Descuentos - César Sar | El Turistahttps://cesarsar.com/descuentos/⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ Aún no monetizo automáticamente para no interrumpir nuestra charla, pero te pido una mano: dame 5 estrellas y una reseña rápida —¡30 segundos que me impulsan mucho!

PodCast IDEG
Atualiza e Revisa #18 - Edição Especial Pós-COP30

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 19:59


Quer entender por que a COP30 pode cair na sua prova do CACD? Este episódio do Atualiza e Revisa é a sua revisão estratégica sobre a Conferência do Clima da ONU realizada em Belém do Pará. A COP30 encerrou com o Pacote de Belém, um conjunto de 29 decisões que marca a transição das promessas para a implementação do Acordo de Paris. Aqui você vai descobrir: ✔ O que foi decidido: financiamento triplicado até 2035, Meta Global de Adaptação com 59 indicadores, Decisão Mutirão (Acelerador Global + Missão Belém 1,5°C), Plano de Ação de Gênero e mecanismo de transição justa. ✔ O que ficou de fora: roteiro para combustíveis fósseis e as controvérsias que dividiram países. ✔ Como isso se conecta com Política Internacional, Direito Internacional, Geografia e Economia no edital do CACD. ✔ Números-chave para memorizar: 29 decisões, 59 indicadores, 122 NDCs, triplicar financiamento até 2035. ✔ Iniciativas estratégicas: RAIZ (restauração produtiva com co-investimento) e Plano de Saúde de Belém (US$ 300 milhões para sistemas resilientes).

ONU News
Na COP30, deslocados pela mudança climática exigem medidas de adaptação

ONU News

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 4:30


Crises causadas por desastres naturais podem destruir casas, comunidades e nações inteiras; vice-diretora geral da OIM fala de expectativas com inclusão da mobilidade climática nas negociações; refugiados da delegação do Acnur e embaixador da Boa Vontade compartilham mensagens.

Jornal da USP
Cidade em Movimento #18: Imigração

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 5:53


Adaptação de migrantes necessita de abertura, infraestrutura e “respeito ao luto”

AD7 Devocional
Una flor que se adapta ~ Devocional de Jóvenes ~ 10 de noviembre 2025

AD7 Devocional

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 3:19


“Fíjense cómo crecen los lirios del campo” (Mat. 6:28)Una flor que se adapta ~  Devocional de Jóvenes ~ 8 de noviembre 2025 ~ AD7Devocional----------------------------Code: 6FESIHEIXZUIDUTZBUSCA en Facebook el texto de la matutina:http://www.facebook.com/AD7Devocional/SIGUE en Instagram el post de la matutina y el versículo diario:http://www.instagram.com/AD7Devocional/VISITA nuestra pagina de internet:http://www.ad7devocional.comSUSCRIBE a YouTube, comparte y ve nuestros videos:http://www.youtube.com/AD7DevocionalESCUCHA a traves de Spotify:https://open.spotify.com/show/4VfzQUU2omzsrqITRsL6AhAutor: Jorge L. Rodriguez (Rodriguez, Jorge L.)Titulo: Hoy es Tendencia - Seguir a Jesús nunca pasa de moda(Lecturas devocionales para jóvenes) (Spanish Edition). IADPA. Matutina Para JóvenesDevoción Matutina Para JóvenesGracias a Ti por escucharnos, un abrazo AD7… Hasta la próxima!

Noticiário Nacional
8h Cop 30 é preciso acelerar os planos de adaptação

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 14:48


El Cine en la SER
El Cine en la SER: David Trueba adapta su propia novela y Fernando Franco escarba en lo oscuro de la familia

El Cine en la SER

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 32:52


El cine español ha liderado la taquilla durante esta semana, aunque los datos de asistencia y recaudación no son muy esperanzadores. Y siguen llegando nuevas películas como 'Siempre es invierno', la adaptación de David Trueba de su novela 'Blitz' con la que vuelve a colaborar con David Verdaguer. También está ya en salas 'Subsuelo', el oscuro thriller psicológico de Fernando Franco sobre una familia descompuesta por los secretos. Además, en este episodio analizamos la última película de Lanthimos, la entrañable road movie 'Leo & Lou' y las series que estamos viendo.

Meio Ambiente
O que esperar da COP30 em Belém, apesar da credibilidade manchada de petróleo do Brasil?

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 29:26


Os esforços do mundo para combater o aquecimento global ainda estão longe de serem suficientes para a humanidade escapar de um cenário trágico de alta média das temperaturas no planeta de 2,8 °C até o fim deste século. A partir desta quinta-feira (6), a cidade de Belém, no Pará, recebe a maior reunião internacional sobre como corrigir a rota para evitar o pior. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém  A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) acontecerá num contexto nada favorável: multilateralismo em crise, ausência dos maiores responsáveis históricos pelo problema – os Estados Unidos –, guerras em curso. Dois anos depois de os países terem atingido um acordo histórico para “se afastarem” dos combustíveis fósseis, responsáveis por 75% das emissões de gases de efeito estufa, o tema ficou em segundo plano, constata a cientista Thelma Krug, ex-vice-presidente do IPCC (Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). Os investimentos em massa em energias renováveis, liderados pela China, ainda não conseguiram reverter a alta das emissões provocadas pelo petróleo, o carvão e o gás. "Os países não querem falar de phase out [saída] do petróleo porque muitos não têm ideia de quando vão conseguir fazer isso. Então, há uma maior velocidade na introdução de renováveis”, explica. "Para alguns isso vai ser mais fácil, para outros, vai ser mais difícil, até porque muitos não vão ter a mesma capacidade de ter tantas fontes de renováveis: não têm vento, não têm solar, nem hidrelétrica, nem geotermal que possa alimentar essa maior produção de energia. Há que se pensar em como os países poderão trabalhar, a partir de uma cooperação internacional fortalecida, com capacitação, transferência de tecnologia, para ajudar os países a fazer essa transição", diz Krug. Stella Hershmann, especialista em negociações climáticas do Observatório do Clima, complementa: "O que essa COP entregaria de mais revolucionário seria uma conversa honesta e justa sobre esses critérios e pensar: 'tá bom, quem vai começar? Quem vai apoiar quem? De onde vem o financiamento?'". Petróleo x combate ao desmatamento O problema é que o anfitrião da COP, o Brasil, exerce a presidência do evento com a credibilidade manchada, após a liberação de testes de prospecção para uma nova fronteira de exploração de petróleo, na foz do rio Amazonas. Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa, lamenta o mau exemplo: em vez de apresentar uma estratégia clara de transição energética, o Brasil chega a Belém com um plano de expansão dessas fontes poluentes. "Estamos presos ao slogan 'O petróleo é nosso', lá da década de 1960, 1970”, aponta Natalie Unterstell. "Eu quero que a gente fale que o ar é nosso, que o mar é nosso, que a floresta é nossa, que a energia limpa é nossa. Está na hora de trocar esse slogan.” Mas apesar do sinal negativo enviado pela medida, Thelma Krug considera "muito difícil" que algum país cobre o Brasil pela decisão, durante as negociações oficiais. A razão é simples: a maioria deles têm telhado de vidro na questão dos fósseis. "Há uma enorme quantidade de países aumentando a exploração de outras plantas de petróleo, de carvão, de gás natural. Temos Índia, China, Estados Unidos, Austrália, Canadá, para citar alguns", pontua. "Se houver pressão, ela virá da sociedade civil."  Atraso na entrega de compromissos climáticos  Nesta quinta (6) e sexta (7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe cerca de 60 chefes de Estado e de Governo para a Cúpula dos Líderes, que precede a conferência propriamente dita, a partir de segunda-feira (10). Ele deve insistir nos resultados positivos do país na luta contra o desmatamento, a principal causa das emissões brasileiras, à frente da agricultura e do consumo de fósseis. Os últimos números oficiais indicam a maior queda da devastação da Amazônia em 11 anos. A meta é zerar o desmatamento no país em dez anos. Os 196 membros da Convenção do Clima da ONU deveriam apresentar neste ano novos compromissos climáticos para encaminharem, até 2035, a transição para uma economia de baixo carbono. Às vésperas do evento, entretanto, apenas um terço deles cumpriu os prazos e, mesmo assim, as promessas colocadas sobre a mesa decepcionaram. "É um indicador muito ruim do comprometimento dos líderes dos países com o enfrentamento da crise climática. Por esse aspecto, é difícil você chegar a esse encontro otimista”, avalia Hershmann. "São muitos os desafios que essa COP tem que superar para entregar decisões significativas", diz. "Se a gente conseguir manter essa união, esse coletivo, independentemente da saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, eu já vou ficar muito feliz”, reconhece Thelma Krug. Adaptação, implementação, justiça climática Já que visar uma aceleração da queda das emissões parece irrealista, as três principais apostas do Brasil para o final da conferência são: chegar a uma meta de recursos para a adaptação dos países aos impactos do aquecimento global – como o aumento de enchentes e secas –, acelerar a implementação dos compromissos firmados no Acordo de Paris – como triplicar as energias renováveis até 2030 –, e trilhar um caminho para a transição justa, incluindo alternativas para desbloquear o financiamento necessário para os países mais vulneráveis. As Nações Unidas avaliam que, se todas as promessas no horizonte de 2030 e 2035 forem cumpridas, o aquecimento poderia ser limitado entre 2,3 °C e 2,5 °C até 2100. "Se, antes, a gente só olhava para clima medindo as emissões, agora a gente tem que medir resiliência: como é que a gente está protegendo as pessoas, protegendo a água, garantindo energia”, frisa Unterstell. “Hoje, todo o mundo tem que se adaptar: do Alasca à Austrália, da Mongólia ao sul do Brasil. A questão é que as necessidades são diferentes e aí cabe pontuar um assunto muito importante que tem que ser resolvido em Belém: o financiamento da adaptação." Na prática, isso vai significar um desafio ainda mais complexo para a alocação de recursos, salienta Krug. "Eu lamento muito isso: já não tínhamos muitos investimentos alocados para mitigação e hoje a gente é obrigado a ter recursos também para adaptação e para todos os países, independentemente de serem países desenvolvidos ou em desenvolvimento." Depois do fracasso da última conferência de Baku em viabilizar o financiamento climático para os países menos desenvolvidos, a COP de Belém está pressionada a desbloquear amarras, como a maior participação dos setores privado, bancário e financeiro. Mas o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, antecipa que não será possível garantir já em 2025 o caminho para se chegar aos US$ 1,3 trilhão que a ONU estima necessários por ano. "Se a gente mantiver esse gosto amargo depois da COP, eu acho que a chance é, realmente, desse sistema, desse regime perder relevância, das pessoas não acreditarem mais e não quererem que seus governos apostem nesse mecanismo, o que seria muito ruim”, adverte a presidente do Instituto Talanoa. Leia tambémCOP30: Nas comunidades tradicionais amazônicas, clima mais quente já assusta e mobiliza adaptação

Hoy por Hoy
La charla | David Trueba: "La película que adapta una novela debe volar autónomamente al libro, lo contrario, ponerse de rodillas ante el texto, nunca funciona"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 17:39


El 4 de febrero de 2015, David Trueba publicó la novela "Blitz" y diez años después, el realizador de "Soldados de Salamina"; "Saben aquell" o "El hombre bueno" y autor de otras novelas como "Cuatro amigos" o "Queridos niños", ha decidido ahora llevar aquel texto al cine bajo el título de "Siempre es invierno", una cinta protagonizada por David Verdaguer y la actriz francesa Isabelle Renauld. 

FHOXCast
C.A.O.S. Fotográfico: Novidades, Mentoria e o Futuro da Fotografia

FHOXCast

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 45:33


C.A.O.S. Fotográfico: Criatividade, Adaptação, Ousadia e Sustentabilidade.A fotografia nunca esteve tão viva e tão desafiadora. Nesta live, Leo Saldanha analisa as mudanças que estão transformando o mercado, da inteligência artificial ao comportamento dos clientes, e como fotógrafos podem encontrar direção em meio ao caos.

Enlace 50
Quien se adapta, gana con el Dr. Eduardo Calixto

Enlace 50

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 49:54


¿Sientes menos energía, menos entusiasmo y no sabes por qué?No es falta de ganas, con los años, el cerebro cambia.Baja la dopamina, los retos pesan más, las pérdidas dejan huellas… Pero entenderlo nos da poder.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
COP30 será mais uma rodada de promessas? Presidente da conferência espera recursos para adaptação

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 15:23


Em uma semana, o Brasil estará no foco das atenções do mundo, com o início da Cúpula do Clima em Belém, no Pará (COP30). Num contexto internacional desfavorável, a presidência brasileira do evento trabalha para que esta seja a COP da implementação: que a conferência enderece soluções para os países tirarem do papel as promessas feitas até aqui, para o enfrentamento do aquecimento do planeta.  Lúcia Müzell, da RFI em Paris Em entrevista exclusiva à RFI, em Paris, o presidente designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, ressaltou que a revolução das energias renováveis desde a assinatura do Acordo de Paris, há 10 anos, traz razões para otimismo. “Antes do acordo, havia uma perspectiva de que a temperatura chegaria a no mínimo 4ºC até 2100, e agora já há um certo consenso científico que ela deve estar a caminho de 2,7ºC, se nós não fizermos ainda mais esforços", ressaltou. "Por mais que a gente não esteja no nível que nós deveríamos estar, muitos avanços aconteceram e nós podemos ser otimistas." A COP30 vai ocorrer em duas etapas: primeiro, nos 6 e 7, chefes de Estado e de Governo se reunião para a Cúpula dos Líderes na capital paraense, a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O francês Emmanuel Macron e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, estão entre os que confirmaram presença, mas é esperado que Belém não receberá números expressivos de lideranças, ao contrário do que ocorreu na reunião em Dubai, há dois anos.  Na sequência, de 10 a 21 de novembro, acontece a conferência propriamente dita, reunindo diplomatas, cientistas, especialistas, setor privado e sociedade civil, para duas semanas de negociações sobre os principais temas relacionados à mudança do clima. "Nós vamos ter anúncios muito importantes de aumento de recursos para adaptação", antecipa Corrêa do Lago.  A preocupação de que os Estados Unidos não apenas não participem da COP, como atuem para bloquear qualquer acordo em Belém, paira sobre o evento. O país, maior emissor histórico de gases de efeito estufa, não tem participado das negociações prévias à conferência, mas poderia enviar uma delegação para as negociações oficiais. “A questão da participação americana ainda é uma incógnita”, reconheceu o diplomata.   Confira os principais trechos da conversa: Quantos líderes exatamente vão participar da cúpula? Quais serão os chefes de Estado e de governo esperados e, depois dela, quantos países vão participar da Conferência do Clima de Belém? O número de autoridades que vão vir para cúpula ainda está indefinido, porque qualquer programação que inclua chefes de Estado hoje em dia é muito complexa: questões de deslocamento, segurança etc. Eu acredito que vai ser uma cúpula com alguns dos chefes de Estado mais relevantes, porque a liderança do presidente Lula hoje é particularmente notável no mundo e a questão do clima é um tema que alguns acreditam que diminuiu de intensidade do ponto de vista das trocas internacionais, mas quando a gente está falando de fortalecimento do multilateralismo, a questão do clima é absolutamente central. Então, eu acredito que nós vamos ter a esmagadora maioria dos países na COP. Dez anos depois da assinatura do Acordo de Paris, não podemos dizer que algum país tenha cumprido plenamente as suas metas climáticas. Nenhum grande emissor está, de fato, no caminho de limitar o aquecimento global a 1,5ºC, conforme o acordo prevê, entre eles o próprio Brasil. O que precisa acontecer em Belém para que essa conferência não seja lembrada como apenas mais uma rodada de promessas? Eu acho que tem certos países que estão no bom caminho, sim. Um deles é o nosso. A nossa NDC [Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês] para 2030 deve ser cumprida. Nós realmente temos sido exemplares, inclusive porque, como todos sabem, um dos grandes problemas das nossas emissões é o desmatamento. Eu acho que nós vamos continuar a ter números positivos no combate ao desmatamento. Outros países também progrediram de maneira significativa, aumentando os seus investimentos em renováveis. Tem uma quantidade de países que a gente não imagina que evoluiu de maneira incrível. Você pega o Uruguai, por exemplo: em oito anos, passou a ter tanta eólica que agora está com 99% da sua eletricidade renovável. O Quênia também está praticamente com 99%. Para nós, brasileiros, é natural, porque o Brasil tem renováveis há muito tempo, mais ou menos a 90%. Essa tendência tem se expandido de maneira impressionante. Vários países desenvolvidos estão reduzindo de maneira significativa as suas emissões. Ou seja, tem muitos resultados, e um dos que são muito claros é o quanto nós já conseguimos mudar o caminho que estava traçado antes do Acordo de Paris. Havia uma perspectiva de que a temperatura chegaria a no mínimo 4ºC até 2100, e agora já há um certo consenso científico que ela deve estar a caminho de 2,7ºC, se nós não fizermos ainda mais esforços. Ou seja, o Acordo de Paris funcionou para baixar, mas ainda não o suficiente. A expectativa é que nós poderemos progredir ainda mais, porque a economia que mais está crescendo e tem mais impacto sobre o clima, a chinesa, está clarissimamente voltada para o combate à mudança do clima. Então, eu acho que é isso que a gente gostaria muito que saísse de Belém: que o mundo reconhecesse que, por mais que a gente não esteja no nível que nós deveríamos estar, muitos avanços aconteceram e nós podemos ser otimistas. O Brasil pode continuar sendo um exemplo na área de clima depois de o Ibama autorizar os testes para a prospecção de petróleo na foz do rio Amazonas, apenas duas semanas antes da COP30?  Nós temos instituições, e o momento em que essa autorização pôde ser concedida foi agora. É o Ibama a instituição que decidiu. Eu acho que isso mostra que o Brasil, como todos os países, tem interesses e circunstâncias diferentes. Em um país que se tornou um produtor importante de petróleo, como o Brasil, é preciso pensar no petróleo no conjunto da equação do nosso esforço para diminuir a dependência das energias fósseis. Isso parece um pouco estranho, mas o Brasil já demonstrou coisas extraordinariamente positivas, como nas energias renováveis. Nós somos, ao mesmo tempo, campeões das energias renováveis e um importante produtor de petróleo. É preciso que a sociedade brasileira decida quais são as direções que o país deverá tomar e esse é um debate muito importante no Brasil. Decisões sobre a adaptação dos países às mudanças climáticas, que durante muito tempo foi um tema tabu nas COPs, estão entre as apostas da Conferência de Belém. Quais são as medidas concretas que o senhor espera sobre a adaptação? Isso não abre o caminho perigoso de os países acabarem contornando o grande causador do problema, que são os combustíveis fósseis? Quando eu comecei a trabalhar na área de clima, mais ou menos no ano 2000, havia, sim, essa ideia. “Meu Deus do céu, se a gente já for cuidar de adaptação, a gente não vai fazer o esforço de mitigação” [redução de emissões]. E a verdade é que nós todos estávamos errados, porque nós não sabíamos que a mudança do clima chegaria tão rápido. Você vê hoje, no Brasil, uma percepção muito clara do impacto da adaptação. Quando você pega o que aconteceu em Porto Alegre, é uma coisa que poderia ter sido diminuída se as obras de adaptação tivessem sido feitas – e isso é um alerta para todas as cidades brasileiras, de certa forma. Mas quando os rios secam na Amazônia, não é uma questão de adaptação. Isso só a mitigação resolve. Então, nós temos que avançar com os dois juntos. Leia tambémDivisão de europeus sobre metas climáticas simboliza riscos à COP30 em Belém Mitigação tem uma outra dimensão que sempre a tornou mais atraente na negociação que é a seguinte: onde quer que você reduza as emissões, vai ter um impacto no mundo todo. E a adaptação é vista como um problema local, um problema de prefeitura ou de estados dentro de um país, o que também é uma percepção errada, porque a adaptação é algo que tem hoje muito claramente um impacto grande, inclusive na atração de investimento para um país. Um país que tem condições para receber fábricas, infraestrutura, vai fazer uma diferença gigantesca nos investimentos. Eu acho que a gente tem que entender que são dois problemas diferentes, mas que são dois problemas que não podem ser dissociados. Na COP de Belém, nós vamos ter anúncios muito importantes de aumento de recursos, porque um dos problemas é que, como adaptação não tem um efeito global, muitos países doadores preferem dar dinheiro para mitigação porque, de certa forma, indiretamente, eles serão beneficiados, enquanto a adaptação é uma coisa que vai atingir pessoas que eles nem conhecem. Eu acredito que, inclusive, os bancos multilaterais de desenvolvimento vão colocar a adaptação como uma prioridade absoluta. Diante de um contexto internacional delicado, a presidência brasileira da conferência também dá ênfase à implementação das metas, ou seja, viabilizar que essas promessas feitas nas COPs sejam cumpridas. Vai ter como impulsionar a implementação sem resolver o grande embate sobre o financiamento, que sempre bloqueia as COPs? O senhor reconheceu recentemente que não vai ser possível garantir já em Belém o US$ 1,3 trilhão por ano de financiamento que se estimam necessários.   Não, ninguém vai aparecer um cheque com esses recursos. Mas o que há é uma consciência muito grande de que a mudança do clima está atingindo todos os setores da economia e os países em desenvolvimento não podem continuar a ter as responsabilidades, que ainda têm de assegurar educação, saúde, infraestrutura para as suas populações e, além do mais, incorporar a dimensão de mudanças do clima. Desde o início dessas negociações, os países desenvolvidos, que já emitiram muito para o seu desenvolvimento, teriam que contribuir. Eles têm contribuído menos do que se espera, mas eles têm contribuído. Dos US$ 100 bilhões que eram supostos aparecer entre 2020 e 2025, só a partir de 2023 é que ultrapassaram os US$ 100 bi que deveriam ter vindo. Agora, houve um acordo na COP de 2024 em Baku, de subir para US$ 300 bilhões a partir de 2035. Muitos países em desenvolvimento ficaram muito frustrados, porque ainda é muito pouco. É esse número que você disse sobre o qual nós estamos trabalhando, US$ 1,3 trilhão. Esse valor parece estratosférico. Na verdade, é um valor possível. Eu devo publicar dia 3 de novembro mais um relatório que deve sair antes da COP, assinado por mim e o presidente da COP29, sobre como traçar o caminho para conseguir US$ 1,3 trilhão. Especialistas em negociações climáticas temem que os Estados Unidos não apenas não participem da COP30, como atuem fortemente para bloquear qualquer acordo relevante na conferência. Essa é uma preocupação sua? Hoje há várias preocupações. Nas negociações oficiais, tudo tem que ser aprovado por consenso. Na verdade, qualquer país pode bloquear uma COP, e já aconteceu em várias negociações de um país se opor ao que os mais de 190 outros estavam de acordo. A questão da participação americana ainda é uma incógnita, porque, em princípio, os Estados Unidos, ao se retirarem do Acordo de Paris formalmente há 11 meses, apenas estão esperando a formalidade do trâmite. Eles têm que esperar um ano para sair formalmente, o que só vai acontecer em janeiro. Em princípio, os Estados Unidos não têm participado das negociações porque eles querem sair delas. Vamos ver como é que a coisa evolui, porque nós sabemos muito bem que há um contexto internacional um pouco especial. Os Estados Unidos têm participado muito ativamente de outras reuniões em organismos e convenções das quais eles não disseram que sairiam, que foi o que aconteceu com a Organização Marítima Internacional e na negociação de plásticos, em que os Estados Unidos foram muito atuantes. Mas eles estavam atuantes num contexto em que eles são membros plenos e pretendem continuar a ser membros plenos, que não é o caso do Acordo de Paris. Então, vamos ver como é que vai ser: se os Estados Unidos vão mandar uma delegação, e como vai ser a atuação americana em Belém. Leia tambémAmazônia: a equação delicada entre preservação e combate à pobreza

ONU News
Investimento em adaptação à crise climática precisa aumentar 12 vezes, diz relatório

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 2:00


Levantamento do Pnuma indica que necessidades de financiamento de países em desenvolvimento somam de US$ 310 a 365 bilhões por ano; publicação ressalta papel da COP30 em promover esforço coletivo para suprir lacuna.

ECCPodcast: Emergencias y Cuidado Crítico
Guías 2025 de Soporte Vital Pediátrico — Lo nuevo que sí cambia tu práctica

ECCPodcast: Emergencias y Cuidado Crítico

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 36:03


Hoy analizamos lo más importante de las Guías 2025 de Soporte Vital Pediátrico (PALS) publicadas por la American Heart Association (AHA). Discutimos los cambios que realmente impactan tu práctica clínica: desde las nuevas técnicas de compresión torácica y el manejo del cuerpo extraño, hasta la interpretación de la actividad cerebral postparo y la presencia familiar durante la reanimación.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Pioneira em 2021, a propriedade recupera áreas degradadas e adapta dois tipos de ILP às diferentes condições de solo, aumentando produtividade e suste

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 7:27


O programa Reverte e os sistemas de ILP aumentam a produtividade e a rentabilidade da Fazenda Itaúba, beneficiando toda a cadeia agropecuária

ONU News
COP30 precisa acelerar ritmo dos planos de adaptação, diz chefe de clima da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 1:45


Ao apresentar relatório sobre Planos Nacionais de Adaptação, em Brasília, Simon Stiell disse que conferência será “teste da solidariedade internacional”; 67 nações entregaram estratégias de adaptação; 23 são Países Menos Desenvolvidos e 14 Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento.

os agilistas
IA Aplicada #1 - Documenta AI: ganhos reais com documentação técnica automatizada

os agilistas

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 3:22


Será que seu time precisa gastar tanto tempo só para entender a solução a fundo? Neste conteúdo, Breno Gonçalves Barbosa, Tech Lead na dti digital, compartilha como a IA pode acelerar a documentação técnica de projetos complexos em questão de horas, não mais semanas com o Documenta AI. Além disso, ele fala sobre como diferentes stakeholders podem se beneficiar de documentação automatizada e estruturada. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Os desafios de interpretação do código legado; IA para documentação de código; A solução Documenta AI; Benefícios da documentação visual e estruturada; Adaptação da documentação para múltiplos públicos; Aumento da produtividade. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

El Octavo Pasajero
EL OCTAVO PASAJERO- Programa 841

El Octavo Pasajero

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 33:21


Acaba otro festival, el de Sitges, y precisamente desde allí llega el primer estreno que presentamos esta semana: La vida de Chuck de Mike Flanagan con Tom Hiddleston, Mark Hamill y Chiwetel Ejiofor. Adapta un relato corto de Stephen King. También hablamos de la nueva de Julia Roberts Caza de brujas, que se vio en Venecia y dirige Luca Guadagnino. Ayo Edebiri y Andrew Garfield le acompañan en el reparto. Un simple accidente ganó la Palma de Oro en el festival de Cannes. El director es Jafar Panahi. Good Boy es la historia de un perrete que ve cosas extrañas. De miedo. Y acabamos con La deuda. Dirigida por Daniel Guzmán, combina thriller y cine social. Recordando a Diane Keaton os decimos adiós, hasta la semana que viene.

Budejo
#230. Readaptando a adaptação de Vale Tudo

Budejo

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 38:45


Eita demora da bixiga pra soltar um episódio, nam! Depois de mais de um mês em silêncio, viemos budejar sobre o que anda nos perturbando: os EUA, uma sinusite e o remake de Vale Tudo. Sem Luan dessa vez, que está ocupadíssimo com outros podcasts [estamos com ciúmes], Pedro, Vamille e Aninha trocam dicas de como beber sem morrer de ressaca ou de intoxicação, dão palpites na novela das 9 e comentam a viagem de Pedro pelos Estragos Unidos.==========CRÉDITOS:- PARTICIPANTES: Pedro Philippe, Vamille Furtado e Carol Aninha. - EDIÇÃO: Roberto Rudiney- TRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira==========APOIE O BUDEJO:ara nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.

Teletime
09/10/25 | CEO da Oi renuncia | Adaptação da Claro avança | Edital de 700 MHz tem ok no TCU | O alerta sobre a nova estratégia da Starlink

Teletime

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 32:36


Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: shorturl.at/jGKRVFacebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Google News: shorturl.at/kJU35Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Meio Ambiente
COP30: Nas comunidades tradicionais amazônicas, clima mais quente já assusta e mobiliza adaptação

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 23:22


A viagem é longa até a Terra Indígena Koatinemo: de Altamira, no coração do Pará, são mais três horas de "voadeira" pelo rio Xingu até chegar à casa do povo asurini, que acaba de comemorar meio século de contato com as populações urbanas "brancas". De lá para cá, o povo indígena resiste às pressões de invasores de terra, do desmatamento e do garimpo ilegal. Agora, faz frente a uma nova e poderosa ameaça: um clima cada vez mais quente.  Lúcia Müzell, enviada especial da RFI à Terra Indígena Koatinemo (Pará) Em 2024, pela primeira vez, a seca recorde na Amazônia quebrou a safra da castanha, base da alimentação tradicional e carro-chefe da produção comercializada por populações indígenas, ribeirinhas e extrativistas da região. "Acho que passou uns três, quatro meses sem pingar uma gota de chuva. O verão castigou o nosso castanhal e não teve frutos”, relembra o cacique Kwain Asurini, na aldeia Ita'aka, com pouco menos de 400 habitantes. "A gente também está sentindo essa mudança climática aqui, mesmo sendo a floresta. A floresta sente que o aquecimento está, cada vez mais, prejudicando a própria floresta.”   Sem água, os ouriços no alto de uma das árvores mais emblemáticas da Amazônia, a castanheira, não se desenvolveram, e eles caíram na terra vazios. A castanha é um dos produtos da floresta mais sensíveis ao calor, diferentemente de outros frutos, como o açaí. Milhares de pequenos produtores de comunidades tradicionais tiveram impacto não só na renda, como em toda a cadeia alimentar. A castanha é ingrediente para diversos pratos típicos e também é consumida por animais da floresta. Se eles não encontram o fruto, não aparecem e ficam menos acessíveis para a caça de subsistência dos povos indígenas.  Iuri Parakanã, um dos caciques da Terra Indígena Apyterewa, descreve a situação como “um desespero” para toda a região conhecida como Terra do Meio. Ele conta que, naquele ano, a mandioca também não cresceu como deveria.  "A floresta fala com os indígenas, e nós transmitimos a fala da natureza para o mundo saber o que está acontecendo, o que a natureza está sentindo. Estamos preocupados não somente com o nosso bem viver, mas também com os animais, que estão aqui na floresta e sentem isso”, salienta. "Tudo que plantamos morreu, por causa da quentura." Aquecimento pode chegar a 6°C em 2100 Já faz mais de 40 anos que o respeitado climatologista Carlos Nobre alerta sobre o risco de aumento desta “quentura” que Iuri Parakanã agora sente na Amazônia. Prêmio Nobel da Paz junto com os cientistas do Painel de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Nobre afirma que os registros históricos da Amazônia apontavam para uma seca severa a cada 20 anos, em média. Nas últimas duas décadas, porém, quatro episódios graves de estiagem já ocorreram.  Pior: os dois últimos se repetiram em dois anos consecutivos, 2023 e 2024 – quando o bioma teve a mais forte seca já registrada. "Mesmo que não tivesse nenhum fogo de origem humana, ainda assim seria muito difícil para a floresta se recompor. Quando tem uma seca muito forte, são quatro ou cinco anos para começar a recompor”, explica. "Mas aí vem uma outra seca, então, o que está acontecendo é que com essas quatro secas muito fortes, aumentou demais a área degradada na Amazônia." Estudos mostram que 40% da Amazônia já estão em algum estágio de degradação. A temperatura na região tem aumentado de 0,3°C a 0,4°C por década, havendo projeções que apontam para uma alta de até 6°C até 2100, no cenário de altas emissões de gases de efeito estufa, em comparação aos níveis pré-industriais. Na Terra Indígena Koatinemo, a adaptação às mudanças climáticas foi um dos tópicos mais debatidos na 10ª edição da Semana do Extrativismo (Semex), realizada em maio. Representantes de dezenas de comunidades tradicionais relataram o impacto da seca nos seus plantios de subsistência. "Os cacaus secaram, os rios e igarapés secaram e os animais sentiram. Os rios também secaram além do normal. Os peixes diminuíram muito”, disse Kremoro Xikrin, que veio do território de Trincheira Bacajá para o encontro.  Carlos Nobre e o risco de colapso da floresta Enquanto isso, em volta da floresta protegida, o desmatamento continua – diminuindo a resiliência da mata para um clima em mutação. “A intenção deles é só fazer capim e pasto para o gado. Não plantam mais um pé de mandioca. Não plantam milho, não plantam feijão, não plantam um arroz”, diz o pequeno agricultor Joilton Moreira, ao contar sobre a pressão da ampliação das terras por grandes fazendeiros em torno da Comunidade Santa Fé, em Uruará, onde ele vive.   Em 1990, um grupo de cientistas coordenados por Carlos Nobre advertiu, pela primeira vez, sobre o risco de a Amazônia atingir “um ponto de não retorno” causado pelas mudanças climáticas e à degradação – ou seja, de a floresta não conseguir mais se regenerar ao seu estado original. O aumento do desmatamento e dos incêndios é fatal para esta tendência. “Tem a seca do aquecimento global e aí fica mais seco ainda por causa do desmatamento, e muito mais quente. A temperatura ali às vezes aumenta mais de 2ºC do que vem de uma onda de calor na região, comparando com uma região que não tem nada de desmatamento”, salienta. "A floresta recicla muito bem a água, baixa a temperatura e às vezes até aumenta a chuva. Mas quando você tem superáreas desmatadas, diminui tanto a reciclagem de água que aumenta a temperatura e você tem menos chuva.” Outro complicador são as queimadas, em alta no bioma. Não mais do que 5% dos incêndios ocorrem por descargas elétricas, ou seja, por causas naturais como raios, assegura Nobre. "Não é natural. Os incêndios explodiram e mais de 95% são de origem humana. Aí vem um outro fator de degradação enorme da floresta: tivemos, no ano passado, a maior área degradada na Amazônia, porque teve muito incêndio”, ressalta. "E como tinha o recorde de seca e de onda de calor, a vegetação ficou muito inflamável, aumentando muito a propagação do fogo.” Populações locais se organizam para se adaptar Nas comunidades tradicionais, a escala de produção na floresta se dá pela união dos povos, e não pelo desmatamento e a monocultura. A castanha, comum na região do Xingu, conectou a Rede da Terra do Meio, uma articulação de povos indígenas, ribeirinhos, extrativistas e da agricultura familiar que, a partir dos seus conhecimentos de manejo florestal, busca impulsionar a comercialização do excedente da produção nos territórios.  A quebra da safra da castanha em 2024 e a provável repetição do drama no futuro aceleram os projetos de diversificação produtiva da rede. Uma das ideias é planejar estoques de outros produtos menos sensíveis ao clima, como o babaçu.  "Não vai dar para cruzar os braços agora e dizer que foi esse ano e, no outro, não vai ser. A gente sabe que sempre vai ter esses problemas, então a rede serve para observar, para tomar cuidado e a gente se organizar para fugir dessas situações”, afirma Francisco de Assis Porto de Oliveira, da reserva extrativista do rio Iriri e presidente da Rede Terra do Meio. “Quando fala de renda, a gente tem que ter muito cuidado, porque se deixarmos para cuidar do problema depois de ele ser identificado, pode ser muito tarde." A rede tem pressionado para que os produtos da floresta sejam cobertos por seguros climáticos, a exemplo dos que beneficiam monoculturas como a soja ou milho. Novas dificuldades surgiram, como o aumento das pragas nas roças e o impacto no transporte, majoritariamente fluvial. Com os rios mais secos, o acesso das comunidades tradicionais a políticas públicas também é prejudicado. Duas delas têm buscado ampliar a participação de indígenas, extrativistas e pequenos agricultores: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Cada vez mais, as escolas nas comunidades locais oferecem merenda com ingredientes tradicionais, dando um impulso importante à diversificação produtiva nos territórios. Atualmente, 87 produtos da floresta foram integrados à cesta do PAA. "O próprio Estado não conhecia esses alimentos, e a gente precisou provar que eles existem. A gente precisou vir no campo, coletar o cacauí e levar par ao pessoal da Conab, que só conhecia o cacau”, observa Marcio Luiz Silva Souza, engenheiro florestal e técnico da Rede Terra do Meio. “Tem o uxi, uma fruta muito boa que tem em vários territórios e o pessoal não conhecia, a golosa, uma fruta muito saborosa. Palmito de babaçu, tucum, inajá, piqui, cajá. Várias frutas da natureza”, exemplifica. Coleta de sementes contribui para reflorestamento Novas parcerias comerciais impulsionam a diversificação. A produção de sementes, por exemplo, representa um potencial ainda pouco explorado pelas comunidades da floresta. "A gente está num ano de COP, está se falando de mudanças climáticas, de recompor a floresta que já foi destruída. Todos os territórios estão coletando e disponibilizando suas sementes”, continua Souza. Espécies conhecidas e valorizadas, como a castanha e a seringa, já estão consolidadas, mas a demanda por diversidade de sementes nativas tende a crescer para atender a obrigações de reflorestamento por grandes empresas ou empreendimentos, que possuem passivos ambientais. “A gente vai comprar ipê, jatobá, várias favas cabulosas que ninguém nunca observou porque não existia interesse econômico por elas. Com este estímulo do reflorestamento, a gente vai poder incluir segmentos da população brasileira que estão completamente isolados: pequenos produtores rurais muito vulneráveis, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhas, indígenas, que moram na floresta e estão longe dos grandes centros econômicos”, afirma Marie de Lassus, diretora de suprimentos da Morfo. A empresa é especializada em restauração de florestas nativas no Brasil e faz a ponte entre a demanda crescente e os coletores de sementes, usadas na recuperação de áreas desmatadas ou degradadas. “Eles mesmos estão começando a entender que existe potencialmente um mercado. Eu recebi sementes deles e a gente já plantou em Santarém, ano passado, num projeto experimental com Embrapa”, indica de Lassus. COP30 e o papel das comunidades tradicionais contra a crise climática Ao colaborar para o reflorestamento, a cadeia das sementes também contribui para o enfrentamento da crise climática. A meta do Brasil é recuperar 12 milhões de hectares de floresta em todo o país, até 2030. Projetos como este estarão em destaque na Conferência do Clima de Belém (COP30), em novembro. Promover sistemas de produção e alimentares que transformam floresta em floresta é investir em um programa climático, avalia Jefferson Straatmann, facilitador de Economias da Sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA).   “Essas conferências, a partir da Rio 92, trouxeram para a sociedade a importância dessa questão, que foi se desdobrando na criação dos territórios tradicionais, em cobrança entre os países para que algo fosse feito. Se a gente não tivesse as conferências da ONU para ter essa troca, muito provavelmente cada país estaria agindo ao seu total entendimento”, analisa. “A gente tem uma crise que é planetária. A COP ser na Amazônia eu acho que traz essa possibilidade de um olhar para esses povos e para seus modos de vida, para suas economias, como um caminho futuro. Não precisa ser igual, não vai ser igual. Mas tem referências que a gente precisa buscar para construir um novo caminho de sociedade”, espera Straatmann.  * Esta é a terceira reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro. 

Tempo Quente
Na linha de frente da corrida do fim do mundo | Esquenta pra COP30

Tempo Quente

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 49:34


A crise climática já está batendo na porta e deixando um impacto nas cidades, na saúde, na agricultura e na economia. Na COP30, em Belém, a adaptação a esses impactos vai ser um dos pontos-chave da negociação. A conferência precisa definir, por exemplo, o chamado GGA (a Meta Global de Adaptação).  A ideia é firmar diretrizes concretas para a adaptação acontecer de fato, mas também para definir como é que a gente vai pagar essa conta.  Neste episódio, as jornalistas Giovana Girardi e Bárbara Rubira conversam com Thaynah Gutierrez, secretária executiva da Rede por Adaptação Antirracista e assessora de clima e racismo ambiental de Geledés - Instituto da Mulher Negra. Ela defende que a adaptação só vai ser bem-feita se levar em conta aqueles que são afetados de modo desproporcional nas tragédias climáticas, como as pessoas pobres e pretas.  Essa temporada especial do Tempo Quente é uma coprodução da Rádio Novelo, da Agência Pública e do Observatório do Clima Apoio: Fundo Casa Socioambiental (⁠https://casa.org.br/⁠) , Greenpeace (⁠https://act.gp/45FAB5F⁠)  e Médios Sem Fronteiras (⁠https://www.msf.org.br/⁠)  Ouça também a 1ª temporada do Tempo Quente: radionovelo.com.br/tempoquente

Su Presencia Radio
SERIE: VERDADES DIFÍCILES - Dios no se adapta a ti - 180 grados con Lion Heart

Su Presencia Radio

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 54:51


Entender que Dios no es alguien que cambia para que estés cómodo, sino que Él nos invita a un cambio real y auténtico que transforma nuestra vida de verdad

El Ritmo de la Mañana
Lo rápido que se adapta el Dominicano a las cosas buenas cuando va a un hotel

El Ritmo de la Mañana

Play Episode Listen Later Sep 5, 2025 13:24


Cowboys de Medianoche
Cowboys de Medianoche: 'Avanti!' y cómo Wilder adapta obras de teatro

Cowboys de Medianoche

Play Episode Listen Later Jul 25, 2025 84:17


Luis Herrero habla cine con José Luis Garci, Eduardo Torres-Dulce y Luis Alberto de Cuenca en el último Cowboys de la temporada.