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Neste episódio especial do Vozes do Planeta, Paulina Chamorro conversa com a cordelista e professora de ciência e biologia Cíntia Moreira sobre a força da literatura de cordel como instrumento de comunicação ancestral e popular, conectada à natureza Da oralidade nas feiras do sertão às xilogravuras que retratam paisagens e desafios ambientais, Cíntia mostra como o cordel une cultura, ciência e amor pela natureza.Entre rimas e histórias, descobrimos como essa arte poderosa ajuda a traduzir temas complexos, aproximando pessoas da biodiversidade e da urgência de cuidar do planeta.E no final um presente: um cordel especial em homenagem aos 10 anos do Vozes do Planeta.
Como a Natureza ensina a viver? Hoje, uso a Natureza para falar da Beleza das incertezas. Da importância de se amar o plantar, em seu significado literal mas principalmente no metafórico. Ouça esse episódio.
Aproveite o feriado para curtir a natureza!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Antena Aberta O Plano Nacional de Restauro da Natureza é um documento que promete investimento médio de 500 milhões de euros por ano até 2030 e mais de 400 medidas para recuperar ecossistemas em Portugal. Este plano é uma prioridade para o país? Ou há outras urgências mais imediatas? Na sua região, sente que a natureza precisa de ser restaurada? Onde e de que forma? Identifica problemas concretos rios degradados, florestas abandonadas, falta de espaços verdes? Acredita que projetos como os previstos para cidades (mais árvores, corredores verdes, abrigos climáticos) podem melhorar a qualidade de vida?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Que bem que ela fala. E sabemos o bem que escreve e canta. A Carolina trouxe alguns dos livros que a mudaram e lhe entraram pelo coração, o lugar de onde se revela. Soube a pouco e muito falámos nós. Obrigada Carolina.Os livros que a cantautora escolheu:Estela sem Deus, Jeferson Tenório;A palavra que Resta, Stênio Gardel;Balada para Sophie, Filipe Melo e Juan Cavia;O Ano do Pensamento Mágico, Joan Didion.Outras referências:Harry Potter, J. K. Rowling;A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón;A Natureza da Mordida, Carla Madeira;A Papisa Joana, Donna Woolfolk Cross.Noites Azuis, Joan Didion;Capitães da Areia, Jorge Amado;Se Deus me chamar não vou, Mariana Salomão Carrara.Recomendei:As Primas, Aurora Venturini;ACOTAR, Sarah J. Maas;A Correspondente, Virginia Evans;A Educação de Eleanor, Gayle Honeyman;Lições de Química, Bonnie Garmus.O que ofereci:A Sombra das Árvores no Inverno, Carla Pais (Prémio Leya 2025);BeautyLand - Terra Bela, Marie-Héléne Bertino;O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde.Filme de animação referido: Coco.Os livros aqui:www.wook.pt
Não há um número oficial... mas, de norte a sul, há muitas quintas pedagógicas. Natureza, agricultura, sustentabilidade e muita aprendizagem, principalmente para os mais novos. Vamos conhecer algumas quintas pedagógicasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Reinaldo Satiro, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 12,1-12Naquele tempo,Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes,mestres da Lei e anciãos, usando parábolas:"Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um lagare construiu uma torre de guarda.Depois arrendou a vinha a alguns agricultores,e viajou para longe.Na época da colheita,ele mandou um empregado aos agricultorespara receber a sua parte dos frutos da vinha.Mas os agricultores pegaram no empregado, bateram nele,e o mandaram de volta sem nada.Então o dono da vinha mandou de novo mais um empregado.Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram.Então o dono mandou ainda mais outro, e eles o mataram.Trataram da mesma maneira muitos outros,batendo em uns e matando outros.Restava-lhe ainda alguém: seu filho querido.Por último, ele mandou o filho até aos agricultores,pensando: 'Eles respeitarão meu filho'.Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros:'Esse é o herdeiro.Vamos matá-lo, e a herança será nossa'.Então agarraram o filho, o mataram,e o jogaram fora da vinha.Que fará o dono da vinha?Ele virá, destruirá os agricultores,e entregará a vinha a outros.Por acaso, não lestes na Escritura:'A pedra que os construtores deixaram de lado,tornou-se a pedra mais importante;isso foi feito pelo Senhore é admirável aos nossos olhos'?"Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus,pois compreenderam que havia contado a parábola para eles.Porém, ficaram com medo da multidãoe, por isso, deixaram Jesus e foram-se embora.Palavra da Salvação.
E quem ensina hoje é a minha gatinha. Assista o vídeo.
DO CÉU SE MANIFESTA O JUÍZO DE DEUS, SOBRE TODOS QUE DETÉM A VERDADE EM MENTIRA. O que de Deus se pode CONHECER, neles se manifesta. DESDE A CRIAÇÃO DO MUNDO, O SEU PODER ETERNO, NITIDAMENTE SE VEEM PELAS COISAS CRIADAS. MAS, TENDO CONHECIDO DEUS, NÃO O RECONHECERAM COMO DEUS, em seus discursos se perderam, se obscurecendo. Dizendo ser "SÁBIOS", se tornaram LOUCOS. Fizeram do Deus INCORRUPTÍVEL em imagem humana CORRUPTÍVEL. Por isso Deus os entregou. TRANFORMARAM A VERDADE DE DEUS EM MENTIRA; serviram e deram mais VALOR a CRIATURA do que o CRIADOR. Por isso Deus os abandonou. MULHERES E HOMENS DESVIARAM o uso natural à NATUREZA (=se refere aos "crentes" que praticavam estupros, orgias, putaria coletiva, swing...). E, como não se importaram, Deus os deixou. E CHEIOS DE CORRUPÇÃO; SENDO MURMURADORES, DIFAMADORES, INJURIADORES, SOBERBOS, DESOBEDIENTES; NÉSCIOS, FRAUDADORES NOS CONTRATOS. E CONHECENDO O JUÍZO DE DEUS, NÃO APENAS FAZEM, MAS SE AGRADAM DOS QUE TAMBÉM FAZEM. O JUÍZO DE DEUS É DE ACORDO COM A VERDADE. Mas, acumulam fúria no DIA DO SENHOR. QUE RECOMPENSARÁ CADA UM SEGUNDO AS SUAS OBRAS. Sofrimento sobre todos que praticam o mal; primeiro do judeu e também do grego; COM DEUS NÃO HÁ ACEPÇÃO DE PESSOAS. PELA LEI SERÃO JULGADOS. OS QUE PRATICAM A LEI SERÃO JUSTIFICADOS. Vocês que se dizem judeus, "escolhidos"; guias dos cegos; que ensinam outros, não se ensinam? Dizem que não se deve roubar rouba? Se vangloriam na LEI, DESONRAM DEUS PELA TRANSGRESSÃO DA LEI? COMO ESTÁ ESCRITO: O NOME DE DEUS É BLASFEMADO ENTRE OS "ATEUS" POR CAUSA DE VOCÊS. Se são TRANSGRESSORES DA LEI, a circuncisão (=marca dos judeus), se torna incircuncisão. E, SE, A INCIRCUNCISÃO GUARDAR OS PRECEITOS DA LEI, SE CUMPRE A LEI, NÃO JULGARÁ OS TRANSGRESSORES DA LEI? NÃO É JUDEU O QUE É EXTERIORMENTE; É JUDEU O QUE É NO INTERIOR, NO ESPÍRITO. CANCELAMOS A LEI PELA FÉ? OBVIAMENTE QUE NÃO, APLICAMOS A LEI. Romanos 1:18-31; 2:2,5-29; 3:31 JESUS DIZIA, AOS JUDEUS: SE VOCÊS PERMANECEREM NA MINHA PALAVRA, VERDADEIRAMENTE SERÃO MEUS DISCÍPULOS. E CONHECERÃO A VERDADE, E A VERDADE OS LIBERTARÁ. E DISSERAM: SOMOS DESCENDÊNCIA DE ABRAÃO, E NUNCA SERVIMOS NINGUÉM. COMO VOCÊ DIZ: SERÃO LIVRES? EU AFIRMO QUE TODO AQUELE QUE PRATICA CORRUPÇÃO É ESCRAVO DA CORRUPÇÃO. VOCÊS TEM POR PAI AO DIABO, E QUEREM SATISFAZER OS DESEJOS DELE. QUE FOI HOMICIDA DESDE O PRINCÍPIO (=OLHEI E VI UM CAVALO PRETO E O QUE SOBRE ELE ESTAVA, TINHA UMA BALANÇA DESIGUAL EM SUA MÃO. Apocalipse 6:5-6), E NÃO SE FIRMOU NA VERDADE, PORQUE NELE NÃO HÁ VERDADE. QUANDO ELE FALA MENTIRA, FALA DO QUE É PRÓPRIO, PORQUE É MENTIROSO, E PAI DA MENTIRA. QUEM É DE DEUS ESCUTA AS PALAVRAS DE DEUS. João 8:31-34,44-47Ezequiel 21:1-9,25-30 Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:I – deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada; II – não forem prestadas contas devidas, na forma da lei; III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde; (Redação dada pela EC n. 29/2000) IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.Constituição Federal-Edição STF
Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole do Brasil, os professores Danilo Gomes e José Roberto refletem sobre a elegância do comportamento e a necessidade de um retorno consciente à natureza. A partir de referências filosóficas como Confúcio, Platão, Ortega y Gasset e tradições antigas do Oriente e do Ocidente, o diálogo explora a relação entre ética, beleza e harmonia na vida humana. Ao longo da conversa, é apresentada a ideia de que a verdadeira elegância não está ligada apenas à aparência exterior, mas principalmente à forma como o ser humano se relaciona consigo mesmo, com os outros e com a natureza. O comportamento ético, cortês e harmonioso é visto como uma expressão de inteligência e discernimento, capaz de aproximar o indivíduo daquilo que há de mais essencial em sua natureza. Os professores também refletem sobre os desafios da sociedade contemporânea, marcada pela desconexão interior, pela perda do sentido de unidade e pelo afastamento do ritmo natural da vida. Em contraste, antigas civilizações compreendiam o ser humano como parte integrante do cosmos e cultivavam uma relação de profundo respeito com a Terra, o trabalho, os objetos e as relações humanas. A conversa destaca ainda como a amizade, a fraternidade, a cortesia e o cuidado com as pequenas coisas podem contribuir para uma sociedade mais humana, integrada e consciente. Ao reconhecer-se como parte de uma grande unidade viva, o ser humano pode reencontrar sentido, esperança e um propósito mais elevado para sua existência. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Adagio da Sinfonia nº 10, de Gustav Mahler
Por meio do poder da fé, nós participamos da natureza divina e temos comunhão com ela.
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre a luta pela universidade pública no contexto amazônico. Abordamos de que forma a dimensão territorial e as dificuldades de deslocamento impactam o trabalho docente, quais são os principais desafios para mobilização em um contexto geográfico tão complexo, entre outros.O entrevistado é o professor Antônio Vagner Almeida Olavo, do Instituto de Natureza e Cultura da Universidade Federal do Amazonas e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPel. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Aproximando-se a Feira do Livro de Lisboa, este episódio de Mais Lento do que a Luz é inteiramente dedicado a livros. Escolhemos apenas títulos de divulgação científica publicados em português neste ano. Os convidados chegam, assim, em forma de páginas impressas. E, fiéis ao espírito do podcast, percorremos diferentes áreas da ciência — da nutrição à astrofísica, da matemática à ecologia — numa selecção organizada por ordem alfabética do autor. Entre as sugestões, encontramos temas que cruzam ciência e vida quotidiana, como Engolir Sapos Engorda — O peso das emoções na saúde e na balança, de Conceição Calhau (Contraponto), ou A Química das Emoções, de Nuno Maulide (Planeta). Sugere-se olhar para o céu, com O que se passa acima das nossas cabeças, de Elisabete Cunha (Manuscrito), e também para uma reflexão sobre o estado actual da ciência na sociedade, com A Ciência Está Debaixo de Fogo, de Michael E. Mann e Peter J. Hotez (Bertrand). A matemática surge associada ao humor em Riso, Humor e Matemática, de Cláudia Custódio (Fundação Francisco Manuel dos Santos), enquanto a história da ciência é revisitada em O Efeito Matilda — As Mulheres Cientistas que a História Tentou Esquecer, de Filipa Almeida Mendes (Oficina do Livro) e em Os Elementos de Marie Curie, de Dava Sobel (Temas & Debates). Já a biologia e o ambiente estão presentes em Lições da Natureza, de Luísa Ferreira Nunes (Contraponto), e em Os Confins da Terra, de Neil Shubin (Temas & Debates). Também há incursões pela física e filosofia com Sobre a Igualdade de Todas as Coisas, de Carlo Rovelli (Penguin). E há, finalmente, uma proposta para leitores mais jovens, como Tu Bebes a Água que um Dinossauro Bebeu, de Diana Matos e Miriam Alves (Nuvem de Letras), que aborda várias áreas da ciência. E, quase a chegar às livrarias, a tempo da Feira, fica ainda uma nota sobre Ciência Pop, de Carlos Fiolhais e João Miguel Santos (Relógio D'Água), baseado no podcast da Rádio Observador. Boas leituras!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oi. Essa é mais uma daquelas conversas que começam sem muito rumo e acabam passando por lugares que a gente não planeja muito. O Petry sentou aqui e a gente falou sobre bastante coisa. Ele me contou de como a vida no mato é solitária mas necessária e de como a classe média cria umas dores silenciosas que acabam sendo usadas por outras pessoas. Falamos de como é estranho nutrir algo e de repente atrair pessoas que odeiam o que você se tornou. Ele detalhou a exaustão de tentar parecer normal num mundo que exige tanta interação constante. Tem uma parte que ele fala sobre cogumelos e insetos simpáticos. Acho que você vai gostar do jeito que ele enxerga o absurdo de tentar fazer os outros rirem enquanto se sente meio deslocado do resto do mundo. É o décimo episódio nosso. Espero que o seu fim de semana seja gentil. Pega um café.
Programa de cinema e audiovisual da Rádio UESC, apresentado por Maria Clara Lima e Samara Maria. Ouça ao vivo toda sexta-feira, às 10h
Economia Underground, um podcast institucionalista.No episódio de hoje vamos debater o texto de Andrew Kaplan “Conceptualizing Medieval Capitalism: a Reply to Geoffrey Hodgson”, publicado em 2025 na JEI. O texto propõe uma discussão com o livro de 2015 de Hodgson entitulado “Conceptualizing Capitalism”, em que são definidas seis condições de emergência do capitalismo.Nos siga no Instagram: @economiaunderground
Neste episódio, recebemos Luísa Ferreira Nunes, engenheira florestal e bióloga que tem dedicado a sua vida ao estudo da ecologia de insectos e à biomimética — isto é, a procura soluções para problemas humanos inspirando-se nas estratégias desenvolvidas pela Natureza ao longo da evolução. Actualmente, é professora na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco e investigadora no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Tem também um trabalho continuado na divulgação científica, sendo autora do livro Lições da Natureza e do podcast Lições Naturais, no PÚBLICO. A conversa começou pelo seu percurso: de onde nasceu o seu interesse pela ecologia e como surgia a especialização nos insectos, seres fundamentais para o funcionamento dos ecossistemas. Depois entrámos no domínio da biomimética — o que é, como funciona e de que forma a observação do mundo natural pode inspirar soluções em áreas tão diversas como a medicina, a arquitectura ou a organização social. Num momento em que enfrentamos desafios ambientais complexos, discutimos também o papel do conhecimento científico e da atenção à Natureza na construção de um futuro sustentável. Pode a evolução — esse longo laboratório natural — ajudar-nos a tomar melhores decisões?Falámos ainda da sua actividade como comunicadora de ciência: a passagem dos artigos científicos para o contacto directo com o público, a experiência do podcast Lições Naturais e o processo de escrita dos seus livros. E, num registo mais pessoal, discutimos também a dimensão artística do seu trabalho e a forma como a ciência e arte se cruzam.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma eco-edição do Sonora, trazendo um playlist todo dedicado à natureza, só com faixas e artistas que tem relação com campos, florestas, árvores e montanhas. - Jonathan Jeremiah – Mountain- Fionn Regan – Islands- The Clientele - My Own Face Inside The Trees- Caballero Reynaldo - A Forest- Frànçois & The Atlas Mountains – Coucou - I Am Oak - On Trees And Birds And Fire (Sam Feldt, Bloombox Remix) - Alific (feat. Johnny Cosmic & Man of the Forests) - Bittersweet Symphony - Gorillaz - On Melancholy Hill (BBC Radio 1 - Live Lounge)- Boxed In - Foot Of The Hill- Cody Currie - That Stick- Youthless - Strawberry Fields- Pomplamoose - Aint No Mountain My Girl Mashup- Louise Post - Sugar Mountain- Katey Sagal & the Forest Rangers - Son of a Preacher Man - Stone the Crows - Fool On The Hill
Nesse episódio do Sons da Terra, os repórteres do programa conversam com o diretor do Instituto ConservAção Brasil sobre uma ação que será realizada entre os dias 18 a 24 de maio no país: A Semana Nacional da Biodiversidade.Essa mobilização tem o propósito de incetivar as pessoas a se reunirem e registrarem a diversidade de fauna e flora brasileira e compartilhar os arquivos na plataforma iNaturalist.Todos os registros feitos nessa ação irão fornecer dados e informações importantes para a conservação da natureza. Para participar é necessário fazer uma inscrição prévia. Confira todos os detalhes no episódio completo! Foto: Ananda Porto/TG
Trechos do livro “Ethics and Related Writings”, de Baruch Espinosa.Baruch Espinosa (1632 - 1677) foi um filósofo holandês de origem judaica sefardita, nascido em Amsterdã.Educado na tradição religiosa judaica, Espinosa destacou-se por seu pensamento independente, o que levou à sua excomunhão da comunidade aos 23 anos. Ele viveu de forma simples, trabalhando como polidor de lentes enquanto se dedicava à filosofia. Levou uma vida reservada e morreu relativamente jovem, provavelmente em decorrência de problemas pulmonares.Seus ensinamentos apresentam uma concepção radical de Deus: para Espinosa, Deus não é um ser pessoal separado do mundo, mas a própria substância infinita que se manifesta em todas as coisas. Em sua obra principal, Ética, desenvolveu a ideia de que Deus e Natureza são uma única realidade (Deus sive Natura). Ensinou que a liberdade humana consiste em compreender as leis da natureza e agir segundo a razão, superando paixões e ilusões.Espinosa é considerado um dos fundadores da filosofia moderna. Seu pensamento influenciou profundamente a teologia, a ética, a política e até a ciência, inspirando figuras como Einstein. Sua visão de Deus como realidade imanente continua a provocar reflexão e admiração.
O paraíso caribenho das sete tonalidades de azul
Talvez o futuro da humanidade dependa da nossa capacidade de lembrar daquilo que a Terra nunca esqueceu: como amar sem possuir, como cuidar sem dominar, como viver em harmonia. Reflexões filosóficas sobre a nossa mãe Terra, com a professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão.
Angelluz, um podcast sobre Anjos e o Reino Angélico / #727 – Anjos e os Orbes CelestesEste episódio aborda os seguintes assuntos:1 – O que significa a palavra Orbe. Relação entre Orbes e Anjos. Qual o significado das cores dos Orbes?2 - Finaliza com a Meditação Guiada “Expansão do Senso de Realidade na Natureza”.
A disrupção criadora pode criar novos negócios bilionários até para empresas centenárias. Carolina Alcoforado, diretora-executiva de gestão e novos negócios da Melhoramentos, usou um playbook de inovação sustentável para projetar a Biona, a nova empresa do grupo Melhoramentos que transforma fibra de eucalipto em um biomaterial renovável, inédito, para embalagens, um mercado que movimenta bilhões de reais anualmente no país. Links do episódio A página do LinkedIn de Carolina Alcoforado O site da Biona, empresa do grupo Melhoramentos O livro "Prisioneiros da geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você precisa saber sobre política global", de Tim Marshall, traduzido por Maria Luiza X. de A. Borges O livro "Impacto positivo (Net Positive): Como empresas corajosas prosperam dando mais do que tiram", de Paul Polman e Andrew Winston, traduzido por Alves Calado O filme "Devoradores de Estrelas (Hail Mary Project)", com Ryan Gosling, e direção de Phil Lord e Christopher Miller O livro "Devoradores de Estrelas", de Andy Weir, traduzido por Natalie Gerhardt O livro "Qual o Valor da Natureza?: uma Introdução à ética Ambiental", de Daniel Braga Lourenço A minissérie "Emergência Radioativa", da Netflix A The Shift é uma plataforma de conteúdo que descomplica os contextos da inovação disruptiva e da economia digital.Visite o site www.theshift.info e assine a newsletter
Acesse e assista ao vídeo: https://bit.ly/3WZYOAvReceba nossos programas em seu WhatsApp, Telegram ou Signal, envie uma mensagem para (43) 99136-2025.Acesse nossas redes sociais:Site Oficial: www.padrealexnogueira.comInstagram: www.instagram.com/padrealexnogueiraoficialFacebook: www.facebook.com/padrealexnogueiraTodas as noites reze conosco no programa "Boa noite meu Jesus" – Oração, meditação da Palavra de Deus, e Benção da noite com Padre Alex Nogueira.
Como diferentes tradições cristãs organizam sua autoridade e missão? Neste episódio, promovemos um diálogo profundo entre três grandes modelos de organização eclesiástica: o Episcopal (Católico), o Congregacional (Batista) e o Representativo-Federativo (Adventista). Exploramos como cada sistema expressa uma eclesiologia única e como a Igreja Adventista busca o equilíbrio entre a unidade global e a participação local. Destaques deste estudo: Panorama Comparativo: Entenda as forças e limitações da hierarquia católica e da autonomia batista. O Equilíbrio Adventista: Como o sistema de rede (associações, uniões e divisões) sustenta uma missão mundial. Intersecções e Tensões: O que podemos aprender sobre reverência institucional, protagonismo leigo e agilidade operacional. Cinco Áreas de Aplicação: Propostas práticas para fortalecer a espiritualidade nas comissões, incluir a diversidade e aproximar a estrutura da base. A Natureza da Liderança: Por que a governança deve refletir a natureza trinitária de Deus: cooperação, humildade e mutualidade. Se você é um líder ou membro interessado em uma igreja mais transparente, participativa e focada na missão, este vídeo oferece caminhos concretos para a governança do futuro. "A governança é expressão da mordomia do Reino. Quando bem praticada, ela glorifica a Deus." Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
“Somos a única espécie que destrói o seu ecossistema, por maldade ou ignorância”, diz Luísa Ferreira Nunes, especialista em Biomimética, em “Lições da Natureza”, que ajuda a resolver problemas humanosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Martinho Lutero Semblano - Estudo 180º - Os demônios (natureza e liderança) by Martinho Lutero Semblano
A Igreja Adventista do Sétimo Dia não nasceu pronta; ela foi moldada por crises que provaram sua fidelidade a Deus. Neste episódio, mergulhamos no ano de 1903, um momento decisivo onde tensões administrativas, teológicas e geográficas convergiram para definir o futuro da nossa denominação. Entenda como a IASD superou três grandes desafios: A Maturidade Administrativa: Por que o retorno do presidente da Conferência Geral não foi um retrocesso, mas um passo para a ordem e expansão global. A Batalha pela Natureza de Deus: O confronto com as ideias panteístas de John Harvey Kellogg e a intervenção profética de Ellen G. White contra o "Alfa das heresias". O Êxodo de Battle Creek: A corajosa decisão de abandonar centros de poder e mudar a sede para Washington, D.C., priorizando a missão sobre as estruturas. Descubra como a história da IASD revela uma igreja capaz de se reformar sem se fragmentar, mantendo-se sempre ancorada na revelação bíblica. Neste vídeo você verá: A liderança equilibrada de A. G. Daniells. O impacto das cartas de Ellen White na Assembleia de 1903. A distinção entre eficiência institucional e identidade profética. Inscreva-se no canal para mais lições da nossa história e compartilhe este vídeo para fortalecer a nossa identidade adventista! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 65:8-13 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 17–18; LUCAS 11:1-28 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Muitas vezes brinquei carinhosamente com minha sogra sobre a habilidade dela em falar com seus cachorros. Ela reage aos latidos deles com amorosidade e compreensão. Talvez agora ela e os donos de cães em todos os lugares do mundo até ouçam seus amigos caninos rirem. Os cientistas descobriram que muitos animais, incluindo cães, vacas, raposas, focas e periquitos, têm “sinais vocais de lazer”, ou seja, risadas. Identificar esses sons ajuda a distinguir os comportamentos brincalhões de um animal, que poderiam outrora parecer difíceis para um observador humano. O fato de os animais expressarem riso e alegria nos dá um vislumbre incrível de como seria se as outras partes da criação louvassem a Deus à sua própria maneira. Quando o rei Davi olhou ao seu redor, pareceu-lhe que “os montes florescem de alegria” e “toda a terra grita e canta de alegria!” (SALMO 65:12-13). Davi reconheceu que Deus cuidou e enriqueceu a terra, proporcionando a beleza e o sustento. Mesmo que nosso ambiente físico não cante de modo literal, tudo testemunha a obra de Deus em Sua criação, convidando-nos a louvá-lo com a nossa voz. Que nós, “habitantes dos confins da terra”, fiquemos admirados pelas maravilhas divinas e o louvemos com “gritos de alegria” (v.8). Podemos confiar que Ele os ouvirá e entenderá. Por: KIRSTEN HOLMBERG
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #LuisaMell #Lula #Janja #Paca #ChurrascoDePaca #CausaAnimal #ProteçãoAnimal #DireitosDosAnimais #Polêmica #Bastidores #Notícias #Brasil #MeioAmbiente #Ativismo #Debate #Repercussão #AnimaisSilvestres #CrimeAmbiental #Fiscalização #Urgente
Neste episódio, aborda-se a Pax Romana como um período de grande estabilidade e expansão, evidenciando como Roma alcançou prosperidade por meio da coerência entre valores, identidade e ação. A partir de uma perspectiva filosófica, destaca-se o papel de líderes como Otávio Augusto na renovação dos ideais romanos, bem como a importância da formação moral e da filosofia na construção de uma liderança capaz de governar a si mesma e promover unidade. Mais do que um plano formal, a estratégia romana revela-se como um padrão de decisões alinhadas a um ideal civilizatório. O episódio convida, assim, a aprender com a história e a aplicar esses princípios no cotidiano, contribuindo para uma sociedade mais consciente e equilibrada. O ser humano e o cosmos são unidades funcionais da Natureza. O organismo humano funciona de forma unitária, cada célula, cada órgão cumpre sua função de acordo com sua natureza e em benefício do todo que participa. O mesmo ocorre com os demais elementos do cosmos que possuem uma individualidade, mas cumprem sua função em benefício do todo. Participantes: Teresinha Cesena, Tiago Grandi e Danilo Gomes Trilha Sonora: O Barbeiro de Sevilha — Joaquim Rossini
Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 4:17-28 Plano De Leitura Anual: 1 SAMUEL 4–6; LUCAS 9:1-17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A árvore em nosso quintal derrubava muitas pinhas e folhas pontudas. O jardineiro especialista olhou-a e explicou o problema: “Pinheiros são assim mesmo”. Eu esperava uma explicação melhor, mas há coisas que são o que são. Felizmente, nossa vida espiritual não é limitada por ações ou atitudes imutáveis. Paulo enfatizou essa verdade libertadora aos novos cristãos em Éfeso. Os gentios estavam com o coração endurecido com “toda espécie de impureza” e a mente “mergulhada na escuridão” (EFÉSIOS 4:18), fechada para Deus, buscando somente o prazer e a ganância (v.19). Mas, tendo ouvido “falar de Jesus” (v.21) e Sua verdade, o após tolo Paulo escreveu-lhes para que se livrassem da “antiga natureza e de seu velho modo de viver”. Observou como a velha natureza é corrompida “pelos desejos impuros e pelo engano” (v.22). E acrescentou: “Deixem que o Espírito renove seus pensa mentos e atitudes e revistam-se de sua nova natureza, criada para ser verdadeiramente justa e santa como Deus” (vv.23-24). Paulo listou novas maneiras de viver: parar de mentir, xingar, roubar, resistir à raiva e usar “as mãos para trabalhar com empenho e honestidade e […] ajudar generosamente os necessitados” (v.28). Nosso novo ser em Cristo permite que vivamos uma vida digna de nosso chamado, rendidos ao caminho do nosso Salvador. Por: PATRICIA RAYBON
Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação interatrial. Passou por uma cirurgia e, 18 meses depois, voltou a competir e obteve seu melhor resultado no Mundial de Ironman do Havaí de 1996, cruzando a linha de chegada em 9 horas e 31 minutos. Em 1998, competiu em três provas de Ironman, fechando o ciclo com a sua quarta e última participação no Mundial do Havaí. A partir de então, iniciou uma nova fase esportiva, agora nas corridas de aventura. Foram dez anos participando das principais provas de expedição no Brasil e no exterior, incluindo EMA, Ecomotion, Brasil Wild, além de duas edições do Eco-Challenge, na Patagônia e na Nova Zelândia. Em 2001, passou também a atuar na criação e organização de corridas de aventura. Em 2008, voltou-se para as corridas de trilha e provas de montanha. Em 2011, participou do Ironman de Florianópolis e participou pela primeira vez do El Cruce, prova que repetiria nos dois anos seguintes. Ao longo dos anos, criou e organizou eventos e projetos ligados ao esporte e à atividade ao ar livre, incluindo iniciativas como o RockyMan no Rio de Janeiro, provas e experiências voltadas ao público infantil, projetos sociais e corporativos, o Circuito das Serras e a ultramaratona Desafio das Serras. Conosco aqui, o ex-triatleta e corredor de aventura, criador do Adventure Camp e organizador de mais de duas centenas de eventos esportivos ao ar livre, coautor do livro A Cultura da Aventura na Natureza, consultor em planejamento e segurança do Ironman Brasil, piloto de drone e idealizador da iniciativa Race Smart - check your heart, o paulistano Sérgio Zolino Pires Torres de Sá. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
A vida delas é viajar: as espécies migratórias percorrem milhares de quilômetros entre continentes em busca de alimento, água, locais de reprodução ou condições climáticas adequadas. Mas as intervenções humanas na natureza e as mudanças do clima ameaçam sua sobrevivência. Algumas populações, como os peixes de água doce, sofreram um declínio de 81% nos últimos 50 anos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Nesta semana, o Brasil recebe mais de 130 países para a 15ª Conferência da ONU sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres. O evento acontece no emblemático Pantanal, a maior planície alagável do planeta e um dos principais refúgios de biodiversidade do país. Menos badalada que as Conferências do Clima, esta COP15 tem o desafio de proteger os corredores migratórios desses animais, que desconhecem fronteiras. Em outras palavras, de nada adianta um país garantir o trânsito das espécies se, no país vizinho, elas não encontrarem um ambiente equilibrado e seguro para seguir seu caminho. Nas Américas, são três principais rotas: a do Atlântico, a do Pacífico e a Central. “A gente precisa entender que não pode trabalhar sozinho. As aves, assim como toda a biodiversidade migratória, não reconhecem fronteiras de países: elas passam por todos eles e acabam nos conectando”, observou Raquel Carvalho, gerente do Programa Aves Limícolas da organização SAVE Brasil. “O que a COP nos mostra é o sentimento de conexão que as aves nos proporcionam. Se a gente não cuidar de cada ponto desses de parada, elas não conseguem fechar seus ciclos.” Declínio em alta No começo de março, a ONU revelou um relatório preocupante: 49% das espécies migratórias estão em declínio, 5% a mais do que há dois anos. Elas são vítimas de alterações de seus habitats, das mudanças climáticas, da caça e da pesca. À luz dos avanços do conhecimento científico sobre migrações, um dos objetivos da conferência é atualizar as duas listas de espécies protegidas pela Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias, em vigor desde 1979. Uma se refere aos animais ameaçados de extinção e a segunda inclui os que precisam de cuidados dos países para serem preservados. “Discutir essa lista é muito importante, porque, ao classificar uma espécie ou ajustar essa lista, você está definindo prioridades de atuação”, explicou o presidente da conferência, João Paulo Capobianco, em coletiva de imprensa em Campo Grande. “O segundo ponto importante são as ações consertadas. Se há uma espécie X que passa por 10 países, esses 10 países precisam definir como vão atuar, de forma integrada, para que essa espécie sobreviva. São propostas já aprovadas em outras convenções e que agora serão analisadas”, detalhou. Falcão-peregrino, toninha, baleia jubarte O Brasil, país megadiverso, possui o segundo maior número de espécies de aves do mundo, e 126 passam pelo território brasileiro em suas rotas migratórias, como o falcão-peregrino. Nos mares e rios, não é diferente: são centenas de peixes e mamíferos, como a toninha, o menor golfinho registrado, que migra entre o Brasil, o Uruguai e a Argentina, e as baleias-jubarte, que encontram em Abrolhos o local ideal para se reproduzir. Outro desafio é garantir que o licenciamento ambiental de grandes obras de infraestrutura leve em consideração as rotas de passagem de animais. Ainda restam lacunas importantes de conhecimento. “Se vai se licenciar algum empreendimento, como uma barragem ou hidrelétrica que vá impactar áreas úmidas, por exemplo, ele tem que passar por todo um protocolo já estabelecido. O Brasil tem uma legislação muito boa sobre isso, mas precisamos conhecer o mapeamento das áreas importantes para essas espécies migratórias”, frisou Carvalho. Ampliação de Unidades de Conservação A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, salientou que, no âmbito da negociação entre os países, o gargalo do financiamento continua sendo um desafio. “A comunidade internacional tem dificuldade em relação ao financiamento, seja para o clima, para a biodiversidade, contra a desertificação ou para as espécies migratórias”, ressaltou. “A gente tem acordos internacionais de aportes de recursos para enfrentar esses graves problemas ambientais, mas eles, infelizmente, não foram cumpridos”, disse Marina. A COP15 também representa uma oportunidade para o país ampliar, no plano doméstico, as medidas de proteção desses animais. Na abertura do evento, no domingo (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a criação ou ampliação de três Unidades de Conservação: a de Córrego dos Vales, no Cerrado de Minas Gerais, a do Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense e a da Estação Ecológica de Taiamã, no Mato Grosso. A conferência se encerra nesta sexta-feira (27). O Brasil exercerá por três anos a presidência do evento, até a COP16.
Panorama dos casamentos no Estado de São Paulo mudou nas últimas décadas, de acordo com análise da Fundação Seade
Investigadora, entomóloga e autora, já esteve em várias partes do mundo, em condições adversas, a estudar e a perceber a natureza. Acaba de editar justamente "Lições da Natureza", um livro que procura mostrar-nos como os animais resolvem os seus problemas e como talvez, nalguns casos, pudessem servir de exemplo à espécie humana.
Diretora e roteirista brasiliense formada em Audiovisual pela UnB e pós-graduada em roteiro pela FAAP. Estreou o seu primeiro longa, “A Natureza das Coisas Invisíveis”, coprodução Brasil e Chile, na Berlinale 2025. Com o curta “As Miçangas”, co-dirigido com Emanuel Lavor, foi selecionada para a Berlinale 2023 e ganhou os prêmios de melhor curta no … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Rafaela Camelo – #364"
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Ricardo Cardim, botânico e paisagista, apresenta análises e comentários sobre a agenda verde nas cidades. Quadro vai ao ar na Rádio Eldorado às quintas, ao vivo, às 07h45, no Jornal Eldorado; e em boletins às segundas e quartas, às 12h30 e 16h.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Use o cupom LUTZ e Desbloqueie 20% OFF novos clientes | 10% OFF recorrentes, que soma com os descontos do site! #insiderstoreAcesse: https://creators.insiderstore.com.br/LUTZNilton Cáceres realiza pesquisas principalmente nas áreas de Ciências Ambientais, Ciências da Terra e Planetárias. O trabalho dele abrange diversas subáreas, incluindo: Ecologia, Paleontologia, Ecologia, Evolução, Comportamento e Sistemática, Conservação da Natureza e da Paisagem, Modelagem Ecológica.AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: https://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL/LINKS DO EPISÓDIO:Insta do Nilton: https://www.instagram.com/nilton.caceresPUBLICIDADE:Entre em contato: comercial@lutzpodcast.comREDES SOCIAIS:Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzloboInstagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa. Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações. “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.”
É um dos mais populares atores brasileiros, conhecido dos portugueses pela personagem Félix, na novela “Amor à Vida”, transmitida pela SIC, em 2013, onde foi um vilão, cheio de humor e carisma. Formado no Teatro e com inúmeros prémios no currículo, acaba de estrear no Teatro Maria Matos, em Lisboa, a peça “O Figurante” que reflete sobre como a ânsia de pertencer a este mundo pode afastar as pessoas de si mesmas. “Eu próprio, quanto mais famoso me fui tornando, mais figurante me fui sentindo. Só agora me sinto mais protagonista da minha vida.” Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A depressão Kristin derrubou milhares de árvores, causando danos e até mortes. Poderiam algumas ter sido salvas com melhor gestão? E estamos a preparar as árvores para estas tempestades?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando uma pessoa está estressada, precisando refletir e se encontrar, normalmente procura contato com a natureza para arejar os pensamentos e respirar melhor.Assim como todo ser humano, naturalmente, ainda que incrédulo, quando está em apuros, tem a tendência de olhar para o céu, como se soubesse instintivamente que há algo maior que pode socorrê-lo.Mesmo quem nunca leu a Bíblia ou nunca ouviu o Evangelho é inescusável quanto à existência de um Criador, pois a natureza declara a existência dEle.Se você é uma pessoa que ama se conectar com a natureza, saiba que dentro de você existe uma necessidade de conhecer o Criador de tudo isso.E Ele quer reinar na sua vida e te dar essa paz e tranquilidade de forma constante.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
NÍVEL INTERMEDIÁRIODescubra no Português em 5 Minutos como a bioluminescência produz a luz mais eficiente do planeta, utilizando órgãos complexos com lentes e filtros que superam a tecnologia humana e servem como ferramentas vitais para a sobrevivência, o ataque e a comunicação entre as espécies.Pergunta do episódio:Qual ser vivo usa a própria luz para se esconder?a. Vagalumeb. Lula-anãc. Cogumelo da AmazôniaVocabulário:• bioluminescência capacidade de um ser vivo de emitir luz• contrailuminação camuflagem que usa luz para se igualar ao fundo• hospedeiro organismo que abriga outro ser vivo• predadores animais que caçam outros para se alimentar• simbiose relação benéfica entre dois seres vivos diferentes
In this episode of Carioca Connection, Alexia and Foster dive into a topic that resonates with many: mental health and personal well-being. They open up about their personal experiences with anxiety and depression, discussing the cultural differences between their backgrounds and how they have navigated these challenges. With sincerity and humor, they offer practical advice on seeking therapy, the importance of vulnerability, and how everyday activities like exercise and journaling can be transformative. As always, this conversation is infused with real-life Brazilian Portuguese expressions and cultural insights that go beyond textbooks. Enjoy!E agora em português…
Com base no roteiro do Café Brasil 1000, criamos uma música, combinando nossos ritmos, e um vídeo sobre o jeito de ser do brasileiro. Usamos a IA e o resultado é sensacional. Este episódio é para lançar esse vídeo. Espalhe para todos que você acha que merecem. Quando Jorge Benjor canta, aliás, quando Jorge Ben canta que “moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”… ele não está negando os problemas. Está lembrando a cada um de nós o motivo pelo qual ainda estamos de pé. O Brasil aguenta por causa da leveza. Da ginga. Da malandragem boa, aquela que não é trapaça, mas sabedoria de sobrevivência. Jorge Benjor não é um cantor. É um alquimista sonoro. Ele mistura batuque, groove, futebol, religião e mulher — e sai poesia. O brasileiro, aliás, é isso: Tristeza com harmonia. Ironia com esperança. Dor com prazer. Tudo ao mesmo tempo, agora. Se você tiver dúvidas, ouça outra vez este episódio. Aprecie a riqueza da nossa arte, da nossa poesia, da nossa literatura. As canções que ficaram de fora são suficientes para fazer mais uns 20 episódios como este, mantendo o padrão... Ouça a riqueza das vozes que nos moldaram, os ritmos que nos sustentaram, os sonhos que nos uniram. O Brasil não é só a maravilha que Deus fez, não. O que faz uma nação são as pessoas. O resto são prédios, árvores, montanhas e animais. Cenário, Natureza e Obras. Que não têm uma ação racional, intencional e definida na modelagem do futuro. Tudo isso que aí está, ficará como é. Quem escreve a história de um país somos nós. Eu e você. Progresso, esperança e evolução são coisas de seres humanos. E é por isso que eu insisto: o orgulho de ser brasileiro precisa ser reconquistado. Não por ufanismo cego, mas por reconhecimento lúcido. Afinal, como disse o Buscapé naquela abertura da Cidade de Deus, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Então não tem alternativa. Precisamos voltar a olhar nos olhos uns dos outros e dizer: “Tamo junto, cara!” Porque se o Brasil conseguir se unir... Ninguém segura. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................