O melhor conteúdo sobre tênis agora disponÃvel em podcast, apresentado pelo jornalista José Nilton Dalcim.

Num momento em que o tênis brasileiro está vivendo muito mais de resultados de seus duplistas, o canhoto Igor Marcondes tenta recuperar o tempo perdido, mostra progressos e se dá o direito de sonhar com o qualificatório de seu primeiro Slam.Número 310 do ranking no momento, ele é o segundo brasileiro que mais somou pontos em 2026, com 76, pouco atrás dos 97 de Gustavo Heide. "Estou no caminho certo", afirma ele em bate papo com o jornalista Felipe Priante no Rio Open.Aos 28 anos, Marcondes relembra sua trajetória desde a volta da suspensão, momento que começou do zero, tendo de jogar pré-quali de torneios de US$ 15 mil. "Nunca pensei em abandonar", afirma ele, apesar dos três anos parados.

O maior torneio da América do Sul nunca sentiu tanta falta de grande estrelas como na edição 2026. Em que pesem problemas médicos de última hora, procura-se o grande vilão: a data perdida entre os eventos de quadra sintética ou o saibro que tem cada vez menos especialistas e fica espremido no calendário.O jornalista Felipe Priante debate o tema no Podcast TenisBrasil desta semana e ouve nomes importantes: Fernando Meligeni, Nélson Aerts, Teliana Pereira, Alessandre Cossenza e Fernando Nardini.E qual é sua opinião? Aproveite e deixe nos comentários!

Um dos homens que mais trabalha de perto com a renovação do tênis brasileiro, o gaúcho Eduardo Frick reconhece a entressafra de momento, mas vê com bons olhos a nova geração e acredita que o treinador de alto rendimento ainda está em fase de aprimoramento.Na conversa com o editor José Nilton Dalcim, Frick fala sobre a recente Copa Davis contra o Canadá e da parceria firmada entre a Rio Tennis, onde é o gerente geral, com a academia de Patrick Mouratoglou: "Teremos uma base na Europa", destaca.

Os inéditos títulos de Carlos Alcaraz e Elena Rybakina no Australian Open são o tema desta semana do Podcast TenisBrasil. Os jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia são os convidados do editor José Nilton Dalcim e falam sobre a importante reafirmação do espanhol e da volta por cima da cazaque, trazendo os pontos altos e os destaques negativos do primeiro Grand Slam da temporada.A grande campanha de Novak Djokovic, as polêmicas sobre tratamento de cãibras e a sugestão inesperada de o Australian Open aumentar os sets dos jogos femininos também são debatidos. Os entrevistados viram com normalidade o retorno de Bia Haddad, acreditam que João Fonseca irá adquirir o ritmo desejado aos poucos e esperam muitas alegrias dos duplistas, principalmente com Luisa Stefani.

O que mais falta para o tenista brasileiro conseguir despontar nas faixas mais nobres do circuito profissional é a insistência. Thomaz Bellucci diz no Podcast TenisBrasil desta semana que são necessários três a quatro temporadas de peregrinação e aprendizado nos torneios menores e que vê muita gente indisposta a isso.O ex-número 21 do mundo também fala dos desafios que aguardam João Fonseca em 2026, da fase complicada de Bia Haddad e da importante orientação aos juvenis, que geralmente encaram uma fase de frustrações mais constantes quando migram para o profissional.Bellucci diz ainda que já se acha preparado para ser técnico de um jogador de nível mais avançado, embora seu foco esteja todo no trabalho atual com Pedro Boscardin e Bruno Kuzuhara.

A recente revelação de João Fonseca sobre a condição de "coluna retificada" levou o Podcast TenisBrasil a um longo e interessante bate papo com o fisiatra e ortopedista Gilbert Bang, com extenso currículo no trabalho com tenistas e atual orientador de Beatriz Haddad Maia.Bang explica como é o desenvolvimento natural da coluna, os desvios que podem surgir e qual é o problema de Fonseca. Ele conta que, nas crises agudas, o prazo de recuperação leva de três a seis semanas, mas não vê o caso como um dificultador para a carreira do jovem carioca desde que haja o correto processo de recuperação e tratamento.O especialista alerta ainda sobre o eventual excesso de carga de treinamento, principalmente para crianças e adolescentes.

Graças à dedicação de uma vida toda, Hélio da Silva Ferreira já reuniu quase 3 mil raquetes em sua incrível coleção, iniciada há cerca de 50 anos. Além de variedade, existem também notáveis raridades, como modelos do final do século 19, quando o tênis moderno se iniciou na Inglaterra.No primeiro Podcast TenisBrasil de 2026, Helinho conta ao editor José Nilton Dalcim detalhes do seu dedicado trabalho e espera enfim abrir um espaço para visitação pública em julho. Ele, sempre junto da esposa, também é ativo jogador do circuito internacional de seniores e exímio construtor de quadras de saibro.

No último Podcast TenisBrasil desta temporada, o editor José Nilton Dalcim é entrevistado por Toninho Gulin e fala de suas expectativas para o próximo ano, com destaque, é claro, para João Fonseca. O carioca de 19 anos viverá desafios, com defesa de pontos e favoritismo, e com isso buscará afirmação.Dalcim também acredita que o Australian Open seja o melhor momento de alguém quebrar a hegemonia de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner nos Grand Slam, devido às incertezas do espanhol e a pressão natural sobre o italiano. E ressalta os candidatos ao sucesso agora e ao longo da temporada.O calendário feminino parece novamente propenso a divisão de forças e com isso abre espaço para a nova geração brilhar, enquanto Luisa Stefani é a principal promessa de grandes conquistas brasileiras na opinião do editor.

Apesar das mudanças que podem enfrentar, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner ainda devem impor sua maior capacidade técnica e atlética sobre o circuito masculino na próxima temporada. Esta é a avaliação de Patrícia Medrado e Paulo Cleto, os convidados do Podcast TenisBrasil.Em conversa com o editor José Nilton Dalcim, eles se preocupam com a saída de Juan Carlos Ferrero e a possível ausência de Darren Cahill, mas ainda consideram difícil que os demais top 10 façam frente. Medrado e Cleto também falam de João Fonseca e acham importante que o carioca seja consistente ao longo do próximo ano.

Esta temporada marcou novamente alternância entre as campeãs de Grand Slam, ainda que tenham mantido Aryna Sabalenka no topo do ranking. Para Patrícia Medrado e Paulo Cleto, os convidados do Podcast TenisBrasil desta semana, essa tendência deveria seguir em 2026, porque todas estão procurando aperfeiçoamento.Os dois analistas falam também da expectativa de recuperação de Beatriz Haddad Maia, que deve retornar com menor pressão, e se dizem animados com a nova geração do tênis feminino brasileiro, com Ana Candiotto, Victoria Barros e Naná Silva.

Sylvio Bastos e Juan Pablo Etchecoin, dois treinadores muito próximos ao time de João Fonseca, analisam no Podcast TenisBrasil desta semana como foi a tão aguardada exibição de Miami contra o número 1 do mundo Carlos Alcaraz.Na conversa com o editor José Nilton Dalcim, Bastos fala da evolução do carioca e da questão física, enquanto Etchecoin, que treinou João entre os 7 e 12 anos, destaca as metas e ambições de Guilherme Teixeira e Franco Davin, um especialista em análise de dados.Os dois entrevistados concordam que Fonseca terá desafios diferentes para 2026: a defesa de pontos, o peso da expectativa e o estudo de seu estilo a ser feito pelos adversários.

Modalidade de raquete que é um tremendo sucesso nos Estados Unidos, já com mais de 50 milhões de praticantes, o pickleball dá seus primeiros e firmes passos no Brasil. Presidente da Federação Paulista, a advogada Fernanda Jubran conta ao Podcast TenisBrasil que o trabalho de expansão e amadurecimento tem sido feito sem pressa e com base sólida.Isso inclui um trabalho social nas periferias e escolas, a formação de professores, prospecção de talentos adolescentes e abertura de espaço público em São Paulo, com quadras e aulas gratuitas. A modalidade já tem calendário permanente e atinge todas as idades, incluindo a categoria profissional.

Na busca por recuperação no ombro direito, que o afastou das quadras desde agosto, o catarinense Karue Sell é o entrevistado do Podcast TenisBrasil desta semana. Ele faz uma análise do vai e vem de sua temporada, em que jogou seu primeiro ATP, e diz que segue motivado a treinar e encarar o circuito, mesmo aos 32 anos.Sell, no entanto, diz que existe uma lacuna maior no ranking depois que a ATP diminuiu a pontuação dos challengers e, com isso, criou novos obstáculos para a progressão dos jogadores que estão mais atrás da classificação. “Hoje, um top 70 se mantém nessa faixa com pouco mais de 20 vitórias na temporada”, exemplifica.

Um dos treinadores mais respeitados do mundo, que trabalhou na formação de jogadores como Andre Agassi, Pete Sampras, Jim Courier, Monica Seles e Maria Sharapova, o colombiano Gabe Jaramillo é o entrevistado do Podcast TenisBrasil desta semana.Radicado há décadas na Flórida, onde comanda a RPS Academies, ele analisa com detalhes o tênis tão diferenciado de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, rivalidade que já coloca entre as maiores da história.Jaramillo também observa de perto o tênis brasileiro e não esconde admiração pelo potencial de João Fonseca. Ele cita vários juvenis que acredita terem chance de despontar no circuito em pouco tempo e elogia seguidas vezes o trabalho dos treinadores nacionais. Mas alerta: planejamento e acreditar em si próprio são condições essenciais para o sucesso.

Pouco depois da excelente campanha de Luisa Stefani no WTA Finals de Riad, o tênis feminino brasileiro terá missão difícil para encerrar a temporada 2025: neste sábado e domingo, enfrenta Portugal e Austrália na tentativa de vaga no qualificatório mundial da Billie Jean King Cup.Direto de Hobart, o capitão Luiz Peniza conversa com o editor José Nilton Dalcim e fala de suas expectativas, num grupo em que a experiência de Beatriz Haddad Maia foi substituída pela juventude de Naná Silva. Peniza também conta como anda o Programa de Desenvolvimento do tênis brasileiro e da necessidade de formar tenistas dentro de um jogo cada vez mais impositivo, sem esquecer a saúde mental.

Apesar de já estar há bom tempo no circuito, o catarinense Pedro Boscardin ainda tem 22 anos e, agora livre de lesões, acredita que está na hora de embalar na carreira. Ele acaba de atingir o melhor ranking da carreira, com o 283º posto.O repórter Felipe Priante conversou com ele durante o challenger da Costa do Sauípe na semana passada e ouviu do pupilo de Thomaz Bellucci que calendário extenso é uma necessidade para quem está atrás do ranking.

Campeão na Basileia neste domingo com golpes avassaladores, João Fonseca é tema obrigatório do Podcast TenisBrasil desta semana. O editor José Nilton Dalcim convidou o auxiliar técnico da Copa Davis e ex-top 70, o gaúcho Marcos Daniel, e o super treinador Paulo Cleto para analisarem com profundidade a exuberância do tênis do jovem carioca.Daniel, que trabalhou com Fonseca na recente Copa Davis da Grécia, destaca o arsenal completo, a maturidade e a correção correta da carreira que teve até agora, enquanto Cleto analisa o forehand, as melhorias no saque e o jeito descontraído de ser do agora top 30.

Nada de pressa. Apesar da evolução constante e dos resultados animadores, a carreira de Nauhany Silva, a Naná, está projetada para atingir ápice dentro de cinco anos. Isso é o que garante seu treinador Danilo Ferraz e o cooordenador da Rede Tênis, Leo Azevedo, ao Podcast TenisBrasil desta semana.Danilo se diz satisfeito com o progresso geral e os primeiros títulos, além da convocação inesperada para a Billie Jean King Cup, mas destaca que a caminhada é longa. Leo, por sua vez, destaca que o tênis feminino moderno exige agressividade a partir de bom saque e revela todo o cuidado para administrar o assédio sobre a tenista de 15 anos.

Talvez você nunca tenha ouvido falar do Junior Tennis Iniciativa, o JTI, um programa implantado no Brasil em 2020 com apoio da Federação Internacional e que estimula a expansão do tênis principalmente entre as crianças.Airton Santos, coordenador nacional, conta no Podcast TenisBrasil desta semana a filosofia do JTI e seu trabalho contínuo de expansão, que hoje já atinge 120 unidades em todo o país.Entre os pilares do JTI, está a continuidade da prática, a presença de células receptadoras para as crianças que mostram maior potencial e o apoio da família.

Depois de um período sofrido fora do circuito, que se prolongou por sete meses e incluiu uma cirurgia, o paulista Gustavo Heide voltou às quadras no começo de setembro e segue somando pontos em torneios de menor porte do circuito, à procura de recuperar ritmo e confiança.Heide conta no Podcast TenisBrasil a dureza pela qual passou e revela que ter reservado o 'ranking protegido' para disputar o qualificatório dos três primeiros Grand Slam da temporada 2026. E sonha, é claro, em atingir nível suficiente para ser chamado para a Copa Davis.

Uma década atrás, Bruna Assemany teve uma grande ideia: incentivar o tênis de base brasileiro, criando um circuito de competições para crianças a partir dos cinco anos, obedecendo os critérios internacionais. O sucesso tem sido contínuo e já expandiu horizontes. Hoje, a Liga Tênis 10 já realiza competições até para europeus.No bate-papo com o editor José Nilton Dalcim no Podcast TenisBrasil, Bruna conta a história de seu empreendedorismo e afirma que hoje a Liga "deixou de ser uma organizadora de torneios para se tornar uma plataforma educacional esportiva", e isso necessariamente passa por uma mentoria para os pais. Bruna destaca que o próprio João Fonseca competiu na Liga, que por sua vez apoia Luisa Stefani.

Luisa Stefani chegou como uma das grandes estrelas do SP Open e cumpriu seu papel, com ótimas atuações e o título importante na meta de chegar ao WTA Finals. Na entrevista ao Podcast TenisBrasil, a número 23 do mundo fala sobre suas emoções no Villa-Lobos e conta que viveu um grande processo de amadurecimento depois da grave lesão de 2021.A ex-top 10 diz que a semana mostrou o quanto ela e Bia Haddad impactam as novas gerações e servem de modelo, e promete continuar a luta pelo crescimento global e reconhecimento das duplas. Por isso, lastima o que aconteceu nas mistas do US Open.O editor José Nilton Dalcim também conversou com a sensação Nauhany Silva, a Naná, que caiu nos braços do público no Villa-Lobos, e com o diretor do torneio, Lui Carvalho. Ele avalia o sucesso do evento e fala do problema dos ingressos.

Vencedores dos últimos oito torneios de Grand Slam, incluindo as três finais mais recentes, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner dominam cada vez mais o circuito masculino. Até onde irá essa supremacia e o quanto isso pode se tornar monótono?Essa é uma das discussões do Podcast TenisBrasil desta semana com os jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia como convidados de José Nilton Dalcim. O painel mostra perspectiva e avalia adversários, incluindo Novak Djokovic.O podcast também fala do bicampeonato de Aryna Sabalenka, das surpresas do US Open e analisa o desempenho dos brasileiros, com destaque para o juvenil Guto Miguel.

O capitão do time brasileiro da Copa Davis é o entrevistado desta semana no Podcast TenisBrasil e, às vésperas do US Open, avalia as chaves de simples em Nova York. Para Jaime Oncins, o italiano Jannik Sinner e o espanhol Carlos Alcaraz estão acima de todos os demais concorrentes e Iga Swiatek promete lutar pelo título com Aryna Sabalenka.Oncins fala também do momento de pressão vivido por João Fonseca e diz que isso acontece porque ele saltou etapas devido a seu grande tênis. Quanto à Bia Haddad, ele garante que o problema não é falta de trabalho. Perto do confronto entre Brasil e Grécia pela Davis, o capitão confia no grupo e aguarda a convocação de Stefanos Tsitsipas.

Um dos jogadores de maior sucesso no tênis profissional brasileiro, Flávio Saretta abraçou de vez a carreira de treinador, depois da aposentadoria precoce das quadras e dos bons tempos de comentarista de TV.Em bate-papo no Podcast TenisBrasil, ele se diz motivado com a nova tarefa, mas sente falta de união e principalmente de espaço, deixando clara sua disposição de trabalhar com entidades e trocar experiência com centros de treinamento.

Cada vez mais tecnológico, o tênis precisa ficar alinhado com a ciência para aproveitar de forma adequada os recursos de treinamento. Essa é a opinião de Caio Cortela, um dos maiores estudiosos sobre o tênis do Brasil, doutor e mestre em sua área e autor de dois livros.Cortela também adverte em entrevista ao Podcast TenisBrasil que pais e tenistas precisam ficar alertas ao exagerado conteúdo produzido pelas redes sociais que carece de confiabilidade.

Entre tantas atividades que o tênis abre portas, encordoar raquetes é uma das menos exploradas. Marcelo Ferreira, que começou como pegador de bolas em Ribeirão Preto, hoje mora nos Estados Unidos, toca duas lojas e gerencia a ala da América do Sul da importante Associação Europeia de Encordoadores de Raquete (ERSA).Na entrevista ao Podcast TenisBrasil, Marcelo fala das exigências da profissão, mas também da grande oportunidade de sucesso. Conta curiosidades sobre os grandes jogadores e dá valiosas dicas para os tenistas amadores.

Santos Dumont Guimarães, um dos mais experientes treinadores brasileiros e responsável pela revelação de inúmeros talentos, como Guto Miguel, diz no Podcast TenisBrasil desta semana que é fundamental a presença constante dos brasileiros no circuito europeu.Para Dumont, a base brasileira nunca esteve tão bem estruturada e isso se comprova nos diversos títulos recentes e na quantidade de nomes de grande futuro que apareceram nas últimas temporadas.Sobre seu pupilo, o treinador vê crescimento contínuo e a perspectiva é entrar de vez no mundo profissional em 2026.

O recente caso de infusão venosa do australiano Max Purcell, que acabou suspenso por 18 meses no final do ano passado, acendeu o alerta contra o uso desse recurso entre os tenistas profissionais. Em entrevista ao Podcast TenisBrasil, o dr. José Kawazoe Lazzoli, membro da Federação Internacional e da Confederação Pan-americana de Medicina no Esporte, explica os limites desse tratamento e mostra como tem sido a luta constante contra o doping.

As conquistas de Jannik Sinner e Iga Swiatek em Wimbledon neste fim de semana têm tudo para tornar os dois circuitos ainda mais competitivos na última parte do calendário, com a volta das quadras duras. Essa é a opinião dos jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia, que discutem os reflexos do terceiro Grand Slam da temporada com o editor José Nilton Dalcim no Podcast TenisBrasil desta semana.O painel também debate as grandes surpresas, positivas e negativas, de Wimbledon e avalia a participação brasileira.

O Podcast TenisBrasil se antecipa à abertura de Wimbledon e ouve três grandes nomes do tênis brasileiro que tiveram experiências nas quadras de grama: Ricardo Mello, Bruno Soares e Thomaz Bellucci.Mello conta suas recordações da temporada de grama e faz análise da chave de Wimbledon após o sorteio, colocando Carlos Alcaraz como favorito ao tri. Já Soares discorda de quem considera que o piso de grama nivela por baixo o circuito, e Bellucci explica as principais adaptações que o tenista precisa fazer na traiçoeira superfície.

Com a longa e bem sucedida carreira encerrada no final do ano passado, após quatro décadas de viagens pelo mundo, Carlos Bernardes lembrou passagens pitorescas de sua atuação como um dos mais respeitados árbitros internacionais no Podcast TenisBrasil desta semana.Radicado na Itália, Bernardes falou de seu relacionamento conturbado com Rafael Nadal, de como o infarto de 2021 o fez repensar a vida e se mostrou preocupado com a carreira dos futuros árbitros e juízes diante da tecnologia e novas regras do circuito profissional.

É muito provável que qualquer tenista amador fique com água na boca ao assistir aos pisos verdinhos que recebem nas próximas semanas a curta e tão especial temporada do tênis sobre a grama.A superfície sempre foi raridade no Brasil devido ao clima e à dificuldade de manutenção. Mas a Leba, em Campinas, ousou encarar o desafio e há mais de 20 anos permite essa experiência, alugando suas duas quadras de grama natural para jogos e torneios.Conheça no Podcast TenisBrasil desta semana a iniciativa de Luís Bonilha e as peculiaridades da grama e os cuidados que essa superfície exige.

A já tradicional mesa redonda de fim de Grand Slam se reúne novamente com os jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia para comentar com o editor José Nilton Dalcim os principais aspectos deste Roland Garros.O painel exalta a incrível final masculina entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, a virada de Coco Gauff sobre Aryna Sabalenka, avalia os próximos passos de Novak Djokovic, Lorenzo Musetti e Iga Swiatek, além de eleger os destaques do Grand Slam do saibro.E todos concordam: Wimbledon deve ser a última chance de Djokovic ganhar seu 25º Slam.

Ex-número 1 do mundo e com títulos em Roland Garros e em Wimbledon, o mineiro Marcelo Melo tem recebido críticas por parte dos torcedores brasileiros. Mas, aos 41 anos e ainda um top 50 do ranking, ele garante que irá continuar e, de preferência, ao lado de Rafael Matos.Em entrevista exclusiva em Paris ao jornalista Márcio Arruda para o Podcast TenisBrasil, Melo fala sobre seu momento, faz balanço de sua extensa carreira e confirma que aposentadoria só depois das Olimpíadas de Los Angeles, onde esperar estar em 2028. Ele conta que pensa em ser treinador e pondera sobre os recentes casos de doping no tênis.

Roland Garros começou com momentos históricos: torneio completa 100 anos de sua fase internacional e fez homenagem rica e emocionante para o rei do saibro Rafael Nadal.O jornalista Márcio Arruda está em Paris e traz entrevista exclusiva de Bia Haddad Maia para o Podcast TenisBrasil. A número 1 nacional fala sobre pressão, mídias sociais, família e expectativa para o Grand Slam francês.

Dois dos mais fortes nomes do saibro venceram Roma neste fim de semana. Carlos Alcaraz ergueu o único grande título no saibro que lhe faltava e Jasmine Paolini conquistou o maior troféu da carreira.Mas o que Roma nos indica para Roland Garros, que começa já neste domingo?Isso é o que Podcast TenisBrasil desta semana debate com o convidado Sylvio Bastos, que acompanhou tudo ao vivo lá do Foro Italico.Bastos acredita numa nova final entre Alcaraz e Sinner em Paris e vê grande imprevisibilidade entre as mulheres.

O crescimento do tênis brasileiro passa necessariamente pelas mãos dos técnicos e professores. Por esse motivo, é fundamental a boa formação desses profissionais. Com essa meta, vai acontecer em São Paulo, entre 14 e 15 de junho, mais uma edição do Workshop Internacional.Organizador do evento, o ex-profissional e hoje oficial da ITF, o gaúcho César Kist, revela ao Podcast TenisBrasil as preocupações do tênis mundial em questões como iniciação, treinamento, transição e até mesmo o perigoso movimento das apostas. Ele garante ainda que o tênis brasileiro vê novamente franca expansão por todos os cantos do país e garante que o sucesso de hoje já é sinal da ampla estrutura montada nas últimas décadas. "Nunca estivemos tão bem preparados para essa expansão."

A grande notícia dos últimos dias para o tênis brasileiro foi a confirmação da volta dos torneios de nível WTA 250 em quadras nacionais. Depois de Sauipe, Florianópolis e Rio de Janeiro, as meninas jogarão no Parque Villa-Lobos, em São Paulo.O SP Open, que acontecerá de 6 a 14 de setembro, em quadras sintéticas, poderá ter rodadas noturnas, conta Luiz Procópio Carvalho ao Podcast TenisBrasil. O executivo explica que a IMG e a Mubadala, donas da data, decidiram substituir Monastir por São Paulo pois enxergam grande momento para o tênis feminino brasileiro e sul-americano.Lui revela que o SP Open poderá organizar rodadas noturnas e terá ingressos a preço acessíveis. O estádio a ser montado no Parque prevê até 2.700 lugares.

Um dos maiores nomes da fisioterapia esportiva do país, Ricardo Takahashi é o entrevistado desta semana do Podcast TenisBrasil. Grande estudioso e com 25 anos de experiência na área, ele afirma que a maior parte das contusões entre amadores vêm da sobrecarga de jogos e treinos.Takahashi, que hoje ajuda Luisa Stefani, fala também das contusões mais comuns, reforça a importância do material esportiva, mas também desmistifica a questão do tennis elbow e da necessidade de se jogar no saibro conforme a idade avança.

A temporada de saibro nos grandes torneios europeus deram largada com direito a novidades. Carlos Alcaraz deu a impressão que iria ser o bicho-papão, ganhou Monte Carlo e foi à final em Barcelona, mas parou no jogo consistente de Holger Rune.No feminino, Jelena Ostapenko demoliu as duas líderes do ranking numa campanha notável em Stuttgart.Mas o que tudo isso indica para a fase mais importante, que começa nesta semana em Madri, seguirá em Roma e terminará em Roland Garros?O convidado Paulo Cleto e o editor José Nilton Dalcim debatem no Podcast TenisBrasil, e o treinador alerta: cuidado com Alexander Zverev.

A fase dos grandes torneios europeu sobre o saibro começa nesta semana em Monte Carlo, com maciça presença dos melhores do mundo. O masculino tem um calendário tradicionalmente muito apertado. Em apenas sete semanas, acontecem três Masters 1000 e dois ATP 500 antes do sempre exigente Roland Garros. Todo mundo vai precisar de muito físico. O feminino é um pouco mais econômico, com dois 1000 e um 500 como preparação a Paris.José Nilton Dalcim analisa no Podcast TenisBrasil desta semana o que esperar dos brasileiros, especialmente Bia Haddad Maia e João Fonseca, enquanto o especialista Mário Sérgio Cruz fala da expectativa para a batalha no saibro entre as meninas e a dura missão de Iga Swiatek. Por fim, o jornalista Otávio Maia avalia a grande disputa que deve acontecer entre os primeiros do ranking, com destaque para Carlos Alcaraz, Novak Djokovic e a volta de Jannik Sinner em Roma.

Embalado por seu melhor ranking da carreira, Fernando Romboli fechou parceria definitiva com John Patrick Smith e está garantido em Roland Garros e Wimbledon e muitos dos ATPs 500 da temporada. Aos 34 anos, ele se mostra muito animado.Romboli conta ao Podcast de TenisBrasil detalhes de sua surpreendente campanha em Indian Wells, fala de como segue difícil a vida dos duplistas no circuito, principalmente em nível challenger, e por isso mesmo não poupa críticas à ATP sobre a falta de cuidado com a modalidade.

Advogado há 31 anos, ex-presidente da Federação Catarinense e vice-presidente do Criciúma EC, Alexandre Farias assumiu o comando da Confederação Brasileira há poucos dias para um mandato de quatro anos.Em entrevista ao Podcast Tenisbrasil, o dirigente diz que está tudo favorável para o tênis aproveitar o "momento Fonseca" graças à estrutura existente e ao bom caixa.Entre as metas imediatas, está o calendário de torneios profissionais de base, fomento ao beach tennis e cadeirantes, e um estudo nacional inédito sobre os números do esporte. Na pauta, estão ainda as quadras públicas e a luta pela isenção de impostos para material esportivo.

Um dos mais conceituados técnicos brasileiros, Walter Preidikman, o Gringo, conta no Podcast TenisBrasil desta semana o milionário e ousado projeto chinês para dar grande arrancada no tênis mundial. "Eles têm gente, estrutura e muito dinheiro", revela.Gringo, que já trabalhou com grandes tenistas nacionais e passou anos no tênis norte-americano, fala também sobre o Brasil e acredita que as entidades oficiais precisam antes de tudo definir um processo de trabalho. "O sucesso por aqui continua sendo fruto de trabalhos individuais".

O Rio Open encerrou sua 11ª edição com sucesso absoluto de público e de patrocinadores, elevando ainda mais o nível de atrações e interatividades para o público.Mas o maior torneio sul-americano encara um dilema: diante da ascensão de João Fonseca, a atual estrutura do Jockey Club Brasileiro ficará pequena para 2026, quando se espera que o garoto carioca chegue como um dos favoritos ao título.O Podcast TenisBrasil conversou sobre os planos do torneio para crescer com o diretor Luís Procópio de Carvalho, que espera aperfeiçoar o sistema de venda de ingressos e vê com muito otimismo a promoção de um WTA 250 ainda nesta temporada no país.Ouça também o que diz Marcelo Melo, que protagonizou um dos momentos mais emocionantes desta edição, ao cair em lágrimas com o título conquistado ao lado de Rafael Matos. Aposentadoria? Nem passa por sua cabeça.

O talento excepcional que levou ao título de Buenos Aires só fez crescer a admiração e surpresa de treinadores brasileiros sobre o grande momento de João Fonseca.O Podcast TenisBrasil está no Rio Open e conversa com Thomaz Koch, Domingos Venâncio, Sylvio Bastos e Andrea Vieira sobre as qualidades e expectativas que recaem em cima do carioca de 18 anos.Em entrevista já na Cidade Maravilhosa, a grande estrela do torneio afirma: "O João de um ano atrás não acreditaria que tudo iria mudar tanto e tão cedo".

O convívio com dores, lesões e cirurgias levou o mineiro João Menezes à aposentadoria precoce, ainda aos 27 anos. Mas a experiência do campeão pan-americano, que chegou a 172º do ranking, promete ser aproveitada no Programa de Desenvolvimento do Tênis Brasileiro da CBT.No Podcast TenisBrasil desta semana, Menezes traz detalhes sobre os problemas físicos que o levaram a abandonar as quadras em 2024, fala da importante passagem pelo tênis europeu e como encarou a sempre difícil transição para o profissionalismo.Ele acredita que toda essa vivência poderá ser muito bem aproveitada nos encontros e treinamentos com a nova geração. O trabalho começa em poucos dias, quando observará a garotada no Brasil Tennis Cup de Porto Alegre.

O Brasil perdeu para a França fora de casa, com direito a momentos polêmicos, e o Podcast TenisBrasil convidou Paulo Cleto, ex-capitão da Copa Davis, e Luiz Mattar, um dos maiores nomes do tênis nacional e semifinalista da competição entre países, para analisar o que aconteceu em Orléans neste final de semana. Cleto viu bom desempenho dos brasileiros, tanto em simples quanto nas duplas, ressaltando a dificuldade que é se adaptar a pisos tão velozes, enquanto Mattar enxerga João Fonseca como um tenista com perfeitas características para a Davis. Os dois ainda analisam a polêmica entre Bélgica e Chile, e Mattar relembra o quão duro é jogar o torneio, especialmente no aspecto emocional.

Jannik Sinner superou seu primeiro grande teste como soberano do tênis masculino atual e Madison Keys fez uma campanha extraordinária, vencendo quatro top 10 e as duas líderes do ranking. O Podcast TenisBrasil desta semana traz de volta a já tradicional mesa de debates para avaliar o Australian Open e recebe novamente os jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia para discutir os diferentes ângulos do 'Happy Slam'. Entre os temas, o que se esperar de Alexander Zverev e Novak Djokovic, as tendências do tênis feminino para a sequência da temporada e a sensação João Fonseca.

A consolidação de Beatriz Haddad Maia no top 20 do ranking, a presença de Thiago Wild nos principais torneios e agora a expectativa de termos o garoto João Fonseca como grande sensação do circuito internacional certamente despertam o eterno desejo do torcedor brasileiro: viajar e assistir in loco aos grandes campeonatos do tênis. Por isso, o Podcast TenisBrasil desta semana conversa com Fábio Silberberg, que há 20 anos organiza excursões pelo mundo afora. Ele conta como reagiu o mercado pós-pandemia, fala do crescimento mundial e revela os destinos prediletos dos brasileiros. Neste 2025, a FABERG também sinaliza para muitas novidades, entre parceiros estratégicos e projetos.