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Latest podcast episodes about custa

Clube dos 52
Tratar da Saúde. Porque é que o verão custa mais às grávidas?

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 3:39


Inchaço, fadiga e dificuldade em dormir são queixas frequentes nos meses mais quentes. Mas a gravidez muda mesmo a forma como o corpo reage ao calor — e há razões claras para isso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fact Check
Tratar da Saúde. Porque é que o verão custa mais às grávidas?

Fact Check

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 3:39


Inchaço, fadiga e dificuldade em dormir são queixas frequentes nos meses mais quentes. Mas a gravidez muda mesmo a forma como o corpo reage ao calor — e há razões claras para isso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zoom
Tratar da Saúde. Porque é que o verão custa mais às grávidas?

Zoom

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 3:39


Inchaço, fadiga e dificuldade em dormir são queixas frequentes nos meses mais quentes. Mas a gravidez muda mesmo a forma como o corpo reage ao calor — e há razões claras para isso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas de Fim de Tarde
Carlos Areia: "Há políticos portugueses que já não vivem em Portugal. Não sabem quanto custa um pacote de leite ou uma carcaça”

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 44:58


Aos 82 anos, Carlos Areia revisita uma vida feita de conquistas, perdas, amor e resistência. Recorda uma infância difícil, marcada pela ausência da mãe e por uma constante sensação de desenraizamento, fala dos sonhos de menino e da vida que acredita ter começado a viver verdadeiramente apenas aos 50 anos. O ator aborda a carreira que atravessa várias gerações, a relação com Rosa Bela, o envelhecimento, a amizade, a política e as mudanças de um país que já não reconhece totalmente, mas no qual continua a acreditar. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hillsong Portugal
#847 - Custa Muito (Petrus Haddad)

Hillsong Portugal

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 42:22


Mensagem de 22 de Fevereiro de 2026 de Petrus Haddad com o título “Custa Muito”.

Enterrados no Jardim
O Apocalipse de Merda. Uma conversa com Michael Marder

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 258:18


Uma desoladora mistificação do nosso tempo opera-se pelo colapso da responsabilidade, como um processo de recitação em que o ser se expurgasse daquela impiedade no juízo que faz de si mesmo, deixando de reconhecer como a consciência só alcança um limiar sagrado no momento em que cada um de nós admite que o “sermos responsáveis pelos nossos actos até ao fim dos tempos é o verdadeiro juízo final com que temos de nos confrontar” (Steiner). Suponha-se, então, que nos seria possível construir uma excepção que revertesse aquele sentido de responsabilidade absoluta de que falava Dostoievski em Os Irmãos Karamazov (“Todos somos culpados de tudo, culpados por todos diante de todos, eu mais do que os outros.”), construindo-se um efeito de expiação automática de qualquer pecado, em que a culpa não implica já que nos refaçamos dos nossos erros, mas que estes sejam atribuídos ao regime de dissociação geral em curso. Podemos hoje reconhecer como se tem procedido a uma espécie de morbidez da projecção, em que, por um lado, os homens entram num transe, num confessionalismo constante das suas fraquezas, exprimindo aquele desgosto por si mesmos que parte então em busca de causas mais gerais, por outro, tornando-se especialistas em narrar a sua queda, superam assim qualquer transtorno e retiram até um gozo perverso de se verem a actuar como possuídos, como se o próprio céu não passasse de uma ficção infernal, um modo de antecipar a culpa, justificar-se enquanto se encarna os piores defeitos que se poderia reconhecer de fora, sendo este o supremo gozo estético. Seria uma forma de dispor intimamente dessa intuição que guiou Benjamin ao reconhecer como a humanidade, que antigamente, com Homero, foi objecto de contemplação para os deuses olímpicos, veio a tornar-se objecto de contemplação para si própria, e até de forma cada vez mais obsessiva. Ele notava que a alienação de si própria atingiu tal grau que lhe permite viver a sua própria aniquilação como um prazer estético de primeira ordem. De algum modo isto explica como cada um tomou a seu cargo esse movimento de queda para lá de qualquer possibilidade de redenção, em que os seres se deliciam com a possibilidade de enfrentar o juízo final com uma insolência desmedida, com tal desdém pela realidade, que os seus gestos estariam consagrados à produção e reprodução da destruição do mundo, apreciando essa simetria entre a sua devastação íntima e a degradação sucessiva dos planos exteriores, como se o Antropoceno fosse uma projecção de ordem quase libidinal, uma forma de reclamar, pela posse violenta, toda a vida e todo o espaço, revirá-los, cometer contra eles o acto mais infame, realizando assim as nossas fantasias despóticas. E isto porque chegamos a um tal estado de amputação sensível que não conseguimos retirar verdadeiro gozo de uma relação de proximidade e de dependência dos elementos, de tudo aquilo que revelava a nossa fragilidade intrínseca, essa ânsia de ligação. “Compreendo que Nietzsche tenha perdido os sentidos ao ver espancar um cavalo”, diz Steiner. “Trazemos a condenação dentro de nós. Caso contrário, porque teríamos destruído o planeta?” Talvez tenhamos encontrado um meio de vingar-nos da morte, sendo certo que todo o anseio e o terror que esta nos provoca é o resultado de vidas que não sabem cumprir-se. Assim, produz-se esse golpe desesperado que faz do mundo um imenso cadáver de modo a ser-nos mais fácil passar por cima dele, fazer da nossa morte um triunfo. Conseguimos reconhecer esta forma de buscar a própria catarse no lixo, a forma depravada de encontrar esse corpo que corresponde inteiramente aos nossos excessos, à dedicação de todas essas descargas ofensivas, não sendo já possível a ninguém escapar a esta encarnação doentia. Os nossos actos ganhariam assim esse prestígio do horror, como se participassem de uma profecia obscena, traduzindo esse horizonte cor de carne, como as costas de um moribundo… “Demos graças pela nossa violência, disse ele, mesmo que ela seja estéril/ como um fantasma, embora não nos leve a lado nenhum,/ porque estes caminhos não levam a lugar algum” (Bolaño). O lixo torna-se a condição necessário de toda a lógica de acumulação, e acaba por representar a verdadeira herança e o próprio destino que melhor exprime os anseios de um ser que adoptou nas suas rotinas um princípio de indiferença face aos efeitos que produz, sentindo-se desalojado da própria mente, desalojado daquele sonho que antes nos aproximava, sendo que agora todos os sonhos implicam a degradação dos outros, e até quando tenta transmitir aquilo que deseja, só é capaz de produzir um discurso em que todas as palavras se tornam medonhas. “E viajava de um lugar a outro/ dos sonhos/ qual verme da terra/ arrastando o seu desespero/ comendo-o”… Ninguém estranha assim toda esta raiva, e alguns põem-se a fantasiar com um suicídio planetário, sendo hoje mais fácil imaginar o fim do mundo do que a possibilidade deste mundo prosseguir sem eles, com a frieza com que hoje nos despedimos seja de quem for. A destruição do planeta torna-se assim uma espécie de ilustração do estupor de um ser que faz a escolha de transformar o ultraje dos anos, a consciência do fim. É como se os vivos já não pudessem senão acreditar nessa cumplicidade que liga aqueles que estão obcecados com a sua morte, esses que conspiram para dar a morte à morte. Só que, como nos faz ver Michael Marder, “a morte da morte deteriora fatalmente a vida”, e, assim, “os restos descarregados no vazadouro das nossas loucas aspirações à incorruptilidade, à preservação estática, acabando por interferir nos estreitos parâmetros da vitalidade. Perecemos devido aos nossos anseios de imortalidade perversamente realizados e arrastamos connosco grande parte da biosfera.” A vida que se serve como esse deplorável espectáculo entrou numa decomposição angustiante há algumas décadas, e isto dá-nos uma sensação de ver realizar-se o projecto de um mundo submetido a um contágio em que vemos os mortos continuar entre os vivos. “Custa-lhes mudar os costumes, renunciar ao tabaco, ao prestígio de violadores de mulheres”, lê-se em A invenção de Morel. E se até certa altura a humanidade odiava aqueles seres que se dispunham a ter uma relação virada para o livro, o pensamento e a ética, e que lhe lembravam de que esta não era ainda verdadeiramente humana, se Steiner diz que essa era a verdadeira fonte de todo o ódio contra o judeu, esse que nos vinha exigir uma coisa que sabemos ser justa, mas que nos obrigava a dominar os nossos impulso e desejos, a certa altura, parece que a humanidade quis libertar-se dessas aspirações, e ela mesma realizou-se através de uma imortalidade pútrida, esta lixeira que significa a produção de uma realidade alinhada com o niilismo que por fim nos desobriga de qualquer obrigação moral para com este mundo. Neste episódio, Marder, que acaba de ver publicado entre nós Filosofia no Lixo – Uma Fenomenologia da Devastação, com selo da VS, veio orientar-nos neste confronto com esse monturo crescente de resíduos que sufoca, fende e diminui as regiões habitáveis do planeta, ao mesmo tempo que penetra a própria fibra do ser e exprime materialmente essa fantasia metafísica da economia capitalista que no seu crescimento monstruoso e sem trégua produziu um pesadelo de que não parece haver saída.

TV 247
Bom dia 247 - TariFlávio_ clã Bolsonaro custa caro ao Brasil _3_6_26_

TV 247

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 210:42


Bom dia 247 - TariFlávio_ clã Bolsonaro custa caro ao Brasil _3_6_26_ by TV 247

Igreja Missionária Evangélica Maranata
Quanto custa? - Pr. Alexandre Mendes

Igreja Missionária Evangélica Maranata

Play Episode Listen Later May 31, 2026 34:24


Quanto custa? - Pr. Alexandre Mendes by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Méier Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

GE Flamengo
GE Flamengo #591 - Inconsequência de Carrascal custa caro no Brasileirão

GE Flamengo

Play Episode Listen Later May 25, 2026 74:01


Jorge Natan recebe Emanuelle Ribeiro e Fred Gomes para analisar derrota para o Palmeiras e debater os primeiros 20 jogos de Leonardo Jardim.

O Antagonista
Pacote eleitoreiro de Lula já custa R$ 190 bilhões

O Antagonista

Play Episode Listen Later May 20, 2026 15:07


Presidente Lula tenta usar uma série de obras para tentar amenizar crise de popularidade e ganhar espaço nas eleições.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes?   Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás.   Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente.   Chegou a edição especial Crusoé impressa.   É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil.   Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé.   Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link:   https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa  Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PacoteEleitoreiro #Lula #GastosPublicos #Economia #Orcamento #Populismo #Brasil #ContasPublicas #Eleicoes2026 #Politica #Noticias #Finanças #Deficit #Impostos #CriseEconomica #Inflação #PodcastDePolitica #Jornalismo #Atualidades #GiroDeNoticias

Braincast
Bro Tax: quanto custa parecer homem?

Braincast

Play Episode Listen Later May 16, 2026 99:50


No Braincast 633, Carlos Merigo, Cris Dias, Hiago Vinícius, Ken Fujioka e Bia Fiorotto discutem a Bro Tax: o pedágio simbólico que transforma produtos comuns em objetos aceitáveis para homens inseguros com cuidado, higiene, saúde ou prazer. O papo passa por Liquid Death, a água com estética de caveira e atitude; pela brasileira Dane-se; pelos lenços umedecidos “de homem” da Dude Wipes; pelo Man Cereal, cereal com proteína, creatina e slogan sobre “recuperar as bolas”; e por marcas que transformam sabonete, maquiagem, protetor solar, barba, skincare e até café da manhã em performance de masculinidade. A pergunta é: isso é branding brilhante, diferenciação em categorias sem graça ou só mais um jeito de vender insegurança masculina em embalagem preta fosca? Também tem Qual é a Boa com documentários sobre Paul McCartney e Martin Scorsese, podcast sobre Palmares, ciência, Cinemático, Love Cabaré, Liderança Subversiva e Momento Faustão. 04:58 PAUTA 07:59 Água com atitude 12:46 Da Pink Tax à Bro Tax 14:23 Exemplos Dude Wipes e Man Cereal 16:29 Challenger brands e exageros 19:37 Protetor solar Slather 22:04 Masculinidade frágil e consumo 26:23 Produtos masculinos na prática 32:24 Economia da atenção 33:04 Marca desafiante vira líder 34:54 Warpaint e maquiagem masculina 37:16 Insegurança como negócio 37:56 Pressão estética nos homens 39:53 Água premium e luxo 41:34 Identidade e códigos de gênero 42:53 Axe Click e propaganda datada 46:41 Campanhas masculinas que funcionam 48:10 Restaurantes com atitude 49:38 Barbearias e experiência forçada 52:10 Ritual de loja e constrangimento 54:16 Storytelling demais nas marcas 56:08 Masculinidade simples e básica 01:03:13 QUAL É A BOA 01:03:55 Documentário Paul McCartney 01:06:15 Mr Scorsese na Apple 01:09:15 Cupom IA em Curso 01:12:14 Podcast Vida Palmarina 01:17:08 Bluey e Paternidade 01:18:24 Naruhodo com Paleontóloga 01:22:17 Rooster na HBO 01:25:31 Magic Love Cabaré 01:29:32 Podcast Liderança Subversiva 01:32:00 Momento Faustão 01:33:57 Confundindo Cris Dias 01:38:42 Despedida e Beijos -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!

Daily Shinjuku
【伊勢丹新宿店】カスタードの奥深い魅力をお届け!カスタードスイーツ専門店『CUSTA(カスタ)』が5月20日ニューオープン!

Daily Shinjuku

Play Episode Listen Later May 13, 2026 0:29


「【伊勢丹新宿店】カスタードの奥深い魅力をお届け!カスタードスイーツ専門店『CUSTA(カスタ)』が5月20日ニューオープン!」 「伊勢丹新宿店」本館地下1階では、2026年5月20日(水)よりカスタードスイーツ専門店『CUSTA(カスタ)』がニューオープン。詳細をご紹介します。カスタードスイーツ専門店『CUSTA(カスタ)』は、本館地下1階でリフレッシュする洋菓子エリアにて新たにオープン。

Bem Estar
Bem-Estar #349 - Medicamentos: tire todas as dúvidas sobre o jeito certo de usar

Bem Estar

Play Episode Listen Later May 6, 2026 44:44


O brasileiro é campeão no hábito de tomar remédio por conta própria. Sabe aquela história... “deu certo pra minha vizinha, não custa tentar também?” Custa sim, gente! Porque essa ânsia de aliviar sintomas de um jeito rápido pode trazer consequências graves pra saúde. Entre as mais comuns estão os efeitos colaterais adversos, as interações indesejadas com medicamentos que a pessoa já toma, o agravamento de algumas doenças. Na prática, o uso de remédios sem orientação adequada é uma ameaça à nossa saúde. E esse não é um problema pequeno não... segundo a Organização Mundial da Saúde, 50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de maneira errada. Por chamar atenção para essa séria questão de saúde pública, ontem, dia 05 de maio, foi celebrado o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos. Hoje a gente conversa com a farmacêutica Talita Barbosa, que é conselheira do Conselho Federal de Farmácia, sobre esses cuidados tão necessários no dia a dia pra que os remédios sejam usados do jeito certo.

Invoice Cast
Quanto custa a informalidade dos processos no comércio exterior? - 176

Invoice Cast

Play Episode Listen Later May 5, 2026 74:03


Sempre que deixamos de executar nosso trabalho conforme os processos ou não formalizamos os combinamos, os riscos no comércio exterior aumentam. Junto disso, os custos.Vamos entender quanto custa essa informalidade e o que é necessário para fugirmos da informalidade, sem precisar aprender com a dor..Participantes:Edson AlmeidaLinkedinlinkedin.com/in/edsonalmeida23Instagraminstagram.com/edalmeida23.Ademir Furtadohttps://www.linkedin.com/in/ademir-furtado-filho-3b697491/https://www.instagram.com/ademirfurtado/.Lais Cappellesso https://www.linkedin.com/in/lais-cristina-cappellesso-86602711b/https://www.instagram.com/laiscappellesso/.Jonas Vieirahttp://www.linkedin.com/in/jonasvieira/https://www.instagram.com/o_jonasvieira/. Os apoiadores do episódio:.Gett - https://curt.link/gettNext Shipping — https://curt.link/nextshippingCheap2ship — https://curtlink.com/cheap2shipLínea Logistics — https://curt.link/linealogisticsEuropean Cargo — https://curt.link/europeancargoBroker Comex — https://curt.link/brokercomexInterfreight — https://curtlink.com/interfreight.

Professor HOC
POR QUE UM CHAMPANHE CUSTA TÃO CARO? A IDEIA QUE MUDOU A ECONOMIA: HISTÓRIA DO DINHEIRO EP.10

Professor HOC

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 19:57


Uma garrafa de champanhe vendida por 2 mil reais não custou nem perto disso para ser produzida. Marx e Adam Smith achavam que o valor vinha do trabalho. Estavam errados.No século XIX, um economista britânico chamado William Jevons mudou para sempre a forma como entendemos o valor das coisas — e, de quebra, como entendemos nossas próprias decisões.A ideia dele, a "utilidade marginal", é uma das mais poderosas da história da economia.Neste episódio da série A História do Dinheiro, a gente explica como Jevons e Alfred Marshall construíram o modelo que domina a economia até hoje: oferta, demanda, concorrência perfeita e o famoso "homem econômico racional". Uma teoria elegante, poderosa — e que alguns consideram perigosamente simplificada.

Papo Solar
BESS no Brasil: quando faz sentido, quanto custa o risco e quem realmente paga a conta?

Papo Solar

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 93:25


O armazenamento de energia (BESS) está ganhando espaço no Brasil, mas ainda levanta dúvidas sobre viabilidade, riscos e custos.Neste episódio do Papo Solar, especialistas da Canadian Solar discutem aplicações práticas e os desafios do mercado.Apresentação: Gustavo Tegon e Henrique HeinConvidados: Gabriel Cavalcante e Rodrigo Melão

Pit Stop CBN - Ricardo Barbosa
Quanto custa ter um carro? Especialista explica!

Pit Stop CBN - Ricardo Barbosa

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 16:55


Ter o carro próprio pode ser o sonho de muitos motoristas brasileiros. E nesta edição do “Pit Stop CBN”, o comentarista Ricardo Barbosa responde a seguinte dúvida: na prática, quanto custa ter um carro no Brasil? Especialistas explicam que o segredo para não se surpreender está em conhecer o Custo Total de Propriedade (TCO), que reúne manutenção, seguro, impostos e outros gastos que fazem diferença no orçamento de qualquer família.

Realizando Sonhos com Reinaldo Domingos
O maior presente que você pode dar ao seu filho não custa nada

Realizando Sonhos com Reinaldo Domingos

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 4:33


Qual é o maior presente que você pode deixar para o seu filho?Muita gente pensa em herança, bens, dinheiro…Mas a verdade é que o maior legado não está no que você deixa: está no que você ensina.Neste vídeo, Reinaldo Domingos mostra como o comportamento dentro de casa influencia diretamente a forma como seu filho vai lidar com o dinheiro no futuro.Você vai entender:• Por que exemplo vale mais que discurso• Como a relação com o dinheiro se forma na infância• O impacto do comportamento dos pais na vida financeira dos filhos• Como ensinar educação financeira de forma natural, no dia a dia• Por que consciência financeira é o maior presente que existeEducação Financeira não começa no banco. Começa dentro de casa.

Artes
Katia Guerreiro: "Quero dar asas à minha criatividade, porque preciso muito dela para ser feliz"

Artes

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 28:58


No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!

Estadão Notícias
Start #420 com Daniel Gonzales: A IA que já vende mais e custa menos

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Mar 14, 2026 25:24


A inteligência artificial já redesenha setores inteiros da economia. No varejo e na indústria de bens de consumo, por exemplo, começa a influenciar desde decisões estratégicas nas cadeias de suprimentos até a experiência do cliente. Nesse cenário, a NVIDIA (uma das empresas centrais da revolução da IA, desenvolvedora de chips, plataformas de computação acelerada e softwares que hoje sustentam grande parte dos sistemas utilizados no mundo), realizou uma pesquisa mostrando que 91% das empresas do setor de varejo já usam ou avaliam IA. E mais impressionante: 89% dizem que a tecnologia está aumentando a receita, enquanto 95% afirmam que ela já reduziu custos. Para entender como essa transformação está acontecendo e quais são os próximos passos dessa tecnologia nos negócios de mercado, o Start Eldorado desta semana recebe Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da NVIDIA para a América Latina. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Enterrados no Jardim
Não gosto que salvem o mundo à minha custa. Uma conversa com José Gardeazabal

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 181:30


“Tudo é fácil quando temos vontade própria e estímulo alheio, mas é difícil sermos aquilo que somos. Os outros não deixam.” E ainda que lhes fosse indiferente, que não se acumulasse neles esse rancor de ver alguém tomar um enorme balanço, entregar-se a uma euforia tal que não precisa de outra coisa senão de preencher um instante, até contra o resto da sua vida, como se tivesse um poder de se libertar e esquecer de si mesmo, sendo essa a maior das fantasias, mesmo assim os outros estariam aí para te desmentir. Afinal, aquela chispa ou ferocidade que alguns revelam e os torna capazes de se desembaraçar dos efeitos previstos, de se borrifar no contexto, é aí que se acha o maior dos privilégios. E aquela compulsão mitómana é talvez o último sinal de arrojo, uma vez que a história inventada é sempre mais aliciante do que a maçadora tirania dos factos. Contudo, o grande entrave são os outros, e parece evidente como toda a etiqueta social se desdobra nessas fórmulas mais ou menos sub-reptícias de interromper alguém. Há, no entanto, alguns que sabem torcer pela oposição, viver como felizes desgraçados, muitas vezes até por conta de outrem, gozando os sinais de insubordinação. Depois daquele arranque, vamos citar-vos novamente Santos Fernando para deixar aqui outra pedra angular: “Tive que chegar à evidência de que o nosso semelhante é justamente aquele que em nada se nos assemelha.” Mas há mais… “Gostamos, nos outros, o que os outros não gostam neles.” O amor próprio deve assim ser colhido não em si mesmo mas à volta. Este não é um tempo para os homens andarem muito confiantes de si mesmos, pois isso identifica-os com os piores. Os melhores são os que se fogem, os que escapam. Aqueles que se fazem tão esquecidos de si que muitas vezes páram junto às montras para confirmar os traços do próprio rosto. “É para sabermos quem somos, que transportamos no bolso o bilhete de identidade.” A razão de toda esta solidão em que nos sentimos a dissolver, reféns de um quotidiano que trabalha em nós como ácido, é este excesso de confiança nas aparências, a forma como o espectáculo passou a governar até a metafísica. No fundo, um tipo só podia reconhecer-se nas divisões, na forma como num determinado momento parecia fazer uma escolha contra o de antes, contra si mesmo, romper, partir-se. “O Eu tem um conteúdo que o distingue de si, pois ele é a negatividade pura ou o movimento de se dividir, é a consciência”, escreveu Hegel. “Este conteúdo, na sua diferença, também é o Eu, pois ele é o movimento de se suprimir a si mesmo ou a negatividade pura que é o Eu.” Se temos tanta dificuldade para nos arrastar para fora de casa, fazêmo-lo porque, apesar de tudo, ainda é agradável encontrarmos na rua os nossos desconhecidos, especializarmo-nos na dor dos outros, como diz às tantas uma das personagens do último livro do nosso convidado. Saímos num gesto meio desaforado como quem se diz adeus a si mesmo, batendo com a porta, ofendendo-se os dois mutuamente, o que ficou e o que saiu. Fazemos estes cortes, ignorando-nos para nos conhecermos melhor. Santos Fernando ainda nos coloca diante de uma outra constatação: “– Perdão – exclamou o que tinha experiência da vida, experiência da falibilidade humana e experiência da bisbilhotice: – Só não espreita pelo buraco da fechadura, aquele que tem receio de estar a ser substituído do lado de lá.” Na verdade, esta frase deveria inverter-se, pois o receio mais constante nos nossos dias, um receio pânico, vem não da mera suspeita, mas da consciência de que estamos a ser substituídos do lado de lá, e não apenas por alguém novo ou melhor, mas por alguém muito parecido, um semelhante, um ser apenas um pouco mais indiferente, e, por isso, melhor adaptado às circunstâncias. Aquele que se ri da expressão que fazemos, aquele que nos provoca, esse duplo sinistro que divide connosco o mesmo lance de dados. “Acredito sinceramente ter interceptado muitos pensamentos que os céus destinavam a outro homem”, admitia Laurence Sterne. É uma forma de reconhecer essa capacidade de ocupar o lugar de outro… “Há gente que tem pára-raios para que os raios lhes caiam em casa”, retruca Santos Fernando, sempre à coca de uma oportunidade. Ele poderia concordar com o nosso convidado deste episódio quando ele reconhece que, entre certos seres sem tempo para os grandes arranjos litúrgicos, “Deus manifesta-se sob a forma de um insecto aramaico em risco de extinção”. “Um insecto fugidio, escondido em toda a parte”, adianta. E ainda acrescenta: “A palavra aramaico soa tão bem, não precisamos de mais nada para acreditar.” De resto, a fé já não é essa espécie de utopia transparente, mas algo mais rastejante, que sobrevive à base de impulsos, coincidências meio patéticas, um arranjo fenomenal de ninharias. Às tantas, num daqueles armazéns onde alguns tipos assistem à rotina frenética das mercadorias, esses milhares de produtos destinados a um trânsito internacional que, como nos diz José Gardeazabal, parece imitar o ritmo fértil das grandes migrações, fica claro como vamos sendo reduzidos a essa humildade dos espectadores da catástrofe, e às tantas percebe-se que o homem é precisamente aquilo que toda esta inquietação das mercadorias acaba por destruir, tornando-se um ser inteiramente esmagado, atirado para a margem, desfigurado por essa nova forma de miséria que se foi impondo com o monstruoso desenvolvimento da técnica. Como assinalou Erich Auerbach, “nos seus começos gregos, a poesia europeia possuía o conhecimento de que o homem seria uno – algo de indivisível, constituído pela força e pela forma do corpo, pela razão e pela vontade do espírito, de que o seu destino particular se teria desenvolvido a partir de uma tal unidade, quando à sua volta se reuniam, como que por atracção magnética, as acções e paixões que lhe estavam reservadas, fixando-se nele e formando assim elas mesmas uma parte da sua unidade”. Aquele filólogo e crítico literário vinca que foi “este entendimento que conferiu à epopeia homérica a intuição e a compreensão profunda da estrutura dos acontecimentos possíveis”. “Inventando e sobrepondo acções e paixões do mesmo tipo, Homero deu forma a Aquiles ou a Ulisses, a Helena ou a Penélope; de uma acção que revelava a essência, ou ainda de uma essência que se anunciava numa primeira acção, surgiu ao poeta inventor, de forma necessária e natural, a série e a suma das acções, tornadas idênticas, de todos eles, e ao mesmo tempo a orientação geral do percurso das suas vidas, o seu entrelaçamento no tecido dos acontecimentos, que constitui tanto a sua essência quanto o seu destino.” Mas hoje já não há unidade nos homens porque o destino é precisamente aquilo que faz deles esses seres inertes, dominados por um vazio que escarnece de todos os seus gestos. E também por isso o romance está em crise, pois não sabemos como traduzir alguma inspiração literária que sirva de fôlego a verdadeiras personagens, construindo a sua fictiva autonomia, e que habitem soberanamente essa zona dos mitos criada pelos grandes escritores. Vamos andar por aqui, indagar ainda sobre a forma como o novo paradigma tecnológico infectou a carne. E se, finalmente, e ao cabo de tantos naufrágios, o velho lobo desse mar que há décadas ia pingando pelas torneiras mal fechadas de tantas casas portuguesas lá se despediu de vez, também por aí vamos passar, aproveitando para uivar entre as fronteiras já praticamente apagadas da nossa cultura, e sempre com Gardeazabal a expor-nos a vasta colecção de pulgas colhidas noutras paragens e que a ele o ferram mais fundo e lhe transmitem a sua febre.

Podcasts FolhaPE
Comuna 13 é o atrativo em alta, no momento, em Medellín, na Colômbia

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 3:23


O Folha Turismo desta sexta-feira vai até Medellín, na Colômbia. O jornalista Fabiano Antunes, do site de viagem Rota1976.com, fala pra gente sobre a Comuna 13, um atrativo que tá super em alta. No morro, grafitagens, ateliês e escultura gigantes que podem ser vistas de vários ângulos. Entre as esculturas gigantes estão a Índia, o Gorila e o Cristo. Cada um deles cobra o acesso para fazer fotos e elas são feitas no nosso celular pelo fotógrafo do atrativo. Custa entre R$ 15 e R$ 20 a entrada. Vale a pena conferir as fotos incríveis, também o podcast da Folhape!

Assunto Nosso
Coragem de ser quem você é

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 3:11


Construa a vida dos seus sonhos com base naquilo que faz sentido pra você…não no que esperam de você.As expectativas dos outros falam alto…mas não conhecem os seus medos,não conhecem as suas batalhas silenciosas,não sabem das vezes em que você precisou ser forte…quando, por dentro, só queria um pouco de colo e compreensão.Só você sabe onde aperta.Só você entende o peso que carrega no coraçãoe o futuro que, em silêncio, está tentando construir todos os dias.Por isso, não viva para caber no roteiro que criaram ao seu respeito.Nem todo aplauso é sinônimo de felicidade…e nem toda aprovação traz paz pra alma.Às vezes, tentar agradar todo mundo custa caro demais.Custa a sua essência.Custa a sua verdade.Custa a pessoa linda que você é quando está sendo exatamente quem nasceu pra ser.Escolher o próprio caminho exige coragem.E crescer, de verdade, também é entender que nem todo mundo vai compreenderas suas decisões,as suas mudanças,os seus recomeços.E está tudo bem…Porque maturidade é isso:é aceitar que nem toda vida precisa ser explicada —apenas vivida, sentida e honrada.No fim das contas,quando o dia amanhece e o silêncio do quarto encontra os seus pensamentos,é com as suas escolhas que você vai estar.Então que elas tenham a sua verdade.Que elas tenham o seu sonho.Que elas respeitem a sua história.E que, acima de tudo, façam o seu coração se sentir em casa.Que você tenha coragem de ser quem você é…e paz por não precisar ser mais nada além disso.

Arauto Repórter UNISC
Coragem de ser quem você é

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 3:11


Construa a vida dos seus sonhos com base naquilo que faz sentido pra você…não no que esperam de você.As expectativas dos outros falam alto…mas não conhecem os seus medos,não conhecem as suas batalhas silenciosas,não sabem das vezes em que você precisou ser forte…quando, por dentro, só queria um pouco de colo e compreensão.Só você sabe onde aperta.Só você entende o peso que carrega no coraçãoe o futuro que, em silêncio, está tentando construir todos os dias.Por isso, não viva para caber no roteiro que criaram ao seu respeito.Nem todo aplauso é sinônimo de felicidade…e nem toda aprovação traz paz pra alma.Às vezes, tentar agradar todo mundo custa caro demais.Custa a sua essência.Custa a sua verdade.Custa a pessoa linda que você é quando está sendo exatamente quem nasceu pra ser.Escolher o próprio caminho exige coragem.E crescer, de verdade, também é entender que nem todo mundo vai compreenderas suas decisões,as suas mudanças,os seus recomeços.E está tudo bem…Porque maturidade é isso:é aceitar que nem toda vida precisa ser explicada —apenas vivida, sentida e honrada.No fim das contas,quando o dia amanhece e o silêncio do quarto encontra os seus pensamentos,é com as suas escolhas que você vai estar.Então que elas tenham a sua verdade.Que elas tenham o seu sonho.Que elas respeitem a sua história.E que, acima de tudo, façam o seu coração se sentir em casa.Que você tenha coragem de ser quem você é…e paz por não precisar ser mais nada além disso.

Canal Ser Flamengo
Por que a camisa do seu time custa R$ 450? Entenda a conta por trás do preço

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 17:55


Você já se perguntou por que a camisa oficial do seu clube custa quase R$ 450? Neste vídeo, explicamos toda a cadeia de custos: importação, impostos, royalties pagos aos clubes e a estratégia das marcas premium como Adidas, Nike e Puma.Entenda o impacto da carga tributária, o papel dos contratos milionários e por que o preço é praticamente tabelado, independentemente do clube.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:        CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serfla⁠me⁠ngo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSe⁠rFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Adidas

INV Santa Cândida
"Quanto custa para subir"

INV Santa Cândida

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 35:48


Palavra ministrada no nosso encontro de quarta-feira (11/02/2026), pelo Pr. Léo Maia.Leitura: Êxodo 19:3a

Igreja Cristã do Calvário
O discipulado custa tudo - Pr. lipão (Conf9)

Igreja Cristã do Calvário

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 67:37


Ei, que bom ter você aqui com a gente!Essa live é mais do que um culto online — é um tempo especial pra buscarmos a presença de Deus juntos, onde quer que você esteja. Prepare o coração, abra a Bíblia e bora adorar!Quer semear na obra?Você pode enviar seu dízimo ou oferta via PIX:

O Tricologista
FINASTERIDA E DUTASTERIDA E O SILÊNCIO QUE CUSTA CARO

O Tricologista

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 14:57


Neste episódio falo sobre algo que boa parte da dermatologia prefere não discutir abertamente: os efeitos neuropsiquiátricos da finasterida e da dutasterida — e o padrão sistemático que atrasa o reconhecimento desses riscos.Como tricologista com 28 anos de experiência, prescrevi essas medicações por muitos anos. Mudei de conduta quando a evidência exigiu. Neste vídeo explico por quê — e o que isso significa para você.

os agilistas
Quanto custa perder quem já conhece o seu negócio?

os agilistas

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 8:30


Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#325 – Como lidar com turnover do mercado de trabalho”. Nele, Angela Duarte, Head de Operações, e Fernanda Camargos, Head de Pessoas, ambas da dti digital, revelam por que muitos líderes sabem o que fazer para reter talentos, mas poucos conseguem executar essas estratégias de forma consistente. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Impacto do turnover no mercado; Perda de conhecimento especializado; Custos de integração de talentos; Cultura do herói; Conexão humana como estratégia; Líderes que desenvolvem pessoas. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Somos Todos Malucos
Custa-me estar fora de casa e o desconhecido - Intermédios

Somos Todos Malucos

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 15:56


Não gosto de estar fora de casa, mesmo de férias, com o prolongar dos dias, a ansiedade aumenta e o medo de perder o controle.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
22h Líder do PS: estabilidade não pode ser "à custa" da dignidade

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 9:52


TechTalk Cast
21/11/2025 –  Asus e Microsoft revelam preços do ROG Xbox Ally no Brasil; modelo X custa R$ 9.998!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 8:51


GE Flamengo
GE Flamengo #546 - Primeiro tempo assustador custa caro: as lições da derrota no clássico

GE Flamengo

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 83:30


Jorge Natan recebe Fred Gomes, Luiza Sá e Sergio Lobo para analisar desempenho no duelo contra o Fluminense, com críticas ao planejamento para a zaga e o ataque. Flamengo segue líder no Brasileirão!

GE Flamengo
GE Flamengo #543 - Erro de Plata custa caro, e reação de Filipe Luís incomoda

GE Flamengo

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 68:27


Jorge Natan recebe Cahê Mota e Emanuelle Ribeiro para analisar empate com o São Paulo, com mais uma expulsão do equatoriano. O Flamengo é confiável na reta final do Brasileirão? Dá o play!

ChinaCast
711_Quanto custa importar da China para o Brasil - China Gate Importação

ChinaCast

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 8:50


Você sabe realmente quanto custa importar da China para o Brasil? Neste episódio, Rodrigo Giraldelli, direto do armazém da China Gate em Yiwu (China), explica de forma prática e detalhada como funcionam os custos de uma importação empresarial, com CNPJ, desde o valor do produto até o frete, impostos e despesas logísticas. Importar da China não envolve apenas o custos do produto pago ao fornecedor, mas podemos dividir todo o valor em três blocos principais: produto, logística e impostos. Ouça este episódio até o final para entender cada um deles. A China Gate é especialista em importação da China e pode te ajudar da etapa que você está agora até a entrega do seu produto no Brasil, com nota fiscal e tudo regularizado. Fale com nosso time de atendimento e comece a importar direto da China para aumentar seus lucros: https://chinagate.com.br/atendimento/ Conheça a Pindau, seu marketplace de importação da China: https://pindau.com.br/

Ideias Feitas
Um Reino Unido à custa da censura e da repressão

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 4:53


Alberto Gonçalves comenta a crise da libedade de expressão no Reino Unido.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ChinaCast
705_Quanto custa ir para a Canton Fair em 2025 - China Gate Importação

ChinaCast

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 6:33


Quer ir viajar para a Canton Fair, a maior feira multissetorial do mundo, mas não sabe quanto custa vir para a China? Neste episódio, direto do nosso stand na feira, Rodrigo Giraldelli explica todos os detalhes de custos e investimentos necessários para participar da Canton Fair com segurança e planejamento. Você vai aprender como funciona a organização da Canton Fair, quanto custa a passagem aérea, hotelaria na China, alimentação e transporte, além de toda assessoria de nossa equipe para aproveitar ao máximo a feira. Aqui na China Gate nós cuidamos de sua viagem para a maior feira de negócios do mundo e também da sua importação! CONHEÇA NOSSOS PACOTES DE VIAGEM E ASSESSORIA PARA A CANTON FAIR: https://play.chinagate.com.br/vou-pra-canton-outubro/

Café Brasil Podcast
Café Com Leite Especial -A Lenda da Ratoeira - A indiferença custa caro.

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 9:02


Na fazenda do seu Zé, um ratinho descobre uma ratoeira e corre avisar a todos. Essa história mostra como a indiferença pode custar caro: quando fingimos que o problema do outro não nos afeta, cedo ou tarde ele bate à nossa porta. Um episódio sobre empatia, corresponsabilidade e trabalho em equipe, para ouvir e discutir em família.

Diego Menin
CRESCER DÓI MAS O ERRO CUSTA MAIS CARO

Diego Menin

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 49:27


Me siga nas redes sociais: Facebook: Diego Menin Instagram: @diegonmenin Youtube: Diego Menin Twitter: @diegonmenin Site: www.diegomenin.com

Plat Chat
Could This Be the Best OWCS Stage Yet? — Plat Chat 276

Plat Chat

Play Episode Listen Later Aug 26, 2025 107:41


Esports podcast specializing in feeding and Overwatch. Support Plat Chat and become a member today!https://www.youtube.com/channel/UC38VAZEq3chAIPf4i2AIq7Q/joinFeaturing Matt "Mr.X" Morello, Joshua "Sideshow" Wilkinson, Jonathan "Reinforce" Larsson, Brennon "Bren" Hook and Connor "Avast" Prince, Scott "Custa" Kennedy, and Jack "Jaws" Wright, Kevin "AVRL" Walker, and more!

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Seguir a Cristo custa tudo

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Aug 17, 2025 33:32


Por Pr. Thiago Chabaribery. | https://bbcst.net/B9360M

tudo cristo seguir custa thiago chabaribery
5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Ignorar os Sinais Custa Caro: A Arte de Enxergar Red Flags em Projetos

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Aug 17, 2025 5:06


Neste episódio, Ricardo Vargas fala sobre a importância de reconhecer e agir diante dos sinais de alerta — os famosos red flags — antes que pequenos desvios se tornem grandes crises. Ele compartilha exemplos práticos e orientações para criar uma cultura de vigilância ativa e segurança psicológica nos projetos.

Dash Dinheiro Digital Podcast
Eventos de Networking da Industria Blockchain custa Caro ? Francisco Carvalho Blockchain Rio

Dash Dinheiro Digital Podcast

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 19:51


O maior evento da América Latina voltado à tecnologia blockchain e finanças digitais entra na reta final de preparação. Para retirar seu convite Cortesia, Seguir as instruções no grupo do Telegram Aqui:

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O Reino de Deus é reino espiritual; a entrada nele custa o reino deste mundo… - Meditação Matinal 09/05/2025

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later May 9, 2025 30:27


Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida POR AMOR DE MIM, ACHÁ-LA-Á.Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? Mateus 16:25-26

Plat Chat
Bless Hanbinston, our Lord and Savior!

Plat Chat

Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 67:59


Esports podcast specializing in feeding and Overwatch. This episode was sponsored by Factor Meals!FACTORMEALS.COM/FACTORPODCAST for 50% OFF + FREE SHIPPINGSupport Plat Chat and become a member today!https://www.youtube.com/channel/UC38VAZEq3chAIPf4i2AIq7Q/joinFeaturing Matt "Mr.X" Morello, Joshua "Sideshow" Wilkinson, Jonathan "Reinforce" Larsson, Brennon "Bren" Hook and Connor "Avast" Prince, Scott "Custa" Kennedy, and Jack "Jaws" Wright, Kevin "AVRL" Walker, and more!

Plat Chat
OWCS Stage 1 EMEA/NA Playoffs Recap ft. Rakattack, Ocie —#257

Plat Chat

Play Episode Listen Later Mar 11, 2025 105:00


Esports podcast specializing in feeding and Overwatch. Support Plat Chat and become a member today!https://www.youtube.com/channel/UC38VAZEq3chAIPf4i2AIq7Q/joinFeaturing Matt "Mr.X" Morello, Joshua "Sideshow" Wilkinson, Jonathan "Reinforce" Larsson, Brennon "Bren" Hook and Connor "Avast" Prince, Scott "Custa" Kennedy, and Jack "Jaws" Wright, Kevin "AVRL" Walker, and more!

Plat Chat
OWCS Stage 1 Playoffs Predictions ft. Apply — #255

Plat Chat

Play Episode Listen Later Feb 25, 2025 123:16


Esports podcast specializing in feeding and Overwatch. Support Plat Chat and become a member today!https://www.youtube.com/channel/UC38VAZEq3chAIPf4i2AIq7Q/joinFeaturing Matt "Mr.X" Morello, Joshua "Sideshow" Wilkinson, Jonathan "Reinforce" Larsson, Brennon "Bren" Hook and Connor "Avast" Prince, Scott "Custa" Kennedy, and Jack "Jaws" Wright, Kevin "AVRL" Walker, and more!

Plat Chat
Reacting to OW2 Spotlight (Perks, Freja, Stadium) — Plat Chat Overwatch Ep 254 ft. Rakattack

Plat Chat

Play Episode Listen Later Feb 17, 2025 116:20


Esports podcast specializing in feeding and Overwatch. Support Plat Chat and become a member today!https://www.youtube.com/channel/UC38VAZEq3chAIPf4i2AIq7Q/joinFeaturing Matt "Mr.X" Morello, Joshua "Sideshow" Wilkinson, Jonathan "Reinforce" Larsson, Brennon "Bren" Hook and Connor "Avast" Prince, Scott "Custa" Kennedy, and Jack "Jaws" Wright, Kevin "AVRL" Walker, and more!

Plat Chat
Huge Upsets in OWCS! Power Rankings & Week 1 Recap! — Plat Chat Ep. 253

Plat Chat

Play Episode Listen Later Feb 4, 2025 120:55


Esports podcast specializing in feeding and Overwatch. Support Plat Chat and become a member today! https://www.youtube.com/channel/UC38VAZEq3chAIPf4i2AIq7Q/join Featuring Matt "Mr.X" Morello, Joshua "Sideshow" Wilkinson, Jonathan "Reinforce" Larsson, Brennon "Bren" Hook and Connor "Avast" Prince, Scott "Custa" Kennedy, and Jack "Jaws" Wright, Kevin "AVRL" Walker, and more!