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No Fim do Ano, Uma Conversa Sobre o Que Está em Causa Com Rui Cardoso Martins, no Pergunta Simples No último dia do ano, o Pergunta Simples oferece uma conversa que nos obriga a parar, escutar e pensar. Num tempo de urgências e distrações, Rui Cardoso Martins senta-se ao microfone para falar da única coisa que nunca sai de moda: a palavra — e tudo o que ela transporta. Escritor, cronista, argumentista, dramaturgo, repórter de guerra e professor universitário. Rui é um dos mais versáteis criadores da língua portuguesa. Um faz-tudo da escrita, como diz de si mesmo, capaz de passar do teatro à televisão, da reportagem à literatura, do humor à tragédia — sem perder a integridade, nem a humanidade. Esta conversa percorre décadas de jornalismo, atravessa fronteiras geográficas e morais, revisita tribunais e zonas de guerra, e detém-se naquelas perguntas que importam sempre: o que está em causa aqui? O que fazemos com o que vemos? Como escrevemos a memória? A Escrita como Resistência Rui começou no jornalismo nos anos 90, no nascimento do jornal Público. Foi repórter nos Balcãs durante o cerco de Sarajevo, embarcou no Lusitânia Expresso rumo a Timor, e cobriu as primeiras eleições livres na África do Sul. Testemunhou a História em carne viva — e sobreviveu a ela escrevendo. Um olhar atento, uma ironia serena, e uma linguagem afinada como um motor de avião: porque escrever mal, diz ele, pode ser mais perigoso do que um mecânico incompetente. Do jornalismo passou para a ficção, sem nunca abandonar o rigor. As crónicas judiciais Levante-se o Réu revelaram o teatro trágico e grotesco da justiça portuguesa, num tom que une Fernando Namora e Monty Python. A sua literatura — premiada e traduzida — transporta o peso da experiência, mas também a leveza de quem sabe rir do absurdo. Rui escreve como quem repara o mundo. De madrugada, antes que os Pokémons acordem, com uma folha branca como animal de companhia. O tempo da escrita é anterior ao ruído, à velocidade, à obrigação. É o momento em que a linguagem ainda não foi contaminada. A Memória e o Corpo da Palavra A entrevista percorre também o terreno íntimo da memória. Rui fala do papel dos cadernos, dos rituais, dos mestres como Cardoso Pires e Lobo Antunes — e da descoberta inesperada de que, sim, talvez seja mesmo um escritor. Há pudor, mas não pose. Há humor, mas não cinismo. Há sobretudo uma preocupação com a precisão: “tudo o que acontece no mundo passa pela linguagem”, diz ele. E acrescenta: quando a mentira tem o mesmo peso da verdade, estamos à beira da desgraça. A sua voz não é a de um moralista, mas a de um observador treinado. Rui descreve Sarajevo como um lugar onde o vizinho passou a ser o inimigo. Fala de genocídio, da escolha de um lado — e da ilusão de neutralidade em tempos de barbárie. Fala da Avenida dos Snipers, dos campos de futebol transformados em cemitérios, da ausência de cães, de gatos, de calor. A sua literatura é feita dessa matéria: o choque entre o que era e o que se tornou. Do Humor à Tragédia: a Responsabilidade de Dizer Criador de frases como o célebre “Penso eu de que…”, Rui ajudou a moldar o humor político com Contra-Informação, Herman Enciclopédia e Conversa da Treta. Mas vê nessa sátira algo mais profundo do que entretenimento. O humor é uma forma de resistência. Uma forma de pensar por dentro da linguagem, de devolver o ridículo ao poder, de encontrar o ponto fraco do discurso dominante. Fala da responsabilidade de quem escreve. De como se pode usar a palavra para curar ou para envenenar. De como a verdade se perde quando todas as versões da realidade parecem ter o mesmo valor. E de como o jornalismo, quando feito com rigor, ainda pode ser um antídoto para a manipulação. O Mundo que Vem A conversa fecha com uma pergunta que nos interpela a todos: a Europa está pronta para viver sozinha? Num tempo de guerras em curso, de democracias frágeis e de redes que amplificam o boato, Rui não tem ilusões: ou lutamos pela liberdade, pela educação, pela justiça, ou perdemos. A escrita, nesse contexto, é mais do que estética — é ética. No fim do episódio, Rui confessa: só quer contar histórias úteis. Úteis no sentido mais profundo da palavra. Histórias que sirvam para entender o mundo e para não esquecer. Histórias que transformem o banal em universal, o pequeno em essencial. Porque, como diz, não há escritor sem memória. E não há futuro sem narrativa. Este episódio foi originalmente publicado no Pergunta Simples, mas regressa agora como parte da nossa coleção Essencial. Uma conversa profunda, com valor reconhecido. Ouça ou reveja com tempo: continua atual, necessário e transformador.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas analisou o que pode significar a reunião entre Trump e Zelensky para o futuro da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Madalena Mayer Resende considera que com ou sem eleições, o futuro de Zelensky enquanto Presidente vai ditar o desfecho da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Dia dos Direitos Humanos 2025 procura reforçar a ligação entre os direitos fundamentais e a vida quotidiana; a celebração global recorda o papel da Declaração Universal dos Direitos Humanos num contexto marcado por instabilidade e desigualdades.
A função gramatical essencial de "do", "does" e "did" é atuar como verbos auxiliares para formar perguntas e negações, indicando ao mesmo tempo em que tempo verbal a frase está ocorrendo,.Diferente do português, onde a entonação da voz geralmente basta para transformar uma afirmação em pergunta, o inglês exige gramaticalmente a presença desses auxiliares no início da frase para indicar uma interrogação,. Eles funcionam da seguinte maneira:• Indicadores de Tempo: Eles "avisam" se a frase está no presente ou no passado. O "do" e o "does" são auxiliares do Simple Present (presente), enquanto o "did" é o auxiliar do Past Simple (passado). Se você trocar o auxiliar "does" pelo "did" no começo de uma frase, você altera todo o tempo da pergunta do presente para o passado.• Concordância com o Sujeito: ◦ Does: Usado para a terceira pessoa do singular (He, She, It). ◦ Do: Usado para os demais pronomes (I, You, We, They). ◦ Did: Usado para indicar o passado (o texto implica seu uso geral para o tempo passado),.• Não Tradução: Eles geralmente não devem ser traduzidos nessas situações; eles servem apenas como uma ferramenta gramatical para estruturar a pergunta ou a negação.• Alteração do Verbo Principal: Quando se utiliza o auxiliar (na interrogativa ou negativa), o verbo principal volta à sua forma base. Por exemplo, na afirmação "He plays" (ele joga), o verbo tem um "s"; mas na pergunta "Does he play?", o "s" é removido porque o auxiliar "Does" já cumpre a função gramatical.Analogia: Pense nesses auxiliares como a bandeira de um juiz em uma partida de futebol. Quando o juiz levanta a bandeira, ele não está jogando a bola, mas está sinalizando para todos os jogadores e torcedores como devem interpretar aquele momento do jogo (por exemplo, um impedimento ou uma falta). Da mesma forma, o "Do", "Does" ou "Did" não são a "ação" da frase, mas levantam uma bandeira no início da fala para avisar ao ouvinte: "Atenção, o que vem a seguir é uma pergunta no presente (ou no passado)".Se inscreva no canal https://www.youtube.com/inglesraizcomfulvioporto?sub_confirmation=1 e Me segue no instagramhttps://www.instagram.com/ofulvioporto/
Gestor recomenda estratégias de recria e terminação nas águas e engorda intensiva na seca para aumentar geração de caixa e evitar endividamento no atual cenário econômico.
Ouça o voglercast exclusivo com especialistas da AKK e Azelis | Vogler.Host: Bianca GarofoloParticipantes: Natália Catelan, Júlia Bosquê e FláviaAprenda como elevar suas formulações e surpreender clientes!Nos acompanhem em nossas redes:
A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada às mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. Neste episódio, Maria Emilia Peres, sócia de estratégia com foco em transição energética e sustentabilidade da Deloitte, compartilha experiências de sua trajetória pessoal e profissional e fala sobre o papel das empresas na transição energética. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Às vezes a vida parece mesmo um monte Everest de afazeres. A gente acorda já com a sensação de que tem mais tarefas do que horas no dia. E, quando isso acontece, simplificar vira quase um sonho distante. Mas a verdade é que simplicidade não nasce de um gesto grandioso; nasce de passos pequenos, tranquilos, quase silenciosos… daqueles que cabem no cotidiano de qualquer pessoa.A primeira coisa é olhar para dentro e perguntar: “O que realmente importa pra mim?”Quando a gente responde isso com honestidade, muita coisa ao redor começa a se reorganizar. O supérfluo perde força. O essencial ganha luz.E aí, algo mágico acontece: a vida começa a respirar.preciso de uma tituloÀs vezes simplificar significa abrir mão de uma obrigação que já não faz sentido. Uma daquelas que consome tempo, energia, e pouco devolve. Outras vezes simplificar é tão simples quanto arrumar uma gaveta — apenas uma. Porque quando a gente vê um pequeno espaço ganhar ordem, o coração também se ajeita por dentro.Simplificar também é aprender a estabelecer limites. O dia tem o tamanho que tem, e a alma só floresce quando descobre que não precisa abraçar o mundo para ser suficiente. Um limite bem colocado devolve paz. Uma lista mais curta devolve foco. Um “hoje não” dito com serenidade devolve saúde emocional.E nessa reta final de novembro, vale lembrar: cada minuto que você economiza nas urgências do dia abre espaço para investir no que realmente o nutre. Levantar um pouco mais cedo, caminhar sem pressa na hora do almoço, deixar a internet descansar, reduzir uma tarefa, escolher respirar antes de responder. A simplicidade mora nesses gestos mínimos… e é justamente por isso que transforma tanto.E tem uma coisa bonita nisso tudo: quando a gente faz uma coisa de cada vez, o mundo deixa de parecer um gigante. A mente se acalma, o corpo acompanha, e o coração se lembra de que é dono do próprio ritmo. A vida flui quando você está inteiro no que faz — presente, atento, disponível.Organizar sua mesa, esvaziar a caixa de entrada, arrumar aquela pilha esquecida… tudo isso não é só organização externa. É simbólico. É você voltando a comandar a própria rotina, devolvendo a si mesmo o direito de viver com leveza.Mais devagar é melhor.Não por preguiça, mas por sabedoria.Porque quem vive devagar enxerga melhor, sente melhor, escolhe melhor.E, no fim das contas, simplificar é isso: recuperar a clareza, o rumo, a alegria.Reducionar o barulho para que a alma volte a falar.Tirar o excesso para que a vida volte a caber dentro da gente.Que essa mensagem te encontre no momento certo, onde quer que você esteja agora.E que ela te lembre, com carinho: você não precisa fazer tudo… precisa apenas fazer sentido.
Às vezes a vida parece mesmo um monte Everest de afazeres. A gente acorda já com a sensação de que tem mais tarefas do que horas no dia. E, quando isso acontece, simplificar vira quase um sonho distante. Mas a verdade é que simplicidade não nasce de um gesto grandioso; nasce de passos pequenos, tranquilos, quase silenciosos… daqueles que cabem no cotidiano de qualquer pessoa.A primeira coisa é olhar para dentro e perguntar: “O que realmente importa pra mim?”Quando a gente responde isso com honestidade, muita coisa ao redor começa a se reorganizar. O supérfluo perde força. O essencial ganha luz.E aí, algo mágico acontece: a vida começa a respirar.preciso de uma tituloÀs vezes simplificar significa abrir mão de uma obrigação que já não faz sentido. Uma daquelas que consome tempo, energia, e pouco devolve. Outras vezes simplificar é tão simples quanto arrumar uma gaveta — apenas uma. Porque quando a gente vê um pequeno espaço ganhar ordem, o coração também se ajeita por dentro.Simplificar também é aprender a estabelecer limites. O dia tem o tamanho que tem, e a alma só floresce quando descobre que não precisa abraçar o mundo para ser suficiente. Um limite bem colocado devolve paz. Uma lista mais curta devolve foco. Um “hoje não” dito com serenidade devolve saúde emocional.E nessa reta final de novembro, vale lembrar: cada minuto que você economiza nas urgências do dia abre espaço para investir no que realmente o nutre. Levantar um pouco mais cedo, caminhar sem pressa na hora do almoço, deixar a internet descansar, reduzir uma tarefa, escolher respirar antes de responder. A simplicidade mora nesses gestos mínimos… e é justamente por isso que transforma tanto.E tem uma coisa bonita nisso tudo: quando a gente faz uma coisa de cada vez, o mundo deixa de parecer um gigante. A mente se acalma, o corpo acompanha, e o coração se lembra de que é dono do próprio ritmo. A vida flui quando você está inteiro no que faz — presente, atento, disponível.Organizar sua mesa, esvaziar a caixa de entrada, arrumar aquela pilha esquecida… tudo isso não é só organização externa. É simbólico. É você voltando a comandar a própria rotina, devolvendo a si mesmo o direito de viver com leveza.Mais devagar é melhor.Não por preguiça, mas por sabedoria.Porque quem vive devagar enxerga melhor, sente melhor, escolhe melhor.E, no fim das contas, simplificar é isso: recuperar a clareza, o rumo, a alegria.Reducionar o barulho para que a alma volte a falar.Tirar o excesso para que a vida volte a caber dentro da gente.Que essa mensagem te encontre no momento certo, onde quer que você esteja agora.E que ela te lembre, com carinho: você não precisa fazer tudo… precisa apenas fazer sentido.
Neste episódio do Canary Cast, Kristian Huber, General Partner do Canary, conversa com Mariano García, Founder e CEO da Axenya, empresa que está transformando como as empresas brasileiras gerenciam a saúde de seus colaboradores por meio de dados, tecnologia e um modelo de negócio alinhado aos interesses de todos os atores da cadeia. A Axenya nasceu de uma tese simples, mas poderosa: o mercado de saúde precisa ser atualizado, e não há melhor momento para iniciar essa mudança do que agora. Criado em 1935 para lidar principalmente com doenças agudas (curta duração e alta intensidade), o sistema de saúde sofre hoje com mais de 85% dos custos relacionados a doenças crônicas — um volume para o qual ele não foi desenhado e que acaba desequilibrando as contas de diversos elos da cadeia, recaindo principalmente sobre os pagadores. Enquanto a tecnologia médica avançou significativamente no tratamento de doenças agudas, a expectativa de vida aumentou, a ocorrência de doenças crônicas se estendeu ao longo da vida e o sistema não se adaptou para acompanhar necessidades como monitoramento contínuo, prevenção e intervenção no momento certo. O resultado? Hoje, aproximadamente 50% dos custos de saúde estão relacionados a ineficiências de monitoramento e falta de ação preventiva — não ao volume de atendimentos, medicamentos ou procedimentos médicos em si. A solução que Mariano desenvolveu com a Axenya, apoiado em seus muitos anos na indústria de saúde, foi construir uma plataforma de gestão que agrega dados de múltiplas fontes (wearables, registros médicos, comportamento), os processa em tempo real e identifica populações em risco para intervir antes que doenças se agravem. Hoje, com uma população de 100 mil vidas sob monitoramento, a Axenya realiza mais de 95 milhões de análises clínicas por mês — um volume que seria impossível de executar mesmo se todos os médicos do Brasil trabalhassem exclusivamente para a empresa. No episódio, Mariano compartilha sua trajetória de 25 anos no setor de saúde — passando por Pfizer, Warburg Pincus, Bausch, Empresas de Biotecnologia e Advent — e como essa experiência o levou a identificar a oportunidade de reinventar a forma como empresas compram e gerenciam planos de saúde. Ele explora os principais desafios do mercado, como o desalinhamento de incentivos entre corretoras, planos e pacientes, e como a Axenya está rompendo esse ciclo ao se remunerar apenas pelo valor que entrega — e não pela comissão sobre o que é gasto.Destaques do episódio: 00:00 – 02:20 Introdução do episódio e apresentação do convidado02:28 – 07:20 Trajetória de Mariano Garcia no setor de saúde: de Pfizer a empreendedor07:22 – 09:40 O início da tese da Axenya a partir da ascensão do volume de dados em saúde09:44 – 14:35 As dores do setor de saúde: quais são os principais vetores de custo e o desalinhamento de incentivos14:35 – 17:33 Por que empreender com saúde no Brasil especificamente17:33 – 19:11 O que Mariano aprendeu como investidor, executivo e empreendedor que leva para a Axenya19:23 – 21:30 Complexidade de dados e os pontos de inflexão que permitem a solução da Axenya existir21:37 – 24:50 Proposta de valor da Axenya: como entrega valor para cada elo da cadeia (empresa, plano, paciente)25:00 – 27:00 O paradoxo da Axenya: mais consultas e exames, mas 50% menos de custos28:00 – 31:25 Quem é o cliente Axenya hoje e como quebra a resistência do mercado tradicional31:27 – 32:13 Modelo de negócio: monetização por success-fee em vez de comissão32:14 – 34:54 Quebrando a dinâmica anual de troca de planos: modelos de alinhamento de incentivos34:55 – 38:12 Os impactos da Axenya: redução de sinistralidade, eficiência de custos e NPS de 95+38:13 – 41:40 A visão de futuro: de otimizador de planos para plataforma completa de gestão de saúde41:42 – 44:30 Maiores erros, acertos e aprendizados sobre times e cultura44:48 – 47:10 A importância de pensar diferente do mercado: first principles vs. playbook47:16 – 48:19 Conselho para o Mariano do passado48:30 – 50:50 Conteúdos recomendados51:00 – 51:49 Conclusão do episódioConteúdos recomendados no episódio:"Redefining Healthcare: Creating Value-Based Competition on Results" de Michael Porter Livro seminal que introduziu o conceito de value-based healthcare há mais de 20 anos."Software is eating the world, yet healthcare remains INEDIBLE: How to Build the Modern, Tech-Enabled, Healthcare Experience" de Mariano García ValiñoMariano destaca que Porter escreveu sobre saúde baseada em valor de forma teórica, mas hoje, com as ferramentas tecnológicas disponíveis (como as que a Axenya usa), é possível colocar essas ideias em prática. É quase uma homenagem a Michael Porter, mas com a tecnologia que ele não tinha à época. "The Innovator's Prescription: A Disruptive Solution for Health Care" de Clayton Christensen Do mesmo autor que criou o conceito de "disrupção" e escreveu "The Innovator's Dilemma", este livro explora como inovação pode resolver os problemas estruturais da saúde. Apesar de ter cerca de 15 anos, mantém sua relevância e é essencial para entender dinâmicas de inovação em saúde. "The Cold Start Problem: Using Network Effects to Build Great Products" de Andrew Chen Livro focado em como construir marketplaces e ativar network effects. Essencial para quem está construindo plataformas que dependem de múltiplos atores (empresas, planos, pacientes, provedores) e precisa entender a dinâmica de como fazer todos os lados funcionarem simultaneamente. Glossário de termos mencionados ao longo do episódio: Doenças Crônicas — Condições de saúde de longa duração (diabetes, hipertensão, obesidade, doenças cardiovasculares) que exigem monitoramento contínuo e não têm cura, apenas controle. Doenças Agudas — Condições de saúde de curta duração e alta intensidade (infecções, fraturas) para as quais o sistema de saúde foi originalmente desenhado em 1935-1940. Sinistralidade — Percentual do prêmio de seguro que é gasto efetivamente em saúde. Exemplo: 75% de sinistralidade significa que de cada 100 reais em prêmio, 75 são gastos com saúde. Wearables — Dispositivos (smartwatches, pulseiras) que coletam dados de saúde em tempo real, como frequência cardíaca, passos, sono, etc. Monitoramento Remoto — Acompanhamento contínuo da saúde de pacientes sem necessidade de presença física, usando tecnologia e dados. Lead Qualification / Qualificação de Leads — Identificar e priorizar pacientes em risco que precisam de intervenção preventiva. NPS (Net Promoter Score) — Métrica que mede a satisfação e lealdade do cliente, variando de -100 a +100. B2B (Business-to-Business) — Modelo de negócio entre empresas. No caso da Axenya, vende para empresa → plano de saúde → paciente. Corretora de Seguros — Intermediária tradicional que vende planos de saúde para empresas, geralmente cobrando comissão sobre o valor do plano. Success-Fee — Modelo de remuneração baseado em resultados: a empresa paga apenas pela economia ou valor entregue, não por comissão fixa. Inflação Médica — Crescimento dos custos de saúde que é 2,5x maior que a inflação geral da economia. Modelo de Negócio Alinhado — Quando os incentivos financeiros de todos os atores (empresa, plano, paciente, provedor) apontam para o mesmo objetivo: melhor saúde com menor custo. Fragmentação de Dados — Situação em que dados de saúde estão espalhados em múltiplos sistemas sem integração, dificultando análises e ações. Interoperabilidade — Capacidade de diferentes sistemas e fontes de dados se comunicarem e compartilharem informações. Algoritmos Preditivos — Modelos matemáticos que usam dados históricos para prever eventos futuros, como o risco de um paciente desenvolver diabetes. Processamento de Dados em Tempo Real — Análise e ação sobre dados conforme são gerados, não em lotes posteriores. Aderência (Medicamentosa) — Capacidade do paciente de seguir corretamente o tratamento prescrito (tomar medicamentos no horário, na dose correta). Estatinas — Classe de medicamentos usados para controlar colesterol, uma das prescrições mais comuns no mercado. Retinopatia — Complicação da diabetes que afeta a visão e pode levar à cegueira se não controlada. First Principles — Abordagem de resolução de problemas que volta aos fundamentos básicos em vez de seguir convenções ou playbooks estabelecidos. Playbook — Conjunto de estratégias e processos padronizados que o mercado segue tradicionalmente. IPO (Initial Public Offering) — Oferta pública inicial; quando uma empresa abre seu capital na bolsa de valores. Private Equity — Modelo de investimento onde fundos adquirem empresas privadas para operá-las e depois vendê-las com lucro. Venture Capital — Tipo de investimento focado em startups de alto potencial de crescimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En parlem amb Xavier Guix i Francesc Miralles, dos dels autors d'”Essencial', una reflexió per extreure els fonaments de la bona vida, i per viure amb més consciència i menys ansietat.
A Liberdade não é apenas sair da gaiola.È reconhecer que voce nunca foi a gaiola. Este é o penúltimo episodio da minissérie O papagaio o mercador e o Reiki.Mas a Jornada continua, talvez com voce.
Paulo Sande diz que a posição europeia tem sido indiscutível para a sobrevivência da Ucrânia. O especialista em Assuntos Europeus fala ainda da responsabilidade da Europa no pós-guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
NESTA EDIÇÃO. Pela primeira vez, ANP avalia uso de instrumento de contestação em projeto de transportadora de gás natural. Gas release volta em proposta de Kim Kataguiri na Câmara dos Deputados. 6º ciclo da oferta permanente ganha mais 275 blocos. Aneel abre consulta para LRCAPs de março. Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química segue para sanção presidencial. ***Locução gerada por IA
Não existe floresta sem gente —seja porque a amazônia, longe de ser um bioma intocado, foi cultivada por povos originários ao longo de milhares de anos, seja porque extrativistas, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e tantos outros grupos se tornaram guardiões da floresta. Essa ideia é o ponto de partida de "Floresta na Boca", livro da chef Bel Coelho sobre os sistemas alimentares da amazônia, enraizados tanto nos ingredientes da floresta quanto nas práticas das populações da região. A autora lança na COP30, em Belém, o livro e um documentário sobre a amazônia, que são resultado de duas expedições realizadas neste ano no Pará. Nesta entrevista, a chef diz que a culinária brasileira ainda é muito distante dos ingredientes da nossa biodiversidade e que o apagamento cultural de certos alimentos pode levar à sua extinção ambiental, impulsionando uma agricultura colonizada. Ela também explica por que considera a mandioca a rainha do Brasil, fala sobre os riscos da açaização da amazônia —o incentivo à monocultura do açaí devido ao aumento do seu preço nos mercados— e discute o protagonismo feminino em experiências de conservação da floresta. Por fim, Bel Coelho defende uma transformação na nossa alimentação para lidar com a crise climática, por meio do consumo de ingredientes nativos e da remuneração justa de produtores comprometidos em manter a floresta em pé. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Painel_ Segurança energética e transição justa o papel essencial do gás I diálogos da transição 2025 by agência eixos
O poeta Tarso de Melo fala sobre o box “Essencial” (ed. Record), que reúne cinco clássicos de Carlos Drummond de Andrade. Apresentação: Simone Magno
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
O Espírito Santo é essencial na vida do cristão! Ele convence do pecado, habita em nós, guia, ensina, fortalece, consola e nos capacita a viver para a glória de Deus.Neste devocional, vamos refletir sobre qual é o papel do Espírito Santo na vida do crente, com base na Palavra de Deus.O Espírito Santo na vida do crente é fundamental para a vida cristã, desde a conversão até a santificação diária. A Bíblia apresenta várias funções que Ele exerce. Aqui estão algumas principais, com referências:1. Convencer do pecado e conduzir ao arrependimento• Antes mesmo da conversão, o Espírito Santo atua no coração do ser humano mostrando a necessidade de salvação.
Para José Luiz Portella, sistema proporcional atual enfraquece a representação popular e compromete a execução das políticas públicas
Foi em 2019 que o professor Claudio Moreno, mestre em Língua Portuguesa e doutor em Letras, descobriu o universo dos podcasts. Desde aquele ano, ele mantém o podcast Noites Gregas, cuja proposta é levar aos ouvintes as histórias da mitologia grega. Se, à primeira vista, esse assunto parece distante dos dilemas da contemporaneidade, o professor Cláudio Moreno observa que todos nós temos a ganhar com essas histórias antigas, uma vez que nós encontramos nesse repertório todas as facetas da natureza humana. Na entrevista que concede ao nosso Podcast, Cláudio Moreno não apenas fala a respeito do Noites Gregas, como também comenta o livro “A nudez de Afrodite – lições do mundo antigo”, que acaba de ser lançado pelo selo Difel, do Grupo Editorial Record.
Israel e Hamas já têm um acordo assinado, está prevista a libertação dos 20 reféns vivos, todos de uma vez, e também de cerca de 1.950 presos palestinianos. Donald Trump foi essencial na assinatura deste acordo e é pouco provável que permita grandes desvios ao seu amigo Netanyahu. Talvez tudo isto esteja a acontecer porque Donald Trump quer mesmo muito vencer o Nobel da Paz, que se anuncia esta sexta-feira e, se perder, pode voltar a desinteressar-se pelo tema. Mas as pessoas que durante dois anos esperaram o regresso dos reféns, as pessoas que viveram sob bombardeamentos indiscriminados e passaram fome não estão interessadas nas razões do Presidente dos Estados Unidos, apenas que ele se esforce para que o cessar-fogo se torne permanente, que os reféns regressem e que a guerra não volte a eclodir. Os indicadores parecem alinhados para que isso se verifique: não só o ministro dos Negócios Estrangeiros, Gideon Sa’ar, já veio dizer que Israel não tenciona voltar às hostilidades, como o próprio Trump é esperado como convidado em Israel do domingo - e deve mesmo participar na reunião do gabinete de segurança de Israel esta quinta-feira, de forma a pressionar os mais periclitantes a aprovarem este documento de 20 pontos que garante “o mínimo essencial”, nas palavras da investigadora Joana Ricarte, que, neste episódio extra, explica ao Expresso o que está neste acordo e quais os cenários mais prováveis para a sua implantação. A posição de quem olha para a História a longo prazo, a atmosfera é de “otimismo cauteloso”. Não há “um horizonte político claro”, porque “toda a ideia futuro do estabelecimento de mecanismos de governação, desarmamento do Hamas, de alteração de situação política no terreno e retirada das tropas de Israel ainda são passos apresentados de forma genérica”. Além disso, continua Ricarte, “não se refere neste acordo nem a ocupação nem o Estado palestiniano” e por isso “estamos muito distantes de uma solução viável”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por Andréa Vargas. | Êxodo 3:1-12 | https://bbcst.net/R9409M2
Por Andréa Vargas. | Êxodo 3:1-12 | https://bbcst.net/R9409M2
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.
Boletim da ALMG - Edição n.º 6264
Mensagem compartilhada na manhã do dia 28 de Setembro de 2025 pelo Leandro Marinho da Nova Igreja Ipanema.
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Cruzeiro x RB Bragantino Escalação.Análise do jogo.Vitória necessária para os objetivos.Mais uma excelente virada, mas podemos voltar a programação normal.A melhora dentro do jogo.Sequência no Rio de Janeiro.Situação de tabela.Portais de notícias: https://ge.globo.com/futebol/times/cruzeiro/ https://deusmedibre.com.br/cruzeiro/ https://noataque.com.br/clubes/cruzeiro/https://www.itatiaia.com.br/editoria/cruzeiro https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro https://www.youtube.com/@CanalSamuelVenancio/featuredhttps://www.youtube.com/@FelipeBarrosTVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste https://twitter.com/VaralCeleste?s=09Instagram da coleção/podcast: @varalceleste https://instagram.com/varalceleste?utm_medium=copy_link
Não esqueça o essencial - Pr. Fabiano Milanese by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Neste episódio do Gestão Rural, Antônio da Luz, direto da Expointer, analisa o agronegócio brasileiro. Abordamos a safra recorde de soja e milho, e os desafios climáticos e de endividamento, focando no Rio Grande do Sul. O debate explora a visão distorcida da inadimplência do agro e as dificuldades de crédito. Antônio ainda discute tensões geopolíticas, o posicionamento internacional do Brasil, as tarifas dos EUA e seus impactos diretos nos custos de insumos agrícolas. A importância da comunicação estratégica e de uma agenda diplomática clara é enfatizada, destacando a fragilidade do país e a valorização do produtor rural como empresário. Essencial para compreender economia, gestão e o futuro do agro ante os desafios globais. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Antônio da LuzEdição: Senhor A - https://www.instagram.com/senhor_a_/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Gestão Rural, Antônio da Luz, direto da Expointer, analisa o agronegócio brasileiro. Abordamos a safra recorde de soja e milho, e os desafios climáticos e de endividamento, focando no Rio Grande do Sul. O debate explora a visão distorcida da inadimplência do agro e as dificuldades de crédito. Antônio ainda discute tensões geopolíticas, o posicionamento internacional do Brasil, as tarifas dos EUA e seus impactos diretos nos custos de insumos agrícolas. A importância da comunicação estratégica e de uma agenda diplomática clara é enfatizada, destacando a fragilidade do país e a valorização do produtor rural como empresário. Essencial para compreender economia, gestão e o futuro do agro ante os desafios globais. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Antônio da LuzEdição: Senhor A - https://www.instagram.com/senhor_a_/See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Exército reforça presença nas ruas enquanto registo de mortes sobe para 30; secretário-geral, António Guterres, expressa profunda tristeza com a perda de vidas humanas.
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O ômega 3 é um dos nutrientes mais importantes quando o assunto é saúde. Mas você sabe por que ele é considerado essencial para o cérebro, o coração e até para o equilíbrio do corpo como um todo? ✨Neste episódio do Puravida CAST, Camila Espinosa recebe o nutricionista Murilo Pereira para uma conversa leve e profunda sobre os benefícios do ômega 3: desde seu impacto na saúde mental e cardiovascular até sua importância na redução de processos inflamatórios e no suporte ao bem-estar geral.
Conferência ministerial sobre tema é organizada na ONU por França e Arábia Saudita; secretário-geral diz que sucesso passa por vontade política, liderança corajosa e que se aceite a verdade de que se está vivendo em um ponto de ruptura.
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No episódio desta semana do podcast Diplomatas (IPRI-NOVA) olhámos para os ataques dos Estados Unidos contra três instalações nucleares iranianas, numa operação complexa que incluiu a Base das Lajes, e para a estratégia de Donald Trump para assegurar um cessar-fogo entre Israel e o Irão. O Presidente norte-americano foi também o grande protagonista da cimeira de líderes da NATO, realizada esta semana em Haia, nos Países Baixos. Os Estados-membros comprometeram-se a chegar aos 5% do PIB em despesas militares até 2035 e Luís Montenegro assegurou que Portugal vai alcançar essa meta. Mas só revelou os planos do Governo para antecipar o objectivo dos 2% ainda este ano. A jornalista Teresa de Sousa e o investigador Carlos Gaspar analisaram ainda os dados do último relatório do European Council on Foreign Relations. Entre os 12 países incluídos nas sondagens, Portugal lidera a lista dos inquiridos que revelam ter mais receio de uma “terceira guerra mundial”, da utilização de armas nucleares e do “colapso” da NATO e da União Europeia. Como se explica isto? Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Amarrados pela burrice – Ela é invisível, mas pesa como uma bola de ferro. A burrice nos aprisiona em erros, nos impede de avançar e nos torna vítimas de nossas próprias escolhas. Neste episódio, vamos explorar como a estupidez humana não apenas atrapalha indivíduos, mas também impacta sociedades inteiras. Vamos questionar decisões, revelar padrões e propor um caminho para nos libertarmos das correntes do pensamento irracional. Afinal, entender o peso da burrice é o primeiro passo para superá-la. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................
No episódio inaugural do podcast Atualiza e Revisa, Luiza Bringel analisa o papel estratégico do Brasil na diplomacia ambiental contemporânea. Em meio à Semana Nacional do Meio Ambiente, o país anuncia novos investimentos no Fundo Amazônia, reforça sua atuação nos BRICS e se prepara para sediar a COP30 em Belém. O episódio revisita marcos históricos como a Rio-92, explica o papel do REDD+ e detalha propostas como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre e o Roteiro Baku–Belém para US$ 1,3 trilhão em financiamento climático. Essencial para quem se prepara para o CACD, este episódio conecta atualidades com tópicos centrais do edital, como política externa, direito internacional e instrumentos de preservação ambiental.
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Neste episódio, Bárbara e Babica conversam sobre um superpoder que todo mundo tem, mas que precisa ser protegido: a liberdade de expressão! Elas descobrem que, graças à coragem de pessoas como Martin Luther King e Pagu, o mundo aprendeu que falar, escrever e defender ideias é essencial pra combater injustiças. Uma conversa leve, divertida e cheia de aprendizados sobre como cada voz — até a sua — pode fazer a diferença no mundo.
A proposta do Projeto de Lei nº 1.087/2025, que, entre outras medidas, prevê isenção de Imposto de Renda para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês, foi defendida pelo secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, em audiência pública na Câmara dos Deputados. Sonoras: