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Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Neste episódio 368 falamos sobre o que os marketers precisam de saber do Google Marketing Live 2026 e do Google I/O.
Editorial: Os decretos da censura precisam cair
Escolas e rede de saúde devem atuar em conjunto no acompanhamento dos estudantes.
O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
Agora é reta final! O prazo para envio da declaração do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025, sem multa encerra em 29 de maio. Nesta edição do "CBN Imposto de Renda 2026", a presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon-ES), Carla Tasso, esclarece as dúvidas dos ouvintes sobre o assunto. Em destaque, ela explica que prêmios de loteria, sorteios e bets precisam ser declarados. Confira essa e outras explicações. Ouça a conversa completa!
A restauração está a viver numa montanha russa, entre as promessas de apoios a fundo perdido do ministro da Economia e as ameaças de subida de impostos por parte do ministro das Finanças. Análise de Clara Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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" Nossas Crianças Precisam De Cristo" Pr- Nagimo Junior - 10/05/2026 Domingo Culto Da Noite. by Igreja Batista do Bom Retiro
Neste episódio do De Dono para Dono, recebemos Nelson Leoni, CEO da WideLabs, uma empresa de Inteligência Artificial Soberana.No bate-papo, discutimos os principais riscos de depender de APIs e modelos estrangeiros hoje, as áreas dentro das empresas que estão mais maduras para implementar IA, a evolução do mercado de IA nos próximos anos e o risco geopolítico envolvendo dados e infraestrutura tecnológica. Se você se interessa por Inteligência Artificial, este episódio é para você! Conheça a Auddas e descubra como podemos ajudar a alcançar o sucesso:https://auddas.com/https://www.youtube.com/@auddashttps://www.instagram.com/juliantoniolihttps://www.linkedin.com/company/auddas-consulting/https://open.spotify.com/show/0Txf0LYFaLITDaWoyHcseW?si=d020fd9381c147b3 Onde você pode encontrar o Nelson:https://www.linkedin.com/in/nelsonleoni/ https://www.instagram.com/nelsonleoni/ Onde você pode encontrar o Julian:https://www.linkedin.com/in/juliantonioli/ https://www.instagram.com/juliantonioli/
Entenda os critérios clínicos e as indicações precisas para monitorar nódulos tireidianos benignos, garantindo a segurança e o seguimento adequado do seu paciente. Neste vídeo, discutimos quando a observação se torna indispensável para identificar possíveis mudanças de padrão ou crescimento significativo.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Entre alguns corredores, existe o mito de que a musculação pode "atrapalhar" a corrida. No entanto, isso não poderia estar mais longe da verdade.Seja para quem corre de forma recreativa ou mais intensa, a musculação é um complemento estratégico para aumentar o rendimento, alcançar distâncias maiores, reduzir o risco de lesões e correr em menos tempo.Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella e o treinador de corrida Ademir Paulino falam sobre como o treino de força melhora o desempenho, reduz o risco de lesões e aumenta a eficiência, permitindo correr melhor e por mais tempo.Conteúdo produzido em parceria com a Smart Fit.Veja também: Treino cardio e musculação: entenda o papel de cada um para a saúde
TEMPO DE REFLETIR 01739 – 19 de abril de 2026 Provérbios 12:23 – O homem prudente oculta o conhecimento, mas o coração dos insensatos proclama a estultícia. Existe um ditado indiano que afirma: “Não fale tudo o que sabe, porque quem fala tudo o que sabe, geralmente fala o que não convém”. Pessoas que sabem muito não fazem questão de mostrar que sabem. São prudentes. Calam-se quando é preciso e falam no tempo oportuno. O sábio sabe o que fala, porque sabe o que pensa. Pessoas que falam mais do que o necessário carregam com frequência complexos que controlam suas palavras e atitudes. Precisam ser o centro da atenção e, na maioria das vezes, mostram ter domínio de temas que desconhecem. No silêncio do coração, essas pessoas sofrem porque percebem a insensatez de “proclamar estultícias”, mas o desejo de “aparecer” é quase instintivo. Um dia essa pessoa conhece valores éticos e a dor aumenta. Luta para aplicar os conceitos aprendidos. Luta consigo mesma, contra seus complexos, temores e traumas que não consegue identificar. É uma luta injusta. Ninguém vence um inimigo oculto. É uma batalha cruel. A pessoa sofre a angústia de não viver a teoria que conhece. Sabe por que as coisas não dão certo na vida, por que seu casamento anda mal, e o relacionamento com os filhos é péssimo. Tenta, mas seus esforços são inúteis. A incoerência de muitos livros de autoajuda é que apresentam o sorvete maravilhoso, mas não dizem como consegui-lo. “Tire a energia que existe dentro de você”, afirmam. “Descubra seu potencial”, proclamam. E cada vez que você olha para dentro de si, em busca do badalado “potencial”, só encontra um mundo difuso e sem forma, de sombras que o assustam. O melhor livro de autoajuda que existe é a Bíblia. Não existem princípios de “inteligência emocional” que não estejam registrados no texto bíblico. A diferença é que a Bíblia o conduz a Jesus, a única pessoa capaz de colocar ordem no seu mundo interior. Vá a Jesus hoje. A verdadeira energia vem do alto, não de dentro. E lembre-se: “O homem prudente oculta o conhecimento, mas o coração dos insensatos proclama a estultícia”. Vamos orar? Ajuda-nos, ó Pai, a aproveitarmos nosso tempo com o estudo da Tua Palavra. Coloca essa vontade e disposição em nosso coração. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Lembro da passagem bíblica que relata o encontro de Jesus com seus discípulos logo após a ressurreição. Eles estavam apavorados, escondidos em uma casa trancada, e Jesus apareceu diante deles. O susto foi tremendo, mas a alegria de ver o mestre foi muito maior.Naquele momento Tomé não estava com eles e ao ouvir a história da boca de seus companheiros de caminhada, ele simplesmente não acreditou. Ele disse que precisava ver e tocar nas mãos e no lado de Jesus, pois seriam as provas de que era mesmo Jesus.Jesus foi muito misericordioso com Tomé e apareceu novamente aos discípulos, mostrando as marcas que Tomé tanto desejava ver. Tomé creu, mas a exortação dada a ele por Jesus foi que nós precisamos crer, sem ver.Veja o que diz o Salmo 66 no verso 5: "Venham e vejam as obras de Deus: tremendos feitos para com os filhos dos homens!"Tem um monte de gente por aí que não acredita na história de Jesus. Precisam ver alguma coisa, precisam de provas ou de argumentos. Tudo bem quanto a isso! O texto diz: "venham e vejam".Feliz é aquele que não precisou ver alguma coisa para crer, mas se você precisa ver, Jesus também tem misericórdia de você, como teve com Tomé.17/04Você tem medo de escorregar?Um pequeno escorregão pode render altas risadas, mas também pode machucar de verdade. Cair nunca é legal. De engraçado não tem nada, embora tenha gente que acabe rindo de nervoso.Escorregar é uma coisa interessante de se analisar. Uma hora você está bem, completamente em pé e seguro da situação. Na outra você está com a cara no chão, completamente vulnerável. Mas ninguém cai do nada ou por nada. É preciso que algo tire o seu equilíbrio.Veja o que diz o Salmo 66 no verso 9: "É ele quem preserva com vida a nossa alma e não permite que resvalem os nossos pés."O salmista fala que Deus não permite que nossos pés escorreguem, que é a ideia por trás do "resvalem nossos pés". Mas como assim? E as vezes que eu já escorreguei e caí? Certamente o salmista não está falando de um piso com água e sabão. Sua conversa é mais profunda, ele fala da nossa própria existência.O salmista deixa claro que a nossa vida só existe porque Deus é quem a sustenta. Nada pode tirar a nossa vida sem a autorização expressa do próprio Deus. Estamos seguros e protegidos! Como disse o pregador George Whitefield: "somos imortais até que a nossa obra neste mundo esteja completa".Coisas e pessoas podem tentar tirar a sua vida. Mas não se preocupe. Maior é aquele que te guarda!Postagem 17/04 • Gravação: Talita
Nesta segunda-feira (13), Deivis Chiodini e Fernando Nardini analisam tudo da offseason da NFL. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Porque faz sentido um programa de exercício integrado para as mulheres? Há benefícios particulares do exercício no sexo feminino? Há um tipo de exercício ou desporto mais adequado para as mulheres?Neste episódio, os cardiologistas Hélder Dores e José Ferreira Santos respondem a estas e outras questões, na companhia da Mafalda Antunes, Fisiologista do exercício.Ouça já este episódio e se tiver mais alguma questão, escreva nos comentários!
Atos
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Alzheimer: famílias precisam planejar para lidarem com a demência.
Problemas no fígado também podem atingir bebês e crianças pequenas, muitas vezes com sinais que passam despercebidos pelas famílias. Doenças hepáticas infantis, quando diagnosticadas precocemente, têm maiores chances de tratamento eficaz e podem evitar complicações graves, incluindo necessidade de transplante.
Alexandre Garcia comenta abertura de empresa de Lulinha na Espanha, impressões de Jorginho Mello sobre saúde de Bolsonaro, e risco de fuga de cérebros.
No novo episódio do Juridcast, Leandro Ramos recebe Renato Nakagawa, CFO do TozziniFreire Advogados, para discutir um tema que muitas vezes permanece nos bastidores dos escritórios, mas que tem impacto direto nas decisões estratégicas e no crescimento sustentável: o papel do CFO na profissionalização da gestão financeira da advocacia.A conversa explora por que escritórios que crescem precisam ir além do controle financeiro tradicional e passar a tratar a gestão como um instrumento estratégico. Renato compartilha como a função do CFO evoluiu dentro das organizações jurídicas, quais decisões passam pela lente financeira e de que forma dados, governança e planejamento influenciam o futuro dos escritórios.
Mensagem gravada em 08/03/2026 Pastor ToninhoOnde meus pés precisam estar Atos 9:1-15 NVI[1] Enquanto isso, Saulo ainda respirava ameaças de morte contra os discípulos do Senhor. Dirigindo-se ao sumo sacerdote, [2] pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, de maneira que, caso encontrasse ali homens ou mulheres que pertencessem ao Caminho, pudesse levá-los presos para Jerusalém. [3] Em sua viagem, quando se aproximava de Damasco, de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu. [4] Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?” [5] Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem você persegue. [6] Levante-se, entre na cidade; alguém dirá o que você deve fazer”. [7] Os homens que viajavam com Saulo pararam emudecidos; ouviam a voz, mas não viam ninguém. [8] Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada. E os homens o levaram pela mão até Damasco. [9] Por três dias ele esteve cego, não comeu nem bebeu. [10] Em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: “Ananias!” “Eis-me aqui, Senhor”, respondeu ele. [11] O Senhor lhe disse: “Vá à casa de Judas, na rua chamada Direita, e pergunte por um homem de Tarso chamado Saulo. Ele está orando; [12] numa visão viu um homem chamado Ananias chegar e impor-lhe as mãos para que voltasse a ver”. [13] Respondeu Ananias: “Senhor, tenho ouvido muita coisa a respeito desse homem e de todo o mal que ele tem feito aos teus santos em Jerusalém. [14] Ele chegou aqui com autorização dos chefes dos sacerdotes para prender todos os que invocam o teu nome”. [15] Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel.https://bible.com/bible/129/act.9.1-15.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine --Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: [https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4](https://www.youtube.com/IgrejaProjeto4)----Culto online todos os domingos no YouTube!
Alguns tutores acreditam que, se o gatinho não tem acesso à rua, não há perigo de saúde que o alcance. Infelizmente, não é assim. A imunização não é um acessório ou um luxo, mas uma necessidade pilar para o bem-estar e a longevidade dos felinos. Esteve outros assuntos foram parte da entrevista de Maria Priscila Martins, do Blog Folha Pet, com Simone Ventura âncora da Rádio Folha 96,7FM. Acompanhe!
Quando se tem um produto B2B altamente técnico, como torná-lo o herói de histórias interessantes? E, num mercado cada vez mais ruidoso e impessoal, como dar visibilidade a um negócio que à primeira vista parece “chato"? Resolver este desafio, que tira o sono muitos gestores e marketers, é a especialidade do nosso convidado neeste episódio.Com um longo percurso dedicado ao poder das palavras, o Martim Mariano é ghostwriter de líderes empresariais e ajuda as organizações a trocarem o fato corporativo por narrativas com alma. Apaixonado pela qualidade da escrita, o Martim falou connosco de autenticidade, da importância de os líderes darem a cara e do segredo para criar histórias que prendem, mesmo num mundo que a IA mal usada ameaça submergir em conteúdo banal. Oiça o episódio e descubra:Como escrever sobre textos altamente técnicos sem ser altamente chato.Qual é o segredo (muito simples) para as pessoas quererem consumir o seu conteúdoOnde buscar as histórias que vão tornar os seus conteúdos interessantesPorque é importante os líderes darem a cara pelas suas empresas.Como construir uma voz simultaneamente autêntica e adequada ao papel profissionalComo usar a IA para escrever textos que não parecem feitos com IA Com base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir.A Humanização dos Negócios (Mesmo os mais "Chatos") No B2B, é fácil cair na armadilha de achar que vendemos produtos demasiado técnicos para gerar boas histórias. Mas o Martim lembra-nos de um ponto essencial: todos os negócios têm pessoas lá dentro. E todas as pessoas tem histórias interessantes para contar, nem que seja, falar sobre a rotina de quem trabalha todos os dias para que o produto saia da fábrica e chegue ao consumidor final. Por que os Líderes Precisam de Dar a CaraMuitas empresas escondem-se atrás da comunicação institucional, mas a verdade é que as pessoas seguem pessoas. Quando um líder comunica de forma autêntica, partilhando visões, dúvidas e até erros, torna-se o melhor embaixador do seu negócio. Em Portugal, ainda carregamos um certo medo de errar publicamente, fruto da nossa herança histórica. Contudo, expor essa vulnerabilidade e humanidade é exatamente o que faz com que alguém queira trabalhar nessa empresa. A Inteligência Artificial Como Ferramenta, não como SubstitutaA IA veio para ficar, mas a decisão inteligente é usá-la para escrever connosco, e não por nós. Falta-lhe a vivência, o cheiro de uma sala num momento de tensão, ou a memória de uma frase solta ouvida num café. A tecnologia pode cuspir palavras com gramática perfeita, mas não consegue transmitir a emoção genuína de quem viveu a história. Sobre o convidado: Perfil Martim Mariano no Linkedin Tudo Bem Escrito Instituições e Organizações Mencionadas: Escola Superior de Comunicação Social BBDO SIC L'Oréal Instituto Gallup Feira do Livro Pessoas mencionadas: Rui Nunes Ernest Hemingway David Ogilvy Robert Bly José Saramago George Gallup Virgínia Coutinho Livros Mencionados: James Joyce - Ulisses D&Ad. - The Copy Book Jonah Berger - The Catalyst: How to Change Anyone's Mind Martim Mariano – Dar a volta ao texto Podcasts: Steven Bartlett - The Diary of a CEO #111 – Foco, contexto, profundidade: como furar o ruído no mundo pós-IA – Com Rui Nunes Filmes: A trilogia: O Senhor dos Anéis
Esta orientação da UNICEF analisa a rápida integração da inteligência artificial no quotidiano infantil, destacando tanto o apoio à aprendizagem como perigos graves, como os deepfakes e a dependência emocional. O documento estabelece que a Convenção sobre os Direitos da Criança deve servir de base para todas as políticas e inovações tecnológicas no setor. Para proteger os menores, são propostos dez requisitos fundamentais que abrangem a privacidade de dados, a segurança e o combate à discriminação algorítmica. Governos e empresas são instados a adotar uma postura de responsabilidade partilhada, garantindo que as ferramentas sejam eticamente concebidas para as diferentes fases do desenvolvimento. Além disso, enfatiza-se a necessidade de promover a literacia digital e a participação ativa dos jovens na governação da IA. O objetivo final é criar um ecossistema digital inclusivo que priorize o superior interesse da criança e a sustentabilidade ambiental.
Ricardo Pires falou à ONU News sobre os efeitos “da maior crise humanitária” do mundo; risco de morte de crianças este ano é sem precedência segundo especialista em comunicação da agência; pelo menos 33 milhões de sudaneses precisam de ajuda para sobreviver; Acnur espera mais 470 mil refugiados em 2026.
TEMPO DE REFLETIR 01677 – 16 de fevereiro de 2026 I Reis 19:4 – [Elias], porém, se foi ao deserto, a caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte e disse: Basta; tome agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais. O medo desestabilizou de tal modo o profeta Elias que ele caminhou um dia inteiro à procura de um lugar solitário. Não satisfeito com a distância que o separava da iracunda Jezabel, procurou valer-se de outra fuga: a morte. Só assim, pensava ele, poderia livrar-se das emoções que o incomodavam. Há uma grande variedade de emoções. A lista inclui: o medo, a surpresa, a cólera, o contentamento, a comicidade, a alegria, o pesar, a excitação sexual, etc. Há emoções prejudiciais e há emoções benéficas. Elias, naquele momento sombrio de sua vida, viveu um coquetel de emoções: pavor, medo, expectativa, pessimismo e desânimo. Quando o anjo lhe apareceu pela primeira vez, ele estava dormindo debaixo de um zimbro. Depois de comer e beber, deitou-se novamente e dormiu. No segundo contato, o anjo deu-lhe instruções para ir ao monte Horebe. Foram quarenta dias e quarenta noites de caminhada. Ao chegar ao monte, o profeta entrou numa caverna, e lá, ouviu uma solene pergunta: “Que fazes aqui, Elias?” (1Re 19:9). Se ele não tivesse atendido ao que o Senhor lhe disse, teria ficado circunscrito ao círculo das emoções negativas. À semelhança de Elias, somos por vezes alcançados por emoções fortes. Nossa primeira reação é a fuga, que consiste em deixar o palco do problema, ou desistir da luta. Em ambos os casos, há prejuízo à saúde. O cristão não está imune à influência de emoções negativas, mas deve lutar para que não se deixe envolver por pensamentos e atitudes que comprometam seu equilíbrio. A história de Mary é esclarecedora. Seus pais morreram num acidente de aviação, e os três irmãos de Mary fizeram um pacto em honra de seus pais, pelo qual se comprometeram a ser excelentes alunos na faculdade. Mary, porém, retirou-se para um lugar isolado e, após dois meses, foi hospitalizada com asma aguda. Durante o tratamento, ela revelou aos irmãos que se sentia dependente da aprovação e do estímulo dos pais. Nessa oportunidade, os irmãos relembraram o pacto que haviam feito, e Mary começou a reagir positivamente. A asma abrandou, e ela, quatro anos depois, terminou a faculdade como uma aluna exemplar. As emoções têm lugar de honra em nossa vida, mas não podem determinar nosso destino. Precisam estar sob controle. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e Pai: controla, por favor, minhas emoções. Ajuda-me a reagir positivamente em todas as situações. O mesmo peço por todos os que me ouvem agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Qual o DNA de uma gigante global como a P&G? O episódio #230 do programa Mídia e Marketing recebe Marcos Bauer, vice-presidente de marketing da companhia, dona de marcas como Gillette, Oral-B, Downy e Pantene. No papo, Bauer fala sobre como a companhia construiu um portfólio baseado em produtos de uso diário e alta performance, presentes em 9 a cada 10 lares brasileiros. A conversa aborda também a convivência entre varejo físico e digital, o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de produtos e campanhas e como a proximidade com o consumidor orienta decisões de inovação da multinacional.
Dra. Alléxya Affonso discute a oftalmia neonatal, seus principais agentes etiológicos e a importância do diagnóstico precoce para prevenir complicações visuais em recém-nascidos.Tópicos abordados:• Principais causas da conjuntivite neonatal• Preditores clínicos de infecção por Chlamydia trachomatis• Limitações dos métodos diagnósticos• Importância do reconhecimento e tratamento precoces• Impacto da triagem pré-natal e da profilaxia ocular neonatal
Ciclo alongado das lavouras pode trazer maior pressão para doença daqui para frente
O MUNDO DA COPA é a nova série do 45 Minutos. Apresentamos cada um dos 48 países que formam a Copa do Mundo de 2026 — a Copa das grandes histórias. Histórias que vão muito além das quatro linhas. No episódio #04, Marrocos. Um país onde tradição e modernidade caminham lado a lado. Terra de […]
Os números da São Silvestre, coisas que já precisam melhorar no ano que vem e uma grande falha | Nossos links - https://linktr.ee/corridanoar | O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
O podcast Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações de lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada a mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. A VP global de marketing da Havaianas, Maria Fernanda Albuquerque, fala sobre sua carreira e a liderança na comunicação de um produto icônico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vídeo. “Trump precisa do Projeto 2025 para os seus objetivos, mas eles também precisam dele”
Da segurança alimentar à transição energética sustentável, tudo passa pela agropecuária e próximas décadas deverão estar pautadas no setor produtivo para que sejam eficazes. Debates terão sido em vão se não o agronegócio não for considerado como solução. No Brasil e no mundo.
Trabalhadores das Lajes precisam de dinheiro
Diretor regional do Unicef para a América Latina e Caribe apelou por ação internacional urgente, enfatizando que os menores haitianos estão tendo “vidas interrompidas e futuros apagados”; recrutamento de crianças por grupos armados aumentou 70% em apenas um ano.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Apoie o UP no Orelo: clique aqui!Em uma época em que remake de jogo nasce até em árvore, o UP se une a Bruno Silva para um papo sobre jogos intocáveis, remakes desnecessários e até mesmo um mergulho profundo no puro conceito de se refazer um jogo nos tempos de hoje.O nosso muito obrigado a: Guilherme Serravalle, Diego Almeida, Vitor Ludwig, João Sousa, Breno Bezerra Bluhm, Jéssica Macedo, Lucas Eid, Naga, Gabriel Dias, Matheus Henrique, Victor Toffano, Guilherme Magalhães, Rafael Ramalli da Silva, Lucas Carvalho, Renato Martins, Bruno Luiz Korckievicz, Marcelo Junior, Vitor Araujo, Anderson Lister, Lucas Brum, Rodrigo Souza, Rodrigo Taira, Paulo Piazza, Victor “VicGurg” Gurgel, Moisés Resende, Caio Barcelos, Renato Bena, Daniel Labres, Gabriel Bisuli, Renan Ferraz, Davi, Gustavo Garcia, Pedro Vital Brazil, Eric Quarterolli, Sergie Arruda, Bruno Correia Milani, Venigma, João Cassorielo, Yan Queiroz, Vivian, Henrique Fernandes Veri Marques, Gabriel Bittencourt Borowski, REGIS F G FREITAS, Rafael Valim, Anderson Barbosa, Felipe Dal Molin, Luan Germano, Andre Jarenkow, Guilherme Rodrigues, Érica Fontana, Giancarlo, Marcus Buzette, Arthur Luiz, Isadora Marques, Daniel Baumgratz, Caio Cardoso, Giovanne, Daniel Ferreira de Camargo, Ananias Júnior, Rebeca Moura, Clarissa Farias, Daniel Bandoni, Thiago Yakomizo Buainain, Pedro C., Rafael Silva, Luiz Gustavo, Matheus Vasques, Moisés Pacheco de Souza, João Henrique, Bruno Hatto, Marquinhos Maia, Carlos Bonomi, Joao, Akemi Nakamura, Wellington Oliveira, Luiz Fernando Moratelli, Francisco Campos, Fernando Gusman, Ednardo M.Toledo, Cicero Ruschel, Arthur Valladão, dudu pansica, Anne Verrino, Paulo Felisbino, Felipe Gil, Mariana Janoti, Carlos Jefferson, Leonardo Azzi Martins, Arthur Goulart, Rafael Yabiku, MARCELO CARLOS DOS SANTOS JÚNIOR, Gabriel Barros, Júlia Paterniani, Renan Felipe Silva, Guilherme Shuto, Area Zero Podcast, Marcel Kuhne, Filipovisky De La Fuente, Ruan, Helio Cannone, Agmar, andre juck, Andre Benia, André Luís Teixeira, Suellen Amorim!Siga o UP:Orelo | Twitter | Twitch | Instagram | DiscordContato comercial: contato@somosup.com
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
SD316 - Investimentos, estratégia e macroeconomia: o que médicos de alta renda precisam saber. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé entrevista Marcus Vinicius, CFP® e sócio-fundador da Driven Capital, trazendo o tema Investimento e os atores desse universo; o conceito de Multi-Family Office (MFO); planejamento financeiro, patrimonial e fiscal; estratégias; o papel do consultor para levar segurança ao investidor e uma análise do panorama macroeconômico. A Drive Capital é uma empresa especializada em gestão de patrimônio e investimentos para clientes de alta renda. Se o podcast já está abrindo sua mente, imagina o que dois dias de imersão com a gente pode fazer pelo seu negócio médico. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos. Só clicar AQUI. Participe das comunidades SD Conecta. Acesse AQUI! Baixe nosso app: Android ou IOS O Background do Marcus Mestre em Economia Financeira pela FGV e com certificação CFP® (Certified Financial Planner), Marcus atua há anos na orientação de investidores que buscam segurança, performance e estratégias personalizadas. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast: AQUI! Acesse os Episódios Anteriores! SD315 - Como fazer o Marketing do seu Plano de Acompanhamento SD314 - Como fazer o planejamento estratégico do seu consultório SD313 - Como vender seu Plano de Acompanhamento para o paciente Music: Clear Progress by Young Presidents "Premium Beat - License #1873536 - 2018" "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Alexandre Garcia comenta as manifestações pró-Bolsonaro do domingo e as reações à taxação imposta por Trump ao Brasil.