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Ciência
Alemanha, França e Países Baixos definem prazos para o fim dos combustíveis fósseis

Ciência

Play Episode Listen Later Sep 30, 2026 8:51


Nos últimos meses, três países europeus fixaram calendários para deixar os combustíveis fósseis. A Alemanha apontou para 2045 e os Países Baixos para 2050. Já a França definiu uma data para cada combustível. Os planos passam pelo investimento nas energias renováveis e pela electrificação dos transportes, dos edifícios e da indústria. O objectivo é cumprir os compromissos climáticos e reforçar a segurança energética. Nos últimos meses, três países europeus fixaram calendários para deixar os combustíveis fósseis. A Alemanha, na quarta-feira, 23 de Setembro, aponta para 2045. Também em Setembro, os Países Baixos tinham apontado para 2050. Já a França, em Abril, definiu uma data para cada combustível: 2030 para o carvão, 2045 para o petróleo e 2050 para o gás. Todos apostam na electrificação dos transportes, dos edifícios e da indústria, para a descarbonização, ou seja, deixar de depender de combustíveis fósseis, como o petróleo, o gás e o carvão, para reduzir ou eliminar as emissões de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, ou o CO2, e alcançar a neutralidade energética. Estes anúncios surgem na sequência do compromisso assumido na COP28, no Dubai, de fazer uma transição energética. Já na COP seguinte, a COP30, em Belém, no Brasil, a proposta de um plano global para esta transição não obteve consenso. Em Abril, realizou-se uma primeira conferência dedicada ao tema, co-organizada pela Colômbia e pelos Países Baixos, em Santa Marta, na Colômbia. O Professor Catedrático Paulo Ferrão, do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, diz que estas medidas, apesar de serem mais pragmáticas e ambiciosas, já faziam parte dos compromissos do Pacto Ecológico Europeu, lançado em 2019 pela União Europeia. Paulo Ferrão: Esta questão não é nova. Temos na Europa, há muitos anos, aquilo a que se chama European Green Deal (Pacto Ecológico Europeu). Tem como objectivo tornar a Europa no primeiro continente climaticamente neutro. Quer dizer que temos que reduzir significativamente essas emissões? Ou seja, temos que reduzir significativamente a queima de combustíveis fósseis para que não possamos emitir CO2. Mas algum CO2 pode ainda ser emitido pela queima de combustíveis fósseis, se ele depois for capturado por outros mecanismos, nomeadamente pelas florestas. E aí é o que nós chamamos climaticamente neutro: emitimos algum, mas esse que emitimos vamos capturá-lo. Portanto, a Europa quer ser climaticamente neutra até 2050. O que aconteceu agora, muito recentemente, foram políticas dos países para serem mais explícitos no fim dos combustíveis fósseis. E isto é que é mais novo, porque já todos os países europeus estavam com este compromisso de sermos um continente climaticamente neutro até 2050, certo?” Mas estes planos são mais ambiciosos? Paulo Ferrão: São ambiciosos e são mais pragmáticos. A questão é: como é que se lá chega? O anúncio francês é o que eu acho mais pragmático de todos. A França diz claramente que se quer livrar do carvão até 2030, que se quer livrar do petróleo até 2045 – e isto é fortíssimo, quer dizer que, até 2045, se isto for cumprido, deixa de haver consumo de gasolina e de gasóleo – e que se quer livrar do gás fóssil, o gás natural, por exemplo, até 2050. É o que tem as metas mais claras. A França continua a apostar no nuclear e a Alemanha nas energias renováveis. Que alternativas existem hoje aos combustiveis fósseis? Paulo Ferrão: A alternativa hoje é basicamente só uma: é produzir electricidade com fontes de energia renovável ou, como a França, com nuclear. Com energia renovável e com o nuclear, as emissões directas de CO2 não existem, mas é evidente que, para fabricar estes equipamentos, pode haver. E então passamos a ter uma electricidade que podemos chamar verde, que não tem emissões de CO2 associadas, não tem uso de combustíveis fósseis e então passamos a ter esta electricidade verde. E agora o segredo passa por electrificar os processos que dantes usavam combustíveis. Nomeadamente, e com enorme peso, os transportes; electrificar a indústria, por exemplo; electrificar, em nossa casa, o aquecimento e arrefecimento. Portanto, um dos eixos centrais de qualquer um destes planos é, por exemplo, proibir até os esquentadores para aquecermos a nossa água em casa, que era, por exemplo, com gás, e passar a ter bombas de calor, que consomem electricidade e que têm uma grande vantagem: vão buscar o frio que está na rua para transformar em calor, digamos assim. Dentro de casa, uma bomba de calor liberta três a quatro vezes mais calor do que a electricidade que consome. É muito eficiente. Resumindo: produzir electricidade verde a partir de fontes renováveis ou, enfim, isto é um bocado mais polémico, mas já se começa a aceitar na Europa também o nuclear, e depois electrificar todos os consumos que for possível. Portanto, usar electricidade em vez de combustíveis fósseis. Há uma grande excepção, que é a aviação. Muito dificilmente um avião será eléctrico. Uma bateria seria pesadíssima para andar num avião. E então aí a grande aposta são os SAF, em inglês, que são os Sustainable Aviation Fuels, que, no fundo, são combustíveis derivados de biocombustíveis. Ou, por exemplo, a Alemanha também quer apostar muito no hidrogénio, que, no fundo, é usar electricidade renovável para transformar a água em hidrogénio e oxigénio, mas depois usar o hidrogénio como combustível em vários sítios, por exemplo, nos automóveis. Então a grande solução são as energias renovaveis? Paulo Ferrão: São duas: a energia renovável, mas depois, tão importante ou mais do que isso, é electrificar, não é? Veja bem o esforço que isto vai ser, não é? O que é difícil nisto é que nós estamos atrasados na electrificação automóvel, não é? Hoje em dia, o maior produtor de automóveis eléctricos é a China. Não é que a nossa indústria, nomeadamente a alemã e a francesa, esteja com dificuldades de competitividade no fabrico de carros eléctricos. Mas isto é bom: ter uma estratégia que permita à indústria realmente, e sem nenhuma dúvida, avançar e progredir rapidamente, melhorar a eficiência e o custo dos veículos eléctricos fabricados na Europa. E ainda mais: o que é muito difícil é, por exemplo, os autocarros. Temos menos fabricantes de autocarros e de veículos pesados eléctricos. Vemos que a segurança energética está no centro destes planos. A guerra na Ucrânia levou à proibição do gás russo e, agora, as instabilidade no Medio Oriente levaram ao bloqueio do Estreito de Ormuz e, por consequente, a subida do preço dos combustiveis. Diria que esta  conjuntura acelerou a descarbonização e os compromisso para esta? Paulo Ferrão: São um estímulo enorme para isto. E aumentam muito a resiliência europeia. Quer dizer, eu vou só dar um exemplo. Por exemplo, eu tenho um carro eléctrico. Eu carrego o meu carro em casa à noite. O meu custo por quilómetro é quatro, cinco ou seis vezes menor do que seria se fosse a gasolina. Portanto, eu não estou a sentir o problema do aumento do custo do petróleo, por enquanto. Isto é um impacto enormíssimo nas famílias. Diria que estes choques expuseram o choques o custo, para a Europa, de depender de nergias fosseis importadas? Paulo Ferrão: Como é evidente, um dos grandes objectivos políticos desta electrificação e, portanto, da aposta nas renováveis, é tornar a Europa mais resiliente e não dependente do fornecimento externo. Quando a França diz que não quer depender dos combustíveis fósseis até 2045, aí está. Ficamos totalmente libertos deste tipo de problemas de abastecimento de combustíveis. Mas vemos que, na realidade, a União Europeia importa mais de metade da energia que consome. Descarbonizar é possivel dentro destes prazos? Paulo Ferrão: Acho muito difícil. Acho bem que eles existam, mas claro que vão ser difíceis e exigentes, não é? Nomeadamente, por exemplo, na electrificação do parque automóvel em tão pouco tempo. Portanto, temos aqui um período de transição que eu acho que acredito que aconteça e que, a partir dessa data, não se comprem mais veículos e não se vendam. Não. Mas, claro, há aqui um parque que ainda tem que fazer o seu offset, ou seja, não diminuir as emissões todas no dia. Mas, obviamente, é muito importante ter esta política para estimular uma transição forte e sem dúvidas, quer dizer. Ou seja, o pior que pode haver é uma política ao ziguezague. Não é? Acho que a Europa tem sido muito coerente e é importante que a indústria acredite nisto e que se prepare, não é? E que se mobilize para aumentar a eficiência, para ser mais competitiva, nomeadamente neste caso, com a China, não é? E nas energias renovaveis também existem limites, penso  nomeadamente na dependencia de minerais, como o litio para a construção de beterias ou de outras infraestruturas, quais são estes limites? Paulo Ferrão: Dependemos muito do lítio e não só, do cobalto. Mas aí temos outra questão, que a Europa também está a acelerar agora muito, que é a da economia circular. Portanto, a ideia é que nós vamos importando estes produtos, mas se calhar daqui a 20 ou 30 anos, se importarmos os produtos, já cá temos, nesses produtos, o material suficiente para continuar a fabricar, mas temos que os saber reciclar. A Comissão Europeia, nomeadamente em investigação, tem lançado agora bastantes calls para fazer investigação na melhoria dos processos de reciclagem destas matérias-primas críticas, justamente para desenvolver os processos de separação e reciclagem destes materiais, para que a Europa fique mais independente deles. É claro que, para isso acontecer, temos agora de continuar a comprar produtos já feitos, que é o que hoje acontece. Nós importamos as baterias, nós importamos os painéis solares, por exemplo, mas daqui a uma década, ou duas, ou três, já possamos, com base na reciclagem dos produtos em fim de vida que temos e que vamos ter, no fundo, tornar-nos muito mais auto-suficientes. Ou seja, isto é transformar um desafio numa oportunidade, que é a oportunidade para o desenvolvimento industrial que a Europa precisa de ter, não é? O relançamento da indústria.

Maconhômetro
Debate #49 | 20 anos da Lei de Drogas no Brasil: um balanço crítico e antiproibicionista

Maconhômetro

Play Episode Listen Later Sep 23, 2026 65:46


Em 2006, a Lei nº 11.343 instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD) e estabeleceu uma política que combinava prevenção, atenção e reinserção social com repressão à produção e ao tráfico de drogas. 20 anos depois, a pergunta é inevitável:O que a Lei de Drogas produziu no Brasil — e o que precisamos mudar daqui para frente?Neste episódio, Monique Prado recebe 3 grandes juristas antiproibicionistas para debater o marco dos 20 anos da atual lei de drogas brasileira, uma legislação que tinha a proposta de estabelecer uma nova política para o país.De um lado, prevenção, atenção e reinserção social para pessoas que fazem uso de drogas. Do outro, repressão à produção e ao tráfico.A lei também eliminou a pena de prisão para quem porta drogas para consumo pessoal. Mas criou uma distinção que se tornaria um dos pontos mais controversos da política brasileira: afinal, quem é usuário e quem é traficante?Duas décadas depois, o Brasil teve um crescimento vertiginoso da população carcerária e novas interpretações do STF sobre o porte, apenas, de maconha, mudanças importantes nas políticas de Redução de Danos, que perdem espaço para as Comunidades Terapêuticas , e a ampliação dos problemas do modelo proibicionista e seu enfrentamento.Neste episódio, propomos um balanço dessas duas décadas, por uma perspectiva jurídica antiproibicionista.A Lei de Drogas funciona? Quem ganha e quem perde com ela? O que mudou na política brasileira de drogas? Como imaginamos e como queremos uma política de drogas para os próximos 20 anos?Para discutir essas questões, recebemos três grandes parceiros do Maconhômetro e que acompanham de muito perto esse debate nessas últimas décadas.:Emilio Figueiredo, advogado, mestre em Justiça e Segurança (UFF) e doutor em Sociologia e Direito (UFF), sócio da FNS Advocacia Insurgente, CoFundador da Rede Reforma e Pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Psicoativos e Cultura - PsicoCult/UFF e Membro do Conselho Consultivo da PBPD.Luciana Boiteux,  que é advogada, graduada em Direito (UERJ), mestre em Direito da Cidade (UERJ) e doutora em Direito Penal e Criminologia (USP). Pesquisadora e Professora de Direito Penal e Criminologia da FND/UFRJ e do PPGDH/UFRJ. Ex-vereadora e atual candidata à Deputada Estadual no RJ. É ativista feminista e antiproibicionista e representante da PBPD no CONAD.E Cristiano Maronna, advogado, mestre e doutor em Direito Penal (USP), pós-graduado em Direito Penal pela Universidade de Salamanca/ESP e em Direito Penal Econômico Europeu pela Universidade de Coimbra/POR. Foi presidente do IBCCrim e secretário da PBPD. Atualmente é membro do Conselho de Prerrogativas da OAB-SP e diretor da Plataforma Justa.Confira e fique por dentro!---O ep. Debate #49 | 20 anos da Lei de Drogas no Brasil: um balanço crítico e antiproibicionista, com Luciana Boiteux (PBPD), Emílio Figueiredo (Reforma) e Cristiano Maronna (JUSTA), contou com apresentação de Monique Prado (CM), direção, roteiro e produção de Gustavo Maia (CM) e edição e finalização de Antonio Said (Pinzeiro).

Postal do Dia
Maria, a ginasta que um dia voltará a voar

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Sep 22, 2026 3:18


Maria era uma das grandes esperanças da ginástica portuguesa. Tinha 13 anos, mas já fora a um Europeu e a um Mundial. Uma semana antes do Natal, uma queda condenou-lhe o futuro .See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reportagem
Jornadas do Patrimônio Europeu: Jaildo Marinho evoca memórias do sertão e traz leveza ao mármore

Reportagem

Play Episode Listen Later Sep 19, 2026 6:46


Acontecem neste sábado (19) e domingo (20) as Jornadas Europeias do Patrimônio. O evento abre ao público milhares de lugares, muitos deles normalmente inacessíveis, propondo visitas, exposições, encontros e outras atividades voltadas à descoberta e à preservação do patrimônio histórico do continente. O brasileiro Jaildo Marinho expõe esculturas em mármore evocando lavadeiras de sua infância no sertão pernambucano.  Na França, a 43ª edição do evento traz como temas "Patrimônio da fotografia" e "Patrimônio em perigo: reavivar, resistir, reinventar", em um ano que coincide com as celebrações dos 200 anos da fotografia. Em todo o país, a programação reúne habitualmente mais de 25.000 animações e eventos em cerca de 16.000 locais e monumentos históricos. Entre os espaços de destaque abertos à visitação está a Orangerie do Domaine National de Meudon, um edifício histórico, antiga propriedade real, onde acontece a exposição Étendre le marbre ("Estender o mármore"), do artista pernambucano Jaildo Marinho. A mostra estabelece uma ponte poética entre a criação artística contemporânea e a memória social da cidade. Nos séculos XIX e início do XX, Meudon destacou-se como um importante centro de lavanderia da região parisiense, onde gerações de lavadeiras lavavam e secavam as roupas destinadas à capital. Inspirando-se na história dos antigos barcos de lavagem de roupas de Meudon e em suas próprias memórias de infância, Jaildo recorda a origem afetiva do projeto: "Tudo surgiu a partir da minha memória em relação à minha avó que lavava roupa para outras pessoas lá no sertão de Pernambuco. Ficou na minha memória aqueles lençóis grandes, brancos, estendidos no varal." Para transformar essa lembrança em arte e desconstruir a rigidez do material, o escultor criou peças em mármore atravessadas por dobras monumentais. "Aí me veio a ideia a partir dessa memória da leveza do mármore, que a gente vê o mármore sempre como uma coisa pesada. Eu transformei o que é pesado em leve e suspendi o mármore como um tecido e ficar sempre naquela expectativa: ele vai cair ou não vai cair, o vento balança ou não balança." "Eu adicionei a tinta acrílica porque a cor vem representar a vida, que é um tempo determinado, limitado. Eu jogo com isso, com o peso, com a leveza, com o tempo e com a vida", complementa. Natural de Santa Maria da Boa Vista, ele conta que sempre gostou de fazer escultura, desde criança. "Comecei com manuseio do barro, depois fiz estudo técnico sobre gemologia e lapidação de pedras preciosas e semipreciosas que existiam na região", relembra. Após estudar escultura na Universidade Federal de Pernambuco, estabeleceu-se na capital francesa aos 22 anos. A exposição Étendre le marbre pode ser visitada de 3 a 27 de setembro de 2026, de quinta-feira a domingo, das 14h às 19h, com entrada gratuita na Orangerie do Domaine national de Meudon, contando também com a presença do artista para visitas guiadas durante a programação.

ESCS FM
Síntese - UE realiza congresso em 2027 para repensar o futuro europeu.

ESCS FM

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 2:09


Edição e reportagem de Débora InfanteUnião Europeia realiza congresso em 2027 para repensar o futuro europeu.Luís Neves considera o tráfico de droga a maior ameaça à segurança interna.Quase metade dos portugueses abandona atividades online devido a falhas na ligação à internet.Design: Carlota realSonoplastia: Nuno Viegas.

Noticiário Nacional
09h Von der Leyen anuncia plano europeu contra o calor e os incêndios

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Sep 16, 2026 13:50


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the news ☕️
O julgamento do ano no STF, ouro europeu está fugindo dos EUA, CR7 quer comprar o Al-Nassr e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Sep 16, 2026 15:05


Bom dia! ☕Faça o seu desafio com o Totalpass aqui.Conheça o Bioniq Repair aqui.Garanta sua camiseta clicando aqui.No episódio de hoje:

Holofote
César Rafael

Holofote

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 17:25


Foi com base na poesia de Fernando Pessoa e na evocação dos tempos dos Descobrimentos que César Rafael escreveu a obra "Saudades só portugueses", que lhe valeu o Prémio Europeu de Composição 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia dia a dia
O que nos contam os últimos dados sobre o mercado de trabalho europeu?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Sep 11, 2026 3:47


No segundo trimestre deste ano, 76,4% das pessoas entre os 20 e os 64 anos tinham emprego, segundo os últimos dados do EurostatSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pace Setters
Episódio 76 - À conversa com Miguel Moreira: o atleta do Benfica que quer chegar a Los Angeles 2028!

Pace Setters

Play Episode Listen Later Sep 6, 2026 82:24


No episódio 76 do Pacesetters, recebemos Miguel Moreira, atleta do Sport Lisboa e Benfica especialista em meio-fundo e corta-mato, campeão nacional de corta-mato em 2024 e finalista do Europeu de pista coberta. Com marcas como 3.37 nos 1500, 7.41 nos 3000, 13.18 nos 5000 e 28.38 nos 10 km de estrada, Miguel deu um salto muito claro de nível no último ano e meio, e a conversa começa precisamente por perceber o que mudou.A resposta passa por dois fatores que se cruzam: a mudança de treinador em 2024 e, sobretudo, a entrada num grupo de treino de outro patamar. Nível puxa nível, e Miguel é direto sobre isso. Falamos também do papel do desporto escolar como porta de entrada quase universal para o atletismo em Portugal, e de como as condições continuam praticamente iguais às de há vinte anos. A conversa desce depois ao detalhe do treino: a estrutura da semana com double threshold, os valores de lactato e os ritmos correspondentes, o encaixe da bicicleta como forma de manter carga sem impacto, especialmente depois de uma tendinite no glúteo médio que lhe custou quatro meses e um mês parado, e a comparação prática entre estagiar em Serra Nevada e em Font Romeu, com as diferenças de terreno, de adaptação e de ritmos em altitude. Há ainda pelo meio uma discussão sobre o corta-mato: por que razão exige menos treino específico do que parece, o que realmente distingue quem rende, e o preço que o corpo paga pelo calçado e pelo piso.Perguntámos-lhe também qual é a disciplina mais difícil de dominar ao alto nível, e a resposta, 1500m, abre uma conversa sobre a competitividade brutal daquela distância no panorama mundial. Falamos do canal DNF, Definitely Not Fast, que Miguel criou com Nuno Pereira, Alexandre Figueiredo e João Pedro Santos para mostrar o dia-a-dia real de quem vive do atletismo, e fechamos com os objetivos: Los Angeles 2028 como horizonte, as mínimas catastróficas dos próximos Mundiais, o caminho alternativo pelo ranking, e a ambição declarada de deixar de ser dos melhores nacionais para passar a ser dos melhores internacionais.Recomendações2025 IRONMAN World Championship Documentary - Documentário (YouTube) - https://www.youtube.com/watch?v=ZyHY57snyNUMike Brown Joins Roommates: Road to NBA Finals, Reacting to Mikal's WILD IG Live & Career Evolution - Podcast (YouTube) - https://youtu.be/28sxX4rob9IDNF - Definitely Not Fast - Canal Youtube- https://www.youtube.com/@defnotfastRafa - Docu-series (Netflix) - https://www.imdb.com/title/tt35052852/Parcerias e como ajudarem este projeto

Conversas à quinta - Observador
Fora do Baralho. Vamos ter um politburo europeu? E Luís Neves é o xerife?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 41:21


A moção de censura, o papel do PR e as condições de Neves são a jogada da semana. Nos naipes, o fim das trotinetes em Braga, o caso do Elevador da Glória e os planos para as poupanças dos europeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fora do Baralho
Vamos ter um politburo europeu? E Luís Neves é o xerife?

Fora do Baralho

Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 41:21


A moção de censura, o papel do PR e as condições de Neves são a jogada da semana. Nos naipes, o fim das trotinetes em Braga, o caso do Elevador da Glória e os planos para as poupanças dos europeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Trivela
#260 Fechamento da janela de transferências com Victor Canedo

Trivela

Play Episode Listen Later Sep 2, 2026 64:53


No último dia da janela de transferências, trazemos um convidado especial para falar dos últimos negócios dos clubes europeus e quais foram as principais histórias do mercado. Quem se reforçou melhor para a próxima temporada?SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil

Os Panenka
Terceira jornada, sorteio Europeu | Toca & Foge #3, com João Blanco

Os Panenka

Play Episode Listen Later Sep 1, 2026 36:24


Fala Agora
EP 333 - "No meu tempo é que era", Ir à tropa, Ser comissário europeu e Ser poliglota

Fala Agora

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 23:24


Hey, mates? Como estan? Trés bien aussi. Episódio poliglota, porque na verdade foi mais uma semana de viver do que contar. Também deu para uma zaragata familiar, mas pronto, ao menos não fomos a Abrantes. Grande abraço e boa sorte com a chuva!!Links homeopáticos -⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://linktr.ee/joaonunogoncalo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adere DAZN - https://www.awin1.com/cread.php?awinmid=126285&awinaffid=3023967&ued=https%3A%2F%2Fwww.dazn.com%2Fpt-PT%2Fhome Sem preciosas perguntas

Jornal de Desporto
18h30 Derrota lusa no Europeu Feminino de Voleibol

Jornal de Desporto

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 13:15


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Jornal de Desporto
12h30 Benfica e Braga lutam por mais um degrau europeu

Jornal de Desporto

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 16:20


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Z2 Talks
IRON KALMA e CAMP EUROPEU DE MARCHA ATLÉTICA! | RUN THE NEWS! | EP76

Z2 Talks

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 14:10


Ei cara, se aKALMA que teve IRON na Suécia, estreia das distancias de maratona e meia no Campeonato Europeu de Marcha Atlética la na terra dos Peaky "FOKIN!" Blinders e todo mundo bateu recorde... Até porque era a primeira né? Hoje o menino do letreiro foi obrigado na marra a grava seu pior pesadelo: um Inforunnin recheado com T100, Meia Internacional do Rio, recordes de Natação e notícias dos atletas Z2. Então sem mais delongas... RUN THE NEWS!---------------------------------------------Teco - Menino do Letreirohttps://www.instagram.com/tecogaitDrehttps://www.instagram.com/dredecoy---------------------------------------------00:00 Intro00:58 Iron Kalmar03:34 Campeonato Europeu Marcha Atlética06:58 Inforunning13:11 Outro13:54 Bloopers---------------------------------------------#running #corrida #runthenews #news #maratona #noticias #runningnerd #z2performance #z2talks #alwayschasing

Vida em França
Ondas de calor em França: "Autoridades ainda estão muito aquém de tomar acções e decisões"

Vida em França

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 14:57


A França tem vivido um verão inédito, com uma sucessão de cinco ondas de calor que se traduziram por 52 dias com temperaturas próximas ou acima dos 40 graus em praticamente todo o território. Segundo a agência nacional 'Météo-France', 2026 é desde já considerado -de longe- o ano com mais dias de altas temperaturas desde 1947, altura em que se começou a recolher esses dados. Isto traduz-se por uma estiagem generalizada com consequências nomeadamente para a agricultura. Há dias, o governo francês disse que iria anunciar em Setembro um plano de ajuda para os agricultores que foram colocados sob pressão nestas últimas semanas e cujos rendimentos estão a ser afectados. Num âmbito mais geral, o acesso à água potável é mais raro, com o caudal dos rios a baixar. Esta semana, 93 distritos foram submetidos a restrições na utilização da água, sendo que na semana passada, 40 mil pessoas chegaram inclusivamente a conhecer cortes no seu fornecimento. Uma situação perante a qual se torna mais premente a questão do abastecimento em água nas próximas semanas, com todas as consequências que isto acarreta, tanto no sector da agricultura, como no sector dos transportes, da energia ou ainda em termos ambientais. Questões que abordamos com Richard Tavares, consultor de projectos na Agência Europeia de Investigação (REA). RFI: Qual é a principal consequência destas sucessivas ondas de calor aqui em França? Richard Tavares: A consequência principal é sobretudo a retenção da água a nível dos aquíferos e dos dos cursos de água a nível superficial. A ocorrência das diferentes ondas de calor desde Maio afectam sobretudo a retenção da água, que normalmente em período primaveril, era mais acumulada, quer ao nível da superfície, mas também ao nível subterrâneo, nos solos. E estas ondas de calor excepcionais têm provocado sobretudo a evaporação da água a nível do solo. O período da Primavera já é um período, por exemplo, a nível agrícola, em que a actividade é bastante intensa. A remoção das camadas superficiais do solo aumenta ainda a evaporação da água, mas também a nível da vegetação, através da evapotranspiração que recebe um esforço ou um incentivo ainda maior. Ajuda ainda mais a libertar esta água que normalmente é retida. E depois há menos quantidade de água. RFI: E, portanto. Isto tem consequências a vários níveis. O nível mais óbvio é, designadamente a agricultura. É previsível que haja falta de alimento daqui uns tempos, por conta de más colheitas? Richard Tavares: Exactamente, é uma consequência directa destas ondas de calor. Actualmente, por exemplo, já se vê na produção quer dos cereais, quer de fruta e legumes, quer em França, quer noutros países europeus, por exemplo, os países vizinhos, a Bélgica, Itália e Espanha. Tanto a quantidade como o tamanho, por exemplo, da fruta e dos legumes têm reduzido visivelmente. O que tem logo um impacto tanto no consumidor, como no produtor, porque há menos quantidade de produto e o preço vai aumentar. Já existem alguns produtos em que tem havido aumentos, mas nos próximos meses será ainda maior o impacto, quer para o consumidor quer para o produtor, porque viu parte da sua produção reduzir significativamente. RFI: Isto poderá ter também o efeito de encorajar ainda mais os agricultores a usarem químicos na produção agrícola? Richard Tavares: Eu pessoalmente, não diria que existe esse efeito directo do aumento de químicos, porque a própria produção é afectada por falta de água. A introdução de determinados químicos iria afectar a qualidade, por exemplo, do cereal ou das plantas. A produção de químicos poderia ajudar, mas tinha que ser compensada também por um aumento da rega, o que não acredito que a nível de agricultores poderiam ter este aumento, porque a quantidade de água tem reduzido significativamente. RFI: Isto também, como disse, tem efeito sobre a produção de cereais, o que significa que isto também recai sobre o gado. Richard Tavares: Através de dados que recolhi recentemente através do Ministério da Agricultura francês, a quebra dos rendimentos a nível do sector agrícola e alimentar tem sido de 20 a 40%. Já em culturas actuais, quer do milho, girassol, horticultura, o que tem, além do impacto na própria produção industrial, o alimento, por exemplo, para o gado ou para a pecuária. Mas claro que depois a pecuária também será directamente afectada. RFI: Outra das consequências da falta de água tem a ver com o sector do transporte de mercadorias por via fluvial. Como é que estamos nesse aspecto? Richard Tavares: Começa a ser crítico, por exemplo, a nível dos cursos de água normais. O ofício francês da biodiversidade verificou que, a nível, por exemplo, do fluxo de água de rios, cerca de 43% das estações da rede de monitorização detectaram cursos de água já praticamente com seca total. Se isto já acontece nos pequenos rios, nos grandes cursos de água, por exemplo, o Reno, já estão a ser afectados. A nível de França já existe um impacto no transporte de material e de, por exemplo, a mesma a nível de cereais, um impacto directo não apenas para a distribuição, mas também para o contexto de serviços e de produtos que serão vendidos depois, mais tarde, em França. Não sei quais são os valores exactos, mas no transporte internacional, França, Alemanha e os países vizinhos, já existe uma redução drástica, incluindo, por exemplo, a Bélgica. O que implica para as empresas de transportes terem de ver rotas alternativas. A grande maioria é sobretudo o transporte através de camiões, o que tem logo um impacto não apenas económico, mas também na emissão de gases com efeito de estufa. RFI: O facto de baixar o nível dos rios e inclusivamente a água dos rios estar mais quente, faz com que também a produção de electricidade tenha vindo a baixar, dado que houve uma série de reactores que tiveram que suspender as suas actividades devido à falta de água ou outros motivos, como por exemplo -algo surpreendente- a chegada massiva de alforrecas que vinham perturbar a actividade. Richard Tavares: Alguns dos dados mais recentes da EDF e da Autoridade de Segurança Nuclear Francesa, de facto indicaram que três dos reactores já foram afectados. Tendo em conta que em França 70% da produção de electricidade é através de centrais nucleares, há um impacto directo não apenas a nível nacional, mas também a nível internacional. Portanto, o facto de o nível da água baixar ou mesmo a temperatura da água ser bem mais alta do que o normal, impede directamente o funcionamento parcial ou total dos diferentes reactores e da própria central. Existem casos, quer em França, quer noutros países europeus, por exemplo, a Hungria. Existe um impacto directo, o que tem consequências, infelizmente, directamente para o consumidor, no mercado de produção e de venda de electricidade, que é parcialmente pública e privada. O preço da produção de electricidade vai certamente aumentar, mas também a venda de electricidade francesa para os países vizinhos vai ter um impacto. Muitos dos países vizinhos, por exemplo, Espanha, Itália e mesmo Alemanha, compram electricidade francesa, sobretudo para o consumo nas horas de pico, e a redução desta produção tem logo impactos a nível europeu. Esperemos que não haja um 'blackout', como aconteceu em Portugal e em Espanha (em 2025), mas se a situação continuar, teremos que reduzir fortemente o consumo de electricidade. RFI: Relativamente ainda a todas estas consequências da falta de de água, a mais evidente é que há uma parte substancial da França que vê o acesso á água condicionado. Richard Tavares: Exactamente. Por exemplo, basta ver actualmente a plataforma digital do Ministério da Transição Ecológica. Em praticamente todos os distritos metropolitanos estão em alerta. Pelos dados que eu vi, 99 a 67 estão em nível máximo de crise, o que é um reflexo de obrigatoriedade de reduzir drasticamente o consumo de água. Por exemplo, em França, várias dezenas de conselhos já não têm água potável contínua nas torneiras, o que implica sistemas alternativos de distribuição de água ou através de camiões cisterna ou através de água engarrafada, o que é um impacto directo não apenas nas actividades de lazer, que essas serão obrigatoriamente cortadas ou reduzidas ao máximo, por exemplo, piscinas, rega de espaços públicos ou actividades de lazer. Mas há um impacto directo no consumo nas casas das pessoas. O que já é visível em muitas regiões. RFI: Não podíamos também deixar de mencionar o impacto ambiental da falta de água e, sobretudo, quando ela ainda existe, está mais quente. Portanto, isto significa também que há toda uma biodiversidade que fica desequilibrada, senão mesmo destruída. Richard Tavares: Exactamente. Aliando o período de seca com os graves incêndios florestais que tem havido em França e mesmo noutros países europeus, o impacto no ambiente e na biodiversidade local já é visível: o aumento quer da temperatura do ar ou da água. Já se referiu, por exemplo, o surgimento de alforrecas em cursos de água que não era normal, mas o surgimento e o aumento da população de espécies invasivas é cada vez maior a nível europeu. Não tenho dados específicos, mas a percentagem de espécies invasivas nos diferentes ecossistemas tem tido um 'boom' significativo, muito aliado aos eventos de temperatura extrema e pelas alterações climáticas. RFI: Tem alguns exemplos de espécies invasivas que estão agora a chegar massivamente, por exemplo, nos rios franceses ou mesmo no mar? Richard Tavares: Basta ver determinadas espécies de peixes que, por exemplo, as pessoas mantinham em aquários e que libertam acidentalmente ou voluntariamente em cursos de água. O mesmo acontece, por exemplo, com determinadas espécies de tartarugas que, até há uns anos atrás, tartarugas tropicais eram mais consideradas como animais de estimação que estariam em casa e foram libertadas. A nível de cursos de água, a população tem aumentado e há um impacto directo, quer nas populações autóctones que não estavam de todo preparadas para esta concorrência e mesmo outras espécies das quais eles se alimentam. Existem também muitos casos de plantas, quer plantas aquíferas, quer em zonas, por exemplo, de espaços naturais, onde existe um aumento significativo a nível europeu. Existem vários projectos europeus em curso que a nível da comunidade científica estão a investigar este impacto que é cada vez maior. Os resultados dos projectos estão a sair de uma forma contínua, alguns estão em andamento e é importante para o Observatório Europeu da Biodiversidade para tentar combater cada vez mais este tipo de espécies. RFI: Doravante, o verão aqui na Europa e em particular aqui em França, vai ser o 'inferno' que tem sido este ano? Richard Tavares: Infelizmente, a tendência não é muito optimista. O efeito directo das alterações climáticas e do contínuo aumento das emissões de gases com efeito de estufa, infelizmente, a tendência é de haver cada vez mais verões de eventos de temperaturas extremas. A própria temperatura média anual vai aumentar. E, ao contrário, os invernos poderão ter cada vez mais eventos de, por exemplo, temperaturas bastante baixas e de eventos, eu não diria tempestades invernais, mas de temperaturas mais baixas do que o normal. Mas é a tendência, infelizmente, que a comunidade cientifica já tem mostrado, quer através de modelos, quer através da monitorização nestes últimos anos. Mas as autoridades ainda estão muito aquém de tomar acções e decisões neste sentido. RFI: A seu ver, o que é que é preciso fazer, pelo menos aqui em França, para mitigar os efeitos destas mudanças que estão a chegar a um ritmo e com uma intensidade muito maiores do que se estava à espera? Richard Tavares: Eu diria que é sobretudo uma mudança de comportamentos e da forma da sociedade encarar o problema das alterações climáticas. Sobretudo um uso mais sóbrio da electricidade. Porque aumentando a electricidade ao nível em que estamos actualmente, não será apenas as centrais ou energias renováveis que vão conseguir cobrir este aumento. Existem países, por exemplo, como na Alemanha, onde centrais de carvão já tiveram de ser reactivadas, o que aumenta a produção. A mudança, sobretudo de comportamentos, a redução de veículos automóveis térmicos que, apesar das novas medidas da passagem ao eléctrico, ainda estamos a caminho. É uma consciencialização, por exemplo, de redução de ar condicionado a nível das habitações. Claro que as pessoas querem ter o conforto térmico, mas seria importante apostar em formas mais ecológicas e ambientalmente amigas para reduzir a quantidade de emissão de gases com efeito de estufa.

Volta ao mundo em 180 segundos
11/08: Sobe para 132 número de mortos em terremoto na Colômbia | Trump muda política de vacinação infantil; especialistas questionam | Seca avança pela Europa e atinge níveis recordes em vários países

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 6:16


132 mortos e mais de 500 feridos após terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na manhã de ontem. Foi o tremor mais intenso registrado no país na última década. O abalo foi sentido em Bogotá, Medellín, Cali e até em regiões do Equador e do Panamá. Em Manaus, moradores também relataram os efeitos do terremoto. E ainda:- Estados Unidos, México, Brasil, França e Equador ofereceram apoio à Colômbia. Departamento de Estados dos EUA anuncia a destinação de pouco mais de R$ 79 milhões em recursos para ações de abrigo, alimentação, proteção e avaliação dosimpactos do terremoto- Trump assina ordem executiva que reduz de 18 para 11 o número de vacinas recomendadas para crianças e propõe que a vacina tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola, seja aplicada em doses separadas, em consultas diferentes. Pediatras, especialistas em saúde pública e fabricantes de vacinas afirmam que não há evidências de benefício emseparar a vacina tríplice viral- A seca continua se agravando na Europa. Na Inglaterra, 71% do território já está em situação de seca. Em julho, a secaatingiu 95% da França continental e 99% da Suíça, os maiores índices desde o início dos registros do Observatório Europeu da Seca, em 2012 Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

Entendendo a Notícia
#1146 - CRISE EM CEUTA E MELILLA EXPÕE CINISMO EUROPEU

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 22:41


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

Ràdio Arrels
Perpinyà acull l'acte final del projecte europeu LocAll4Flood sobre el risc d'inundacions sobtades - Meritxell Abril

Ràdio Arrels

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 5:20


Les inundacions sobtades són un dels problemes propis de les conques mediterrànies que amb el canvi climàtic s'estan accentuant i posen en perill un gran nombre de població, especialment aquella que viu o treballa a zones inundables. L'Euroregió Pirineus-Mediterrània ha impulsat el projecte europeu LocAll4Flood per analitzar aquesta problemàtica i conèixer la conscienciació que els ciutadans tenen sobre aquest risc.

Noticiário Nacional
23h Está em vigor Regulamento Europeu da Inteligência Artificial

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 9:41


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Jorge Borges
Bibliotecas Públicas: o sistema imunitário europeu

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 16:53


Onde se analisa um relatório de 2026 da Comissão Europeia intitulado «Fortalecer a Europa através das bibliotecas públicas», destacando a sua relevância crucial para o sistema educativo. O documento revela que as bibliotecas modernas atuam como parceiras estratégicas das escolas no combate ao declínio dos índices de literacia e na promoção do prazer de ler. Além da leitura, as fontes enfatizam o papel destas instituições na luta contra a desinformação e na capacitação dos cidadãos para lidar com a inteligência artificial. Através de exemplos práticos em países como Portugal e Finlândia, demonstra-se que a colaboração comunitária é essencial para fortalecer a resiliência democrática. O panorama apresentado sugere que o investimento nestes espaços culturais é fundamental para colmatar a fenda digital e preparar as novas gerações para os desafios informacionais contemporâneos.

Pace Setters
Episódio 72 - À conversa com Daniel Santos: começou a correr aos 28 e chegou à seleção nacional!

Pace Setters

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 76:10


Neste episódio recebemos o Daniel Santos, atleta de trail natural de Santa Maria da Feira com 32m08s nos 10 km e uma maratona feita a 2h27m, marcas que chegou a construir depois de só ter começado a correr com 28 anos, passando pelo atletismo de pista, pela equipa de estrada do Espinho e pelo treino com Ricardo Ribas antes de encontrar o seu caminho no trail. A conversa percorre esse trajeto com detalhe: os grupos de amigos que o puxaram para as primeiras provas, o papel do cross-training com bicicleta na sua longevidade desportiva, e a estrutura da semana de treino com a metodologia da Ester Alves centrada em zonas cardíacas, com sessões de bicicleta integradas para reduzir o impacto e séries feitas muitas vezes em passadeira. Há também uma discussão genuína sobre o valor do trail para quem corre maioritariamente na estrada, não só pelo estímulo muscular diferente, mas pela proprioceção e pelo que isso faz à passada no asfalto ao longo do tempo.O episódio fecha com a história mais aguardada: a convocatória para a Seleção Nacional de Trail e a participação no Campeonato Europeu na Eslovénia. Daniel chegou à chamada sem saber sequer a distância da prova, integrou o estágio em Malhadas com os melhores atletas nacionais e viajou para a Eslovénia para acabar a correr a Open Race, a prova paralela ao Europeu, que acabou por vencer na sua categoria. RecomendaçõesUnderstanding VO2 Max: Why Exercise Matters for Heart Health and Longevity - YouTube - https://youtu.be/-mEjcm5qROAParcerias e como ajudarem este projeto

Ràdio Arrels
Corisa Mèdia Grup s'implica en el projecte europeu ESCAT Mèdia - Esther Martí

Ràdio Arrels

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 8:24


Corisa Mèdia Grup és un mitjà de comunicació del Ripollès que fa part del projecte europeu transfronterer POCTEFA ESCAT Mèdia llençat per l'AMIC i Ràdio Arrels.

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
A cimeira da NATO e o novo impulso europeu para reduzir a dependência industrial dos EUA

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 18:38


A cimeira da NATO decorre num momento em que a Europa procura afirmar uma maior autonomia industrial no seio da Aliança, enquanto a corrida ao armamento e as tensões entre Rússia, China e Irão continuam a redesenhar o equilíbrio global e a testar os limites da segurança internacional. No Irão, ninguém acredita que o atual momento de acalmia seja definitivo, e a grande questão é perceber quem acabará por impor o ritmo dos acontecimentos. Ouça a análise de Nuno Rogeiro no Jogos de Poder, transmitido a 7 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Arte da Guerra
A independência dos EUA “é uma revolução contra o imperialismo europeu”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 37:29


Sinal dos tempos: o ‘anti-europeismo' da administração Trump tem raízes históricas seculares, o que talvez ajude a explicar muita da contemporaneidade protagonizada pelo atual presidente da federação. É, de qualquer modo, um marco histórico incontornável, que marcou o globo há 250 anos.Mas, se Trump não conseguiu nada de especial na comemoração dos 250 da independência em termos de exacerbação da nacionalidade, passou-se exatamente o contrário com as cerimónias fúnebres do líder iraniano Ali Khamenei.Entretanto, a cimeira da NATO em Ancara revela mais uma vez todas as suas idiossincrasias.

Jorge Borges
Novo referencial europeu de cidadania digital escolar

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 24:36


Apresenta-se o DCE Planner, um novo referencial curricular do Conselho da Europa concebido para estruturar o ensino da cidadania digital entre os 5 e os 18 anos. Esta ferramenta organiza 320 resultados de aprendizagem em dez domínios distintos, abrangendo áreas como o bem-estar online, a literacia mediática e os direitos digitais. O projeto surgiu para colmatar a falta de diretrizes práticas e uniformes, promovendo competências que vão desde a segurança básica até à participação democrática ativa. O guia utiliza um modelo de currículo em espiral, revisitando temas com complexidade crescente à medida que os alunos amadurecem. Com a participação de especialistas de vários países, incluindo Portugal, o documento oferece um mapa flexível que as escolas podem integrar nos seus próprios planos pedagógicos.

Nefropapers
Videocast 27 - Europeu de Nefro - ERA 2026: Principais Destaques

Nefropapers

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 81:47


O Congresso Europeu de Nefrologia (ERA 2026) trouxe uma série de estudos que podem impactar diretamente a prática clínica nos próximos anos.Neste videocast especial, trouxemos os principais destaques apresentados em Glasgow, incluindo os novos dados sobre finerinona na doença renal crônica sem diabetes, os avanços no tratamento da nefropatia por IgA, terapias direcionadas ao sistema complemento, drogas anti-célula B, glomerulopatias, nefrite lúpica, obesidade, DRC e proteção renal.Também analisamos os resultados do estudo FIND-CKD, os dados do atrasentana na nefropatia por IgA, o papel crescente dos bloqueadores de complemento, novas perspectivas para doenças glomerulares e as tendências que podem transformar a nefrologia nos próximos anos.

Jornal de Desporto
12h30 Duarte Gomes sai; Kiko melhor europeu; Cabo Verde sonha

Jornal de Desporto

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 17:26


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Artes
"Aux Origines": uma exposição que mostra a presença do racismo sistémico no quotidiano europeu

Artes

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 11:53


Ir à escola, encontrar um trabalho, alugar uma casa ou ir ao médico não é tarefa fácil quando se tem uma cor de pele ou religião diferente do que é norma num determinado país. Assim, o racismo alimenta um sistema perpétuo de discriminação que só pode ser quebrado conhecendo os factos e as experiências de quem é vítima do sistema. É para isto que a exposição "Aux Origines", no Palácio da Porte Dorée, que abriga o Museu da Imigração, em Paris, quer alertar. Como é que a discriminação e o racismo se disseminaram nas sociedades ocidentais e quais as consequências até hoje para quem é visto como diferente em países como França, Espanha, Roménia ou Suíça? O Palácio da Porte Dorée, que abriga o Museu da Imigração, em Paris, quis responder a esta questão através de duas vias muito diferentes. Por um lado, mostrando os dados da discriminação reunidos num estudo feito a nível europeu, o UNDETERRED, mas também recorrendo a dados do Instituto Nacional de Estudos Demográficos. Por outro lado, utilizando obras de cerca de 40 artistas com percursos muito diferentes que espelham na sua prática artística a discrimação que viram e sofreram ao longo das suas vidas. Duas formas muito diferentes de ilustrar o racismo e a discriminação, mas que se complentam, como explicou à RFI Olivier Bedoin, um dos comissários desta exposição. "Na verdade, trata-se de duas perspectivas sobre uma única e mesma realidade. E essas duas perspectivas podem parecer contraditórias, mas, na verdade, complementam-se muito bem. Ou seja, colocamos em diálogo duas formas de visibilidade: uma baseada nas provas materiais, que consiste nos dados científicos extraídos de diversas pesquisas realizadas em França e na Europa sobre a questão da discriminação, e outra baseada na sensibilidade. E, para isso, convocámos cerca de quarenta artistas de cerca de vinte nacionalidades diferentes que têm, na sua história, uma ligação com a questão da discriminação, que, na sua maioria, são provenientes de migrações pós-coloniais e cuja obra reflecte a sua visão sobre estas questões. E, portanto, para o visitante, há uma pluralidade de pontos de vista que se expressam. Eles podem ser tocados, ao mesmo tempo, por estatísticas muito impactantes, que às vezes até podem ser violentas porque denunciam uma realidade violenta; e, ao mesmo tempo, podem ser tocados por algo que se insere mais na esfera do sentimento, através de obras que assumem formas muito diferentes", explicou o comissário. Pratos e cadeiras típicos do século XIX com motivos de escravatura, néons com frases que marcam o quotidiano das pessoas de diferentes origens, fotografias ou objectos do quotidiano que reforçam a existência durante anos da chamada France Afrique vão assim interpondo-se com dados de estudos sobre a discriminação na exposição “Aux Origines”, ou em português “Na origem”, um jogo de palavras já que se tenta encontra a raíz do racismo, mas também em França, é comum perguntar-se a origem, ou seja, de se é, logo na primeira vez que se conhece alguém. A exposição é marcada por frases fortes, onde os dados são alarmantes quando se fala de um imigrante vindo de África ou até jovens já nascidos em França mas com pais árabes. Por exemplo, 20% das crianças filhas de imigrantes vindos da África do Norte e da África subsaariana dizem ter vivido algum tipo de discriminação ao longo da sua escolaridade. Olivier Bedoin fala sobre os dados que o marcaram ao realizar esta exposição “No Museu da Imigração temos muita atenção a essas questões. Sabemos que as sociedades são marcadas por um racismo sistémico. No entanto, há alguns números que são particularmente marcantes. E eu fiquei surpreendido com um número que foi incluído na secção dedicada à área da saúde e que indica que, quando se é um homem branco e se vai à urgência por problemas respiratórios, tem-se 50% mais de chances de ser internado em comparação com uma mulher negra com os mesmos sintomas. Portanto, um sector como o da saúde, que poderíamos imaginar estar fora dessas discriminações”, contou. O estudo UNDETERRED aprofundou em vários países europeus os impactos da discriminação, alargando a sua pesquisa para além da saúde ou da educação e incluiu também o alojamento e o acesso ao emprego. Em França, o Defensor de Direitos estima que 40% dos homens identificados como negros através dos seus nomes foram discriminados quando procuravam casa. Já no trabalho, em França, ter um nome que soe a um apelido do Norte de África diminui a um terço a possibilidade de ser contactado para uma entrevista de emprego.  Todas estas discriminações somadas em sectores essenciais para a vida de cada indivíduo constituem o racismo sistémico nas sociedades ocidentais.  “A exposição aborda questões de racismo tanto no alojamento como na educação e outras áreas desde logo porque o estudo que deu origem a esta exposição é um estudo realizado na Europa, através do Projecto UNDETERRED, que se dedicou a descrever e investigar as discriminações em diversos sectores da nossa vida quotidiana e são esses sectores que incluímos na exposição. E, de facto, são esses sectores que normalmente estão ligados a direitos que deveriam ser garantidos para todos. Portanto, o direito à saúde, o direito à educação, o direito a ter uma casa. E o que tentamos mostrar na exposição é que as pessoas que sofrem discriminação enfrentam uma série de barreiras para ingressar nesses diferentes setores e, portanto, as discriminações acumulam-se e alimentam-se mutuamente. Porque, se alguém não tiver acesso a um emprego estável, provavelmente também não terá acesso a uma casa. Logo, a ideia era mostrar esses ciclos sistémicos que impedem a população de ter acesso a esses direitos fundamentais”, detalhou. Em conjunto com a outra comissária da exposição, Farah-Clémentine Dramani-Issifou, Olivier Bedoin trabalha há dois anos na elaboração desta exposição encontrando artistas, identificando obras e percorrendo galerias. Estes são artistas ligados de alguma forma às questões da discriminação e à questão das migrações pós-coloniais. Especificamente para a exposição “Aux Origines”, o Museu da Porte Dorée encomendou uma obra à artista moçambicana Euridice Zaituna Kala. E é esta peça que abre a exposição. “Para esta exposição encomendámos a realização de duas obras. A primeira obra encomendada é a obra de abertura, criada por Euridice Zaituna Kala, uma artista de origem moçambicana que há muito tempo trabalha com a representação de arquivos através de instalações em vidro e aço. E, para a exposição, ela realmente trabalhou nos nossos acervos, nas colecções e nos arquivos do museu para resgatar cartazes com iconografia racista que datam, de facto, mais ou menos da época da construção do Palais de la Porte Dorée, que foi erguido para a Exposição Colonial de 1931. E, na verdade, ela cria uma estrutura de vidro muito frágil que contrasta com a monumentalidade do Palais de la Porte Dorée, como se quisesse indicar, em última análise, os alicerces ideológicos muito frágeis sobre os quais repousa esse palácio, que é um palácio de propaganda colonialista”, indicou. A exposição abriu ao público no início de Junho e vai durar até 23 de Agosto. Tem sido visitada por muitas escolas, mas também muitos visitantes individuais que se comovem ao ver os números dos estudos e pesquisa sobre o racismo traduzidos em obras de arte tocantes. “As reações têm sido muito positivas. Na verdade, há muita emoção na visita a esta exposição. Podíamos pensar à partida que uma exposição sobre o racismo seria algo bastante austero. E, na verdade, esse diálogo entre as obras de arte e os dados pode gerar reações muito comoventes, já que as pessoas podem identificar-se, ver-se nas obras e, assim, acabar  por se reconhecer numa parte das realidades que mostramos”, concluiu.

Editorial - Gazeta do Povo
Editorial: Bloqueio europeu à carne brasileira evidencia obstáculos ao livre comércio

Editorial - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 4:23


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Nem tudo o que vai à rede é bola
Três Toques. Fãs de Ronaldo invadem as redes de Francisco Conceição

Nem tudo o que vai à rede é bola

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 6:39


Das redes de Conceição invadidas ao recorde quase batido por Eloy Room, o futebol ferve. Pelo meio, a UEFA já mexe nas regras e descarta as pausas de hidratação obrigatórias para o próximo Europeu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
14h Quarto lugar no Europeu é "ingrato" consideram canoístas portugueses

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 12:11


Quarto lugar no Europeu é "ingrato" consideram canoístas portuguesesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Meninos De Ouro
O PSG é bicampeão europeu

Os Meninos De Ouro

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 89:11


Nesta emissão, recebemos Rui Passos Rocha, autor de Promessas do Futebol (Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2026). O livro traça um raio-x ao "funil" do futebol, revelando como a sorte, o "efeito da idade relativa" e as barreiras socioeconómicas travam milhares de jovens talentos. Ao longo da conversa, Rui partilha connosco os bastidores da investigação, as descobertas que mais o surpreenderam, e histórias inéditas.Na segunda parte, mergulhamos na atualidade: analisamos a final da Liga dos Campeões entre PSG e Arsenal e celebramos o feito inédito dos quatro portugueses bicampeões europeus. Com o Mundial de 2026 à porta, debatemos as expectativas para a Seleção Nacional. Até onde pode chegar Portugal?Tudo isto e muito mais n'Os Meninos de Ouro.Nota: A apresentação pública de Promessas do Futebol acontece no dia 7 de junho, às 17h, na Feira do Livro de Lisboa.

Noticiário Nacional
16h Comissão Europeia: problemas das filas nos aeroportos em Portugal não está no Sistema Europeu

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 21, 2026 13:34


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Noticiário Nacional
22h FCP sagra-se campeão europeu de Hóquei em Patins

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 10, 2026 11:25


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Noticiário Nacional
20h Exercício europeu revela afinações a fazer nos novos helicópteros Black Hawk 

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 6, 2026 10:09


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Que tal um cineminha?
2º Festival de Cinema Europeu Imovision

Que tal um cineminha?

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 1:09


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Por Falar em Correr
Redação PFC 254 - Recorde europeu masculino dos 5 km, Maratona de São Paulo e Maratona de Paris

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 38:14


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Colunistas Eldorado Estadão
Morelli: Brasil não passa em teste contra primeiro time europeu

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 9:49


Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PEBMED - Notícias médicas
Radar Médico – Guideline europeu de perimenopausa e menopausa

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 7:21


No episódio de hoje do Radar Médico, Juliane B. Braziliano, endocrinologista, traz os principais pontos do novo guideline europeu de perimenopausa e menopausa, publicado no fim de 2025, com foco em diagnóstico, abordagem clínica e manejo terapêutico.Para mais conteúdos como esse, acompanhe nosso canal no Spotify!

Ràdio Maricel de Sitges
El Festival Internacional del Patchwork de Sitges, referent europeu, celebra la 21a edició

Ràdio Maricel de Sitges

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026


L'art del Patchwork continua movent masses, aquest any Sitges torna a acollir el Festival Internacional de Patchwork i durant quatre dies, de dijous a diumenge, i en horaris el Passeig de la Ribera aplegarà la Fira Comercial i Professional amb 106 expositors a banda d'oferir cursos i tallers i exposicions d'artistes internacionals provinents d'Estats Units, Corea i d'Europa en diferents espais com el Mercat Vell, l'Escorxador o l'espai Joan Tarrida. N'hem parlat amb la directora del Festival, Inma Farrero que ha assegurat que el de Sitges és un Festival de Patchwork referent a Europa. L'entrada El Festival Internacional del Patchwork de Sitges, referent europeu, celebra la 21a edició ha aparegut primer a Radio Maricel.

Noticiário Nacional
20h Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 11:34


Ta de Clinicagem
TdC 319: ACLS 2025 - Consenso americano e europeu

Ta de Clinicagem

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 36:05


Esse tema foi abordado na revisão 43 do Guia TdC. Para saber mais, acesse: https://www.tadeclinicagem.com.br/guia/517/acls-2025-consensos-americano-e-europeu/

Vichyssoise
Um apoio inopinado a Seguro e o Aikido europeu de Marcelo

Vichyssoise

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 16:45


A segunda volta das Presidenciais e o discurso de Marcelo na despedida europeia foram os temas da Vichyssoise. Programa especial em Estrasburo contou com a participação de Diogo Teixeira Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Visão Global
Novo apoio financeiro europeu à Ucrânia

Visão Global

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 49:09


Mais 90 mil milhões de euros da UE para "necessidades urgentes" da Ucrânia. O garrote americano ao petróleo da Venezuela. Os bloqueios jihadistas aos combustíveis no Mali. Edição de Mário Rui Cardoso.

Podcast 45 Minutos
COPA DO MUNDO 2026: OS POTES PARA O SORTEIO DE 5 DE DEZEMBRO E O QUE AINDA PODE MUDAR

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 33:17


Celso Ishigami e Fred Figueiroa analisam todas as possibilidades das chaves que envolvem as principais seleções do mundo na Copa do Mundo de 2026. As seleções que podem enfrentar o Brasil e os principais elencos do futebol Europeu, analisados pela turma de sempre. Vem!

O Assunto
A ameaça de drones no espaço aéreo europeu

O Assunto

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 26:09


Convidado: Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Em 8 de setembro, a Polônia relatou que drones sobrevoaram o país sem autorização. Desde então, Romênia, Estônia e Dinamarca registraram invasão aérea de seus territórios. Todos estes países integram a Otan. Governos europeus apontam todos os dedos para Moscou: afirmam que se trata de uma ofensiva russa e que há um padrão de intimidação. O Kremlin nega. Em discurso na Assembleia Geral da ONU no fim de semana, o chanceler russo Sergei Lavrov fez acusações contra a Ucrânia, negou que Moscou esteja planejando um ataque contra a Europa e ameaçou quem agredir a Rússia. Para analisar a possibilidade de os drones serem russos e as consequências da reação preliminar da Otan, Natuza Nery conversa com Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Ele avalia a hipótese de que a Rússia esteja testando as defesas antiaéreas e o monitoramento dos países que integram a aliança militar que prevê que, caso um de seus membros sejam atacados, o bloco deve se defender.