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Esportes
Edson Bindilatti se despede da sexta Olimpíada com olhar no futuro do bobsled brasileiro

Esportes

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 5:46


A despedida olímpica de Edson Bindilatti, aos 46 anos, foi marcada por emoção e simbolismo nos Jogos de Inverno de Milano-Cortina. Capitão da equipe brasileira de bobsled por mais de duas décadas, o piloto disputou na Itália sua sexta participação olímpica, um feito raro no esporte brasileiro, e confirmou que esta foi sua última presença nos Jogos como atleta. Luciana Quaresma, especial para RFI A aposentadoria das pistas olímpicas, no entanto, não significa ruptura com a modalidade que define sua trajetória. Mesmo deixando as competições olímpicas, Bindilatti mantém o foco no futuro do esporte. Ele idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo. O projeto “Sonho Real” prevê a construção de uma pista de largada adaptada, que permite treinos técnicos em solo brasileiro, mesmo sem gelo. “O projeto surgiu porque eu sempre quis devolver tudo o que o esporte me deu. A gente começou as obras, mas os recursos acabaram. Ainda falta investimento para terminar, mas eu tenho certeza de que vamos conseguir,” afirma o atleta baiano. Sonho em movimento O projeto “Sonho Real” prevê a conclusão de uma pista de largada, conhecida como push track, equipada com trilho metálico e trenó adaptado com rodas, permitindo que atletas treinem a fase mais decisiva da prova, a impulsão inicial, mesmo sem gelo. A iniciativa visa suprir uma das principais carências da modalidade em um país sem pistas refrigeradas, oferecendo treinamento técnico contínuo ao longo do ano. Além da preparação de pilotos e atletas para o alto rendimento, o centro tem vocação formadora e social: Bindilatti pretende revelar novos talentos, ampliar a participação feminina no bobsled e atuar como mentor da próxima geração, transformando a experiência acumulada em seis Olimpíadas em legado permanente para os esportes de inverno no país. O projeto tem caráter duplo: alto rendimento e inclusão social. “A ideia é formar novos atletas desde a base, criando um caminho estruturado para o desenvolvimento do bobsled no país. O que me move é saber que existe futuro, que existe possibilidade de evolução. Eu quero continuar contribuindo com o meu conhecimento, na parte técnica, física, de pilotagem, para que a gente possa melhorar cada vez mais.” De pioneiro à consolidação da modalidade A história de Bindilatti se confunde com a do bobsled brasileiro. Quando iniciou na modalidade, no fim da década de 1990, o cenário era de improviso. Faltavam recursos, estrutura e equipamentos competitivos. “Quando a gente começou era bem difícil. Não tinha material competitivo, não tinha estrutura. A gente veio desbravando, evoluindo”, relembra. Ao longo das seis participações olímpicas, durante vinte e seis anos, ele acompanhou a transformação gradual do esporte de inverno no país. O que antes dependia de esforço individual e criatividade passou a contar com maior organização, planejamento e suporte institucional. “Hoje, quando um atleta chega ao bobsled, ele tem tudo em mãos. Não precisa ir atrás de conhecimento, já está tudo perto dele. Isso me deixa muito feliz de ter participado dessa evolução não só do bobsled, mas dos esportes de inverno no geral.” O peso de competir sem neve Representar um país tropical em uma modalidade de gelo nunca foi tarefa simples. O custo elevado dos equipamentos, cotados em moeda estrangeira, e a necessidade de treinar no exterior sempre foram obstáculos adicionais para a equipe brasileira. “É uma modalidade cara. A gente já sai várias vezes atrás das grandes equipes por conta do valor do dólar e do real”, explica. Milano-Cortina também ficará marcada pela conquista histórica de Lucas Pinheiro Braathen, que garantiu ao Brasil sua primeira medalha de ouro em Jogos Olímpicos de Inverno no esqui alpino, um marco para o país e para a América do Sul. Para Bindilatti, o resultado vai além do pódio “Hoje a gente tem uma medalha olímpica de ouro. Não tenho palavras para agradecer por estar vivendo esse momento”, afirmou. “Isso abre os olhos para futuros patrocinadores e investidores, para que a gente possa trabalhar de uma forma mais direcionada para cada modalidade.” Ele acredita que a conquista tem potencial de transformar o cenário dos esportes de inverno no país. “Essa medalha histórica mostra que é possível. Agora a gente percebe um olhar mais atento para essas modalidades. Isso fortalece todo o sistema. Acredito que essa visibilidade pode abrir portas para investidores que queiram apostar no esporte de inverno do Brasil.” Para Bindilatti, o momento atual é de transição e oportunidade. Ele vê uma geração mais preparada chegando e um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento técnico. “Espero que agora a gente consiga trabalhar de forma mais direcionada, com mais subsídios para ensinar melhor e formar atletas não só vencedores no esporte, mas na vida.” Despedida com reconhecimento Em Milano-Cortina 2026, a sexta Olimpíada representou o fechamento de um ciclo iniciado há mais de 20 anos. A última descida teve peso simbólico para quem ajudou a colocar o Brasil no mapa do bobsled internacional. “Representar o meu país é algo muito especial. Eu tive essa oportunidade por cinco vezes e agora tive a chance de representar o Brasil pela sexta vez em Jogos Olímpicos. Poucos atletas tiveram essa possibilidade, ainda mais estando em alta performance”, afirmou. Segundo ele, a preparação para esta edição teve um significado diferente. “Eu sempre me preparei pensando nos Jogos Olímpicos, mas especificamente para este eu cheguei em uma condição muito melhor, mesmo com 46 anos. Isso prova que a idade é apenas um número.” Com o desempenho em Cortina, a equipe liderada por Edson Bindilatti encerra a participação olímpica consolidando um processo de amadurecimento técnico e competitivo que vem sendo construído há mais de duas décadas. A 19ª colocação, melhor resultado da história do país na modalidade, simboliza não apenas uma marca numérica, mas o avanço estrutural do bobsled brasileiro no cenário internacional, justamente na despedida olímpica de seu principal pioneiro. O reconhecimento veio também fora da pista. Na cerimônia de encerramento, em Verona, Bindilatti foi escolhido para carregar a bandeira do Brasil, gesto que sintetiza sua importância histórica para a modalidade. Se o atleta se despede dos Jogos, o construtor de caminhos permanece ativo. Edson Bindilatti encerra a carreira olímpica após seis participações, mas segue determinado a impulsionar o bobsled brasileiro para além do gelo, agora como mentor e formador das próximas gerações.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #385 - Fim da histórica Olimpíada de Inverno para o Brasil

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 74:11


Os Jogos Olímpicos de Milão-Cortina chegaram ao fim com uma campanha histórica para o Brasil. Além da medalha de ouro de Lucas Pinheiro no slalom gigante do esqui alpino, vários atletas e equipes brasileiras fizeram as melhores marcas da história do país em suas respectivas modalidades. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam a campanha brasileira nas Olimpíadas, trazem um balanço geral do que foram os Jogos e traçam um panorama para o futuro do esporte de inverno no país. O podcast ainda repercute os acontecimentos do tênis, com Rio Open e WTA 1000 de Dubai, além do tênis de mesa com o Smash de Singapura

Arauto Repórter UNISC
Os nomes que o coração nunca esquece

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 3:01


Tente lembrar…das cinco pessoas mais ricas do mundo.Agora pense…nos últimos ganhadores do Prêmio Nobel.E as últimas vencedoras do Miss Universo?Dez medalhistas de ouro das Olimpíadas…Os vencedores mais recentes do Oscar…Conseguiu?Difícil… né?E olha que são nomes que estiveram nas manchetes…receberam aplausos…subiram aos palcos…entraram para a história.Mas o tempo passa…os aplausos silenciam…os prêmios ficam empoeirados…e a memória… deixa ir.Agora eu te convido para um outro teste.Lembre do nome de um professor que marcou a sua vida.De um amigo que segurou a sua mão quando tudo parecia desabar.De alguém que te ensinou algo que dinheiro nenhum paga.Pense…em quem fez você se sentir amado.Em quem faz bem só de estar por perto.Foi mais fácil… não foi?Sabe por quê?Porque as pessoas que realmente fazem diferença na nossa vidanão são as que têm mais títulos…mais dinheiro…ou mais troféus na estante.São as que têm espaço no nosso coração.As que se importam.As que ficam.Valorize quem caminha ao seu lado.No fim das contas…são esses nomesque a gente nunca esquece.

Assunto Nosso
Os nomes que o coração nunca esquece

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 3:01


Tente lembrar…das cinco pessoas mais ricas do mundo.Agora pense…nos últimos ganhadores do Prêmio Nobel.E as últimas vencedoras do Miss Universo?Dez medalhistas de ouro das Olimpíadas…Os vencedores mais recentes do Oscar…Conseguiu?Difícil… né?E olha que são nomes que estiveram nas manchetes…receberam aplausos…subiram aos palcos…entraram para a história.Mas o tempo passa…os aplausos silenciam…os prêmios ficam empoeirados…e a memória… deixa ir.Agora eu te convido para um outro teste.Lembre do nome de um professor que marcou a sua vida.De um amigo que segurou a sua mão quando tudo parecia desabar.De alguém que te ensinou algo que dinheiro nenhum paga.Pense…em quem fez você se sentir amado.Em quem faz bem só de estar por perto.Foi mais fácil… não foi?Sabe por quê?Porque as pessoas que realmente fazem diferença na nossa vidanão são as que têm mais títulos…mais dinheiro…ou mais troféus na estante.São as que têm espaço no nosso coração.As que se importam.As que ficam.Valorize quem caminha ao seu lado.No fim das contas…são esses nomesque a gente nunca esquece.

Esportes
Zagueira da seleção brasileira, Tarciane mira Copa do Mundo de 2027 e fala da adaptação na França

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 5:36


Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.

Vortex
Vortex 113 - Olimpíadas de inverno parte 2: Ouro do Brasa, barraco no curling, atletas esgotam camisinhas, cartãozeira e chifre do biatlo

Vortex

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 49:39


@katiucha e @OdeioPePe querem saber: você assumiria uma traição em rede internacional para ter seu paquera de volta? Se o crime não compensa, como uma cartãozeira ganhou medalha de ouro? Esse e outros questionamentos no episódio 113 do VortexOferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODAcesse o link do Vortex e ganhe DESCONTO ESPECIAL  na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio:Pronuncia do Sobrenome do LucasLucas Pinheiro cantando o hino do Brasil  Localização perfeita para uma olimpíada de inverno Acusação de trapaça vira polêmica no curling com xingamento e pedido de VARCurling: Canadá vive nova polêmica nos Jogos de Inverno de 2026 após acusação de trapaça no time masculinoVídeo da atleta canadense também SUPOSTAMENTE usando o dedinhoShaidorov se vestiu como Po , da franquia Kung Fu Panda, durante o evento de gala do Campeonato Mundial de 2025Rotina de Duna do medalhista de ouroAmericano dá mortal na patinação artistica, movimento que foi banido por anosNorueguês ganha medalha e confessa traiçãoResposta da NamoradaFugitivo eslovaco capturado quando tentou assistir hóquei olímpicoBatedora de carteira fa França leva ouroEstoque de camisinhas acaba na Vila Olímpica dos Jogos de Inverno, e 10 mil preservativos são repostos: 'Terminaram em 3 dias'Ex-atleta olímpica alemã revela por que há tantas relações sexuais entre atletas durante os Jogos OlímpicosProdução: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa 

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais
Inovações e problemas marcam segundo dia de testes da F1 no Bahrein | EM PONTO #850

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 67:31


Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre o segundo dia da última semana de testes no Bahrein. No segundo bloco, otimismo de Bortoleto e da AUDI. E mais: Vettel quer correr Le Mans com Verstappen, Câmara lidera testes da F2, Hamilton recebe convite para Olimpíadas.

Fim de Tarde Eldorado
Olimpíada de Inverno: canadense é acusado de trapaça no curling

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 13:06


O canadense Marc Kennedy é acusado de trapacear na partida entre Canadá e Suécia, pelos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina-2026. Segundo o sueco Oskar Eriksson, Kennedy teria tocado na pedra após o lançamento, o que é irregular. Gustavo Lopes comenta o assunto em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 15/02/2026 | Lula no desfile do Galo da Madrugada / Policiais fantasiados

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 182:44


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (15): O presidente Lula (PT) chegou por volta das 10h ao desfile do Galo da Madrugada, no Recife, neste sábado (14), acompanhado da primeira-dama Janja da Silva. O prefeito João Campos (PSB) e a governadora Raquel Lyra (PSD) também acompanharam a celebração no mesmo espaço. Policiais civis fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo prenderam três suspeitos de furtar celulares durante um bloco de Carnaval na região da República, no Centro de São Paulo, na tarde deste sábado (14); segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, agentes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) estavam infiltrados na festa, caracterizados como Scooby, quando identificaram o grupo em meio aos foliões. O ministro Dias Toffoli negou veementemente nesta sexta-feira (13) as suspeitas de que teria gravado e vazado o áudio da reunião reservada entre os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro resultou no seu afastamento da relatoria do Caso Master. As desconfianças entre os pares surgiram após a publicação de diálogos literais da sessão pelo portal Poder360. Em nota, Toffoli classificou as insinuações como “absolutamente inverídicas” e “sem precedentes”, sugerindo que o vazamento poderia ter origem em falhas técnicas ou na área de tecnologia da Corte. “Nunca gravei uma conversa na minha vida”, afirmou o magistrado. As tarifas impostas por Donald Trump tiveram efeitos diferentes na balança comercial dos países atingidos, alterando fluxos de exportação, custos de importação e cadeias produtivas globais. No Brasil, os impactos variam conforme o setor. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Cesar Queiroz, especialista de mercado. O Ministério Público Federal denunciou os delegados Rivaldo Barbosa e Giniton Lages, além do policial Marco Antônio de Barros Pinto, por obstrução de justiça e associação criminosa sob a acusação de que teriam atuado para atrapalhar as investigações da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O Carnaval 2026 em São Paulo conta com uma operação de monitoramento de alta tecnologia coordenada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), com uma central que funciona 24 horas para supervisionar blocos de rua e eventos; ao todo, mais de 13 mil policiais militares foram mobilizados no estado, com foco na capital, utilizando drones, câmeras de reconhecimento facial e leitura automática de placas integradas ao Programa Muralha Paulista. O Congresso Nacional deve intensificar as atividades após o feriado, com projetos considerados prioritários na pauta das Casas, incluindo a análise do Caso Banco Master e discussões sobre a escala 6x1, temas que devem mobilizar deputados e senadores nas próximas sessões e influenciar o ritmo das votações em Brasília. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o cientista político Fábio Andrade. O ministro André Mendonça é o novo relator dos procedimentos sobre o caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal, substituindo Dias Toffoli, que deixou a função nesta quinta-feira (12); a mudança ocorreu após a Polícia Federal enviar à Corte um relatório com menções ao nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, que é investigado por suspeita de fraude financeira. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Caroline Barreto Dinucci, advogada processualista. O atleta brasileiro Lucas Pinheiro fez história ao conquistar a primeira medalha de ouro do Brasil em uma Olimpíada de Inverno, ao vencer a prova do slalom gigante nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, realizados em Milão-Cortina; a conquista inédita emocionou a família, incluindo o primo Lucas Cassins, que celebrou a medalha e destacou o feito histórico para o esporte nacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

CoutoPodcasts
Boletim Olímpico Milão-Cortina 2026: DIA 09

CoutoPodcasts

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 4:24


Confira os destaques olímpicos do quinto dia de jogos olímpicos de inverno! Destacando o primeiro Ouro Brasileiro nas Olimpíadas de Inverno!

Esportes
Seleção brasileira de judô começa 2026 com ouro e treinos intensos na Europa

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:38


O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva.   Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.

Resumão Diário
JN: Toffoli deixa relatoria do caso Master; PF mostrou que ministro é citado em mensagens no celular de Daniel Vorcaro

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 5:31


O Supremo Tribunal Federal reuniu todos os ministros para discutir o caso Master. A crise se agravou depois de a Polícia Federal mostrar que Dias Toffoli foi citado em mensagens no celular de Daniel Vorcaro. Toffoli admitiu que é sócio da empresa que vendeu participação no resort Tayayá, mas negou irregularidades e disse não ver impedimento para continuar relator do caso Master. O presidente do STF, Edson Fachin, pediu que o procurador-geral da República analise uma eventual suspeição do ministro Dias Toffoli. Nos Estados Unidos, Donald Trump determinou o fim da operação contra imigrantes em Minnesota. E, nas Olimpíadas de Inverno, um atleta da Ucrânia foi desclassificado por homenagear mortos da guerra contra a Rússia.

Fim de Tarde Eldorado
O skeleton brasileiro na Olimpíada de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 11:30


A brasileira Nicole Silveira terminou o primeiro dia do skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno em 12º lugar, com 1min55s78 na soma de duas descidas em Cortina D’Ampezzo. Ela volta para a pista às 14 horas (horário de Brasília) deste sábado para as duas últimas baterias. Gustavo Lopes conta os detalhes em conversa com Leandro Cacossi. See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 12/02/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 34:23


Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (12): Dias Toffoli determina que PF envie ao STF dados de celulares apreendidos. Toffoli também nega ter recebido dinheiro de Daniel Vorcaro. Presidente do Supremo convoca colegas para discutir o caso Master. Governo americano anuncia retirada de agentes de imigração do estado de Minnesota. Atleta ucraniano é eliminado da Olimpíada de Inverno por usar capacete em homenagem aos mortos na guerra.

Rádio Gazeta Online - Podcasts
Boletim Rádio Gazeta Online - 3ª edição (12 de fevereiro de 2026)

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 3:30


Na terceira edição deste boletim você confere:- Atleta da Ucrânia é desclassificado da Olimpíada de Inverno por tentar homenagear mortos na guerra;- Apple lança atualização que permite transferência de dados com Androids por aproximação;- Diminui o número de alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Thales dos Santos, do curso de Jornalismo.Escute agora!

Vortex
Vortex 112 - Olimpíadas de inverno parte 1: Brasil farmando aura, preenchimento peniano ilegal e o Curling das ruas

Vortex

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 54:52


No primeiro Vortex especial das olimpíadas de inverno, @katiucha e  @OdeioPePe comemoram a aura brasileira no esporte e questionam se vale arriscar  a integridade do seu SLALOM pra conseguir uma vantagem competitiva. Oferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODAcesse o link do Vortex e ganhe DESCONTO ESPECIAL  na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio:Lista de esportes da Olimpíada de inverno Preciso descobrir onde consigo praticar curling no norte de minas gerais urgentemente Quando você acha que pode praticar Curling e seu corpo se recusa O melhor/pior dia do Mascote das Olimpiadas Disputa de Curling com panelas de pressão no gelo Tutorial de Curling brasuca a "quase" prova de trenó Uniformes das Delegações  Uniforme do Brasil pras Olimpíadas de InvernoO snowboarder brasileiro Pat Burgener andando com o uniforme da delegação brasileira na abertura para ver a reação das pessoasO ENCONTRO DO MASCOTE COM O TALISMÃ!Lucas e sua bacia de pão de queijoComo é preparada a pista de Curling A dúvida: que esporte é esse?  Como injeções de ácido no pênis viraram polêmica nas Olimpíadas de Inverno Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa 

Fim de Tarde Eldorado
O Brasil no snowboard da Olimpíada de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 12:50


Gustavo Lopes analisa o desempenho do Brasil no snowboard da Olimpíada de Inverno 2026 na tarde desta quarta-feira, 11.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim de Tarde Eldorado
O início da participação do Brasil na Olimpíada de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 13:35


Gustavo Lopes fala sobre a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno 2026 em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #383 - A estreia do Brasil nos Jogos Olímpicos

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 76:15


O Brasil iniciou sua trajetória nas Olimpíadas de Milão-Cortina com o esqui cross-country. Manex Silva, Bruna Moura e Duda Ribera foram os primeiros da delegação brasileira a competir e conseguiram boas marcas. Neste episódio, Guilherme Costa, diretamente da Itália, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão repercutem o desempenho dos brasileiros, principalmente a volta por cima de Bruna Moura que estreou em Jogos Olímpicos após ficar fora da última edição às vésperas dos Jogos por conta de um acidente automobilístico. O podcast ainda traz os recordes olímpicos que foram quebrados até o momento e avaliam a maior zebra do torneio. Nos esportes de verão, destaque para o título de Rafaela Silva, no Grand Prix de Paris, e Hugo Calderano que alcançou a segunda colocação no ranking mundial de tênis de mesa. Dá o play!

PEBMED - Notícias médicas
Afya News | 09/02/26: Surto de norovírus, AVC na gestação e resiliência em saúde

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 2:53


A edição de hoje destaca o surto de norovírus nas Olimpíadas de Inverno de 2026 e a importância do diagnóstico sindrômico e da higiene em ambientes coletivos. Trazemos também a nova declaração da American Heart Association sobre a urgência do tratamento de AVC em gestantes e no pós-parto, reforçando a segurança dos exames de imagem durante a gravidez. Por fim, apresentamos as cinco grandes tendências globais que devem tornar os sistemas de saúde mais resilientes e focados na atenção primária para 2026. Acompanhe as notícias que moldam a segurança do paciente e a gestão clínica no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:⁠https://portal.afya.com.br/podcasts/carreira/09-02-2026

TUTAMÉIA TV
Direto de Milão, ativista italiana fala sobre os protestos nos Jogos de Inverno

TUTAMÉIA TV

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 29:17


TUTAMÉIA entrevista a ativista italiana Nicoletta Manuzzato, editora do site Latinoamerica-online.it, que participou das manifestações em MIlão contra a presença de policias do ICE na Olimpíada de Inverno.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...

Farofa Conceito
ONE DIRECTION EMERGENCY: Zayn Malik voltou com Die For Me, Liniker com Charme e Nick Jonas com álbum

Farofa Conceito

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 53:37


Voltamos rápido né? Até a gente ficou sem assunto. Apesar do título, aproveitamos o encontrinho para falarmos sobre o bloco da Ivete Sangalo em São Paulo (foi babado!!! teve até Leigh-Anne pulando carnaval na cidade onde você pode ser assaltada ou ser esfaqueada!!), Arme deu o veredito sobre All Her Fault, o suspense que um dia foi o momento, Jean continua querendo saber QUEM AQUI VIU DONA BÊJA???, e Fabeu graças a deus não teve tempo de ver nenhum filme. Comentamos também sobre a abertura das Olimpíadas de Inverno e do LACRE FASHION BRASILEIRO que mostraram que nem só de saia de crente vive uma delegação, arrasando nos lookinhos da Moncler - sem falar na Mariah Carey, que em breve deve cantar também na sua festa de 15 anos. Sobre música, o papo foi curtinho: se o Brasil tirou a saia da Igreja Universal feat. Riachuelo, o Nick Jonas a encontrou em algum brechó e vai fazer questão de usar em seu novo álbum, SUNDAY BEST - que faz referência a usar seu melhor look aos domingos justamente porque é dia de louvar na igreja. Nossa loba Liniker se apaixona por uma onça em seu novo lançamento, CHARME, que já havia sido apresentado ao vivo no Tiny Desk Brasil, e mostra que é sim a Djavana da nova geração.Por fim, Zayn Malik decide que é hora de voltar a ser relevante e para de fazer música pra maluco, voltando pro pop e pro R&B que o fizeram chegar ao topo da Billboard com Pillowtalk, lançando DIE FOR ME, que abre os trabalhos de seu novo álbum KONNAKOL. Esperamos que gostem e nos vemos em outro momento.

Reportagem
Promessa brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen vê pressão como privilégio

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:07


Lucas Pinheiro Braathen foi um dos porta-bandeiras da delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, na sexta-feira (6). A escolha pelo esquiador não foi à toa: ele é a principal aposta do Brasil para conquistar a medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. O esquiador é o atual número dois do ranking mundial de esqui alpino. Nascido na Noruega, ele defende o Brasil, país natal da mãe, desde 2024, e diz que a escolha pela federação brasileira lhe trouxe mais liberdade. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Lucas tem consciência de que a pressão é enorme. “Essa é uma responsabilidade que eu carrego todos os dias, até o dia da competição mesmo. Agora, essa pressão é um privilégio. Então eu abraço essa pressão, tento canalizar toda essa energia de alta frequência para minha performance”, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado (7), na Casa Brasil, espaço montado pelo Comitê Olímpico Brasileiro em Milão para receber a torcida verde e amarela durante as competições. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas cresceu entre diferentes culturas. Nasceu em Oslo, capital da Noruega, e na infância chegou a morar no Brasil. Curiosamente, esquiar passou longe de ser um sonho de criança, já que seu primeiro amor foi o futebol. Aos oito anos, de volta à Noruega, Lucas se rendeu ao esqui alpino, esporte que faz parte da identidade do país. Para o atleta, mais do que competição, é uma forma de expressão: “Para mim, o esporte é uma forma de arte, é uma arte de performance. E se você pergunta a qualquer artista o que é mais importante, [eles respondem que] é ser autêntico, ser quem eles são”.   Foi justamente por sentir falta de liberdade para se exprimir que, em 2023, Lucas tomou uma decisão difícil. Até então, competia representando a Noruega e disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022, pelo país nórdico. Após conquistar o título da disciplina de slalom em 2023 e ficar em quarto lugar no ranking geral de esqui alpino, anunciou sua aposentadoria devido a desentendimentos com a federação norueguesa. Meses depois, em 2024, voltou às pistas defendendo o Brasil. “Foi uma transição gigantesca. E me deixa meio emocionado olhar para trás, para essa jornada até chegar aqui em Milão vestindo nossas cores. Realmente, a sensação é de um segundo capítulo na vida. Essa parte da minha vida é uma parte com liberdade de ser quem eu sou, representar meus valores e meus sonhos verdadeiros. Não os sonhos dos outros, não os sonhos da mídia, da indústria, da minha equipe, mas os meus sonhos”, disse o esquiador. Em declaração à RFI, Lucas afirma que se sente completo nas pistas de esqui e compara a profissão de esquiador à de artista: “Eu achei nas pistas, na neve, na montanha, o meu palco, onde me sinto mais autêntico. No fim das contas, eu poderia virar um músico ou dançar, mas, para mim, o propósito que a gente tem é bem igual”. Aos 25 anos, Lucas já tem uma carreira cheia de conquistas no esqui alpino com mais de 20 pódios, oito deles representando o Brasil. Ele é o atual número dois do ranking geral da modalidade. Até o início das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno, segue treinando na Áustria, onde mora. A estreia nas Olimpíadas será no próximo sábado (14), na cidade de Bormio. Lucas explica que a pista tem características bem específicas: “É uma pista um pouco mais fácil do que as que a gente está competindo na Copa do Mundo, mas são nas pistas mais fáceis que fica ainda mais difícil esquiar rápido. Então, essa é a arte dentro do nosso esporte: conseguir achar essa velocidade. É uma pista em que você precisa criar a força, a velocidade e a frequência sozinho”. Além de buscar a medalha inédita para o Brasil, Lucas carrega um desejo que vai além do pódio: “Eu quero sair desses Jogos como fonte de inspiração para o povo que liga para esportes, para quem não está nem aí para esportes. E, para mim, quero que as pessoas assistindo, vendo nossas cores nos Jogos Olímpicos de Inverno, entendam que tudo é possível. Não importa de onde vocês são, suas roupas, seu sotaque. O que importa é o que está por dentro. O que acontece para fora é um resultado disso”, aprofunda Lucas. Leia tambémJogos de Inverno de 2030 serão organizados nos Alpes franceses, mas COI pede "garantia financeira"

Esportes
Brasil no halfpipe olímpico: duas trajetórias que se cruzam em Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 6:13


Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliam a presença do Brasil nos esportes de neve. No snowboard halfpipe, Augustinho Teixeira e Pat Burgener representam o país em uma das provas mais técnicas do programa olímpico, historicamente dominada por potências europeias e norte-americanas. Luciana Quaresma, especial de Milão para a RFI Ambos nasceram fora do Brasil mas são filhos de mães brasileiras. Construíram carreiras no exterior mas neste ciclo olímpico decidiram defender o país que os conecta às suas origens, traduzindo em esporte uma escolha de identidade e pertencimento. Vaga olímpica e qualificação Para Augustinho Teixeira, que nasceu em Ushuaia, na Argentina, Milão-Cortina marca a estreia em uma Olimpíada de Inverno. O snowboarder garantiu sua vaga ao somar pontos consistentes no ranking de qualificação, em especial com desempenho na etapa da Copa do Mundo em Laax, na Suíça, onde terminou na 24ª posição, resultado que o manteve dentro das vagas classificatórias para os Jogos.   O jovem atleta, de 20 anos, que começou na neve ainda na infância ao lado da família vê essa qualificação como a consagração de anos de dedicação. “Estou vivendo algo inimaginável. A classificação para a Olimpíada é a prova de que o esforço, a disciplina e o foco em cada detalhe me trouxeram até aqui”, diz Augustinho, refletindo sobre sua trajetória. Além de garantir sua participação nos Jogos, Augustinho vem somando experiência em competições internacionais e foi o campeão em uma etapa da Copa Europeia de Snowboard halfpipe em Kitzsteinhorn, na Áustria — um marco importante em sua evolução esportiva.   Medalha histórica e Brasil no pódio Se Augustinho entra em Milão-Cortina fazendo sua estreia olímpica, Pat Burgener chega com um capítulo esportivo já escrito em grandes palcos internacionais. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos disputou duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno — em PyeongChang 2018 (5º lugar) e Pequim 2022 (11º lugar), representando o país europeu antes de optar por competir pelo Brasil no ciclo 2025/2026.   A temporada antes da Olimpíada já trouxe um momento histórico: Pat Burgener conquistou a primeira medalha da história do Brasil na Copa do Mundo de snowboard halfpipe, ao levar o bronze na etapa de Calgary, no Canadá, em janeiro deste ano.  O resultado marcou não apenas o melhor desempenho brasileiro na modalidade, mas também consolidou Burgener como uma das principais esperanças para Milão-Cortina. “Foi uma sensação incrível. Saber que meu nome entrou na história do esporte brasileiro, colocando o país no pódio pela primeira vez na Copa do Mundo de halfpipe, é algo que vai comigo para os Jogos”, comenta Pat. Essa conquista veio após um início de temporada promissor, que incluiu um quarto lugar em Secret Garden, na China, outro resultado destacado antes de Calgary.   Identidade, cultura e escolha consciente Para Augustinho, competir por uma bandeira que carrega simbolismo familiar é mais do que representar um país em uma competição: é traduzir uma história de vida. “O Brasil sempre foi parte da minha história, mesmo morando fora. Representar o país da minha mãe e levar essa bandeira ao halfpipe é algo que me enche de orgulho e responsabilidade”, ele afirma. Esse sentimento de conexão se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na forma como ele vê seu papel dentro e fora da pista, como referência e inspiração para novos praticantes brasileiros de snowboard. Pat, por sua vez, reforça a ideia de que a escolha de representar o Brasil é também uma forma de expandir horizontes e criar novas possibilidades para a modalidade. “Defender o Brasil no snowboard é mais do que uma mudança de nacionalidade. É trazer visibilidade para um país que não é tradicional nos esportes de inverno e mostrar que aqui também pode haver espaço e oportunidades”, diz ele, ressaltando o apoio que tem recebido tanto da família quanto da federação brasileira. Snowboard brasileiro em foco Em Milão-Cortina 2026, Augustinho Teixeira e Pat Burgener não apenas competem nas pistas de neve, mas representam duas trajetórias que se cruzam sob a mesma bandeira e com propósitos que vão além dos resultados individuais. Unidos pelo mesmo objetivo de colocar o Brasil cada vez mais presente no cenário internacional do snowboard, eles mostram que a presença verde e amarela também pode ganhar espaço nas montanhas cobertas de neve, inspirando uma nova geração de atletas e fãs no país.  

Resumão Diário
JN: Imóveis postos à venda pelos Correios revelam desperdício de dinheiro público; sociedade civil cobra fim dos ‘penduricalhos' e veto a reajuste parlamentar

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 5:30


Os Correios, em crise, puseram à venda imóveis em todo o Brasil, e a lista revelou o desperdício de dinheiro público. São agências e prédios em mau estado de conservação ou abandonados ao longo do tempo. Organizações da sociedade civil cobraram o fim dos penduricalhos e pediram que o presidente Lula vete os reajustes a servidores da Câmara e do Senado. A Polícia Federal investigou a Amapá Previdência, que investiu R$ 400 milhões no Banco Master. O Supremo interrogou o ex-deputado foragido Alexandre Ramagem. Nos Estados Unidos, lideranças políticas repudiaram a publicação de um vídeo racista por Donald Trump. Na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno, a delegação brasileira desfilou no ritmo do passinho.

Resumão Diário
Irã e EUA discutem acordo nuclear; O que mudou na correção da redação do Enem 2025; Olimpíadas de Inverno começam com polêmica

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 6:11


Irã e EUA se reúnem nesta sexta para discutir acordo nuclear após troca de ameaças militares. Redação do Enem 2025: veja o que mudou em cada competência avaliada e entenda como notas foram afetadas. Prazo para BRB dizer ao BC como vai recompor R$ 5 bilhões termina nesta sexta; veja o que já se sabe. Mulher teve crise de pânico ao reconhecer PM como estuprador, diz polícia. Como injeções de ácido no pênis se tornaram um tema de discussão nas Olimpíadas de Inverno.

Fim de Tarde Eldorado
Tudo sobre as Olimpíadas de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 6:07


A Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Inverno 2026 ocorre nesta sexta-feira, 06, em MIlão, na Itália e Gustavo Lopes conversa com atletas brasileiros que participam dos jogos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Endörfina com Michel Bögli
#450 Ricardo Prado

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 89:48


Ele começou a nadar muito cedo. Seguindo o exemplo dos irmãos mais velhos, com três anos de idade já dava suas primeiras braçadas e, com cinco, começou a brincar de competir. Nos anos seguintes, a natação rapidamente deixou de ser apenas brincadeira e passou a ocupar um espaço central na sua rotina. Muito jovem, já disputava campeonatos nacionais, batia recordes em categorias de base e chamava atenção pela versatilidade nas quatro provas do medley, algo raro mesmo entre atletas mais experientes. Ainda adolescente, foi treinar nos Estados Unidos, e foi lá que conquistou o índice para participar pela primeira vez dos Jogos Olímpicos. Em Moscou, em 1980, com apenas 15 anos, tornou-se um dos nadadores mais jovens da história a representar o Brasil em uma Olimpíada. Dois anos depois, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1982, conquistou o título mundial dos 400 metros medley e estabeleceu um recorde mundial da prova, um feito inédito para a natação brasileira até então. Em 1983, foi um dos destaques dos Jogos Pan-Americanos de Caracas, somando quatro medalhas e, no auge da carreira, voltou aos Jogos Olímpicos em 1984, em Los Angeles, onde conquistou a medalha de prata nos 400 metros medley, alcançando a melhor colocação individual da história da natação brasileira naquele momento. Continuou competindo e conquistando títulos importantes até encerrar sua carreira aos 23 anos de idade. Seguiu próximo ao esporte atuando como técnico, gestor, palestrante, comentarista televisivo e dirigente, tendo participado do comitê organizador dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, além de contribuir para a formação de novas gerações de nadadores. Conosco aqui, o nadador formado em Economia e Educação Física, campeão e recordista mundial dos 400 metros medley, medalhista olímpico, presente no Hall da Fama do COB, da natação brasileira, da Southern Methodist University, no Texas, e do famoso clube de nadadores Mission Viejo, treinador-chefe de natação da Escola Graduada, o andradinense Ricardo Prado. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

QueIssoAssim
QueIssoAssim 344 – Aceita Que Dói Menos (Stranger Things – Última Temporada)

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 66:21


O episódio QueIssoAssim 344 – Aceita que Dói Menos (Stranger Things, última temporada) já está disponível no Portal Refil! Neste podcast especial, Brunão e Baconzitos, com a participação do convidado Miotti (do Jurassicast) e o amigo George Pipoca, mergulham de cabeça na última temporada de Stranger Things — debatendo todos os problemas da temporada, o que funcionou e o que não funcionou e, especialmente, o tão falado Conformity Gate, tema que dominou discussões entre fãs nas redes. No bate-papo, o grupo não poupa críticas nem elogios: analisam a construção dos arcos dos personagens, as escolhas narrativas mais polêmicas e como a produção da série lidou com as expectativas elevadas de um público que acompanhou Stranger Things desde a primeira temporada. Com humor ácido e análises afiadas, o episódio é indispensável para quem quer entender além do final da história. Para quem está chegando agora ou quer revisitar o passado da série com a galera do QueIssoAssim, aqui vão todos os episódios sobre Stranger Things já publicados no Portal Refil:

Resumão Diário
JN: Congresso aprova reajuste para servidores da Câmara e do Senado; MP militar pede expulsão de Bolsonaro e outros oficiais condenados

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 5:31


O Congresso aprovou reajuste para servidores da Câmara e do Senado e criou gratificações que podem chegar a 100% do salário, abrindo espaço para pagamentos acima do teto de R$ 46 mil. O Ministério Público Militar pediu que Jair Bolsonaro e quatro militares condenados na trama golpista sejam expulsos das Forças Armadas. A Polícia Federal abriu novo inquérito para apurar gestão fraudulenta no Banco de Brasília. A polícia prendeu o ex-presidente do Rioprevidência. Uma perseguição em São Paulo terminou com um morto e uma pessoa baleada na Avenida Faria Lima. Os Estados Unidos derrubaram um drone militar do Irã. Conheça Nicole Silveira, mais um destaque do Brasil nas Olimpíadas de Inverno.

Esportes
Bindilatti e Davidson: experiência e superação no bobsled brasileiro nos Jogos de Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 5:16


O bobsled brasileiro chega ao maior palco do esporte mundial, os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, sustentado por dois pilares fundamentais: experiência e resiliência. Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam mais do que a busca por resultados – são símbolos de uma modalidade construída com sacrifício, identidade e espírito coletivo. Luciana Quaresma, especial para a RFI em Milão Quando a convocação olímpica foi confirmada, Bindilatti sentiu o impacto de quem já percorreu esse caminho diversas vezes. Aos 46 anos, ele vai disputar sua sexta edição de Jogos Olímpicos, um feito raro no esporte brasileiro – ainda mais em uma modalidade de inverno. “Passa um filme na cabeça. Representar o Brasil é um prazer imenso, e ter essa oportunidade pela sexta vez é algo para poucos”, afirma. Mais do que a longevidade, chama atenção a forma como ele chega a este ciclo olímpico. Em plena alta performance, Bindilatti garante estar na melhor condição da carreira. “Eu sempre me preparei para os Jogos Olímpicos, mas especificamente para esse, chego melhor do que nos outros. Isso prova que idade é apenas um número.” Liderança dentro e fora do trenó Hoje, Bindilatti exerce um papel central no time. Ao longo dos anos, acumulou conhecimento técnico e estratégico que transformou sua função: além de atleta, tornou-se mentor das novas gerações. “Antes, até aprender como mexer no trenó, fazer ajustes, pilotar, era muito mais difícil. Hoje, pela nossa expertise, os atletas aprendem muito mais rápido. Eu consigo ajudar não só na parte física e técnica, mas também na mental”, explica. Essa liderança se reflete na formação do futuro da equipe. Um dos exemplos é Gustavo Ferreira, jovem atleta convocado para acompanhar o grupo em Milão-Cortina, já pensando no ciclo olímpico de 2030. “A ideia é ele sentir o peso de um Jogos Olímpicos agora, para chegar muito mais maduro no próximo ciclo.” Davidson: a batalha interior e a identidade brasileira Do outro lado do trenó, Davidson de Souza , conhecido como Boka, chega a mais uma Olimpíada com a bagagem de quem conhece o bobsled em seus limites físicos, mentais e emocionais. São 12 anos dedicados à modalidade, marcados por transições, quedas e reconstruções. No imaginário do atleta, a cena da largada se repete como um ritual: o corpo em tensão máxima, a explosão muscular antes da descida. “Nada está acabado”, resume. Vindo do atletismo, Davidson faz parte da geração que ajudou a construir o bobsled brasileiro a partir da migração de atletas de esportes individuais para uma modalidade coletiva, que exige precisão absoluta e confiança mútua. “O bobsled me fez crescer muito como pessoa. Conviver com o time, treinar, viajar e viver juntos ensina coisas que vão além do esporte”, afirma. Um acidente, um retorno e a vaga olímpica A classificação para Milão-Cortina carrega um peso especial para Davidson. Um ano antes da convocação, ele sofreu um grave acidente, no qual fraturou o fêmur e rompeu quatro músculos da perna. A lesão quase encerrou sua trajetória no esporte. O retorno exigiu resiliência diária, física e mental. “Foi uma trajetória gigantesca até chegar aqui.”  Mesmo com passaporte canadense, Davidson não abre mão da própria identidade. “Eu sou brasileiro e vou morrer brasileiro. Representar o Brasil é uma honra imensa.” Velocidade, risco e controle mental No bobsled, as descidas podem chegar a 150 km/h. Quedas e acidentes fazem parte da modalidade, mas não interferem no foco da equipe. “O nível mental que a gente tem hoje é muito alto. Nada nos tira do foco”, garante Davidson. Treinos e competições em St. Moritz, na Suíça, consolidaram a confiança do grupo para enfrentar qualquer cenário em Cortina d'Ampezzo. Para Bindilatti, o suporte familiar é a base que sustenta a carreira. Casado e pai de duas crianças – uma filha de 7 anos e um filho de 10 –, ele admite que a distância pesa, mas é compensada pela parceria e pela tecnologia. “O que me move é o amor e o suporte da minha família. Isso me permite fazer o que me propus da melhor forma possível.” Pensando no legado, ele também idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton no Brasil, com foco no alto rendimento e no impacto social. O projeto chegou a iniciar obras em São Caetano, mas hoje aguarda recursos para ser concluído. “É uma forma de devolver tudo o que o esporte me deu, formando novos atletas e dando oportunidades.” Fora das pistas, cultura e música O bobsled também moldou a identidade de Davidson fora da pista. Artista e compositor, ele é o autor do hino do bobsled brasileiro, criado a partir das vivências com o time. A música segue presente na preparação dos atletas até hoje. “Saber que isso motiva alguém a se dedicar um pouco mais é sensacional”, diz ele. Às vésperas de Milão-Cortina 2026, Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam gerações, histórias e trajetórias distintas, unidas por um mesmo propósito: levar o Brasil ao gelo com dignidade, competitividade e identidade. Entre experiência e superação, liderança e pertencimento, o bobsled brasileiro chega à Olimpíada sustentado por atletas que transformaram um esporte improvável em projeto de vida – e em símbolo de resiliência olímpica.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Milão terá protesto contra o ICE nas Olimpíadas de Inverno

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 5:02


Ice fará segurança da delegação norte-americana.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #381 - Entrevista com Bruna Moura

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 89:06


Bruna Moura fará sua estreia em Jogos Olímpicos após ter ficado de fora da última edição às vésperas de seu início por conta de um acidente. Lucas Pinheiro assume a liderança do ranking mundial no Esqui Alpino e nos esportes de verão Caio Bonfim faz sua estreia na temporada. Neste episódio, Guilherme Costa, João Pedro Brandão e Bruna Campos trazem os últimos detalhes dos brasileiros antes do início das Olimpíadas de Inverno, Bruna Campos traz uma entrevista exclusiva com Bruna Moura e o giro de notícias termina com marcha atlética, tênis e handebol.

Voces de Ferrol - RadioVoz
Narón impulsa a educación viaria coas VII Olimpíadas Escolares coa participación de 300 alumnos de Primaria

Voces de Ferrol - RadioVoz

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 6:57


O Concello de Narón, a través do Departamento de Educación Viaria da Policía Local, organiza durante o curso 2025-2026 as VII Olimpíadas Escolares de Seguridade Viaria, unha iniciativa dirixida ao alumnado de 5º de Educación Primaria dos centros educativos do municipio. Nesta edición participan arredor de 300 escolares dos nove colexios de Narón, que reciben formación específica nos meses de xaneiro, febreiro e marzo como preparación para as probas. O programa combina aprendizaxe e xogo para reforzar coñecementos sobre educación viaria, respecto polo medio ambiente, primeiros auxilios, matemáticas aplicadas e uso do inglés vencellado á mobilidade. As Olimpíadas inclúen unha proba teórica mediante Kahoot, actividades creativas e participativas como Aula en Xogo e A Palabra Oculta, así como unha xincana práctica de bicicletas nos propios centros. A final celebrarase o 25 de marzo no Pazo da Cultura, favorecendo a convivencia entre o alumnado.

Esportes
Bruna Moura supera trauma e garante vaga olímpica no esqui cross-country para Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 5:05


A brasileira Bruna Moura está oficialmente classificada para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na categoria esqui cross-country, uma conquista que vai muito além do resultado esportivo. Quatro anos depois de sofrer um grave acidente na Itália, às vésperas da Olimpíada de Pequim 2022, a atleta retorna ao mesmo cenário olímpico como símbolo de superação física, psicológica e emocional, representando o Brasil em uma das modalidades mais exigentes do esporte mundial. Luciana Quaresma, de Milão para a RFI “Eu não sei se sou capaz de descrever como eu vivo esse momento. Para mim, é algo surreal. Estou vivendo novamente o sonho de ouvir meu nome ser anunciado para a equipe olímpica”, afirma Bruna, ainda cautelosa com a comemoração. “Eu quero comemorar de verdade quando cruzar a linha de chegada nos Jogos”, afirma. Em janeiro de 2022, durante um período de treinos na Itália, Bruna sofreu um acidente de carro grave, poucos dias após sair da quarentena por Covid-19. O impacto foi profundo. As lembranças do episódio são fragmentadas. “Tenho no máximo 30 minutos de memória de todo o processo”, revela, mas as consequências permanecem. “O acidente faz parte da minha vida. Eu penso nele todos os dias. A dor no pé é diária, não tem como esquecer”, relata. “Eu precisei aprender a viver com isso, integrar essa dor à minha rotina e seguir em frente”, conta Bruna Moura. A recuperação física permitiu o retorno às competições pouco mais de um ano depois, no Mundial da Eslovênia, mas a reabilitação psicológica exigiu um trabalho ainda mais delicado. Bruna enfrentou sintomas de estresse pós-traumático e passou por sessões intensivas de terapia, incluindo EMDR (tipo de terapia para processar traumas), para lidar com memórias auditivas recorrentes das sirenes da ambulância e da polícia. “A terapia funcionou. Hoje eu lido muito melhor com isso, mas o trauma ainda vem comigo. Tudo o que faço tem um pedaço dessa experiência.” Adaptação como chave para a classificação Se o acidente impôs limites, também exigiu reinvenção. Com restrições no pé, Bruna precisou adaptar radicalmente sua preparação física, apostando no double pole, técnica que privilegia a força da parte superior do corpo. “O motivo não foi positivo, mas o resultado foi. Esse ganho de potência foi decisivo para os pontos que conquistei no ranking e para a classificação olímpica”, explica. A vaga para Milano-Cortina veio justamente pelo ranking internacional, em uma disputa direta e emocionalmente complexa com Jaqueline Mourão, a atleta mais experiente e respeitada do esqui cross-country brasileiro — e uma figura central na própria trajetória de Bruna. “Foi estranho e difícil. Ela é minha amiga, minha referência, a maior atleta da história do esporte no Brasil. Eu queria muito que ela estivesse nesses Jogos também”. Da mountain bike ao esqui A relação de Bruna com o esqui cross-country começou graças à própria Jaqueline Mourão, ainda em 2010, quando Bruna era atleta de mountain bike. Selecionada para um projeto de desenvolvimento em Minas Gerais, ela se destacou nacionalmente, mas viu sua carreira interrompida por um problema cardíaco congênito, que exigia uma cirurgia complexa. Sem recursos financeiros, foi novamente Jaqueline quem viabilizou o acesso ao tratamento, por meio de instituições médicas em São Paulo. Durante esse período de afastamento das competições, Bruna teve o primeiro contato com o roller ski, em atividades promovidas pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN). “Mesmo quando eu não podia competir, eles me incluíram. Aquilo me ajudou muito num momento de depressão”, lembra. Em 2014, Bruna passou a integrar oficialmente a equipe brasileira de esqui cross-country e biatlo — um caminho longo, construído com paciência, resiliência e adaptação. O sonho olímpico como missão pessoal Para Bruna Moura, estar nos Jogos de Milano-Cortina tem um significado especial, construído ao longo de anos de luta e resiliência. “Eu sei que será difícil conquistar um resultado expressivo, porque estarei competindo contra as melhores atletas do mundo. O meu objetivo sempre foi alcançar o sonho de me tornar uma atleta olímpica e competir no meu melhor nível, porque isso vai muito além do resultado final”, diz Bruna Moura. A promessa feita a si mesma ainda no hospital, após o acidente, agora está prestes a se cumprir. “Desde que recuperei a consciência, eu dizia: eu vou para os Jogos de 2026. E trabalhei em tudo — treino, nutrição, descanso, hidratação — para chegar aqui.” Milão-Cortina 2026: redenção e liberdade Ao imaginar o momento da estreia olímpica, Bruna fala em redenção. “Quando eu cruzar a linha de chegada, ver meu nome na tela, a bandeira do Brasil ao lado… eu não sei como meu coração vai reagir. Vai ser liberdade. Liberdade de viver algo que por tantos anos foi só um sonho.” Em um esporte dominado por países tradicionais e com pouca estrutura no Brasil, a presença de Bruna Moura em Milão-Cortina 2026 carrega um simbolismo poderoso: o de que persistência, adaptação e coragem podem transformar até os caminhos mais improváveis em realidade olímpica. *Errata: o acidente de Bruna Moura foi em janeiro de 2022, e não em setembro de 2021 como escrito anteriormente.

Reportagem
Brasileiro disputa Festival Mundial do Circo do Amanhã em Paris: "É como se fosse a Olimpíada"

Reportagem

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 10:08


É como se fossem os Jogos Olímpicos do circo. Durante quatro dias, os melhores artistas de 18 países se apresentam no Festival Mondial du Cirque de Demain, ou Festival Mundial do Circo do Amanhã, em Paris. Diante de um júri especializado, eles disputam medalhas, prêmios e contratos com companhias renomadas.   Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Entre os candidatos desta 45ª edição, está o brasileiro Vitor Martinez Silva, de 21 anos. Natural de São José do Rio Preto, ele se mudou para o Canadá aos 13 anos, para estudar na Escola Nacional de Circo de Montreal. Era o começo de um sonho de infância.   "Eu me lembro de já estar consumindo espetáculos de circo em DVD ou na minha cidade e uma vez, com 6 anos, eu encontrei um brinquedo no supermercado que parecia um número de um espetáculo de circo que eu assistia. Eu comecei a treinar, a decodificar os truques do diabolo", lembra ele, em entrevista à RFI. "Assisti ao espetáculo em câmera lenta com meu pai e daí surgiram os meus treinos, que me levaram a me mudar para Montreal, na capital do circo, para terminar meus estudos de ensino médio e colegial e começar minha carreira como artista circense", diz.  Vitor explica que além do aspecto físico, ele precisa trabalhar as emoções. "A gente quer passar uma mensagem, então tem a parte teatral, que vem da alma. Porém, tem um aspecto físico que tem que respeitar, de mobilidade do corpo, força, flexibilidade, dança. Circo é um conjunto de várias artes."   O brasileiro se apresenta no diabolo, modalidade muito comum na Ásia, que ele diz praticar com um tempero brasileiro. O seu ato se chama Bird Dust, criado por Silva há dois anos. "Foi o meu número de formatura da minha escola de circo em Montreal, e tem vários elementos muitos pessoais para mim. Fala sobre falta de liberdade e vários outros temas", afirma. "Eu quero tentar mostrar para o mundo uma maneira diferente de executar esse aparelho", desafia.   Catalisador de carreiras O treinador de Vitor deixou o picadeiro para se dedicar à formação de novos artistas. Nicolas Boivin-Gravel contou a RFI os requisitos para se tornar uma estrela e elogiou o brasileiro.   "O Vitor tem uma presença de cena muito forte, uma conexão com o público. Ele se movimenta muito bem com o diabolo, faz movimentos acrobáticos únicos", avalia. "É um número muito antigo de circo, há muitos taiwaneses e japoneses que o praticam. E agora as pessoas o adaptam de forma mais esportiva e artística", completa.  Atualmente, Nicolas Boivin-Gravel é diretor acrobático do famoso Cirque du Soleil, onde muitos dos concorrentes sonham trabalhar um dia.   "Aqui é um lugar excepcional para vermos muitos talentos. Muitos nós já vimos em vídeos, os conhecemos, mas é o momento de verificar se são bons de verdade, se têm uma presença, uma aura no palco. E aí vamos falar com eles. Paris é um dos maiores momentos de encontro para o mundo do circo", observa.       Em plena era digital, o circo continua fascinando plateias no mundo inteiro. "Este é um festival que nasceu em 1977, direcionado aos novos talentos. É um dos mais antigos do mundo", explica Pascal Jacob, diretor artístico do festival e do Cirque Phênix, onde acontecem as apresentações. "Nós sempre procuramos dar destaque e valorizar os jovens artistas que vêm de escolas, de famílias ou são autodidatas", salienta, definindo o encontro como "um catalisador de carreiras".   Para Jacob, se o circo ainda atrai público é porque se trata de uma atividade verdadeira. "Nós não trapaceamos. O público sabe por que veio, os artistas sabem por que estão lá, e há realmente uma troca", define. "Eu penso que a força do circo, diferentemente da dança e do teatro, é que ele tem algo particular, que é uma relação com o risco e com a vida, e o público vem ver algo que não verá em outro lugar. A força do circo é agora, nesse instante, nesse momento", conclui.   Para o brasileiro Vitor, é esse encontro com a plateia que faz todo esforço valer a pena. "Esse contato, essa troca de energia, eu dou ao público e recebo essa troca vital", completa.  "É muito bom poder fazer parte de espetáculos em que a gente pode fazer o público esquecer o que acontece no mundo por alguns minutos, algumas horas. Esse é o nosso trabalho: dar uma pausa na realidade e nas coisas ruins que acontecem hoje em dia e viver um mundo alternativo", afirma.   "Olimpíadas do Circo" Como os demais participantes, Vitor Martinez Silva sonha sair de Paris empregado – mas já se sente um vencedor de estar entre os selecionados.   "Esse festival é muito conhecido por começar carreiras, longas carreiras. Eu tenho vários amigos que tiveram sucesso de dez anos após o festival, com contratos em diversas companhias circenses. Todo mundo acaba ganhando só de estar aqui, porque é um festival muito conhecido, de muito prestígio, como se fosse nível de Olimpíadas no circo", compara.   Por causa da carreira, ele conta que vai pouco ao Brasil, mas não reclama da falta de tempo. "A minha relação com o Brasil é distante. Eu não consigo ver minha família, é minha família que tem que seguir as minhas viagens", relata. "Mas tem muito do Brasil dentro de mim. É a forma de ser, de conversar, de falar, de ver o mundo. A gente tem uma alegria. São poucos lugares onde a gente encontra pessoas assim", observa. 

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PRIORIZE A ETERNIDADE

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 2:32


Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 10:17-20 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 4–6; MATEUS 14:22-36   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Conhecíamos Kha havia mais de um ano. Ele pertencia ao nosso grupo da igreja, e nós nos reuníamos para discutir o que tínhamos aprendido sobre Deus semanalmente. Certa noite, ele comentou que havia competido nas Olimpíadas. A menção foi tão casual que quase me passou despercebida. Quase. Vejam só! Descobri que conhecia um atleta olímpico que competira na disputa pela medalha de bronze! Eu não entendia o motivo de ele não ter mencionado isso antes. Embora sua conquista atlética fosse especial em sua história, coisas mais importantes eram fundamentais à sua identidade: família, comunidade e fé. Lemos em Lucas 10:1-23 o que deve ser central para nossa identidade. Quando as 72 pessoas enviadas por Jesus falaram aos outros sobre o reino de Deus e retornaram de suas jornadas, relataram a Ele que “até os demônios [os obedeciam] pela sua autoridade!” (v.17). Embora Jesus reconhecesse que os tinha equipado com tremendo poder e proteção, o Senhor lhes disse que eles focavam no ponto errado. Jesus insistiu que o motivo da alegria deles deveria ser pelo fato de seus nomes estarem “registrados no céu” (v.20). Quaisquer que sejam as conquistas ou habilidades que Deus tenha nos entregado, nossa maior razão de alegria é que, ao confiarmos em Jesus, nossos nomes são escritos no Livro da vida e desfrutamos de Sua presença diária.  Por: KIRSTEN  HOLMBERG

Colunistas Eldorado Estadão
Morelli: Olimpíada de Inverno tem Time Brasil recorde, com expectativa de medalha

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 12:37


Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Canaltech Podcast
Como vender mais em marketplaces sem se perder na concorrência

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 12:45


Vender em marketplaces parece simples: tem tráfego, tem público e, em teoria, é só colocar o produto no ar. Mas quem vive esse dia a dia sabe que a realidade é outra. A concorrência é enorme, a disputa por preço e visibilidade é constante e cada detalhe pesa, do estoque à entrega, da reputação ao atendimento. E é justamente aí que muita gente se perde. No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente conversa com Jasper Perru, especialista em Growth e Performance da AnyTools, para entender o que realmente separa quem só “faz venda” de quem consegue crescer com consistência nos marketplaces. A entrevista passa pelos pilares da alta performance, como organização operacional, estratégia competitiva, experiência do consumidor e controle financeiro. E claro: também entra no assunto do momento, mostrando como a inteligência artificial pode ser usada na prática para acelerar resultados, sem cair no hype. Você também vai conferir: Olimpíadas de Inverno na mira dos hackers, China vai proibir maçanetas eletrônicas em carros e Gmail vai permitir trocar o nome do e-mail Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Lilian Sibila, Danielle Cassita e João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #379 - Bons resultados aumentam expectativa por medalha nas Olimpíadas

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 44:36


A semana que passou ficou marcada no esporte olímpico de inverno para o Brasil com a conquista de mais duas medalhas em etapas de Copa do Mundo, Nicole Silveira conquistou um bronze no skeleton e Lucas Pinheiro faturou uma prata no esqui alpino. Neste episódio, Guilherme Costa e João Pedro Brandão analisam os resultados, já projetando o que esperar nos Jogos Olímpicos de Milão e Cortina, que acontecerão em menos de um mês, com vagas em outras modalidades sendo asseguradas. O podcast ainda aborda a nova desistência de João Fonseca de outro torneio na Austrália, antes do primeiro grand slam do ano e a estreia de Hugo Calderano e Bruna Takahashi em 2026.

CoutoPodcasts
REPORTAGEM: CLASSIFICADOS PARIS 2024

CoutoPodcasts

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 1:09


Hoje relembramos os principais brasileiros classificados para as Olimpíadas de Paris de 2024.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #378 - Medalha inédita no snowboard às vésperas dos Jogos Olimpícos

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 75:16


Falta exatamente um mês para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão e Cortina, e Pat Burgener conquistou uma medalha inédita para a história do Brasil no snowboard halfpipe, com bronze na etapa de Calgary, no Canadá, da Copa do Mundo da modalidade. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam a importância do feito tão próximo da disputa da Olimpíada e o cenário para o Brasil nos Jogos. O podcast repercute a desistência de João Fonseca do ATP 250 de Brisbane, na Austrália, por conta de dores na região lombar, o jovem preocupa para a disputa do Australian Open? Por fim, o Rumo ao Pódio debateu a decisão do Flamengo em dispensar os atletas da canoagem velocidade e da equipe paralímpica do remo, incluindo nomes como Isaquias Queiroz, Michel Pessanha e Gessyca Guerra, encerrando a modalidade no clube.

Modus Operandi
#290 - Brothers' Home: o verdadeiro Round 6

Modus Operandi

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 63:34


Com a chegada das Olimpíadas, o governo resolveu esconder os problemas sociais da Coreia do Sul. E uma de suas decisões foi criar centros de detenção para prender pessoas em situação de rua. Mas o que já era horrível por si só, piorou quando um desses centros começou a torturar e assassinar pessoas.***Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove junto com o cupom: MODUSOPERANDIGANHE60https://bit.ly/43QMq93 | Publi〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi

Por Falar em Correr
Redação PFC 232 - Atletismo em Los Angeles 2028, Promoção na São Silvestre e Maratona de Curitiba

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 32:41


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Folha na Sala
Como Nasce uma Estrela? A Escola que Forma Apaixonados pelo Conhecimento

Folha na Sala

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 40:23


Discutimos como as atividades práticas ajudam a ensinar a teoria e a conectar os alunos entre si, com os professores e com a escola. Acompanhamos o treinamento da seleção da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica). Contamos a história de Franklin da Silva Costa, único aluno de escola pública dentre os cinco integrantes da seleção brasileira que participou da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astronáutica deste ano. O episódio traz a visão de professores que conhecem o potencial do aprendizado mão na massa: João Canalle, presidente da OBA, Guilherme Pereira, orientador do núcleo de física e astronomia do campus Recife do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Ednilson Oliveira, mestre em astrofísica pela USP, e Thiago Paulin, do colégio Etapa, líder da seleção brasileira na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica deste ano. Links: Como fazer foguete com garrafa pet - OBA Brasileiros conquistam medalhas em olimpíadas internacionais de astronomiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bola da Vez
Yane Marques - Bola Da Vez

Bola da Vez

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025 57:23


Medalhista de bronze nas Olimpíadas de Londres 2012 é a Bola da Vez dessa semana. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Boa Noite Internet
A vida do rico é diferente — com Michel Alcoforado

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Sep 7, 2025 107:55


A temporada de entrevistas do Boa Noite Internet voltou com tudo e temos nosso primeiro repetente! Não porque ele mandou mal na primeira vez que veio ao programa, mas porque se não fosse pelo incentivo dele sabe-se lá quando íamos voltar. Sim, estou falando do antropólogo do luxo: Michel Alcoforado.E que conversa. A gente falou do livro novo dele, Coisa de Rico, que é daquelas leituras que dá de presente ao mundo uma nova lente para se ver o mundo. Você termina o livro vendo coisa de rico em tudo: do LinkedIn ao almoço em família, na série da academia e na harmonização facial.Sabe o meme “quando ficar rico não direi nada, mas haverá sinais?”. Pois o Michel explica que “coisa de rico” não é só Ferrari ou casa em Angra, são justamente os sinais que mandamos para o mundo da nossa riqueza. Pode ser o filho que passou na Olimpíada de Matemática, o diploma de Harvard, o vinho certo dado na hora certa. É, também, a hora certa de rir. Porque existe uma risada de rico.Falamos dos ricos que se acham pobres, dos pobres que acham que vão ficar ricos, dos emergentes que performam riqueza com força (e harmonização) e dos tradicionais que fingem que são ricos desde sempre. Tem coach vendendo “potencial desbloqueado”, tem influencer ensinando como ter atitude de rico, e tem a gente aqui tentando entender esse Brasil onde ninguém é rico, mas mundo tem seu “rico de estimação”.Nessa conversa, aproveitei para desabafar, contando que o livro me fez feliz pelas escolhas que fiz na vida, até aquelas que me fizeram ganhar menos dinheiro. Porque, no fim das contas, como diria o próprio Michel, dinheiro não traz felicidade — mas ajuda a pagar a conta do sushi com o professor de cultura japonesa em Tóquio. E esse jantar não se agenda sozinho.Vem ver ou ouvir, porque esse episódio está fino. E me conta depois: qual é a sua coisa de rico?Ouça também:Obrigado por ler. Aqui não tem algoritmo nem feed, então não deixe de enviar este artigo para quem você acha que pode gostar. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Colunistas Eldorado Estadão
Por dentro dos Tribunais: Juízes irão a ‘olimpíada jurídica' sem corte de salário

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Aug 13, 2025 9:06


Carolina Brígido, colunista de Política do Estadão, aborda os bastidores do Judiciário brasileiro no Jornal Eldorado, às 2ªs e 6ªs, 7h30; e às 4ªs, às 8h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pânico
Mauro Naves

Pânico

Play Episode Listen Later Jul 24, 2025 124:11


O convidado do programa Pânico dessa quinta-feira (24) é Mauro Naves.Mauro Naves é um renomado jornalista esportivo brasileiro, com uma carreira de mais de três décadas dedicadas à cobertura esportiva, especialmente no futebol.Ficou nacionalmente conhecido por seu trabalho como repórter na TV Globo, onde atuou por mais de 30 anos, cobrindo Copas do Mundo, Olimpíadas e grandes eventos esportivos.Reconhecido por seu estilo preciso, bastidores exclusivos e entrevistas marcantes, Mauro construiu uma sólida reputação no jornalismo esportivo. Após sua saída da Globo, passou a atuar como comentarista e colunista em plataformas digitais e outros veículos, mantendo sua relevância no meio esportivo.Hoje, Mauro participa como comentarista do programa Galvão e Amigos, na Band, às segundas-feiras, às 22h30, e também é repórter de pré-jogo e comentarista na Amazon Prime.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/mauronaves