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O Podcast Motorsport.com traz um debate palpitante sobre o GP da Espanha, considerado um dos mais chatos da história da F1. A discussão aumenta sobre quais outras pistas poderiam deixar o calendário, por não oferecer grandes espetáculos.O programa tem a apresentação de Erick Gabriel e as participações de Guilherme Longo, Livia Veiga, todos repórteres do Motorsport.com, além de Felipe Motta, apresentador dos canais ESPN.
O programa PÓDIO analisa e debate tudo sobre o GP da Espanha de F1, na estreia do Madring, em uma prova controversa que teve a oitava vitória de Andrea Kimi Antonelli. Felipe Motta, apresentador dos canais ESPN, participou do papo com Guilherme Longo e não deixaram passar nada.
O Motorsport.com chega com o programa Q4, analisando e debatendo tudo o que rolou no treino de classificação para o GP da Espanha em Madri. A atração é comandada por Erick Gabriel (@erickjornalista) com comentários de Guilherme Longo (@gglongo), ambos repórteres do Motorsport.com.
O programa SEXTA-LIVRE traz os principais pontos do primeiro dia de treinos da Fórmula 1. A cidade de Madri recebe a categoria pela primeira vez em suas ruas e o debate se concentrou na qualidade da corrida que pode ocorrer no domingo. O programa é apresentado por Erick Gabriel (@erickjornalista) e teve a participação de Isa Fernandes (@isamfer_) ambos repórteres do Motorsport.com.
O Direto do Paddock chega repercutindo o dia de mídia da F1 antes do GP de Barcelona. Na pauta, vários assuntos, como a treta da Ferrari, o possível desempenho na pista inédita de Madri e outros assuntos palpitantes. O programa tem a apresentação de Carlos Costa (@ocarlos_costa) e participação de Isa Fernandes (@isamfer_).
Perspectivas vertiginosas, efeitos dramáticos de luz, pinceladas rápidas e uma liberdade criativa que desconcertava seus contemporâneos. Em cartaz a partir de 11 de setembro no Museu Jacquemart-André, em Paris, a exposição Tintoretto Eterno revisita a trajetória de Jacopo Robusti, um dos grandes nomes da Renascença. Com cerca de 40 obras, a mostra demonstra como o artista permaneceu uma referência para sucessivas gerações de pintores e por que sua obra continua surpreendentemente atual. Entre os gigantes da pintura italiana do século 16, Tintoretto ocupa uma posição singular. Admirado por alguns, criticado por outros, ele construiu uma obra marcada pela velocidade de execução, pela teatralidade das composições e por uma liberdade formal que frequentemente escapava às convenções de seu tempo. Mais de quatro séculos após sua morte, essa mesma capacidade de desconcertar continua no centro da exposição Éternel Tintoret (Tintoretto Eterno), que o Museu Jacquemart-André apresenta entre setembro de 2026 e janeiro de 2027. A mostra reúne cerca de 40 pinturas e obras gráficas provenientes de coleções francesas, italianas e internacionais e propõe um panorama amplo da carreira de Jacopo Robusti, nascido em Veneza em 1518 ou 1519. Conhecido pelo apelido Tintoretto, derivado da profissão de tintureiro exercida por seu pai, o artista se tornaria uma das figuras centrais da Renascença veneziana, autor de alguns dos mais ambiciosos ciclos decorativos do período e responsável por levar a pintura da cidade a um de seus momentos de maior intensidade criativa. Para Neville Rowley, curador da exposição, o principal mérito da iniciativa é justamente recolocar Tintoretto no centro da narrativa. “É a primeira exposição que volta a oferecer um panorama completo da arte de Tintoretto na França”, explica. Segundo ele, embora o artista tenha sido tema de mostras importantes em Veneza, Roma ou Madri, e embora uma exposição dedicada ao jovem Tintoretto tenha sido apresentada em Paris em 2018, o pintor veneziano frequentemente aparece diluído em exposições coletivas dedicadas aos grandes mestres da Sereníssima. “Durante muito tempo ele foi apresentado ao lado de seus rivais, Ticiano ou Veronese. Aqui, o objetivo é explicar ao público francês a arte de Tintoretto e mostrar aspectos de sua produção que nem sempre são conhecidos.” A escolha faz sentido em um país que mantém uma longa relação com sua obra. Como lembra Rowley, o pintor era apreciado na França desde o século 17. Luís XIV possuía obras suas na coleção real, e parte desse diálogo histórico reaparece ao longo do percurso expositivo. O artista que se recusava a obedecer Se há uma palavra capaz de resumir Tintoretto, talvez seja independência. A exposição recupera uma observação célebre de Giorgio Vasari, que definiu o veneziano como “o espírito mais terrível que a pintura jamais conheceu”. A frase pode soar exagerada, mas ajuda a entender a reputação construída pelo artista entre seus contemporâneos. Para Rowley, Tintoretto era alguém que se recusava a seguir modelos estabelecidos, mesmo quando os modelos eram os maiores artistas de seu século. “Ele tinha diante de si duas referências gigantescas. De um lado, Ticiano, que provavelmente foi seu mestre por um breve período. De outro, Michelangelo, que ele admirava profundamente. Mas, em vez de seguir qualquer um deles, decidiu fazer tudo à sua maneira.” O curador observa que a ruptura não era apenas estética. Tratava-se também de uma atitude diante da própria prática artística. “Ele queria pintar mais rápido, de maneira mais livre, em formatos maiores que os de Ticiano. E copiava Michelangelo do jeito dele, reinterpretando o mestre segundo sua própria lógica. Isso era algo que Vasari simplesmente não conseguia aceitar.” Essa independência se tornou uma marca de toda a sua trajetória. Enquanto outros artistas buscavam equilíbrio e acabamento, Tintoretto avançava em direção "ao excesso, à velocidade e à experimentação". A velocidade como assinatura Uma das características mais comentadas de sua produção era a chamada prestezza, termo italiano utilizado para descrever a rapidez de sua execução. Os críticos da época viam essa velocidade com desconfiança. Alguns interpretavam a pincelada livre como sinal de descuido. Tintoretto, porém, jamais alterou sua maneira de trabalhar. “Um amigo de Ticiano chegou a reconhecer que ele pintava muito bem, mas sugeriu que talvez devesse desacelerar um pouco”, conta Rowley. “Tintoretto nunca desacelerou”. O resultado foi uma produtividade rara, mesmo para os padrões da Renascença. “São aproximadamente 650 pinturas conhecidas, provavelmente mais. É uma produção excepcional.” Para o curador, essa energia quase inesgotável explica parte da reação provocada por sua obra. Quando surgia uma encomenda monumental, Tintoretto não demonstrava qualquer hesitação. “Havia projetos gigantescos, telas de mais de 20 metros de largura, e sua reação era simplesmente dizer: ‘Sem problema, eu faço'.” Essa audácia ajudou a construir uma imagem de artista indomável, incapaz de se enquadrar nos parâmetros valorizados pelos setores mais conservadores da pintura italiana. Um pintor teatral Vista hoje, a obra de Tintoretto impressiona pela sensação constante de movimento. Personagens parecem atravessar o espaço em diagonais abruptas, corpos se projetam em profundidade e a luz corta a cena como um refletor teatral. Não por acaso, Rowley identifica uma forte dimensão cenográfica em sua produção. “Suas pinturas estão profundamente ligadas à ideia de encenação”, afirma. Segundo o curador, Tintoretto elaborava pequenas maquetes, montava figuras em miniatura e construía composições tridimensionais antes de transferi-las para a tela. “Isso permitia refletir sobre a posição dos personagens e sobre a organização do espaço.” O resultado continua surpreendendo o espectador contemporâneo. Ao mesmo tempo, a modernidade de sua obra não reside apenas na composição, mas também na superfície da pintura. As pinceladas visíveis, os contornos por vezes imprecisos e a sensação de inacabamento chamaram a atenção de artistas séculos depois. “Essa maneira extremamente livre de pintar foi justamente o que encantou os artistas franceses do século 19”, observa Rowley. “Delacroix, Manet e Cézanne acabaram encontrando em Tintoretto uma liberdade que parecia muito mais próxima de suas preocupações do que de muitos pintores de sua própria época.” A segunda parte da exposição explora exatamente essa recepção francesa do artista, mostrando como seu legado atravessou gerações e influenciou alguns dos nomes centrais da modernidade. Um artista impossível de aprisionar A permanência de Tintoretto no imaginário contemporâneo talvez esteja ligada também à dificuldade de reduzi-lo a uma única interpretação. Diferentemente de muitos intelectuais da Renascença, ele não deixou tratados nem textos explicando sua visão da arte. “Tintoretto não deixou escritos. Ele pensava por imagens”, resume Rowley. Para o curador, essa ausência de teoria abre espaço para múltiplas leituras. Em suas cenas mitológicas e representações femininas, por exemplo, convivem erotismo, ironia e ambiguidades difíceis de resolver. “Podemos olhar essas obras como imagens eróticas, nas quais a mulher aparece como objeto de desejo. Mas há sempre alguma coisa que devolve o olhar ao espectador, que o coloca em questão. É o gênio de Tintoretto embaralhar as pistas.” Segundo Rowley, é justamente essa capacidade de desafiar interpretações definitivas que explica a permanência do artista ao longo dos séculos. “Ele fascina pessoas interessadas em coisas às vezes contraditórias. Seus quadros têm uma instabilidade que dá a impressão de que estamos descobrindo a pintura no exato momento em que a observamos.” Essa característica chamou a atenção até de Jean-Paul Sartre. O filósofo francês dedicou páginas importantes à obra do veneziano e chegou a identificar nela uma dimensão quase existencialista. “É uma leitura anacrônica, evidentemente, mas revela algo importante: Tintoretto continua falando ao olhar moderno.” A exposição fica em cartaz no Museu Jacquemart-André, em Paris, até 24 de janeiro de 2027.
Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa a representação apresentada ao Ministério Público da Espanha para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suspeitas de lavagem de dinheiro por meio da empresa Sinapta, constituída por ele em Madri no início de 2026.
Há algumas semanas, dezenas de milhares de pessoas cruzaram de forma repentina a fronteira de Ceuta, o pequeno enclave espanhol cravado no norte da África, e as imagens tomaram as manchetes internacionais em meio a discursos de invasão e um verdadeiro pânico moral. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Nathaly Xavier Schutz (UNIPAMPA/UFSM), doutora em Ciência Política pela UFRGS, para ir além do sensacionalismo e entender as raízes históricas da presença espanhola em Ceuta e Melilla, a doutrina do Grande Marrocos e o modo como o controle fronteiriço se tornou moeda de barganha geopolítica entre Rabat, Madri e Bruxelas. A conversa percorre a diferença entre jovens marroquinos, migrantes subsaarianos e refugiados que usam o Marrocos como rota para a Europa, a desinformação que motivou a travessia em massa e o modo como a extrema direita europeia, de Vox a Giorgia Meloni, instrumentalizou a crise para reforçar o discurso antiimigração. Nathaly também analisa a política da Fortaleza Europa, que terceiriza o controle migratório para países do norte da África, e defende que a própria Europa não teria como se sustentar sem a mão de obra imigrante que tanto teme. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Nathaly Xavier Schutz (UNIPAMPA/UFSM). Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00:00 — Abertura e pedido de apoio 00:06:00 — Ceuta e Melilla: dois enclaves espanhóis na África 00:16:00 — Saara Ocidental e a doutrina do Grande Marrocos 00:20:00 — Colapso de segurança ou vista grossa marroquina? 00:27:00 — A fronteira como arma de barganha geopolítica 00:41:00 — Como a extrema direita instrumentalizou a crise 00:54:00 — Fortaleza Europa: terceirizar o controle migratório 01:09:00 — O futuro de Ceuta e o que a União Europeia precisa mudar The post Muito além do pânico: a verdade sobre a crise de Ceuta appeared first on Chutando a Escada.
Ao regularizar imigrantes que já viviam no país, a Espanha contrariou a guinada conservadora do continente. A extrema direita aproveitou a crise de Ceuta para transformar essa diferença numa suposta ameaça para toda a Europa. Thomás Zicman de Barros, analista político Pedro Sánchez é o primeiro-ministro espanhol – ou, mais precisamente, presidente do Conselho de Ministros – e hoje um dos poucos líderes de esquerda da União Europeia. Nessa posição, acabou comprando briga com muitos governos de direita do continente. No início deste ano, a Espanha lançou uma ampla regularização de imigrantes que já viviam no país, em muitos casos trabalhando e contribuindo para a economia, mas sem os papéis em dia. A decisão causou alvoroço numa Europa governada majoritariamente pela direita e onde ideias antes associadas à extrema direita estão cada vez mais normalizadas. Esse contraste ficou particularmente evidente numa pretensa crise migratória ocorrida há duas semanas em Ceuta, no norte da África. Ceuta é um pequeno território espanhol na costa marroquina, reivindicado pelo Marrocos. Volta e meia, a região vive tensões relacionadas à migração, com pessoas tentando atravessar a fronteira para chegar ao território espanhol. No fim de julho, porém, o episódio tomou uma dimensão extraordinária: mais de 70 mil pessoas entraram em Ceuta em pouco tempo, muitas delas influenciadas por rumores divulgados nas redes sociais de que a fronteira estaria aberta. Dezenas morreram durante a travessia. Para uma cidade de cerca de 80 mil habitantes, evidentemente houve uma crise local e humanitária. Mas a extrema direita espanhola e europeia rapidamente apresentou outra história: a Europa estaria sendo “invadida”. O Vox atacou Sánchez e associou as chegadas à sua política migratória. Fora da Espanha, o medo propagado era de que essas pessoas chegassem à Espanha continental e, graças à livre circulação do espaço Schengen, seguissem para outros países europeus. Passado eurocético Aqui vale uma pequena digressão. Até dez ou quinze anos atrás, boa parte da extrema direita era profundamente eurocética. Marine Le Pen defendia a saída francesa do euro e vários partidos flertavam com a possibilidade de retirar seus países da União Europeia. Depois do Brexit, essa estratégia perdeu força. Em vez de sair da União, a extrema direita passou a tentar conquistá-la por dentro, defendendo uma Europa entendida como uma comunidade civilizacional, frequentemente associada à identidade ocidental, branca e cristã, e à necessidade de protegê-la da imigração. Nesse processo, esses partidos aprenderam também a conviver com a livre circulação dentro da Europa, que continua muito popular. Não é fácil fazer campanha contra a possibilidade de um francês passar férias na Espanha ou de um italiano estudar e trabalhar em outro país sem enfrentar controles fronteiriços. Ceuta ofereceu uma oportunidade para colocar novamente essa liberdade em questão. O governo de Giorgia Meloni restabeleceu controles sobre viajantes provenientes da Espanha, alegando o risco de movimentos secundários de migrantes. Outros governos também pressionaram Madri a endurecer sua política migratória. Controles específicos O problema é que a premissa dessa reação era falsa. Ceuta é território espanhol, mas não oferece passagem automática para o continente europeu. A circulação entre Ceuta e a Espanha continental está sujeita a controles específicos. E, nos dias seguintes à entrada em massa, quase todos os migrantes retornaram ao Marrocos. O governo espanhol informou que ninguém daquela onda havia chegado à Península. Não é sequer a primeira vez que algo semelhante acontece. Em 2021, durante uma crise diplomática entre Espanha e Marrocos, milhares de pessoas entraram repentinamente em Ceuta depois de um relaxamento dos controles marroquinos. A enorme maioria também acabou retornando. Houve, portanto, uma emergência real em Ceuta, mas não a onda migratória continental anunciada pela extrema direita. A crise foi instrumentalizada para atacar Sánchez e uma política espanhola que contraria o consenso cada vez mais restritivo sobre imigração no restante da Europa. O episódio mostra também como mudou a extrema direita europeia. Ela já não precisa defender a saída da União Europeia para colocar em questão algumas de suas principais conquistas. Diante de uma crise localizada na fronteira africana da Espanha, reapareceram controles dentro da própria Europa, apesar de a suposta onda migratória não ter saído de Ceuta. A Espanha de Sánchez tem tentado resistir a esse consenso cada vez mais conservador que domina o debate político europeu. Mas Ceuta mostrou que essa disputa será difícil. Hoje, Madri aparece cada vez mais isolada diante de um continente que sofre, sim, uma invasão – não de imigrantes, mas de ideias de extrema direita.
Cristiano Ronaldo, 41 anos, casou-se oficialmente com Georgina Rodríguez, 32, numa cerimónia civil íntima em Cascais. O casal, junto desde 2016, formalizou a união dez anos depois de se conhecerem numa loja da Gucci em Madri.Cristiano Ronaldo, 41 anos, casou-se oficialmente com Georgina Rodríguez, 32, numa cerimónia civil íntima em Cascais. O casal, junto desde 2016, formalizou a união dez anos depois de se conhecerem numa loja da Gucci em Madri.
Puntata speciale del Cacciatore dei libri Estate dedicata ai romanzi che parlano di padri e di madri.Interviste a: - Sandro Veronesi, che nella raccolta "Caducità" (La nave di teseo) dedica alcuni racconti alla perdita della madre e del padre - Dario Ferrari con "L'idiota di famiglia" (Sellerio) in cui racconta, anche con ironia, di un uomo che cerca di prendersi cura del padre malato di Alzheimer, con il desiderio di essere finalmente visto da lui- Antonella Lattanzi che nel romanzo "Chiara" (Einaudi) ci racconta l'amicizia e l'alleanza di due bambine nata proprio per difendersi dai rispettivi padri, dai mostri che talvolta abitano le famiglie- Alcide Pierantozzi che nel romanzo "Lo sbilico" (Einaudi) racconta la sua malattia mentale, ma narra anche di una madre presente ma sofferente e di un padre definito negazionista perché nega la sua malattia Nello spazio dedicato ai personaggi classici della letteratura, Alessandra Carati ci parla di Arturo, personaggio di Elsa Morante e Marzo Balzano di Rosso Malpelo di Giovanni Verga: due figure molto legate ai padri. Le interviste sono tratte dal podcast "Volti di carta" dedicato ai giovani realizzato da DeaScuola in collaborazione con Radio 24.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (21/07/2026): Informações sobre o avanço dos crimes transnacionais e cibernéticos levantadas pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE) apontam 754 bilhões de tentativas de infiltração nos sistemas digitais brasileiros somente em 2025, relata Marcelo Godoy. Em outra frente, o CIE estima em R$ 50 bilhões o valor da cocaína que passa pelo País por meio de facções como PCC, Comando Vermelho e outras. As informações foram apresentadas pelo general Carlos Eduardo Barbosa da Costa, comandante do CIE, em palestra no QG do Exército sobre ameaças ao Brasil. Ele listou atores estatais e não estatais – estes representados por bandos organizados, organizações criminosas e ameaças cibernéticas. O general também tratou do desafio que a inteligência artificial acrescenta à Defesa Cibernética do Brasil. Internacional: Milícia fecha o Mar Vermelho e eleva pressão sobre custos de energia Economia: Nova regra da reforma tributária acelera a doação de imóveis no País Política: Convenções têm início com dúvidas sobre palanques, vice e alianças Esportes: Festa da Espanha teve encontro com o rei e multidão nas ruas de MadriSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A guerra no Oriente Médio fechou mais uma rota de exportação de petróleo. Os responsáveis agora são os rebeldes do Iêmen ligados ao Irã. O preço do barril chegou a US$ 90. Depois do tarifaço contra o Brasil, o presidente Donald Trump anunciou sobretaxa contra o Canadá. O Reino Unido tem o sétimo primeiro-ministro em uma década. Andy Burnham assumiu o cargo, prometendo estabilidade e controle do custo de vida. Da fúria à euforia: milhões tomaram as ruas de Madri para comemorar o bicampeonato mundial da Espanha. E Pedro Bassan trouxe as imagens e os momentos inesquecíveis da maior Copa do Mundo de todos os tempos.
Confira nesta edição que um homem foi preso após tentar colocar fogo no prédio do serviço de imigração dos Estados Unidos ( ICE, na sigla em inglês), em Nova York. Seleção campeã mundial, a Espanha foi recebida com festa em Madri. No Rio Grande do Sul, a chuva já causou danos em mais de 40 cidades e o estado continua em alerta para temporais. E atenção ao prazo: eleitores têm a partir desta segunda-feira (20) para solicitar voto em trânsito.
Entre Espanha e Argentina, o futebol mostrou, mais uma vez, que nunca se separa da política. As acusações de racismo contra os dois países não devem deixar esquecer que o esporte deve ser também um espaço de resistência. Thomás Zicman de Barros, analista político Apesar de só ter marcado no final da prorrogação, não há dúvida de que a Espanha dominou a final da Copa do Mundo contra a Argentina. Muita gente no Brasil comemorou a derrota dos nossos vizinhos. Para além da rivalidade e do futebol ruim apresentado pela alviceleste, muitos justificavam a torcida por motivos políticos. Como disse antes mesmo do início do torneio, política e futebol são inseparáveis. Para alguns, torcer pela Argentina significaria legitimar o racismo que marca o país. Houve até quem transformasse essa escolha numa forma conveniente de expiar o racismo brasileiro, apontando o dedo para os outros. A Argentina convive, sim, com um grave problema de racismo. Os episódios se repetem nas arquibancadas, nas redes sociais e, por vezes, entre os próprios jogadores. O silêncio de muitos de seus principais atletas diante desse fenômeno também é eloquente. Como se diz hoje, não basta não ser racista: é preciso ser antirracista. Neste aspecto, porém, a Espanha também leva cartão vermelho. Trata-se do país onde Vini Jr. foi alvo de uma escancarada campanha racista, que no entanto tentaram apagar. Até mesmo Javier Tebas, presidente da La Liga, em vez de enfrentar o racismo que se abatia contra o jogador, insinuou que era Vinicius que provocava as torcidas. Fenômeno atravessa séculos O racismo espanhol e argentino vem de longa data. A Espanha foi uma das grandes potências coloniais da era moderna. Ainda que tenha perdido esse protagonismo ao longo do século XX, enfrentando décadas de decadência, conservou por muito tempo uma imagem de si mesma como centro civilizador. A Argentina percorreu uma história diferente, mas chegou a um lugar parecido. Desde o século XIX, parte das elites de Buenos Aires procurou apresentar o país como uma espécie de Europa transplantada para a América do Sul. Domingo Faustino Sarmiento, intelectual que viria a ser presidente do país, resumiu esse projeto na fórmula que atravessou gerações: "civilização ou barbárie". A civilização era a Europa. A barbárie eram os povos indígenas, os mestiços, os gaúchos, todos aqueles que não cabiam no ideal de uma nação branca e europeia. Mas há algo curioso nessa frase. Se Sarmiento precisou opor civilização e barbárie é porque a chamada “barbárie” não branca existia e resistia. E isso vale para os dois finalistas desta Copa do Mundo. A Espanha nunca foi apenas Madri. É, na prática, uma comunidade plurinacional, onde catalães, bascos, galegos e tantos outros disputam há séculos diferentes maneiras de entender o próprio país. Foi também nessas periferias que se organizaram algumas das resistências mais duradouras ao franquismo. E a Espanha do século XXI tampouco é a Espanha sonhada pelos nacionalistas. É um país profundamente transformado pela imigração. Basta olhar para Lamine Yamal, prodígio da seleção espanhola, para perceber isso. Ele é o filho de imigrantes que mostra que a Espanha real é muito mais diversa do que o imaginário construído pelos supremacistas. Algo parecido se vê na Argentina. Por trás da fantasia de uma nação exclusivamente europeia sempre existiu outro país: indígena, mestiço, popular. A Argentina dos chamados cabecitas negras, mobilizados pelo peronismo contra as elites portenhas. Uma Argentina que nunca aceitou desaparecer. Maradona: a Argentina que resiste Maradona talvez tenha sido seu símbolo mais poderoso. Reivindicava sua origem guarani, fazia questão de afirmar sua identidade latino-americana, abraçava causas anti-imperialistas quando isso podia custar muito caro. Era, talvez sem o dizer, a revanche daquela Argentina que Sarmiento havia chamado de “barbárie”. É curioso notar que os jogadores argentinos de hoje, tão omissos quando o assunto é racismo, tenham encontrado tanta convicção para defender a soberania argentina sobre as Malvinas. Depois da vitória sobre a Inglaterra, exibiram uma faixa reafirmando a reivindicação do arquipélago. O gesto lembrava algo que Hannah Arendt observou ao analisar o imperialismo moderno: as hierarquias raciais e a lógica imperial nasceram da mesma visão de mundo. Não é possível combater uma e ignorar completamente a outra. Nada disso transforma a Argentina em exemplo de antirracismo. Nem absolve a Espanha de sua dificuldade em enfrentar o preconceito arraigado. Agora, se política e futebol são inseparáveis, é preciso celebrar os momentos de resistência. O futebol continuará sendo um campo de disputa. Que seja também um espaço de luta antirracista.
Não é à toa que, em português, a expressão “parece final de Copa do Mundo” é usada para descrever uma situação em que os nervos estão à flor da pele ou uma multidão unida por um mesmo objetivo. No domingo (19), na Plaza de Colón, no centro de Madri, foi possível comprovar que poucas coisas provocam tanta paixão em uma torcida quanto uma decisão de Mundial. Ana Beatriz Faria, correspondente da RFI na Espanha O calor intenso da tarde madrilenha não impediu o público de chegar cedo para garantir um bom lugar. Na batalha contra as altas temperaturas, valia de tudo: água para beber e borrifar no corpo, o tradicional leque espanhol, chapéu na cabeça e muito ânimo. Antes de a bola rolar, era só festa. Uma charanga, vinda de Toledo especialmente para acompanhar a final na capital, embalava a multidão e dava um charme ainda mais espanhol ao ambiente. Os palpites apontavam quase todos na mesma direção: Espanha campeã. O placar, sim, variava. Havia quem apostasse em 2 a 1, mas também quem esperasse uma goleada. Era o caso de Enzo Reigada, de 10 anos, que viajou das Astúrias para Madri com parte da família. “Nesta Copa do Mundo, somos os favoritos e temos que ganhar”. Questionado sobre o resultado da partida, não hesitou: “Quatro a zero. A Espanha ganha.” A tia de Enzo, Reme Nieves, também estava confiante, embora um pouco mais cautelosa. No intervalo, quando o placar ainda estava zerado, apostava em uma vitória por 2 a 0. Independentemente do resultado, porém, dizia que a viagem já tinha valido a pena pelo simples fato de viver aquele momento em meio à multidão. “O clima está muito bom, muito bom. Viemos hoje de manhã para assistir à final aqui em Madri. Somos do norte, das Astúrias. Está tudo bem, muito bem”, contou. Entre a confiança e a tensão Com duas bandeirolas da Espanha na cabeça, uma bandeira envolvendo o corpo e o rosto pintado com listras vermelhas e amarelas, Laura Pérez não deixava nenhuma dúvida sobre a empolgação diante da possibilidade de ver a Espanha se tornar bicampeã mundial. Ela fez questão de dizer que não escolheria nenhum outro lugar para acompanhar a decisão. “A Espanha me encanta. Acho que sempre houve muita energia e um clima muito bom. E eu nunca iria embora”, afirmou. Laura e os milhares de torcedores reunidos na Plaza de Colón, no entanto, tiveram de enfrentar momentos de muita tensão. Gol anulado de um lado, quase gol do outro. Os braços subiam, as mãos iam à cabeça e a multidão suspirava em uma desolação coletiva. Depois, ao som do grito de “sí, se puede” (“sim, é possível”), a esperança voltava a se espalhar pela praça. No fim do tempo regulamentar, o argentino Enzo Fernández foi expulso. A partida seguiu para a prorrogação, e a explosão veio com o gol de Ferran Torres logo no primeiro minuto da segunda etapa do tempo extra. A superioridade espanhola ficou evidente nas estatísticas. Foram 20 finalizações da Espanha, 12 delas na direção do gol, contra apenas duas da Argentina. A seleção argentina não acertou a meta espanhola nenhuma vez. Mesmo assim, nos últimos instantes, quase conseguiu empatar. Um susto final antes do alívio. Festa de Colón a Cibeles A catarse definitiva veio com o apito final. Depois de muita luta, a Roja, como é carinhosamente apelidada a seleção espanhola, sagrou-se campeã mundial de 2026. Foi o segundo título da história do país com a seleção masculina, após a conquista de 2010. A festa tomou as ruas do centro de Madri. Torcedores surgiam de todos os lados e caminhavam em direção à emblemática Fuente de Cibeles, testemunha de tantas comemorações esportivas e escolhida mais uma vez como palco das grandes festas. A informal, que aconteceu no domingo, e a oficial, que será realizada nesta segunda (20). É lá que a Espanha vai receber a seleção que, nesta manhã, acordou com mais uma estrela. Depois de viver a celebração nas ruas, Alba Carbonell quer estar no meio da multidão que receberá os campeões. Para ela, ver a seleção espanhola conquistar o Mundial foi uma experiência única e também uma espécie de segunda chance. “Foi muito emocionante assistir ao jogo em Madri, vendo as ruas cheias de pessoas torcendo pela mesma coisa ao mesmo tempo, sentindo essa alegria. Eu nem consigo explicar, porque nunca tinha visto as ruas de Madri assim”, contou. Alba era pequena quando a seleção espanhola conquistou o primeiro título mundial, em 2010, e guarda poucas lembranças daquela celebração. “Para mim, foi uma segunda oportunidade de reviver isso de forma mais intensa. Foi muito lindo. Estou até querendo ir para a comemoração que vai ter em Madri com os jogadores, vai ter até show. Estou muito, muito feliz.” O brasileiro Luis Iglesias, que também tem nacionalidade espanhola, conhece bem essa sensação. Ele ainda era criança quando o Brasil conquistou sua última Copa do Mundo, em 2002, e agora finalmente pôde viver de perto a festa de um título mundial. “Está sendo uma loucura e uma emoção gigantesca, como se fosse o Brasil ganhando de novo. Eu tinha só 4 anos quando o Brasil ganhou a última Copa, em 2002. Nem lembro, não tenho nenhuma memória do que foi aquela festa. Hoje estou podendo ter esse gostinho do que é ganhar uma Copa do Mundo”, afirmou. Depois de viver as comemorações na capital espanhola, Luis não esconde o sentimento de pertencimento: “Estou me sentindo mais espanhol do que nunca por poder participar da festa aqui em Madri”.
A Madrid, l'ispettrice Elena Blanco, ancora una volta e' chiamata a risolvere una serie di delitti orribili
Omar Artan, da Somália, um dos principais árbitros da África, teve a entrada nos Estados Unidos negada pelo governo americano e foi retirado da lista oficial de árbitros do torneio pela Fifa. E mais:- Nos últimos meses, jogadores, dirigentes e integrantes de delegações de várias nações relataram dificuldades para entrar nos EUA. A seleção do Irã, por exemplo, transferiu sua base de treinamento para o México após problemas com vistos- Israel e Irã anunciam a suspensão dos ataques e afirmaramque continuam abertos à diplomacia, mas alertaram que voltarão a reagir caso sejam alvo de novas ofensivas- Na Espanha, Papa Leão XIV encontra fiéis, ouviu relatos de famílias imigrantes, faz forte apelo pela paz diante do agravamento dos conflitos internacionais, critica aumento dos gastos militares e cobra reparação por parte da Igreja às vítimas de abusos cometidos por membros do clero-Autoridades suspendem aulas em todas as 94 escolas de Utsunomiya, a cerca de 100 quilômetros de Tóquio, após urso ser visto circulando pelas ruas da cidade Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (08): Israel afirmou ter atacado alvos militares no oeste e no centro do Irã na madrugada desta segunda-feira (08), pelo horário local. A ofensiva ocorreu mesmo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedir ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que não realizasse uma retaliação aos bombardeios com mísseis e drones lançados pelo Irã contra o norte de Israel no domingo (7). Os ataques iranianos ocorreram após ações militares israelenses em Beirute, no Líbano. A guerra envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos completa 100 dias sem que um acordo tenha sido alcançado para encerrar o conflito. Nos últimos dias, os ataques foram intensificados em diferentes pontos do Oriente Médio, ampliando as tensões e elevando as preocupações sobre uma possível escalada ainda maior da crise. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Marcus Vinícius de Freitas, professor de relações internacionais. O papa Leão XIV celebrou uma missa para mais de um milhão de fiéis neste domingo (07), em Madri, durante o segundo dia de sua visita à Espanha. Desde as primeiras horas da manhã, milhares de pessoas ocuparam a Praça de Cibeles, um dos locais mais emblemáticos da capital espanhola, para acompanhar a celebração. Durante a homilia, o pontífice defendeu a renovação da fé católica e afirmou que a religiosidade que há séculos marca a história da Espanha não deve ser vista como um museu do passado, mas como uma escola de fé capaz de inspirar as novas gerações. O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que os desafios enfrentados pelo setor aéreo em razão do conflito no Oriente Médio precisam ser enfrentados de forma conjunta entre os países. A declaração foi feita durante a abertura da 82ª Assembleia Geral Anual e da Cúpula Mundial de Transporte Aéreo da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo). Segundo Alckmin, a aviação global enfrenta problemas que nenhum país consegue resolver sozinho, destacando o alto e volátil custo do combustível. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados analisa propostas de emenda à Constituição que buscam reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e outros delitos graves. Entre os textos em discussão está a PEC 32/2015, que prevê a responsabilização a partir dos 16 anos mediante análise individual, com cumprimento de pena em unidades separadas e procedimentos específicos. Também estão em debate as PECs 8/2026 e 9/2026, que propõem a redução da idade penal para 16 anos, seja de forma mais ampla ou restrita a situações excepcionais, como crimes marcados por extrema crueldade. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a escala de trabalho 6x1 pode enfrentar atrasos e sofrer mudanças durante sua tramitação no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmou que o Senado não deve atuar como uma "casa carimbadora" e indicou que a proposta precisará passar pelas comissões antes de ser votada, o que pode ampliar o prazo para sua análise. Para discutir os possíveis impactos e o andamento da proposta, a Jovem Pan entrevista o senador Izalci Lucas (PL-DF). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, terá de aceitar qualquer acordo que Washington venha a fechar com o Irã. Em entrevista ao Financial Times, Trump declarou que é ele quem conduz as negociações e que Israel não terá alternativa além de aceitar os termos definidos pelos EUA. O presidente também minimizou os efeitos do ataque com mísseis lançado pelo Irã contra Israel, afirmando que a ofensiva não terá impacto nas tratativas em andamento. Para analisar esse cenário, a Jovem Pan entrevista Priscila Caneparo, professora de direito internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Il 2 giugno del 1946 - ottant'anni fa - l'Italia scelse la Repubblica. I cittadini italiani e, per la prima volta dopo aver votato alle Amministrative qualche mese prima, le cittadine italiane, scelsero la forma di Governo che li avrebbe rappresentati. Tra la Monarchia e la Repubblica vinse la seconda, con uno scarto di circa 2 milioni di voti. A questa decisione, fece seguito l'importante appuntamento con la scrittura della Carta costituzionale, a cui parteciparono 16 partiti, in testa Democrazia Cristiana, Partito Socialista e Partito Comunista. Furono incaricati di redigerla 556 parlamentari, tra cui 21 donne. Un numero sottile, ma le donne ebbero un ruolo centrale e fondamentale nella definizione della Costituzione italiana. In questo “Laser” – firmato da Francesca Torrani, corrispondente da Roma Rsi - vi proponiamo una lettura storica di quel momento, che comprende un inserto: un incontro con Lea Gariazzo, 102 anni di Biella, partigiana, che quel 2 giugno 1946 sulla scheda di voto mise la croce su Repubblica.
heading in to summer Steve and Jamie are back together for another episode. Lots of interesting facts, lookalike moments for Jamie, whats in your garden and lots more
O tribunal da internet pegou fogo e as piracicabanas mais comentadas do Brasil vieram ao Pânico contar a real! Recebemos nesta segunda-feira (25) a empresária e sedutora do João Kléber, Bruna Pinheiro (a Miss Catar), e a modelo fotográfica e influencer, Jéssica de Paula, apontadas como pivôs da separação de Vini Jr e Virginia. Elas abriram o jogo sobre a noite em Madri e provaram que a internet criou uma fanfic que nunca existiu. Assista agora ou vai ter que passar no Teste de Fidelidade com o elenco do programa!
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã de hoje após investigações que apontam ligação entre ela e o Primeiro Comando da Capital. A "Operação Vérnix" foi deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público. A ação tem vários mandados de prisão e busca e mira a família de Marcos Camacho, o Marcola, líder da facção. Também foram presos Everton de Souza (vulgo Player), indicado como operador financeiro da organização, e Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola, que está em Madri.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Recebemos a paleontóloga Aline Ghilardi para aprendermos sobre a devolução de fósseis brasileiros que estão de maneira irregular no exterior.Também comentamos as expectativas para a viagem de Trump à China, além de observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.Por fim, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a crise diplomática entre México e Madri, em meio a visita de Isabel Díaz Ayuso ao país norte-americano.Use o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Em 1750, os Sete Povos das Missões viviam um período de esplendor urbano e econômico. Quando somavam cerca de 30 mil habitantes, pelo Tratado de Madri, em troca da Colônia do Sacramento, atualmente no Uruguai, os portugueses receberam dos espanhóis terras das reduções jesuíticas, hoje no noroeste do Rio Grande do Sul.Os indígenas não aceitaram entregar tudo o que construíram aos seus inimigos. Entre vários líderes, o principal personagem da guerra foi Sepé Tiaraju. Sua figura, elevada à condição de herói nacional, mistura traços históricos comprovados com elementos lendários consolidados na cultura popular ao longo dos séculos. No quarto episódio da temporada do programa Aconteceu no RS, o professor do Departamento de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Eduardo Neumann conta como foi a Guerra Guaranítica.Oferecimento: Colégio Anchieta e UnisinosFicha técnica:Produção e edição: Lucas VieiraOperação: Vinícius RodriguesArtes e vinheta: Laura MelchiorSupervisão: Rafael Manito e Fernando Salvador Coordenação: Larissa Guerra
La puntata di Comodino di luglio 2025, dedicata a un saggio e a un romanzo che parlano di maternità, ha ricevuto moltissimi riscontri, tra commenti su Instagram ed email. Diventare genitori (e madri in particolare) non è certo un tema nuovo, ma comprensibilmente resta sempre rilevante e suscita molte discussioni e punti di vista diversi. Questa puntata speciale è una specie di sequel: contiene un'intervista ad Amanda Hess, giornalista del New York Times e autrice del libro Un'altra vita. Fare un figlio nell'era digitale (Einaudi), uscito lo scorso ottobre. Qui potete ascoltarla nella versione in italiano, doppiata da Giulia Alice Pacchiarini. La puntata è disponibile anche in inglese, senza doppiaggio. Nella puntata sono menzionati la serie fotografica di Vincent Ferrané Milky Way e i libri Il lavoro di una vita di Rachel Cusk (che è stata a sua volta ospite di Comodino), Unfit Parent di Jessica Slice e Il rifiuto della morte di Ernest Becker. Questo e gli altri podcast gratuiti del Post sono possibili grazie a chi si abbona al Post e ne sostiene il lavoro. Se vuoi fare la tua parte, abbonati al Post. Leggi sul Post:- Sempre meglio non mettere i bambini sui social- Le influencer antifemministe che parlano alle donne, cioè le tradwife- Le donne che scelgono di partorire senza assistenza Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O esporte vive em constante evolução de desempenho dos atletas e da tecnologia aplicada a ele. Prova disso é a quebra do recorde mundial na maratona, com dois atletas completando a prova em menos de duas horas. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam todos os detalhes deste feito histórico e ainda repercutem a quebra do recorde brasileiro nos 100m com barreira, a etapa de Foz do Iguaçu da Copa do Mundo de Boxe, a etapa de Margaret River da WSL, o Masters 1000 de Madri, os Jogos Sul-Americanos da Juventude e o retorno de Nicholas Santos às competições. Dá o play!
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em abril de 2018, Heydi Paz Bulnes, hondurenha de 25 anos que havia lutado por anos para construir uma vida em Madri, começa a trabalhar num restaurante de César Román Viruete — homem de mil identidades, nenhuma verdadeira. O relacionamento dura poucos meses. Ela desaparece em julho. O que a polícia encontra em agosto muda tudo. #584
António Guterres enviou mensagem de vídeo na abertura da primeira reunião presencial do órgão, que decorre em Madri; grupo é composto por 40 especialistas, incluindo uma brasileira e uma cabo-verdiana; primeiro relatório sobre governança global da inteligência artificial deve sair em julho.
Vinícius Júnior marcou dois gols e decidiu o clássico de Madri — mesmo com o Real jogando com dez desde os 77 minutos. No mesmo domingo, o Manchester City atropelou o Arsenal em Wembley com dois gols de cabeça do jovem Nico O'Reilly e faturou sua nona Copa da Liga Inglesa. Felipe Lobo e Bruno Bonsanti analisam o momento de Vinicius às vésperas da Copa do Mundo, o que o título da Carabao Cup significa para o City na briga pela Premier League, passam pelas ligas europeias e chegam à Data Fifa — com a repescagem europeia e a última chance da Itália de ir ao Mundial.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Laura Pigozzi"Non solo madri"Riscoprire la donna oltre la maternitàRaffaello Cortina Editorewww.raffaellocortina.itCosa resta di una donna quando la maternità occupa tutto lo spazio, intimo e sociale? Perché, oggi come ieri, la figura rassicurante della madre continua a essere preferita a quella, più complessa e scomoda, di una donna come soggetto desiderante? “Una madre non può essere tutto per una figlia o un figlio senza perdere molto di sé e senza togliere moltissimo a loro” scrive l'autrice. Eppure, oggi più che mai, le madri sono immerse in una narrazione idealizzante che le esalta proprio in quanto sacrificali. Ma una società che idolatra la madre e rimuove la donna ha un impatto penalizzante sulla realizzazione di tutte, tanto nel collettivo quanto nel privato, e ancora troppe donne che non hanno avuto figli si dicono fallite. “In ogni donna c'è un enigma, qualcosa di opaco anche a se stessa: un punto cieco in cui proviamo a entrare.”Attraverso casi clinici, riferimenti psicoanalitici, letterari e cinematografici, e la storia di figure esemplari come Maria Callas, Camille Claudel e Lou Andreas-Salomé, l'autrice riflette sulla complessità e le oscillazioni dell'essere donna per provare ad articolare la maternità in modo nuovo: una “maternità femminista”, che non annulli la femminilità ma la integri, un'esperienza trasformativa capace di arricchire la vita di una donna senza soffocarne la creatività e la passione. “La maternità non è alienazione se resta attraversata da un desiderio di donna. E allora una madre sa guardare i figli andare, perché lei stessa è ancora in viaggio.” Laura Pigozzi, psicoanalista, psicologa clinica e giuridica penale e civile, filosofa, si è formata in Italia e in Francia. Alla luce della teoria psicoanalitica legge i fenomeni sociali contemporanei che riguardano le donne, gli adolescenti, le nuove strutture famigliari, i rapporti genitori-figli. È l'ideatrice del concetto di plusmaterno. È nel direttivo della Fondation Européenne pour la Psychanalyse con sede a Parigi. Collabora con diverse riviste internazionali.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Autoridades espanholas investigam um acidente com dois trens que deixou ao menos 40 mortos. Segundo a agência internacional Reuters, peritos encontraram uma junta de trilho quebrada no mesmo trecho onde aconteceu a batida. No acidente deste domingo (18) à noite, um trem que seguia para Madri descarrilou e atingiu um outro que seguia na direção contrária. Mais de 400 pessoas estavam a bordo e 43 seguem internadas. Veja também nesta edição do JR 24 Horas: estilista Valentino Garavani morre aos 93 anos na Itália.
Mara Cinquepalme"Breve atlante delle (altre) madri e dei (nostri) figli"Scatole Parlantiwww.scatoleparlanti.itBreve atlante delle (altre) madri e dei (nostri) figli esplora le fragilità e i segreti delle famiglie, in particolare quelle di donne che, per vari motivi, hanno dovuto rinunciare ai propri figli, costrette ad affidare i loro bambini a terzi, spesso in circostanze drammatiche. Di queste madri la cronaca ci restituisce quasi tutto. Conosciamo le loro storie fin nei minimi dettagli, ma di quello che accade dopo un abbandono restano poche tracce. Tranne quando madri e figli si ritrovano. I protagonisti di queste narrazioni, tutti legati a una madre di nome Agata, si muovono sullo sfondo di eventi calcistici significativi, che riflettono la storia sociale del nostro Paese. Un viaggio emozionante tra passato e presente, tra ricerca e riconciliazione.Mara Cinquepalmi è una giornalista professionista. Ha scritto Te lo leggo negli occhi per l'antologia Hanno deciso gli episodi: 20 racconti sul calcio e i suoi luoghi comuni (Pendragon, 2015) e La cura della memoria pubblicato in Emilia Romagna. La religione della cura (Les Flaneurs, 2022). È autrice dell'ebook Dispari. Storie di sport, media e discriminazioni di genere (Informant, 2016) e dei libri Donne di carta. Il Poligrafico nei documenti dell'Archivio di Stato di Foggia e nei ricordi delle lavoratrici (Il Castello, 2017) e Turista per calcio (e non per caso) (Il Castello, 2020). Ha curato, per l'associazione GiULiA, il libro Donne Media & Sport (2019), poi rieditato dalla Fondazione Murialdi per il giornalismo (2021).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Volvemos tras un parón de descanso mental y físico de casi tres meses
Durante l'ultimo conflitto, tra Israele e Hamas a Gaza, proprio nei giorni in cui veniva siglata una fragile tregua, siamo andati in Israele a incontrare tre donne israeliane. In una guerra in cui l'inizio e la fine sono stati decisi dagli uomini, ci siamo rivolte a tre donne che hanno avuto e continuano ad avere azioni e gesti di pace, senza risparmiare critiche al governo israeliano. A Tel Aviv, a due passi dalla piazza Dizengoff, dove la fontana è un sepolcro di volti di uomini (cfr. foto), donne e bambini uccisi il 7 ottobre, abbiamo incontrato Manuela Dviri, scrittrice e giornalista che nel 1998 ha perso il giovane figlio Yonathan che prestava servizio nell'esercito israeliano. A partire da questo lutto Dviri non ha mai smesso di criticare le azioni guerrafondaie del suo governo. E poi Ketty Bar, un'artista che ha fondato il movimento “Madri contro la violenza”, che conta 10mila donne in Israele e che mette al centro il ruolo delle madri nell'educare i figli alla non violenza. Ogni week end le “Madri contro la violenza” si recano in Cisgiordania per incontrare e sostenere le donne palestinesi. E, infine, proprio nei giorni in cui venivano restituiti gli ostaggi israeliani vivi e i prigionieri palestinesi, nella piazza degli ostaggi di Tel Aviv, abbiamo incontrato Efrat Machikawa, la nipote di una coppia che abitava nel kibbutz Nir Oz, un kibbutz prossimo alla striscia di Gaza, dove il 7 ottobre 2023 , 47 persone sono state uccise e 76 sono state prese in ostaggio. Lo zio di Efrat è stato rilasciato dopo 281 giorni di prigionia mentre la zia è stata uccisa.
Questa inchiesta giornalistica realizzata in Armenia tra la capitale Yerevan e la città di Gymri, porta alla luce, attraverso l'incontro con madri, avvocati, l'accesso a documenti inediti e luoghi sensibili, un stistema criminale di adozioni illegali sconosicuto nella sua ampiezza, gravità e per ora impunito. Un'inchiesta giudiziaria su sospette adozioni illegali all'estero è in corso in Armenia dal 2019 con 11 imputati e riguarda trenta casi di bambini adottati con una decisione della Corte tra il 2016 e il 2018, tra cui venti in Italia, gli altri tra Stati Uniti e Francia. Il principale imputato è Razmik Abrahamyan, direttore dell'Ospedale di Maternità Repubblicano di Yerevan, accusato, in particolare, di «separazione illegale di un bambino dai genitori o sostituzione di bambino». Tra gli altri imputati figurano Liana Karapetyan, ex direttrice dell'orfanotrofio “Mankan Tun”, chiamato anche “Children's Home” di Yerevan, ex funzionari del Ministero della Giustizia Armeno, del Comune di Yerevan, del Ministero del Lavoro e degli Affari Sociali armeni e Anush Garsantsyan, che è stata fino al 2022 la rappresentante in Armenia degli enti italiani accreditati dalla CAI (Commissione per le Adozioni Internazionali), l'autorità centrale italiana in materia di adozioni internazionali. Sarebbero 830 le madri armene che oggi cercano i figli, strappati dalla loro braccia alla nascita, adottati, senza il loro consenso libero e informato, all'estero. Madri a cui spesso era vietato vedere i neonati dichiarati morti, o mostrato un corpo diverso, minacciate, sedate. Oppure messe sotto pressione, perché sole, minorenni, o senza la possibilità di prendersi cura di figli dichiarati, in molti casi, in modo falso, malati. Questa inchiesta è stata realizzata da Sabrina Pisu e dalla fotogiornalista Cinzia Canneri con il supporto del Journalism Fund Europe.
Neste episódio, falamos sobre a vitória tranquila do Manchester City fora de casa contra o Real Madrid, o Arsenal 100% na Champions League, a virada do Barcelona com gols de Koundé e muito mais. Gustavo Hofman também conversou com Ítalo, do Ural (Rússia). Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
This week we're using the wrong words, binging House of Madri, and tasting Jonny's Oktoberfest bier.GET TICKETS TO LOVE & BEER: tinyurl.com/love-and-beer-2025WATCH THIS WEEK'S VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=80x-4v_DwtEWATCH THE HOUSE OF MADRI: https://youtube.com/shorts/YiwF8NGa5vI?si=0mBcMvp5d_szQISOSupport the showBrought to you by the team behind the Craft Beer Channel, The Bubble is a weekly podcast that gives you a way to wind down with your first beer of the weekend. Dig into craft beer, film and music culture as well as hearing what's going on in the wild world of Beer Tubing.BUY JONNY'S NEW BOOK! SIGNED COPIES: https://www.davids-bookshops.co.uk/products/the-meaning-of-beer-by-jonny-garrett-signed-pre-orderAMAZON: https://www.amazon.co.uk/Meaning-Beer-Jonny-Garrett/dp/1838959947/WATERSTONES: https://www.waterstones.com/book/the-meaning-of-beer/jonny-garrett/9781838959944SUPPORT US! Pledge on Patreon and get some cool merch & videos: https://www.patreon.com/craftbeerchannel Check out our awesome sponsor The Malt Miller: https://www.themaltmiller.co.uk/ Twitter – @beerchannelFacebook – http://www.facebook.com/thecraftbeerchannelInstagram – @craftbeerchannel
Neste episódio, falamos sobre o Dembélé confirmando o favoritismo e vencendo a Bola de Ouro. Também é assunto o brilho de Vinicius Jr. na goleada do Real Madrid contra o Levante em LALIGA. Ainda abordamos bastante sobre o show de Messi no Yankee Stadium, fizemos uma entrevista especial com Ygor Nogueira, zagueiro do Sabah-AZE e muito mais. Vem com a gente, fã de esportes. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Madri, padri, relazioni familiari. Elementi spesso al centro dei romanzi in qualunque epoca storica. In questa puntata speciale del Cacciatore di libri Estate, parliamo di romanzi che narrano le complesse geometrie delle famiglie, i legami e i non detti. Interviste a: Andrea Bajani, vincitore del Premio Strega 2025, Nadia Terranova, con un romanzo che cerca di ricostruire le vicende della bisnonna che aveva passato alcuni giorni in un manicomio, Mario Desiati che torna sul concetto di radici familiari e Chiara Marchelli con un romanzo in cui una donna detesta la figlia del suo compagno. Ospite del Caffè letterario: Davide Mosca, direttore della libreria "Verso" a Milano.
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Viviana Mazza parla dell'attentato in cui (al Museo Ebraico della capitale statunitense) sono stati uccisi due dipendenti dell'ambasciata israeliana. Elena Tebano spiega la sentenza con cui la Consulta ha legalizzato il riconoscimento alla nascita dei bambini delle coppie lesbiche. Cesare Zapperi presenta le elezioni per il nuovo sindaco nel capoluogo ligure, dove la sfida tra centrodestra e centrosinistra ha un significato anche nazionale.I link di corriere.it:Attentato a Washington, uccisi due membri dell'ambasciata israeliana al Museo EbraicoLa Corte costituzionale: «Sì al riconoscimento alla nascita di entrambe le mamme per i figli delle coppie lesbiche»Genova, il campo largo c'è (ma si «nasconde» in piazza): la sfida per il sindaco tra veleni e fair play
We're on the verge of summer, so you're probably dreaming of that ice-cold beer—whether at the beach, the ballpark, or on your back porch. This week, Jim welcomes Sofia Colucci to the podcast. She's the Chief Marketing Officer for North America at Molson Coors, the fourth-largest brewer in the world, with about $12 billion in revenue.Molson Coors traces its roots back to 1786, when John Molson founded Canada's oldest brewery on the banks of the St. Lawrence River in Montreal. Today, the company's portfolio includes Molson, of course, along with the Miller and Coors families of brands, and a wide range of other beverages, including Peroni, Madri, Pilsner Urquell, ZOA Energy, and Arnold Palmer Spiked.Sofia has been with Molson Coors for eight years and has served as CMO for about two and a half years. Prior to that, she spent six years at Maple Leaf Foods in Canada—where she met her husband—and nearly eight years at PepsiCo, working in both Canada and the U.S.Tune in for a conversation with a CMO who brings serious muscle to her marketing strategy!---This week's episode is brought to you byDeloitte and StrawberryFrog.Learn more: https://strawberryfrog.com/jimSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!Maratona de São Paulo acontece no domingo; Provas do fim de semana; Meia Maratona de Praga; Meia Maratona de Berlim; Meia Maratona de Madri; Resultados da Corrida Cidade de Aracaju; 3º Summit ABRACEO CBAt; Ford será o fornecedor oficial de veículos elétricos da Maratona de Londres; Corredores devem decidir com antecedência se desejam receber a medalha ao completar a Maratona de Londres; Kibiwott Kandie suspenso por não se submeter aos testes de doping; Astronauta que ficou presa no espaço foi a primeira a correr uma maratona espacial.Use nossos cupons de Desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10MARATONA DE FLORIPA - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10LIVE! RUN XP - PFC15MARATONA MONUMENTAL DE BRASÍLIA - PFC10CORRIDA INTEGRAÇÃO - PFC10
O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (19) é Rogério Vilela.Rogério Vilela - host do podcast Inteligência Ltda. - é um artista multifacetado brasileiro, nascido em Penápolis, São Paulo, em 8 de novembro de 1970. Sua carreira abrange diversas áreas, incluindo humor, quadrinhos, dublagem e atuação.No universo dos quadrinhos, Vilela foi um dos fundadores, nos anos 1990, do núcleo de criação Fábrica de Quadrinhos, ao lado de Jotapê Martins, Octávio Cariello, Roger Cruz e Marcelo Campos. Este coletivo se destacou na produção de ilustrações e animações. Além disso, ele publicou tiras como "Canybites" na Folha de S.Paulo e participou do projeto internacional ConSecuencias, que levou HQs brasileiras a Madri em 2002. Em 2012, lançou a graphic novel "Acordes", uma obra em três partes que mistura elementos de Borges e "A História Oral do Mundo", de Joe Gould.Como humorista, Vilela é conhecido por seu trabalho no stand-up comedy e por ser um dos criadores do site de humor "Mundo Canibal", que acumulou milhões de visualizações com vídeos, jogos e variedades. Ele também apresentou o show solo "Olá, Terráqueos!", no qual aborda com humor irreverente as mudanças nas relações amorosas, família, sociedade, redes sociais, tecnologia, religião, futebol e sexo.Além disso, Vilela atuou como dublador, ator, roteirista e diretor de animação, contribuindo com ilustrações para revistas como Veja e Superinteressante, e para capas de livros de RPG e cards.Sua trajetória é marcada pela versatilidade e inovação, transitando com sucesso por diferentes segmentos da cultura e do entretenimento no Brasil.Redes Sociais:Instagram:Vilela: https://www.instagram.com/vilela/Inteligência Ltda.: https://www.instagram.com/inteligencialtda/Youtube: https://www.youtube.com/@inteligencialtda