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Meio Ambiente
Sob o silêncio da Fifa, Copa de 2026 será recordista em emissões de CO2

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 6:38


O vencedor da Copa do Mundo de futebol será definido no campo, mas esta edição da competição já tem um título nada honroso a exibir: o de Mundial mais emissor de gases de efeito estufa da história do esporte. Disputada em três países, 16 cidades e com um recorde de 48 seleções, a Copa provocará um uso inédito de transporte aéreo pelas seleções e torcedores – sem falar do volume de dados para as transmissões dos jogos por streaming. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O alto volume de voos será inevitável não apenas para levar um recorde de 6 milhões de espectadores do mundo todo para os países-sede, Estados Unidos, México e Canadá, como para os deslocamentos internos até os locais das partidas. A distribuição dos jogos desconsiderou o balanço ambiental das distâncias – a maior delas é de mais de 4 mil quilômetros, entre o Estádio Azteca, na Cidade do México, e o BC Place, em Vancouver. O resultado é que as emissões geradas pela Copa serão no mínimo o dobro da última edição, no Catar: 7,8 milhões de toneladas de CO₂ equivalentes, avalia um estudo da plataforma internacional de contabilidade de carbono Greenly. Isso corresponde às emissões anuais de um país pobre como Serra Leoa ou de 1,7 milhão de carros a combustível. "O que nos impressionou nesta Copa do Mundo é que ninguém falou sobre essa questão. É uma completa negligência, como se as mudanças climáticas não existissem", observa o CEO da plataforma, Alexis Normand. Antes da Greenly, outros estudos já haviam alertado para um resultado ainda mais pesado, como o do New Weather Institute e a rede Sport for Climate Action, que antecipa um total de emissões de 9 milhões de toneladas de CO₂. Distâncias maiores, por mais gente e mais tempo A média da distância da viagem de ida e volta percorrida por cada torcedor nesta Copa será de 19,4 mil quilômetros, contra 13 mil no Catar em 2022. Para piorar, esta edição será 10 dias mais longa e terá nada menos do que o triplo de torcedores do que o último Mundial. As emissões dos transportes representarão, assim, 87% das emissões totais desta Copa, estima a Greenly. A maioria das partidas vai ocorrer nos Estados Unidos de Donald Trump, um presidente negacionista climático que, em momento algum da organização do evento, se preocupou em diminuir a sua pegada de carbono. O que chamou a atenção foi o silêncio da Federação Internacional de Futebol (Fifa) sobre o tema, apesar de a entidade ter um objetivo de redução de 50% das emissões de seus eventos até 2030 e de atingir a neutralidade de carbono até 2040. Papel da Fifa A decisão de aumentar de 32 para 48 equipes participantes, assim como a de estabelecer uma parceria com a gigante petroleira saudita Aramco, não avançam neste esse sentido. "Durante a Copa do Mundo do Catar, a Fifa fez algumas confusões porque, depois de prometer que o Mundial seria neutro em carbono, soubemos que ela 'esqueceu' de calcular as emissões indiretas relacionadas ao transporte de passageiros", lembra Normand. "Então, ela disse: 'Não é um problema, porque vamos comprar projetos de compensação de carbono, financiar florestas, etc.'. Só que os projetos em questão não foram verificados. Isso se tornou um problema de comunicação para eles, de modo que, agora, aparentemente, eles decidiram nem sequer tocar mais no assunto." Desta vez, a federação reconhece o peso dos transportes no balanço ambiental do evento. No entanto, a Fifa alega que a decisão de espalhar as competições por estádios tão distantes foi para privilegiar as instalações e infraestruturas existentes, outro eixo relevante na pegada de carbono de um grande evento esportivo. Nenhum novo estádio precisou ser construído para o Mundial de 2026. A entidade delega aos países organizadores a missão de reduzir as emissões relacionadas a transportes, energia, alimentação e gestão de resíduos, entre outros aspectos relevantes. "A Fifa precisa assumir a responsabilidade por seu papel crescente na crise climática", afirma Stuart Parkinson, autor principal do relatório do New Weather Institute.  "A Copa do Mundo de 2026 está prevista para ser a mais poluente de todos os tempos, e espera-se que os torneios futuros continuem dependendo fortemente de viagens aéreas e outras atividades com alta emissão de carbono. À medida que a crise climática se agrava rapidamente, a única resposta sensata é a federação tomar medidas imediatas para reduzir significativamente as emissões dos torneios." Próximas Copas Daqui a quatro anos, o formato em que os jogos são divididos entre diferentes países voltará a acontecer, na Copa do Mundo em Portugal, Espanha e Marrocos. Alexis Normand assinala que será uma oportunidade de retomar o exemplo dos Jogos Olímpicos de Paris, que limitou o impacto ambiental a 2,08 milhões de toneladas de carbono, o mais baixo desde a Olimpíada de Londres de 2012. Ele defende que os recursos investidos nas infraestruturas, especialmente no Marrocos, país em desenvolvimento, sejam direcionados à sustentabilidade, e que os critérios ambientais sejam uma condição para as licitações de obras. "Estão previstos grandes investimentos, então por que não imaginar, como fez Paris, um Plano Marshall para investimento em infraestrutura de baixo carbono?", sugere o especialista francês. "Você pode aproveitar para renovar a rede ferroviária, modernizar as instalações esportivas e fazê-las consumir menos energia, conectá-las a fontes de energia renováveis e assim por diante. Dessa forma, minimiza-se o impacto de carbono do transporte e se constrói edifícios que serão menos poluentes."

Convidado
Mundial de Futebol 2026 "será provavelmente aquele com maiores emissões de gases de efeito estufa"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 9:44


Nesta quinta-feira, no dia da abertura do Mundial de Futebol do Canadá, Estados Unidos e México, não podíamos deixar de evocar o arranque desta competição desportiva. Esta competição que decorre a partir deste 11 de Junho até ao dia 19 de Julho promete ser rica em emoções mas, desde já, tem sido marcada por várias polémicas. E isso bem longe dos relvados. Ainda nesta quarta-feira, a ONU apelou Washington a rever "profundamente" a aplicação da sua política migratória, na sequência de tensões resultantes da recusa de os Estados Unidos atribuírem um visto a Omar Artan, árbitro da Somália, as autoridades americanas tendo igualmente vedado a entrada a membros da comitiva iraniana, apesar de protestos da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Outro aspecto problemático: a festa do desporto-rei não é para todos. Para um adepto ir ver um jogo, tem que gastar uma média de mil Dólares, o preço de alguns bilhetes podendo ultrapassar os seis mil Dólares. Para além do custo dos bilhetes, há também as despesas de viagem e estadia entre as diversas cidades, muito distantes umas das outras, que vão acolher os jogos: Toronto e Vancouver no Canadá, Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova Iorque, Filadélfia, San Francisco e Seattle nos Estados Unidos, bem como Guadalalajara, Guadalupe e a capital do México. Com estes destinos todos, 48 equipas em vez de 32 em edições anteriores, 104 jogos e uma dezena de dias suplementares para esta competição, este Mundial 2026, promete também ser um dos mais poluentes jamais organizados, apesar de a FIFA ter chegado a apresentar uma estratégia para limitar a sua pegada ambiental. Refira-se, entretanto, que dentro de quatro anos, adopta-se uma fórmula semelhante, com Marrocos, Espanha e Portugal a acolherem o Mundial 2030. Foi sobre estes aspectos que conversamos com Francisco Ferreira, líder da organização ambientalista portuguesa "Zero". RFI: Como se apresenta o Mundial de Futebol 2026? Francisco Ferreira: Efectivamente, nós estamos a falar de um Mundial que será provavelmente aquele que terá maiores emissões de gases de efeito estufa, praticamente o dobro das emissões daquele que foi o Mundial no Qatar. Porque eu vou ter que usar o transporte aéreo para deslocações de vários milhares de quilómetros entre cidades como Vancouver e Miami. Estamos a falar de 16 cidades sede e com o aumento de selecções, a necessidade de transportes vai ser muitíssimo maior. E estamos a falar de todo o continente norte-americano, não propriamente de três países relativamente próximos. 85/90% das deslocações vão ter que ser em transporte aéreo. E já agora, para se ter a noção, 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono, são aproximadamente 15 a 20% das emissões de Portugal durante um ano e, portanto, muito significativas. E, além disso, nós também devemos olhar para o clima, não apenas pelos prejuízos que estão a ser feitos com esta poluição, mas também pelo facto de nós estarmos no verão norte-americano com temperaturas e humidades que são extremas. Aliás, calcula-se que um quarto dos jogos serão em condições de stress, quer para os espectadores quer para os jogadores. Vamos ter um consumo de energia muito significativo. Com a climatização, os grupos mais vulneráveis vão estar em maior risco. Vamos ter um maior consumo de água e isso deve ser também uma preocupação. Obviamente, apesar de a FIFA ter anunciado uma estratégia para a sustentabilidade, há muitas dúvidas sobre aquilo que é uma efectiva redução, eu diria mesmo impossível, no consumo de recursos e na produção de resíduos associados à magnitude de um evento como este. E o futebol é aqui, infelizmente, um símbolo das contradições da sustentabilidade global. Ou seja, nós, em vez de mantermos um formato que poderia ter menos emissões, portanto, não passando das 32 para as 48 equipas e fazendo investimentos realmente muito significativos nas cidades sede, apesar de a FIFA apontar para os vários pilares da sustentabilidade, o económico, ambiental, a governança, os aspectos sociais, o que é facto é que nós temos exemplos de curtas melhorias, investimentos muito limitados associados a este Mundial e, portanto, o futebol que deveria ser aqui uma oportunidade absolutamente fantástica e espectacular, e temos tido bons exemplos de algumas realizações, quer de campeonatos mundiais, quer, por exemplo, dos Jogos Olímpicos. Como é que eu posso fazer este tipo de eventos desde o início até ao fim, ou seja, desde a construção até ao futuro daquilo que são os investimentos de uma forma mais amiga do ambiente e das cidades e das pessoas? Neste caso, do que conhecemos, a mais valia vai ser muito limitada. RFI: No fundo, o que se pode concluir relativamente à forma como tem sido organizado este Mundial em três países, com mais equipas, com uma duração maior, com mais jogos, é que efectivamente, a FIFA, o cálculo que fez foi sobretudo o lucro, em vez do respeito pelo meio ambiente. Francisco Ferreira: Exactamente. Portanto, logo o fundamental que tem a ver com o uso de recursos e de energia. E aqui estamos a falar, acima de tudo, dos combustíveis fósseis associados principalmente aos transportes. Estes aspectos que são, no fundo, que o que realmente interessa em termos de contribuição ou de minimização por parte da FIFA em relação a um evento desta natureza, acaba, sem quaisquer dúvidas, por vir a ter um impacto muito maior com esta expansão, onde acima de tudo foram os lucros associados que levaram a este desfecho de um aumento de 16 equipas nesta fase final do campeonato mundial. E portanto, se havia realmente um compromisso com a sustentabilidade por parte da FIFA, mais do que investimentos num ou noutro aspecto nas diferentes cidades sede, a primeira e mais importante decisão era não ter aumentado o número de equipas participantes. RFI: Relativamente a outro aspecto que desta vez tem a ver com um aspecto mais político, também houve polémica em torno do facto de os Estados Unidos continuarem a aplicar a sua política extremamente restritiva de entrada de estrangeiros no seu território e escolher a dedo quem vem, quem não vem. Há uma série de vistos que foram recusados, nomeadamente para um árbitro da Somália ou também pessoas que iam acompanhar a equipa do Irão. Francisco Ferreira: Estes aspectos são, obviamente de natureza política, mas enquadram-se numa das valências fundamentais da sustentabilidade que é a governança, bem como na componente social e com os bilhetes ao preço a que foram colocados e, obviamente com questões de participação que deveria ser completamente aberta a todos os espectadores e a todos os participantes, sejam eles directamente atletas ou dirigentes desportivos ou árbitros de futebol. Eu não poderia ter realmente restrições se quisesse estar alinhado com os princípios da sustentabilidade que a FIFA tão apregoa e que, pelos vistos, não estão a ser devidamente respeitados. RFI: Como é que vê este Mundial tendo em conta que já se antevê que para 2030 o figurino será mais ou menos o mesmo, ou seja, jogos dispersos por vários países também. Francisco Ferreira: Daí que tenha começado desde já há mais de um ano, a conversar com a Federação Portuguesa de Futebol, a olhar para os três países-chave da candidatura Portugal, Espanha e Marrocos para assegurar, por exemplo, que as deslocações que mesmo assim são muito mais próximas por comparação com o continente norte-americano, mas que possam ser feitas quer em termos de espectadores, quer em termos de equipas por comboio. E aqui até temos bons exemplos que é uma contradição que vale a pena assinalar desde já. É que, enquanto Marrocos já tem uma linha de alta velocidade, por exemplo, Portugal não tem qualquer linha nem dentro do país nem na ligação entre Portugal e Espanha. Portanto, temos quatro anos para garantir, mais uma vez, que o número de equipas é o decisivo. Mas eu tenho que fazer transformações rapidamente para minimizar aquilo que serão as actividades associadas à logística do Mundial 2030, mas que, como digo logo à partida, com um impacto menor, porque as distâncias entre Rabat, o Porto, Madrid e Lisboa são, mesmo assim, bastante menores. Ou seja, com menor impacto no ambiente, mesmo se tiver que usar o avião, do que no caso dos Estados Unidos.

Papo na Arena
Claudinho preparando pro IPO, Meta com assinatura pro Instagram e Whats, Jogos Olímpicos dos anabolizantes e mais | Papo na Arena #119

Papo na Arena

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 11:50


Resgate seus $20 dólares para testar o Replit, a ferramenta nº 1 de vibe coding do mundo aquiNOVOS CURSOS DA ARENA - Claude Code e Cursor! Assine a Arena com R$100 OFFAssista ao Papo na Arena no Web SummitBom dia! ☕️O Aíquis segue curtindo o verão europeu, agora em Paris com o João Fonseca e o Arthur puxa mais um giro das notícias que mais chamaram a atenção nessa semana com olhar de produto (e acidez).No programa de hoje, temos:Anthropic protocola IPO e lança modelo novo do ClaudinhoSam Altman responde sobre a corrida de IPO com a AnthropicGustavo Vitti e a tese de que estamos trabalhando MAIS, não menosMeta lança assinaturas pagas no Instagram, Facebook e WhatsAppMacBook Neo, a aposta da Apple pra brigar no preçoOs "Jogos Olímpicos do anabolizante" e a obsessão de Silicon Valley por peptídeosSiga a Product Arena nas redes:Instagram⁠⁠Substack⁠⁠Linkedin

MT Cast
MT News #169 - Miguel vence em Mallorca

MT Cast

Play Episode Listen Later May 26, 2026 13:51


O brasileiro venceu novamente o Mallorca Olympic Triathlon neste final de semana e embarca para a Itália em busca de repetir a vitória do ano passado em Alghero, etapa que vai contar com todos os 4 atletas brasileiros presentes nos últimos Jogos Olímpicos: Miguel Hidalgo, Manoel Messias, Djenyfer Arnold e Vittória Lopes.

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | 3 de maio de 2026

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later May 3, 2026 50:05


João Claudio Cimurro conquista o visto Global Talent e agora sonha em representar a Austrália nos Jogos Olímpicos. Vida Nas Minas Australianas: Mônica Holanda troca a aviação por salários altos e desafios no outback australiano. Concerto Renascentista “Que é o Que Vejo?” é dedicado à música renascentista portuguesa e luso-brasileira do século XVI.

Endörfina com Michel Bögli
#461 Gianetti Sena Bonfim

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 133:23


Aos 16 anos e iniciou no atletismo correndo provas de velocidade, meio-fundo e fundo. Ingressou na faculdade de Direito em 1984, continuou correndo e teve o primeiro filho. Já trabalhava como advogada quando veio o segundo filho. Pouco tempo depois, ingressou na marcha atlética. Em poucos anos, alcançou destaque nacional e internacional. Foi sete vezes campeã brasileira no Troféu Brasil de Atletismo e conquistou também diversos títulos da Copa Brasil de Marcha Atlética, com vitórias nas provas de 10 e 20 km. Em 1996, foi campeã ibero-americana e estabeleceu o recorde sul-americano dos 10.000 metros na pista. Também somou pódios em campeonatos sul-americanos e representou o Brasil em Copas do Mundo. O seu envolvimento no projeto social de atletismo criado pelo treinador e depois marido foi gradual, e aos poucos ela iniciou uma transição para a função de treinadora. Com o tempo, passou a atuar diretamente na formação de atletas e integrou delegações brasileiras em campeonatos mundiais, Jogos Pan-Americanos e Jogos Olímpicos. Conosco aqui, a marchadora, advogada, educadora física e treinadora, uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento da marcha atlética no Brasil, mãe e treinadora do também marchador Caio Bonfim, medalhista olímpico e vice-campeão mundial nos 35 km e campeão mundial na prova dos 20 km, foi eleita pelo COB em 2025 a melhor treinadora do Brasil, uma vencedora sobradinhense, Gianetti Oliveira de Sena Bonfim. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.

Nutrição, exercício e saúde
Da Olimpíada à Nutrição Esportiva, com Manuella Lyrio

Nutrição, exercício e saúde

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 18:22


Recebo a Dra. Manuella Lyrio, Nutricionista Esportiva da Clínica MOVE e do SESI-SP, para nos contar sobre sua experiência como atleta de elite de Natação, que resultou na sua participação nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Ela vai nos explicar como foram os bastidores e a sua trajetória que a levou à Nutrição Esportiva atualmente.Se você gosta de esporte de alto rendimento, não perca esse episódio!Mais um vídeo incrível desse podcast, que é uma realização da Clínica MOVE.Se gostar, por favor, inscreva-se no Canal, curta, compartilhe e comente!#rio2016 #atletadeelite #natação #clinica_move #drapatriciacamposferraz #nutripatriciacampos #nutricaoexercicioesaude

JORNAL DA RECORD
09/04/2026 | 1ª Edição: Chuva provoca transtornos em Belo Horizonte e pode voltar a atingir capital mineira

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 3:37


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um incêndio ocorreu no velódromo do Parque Olímpico no Rio de Janeiro por volta das 4 horas da manhã desta quarta (8). Mais de 60 bombeiros estão envolvidos no combate ao fogo, que já danificou parte do telhado. O velódromo foi utilizado para competições durante os Jogos Olímpicos em 2016. Não há relatos de feridos até o momento. A área, localizada na Barra da Tijuca, apresenta grande quantidade de fumaça e é monitorada continuamente pelas equipes responsáveis. E ainda: Medidas para conter aumento de combustíveis entram em vigor.

JORNAL DA RECORD
08/04/2026 | 1ª Edição: Incêndio atinge velódromo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 3:52


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um incêndio ocorreu no velódromo do Parque Olímpico no Rio de Janeiro por volta das 4 horas da manhã desta quarta (8). Mais de 60 bombeiros estão envolvidos no combate ao fogo, que já danificou parte do telhado. O velódromo foi utilizado para competições durante os Jogos Olímpicos em 2016. Não há relatos de feridos até o momento. A área, localizada na Barra da Tijuca, apresenta grande quantidade de fumaça e é monitorada continuamente pelas equipes responsáveis. E ainda: Medidas para conter aumento de combustíveis entram em vigor.

Stemma Podcast
EP.242 - Infraestrutura Olímpica: Victor Schildt - CFO RECOMA & 9x IRONMAN | stemma podcast

Stemma Podcast

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 57:45


Recebemos nesse episódio especial @vschildt, triatleta e CFO da @recomaoficial, empresa responsável por projetos nas Olimpíadas Rio 2016 e a Casa Brasil em Paris 2024. Victor Shildt que já fez 9x IRONMAN e 2 mundiais (St George

A Música do Dia
Hoje, 6 de abril, é aniversário de 130 anos dos primeiros jogos olímpicos da era moderna

A Música do Dia

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026


Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #389 - Lucas Pinheiro e seu Globo de Cristal

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 65:02


O primeiro medalhista de ouro do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno alcançou outro feito histórico para o Brasil, Lucas Pinheiro venceu o Globo de Cristal, premiação dada ao atleta que termina as etapas da Copa do Mundo de Esqui Alpino na primeira colocação do ranking em cada uma das modalidades. Neste episódio, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão repercutem a importante conquista de Lucas no Slalom Gigante. O podcast ainda traz as principais notícias do tênis sobre os fenômenos João Fonseca, Naná Silva e Victoria Barros, os resultados do Mundial Indoor de atletismo e do Grand Slam de Judô de Tbilisi, na Geórgia, e do Skate Park. O recorde de César Cielo nos 50m livre foi quebrado e agora o Brasil não conta mais com recordes mundiais: é motivo de preocupação? Dá o play!

watch.tm
KANOA IGARASHI | #140

watch.tm

Play Episode Listen Later Mar 22, 2026 97:50


Esta semana, Kanoa Igarashi, amigo do podcast, regressa ao estúdio para admitir que está cada vez mais português. A pouco mais de uma semana do início da temporada, o surfista fala sobre o que tem feito desde a última aparição em watch, em novembro de 2023: como subiu de 14º para 7º no ranking mundial, as amizades com Sinner, Zverev e Eileen Gu, a experiência de estar numa listening party exclusiva do álbum de Kanye West em Tóquio, a dificuldade de ensinar japonês e as músicas preferidas do último álbum de Plutonio.(00:00) Intro(00:23) Hype de Onitsuka Tiger no Japão é real?(01:37) Hype men aplicados a outras realidades(05:17) Kanoa está mais português desde a última vez que veio ao podcast(06:10) Jogar pokemon(09:30) Preparação para nova season WCT(14:06) Razão de passar de 14º para 7º no ranking mundial(20:03) Ser criativo/fluído em vez de matemático/mecânico(23:34) Etapas longínquas de WCT(24:39) Sensação específica de etapa em Portugal(27:36) Estratégia para início de temporada na Austrália(28:43) Estar com elite do ténis nas ATP Finals(33:00) Em que situações é que é melhor ver desporto num ecrã do que ao vivo?(40:23) Estar na listening party do novo álbum de Kanye West em Tóquio(58:28) Dificuldade na tradução português-japonês(01:06:43) Amizade com Eileen Gu(01:08:25) Contribuir para entrada de surf para Jogos Olímpicos(01:13:09) Surfer's Cove - piscina de ondas em Portugal(01:28:20) Maravilhas da comida japonesa(01:34:53) Som preferido de Kanoa no “Carta de Alforria”

MT Cast
MT Cast #246 - Vinícius Sant'ana

MT Cast

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 63:53


E nesta semana a gente recebe no MT Cast um dos nomes da nova geração do triathlon brasileiro: Vinícius Sant'ana. O objetivo é a classificação para os Jogos Olímpicos e logo em 2028. No nosso papo, falamos sobre seu início no esporte, sobre o trabalho que ele está desenvolvendo com Homero Cachel, seu técnico, e sobre a importância de ter referências no esporte. Confira como foi o nosso papo.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #452 Guerra no Irã e eleição na Colômbia

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 325:36


Analisamos as últimas atualizações sobre o conflito que está impactando o sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, além de outras notícias da região.Também recebemos a Fernanda Simas para repercutir as eleições legislativas na Colômbia e aproveitamos para dar aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana.Por fim, demos uma volta pelo Velho Continente, destacando a conquista da medalha de prata pelo rondoniense Cristian Ribera nos Jogos Olímpicos de Inverno e abordamos as últimas relações entre esporte e política internacional.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalConheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Esportes
Após conquistar medalha histórica nas Paralimpíadas de Inverno, Cristian Ribera já mira os Jogos de Verão

Esportes

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 7:09


Cristian Ribera conquistou a primeira medalha da história do Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno, no esqui cross-country. Aos 23 anos, ele diz que se tornar atleta foi a melhor escolha da sua vida, após desistir do sonho de voltar a andar. O brasileiro pretende começar a se preparar em breve para as Paralimpíadas de Verão de 2028, competindo no atletismo. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Cristian Ribera escreveu seu nome na história dos esportes paralímpicos de inverno ao levar o segundo lugar na prova de sprint do esqui cross-country, na categoria para atletas que competem sentados. A modalidade exige um grande esforço físico. Trata-se de uma espécie de maratona na neve, com esquis adaptados e o uso da força nos bastões para ganhar impulso. “Só nesse ano eu treinei quase 1.500 km a mais do que no ano passado. Então a gente se esforçou muito para chegar aqui e estar nesse patamar. Fiquei muito feliz, muito contente de dizer que eu sou medalhista paralímpico. Realizei meu sonho!”, disse o atleta à RFI após a medalha inédita. A conquista se soma a outras importantes marcas em sua carreira. No ano passado, Cristian levou o Globo de Cristal ao terminar a temporada como campeão da Copa do Mundo de esqui cross-country paralímpico. “É a junção de várias provas da Copa do Mundo. Eu fui muito consistente, a gente conseguiu fazer um ótimo trabalho durante a temporada toda e isso me deu muita confiança. Os Jogos Paralímpicos são diferentes de tudo, é o maior evento esportivo do mundo. A gente não pode contar com a vitória, mas a gente sonha. Sonha e trabalha muito”, disse. Atingir um nível como esse era uma aspiração que ele cultivava desde pequeno. Cristian nasceu com uma condição rara chamada artrogripose, que afeta um a cada 3 mil bebês, segundo o Ministério da Saúde do Brasil. No caso dele, a doença afetou as articulações e mobilidade das pernas. “Eu fiz 21 cirurgias até os 11 anos de idade. Passei por vários procedimentos para tentar esticar a perna, para eu voltar a andar. E até então, até os 9 anos, o meu sonho era voltar a andar”, afirmou o atleta. Desde muito jovem, a família dele o incentivou a se tornar independente com o uso da cadeira de rodas. E o esporte sempre foi a sua válvula de escape. Além das sessões diárias de fisioterapia, Cristian começou a praticar diversas modalidades a partir dos quatro anos, por recomendação médica, e nunca mais parou. Entre elas, natação, basquete, bocha e skate. “Isso mudou a minha cabeça quando eu entrei no esporte paralímpico e vi mais pessoas iguais a mim fazendo atividades, aproveitando a vida, sendo feliz. O esporte salva vidas e me deixou muito mais independente.”, disse. Foi essa experiência que transformou as perspectivas sobre o que ele queria para o próprio futuro. “Acho que isso foi mudando minha cabeça até eu decidir realmente desistir do sonho de andar, porque eu preferia a cadeira e sabia que eu era muito mais independente e rápido nela, e que poderia ajudar mais gente na cadeira estando feliz e contente, fazendo esporte. Depois que esse sonho passou, eu decidi que o meu próximo seria virar atleta”, disse. Do interior de São Paulo para as montanhas Cristian é natural de Rondônia, no Norte do Brasil. Ainda bebê, mudou-se com a família para Jundiaí (SP), em busca de tratamento para sua condição. No interior de São Paulo, aos 12 anos, ele teve o primeiro contato com o esqui durante uma apresentação na cidade sobre esportes de neve. “Foi bem rápido que eu descobri que era bom no esqui e que [isso] mudou minha vida”, disse Cristian Ribera. Três anos depois, ele já competiria em uma Paralimpíada. Nos Jogos de Inverno de PyeongChang 2018, com apenas 15 anos, Cristian terminou em sexto lugar. Até conquistar a prata em Milão-Cortina, este era o melhor resultado do Brasil em Paralimpíadas de Inverno. O atleta começou a treinar com o chamado rollerski, um esqui adaptado com rodinhas para pistas de asfalto. Até hoje, ele utiliza o equipamento no Brasil para se preparar para as competições. “Quando a gente chega na neve, a gente só troca o roller pelo esqui. A gente consegue simular bastante, a técnica é muito parecida. O que muda mais é o impacto do asfalto nos ombros. E a curva, que é o principal, porque quando chega na neve é muito mais sutil do que no roller”, explicou. Outra modalidade também o ajudou nesta prática. “O skate me ensinou a esquiar”, afirma. Além de Cristian, o esporte faz parte da rotina de toda a família. O irmão, Fábio, é o técnico dele. A irmã mais nova, Eduarda, também competiu no esqui cross-country nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. “Minha família é muito competitiva. Minha mãe também treina junto com a gente. É praticamente uma paralimpíada e olimpíada todos os dias. Sempre que a gente sai para treinar é para querer ganhar, evoluir”, disse o atleta. O sonho das Paralimpíadas de Verão Além do esqui cross-country, Cristian também treina para o atletismo e já tem em mente um novo objetivo: os Jogos Paralímpicos de Verão de Los Angeles 2028. “Em 2024 eu estava tentando a vaga para Paris. Fiquei por 3 a 4 vagas para ser convocado. E é meu sonho também [competir] pelo atletismo. É um dos esportes pelos quais mais me apaixonei quando criança e faço até hoje com muito amor. E em 2028, com fé em Deus, a gente vai estar lá”, afirmou. É com essa expectativa de continuar realizando novos sonhos que o atleta mantém diariamente a dedicação. “Quem diria que veríamos um brasileiro medalhando no esporte de inverno. Então nada é impossível, com dedicação, com força e muito suor”, conclui Cristian.

Esportes
Edson Bindilatti se despede da sexta Olimpíada com olhar no futuro do bobsled brasileiro

Esportes

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 5:46


A despedida olímpica de Edson Bindilatti, aos 46 anos, foi marcada por emoção e simbolismo nos Jogos de Inverno de Milano-Cortina. Capitão da equipe brasileira de bobsled por mais de duas décadas, o piloto disputou na Itália sua sexta participação olímpica, um feito raro no esporte brasileiro, e confirmou que esta foi sua última presença nos Jogos como atleta. Luciana Quaresma, especial para RFI A aposentadoria das pistas olímpicas, no entanto, não significa ruptura com a modalidade que define sua trajetória. Mesmo deixando as competições olímpicas, Bindilatti mantém o foco no futuro do esporte. Ele idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo. O projeto “Sonho Real” prevê a construção de uma pista de largada adaptada, que permite treinos técnicos em solo brasileiro, mesmo sem gelo. “O projeto surgiu porque eu sempre quis devolver tudo o que o esporte me deu. A gente começou as obras, mas os recursos acabaram. Ainda falta investimento para terminar, mas eu tenho certeza de que vamos conseguir,” afirma o atleta baiano. Sonho em movimento O projeto “Sonho Real” prevê a conclusão de uma pista de largada, conhecida como push track, equipada com trilho metálico e trenó adaptado com rodas, permitindo que atletas treinem a fase mais decisiva da prova, a impulsão inicial, mesmo sem gelo. A iniciativa visa suprir uma das principais carências da modalidade em um país sem pistas refrigeradas, oferecendo treinamento técnico contínuo ao longo do ano. Além da preparação de pilotos e atletas para o alto rendimento, o centro tem vocação formadora e social: Bindilatti pretende revelar novos talentos, ampliar a participação feminina no bobsled e atuar como mentor da próxima geração, transformando a experiência acumulada em seis Olimpíadas em legado permanente para os esportes de inverno no país. O projeto tem caráter duplo: alto rendimento e inclusão social. “A ideia é formar novos atletas desde a base, criando um caminho estruturado para o desenvolvimento do bobsled no país. O que me move é saber que existe futuro, que existe possibilidade de evolução. Eu quero continuar contribuindo com o meu conhecimento, na parte técnica, física, de pilotagem, para que a gente possa melhorar cada vez mais.” De pioneiro à consolidação da modalidade A história de Bindilatti se confunde com a do bobsled brasileiro. Quando iniciou na modalidade, no fim da década de 1990, o cenário era de improviso. Faltavam recursos, estrutura e equipamentos competitivos. “Quando a gente começou era bem difícil. Não tinha material competitivo, não tinha estrutura. A gente veio desbravando, evoluindo”, relembra. Ao longo das seis participações olímpicas, durante vinte e seis anos, ele acompanhou a transformação gradual do esporte de inverno no país. O que antes dependia de esforço individual e criatividade passou a contar com maior organização, planejamento e suporte institucional. “Hoje, quando um atleta chega ao bobsled, ele tem tudo em mãos. Não precisa ir atrás de conhecimento, já está tudo perto dele. Isso me deixa muito feliz de ter participado dessa evolução não só do bobsled, mas dos esportes de inverno no geral.” O peso de competir sem neve Representar um país tropical em uma modalidade de gelo nunca foi tarefa simples. O custo elevado dos equipamentos, cotados em moeda estrangeira, e a necessidade de treinar no exterior sempre foram obstáculos adicionais para a equipe brasileira. “É uma modalidade cara. A gente já sai várias vezes atrás das grandes equipes por conta do valor do dólar e do real”, explica. Milano-Cortina também ficará marcada pela conquista histórica de Lucas Pinheiro Braathen, que garantiu ao Brasil sua primeira medalha de ouro em Jogos Olímpicos de Inverno no esqui alpino, um marco para o país e para a América do Sul. Para Bindilatti, o resultado vai além do pódio “Hoje a gente tem uma medalha olímpica de ouro. Não tenho palavras para agradecer por estar vivendo esse momento”, afirmou. “Isso abre os olhos para futuros patrocinadores e investidores, para que a gente possa trabalhar de uma forma mais direcionada para cada modalidade.” Ele acredita que a conquista tem potencial de transformar o cenário dos esportes de inverno no país. “Essa medalha histórica mostra que é possível. Agora a gente percebe um olhar mais atento para essas modalidades. Isso fortalece todo o sistema. Acredito que essa visibilidade pode abrir portas para investidores que queiram apostar no esporte de inverno do Brasil.” Para Bindilatti, o momento atual é de transição e oportunidade. Ele vê uma geração mais preparada chegando e um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento técnico. “Espero que agora a gente consiga trabalhar de forma mais direcionada, com mais subsídios para ensinar melhor e formar atletas não só vencedores no esporte, mas na vida.” Despedida com reconhecimento Em Milano-Cortina 2026, a sexta Olimpíada representou o fechamento de um ciclo iniciado há mais de 20 anos. A última descida teve peso simbólico para quem ajudou a colocar o Brasil no mapa do bobsled internacional. “Representar o meu país é algo muito especial. Eu tive essa oportunidade por cinco vezes e agora tive a chance de representar o Brasil pela sexta vez em Jogos Olímpicos. Poucos atletas tiveram essa possibilidade, ainda mais estando em alta performance”, afirmou. Segundo ele, a preparação para esta edição teve um significado diferente. “Eu sempre me preparei pensando nos Jogos Olímpicos, mas especificamente para este eu cheguei em uma condição muito melhor, mesmo com 46 anos. Isso prova que a idade é apenas um número.” Com o desempenho em Cortina, a equipe liderada por Edson Bindilatti encerra a participação olímpica consolidando um processo de amadurecimento técnico e competitivo que vem sendo construído há mais de duas décadas. A 19ª colocação, melhor resultado da história do país na modalidade, simboliza não apenas uma marca numérica, mas o avanço estrutural do bobsled brasileiro no cenário internacional, justamente na despedida olímpica de seu principal pioneiro. O reconhecimento veio também fora da pista. Na cerimônia de encerramento, em Verona, Bindilatti foi escolhido para carregar a bandeira do Brasil, gesto que sintetiza sua importância histórica para a modalidade. Se o atleta se despede dos Jogos, o construtor de caminhos permanece ativo. Edson Bindilatti encerra a carreira olímpica após seis participações, mas segue determinado a impulsionar o bobsled brasileiro para além do gelo, agora como mentor e formador das próximas gerações.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #450 - 9 Presidentes Peruanos em 10 Anos

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 319:11


E o Peru está de presidente novo (manchete válida para qualquer ano)! Repercutimos mais uma crise política no país vizinho, além de várias outras notícias da nossa quebrada latino-americana.Também analisamos todos os cenários de uma eventual guerra entre EUA e Irã e encerramos os Jogos Olímpicos de Inverno, com destaque para a medalha de ouro do brasileiro Lucas Pinheiro Braathen.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Se inscreva na Conferência “Diálogo Brasil-Alemanha: Construindo o futuro transatlântico” da KASCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

ESCS FM
Noticiário- Parlamento Europeu assina empréstimo a Kiev de 90 mil milhões bloqueado pela Hungria

ESCS FM

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 3:42


Edição e reportagem: Íris Brito - António José Seguro recebeu Luís Montenegro em Queluz- Parlamento Europeu assina empréstimo a Kiev de 90 mil milhões bloqueado pela Hungria -Irão rejeita acusações de Trump sobre programa nuclear -Noruega volta a liderar e bate recorde de medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno Sonoplastia: Nuno Viegas Design: Carlota Real

Seu Dinheiro
#260 Dólar abaixo de R$ 5, Selic em queda e bolsa cara: O cenário da Legacy para os mercados em 2026

Seu Dinheiro

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 50:56


Todo o carnaval tem seu fim, mas nos mercados a folia tem tudo para continuar. A visão é de Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital, convidado desta edição do podcast Touros e Ursos. A gestora com R$ 16 bilhões em recursos aposta na continuidade da queda do dólar e vê espaço para a moeda norte-americana voltar a ficar abaixo dos R$ 5. Jobim também acredita que a taxa básica de juros (Selic) pode cair além do que o mercado espera no ciclo de cortes que deve começar em março. Por outro lado, ele vê a bolsa brasileira cara após a alta recente do Ibovespa, o principal índice de ações da B3. Assista para entender:- O cenário externo após a derrota de Donald Trump na Suprema Corte dos EUA; - O cenário para a economia brasileira e como o aumento da isenção do IR e dos programas sociais influenciam a atividade e a inflação; - A expectativa para o corte da Selic e a trajetória do dólar;- O impacto do cenário eleitoral nos mercados; - As principais posições da carteira da Legacy.Entre os Touros e Ursos do programa, a quebra do Banco Pleno, mais uma instituição ligada ao Master, a homenagem polêmica ao presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói e a medalha histórica de Lucas Pinheiro Braathen para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno. #Ibovespa #Dólar #Selic #Inflação #Brasil #MercadoFinanceiro #BolsaDeValores #TourosEUrsos

Fim de Tarde Eldorado
A campanha do Brasil nos Jogos de Inverno

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 18:33


Gustavo Lopes fala sobre a melhor campanha do Brasil em uma edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, com a medalha inédita de Lucas Pinheiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Esportes
Zagueira da seleção brasileira, Tarciane mira Copa do Mundo de 2027 e fala da adaptação na França

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 5:36


Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.

ESCS FM
Complexo Desportivo - Jogos Olímpicos de Inverno - 20 de fevereiro de 2026

ESCS FM

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 30:34


Moderador: António ArnautComentadoras: Gonçalo SáTema- jogos olímpicos de inverno em Itália- atletas portugueses presentes - momentos mais falados CréditosLogótipo: Maria AlmeidaGenérico: Nuno ViegasRubricas: Luís Batista

No pé do ouvido
Ação do STF na Receita é criticada por parlamentares

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 24:19


Decisão de Alexandre de Moraes sobre investigar vazamento de dados de ministros e familiares é alvo de críticas. Viradouro e Mocidade Alegre são as campeãs do Carnaval 2026. Extratos comprovam repasses milionários de Daniel Vorcaro para empresa de ministro Dias Toffoli. Lula veta supersalários na Câmara, no Senado e no TCU. Lucas Pinheiro Braathen ganha primeira medalha do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E nas estreias da semana, Daniel Day-Lewis volta às telas cheio de traumas. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
O elemento canino que "quis" cortar a meta e ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos de Inverno

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 6:27


Afinal, há batota no curling?! Falta cerca de um mês para a caderneta do Mundial!

Fim de Tarde Eldorado
Olimpíada de Inverno: canadense é acusado de trapaça no curling

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 13:06


O canadense Marc Kennedy é acusado de trapacear na partida entre Canadá e Suécia, pelos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina-2026. Segundo o sueco Oskar Eriksson, Kennedy teria tocado na pedra após o lançamento, o que é irregular. Gustavo Lopes comenta o assunto em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
Vinicius Kiss, Izmailov e Beijoca são nomes de desportistas relacionados com o dia de São Valentim! Mas há mais...

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 6:02


Esgotados os preservativos nos Jogos Olímpicos de Inverno... em três dias, o Linha de Passe tem um clube no Brasil e ainda o "baile" que o adepto do United tem levado por causa do cabelo!

Gregario Cycling
RADIO - Ciclismo em clima de carnaval e neve!

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 48:51


As notícias da semana com a alegria do primeiro ouro olímpico brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno. Direto da Itália, Ana Lidia Borba debate com Nicolas Sesser os principais temas da semana em um episódio internacional.Enquanto muita gente por aqui aproveita o Carnaval para pedalar, o ciclismo ocupa todos os continentes com competições no masculino e no feminino.A semana foi de estreia com vitória para Demi Vollering, Tota ajudando a Movistar vencer novamente e a UAE somando mais conquistas.Chegue junto no RADIO da semana.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 15/02/2026 | Lula no desfile do Galo da Madrugada / Policiais fantasiados

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 182:44


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (15): O presidente Lula (PT) chegou por volta das 10h ao desfile do Galo da Madrugada, no Recife, neste sábado (14), acompanhado da primeira-dama Janja da Silva. O prefeito João Campos (PSB) e a governadora Raquel Lyra (PSD) também acompanharam a celebração no mesmo espaço. Policiais civis fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo prenderam três suspeitos de furtar celulares durante um bloco de Carnaval na região da República, no Centro de São Paulo, na tarde deste sábado (14); segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, agentes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) estavam infiltrados na festa, caracterizados como Scooby, quando identificaram o grupo em meio aos foliões. O ministro Dias Toffoli negou veementemente nesta sexta-feira (13) as suspeitas de que teria gravado e vazado o áudio da reunião reservada entre os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro resultou no seu afastamento da relatoria do Caso Master. As desconfianças entre os pares surgiram após a publicação de diálogos literais da sessão pelo portal Poder360. Em nota, Toffoli classificou as insinuações como “absolutamente inverídicas” e “sem precedentes”, sugerindo que o vazamento poderia ter origem em falhas técnicas ou na área de tecnologia da Corte. “Nunca gravei uma conversa na minha vida”, afirmou o magistrado. As tarifas impostas por Donald Trump tiveram efeitos diferentes na balança comercial dos países atingidos, alterando fluxos de exportação, custos de importação e cadeias produtivas globais. No Brasil, os impactos variam conforme o setor. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Cesar Queiroz, especialista de mercado. O Ministério Público Federal denunciou os delegados Rivaldo Barbosa e Giniton Lages, além do policial Marco Antônio de Barros Pinto, por obstrução de justiça e associação criminosa sob a acusação de que teriam atuado para atrapalhar as investigações da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O Carnaval 2026 em São Paulo conta com uma operação de monitoramento de alta tecnologia coordenada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), com uma central que funciona 24 horas para supervisionar blocos de rua e eventos; ao todo, mais de 13 mil policiais militares foram mobilizados no estado, com foco na capital, utilizando drones, câmeras de reconhecimento facial e leitura automática de placas integradas ao Programa Muralha Paulista. O Congresso Nacional deve intensificar as atividades após o feriado, com projetos considerados prioritários na pauta das Casas, incluindo a análise do Caso Banco Master e discussões sobre a escala 6x1, temas que devem mobilizar deputados e senadores nas próximas sessões e influenciar o ritmo das votações em Brasília. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o cientista político Fábio Andrade. O ministro André Mendonça é o novo relator dos procedimentos sobre o caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal, substituindo Dias Toffoli, que deixou a função nesta quinta-feira (12); a mudança ocorreu após a Polícia Federal enviar à Corte um relatório com menções ao nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, que é investigado por suspeita de fraude financeira. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Caroline Barreto Dinucci, advogada processualista. O atleta brasileiro Lucas Pinheiro fez história ao conquistar a primeira medalha de ouro do Brasil em uma Olimpíada de Inverno, ao vencer a prova do slalom gigante nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, realizados em Milão-Cortina; a conquista inédita emocionou a família, incluindo o primo Lucas Cassins, que celebrou a medalha e destacou o feito histórico para o esporte nacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

JORNAL DA RECORD NEWS
André Mendonça se reúne com delegados após virar relator do caso Master; Donald Trump afirma que vai visitar a Venezuela

JORNAL DA RECORD NEWS

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 51:24


Confira no Jornal da Record News desta sexta-feira (13): André Mendonça se reúne com delegados após virar relator do caso Master; Donald Trump afirma que vai visitar a Venezuela. E mais: Lucas Pinheiro estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #449 Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 261:45


Repercutimos as principais controvérsias políticas dos XXV Jogos Olímpicos de Inverno, sediados no norte da Itália, além de outras notícias do Atlântico Norte, incluindo mais atualizações dos arquivos Epstein. Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, fazendo a prévia do encontro dos ministros de relações exteriores de Irã e Turquia neste sábado (14/02) em Ancara.No mais, demos uma volta pela bacia do Pacífico, com uma surra eleitoral a favor dos conservadores no Japão.Use nosso desconto na Alura, começar agora faz a diferença: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Ubuntu Esporte Clube
Ubuntu Esporte Clube #184 - Quando o pioneirismo muda de cor

Ubuntu Esporte Clube

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 51:37


“Tudo que quando era preto era do demônio, e depois que virou branco foi aceito, eu vou chamar de blues. É isso”. Assim começa Baco Exu do Blues na consagrada música Bluesman, do álbum homônimo. É também assim que podemos definir a trajetória da brilhante patinadora francesa Surya Bonaly, primeira - e única - mulher a executar um backfkip no gelo. A manobra, proibida à época, enterrou a astúcia e o talento da atleta no baú do apagamento. Muitos anos depois, a manobra, vista como perigosa, viria a ser liberada. Agora, em 2026, nos Jogos Olímpicos de Inverno, um homem chamado Ilia Malinin executou a manobra. Foi ovacionado. Endeusado. O motivo não chega a ser segredo, mas neste episódio o Ubuntu Esporte Clube deu um sobrevoo no tempo trazer ainda mais elementos a essa história. Dá o play!

Reportagem
O “Efeito Pinheiro”: como Lucas Braathen, o brasileiro do esqui, conquista fãs pelo mundo inteiro

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 6:47


Ele é o novo orgulho brasileiro no esporte. Dessa vez, na neve. Mas sua fama não tem fronteiras. A RFI encontrou fãs de Lucas Pinheiro Braathen até na Eslováquia. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Nascido em Oslo, de pai norueguês e mãe brasileira, o atleta de 25 anos é a esperança do Brasil para alcançar uma medalha olímpica inédita no esqui alpino, modalidade em que é o número dois do ranking mundial. “Esse é o maior sonho da minha vida. Eu sou muito grato por todo mundo torcendo por mim, torcendo pelo Brasil, nos acompanhando nessa jornada, e eu vou fazer tudo para trazer essa medalha para a nossa casa,” diz. O gosto pelo esporte, segundo o jovem, criado na Escandinávia, ele diz ter descoberto nas quadras de futebol do Brasil, onde costumava passar férias na infância. Torcedor do São Paulo, ele cresceu em um ambiente cercado de referências brasileiras. “O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Então, eu acho que, quando o Brasil entra no estádio, mesmo que você não seja brasileiro, você está torcendo um pouquinho pela gente,” acrescenta. Amante de música e de moda, Lucas Braathen foge dos padrões tradicionais do esqui alpino, fazendo questão de mostrar sua personalidade. Em 2023, ele surpreendeu a todos ao anunciar sua aposentadoria precoce, após entrar em desacordo com a Federação Norueguesa de Esqui sobre questões ligadas à sua imagem e liberdade de expressão. Depois disso, decidiu representar o Brasil. “Eu acho que a beleza desse momento dos Jogos Olímpicos é que é um palco universal, é um palco que todo mundo assiste. Então, para mim, é a maior plataforma que eu tenho para me expressar e trazer uma mensagem que é algo mais do que esporte. Eu só quero que as pessoas em casa, assistindo os Jogos de Inverno com as nossas cores, entendam que tudo é possível,” afirma o atleta.  Lucas, que competia pela Noruega antes de defender as cores verde e amarelo, costuma comemorar suas vitórias com samba. Ele dançou e vibrou como porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina 2026. Sua imagem cativante, somada ao desempenho, atrai fãs e admiradores do mundo inteiro. Fã-Clube internacional O perfil fã-clube Lucas Brazil, no Instagram, reúne 6.500 admiradores de diversos países, de todas as idades e origens, com diferentes motivos para apoiá-lo — como explicou à RFI a eslovaca Darka Sefcik, criadora do grupo. “Ele é um esquiador brilhante, sempre foi. Mas essa história de como ele decidiu mudar e os valores que ele traz para o esporte e para a sociedade... Isso é simplesmente incrível,” disse em entrevista por telefone. “Há brasileiros em toda parte, mesmo na Europa. E toda hora chegava mais uma pessoa querendo torcer com a gente como loucos. Ou eles entram em contato pedindo informações, mesmo que entendam nada de esqui, mas se sentem, de alguma maneira, conectados. Nas competições, os brasileiros fazem perguntas sobre o esqui, é divertido. E há similaridades entre fãs eslovacos e brasileiros no esporte: uma mesma paixão”, completa.  Na Eslováquia, eles chamam essa febre em torno do esquiador de “Efeito Pinheiro”. “Tem um monte de garotas que acham ele muito atraente. Ele é muito gentil, mesmo que não tenha câmeras filmando, ele é sempre amável com as pessoas. A família dele também é brilhante. Eu já os encontrei, e são pessoas muito legais,” observa. “Os fãs adoram a relação dele com a moda e a música. Para os europeus, isso é muito exótico. É uma nova era brasileira: estamos aprendendo sobre o Brasil; é algo novo, diferente, é legal”, acrescenta a torcedora. Para a juventude europeia, Lucas Braathen é fonte de inspiração. “Eu trabalho com educação, e desde a Covid temos tido momentos difíceis, com a guerra na Ucrânia, e a Europa vem passando por dificuldades, o que deixa muitos adolescentes desmotivados e sem direcionamento. E precisamos de modelos para essas crianças", aponta Darka Sefcik. "E o Lucas faz isso muito bem. Ele tem uma história fascinante, tem um propósito, ele inspira as pessoas a serem o que elas quiserem, a seguirem seus sonhos — não só jovens, mas adultos e mesmo idosos. Ver esse jovem falando sobre tolerância, inclusão, é muito importante hoje em dia”, afirma. Para Lucas, a conexão com o Brasil se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na responsabilidade que ele assume de ser uma referência para novos amantes dos esportes de inverno no mundo inteiro. “Honestamente, a pressão é enorme. Represento mais de 200 milhões de brasileiros”, diz.  “Para mim, esporte é uma forma de arte. É uma arte de performance. E, se você pergunta a qualquer artista qual é a coisa mais importante, é ser autêntico, ser quem eles são. Se você não é autêntico, não dá para as pessoas confiarem na sua mensagem. Então, para mim, para trazer uma mensagem e expressar o meu propósito verdadeiro, eu precisava dessa liberdade,” conclui.  Lucas Pinheiro Braathen começa sua participação em Milão-Cortina na prova do slalom gigante do esqui alpino, no sábado, 14 de fevereiro. Torcida é o que não vai faltar. Leia tambémPromessa brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen vê pressão como privilégio

Nem tudo o que vai à rede é bola
Três Toques. A campeã olímpica que saiu dos jogos com ouro... e noivo

Nem tudo o que vai à rede é bola

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 8:45


Para além do ouro a esquiadora norte-americana, Breezy Johnson, sai noiva dos Jogos Olímpicos. E ainda, o clube brasileiro que decidiu organizar um funeral.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim de Tarde Eldorado
O skeleton brasileiro na Olimpíada de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 11:30


A brasileira Nicole Silveira terminou o primeiro dia do skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno em 12º lugar, com 1min55s78 na soma de duas descidas em Cortina D’Ampezzo. Ela volta para a pista às 14 horas (horário de Brasília) deste sábado para as duas últimas baterias. Gustavo Lopes conta os detalhes em conversa com Leandro Cacossi. See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
O menino de 9 anos que salvou a mãe com uma chamada para o INEM, foi conhecer o estádio do seu clube!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 5:55


Conquistou uma medalha nos Jogos Olímpicos e lembrou-se de falar da traição. Jogadores da União de Leiria entraram em campo com mensagem para as regiões afetadas.

Resumão Diário
Toffoli admite ser sócio de empresa que vendeu resort e nega amizade ou pagamentos de Vorcaro; Menina de 13 anos que sofreu estupro coletivo só foi liberada depois que um dos criminosos recebeu uma ligação

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 6:11


Toffoli admite ser sócio de empresa que vendeu resort e nega amizade ou pagamentos de Vorcaro. Menina de 13 anos que sofreu estupro coletivo só foi liberada depois que um dos criminosos recebeu uma ligação. Operação em SP e SC mira organização chinesa ligada ao PCC por lavagem na venda de eletrônicos com movimentação de R$ 1,1 bilhão. Quaest: por que quase metade dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses? Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra.

Por Falar em Correr
Redação PFC 245 - Kiplimo sem recorde mundial da meia maratona, Maratona de Dubai e Corrida de Reis

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 35:08


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Endörfina com Michel Bögli
#450 Ricardo Prado

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 89:48


Ele começou a nadar muito cedo. Seguindo o exemplo dos irmãos mais velhos, com três anos de idade já dava suas primeiras braçadas e, com cinco, começou a brincar de competir. Nos anos seguintes, a natação rapidamente deixou de ser apenas brincadeira e passou a ocupar um espaço central na sua rotina. Muito jovem, já disputava campeonatos nacionais, batia recordes em categorias de base e chamava atenção pela versatilidade nas quatro provas do medley, algo raro mesmo entre atletas mais experientes. Ainda adolescente, foi treinar nos Estados Unidos, e foi lá que conquistou o índice para participar pela primeira vez dos Jogos Olímpicos. Em Moscou, em 1980, com apenas 15 anos, tornou-se um dos nadadores mais jovens da história a representar o Brasil em uma Olimpíada. Dois anos depois, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1982, conquistou o título mundial dos 400 metros medley e estabeleceu um recorde mundial da prova, um feito inédito para a natação brasileira até então. Em 1983, foi um dos destaques dos Jogos Pan-Americanos de Caracas, somando quatro medalhas e, no auge da carreira, voltou aos Jogos Olímpicos em 1984, em Los Angeles, onde conquistou a medalha de prata nos 400 metros medley, alcançando a melhor colocação individual da história da natação brasileira naquele momento. Continuou competindo e conquistando títulos importantes até encerrar sua carreira aos 23 anos de idade. Seguiu próximo ao esporte atuando como técnico, gestor, palestrante, comentarista televisivo e dirigente, tendo participado do comitê organizador dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, além de contribuir para a formação de novas gerações de nadadores. Conosco aqui, o nadador formado em Economia e Educação Física, campeão e recordista mundial dos 400 metros medley, medalhista olímpico, presente no Hall da Fama do COB, da natação brasileira, da Southern Methodist University, no Texas, e do famoso clube de nadadores Mission Viejo, treinador-chefe de natação da Escola Graduada, o andradinense Ricardo Prado. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

Colunistas Eldorado Estadão
Morelli: Rebeca Andrade vai carregar a bandeira dos Jogos Olímpicos de Inverno

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 9:22


Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um dia no Mundo
O desembarque do ICE nos Jogos Olímpicos de Inverno

Um dia no Mundo

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 4:02


Meloni não quer o ICE a acompanhar a delegação americana nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Itália.

MT Cast
MT News #150 - Os novos campeões Mundiais T100

MT Cast

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 17:42


Na última sexta, Hayden Wilde e Kate Waugh se tornaram campeões mundiais do T100. A organização aproveitou todos os holofotes para anunciar uma parceria importante para 2027: a junção com a World Triathlon e a criação do World Triathlon Tour. O objetivo é claro: estar nos Jogos Olímpicos! Confira o episódio completo.

MKTEsportivoCast
Brasil Olímpico: estratégias que fortalecem marcas e engajam fãs (Gilberto Ratto e Gustavo Herbetta)

MKTEsportivoCast

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 78:31


O Invite, programa oficial do MKTEsportivo, recebe nesta semana os executivos Gilberto Ratto, diretor-geral da 4B Sports, e Gustavo Herbetta, CEO do projeto 18-96, para uma conversa sobre a evolução do mercado esportivo no Brasil. Com passagens por grandes entidades, clubes, marcas e agências, os convidados compartilham como suas experiências moldaram suas trajetórias e abordagens estratégicas, discutindo as particularidades de atuar em projetos para clubes, confederações, seleções e grandes eventos. Ratto detalha a trajetória da 4B Sports e o surgimento do braço 18-96, voltado exclusivamente para projetos olímpicos, enquanto Herbetta, com passagem marcante pelo COB, compartilha aprendizados do ciclo de Paris 2024, incluindo fortalecimento de marca, engajamento digital e recorde de receita de patrocínio. Os executivos discutem ainda os desafios de unir interesses de marcas, atletas, entidades e fãs em projetos de grande escala, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos e Paralímpicos, oferecendo insights valiosos sobre gestão de patrocínios, inovação e construção de projetos esportivos de alto impacto.

Endörfina com Michel Bögli
#442 Poliana Okimoto

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 121:21


Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, tornando-se a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha na história da competição. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos, levou a prata e, no Mundial de 2013, alcançou o ápice com ouro nos 10 km, prata nos 5 km e bronze na prova por equipes. Em 2016, nos Jogos do Rio, conquistou o bronze na prova dos 10 km da maratona aquática, tornando-se a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica na natação. Encerrou a carreira em 2017, ano do lançamento de sua biografia, e logo depois iniciou uma nova fase: junto com o marido, criou uma assessoria de natação em águas abertas e uma travessia que leva seu nome. Em 2021, fundou seu Instituto e, desde 2020, trabalha na agência VEGA Sports. Contudo, sua conquista mais festejada veio em 2021, com o nascimento de Lucca. Conosco de volta aqui, a ex-nadadora dona de uma história marcada por conquistas, reinvenção e legado, eleita a melhor nadadora de águas abertas do mundo em duas ocasiões, integrante do Hall da Fama Internacional da Maratona Aquática, comentarista da TV Globo, ícone da natação brasileira e triatleta em desenvolvimento, a paulistana Poliana Okimoto Cintra. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

Endörfina com Michel Bögli
#435 Marco Antônio La Porta

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 122:42


O esporte esteve presente desde cedo em sua vida. Corredor ainda na juventude, completou três edições da Maratona do Rio de Janeiro antes dos 20 anos e, na Academia Militar das Agulhas Negras, jogou futebol. Já como oficial praticou o pentatlo militar e o triathlon entrou em sua história apenas em 1995, quando, começou a treinar um companheiro de farda. A partir daí, passou a se dedicar mais ao papel de treinador do que ao de atleta. Formado em Educação Física, pós-graduado em Treinamento Desportivo e mestre em Ciências do Esporte e Ciência da Motricidade Humana, construiu no Exército uma base sólida, liderando a equipe de triathlon das Forças Armadas, capacitando técnicos e organizando eventos esportivos. A experiência acumulada o levou a posições de destaque no cenário nacional: foi diretor técnico da CBTri por quase uma década e presidente da entidade em 2017. Pouco depois, assumiu a vice-presidência do Comitê Olímpico do Brasil, onde esteve à frente do Time Brasil em competições como os Jogos Pan-Americanos de Lima e os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em 2025, chegou ao cargo máximo do COB, defendendo uma gestão mais enxuta e estratégica, capaz de transformar investimento em desempenho e conquistas. Com a convicção de que o fortalecimento da base é o caminho para futuros campeões, acredita na união entre atletas, técnicos e dirigentes como alicerce do Movimento Olímpico no país. Conosco aqui, o coronel da reserva, calção preto que se tornou liderança máxima do esporte olímpico brasileiro, o carioca de Realengo, Marco Antônio de Mattos La Porta Júnior. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

Endörfina com Michel Bögli
#429 Ana Lídia Borba

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 128:07


Ela aprendeu a nadar ainda bebê e, dos nove aos dezenove anos, dedicou-se à natação competitiva, passando também pelo polo aquático, experiências que construíram a base que sustentaria sua trajetória. Ao mesmo tempo, cultivava uma curiosidade quase enciclopédica pelos esportes em geral, acompanhando resultados e estatísticas. Enquanto avançava nos estudos de Engenharia Civil, o ritmo intenso entre faculdade e trabalho em uma construtora a afastou momentaneamente das piscinas. Um episódio de estresse, porém, a levou de volta à atividade física, primeiro pela corrida e em seguida pelo ciclismo. Pouco tempo mais tarde, já disputava um triathlon sprint. O passo seguinte foi natural: em 2005 estreou no triathlon e, em 2006, brilhou ao conquistar o título mundial amador do Ironman 70.3 em sua faixa etária, resultado que despertou nela a vontade antiga de se tornar atleta profissional. Super dedicada, sua progressão foi consistente e rápida. Tornou-se tricampeã brasileira de longa distância, conquistou um top 10 no Mundial de Longa Distância de 2008 e a 5ª colocação no Ironman Brasil 2009. Ainda foi eleita atleta revelação e melhor triatleta de longa distância do país. Sua carreira, no entanto, sofreu uma reviravolta quando um grave acidente de bicicleta a afastou das competições por meses. Entre a reabilitação e a reconstrução, encontrou espaço para uma nova vertente: a comunicação. Atuou como colunista esportiva, comentarista, repórter e produtora de triathlon. O retorno às competições trouxe novas conquistas, mas também abriu portas para o empreendedorismo. Em um período em que se afastou do esporte, desta vez para realizar duas cirurgias, cofundou uma agência de marketing esportivo que desenvolveu projetos inovadores, entre eles a famosa Casa do Brasil em Kona. Nos últimos anos, ampliou ainda mais sua participação no ciclismo, em provas de estrada e de gravel, acumulando pódios em diversos eventos, ao mesmo tempo em que deu os primeiros passos como comentarista de ciclismo na ESPN e passou a integrar a equipe do podcast Gregário Cycling. Projetos autorais em redes sociais, como resumos de provas e coberturas dos Jogos Olímpicos de Tóquio e Paris, ampliaram seu alcance e deram uma nova voz ao esporte olímpico brasileiro. Conosco de volta, a engenheira com MBA internacional em Gerenciamento de Projetos, educadora física, ex-triatleta profissional que se tornou ciclista, comunicadora, fundadora da Flows Sports Marketing, podcaster, comentarista e narradora esportiva que se transformou na voz do ciclismo feminino no Brasil, a goianense Ana Lídia dos Santos Borba. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

Gregario Cycling
ESPECIAL: TOTA MAGALHÃES e os bastidores do Tour de France Femmes

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Aug 5, 2025 70:13


Na breve história do Women's World Tour e do Tour de France Femmes, Tota Magalhães é primeira brasileira a participar da versão feminina das três Grandes Voltas e primeira, mulher ou homem, a vencer uma meta de montanha no Tour.Seguindo caminhos desbravados por nomes como Cláudia Carcerone, que correu o Tour de France Féminin em 1989, e Flávia Oliveira, Maglia Azzura no Giro d'Italia e 7ª nos Jogos Olímpicos em 2016, Tota vive uma nova fase de profissionalismo do ciclismo feminino e se torna vitrine da modalidade pro Brasil.No ESPECIAL de hoje, Tota Magalhães e seu primeiro treinador, Walter Tuche, são os convidados de Ana Lidia Borba e Renan do Couto para falar dos bastidores da construção e da experiência no Tour de France Femmes avec Zwift 2025.

Endörfina com Michel Bögli
#418 Mirco Cevales

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 142:17


Meu convidado cresceu em uma casa onde a disciplina e o esporte faziam parte do dia a dia, ele e os irmãos aprenderam a nadar com o próprio pai, que os despertava ao amanhecer para fazê-los correr, fazer flexões, barras e abdominais. Em meio a torneios caseiros de pingue-pongue e pedaladas pelas ruas do bairro, foi desenvolvendo uma paixão pelo movimento — fosse no voleibol escolar ou nas primeiras piscinas que frequentou em São Bernardo, Mogi e São Paulo. Apesar de se considerar um nadador mediano no estilo costas, esteve sob a orientação de bons técnicos, que mais tarde se tornaram fonte de inspiração para que ele se tornasse professor. Formou-se em Educação Física e, ao longo de uma longeva carreira, teve passagens marcantes por importantes instituições, como o Minas Tênis Clube, o Esporte Clube Pinheiros, o SESI e o Grêmio Náutico União. Sua experiência inclui diversas participações na seleção brasileira de natação, com a primeira convocação para o Sul-Americano Juvenil em 1995. Em 2016, integrou a comissão técnica do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mesmo ano em que foi eleito o melhor treinador do ano pelo canal Best Swimming. Foi professor universitário, palestrante e membro de conselhos técnicos. Ao longo de mais de quatro décadas de dedicação à natação, revelou e lapidou inúmeros talentos que chegaram às principais seleções do país e, hoje, vê com orgulho muitos de seus ex-atletas atuando como profissionais do esporte. Conosco aqui, um dos mais relevantes treinadores brasileiros de natação, frequentemente homenageado por sua contribuição ao esporte, nadante master, cicloviajante, enxadrista e, acima de tudo, um apaixonado pela natação — o santo-andreense Mirco Cevales. Inspire-se! A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikes @2peaksbikesla Um oferecimento da Meia do Corredor Lupo Sport. Compre com desconto clicando aqui. @luposportoficial SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.      

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #42: João Paulo Rosa

Naruhodo

Play Episode Listen Later May 12, 2025 93:45


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Educador Físico, com Mestrado em Ciências e Doutorado em Ciências do Esporte, João Paulo Rosa.Só vem!>> OUÇA (93min 46s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*João Paulo Pereira Rosa é Professor Assistente (RDIDP) junto ao Departamento de Educação Física do Instituto de Biociências - Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Campus Rio Claro.Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e é Especialista em exercício físico e aspectos psicobiológicos pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP - EPM). Possui Mestrado em Ciências (Depto de Psicobiologia) pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP - EPM) e Doutorado em Ciências do Esporte pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG-EEFTO).Participou como membro Pesquisador do Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE). Desenvolveu trabalho junto ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) e Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) no monitoramento de aspectos psicobiológicos dos atletas durante o treinamento para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos (2016).É Membro Pesquisador da Academia Paralímpica Brasileira (APB). Coordenador do GEPESP (Grupo de Estudos e Pesquisa em Exercício Físico, Saúde e Performance) que atua com foco multifacetado em áreas relacionadas ao treinamento físico, saúde e desempenho humano, com ênfase nos aspectos psicobiológicos e sua relação com a saúde por meio da prática regular do exercício físico e o treinamento desportivo visando o alto rendimento de pessoas com e sem deficiência.Lattes: http://lattes.cnpq.br/8729014169198434*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Endörfina com Michel Bögli
#405 Roberto Fonseca

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Mar 27, 2025 125:52


Ele é um exemplo de dedicação e disciplina. Sócio do Esporte Clube Pinheiros desde o nascimento, foi lá que teve seu primeiro contato com o esporte. Durante a infância e adolescência, praticou diversas modalidades, como futebol, taekwondo, surfe, remo e tênis, onde chegou a ser federado. Nos anos de faculdade, treinou natação e corrida com a equipe de triathlon do Pinheiros, o que lhe conferiu um excelente condicionamento físico para o surfe e o futebol. Formou-se e focou no trabalho por alguns bons anos, treinando esporadicamente. Só em 2016, após o nascimento da primeira filha, incentivado por seu cunhado, decidiu voltar a se dedicar mais seriamente ao esporte. Comprou uma bicicleta e estreou em uma prova de triathlon. Em 2018, sua segunda competição já foi o Ironman 70.3 de Bariloche. No ano seguinte se dedicou mais e competiu no Ironman 70.3 de Florianópolis, onde garantiu sua vaga para o mundial da distância daquele ano. Quando decidiu que estava pronto para experimentar uma prova de Ironman, veio a pandemia e adiou seus planos, muito embora tenha conseguido manter-se bem treinado por quase dois anos, até a sua estreia na distância, que aconteceu em Cozumel, em setembro de 2021.     Para a sua surpresa, tudo deu certo e ele completou a prova em 8h29', foi vice-campeão de sua categoria e garantiu a tão cobiçada vaga para o Campeonato Mundial em Kona, no Havaí. Na prova, ele brilhou novamente, conquistando o 4º lugar em sua faixa etária. Em 2023, conquistou títulos como o de campeão de sua categoria no Ironman Florianópolis e além de um 15º lugar no Mundial de Ironman realizado em Nice, ele foi vice campeão da sua faixa etária. Já em 2024, repetiu o título em Florianópolis e o vice-campeonato na sua categoria no Mundial de Kona, consolidando-se como um dos grandes nomes do triathlon amador brasileiro. Conosco aqui, o triatleta formado em Administração com MBA em Finanças, trabalhador do mercado financeiro há 28 anos, dedicado e talentoso integrante da equipe de triathlon do ECP, o paulistano Roberto Corrêa Fonseca. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr @technogym_brazil Onde o design encontra o esporte Combinando desempenho e design, há 40 anos, a Technogym apresenta as soluções de treino mais inovadoras do mercado. Um dos exemplos é a Technogym Ride, bicicleta que nasceu a partir da experiência da marca como fornecedora oficial de equipamentos das últimas nove edições dos Jogos Olímpicos, incluindo Paris 2024. Concebida em conjunto com os principais campeões de ciclismo, a TG Ride oferece uma vivência realista e completa de treinamento outdoor tanto para ciclistas profissionais quanto amadores. Com tela touch de 22” e resolução Full HD, ela proporciona a realização de um treino imersivo e interativo, visando a alta performance. Com a possibilidade de realizar todos os ajustes de acordo com o tamanho do usuário, incluindo as variações do pé de vela, a TG Ride oferece STI eletrônicos e integrados, a partir dos quais é possível fazer trocas de marchas e ter uma experiência completa de gestão de potência, resistência, inclinação, velocidade em subidas e porcentagem de FTP de forma precisa. Além disso, através do Pedal Printing™ é possível acompanhar a cadência, a simetria e a órbita das pedaladas. A Technogym Ride também conta com aplicativos integrados ou compatíveis, através dos quais o atleta tem, a um toque, ferramentas como Rouvy, Zwift, Bkool, TrainingPeaks, Strava, Eurosport, entre outros. As sessões de treinamento oferecidas pela Technogym Ride desafiam o atleta a alcançar as zonas de potência adequadas e a pedalar em dezenas de rotas virtuais, incluindo os destinos mais lendários do mundo. https://www.technogym.com/pt-BR/ @galibierconsultoria A Galibier Vida, Saúde e Previdência, com mais de 20 anos de história, é uma empresa que tenho a honra de conhecer de perto, assim como seu fundador, meu amigo de mais de 30 anos, Giovane das Caldas. O comprometimento da Galibier com seus clientes é impressionante, oferecendo soluções de proteção que vão além do comum, sempre com a credibilidade e confiança que só o Giovane e sua equipe podem proporcionar. Com uma relação estreita com as melhores seguradoras do mercado, a Galibier se dedica a garantir que você tenha a segurança e tranquilidade que precisa, seja com seguros de Vida, Saúde ou Viagem. Dentre os serviços, destaco o Seguro de Vida Resgatável, que protege quem você ama e ainda dá a flexibilidade de resgatar os valores acumulados, se necessário. Além disso, o Seguro Saúde com cobertura mundial garante atendimento onde quer que você esteja, e o Seguro Viagem cuida de todos os detalhes da sua jornada, desde pequenos imprevistos até emergências médicas. E não sou só eu que confio na Galibier. Alguns dos convidados mais especiais aqui do Endörfina também utilizam os serviços da empresa, que está sempre presente em momentos importantes da vida deles. Se você quer cuidar do seu futuro e de quem você ama, confie na Galibier. Siga no Instagram em @galibierconsultoria e conheça mais sobre como a Galibier pode fazer a diferença para você e sua família.