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Esportes
Edson Bindilatti se despede da sexta Olimpíada com olhar no futuro do bobsled brasileiro

Esportes

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 5:46


A despedida olímpica de Edson Bindilatti, aos 46 anos, foi marcada por emoção e simbolismo nos Jogos de Inverno de Milano-Cortina. Capitão da equipe brasileira de bobsled por mais de duas décadas, o piloto disputou na Itália sua sexta participação olímpica, um feito raro no esporte brasileiro, e confirmou que esta foi sua última presença nos Jogos como atleta. Luciana Quaresma, especial para RFI A aposentadoria das pistas olímpicas, no entanto, não significa ruptura com a modalidade que define sua trajetória. Mesmo deixando as competições olímpicas, Bindilatti mantém o foco no futuro do esporte. Ele idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo. O projeto “Sonho Real” prevê a construção de uma pista de largada adaptada, que permite treinos técnicos em solo brasileiro, mesmo sem gelo. “O projeto surgiu porque eu sempre quis devolver tudo o que o esporte me deu. A gente começou as obras, mas os recursos acabaram. Ainda falta investimento para terminar, mas eu tenho certeza de que vamos conseguir,” afirma o atleta baiano. Sonho em movimento O projeto “Sonho Real” prevê a conclusão de uma pista de largada, conhecida como push track, equipada com trilho metálico e trenó adaptado com rodas, permitindo que atletas treinem a fase mais decisiva da prova, a impulsão inicial, mesmo sem gelo. A iniciativa visa suprir uma das principais carências da modalidade em um país sem pistas refrigeradas, oferecendo treinamento técnico contínuo ao longo do ano. Além da preparação de pilotos e atletas para o alto rendimento, o centro tem vocação formadora e social: Bindilatti pretende revelar novos talentos, ampliar a participação feminina no bobsled e atuar como mentor da próxima geração, transformando a experiência acumulada em seis Olimpíadas em legado permanente para os esportes de inverno no país. O projeto tem caráter duplo: alto rendimento e inclusão social. “A ideia é formar novos atletas desde a base, criando um caminho estruturado para o desenvolvimento do bobsled no país. O que me move é saber que existe futuro, que existe possibilidade de evolução. Eu quero continuar contribuindo com o meu conhecimento, na parte técnica, física, de pilotagem, para que a gente possa melhorar cada vez mais.” De pioneiro à consolidação da modalidade A história de Bindilatti se confunde com a do bobsled brasileiro. Quando iniciou na modalidade, no fim da década de 1990, o cenário era de improviso. Faltavam recursos, estrutura e equipamentos competitivos. “Quando a gente começou era bem difícil. Não tinha material competitivo, não tinha estrutura. A gente veio desbravando, evoluindo”, relembra. Ao longo das seis participações olímpicas, durante vinte e seis anos, ele acompanhou a transformação gradual do esporte de inverno no país. O que antes dependia de esforço individual e criatividade passou a contar com maior organização, planejamento e suporte institucional. “Hoje, quando um atleta chega ao bobsled, ele tem tudo em mãos. Não precisa ir atrás de conhecimento, já está tudo perto dele. Isso me deixa muito feliz de ter participado dessa evolução não só do bobsled, mas dos esportes de inverno no geral.” O peso de competir sem neve Representar um país tropical em uma modalidade de gelo nunca foi tarefa simples. O custo elevado dos equipamentos, cotados em moeda estrangeira, e a necessidade de treinar no exterior sempre foram obstáculos adicionais para a equipe brasileira. “É uma modalidade cara. A gente já sai várias vezes atrás das grandes equipes por conta do valor do dólar e do real”, explica. Milano-Cortina também ficará marcada pela conquista histórica de Lucas Pinheiro Braathen, que garantiu ao Brasil sua primeira medalha de ouro em Jogos Olímpicos de Inverno no esqui alpino, um marco para o país e para a América do Sul. Para Bindilatti, o resultado vai além do pódio “Hoje a gente tem uma medalha olímpica de ouro. Não tenho palavras para agradecer por estar vivendo esse momento”, afirmou. “Isso abre os olhos para futuros patrocinadores e investidores, para que a gente possa trabalhar de uma forma mais direcionada para cada modalidade.” Ele acredita que a conquista tem potencial de transformar o cenário dos esportes de inverno no país. “Essa medalha histórica mostra que é possível. Agora a gente percebe um olhar mais atento para essas modalidades. Isso fortalece todo o sistema. Acredito que essa visibilidade pode abrir portas para investidores que queiram apostar no esporte de inverno do Brasil.” Para Bindilatti, o momento atual é de transição e oportunidade. Ele vê uma geração mais preparada chegando e um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento técnico. “Espero que agora a gente consiga trabalhar de forma mais direcionada, com mais subsídios para ensinar melhor e formar atletas não só vencedores no esporte, mas na vida.” Despedida com reconhecimento Em Milano-Cortina 2026, a sexta Olimpíada representou o fechamento de um ciclo iniciado há mais de 20 anos. A última descida teve peso simbólico para quem ajudou a colocar o Brasil no mapa do bobsled internacional. “Representar o meu país é algo muito especial. Eu tive essa oportunidade por cinco vezes e agora tive a chance de representar o Brasil pela sexta vez em Jogos Olímpicos. Poucos atletas tiveram essa possibilidade, ainda mais estando em alta performance”, afirmou. Segundo ele, a preparação para esta edição teve um significado diferente. “Eu sempre me preparei pensando nos Jogos Olímpicos, mas especificamente para este eu cheguei em uma condição muito melhor, mesmo com 46 anos. Isso prova que a idade é apenas um número.” Com o desempenho em Cortina, a equipe liderada por Edson Bindilatti encerra a participação olímpica consolidando um processo de amadurecimento técnico e competitivo que vem sendo construído há mais de duas décadas. A 19ª colocação, melhor resultado da história do país na modalidade, simboliza não apenas uma marca numérica, mas o avanço estrutural do bobsled brasileiro no cenário internacional, justamente na despedida olímpica de seu principal pioneiro. O reconhecimento veio também fora da pista. Na cerimônia de encerramento, em Verona, Bindilatti foi escolhido para carregar a bandeira do Brasil, gesto que sintetiza sua importância histórica para a modalidade. Se o atleta se despede dos Jogos, o construtor de caminhos permanece ativo. Edson Bindilatti encerra a carreira olímpica após seis participações, mas segue determinado a impulsionar o bobsled brasileiro para além do gelo, agora como mentor e formador das próximas gerações.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #450 - 9 Presidentes Peruanos em 10 Anos

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 319:11


E o Peru está de presidente novo (manchete válida para qualquer ano)! Repercutimos mais uma crise política no país vizinho, além de várias outras notícias da nossa quebrada latino-americana.Também analisamos todos os cenários de uma eventual guerra entre EUA e Irã e encerramos os Jogos Olímpicos de Inverno, com destaque para a medalha de ouro do brasileiro Lucas Pinheiro Braathen.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Se inscreva na Conferência “Diálogo Brasil-Alemanha: Construindo o futuro transatlântico” da KASCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

ESCS FM
Noticiário- Parlamento Europeu assina empréstimo a Kiev de 90 mil milhões bloqueado pela Hungria

ESCS FM

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 3:42


Edição e reportagem: Íris Brito - António José Seguro recebeu Luís Montenegro em Queluz- Parlamento Europeu assina empréstimo a Kiev de 90 mil milhões bloqueado pela Hungria -Irão rejeita acusações de Trump sobre programa nuclear -Noruega volta a liderar e bate recorde de medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno Sonoplastia: Nuno Viegas Design: Carlota Real

Seu Dinheiro
#260 Dólar abaixo de R$ 5, Selic em queda e bolsa cara: O cenário da Legacy para os mercados em 2026

Seu Dinheiro

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 50:56


Todo o carnaval tem seu fim, mas nos mercados a folia tem tudo para continuar. A visão é de Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital, convidado desta edição do podcast Touros e Ursos. A gestora com R$ 16 bilhões em recursos aposta na continuidade da queda do dólar e vê espaço para a moeda norte-americana voltar a ficar abaixo dos R$ 5. Jobim também acredita que a taxa básica de juros (Selic) pode cair além do que o mercado espera no ciclo de cortes que deve começar em março. Por outro lado, ele vê a bolsa brasileira cara após a alta recente do Ibovespa, o principal índice de ações da B3. Assista para entender:- O cenário externo após a derrota de Donald Trump na Suprema Corte dos EUA; - O cenário para a economia brasileira e como o aumento da isenção do IR e dos programas sociais influenciam a atividade e a inflação; - A expectativa para o corte da Selic e a trajetória do dólar;- O impacto do cenário eleitoral nos mercados; - As principais posições da carteira da Legacy.Entre os Touros e Ursos do programa, a quebra do Banco Pleno, mais uma instituição ligada ao Master, a homenagem polêmica ao presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói e a medalha histórica de Lucas Pinheiro Braathen para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno. #Ibovespa #Dólar #Selic #Inflação #Brasil #MercadoFinanceiro #BolsaDeValores #TourosEUrsos

Fim de Tarde Eldorado
A campanha do Brasil nos Jogos de Inverno

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 18:33


Gustavo Lopes fala sobre a melhor campanha do Brasil em uma edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, com a medalha inédita de Lucas Pinheiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Esportes
Zagueira da seleção brasileira, Tarciane mira Copa do Mundo de 2027 e fala da adaptação na França

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 5:36


Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.

ESCS FM
Complexo Desportivo - Jogos Olímpicos de Inverno - 20 de fevereiro de 2026

ESCS FM

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 30:34


Moderador: António ArnautComentadoras: Gonçalo SáTema- jogos olímpicos de inverno em Itália- atletas portugueses presentes - momentos mais falados CréditosLogótipo: Maria AlmeidaGenérico: Nuno ViegasRubricas: Luís Batista

No pé do ouvido
Ação do STF na Receita é criticada por parlamentares

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 24:19


Decisão de Alexandre de Moraes sobre investigar vazamento de dados de ministros e familiares é alvo de críticas. Viradouro e Mocidade Alegre são as campeãs do Carnaval 2026. Extratos comprovam repasses milionários de Daniel Vorcaro para empresa de ministro Dias Toffoli. Lula veta supersalários na Câmara, no Senado e no TCU. Lucas Pinheiro Braathen ganha primeira medalha do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E nas estreias da semana, Daniel Day-Lewis volta às telas cheio de traumas. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
O elemento canino que "quis" cortar a meta e ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos de Inverno

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 6:27


Afinal, há batota no curling?! Falta cerca de um mês para a caderneta do Mundial!

Fim de Tarde Eldorado
Olimpíada de Inverno: canadense é acusado de trapaça no curling

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 13:06


O canadense Marc Kennedy é acusado de trapacear na partida entre Canadá e Suécia, pelos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina-2026. Segundo o sueco Oskar Eriksson, Kennedy teria tocado na pedra após o lançamento, o que é irregular. Gustavo Lopes comenta o assunto em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
Vinicius Kiss, Izmailov e Beijoca são nomes de desportistas relacionados com o dia de São Valentim! Mas há mais...

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 6:02


Esgotados os preservativos nos Jogos Olímpicos de Inverno... em três dias, o Linha de Passe tem um clube no Brasil e ainda o "baile" que o adepto do United tem levado por causa do cabelo!

Gregario Cycling
RADIO - Ciclismo em clima de carnaval e neve!

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 48:51


As notícias da semana com a alegria do primeiro ouro olímpico brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno. Direto da Itália, Ana Lidia Borba debate com Nicolas Sesser os principais temas da semana em um episódio internacional.Enquanto muita gente por aqui aproveita o Carnaval para pedalar, o ciclismo ocupa todos os continentes com competições no masculino e no feminino.A semana foi de estreia com vitória para Demi Vollering, Tota ajudando a Movistar vencer novamente e a UAE somando mais conquistas.Chegue junto no RADIO da semana.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 15/02/2026 | Lula no desfile do Galo da Madrugada / Policiais fantasiados

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 182:44


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (15): O presidente Lula (PT) chegou por volta das 10h ao desfile do Galo da Madrugada, no Recife, neste sábado (14), acompanhado da primeira-dama Janja da Silva. O prefeito João Campos (PSB) e a governadora Raquel Lyra (PSD) também acompanharam a celebração no mesmo espaço. Policiais civis fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo prenderam três suspeitos de furtar celulares durante um bloco de Carnaval na região da República, no Centro de São Paulo, na tarde deste sábado (14); segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, agentes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) estavam infiltrados na festa, caracterizados como Scooby, quando identificaram o grupo em meio aos foliões. O ministro Dias Toffoli negou veementemente nesta sexta-feira (13) as suspeitas de que teria gravado e vazado o áudio da reunião reservada entre os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro resultou no seu afastamento da relatoria do Caso Master. As desconfianças entre os pares surgiram após a publicação de diálogos literais da sessão pelo portal Poder360. Em nota, Toffoli classificou as insinuações como “absolutamente inverídicas” e “sem precedentes”, sugerindo que o vazamento poderia ter origem em falhas técnicas ou na área de tecnologia da Corte. “Nunca gravei uma conversa na minha vida”, afirmou o magistrado. As tarifas impostas por Donald Trump tiveram efeitos diferentes na balança comercial dos países atingidos, alterando fluxos de exportação, custos de importação e cadeias produtivas globais. No Brasil, os impactos variam conforme o setor. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Cesar Queiroz, especialista de mercado. O Ministério Público Federal denunciou os delegados Rivaldo Barbosa e Giniton Lages, além do policial Marco Antônio de Barros Pinto, por obstrução de justiça e associação criminosa sob a acusação de que teriam atuado para atrapalhar as investigações da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O Carnaval 2026 em São Paulo conta com uma operação de monitoramento de alta tecnologia coordenada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), com uma central que funciona 24 horas para supervisionar blocos de rua e eventos; ao todo, mais de 13 mil policiais militares foram mobilizados no estado, com foco na capital, utilizando drones, câmeras de reconhecimento facial e leitura automática de placas integradas ao Programa Muralha Paulista. O Congresso Nacional deve intensificar as atividades após o feriado, com projetos considerados prioritários na pauta das Casas, incluindo a análise do Caso Banco Master e discussões sobre a escala 6x1, temas que devem mobilizar deputados e senadores nas próximas sessões e influenciar o ritmo das votações em Brasília. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o cientista político Fábio Andrade. O ministro André Mendonça é o novo relator dos procedimentos sobre o caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal, substituindo Dias Toffoli, que deixou a função nesta quinta-feira (12); a mudança ocorreu após a Polícia Federal enviar à Corte um relatório com menções ao nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, que é investigado por suspeita de fraude financeira. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Caroline Barreto Dinucci, advogada processualista. O atleta brasileiro Lucas Pinheiro fez história ao conquistar a primeira medalha de ouro do Brasil em uma Olimpíada de Inverno, ao vencer a prova do slalom gigante nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, realizados em Milão-Cortina; a conquista inédita emocionou a família, incluindo o primo Lucas Cassins, que celebrou a medalha e destacou o feito histórico para o esporte nacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

JORNAL DA RECORD NEWS
André Mendonça se reúne com delegados após virar relator do caso Master; Donald Trump afirma que vai visitar a Venezuela

JORNAL DA RECORD NEWS

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 51:24


Confira no Jornal da Record News desta sexta-feira (13): André Mendonça se reúne com delegados após virar relator do caso Master; Donald Trump afirma que vai visitar a Venezuela. E mais: Lucas Pinheiro estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #449 Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 261:45


Repercutimos as principais controvérsias políticas dos XXV Jogos Olímpicos de Inverno, sediados no norte da Itália, além de outras notícias do Atlântico Norte, incluindo mais atualizações dos arquivos Epstein. Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, fazendo a prévia do encontro dos ministros de relações exteriores de Irã e Turquia neste sábado (14/02) em Ancara.No mais, demos uma volta pela bacia do Pacífico, com uma surra eleitoral a favor dos conservadores no Japão.Use nosso desconto na Alura, começar agora faz a diferença: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Ubuntu Esporte Clube
Ubuntu Esporte Clube #184 - Quando o pioneirismo muda de cor

Ubuntu Esporte Clube

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 51:37


“Tudo que quando era preto era do demônio, e depois que virou branco foi aceito, eu vou chamar de blues. É isso”. Assim começa Baco Exu do Blues na consagrada música Bluesman, do álbum homônimo. É também assim que podemos definir a trajetória da brilhante patinadora francesa Surya Bonaly, primeira - e única - mulher a executar um backfkip no gelo. A manobra, proibida à época, enterrou a astúcia e o talento da atleta no baú do apagamento. Muitos anos depois, a manobra, vista como perigosa, viria a ser liberada. Agora, em 2026, nos Jogos Olímpicos de Inverno, um homem chamado Ilia Malinin executou a manobra. Foi ovacionado. Endeusado. O motivo não chega a ser segredo, mas neste episódio o Ubuntu Esporte Clube deu um sobrevoo no tempo trazer ainda mais elementos a essa história. Dá o play!

Fim de Tarde Eldorado
O skeleton brasileiro na Olimpíada de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 11:30


A brasileira Nicole Silveira terminou o primeiro dia do skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno em 12º lugar, com 1min55s78 na soma de duas descidas em Cortina D’Ampezzo. Ela volta para a pista às 14 horas (horário de Brasília) deste sábado para as duas últimas baterias. Gustavo Lopes conta os detalhes em conversa com Leandro Cacossi. See omnystudio.com/listener for privacy information.

M80 - Linha de Passe
O menino de 9 anos que salvou a mãe com uma chamada para o INEM, foi conhecer o estádio do seu clube!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 5:55


Conquistou uma medalha nos Jogos Olímpicos e lembrou-se de falar da traição. Jogadores da União de Leiria entraram em campo com mensagem para as regiões afetadas.

Nem tudo o que vai à rede é bola
Três Toques. A campeã olímpica que saiu dos jogos com ouro... e noivo

Nem tudo o que vai à rede é bola

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 8:45


Para além do ouro a esquiadora norte-americana, Breezy Johnson, sai noiva dos Jogos Olímpicos. E ainda, o clube brasileiro que decidiu organizar um funeral.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reportagem
O “Efeito Pinheiro”: como Lucas Braathen, o brasileiro do esqui, conquista fãs pelo mundo inteiro

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 6:47


Ele é o novo orgulho brasileiro no esporte. Dessa vez, na neve. Mas sua fama não tem fronteiras. A RFI encontrou fãs de Lucas Pinheiro Braathen até na Eslováquia. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Nascido em Oslo, de pai norueguês e mãe brasileira, o atleta de 25 anos é a esperança do Brasil para alcançar uma medalha olímpica inédita no esqui alpino, modalidade em que é o número dois do ranking mundial. “Esse é o maior sonho da minha vida. Eu sou muito grato por todo mundo torcendo por mim, torcendo pelo Brasil, nos acompanhando nessa jornada, e eu vou fazer tudo para trazer essa medalha para a nossa casa,” diz. O gosto pelo esporte, segundo o jovem, criado na Escandinávia, ele diz ter descoberto nas quadras de futebol do Brasil, onde costumava passar férias na infância. Torcedor do São Paulo, ele cresceu em um ambiente cercado de referências brasileiras. “O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Então, eu acho que, quando o Brasil entra no estádio, mesmo que você não seja brasileiro, você está torcendo um pouquinho pela gente,” acrescenta. Amante de música e de moda, Lucas Braathen foge dos padrões tradicionais do esqui alpino, fazendo questão de mostrar sua personalidade. Em 2023, ele surpreendeu a todos ao anunciar sua aposentadoria precoce, após entrar em desacordo com a Federação Norueguesa de Esqui sobre questões ligadas à sua imagem e liberdade de expressão. Depois disso, decidiu representar o Brasil. “Eu acho que a beleza desse momento dos Jogos Olímpicos é que é um palco universal, é um palco que todo mundo assiste. Então, para mim, é a maior plataforma que eu tenho para me expressar e trazer uma mensagem que é algo mais do que esporte. Eu só quero que as pessoas em casa, assistindo os Jogos de Inverno com as nossas cores, entendam que tudo é possível,” afirma o atleta.  Lucas, que competia pela Noruega antes de defender as cores verde e amarelo, costuma comemorar suas vitórias com samba. Ele dançou e vibrou como porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina 2026. Sua imagem cativante, somada ao desempenho, atrai fãs e admiradores do mundo inteiro. Fã-Clube internacional O perfil fã-clube Lucas Brazil, no Instagram, reúne 6.500 admiradores de diversos países, de todas as idades e origens, com diferentes motivos para apoiá-lo — como explicou à RFI a eslovaca Darka Sefcik, criadora do grupo. “Ele é um esquiador brilhante, sempre foi. Mas essa história de como ele decidiu mudar e os valores que ele traz para o esporte e para a sociedade... Isso é simplesmente incrível,” disse em entrevista por telefone. “Há brasileiros em toda parte, mesmo na Europa. E toda hora chegava mais uma pessoa querendo torcer com a gente como loucos. Ou eles entram em contato pedindo informações, mesmo que entendam nada de esqui, mas se sentem, de alguma maneira, conectados. Nas competições, os brasileiros fazem perguntas sobre o esqui, é divertido. E há similaridades entre fãs eslovacos e brasileiros no esporte: uma mesma paixão”, completa.  Na Eslováquia, eles chamam essa febre em torno do esquiador de “Efeito Pinheiro”. “Tem um monte de garotas que acham ele muito atraente. Ele é muito gentil, mesmo que não tenha câmeras filmando, ele é sempre amável com as pessoas. A família dele também é brilhante. Eu já os encontrei, e são pessoas muito legais,” observa. “Os fãs adoram a relação dele com a moda e a música. Para os europeus, isso é muito exótico. É uma nova era brasileira: estamos aprendendo sobre o Brasil; é algo novo, diferente, é legal”, acrescenta a torcedora. Para a juventude europeia, Lucas Braathen é fonte de inspiração. “Eu trabalho com educação, e desde a Covid temos tido momentos difíceis, com a guerra na Ucrânia, e a Europa vem passando por dificuldades, o que deixa muitos adolescentes desmotivados e sem direcionamento. E precisamos de modelos para essas crianças", aponta Darka Sefcik. "E o Lucas faz isso muito bem. Ele tem uma história fascinante, tem um propósito, ele inspira as pessoas a serem o que elas quiserem, a seguirem seus sonhos — não só jovens, mas adultos e mesmo idosos. Ver esse jovem falando sobre tolerância, inclusão, é muito importante hoje em dia”, afirma. Para Lucas, a conexão com o Brasil se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na responsabilidade que ele assume de ser uma referência para novos amantes dos esportes de inverno no mundo inteiro. “Honestamente, a pressão é enorme. Represento mais de 200 milhões de brasileiros”, diz.  “Para mim, esporte é uma forma de arte. É uma arte de performance. E, se você pergunta a qualquer artista qual é a coisa mais importante, é ser autêntico, ser quem eles são. Se você não é autêntico, não dá para as pessoas confiarem na sua mensagem. Então, para mim, para trazer uma mensagem e expressar o meu propósito verdadeiro, eu precisava dessa liberdade,” conclui.  Lucas Pinheiro Braathen começa sua participação em Milão-Cortina na prova do slalom gigante do esqui alpino, no sábado, 14 de fevereiro. Torcida é o que não vai faltar. Leia tambémPromessa brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen vê pressão como privilégio

Resumão Diário
Toffoli admite ser sócio de empresa que vendeu resort e nega amizade ou pagamentos de Vorcaro; Menina de 13 anos que sofreu estupro coletivo só foi liberada depois que um dos criminosos recebeu uma ligação

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 6:11


Toffoli admite ser sócio de empresa que vendeu resort e nega amizade ou pagamentos de Vorcaro. Menina de 13 anos que sofreu estupro coletivo só foi liberada depois que um dos criminosos recebeu uma ligação. Operação em SP e SC mira organização chinesa ligada ao PCC por lavagem na venda de eletrônicos com movimentação de R$ 1,1 bilhão. Quaest: por que quase metade dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses? Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra.

SurtoCast
Surtocast#82 - Milão-Cortina entregando tudo

SurtoCast

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 62:54


Nossa live transmitida ao vivo e agora em aúdio!Com Marcos Antonio e Regys falando tudo dos primeiros dias dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina

Z2 Talks
JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO 2026! | RUN THE NEWS! | EP50

Z2 Talks

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 29:39


Fica frio ai que o Run The News ta na área! O tão falado episódio 50 chegou, e que jornada meus amigos. Dito, feito e entreguem, mas não esquenta. Bora pra próxima temporada.Hoje levamos um gelo, então vamos falar dos JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO! Porque essa falta de notícia de endurance ta congelando nossos roteiros. Então, sem mais delongas...RUN THE NEWS!---------------------------------------------Paulo Puccinellihttps://www.instagram.com/paulo.puccinelliVictor Castello Brancohttps://www.instagram.com/victorcastellobrancoz2Ricardo Favorettohttps://www.instagram.com/rifavorettoTeco Gaithttps://www.instagram.com/tecogaitDre Spinellihttps://www.instagram.com/drecoymusic---------------------------------------------00:00 Intro01:51 Jogos Olímpicos14:56 Running Nerd: VO2 no Ski19:12 Dica do Doc!: Iceman22:29 Random News: Nevou!26:50 Outro29:10 Bloopers---------------------------------------------#running #corrida #runthenews #news #maratona #noticias #runningnerd #z2performance #z2talks #alwayschasing

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #383 - A estreia do Brasil nos Jogos Olímpicos

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 76:15


O Brasil iniciou sua trajetória nas Olimpíadas de Milão-Cortina com o esqui cross-country. Manex Silva, Bruna Moura e Duda Ribera foram os primeiros da delegação brasileira a competir e conseguiram boas marcas. Neste episódio, Guilherme Costa, diretamente da Itália, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão repercutem o desempenho dos brasileiros, principalmente a volta por cima de Bruna Moura que estreou em Jogos Olímpicos após ficar fora da última edição às vésperas dos Jogos por conta de um acidente automobilístico. O podcast ainda traz os recordes olímpicos que foram quebrados até o momento e avaliam a maior zebra do torneio. Nos esportes de verão, destaque para o título de Rafaela Silva, no Grand Prix de Paris, e Hugo Calderano que alcançou a segunda colocação no ranking mundial de tênis de mesa. Dá o play!

Fim de Tarde Eldorado
O início da participação do Brasil na Olimpíada de Inverno 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 13:35


Gustavo Lopes fala sobre a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno 2026 em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Volta ao mundo em 180 segundos
10/02: Cuba cada vez mais isolada pelos EUA com falta de petróleo | Parlamento da Venezuela anuncia que não haverá eleição a curto prazo | Medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno estão se quebrando

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 4:31


Air Canada cancela voos para Cuba depois que governo notificou companhias aéreas de que vai faltar querosene paraavião no país. E tem também:- Jorge Rodríguez, líder do Parlamento e irmão da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anuncia que não haverá eleição no país enquanto não houver estabilização a curto prazo- Israel anuncia medidas que facilitam ainda mais os assentamentos e a compra de terras por judeus na Cisjordânia. Ao menos oito países muçulmanos condenam ainiciativa- Vários atletas se queixam que medalhas entregues nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão-Cortina, apareceram quebradas ou com fissura ao soltar do cordão depoisdas cerimônias de entregasApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aqui⁠Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui⁠Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Pace Setters
Episódio 61 - À conversa com Tsanko Arnaudov: o lançador de peso olímpico e recordista nacional!

Pace Setters

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 79:13


Tsanko Arnaudov, recordista nacional do lançamento do peso e atleta olímpico, é o convidado deste episódio do Pace Setters Podcast. Ao longo do episódio, exploramos o seu percurso desde a chegada a Portugal ainda jovem, a transição do meio-fundo para os lançamentos, a passagem pelo Benfica e a afirmação como uma das maiores referências do atletismo nacional nas disciplinas técnicas. Falamos em detalhe sobre a modalidade do lançamento do peso, os diferentes engenhos, pesos, diâmetros, regras de competição, o uso de magnésio, a logística de competir em Portugal e no estrangeiro, e a importância de treinar com material próprio.A conversa entra profundamente na estrutura do treino de um lançador de elite, abordando o papel central do treino de força, dos movimentos olímpicos, da explosividade, da mobilidade e do trabalho técnico contínuo, bem como a gestão da carga ao longo da época, os estágios, os bidiários e a recuperação. Tsanko explica como se constrói uma semana de treino, como se trabalha velocidade, cardio específico, elasticidade e coordenação, e de que forma estas componentes se articulam para maximizar a performance sem comprometer a longevidade.Falamos ainda da experiência de competir ao mais alto nível internacional, incluindo Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro e em Paris, Campeonatos do Mundo e meetings internacionais, comparando contextos competitivos, foco mental, pressão, logística e expectativas. Há também espaço para discutir a realidade do atletismo em Portugal, a falta de investimento nas disciplinas técnicas, a ausência de estruturas de apoio pós-carreira, a necessidade de conciliar trabalho e alto rendimento e os desafios enfrentados por atletas olímpicos fora do mediatismo do meio-fundo.O episódio aborda igualmente a experiência de treinar sem treinador durante um ciclo olímpico, o impacto dessa decisão no planeamento, na responsabilidade individual e na componente psicológica, bem como as prioridades atuais do Tsanko, que passam pelo equilíbrio entre carreira desportiva, vida familiar e o futuro enquanto atleta e pessoa.Recomendações- Definitely Not Fast (DNF) - Canal YouTube - https://www.youtube.com/@defnotfast- Life of speed: Juan Manuel Fangio Story - Documentário (Netflix) - https://www.imdb.com/title/tt6668212/Parcerias e como ajudarem este projeto

Reportagem
Promessa brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen vê pressão como privilégio

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:07


Lucas Pinheiro Braathen foi um dos porta-bandeiras da delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, na sexta-feira (6). A escolha pelo esquiador não foi à toa: ele é a principal aposta do Brasil para conquistar a medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. O esquiador é o atual número dois do ranking mundial de esqui alpino. Nascido na Noruega, ele defende o Brasil, país natal da mãe, desde 2024, e diz que a escolha pela federação brasileira lhe trouxe mais liberdade. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Lucas tem consciência de que a pressão é enorme. “Essa é uma responsabilidade que eu carrego todos os dias, até o dia da competição mesmo. Agora, essa pressão é um privilégio. Então eu abraço essa pressão, tento canalizar toda essa energia de alta frequência para minha performance”, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado (7), na Casa Brasil, espaço montado pelo Comitê Olímpico Brasileiro em Milão para receber a torcida verde e amarela durante as competições. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas cresceu entre diferentes culturas. Nasceu em Oslo, capital da Noruega, e na infância chegou a morar no Brasil. Curiosamente, esquiar passou longe de ser um sonho de criança, já que seu primeiro amor foi o futebol. Aos oito anos, de volta à Noruega, Lucas se rendeu ao esqui alpino, esporte que faz parte da identidade do país. Para o atleta, mais do que competição, é uma forma de expressão: “Para mim, o esporte é uma forma de arte, é uma arte de performance. E se você pergunta a qualquer artista o que é mais importante, [eles respondem que] é ser autêntico, ser quem eles são”.   Foi justamente por sentir falta de liberdade para se exprimir que, em 2023, Lucas tomou uma decisão difícil. Até então, competia representando a Noruega e disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022, pelo país nórdico. Após conquistar o título da disciplina de slalom em 2023 e ficar em quarto lugar no ranking geral de esqui alpino, anunciou sua aposentadoria devido a desentendimentos com a federação norueguesa. Meses depois, em 2024, voltou às pistas defendendo o Brasil. “Foi uma transição gigantesca. E me deixa meio emocionado olhar para trás, para essa jornada até chegar aqui em Milão vestindo nossas cores. Realmente, a sensação é de um segundo capítulo na vida. Essa parte da minha vida é uma parte com liberdade de ser quem eu sou, representar meus valores e meus sonhos verdadeiros. Não os sonhos dos outros, não os sonhos da mídia, da indústria, da minha equipe, mas os meus sonhos”, disse o esquiador. Em declaração à RFI, Lucas afirma que se sente completo nas pistas de esqui e compara a profissão de esquiador à de artista: “Eu achei nas pistas, na neve, na montanha, o meu palco, onde me sinto mais autêntico. No fim das contas, eu poderia virar um músico ou dançar, mas, para mim, o propósito que a gente tem é bem igual”. Aos 25 anos, Lucas já tem uma carreira cheia de conquistas no esqui alpino com mais de 20 pódios, oito deles representando o Brasil. Ele é o atual número dois do ranking geral da modalidade. Até o início das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno, segue treinando na Áustria, onde mora. A estreia nas Olimpíadas será no próximo sábado (14), na cidade de Bormio. Lucas explica que a pista tem características bem específicas: “É uma pista um pouco mais fácil do que as que a gente está competindo na Copa do Mundo, mas são nas pistas mais fáceis que fica ainda mais difícil esquiar rápido. Então, essa é a arte dentro do nosso esporte: conseguir achar essa velocidade. É uma pista em que você precisa criar a força, a velocidade e a frequência sozinho”. Além de buscar a medalha inédita para o Brasil, Lucas carrega um desejo que vai além do pódio: “Eu quero sair desses Jogos como fonte de inspiração para o povo que liga para esportes, para quem não está nem aí para esportes. E, para mim, quero que as pessoas assistindo, vendo nossas cores nos Jogos Olímpicos de Inverno, entendam que tudo é possível. Não importa de onde vocês são, suas roupas, seu sotaque. O que importa é o que está por dentro. O que acontece para fora é um resultado disso”, aprofunda Lucas. Leia tambémJogos de Inverno de 2030 serão organizados nos Alpes franceses, mas COI pede "garantia financeira"

Esportes
Brasil no halfpipe olímpico: duas trajetórias que se cruzam em Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 6:13


Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliam a presença do Brasil nos esportes de neve. No snowboard halfpipe, Augustinho Teixeira e Pat Burgener representam o país em uma das provas mais técnicas do programa olímpico, historicamente dominada por potências europeias e norte-americanas. Luciana Quaresma, especial de Milão para a RFI Ambos nasceram fora do Brasil mas são filhos de mães brasileiras. Construíram carreiras no exterior mas neste ciclo olímpico decidiram defender o país que os conecta às suas origens, traduzindo em esporte uma escolha de identidade e pertencimento. Vaga olímpica e qualificação Para Augustinho Teixeira, que nasceu em Ushuaia, na Argentina, Milão-Cortina marca a estreia em uma Olimpíada de Inverno. O snowboarder garantiu sua vaga ao somar pontos consistentes no ranking de qualificação, em especial com desempenho na etapa da Copa do Mundo em Laax, na Suíça, onde terminou na 24ª posição, resultado que o manteve dentro das vagas classificatórias para os Jogos.   O jovem atleta, de 20 anos, que começou na neve ainda na infância ao lado da família vê essa qualificação como a consagração de anos de dedicação. “Estou vivendo algo inimaginável. A classificação para a Olimpíada é a prova de que o esforço, a disciplina e o foco em cada detalhe me trouxeram até aqui”, diz Augustinho, refletindo sobre sua trajetória. Além de garantir sua participação nos Jogos, Augustinho vem somando experiência em competições internacionais e foi o campeão em uma etapa da Copa Europeia de Snowboard halfpipe em Kitzsteinhorn, na Áustria — um marco importante em sua evolução esportiva.   Medalha histórica e Brasil no pódio Se Augustinho entra em Milão-Cortina fazendo sua estreia olímpica, Pat Burgener chega com um capítulo esportivo já escrito em grandes palcos internacionais. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos disputou duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno — em PyeongChang 2018 (5º lugar) e Pequim 2022 (11º lugar), representando o país europeu antes de optar por competir pelo Brasil no ciclo 2025/2026.   A temporada antes da Olimpíada já trouxe um momento histórico: Pat Burgener conquistou a primeira medalha da história do Brasil na Copa do Mundo de snowboard halfpipe, ao levar o bronze na etapa de Calgary, no Canadá, em janeiro deste ano.  O resultado marcou não apenas o melhor desempenho brasileiro na modalidade, mas também consolidou Burgener como uma das principais esperanças para Milão-Cortina. “Foi uma sensação incrível. Saber que meu nome entrou na história do esporte brasileiro, colocando o país no pódio pela primeira vez na Copa do Mundo de halfpipe, é algo que vai comigo para os Jogos”, comenta Pat. Essa conquista veio após um início de temporada promissor, que incluiu um quarto lugar em Secret Garden, na China, outro resultado destacado antes de Calgary.   Identidade, cultura e escolha consciente Para Augustinho, competir por uma bandeira que carrega simbolismo familiar é mais do que representar um país em uma competição: é traduzir uma história de vida. “O Brasil sempre foi parte da minha história, mesmo morando fora. Representar o país da minha mãe e levar essa bandeira ao halfpipe é algo que me enche de orgulho e responsabilidade”, ele afirma. Esse sentimento de conexão se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na forma como ele vê seu papel dentro e fora da pista, como referência e inspiração para novos praticantes brasileiros de snowboard. Pat, por sua vez, reforça a ideia de que a escolha de representar o Brasil é também uma forma de expandir horizontes e criar novas possibilidades para a modalidade. “Defender o Brasil no snowboard é mais do que uma mudança de nacionalidade. É trazer visibilidade para um país que não é tradicional nos esportes de inverno e mostrar que aqui também pode haver espaço e oportunidades”, diz ele, ressaltando o apoio que tem recebido tanto da família quanto da federação brasileira. Snowboard brasileiro em foco Em Milão-Cortina 2026, Augustinho Teixeira e Pat Burgener não apenas competem nas pistas de neve, mas representam duas trajetórias que se cruzam sob a mesma bandeira e com propósitos que vão além dos resultados individuais. Unidos pelo mesmo objetivo de colocar o Brasil cada vez mais presente no cenário internacional do snowboard, eles mostram que a presença verde e amarela também pode ganhar espaço nas montanhas cobertas de neve, inspirando uma nova geração de atletas e fãs no país.  

Por Falar em Correr
Redação PFC 245 - Kiplimo sem recorde mundial da meia maratona, Maratona de Dubai e Corrida de Reis

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 35:08


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Endörfina com Michel Bögli
#450 Ricardo Prado

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 89:48


Ele começou a nadar muito cedo. Seguindo o exemplo dos irmãos mais velhos, com três anos de idade já dava suas primeiras braçadas e, com cinco, começou a brincar de competir. Nos anos seguintes, a natação rapidamente deixou de ser apenas brincadeira e passou a ocupar um espaço central na sua rotina. Muito jovem, já disputava campeonatos nacionais, batia recordes em categorias de base e chamava atenção pela versatilidade nas quatro provas do medley, algo raro mesmo entre atletas mais experientes. Ainda adolescente, foi treinar nos Estados Unidos, e foi lá que conquistou o índice para participar pela primeira vez dos Jogos Olímpicos. Em Moscou, em 1980, com apenas 15 anos, tornou-se um dos nadadores mais jovens da história a representar o Brasil em uma Olimpíada. Dois anos depois, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1982, conquistou o título mundial dos 400 metros medley e estabeleceu um recorde mundial da prova, um feito inédito para a natação brasileira até então. Em 1983, foi um dos destaques dos Jogos Pan-Americanos de Caracas, somando quatro medalhas e, no auge da carreira, voltou aos Jogos Olímpicos em 1984, em Los Angeles, onde conquistou a medalha de prata nos 400 metros medley, alcançando a melhor colocação individual da história da natação brasileira naquele momento. Continuou competindo e conquistando títulos importantes até encerrar sua carreira aos 23 anos de idade. Seguiu próximo ao esporte atuando como técnico, gestor, palestrante, comentarista televisivo e dirigente, tendo participado do comitê organizador dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, além de contribuir para a formação de novas gerações de nadadores. Conosco aqui, o nadador formado em Economia e Educação Física, campeão e recordista mundial dos 400 metros medley, medalhista olímpico, presente no Hall da Fama do COB, da natação brasileira, da Southern Methodist University, no Texas, e do famoso clube de nadadores Mission Viejo, treinador-chefe de natação da Escola Graduada, o andradinense Ricardo Prado. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

M80 - Linha de Passe
Ronaldo faz 41 anos, a idade - apostamos nós - com que vai casar e chegar aos mil golos!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 5:47


O meme "Sabia, não?" deu lugar a um remix! A ligação de Snoop Dogg aos Jogos Olímpicos e ainda Portugal na final do Europeu de futsal.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #382 - Vão começar os Jogos Olímpicos de Inverno

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 52:27


Os Jogos Olímpicos de Inverno vão começar nesta semana com chances reais do Brasil conquistar sua primeira medalha da história. Neste episódio, Guilherme Costa - direto de Milão - Marcel Merguizo e João Pedro Brandão trazem as primeiras impressões da Itália, do clima olímpico, dos membros do Time Brasil e detalham o acidente sofrido por Pat Burgener em um treinamento. O podcast ainda traz informações dos esportes de verão com a eleição de Henrique Marques como melhor atleta do ano de 2025 no taekwondo e mais um título de Hugo Calderano. Dá o play!

Colunistas Eldorado Estadão
Morelli: Rebeca Andrade vai carregar a bandeira dos Jogos Olímpicos de Inverno

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 9:22


Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Esportes
Bindilatti e Davidson: experiência e superação no bobsled brasileiro nos Jogos de Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 5:16


O bobsled brasileiro chega ao maior palco do esporte mundial, os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, sustentado por dois pilares fundamentais: experiência e resiliência. Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam mais do que a busca por resultados – são símbolos de uma modalidade construída com sacrifício, identidade e espírito coletivo. Luciana Quaresma, especial para a RFI em Milão Quando a convocação olímpica foi confirmada, Bindilatti sentiu o impacto de quem já percorreu esse caminho diversas vezes. Aos 46 anos, ele vai disputar sua sexta edição de Jogos Olímpicos, um feito raro no esporte brasileiro – ainda mais em uma modalidade de inverno. “Passa um filme na cabeça. Representar o Brasil é um prazer imenso, e ter essa oportunidade pela sexta vez é algo para poucos”, afirma. Mais do que a longevidade, chama atenção a forma como ele chega a este ciclo olímpico. Em plena alta performance, Bindilatti garante estar na melhor condição da carreira. “Eu sempre me preparei para os Jogos Olímpicos, mas especificamente para esse, chego melhor do que nos outros. Isso prova que idade é apenas um número.” Liderança dentro e fora do trenó Hoje, Bindilatti exerce um papel central no time. Ao longo dos anos, acumulou conhecimento técnico e estratégico que transformou sua função: além de atleta, tornou-se mentor das novas gerações. “Antes, até aprender como mexer no trenó, fazer ajustes, pilotar, era muito mais difícil. Hoje, pela nossa expertise, os atletas aprendem muito mais rápido. Eu consigo ajudar não só na parte física e técnica, mas também na mental”, explica. Essa liderança se reflete na formação do futuro da equipe. Um dos exemplos é Gustavo Ferreira, jovem atleta convocado para acompanhar o grupo em Milão-Cortina, já pensando no ciclo olímpico de 2030. “A ideia é ele sentir o peso de um Jogos Olímpicos agora, para chegar muito mais maduro no próximo ciclo.” Davidson: a batalha interior e a identidade brasileira Do outro lado do trenó, Davidson de Souza , conhecido como Boka, chega a mais uma Olimpíada com a bagagem de quem conhece o bobsled em seus limites físicos, mentais e emocionais. São 12 anos dedicados à modalidade, marcados por transições, quedas e reconstruções. No imaginário do atleta, a cena da largada se repete como um ritual: o corpo em tensão máxima, a explosão muscular antes da descida. “Nada está acabado”, resume. Vindo do atletismo, Davidson faz parte da geração que ajudou a construir o bobsled brasileiro a partir da migração de atletas de esportes individuais para uma modalidade coletiva, que exige precisão absoluta e confiança mútua. “O bobsled me fez crescer muito como pessoa. Conviver com o time, treinar, viajar e viver juntos ensina coisas que vão além do esporte”, afirma. Um acidente, um retorno e a vaga olímpica A classificação para Milão-Cortina carrega um peso especial para Davidson. Um ano antes da convocação, ele sofreu um grave acidente, no qual fraturou o fêmur e rompeu quatro músculos da perna. A lesão quase encerrou sua trajetória no esporte. O retorno exigiu resiliência diária, física e mental. “Foi uma trajetória gigantesca até chegar aqui.”  Mesmo com passaporte canadense, Davidson não abre mão da própria identidade. “Eu sou brasileiro e vou morrer brasileiro. Representar o Brasil é uma honra imensa.” Velocidade, risco e controle mental No bobsled, as descidas podem chegar a 150 km/h. Quedas e acidentes fazem parte da modalidade, mas não interferem no foco da equipe. “O nível mental que a gente tem hoje é muito alto. Nada nos tira do foco”, garante Davidson. Treinos e competições em St. Moritz, na Suíça, consolidaram a confiança do grupo para enfrentar qualquer cenário em Cortina d'Ampezzo. Para Bindilatti, o suporte familiar é a base que sustenta a carreira. Casado e pai de duas crianças – uma filha de 7 anos e um filho de 10 –, ele admite que a distância pesa, mas é compensada pela parceria e pela tecnologia. “O que me move é o amor e o suporte da minha família. Isso me permite fazer o que me propus da melhor forma possível.” Pensando no legado, ele também idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton no Brasil, com foco no alto rendimento e no impacto social. O projeto chegou a iniciar obras em São Caetano, mas hoje aguarda recursos para ser concluído. “É uma forma de devolver tudo o que o esporte me deu, formando novos atletas e dando oportunidades.” Fora das pistas, cultura e música O bobsled também moldou a identidade de Davidson fora da pista. Artista e compositor, ele é o autor do hino do bobsled brasileiro, criado a partir das vivências com o time. A música segue presente na preparação dos atletas até hoje. “Saber que isso motiva alguém a se dedicar um pouco mais é sensacional”, diz ele. Às vésperas de Milão-Cortina 2026, Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam gerações, histórias e trajetórias distintas, unidas por um mesmo propósito: levar o Brasil ao gelo com dignidade, competitividade e identidade. Entre experiência e superação, liderança e pertencimento, o bobsled brasileiro chega à Olimpíada sustentado por atletas que transformaram um esporte improvável em projeto de vida – e em símbolo de resiliência olímpica.

Podcasts FolhaPE
Clima extremo e tempestades na Europa

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 38:35


O clima extremo e tempestades na Europa afetam a vida da população. No giro de notícias, Monica Gil trouxe relatos sobre o clima extremo em Portugal, com tempestade de neve e ondas de até 15 metros; Débora Carvalho falou sobre a forte tempestade de hoje: destruição, escolas fechadas e alertas; Roberta Clarissa chega com os Jogos Olímpicos de Inverno e Rejane Modesto comentou o desfecho da regularização de imigrantes na Espanha; Priscilla Costa chega com o desfecho do caso de assédio que sofreu, com a prisão do criminoso; A Dica Literária da Gabi trouxe o sensível “Kafka e a Boneca Viajante”, de Jordi Sierra i Fabra — uma obra premiada que revela o lado mais humano de Franz Kafka e encanta leitores de todas as idades. O retorno de Jaime com informações vida Argentina após a viagem E, claro, Rainier e Valdênio em uma conversa totalmente aleatória — porque falar sobre nada também é arte. Sextou é assim: irreverente, inteligente e descontraído. Sintoniza com a gente!

Um dia no Mundo
O desembarque do ICE nos Jogos Olímpicos de Inverno

Um dia no Mundo

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 4:02


Meloni não quer o ICE a acompanhar a delegação americana nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Itália.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #381 - Entrevista com Bruna Moura

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 89:06


Bruna Moura fará sua estreia em Jogos Olímpicos após ter ficado de fora da última edição às vésperas de seu início por conta de um acidente. Lucas Pinheiro assume a liderança do ranking mundial no Esqui Alpino e nos esportes de verão Caio Bonfim faz sua estreia na temporada. Neste episódio, Guilherme Costa, João Pedro Brandão e Bruna Campos trazem os últimos detalhes dos brasileiros antes do início das Olimpíadas de Inverno, Bruna Campos traz uma entrevista exclusiva com Bruna Moura e o giro de notícias termina com marcha atlética, tênis e handebol.

Esportes
Bruna Moura supera trauma e garante vaga olímpica no esqui cross-country para Milão-Cortina 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 5:05


A brasileira Bruna Moura está oficialmente classificada para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na categoria esqui cross-country, uma conquista que vai muito além do resultado esportivo. Quatro anos depois de sofrer um grave acidente na Itália, às vésperas da Olimpíada de Pequim 2022, a atleta retorna ao mesmo cenário olímpico como símbolo de superação física, psicológica e emocional, representando o Brasil em uma das modalidades mais exigentes do esporte mundial. Luciana Quaresma, de Milão para a RFI “Eu não sei se sou capaz de descrever como eu vivo esse momento. Para mim, é algo surreal. Estou vivendo novamente o sonho de ouvir meu nome ser anunciado para a equipe olímpica”, afirma Bruna, ainda cautelosa com a comemoração. “Eu quero comemorar de verdade quando cruzar a linha de chegada nos Jogos”, afirma. Em janeiro de 2022, durante um período de treinos na Itália, Bruna sofreu um acidente de carro grave, poucos dias após sair da quarentena por Covid-19. O impacto foi profundo. As lembranças do episódio são fragmentadas. “Tenho no máximo 30 minutos de memória de todo o processo”, revela, mas as consequências permanecem. “O acidente faz parte da minha vida. Eu penso nele todos os dias. A dor no pé é diária, não tem como esquecer”, relata. “Eu precisei aprender a viver com isso, integrar essa dor à minha rotina e seguir em frente”, conta Bruna Moura. A recuperação física permitiu o retorno às competições pouco mais de um ano depois, no Mundial da Eslovênia, mas a reabilitação psicológica exigiu um trabalho ainda mais delicado. Bruna enfrentou sintomas de estresse pós-traumático e passou por sessões intensivas de terapia, incluindo EMDR (tipo de terapia para processar traumas), para lidar com memórias auditivas recorrentes das sirenes da ambulância e da polícia. “A terapia funcionou. Hoje eu lido muito melhor com isso, mas o trauma ainda vem comigo. Tudo o que faço tem um pedaço dessa experiência.” Adaptação como chave para a classificação Se o acidente impôs limites, também exigiu reinvenção. Com restrições no pé, Bruna precisou adaptar radicalmente sua preparação física, apostando no double pole, técnica que privilegia a força da parte superior do corpo. “O motivo não foi positivo, mas o resultado foi. Esse ganho de potência foi decisivo para os pontos que conquistei no ranking e para a classificação olímpica”, explica. A vaga para Milano-Cortina veio justamente pelo ranking internacional, em uma disputa direta e emocionalmente complexa com Jaqueline Mourão, a atleta mais experiente e respeitada do esqui cross-country brasileiro — e uma figura central na própria trajetória de Bruna. “Foi estranho e difícil. Ela é minha amiga, minha referência, a maior atleta da história do esporte no Brasil. Eu queria muito que ela estivesse nesses Jogos também”. Da mountain bike ao esqui A relação de Bruna com o esqui cross-country começou graças à própria Jaqueline Mourão, ainda em 2010, quando Bruna era atleta de mountain bike. Selecionada para um projeto de desenvolvimento em Minas Gerais, ela se destacou nacionalmente, mas viu sua carreira interrompida por um problema cardíaco congênito, que exigia uma cirurgia complexa. Sem recursos financeiros, foi novamente Jaqueline quem viabilizou o acesso ao tratamento, por meio de instituições médicas em São Paulo. Durante esse período de afastamento das competições, Bruna teve o primeiro contato com o roller ski, em atividades promovidas pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN). “Mesmo quando eu não podia competir, eles me incluíram. Aquilo me ajudou muito num momento de depressão”, lembra. Em 2014, Bruna passou a integrar oficialmente a equipe brasileira de esqui cross-country e biatlo — um caminho longo, construído com paciência, resiliência e adaptação. O sonho olímpico como missão pessoal Para Bruna Moura, estar nos Jogos de Milano-Cortina tem um significado especial, construído ao longo de anos de luta e resiliência. “Eu sei que será difícil conquistar um resultado expressivo, porque estarei competindo contra as melhores atletas do mundo. O meu objetivo sempre foi alcançar o sonho de me tornar uma atleta olímpica e competir no meu melhor nível, porque isso vai muito além do resultado final”, diz Bruna Moura. A promessa feita a si mesma ainda no hospital, após o acidente, agora está prestes a se cumprir. “Desde que recuperei a consciência, eu dizia: eu vou para os Jogos de 2026. E trabalhei em tudo — treino, nutrição, descanso, hidratação — para chegar aqui.” Milão-Cortina 2026: redenção e liberdade Ao imaginar o momento da estreia olímpica, Bruna fala em redenção. “Quando eu cruzar a linha de chegada, ver meu nome na tela, a bandeira do Brasil ao lado… eu não sei como meu coração vai reagir. Vai ser liberdade. Liberdade de viver algo que por tantos anos foi só um sonho.” Em um esporte dominado por países tradicionais e com pouca estrutura no Brasil, a presença de Bruna Moura em Milão-Cortina 2026 carrega um simbolismo poderoso: o de que persistência, adaptação e coragem podem transformar até os caminhos mais improváveis em realidade olímpica. *Errata: o acidente de Bruna Moura foi em janeiro de 2022, e não em setembro de 2021 como escrito anteriormente.

Reportagem
Brasileiro disputa Festival Mundial do Circo do Amanhã em Paris: "É como se fosse a Olimpíada"

Reportagem

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 10:08


É como se fossem os Jogos Olímpicos do circo. Durante quatro dias, os melhores artistas de 18 países se apresentam no Festival Mondial du Cirque de Demain, ou Festival Mundial do Circo do Amanhã, em Paris. Diante de um júri especializado, eles disputam medalhas, prêmios e contratos com companhias renomadas.   Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Entre os candidatos desta 45ª edição, está o brasileiro Vitor Martinez Silva, de 21 anos. Natural de São José do Rio Preto, ele se mudou para o Canadá aos 13 anos, para estudar na Escola Nacional de Circo de Montreal. Era o começo de um sonho de infância.   "Eu me lembro de já estar consumindo espetáculos de circo em DVD ou na minha cidade e uma vez, com 6 anos, eu encontrei um brinquedo no supermercado que parecia um número de um espetáculo de circo que eu assistia. Eu comecei a treinar, a decodificar os truques do diabolo", lembra ele, em entrevista à RFI. "Assisti ao espetáculo em câmera lenta com meu pai e daí surgiram os meus treinos, que me levaram a me mudar para Montreal, na capital do circo, para terminar meus estudos de ensino médio e colegial e começar minha carreira como artista circense", diz.  Vitor explica que além do aspecto físico, ele precisa trabalhar as emoções. "A gente quer passar uma mensagem, então tem a parte teatral, que vem da alma. Porém, tem um aspecto físico que tem que respeitar, de mobilidade do corpo, força, flexibilidade, dança. Circo é um conjunto de várias artes."   O brasileiro se apresenta no diabolo, modalidade muito comum na Ásia, que ele diz praticar com um tempero brasileiro. O seu ato se chama Bird Dust, criado por Silva há dois anos. "Foi o meu número de formatura da minha escola de circo em Montreal, e tem vários elementos muitos pessoais para mim. Fala sobre falta de liberdade e vários outros temas", afirma. "Eu quero tentar mostrar para o mundo uma maneira diferente de executar esse aparelho", desafia.   Catalisador de carreiras O treinador de Vitor deixou o picadeiro para se dedicar à formação de novos artistas. Nicolas Boivin-Gravel contou a RFI os requisitos para se tornar uma estrela e elogiou o brasileiro.   "O Vitor tem uma presença de cena muito forte, uma conexão com o público. Ele se movimenta muito bem com o diabolo, faz movimentos acrobáticos únicos", avalia. "É um número muito antigo de circo, há muitos taiwaneses e japoneses que o praticam. E agora as pessoas o adaptam de forma mais esportiva e artística", completa.  Atualmente, Nicolas Boivin-Gravel é diretor acrobático do famoso Cirque du Soleil, onde muitos dos concorrentes sonham trabalhar um dia.   "Aqui é um lugar excepcional para vermos muitos talentos. Muitos nós já vimos em vídeos, os conhecemos, mas é o momento de verificar se são bons de verdade, se têm uma presença, uma aura no palco. E aí vamos falar com eles. Paris é um dos maiores momentos de encontro para o mundo do circo", observa.       Em plena era digital, o circo continua fascinando plateias no mundo inteiro. "Este é um festival que nasceu em 1977, direcionado aos novos talentos. É um dos mais antigos do mundo", explica Pascal Jacob, diretor artístico do festival e do Cirque Phênix, onde acontecem as apresentações. "Nós sempre procuramos dar destaque e valorizar os jovens artistas que vêm de escolas, de famílias ou são autodidatas", salienta, definindo o encontro como "um catalisador de carreiras".   Para Jacob, se o circo ainda atrai público é porque se trata de uma atividade verdadeira. "Nós não trapaceamos. O público sabe por que veio, os artistas sabem por que estão lá, e há realmente uma troca", define. "Eu penso que a força do circo, diferentemente da dança e do teatro, é que ele tem algo particular, que é uma relação com o risco e com a vida, e o público vem ver algo que não verá em outro lugar. A força do circo é agora, nesse instante, nesse momento", conclui.   Para o brasileiro Vitor, é esse encontro com a plateia que faz todo esforço valer a pena. "Esse contato, essa troca de energia, eu dou ao público e recebo essa troca vital", completa.  "É muito bom poder fazer parte de espetáculos em que a gente pode fazer o público esquecer o que acontece no mundo por alguns minutos, algumas horas. Esse é o nosso trabalho: dar uma pausa na realidade e nas coisas ruins que acontecem hoje em dia e viver um mundo alternativo", afirma.   "Olimpíadas do Circo" Como os demais participantes, Vitor Martinez Silva sonha sair de Paris empregado – mas já se sente um vencedor de estar entre os selecionados.   "Esse festival é muito conhecido por começar carreiras, longas carreiras. Eu tenho vários amigos que tiveram sucesso de dez anos após o festival, com contratos em diversas companhias circenses. Todo mundo acaba ganhando só de estar aqui, porque é um festival muito conhecido, de muito prestígio, como se fosse nível de Olimpíadas no circo", compara.   Por causa da carreira, ele conta que vai pouco ao Brasil, mas não reclama da falta de tempo. "A minha relação com o Brasil é distante. Eu não consigo ver minha família, é minha família que tem que seguir as minhas viagens", relata. "Mas tem muito do Brasil dentro de mim. É a forma de ser, de conversar, de falar, de ver o mundo. A gente tem uma alegria. São poucos lugares onde a gente encontra pessoas assim", observa. 

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #380 - De possível para provável: cresce a chance da medalha olímpica de inverno

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 41:25


Lucas Pinheiro conquistou seu quarto pódio em etapas de Copa do Mundo de Esqui Alpino nesta temporada e se coloca cada vez mais como favorito para uma medalha nos Jogos Olímpicos. Neste episódio, Guilherme Costa e João Pedro Brandão analisam o desempenho de Lucas e suas chances de medalha tanto no slalom, quanto no slalom gigante. Nos esportes de verão, Marcus D'Almeida quebrou o recorde brasileiro indoor e conquistou uma importante medalha. Já no tênis a grande decepção da semana fica por conta da eliminação precoce de João Fonseca do Australian Open e no tênis de mesa Hugo Calderano vai retomando a melhor forma. Dá o play!

Esportes
Brasil chega às Olímpiadas de Inverno de Milão-Cortina com chances inéditas de medalha

Esportes

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 7:46


Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão‑Cortina começam em 6 de fevereiro e prometem ser uma das edições mais grandiosas da história. Com novos esportes no programa e competições espalhadas pelo norte da Itália, o evento deve atrair 2 milhões de turistas para a região. Para o Brasil, a edição de 2026 marca um momento especial: pela primeira vez, o país chega aos Jogos de Inverno com atletas em condições reais de lutar por medalhas. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Faltam menos de três semanas para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. Pela terceira vez, a Itália recebe o evento, que terá duas sedes principais: Milão e Cortina d'Ampezzo, nas Dolomitas, a cadeia montanhosa dos Alpes italianos. As competições indoor serão realizadas em Milão, enquanto as demais provas acontecem em diferentes localidades do norte do país, como Cortina, Bormio e Livigno. A edição de 2026 contará com 16 modalidades esportivas e a participação de aproximadamente 3.500 atletas de 93 países. Neste ano, o programa olímpico traz uma novidade: a estreia do esqui de montanha, conhecido como skimo.  A expectativa é de uma grande audiência: cerca de 3 bilhões de pessoas devem acompanhar os Jogos em todo o mundo, enquanto mais de 2 milhões de turistas são esperados presencialmente ao longo das competições.  No Brasil, porém, boa parte do público ainda desconhece que os Jogos de Inverno começam em breve. Os turistas Paulo e Maria Isabel, que estão de férias em Milão, se disseram surpresos ao descobrir que a cidade será sede do evento. Para eles, falta divulgação no Brasil. “Eu, que gosto muito de esporte, não sabia que seria aqui em Milão e achei muito interessante. É um lugar muito bom para receber esse tipo de evento. Que pena que acho que não vamos conseguir assistir aos jogos”, afirmou Paulo.  Ainda há ingressos disponíveis. Os preços começam em € 30 (mais de R$ 180 na cotação atual), com opções mais acessíveis para modalidades como hóquei no gelo e curling. Já para assistir à cerimônia de abertura, marcada para 6 de fevereiro, o ingresso pode custar até € 2 mil (cerca de R$ 12 mil). O evento contará com apresentações de Laura Pausini, Mariah Carey e Andrea Bocelli. Para os que pretendem assistir presencialmente, o custo total pode ser alto. Segundo a Altroconsumo, entidade de defesa do consumidor na Itália, os preços de hospedagem chegam a quintuplicar no norte da Itália durante o período olímpico. A região da Valtellina, palco das provas de esqui acrobático e snowboard, registra os maiores aumentos, com um casal pagando em média € 1.659 (cerca de R$ 10 mil) por um fim de semana.  A expectativa é de um expressivo impacto econômico para a região. Estimativas indicam um retorno de € 5,3 bilhões (mais de R$ 32 bilhões), considerando turismo imediato e futuro, consumo, serviços e os benefícios de longo prazo associados aos investimentos em infraestrutura, segundo o banco Ifis. Somente em obras de infraestrutura, tanto esportivas como públicas, foram investidos € 3,5 bilhões (R$ 21 bilhões). Grande parte desse legado deve permanecer após os Jogos. Em Milão, a Vila Olímpica, construída para abrigar 1.700 atletas, será convertida em moradia estudantil. A arena de hóquei, com capacidade para 16 mil espectadores, será transformada em um ginásio multiuso destinado a eventos esportivos e culturais. Mas a poucos dias do início dos Jogos, nem tudo está pronto. Alguns teleféricos em pistas de esqui seguem em obras, pousadas continuam em reformas e a própria arena de hóquei ainda não foi totalmente concluída. A organização agora enfrenta uma corrida contra o tempo para entregar todas as estruturas até o dia da abertura. Brasil chega a Milão-Cortina com chances de medalhas O Brasil disputa em 2026 sua décima participação em Jogos Olímpicos de Inverno, mas nunca conquistou uma medalha. Neste ano, no entanto, a expectativa é de mudar este cenário. “A gente diz que a medalha nunca esteve tão quente. Vamos sonhar até o último segundo, porque a gente se preparou. Temos atletas que estão entregando resultados históricos", disse Emílio Strapasson, Chefe de Missão do Brasil nos Jogos de Milão-Cortina, em uma apresentação na Câmara dos Deputados. "Não é uma questão de sorte, é uma questão de que a gente consegue realmente ver uma linha de crescimento e vamos chegar na Itália com uma chance real de medalha. A gente não é mais um intruso, a gente é um participante respeitado”, ressaltou. Dois atletas se destacam como protagonistas na busca por resultados inéditos. O principal nome é o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, uma das grandes promessas do país em Milão-Cortina. Na temporada 2025/2026, ele já subiu ao pódio três vezes, com uma vitória e dois segundos lugares. Em novembro do ano passado, ele entrou para a história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer uma etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino, em Levi, na Finlândia e neste domingo (18), conquistou a medalha de prata na prova de slalom na etapa de Wengen, Suíça. Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas competiu pela Noruega até 2023. Após divergências com a federação norueguesa e um ano afastado das pistas, decidiu retornar ao esporte vestindo as cores do Brasil. Outro nome com potencial de pódio é Nicole Silveira, destaque no skeleton, prova em que o atleta desce pistas de gelo em alta velocidade deitado sobre um trenó, chegando a até 140 km/h. No último dia 9, Nicole conquistou a medalha de bronze na etapa de Saint-Moritz da Copa do Mundo. “Essa medalha é muito importante pra mim, porque acho que mostra que todo o esforço que eu estou fazendo é o caminho certo e que está tudo valendo a pena”, afirmou. A atleta teve uma evolução significativa ao longo da temporada. Nas quatro primeiras etapas do circuito, ficou fora do Top 10, mas conseguiu saltar para o décimo lugar no ranking mundial após o bronze na Suíça. “A temporada não começou muito do jeito que eu queria. As atletas que eu estou competindo contra, muitas têm mais experiência que eu. Então, eu estou tentando achar o atalho pra chegar no topo. E é ano olímpico, então todo mundo está bem forte”, disse Nicole. Com resultados expressivos e visibilidade crescente, o Brasil chega a Milão-Cortina vivendo o momento mais promissor de sua história nos esportes de inverno.

Máquina do Esporte
Gestão, planos e o momento da Confederação Brasileira de Atletismo.

Máquina do Esporte

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 82:14


O Maquinistas de hoje recebe Wlamir Motta Campos, presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, para discutir Gestão, planos e o momento da Confederação Brasileira de Atletismo.O executivo explica diversos aspectos de sua gestão frente a Confederação, falando sobre o que já foi realizado, e os plano que vem a seguir. Wlamir também fala sobre os patrocínios do atletismo brasileiro e da importância de um trabalho sério junto aos patrocinadores e ao poder público.O presidente faz projeções sobre o futuro do atletismo no Brasil, ressaltando tanto a importância do foco nas competições de alto rendimento, quanto a atenção especial dada a formação de novos atletas e da prática do atletismo de baixo rendimento, pelo público geral.Eventos com sede no Brasil, patrocínio da Puma e das Loterias Caixa, governança, relacionamento com o poder público e a importância de políticas voltadas para o setor. O Maquinistas com Wlamir Motta Campos é uma aula de gestão esportiva, resiliência, propósito e projeto.00:00 O atletismo brasileiro nos Jogos Olímpicos LA 202802:40 O momento do atletismo brasileiro e o futuro do atletismo07:39 As fontes de receita da confederação10:36 A missão da Confederação para além do alto rendimento14:54 A importância do patrocínio da Puma à confederação18:16 Os desafios para massificar o atletismo e o papel dos centros de formação27:46 O papel do "Wlamir Atleta” na gestão da CBAt33:49 As dificuldades na vida de um atleta de alta performance na atualidade39:07 O acompanhamento e o cuidado com a saúde mental dos atletas40:10 O fenômeno da corrida de rua48:53 A duração do mandato na presidência da Confederação51:04 A experiência na gestão pública54:47 O potencial de crescimento do esporte56:35 A Universidade Federal do Esporte58:32 Falta dinheiro e recursos para o esporte?01:08:20 Expectativas para LA 202801:10:30 Momento Gheorge

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #379 - Bons resultados aumentam expectativa por medalha nas Olimpíadas

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 44:36


A semana que passou ficou marcada no esporte olímpico de inverno para o Brasil com a conquista de mais duas medalhas em etapas de Copa do Mundo, Nicole Silveira conquistou um bronze no skeleton e Lucas Pinheiro faturou uma prata no esqui alpino. Neste episódio, Guilherme Costa e João Pedro Brandão analisam os resultados, já projetando o que esperar nos Jogos Olímpicos de Milão e Cortina, que acontecerão em menos de um mês, com vagas em outras modalidades sendo asseguradas. O podcast ainda aborda a nova desistência de João Fonseca de outro torneio na Austrália, antes do primeiro grand slam do ano e a estreia de Hugo Calderano e Bruna Takahashi em 2026.

Rumo ao Pódio
Rumo ao Pódio #378 - Medalha inédita no snowboard às vésperas dos Jogos Olimpícos

Rumo ao Pódio

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 75:16


Falta exatamente um mês para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão e Cortina, e Pat Burgener conquistou uma medalha inédita para a história do Brasil no snowboard halfpipe, com bronze na etapa de Calgary, no Canadá, da Copa do Mundo da modalidade. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam a importância do feito tão próximo da disputa da Olimpíada e o cenário para o Brasil nos Jogos. O podcast repercute a desistência de João Fonseca do ATP 250 de Brisbane, na Austrália, por conta de dores na região lombar, o jovem preocupa para a disputa do Australian Open? Por fim, o Rumo ao Pódio debateu a decisão do Flamengo em dispensar os atletas da canoagem velocidade e da equipe paralímpica do remo, incluindo nomes como Isaquias Queiroz, Michel Pessanha e Gessyca Guerra, encerrando a modalidade no clube.

MT Cast
MT News #150 - Os novos campeões Mundiais T100

MT Cast

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 17:42


Na última sexta, Hayden Wilde e Kate Waugh se tornaram campeões mundiais do T100. A organização aproveitou todos os holofotes para anunciar uma parceria importante para 2027: a junção com a World Triathlon e a criação do World Triathlon Tour. O objetivo é claro: estar nos Jogos Olímpicos! Confira o episódio completo.

MKTEsportivoCast
Brasil Olímpico: estratégias que fortalecem marcas e engajam fãs (Gilberto Ratto e Gustavo Herbetta)

MKTEsportivoCast

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 78:31


O Invite, programa oficial do MKTEsportivo, recebe nesta semana os executivos Gilberto Ratto, diretor-geral da 4B Sports, e Gustavo Herbetta, CEO do projeto 18-96, para uma conversa sobre a evolução do mercado esportivo no Brasil. Com passagens por grandes entidades, clubes, marcas e agências, os convidados compartilham como suas experiências moldaram suas trajetórias e abordagens estratégicas, discutindo as particularidades de atuar em projetos para clubes, confederações, seleções e grandes eventos. Ratto detalha a trajetória da 4B Sports e o surgimento do braço 18-96, voltado exclusivamente para projetos olímpicos, enquanto Herbetta, com passagem marcante pelo COB, compartilha aprendizados do ciclo de Paris 2024, incluindo fortalecimento de marca, engajamento digital e recorde de receita de patrocínio. Os executivos discutem ainda os desafios de unir interesses de marcas, atletas, entidades e fãs em projetos de grande escala, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos e Paralímpicos, oferecendo insights valiosos sobre gestão de patrocínios, inovação e construção de projetos esportivos de alto impacto.

Endörfina com Michel Bögli
#442 Poliana Okimoto

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 121:21


Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, tornando-se a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha na história da competição. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos, levou a prata e, no Mundial de 2013, alcançou o ápice com ouro nos 10 km, prata nos 5 km e bronze na prova por equipes. Em 2016, nos Jogos do Rio, conquistou o bronze na prova dos 10 km da maratona aquática, tornando-se a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica na natação. Encerrou a carreira em 2017, ano do lançamento de sua biografia, e logo depois iniciou uma nova fase: junto com o marido, criou uma assessoria de natação em águas abertas e uma travessia que leva seu nome. Em 2021, fundou seu Instituto e, desde 2020, trabalha na agência VEGA Sports. Contudo, sua conquista mais festejada veio em 2021, com o nascimento de Lucca. Conosco de volta aqui, a ex-nadadora dona de uma história marcada por conquistas, reinvenção e legado, eleita a melhor nadadora de águas abertas do mundo em duas ocasiões, integrante do Hall da Fama Internacional da Maratona Aquática, comentarista da TV Globo, ícone da natação brasileira e triatleta em desenvolvimento, a paulistana Poliana Okimoto Cintra. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

Endörfina com Michel Bögli
#435 Marco Antônio La Porta

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 122:42


O esporte esteve presente desde cedo em sua vida. Corredor ainda na juventude, completou três edições da Maratona do Rio de Janeiro antes dos 20 anos e, na Academia Militar das Agulhas Negras, jogou futebol. Já como oficial praticou o pentatlo militar e o triathlon entrou em sua história apenas em 1995, quando, começou a treinar um companheiro de farda. A partir daí, passou a se dedicar mais ao papel de treinador do que ao de atleta. Formado em Educação Física, pós-graduado em Treinamento Desportivo e mestre em Ciências do Esporte e Ciência da Motricidade Humana, construiu no Exército uma base sólida, liderando a equipe de triathlon das Forças Armadas, capacitando técnicos e organizando eventos esportivos. A experiência acumulada o levou a posições de destaque no cenário nacional: foi diretor técnico da CBTri por quase uma década e presidente da entidade em 2017. Pouco depois, assumiu a vice-presidência do Comitê Olímpico do Brasil, onde esteve à frente do Time Brasil em competições como os Jogos Pan-Americanos de Lima e os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em 2025, chegou ao cargo máximo do COB, defendendo uma gestão mais enxuta e estratégica, capaz de transformar investimento em desempenho e conquistas. Com a convicção de que o fortalecimento da base é o caminho para futuros campeões, acredita na união entre atletas, técnicos e dirigentes como alicerce do Movimento Olímpico no país. Conosco aqui, o coronel da reserva, calção preto que se tornou liderança máxima do esporte olímpico brasileiro, o carioca de Realengo, Marco Antônio de Mattos La Porta Júnior. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

Endörfina com Michel Bögli
#429 Ana Lídia Borba

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 128:07


Ela aprendeu a nadar ainda bebê e, dos nove aos dezenove anos, dedicou-se à natação competitiva, passando também pelo polo aquático, experiências que construíram a base que sustentaria sua trajetória. Ao mesmo tempo, cultivava uma curiosidade quase enciclopédica pelos esportes em geral, acompanhando resultados e estatísticas. Enquanto avançava nos estudos de Engenharia Civil, o ritmo intenso entre faculdade e trabalho em uma construtora a afastou momentaneamente das piscinas. Um episódio de estresse, porém, a levou de volta à atividade física, primeiro pela corrida e em seguida pelo ciclismo. Pouco tempo mais tarde, já disputava um triathlon sprint. O passo seguinte foi natural: em 2005 estreou no triathlon e, em 2006, brilhou ao conquistar o título mundial amador do Ironman 70.3 em sua faixa etária, resultado que despertou nela a vontade antiga de se tornar atleta profissional. Super dedicada, sua progressão foi consistente e rápida. Tornou-se tricampeã brasileira de longa distância, conquistou um top 10 no Mundial de Longa Distância de 2008 e a 5ª colocação no Ironman Brasil 2009. Ainda foi eleita atleta revelação e melhor triatleta de longa distância do país. Sua carreira, no entanto, sofreu uma reviravolta quando um grave acidente de bicicleta a afastou das competições por meses. Entre a reabilitação e a reconstrução, encontrou espaço para uma nova vertente: a comunicação. Atuou como colunista esportiva, comentarista, repórter e produtora de triathlon. O retorno às competições trouxe novas conquistas, mas também abriu portas para o empreendedorismo. Em um período em que se afastou do esporte, desta vez para realizar duas cirurgias, cofundou uma agência de marketing esportivo que desenvolveu projetos inovadores, entre eles a famosa Casa do Brasil em Kona. Nos últimos anos, ampliou ainda mais sua participação no ciclismo, em provas de estrada e de gravel, acumulando pódios em diversos eventos, ao mesmo tempo em que deu os primeiros passos como comentarista de ciclismo na ESPN e passou a integrar a equipe do podcast Gregário Cycling. Projetos autorais em redes sociais, como resumos de provas e coberturas dos Jogos Olímpicos de Tóquio e Paris, ampliaram seu alcance e deram uma nova voz ao esporte olímpico brasileiro. Conosco de volta, a engenheira com MBA internacional em Gerenciamento de Projetos, educadora física, ex-triatleta profissional que se tornou ciclista, comunicadora, fundadora da Flows Sports Marketing, podcaster, comentarista e narradora esportiva que se transformou na voz do ciclismo feminino no Brasil, a goianense Ana Lídia dos Santos Borba. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.