Podcasts about debatem

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Câmara dos Representantes
Comissões do CCP debatem diáspora em Lisboa

Câmara dos Representantes

Play Episode Listen Later May 30, 2026 56:03


Nesta edição vamos conhecer as conclusões e recomendações ao Governo dos conselheiros para a elaboração de propostas legislativas. Edição Paula Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

the news ☕️
Motta e Lula debatem fim da 6x1, Papa diz que IA é ameaça, Ferrari lança primeiro elétrico e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later May 26, 2026 17:48


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Olho Vivo
Olho Vivo | 18/05/2026 - Maio Laranja: Psicólogas do Lar da Menina debatem estratégias de prevenção e proteção infantil

Olho Vivo

Play Episode Listen Later May 18, 2026 17:08


Em entrevista à Rádio Sideral nesta segunda-feira (18 de maio), durante o programa Olho Vivo, as psicólogas Letícia Musso e Cassiane Zboralski, da Ação Social Getuliense Nossa Senhora da Salete (Lar da Menina), falaram sobre os desafios e as estratégias de conscientização do Maio Laranja (mês dedicado ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes).

3 em 1
CPI vota indiciamento de ministros do STF / Lula e Motta debatem escala 6x1

3 em 1

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 120:03


No 3 em 1 desta terça-feira (14), o destaque foi o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, que apresentou relatório final pedindo o indiciamento dos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do PGR Paulo Gonet. O texto de 221 páginas aponta supostas ligações com o "Caso Master". Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli reagiram com dureza ao relatório final da CPI do Crime Organizado, classificando o pedido de indiciamento contra eles como um "erro histórico" e "abuso de poder". O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), incluiu no relatório final uma sugestão de intervenção federal no Rio de Janeiro. O texto descreve um cenário de "captura do Estado" por facções criminosas e milícias, que teriam infiltrado tentáculos nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário fluminenses. O presidente Lula (PT-SP) participou da posse de José Guimarães (PT-CE) na Secretaria de Relações Institucionais do Brasil. Ao lado de Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, o petista reforçou que "não tem governo que dê certo sem diálogo". O presidente Donald Trump (Republicano) ordenou o envio de 10 mil militares, incluindo fuzileiros navais e aviadores, para consolidar o bloqueio total ao Estreito de Ormuz. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, abriu fogo contra a estratégia eleitoral do PL ao afirmar que o bolsonarismo cometeu um erro tático ao lançar Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. A nova pesquisa Futura aponta que, em um eventual segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente, com 48% das intenções de voto, contra 42% do presidente Lula (PT-SP). Pesquisa Datafolha revela que Cármen Lúcia e André Mendonça detêm os melhores índices de avaliação entre os ministros do STF, com Mendonça liderando no saldo entre positivos e negativos. Em entrevista ao 3 em 1, o deputado federal Paulo Azi (União-BA), relator da PEC que prevê o fim da escala 6x1 na CCJ, analisou os desafios de implementar a jornada de 36 horas semanais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Radioagência
Deputados debatem dificuldades das pessoas com deficiência com o passe livre no transporte interestadual

Radioagência

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026


Radioagência
Deputados criam frente parlamentar do compositor e debatem junto com o ECAD direitos autorais

Radioagência

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026


Radioagência
Especialistas debatem desafios na implantação do ECA Digital

Radioagência

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026


Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Jovens debatem propostas para uma sociedade mais inclusiva

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 3:06


Boletim da ALMG - Edição n.º 6392

Els debats de XarxaEbre
XarxaEbre programa 211 debat 103: Justícia i mediació

Els debats de XarxaEbre

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 60:14


Debatem amb Mariano Sampietro, magistrat de l'Audiència provincial d'Osca i Meritxell Fernández Forner, advocada d'Ebreacords, sobre justicia i mediació amb la intervenció d´Asier López de Gereño formador basc en dret col.laboratiu i els comentaris d´Isa Castell, advocada mediadora i membre de l'equip de xarxaebre.net

Juliana Rosa (Economia)
26/03/2026 - Estados debatem medida para reduzir preço do diesel importado

Juliana Rosa (Economia)

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 4:46


Convidado
Aprovação da resolução sobre a escravatura é "um processo gradual de descolonização mental"

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 28:22


A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolução que declara a escravatura como o "Crime mais grave contra a Humanidade" e defende o princípio de reparações históricas. Sobre os 193 Estados-membros da ONU, uma maioria de 123 votou a favor desta iniciativa lançada pelo Gana em nome da União Africana. 52 Estados, entre os quais países europeus como a França, o Reino Unido, Espanha e Portugal, antigos colonizadores, optaram pela abstenção, enquanto três outros países, os Estados Unidos, Israel e a Argentina votaram contra a resolução que, apesar de não ser vinculativa, abre a via para reparações, pedidos de desculpas, compensações para os descendentes das vítimas, restituição de obras de arte e objectos com significado documental, espiritual ou simbólico que foram pilhados. Reconhecida como "Crime contra a Humanidade" em 1998 pelo Tribunal Penal Internacional e em seguida pela ONU em 2001, a escravatura e o tráfico de seres humanos escravizados envolveu, segundo estimativas da UNESCO, 15 a 20 milhões de africanos que foram deportados para a América e as Caraíbas entre os séculos XV e XIX. Apesar de os países que colonizaram e praticaram o tráfico de seres humanos escravizados reconhecerem paulatinamente este passado, a França tendo votado em 2001 uma lei qualificando a escravatura como "Crime contra a Humanidade", enquanto o antigo Presidente português Marcelo Rebelo de Sousa pediu desculpa pela colonização em 2023, sobra muito caminho por percorrer. Para Benigna Zimba, historiadora moçambicana especialista da História da escravatura, o passo dado ontem é de grande importância. RFI: O que representa a resolução votada ontem na Assembleia Geral da ONU? Benigna Zimba: Esta aprovação de uma resolução com este conteúdo é um passo extremamente grande e eu diria, de uma dimensão quase que incalculável, porque nós estamos a falar de escravização. Este conceito, que é também relativamente novo, durante décadas, sempre viemos falando de escravos e são as próprias Nações Unidas que nos levaram a este passo de uma certa "Humanização" de todo este processo. A partir de agora, todo aquele crime, tudo aquilo que está ligado ao processo que nós, durante muitos anos, chamamos de escravização, de tráfico de escravos, de tráfico de pessoas, passa a ter o estatuto de crime agravado a nível mundial. Está certo que aqui em África e é em África onde nós temos a maior incidência para aquilo que a partir de agora é considerado como crime agravado. Mas este crime só se agrava com a intervenção dos outros intervenientes, para onde os escravos foram e eram levados. E aqui permitam-me que volte de novo, um pouco atrás. O primeiro passo que as Nações Unidas deram, não o primeiro, um dos passos importantes que as Nações Unidas deram neste processo que permite hoje que coloquemos este crime como um dos mais agravados para toda a Humanidade, foi precisamente esta conceptualização sobre a maneira de olhar para o assunto. Permitiu que nós passássemos a falar realmente de pessoas humanas, aquelas que em algumas enciclopédias, em alguns escritos, ainda não tinham estatuto de pessoa, passassem a ter o estatuto de pessoa e, tendo estatuto de pessoa, já lhes permite que elas possam entrar dentro de um quadro jurídico-legal que possa ser assumido e tratado como pessoa. De 2024 para 2025, a União Africana decretou todo um ano de "justiça e reparação" para este tipo de crimes. E agora este crime tem um quadro legal porque é um crime contra uma pessoa e não uma mercadoria, que é assim que era considerado. Isto é de uma importância incalculável. RFI: A escravatura foi já considerada Crime contra a Humanidade pela justiça internacional em 1998 e também foi reconhecida como Crime contra a Humanidade pela ONU em 2001. O que é que o facto de considerar que é o "Crime mais grave contra a Humanidade" acrescenta? Benigna Zimba: Acrescenta precisamente esta expressão "mais grave". E estas convenções de 1998 e 2001 não tinham este aspecto em que o escravo não era mera mercadoria especial, mas era pessoa humana. Então, quando nós já 2022 para cima, não foi exactamente num único momento, mas foi um momento gradual, relativamente rápido que nós passamos a ter este conceito. Tanto assim que a própria UNESCO também mudou o nome: já não é a "rota do escravo", mas a "rota de pessoas escravizadas". E trata-se também de assuntos sobre racialização, racismo agravado e etc. Um pouco neste contexto. Então, quando se diz que é o mais grave ou extremamente agravado, isto dá-nos a oportunidade de olhar e contextualizar historicamente de uma outra maneira. Quer dizer que se você escravizou, se você se tornou alguém escravizado, isto significa que a eventual forma de criminalizar este crime tem um quadro jurídico, mas também agravado. Tem penalizações com maior gravidade, é todo um contexto legal, jurídico e histórico. Coloca-se que aqueles que estiveram envolvidos, tanto pessoas individuais, instituições -pessoas individuais, não são muitas- nós estamos a falar aqui de sistemas económicos, de países para países. Estamos a falar de um quadro de colonização, nós estamos a falar de um sistema complexo, que é político, que é económico e social, com bases ideológicas fortes, que sustentaram todo este sistema da escravização e da venda de pessoas escravizadas a vários níveis, interno, intercontinental, internacional, etc. Então, quando nós chegamos a um ponto em que as Nações Unidas, que são a instituição e o organismo máximo que tem a palavra e o poder para dizer isto, nós atingimos um ponto analítico de máxima e extrema importância, permite-nos a nós também estudiosos, estudar este fenómeno de uma outra maneira, abordá-lo de uma outra maneira, e as eventuais "comissões de verdade e Justiça" que vão existindo cada vez mais ao nível dos países e a nível regional, principalmente em África, já tivemos uma nas Maurícias que praticamente cumpriu a sua missão, já tivemos uma parecida, no entanto ligada à escravização, mas de uma certa maneira ligada a estes fenómenos que na África do Sul, são os países expoentes máximos. Neste sentido, permite que outros países também possam começar politicamente a abordar este aspecto. Aqui não se trata de estar a apontar dedos acusadores. Pelo menos não é essa a perspectiva que eu, como estudiosa, defendo. Eu defendo a perspectiva analítica, segundo a qual permite uma interacção diferente entre aqueles que foram os actores do processo de escravização e os que foram escravizados. E permite colocar os termos justiça e reparação num outro quadro interactivo mais positivo. RFI: Relativamente à questão das reparações, fala-se, por exemplo, de um pedido de desculpas formais, compensações para os descendentes das vítimas, políticas de luta contra o racismo, restituição de bens culturais e espirituais. Como é que encara precisamente este processo de restituição e de reconhecimento do que foi a escravatura? Benigna Zimba: Indo ao fundo da questão que é a escravatura, agora considerada como crime mais agravado com este quadro todo ele complexo, há uma outra maneira de conversar entre as partes envolvidas. Primeiro, não olhar, não apontar. Era isto que eu estava a dizer. Não apontar o dedo acusador. Esta não é melhor forma de interagir, mesmo que seja considerado o crime mais agravado, mas uma forma interactiva, onde é possível e onde realmente se justifica, que não é a maior parte dos casos, reparações financeiras devidamente identificadas, justificadas e que não criem lugar e espaço para outros problemas que normalmente o dinheiro costuma provocar. As instituições, sob o ponto de vista de arquivos, documentos, objectos de arte, que é uma parte substancial de um legado cultural que acabou indo para fora, principalmente do continente africano, nestas condições, de todo o processo de escravização e tráfico de seres humanos escravizados que se encontra a abordagem, primeiro "sentar de igual para igual". Quando digo "entre aspas", quero dizer que deve se olhar como ser humano. Não somos nós, não sou eu, Benigna Zimba, que fui escravizada. Eu estou a falar em memória dos antepassados que sofreram isto. Mas quando alguém olha para mim ainda neste patamar, é isto que dificulta a interacção. E a agravação do crime chama uma maior responsabilidade daqueles que têm toda esta herança da colonização e do processo de escravatura. Chama a uma maior responsabilidade, porque, afinal de contas, não foi só levar alguém. Isto é o crime mais grave que pode existir em toda a Humanidade no âmbito dos sistemas políticos e, assim sendo, permite também que a África, os antigos colonizados, também tenham formas mais interactivas e mais positivas de olhar para esta questão. Pode parecer pouco, mas a restituição dos documentos, isto é extremamente importante. Se o documento pertence a um determinado país, então que volte para lá. Se este monumento, este objecto de arte, deve ir para lá. Se há um acordo entre as partes que isto deve ser restituído, vai ser restituído, Não vai restituir a pessoa que morreu durante o tráfico transatlântico. Mas vai restituir uma parte de todo um processo que criou toda esta mentalidade colonial. É um processo gradual de descolonização mental por parte dos antigos colonizados e também dos antigos colonizadores, para que sentem numa mesa onde os dois têm as mesmas cadeiras, o mesmo patamar, isto é, que poderá fazer com que se possa olhar para uma forma de restituição, construção económico-cultural com base numa reconstrução cultural, por assim dizer, da própria Humanidade. RFI: Como é que encara o facto de esta resolução não ser vinculativa? Esta é uma resolução que, concretamente, corre o risco de ficar por aí e não ser seguida de efeitos, uma vez que não é obrigatória. Benigna Zimba: Este tem sido um dos grandes assuntos. Eu não diria problema. Tem a ver com a natureza das próprias Nações Unidas. Hoje em dia, muito do que está escrito nas Nações Unidas, as nações não cumprem. Para este caso depende muito, principalmente dos próprios países, que são, "as vítimas". A União Africana decretou praticamente um ano e, para mim, um ano não é praticamente nada. Se olharmos para trás, o que é que foi feito neste ano da "reparação e justiça" neste sentido? Em termos palpáveis, eventualmente criaram-se bases para passos seguintes, mas não é tempo suficiente para que todas as nações africanas tenham aquilo que em inglês se diz "awareness", que tenham consciência e seja o momento oportuno. Debatem-se com tantos constrangimentos para o desenvolvimento económico e cultural, para que possam olhar para este assunto com a devida atenção. Então, aqui é mesmo uma questão de contexto e de oportunidade e nós podermos dizer já existe este instrumento tal e qual quando surgiram as abolições da escravatura. Para o caso do Império colonial português, houve várias abolições. Havia decretos de abolição que muitos dos traficantes de escravos nunca chegaram a conhecer e eles achavam que estavam dentro da legalidade, porque eles tinham papéis. Eles faziam este comércio. Então, quando surgem estes documentos, o papel da disseminação, o papel da normatização, o papel da conscientização, é o faz com que os Estados estejam politicamente interessados e cria mecanismos para que isto seja uma norma. Para que isto seja adquirido, para que isto seja uma prática, depende muito de nós. Também não interessa estar somente no papel, interessa é a maneira como nós encontramos criativamente, positivamente, uma maneira de implementar, porque o instrumento está lá e se ele não é vinculativo legalmente, nós temos aqui uma base para o torná-lo vinculativo legalmente. Há alguém acima das Nações Unidas neste sentido que pode falar para as nações? Não tem. RFI: Evocou precisamente Portugal. Portugal fez parte dos países europeus que se abstiveram durante a votação de ontem. Qual é a sua reacção? Benigna Zimba: Aqui é um pouco difícil dizer quais seriam os motivos. Portugal é um país soberano e Portugal é aquele que, nos tempos que já lá vão, teve um dos maiores, senão o maior império colonial em termos de tempo, foi o maior império colonial de todos os tempos, extensão também, se olharmos para os continentes que abrangeu ao mesmo tempo num determinado período histórico. O país terá tido as suas razões, que não cabe a mim, na qualidade de moçambicana, eventualmente fazer algum juízo e eu seria um pouco cautelosa em comentar esta questão. Em alguns momentos históricos, os países podem não sentir-se em condições de se pronunciar sobre determinados eventos. Portugal foi um dos que mais escravos fez. As abolições de Portugal levaram vários tempos. Eventualmente, Portugal ainda não tenha encontrado as palavras e o momento para subscrever algo de tamanha envergadura, onde ele próprio, como antigo país colonizador, esteve envolvido. Então também não estou aqui a defender Portugal. Mas gostaria de ser o mais neutra e cautelosa possível e respeitar a posição de Portugal que certamente como país idóneo que é e com excelentes relações que tem com os antigos países colonizados, terá os seus motivos para ter tomado esta posição. RFI: Também houve três países que se pronunciaram contra esta resolução. Os Estados Unidos fazem parte dos países que votaram contra, apesar de nos próprios Estados Unidos, a questão da escravatura ser de facto, também uma questão essencial. Há textos de lei também que estão na gaveta à espera de serem aprovados para também haver esse reconhecimento. Como é que encara esse voto contra dos Estados Unidos? Benigna Zimba: Talvez para os Estados Unidos seja relativamente mais fácil a nossa compreensão. Nós estamos aqui, do lado de fora do teatro jurídico, ali dentro. Nós olhamos para os Estados Unidos do hoje, para o papel que têm dentro e fora do seu território. Seria relativamente um pouco mais fácil entender o voto contra dos Estados Unidos à luz daquilo que tem sido a sua política. E não estamos a falar nada contra, não estamos a criticar, simplesmente estamos a olhar para o papel dos Estados Unidos hoje. Para ir hoje ou daqui a alguns dias, para os Estados Unidos, vai ser necessário pagar um visto de 15.000 Dólares, em moeda moçambicana é um milhão de Meticais. Isto é uma restrição imediata e são 50 países envolvidos. Países lusófonos estão nesta lista. Estaremos vedados a ir para lá eventualmente. Os que estão lá vão ter que encontrar um meio relativamente rápido de voltar para as suas terras, por causa da falta de mobilidade que irá existir. Então, temos elementos palpáveis da actual política interna e externa dos Estados Unidos que nos abre uma janela para entendermos por que eventualmente não concordar com esta qualificação. E eles, concordando, estariam no lugar de concordar com um grande processo dos Estados Unidos que aconteceu por causa do tráfico das escravaturas. A Carolina do Sul de hoje não existiria sem o tráfico de escravos e o tráfego também triangular. Aqueles que não pararam na América do Sul. Estamos a falar do Brasil, que é um autêntico continente e seguiram depois para as Américas, para os Estados Unidos. Uma boa parte da população que é conhecida como afro-americana, não existiria se não fosse esta escravatura, este tráfico dinâmico para lá. Então a posição dele, a ter sido eventualmente mais clara e mais transparente, dizem que não concordam. Os Estados Unidos são soberanos e tiveram a coragem de dizer que não. Nestes acórdãos internacionais, à medida que o tempo vai passando, nós temos hoje "muitas guerras no prato" que nos fazem entender muito melhor como surgiu uma Primeira Guerra Mundial, como surgiu uma Segunda Guerra Mundial. É-nos mais fácil este entendimento e o entendimento também de cada país neste teatro. Então, neste momento, para mim, é fácil entender a posição dos Estados Unidos. Acho que eles foram corajosos, foram transparentes, falaram que não, que não concordam, porque eles fazem parte disto. Não têm como. Isto teria algumas implicações, eventualmente, sob o ponto de vista do respeito das normas do Direito Internacional, que aparentemente neste momento não estão a respeitar. Eles defendem-se da maneira como eles se defendem. RFI: Outro país que também votou contra esta resolução é Israel. E aí coloca-se nomeadamente a questão da concorrência das memórias, que é falada já há muito tempo. Benigna Zimba: No teatro político, Israel e Estados Unidos, neste momento, pelo menos da porta para fora, são aliados. Pode ser uma aliança temporária, mas são aliados. Podem ter os seus pontos de desacordo, mas são aliados. E grandes aliados para determinados propósitos. Então é muito fácil perceber, na minha opinião, porque é que os Estados Unidos, votando contra, também Israel vota contra. Pode ter havido até um pré-consenso, que é o que muitas vezes acontece quando se trata de votação para este tipo de acordos. E estes são países, tanto Israel como Estados Unidos, nós não estamos aqui a falar da memória popular, não estamos aqui a falar de heranças, de tradições, etc, estamos a falar de sistemas políticos que estão ali no poder neste momento. É isto que conta ali no teatro das Nações Unidas. Não é um voto popular, não é uma voz que se está a levantar. Eventualmente também Portugal terá sido cauteloso ao colocar-se como neutro ou abster-se. Nós temos que olhar aquilo que é o hoje, os interesses políticos e de expansão e de territorialização e de afirmação do poderio político e monopólio a nível internacional. Onde é que estão os principais focos e como é que eles olham para algo do passado que, se eles aprovassem, não estaria a colocá-los numa situação extremamente complicada se eles aceitassem que isto é o "crime mais grave"? Eventualmente iriam ter que aceitar amanhã que a invasão a um determinado país também é o crime mais grave. É claro que eles não vão votar a favor. RFI: Mas para falarmos, por exemplo, de um argumento que foi ouvido durante a sessão de ontem, que foi expressado nomeadamente pelo Reino Unido, era a questão de recusar estabelecer uma hierarquia entre os Crimes contra a Humanidade. Julga que aí está-se de facto a estabelecer uma hierarquia e que isto está a prejudicar outras memórias que, por exemplo, têm a ver com o genocídio dos judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, ou outros acontecimentos trágicos da história da Humanidade? Benigna Zimba: Eu não percebi porque é que o Reino Unido colocou esta questão de hierarquização. Não concordo com este termo por uma razão muito simples: as Nações Unidas estão a partir do princípio de que isto é realmente generalizado. Não há continente neste planeta Terra que, directa ou indirectamente, não tenha sido afectado pelo tráfico de pessoas escravizadas. Nesse sentido, nós estaríamos a globalizar positivamente este fenómeno. Ela aconteceu em todo lugar. Também temos genocídios, infelizmente, em muitos países do mundo. Mas este é um ponto comum e, de certo modo, de partida. E foi este ponto que fez também que muitos se desenvolvessem à custa do subdesenvolvimento do outro. E hoje somos chamados de países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. E essas conotações duram décadas. Nunca se sai daí. Então, ao globalizar este crime, eu penso que aqui não se deve estabelecer hierarquia. Porquê hierarquizar? Eu confesso que eu não entendi. Eles também fizeram parte. Os primeiros abolicionistas foram os britânicos. Então todos estes países estão dentro deste contexto e são as maiores potências hoje. Então, respondendo de novo à questão, eu não concordo com esta questão da hierarquização. Foi colocado com base numa determinada constatação. Foi bem fundamentado. Era difícil fundamentar melhor, porque também quem faz a fundamentação tem heranças que estão dentro deste processo. Isto é um pouco complicado. Eu de facto não concordo que este termo seja objecto de discussão. Isto desvia os focos daquilo que as Nações Unidas querem atingir e as Nações Unidas também sabem que vão ter dificuldades, que isto simplesmente leva anos. Pode levar décadas, mas em algum momento nós temos que ter a capacidade de cada vez mais que o tempo passa, de utilizar estes instrumentos para que nós possamos fazer jus a tal verdade e justiça que se quer atingir.

Radar Agro
Vale a pena ver de novo: Líderes debatem integração no GAFFFF | Canal do Boi #409

Radar Agro

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 14:29


O Fala Carlão resgata hoje um dos debates mais ricos do GAFFFF, no Allianz Parque. Reunimos Luiz Felipe Nastari (Datagro), Giane Santos (PIT SJC), Maressa Vilela (Abraleite), Thiago Rodrigues (Visiona) e Juliana Santos (Airbus) em uma cobertura especial com apoio da Plataforma AgroRevenda e da Publique Agroagência.O grupo analisou o papel do festival como elo entre a produção no campo e a alta tecnologia espacial e de inteligência. Os convidados destacaram como o ambiente colaborativo do evento facilita parcerias estratégicas e impulsiona soluções concretas para os desafios globais do setor.Reveja esta conversa fundamental sobre inovação, políticas públicas e conexão internacional. Um registro imperdível que demonstra a força da união entre diferentes áreas para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro.

Els debats de XarxaEbre
XarxaEbre programa 207 debat 100: MERCOSUR

Els debats de XarxaEbre

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 59:00


Debatem sobre les conseqüències per a l'agricultura del tractat UE-MERCOSUR amb Joan Regolf de Revolta pagesa, Xavi Fonollosa, pagès i agrònom i Batiste Forcadell, economista. Comenta Enrique Lange.

Radar Agro
Lideranças do agronegócio debatem inovação e mercado no CCAgro | Canal do Boi #394

Radar Agro

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 14:15


O Fala Carlão registrou para o Canal do Boi a convergência de grandes nomes do setor no CCAgro — o Conecta Agro. O evento reuniu especialistas e executivos para uma análise profunda sobre os rumos da produção nacional e as novas fronteiras da tecnologia no campo.A cobertura contou com a participação de Luciana Martins (Diretora do Grupo Conecta), Carlos Alberto Souza (Empresário), João Manoel Rossato (Sementes Fortuna), Mauricio Schneider (CEO da StartSe Agro) e Guilherme Argenta (Gerente de Mecanização da SLC Agrícola). O grupo trouxe perspectivas valiosas sobre gestão, eficiência e o futuro da agricultura e pecuária.Também contribuíram para o debate Rodrigo Santos (Sócio e Conselheiro da SoluBio), Caio Coppolla (Comentarista político e Palestrante), José Marcos Magalhães (Presidente da Minasul), Luiz Bergamaschi (Vice-Presidente da AIBA) e Gabriel Garcia Cid (Ex-Presidente da ABCZ). O encontro consolidou o papel estratégico das lideranças no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Giro Internacional: ministros da UE debatem novas medidas contra o Irã

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 3:15


El Racó del Manga
8x22 –JUJUTSU KAISEN vs FRIEREN. Amb AVENTURA x JAPÓ i ANTAIRAN

El Racó del Manga

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 60:35


A l’actualitat d’aquesta setmana, El Racó del Manga porta una EXCLUSIVA per a tots els oients: comencem a revelar les primeres veus del doblatge en català dels nous episodis de One Piece, que s’estrenaran properament al Sx3. Sabrem qui posa la veu a la Shirahoshi i a Hodi Jones. Revelarem properament més veus a les xarxes socials, i en propers pòdcasts. També ens farem ressò del nou anime de Bola de drac Super: “The Galactic Patrol”, anunciat en el recent Genkidamatsuri. A la secció central Parlem-ne, analitzem els nous animes que s’estrenen al Japó aquesta temporada d’hivern amb dos convidats de luxe: en Sabri, membre d’Aventura x Japó, i l’Antairan, artista 3D. Entre tots repassem tendències, expectatives i decepcions, però hi ha dos títols que destaquen per sobre de la resta: la tercera temporada de Jujutsu Kaisen, una de les franquícies més potents del moment, i la segona temporada de Frieren, que ha conquerit el públic amb la seva sensibilitat i narrativa pausada. Debatem si aquests animes poden marcar un abans i un després. A La Doraxarxa, polèmica servida: el 3Cat fa marxa enrere i torna a publicar un tall de vídeo esborrat prèviament, on l’economista Xavier Sala i Martín parlava al programa Col·lapse sobre l’engany del nou model de finançament singular per a Catalunya. Tanquem el programa amb el Tenkaichi Musical, on sona l’opening de Great Teacher Onizuka, versionat en català per Aida Deturck, demostrant un cop més que l’anime en català també pot sonar espectacular.

Noticiário Nacional
2h Gouveia e Melo e Marques Mendes debatem sem falarem de Belém

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 8:20


La Nova Mobilitat
#77: Somien els Robotaxis en punts de càrrega?

La Nova Mobilitat

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 61:21


Al Capítol #77 de La Nova Mobilitat, portem un crossover gravat en directe des de Casa SEAT a Barcelona. L'equip de LNM (Miquel i Martí) s'uneix amb els companys de Foc a Terra (l'Alex i en Marc) per deixar de banda el hype i analitzar els canvis culturals reals de la mobilitat.Des de l'arribada massiva de marques xineses fins als dilemes ètics de la intel·ligència artificial, posem totes les cartes sobre la taula.

El Racó del Manga
8x16 – RYOKO IKEDA, referent shojo i soprano

El Racó del Manga

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 51:06


Al pòdcast d’aquesta setmana comentem una de les notícies més esperades pels fans de l’anime en català: Netflix incorpora l’àudio del doblatge català de 7 pel·lícules de Studio Ghibli, gràcies al conveni entre la Generalitat de Catalunya i el 3Cat. Una notícia que hauria de reforçar la presència del nostre sector en plataformes globals i que pot marcar un abans i un després per a títols vinculats a al 3Cat. A la càpsula del temps, redescobrim l’obra i la influència de Riyoko Ikeda, autora de clàssics com La Rosa de Versalles i figura essencial del shojo. Parlem de la seva trajectòria, del seu impacte cultural i de com ha marcat generacions d’autores i lectores. Amb la Sheila (Deidree, de Pro Shōjo Spain) I a la Doraxarxa, tractem la polèmica de la setmana: l’Ajuntament de Barcelona es declara “orgullós” d’una beca pública en castellà mentre el català retrocedeix. Debatem les paraules del regidor Xavier Marcé i el xoc amb la realitat cultural del país.

Podcast Ningú no és perfecte
NNEP 25x13 - Stranger Things 5 Vol 1

Podcast Ningú no és perfecte

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 165:54


️ Tornem a Hawkings amb l'especial dedicat al volum 1 de Stranger Things 5. En aquest programa obrim una porta al Upside Down per fer una primera part, en què fem la crítica i repassem la producció amb un bon grapat de curiositats de rodatge, detalls que potser se t'han escapat i alguna teoria. Després ja no hi ha marxa enrere: entrem a fons en l'anàlisi dels quatre episodis, un per un, amb espòilers a dojo. Debatem els millors moments, disseccionem totes les referències que hem trobat, comentem els girs de guió més sonats i compartim dades i curiositats que fan encara més rica la nostra penúltima visita a Hawkins. Així que pitgeu el play al vostre vell radiocasset abans que no s'obri un portal a l'inrevés. Us hi acompanyen l'Ignasi Arbat, la Marta Sanz i en Paco Cavero. Web: https://www.ningunoesperfecte.cat Patreon: https://www.patreon.com/ningunoesperfecte

Timeline Gaúcha
Deputados gaúchos debatem o PL da Dosimetria 

Timeline Gaúcha

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 46:16


Mari, PG e Gabriel Wainer trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube

Superior Tribunal de Justiça
Entender Direito: especialistas debatem os limites e as possibilidades da revisão criminal

Superior Tribunal de Justiça

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 52:49


Na entrevista mais recente do Entender Direito, foram debatidas questões relacionadas à revisão criminal, com análises sobre os fundamentos e os dilemas desse instrumento excepcional do ordenamento jurídico brasileiro.Os entrevistados pela jornalista Fátima Uchôa foram os advogados e professores universitários Aury Lopes Jr. e a Janaína Matida. Os dois convidados explicam, entre outros pontos, as possibilidades de uso da revisão criminal para combater erros judiciais em prol da verdade real e quais os principais desafios para manter a segurança jurídica diante de alteração em sentenças com trânsito em julgado. Entender Direito é um programa mensal que traz discussões relevantes no meio jurídico, com a participação de juristas e operadores do direito debatendo cada tema à luz da legislação e da jurisprudência do STJ. Confira a entrevista na TV Justiça, às quartas-feiras, às 11h30, com reprises aos sábados, às 7h. Na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), o programa é apresentado de forma inédita aos sábados, às 7h, com reprise aos domingos no mesmo horário.        Além do canal do STJ no YouTube, está disponível nas principais plataformas de podcast, como Spotify.

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Especialistas debatem o papel da tecnologia na formação os estudantes

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 24:00


A presença da tecnologia na rotina escolar é uma realidade, embora ainda exista o desafio de orientar os estudantes a usar o digital de forma intencional e responsável. Mais do que focar no ensino de ferramentas, é preciso estimular a reflexão crítica e a capacidade de criar soluções significativas no ambiente virtual. Nesse contexto, o Sesi-SP tem desenvolvido iniciativas que ampliam o protagonismo dos jovens e integram inovação ao processo educativo. No sétimo episódio a série É sobre educação, o supervisor técnico educacional do Sesi-SP, Caio de Godoy Camargo, e a coordenadora de educação do EducaMídia, Daniela Machado, discutem como o uso ético e consciente das tecnologias pode transformar o processo de ensino. Os especialistas destacam que a integração responsável do digital fortalece o papel do aluno na aprendizagem e amplia sua capacidade de navegar, criar e decidir de forma crítica no ambiente virtual. A série de podcasts É sobre educação é uma produção do Estadão Blue Studio, com patrocínio do Sesi-SP. Ouça. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Explicador
1986 vs 2026. João Soares e Domingos Amaral debatem eleições

Explicador

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 26:17


Os filhos de Mário Soares e de Freitas do Amaral recordam as eleições presidenciais de 1986, apontando algumas diferenças face à atual corrida a Belém, nomeadamente no que diz respeito aos candidatos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

El món a RAC1 - Tertúlia esportiva
Roger Saperas, Maria Fernández Vidal i Joanjo Pallàs

El món a RAC1 - Tertúlia esportiva

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 14:02


Debatem sobre el mal partit del Barça ahir davant del Bruges.

Catalunya vespre
Catalunya nit, de 23 a 00 h - 04/11/2025

Catalunya vespre

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 60:00


3 em 1
Operação no RJ / Lula e ministros debatem lei antifacção / Dados do desemprego

3 em 1

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 118:38


No 3 em 1 desta sexta-feira (31), o destaque foi a divulgação da lista de mortos na megaoperação do Rio de Janeiro. A Cúpula de Segurança identificou 99 nomes, dos quais 78 possuíam histórico criminal. No total, 121 pessoas morreram no confronto, que durou mais de 15 horas e é considerado o mais letal da história do país. Reportagem: Rodrigo Viga. O ex-presidente Michel Temer (MDB) comentou a megaoperação no Rio e afirmou que “não é contra” uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Ele também defendeu a recriação do Ministério da Segurança Pública. Reportagem: Daniel Lian. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um novo projeto de lei antifacção, que propõe medidas de combate ao crime organizado e será enviado ao Congresso Nacional para votação nos próximos dias. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defendeu a “asfixia financeira” como forma de combate ao crime organizado, citando a Operação Fronteira, e pediu a aprovação de regras contra o devedor contumaz. Reportagem: Julia Fermino. O governador Cláudio Castro (PL) afirmou que não receberá o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no Palácio Guanabara para a audiência sobre a megaoperação. Segundo ele, o encontro ocorrerá no Centro de Comando. Reportagem: Rodrigo Viga. Uma pesquisa do AtlasIntel revelou que 55,2% da população aprova a megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortos, e 55,9% defendem que novas ações semelhantes sejam realizadas. Os comentaristas analisaram os índices divulgados no levantamento. Informações exclusivas da Jovem Pan indicam que os Estados Unidos podem iniciar uma incursão na Venezuela. Militares teriam recebido um alerta para a evacuação de familiares e aliados, mas o presidente Donald Trump negou a informação. Reportagem: Eliseu Caetano. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Especialistas debatem a importância da formação continuada para professores

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 21:11


Sexto episódio da série de podcasts É sobre educação discute os desafios naformação docente no Brasil O Brasil ainda ocupa uma posição preocupante nos rankings internacionais deeducação e convive com um número elevado de estudantes que aprendem omínimo na idade adequada. No sexto episódio do podcast É sobre educação,os especialistas André Lázaro, diretor de Políticas Públicas da FundaçãoSantillana, e Patrícia Martins de Oliveira, do Sesi-SP, debatem como aformação de professores se insere nesse cenário e se consolida como um dospilares mais importantes para o avanço da educação no País.Para André, a formação docente precisa incorporar com mais firmeza asquestões socioculturais que caracterizam o Brasil, pois elas impactamdiretamente o ambiente escolar. Ele avalia que os cursos ainda estão distantesda realidade das salas de aula, em um momento em que o mundo passa porrápidas transformações e os estudantes chegam à escola com novas vivênciase perspectivas. Patrícia ressalta a importância do programa Sesi para Todos, que buscavalorizar os processos formativos e promover maior segurança e engajamentoentre os educadores. A iniciativa aproxima a formação docente dasnecessidades reais da sala de aula e contribui para reduzir as desigualdadesapontadas por André. A conversa foi mediada pela jornalista Camila Silveira. A série de podcasts Ésobre educação é uma produção do Estadão Blue Studio, com patrocínio doSesi-SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Show
Trump x Maduro / EUA e Brasil debatem tarifaço

Morning Show

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 119:01


Confira no Morning Show desta quinta-feira (16): O presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos de promoverem “golpes de Estado da CIA” após Donald Trump confirmar que autorizou operações secretas da agência na Venezuela. Segundo o New York Times, as missões incluíam ações letais contra o governo venezuelano. Trump confirmou que havia dado autorizações para missões no país, mas se recusou a responder se os agentes de inteligência receberam permissão para eliminar Maduro. Reportagem de Eliseu Caetano. Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos se reúnem nesta quinta-feira (16), em Washington, para tratar do tarifaço vigente desde 6 de agosto e das sanções aplicadas a autoridades brasileiras. O encontro ocorre entre o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, que chegou à capital americana na segunda-feira (13). O presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), cancelou a sessão conjunta prevista para esta quinta-feira (16), que analisaria vetos presidenciais à Lei Geral do Licenciamento Ambiental. O adiamento atende a um pedido do governo, que busca negociações e possíveis acordos sobre a pauta. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), reuniu-se na véspera com Alcolumbre para discutir o tema. Ainda não há nova data definida para a sessão. Logo após anunciar sua aposentadoria do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso passou mal e precisou ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, onde está sendo submetido a uma série de exames. O episódio reacendeu o debate sobre a dificuldade dos homens em buscar ajuda médica e emocional. O neurocomunicador William Borghetti comentou o caso. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

El món a RAC1 - Tertúlia esportiva
Joanjo Pallàs, Miguel Rico, Santi Segurola i Edu de Batlle

El món a RAC1 - Tertúlia esportiva

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 25:27


Debatem sobre la gran derrota del Barça davant del Sevilla i sobre el penal fallat de l'Espanyol que li hauria donat l'empat a l'últim minut.

3 em 1
Gleisi e Erika Hilton debatem fim da escala 6x1 / PL da Dosimetria travada

3 em 1

Play Episode Listen Later Oct 4, 2025 120:38


No 3 em 1 desta sexta-feira (03), o destaque foi a reunião entre a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), e a deputada Erika Hilton (PSOL), para discutir um projeto que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), afirmou que o tema será tratado sem exploração política. Reportagem: André Anelli. O projeto de lei da dosimetria, que busca reduzir as penas dos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, enfrenta impasse no Congresso por falta de consenso. A proposta perdeu força após a aprovação da PEC da Blindagem. Reportagem: André Anelli. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, defendeu a manutenção das atuais condenações relacionadas aos atos golpistas e afirmou que mudanças na lei não são desejáveis. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), também comentou o PL da Dosimetria. Reportagem: Janaína Camelo. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que ele deu aval para que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), dispute a Presidência em 2026. A condição seria que a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, integre a chapa como vice e que Tarcísio consiga unir partidos de centro e direita. Reportagem: Lucas Martins. Tudo isso e muito mais, você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Especialistas debatem gargalos estruturais e pedagógicos da alfabetização no Brasil

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 27:04


No Brasil, 4 em cada 10 crianças ainda não são alfabetizadas até o fim do 2º ano. Em 2024, o índice chegou a 59,2%, mas segue abaixo da meta. O que esses números revelam? E o que está sendo feito para mudar esse cenário? No mês em que se celebra o Dia Internacional da Alfabetização, as especialistas Kathya Alves, do Sesi-SP, e Priscila Cruz, do Todos Pela Educação, debatem principais gargalos — estruturais ou pedagógicos — que o País ainda precisa enfrentar. Ouça.See omnystudio.com/listener for privacy information.

El matí de Catalunya Ràdio

Debatem sobre si anar o no a trobades d'exalumnes, fem recomanacions culturals i escoltem la llista musical de Llu

ONU News
Agências da ONU e o mundo debatem avanços em Cúpula IA para o Bem

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 8, 2025 1:20


União Internacional de Telecomunicações lidera evento ressaltando meta de colocar tecnologia ao serviço de todas as pessoas e do planeta; temas incluem segurança, barreiras de proteção e governança responsável do recurso.

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Especialistas debatem sobre a escassez de professores no Brasil

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 1, 2025 18:14


Segundo episódio da série É sobre Educação recebe Jerry Chacon, da Faculdade Seside Educação, e a Helena Singer, vice-presidente da Ashoka América Latina A formação de professores no Brasil é o tema do segundo episódio da série “É sobre educação”, uma produção do Estadão Blue Studio, com patrocínio do Sesi-SP. Nesta edição, a jornalista Camila Silveira conversou com o professor Jerry Adriano Villanova Chacon, coordenador da Residência Educacional da Faculdade Sesi de Educação, e Helena Singer, vice-presidente da Ashoka América Latina. Durante o bate-papo, eles abordaram o papel de programas de formação prática no enfrentamento dessa realidade, especialmente nas áreas de ciências e matemática; além de temas como a falta de valorização do professor e das falhas no processo de formação deste profissional. “Uma formação inicial desconectada da realidade das escolas”,destacou Chacon. “O modelo educacional ainda segue uma lógica do século 19. Isso desmotiva os jovens a seguirem a docência e compromete a qualidade da formação”,completou Helena.Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Motorsport.com Brasil
Lando segura Piastri e vence, Bortoleto piloto do dia! Rico Penteado e Felipe Motta debatem. Mit Cup

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Jun 29, 2025 105:41


Neste domingo, GP da Áustria, com Gabriel Bortoleto em ação no Red Bull Ring. Por isso, Carlos Costa (@ocarlos_costa), Erick Gabriel (@erickjornalista) e Isa Fernandes (@isamfer_) recebem Rico Penteado, ex-chefe de motores da Renault F1, e Felipe Motta, apresentador da ESPN, para o debate. Além disso, destaque para a etapa da Porsche Cup Brasil em Portimão, Portugal. Ademais, a vitória de Diogo Moreira na etapa de Assen da Moto2, bem como o triunfo de Marc Márquez no GP da Holanda de MotoGP.Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, a plataforma cripto do BTG Pactual, e tenha Cashback em Bitcoin até R$ 250 - http://bit.ly/458S3AX

Argus Media
Podcast | Falando de Mercado: Players da indústria de óleos básicos debatem tendências do mercado na Argus Base Oils LatAm Conference

Argus Media

Play Episode Listen Later Jun 13, 2025 16:52


O mercado de óleos básicos e lubrificantes da América Latina se adapta à indecisão da política comercial dos Estados Unidos enquanto as importações avançam na região. Julio Viana, especialista em óleos básicos da Argus para a América Latina e integrante da equipe responsável pelo relatório Argus Base Oils, compartilha os destaques da Argus Base Oils Latin America Conference em Miami, incluindo óleos básicos renováveis, biolubrificantes e veículos elétricos. Acompanhe a conversa de Julio com Camila Fontana, chefe adjunta de redação da Argus no Brasil.   #óleosbásicos #lubrificantes #ArgusMedia

Explicador
Só “arco democrático” deve decidir sobre Defesa?

Explicador

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 20:43


PS lembra histórico de compromisso neste setor e na política externa. E o Chega, deve ter palavra a dizer? Debatem sobre política geral no dia da tomada de posse do segundo Governo de Montenegro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Especialistas debatem a educação matemática e a escassez de professores

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later May 29, 2025 19:06


No primeiro episódio da série É Sobre Educação, uma parceria do Estadão Blue Studio com o Sesi-SP, a jornalista Camila Silveira conversa com Adilson Dalben, supervisor de Projetos de Formação da Faculdade Sesi de Educação, e com o professor-doutor Rogério Chaparin, docente do Instituto Federal de São Paulo e educador do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino de Matemática do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (Caem-IME-USP), para discutir por que a matemática continua sendo um obstáculo para tantos alunos e o que pode ser feito para transformar esse cenário. De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), sete em cada dez jovens brasileiros de 15 anos têm dificuldade para resolver problemas matemáticos simples. “Infelizmente, esse resultado não é novo. A questão vem de décadas e envolve muitos fatores — da estrutura escolar à formação do professor”, afirma Dalben. Para Chaparin, é preciso repensar a forma como a disciplina é apresentada nas salas de aula. “Todos podem aprender, desde que a matemática esteja conectada ao cotidiano, à cultura e às experiências dos alunos”, avalia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

El món a RAC1 - Tertúlia esportiva
Màrius Carol, Joan Maria Pou, Mònica Terribas, Santi Segurola, Miguel Rico i Josep Martí

El món a RAC1 - Tertúlia esportiva

Play Episode Listen Later May 12, 2025 76:07


Debatem sobre l'última victòria del Barça davant del Reial Madrid al clàssic d'ahir, que el deixa a tan sols un pas de guanyar la Lliga.

Noticiário Nacional
5h Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos debatem hoje na televisão

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Apr 30, 2025 7:47


El matí de Catalunya Ràdio

Debatem sobre la figura de Carlos Maz

El matí de Catalunya Ràdio

Debatem les possibles causes del repunt d'assassinats a Catalunya, cinc en cinc dies, amb Vicent Sanchis, Montserrat Nebrera, Laura Aznar i Enric Calpena.

El matí de Catalunya Ràdio

Debatem sobre les protestes dels alts c

El matí de Catalunya Ràdio

Debatem sobre el paquet de mesures que aprovar

El matí de Catalunya Ràdio

Debatem sobre el paquet de mesures que aprovar