Podcasts about independentemente

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Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | DILEMAS E FÉ PROFUNDA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 4:58


LEITURA BÍBLICA DO DIA: MARCOS 5:21-34 PLANO DE LEITURA ANUAL: ESDRAS 9–10; ATOS 1  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Durante um estudo bíblico na manhã de sábado, um pai sentia-se perplexo, pois sua amada filha rebelde retornara ao lar, mas ele não se sentia à vontade com sua presença e comportamento em casa. Outra pessoa não estava bem fisicamente por causa dos efeitos físicos de doenças prolongadas e do envelhecimento. Muitas visitas a muitos médicos produziram pouco progresso. Ela estava desanimada. Por desígnio divino, naquela manhã, eles estudaram o texto de Marcos 5 e ao terminarem, a esperança e a alegria eram visíveis. Lemos que a filha de Jairo estava doente e ele suplicou a Jesus: “Minha filhinha está morrendo” (MARCOS 5:23). No caminho para visitar a menina, Jesus curou outra mulher de seu longo problema de saúde, dizendo: “Filha, sua fé a curou” (v.34). Jairo e a mulher, compelidos pela fé em Jesus, procuraram-no e não se desapontaram. Mas, em ambos os casos, antes de conhecer Jesus, as coisas foram de “mal a pior” antes de melhorarem. Os dilemas da vida não discriminam. Independentemente do gênero, idade, raça ou classe social, todos enfrentamos situações que nos deixam perplexos e nos fazem questionar. Em vez de permitir que os desafios nos afastem de Jesus, esforcemo-nos para que isso nos desperte à fé mais profunda naquele que sente quando o tocamos e que pode nos curar (v.30).  Por: ARTHUR JACKSON 

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | O TÚMULO DE SEBNA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 3:35


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ISAÍAS 22:15-24 PLANO DE LEITURA ANUAL: ESDRAS 1–2; JOÃO 19:23-42  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  O poeta W. B. Yeats desejava ser enterrado em Ben Bulben, uma montanha de topo plano e também título de um de seus últimos poemas. O verso final deste poema encontra-se em sua lápide: “Lance frio olhar na vida, na morte. Cavaleiro, em frente!” (tradução livre). Houve muita especulação sobre seu significado. Talvez seja o poeta reconhecendo a veracidade da vida e da morte. Independentemente disso, Yeats realizou seu desejo sobre onde seria enterrado e o que seria gravado em sua lápide. Mas a fria verdade é que a vida continua, indiferente à nossa partida. Em um período difícil para Judá, Sebna, administrador do palácio, fez uma tumba para si, tentando garantir seu legado. Mas Deus, por meio do profeta Isaías, disse-lhe: “Quem você pensa que é, e o que está fazendo aqui, construindo uma bela sepultura para si, um monumento no alto da rocha?” (ISAÍAS 22:16). Isaías falou: “[Deus] o embrulhará como uma bola e o atirará para uma terra distante. Você morrerá naquele lugar” (v.18). Sebna não tinha entendido. O importante não é onde estamos enterrados; o que importa é a quem servimos. Os que ser vem a Jesus têm imenso conforto: “Felizes os que, de agora em diante, morrem no Senhor” (APOCALIPSE 14:13). Servimos a Deus, que nunca é indiferente à nossa partida. Ele anseia por nosso retorno e nos recebe em casa!   Por: TIM GUSTAFSON 

Convidado
Xenofobia na África do Sul: "É por falta de capacidade que o governo está passivo"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 11:11


Nestes últimos dias, a África do Sul está a ser abalada por uma nova onda de xenofobia, com grupos de cidadãos sul-africanos a atacarem imigrantes, queimarem as suas casas ou os seus comércios. Independentemente de estarem em situação legal ou não, os estrangeiros são acusados por estes grupos de "roubarem os empregos" dos nacionais, num contexto de grave crise social e económica no país, nomeadamente com uma taxa de desemprego de cerca de 32%. Depois de pelo menos nove moçambicanos terem morrido nas violências xenófobas, várias centenas de moçambicanos residentes no país têm estado a fugir da África do Sul, com algum apoio por parte de Maputo. A Nigéria, o Gana e o Maláui também estão a organizar o regresso a casa dos seus cidadãos expatriados na África do Sul. Uma situação que o executivo sul-africano lamenta mas perante a qual parece algo impotente, senão mesmo "complacente", acusam certos governos africanos mais críticos. A nível interno, em ano de eleições locais, a coligação governamental faz frente a sectores de opinião que tentam ganhar visibilidade a pretexto desta nova crise, considera André Thomashausen, professor emérito de direito internacional e constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória. O universitário refere todavia acreditar que este fenómeno não vai durar, por não ter -do seu ponto de vista- nenhum alicerce popular. RFI: Como é que analisa a situação vigente nestes últimos dias na África do Sul? André Thomashausen: Um aspecto deve ser considerado é o aspecto da política interna da África do Sul, em que o partido da esquerda, da minoria, do antigo presidente Zuma, o partido MK ("Umkhonto we Sizwe", partido "Lança da Nação) está a aproveitar esta onda da xenofobia e está a fomentar, a instigar, esta xenofobia para pressionar a coligação que está a governar, que é o ANC, com o partido da Aliança Democrática. É assim, infelizmente. Muito tragicamente, este assunto não é completamente inocente e possivelmente não teria acontecido este ataque de xenofobia se não tivesse sido instigado. E temos uma tradição disso. Sempre quando uma minoria política decide afastar um governo, de repente aparecem ataques xenófobos. Foi assim na altura em que o Jacob Zuma quis substituir o governo do Thabo Mbeki, em 2007. De repente, houve ataques xenófobos. E foi assim, de volta, no fim da era do Zuma, em que novamente isso estalou. Talvez o único aspecto positivo é que esta crise não vai durar tanto tempo. E penso que os espíritos vão novamente acalmar. RFI: Há cerca de uma semana que isto dura. O que é que o leva a crer que vai haver uma acalmia? André Thomashausen: Bom, existe sempre uma solidariedade entre os mais pobres, entre os mais miseráveis. E as vítimas da xenofobia é gente muito pobre e gente que não tem vida estável, que não tem emprego formal e normalmente existe uma solidariedade africana. Na tradição, nas culturas africanas, muito raramente aparece um ódio entre grupos ou um ódio de raça ou ódio nacionalista. Porque as culturas estão todas interligadas. Eu duvido muito que esta vaga seja uma expressão de um sentimento popular alargado. Na maior parte dos casos que temos visto, há uma mão organizadora, há grupos de choque que aparecem num sítio, aparecem com autocarros a transportá-los. Alguém está a organizar esses transportes e a pagar esses transportes. É um bocado um assunto de segurança pública e de segurança do Estado que está aqui a falhar. E assim vamos esperando que venha a faltar o apoio para esta xenofobia. O verdadeiro apoio popular não existe. É gente alheia que aparece num sítio que não vive lá e de repente atacam os que são estrangeiros, os que falam com um sotaque diferente ou que, pela aparência, não pertencem. Um problema dentro da xenofobia, isolado e diferente, é a imigração ilegal que temos experimentado e que temos visto oriunda da Somália e do Sudão, países bastante afastados. São para aí uns 8 mil quilómetros de distância, daqui para o Sudão e para a Somália. E esta migração, essa sim, está a provocar ódio e está a provocar uma resistência forte entre a população que aqui na África do Sul normalmente não é muçulmana e rejeita a cultura desses migrantes. RFI: No começo da nossa conversa, mencionou que há certos sectores políticos que tiram proveito desta situação. Tem aparecido muito o nome de uma organização, a "March and March". O que é que se poderia dizer sobre esta organização e o interesse que teria também em movimentar a multidão contra os imigrantes? André Thomashausen: Bom, mais uma vez, é um rótulo que aparece subitamente, que não tem antecedentes. Não se podem identificar os líderes, gente desconhecida e, no meu ponto de ver, oportunista. Tal como nos anos 30, na Alemanha, houve uma organização nazi que fomentou o ódio contra os judeus, para assim virem a ser notórios e intimidar, provocar a instabilidade. Eu vejo aqui essas organizações também como sendo organizações um bocado fantoches, que não têm uma base popular, não têm milhares de membros ou aderentes. São completamente transparentes. E mais uma vez, eu estou a ver aqui um oportunismo político trágico de tentar provocar uma dificuldade ao governo por gente que falhou nas eleições, que não conseguiu reunir uma maioria de votos e assim, agora estão a tentar destabilizar o país através desta vaga. RFI: Certos países, nomeadamente a Nigéria ou Gana, que têm alguns dos seus expatriados na África do Sul, acusaram o governo de Pretória de ser algo complacente com esta onda de xenofobia que, no fundo, poderia ser interpretada também como uma forma de camuflar as suas próprias incapacidades em gerir questões como a economia, a educação e a saúde. André Thomashausen: Certo. Só que, na realidade, este governo, esta administração, é uma administração que está a sobreviver mal num contexto de Estado já falhado, em que as forças da ordem, a polícia e e Forças Armadas não têm nem sequer a mínima capacidade. Não há veículos e onde há veículos não há verbas para o combustível. Há um elevado sistema de corrupção na polícia e nas Forças Armadas. As Forças Armadas já foram mobilizadas na Província do Cabo para tentar limitar, tentar reduzir a vaga de assassinatos entre mafiosos, entre bandos, criminosos, traficantes de droga e de pessoas. E assim, eu acho que não é por falta de vontade, mas é por falta de capacidade que o governo está assim passivo. Está assim, num papel de observador em que o Presidente Ramaphosa lamenta muito a xenofobia, mas não tem meios realmente para uma estratégia através da qual poderia prender e imobilizar aqueles que estão a instigar esses ataques aos migrantes e refugiados e, evidentemente, também uma percentagem muito elevada de migrantes ilegais. Mas, na realidade, a economia está a empregar essa gente. E isso também tem a ver com a alta taxa de sindicalização dos trabalhadores sul-africanos, que provocam um nível do preço da mão-de-obra muito elevado. E isso cria uma uma atractividade ao emprego dos estrangeiros que não estão sindicalizados. É tudo uma mistura de situações que deveriam ser reformadas, que deveriam ser consideradas, mas só que este actual governo é um governo de crise e é um governo que não tem a capacidade para reagir. RFI: Estamos em ano de eleições autárquicas. Vão acontecer a 4 de Novembro. Pensa que isto também joga nesta crise? André Thomashausen: Absolutamente. É uma maneira de tentar animar os eleitores, tentar atirar culpas aos migrantes, culpas pela falta de prestação de serviços, pelo facto de que 90% das municipalidades estão tecnicamente falidas e já não têm capacidade para garantir o abastecimento de água potável ou a manutenção dos sistemas de esgotos ou transportes públicos, o sistema escolar primário, o sistema de assistência médica básica e assim, é um bode expiatório, acusar a presença dos estrangeiros. E isso tudo entra nas estratégias. Estas eleições vão decididamente reduzir o apoio ao ANC. Vão demonstrar a queda dramática da confiança neste partido da libertação. Mas é normal que depois de 30 anos da grande transferência, em 1990, o partido libertador, com a sua legitimidade histórica, venha a ser desafiado. RFI: Está a dizer que o ANC poderia perder o leme. Mas para que a formação? André Thomashausen: Vai beneficiar a Aliança Democrática, que é um partido liberal do centro-esquerda, completamente multicultural, que tenta fazer renascer o ideal do Nelson Mandela de uma "Nação arco-íris". Há muitos, muitos eleitores tradicionais do ANC que desta vez vão votar na Aliança Democrática. O partido está a apostar nesta oportunidade. E, aliás, está convencido que com a sua antiga presidente, Helen Zille, vão ganhar as eleições em Joanesburgo, a maior metrópole aqui na África do Sul.

Convidado
Cabo Verde acolhe primeira Cimeira das Nações Crioulas

Convidado

Play Episode Listen Later May 28, 2026 7:52


“O mundo não pode continuar com a política da inimizade.” É desta forma que o Presidente de Cabo Verde enquadra a realização da Cimeira das Nações Crioulas, que decorre entre 28 e 30 de Maio, na cidade da Praia. Numa altura marcada por guerras, intolerância e profundas desigualdades, José Maria Neves defende um novo humanismo assente no diálogo, na cooperação e na valorização das identidades crioulas. O que representa esta Cimeira das Nações Crioulas num momento em que o mundo atravessa tantas tensões e conflitos? Essencialmente, este é um espaço de encontro. Vivemos num mundo disruptivo, de rupturas. Há muitas guerras, muitos confrontos e alguma desumanidade. Nós queremos recuperar a ideia do encontro, do diálogo, da busca de soluções negociadas e da cooperação para o desenvolvimento. As nações crioulas são nações que resultam de encontros entre culturas, entre povos, e mostram que o diálogo é possível. Precisamos de criar um movimento que defenda um novo humanismo. É por isso que estamos a realizar este encontro: para discutirmos, sobretudo, os novos caminhos para o futuro. Quantos países participam nesta primeira cimeira? Estarão presentes mais de três dezenas de países. A sessão de abertura contará com intervenções do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do presidente da Aliança das Civilizações, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Ángel Moratinos e do Presidente de Portugal, António José Seguro, De que forma é que a cooperação entre as nações crioulas pode traduzir-se em ganhos concretos nas áreas da cultura, educação e economia? Nós vamos mostrar a enorme riqueza cultural das nações crioulas e isso contribui não só para o desenvolvimento das economias criativas, mas também para o crescimento económico e para a competitividade dos diferentes espaços. O que se pode ver nas nações crioulas é talento, criatividade, resiliência e uma enorme disponibilidade para as trocas. Ao realizarmos uma cimeira em que mostramos não só o percurso histórico das nações crioulas, mas também toda a sua riqueza cultural, as suas potencialidades económicas e os recursos disponíveis para que as pessoas vivam com mais dignidade, estamos naturalmente a criar uma cultura voltada para o desenvolvimento humano, para o crescimento económico e para o progresso. As línguas crioulas continuam, em muitos casos, a enfrentar dificuldades de reconhecimento institucional. Esta cimeira poderá contribuir para reforçar essa valorização? Espero que sim. No caso de Cabo Verde, o consenso tem sido difícil. Desde a Claridade, ou mesmo antes, com o movimento literário protagonizado, por exemplo, por Pedro Cardoso e Eugénio Tavares, houve um esforço de dignificação do crioulo. Depois, o próprio movimento da Claridade, com Baltasar Lopes da Silva, também ele filólogo, escreveu sobre a língua cabo-verdiana. Há hoje um novo momento de valorização da língua cabo-verdiana. Mas não tem sido fácil alcançar consenso, sobretudo por causa da riqueza do crioulo cabo-verdiano, que assenta na existência de várias variantes. Essa pluralidade dificulta um pouco, pelo menos no plano das ideias, a padronização da língua cabo-verdiana. Mas espero que, com este debate, com este encontro, com as discussões que vão ter lugar e com as perspectivas que se abrem para novos debates e novos temas relacionados com o crioulo, a língua cabo-verdiana possa afirmar-se cada vez mais. Cabo Verde pode afirmar-se como uma referência diplomática e cultural no espaço crioulo internacional? A ideia é precisamente essa: criar um movimento. Um pequeno Estado, como é o caso de Cabo Verde, tem de liderar pelo exemplo. Cabo Verde é um país que tem a ambição de ser útil à comunidade internacional. Nós podemos mostrar que o mundo, quando assente no racismo, na violência e nos confrontos, tem de encontrar novos caminhos. E as nações crioulas mostram um pouco esses caminhos. São povos que vieram de várias origens e que formaram outras culturas, outras nações. Independentemente da violência ou das rupturas iniciais, o importante é o caminho que foi feito no sentido de esses países e dessas nações criarem novas pontes de diálogo e espaços de entendimento. O não-racismo, a não-violência - estes encontros acabam por mostrar que há novas possibilidades, outras formas de viver. Nós podemos olhar para a dignidade da pessoa humana e não assentar o mundo no racismo, na violência, nas guerras e num confronto permanente. Penso que este é o contributo das nações crioulas e Cabo Verde pode liderar esse movimento. Não há alternativa: existem outras formas de viver e outras formas de pensar. A cooperação solidária para o desenvolvimento é possível.  A cimeira surge também como uma mensagem política em defesa do diálogo e da paz? Exactamente. Temos de perceber que não podemos continuar com a política da inimizade. Achille Mbembe escreve precisamente sobre a política da inimizade, que se aproxima, de certa forma, da biopolítica de que fala Foucault. O que queremos aqui é mostrar que é preciso respeitar o outro e abandonar uma perspectiva permanente de intolerância, destruição ou eliminação do outro. Portanto, a amizade, o diálogo, a paz e a cooperação são fundamentais. O que encontramos hoje é uma grande desigualdade nos termos de intercâmbio. Mas devemos construir intercâmbios entre os Estados, entre o Norte e o Sul, em novas bases - bases mais igualitárias, com mais tolerância e com os olhos postos na dignidade da pessoa humana.

Esportes
PSG vira página do título do campeonato francês e sonha com a taça da Champions League

Esportes

Play Episode Listen Later May 14, 2026 6:13


O título do Paris Saint-Germain na temporada 2025/26 da Ligue 1, que é o campeonato francês, não chegou a ser uma surpresa. A conquista veio após a vitória de 2 a 0 sobre o Lens com uma rodada de antecipação na quarta-feira passada (13). Marcio Arruda, da RFI em Paris Agora, o PSG volta a campo neste domingo para fazer o último jogo desta competição. O dérbi parisiense será no estádio Jean-Bouin contra o Paris FC, que este ano subiu para a elite do campeonato francês e eliminou da Copa da França o rival mais rico e mais famoso da capital. Nas 33 partidas até o momento na Ligue 1, o PSG venceu 24, empatou quatro e perdeu apenas cinco. O clube tem o melhor ataque da competição com 73 gols, que foram marcados por 18 jogadores do elenco. A artilharia do Paris Saint-Germain neste campeonato ficou dividida entre Ousmane Dembélé, eleito melhor jogador do mundo na última votação organizada pela France Football e apontado como craque do campeonato, e Bradley Barcola; cada um marcou 10 gols. Titular nos últimos seis jogos do PSG, Lucas Beraldo tem crescido de produção nesta reta final de temporada. O brasileiro, revelado para o futebol profissional pelo São Paulo, afirmou que não tem preferência por jogar de zagueiro, lateral ou volante. “Independentemente do setor do campo que eu vá jogar, seja como zagueiro, volante ou lateral, acho que estou sempre pronto para ajudar a equipe, que é o mais importante. O Luis Enrique sabe extrair isso muito bem de todos os jogadores, mudando a posição e ajudando cada um nas novas funções. Ele está fazendo assim comigo e poder aproveitar isso é uma coisa incrível”, contou o zagueiro de origem, Beraldo. A defesa é um dos pontos fortes do time nesta temporada. O Paris Saint-Germain não tomou gol em 18 dos 33 jogos na Ligue 1, comprovando a solidez do setor. Mesmo estando no final da temporada, o técnico Luis Enrique promoveu a estreia de uma joia do clube contra o Lens. O zagueiro Dimitri Lucea fez seu primeiro jogo com o time profissional do PSG e falou sobre o sentimento de defender o atual campeão da Europa. “É um orgulho imenso poder fazer parte da equipe da capital da França. É sempre um orgulho porque é um grande clube. Então, eu estou feliz por ter ajudado a equipe a buscar esta vitória diante do Lens”, afirmou o jovem de 19 anos. Paredão russo Eleito melhor em campo na partida que garantiu o título francês, o goleiro do PSG, o russo Matvei Safonov, teve uma atuação de gala. “Gostaria de dar os parabéns para todo mundo que assistiu a este jogo e acompanhou a nossa temporada. Fizemos um grande trabalho e todos estamos muito felizes porque parte do nosso objetivo terminou nesta partida. Foi muito importante ganhar este jogo aqui", disse Safonov. "O Lens merece respeito porque foi um jogo muito difícil para a gente. Então, foi muito bom sairmos daqui como campeões. Todos estão de parabéns." Maior campeão da França Este foi o décimo quarto título do Paris Saint-Germain no campeonato francês. O PSG é o maior campeão da história da competição, com quatro troféus a mais do que o Saint-Étienne. Neste ranking dos maiores campeões, o Olympique de Marseille está em terceiro, com nove títulos, logo à frente do Mônaco e do Nantes, ambos com oito. Leia tambémPSG eleva futebol francês a circuito de clubes que realmente contam na Europa, diz imprensa Esta conquista do PSG foi a quinta seguida na Ligue 1, um recorde na história do Paris Saint-Germain. O líder deste ranking é o Lyon, que conquistou sete vezes seguidas o campeonato francês entre 2002 e 2008.   O título também foi especial para o técnico Luis Enrique, que está no comando do PSG desde julho de 2023. O treinador espanhol chegou a onze troféus pelo clube e se tornou, ao lado de Laurent Blanc, o técnico mais vitorioso da história do PSG. Apesar da importante marca pessoal, Luis Enrique reconheceu que o resultado do jogo em Lens poderia ter sido outro. “É um resultado que talvez tenha sido injusto para o Lens porque eles mereceram mais que a gente. Mas nós mostramos novamente o nosso nível e a nossa ambição, que é muito importante para gerir esta fase final da temporada. Estamos felizes porque foram três anos bem difíceis. Neste, o Lens fez um campeonato muito bom. Além disso, jogar neste estádio em Lens foi muito importante porque no próximo ano serão duas das equipes que estarão disputando a Champions League”, afirmou Luis Enrique. A um jogo da glória da Champions League O foco do Paris Saint-Germain agora está na final da Champions League. Depois de eliminar Mônaco, Chelsea, Liverpool e Bayern de Munique nas fases mata-mata, o PSG chega confiante a mais esta decisão. “A expectativa é sempre muito grande. A gente vai se preparar com calma para a final da Champions League. Então, a gente vai tranquilo para que possamos aproveitar bem tudo que envolva essa final”, garantiu Lucas Beraldo. O jogo que vai coroar o campeão da temporada 2025/26 da Champions League será contra o Arsenal, melhor time da primeira fase da competição. A final entre os clubes francês e inglês será no dia 30 de maio na Arena Puskás, em Budapeste, na Hungria. Leia tambémPSG elimina o Bayern e vai à final da Champions tentar o bi:"É aproveitar o momento", diz Marquinhos O Paris Saint-Germain vai fazer a sua segunda final consecutiva da Liga dos Campeões – a terceira na sua história. O PSG é o atual campeão da Champions e vai jogar pelo bicampeonato da mais importante competição europeia. O elenco atual do Paris Saint-Germain, liderado pelo brasileiro e capitão Marquinhos, que fez 32 anos na última quinta-feira, segue fazendo história para se tornar o melhor PSG de todos os tempos.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | O SENHOR É MEU AJUDADOR

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 4:29


Leitura Bíblica Do Dia: JOSUÉ 14:6-12 Plano De Leitura Anual: 2 SAMUEL 21–22; LUCAS 18:24-43  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Meu amigo Rodolfo está próximo de seu aniversário de 85 anos! Desde nossa primeira conversa há mais de 35 anos, ele foi uma inspiração. Quando ele mencionou recentemente que, ao aposentar-se, concluiu o manuscrito de um livro e iniciava mais uma iniciativa ministerial, fiquei intrigado, mas não surpreso. Na Bíblia, Calebe, aos 85 anos, também não se acomodou. Sua fé e devoção a Deus o sustentaram durante décadas de vida no deserto e guerras, para garantir a herança que Deus prometera a Israel. Ele disse: “Continuo forte como no dia em que Moisés me enviou, e ainda posso viajar e lutar tão bem quanto naquela época” (JOSUÉ 14:11). De que forma ele conseguiria? Calebe declarou “se o Senhor estiver comigo, eu os expulsarei da terra, como o Senhor prometeu” (v.12). Independentemente da idade, fase da vida ou circunstâncias, Deus ajudará todos que confiarem nele de todo o coração. Em Jesus, nosso Salvador e ajudador, Deus se fez visível. O evangelho inspira a fé em Deus por meio de Cristo. Ele demonstrou o cuidado e a compaixão de Deus por todos os que o buscam. O escritor de Hebreus reconheceu: “O Senhor é meu ajudador, portanto não temerei” (13:6). Jovem ou idoso, fraco ou forte, servo ou livre, correndo ou mancando, o que o impede de pedir Sua ajuda hoje?  Por: ARTHUR JACKSON 

Semana em África
África à espera do impacto da guerra no Médio Oriente

Semana em África

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 9:25


Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma.  O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”

Mensagem do dia!
20260303 Ep 1018 - Mais Afiado ou Sem Corte?

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 2:49


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Provérbios 27:17, "Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu próximo."Mais Afiado ou Sem Corte?Seus amigos deveriam estar "afiando" você, tornando-o uma pessoa melhor. Olhe para o seu círculo de amizades hoje: isso é verdade para você?Independentemente das qualidades que seus amigos possuem — sejam elas boas ou ruins —, eventualmente elas vão ou tirar o seu corte ou te deixar mais afiado. Se você anda com pessoas que fofocam, que vivem de aparências ou que são mesquinhas, é isso que você acabará se tornando. Por outro lado, se você se cercar de pessoas excelentes, generosas, motivadas e bem-sucedidas, essas qualidades vão polir a sua vida.É por isso que é tão vital ser seletivo com quem você gasta o seu tempo.Não se preocupe em estar no grupo "mais badalado" ou em ser o mais popular. A quantidade de amigos não é o que importa; o que realmente conta é a qualidade. Você precisa de "águias" na sua vida — pessoas que te inspirem a alcançar seus sonhos, que te motivem a ir mais longe e que extraiam o seu melhor.A verdade é que você não consegue atingir o seu potencial máximo sozinho. Você precisa das pessoas certas para te ajudarem a chegar onde você foi designado para estar.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado pelos amigos na minha vida que me afiam, me inspiram, me encorajam e me tornam alguém melhor.Dá-me discernimento para perceber se existem relacionamentos que estão tendo um impacto negativo sobre mim, tirando o meu foco ou a minha paz. Eu quero caminhar com as pessoas certas, aquelas que o Senhor preparou para me ajudarem a cumprir o meu propósito.Em nome de Jesus, Amém.

Esportes
Seleção brasileira de judô começa 2026 com ouro e treinos intensos na Europa

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:38


O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva.   Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.

Debate da Super Manhã
Cristo e o Natal

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 51:07


Debate da Super Manhã: O Natal é um convite para olhar para Jesus Cristo e para o sentido mais profundo desta data. Neste 25 de dezembro, os cristãos celebram o nascimento de Jesus, que, segundo a bíblia, veio ao mundo como sinal de amor, esperança e renovação. Ele nasceu de forma simples para ensinar valores que continuam atuais: solidariedade, perdão, humildade e cuidado com o próximo. Independentemente de religião, quais outros ensinamentos Jesus Cristo pode levar ao mundo atual, marcado pelas desigualdades? No Debate desta quinta-feira (25), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre a importância de Cristo e as reflexões provocadas pela maior figura da fé mundial.  Participam o historiador e professor do Programa de Pós-graduação em Ciência Política da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Filipe Domingues, o coordenador da Comunidade dos Viventes, Gabriel Marquim, e o advogado e cientista político, doutor em Direito (PPGD/Unicap), titular da Cátedra Unesco/Unicap Dom Helder Câmara, coordenador do Cendhec e professor do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Manoel Moraes.

Actualidade - Renascença V+ - Videocast
Patriarca de Lisboa: "Independentemente da terra de onde venha, cada rosto merece respeito"

Actualidade - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 1:35


Patriarca de Lisboa: "Independentemente da terra de onde venha, cada rosto merece respeito"

Reportagem - Renascença V+ - Videocast
Patriarca de Lisboa: "Independentemente da terra de onde venha, cada rosto merece respeito"

Reportagem - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 1:35


Patriarca de Lisboa: "Independentemente da terra de onde venha, cada rosto merece respeito"

IB Atitude
O que precisamos para avançar no novo ciclo? | Pr. Josué Valandro Jr.

IB Atitude

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 39:01


A chegada do fim de ano traz a possibilidade de reflexão e de novas expectativas. O Senhor dividiu o tempo de forma que possamos sempre viver o final de um ciclo e iniciar outro. Precisamos entender como vamos avançar e, traçando um paralelo com o povo de Israel, chegar à conclusão de quem são os filisteus das nossas vidas. Seu casamento, sua cidade, a arrogância, a corrupção, o medo... Independentemente de qual seja, é preciso avançar.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | IGUAIS PERANTE DEUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 3:20


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ROMANOS 3:21-26 PLANO DE LEITURA ANUAL: AMÓS 1–3; APOCALIPSE 6   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Durante as férias, minha esposa e eu passeamos de bicicleta. Uma rota nos levou a um bairro de casas milionárias. Vimos os moradores passeando com cachorros, ciclistas e trabalhadores construindo novas casas ou cuidando dos jardins. Era uma mistura de todas as esferas sociais e isso me lembrou de uma realidade valiosa. Não há verdadeira distinção entre nós. Ricos ou pobres. Abastados ou trabalhadores. Conhecidos ou desconhecidos. Todos nós naquela rua e manhã éramos iguais. “O rico e o pobre têm isto em comum: o Senhor criou os dois” (PROVÉRBIOS 22:2). Independentemente das diferenças, todos fomos feitos à imagem de Deus (GÊNESIS 1:27). Mas há algo mais: ser igual diante de Deus também significa que não importa a nossa situação econômica, social ou étnica, todos nós nascemos sob a condição de pecado: “Pois todos pecaram e não alcançam o padrão da glória de Deus” (ROMANOS 3:23). Somos todos desobedientes e igualmente culpados perante Ele, e precisamos de Jesus. Frequentemente, dividimos as pessoas em grupos por vários motivos. Mas, na verdade, todos nós fazemos parte da raça  humana. E embora estejamos todos na mesma situação, pecadores que precisam de um Salvador, podemos ser “justificados gratuitamente (ARA)”, declarados justos —reconciliados com Deus por Sua graça (v.24).  Por: DAVE BRANON 

CBN e a Tecnologia - Gilberto Sudré
Mito ou verdade: nossos eletrônicos estão durando menos?

CBN e a Tecnologia - Gilberto Sudré

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 14:16


Nesta edição do "CBN e a Tecnologia", com o comentarista Gilberto Sudré, o assunto em destaque é a vida útil dos equipamentos! Você já teve a impressão de que seus produtos não são feitos para durar? Independentemente de marca ou preço, ficamos com a sensação de que alguns apresentam defeito rapidamente após certo tempo ou quantidade de vezes de uso. Isto se chama obsolescência programada. Vamos entender como isto acontece e, em alguns casos, como evitá-la.

Pergunta Simples
Como se filma uma boa história? Manuel Pureza

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 56:11


Há criadores que operam dentro das fronteiras técnicas do seu ofício. E há outros que as redesenham. Manuel Pureza pertence à segunda categoria — a dos artistas que não apenas produzem obras, mas insinuam uma forma diferente de olhar para o mundo. Ao longo da última década, Pureza foi aperfeiçoando um dialeto visual singular: um equilíbrio improvável entre humor e melancolia, entre disciplina e improviso, entre ironia e empatia. Cresceu no ritmo acelerado das novelas, onde se aprende a filmar com pressão, velocidade e um olho permanentemente aberto para a fragilidade humana. Dali trouxe algo raro: um olhar que recusa o cinismo fácil e que insiste que até o ridículo tem dignidade. Na televisão e no cinema, a sua assinatura tornou-se evidente. Ele filma personagens como quem observa amigos de infância. Filma o quotidiano com a delicadeza de quem sabe que ali mora metade das grandes histórias. Filma o absurdo com a ternura de quem reconhece, nesse absurdo, o lado mais honesto do país que habita. Um humor que pensa Pureza não usa humor para fugir — usa humor para iluminar. Em “Pôr do Sol”, o fenómeno que se transformou num caso sério de análise cultural, a comédia deixou de ser apenas entretenimento. Tornou-se catarse colectiva. Portugal riu-se de si próprio com uma frontalidade rara, quase terapêutica. Não era paródia para diminuir; era paródia para pertencer. “O ridículo não é destrutivo”, explica Pureza. “É libertador.” Essa frase, que poderia ser um manifesto, resume bem o seu trabalho: ele leva o humor a sério. Independentemente do género — seja melodrama acelerado ou ficção introspectiva — há sempre, no seu olhar, a ideia de que rir pode ser um acto de lucidez. Num país onde o comentário público tantas vezes se esconde atrás da ironia amarga, Pureza faz o contrário: usa a ironia para abrir espaço, não para o fechar. A ética do olhar Filmar alguém é um exercício de confiança. Pureza opera com essa consciência. Não acredita em neutralidade — acredita em honestidade. Assume que cada plano é uma escolha e que cada escolha implica responsabilidade. Entre atores, essa postura cria um ambiente invulgar: segurança suficiente para arriscar, liberdade suficiente para falhar, humanidade suficiente para recomeçar. Num set regido pelo seu método, a escuta é tão importante quanto a técnica. E talvez por isso os seus actores falem de “estar em casa”, mesmo quando as cenas são emocionalmente densas. A câmara de Pureza não vigia: acompanha. É aqui que a sua realização se distingue — não por uma estética rigorosa, mas por uma ética clara. Filmar é expor vulnerabilidades. E expor vulnerabilidades exige cuidado. Portugal, esse laboratório emocional O país que surge nas obras de Pureza não é apenas cenário: é personagem. É o Portugal das contradições — pequeno mas exuberante, desconfiado mas carente de pertença, irónico mas sentimental, apaixonado mas contido. É um país onde a criatividade nasce da falta e onde o improviso se confunde com identidade. Pureza conhece esse país por dentro. Viu-o nos sets frenéticos das novelas, nos estúdios apressados da televisão generalista, nas equipas improváveis de produções independentes. E filma-o com um olhar feito de amor e lucidez: nunca subserviente, nunca destructivo, sempre profundamente humano. Há nele uma capacidade rara de observar sem desistir, de criticar sem amargar, de rir sem ferir. Infância, imaginação e paternidade Numa das passagens mais íntimas desta conversa, Pureza regressa à infância — não como nostalgia decorativa, mas como território de formação. A infância, para ele, é o sítio onde nasce a imaginação, mas também o sítio onde se aprende a cair, a duvidar, a arriscar. Esse lugar continua a acompanhar o seu trabalho como uma espécie de bússola emocional. Falar de infância leva inevitavelmente a falar de paternidade. Pureza rejeita a figura do pai iluminado, perfeito, imune ao erro. Fala antes da paternidade real: aquela onde se erra, se tenta, se repara, se adia, se volta a tentar. A paternidade que implica fragilidade. A paternidade que obriga a abrandar num mundo que exige velocidade. Talvez seja por isso que, quando dirige, recusa o automatismo: a vida, lembra, é sempre mais complexa do que aquilo que conseguimos filmar. Escutar como acto político Se há uma frase que atravessa toda a conversa, é esta: “Nós ouvimos pouco.” No contexto de Pureza, ouvir é um verbo político. Num país saturado de ruído, opiniões rápidas e indignações instantâneas, escutar tornou-se quase um acto contracultural. Ele trabalha nesse espaço de atenção — aquele que permite às pessoas serem pessoas, antes de serem personagens, headlines ou caricaturas. É por isso que o seu trabalho ressoa: porque devolve humanidade ao que, tantas vezes, o discurso público reduz. O que fica No final, a impressão é clara: Manuel Pureza não realiza apenas obras. Realiza ligações. Realiza espelhos que não humilham. Realiza pontes entre o ridículo e o sublime. Realiza histórias que, ao invés de nos afastarem, nos devolvem uns aos outros. Há artistas que acrescentam ao mundo um conjunto de imagens. Pureza acrescenta uma forma de ver. E num tempo em que olhar se tornou um acto cada vez mais acelerado — e cada vez menos profundo — isso não é apenas uma qualidade artística. É um serviço público da imaginação. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. A sua exatidão pode variar. 0:12 Ora, vivam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Hoje recebemos alguém que não apenas realiza séries e filmes, mas realiza no sentido mais profundo do termo, a forma como olhamos para nós próprios, a maneira como nos espelhamos. 0:28 Manuel pureza é daqueles criadores que trabalham com rigor e com leveza, com inteligência, com humor, com disciplina e com um caos. Ele cresceu nas novelas, aprendeu a filmar sob pressão, descobriu um olhar que combina ternura com ironia e tornou se uma das vozes mais originais da ficção portuguesa. 0:46 E é capaz de pegar no ridículo e transformá lo em verdade, de pegar no quotidiano e transformá lo em drama, de pegar no drama e transformá lo em riso. Tudo sem perder a humanidade, o coração e a ética de quem sabe que filmar é escolher, ter um ponto de vista e que escolher é sempre um ato moral. 1:06 Neste episódio, abrimos as portas ao seu processo criativo, às dúvidas e às certezas, às dores e às gargalhadas, às memórias da infância e às inquietações da idade adultam. Falamos de televisão como um espaço de comunhão. Das novelas como um ginásio, do humor, como o pensamento crítico da arte de ouvir e de ser pai no mundo acelerado, da vulnerabilidade que existe por detrás de uma Câmara e, claro, de Portugal, este país pequeno, cheio de afetos e de feridas, onde tudo é simultaneamente muito absurdo e muito verdadeiro. 1:38 Pureza fala com profundidade e como honestidade às vezes. Desconcertante é uma dessas conversas em que senti que estamos a ver para além do artista, estamos a ver a pessoa, a sensibilidade das dúvidas, a Esperança e a inquietação de alguém que pensa o mundo através das histórias que nos conta. 2:05 Ao longo desta conversa, percebemos como as histórias, para Manuel pureza, não são apenas entretenimento. São uma estrutura emocional de uma forma de organizar o caos, uma linguagem antiga que herdamos mesmo antes de sabermos ler ou escrever. Falamos do poder das narrativas para dar sentido à vida, mas também do seu lado perigoso, porque todas as histórias têm um ponto de vista, todas têm escolhas e omissões, todas moldam a forma como vemos o que é real. 2:33 E ele, pureza. Assume isto sem medo. Assume que filma com olhar assumidamente subjetivo e que essa subjetividade é precisamente a sua assinatura. Não procura parecer neutro, procura ser honesto. Também exploramos a sua relação com o humor. 2:49 O humor que nunca é cínico, nunca é cruel, nunca é gratuito. O ridículo não é uma arma para diminuir os outros. É uma maneira de libertar, de expor o que há de comum entre nós, de desmontar o que é pomposo e de aliviar o peso de viver. 3:04 Diz na própria conversa que tudo pode ser ridículo e isso é uma forma de Redenção. O riso organiza o pensamento, afia o espírito, desarma o mundo e, talvez por isso, o pôr do sol. A série tem sido mais do que um fenómeno cômico, foi um fenómeno emocional quase terapêutico. 3:20 Um espelho carinhoso onde Portugal se reviu e se perdoou, um bocadinho. Falamos da ética, da ética, do olhar, de como se almar alguém. É sempre um ato de intimidade. De como se cria confiança dentro de um set de filmagens, como se dirige atores diferentes, como se acolhe fragilidades? 3:38 Várias. E falamos da amizade e esse tema que atravessa todo o trabalho de pureza, porque para ele, realizar não é apenas uma técnica, é uma escuta, uma presença, um cuidado. Ouvimos muitas vezes ao longo deste episódio, uma afirmação quase simples. Nós ouvimos pouco. 3:55 E quando alguém é capaz de. A olhar tanto e nos diz que ouvimos pouco. Vale a pena parar para escutar. E, claro, falamos de Portugal, um país pequeno, por vezes cínico, com uma profunda tendência para desconfiar do sucesso alheio. Um país que pureza filma com ironia, amor e lucidez. 4:14 E da inveja. Claro que falamos da inveja no país das novelas, do improviso, da criatividade teimosa, das personagens maiores que a vida. O país que ele conhece por dentro e por fora, e que aprende a amar com o humor, mesmo quando o humor é a única forma de suportá lo. Num dos momentos mais belos da conversa, falamos da infância, esse lugar de Liberdade, de curiosidade, de imaginação que pureza tenta manter vivo dentro de si. 4:39 E falamos também do que é ser pai, dos medos que isso acende, da responsabilidade que isso traz. Da paternidade iluminada, mas da paternidade real, onde se falha, se tenta, se repara, se ama e se recomeça. É um episódio cheio de emoções, pontos de vista e algumas surpresas. 5:01 Viva. Manuel pureza, olá, nós encontramo nos e na realidade, temos que dizer às pessoas desde já que há 2 características que nos unem na vida OKA primeira, gostar de pessoas. A segunda, sermos hipocondríacos. Ah, poças? 5:17 Bom, estou em casa sim, sim, sim. Poça altamente hipocondríaco? Sim. Olha, fala me das pessoas, para quem? Para quem não te conhece. Tu és realizador, és um dos mais originais e interessantes realizadores da ficção portuguesa, nomeadamente essa telenovela que subitamente se transformou num objeto de culto, uma coisa chamada pôr do sol. 5:40 Já agora digo te eu, a primeira vez que vi o pôr do sol, o primeiro episódio foi dos enganados. Achavas que era verdade. Pensei assim, é pá, mas o que é isto? Mas o que é que isto está? Mas, mas, mas, mas que coisa tão. EE depois. Lá está à terceira cena. 5:56 É aquela parte do ainda bem que ninguém ouviu o meu pensamento, claro, fala, me fala me desse fenómeno. Então esse fenómeno foi. Uma pulga, uma pulga, uma pulga, várias pulgas. Aliás, eu, eu, enquanto realizador, antes de começar a assinar as minhas séries, fiz 10 anos de telenovelas e fi Los numa lógica de ginásio. 6:22 Eu costumo dizer isto, ou seja, é uma tarefa difícil. É uma tarefa que luta contra. Vários tipos de preconceitos, não só meus, como de quem vê. É uma fábrica? É uma fábrica, sim. Aliás, será a coisa mais próxima de uma indústria audiovisual que nós temos em Portugal. 6:39 É, é, são as novelas. Não é? E isso filma se de que, de, de, de, de que horas? Até que horas? Filma se em horários que AACT se funcionasse não IA não preço, iria sim, iria tudo preço, não em boa verdade, até até podemos falar sobre isso mais à frente que é, eu estive envolvido nalgumas lutas laborais em relação à Malta, que faz novelas em Portugal. 6:58 Porque é pá, chega se a trabalhar trabalhava, se na altura 11 horas mais uma, quer dizer, IA receber colegas meus a receberem me francamente pouco, numa lógica de fazer 40 minutos diários de ficção útil, que é uma enormidade, uma alarvidade e que e que muitas vezes depois tem um efeito nefasto de das pessoas em casa. 7:17 Dizer assim é pá, isto é uma novela, isto não vale nada, mas o esforço das pessoas que estão a fazê la é hercúleo, é desumano. Não tem de ser forçosamente 11. Não tem furiosamente de levar as pessoas a apreciarem esse esforço como sinónimo de qualidade, porque muitas vezes as novelas não têm essa qualidade. 7:35 Portanto, não há tempo no fundo para respirar, para o tédio, para a repetição, para o prazer. Não, nem nem nem. Então por acaso que seja essa a função das novelas, até um certo ponto. As novelas historicamente são feitas para serem ouvidas, não para serem vistas, não é? Ou seja, não em países, não só Portugal, mas outros países machistas, em que as mulheres ficavam a tomar conta da casa e dali da casa, e não tinham trabalho. 7:57 Tinha uma televisão ligada para irem ouvindo. Por isso é que a novela é repetitiva. A novela é. Reiterativa há uma há uma métrica de comunicação. De comunicação, sim. E, portanto, se temos avançado tecnicamente e até qualitativamente nas novelas nos últimos 20 anos, porque temos? 8:13 Ainda estamos nos antípodas do que? Do que uma novela pode ser? A novela pode ser uma arma de educação fantástica. A novela pode ser um retrato. Quase numa perspetiva arqueológica do que é ser português em 2025. E não é disso que estamos a falar. Em quase nenhuma novela falamos disso, não é? 8:30 Talvez tenhamos 2 ou 32 ou 3 casos honestos de portugalidade nas novelas recentes. Ainda estou a falar, por exemplo, de uma novela que eu, eu não, eu não, não sou consumidor de novelas, confesso que não sou. Mas há uma novela que da qual me lembro da premissa que me pareceu interessante, que é uma coisa chamada golpe de sorte. 8:46 Uma mulher numa aldeia que ganhou o euromilhões. Isso pode ser bastante português. Parece me bem. Pode ser bom e tive um sucesso bastante grande e foi uma coisa honesta. Não era de repente alguém que é salvo por uma baleia no ataque de 2 tubarões e sobrevive porque foi atirada? Espera, enfim, ainda vou continuar, porque isso é uma realidade que acontece. Olha, porque é que nós, seres humanos, precisamos tanto de histórias para compreender o mundo? 9:08 Olha, eu acho que as histórias são o que nos estrutura, são aquilo que nos garante a sobrevivência. Até um certo.eu falo disto com os meus alunos. Eu às vezes dou uns workshops para atores e não só é só a palavra workshop dá me logo aqui, carrega me logo aqui umas chinetas um bocado estranhas. 9:24 O workshop downshoising downgraving assim não interessa estamos. Todos AAA praticar o inglês. O inglês neologisticamente falamos. A bom, a bom notícia é que nós, como falamos mal inglês, damos uns pontapés no inglês também terríveis, não é? Sim, sim, sim, mas sim, mas está o inglês. O inglês passou a ser uma espécie de língua Franca, exato, EEA. 9:41 Gente tem palavras bonitas para dizer. EEEEE não, diz. Voltamos às histórias, as histórias. E costumo falar disso com os meus alunos, que é que que passa por nós. Nós não nascemos com direitos humanos, não é? Não nascemos dentro do nosso, do nosso corpo. Não há aqui 11, saca com direitos humanos. 9:56 Houve alguém que inventou essa história e a escreveu numa numa carta universal dos direitos humanos e, portanto, a partir dessa narrativa de que as pessoas têm direito a ser felizes, direito a ter uma casa feliz, direito a ter uma família, direito a ser. A ter um trabalho, et cetera, essa narrativa e estou estou a, estou a, estou AA alargar Oo conceito, evidentemente essa narrativa salva nos todos os dias mais a uns do que a outros, infelizmente. 10:20 Então os dias correm, isso é muito frequente. Há há há zonas do mundo em que essa história não chega, não é? Essas histórias não chegam. A fantasia não chega. A fantasia, sobretudo, é essa coisa mais prática de, de, de, de nos regermos por aquela célebre história do Mello Brooks, não é? A Mello Brooks faz a história mais louca do mundo. 10:36 E o Moisés sobe ao sobe ao ao Monte e Deus dá lhe 15 mandamentos. Só que há uma das pedras que se parte. Ele diz, bom, ele deu me só 10. Inventou um bocado. Isto inventou mas 10 por acaso até um número melhor do que 15. Sim, 15 não dava. Jeito o marketing, ele lá da altura, o homem do marketing, disse disse 15. 10:53 Não dá jeito nada de ser mais redondo que não podem ser 17 nem 13. Não, não. Nem convém, não é para a enologia? Acho que não, não, não, não te ajuda nisso, mas eu acho que sim. As as histórias, sobretudo acima de tudo. Eu sou pai de 3 crianças. Uma criança mais velha que tem 14 anos e outra que tem 3 e outra que tem 11 ano e meio. 11:10 Já tens bom treino de conta histórias. Voltei a recuperá lo, não é? Ou seja, eu sempre andei sempre a treiná lo, porque esta é a minha profissão e é isso que me me entusiasma, não é? Ou seja, mais do que ter um ator que diz bem o texto que lá está e que o diz ipsis verbis como lá está, interessa me um ator que perceba o que é que quer ser dito e que o transforma numa história compreensível e emotiva. 11:29 Ou seja, no limite, é o que o Fellini diz, Oo Fellini diz. Oo cinema serve para para emocionar, seja para eu rir ou para chorar, serve para emocionar. EEO emocionar tem a ver com essa coisa das histórias. Quantas vezes é que tu não vês um é pá, o testemunho de alguém, uma carta que tu descobres 11 texto bonito, um poema simples ou soberbo, ou ou ou o que é que? 11:50 O que é que é uma boa história para mim, sim. Uma boa história é aquela que me lança perguntas, que te provoca sim, que me provoca perguntas, eu faço isso aos meus alunos lhe perguntar, qual é a tua história? E regregelas, confundem, qual é a tua história, qual é que é o meu bilhete de identidade? Então começam, Ah, nasci na amadora, depois foi não sei quê, depois não sei quantos, depois não sei quê, EEA mim, não me interessa, não me interessa mesmo saber se eles vieram da amadora ou não interessa me mais saber. 12:14 No outro dia, uma aluna dizia uma coisa fantástica, eu estou, eu estou aqui porque o meu irmão lê mal, é incrível, uau. E eu disse, então porquê? Eu já quero saber tudo sobre. Essa tua aluna? Queres ver o próximo episódio? Como é? A lógica é essa. Ou seja, eu acho que quando os miúdos estão a ler uma história como a Alice, querem saber quando é que ela cai no fundo do poço que nunca mais acaba. 12:31 Porque é que o poço nunca mais acaba? Porque é que no meio do poço se vão descobrindo retratos e coisas. E que poço é este? Que que coelho é este? Que coelho é que apareceu aqui a correr? E em princípio, não faz sentido nós, mas depois nós, nós nós entramos e embarcamos nesta história. E somos nós que a que a que a construímos. 12:47 Não é na nossa cabeça. Sim, sim. Na nossa cabeça, no nosso coração, de alguma maneira. Quer dizer, pensando, por exemplo, a minha experiência, a minha primeira experiência, aliás, a experiência que definiu a minha. Vontade de ir para para cinema e para o conservatório, et cetera. Conta te quando é que tu descobriste? 13:02 Foi haver uma lodon drive do David Lynch, eu tinha 15 anos. Que é um filme. Estranhíssimo, para filme extraordinário. Eu, eu não o entendo, lá está. Mas estás a ver? Portanto, mudou a tua vida e eu estou a sentir me aqui, o tipo mais perdido do mundo. Não, eu nem entendi o que é que eles estavam a falar. Não. A coisa fantástica desse filme é que é um filme absolutamente clássico, mas não está montado de maneira normal. 13:21 Ou seja, não há princípio, meio e fim por essa ordem. Mas ele é absolutamente clássico. É sobre a cidade dos sonhos, não é? É sobre um sonho. Sobre um sonho de uma mulher que desceu ao mais, mais mais horrível dos infernos de de Hollywood. E, portanto, aí eu vi me obrigado a participar nessa história. 13:39 Estás a ver? Tiveste que montar a história conforme estás a ver. Sim, e acho que isso é isso, é o que determina o que o que é uma boa história e o que é mero, no pior sentido de entretenimento. Podemos estabelecer aqui a diferença entre o que é que é uma. Uma história mais funcional, de uma história que nos que nos expande, porque todos nós, todos nós, temos a história. 14:01 Então, mas como é que foi? Olha o meu dia, eu vim para aqui, trabalhei, sentei, me e escrevi ao computador. E eu digo assim, não quero saber nada dessa história, quero mudas de canal, já não quero saber em cada muda de canal, às vezes mudamos até de conversa. Há há 27 páginas da literatura portuguesa que são muito características e toda a gente se lembra que é AAA caracterização da frente de uma casa chamada ramalhete. 14:24 E na altura, quando tínhamos 1415 anos, a dor achámos que era uma dor. Mas se se recuperarmos isso é provavelmente as coisas mais brilhantes, porque mistura precisamente o que tu estás a dizer, ou seja, uma coisa meramente funcional, não é? É. Esta era a casa e são 27 páginas e, ao mesmo tempo, essa casa é metáfora para o que se vai para o que se vai passar nos capítulos à frente é o. 14:47 Cenário. É EE, mais do que o cenário. É um personagem, não é aquela casa, é uma personagem. Porque os objetos podem ser personagens. Podem? Então não podem? Claro que sim. A Sério? Para mim, sim, claro que sim. Sem falar. Sem falar às vezes, eu prefiro atores que não falam do que com. Atores que? Não, eu digo isto muito dos meus atores. 15:03 É, prefiro filmar te a pensar do que a falar, porque. Porque isso é uma regra antiga do do cinema e da televisão, da ficção para televisão que é mostra me não me digas, não é? As as novelas são reiterativas, porque tem de ser tudo dito. A pessoa entra, diz, faz e pensa a mesma coisa. 15:19 E também não há muito dinheiro para para mostrar com com a qualidade e com é, dá. Há, não há é tempo. Talvez isso seja um sinónimo. Não havendo, se se houvesse mais dinheiro, haveria mais tempo e, portanto, eu acho que ainda assim seria absolutamente impossível alguém humano e mesmo desconfio que o site GPT também não é capaz de o fazer de escrever 300 episódios de uma história. 15:38 Eu estou. Eu estou a pensar aqui. Eu. Eu ouvi alguém a dizer, não me recordo agora quem, infelizmente, que era. Quando quando se faz um roteiro, aquilo que está escrito para se filmar uma determinada coisa, que todos os adjetivos que que lá estão escritos têm que ser mostrados, porque não adianta nada dizer. 15:55 Então entrou agora na cena, EEEE salvou a velhinha, certo? Está bem, mas isso não chega, não é? Sim, eu até te digo, eu, eu prefiro. Regra geral, os argumentos até nem são muito adjetivos, os argumentos, ou seja, o script nem é muito adjetivado. É uma coisa mais prática. Eu acho que essa descoberta está. 16:13 Não sei. Imaginem, imaginem a leres Oo estrangeiro do camus, não é? Tem Montes de possibilidades dentro daquele não herói, dentro daquela vivência, daquela existência problemática. Não é porque não se emociona, et cetera e tudo mais. 16:29 Como é que tu imagina que tinhas um argumento ou um script sobre sobre Oo estrangeiro? Eu acho que seria importante discuti lo profundamente com os atores. Tu fazes isso porque queres ouvir a opinião deles? Quero sempre eu acho que os atores que se os atores e as atrizes que são atores e atrizes, não são meros tarefeiros. 16:52 Qual é o fator x deles? O fator x? Deles, sim. O que é? Eu estou. Eu tive aí uma conversa aqui Na Na, neste, exatamente neste estúdio com com a Gabriela Batista, com a com a com a com a Gabriela Barros. E eu não preciso de saber e não sei nada sobre técnica, mas. 17:09 Eu, eu, eu imagino que qualquer munição que se dei àquela mulher, que ela vai transformar aquilo noutra coisa completamente diferente. O Woody Allen dizia uma coisa muito interessante que Era Eu sempre odiei ler e depois percebi que para conhecer mulheres interessantes, precisava de ler 2 ou 3 livros. 17:27 Para ser um pronto atual à certa. O que é que acontece com a Gabriela? A Gabriela é uma pessoa interessante. Os atores e as atrizes que são atores e atrizes são pessoas interessantes porque são inquietas, porque são atentas, porque percebem, porque conseguem. Conseguem ler não só uma cena, mas as pessoas que estão em cena com elas conseguem ler um realizador, conseguem ler uma história e, sobretudo, perceber. 17:50 Imagina se pensares no rei leão? Muitas vezes a pergunta sobre o que é que é O Rei Leão? As pessoas menos, menos levadas para as histórias dizem, Ah, é sobre um leãozinho. Que sofre? Não, não, não é sobre isso, é sobre família, é sobre herança, é sobre poder, é sobre legado, é sobre. No fundo, é sobre todos os conceitos que qualquer drama shakespeariano ou tragédia shakespeariana também é. 18:14 E, portanto, eu acho que quando tu encontras atores e atrizes a Sério, o fator x é serem interessantes porque têm ideias e porque pensam. Não se limitam a fazer pá. Um ator que se limita a fazer e diz o textinho muito, muito, muito certinho. É um canastal enerva me enerva, me dá vontade de lhes bater. 18:30 Não, não gosto disso, não me interessa. E isso não é sinónimo de desrespeito pelo argumento. É sublimar o argumento ou sublimar o scripta, a outra coisa que não é lida. É fermentar aquilo? Sim, eu diria que sim. É regar? Sim. Olha, eles oferecem te obviamente maneiras de fazer e a interpretação do texto, mas. 18:50 E tu tens a tua parte e a tua parte é aquilo que eu posso te chamar a ética do olhar, que é o teu ponto de vista o ponto de vista como eu queria dizer, como é que tu defines o ponto de vista? Como é que tu escolhes? Se queres fazer uma coisa mais fechada, mais aberta, de cima, de lado, o que é esse? E tu pensas nisso para além da técnica. 19:09 Sim, penso eu acho que o meu trabalho, Oo trabalho do realizador, no geral, é essa filtragem da realidade. Para, para encaminhar. Para encaminhar a história e encaminhar quem a vê ou quem, quem está a ver, para uma determinada emoção ou para uma determinada pergunta ou para determinada dúvida. 19:31 Para lançar de mistério. Enfim, eu, eu tenho. Eu sinto que eu tenho 41 anos, tenho já alguns anos de de realização, mas sinto que estou sempre não só a aprimorar, mas a encontrar melhor. Qual é a minha linguagem. 19:47 O pôr do sol não tem qualquer espécie de desafio do ponto de vista da linguagem. Ele é a réplica de uma de uma linguagem televisiva chata de de planos abertos, o plano geral. E agora vem alguém na porta, plano fechado na porta, plano fechado na reação, plano fechado na EE. Isso para mim, enquanto realizador, não foi um desafio maior. 20:05 Talvez tenha sido o desafio do corte, o desafio. Do ritmo da cena, da marcação da cena. Para, por exemplo. Há uma coisa que eu digo sempre e que é verdade no pôr do sol, sempre que as pessoas pensam, vão para o pé das janelas. Porque é uma cena de novela, não é? Eu vou aqui passar ao pé de uma janela e põem, se encostadas às janelas a pensar, não é pronto. 20:21 Isso tem muita. Influência olhando para o Horizonte? Horizonte longico não é essa aquelas coisas. Portanto, isso tem muita influência dos Monty Python, tem muita influência dos dos dos Mel Brooks, da vida, et cetera, porque eu, porque eu sou fã incondicional de tudo o que surge dessas pessoas. Mas, por exemplo, se me perguntares em relação à série que eu fiz sobre o 25 de abril, o sempre já é outra coisa, já não tem, já não há brincadeira nesse sentido. 20:45 E como é que eu conto? Como é que eu conto a história das pessoas comuns do dia mais importante para mim enquanto português, da nossa história recente para mim? E, portanto, essa filtragem, essa escolha, essas decisões têm a ver com. 21:03 Eu, eu. Eu sinto que sou um realizador hoje, em 2025, final de 2025, sinto que sou um realizador que gosta que a Câmara esteja no meio das personagens. No meio, portanto, não como uma testemunha afastada. Exato, não como uma testemunha, mas como uma participante. 21:18 Pode ser um, pode ser um personagem da minha Câmara. Pode, pode. Eu lembro me quando estava a discutir com o meu diretor de fotografia com o Vasco Viana, de quem? De quem sou muito amiga e que é uma pessoa muito importante para mim. Lembro me de estar a discutir com ele. Como é que íamos abordar a Câmara na primeira série que nós assinámos coiote vadio em nome próprio que se chama, até que a vida nos cepare era uma série sobre uma família que organizava casamentos e eram eram 3 visões do amor, os avós dessa desse casal que tinha essa quinta de casamentos, que vivia também nessa quinta, esse casal de avós, para quem o amor era para sempre o casal principal nos seus cinquentas, para quem o amor está a acabar por razão nenhuma aparente. 21:56 Desgaste, talvez. O amor às vezes acaba e é normal, e em baixo os filhos. Para ela, o amor às vezes, e para ele o amor é um lugar estranho, ou seja, repara. São uma série de aforismos sobre o amor que eu vou ter de filtrar com a minha Câmara. 22:11 Portanto, a maneira como eu filmo uso a voz em que o amor é para sempre está dependente de toque da mão que se dá da dança que se surge no Jardim dele, acordar a meio da noite, sobressaltado porque ela está junto à janela, porque está a começar a sofrer. De uma doença neurológica e, portanto, ele está a sarapantado e vai ter com ela e cobra com um cobertor. 22:31 Portanto, todos estes toques diferentes. No caso do casal principal que se estava a separar, eles nunca param muito ao pé um do outro e, portanto, a Câmara tem de correr atrás de um para alcançar o outro e nunca lá chega. Há uma tensão. Sim, há sempre uma tensão. E depois nos no. No caso dos mais novos, ainda era o mais específico. Mas diria que o Vasco sugere me e se falemos os 2 sobre isto. 22:51 E se a Câmara não for entre pé? E for respirada, não é, não é não é Câmara mão agitada, mas é eu sentir que há uma respiração Na Na lente que ela está um ligeiramente abanada. É o suficiente para, se eu estiver a esta distância da personagem e a Câmara estiver mais ou menos a respirar, eu sinto que eu próprio o espetador. 23:10 Estou sentado naquele sofá a olhar para aquela pessoa, a olhar para aquele, para aquela pessoa, para aquela realidade, para aquela família, para para aquelas ideias, não é? E para essa ideia? Que se tenta explanar, em 3 gerações, o que é o amor? A pergunta mais inútil que eu tenho para te fazer é, o que raio faz um diretor de fotografia num? 23:28 Filme, então o diretor de fotografia, para quem não sabe, é é Quem é Quem. No fundo, comigo decide a estética. Da imagem, a luz, a luz acima de tudo. Eu trabalhei já com vários direitos da sociografia, de quem gosto muito. O Vasco Viana é um deles, o Cristiano Santos é outro, porque é uma porque é. 23:44 Que se gosta de um e não se gosta tanto de outro? Não. Às vezes não tem a ver com isso. Eu não me lembro de um. Talvez em novelas que tenham trabalhado com diretos de sociografia, que, enfim, que foram bons, outros nem tanto. Mas eles constroem uma estética, constroem uma luz, um ambiente. Nas séries, sim. Não é no cinema, sim. 24:00 Na televisão. Acho que é muito complicado porque. Porque se obedece a critérios, sobretudo dos canais. Que vêm com uma frase, quando eu comecei a fazer novelas, ainda estávamos a discutir se a coisa havia de serem 16:9 ou 4 por 3. Portanto, parecia que ainda estávamos a quase na Roménia dos anos 60. 24:16 EEE não estávamos e, ao mesmo tempo, estávamos muito próximos disso. EEE. No fundo, o que o diretor da fotografia faz é essa escolha da cor, da luz, do enquadramento, claro que em concordância com aquilo que eu pensei, mas é a primeira pessoa que consegue consubstanciar. 24:35 A minha visão sobre a história é isso. Olha, OOA, escolha de um plano para filmar é uma escolha moral. Também estava te a ouvir, agora a falar do 25 de abril e de e, portanto, 11. A ideia que tu tens sobre as coisas depois interfere também na maneira como tu escolhes um plano. 24:51 O que é que vais filmar ou como é que vais? Filmar, eu acho que, sobretudo, tem a ver com o eco que a história tem em ti. Não é uma coisa acética nem agnóstica. É uma coisa implicada, não é uma coisa implicada, isto é, se há uma ideia tua enquanto autor. Sobre a história, que vais esmiuçar em imagens, é mais ou menos a mesma coisa. 25:11 Que tu sabes que a Sophia de Mello breyner aprendeu gramática na escola. Eventualmente português teve aulas de português. Suspeitamos que. Sim, pronto. Aprendeu a escrever, mas ninguém a ensinou a fazer poemas. Vem dela. E essa implicação na escolha das palavras, da métrica do soneto ou do verso, et cetera, ou da ou da Quadra, ou, enfim, seja o que for. 25:30 É uma coisa que lhe vem de uma decisão. Não é de uma decisão, nem que seja do espírito, não é? Eu acho que o realizador tem a mesma função quando quando se permite e, acima de tudo, quando se assume como realizador e não um tarefeiro a mesma coisa que o ator. 25:46 Olha, como é que tu estás a falar de ficção? Obviamente, mas a ficção tem um poder secreto que é alterar a realidade ou a nossa perspetiva sobre a realidade ou não. Quando eu vejo, quando eu vejo que tu filmas uma determinada coisa num determinado prisma, com uma determinada ideia, eu, eu já quase não consigo ver a realidade como a realidade é eu, eu, eu já já tenho mais uma camada de tu vais me pondo umas lentes, não é? 26:15 Quer dizer, olha para aqui, olha para acolá. Sim, mas repara, os livros têm o mesmo poder, não é? Desde que tu te deixes contagiar com uma ideia, a arte. A arte, seja ela. Seja ela sobre a forma de uma Mona lisa ou de uma comédia, não é é essa reconfiguração do real para ser percecionada pelo outro. 26:40 E o outro pode se deixar contagiar ou não se deixar contagiar. Imagina que tu não achavas piada nenhuma ao pôr do sol? Há pessoas que não acharam piadinha nenhuma ao pôr do. Sol desligas te não vais ver? Sequer. Mas não vais ver isso? O teu real continua, ou seja, a minha. A minha pretensão com o pôr do sol não é mudar o mundo. Não é mudar, é divertir, me em primeiro lugar e achar que isto pode pode divertir. 27:02 Pessoas pode fazer umas cócegas à moda? Pode fazer cócegas à moda, aliás, pode pôr o dedo na ferida até rir. Estás a ver. Sim, porque depois tu é assim aqui. A história obviamente é engraçada. EE aquilo dá vontade de rir, mas tu gozas com todo o tipo de preconceitos e mais algum que lá estão em cima da mesa. 27:17 Claro. E esse EE aí também se tem de fazer jus ao ao texto que me chega do Henrique dias. Ou seja. Eu, o Rui e o Henrique discutimos a ideia. Eu e o Rui tínhamos uma lista extensa de tudo o que se passa em novelas, quem é a esta hora, quem é que Há de Ser no meu telemóvel, beber copos, partir, copos, cavalos, bem, famílias ricas, et cetera. 27:36 Mas depois o Henrique tem esse condão de agarrar nessas ideias e de algumas de algumas storylines que nós vamos lançando, é pá. E fazer aqueles diálogos que são absolutamente fabulosos, não é? Quer dizer, lembro, me lembrei, me. Lembro me sempre de vários, mas há uma, há um, há um apidar no na primeira temporada, que é talvez o meu plano favorito, que é um dos membros da banda que vem a correr desde o fundo do plano e que cai em frente à Câmara e diz, não, não, eu estou bem. 27:59 Dê me um panado e um local que eu fico logo bué, pronto. Isto é uma coisa muito nossa, muito proximidade, que tem graça porque tu já ouviste alguém dizer isto e pronto. E quando se tem essa, quando se tem essa junção porreira de de sentidos, de humor. 28:17 A tendência é que isso crie, crie qualquer coisa de reconhecimento. O que nós encontrámos com o pôr do sol foi um reconhecimento, é pá, surpreendeu, me surpreendeu me ao máximo e depois açambarcou nos a todos e foi a Suburbano a sobrevoou me de uma maneira assustadora, foi, imagina, eu tive um acidente de Mota pouco tempo depois da primeira temporada acabar, fui ao chão e fiquei, fiquei magoado e fiz me nada de especial, estava no hospital. 28:46 E o enfermeiro chefe dizia, sistema anel, pureza, agora vou pôr aqui um megaze, não sei quê. Ou sistema anel, pureza, não sei quê, mas assim. 11 trato espetacular. Uma coisa muito, muito solene, muito solene, e é. Pá e nas tantas ele estava a fazer o tratamento e disse assim, é pá e vê lá se tens cuidado e eu, espera aí, houve aqui qualquer coisa, houve aqui um problema na Matrix ou então não sei o que é que aconteceu e o gajo diz, desculpe, desculpa, é que eu sou de massamá e eu sei o que é que é cheirar AIC 19, todos os dias que é uma tirada do pôr do sol posso chamar os meus colegas assim? 29:12 O que é que se passa? Entraram para aí 5 ou 6 enfermeiros. Dizer é pá, obrigado. Pelo pôr do sol, por isso é convidada, portanto, Na Na enfermaria. Todo todo arrebentado. E eles todos quando em dia e eu percebi pronto, isto bateu, bateu a um nível de podemos reconciliar a televisão com uma certa cultura pop que teve alguns exemplos extraordinários na comédia ao longo da nossa história. 29:34 Temos o Raul solnado, temos o Herman José, temos Oo Ricardo Araújo Pereira e o gato fedorento, o Bruno Nogueira. Esses. Esse, atualmente, o Bruno Nogueira e o Ricardo Araújo Pereira continuarão a? Fazer são fundações, no fundo, são coisas que a gente olha e diz assim, uou. Eu acho que experimentei um bocadinho disso. Ele experimentava esta equipa, experimentou um bocadinho disso, quando de repente temos pá, um Coliseu de Lisboa cheio para ver uma banda que está a fazer playback. 29:56 Nós fizemos isso com Jesus Cristo, não é? A banda do pôr do sol foi tocar, não tocou nada, ninguém deles. Nenhum dos tocou, não sabem tocar e. Esgotámos OOO Coliseu para ouvirmos uma cassete em conjunto e as pessoas foram. Para participar num episódio ao vivo que não era episódio, não estava a ser. Filmado sequer tu vendeste, tu vendeste uma fantasia que toda a gente sabe que não existia, mas a ideia de comunhão. 30:16 Foi nessa narrativa e eu acho que isto é uma coisa que nos anda a faltar cada vez mais, não é? Nós nós não temos essas comunhões. Tu vês uma série? Ou melhor, é mais frequente teres um diálogo com um amigo e diz assim, pá, tens de ver aquela série, não sei quê, é espetacular, não sei quê quantos episódios, viste? Vi meio, mas é espetacular. 30:32 E já não é aquela coisa de Bora fazer um? Serão lá em casa, em que juntamos amigos e vemos um filme? Como aconteceu antigamente, antes da televisão se alinear? Antes de antes da da televisão te permitir uma ilusão de poder da escolha, não é? Eu agora escolho o que vejo. E a televisão morreu? Nada, não. 30:49 Nem vai morrer. É como a rádio morreu, não é? Quer dizer, a gente volta e meia a rádio a. Rádio a rádio tem mais vidas que um gato. Não é pronto porque a rádio foi ver o apagão, não é? O apagão foi uma. O apagão foi um delírio. Apagou tudo para. Os da rádio? Claro, claro. Evidentemente, isso era o que havia. E isso é extraordinário, porque isso faz, nos faz nos perceber que a volatilidade das das novas tecnologias etcétera, pá, é porreiro, é óbvio. 31:11 Então agora temos aqui 2 telemóveis, estamos anão é? Estamos aqui a filmar. Temos boa parafernália, mas mas. No limite. Naquele momento em que achávamos todos que a Rússia atacar e não era nada disso, o que queríamos era ouvir alguém a falar. Connosco o fenómeno dos podcasts como este é eu, eu dou por mim assim que é. 31:30 Eu gosto de ouvir pessoas à conversa, porque me acalma e me baixa o ritmo do scroll. Há uma. Música, não é? E é EEEE, aprendes qualquer coisa. E por isso é que eu gosto de pessoas. Estás a ver quando eu, eu houve uma vez 11 coisa que me aconteceu que eu acho que que é pá, que eu nunca mais me esqueci, que foi um amigo meu. 31:48 Que, entretanto, nunca mais falámos, é um facto. As histórias foram para os sítios diferentes, mas um dia entrou me para casa, à dentro. Eram para aí 10 da noite e diz me assim, preciso de conversar. E perguntei, lhe mas o Gonçalo de quê? Não, pá de nada, preciso só de conversar. Tens tempo para conversar e eu fiquei. 32:07 Isso é uma grande declaração, isto é. Extraordinário. Pouco tempo depois, estava em Angola a fazer uma série, uma novela. Perdão, uma. A melhor novela que eu fiz na vida é que foi uma novela para Angola, uma coisa chamada jikounisse. E há um assistente meu, Wilson, que chega 2 horas atrasado ao trabalho, é pá e era um assistente de imagem, fazia me falta. 32:25 Ele chega, Ah, presa, peço desculpa, cheguei atrasado e tal só para o Wilson 2 horas atrasado, o que é que aconteceu? Tive um amigo que precisou de falar e eu juro te que me caiu tudo, eu não lhe. Eu quero ter um amigo assim, eu não. Posso, sim. Eu não me lembro disto acontecer em Portugal. 32:42 Para mim, disse. Para mim mesmo, eu não me lembro. De. De. De dar prioridade a um amigo em detrimento do trabalho. Porque o trabalho me paga as contas e os filhos e não sei quê. E o ritmo e a carreira. E eu reconheci me e de repente há um amigo meu que precisa de conversar. 32:58 Estamos a ouvir pouco. Então, não estamos eu acho que estamos. Estamos mesmo muito. Temos mesmo muito a ouvir, a ouvir muito pouco, acho mesmo, acho mesmo. Isso isso aflige me sobretudo porque há um, há um é pá. Eu estou sempre a dizer referências, porque eu, de repente, nestas conversas, lembro me de coisas. O Zé Eduardo agualusa assina 11 crónica, creio no público há, há uns anos, largos da importância de, de, de, de de fazer mais bebés, porque o mundo está tão perdido que só trazendo gente boa, muita gente boa de uma vez em catadupa. 33:29 É que isto melhora e eu acho, essa visão. Uma chuva de. Bebés uma chuva de bebés, mas de, mas de bebés bons, de bebés, inquietos, de bebés que fazem birras pelas melhores razões de bebés, que brincam sem computadores, sem coisas que que se que chafurdam na, na lama, et cetera, fazem asneiras. 33:45 Sim, sim, eu, eu, eu gosto muito de ser pai, mais até do que ser realizador, gosto muito de ser pai e acho que isso é é precisamente por essas, pelos meus filhos, claro que são os meus, mas se tivesse, se houvesse outras crianças. De que eu tomasse conta? Acho que era isso que é. 34:01 Tu perceberes que até uma certa idade nós não temos de nos armar noutra coisa que não ser só crianças. E acho que eu pessoalmente, acho que tenho 41 anos e às vezes sinto uma criança perdida até dizer chega EE, acho que pronto. 34:18 Enfim, o tempo vai adicionando, adicionando te camadas de responsabilidade. Agora temos temos de saber mexer microfones, inverter a água, et cetera, e meter fones, et cetera. Mas, no fundo, somos um bocado miúdos perdidos a quem? A quem se chama pessoas adultas porque tem de ser, porque há regras, porque há responsabilidades e coisas a cumprir. 34:35 Acho que só o Peter Pan é que se conseguiu livrar dessa ideia de poder. Crescer, coitado. Já viste? Pois é mesmo o Peter Pan sem andar com aquelas botas ridículas também. Exato. EE, qual é? Sabemos. E o capitar, não é? Pensando bem, a história dramática é o que quando estás com neuras a tua vida é um drama refugias te na comédia fechas te de ti próprio. 34:55 Não queres falar com ninguém? Quando estou com. Que é frequente é. Frequenta é? Então, o que é que te bate? O que é que te faz o. Que me bate é nos dias que correm e não só não conseguir tocar à vontade na minha função enquanto artista. 35:15 Isto eu vou te explicar o que é. Os artistas não precisam de ser de um quadrante político ou de outro. Eu eu sou de esquerda, assumidamente de esquerda. EEE, defenderei até à última este esses ideais. Ainda à esquerda, direita. Há, há, há. Eu acho que há, há. É cada vez menos gente com quem se possa falar de um lado e de outro. 35:32 Há uma. Polarização sim, sim, porque porque, enfim, isso são são outras conversas, mas o os artistas, no meu entender, estão a perder a sua perigosidade isso enerva me, ou seja, eu às vezes sinto que não estou anão, não estou a transgredir. 35:49 Não estou a ser perigoso, não estou a questionar, não estou. Estou a ir ao sabor de uma coisa terrível, que é ter de pagar as minhas contas. É o rame. Rame mais do que isso é eu deixar me levar pela corrida que é. Tenho de ter mais dinheiro, tenho de conseguir a casa, tenho de conseguir a escola dos putos tenho, não sei quê. 36:07 Devias ser mais um moscado, aquele que que dava umas picadelas aqui à. Eh pá devia questionar. Devia. Os artistas são se nasceram para isso e eu se me se eu me considero artista e às vezes isso é difícil. Dizer isso de mim, de mim para comigo. Eu imagina o Tiago Pereira, o Tiago Pereira que anda AA fazer um acervo da música portuguesa, a gostar dela própria, pelo pelo país todo, com gente antiga, com gente nova, com com gente toda ela muito interessante. 36:36 A importância de um Tiago Pereira no nosso, no nosso país, é é inacreditável. Quantas pessoas é que conhecem o Tiago Pereira? E, pelo contrário, não estamos focados Na Na última Estrela do ou do TikTok ou do big Brother ou de outra coisa qualquer. 36:51 Até podia ser uma coisa boa, estás a ver? Ou seja. Complementar uma coisa e outra. Sim, ou seja, eu, eu. A coisa que mais me interessa é saber quem é que com 20 anos, neste momento está a filmar em Portugal e há muita gente boa. Tu vês os projetos da RTP play e da RTP lab? E é gente muito interessante. Então, e porque é que? 37:06 Nós não estamos a estornar essa gente? E a e a potencial? Porque, porque a corrida? É mais importante, ou seja, tu queres a. Corrida dos ratos Na Na roda. É e é coisa de chegar primeiro, fazer primeiro, ganhar mais que o outro, não a solidariedade é uma, é uma fraqueza AA generosidade é uma fraqueza aplaudires alguém que é teu par é mais, é mais um penso para a tua inveja do que propriamente uma coisa de quem é que ganhamos? 37:34 Todos vamos lá. OOOO rabo de peixe, por exemplo, é um é um caso lapidar nesse sentido. Que é o rapaz? É extraordinário. É extraordinário neste sentido, eu? Posso? A primeira série é uma pedrada No No charco, que é uma coisa mágica o. 37:50 O Augusto Fraga, que é uma pessoa que eu, de quem eu gosto bastante e conheço o mal, mas gosto bastante, assina uma série que a primeira coisa que foi vista sobre essa série, ainda que estivéssemos a com 35000000 de horas ou 35000000 de horas, sim, vistas por todo o mundo. 38:08 Ah, não sei quantas pessoas, minhas colegas, tuas colegas, enfim, colegas de várias pessoas que estão a ver este mote caso dizem assim, ó, mas eles nem sequer fizeram o sotaque açoriano. Ah, e aquela e aquela ideia de não contrataram só atores açorianos? Pronto, sim, vamos ver uma coisa, porque porque é que vamos sempre para essa zona precisamente por causa da corrida, porque isto é importante. 38:32 A inveja é lixada? Nada. Fraga sim, a inveja é lixada e mais do que isso, esta inveja. É patrocinada pelo sistema, o sistema, o sistema sublima. Quando nós achamos que quem, quem, quem é nosso inimigo é quem faz a mesma coisa do que nós, nós temos menos de 1% para a cultura neste país. 38:50 E quando há dinheiro, quando há dinheiro, nós andamos a tentar queimar o outro para conseguirmos chegar ao dinheiro, ou seja, perante as migalhas. Nós não nos organizamos, a dizer assim. Pá a mão que está a dar as migalhas é que está errada. 39:05 Não. O que acontece é não. Mas eu já discutimos isso. Primeiro eu preciso de de amoedar as migalhas para mim e depois então discutimos, é uma. Corrida mal comparado de esfomeados. É, mas em vários. Mas é. Não estou a ver só na cultura, não é? Não é só na cultura. E. Já dizia o Zé Mário branco, arranja me um emprego. 39:22 O Zé Mário branco dizia tanta coisa tão mais importante, tão tão tão importante nos dias que correm, o Zé Mário branco, enfim. Mas eu até diria que isto, que este país que é pequeno. Que é pequeno em escala. Que é pequeno, que é pequena escala. 39:39 Podia ver nisso uma vantagem. Podíamos ver nisso uma vantagem, porque eu acho que o país somos nós e acho que as pessoas não. Não temos essa noção, não é EE essa e essa noção de que não dedicamos tempo suficiente a estarmos uns com os outros e de ligarmos as peças boas e de tornar isto uma coisa mais interessante, claro. 39:57 Interessa me, interessa me. Muito há uma cultura de mediocridade, não? Isso eu acho que não, o que eu acho é que há. Ou melhor, como é que se compatibiliza esse essa corrida dos ratos na roda, em busca da última migalha com coisas de excelência que subitamente aparecem? 40:13 Eu acho que quando tu sentes que isso é um acidente, rapaz, isso é um acidente, não é? É um acidente. Antes tinha tinha havido o Glória e nós tínhamos achado. Tio Glória era a primeira coisa da Netflix. Parece um bocado aquela coisa de o ator que é pá. 40:29 Eu sou um grande ator. Eu fiz uma formação no Bahrain para aprender a ser a fazer de post. Foi uma formação de meia hora, chega cá e dentro e vai dizer assim, é pá. Este gajo é bom meu. O gajo esteve no barrain. Vende-se bem este. Gajo é bom, não é? E de repente não. Ele esteve no barém a fazer de post e é melhor do que um puto que veio da PTC ou 11 miúda que veio da STCE está a tentar vingar. 40:50 Eu tive agora uma conversa por causa da da dos encontros da GDA para para o qual foi foi gentilmente convidado e foi foi incrível estar à conversa com Malta nova. Não é assim tão nova quanto isso, mas Malta entre os 25 e os 35 anos, atores e atrizes, em 4 mesas redondas em que IA assaltando eu, o António Ferreira, a Soraia chaves e a Anabela Moreira, é pá EEAEA dúvida é a mesma de que se houvesse uma mesas redondas de veterinários, de veterinários ou de médicos, ou de ou de assistentes sociais, que é como é que eu começo isto? 41:20 Como é que eu faço isto? Qual é o percurso, onde é que está? O repente GDA faz uma coisa incrível que é, vamos pôr as pessoas a conversar. É um bom início, pá, é um. Excelente início. E nós não andamos a fazer isso, não andamos a fazer isso, por mais associações que haja, por mais coisas, et cetera. E há gente a fazer este, a tentar fazer este trabalho. 41:38 Não há um sindicato da minha área que funcione. O sindicato dos criativos pode ser então? O sindicato, o Sena, o sindicato Sena. As pessoas queixam se que não é um sindicato, mas não estão nele. Quando eu digo que não há um sindicato, é o sindicato, existe. As pessoas é que não vão para lá e queixam se das pessoas que lá estão. 41:55 Isto não faz sentido nenhum. Ou seja, nós estamos sempre à espera que nos dêem. Mas é aquela coisa velha, essa coisa que foi o Kennedy, que disse não é não, não perguntes. O que é que o teu país pode fazer por ti? Pergunta te, o que é que tu podes fazer pelo teu? Portanto, não temos uma mecânica por um lado de devolução à sociedade daquilo que nós estamos AA receber e, por outro lado, de de agregação, num interesse comum, ou numa imaginação comum, ou em alguma coisa que podemos fazer juntos. 42:17 Eu, eu acho que, sobretudo, tem a ver com celebramos? Não, acho que não. Até porque é tudo uma tristeza, não? É, não, não, não. Eu acho que é assim. Eu acho é que é tudo muito triste porque não nos celebramos. Porque há razões enormes para nos celebrarmos, há razões mesmo boas, para nos celebrarmos. Bom, mas eu não quero deprimir te mas um tipo que chuta 11 coisa redonda de couro e que acerta numa Baliza é mais valorizado do que um poeta que escreveu o poema definitivo sobre o amor ou sobre a vida? 42:43 Mas isso, pão e circo? Isso pão e circo. E isso a bola também é importante. E está tudo bem? Eu sou. Mas tão importante. Não é? Porque eu eu gosto de futebol, gosto. Eu gosto de futebol, sou um, sou um. Sou um fervoroso adepto da académica de Coimbra e do. Falibana do Benfica, da da académica, sou da académica. 43:00 Está péssima, não é? A académica está terrível, mas é isso. Ou seja. Eu acho que tem, Maura continua, tem? Maura, claro. E terá sempre. Eu sou, sou, sou da briosa até morrer, mas. Mas de qualquer das maneiras, sinto que essa coisa que é, há espaço para tudo. Eu acho que eu o que faz falta? E animar a Malta? 43:17 É educar a Malta? É educar a Malta. Faz muita falta. Eu acho que faz muita falta a educação neste país. E isso tem a ver com política, tem a ver com escolhas, tem a ver com coragem. EAAA educação não tem sido muito bem tratada nos últimos tempos. 43:35 Se há gente que se pode queixar são os professores e os. Alunos, porque nós só descobrimos daqui a 10 anos ou 20 que isto não correu bem. Claro, mas já estamos a descobrir agora, não é? Depois, já passaram algum tempo sim. Quais é que são as profissões de algumas das pessoas que estão no hemiciclo que tu reconheces profissões não é? 43:52 De onde é que vêm? Vêm das jotas vêm. São juristas, normalmente economistas, certo? Mas um médico. Há um ou 2? Há um ou 2, há alguém que tu, um professor? Deixa de ser atrativo. A política devia ser essa coisa de eu reconhecer. 44:10 Figuras referenciais. Os melhores entre nós que que escolhidos para liderarmos, sim. Escolhidos por nós. Ou seja, porque é que eu acho isto? Mas eu acho isto desde sempre, sempre, sempre. Eu sei isto. Aliás, eu venho de uma casa que é bastante politizada. A minha casa, a minha família é bastante politizada. O apelido. 44:27 De pureza não engana. Pois não engana. Às vezes acham que ele é meu irmão, mas é meu pai. EE pá é um gajo novo. De facto, é um gajo novo. Mas é isso que é caneco. Quem são estas pessoas? Porque é que eu vou votar nestas pessoas, estas pá. A prova agora de Nova Iorque não é 11 Mayer de 34 anos, chamado zoranmandani, que de repente ganha as eleições sem os mesmos apoios, que teve outro candidato. 44:50 Não houve Bloomberg, não houve Trump, não houve nada. Houve um tipo que veio falar para as pessoas e dizer lhes o que é que vocês precisam, de que é que precisam, o que é que vos aflige, de que é que têm medo, que sonhos é que vocês têm? Isso é tão importante e tão raro. 45:06 Afinal, o método que funciona sempre não é fala com pessoas, conta uma história ou houve cria uma expectativa? Olha, porque é que o humor explica tão bem o mundo? Eu sei, também há o choro, porque é que o humor explica tão bem? Porque tudo pode ser ridículo. E é e é tão ameaçador, não é? 45:22 Claro, claro, claro. Olha o Rio, vai nu. Exatamente tal e qual tem a ver com isso, não é? E mais do que isso, é eu, eu acho. Eu sinto que nós vivemos num país que não tem assim tanto sentido de humor. E explico porquê nós não nos rimos tanto de nós. Rimos mais dos outros quando nos rimos de nós? 45:39 É é tipo, Ah, então, mas mas estão a falar de mim. Rimos de escárnio. Sim, os os melhores, as melhores pessoas, as melhores pessoas portuguesas a terem sentido humor são os alentejanos. Porque são eles que têm as melhores notas sobre eles. Que eles próprios contam? Exatamente quando tu tens um. 45:54 Eu não sou lisboeta, portanto, posso dizer mal à vontade de vocês todos que estão a ouvir. Quando o lisboeta disse assim também. Sou alto minhoto, portanto, já estamos. Estás à vontade, não é pronto quando o lisboeta disse. Tudo que seja abaixo, abaixo, ali do cavado é soul. É soul? Exatamente. Está resolvido, pá. A minha cena é coisa do quando o lisboeta diz, tenho aqui uma nota sobre alentejana dizer, Hum. 46:11 A minha família toda alentejana, pá. Não, não acho que acho que não é bem a coisa eu diria isso, ou seja, porque é que o amor explica tão bem o mundo, explica no sentido em que, de facto, isto esta frase não é minha, é do Henrique dias. E ele acho que acho que ressintetiza isto muitíssimo bem. O argumentista do pôr do sol, que é tudo, pode ser ridículo. 46:28 O gajo da bola de couro, um círculo de de de couro que é chutado para uma Baliza, é tão ridículo como é eventualmente alguma. De algum ponto de vista sobre a religião, sobre a política, sobre a economia, sobre os cultos? 46:46 Não é os cultos pessoalizados em líderes que de repente parece que vêm resolver isto tudo e são ridículos. Quer dizer, são ridículos acima de tudo. O mito do Salvador da pátria. O mito do Salvador da pátria não é? Depois ficou substanciado em 60 fascistas. Isso é para mim. Era expulsos ao ridículo. 47:02 Incomoda os imensos. Mas a gente já viu isto em vários momentos, desde momentos religiosos até momentos políticos que é. E este vem lá ao Messias, vem lá ao Messias. E o cinema português também. O próximo filme vem sempre salvar isto tudo. E é só um filme percebes o que eu estou a dizer? Ou seja, não. 47:18 Este é que é o filme que toda a gente vai ver e vai rebentar com as Caldas. Não, não tem de ser assim, é só um filme. Só me lembro da Branca de Neve, do João César Monteiro, não é que filmou uma coisa para preto, para negro? Sim, mas mais do que isso, estava a falar de termológica comercial que é, os exibidores estão sedentos? 47:35 Que venham um filme que faça muitos números e que salve o cinema, et cetera. A pressão que se coloca, se fosse fácil fazer um filme desses, até eles próprios administradores teriam ideias. Sim, faz mesmo. A campanha viral lembro me sempre é. Faz uma coisa que vai ocupar toda a gente vai falar exatamente e que vai ser uma coisa. 47:51 Extraordinária. Um escândalo, no melhor sentido. Não sei quê, não sei quê e depois não acontece porque não é assim que as coisas não é, as pessoas não vão, não vão. Nessas modas, aliás, as pessoas estão cada vez mais dentro. O paradoxo é que as pessoas estão cada vez mais exigentes. O que é bom? Sim, mas dentro desta lógica que temos falado, que é tiktoks, et cetera, volatilidade é uma coisa superficial e de repente já nem tudo cola. 48:12 O humor repara o humor. O Bruno Nogueira, por exemplo, é um bom exemplo disso que é o Bruno Nogueira faz 111 programa extraordinário vários. Faz os contemporâneos, faz o último a sair, depois faz o princípio meio e fim, que é uma coisa arrojadíssima. Sim, ele faz coisas sempre diferentes. 48:28 Não é ele. Ele. Ele quebra os padrões sempre. Mas se reparares agora, neste, no, no, no ruído, ele já não é a mesma coisa. É um programa de Sketch que tem lá uma história que num tempo distópico em que. Sim, mas aquilo resolve se a um conjunto de de Sketch e as. 48:45 Pessoas aderiram massivamente, portanto, eu acho que isto é assim. A roda vai dando voltas. Depois voltamos um bocado à mesma coisa. O Herman, por exemplo, o Herman que é um dos meus heróis da televisão. O Herman andou por todas essas ondas e agora está numa onda de conversa e tudo mais. 49:04 E continua a ter imensa. Graça mas ele pode fazer tudo o que? Quiser, não é? Pode. Chegou este mundo do mundo para poder fazer tudo. Sim, talvez não chegue a todas as gerações como chegava. Não é dantes. Eu lembro me, por exemplo, No No no célebre Sketch da da última ceia, não é? 49:20 Ele chegou a todas as gerações, houve umas gerações que odiaram isso foi incrível, eu adorei, eu adorei esse momento iá, e ele é também um dos meus heróis por causa desse momento, porque, porque, enfim, porque qual que lá está transgressor, perigoso artista? 49:38 O Herman é tudo isso sim. Pode a qualquer momento fazer dinamitar isto olha fora o humor, tu tens, posso chamar lhe maturidade emocional entre o felps e os infanticidas. O que, o que muda no teu olhar quando quando tu transpassas da comédia para, para, para o drama, o humor e a dor são são irmãos. 49:58 O sim, diria que sim, mas mais do que isso, é há coisas que me que me inquietam, não é? Eu com 41 anos e 3 filhos, EEE uma história já muito porreira. O que? É que te inquieta. Várias coisas. Olha esta coisa da do dos artistas, esta coisa da sociedade portuguesa, esta coisa de o que é que é ser português em 2025, o que é que é ter 41 anos em 2025? 50:21 A amizade, a amizade inquieta me há amigos que desaparecem e não é só porque morrem, há há. Há outros que desaparecem porque. Perdemos lhe o rasto. Ou isso, ou porque nos zangamos EEA coisa vai de vela e é assim. E a vida é dinâmica e. E às vezes questiono, me, não é? 50:37 Questiono me sobre quanto é que vale uma amizade, por exemplo, os enfatisídeos é sobre isso, não é? Ou seja, 22 amigos de 2 amigos de infância que aos 17 anos dizem, se aos 30 anos não estivermos a fazer aquilo que queremos fazer, matamo nos daquelas promessas adolescentes e de repente um deles apaixona se e casa se. 50:57 E ele às vezes não quer morrer e a amizade vai à vida. E aquele que ficou para sempre com 17 anos, que sou um bocado eu, não é? Porque eu acho os problemas aos 17 anos é que são os verdadeiros problemas da existência humana. Os outros são chatices da EDPE da epal estás a ver isso? São outros chatices pagar as contas, pagar contas é só isso, porque tudo o resto é só o que é que eu estou aqui a fazer? 51:17 Porque é que eu me apaixonei, porque é que ninguém gosta de mim, porque é que essas coisas são tão ricas, são tão boas de testemunhar eu tenho. Tenho um exemplo incrível de ter 11 filho extraordinário chamado Francisco, que tem 14 anos e que tem umas inquietações muito. 51:34 Muito boas pá, muito, muito poéticas, muito. É uma idade difícil. E boa. E tão boa. E tenho. Tenho muita sorte. Francisco é um miúdo incrível. Mas mesmo que não fosse, eu diria assim. Para ele e tu e tu estimulas ou acalmas as ânsias dele. Eu eu acho que sou eu e a mãe dele, acho que somos estimuladores da sua, das suas várias consciências, social, política, artística. 52:02 Mas temos uma, o respaldo que encontrámos naquele naquele ser humano, foi maior do que qualquer um incentivo que nós pudéssemos dar. Ou seja, nós lançámos um bocadinho, as paisadas para os pés dele e ele de repente floresceu. E é hoje em dia uma pessoa é um ser humano extraordinário e pronto. 52:19 E eu costumo dizer aos meus amigos que o primeiro filho muda a nossa vida, o segundo acaba com ela, uma terceira. Esta turística, sim, é pá. Eu acho que os 3 deram um cabo da minha vida. É uma dinâmica diferente, não é? 3. É, é ainda por cima estão os passados, não é? Um tem 14, outro tem 3, outro tem 1 ano e meio e para o ano provavelmente quero ter mais um filho, porque acho que é lá está eu estou com água, luz a tatuar aqui, algures, portanto, tu. 52:43 Vais salvar o nosso problema de de de naturalidade e demográfico. Eu espero que sim, eu já sou Oo chamado povoador dos olivais. Portanto, vão para sim, sim, olha o que é que te falta fazer para fecharmos o que é que anda o que é que andas a escrever o que é que anda, o que é que te anda a inquietar o que é que te anda aí a. 53:01 Debaixo do teu olho. Olha, estou concorri a uma bolsa para escrever um livro. Pode saber sobre o quê? Sim, sim, é um filme que eu não, que eu não tenho dinheiro para fazer e, portanto, vou fazer o livro. E depois pode ser que o livro reúna. E os bons livros dão sempre grandes filmes. 53:17 Ao contrário, os maus livros, eu sei que eu sei que vou ser fraquinha e, portanto, os maus livros dão bons filmes, os bons livros. Portanto, a tua expectativa é que o livro seja mau que é um grande filme? Sim, sim, não. Mas pelo menos seja seja livro. Isso é importante. Eu gosto imenso de livros. Gosto imenso de ler. É das coisas que eu mais gosto de fazer, é de ler. Fiz isso candidatei me EE. 53:33 Entretanto, estou a preparar uma série de outro género, completamente diferente, que é uma série de de fantástico de terror, escrita por 5 amigos, de que eu tenho muita estima. Por quem tenho muita estima, o Tiago r Santos Oo Artur, o Artur Ribeiro, o Luís Filipe Borges, o Nuno Duarte e o Filipe homem Fonseca. 53:51 Que é uma série chamada arco da velha, que terá estreia na RTPE, que se passa entre Portugal e a galiza e também vai ter uns toques de Brasil. E estou também a preparar outro projeto lá mais para a frente, que é provavelmente os projetos que eu mais quero fazer na vida até hoje, que estou a desenvolver com a Ana Lázaro, com a Gabriela Barros e com o Rui Melo. 54:13 É impossível falhar, já ganhaste. Completamente impossível falhar porque esta ideia original é da Gabriela e do Rui. Ei, e eles vieram ter comigo. E eu fiquei para já muito conten

netflix tiktok donald trump hollywood brothers european union portugal matrix desde os estamos brasil rio antes era hist quando qual uma quer ent bloomberg espero ia rom tudo ant esse sim nas sol ele agora depois aa vem tamb deus isso aaa ao pelo mois quais parece david lynch ainda malta foi fazer sem herman muito reden sabemos monte seja fala peter pan gpt falamos primeiro espera claro anal pereira perd tens monty python nem temos pronto muitas ei ee mayer pois sketch assume bora no no ferreira angola chegou num esperan conta bahrain lisboa falar bom essas tiago liberdade contar talvez pensando gra mel brooks podem vasco quase quero estou tenho esses imagina fonseca pouco faz mello vende inf posso deixa realiza obrigado isto henrique voltamos quantas sou influ dali benfica gon messias corrida olha neve hum filipe portanto dizer jesus cristo excelente vontade crescer enfim monteiro obviamente mota estrela nenhum acho horizonte coimbra gosto jardim jeito completamente oo fellini pergunta houve pureza extraordin perdemos branca regra franca rui nova iorque tornou tive alunos eram caldas gda evidentemente rtp beb fiz naquele ptc queres fraga na na ouvimos oooo rame viu escutar deles polariza aic rir atores voltei exatamente cresceu aprendeu nessas oka devia eee filma quadra lembro eventualmente conseguem independentemente complementar eea pensei o rei le coliseu soraia eeo filmar imaginem ricardo ara eeee entraram filmado gajo connosco bruno nogueira eeeee tiago pereira exato herman jos rimos cristiano santos aact ooa gabriela barros
Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | DIGNO DE TODO O LOUVOR

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 3:15


Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 18:1-6 Plano De Leitura Anual: EZEQUIEL 22–23; 1 PEDRO 1  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Muitos consideram Ferrante e Teicher como o maior dueto de pianistas de todos os tempos. Suas apresentações eram tão precisas que o estilo deles era descrito como quatro mãos e uma mente. Ao ouvir suas músicas, é possível entender o quanto de esforço foi necessário para aperfeiçoar a técnica. Eles amavam o que faziam. Na verdade, mesmo depois de se aposentarem, apareciam ocasionalmente em uma loja de pianos apenas para fazer um concerto improvisado. Ferrante e Teicher simplesmente adoravam música. Davi também adorava fazer música, mas ele se uniu a Deus para dar à sua música um propósito maior. Seus salmos confirmam sua vida cheia de lutas e seu desejo de viver em profunda dependência de Deus. No entanto, em meio às falhas e imperfeições pessoais, seu louvor expressava uma espécie de “tom espiritual” perfeito, reconhecendo a grandeza e a bondade de Deus, mesmo em tempos sombrios. O profundo desejo de Davi em seus louvores está declarado no Salmo 18:1, que diz: “Eu te amo, Senhor; tu és minha força”. Davi continuou: “Clamei ao Senhor, que é digno de louvor” (v.3) e voltei-me para Ele “em minha aflição” (v.6). Independentemente de nossa situação, podemos também elevar o nosso coração para louvar e adorar nosso Deus. Ele é digno de todo louvor!  Por: BILL CROWDER 

Mensagens do Meeting Point
01 amar sem parar

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 3:06


devocional Cantares O amor é para ser cantado todos os dias. Aquele que Deus tem por nós, mas também o que um homem e uma mulher nutrem entre si. É entusiasmante escutar o relato repleto de expectativas sobre a doçura dos beijos a dar e a receber. Não há que esconder o quão inebriantes são as carícias daquele ser que amamos. Não há cheiro mais desejado do que o que nos recorda a presença física da pessoa a quem entregámos o coração. Ouvir o seu nome acelera-nos a batida cardíaca e perfuma-nos o íntimo. Somos arrebatados pela delicadeza no trato e pela gentileza das palavras. A suavidade desse amor conduz-nos a uma intimidade plena. Sentindo-nos amados, logo respeitados, é mais do que natural que outros se apercebam da alegria que experimentamos. Ao pé da nossa cara-metade podemos ser quem somos sem temer juízos de valor sobre o nosso corpo. Independentemente da cor dos nossos olhos ou da nossa pele, da nossa gordura ou falta dela, os afectos permanecem os mesmos. E isso tranquiliza-nos, faz-nos bem. A constância dos sentimentos é mais preciosa do que declarações altamente meladas e tristemente inconsistentes. Muito mais do que curvas ou músculos, valorizemos no cônjuge o seu espírito trabalhador ou altruísta. Encurtemos distâncias procurando intencionalmente ir em direcção ao outro. Lancemos mão de elogios sentidos, de comparações que robustecem a auto-estima. Apuremos a arte de encorajar, ao invés de depreciar. Seduzamos com elegância e charme diários. Guardemos no peito o compromisso assumido e reguemo-lo fielmente. Sim, a pureza e a sensibilidade são vitais para a estabilidade conjugal. - jónatas figueiredo Leitura em Cantares 1 Que este encontro com Deus encha o teu coração de paz e esperança. Fica o tempo que precisares para ouvir, anotar e orar, e levanta-te só quando o teu interior descansar.

Entrevistas Jornal Eldorado
Chile vai às urnas com polarização sobre violência, imigração e economia; ouça análise

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 9:54


Os chilenos vão às urnas neste domingo para a eleição presidencial em meio a uma polarização política acirrada em torno de temas como o aumento da violência, reações à imigração principalmente de venezuelanos e problemas com a economia. Três candidatos aparecem à frente nas pesquisas, que não podem mais ser divulgadas e apontavam indefinição sobre os dois que devem ir para o 2º turno. Os principais nomes da disputa são: a comunista Jeannette Jara e os extremistas de direita José Antonio Kast e Johannes Kaiser. Em entrevista à Rádio Eldorado, Carolina Pedroso, professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), disse que é “quase certo” que haverá 2º turno e indicou que o futuro governo terá obstáculos a enfrentar em razão da polarização. “Independentemente de quem ganhar, vai haver dificuldade de governar com um Congresso e a população divididos”, avaliou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reportagem Observador
Chega? “Tentamos cumprir objetivos independentemente dos cartazes”

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 2:03


Luís Montenegro celebra “dia marcante” com aprovação da lei da nacionalidade. Explica que ser português “não é conveniência” e afasta desconforto com votos do Chega. Vem aí uma nova lei para retornar imigrantes que “não cumpram a lei”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Radiosul.net
MINUTO DOM BOSCO #83 - 13 08 2025

Radiosul.net

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 4:07


Programete #83 – Dia da Juventude – 13/08/2025 Gilson de Oliveira Cardoso, coordenador da Pastoral Universitária, recorda o Dia Internacional da Juventude, celebrado em 12 de agosto e instituído pela ONU em 1999, oficializado no Brasil em 2002. Ele destaca que os jovens representam força de transformação e possuem direitos garantidos pelo Estatuto da Juventude, como educação, saúde, moradia e oportunidades de trabalho. Independentemente das diferentes datas comemorativas, a mensagem central é reconhecer o papel decisivo da juventude no presente e no futuro da sociedade.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | SOLITÁRIO SIM, ABANDONADO JAMAIS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 3:50


LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 40:8-15,20-23 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 89–90; ROMANOS 14  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Quando ouvimos histórias de encarcerados, fica claro que a parte mais difícil é o isolamento e a solidão. Um estudo revelou que, independentemente da duração da pena, a maioria dos presos recebe apenas duas visitas de amigos ou parentes durante todo o tempo atrás das grades. A solidão é uma realidade constante. É uma dor que penso que José sentiu ao estar preso injustamente por um crime que não cometera. Mas havia esperança, Deus ajudou José a interpretar corretamente o sonho de um colega na prisão que servia diretamente ao faraó. José disse ao homem que ele teria sua antiga posição de volta e pediu-lhe que falasse sobre isso ao faraó para que ele também viesse a ser liberto (GÊNESIS 40:14). Mas o homem “se esqueceu completamente de José” (v.23). Por mais dois anos, José esperou. Naqueles anos de espera, sem nenhum sinal de que sua situação mudaria, José nunca esteve completamente só, pois Deus estava com ele. Por fim, o servo do faraó lembrou-se de sua promessa a José e ele foi libertado após interpretar corretamente outro sonho (41:9-14). Independentemente das circunstâncias nos fazerem sentir esquecidos ou dos sentimentos de solidão que surgirem, podemos nos apegar à promessa reconfortante de Deus a Seus filhos: “eu não me esqueceria de vocês!” (ISAÍAS 49:15).  Por: LISA SAMRA 

Igreja Amor em Movimento - AEM
Sarah Naville | Agora falta pouco

Igreja Amor em Movimento - AEM

Play Episode Listen Later Jul 21, 2025 44:39


“A era da igreja é o intervalo no plano redentor de Deus em que o evangelho é proclamado a todas as nações antes do juízo final e da plena restauração do Reino.”John MacArthurA “era da igreja” é o tempo inaugurado pela primeira vinda de Cristo, tendo como marcos o Pentecostes e a volta de Cristo, caracterizado por missão global, ação do Espírito Santo e inclusão de gentios. Agora falta pouco• Esperanças, teologias, doutrinas.• Independentemente de você crê, agora falta pouco.

Devocionais Pão Diário
Devocional Pão Diário | Sem Prejuízo

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 24, 2025 2:24


Leitura Bíblica Do Dia: Mateus 13:44-46 Plano De Leitura Anual: Êxodo 9–11; Mateus 15:21-29 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Um amigo meu foi a um reencontro da turma do colégio na casa de um ex-colega. Era uma mansão de frente para o mar, onde cabiam 200 pessoas, e meu amigo se sentiu diminuído. Em seguida, ele me disse: “Eu sou muito feliz pastoreando igrejas rurais há tantos anos, e sei que não deveria, mas não pude evitar de sentir inveja da riqueza material daquele colega. Fiquei pensando como minha vida poderia ser diferente se eu tivesse optado pelo caminho dos negócios. Mas depois me lembrei de que não precisava invejar nada”. Ele sorriu e completou: “Investi minha vida servindo ao Senhor e os resultados são eternos”. Jamais esquecerei seu olhar tranquilo ao dizer essas palavras. Esta tranquilidade vem da lição das parábolas de Jesus em Mateus 13:44-46: reconhecer que o reino de Deus é o grande tesouro. Buscar e viver pelo Seu reino pode assumir várias formas. Uns são chamados para um ministério de tempo integral; outros, para viver o evangelho em um ambiente de trabalho secular. Independentemente de como Deus escolhe nos usar, podemos confiar e obedecer à Sua direção e, assim como as pessoas nas parábolas, saber o valor do tesouro eterno que recebemos. Qualquer bem neste mundo tem valor infinitamente menor do que o que recebemos ao seguir a Deus (1 PEDRO 1:4-5). Nossa vida, colocada nas mãos de Deus, pode gerar frutos eternos. Por: Karen Huang

MAP Curitiba
Vai Começar de Novo | Um Novo Tempo em Deus | Pr. Francisco Martiniuk

MAP Curitiba

Play Episode Listen Later Jan 10, 2025 55:43


Meditações Pura Energia Positiva
Natal: Qual é o Verdadeiro Significado dessa Data Especial? - Episódio 7 Questões Positivas

Meditações Pura Energia Positiva

Play Episode Listen Later Dec 21, 2024 8:26


Baixe agora o aplicativo Pura Energia Positiva PREMIUM clicando neste link https://puraenergiapositiva.com/app-premium-no-ar O Natal vai muito além de presentes, festas e decorações. É um momento de reflexão, amor e conexão. Mas qual é o verdadeiro significado do Natal? Neste episódio, exploramos a essência dessa data especial, suas raízes espirituais e como podemos vivê-la de forma mais profunda e consciente. Por que o Natal é tão Especial?Mais do que celebrações externas, o Natal nos convida a olhar para dentro, cultivando valores como gratidão, perdão e solidariedade. É uma oportunidade de renovar nosso espírito e nos conectar com o propósito maior da vida. Um Natal Cheio de Significado:Assim como o nascimento de Cristo representa um novo começo, o Natal nos inspira a renascer em nossas próprias jornadas. Independentemente de crenças ou tradições, o Natal nos convida a viver com mais amor, propósito e intenção. Que este episodio inspire você a resgatar o verdadeiro espírito natalino e transformar essa data em um momento de renovação e alegria. Saiba tudo sobre a Pura Energia Positiva (PEP) https://beacons.ai/puraenergiapositiva

Meditações Pura Energia Positiva
Meditação Portal 11:11

Meditações Pura Energia Positiva

Play Episode Listen Later Nov 10, 2024 20:29


Baixe agora o app Pura Energia Positiva clicando neste link APP Premium no ar! A sequência numérica 11:11 é frequentemente reconhecida como um fenômeno sincronístico, um portal de energia ou um sinal do universo que convida à autoconsciência e à manifestação. Muitos entusiastas da espiritualidade e praticantes da Lei da Atração acreditam que quando você vê 11:11 repetidamente, seja no relógio, em placas de carro ou em endereços, é um momento propício para focar em seus pensamentos e intenções, pois o universo está abrindo uma janela de oportunidade para transformar pensamentos em realidade. Para alguns, 11:11 simboliza que os guias espirituais estão perto, oferecendo amor e orientação. É um convite para pausar, respirar e reconectar-se com sua verdadeira essência e propósito. Este número mestre está ligado ao despertar espiritual, à iluminação e à intuição, agindo como um lembrete de que você é um ser espiritual tendo uma experiência humana. O número 11 é também considerado um “número mestre” na numerologia, representando intuição, insight e iluminação. Quando esse número é dobrado, como em 11:11, sua energia é amplificada, considerada um ponto de ativação para o subconsciente. Para maximizar o potencial desse momento, muitos recomendam parar o que você está fazendo quando vir 11:11, fechar os olhos, fazer um pedido ou estabelecer uma intenção. É um tempo para se concentrar positivamente, meditar e abrir-se para receber orientação, sincronicidades e milagres. Independentemente de suas crenças pessoais, 11:11 pode ser visto como um lembrete gentil do universo para estar presente e atento. Pode ser um momento mágico para alinhar seus pensamentos com suas intenções mais elevadas e abrir seu coração para as possibilidades infinitas que a vida oferece. Saiba tudo sobre a Pura Energia Positiva (PEP) https://beacons.ai/puraenergiapositiva

Podcast Cinem(ação)
#577: Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Nov 1, 2024 118:31


Será que tudo o que lembramos é realmente a verdade absoluta daquele momento? Ou será que nossas mentes nos pregam peças e acabamos nos tornando narradores pouco confiáveis? Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças é um filme que explora justamente as armadilhas que nossa cabeça nos impõe.Lançado em 2004 (faz 20 anos!), o filme recebeu o Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Desde então, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças ganhou a companhia de outras obras que ousaram retratar o funcionamento da mente, mas, ainda assim, o filme de Michel Gondry continua encantador, sensível e muito bem elaborado.Hoje, Rafael Arinelli recebe Fernando Machado, Domenica Mendes e Thiago Muniz para falar sobre o impacto que Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças teve neles. Quais foram suas primeiras impressões? Como a história mexe conosco, e de que formas podemos fazer analogias com a vida cotidiana? A conversa também aborda as atuações de Jim Carrey e Kate Winslet, a abordagem única de Gondry para filmar e os efeitos práticos que conferem um charme especial à obra.Independentemente de você estar ou não preparado para ouvir este episódio, dá o play! Se não gostar, procure a Lacuna Inc. para um procedimento rápido e indolor, que Clementine e Joel recomendam (ou não).• 03m28: Pauta Principal• 1h31m49: Plano Detalhe• 1h50m44: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Feed: https://bit.ly/cinemacaofeed• Apple Podcast: https://bit.ly/itunes-cinemacao• Android: https://bit.ly/android-cinemacao• Deezer: https://bit.ly/deezer-cinemacao• Spotify: https://bit.ly/spotify-cinemacao• Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacaoAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • André Marinho• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Lima• Eloi Xavier• Gabriela Pastori• Guilherme S. Arinelli• Gustavo Reinecken• Katia Barga• Thiago Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Thiago): Livro: Impostora• (Domenica): Podcast: Dinner's on Me• (Domenica): Série: Falando a Real• (Fernando): Álbum: Liniker - Caju• (Rafa): Série: Alguém em Algum Lugar• (Rafa): Filme: Robô SelvagemEdição: ISSOaí

Sai da Média - Podcast | Geronimo Theml
Do zero ao sucesso: minha TRANSIÇÃO de carreira (o que você NUNCA SOUBE) | Podcast Sai da Média #208

Sai da Média - Podcast | Geronimo Theml

Play Episode Listen Later Oct 12, 2024 57:39


“Sucesso sem felicidade é fracasso.” Quando eu era advogado da União, ganhando um salário que jamais havia imaginado ganhar na minha vida, essa frase do Tony Robbins me fez tomar uma atitude radical… Largar aquele emprego que me trazia segurança financeira, mas me deixava extremamente infeliz. Embora muitas pessoas ao meu redor tenham achado essa decisão uma loucura, eu não poderia ter feito uma escolha melhor. Porque hoje eu tenho um reconhecimento financeiro ainda melhor do que tinha como advogado da União e tenho também muito mais realização profissional e pessoal! Mas para conseguir tudo isso, eu tive que me planejar… Tive que entender por que mudar de carreira faria sentido, quando seria o momento ideal para fazer essa transição e o passo a passo para fazer uma transição de forma segura. Five… eu não sei se você está na mesma situação que eu estava lá atrás… com reconhecimento financeiro, mas sem realização profissional. Ou se até tem realização profissional, mas não tem o retorno financeiro que gostaria. Ou ainda se o seu caso é o mais difícil de todos: você não gosta do que faz e não ganha bem. Independentemente de qual é o seu caso, talvez você esteja considerando fazer uma transição de carreira assim como eu fiz. E eu quero compartilhar contigo como eu consegui fazer essa transição de forma rápida e segura para hoje ser extremamente realizado em todas as áreas da minha vida. Bora bater esse papo no episódio #208 do Sai da Média, o podcast de produtividade mais ouvido do país? “Do zero ao sucesso: minha transição de carreira (o que você nunca soube)”. Dá o play e confere! → Inscreva-se grátis no Treinamento “A Melhor Profissão do Mundo”, que acontece online e ao vivo nos dias 28, 30 e 31/10: https://geronimotheml.site/melhor-profissao-do-mundo-sdm-208 → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml

Podcast - Viviane Freitas
52 – O REINO DE DEUS: No final, a separação

Podcast - Viviane Freitas

Play Episode Listen Later Oct 4, 2024 13:12


Independentemente de você crer ou não, a Palavra de Deus vai se cumprir. Talvez você esteja aí com a cabeça a mil no seu reino, na sua família, no seu futuro, na sua carreira, no dinheiro, nos problemas, e você esqueceu que existe o Reino de Deus. Que tal tirar esse momento e meditar sobre a sua vida eterna? Acompanhe este episódio da série "O Reino de Deus". Todos os episódios estão disponíveis em nossos canais oficiais: Spotify: https://open.spotify.com/show/1VXZpraGs3ANHbAFgPNlNj Youtube: https://www.youtube.com/@vivianebfreitas #BlogVivianeFreitas #ProgramaTardeMusical #ReinodeDeus #ReinodosCéus #Jesus #Salvação #Ovelha #Episódio52

Devocionais Pão Diário
Devocional Pão Diário | Era incomum

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Sep 10, 2024 2:40


Leitura bíblica do dia: Ester 9:20-23,29-32 Plano de leitura anual: Provérbios 8-9; 2 Coríntios 3; Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Apesar de viver grande parte de sua vida como pagão, o imperador romano Constantino ( 272-337 d.C.) implementou reformas que impediram a perseguição dos cristãos. Instituiu também o calendário que usamos, dividindo a história em a.C. (antes de Cristo) e A.D. (no ano do Senhor). Um movimento para secularizar este sistema mudou os rótulos para EC (Era Comum) e AEC (antes da Era Comum). Algumas pessoas apontam isso como um exemplo da tentativa mundana de excluir Deus. Mas Deus não foi a lugar algum. Independentemente do nome, nosso calendário ainda se organiza a partir da vida de Jesus na Terra. Na Bíblia, o livro de Ester é incomum, pois não contém nenhuma menção específica a Deus. No entanto, a história que ele conta é uma libertação vinda de Deus. Banidos de sua pátria, o povo judeu vivia em um país indiferente a Deus. Um influente funcionário do governo queria exterminá-los (Ester 3:8-9,12-14). No entanto, por intermédio da rainha Ester e de seu primo Mardoqueu, Deus libertou o Seu povo, fato ainda hoje celebrado no feriado judaico de Purim (9:20-32). Não importa como o mundo opte por responder a Deus hoje, Jesus mudou tudo ao nos apresentar a uma época incomum — repleta da verdadeira esperança e promessa. Precisamos apenas olhar à nossa volta e o veremos. Por: Tim Gustafson

A Nossa Voz
T2, Ep26: “Independentemente do Medo, escolhe o Amor”, com Filipa Silva

A Nossa Voz

Play Episode Listen Later Aug 13, 2024 55:55


Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
André Barata (parte 1): “Defendo o direito a um rendimento para todas as pessoas independentemente do trabalho"

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Jul 19, 2024 58:19


O filósofo André Barata anda há muito a refletir sobre a importância de desacelerarmos. Em 2018 lançou o livro “E se Parássemos de Sobreviver? — Pequeno Livro para Pensar e Agir contra a Ditadura do Tempo”, editado pela Documenta. Este professor catedrático na Universidade da Beira Interior (UBI), a dirigir atualmente a Faculdade de Artes e Letras, defende que há uma aceleração artificial do tempo que vem desde a Revolução Industrial e que ganhou ainda mais força na era digital. Nestas suas reflexões considera que a sociedade deve “sair da armadilha da sobrevivência", que o rendimento das pessoas não deve depender do trabalho e que ainda há muito para descolonizar sobre o passado português. Ouçam-no aqui nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Seedcast
Seedcast em Português: 20 anos de Acampamento Terra Livre

Seedcast

Play Episode Listen Later Jul 17, 2024 35:20 Transcription Available


Listen to this episode in EnglishO Acampamento Terra Livre (ATL) é a maior mobilização indígena do Brasil. Em 2024, ano de seu 20º aniversário, 9 mil indígenas do Brasil e do mundo reuniram-se em Brasília para defender seus direitos e suas terras. Atualmente, a representação indígena no governo brasileiro é a maior de todos os tempos. Muito mudou ao longo desses 20 anos de ATL, mas pairavam sobre a reunião as preocupações de todos com a tese do marco temporal, que poderia limitar os direitos de muitos povos indígenas a suas terras. Neste episódio, ouviremos muitos dos sons, cantos, músicas e vozes do Acampamento Terra Livre 2024. A luta pelos direitos indígenas no Brasil é uma luta de todos: uma luta pelo planeta Terra, pelo clima e por justiça social. Independentemente de onde você estiver, essa luta também é por você.    Apresentação, produção, tradução e mixagem de áudio: Marianna Romano.  Produção adicional: Idjahure Kadiwel.  Edição de histórias: Jenny Asarnow e Maria Fernanda Ribeiro.  Agradecimentos especiais a Nara Baré e Daniela Lerda.    Saiba mais sobre o Acampamento Terra Livre e o trabalho da Apib:  Site da Apib: https://apiboficial.org/?lang=en#  Siga a Apib no Instagram: https://www.instagram.com/apiboficial/  Seedcast is a production of Nia Tero, a global nonprofit which supports Indigenous land guardianship around the world through policy, partnership, and storytelling initiatives.Enjoy the Seedcast podcast on the Nia Tero website, Apple Podcasts, Spotify, and your other favorite podcast platforms. Keep up with Seedcast on Instagram and use the hashtag #Seedcast.

Perguntar Não Ofende
Rui Tavares: haverá Livre para lá do seu coordenador?

Perguntar Não Ofende

Play Episode Listen Later Jul 9, 2024 89:17


Em 2019, Rui Tavares chega ao parlamento como deputado único e, desde então, o Livre tem subido, conseguido eleger quatro deputados nas últimas eleições legislativas e tendo ficado à porta do Parlamento Europeu, numas eleições que também não foram isentas de polémica, por causa do seu sistema de primárias abertas para a escolha de candidatos. Nas autárquicas, manteve um acordo em Lisboa com o PS de Fernando Medina. No país, foi aprovando Orçamentos de António Costa, mesmo quando o seu voto não era necessário. O Livre nasceu há dez anos, sempre muito marcado pela figura de Rui Tavares, que começou a sua vida político-partidária como eurodeputado independente eleito pelo Bloco de Esquerda. Num momento em que a esquerda está em recuo, em Portugal, o Livre vai crescendo. Europeísta e ecologista, o Livre conquista alguns votos à direita, mas fragmenta um espaço cada vez mais diminuto. Entre o deve e o haver, se verá o que se ganha e perde. Independentemente disso, o seu crescimento eleitoral sustentado é um feito notável em tempo de crise no espaço da esquerda.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Independentemente de quem seja alvo, delações são roteiro contra o crime"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jun 11, 2024 20:39


Pode ser votada nesta terça-feira a urgência para um projeto que impede a homologação judicial de delações premiadas de quem estiver preso. A proposta, resgatada agora, foi apresentada em 2016, no auge da Operação Lava Jato, pelo ex-deputado Wadih Damous (PT-RJ), hoje secretário nacional do Consumidor Ministério da Justiça do governo Lula. "É uma grande preocupação do Governo. O que o presidente da Câmara, Arthur Lira, diz é que foi discutido no colégio de líderes, onde estava inclusive o do PT, e nenhum deles questionou a entrada na pauta do requerimento de urgência. A bancada ligada ao Bolsonaro fez uma esperteza: pegou um projeto do Partido para melhorar a vida e tentar blindar o ex-presidente e seus aliados. Independentemente de quem é alvo, a delação premiada é um instrumento poderoso de investigação; são um roteiro poderoso contra o crime", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
"Independentemente de quem seja alvo, delações são roteiro contra o crime"

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Jun 11, 2024 20:39


Pode ser votada nesta terça-feira a urgência para um projeto que impede a homologação judicial de delações premiadas de quem estiver preso. A proposta, resgatada agora, foi apresentada em 2016, no auge da Operação Lava Jato, pelo ex-deputado Wadih Damous (PT-RJ), hoje secretário nacional do Consumidor Ministério da Justiça do governo Lula. "É uma grande preocupação do Governo. O que o presidente da Câmara, Arthur Lira, diz é que foi discutido no colégio de líderes, onde estava inclusive o do PT, e nenhum deles questionou a entrada na pauta do requerimento de urgência. A bancada ligada ao Bolsonaro fez uma esperteza: pegou um projeto do Partido para melhorar a vida e tentar blindar o ex-presidente e seus aliados. Independentemente de quem é alvo, a delação premiada é um instrumento poderoso de investigação; são um roteiro poderoso contra o crime", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Agro Resenha Podcast
ARP#341 - As ações dos aminoácidos e sua importância para a agricultura

Agro Resenha Podcast

Play Episode Listen Later Jun 10, 2024 35:01


Qual foi a última vez que você leu ou ouviu sobre aminoácidos e suas aplicações na agricultura? Independentemente de quando foi, pode ter certeza de que teve influência do nosso convidado de hoje. Nelson Fernandes é engenheiro químico e Diretor Executivo do Núcleo de Pesquisas Aplicadas (NPA), uma empresa certificada para a produção de ingredientes ativos farmacêuticos. Com uma longa trajetória na área de pesquisa, Nelson veio nos explicar como foi a entrada das farmoquímicas no agronegócio e como isso transformou ambos os setores. Os aminoácidos são substâncias orgânicas usadas principalmente na síntese de proteínas. O trabalho de Nelson consiste em desenvolver minerais quelatados com aminoácidos, que são importantíssimos para o aumento da sanidade nas diversas fases fenológicas das plantas e para o aumento da produtividade no campo. Diminuição do estresse hídrico, economia no uso de defensivos agrícolas e promoção de maior fixação de nutrientes como o nitrogênio são apenas alguns dos benefícios. Bom demais, né? Ouça e saiba mais! SIGA O NPA PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: [https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura Este episódio também foi trazido até você pela Stoller! A missão da Stoller é transformar conhecimento em inovação para a agricultura, gerando valor a todos os envolvidos, impulsionando as culturas a alcançarem seu máximo potencial genético para atingir altas produtividades. Aprimore o seu conhecimento sobre fisiologia, nutrição e biologia de plantas no podcast Campo On e enfrente os desafios da agricultura do futuro! Isso é inovação. Isso é Stoller! Site: https://www.stoller.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/stoller_brasil/Podcast Campo On: http://bit.ly/campo0n INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: https://www.instagram.com/redeagrocast/Facebook: https://www.facebook.com/redeagrocast/Twitter: https://twitter.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Nelson FernandesEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Mulheres Reais | #115 Você é mais carpinteiro ou jardineiro ao educar os filhos? Entenda o que isso significa

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jun 3, 2024 9:48


A maioria dos pais e mães tem entre suas maiores preocupações a filha ou o filho “ser alguém na vida”. E as respostas para “o que é ser alguém na vida?” podem variar de conseguir um bom emprego a virar presidente da República - ou, nesses tempos de política em baixa, CEO de uma multinacional. Independentemente do que se almeje, há uma grande ansiedade dos pais também em atuar desde criança para que os filhos “cheguem lá”. E aí é que pode morar o perigo, segundo a psicóloga comportamental americana Alison Gopnik. Para ela, nesse afã de impulsionar resultados dos rebentos, o que pais e mães acabam muitas vezes fazendo é limitar - em vez de promover - o potencial deles.Para a psicóloga e filósofa, muitos pais e mães se preocupam com o futuro dos filhos, mas acabam impedindo-os de ‘florescer' ao determinar suas escolhas. O Mulheres Reais vai ao ar às segundas-feiras, a partir das 8h, no Jornal Eldorado. O podcast é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bizucast
Liderai 292 | O Poder da Observação

Bizucast

Play Episode Listen Later May 24, 2024 56:28


Bem-vindo ao podcast Liderai! Neste episódio, iremos tratar de um grande poder que você pode desenvolver em você e fazer muito a diferença em todas as áreas da sua vida profissional e pessoal, é o poder da observação que nos ensina a enxergar o que ninguém consegue ver, com importantes reflexões que podemos aprender com tudo isto à cerca de gestão, liderança e atingir objetivos e metas. Neste episódio faremos reflexões valiosas, além de comentar sobre os impactos deste processo na sua performance de gestão de pessoas, durante a nossa conversa iremos fornecer insights valiosos para ajudá-lo a se destacar nessa função tão importante. Como líder, você é responsável por guiar sua equipe rumo ao sucesso. Neste episódio, André Keinert, Albino Picado e Welington Silva , especialistas em liderança, compartilharão suas experiências e conhecimentos para ajudá-lo a compreender a essência dessas responsabilidades-chave. Ao longo do episódio, você encontrará exemplos práticos, dicas úteis e histórias inspiradoras para impulsionar o seu crescimento como líder. Independentemente de você estar começando sua jornada como líder ou buscando aprimorar suas habilidades existentes, este episódio é imperdível. Junte-se a nós enquanto exploramos as responsabilidades fundamentais de ser líder e descubra como você pode se tornar um líder excepcional. Este episódio é perfeito para profissionais em busca de desenvolvimento de liderança e para aqueles que desejam fortalecer suas habilidades de liderança. Não perca a oportunidade de aprimorar sua compreensão sobre as responsabilidades de ser líder. Ouça agora este episódio do Liderai e comece sua jornada em direção à excelência na liderança! Lembre-se de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum episódio do Liderai. Aproveite esta jornada de aprendizado e crescimento conosco enquanto desbravamos o caminho para se tornar um líder influente e bem-sucedido. Ouça agora este episódio envolvente e transformador do Liderai e comece sua jornada em direção à excelência na liderança! Para conferir os cursos recomendados, acesse: https://allmylinks.com/yurga-edutech Apoie nosso show e nos ajude a continuar oferecendo conteúdo de qualidade! Considere fazer uma doação para o Liderai através do nosso link de doações: https://apoia.se/bizucast A sua contribuição é fundamental para mantermos o podcast em funcionamento e oferecermos cada vez mais insights valiosos sobre liderança. #liderança #responsabilidadesdelíder #crescimentoprofissional #pod

Bizucast
Liderai 291| Creative Labs - Portas Amassadas

Bizucast

Play Episode Listen Later May 17, 2024 9:31


Bem-vindo ao podcast Liderai! Neste episódio, traremos a série especial de criatividade chamada Creative Labs. Onde um participante lança um desafio e problemática que devem em conjunto ser solucionadas com ideias inovativas. Neste episódio faremos reflexões valiosas, além de comentar sobre os impactos deste processo na sua performance de gestão de pessoas, durante a nossa conversa iremos fornecer insights valiosos para ajudá-lo a se destacar nessa função tão importante. Como líder, você é responsável por guiar sua equipe rumo ao sucesso. Neste episódio, Albino Picado e Welington Silva , especialistas em liderança, compartilharão suas experiências e conhecimentos para ajudá-lo a compreender a essência dessas responsabilidades-chave.  Ao longo do episódio, você encontrará exemplos práticos, dicas úteis e histórias inspiradoras para impulsionar o seu crescimento como líder. Independentemente de você estar começando sua jornada como líder ou buscando aprimorar suas habilidades existentes, este episódio é imperdível.  Junte-se a nós enquanto exploramos as responsabilidades fundamentais de ser líder e descubra como você pode se tornar um líder excepcional. Este episódio é perfeito para profissionais em busca de desenvolvimento de liderança e para aqueles que desejam fortalecer suas habilidades de liderança.  Não perca a oportunidade de aprimorar sua compreensão sobre as responsabilidades de ser líder. Ouça agora este episódio do Liderai e comece sua jornada em direção à excelência na liderança!  Lembre-se de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum episódio do Liderai.  Aproveite esta jornada de aprendizado e crescimento conosco enquanto desbravamos o caminho para se tornar um líder influente e bem-sucedido.  Ouça agora este episódio envolvente e transformador do Liderai e comece sua jornada em direção à excelência na liderança!  Para conferir os cursos recomendados, acesse: https://allmylinks.com/yurga-edutech Apoie nosso show e nos ajude a continuar oferecendo conteúdo de qualidade! Considere fazer uma doação para o Liderai através do nosso link de doações: https://apoia.se/bizucast A sua contribuição é fundamental para mantermos o podcast em funcionamento e oferecermos cada vez mais insights valiosos sobre liderança. #liderança #responsabilidadesdelíder #crescimentoprofissional #pod

Bizucast
Liderai 290 | Os três potes do seu sucesso

Bizucast

Play Episode Listen Later May 10, 2024 23:08


Bem-vindo ao podcast Liderai! Neste episódio, iremos abordar uma reflexão interessante, a respeito de "três potes" capazes de mudar totalmente a sua vida profissional, com importantes reflexões que podemos aprender com tudo isto à cerca de gestão, liderança e atingir objetivos e metas. Neste episódio faremos reflexões valiosas, além de comentar sobre os impactos deste processo na sua performance de gestão de pessoas, durante a nossa conversa iremos fornecer insights valiosos para ajudá-lo a se destacar nessa função tão importante. Como líder, você é responsável por guiar sua equipe rumo ao sucesso. Neste episódio, Albino Picado e Welington Silva , especialistas em liderança, compartilharão suas experiências e conhecimentos para ajudá-lo a compreender a essência dessas responsabilidades-chave.  Ao longo do episódio, você encontrará exemplos práticos, dicas úteis e histórias inspiradoras para impulsionar o seu crescimento como líder. Independentemente de você estar começando sua jornada como líder ou buscando aprimorar suas habilidades existentes, este episódio é imperdível.  Junte-se a nós enquanto exploramos as responsabilidades fundamentais de ser líder e descubra como você pode se tornar um líder excepcional. Este episódio é perfeito para profissionais em busca de desenvolvimento de liderança e para aqueles que desejam fortalecer suas habilidades de liderança.  Não perca a oportunidade de aprimorar sua compreensão sobre as responsabilidades de ser líder. Ouça agora este episódio do Liderai e comece sua jornada em direção à excelência na liderança!  Lembre-se de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum episódio do Liderai.  Aproveite esta jornada de aprendizado e crescimento conosco enquanto desbravamos o caminho para se tornar um líder influente e bem-sucedido.  Ouça agora este episódio envolvente e transformador do Liderai e comece sua jornada em direção à excelência na liderança!  Para conferir os cursos recomendados, acesse: https://allmylinks.com/yurga-edutech Apoie nosso show e nos ajude a continuar oferecendo conteúdo de qualidade! Considere fazer uma doação para o Liderai através do nosso link de doações: https://apoia.se/bizucast A sua contribuição é fundamental para mantermos o podcast em funcionamento e oferecermos cada vez mais insights valiosos sobre liderança. #liderança #responsabilidadesdelíder #crescimentoprofissional #pod

Sai da Média - Podcast | Geronimo Theml
5 atitudes para você FICAR RICO em 2024 | Podcast Sai da Média #171

Sai da Média - Podcast | Geronimo Theml

Play Episode Listen Later Dec 22, 2023 60:58


Eu não sei o que é “ser rico” para você. E eu estou falando de rico financeiramente mesmo. Talvez seja receber 10 mil reais todos os meses, talvez seja olhar na sua conta do banco e ver o número “R$1.000.000,00”, talvez seja ter um jatinho particular e um iate… Independentemente da sua definição, eu posso garantir uma coisa para você: Ficar rico dá trabalho e dói! Mas FIVE, não ter dinheiro para pagar todas as contas, não poder ir no restaurante que deseja, não poder dar o presente que seu filho gostaria, não poder fazer uma viagem… Tudo isso também dá trabalho e dói. Então por que não ir atrás de conquistar a riqueza que você deseja e merece? Para ajudar você nessa missão eu preparei este episódio #171 do Podcast Sai da Média: 5 atitudes para você FICAR RICO em 2024. Mas olha, antes de tudo eu preciso já alinhar algumas coisas com você. Aqui eu não vou falar nenhuma fórmula mágica e não vou dar dicas de onde investir… Eu vou falar sobre mudança de comportamento para você conseguir o que quer, com atitudes que você pode implementar agora mesmo e que têm o poder de triplicar o quanto você ganha ainda no ano que vem. Bora comigo? Então dá o play aí e assista! → Treinamento “O Fim da Procrastinação”, 8 a 10/01/24: foco, disciplina e muito mais resultado com menos esforço. Toque no link e inscreva-se grátis: https://geronimotheml.site/o-fim-jan24-YouTube → WA - Wide Awake – Desperte seu máximo potencial e evolua 3 anos da sua vida em 3 dias de imersão ao vivo. Clique no link e garanta uma oportunidade única para participar da próxima edição do WA: https://geronimotheml.site/wa-mar24-podcast_171 → Livro “A Arte de Falar e Fazer”. Garanta seu exemplar no link ao lado:https://geronimotheml.site/a-arte-de-falar-e-fazer-podcast_171 → As inscrições para a próxima turma da Formação em Coaching Criacional estão abertas! Toque no link e garanta sua vaga: https://geronimotheml.site/prox-turma-fcc-podcast_171 Me segue lá nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ Facebook: https://www.facebook.com/geronimo.theml/ Segue a Paty nas redes sociais: Instagram:https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
Série: Jonas - Capítulo 1

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Oct 27, 2023 63:54


Mensagem ministrada no Encontro da Família aos Domingos. Nosso Site: familiadosquecreem.com Nossa Loja: familiadosquecreem.com/loja REDES SOCIAIS Facebook: www.facebook.com/familiadosquecreem Instagram: www.instagram.com/familiadosquecreem Twitter: www.instagram.com/familiadqc Tendo terminado o Sermão do Monte, Jesus enviou mensageiros para pregar as boas novas. Ele havia pregado o evangelho aos seus discípulos, os ensinando e enviando a fazer o mesmo: espalhar as boas novas. Porém a rejeição e desinteresse em alguns lugares fez com que os mensageiros julgassem aquele povo como imerecedores, desejando até vingança. É sobre o Espírito do Evangelho que o livro de Jonas trata. Independentemente da nossa opinião sobre o alvo da mensagem da cruz, Deus amou a todos e deseja que a salvação seja pregada a todos. Precisamos da graça redentora de Cristo sobre o nosso coração ao pregarmos sobre ela. “Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las” (Lucas 9:55,56). __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEJONAS

História em Meia Hora
Mitologia Asteca

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Sep 30, 2023 36:04


Independentemente da cultura e da mitologia que analisamos: é sempre briga de família! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre como é a Mitologia Asteca. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS - BOONE, EH. Encarnações do Sobrenatural Asteca: A Imagem de Huitzilopochtli no México e na Europa. Transações da Sociedade Filosófica Americana, 1989. - BRUNDAGE, BC. Huitzilopochtli: Era Mundial e Guerra no Cosmos Mexica. História das Religiões, 1979. - BEALE, G. K. Você se torna aquilo que adora. São Paulo: Editora Vida Nova, 2014 - MORENO, Aguilar M. Manual para a vida no mundo asteca. Imprensa da Universidade de Oxford, 2006. - Syed Rafid Kabir, "Huitzilopochtli: O Deus da Guerra e o Sol Nascente da Mitologia Asteca", History Cooperative , 30 de março de 2023, https://historycooperative.org/huitzilopochtli/ .

Estadão Notícias
O desastre econômico argentino e as promessas de Milei para salvação

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Sep 14, 2023 28:12


As previsões para a economia Argentina para o ano que vem não são nada animadoras. Já é dado como certo que o país enfrentará em 2024 mais um ano de inflação superior a 100%. O primeiro ano do novo governo também deverá ser marcado também por um Produto Interno Bruto (PIB) estagnado. O pleito presidencial argentino ocorre no dia 22 de outubro, e as pesquisas realizadas após as primárias apontam para um segundo turno entre o ministro da Economia, Sergio Massa, e o candidato libertário Javier Milei. Vários desses levantamentos dão vantagem ao chamado “Bolsonaro argentino” na disputa. Javier Milei promete fechar o Banco Central e dolarizar a economia, no quadro de uma grande reforma que incluiria uma redução acentuada da despesa pública, a privatização de empresas públicas e eliminação de qualquer tipo de tributo na importação de insumos. Por outro lado, Sergio Massa, candidato do governo, é o atual ministro da Economia de uma nação afundada em dívidas. Além das medidas que tomou até agora para tentar conter a inflação, como ajuste de gastos públicos, acordos de preços, entre outros, o ministro não se pronunciou sobre um projeto específico para baixar a inflação durante o que seria seu futuro governo. Independentemente das posições dos candidatos, os especialistas não têm dúvidas que a Argentina precisa passar por um amplo processo de reformas. Afinal, existe uma fórmula mágica para recuperar a economia argentina? Qual o impacto das eleições de outubro no futuro do país? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista, consultor e ex-diretor de assuntos internacionais do Banco Central, Alexandre Schwartsman. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sai da Média - Podcast | Geronimo Theml
A rotina matinal IDEAL | Podcast Sai da Média #147 – Como ter uma rotina matinal vencedora

Sai da Média - Podcast | Geronimo Theml

Play Episode Listen Later May 26, 2023 54:56


→ Quer receber uma publicação escrita pessoalmente por mim com uma estratégia semanal para você evoluir? Clica neste link e se inscreva no 3, 2, 1 AGORA!: https://geronimotheml.site/321-gt-yt → Lista de espera da Comunidade No Comando: https://lp.geronimo.com.br/pre-inscricao-comunidade-no-comando → WA - Wide Awake – Desperte seu máximo potencial e evolua 3 anos da sua vida em 3 dias de imersão ao vivo. Clique no link e garanta uma oportunidade única para participar da próxima edição do WA: https://geronimotheml.site/wide-awake-yt → Loja do five: https://reserva.ink/lojadofive Como é a sua rotina matinal? Existem dois tipos de pessoas pela manhã… Aquelas que mal acordam, já pegam o celular e passam muito mais tempo do que deveriam na cama com a tela grudada na cara. Se você faz isso todo dia como padrão, sinto dizer, mas isso é uma rotina, mesmo que você não saiba. E tem aquelas que seguem uma rotina estruturada, que pode ser incrível ou que talvez falte algum elemento essencial. Independentemente de em qual grupo você se encaixa, o conteúdo que vou compartilhar contigo hoje é verdadeiramente FORA DA MÉDIA. Porque eu vou dizer exatamente o que você DEVE e o que NÃO DEVE fazer pela manhã para ter uma rotina matinal vencedora. Bora comigo? Então confere o Podcast Sai da Média #147: A rotina matinal IDEAL. Me segue lá nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ Facebook: https://www.facebook.com/geronimo.theml/ #SaiDaMédia #RecuseAmediocridade #GeronimoTheml

OpExCAST
OPEXCast #190 – Expectativa para o live-action de One Piece

OpExCAST

Play Episode Listen Later Feb 7, 2023 102:54


Vai ser bom ou vai ser ruim? Já teve algum live-action que foi realmente bom? Independentemente da qualidade, a Nanax só vai ver o live-action por causa do Zoro? O Mr. 27 Pandaman vai aparecer em todos os capítulos? Pois bem, pois bem, são milhares de perguntas sobre esse live-action de One Piece que está […] The post OPEXCast #190 – Expectativa para o live-action de One Piece first appeared on One Piece Ex.

OpExCAST
OPEXCast #190 – Expectativa para o live-action de One Piece

OpExCAST

Play Episode Listen Later Feb 7, 2023


Vai ser bom ou vai ser ruim? Já teve algum live-action que foi realmente bom? Independentemente da qualidade, a Nanax só vai ver o live-action por causa do Zoro? O Mr. 27 Pandaman vai aparecer em todos os capítulos? Pois bem, pois bem, são milhares de perguntas sobre esse live-action de One Piece que está […] The post OPEXCast #190 – Expectativa para o live-action de One Piece first appeared on One Piece Ex.