POPULARITY
Categories
Este episódio tem o apoio de Salsa. Vou começar já com um spoiler: o carteiro não toca durante a gravação. Escusam de ficar nervosos. Entretanto, qual a última vez que se sentiram nervosos? Quando bateram com o carro ou quando o vosso namorado vos perguntou se queriam por um chip na pele para vos controlar? Foi uma semana intensa com boas ações e notícias dramáticas, tudo misturado, tudo confuso. Esperamos também que não fiquem baralhados de não ver o Rui de fato de treino, foi sem querer.REDES SOCIAISMafalda Castro:/@mafaldacastro Rui Simões: /@ruisimoes10 Bate Pé instagram:/@batepeclips Bate Pé Tiktok: /@bate.pe
Los reguladores chinos han aconsejado a las instituciones financieras del gigante asiático que limiten sus tenencias de bonos del Tesoro de EEUU. Entretanto, desde Europa advierten sobre la necesidad de reducir urgentemente su dependencia de los sistemas de pago estadounidenses, como Visa y Mastercard, y de crear sus propias alternativas.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego. No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade. No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%. Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.
Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.
Han pasado ya cuarenta días desde la detención de Nicolás Maduro y su traslado a Estados Unidos. Entretanto, el panorama político venezolano ha empezado a cambiar ya que el nuevo gobierno se ha decantado por el pragmatismo y la supervivencia. Recluido en Nueva York a la espera de un juicio que se prevé largo, Maduro representa hoy un pasado que el chavismo intenta dejar atrás para adaptarse a las nuevas coordenadas dictadas desde Washington. Con Delcy Rodríguez el régimen ha puesto en marcha una transición supervisada por Donald Trump, que quiere aprovechar los recursos energéticos de la república caribeña para fortalecer la industria petrolera estadounidense y reducir la dependencia que países como la India tienen del petróleo ruso. Aparte de la liberación de presos políticos y algunas medidas cosméticas, lo más importante que ha hecho Delcy Rodríguez hasta la fecha es reformar la ley de hidrocarburos con la idea de revertir veinticinco años de política petrolera bolivariana. El sector petrolero venezolano padecía un control estatal asfixiante tras sucesivas expropiaciones de activos extranjeros y la purga de técnicos cualificados en PDVSA. Esto convirtió a la antaño joya de la corona en una herramienta de financiación política y diplomacia clientelar. El resultado fue un deterioro paulatino que hundió la producción dejando al país en la ruina económica tras el fin del ciclo alcista de los primeros años del siglo. La nueva ley de Rodríguez intenta atraer desesperadamente el capital que la industria petrolera venezolana necesita para salir del marasmo. Entre esos cambios está la ruptura del control absoluto que PDVSA tenía sobre las empresas mixtas, lo que permitirá contratos de producción compartida similares al vigente con Chevron. El objetivo es estabilizar la industria y elevar la producción a corto plazo, pero los obstáculos siguen siendo monumentales. Aunque la ley promete apertura, los gigantes energéticos como ExxonMobil se muestran escépticos. La falta de un Estado de derecho sólido y el hecho de que la reforma ha sido redactada de forma apresurada y bajo presión externa generan dudas sobre la durabilidad de estas protecciones legales. La estructura fiscal propuesta sigue resultando muy punitiva en comparación con otros grandes productores como Irak o Argentina. Con regalías e impuestos que se van por encima del 45% de los ingresos, Venezuela compite en desventaja. El Departamento del Tesoro estadounidense ha puesto de su lado y ha comenzado a emitir licencias limitadas para que sus empresas operen como árbitros del sector. Pero las grandes inversiones a largo plazo parecen lejanas. La ambición de Trump de utilizar el crudo venezolano para desplazar al petróleo ruso en mercados como la India choca con la realidad numérica. Venezuela no cuenta con la capacidad de producción necesaria para cubrir los más de un millón de barriles diarios que la India importa de Rusia cada día, y mucho menos a los precios rebajados que ofrecen los rusos. La reforma representa un gran paso adelante, algo impensable hace solo dos meses, pero el camino hacia la recuperación total y la confianza de mercado sigue condicionado a la incertidumbre de una transición política que apenas ha comenzado. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:44 El fin del chavismo petrolero 31:56 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 33:55 Bad Bunny en la Super Bowl 49:43 La segunda generación de inmigrantes Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
A diáspora moçambicana e portuguesa está a mobilizar-se em campanhas para ajudar as vítimas das cheias em Moçambique e em Portugal. São várias as associações que meteram “mãos à obra” através de diferentes iniciativas, como angariação de bens, transporte de material e organização de um concerto online. Concerto online “Vozes unidas por Moçambique” Várias associações moçambicanas juntaram-se para organizar um "Concerto Virtual Solidário", a 21 de Fevereiro, que vai ser transmitido a partir da plataforma Zoom, às 17h de Moçambique. A venda dos bilhetes vai servir para comprar material e bens essenciais para as vítimas das cheias no sul de Moçambique, onde muitas pessoas “perderam tudo”, explica Laura Chirrime, presidente e fundadora da Associação Muthiana, com sede em França. “No dia 21 de Fevereiro, nós vamos fazer um concerto virtual solidário, em que teremos a presença de 14 cantores, cem por cento da venda dos bilhetes é para ajudar famílias nas comunidades, há muitas famílias deslocadas neste momento. (...) As pessoas perderam tudo, perderam casas, perderam tudo o que tinham e precisam de tudo. Há pessoas que estão sem comer, sem sítios para dormir. Quem está no terreno diz que é preciso tudo”, explica Laura Chirrime. O concerto “Vozes unidas por Moçambique” é uma iniciativa da associação Alliance Solidaire pour les Femmes - Muthiana, da Associação para a promoção social e inclusão e diversidade social em Moçambique - Inclusão, da Associação Amigos de África em Madrid e do Movimento de Sociedade Civil dos Moçambicanos na Diáspora- Indignados. A iniciativa vai juntar vários artistas como Stewart Sukuma,Vintani Nafassi e May Mbira, e músicos da diáspora como Arsénio de Almeida e Cândido Xerinda (França), Nilsa Mosele (Suiça), Beny Tomás (Dinamarca), Jovi Chironda (Bélgica),Vicente Cossa (Itália), Shaila Jesuíta (Portugal) e Santinho Baahana (Alemanha). Em Moçambique, as cheias de Janeiro causaram, até esta quinta-feira, pelo menos, 27 mortos e afectaram mais de 700 mil pessoas, de acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O país prepara-se, agora, para a chegada do ciclone tropical Gezani, em que estão previstos ventos até 140 quilómetros por hora e chuvas intensas, que poderão afectar cerca de 1,1 milhão de pessoas. 70 toneladas de bens de Paris para o centro de Portugal Portugal também foi fustigado por uma sequência de tempestades que provocou a morte de, pelo menos, 15 pessoas e uma destruição difícil de contabilizar, desde que a tempestade Kristin entrou no território continental, a 28 de Janeiro. As cheias e as inundações devastaram casas, empresas, escolas, campos e deixaram populações isoladas, sem luz, água e comunicações, estradas cortadas pela queda de árvores e postes de electricidade. A Associação Todos Juntos França e outras associações portuguesas mobilizaram-se para ajudar as vítimas das tempestades Kristin, Leonardo e Marta, testemunhou o dirigente associativo e empresário Patrick Mateus: “Quando soubemos da catástrofe Kristin não ficámos de mãos cruzadas. Resolvemos pôr mãos à obra e ajudar a população portuguesa com os meios que temos.” O também membro da Todos Juntos France e presidente da Associação Cravos Dourados de Livry-Gargan explicou que, numa primeira fase, a Associação Todos Juntos France comprou lonas e cordas e mandou “quase 22.000 metros quadrados de lonas para Portugal” num primeiro camião. Desde então - acrescenta Patrick Mateus - foram enviadas “lonas, materiais de construção, martelos, pregos, botas de água, casacos” e bens alimentares, ou seja, “quatro camiões que representam mais ou menos 70 toneladas de mercadoria”. O dirigente associativo admite que a zona severamente afectada pelas tempestades é uma região de onde são oriundos muitos dos emigrantes portugueses que vivem em França e que foi através deles que se teve a noção da amplitude dos danos materiais. Entretanto, foram várias as associações que se juntaram à onda de solidariedade e que têm angariado os bens, em contacto com a protecção civil e os autarcas portugueses. Na próxima terça-feira, a Rádio Alfa (estação da emigração portuguesa em França) vai difundir uma emissão especial com várias dessas associações para ajudar as vítimas das tempestades em Portugal.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Han pasado ya cuarenta días desde la detención de Nicolás Maduro y su traslado a Estados Unidos. Entretanto, el panorama político venezolano ha empezado a cambiar ya que el nuevo gobierno se ha decantado por el pragmatismo y la supervivencia. Recluido en Nueva York a la espera de un juicio que se prevé largo, Maduro representa hoy un pasado que el chavismo intenta dejar atrás para adaptarse a las nuevas coordenadas dictadas desde Washington. Con Delcy Rodríguez el régimen ha puesto en marcha una transición supervisada por Donald Trump, que quiere aprovechar los recursos energéticos de la república caribeña para fortalecer la industria petrolera estadounidense y reducir la dependencia que países como la India tienen del petróleo ruso. Aparte de la liberación de presos políticos y algunas medidas cosméticas, lo más importante que ha hecho Delcy Rodríguez hasta la fecha es reformar la ley de hidrocarburos con la idea de revertir veinticinco años de política petrolera bolivariana. El sector petrolero venezolano padecía un control estatal asfixiante tras sucesivas expropiaciones de activos extranjeros y la purga de técnicos cualificados en PDVSA. Esto convirtió a la antaño joya de la corona en una herramienta de financiación política y diplomacia clientelar. El resultado fue un deterioro paulatino que hundió la producción dejando al país en la ruina económica tras el fin del ciclo alcista de los primeros años del siglo. La nueva ley de Rodríguez intenta atraer desesperadamente el capital que la industria petrolera venezolana necesita para salir del marasmo. Entre esos cambios está la ruptura del control absoluto que PDVSA tenía sobre las empresas mixtas, lo que permitirá contratos de producción compartida similares al vigente con Chevron. El objetivo es estabilizar la industria y elevar la producción a corto plazo, pero los obstáculos siguen siendo monumentales. Aunque la ley promete apertura, los gigantes energéticos como ExxonMobil se muestran escépticos. La falta de un Estado de derecho sólido y el hecho de que la reforma ha sido redactada de forma apresurada y bajo presión externa generan dudas sobre la durabilidad de estas protecciones legales. La estructura fiscal propuesta sigue resultando muy punitiva en comparación con otros grandes productores como Irak o Argentina. Con regalías e impuestos que se van por encima del 45% de los ingresos, Venezuela compite en desventaja. El Departamento del Tesoro estadounidense ha puesto de su lado y ha comenzado a emitir licencias limitadas para que sus empresas operen como árbitros del sector. Pero las grandes inversiones a largo plazo parecen lejanas. La ambición de Trump de utilizar el crudo venezolano para desplazar al petróleo ruso en mercados como la India choca con la realidad numérica. Venezuela no cuenta con la capacidad de producción necesaria para cubrir los más de un millón de barriles diarios que la India importa de Rusia cada día, y mucho menos a los precios rebajados que ofrecen los rusos. La reforma representa un gran paso adelante, algo impensable hace solo dos meses, pero el camino hacia la recuperación total y la confianza de mercado sigue condicionado a la incertidumbre de una transición política que apenas ha comenzado. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:44 El fin del chavismo petrolero 31:56 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 33:55 Bad Bunny en la Super Bowl 49:43 La segunda generación de inmigrantes
A reforma fiscal de 2025 é um primeiro passo para reduzir as desigualdades tributárias no Brasil, mas muito resta a fazer para a justiça fiscal no país, avaliam economistas do recém‑criado Observatório Fiscal Internacional, em Paris. O centro de estudos, dirigido pelo economista francês Gabriel Zucman, concentra pesquisas em temas como tributação da riqueza, evasão fiscal e fluxos financeiros ilícitos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A instituição é a ampliação do Observatório Fiscal Europeu, sediado desde 2021 na Paris School of Economics (PSE). O Brasil atrai uma atenção especial dos pesquisadores, ao ter um dos sistemas tributários mais desiguais, “se não for o mais desigual entre as grandes economias”, segundo Zucman. “Esta situação precisa evoluir. Trata-se de um desafio econômico e político central para o Brasil, que acho que estará no foco da eleição presidencial”, disse, no lançamento da instituição, na última quinta-feira (5). Durante a presidência brasileira do G20, em 2024, o economista contribuiu para a elaboração da proposta de criação de um imposto global de 2% sobre a renda dos ultrarricos, que Brasília levou à mesa de negociações do fórum internacional. A declaração final do evento não incluiu o projeto, que atingiria cerca de 3 mil pessoas no mundo. Entretanto, o comunicado fez uma menção inédita à importância da tributação dos bilionários, uma vitória para os defensores do tributo. Para Zucman, o debate que se sucedeu não só no Brasil, como na França, Holanda, Espanha, África do Sul, Colômbia e o estado americano da Califórnia, mostra que os avanços para uma maior justiça fiscal são uma questão de tempo. “Por todo o lugar, estamos vendo iniciativas para encontrar uma solução para o problema atual, de que as grandes fortunas conseguem se exonerar da solidariedade nacional. Acho que daqui a 20 ou 30 anos, retrospectivamente, veremos o período atual, entre 2024 e 2026, como o ponto de virada: o início de um movimento internacional pela taxação dos bilionários, das grandes fortunas, da mesma forma como houve um movimento internacional no início do século 20 para a criação do imposto de renda progressivo”, frisou. No Brasil, desigualdade ainda maior do que se pensava Em agosto passado, o Ministério da Fazenda apresentou um trabalho da equipe de Zucman em parceria com a Receita Federal sobre a desigualdade tributária no Brasil, ainda maior do que se imaginava. O 1% de brasileiros mais ricos concentram cerca de 27,4% de toda a renda no país, 7% a mais do que apontavam estudos anteriores. Além disso, a pesquisa concluiu que enquanto as classes médias e os trabalhadores no Brasil têm uma alíquota média de impostos de 42,5%, o topo da pirâmide de renda tem menos da metade, 20,6%. Apesar da reforma, que aumentou a faixa de isenção do imposto de renda para os mais pobres e criou um tributo inédito para o topo da riqueza no Brasil, as distorções continuam e a regressividade do imposto no Brasil é uma das mais elevadas do mundo, salienta Theo Palomo, autor principal da pesquisa. “Existem várias propostas, um debate público sobre como reduzir essa regressividade. Mas só é possível avaliar essas propostas quando você tem números de qual é a diferença de tributo que o bilionário está pagando em relação à classe média”, afirmou o doutorando na PSE. “O nosso estudo faz exatamente isso: ele consegue informar o debate e possibilitar uma discussão mais informada da realidade brasileira.” Benefícios fiscais para empresas Um dos focos das próximas pesquisas será avaliar a eficiência dos benefícios tributários, que fazem despencar a arrecadação das empresas, principalmente as grandes. “Existe muito benefício para a inovação, a tecnologia, o desenvolvimento regional. Então, uma pergunta fundamental é: esses benefícios estão cumprindo seu papel?”, disse. “Essa é uma questão superimportante, ainda mais nesse cenário de que o Brasil tem uma restrição orçamentária, e os benefícios tributários são gigantescos. As grandes empresas, como a gente mostra no nosso estudo, são controladas pela população mais rica, ou seja, esses benefícios, no fundo, beneficiam os mais ricos.” Os mecanismos de fuga de impostos também estão na mira do observatório. Um dos movimentos que a reforma fiscal tende a acelerar entre os ricos é o de reter os lucros nas empresas, em vez de distribui-los, e assim evitar a mordida do imposto de renda. “Tem uma discussão de áreas mais cinzentas do que seria evasão e otimização. É uma coisa que a gente está começando a estudar, por exemplo, a pejotização”, destaca Palomo. “A gente está querendo justamente avançar nessa agenda para entender exatamente a contribuição de cada um, não só em termos de orçamento, que é uma questão importantíssima, quanto do orçamento está sendo perdido por evasão fiscal, mas também entender como isso impacta a desigualdade do Brasil.” Em abril, o Observatório Fiscal Internacional publicará um relatório sobre a progressividade dos impostos na América Latina, com foco nos ultrarricos. Brasília exerce atualmente a presidência da Plataforma de Cooperação Tributária para a América Latina e o Caribe (PTLAC), que discute soluções para implementar maior justiça fiscal na região. O fórum foi criado em 2022, no âmbito da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Leia tambémFrança: volta de Imposto sobre a Fortuna não causaria debandada de ricos, indica estudo
Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa. Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações. “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.”
Concentrar-se no que é controlável e aceitar o que é incontrolável. Essa á uma das máximas do pensamento estóico, criado pelo imperador romano Marco Aurélio e que voltou ao hype. Afinal, o que é - e, principalmente, o que não é - estoicismo?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 48s)* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERChegou fevereiro, ilustríssima ouvinte e ilustríssimo ouvinte do Naruhodo.É quando a rotina aperta de verdade: o calor pesa, os compromissos se acumulam, o corpo sente, o Carnaval se aproxima — e a vida real acontece sem pausa.E qual é a roupa que acompanha o seu ritmo?Ela mesma: INSIDER.Afinal, INSIDER é a escolha inteligente que aguenta o dia inteiro, aguenta o calor, aguenta o movimento, aguenta a rotina.Ou seja: sustenta seu ritmo com muito estilo.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto para clientes cadastrados e 20% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe Western origins of mindfulness therapy in ancient Romehttps://link.springer.com/article/10.1007/s10072-023-06651-wA Comparative Analysis of Stoicism and Cognitive Behavioural Therapy (CBT)http://albertinejournal.org/10%20A%20Comparative%20Analysis%20of%20Stoicism%20and%20Cognitive%20Behavioural%20Therapy%20(CBT).pdfWilliam James and the Impetus of Stoic Rhetorichttps://scholarlypublishingcollective.org/psup/p-n-r/article-abstract/45/3/246/290269/William-James-and-the-Impetus-of-Stoic-RhetoricThe Ancient Origins of Cognitive Therapy: The Reemergence of Stoicismhttps://www.proquest.com/openview/742f90a1c1e13c9085ce2a9c8d0410fe/1?pq-origsite=gscholar&cbl=28723Core Beliefs in Cognitive Behavioral Therapy and Stoicismhttps://muse.jhu.edu/pub/1/article/964183/summaryPatricia A. Rosenmeyer (2001). Ancient Epistolary Fictions: The Letter in Greek Literature. Cambridge University Press. p. 214. ISBN 978-0-521-80004-4.https://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam031/00041454.pdfA HISTORY OF CYNICISM https://www.holybooks.com/wp-content/uploads/A-History-of-Cynicism.pdfStoicism as a Panacea for Contemporary Problemshttps://www.proquest.com/openview/f128731c9d006eca833b90aa36167659/1?pq-origsite=gscholar&cbl=18750&diss=yThe Stoic Capitalist: Advice for the Exceptionally Ambitioushttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=VR1VEQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP2&dq=stoicism+and+capitalism&ots=VuA23wsQ3C&sig=BUUMCHZI782I82BzPTwzSi6ui74&redir_esc=y#v=onepage&q=stoicism%20and%20capitalism&f=falsePopular Stoicism in the Face of Social Uncertaintyhttps://www.ceeol.com/search/article-detail?id=1075832Diógenes Laércio, Vidas e Doutrinas dos Filósofos Ilustreshttps://revistas.ufrj.br/index.php/FilosofiaClassica/article/download/40618/22230/110987Nietzsche contra stoicism: naturalism and value, suffering and amor fati https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0020174X.2019.1527547Stoicism and sensation seeking: Male vulnerabilities for the acquired capability for suicidehttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0092656612000530Can stoic training develop medical student empathy and resilience? A mixed-methods studyhttps://link.springer.com/article/10.1186/s12909-022-03391-xTroubling stoicism: Sociocultural influences and applications to health and illness behaviourhttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1363459312451179Meditações - Marco Auréliohttps://masculinistaopressoroficial.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/06/meditac3a7c3b5es-marco-aurc3a9lio.pdfBig boys don't cry: An investigation of stoicism and its mental health outcomeshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886907004473Naruhodo #26 - Meditação faz bem pra saúde, segundo a ciência?https://www.youtube.com/watch?v=cqzZlXHtxjkNaruhodo #404 - Por que algumas pessoas gostam de terminar as coisas e outras não?https://www.youtube.com/watch?v=pTSZ--4TKMkNaruhodo #135 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Fq-VjuiTOY0Naruhodo #136 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yRZkLKL6QH0Naruhodo #319 - O tempo passa mais rápido quando ficamos mais velhos?https://www.youtube.com/watch?v=8xgBvsN0b_INaruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowgNaruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rcNaruhodo #446 - O que é transfuga de classe?https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZoNaruhodo #430 - Por que é tão difícil deixar o rancor de lado?https://www.youtube.com/watch?v=u0IesoD4A9ANaruhodo #346 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=p9-iauANzY0Naruhodo #347 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yggQXOE9lRYNaruhodo #186 - O que são as 4 causas de Aristóteles?https://www.youtube.com/watch?v=GQnAQGbMpXcNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNs*TEXTO MARCO AURÉLIOAo despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas das inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa. Isso é tudo o que sou: um pouco de carne, um breve fôlego vital e o guia interior. Deixe os livros! Não te distraias mais; não está permitido a ti. Mas que, na idéia de que já és um moribundo, despreza a carne: sangue e pó, ossos, fino tecido de nervos, de pequenas veias e artérias. Olha também em que consiste o fôlego vital: vento, e nem sempre o mesmo, pois em todo momento se expira e de novo se aspira. Em terceiro lugar, pois, te resta o guia interior. Reflete assim: és velho; não o consintas por mais tempo que seja escravo, nem que siga ainda arrastando-se como marionete por instintos egoístas, nem que maldigas o destino presente ou tenhas receio do futuro. Para qualquer parte da natureza, é bom aquilo que colabora com a natureza do conjunto e o que é capaz de preservá-la. E conservam o mundo tanto as transformações dos elementos simples como as dos compostos. Sejam suficientes para ti essas reflexões, se são princípios básicos. Afasta tua sede de livros, para não morrer amargurado, mas verdadeiramente resignado e grato de coração aos deuses. Não consumas a parte da vida que te resta fazendo conjecturas sobre outras pessoas, a não ser que teu objetivo aponte para o bem comum; porque certamente te privas de outra tarefa. Ao querer saber, ao imaginar o que faz fulano e por que, e o que pensa e o que trama e tantas coisas semelhantes que provocam teu raciocínio, tu te afastas da observação do teu guia interior. Convém, consequentemente, que, no encadear das tuas ideias, evites admitir o que é fruto do azar e supérfluo, mas muito mais o inútil e pernicioso. Deves também acostumar-te a ter unicamente aquelas ideias sobre as quais, se te perguntassem de súbito “em que pensas agora?”, com franqueza pudesses responder no mesmo instante “nisso e naquilo”, de maneira que no mesmo instante se manifestasse que tudo em ti é simples, benévolo e próprio de um ser isento de toda cobiça, inveja, receio ou qualquer outra paixão, da qual pudesses envergonhar-te ao reconhecer que a possui em teu pensamento. Porque o homem com essas características, que já não demora em situar-se entre os melhores, converte-se em sacerdote e servo dos deuses, posto ao serviço também da divindade que habita seu interior; tudo que o imuniza contra os prazeres, o faz invulnerável a toda dor, intocável a todo excesso, insensível a toda maldade, atleta da mais excelsa luta, luta que se entrava para não ser abatido por nenhuma paixão, impregnado a fundo de justiça, apegado, com toda a sua alma, aos acontecimentos e a tudo o que lhe tenha acontecido. E, raramente, a não ser por uma grande necessidade e tendo em vista o bem comum, cogita o que a outra pessoa diz, faz ou pensa. Colocará unicamente em prática aquelas coisas que lhe correspondem, e pensa sem cessar no que lhe pertence, o que foi alinhado ao conjunto. Enquanto, por um lado, cumpre o seu dever, por outro, está convencido de que é bom. Porque o destino designado a cada um está envolvido no conjunto e ao mesmo tempo o envolve. Tem também presente que todos os seres racionais têm parentesco e que preocupar-se com todos os homens está de acordo com a natureza humana Mas não deves considerar a opinião de todos, mas somente a opinião daqueles que vivem conforme a natureza. E, em relação aos que não vivem assim, prossegue recordando até o fim como são em casa e fora dela, pela noite e durante o dia, e com que classe de gente convivem. Consequentemente, não considera o elogio de tais homens que nem consigo mesmos estão satisfeitos.Na convicção de que pode sair da vida a qualquer momento, faça, fale e pense todas e cada uma das coisas em consonância com essa ideia. Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência? Mas sim, existem, e lhes importam as coisas humanas, e criaram todos os meios a seu alcance para que o homem não sucumba aos verdadeiros males. E se restar algum mal, também haveriam previsto, a fim de que contasse o homem com todos os meios para evitar cair nele. Mas o que não torna pior um homem, como isso poderia fazer pior a sua vida? Nem por ignorância nem conscientemente, mas por ser incapaz de prevenir ou corrigir esses defeitos, a natureza do conjunto o teria consentido. E, tampouco, por incapacidade ou inabilidade teria cometido um erro de tais dimensões como acontece aos bons e aos maus indistintamente, bens e males em partes iguais. Entretanto, morte e vida, glória e infâmia, dor e prazer, riqueza e penúria, tudo isso acontecem indistintamente ao homem bom e ao mal, pois não é nem belo nem feio, porque, efetivamente, não são bons nem maus.*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
O ano de 69 foi um dos piores de Roma de todo século 1.Esse foi o famoso "Ano dos 4 Imperadores" época em que cada parte do império foi controlado por um líder diferente: Galba, Otho, Vitélio e, agora, Vespasiano.Curiosamente, Vespasiano nunca almejou ser imperador de Roma nem participou dos bastidores do poder político.Mesmo assim, ele iria ria explorar a fraqueza de cada um de seus adversários, deixando sua marca em Roma para sempre.Entretanto, toda essa instabilidade do ano de 69 iria cobrar um preço alto de toda civilização romana.____________________________________Veja as imagens dos personagens, mapas ,fontes e locais abordados no podcast no nosso site: https://geopizza.com.br/imperador-de-roma-por-acaso-vespasiano-136/____________________________________Nos siga nas redes:Instagram TwitterTiktok Youtube _____________Confira nossa loja _____________Anuncie no Geopizza _____________Para escutar nossos episódios EXCLUSIVOS, apoie o Geo através do PIX: pix@geopizza.com.br Siga essas etapas:1: Programe o pix - R$ 5 valor mínimo - para todo dia 5 do mês2: Mande o comprovante de agendamento para o mesmo e-mail3: Aguarde!_____________Outras maneiras de apoio:Apoiase: https://apoia.se/geopizzaPatreon: https://www.patreon.com/geopizza_____________Contato do Alexander:51984496851alexanderdesmouceaux@gmail.comDemo Reel:https://youtu.be/IcvTrZStvCI
Aragón celebra hoy elecciones autonómicas anticipadas, una novedad que no coincide con otros procesos, para elegir sus 67 escaños. Más de un millón de aragoneses están llamados a las urnas. Entretanto, el temporal de lluvias azota Andalucía, dejando más de 11.000 personas desalojadas, con especial incidencia en Cádiz y pérdidas millonarias en el sector agrario, destacando un 40% de afectación en el ovino-caprino de Jaén. Los maquinistas ferroviarios mantienen una amenaza de huelga para el 9, 10 y 11 de febrero si las negociaciones con el ministerio no prosperan. Demandan mayor inversión en mantenimiento, seguridad y personal, así como revertir externalizaciones, impactando cercanías, media y alta velocidad con servicios mínimos. En el ámbito deportivo, el Real Madrid se enfrenta al Valencia en Mestalla en su lucha por La Liga, mientras que España se consagra campeona de Europa de Fútbol Sala por octava vez al vencer a Portugal. Entre otros temas, se aborda la propuesta de Pedro ...
Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp. “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.” A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.
Perante mais uma ronda de negociações entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, coloca-se a questão de se saber se os seus resultados podem beneficiar de algum modo aqueles que querem o estabelecimento da paz. Para todos os efeitos, a Europa continua a ser o parente pobre deste choque de forçar que se dá, mais uma vez, no Emirados Árabes Unidos.Do outro lado do Atlântico, o ‘caso' Epstein' espalha as suas metástases por todo o lado – inclusivamente para o lado de cá do oceano – o que não é necessariamente mau para Donald Trump.Entretanto, vale a pena tentar-se perceber para onde vai a Índia e a sua frenética atividade na área da negociação de parcerias estratégicas comerciais com os principais blocos económicos.
Ainda as consequências do que foi dito em Davos, com destaque para a intervenção do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, uma espécie de grito de independência, mas também do presidente ucraniano, que quis ‘colar-se' aos Estados Unidos em detrimento de uma Europa que está ao seu lado desde o primeiro instante.Entretanto, a União Europeia na Índia e o Reino Unido na China tentam em paralelo manter-se ao largo das consequências da estratégia comercial dos Estados Unidos.A palavra de ordem é encontrar alternativas a um mercado que se vai fechando, mas principalmente que confunde taxas alfandegárias com armas letais no combate geopolítico.
1. Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo. (S. Mateus, 11:28 a 30.)2. Todos os sofrimentos: misérias, decepções, dores físicas, perda de seres amados, encontram consolação em a fé no futuro, em a confiança na justiça de Deus, que o Cristo veio ensinar aos homens. Sobre aquele que, ao contrário, nada espera após esta vida, ou que simplesmente duvida, as aflições caem com todo o seu peso e nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Foi isso que levou Jesus a dizer:“Vinde a mim todos vós que estais fatigados, que eu vos aliviarei.”Entretanto, faz depender de uma condição a sua assistência e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei por ele ensinada. Seu jugo é a observância dessa lei; mas, esse jugo é leve e a lei é suave, pois que apenas impõe, como dever, o amor e a caridade.
Já beijaram de olhos abertos? Esperemos que não. Esperamos também que não sejam aquelas pessoas que beijam mesmo diretamente a face, com beijo de avó. Mas se forem também está tudo bem. Entretanto, resolvemos o caso da mota barulhenta das 23h, falamos sobre ser mãe de menino e ainda alguma macadaREDES SOCIAISMafalda Castro: / mafaldacastro Rui Simões: / ruisimoes10 Bate Pé instagram: / batepeclips Bate Pé Tiktok: / bate.pe APOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
Abrimos o recapitulativo desta semana em África com Moçambique com as intempéries que provocaram mortíferas cheias essencialmente no sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, para além de mais de uma dezena de mortos só nestes últimos dias e mais de 700 mil pessoas afectadas, o balanço muito provisório da época chuvosa é de pelo menos 123 mortos desde Outubro. Ao longo destes últimos dias, as autoridades tentaram acudir às pessoas que se encontram bloqueadas devido às cheias, com grandes dificuldades pelo meio, como chegou a reconhecer Benvinda Levy, primeira-ministra de Moçambique. Neste quadro já por si difícil, a situação epidemiológica também piorou comparativamente com o ano passado, com um recrudescimento de doenças diarreicas e casos de paludismo. Perante a ausência de sinais de abrandamento das intempéries, o governo deu conta da sua apreensão face à possível ruptura da Barragem de Senteeko, na África do Sul, com possíveis consequências em alguns distritos das províncias e Maputo e Gaza na região do sul do país. Relativamente desta vez a São Tomé e Príncipe, num acórdão datado de 15 de Janeiro, o Tribunal Constitucional apontou violações da Constituição no decreto presidencial de 6 de Janeiro de 2025 demitindo o governo então dirigido por Patrice Trovoada, da ADI, e que depois foi substituído pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, pertencente a uma outra ala do mesmo partido. Reagindo na segunda-feira a este acórdão do Tribunal Constitucional, Patrice Trovoada declarou-se "disponível para voltar à governação do país". Por seu turno, o actual chefe do governo, Américo Ramos, questionou o 'timing' do acórdão, 12 meses depois da demissão do anterior governo. Sobre a disponibilidade de Patrice Trovoada regressar ao poder, ele sublinhou que o acórdão não tem efeitos retroactivos. Refira-se entretanto que a ADI de Patrice Trovoada anunciou esta semana que vai submeter ao parlamento no próximo dia 27 de Janeiro, uma moção de censura contra o actual Governo são-tomense, alegando que “não tem demonstrado habilidade sustentável à governação”. Ao ser auscultado nesta sexta-feira pelo Presidente da republica sobre os pleitos eleitorais deste ano, as presidenciais de Julho e as legislativas de Setembro, a ADI considerou que no caso de a sua moção de censura ser aprovada, poderia colocar-se a necessidade de antecipar a data das legislativas. Em Cabo Verde, a actualidade esteve igualmente virada para calendários eleitorais, com o Presidente José Maria Neves a anunciar as legislativas para 17 de Maio e as presidenciais para o dia 15 de Novembro, sendo que uma eventual segunda volta fica reservada para o dia 29 de Novembro. No Uganda, depois de o Presidente Yoweri Museveni, no poder desde 1986, ter sido declarado vencedor das presidenciais da semana passada com mais de 70% dos votos, a tensão não tende a diminuir no país, com observadores e oposição a denunciar resultados forjados e um clima de violência. Esta semana, o filho do Presidente e chefe do exército ameaçou de morte o principal adversário do pai nas presidenciais, Bobi Wine, que em em entrevista concedida à RFI, disse "ter que se esconder". Relativamente desta vez à Guiné-Bissau, a presidência da CPLP assumida por Timor-Leste na sequência da suspensão da Guiné-Bissau quer que uma missão a Bissau “se realize rapidamente”. Em declarações recolhidas pela agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Bendito dos Santos Freitas, sublinhou tratar-se de um "assunto prioritário". A perspectiva desta missão da CPLP que já vinha sendo discutida desde Dezembro, mas também uma série de pronunciamentos feitos nomeadamente pelo Presidente de Cabo Verde que apelou nestes últimos dias à libertação de todos os presos políticos, mas também pelo chefe da diplomacia portuguesa Paulo Rangel que deu conta da sua preocupação com a situação da Guiné-Bissau após a desestabilização militar de Novembro do ano passado, ou ainda pela eurodeputada socialista Marta Temido para quem se vive uma grave quebra do estado de direito naquele pais, irritaram em Bissau. O porta-voz do governo interino guineense, Fernando Vaz, foi sem rodeios. Respondendo às criticas lançadas pelo governo guineense, o chefe de estado cabo-verdiano, desmentiu qualquer "tentativa de ingerência" nos assuntos internos da Guiné-Bissau. Reagindo igualmente às declarações do actual poder de Bissau, o eurodeputado socialista Francisco Assis afastou qualquer "complexo neocolonialista" por parte de Portugal. Entretanto, relativamente desta vez à Republica Centro-Africana, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira uma resolução apelando às autoridades do bloco a imporem sanções específicas aos responsáveis pela detenção do luso-belga Joseph Figueira Martins naquele país. Os eurodeputados solicitam também o envio de uma missão à RCA para avaliar a situação daquele humanitário, preso desde Maio de 2024 e condenado em Novembro passado a 10 anos de trabalhos forçados. Em Angola, o parlamento aprovou na quinta-feira em votação final, a lei sobre o estatuto das ONGs, com os votos contra da UNITA que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e Presidente da Associação Cívica -Handeka- referiu que esta lei vai dificultar o trabalho das ONGs. No Senegal, estes últimos dias foram de celebração, depois da vitoria da equipa nacional na final do CAN 2025 no passado fim-de-semana em Marrocos contra a equipa da casa. Apesar de esta vitória ficar marcada pela polémica da saída de campo de certos jogadores senegaleses em protesto contra uma decisão do arbitro nos minutos finais do jogo, prevaleceu o espírito festivo em Dacar.
A conversa continua com os verdadeiros nómadas digitais; David Negreira, Tiago Carrondo, Miguel e Diogo Constantino - alguns a dobrarem as ceroulas para irem à FOSDEM. Queres ter o teu próprio e-mail? Ah! Querias! É mais complicado do que parece? Nim. A merdificação da internet e dos serviços digitais tem saída? Errr... E a Inferência Estatístisca Turbinada, vulgo Intelijumência Artificial? É ensinada ou treinada? Deve ser tratada como Deus na terra...ou como um estagiário meio-burro? Entretanto, o site da comunidade Ubuntu Portugal pula e avança, empurrado pela mãozinha do Hugo. Ainda a procissão vai no adro!...
Nesta edição do Retrabalho, os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro trazem como destaque a informação que a legislação brasileira permite a rescisão do contrato de trabalho sem justa causa a qualquer momento. Entretanto, a lei protege o empregado em algumas situações, impedindo que o colaborador seja dispensado de forma arbitrária, é a estabilidade. A legislação trabalhista prevê estabilidade no emprego em determinadas circunstâncias. Isso quer dizer que a empregada ou o empregado não pode ser demitido sem justa causa durante um período definido, caso atenda aos requisitos previstos. Gestantes, dirigentes sindicais e trabalhadores acidentados contam com essa garantia, por exemplo.
Albert Fish parecia um avô comum, com cabelos grisalhos, roupas antigas e uma fala pausada. Entretanto, ele escondia sua verdadeira face: a de um homem que tinha desejos perturbadores envolvendo infanticídio e canibalismo. Esse é podcast Clube dos Detetives e hoje nós vamos falar sobre o caso do Albert Fish, que ficou conhecido como Homem Cinzento.• VERSÃO ESCRITA:- https://www.podcastcdd.com.br/post/109-albert-fish-o-homem-cinzento-serial-killer• APOIE O PODCAST: - Apoia.se: https://apoia.se/clubedosdetetives- PIX: podcastcdd@gmail.com• REDES SOCIAIS:- Site: http://www.podcastcdd.com.br- Instagram: https://www.instagram.com/podcastcdd/- YouTube: https://www.youtube.com/@podcastcdd- E-mail: podcastcdd@gmail.com• FONTES: Albert Fish in His Own Words: The Shocking Confessions of the Child Killing Cannibal.
Donald Trump não está brincando quando afirma querer comprar a Groenlândia, território autônomo sobre o qual a Dinamarca é soberana. O presidente americano parece determinado a tomar o controle do território no Ártico, e agora ameaça os países europeus que se opuserem aos seus planos com novas tarifas alfandegárias. Mas, afinal, quanto custaria comprar o país? Em seu primeiro mandato, o líder republicano já havia demonstrado a intenção de adquirir a maior ilha do mundo, alegando ameaças à segurança dos Estados Unidos. Agora, ele volta a tratar do assunto, com contornos de uma gigantesca transação imobiliária – numa tentativa de repetir a que foi feita em 1867, quando Washington comprou o Alasca da Rússia, por US$ 7,2 milhões na época. Há mais de 80 anos, a própria Groenlândia recusou uma primeira proposta dos americanos, no valor de US$ 100 milhões. O governo do território e sua população continuam a ressaltar que o país não está à venda. O montante sobre a mesa hoje atingiria facilmente a casa das dezenas ou até centenas de bilhões de dólares, dada a valorização estimada dos recursos minerais estocados nos seus subsolos. A emissora NBC News, citando especialistas e ex-membros do governo federal americano, evocou a cifra de US$ 700 bilhões, sem especificar a metodologia utilizada. No New York Times, um ex-economista do Banco Central americano (Fed), considerou os valores já pagos pelo país para a aquisição de outros territórios e cruzou com os dados de inflação e crescimento econômico dos Estados Unidos e da Dinamarca. Conforme David Baker, a nova proposta situaria entre US$ 12 bilhões e US$ 77 bilhões. Mas outro cálculo bem mais modesto também estaria sendo considerado: oferecer dinheiro diretamente para os 57 mil habitantes da ilha, em troca de apoio político para a ideia da separação da Dinamarca e adesão aos Estados Unidos. Nesta hipótese, o valor dos recursos naturais da ilha tende a ser minimizado. De olho nas terras raras e minérios A Groenlândia abriga algumas das maiores reservas mundiais de terras raras e minerais críticos, essenciais para o setor da tecnologia. Para além das suas fronteiras, o subsolo do Ártico ainda concentra 30% das reservas de gás natural do planeta e 13% das de petróleo. “Tem hidrocarbonetos por todo o lado no Ártico. Mas até hoje, na Groenlândia, nunca se conseguiu encontrar uma reserva comercialmente explorável, ou seja, um lugar no gelo, na terra ou no mar onde os recursos estejam tão concentrados que valha a pena explorar”, frisa o pesquisador sênior da Universidade do Quebec Mikaa Blugeon-Mered, especialista no papel dos polos na transição energética, à RFI. “É por isso, e para conseguir financiar a própria independência total da Dinamarca, que a Groenlândia tem buscado desenvolver o setor mineral, de terras raras, urânio, molibdênio. Dos 50 metais críticos considerados prioritários pelo governo americano, 44 estariam presentes na Groenlândia em quantidades suficientemente satisfatórias para interessar os Estados Unidos.” A ambição americana de acessar esses recursos sequer é disfarçada: o embaixador nomeado pelos Estados Unidos na Dinamarca é ninguém menos do que Ken Howery, bilionário que fez fortuna na Silicon Valley. Entretanto, a exemplo da Venezuela e seu petróleo, os recursos naturais da Groenlândia são de difícil acesso: 80% do seu território é recoberto por uma espessa camada de gelo, necessitando investimentos colossais que levantam dúvidas sobre a viabilidade financeira da sua eventual exploração. Quantificar o valor real destes recursos é um cálculo complexo e, ainda assim, inexato. Não à toa, existem apenas duas minas em atividade na Groenlândia atualmente. China e 'freedom city' Neste aspecto, uma grande preocupação americana é conter a expansão da concorrência chinesa na região, salienta Mikaa Blugeon-Mered, autor de «Alors tu veux acheter le Groenland...” ("Então você quer comprar a Groenlândia?”, em tradução livre) “Quem está lá querendo comprar hidrocarbonetos e minerais do Ártico? Hoje, a principal compradora é a China. Ela tem um papel fundamental, porque tem tentado estabelecer posições estratégicas em toda esta região do Ártico, solicitando licenças, tentando comprar minas e assim por diante”, complementa o pesquisador. “Nos últimos 15 anos, eles têm tentado internalizar essa cadeia de valor, controlá-la desde a mina até o seu uso final, particularmente no que diz respeito aos elementos de terras raras, nos quais a China tem uma presença significativa na Groenlândia. Hoje, é precisamente isso que os Estados Unidos estão tentando neutralizar e se apropriar”, afirma. Outro aspecto que entra na conta dos americanos é o potencial da ilha como uma "freedom city". O conceito, elaborado pela ala libertária das tech e aliada de Trump, imagina paraísos fiscais com regulação mínima, ideais para se tornarem laboratórios da inovação em inteligência artificial, veículos autônomos, lançamentos espaciais e micro reatores nucleares. Além de embaixador na Dinamarca, Ken Howery é cofundador de uma poderosa empresa de venture-capital ao lado de Peter Thiel, defensor da ampla desregulação do setor de tecnologias e um dos financiadores de projetos do gênero. Ambos são amigos de Elon Musk e Thiel, grande doador das campanhas de Trump, foi um dos responsáveis pela ascensão política do vice-presidente americano, J.D. Vance.
Angelluz, umpodcast sobre o Reino Angélico e a atuação dos Anjos - #714 - Os Anjos estão sempre prontos para auxiliá-lo.Muitas são as razões pelas quais uma pessoa pede ajuda para os Anjos: atrair amigos, amor, paz, saúde, atrair um emprego, proteção contra mentiras e traições... Entretanto, a maioria não o faz pois acredita que precisa ser uma pessoa muito especial para merecer o auxílio angélico. Moacyr Martinns traz nesse episódio informações que a primeira vista podem parecer desconcertantes, como não há necessidade de ser um santo para merecer a atenção angélica, assim como também a não necessidade de pertencer a uma determinada religião. Finaliza com uma Meditação Guiada para conexão com os Anjos e libertação de prisões internas ou externas. .
El presidente recibe en la Casa Blanca a la líder opositora venezolana, María Corina Machado, quien le ha entregado el premio Nobel de la Paz que recibió hace unos meses y que Trump siempre ha reivindicado para él. Entretanto, Estados Unidos sigue presionando a Irán con la intención, aparente, de llegar a un acuerdo en Oriente Próximo. Además, Francia ha anunciado la llegada de militares a Groenlandia. Una senda que también han seguido países como el Reino Unido, Finlandia o Países bajos; con el objetivo de mandar un mensaje claro a Washington: Europa está dispuesta a vigilar el ártico a cambio de que Trump abandone sus intenciones expansionistas. En nuestro país, derecha y ultraderecha han criticado en el Congreso al Gobierno por su postura sobre Venezuela. El Partido Popular y Vox señalan sobre todo el papel de José Luis Rodríguez Zapatero en ese país, y acusan al expresidente de cooperar con el régimen de Nicolás Maduro.
Esta semana, a Junta Militar na Guiné-Bissau aprovou uma nova versão da Constituição que reforça os poderes do Presidente, algo apontado como ilegítimo por juristas ouvidas pela RFI. Outro tema polémico a marcar a semana é o ensaio científico sobre a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau. Por estes dias também se celebrou, em Angola, a notícia da ida do Papa ao país este ano, enquanto em Moçambique se falou em alegadas violações graves dos Direitos Humanos na zona de exploração mineira de Marraca, na província de Nampula. Bem-vindos à Semana em África, o programa em que revemos alguns dos temas que abordámos nos nossos noticiários. Na Guiné-Bissau, a Junta Militar que governa o país desde que tomou o poder à força, a 26 de Novembro, aprovou, esta terça-feira, uma nova Constituição que reforça os poderes do Presidente da República como chefe supremo do país, com poderes de representar o Estado, liderar o Governo, nomear ministros e secretários de Estado e ainda dissolver o Parlamento. A jurista e antiga ministra da Justiça da Guiné-Bissau, Carmelita Pires, disse à RFI que a reforma constitucional não tem efeito jurídico porque resulta de uma ruptura da ordem constitucional. Também a jurista portuguesa de origem guineense, Romualda Fernandes, afirma que a alegada revisão constitucional adoptada pelos militares não tem base legal nem democrática. Romualda Fernandes foi consultora na última revisão da Constituição guineense e avisa que um governo de transição não tem legitimidade para fazer mudanças deste calibre. Também esta semana foi anunciado que o Governo de transição da Guiné-Bissau adiou a vacinação à nascença dos recém-nascidos contra a hepatite B para 2028. Entretanto, o Projecto de Saúde de Bandim, que deveria iniciar um ensaio científico sobre os efeitos nao especificados das vacinas contra a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau, continua a levantar polémica. Magda Robalo, antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, disse à RFI que se trata de um estudo problemático em termos éticos. Angola vai receber a visita do Papa ainda este ano. Leão XIV será o terceiro chefe da Igreja católica a visitar o país, depois de João Paulo II em 1992 e de Bento XVI em 2009. Dom Zacarias Kamwenho, arcebispo emérito de Lubango, diz que esta visita é uma "decisão natural" por Angola ter sido o primeiro país da Africa Subsariana a ser evangelizado. Em Moçambique, esta semana fez um ano que Daniel Chapo tomou posse como Presidente do país. Num relatório preliminar publicado na quarta-feira, a plataforma Decide alertou sobre indícios de violações graves dos Direitos Humanos durante confrontos com a polícia na zona de exploração mineira de Marraca, na província de Nampula, no norte do país. Pelo menos 38 pessoas teriam morrido a 28 de Dezembro. De notar ainda que, esta sexta-feira, o Governo moçambicano reunia-se para avaliar a situação da actual época chuvosa, que já matou 94 pessoas no país desde Outubro. Também esta semana foi notícia, em Moçambique, o desabamento, na quinta-feira, de uma mina de ouro em Manica e houve, pelo menos, cinco vítimas mortais. No futebol, este domingo, Marrocos e Senegal jogam a final da CAN2025, o Campeonato Africano das Nações, em Rabat. O Egipto e a Nigéria lutam este sábado pelo terceiro lugar, em Casablanca.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: MARCOS 10:35-45 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 36–38; MATEUS 10:21-42 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A atriz Nichelle Nichols é lembrada por interpretar a tenente Uhura na série Star Trek. Conseguir o papel foi uma vitória pessoal, pois foi uma das primeiras mulheres afro-americanas num grande programa de TV. Mas uma vitória ainda maior estava por vir. Nichols pediu demissão de Star Trek após a 1ª temporada, para voltar ao teatro. Entretanto, ao conhecer Martin Luther King Jr., ele a incentivou a não sair: “Pela primeira vez, os afro-americanos viam-se na TV como pessoas inteligentes que podiam fazer de tudo, até ir ao espaço”, ele disse. Ao interpretar Uhura, Nichelle alcançava uma vitória maior: inspirar mulheres e crianças negras sobre o que elas poderiam vir a ser. Penso em Tiago e João, pedindo a Jesus os melhores cargos em Seu reino (MARCOS 10:37). Que vitória pessoal seria conseguir esses cargos! Jesus não somente lhes explicou a realidade daquele pedido (vv.38-40), mas os chamou para objetivos maiores, dizendo: “Quem quiser ser o líder entre vocês, que seja servo” (v.43). Seus seguidores não deveriam buscar vitórias pessoais, mas, como Ele, usar sua posição para servir aos outros (v.45). Nichelle continuou em Star Trek pela vitória que proporcionou aos afro-americanos. Que nós também nunca nos contentemos apenas com uma vitória pessoal, mas que possamos sempre servir aos outros em nome de Jesus. Por: SHERIDAN VOYSEY
Jacó e Raquel é uma das mais belas estórias românticas das Escrituras.Entretanto, há uma outra pessoa nessa estória, Lia, que poucos notam.Mas Deus nota.Nesta pregação, você verá que a vida de Lia é como a vida de um justo, brilha cada dia mais até ser dia perfeito.Que possamos reconhecer que, para Deus, a essência é mais importante que a aparência.Youtube: youtube.com/c/PrRomuloPereiraInstagram: @PrRomuloPereiraFacebook: facebook.com/PrRomuloPereiraSpotify: Evangelho Puro e Simpleshttps://podcasters.spotify.com/pod/show/PrRomuloPereira
A Guiné-Bissau voltou a dominar a actualidade africana esta semana, após a libertação de figuras políticas e da sociedade civil detidas na sequência do golpe militar de Novembro de 2025, num contexto ainda marcado por contestação social, enquanto São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e a República Democrática do Congo enfrentam desenvolvimentos políticos e judiciais relevantes. Na Guiné-Bissau, foram libertados o jurista e activista Augusto Nansambé, os dirigentes do PAIGC Octávio Lopes e Marciano Indi, bem como o responsável do PRS Roberto Mbesba, todos detidos após o golpe militar de 26 de Novembro de 2025. A informação foi confirmada à RFI pelo advogado Vaiton Gomes Barbosa. Entretanto, é esperada no país uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que integra, entre outras personalidades, os Presidentes da Serra Leoa e do Senegal. A sociedade civil, através do Pacto Social, solicitou um encontro com a delegação para expor a situação política e social do país desde a tomada do poder pelo Alto Comando Militar. Segundo Sabino Gomes Júnior, signatário do Pacto Social, o objectivo é dar a conhecer à missão regional os desenvolvimentos ocorridos no país após o golpe. Ainda na Guiné-Bissau, a alegada morte de um jovem provocada por militares desencadeou uma onda de indignação popular. Centenas de jovens e mulheres saíram às ruas de Bissau para exigir justiça, numa manifestação que acabou por ser travada pela polícia. O Ministério Público prepara-se agora para levar a julgamento os dois militares acusados no caso. Em São Tomé e Príncipe, a escala do navio de assalto anfíbio russo Alexander Otrakovskiy, durante o fim-de-semana, gerou polémica política. A Acção Democrática Independente (ADI), liderada pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, acusa o Presidente da República e o Governo de terem autorizado a entrada e o transbordo de mercadorias de um navio de guerra russo sem o conhecimento nem a aprovação do Parlamento. As autoridades são-tomenses ainda não reagiram publicamente às acusações. O país enfrenta igualmente dificuldades no sector da educação, onde mais de 300 profissionais não docentes trabalham há vários anos sem remuneração. O Governo reconhece irregularidades no recrutamento, admite sanções aos responsáveis e garante estar a procurar soluções para regularizar a situação laboral. Em Cabo Verde, a partir de 21 de Janeiro, os cidadãos que solicitarem visto para viajar para os Estados Unidos, por motivos de turismo ou negócios, poderão ser obrigados a pagar uma caução de até 15 mil dólares. Cabo Verde passou a integrar a lista de 38 países abrangidos por esta medida, que se estende igualmente a Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, ficando Moçambique de fora. Já em Moçambique, o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ordenou a libertação imediata do cidadão turco Emre Çınar, detido na semana passada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). As autoridades não avançaram detalhes sobre os fundamentos da detenção nem sobre eventuais acusações. Por fim, na República Democrática do Congo, o Presidente Félix Tshisekedi manifestou-se favorável a um cessar-fogo “imediato e incondicional” no leste do país, durante um encontro realizado em Luanda, na sequência de um apelo do Presidente angolano João Lourenço, actual presidente em exercício da União Africana.
Leitura Bíblica Do Dia: HEBREUS 13:14-21 Plano De Leitura Anual: MALAQUIAS 1–4; APOCALIPSE 22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Na véspera do Ano-Novo, as autoridades municipais abriram uma cápsula do tempo de 100 anos. Dentro dela estavam previsões esperançosas dos líderes da cidade com as suas visões de prosperidade. Entretanto, a mensagem do prefeito trazia uma ideia diferente: “Que possamos expressar uma esperança que seja superior a de outros, que vocês possam perceber como nação, povo e cidade, que vocês cresceram em retidão, pois é isso que exalta uma nação”. Mais do que o sucesso, a felicidade ou paz, o prefeito desejou que os futuros cidadãos crescessem naquilo que significa ser verdadeiramente justo e correto. Talvez ele tenha se inspirado em Jesus, que abençoou os que anseiam por Sua justiça (MATEUS 5:6). Mas é fácil nos desencorajarmos quando consideramos o padrão perfeito de Deus. Louvado seja Deus por não precisarmos confiar em nosso próprio esforço para crescer. O autor de Hebreus disse: “que o Deus da paz […] os capacite em tudo que precisam para fazer a vontade dele. Que ele produza em vocês, […] tudo o que e agradável a ele” (13:20-21). Nós que estamos em Cristo somos santificados pelo Seu sangue no momento em que cremos nele (v.12), porém, Ele faz crescer o fruto da justiça em nosso coração por toda a vida. Tropeçaremos muitas vezes na jornada, mas ainda esperamos pela “cidade por vir” (v.14) onde a justiça de Deus reinará. Por: KAREN PIMPO
A situação arrasta-se há vários meses e agravou-se no período de Natal e Ano Novo. O governo anunciou, entretanto, a suspensão do novo sistema europeu de controle de fronteiras e mandou chamar, com carácter imediato, os militares da GNR. A ASPP acusa o toque, mas garante que não tem nenhuma responsabilidade pelos tempos de espera verificados. Para olhar para este problema que afecta a imagem do país, a vida de quem nos procura e as finanças das companhias de aviação, conversamos neste episódio com Paulo Geisler, presidente da RENA - Associação das Companhias Aéreas em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Raymond Aron, pensador político do século XX, é amplamente conhecido por sua análise sóbria das democracias liberais e pelo contraste crítico com as ideologias totalitárias. Suas ideias gravitavam em torno da defesa da racionalidade política, do pluralismo e da liberdade civil como fundamentos da ordem moderna. Entretanto, para os adventistas do sétimo dia, cuja compreensão da ordem não se limita aos parâmetros sociais e institucionais do mundo secular, mas repousa em um alicerce teológico e escatológico, as ideias de Aron requerem um exame crítico mais profundo. Esta análise propõe um entrelaçamento entre a cosmovisão adventista sobre ordem e governo representativo e as ideias arônicas, identificando tanto pontos de convergência quanto de tensão.
Esta é uma época do ano cheia de alegria e celebrações. Entretanto, nem todas estas celebrações tem as razões acertadas, pois nem todos entendem o real motivo da alegria destes dias. Não são nossas festas, encontros e presentes a verdadeira fonte de alegria destes dias, mas a obra maravilhosa que Deus fez ao enviar seu Filho ao mundo, Jesus. Jesus veio ao mundo para trazer salvação, como ensina o significado do seu nome e, por isso estamos alegres e devemos celebrar com gratidão.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================20 de DiciembreCaro Silencio«Y será predicado este evangelio del reino en todo el mundo, para testimonio a todas las naciones, entonces vendrá el fin» (Mat. 24: 14).Y si estos callan, las piedras gritarán» (Luc. 19: 40, RVA-2015).En 1952 el compositor John Cage escribió una obra musical a la que dio por título 4'33". Este título insólito corresponde, simplemente, a la duración de la pieza, es decir, 4 minutos y 33 segundos. Lo especial de esta composición es que sus tres movimientos no contienen ninguna nota, aparte de la anotación «Tácet»: silencio.El estreno de 4'33" tuvo lugar el 29 de agosto del año 1952 en Wood stock (Nueva York), y constituyó un sonado escándalo. En efecto: el joven pianista David Tudor entró en escena, saludó al público, se instaló ante el piano de cola, lo abrió, esperó los 4 minutos y 33 segundos y lo volvió a cerrar, marcando así el fin de la actuación. Entretanto, nada. Silencio. Un silencio solo interrumpido por las toses nerviosas de los espectadores... hasta que se dieron cuenta de que no había nada más que esperar y abandonaron la sala protestando, frustrados y enfurecidos.Lo más chocante es que, gracias a esa «creación», John Cage se hizo mundialmente famoso, fue solicitado para interpretarla en numerosas ocasiones y hasta para grabarla en discos y CD ¡con diferentes instrumentos!!¿Locura? ¿Extravagancia? ¿Genialidad? ¿Burla? Ha habido reacciones para todos los gustos. No es mi intención aquí ni juzgar al artista ni a sus fans, ni discutir sobre las numerosas virtudes del silencio. Mis reflexiones van en otra dirección: hay silencios que pueden ser bienhechores, muy valiosos y hasta caros, pero hay otros muy poco recomendables, porque no aportan nada bueno.Jesús instó a sus discípulos a compartir el mensaje que él había proclamado a costa de su propia vida: el evangelio no debe ser callado bajo ningún pretexto. Tiene que ser proclamado a todo mundo para que llegue a toda la humanidad y cumpla su misión, antes de que sea demasiado tarde.El apóstol Pablo siente tan a pecho esa responsabilidad, que exclama: «¡Ay de mí, si no anuncio el evangelio!» (1 Cor. 9: 16). Y exhorta al joven Timoteo en estos términos: «Te suplico encarecidamente [...] que prediques la palabra y que instes a tiempo y fuera de tiempo. Redarguye, reprende, exhorta con toda paciencia y doctrina [...]. Cumple tu ministerio» (2 Tim. 4: 1-5).Cuando la historia parece avanzar a ciegas por derroteros inciertos, no es tiempo de silenciar que Jesús ha prometido volver. Sería un silencio demasiado caro. El mundo necesita más que nunca un mensaje de cordura, de solidaridad y de esperanza.Inspírame, Señor, para que sepa romper el silencio cuando convenga.
Hace 26 años que los municipios guatemaltecos de Nahualá y Santa Catarina Ixtahuacán mantienen una disputa territorial que ha ido derivando en decenas de víctimas mortales. El último episodio ocurrió el pasado fin de semana cuando se registraron 13 fallecidos en la localidad de Nahualá. La cifra de 13 muertos en Nahualá contradice la versión oficial del Gobierno guatemalteco, que reconoce tan solo cinco muertos, y acusa a grupos criminales de provocar la violencia en la zona con ataques armados al ejército. “Un derecho de posesión” RFI pudo contactar con el alcalde de Nahualá, Manuel Guarchaj: “Miren las muertes: 13 muertos. Hay dos menores de edad y hay una persona de la tercera edad de 70 años. Es lamentable, es repudiable lo que sucedió”, reacciona. “Somos muy claros en decirle que no es del crimen organizado, sino realmente un derecho de posesión que es ancestral y está en ley y está en acuerdo marco entre los dos municipios. Lamentablemente hay un Estado débil que no tiene postura, y que tiene que decir las realidades a los dos municipios, pero no lo ha hecho el Estado y esa es la consecuencia”, recalca. Pese a la intervención constante del Gobierno mediante estados de sitio, de prevención y despliegues de fuerzas de seguridad, la disputa territorial sigue sin una salida estructural ante las diferencias entre ambas alcaldías. “Pedimos al Estado dar solución” Existe un acuerdo de copropiedad firmado entre ambos municipios en 1999 y ratificado en 2004, como una vía que permitiría una administración conjunta o una solución negociada del área en disputa, pero a pesar de que se instalaron mesas de diálogo, el conflicto sigue sin resolverse. “Queremos paz, no queremos resolver con violencia, pero lamentablemente el Estado y el otro municipio siempre no quiere que se cumplan los acuerdos que ya están firmados por los dos alcaldes en el año 1999 y en el 2004, y que como nos han invadido, nos han correteado, ahorita lleva siete años de que no nos han permitido que la gente de Nahualá cultiva sus terrenos, también los canteros no los permiten llegar, siempre los reciben a balazos”, prosigue Guarchaj. “Pedimos al Estado dar solución a eso porque está muy claro, está muy evidente que Nahualá no está pidiendo terreno, ni está invadiendo, ni está abusando, sino tiene su derecho jurisdiccional, su derecho de legalidad, su derecho de los derechos humanos. Y lo hemos demostrado y los vamos a seguir demostrando”, concluye el alcalde. Desde 2019, los incidentes violentos se han repetido en la región de Sololá, donde se ubican las dos comunidades indígenas en disputa. Entretanto el Gobierno acusa a grupos del crimen organizado de aprovecharse maliciosamente del conflicto comunitario para controlar el narcotráfico, trasiego de armas, contrabando aduanero, lavado de dinero y la migración ilegal. El Consejo de ministros decidió la implementación por 15 días de medidas extraordinarias para atender este panorama crítico.
Hace 26 años que los municipios guatemaltecos de Nahualá y Santa Catarina Ixtahuacán mantienen una disputa territorial que ha ido derivando en decenas de víctimas mortales. El último episodio ocurrió el pasado fin de semana cuando se registraron 13 fallecidos en la localidad de Nahualá. La cifra de 13 muertos en Nahualá contradice la versión oficial del Gobierno guatemalteco, que reconoce tan solo cinco muertos, y acusa a grupos criminales de provocar la violencia en la zona con ataques armados al ejército. “Un derecho de posesión” RFI pudo contactar con el alcalde de Nahualá, Manuel Guarchaj: “Miren las muertes: 13 muertos. Hay dos menores de edad y hay una persona de la tercera edad de 70 años. Es lamentable, es repudiable lo que sucedió”, reacciona. “Somos muy claros en decirle que no es del crimen organizado, sino realmente un derecho de posesión que es ancestral y está en ley y está en acuerdo marco entre los dos municipios. Lamentablemente hay un Estado débil que no tiene postura, y que tiene que decir las realidades a los dos municipios, pero no lo ha hecho el Estado y esa es la consecuencia”, recalca. Pese a la intervención constante del Gobierno mediante estados de sitio, de prevención y despliegues de fuerzas de seguridad, la disputa territorial sigue sin una salida estructural ante las diferencias entre ambas alcaldías. “Pedimos al Estado dar solución” Existe un acuerdo de copropiedad firmado entre ambos municipios en 1999 y ratificado en 2004, como una vía que permitiría una administración conjunta o una solución negociada del área en disputa, pero a pesar de que se instalaron mesas de diálogo, el conflicto sigue sin resolverse. “Queremos paz, no queremos resolver con violencia, pero lamentablemente el Estado y el otro municipio siempre no quiere que se cumplan los acuerdos que ya están firmados por los dos alcaldes en el año 1999 y en el 2004, y que como nos han invadido, nos han correteado, ahorita lleva siete años de que no nos han permitido que la gente de Nahualá cultiva sus terrenos, también los canteros no los permiten llegar, siempre los reciben a balazos”, prosigue Guarchaj. “Pedimos al Estado dar solución a eso porque está muy claro, está muy evidente que Nahualá no está pidiendo terreno, ni está invadiendo, ni está abusando, sino tiene su derecho jurisdiccional, su derecho de legalidad, su derecho de los derechos humanos. Y lo hemos demostrado y los vamos a seguir demostrando”, concluye el alcalde. Desde 2019, los incidentes violentos se han repetido en la región de Sololá, donde se ubican las dos comunidades indígenas en disputa. Entretanto el Gobierno acusa a grupos del crimen organizado de aprovecharse maliciosamente del conflicto comunitario para controlar el narcotráfico, trasiego de armas, contrabando aduanero, lavado de dinero y la migración ilegal. El Consejo de ministros decidió la implementación por 15 días de medidas extraordinarias para atender este panorama crítico.
Será que as eleições gerais na Guiné-Bissau foram em vão? É, pelo menos, o que parece, ao olhar para a última decisão da CEDEAO, que exige novas eleições depois do golpe de Estado e a formação de um governo civil inclusivo, num prazo curto.Entretanto, em Portugal, a Polícia Judiciária reteve um jato privado com cerca de cinco milhões de euros provenientes da Guiné-Bissau.
por Yaiza Santos Leyó muy sorprendido los versos por los que dicen que un Iniesta recién fallecido es el último gran filósofo y el último gran humanista y literato: «Miente el carnet de identidad, tu culo es mi localidad» o «Ahora que ya no entiendo nada y no me funciona un hemisferio quiero saber si entre tus bragas está la clave del misterio». Por supuesto, entiende que no se puede leer todo esto sin la melodía que lo viste, pero debería abandonarse del todo la idea de que la música es poesía, filosofía o cualquier tipo de literatura. El deber de ocuparse de las cosas de su tiempo lo hizo detenerse en un segundo momento musical. La Conferencia Episcopal ha concedido un premio al disco Lux. ¡Una sociedad que solía regirse por reglas serias! Eso es lo que da, exclusivamente, el paso del posmodernismo por la civilización. Y hablando de Conferencia Episcopal, ese Illa recibiendo a Pujol, justo cuando este es juzgado por graves delitos en la Audiencia Nacional, no lo hace por cálculo político, sino por esa superioridad moral que observa mucho en cristianos. Blindados por el bien, pasan por encima de las leyes laicas. Otro asimismo creyente es el presidente del Gobierno, al que ve, una vez conocida la cárcel para Leire Díez y demás, como ese cohete que sigue por el espacio una vez desprendido el propulsor. Sánchez se cree cohete y es solo la basura que ya está cayendo al vacío. Contó la conversación que sostuvo con el mejor sommelier que conoce, Valerio Carrera, sobre los vinos del desconcierto y celebró que le descubriera en Madrid la tienda Entretanto, donde poder comprar su manzanilla favorita. Se comentó un nuevo burning, sobre devolver regalos navideños, y, ante los hallazgos antropológicos más recientes, Santos observó: no será el Arcadio de 20 años, pero sí el neanderthal que descubrió el fuego. Y fue así que Espada yiró. Bibliografía Alicia H. Pascual, «Mangalica: el cerdo lanudo que parece una oveja y es una joya gastronómica», ¡Hola! Yung Wan et al., «“Holiday effect” in online product Returns: Evidence from negative expectation disconfirmation and post-purchase dissonance», Journal of Retailing and Consumer Services A’Barra See omnystudio.com/listener for privacy information.
"A semana foi uma vez mais marcada pelas críticas à justiça", é assim que Bernardo Ferrão abre este episódio do 'Expresso da Meia-Noite'. A notícia sobre as 50 escutas do Ministério Público a António Costa, em que apenas duas eram relevantes para a investigação, motivam esta observação. Há um excesso de escutas e o MP transformou-se num estado dentro de em estado. Entretanto, nas palavras do diretor da SIC Notícias, o julgamento de Sócrates vai-nos fazendo "corar" de vergonha. Soubemos agora que o ex-primeiro-ministro esteve em Abu Dhabi sem avisar as juízas ao ponto dos procuradores da Operação Marquês colocarem a dúvida sobre uma possível fuga do antigo político. Sócrates e influencer, duas realidades aparentemente distintas mas que tocam numa mesma justiça cada vez mais frágil e alvo de muita indignação. Para discutir estes casos e o estado da Justiça, Bernardo Ferrão e Ângela Silva convidam os advogados Magalhães e Silva e Garcia Pereira e os jornalistas Ana Sá Lopes e José Manuel Fernandes. Ouça aqui o programa em podcast, emitido na SIC a 6 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El año 69 d.C. es uno de los más agitados y caóticos de la historia del imperio romano. En poco más de un año, cuatro hombres se hicieron con el trono tras la muerte de Nerón: Galba, Otón, Vitelio y Vespasiano. Este período demostró que, una vez desaparecido el prestigio de la dinastía julio-claudia, el Senado era ya un mero órgano decorativo y la dignidad imperial dependía exclusivamente de contar con el apoyo de las legiones. Nerón se suicidó el 9 de junio del año 68. Sin heredero, el vacío de poder desató una guerra civil. El primer beneficiario fue Servio Sulpicio Galba, gobernador de la Tarraconense. Hombre de linaje patricio y 73 años, fue reconocido por el Senado y la Guardia Pretoriana. Llegó a Roma en octubre de ese año, pero su gobierno fue un desastre desde el primer día: recortó gastos, se negó a pagar el donativo prometido a los pretorianos y adoptó como heredero a Lucio Calpurnio Pisón, un aristócrata sin carisma ni apoyos militares. Tres meses más tarde las legiones de Germania Superior e Inferior se sublevaron y proclamaron emperador a Aulo Vitelio. Cuando la noticia llegó a Roma los pretorianos asesinaron a Galba y a Pisón en pleno Foro. El Senado, aterrorizado, proclamó emperador a Marco Salvio Otón. Otón, antiguo compañero de juergas de Nerón y gobernador de Lusitania, tenía el apoyo del Pretorio y de parte del pueblo romano. Intentó negociar con Vitelio, que ya marchaba hacia Italia con sus legiones. La negociación fracasó. El 14 de abril del año 69 se libró la primera batalla de Bedriacum (cerca de Cremona). Las tropas de Otón fueron aplastadas. Al recibir la noticia, Otón se suicidó, pero no sin antes pronunciar una frase que ha pasado a la historia: “Es más justo que muera uno por todos, que todos por uno”. Había reinado 91 días. Vitelio entró en Roma en julio entre desfiles, banquetes y celebraciones. Su gobierno fue un espectáculo de despilfarro y crueldad: ejecuciones masivas de oficiales fieles a Otón, disolución de las cohortes pretorianas para sustituirlas por sus tropas germanas y un despilfarro que dejó exhausto el tesoro imperial. Entretanto, en Oriente, las legiones de Judea, Siria y Egipto proclamaron emperador a Tito Flavio Vespasiano, el general que se encargaba en esos momentos de la revuelta judía. Vespasiano controlaba los envíos de grano de Egipto y tenía el apoyo de su hijo Tito y del prefecto de Egipto, Tiberio Julio Alejandro. Las legiones del Danubio que estaban al mando de Marco Antonio Primo invadieron Italia en octubre. A finales de ese mes se libró la segunda batalla de Bedriacum y las tropas de Vitelio fueron aniquiladas. En diciembre, Antonio Primo entró en Roma. Vitelio intentó abdicar y esconderse, pero fue descubierto, arrastrado desnudo por las calles y arrojado al Tíber tras ser torturado. El día 21 de diciembre del año 69, el Senado proclamó a Vespasiano, que aún estaba en Alejandría. Con él comenzó la dinastía Flavia. Para hablar de este año tan importante en la historia de la Antigua Roma nos acompaña hoy Federico Romero, que ya pasó por aquí hace unos meses para hablarnos de aquellos bárbaros que se significaron en su defensa del imperio. Hoy nos vamos cuatro siglos atrás al momento en el que Roma estaba en la cúspide de su poder. Bibliografía: “En defensa de Roma” de Federico Romero - https://amzn.to/48zc0AZ “El año de los cuatro emperadores” Desperta Ferro - https://www.despertaferro-ediciones.com/revistas/numero/72-69-d-c-el-ano-de-los-cuatro-emperadores-roma-vespasiano/ “El imperio romano” de Isaac Asimov - https://amzn.to/3XEwa7w “Rome: An Empire's Story” de Greg Woolf - https://amzn.to/4rFaTrZ Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
A realização da Conferência do Clima das Nações Unidas em plena Amazônia não bastou para os países chegarem a um consenso sobre como encaminhar o fim do desmatamento no mundo. Dias após o fim do evento, a nova Lei de Licenciamento Ambiental Especial (LAE) ameaça o cumprimento dessa meta pelo Brasil, país que mais devasta florestas no planeta. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O desmatamento é a segunda maior fonte de emissões de gases de efeito estufa, atrás do uso de combustíveis fósseis. Mesmo assim, a COP30 falhou em apontar um caminho para o cumprimento de uma das metas do Acordo de Paris: acabar com a destruição das florestas até 2030. O objetivo está previsto no tratado internacional há dez anos. Com uma linguagem vaga, os documentos da Conferência de Belém mencionam a importância da preservação da natureza e do aumento dos “esforços para deter e reverter o desmatamento e a degradação florestal” nos próximos cinco anos – sem especificar como nem com quais recursos. “Eu acho que ela podia ter entregado muito mais do que entregou. A gente viu que dois textos até tratam da questão das florestas. Mas do ponto de vista da implementação mesmo, a gente viu zero avanços”, lamenta Fernanda Carvalho, diretora global de políticas climáticas da organização WWF. Ela acompanhou as negociações da COP30 como observadora da sociedade civil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou emplacar a discussão de dois roteiros fundamentais para o combate efetivo das mudanças climáticas: um para o fim dos combustíveis fósseis e um segundo para o desmatamento. Nenhum dos temas estava na agenda oficial de negociações da conferência. Um primeiro projeto da decisão Mutirão da COP30 – o pacote de acordos políticos do evento – chegou a incluir a discussão sobre os temas. Entretanto, diante da forte resistência de cerca de um terço dos países participantes à questão do petróleo, ambos os trechos foram retirados dos documentos finais. Foco nos combustíveis fósseis Os debates acirrados sobre as energias fósseis acabaram por abafar as possibilidades de progressos no tema do desmatamento, avalia Fernanda Carvalho. “Não soube de ninguém que bloqueou especificamente o desmatamento, mas como isso não era um item de agenda, a opção foi não avançar com isso. Como já estava gerando tanto conflito a parte de combustíveis fósseis, eu acho que não teve como avançar”, reitera. A especialista salienta que, sem um planejamento robusto, os cinco anos que restam pela frente podem não ser suficientes para o cumprimento do objetivo. “É um prazo curtíssimo para implementar coisas que a gente já tinha que ter implementado. E, no caso de florestas, já existem compromissos anteriores, que eram sobre 2020, que a gente não conseguiu alcançar”, lembra. “Então era superimportante que a gente tivesse tratado disso com mais força nessa COP.” A solução apresentada pela presidência brasileira da COP30 foi lançar discussões oficiais sobre os dois mapas do caminho – para o fim da dependência das energias fósseis e o fim do desmatamento – ao longo do próximo ano, durante o mandato do embaixador André Corrêa do Lago. O papel das florestas na crise climática é central: elas não apenas absorvem cerca de 30% do CO₂ emitido no planeta, como a derrubada das árvores as torna fonte de mais emissões. O Brasil, com a maior floresta tropical do mundo, lidera o ranking dos países que mais devastam as florestas, seguido por República Democrática do Congo, Bolívia, Indonésia e Peru, entre outros. Mas o país é o único que já possui um roteiro para acabar com a devastação até o fim desta década, salientou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ao final da conferência em Belém. “A Amazônia não recebe apenas um legado, mas ela também oferece um legado. Com certeza o Brasil será uma referência para mapas do caminho em outros lugares e em outras regiões do mundo, salvaguardando os diferentes contextos e realidades em termos de conformação florestal”, indicou Silva. Liderança brasileira ameaçada Na visão de Fernanda Carvalho, o país tem demonstrado que poderá cumprir o objetivo: o desmatamento caiu 32% de 2023 para 2024, e iniciativas como o Plano Nacional de Bioeconomia alavancam o desenvolvimento sustentável na região, sem devastação. Entretanto, os retrocessos promovidos pelo Congresso na agenda ambiental, como a simplificação do licenciamento de grandes projetos dos governos, colocam a meta brasileira em xeque. “Tudo depende de vontade política, e a gente vê sempre que existem batalhas políticas internas. A flexibilização do licenciamento pode ser desastrosa e gerar mais desmatamento”, adverte Carvalho. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental Especial (LAE) – criada por Lula por meio da Medida Provisória 1.308/2025 – foi aprovada a toque de caixa pelo Senado nesta quarta-feira (3), dias depois de o Congresso derrubar quase todos os vetos de Lula à atualização da Lei de Licenciamento Ambiental no país, o chamado PL da Devastação. Na prática, 52 dos 63 vetos não apenas caíram, como a nova lei amplia o alcance da LAE, que agora poderá se aplicar a qualquer obra considerada “estratégica” pelo governo, com liberação simplificada em até 12 meses. “O parecer da MP, aprovado com aval do governo Lula, já traz em seu texto a primeira encomenda: a BR-319, estrada que implodirá o controle do desmatamento - e, por tabela, das emissões de gases de efeito estufa do Brasil – passará a ser licenciada por LAE”, apontou o Observatório do Clima, em nota após a aprovação do texto. “A rodovia recebeu uma licença prévia ilegal no governo Bolsonaro, que fez o desmatamento no entorno da estrada explodir 122% em um ano após sua concessão. A licença hoje está suspensa na Justiça”, complementa a organização, que reúne quase 200 entidades de proteção do meio ambiente.
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 23 Plano De Leitura Anual: EZEQUIEL 47–48; 1 JOÃO 3 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Quando Elaine foi diagnosticada com um câncer avançado, ela e o seu marido, Carlos, sabiam que não demoraria muito até ela partir para estar com Jesus. Ambos valorizavam a promessa do Salmo 23, de que Deus estaria com eles, até mesmo ao andarem pelo vale mais profundo e difícil dos seus 54 anos de casados. O casal se confortou com base no fato de que Elaine sentia-se pronta para encontrar-se com Jesus e isso lhes trouxe esperança, pois ela tinha colocado a sua fé nele há décadas. No serviço fúnebre de sua esposa, Carlos compartilhou que ele ainda estava viajando “pelo escuro vale da morte” (SALMO 23:4). A vida de sua esposa no lar eterno já havia começado. Entretanto, ele e outros que muito a amavam ainda estavam passando pelo “escuro vale da morte”. Ao viajarmos pelo vale escuro, onde podemos encontrar nossa fonte de luz? O apóstolo João declara: “Deus é luz, e nele não há escuridão alguma” (1 JOÃO 1:5). E Jesus também proclamou: “Eu sou a luz do mundo. Se vocês me seguirem, não andarão no escuro, pois terão a luz da vida” (JOÃO 8:12). Sendo pessoas que creem em Jesus, nós “[andamos] na luz de [Sua] presença” (SALMO 89:15). Nosso Deus prometeu estar sempre conosco e ser nossa fonte de luz, mesmo quando viajamos pelo vale escuro da morte. Por: CINDY HESS KASPER
Reconhecer Cristo como salvador é um milagre vindo da parte de Deus e, por ser um milagre, tendemos a crer que a razão de viver é ser salvo. Entretanto, essa é só uma parte desse lindo processo em nossas vidas. Cristo é o cabeça, a Igreja é o corpo e o corpo é uma unidade. Nesse contexto, a menor expressão visível dessa unidade do corpo é uma igreja local bíblica e saudável. Somos salvos para viver em unidade. Embora o corpo de Cristo tenha muitos membros, todos os membros formam um único corpo. Individualmente não há como ser igreja, apenas na reunião de membros, no Espírito e em Cristo. Obrigado Senhor Jesus, por nos tornar uma família debaixo do seu precioso sangue! _ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEPARÁBOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Max Weber foi um dos mais brilhantes observadores da sociedade moderna. Seu nome tornou-se sinônimo de análise rigorosa da autoridade, da burocracia e das formas pelas quais as instituições moldam a ação social. Sua tipologia das formas de dominação — carismática, tradicional e racional-legal — ainda é amplamente aplicada na compreensão das organizações contemporâneas. Entretanto, quando essas categorias são utilizadas para interpretar ou, pior, organizar a vida da igreja, um dilema profundo emerge: pode uma comunidade chamada a viver segundo o Espírito ser administrada segundo os princípios da racionalidade burocrática? Esse é o ponto crítico deste episódio: a influência do pensamento weberiano sobre a estrutura de liderança e o sistema de governo da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por um lado, Weber nos oferece uma lente poderosa para descrever o funcionamento organizacional da IASD. Por outro, seus pressupostos — se aceitos como normativos — representam uma ameaça à ordem espiritual, escatológica e profética que sustenta o movimento adventista. O risco não é pequeno: é possível que a fidelidade ao modelo de eficiência e previsibilidade acabe por apagar a chama do carisma, da missão e da reforma contínua.
Entre 1973 y 1976 se produjo el colapso del franquismo y comenzó la transición a la democracia. El régimen, personalista y atado a la figura de Francisco Franco —que gobernaba desde 1939—, había intentado institucionalizarse mediante siete Leyes Fundamentales que configuraban un Estado católico, monárquico y corporativo, un “reino sin rey” con Franco como jefe de Estado vitalicio. En 1969 designó sucesor a Juan Carlos de Borbón, confiando en que el joven príncipe, educado en el régimen, mantendría una política continuista bajo la tutela de Luis Carrero Blanco, nombrado presidente del Gobierno en 1973 con la idea de supervisar la sucesión. El asesinato de Carrero Blanco por la organización terrorista ETA el 20 de diciembre de 1973 desmontó esos planes. El magnicidio provocó una crisis interna y evidenció la fragilidad de un sistema basado más en lealtades personales que institucionales. Aquello coincidió además con la crisis del petróleo, que puso fin al milagro económico español, disparó la inflación, incrementó el desempleo, y erosionó la principal fuente de legitimidad del tardofranquismo: la prosperidad de la clase media. Franco, ya mayor y enfermo, nombró presidente a Carlos Arias Navarro unos días después del asesinato de Carrero. Arias Navarro prometió una tímida apertura, pero la presión del sector inmovilista, conocido entonces como el búnker, y sus propias limitaciones personales y políticas paralizaron cualquier reforma real. El gobierno alternó gestos aperturistas con represión. Entretanto la oposición se organizaba: en 1974 nació la Junta Democrática impulsada por el PCE, y en 1975 la Plataforma de Convergencia Democrática que puso en marcha el PSOE. En marzo de 1976 se fusionaron en la Coordinación Democrática, bautizada como la “Platajunta”), que exigía una ruptura con el régimen, amnistía y elecciones constituyentes. Franco murió el 20 de noviembre de 1975 tras una larga agonía. Juan Carlos I fue proclamado rey dos días más tarde y mantuvo inicialmente a Arias Navarro, que formó un nuevo gabinete en el que incluyó a aperturistas como Manuel Fraga o José María de Areilza. Pero la conflictividad social les estalló en las manos forzando al rey a prescindir de Arias y a agilizar los cambios. El rey, asesorado por Torcuato Fernández-Miranda, nombró presidente del Gobierno a Adolfo Suárez, un ministro joven proveniente del régimen que parecía inofensivo para el búnker pero era manejable. Fernández-Miranda apostaba por la estrategia “de la ley a la ley”, que se materializó en la Ley para la Reforma Política. A través de ella se podía desmantelar toda la institucionalidad franquista desde dentro. La ley establecía Cortes bicamerales elegidas por sufragio universal y abría la puerta a la legalización de los partidos políticos. Las Cortes la aprobaron el 18 de noviembre de 1976 por una amplia mayoría en lo que ha pasado a la historia como el “harakiri” de las Cortes de Franco. Tras ello se convocó un referéndum que la ratificó con más del 90% de los votos a favor. De este modo, en apenas un año se liquidó jurídicamente el franquismo y quedó encarrilada la monarquía parlamentaria, algo que culminaría con las elecciones de junio de 1977 y la Constitución de 1978. El proceso, en buena medida improvisado y lleno de tensiones, logró una transición pacífica que alumbró la España actual. En El ContraSello: 0:00 Introducción 4:00 El final del franquismo 31:45 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 1:24:14 El punto muerto de la guerra de Cuba Bibliografía: “Historia del franquismo” de Luis Palacios Bañuelos - https://amzn.to/3LRO8ke “El franquismo: una introducción” de Giuliana di Febo - https://amzn.to/4r9UdbN “Tiempo de incertidumbre” de Carlos Blanco - https://amzn.to/4pkX2oN “El guionista de la transición” de Juan Fernández-Miranda - https://amzn.to/4ifbDQo “No había costumbre: crónica de la muerte de Franco” de Miguel Ángel Aguilar - https://amzn.to/4o9nSiP · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #franquismo #franco Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Este domingo Chile vivió una importante jornada electoral. Más de 13 millones de votantes, el 86% del censo, acudieron a las urnas. Se elegía en primera vuelta al presidente y se renovaba toda la cámara de diputados y la mitad del Senado para los próximos cuatro años. No hubo sorpresas. Las encuestas acertaron. Ningún candidato alcanzó el 50% requerido para evitarse el balotaje, que tendrá lugar el próximo 14 de diciembre. Concurrirán los dos más votados este domingo. Por un lado la oficialista Jeannette Jara, que obtuvo el 26,8% de los votos, y por otro el republicano José Antonio Kast, que obtuvo el 23,9% de los votos. El tercer puesto se lo quedó Franco Parisi, seguido de Johannes Kaiser y Evelyn Matthei. La fragmentación de la derecha impidió que un único candidato conservador superara a Jara en primera vuelta. Sumados Kast, Kaiser y Matthei habrían superado el 50%. En el Congreso también se produjo un claro giro a la derecha. Aunque la coalición de izquierdas unidad por Chile fue la más votada, las tres alianzas en la derecha lograron juntas 76 diputados, quedándose así a un paso de la mayoría absoluta. Es la primera vez en muchos años que los partidos de derecha está tan cerca de controlar ambas cámaras. El resultado dice mucho sobre el descontento con el gobierno de Gabriel Boric, cuya tasa de aprobación ronda el 25%. Como consecuencia directa del estallido social de 2019, Boric llegó al poder dos años más tarde con una agenda de reformas muy ambiciosa que habría de acompañar el proceso ya en marcha que traería una nueva constitución más afín sus intereses. Pero ese proceso constituyente fracasó. Hace dos años los chilenos rechazaron la nueva constitución en plebiscito. Entretanto la inflación se disparó, el crecimiento económico se estancó y la delincuencia se incrementó de forma notable. La vuelta al voto obligatorio, una de las pocas reformas que han prosperado durante el mandato de Boric, ha movilizado a millones de abstencionistas, pero en vez de beneficiar a la izquierda, parece haber premiado a los partidos de derecha y a los populistas como el de Parisi. Chile cierra de esta manera un ciclo de seis años muy convulsos, que comenzó con el estallido social y la voluntad por parte de la izquierda de reinventarse desde cero la democracia chilena. Fue esa misma izquierda la que apostó por fragmentar la sociedad confiándose a una nueva constitución que nunca vio la luz. El resultado lo tenemos a la vista. La derecha chilena ha crecido y se ha diversificado dando cabida a corrientes antes inexploradas y que, naturalmente, no comparecían en las cámaras. El próximo 14 de diciembre se enfrentarán dos ideas de Chile irreconciliables. Jara representa el continuismo del gobierno de Boric, mientras que Kast significa el regreso al orden y el rechazo frontal a todo lo que esa izquierda representa. Las encuestas dan ventaja a este último, lo cual es perfectamente lógico ya que resulta difícil imaginar a los votantes de Kaiser o Matthei entregando su voto a una candidata comunista. Salvo sorpresa mayúscula lo más probable es que José Antonio Kast sea el próximo presidente de Chile. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:40 Pasó Kast 31:28 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 33:27 La privatización de la TVP argentina 35:52 La huída del centro de las ciudades - https://youtu.be/6Wjklc7hyfE 43:40 ¿Destruirá empleo la IA? · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #chile #kast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Você conhece a Lenda de Z? Ou melhor , o mito de "Ratanabá"?De acordo com essa história, existe uma cidade dourada perdida no meio da Amazônia. Será?Essa história é antiga: desde as épocas coloniais, ela encantava estrangeiros e colonos, que queriam encontrar o tão aclamado "El Dorado" . Durante séculos, espanhóis, britânicos, franceses e portugueses procuraram esse lugar, mas fracassaram. Em 1753, um bandeirante português escreveu o "Manuscrito 512" dizendo que encontrou uma cidade cheias de templos, colunas e estradas de mármore no interior da Bahia. Entretanto, o local nunca foi encontrado oficialmente pela Coroa Portuguesa.Mais de 200 anos depois, o documento caiu nas mãos do explorador britânico Percy Fawcett, que reforçou sua crença que existia uma grande civilização amazônica na floresta.Veterano do exército e explorador, Fawcett organizou várias expedições pela Amazônia, tendo contato pacífico com povos como os Bakairi, Pareci e Nambikwara. Obcecado com a ideia de encontrar a cidade, ele a chamou de “Z”: a última letra do alfabeto e o seu último objetivo de vida.Desacreditado por cientistas e arqueólogos, Fawcett se aproximou de médiuns e místicos. Mesmo isolado e sem recursos, conseguiu financiamento de jornais e investidores dos Estados Unidos como os Rockefeller.Em 1925, partiu com o filho para a Amazônia, dizendo que só voltaria da selva quando "encontrasse Z”. Mas será que a Cidade de Z realmente existiu? Seria apenas uma lenda fabricada por estrangeiros?Ou, a Amazônia realmente abrigou grandes civilizações e cidades, mas talvez não da forma como os europeus idealizaram?____________________________________Personagens, lugares e mapas no nosso site: https://geopizza.com.br/z-a-cidade-perdida-na-amazonia-133/ ____________________________________Nos siga nas redes:Instagram TwitterTiktok Youtube _____________Confira nossa loja _____________Anuncie no Geopizza _____________Para escutar nossos episódios EXCLUSIVOS, apoie o Geo através do PIX: pix@geopizza.com.br Siga essas etapas:1: Programe o pix - R$ 5 valor mínimo - para todo dia 5 do mês2: Mande o comprovante de agendamento para o mesmo e-mail3: Aguarde!_____________Outras maneiras de apoio:Apoiase: https://apoia.se/geopizzaPatreon: https://www.patreon.com/geopizza
Somente em 2023, o câncer de próstata causou a morte de mais de 17 mil homens. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é responsável por cerca de 57 mortes por dia no Brasil.Entretanto, quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata pode ter até 90% de chances de cura. Graças aos avanços tecnológicos, as possibilidades de detecção precoce e as opções de tratamento estão cada vez mais amplas.Neste episódio do DrauzioCast, o dr. Drauzio Varella conversa com o dr. Diogo Rosa, oncologista e urologista da Rede Américas, sobre a importância do diagnóstico precoce, e com o dr. Rafael Coelho, um dos maiores especialistas do mundo em cirurgia robótica aplicada à urologia, sobre as inovações tecnológicas que vêm transformando o tratamento dos pacientes.Conteúdo produzido em parceria com a Rede Américas.Veja também: Rastreamento do câncer de próstata: o que dizem as entidades médicas?
A rábula dos três salazares, três vezes repetida, percorreu a semana política. Os cartazes também vieram ajudar na campanha desesperada pela obtenção de tempo de antena por parte do candidato que o tem tido abundantemente. Siga o circo, portanto. Outro candidato (ao contrário do primeiro, que afirmou três vezes) por três vezes negou a sua pertença ideológica; parece que por uma questão de gaveta. Há quem diga que para não correr o risco de ir parar à gaveta onde Mário Soares em tempos, celebremente, disse ter metido o socialismo. Entretanto, o orçamento passou viabilizado pelo PS, enquanto o PSD se entendia com o Chega para definir as regras da arte de ser português. Enquanto se fala de imigrantes e nacionalidade, não se fala tanto de saúde e habitação. E dos 10 cêntimos de aumento no subsídio de refeição. (Calma, não é já: só a partir de 2027.) See omnystudio.com/listener for privacy information.
¡Vótame en los Premios iVoox 2025! La Casa Blanca quiere poner punto y final cuanto antes a la guerra de Ucrania, pero se trata de una empresa difícil ya que el Kremlin prioriza sus objetivos territoriales sobre cualquier acuerdo de paz. Para forzar a Putin, el Gobierno estadounidense acaba de imponer las primeras sanciones del segundo mandato de Trump. Van dirigidas contra Rosneft y Lukoil, las mayores petroleras rusas, y sus filiales, golpeando de este modo la principal fuente de ingresos del Gobierno ruso, que no es otra que las exportaciones de hidrocarburos. El secretario del Tesoro, Scott Bessent, justificó las medidas en la intransigencia rusa y exigió un alto el fuego inmediato. Trump se mostró optimista, convencido de que esto bastará para llevar a los rusos a la mesa de negociación. Después de nueve meses evitando presionar a Putin, esta decisión supone un notable cambio en el modo de abordar la cuestión ucraniana. Rusia cuadra su presupuesto con petróleo y gas; sancionar a su sector energético es un arma poderosa para obligarles a dialogar. Las sanciones entran en vigor dentro de un mes, pero ya se siente su impacto. China y la India, los dos principales compradores de crudo ruso, han reducido sus importaciones mientras sus refinerías recalibran futuras adquisiciones para evitar riesgos innecesarios. Si sumamos a eso la última ronda de sanciones europea, el sector energético ruso podría verse muy afectado. El mercado reaccionó rápido: el barril subió un 5% la semana pasada, regresó a los 60 dólares ante la expectativa de escasez. A diferencia de medidas previas EEUU ataca con sanciones a la fuente, es decir, a los productores. Cualquier entidad (banco, puerto, empresa) que negocie con Rosneft o Lukoil se expone al aislamiento financiero. Esto afecta a todo el petróleo de origen ruso que entre por vía marítima o por oleoducto. Hasta la fecha Rusia ha evadido las sanciones con una flota en la sombra de petroleros, una idea copiada de Irán, pero que mueve volúmenes mucho mayores. A cambio tiene que vender a descuento y ponerse en manos de intermediarios de dudosa reputación. Entretanto, el ejército ucraniano ha recrudecido sus ataques con drones contra refinerías y depósitos de combustible en el interior de Rusia. Como consecuencia, en septiembre los ingresos del Kremlin en concepto de hidrocarburos eran ya la mitad que hace tres años. Los temores de que el precio del barril se dispare están ahí, pero el mercado mundial se encuentra sobreabastecido porque se extrae más petróleo que nunca. Los inventarios, de hecho, están en máximos. ¿Bastará eso para obligar a Putin a negociar un alto el fuego? Lo desconocemos, pero su ejército no consigue realizar avances y el frente económico se le está complicando. A pesar de ello no parece tener intención de ceder. Para llegar a un armisticio ha exigido unas condiciones inaceptables tanto para los ucranianos como para los mediadores. Esto de Ucrania es para él una cuestión existencial y sólo entiende el lenguaje de la fuerza. Las sanciones por si solas no reblandecerán al Kremlin; la presión económica y en el campo de batalla podría hacerlo, pero no hay una solución rápida. Esta guerra es algo muy personal para Putin. En ella se juega su prestigio, su legado y su lugar en la historia de Rusia. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:45 ¿Bastarán las sanciones? 33:33 Premios iVoox - https://premios.ivoox.com/ 35:59 El impuesto del carbono 41:21 La realidad de Cuba 49:24 Por qué no les gusta el fútbol · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #rusia #ucrania Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
(12 de octubre: Día del Encuentro entre dos Culturas — República Dominicana) «En 1508, cuando las autoridades [españolas] realizaron el primer censo de indios, apenas quedaban sesenta mil indios de los cuatrocientos mil que había cuando [Cristóbal] Colón pisó por primera vez la isla [Española, hoy República Dominicana] —señala el reconocido historiador dominicano Frank Moya Pons—.... Durante todo ese tiempo, los españoles creyeron que la población indígena nunca se extinguiría, y la manejaron como si fuera un recurso natural inagotable, como animales de caza de los que se podía disponer a su antojo, y matar por placer para satisfacer sus instintos más primitivos.... »En otro censo tomado en 1510 sólo se registraron treinta y tres mil quinientos veintitrés indios —continúa Moya Pons—. Familias enteras desaparecían día tras día. Muchas se suicidaban en masa, y en numerosos casos mataban a sus propios hijos. Aquellos que huían a los montes morían de hambre y de frío en las montañas. Entretanto, los españoles acentuaban las mudanzas de comunidades enteras para suplir con mano de obra a las minas que perdían sus trabajadores de la noche a la mañana.... »En 1517 solamente quedaban once mil taínos vivos. En diciembre de 1518 se desató una epidemia de viruelas, la primera en el Nuevo Mundo, que hizo morir más de ocho mil indios, quedando unos dos mil quinientos sobrevivientes en toda la isla. La mayoría de estos últimos indios también murió en los años siguientes, con excepción de unos quinientos individuos que huyeron a las montañas en 1519 encabezados por el cacique Enriquillo, un joven nitaíno educado por los frailes franciscanos en Santo Domingo. »Enriquillo y su grupo se mantuvieron alzados en las serranías del suroeste de la Española, haciendo una guerra de guerrillas a los españoles hasta que convinieron en firmar las paces en 1533 y fueron asentados en un lugar llamado Boyá después de haber forzado a las autoridades a reconocerles su libertad y a dejarlos tranquilos para siempre. Sin embargo, este tardío triunfo les sirvió de muy poco, pues hacía mucho tiempo que los indios de la Española habían perdido su capacidad para reproducirse, y poco tiempo después quedaron extinguidos para siempre.... »[Así como preguntaron los] frailes dominicos... Pedro de Córdoba... Antonio Montesinos y... Bartolomé de las Casas [a partir de 1511,] ... todavía [hoy debiéramos sentir la obligación de preguntarnos nosotros]: ¿Es que no eran seres humanos? ¿Es que no tenían almas? ¿Es que no eran también hijos de Dios?»1 No nos queda más que señalar lo mejor que pudiera resultar de esas increpantes interrogaciones retóricas del historiador Moya Pons al final de su conferencia titulada «El choque del descubrimiento del Nuevo Mundo»: ¡que sería eternamente valioso si nos llevaran a cada uno a descubrir que, sin excepción alguna, a todos los que recibimos a Jesucristo el Hijo de Dios y creemos en Él, nos concede el privilegio de llegar a ser hijos de Dios y de disfrutar de una nueva vida ahora y de un nuevo mundo incomparable por la eternidad!2 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Frank Moya Pons, «El choque del descubrimiento», Revista Ciencia y Sociedad, Vol. XVII, Núm. 3, Julio-Septiembre 1992, pp. 230-33,238-39,241. 2 Jn 1:12; 3:1-16; 10:10