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WGospel.com
Transforme a crise em vitória

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 5:34


TEMPO DE REFLETIR 01831 – 20 de julho de 2026 II Crônicas 20:12 – Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para Ti. Como seres humanos, cremos muitas vezes no pior. No poema Torneira Seca, o poeta José Paulo Paes escreve: “A torneira seca (mas o pior: a falta de sede) / A luz apagada (mas o pior: o gosto do escuro) / A porta fechada (mas o pior: a chave por dentro).” Era uma situação de emergência nacional. Três nações se encaminhavam para atacar Israel. Um senso de pequenez e incapacidade tomou conta do rei e dos líderes da nação. Seus recursos eram insuficientes. Humanamente, não conseguiriam enfrentar os inimigos. O último recurso era orar. E a oração transformou a crise; o desespero em conquista. Sem dúvida, o rei Josafá esperava que Deus indicasse em detalhes todas as estratégias para a guerra: “Faça uma reunião com o alto comando. Convoque de volta os reservistas. Faça a checagem das armas. Disponha o exército em alas e pelotões.” Entretanto, Deus pediu que na vanguarda do exército fosse um coral. O profeta trouxe para o rei a mensagem de Deus: “Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus” (v. 15). A palavra jihad, que depois do atentado de 11 de setembro foi traduzida no mundo ocidental como “guerra santa”, passou a ocupar o noticiário desde então. Do ponto de vista bíblico, “guerra santa” é o conflito em que Deus luta por Seu povo. E a vitória não depende de armas, mas da obediência a Deus. Gostaríamos que as promessas de Deus estivessem sob os ditames de nossos sonhos e expectativas e que, ao darmos o comando certo, saíssem do arsenal do Céu mísseis para varrer do caminho tudo aquilo que estivesse impedindo nossos planos, ou da organização que dirigimos, de serem realizados. Essa imagem de um coral como “pelotão de elite” era incomum e no mínimo engraçada, porque o campo de batalha não é lugar de louvor. O mais surpreendente é que esse pessoal não parecia um exército indo para a batalha, mas voltando de uma. O que eles cantavam? “Deem graças ao Senhor, pois o Seu amor dura para sempre” (2Cr 20:21). “Em qualquer emergência devemos sentir que a batalha é [de Deus]. Seus recursos são ilimitados, e as aparentes impossibilidades farão que a vitória seja ainda maior” (Profetas e Reis, p. 202). Em momentos de crise pessoal e institucional, o Deus que interveio em favor de Seu povo no passado também intervirá hoje. Creia nisso e ore comigo: Pai, muitas vezes não sabemos o que fazer. Mas os nossos olhos se voltam para Ti. Porque a batalha não é nossa, mas é Tua! Por favor, segura na nossa mão! Nos ajude! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Diário Mágicko
PA #54 – A Noite Escura da Alma

Diário Mágicko

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 115:12


Ai sim! Definimos o Páginas Abertas como “um curso de preparação para o Caminho Iniciático”. E falamos em várias ocasiões que esse Caminho não se dá mediante às iniciações externas, ou seja, ele não é outorgado por um ritual, mas pela própria consciência do indivíduo que se faz em comunhão com a senda de ascensão. Com isso, queremos dizer que muitos são os que passam por rituais e cerimônias de supostas iniciações, mas poucos são os que trilham o Caminho, verdadeiramente. Mas uma vez que a alma passa por um processo de Iniciação interno e autêntico, ela se transforma. Esse súbito ganho de consciência, esse despertar do torpor que até então lhe embalava faz com que suas perspectivas se alarguem amplamente, suas certezas sejam colocadas em xeque, sua percepção da realidade ganha mais camadas e, com isso, ela precisa reformular seus valores e revisar suas referências - internas e externas. A maioria de suas relações, obviamente, lhe parecem inadequadas e precisarão ser reformadas. Sua trajetória no mundo também ganha outra profundidade, e é comum questionar o trabalho, os hobbies, o legado que se tem construído e toda a sua história pessoal. Mas, calma, esse é só o primeiro passo. Esse é o despertar da ALMA, e não do Espírito. Esse mesmo processo, de alargamento de consciência, vai acontecer sucessivamente daí pra frente, e eventualmente precisaremos reformar não a nossa história ~pessoal~, mas sim a nossa história ~cosmológica~: quem fomos nas diversas encarnações que animamos, como as decisões pregressas nos afetam hoje, quais são as experiências que vivemos e que estão enraizadas em outros lugares do tempo e do espaço? Essas questões vão se levantando espontânea e gradativamente. E, claro, a senda não termina aí… Depois que examinamos uma linha temporal, existem outras. Existem mais e mais dimensões. E existe trabalho a ser feito após a revisão. É preciso construir, então, o legado que desejamos ver no mundo. Todo esse processo pode ser sintetizado num termo muito simples: autorresponsabilização. Fazer-me encarregado de realizar o que eu acredito ser ideal. Esse é o grau mais elevado de autonomia que podemos atingir. Entretanto, voltemos um pouco! Nesse episódio vamos falar da Noite Escura da Alma e dos ordalios da iniciação! — Envie seu relato!

Igreja em Porto Alegre
Fernando Silveira - A essência que nos move

Igreja em Porto Alegre

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 51:10


A vida da igreja necessita de alguma estrutura para que haja ordem, organização e planejamento. Contudo, as estruturas são relativas e podem mudar conforme as circunstâncias. A essência, porém, não pode ser perdida. Por isso, precisamos nos perguntar constantemente: por que fazemos o que fazemos? Podemos estar envolvidos em muitas atividades, reuniões e responsabilidades e, ainda assim, nos afastarmos daquilo que realmente deve mover a nossa vida.Quando Jesus viu as multidões, compadeceu-se delas porque estavam aflitas e exaustas, como ovelhas que não tinham pastor.¹ Esse olhar de Jesus revela a essência do cuidado com as pessoas. Ele não agia apenas para cumprir uma tarefa, mas porque era profundamente movido por amor. Da mesma maneira, o chamado para ser e fazer discípulos não deve ser cumprido por obrigação, pressão ou ativismo, mas como resposta ao amor de Deus derramado em nosso coração.²Ao longo da caminhada, podemos nos cansar, desanimar ou nos frustrar quando as pessoas não correspondem como esperávamos. A própria Palavra nos orienta a não nos cansarmos de fazer o bem.³ Entretanto, os resultados não podem determinar se continuaremos amando e servindo. Fazemos o que fazemos porque fomos conquistados por Cristo e porque o Seu amor nos constrange a não vivermos mais para nós mesmos, mas para Aquele que morreu e ressuscitou por nós.⁴Discipular alguém não significa controlar sua vida, tomar decisões em seu lugar ou tentar realizar o trabalho que pertence ao Espírito Santo. Nosso papel é cooperar com Deus na formação de Cristo naquela pessoa, apontando-a para Jesus e ensinando-a a guardar Sua palavra.⁵ Isso exige tempo, disposição para ouvir, oração e cuidado. Muitas vezes não teremos respostas imediatas, mas podemos conduzir a pessoa para perto do Senhor e confiar na ação do Espírito Santo.Todos nós recebemos algo de Deus que pode ser repartido. Fomos chamados das trevas para a Sua maravilhosa luz com o propósito de proclamar as virtudes daquele que nos chamou.⁶ Talvez consideremos pequeno aquilo que sabemos ou vivemos, mas, nas mãos do Senhor, até uma palavra simples pode sustentar e transformar uma vida. Deus não procura somente pessoas muito qualificadas; Ele procura pessoas disponíveis. Cada discípulo pode cuidar de alguém, começando pelos de dentro da própria casa, e também alcançando aqueles que o Senhor coloca ao seu redor.Esse chamado não é um convite ao ativismo nem uma lei que produz condenação. É um chamado para nos aproximarmos do Senhor e permitirmos que o Seu amor governe nossas motivações. Amar o Senhor se manifesta principalmente em guardar os Seus mandamentos, não como uma imposição exterior, mas como resposta de amor e relacionamento com Ele.⁷Primeiro somos chamados a ser discípulos e, então, a fazer discípulos. Jesus ordenou que Seus discípulos fossem e fizessem discípulos de todas as nações, ensinando-os a guardar tudo o que Ele havia ordenado.⁵ Porque fomos amados, podemos amar; porque fomos alcançados, podemos cooperar para que outros também sejam alcançados. O amor entre os discípulos é uma expressão pela qual o mundo reconhece que pertencemos a Jesus.⁸ Essa é a essência que deve nos mover todos os dias, até que o Senhor venha.Perguntas para reflexão:Tenho compreendido por que faço aquilo que faço como filho de Deus ou apenas sigo uma estrutura e cumpro atividades?Ao cuidar de pessoas, tenho sido movido pelo amor de Cristo ou pela obrigação, pela cobrança e pela expectativa de resultados?Tenho procurado cooperar com a ação do Espírito Santo na vida das pessoas ou tenho tentado controlar suas decisões e produzir mudanças por minha própria força e influência?Quais pessoas Deus colocou ao meu redor para que eu as ame, ouça, sirva, ensine e ajude a se aproximarem de Cristo?¹ Mt 9.36² Rm 5.5³ Gl 6.9⁴ 2Co 5.14-15⁵ Mt 28.18-20⁶ 1Pe 2.9⁷ Jo 14.15,21⁸ Jo 13.35

Convidado
Presidenciais em STP: "Há uma polarização geral que deixa em aberto o resultado"

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:47


Em São Tomé e Príncipe, mais de 142 mil eleitores são chamados às urnas, este domingo, 19 de Julho, para escolher o próximo Presidente da República. Há quatro candidatos a concorrer ao escrutínio: Carlos Vila Nova (recandidato ao cargo) e ainda Eugénio Tiny, Nito D'Abreu e Miques João. A RFI fez um balanço da campanha eleitoral em São Tomé e Príncipe com o analista político são-tomense, Abílio Neto, radicado em Portugal, a quem começámos por perguntar qual dos candidatos chega ao fim da campanha eleitoral em melhor posição e porquê. RFI: Qual dos candidatos chega ao fim da campanha em melhor posição e porquê? Abílio Neto: Essa é uma pergunta muito complicada porque tem duas respostas. A primeira resposta é que, relativamente a quem poderá vir a ser o vencedor, eu tenho dúvidas de que possam existir certezas nessa altura. É evidente que o incumbente parte sempre como favorito. Entretanto, nós sabemos também que, de uma forma global, na política, hoje, os incumbentes, por via do desgaste, por via de uma série de situações específicas do momento que nós vivemos, os incumbentes têm estado a perder sucessivamente eleições. Não sei se São Tomé e Príncipe confirmará essa tendência global, mas desconfio profundamente que sim, que possa também fazer parte dessa tendência global. Mas também existe aqui uma outra situação, que é uma situação específica de São Tomé e Príncipe. Neste momento, vemos, mais do que nunca, uma espécie de polarização geral e generalizada, que deixa em aberto o resultado final. Portanto, entre os dois grandes favoritos, Miques João e o actual Presidente Vilanova, um deles vencerá as eleições. Eu não tenho a certeza de que existam, nesta altura, dados que nos possam indicar, com certeza e com rigor, os favoritos inquestionáveis. Agora, há aqui uma outra questão, que é saber quem pode vencer as eleições não ganhando as eleições. RFI: Há algum que se destaca nesse sentido? Abílio Neto: Há, sim senhora. Eu acho que o advogado Miques João, personagem um pouco complicada e complexa no nosso ambiente político, demasiado activista, demasiado interventor, demasiado polémico, demasiado, diria eu, até ziguezagueante, mas que, neste final de campanha, tem dado notas de alguma ponderação, de alguma compreensão do sistema e até de alguma moderação no discurso. Isso parece-me que é uma boa notícia porque começava-se a cair numa espécie de descrédito generalizado, em que se olhava para as candidaturas praticamente como uma espécie de acto de voluntarismo pessoal e individual, sem que houvesse substância que sustentasse esse ímpeto para se ser candidato. Agora começamos a perceber que todos eles, todos os quatro, têm qualidades para poderem ser presidentes de São Tomé e Príncipe, alguns com mais qualidades, outros com menos. RFI: Considera que durante a campanha foi dada mais visibilidade a Carlos Vila Nova do que a outros candidatos? Pergunto-lhe que hipóteses tiveram os outros candidatos para também se fazerem ouvir e falar com os eleitores? Abílio Neto: Em termos institucionais, o que tem que ver com o previsto na legislação eleitoral e também na Constituição de São Tomé e Príncipe, há uma certa ideia de igualdade de oportunidades políticas para todos os candidatos ou para todas as candidaturas. Isso parece que está mais ou menos a cumprir-se. Toda a gente tem acesso à comunicação social pública. Houve um debate entre os quatro. Houve entrevistas individualizadas com os candidatos na televisão de São Tomé e Príncipe. Houve, e tem estado a haver também na RTP África, entrevistas curtas, mas muito interessantes, com os quatro candidatos. A esse nível, não há grande questão. O problema está no financiamento das campanhas. Há, de facto, duas campanhas que se destacam, destacando-se ainda mais a campanha do actual Presidente da República. Eu acho que está a ser exagerada toda a capacidade financeira que tem para fazer campanha. Isso até começa a ser asfixiante para os próprios são-tomenses, que não querem e já nem sequer têm paciência para ver tanta ostentação de capacidade financeira por parte de uns candidatos, relativamente a outros candidatos. Em segundo, também vem o Nito Viegas d'Abreu, que é um candidato que vem de uma parte considerável da ADI, apoiado pelo Patrice Trovoada, o seu líder, que também mostra pujança financeira, comparando naturalmente com os outros dois candidatos, que têm muito menos recursos para o efeito. RFI: Na sua opinião, qual foi o tema que mais marcou a campanha? Temos conseguido falar com várias pessoas que se mostram revoltadas com a falta de combustível, a inflação, os apagões recorrentes, o mau estado das estradas. Para si, qual foi o tema mais marcante desta campanha? Abílio Neto: Bem, há aqui duas situações. A primeira, de uma forma geral, a campanha foi pouco rica do ponto de vista dos conteúdos políticos que definissem com clareza o que pensam os candidatos sobre uma série de assuntos que são assuntos de competência presidencial. Está na nossa Constituição as competências do Presidente da República num semi-presidencialismo de pendor parlamentar, como é o nosso, e gostaria de ouvir os candidatos a serem muito mais claros numa série de situações, que são situações limite e constam da nossa Constituição e que levantam e têm levantado muitos problemas. Sobretudo porque eu acho que é assim, e tem sido essa a nossa história democrática, tendo a Presidência um pouco como o foco da instabilidade política e governativa no país. Mais a Presidência do que o Parlamento e até do próprio Executivo. Sendo assim, sendo a Presidência o foco das crises políticas no país, o foco principal, eu gostaria de ouvir muito mais coisas dos candidatos sobre como eliminar esse foco. É evidente que existe essa coisa em São Tomé e Príncipe de não se conseguir distinguir a Presidência do Presidente, o que torna naturalmente o exercício do cargo muito mais personalizado e individualizado do que propriamente institucional. E daí a crise profunda da nossa democracia a partir da Presidência. Bem, isso é um caso. É o meu olhar. Agora, a questão é outra. O Presidente Vila Nova, que é o incumbente, fez um exercício terrível de recuo no nosso ambiente institucional e, sobretudo, no Constitucional. Ele demitiu um governo e promoveu um governo de iniciativa presidencial. Isso não existe na nossa Constituição, não existe na nossa legislação e nem sequer existe na lógica da ciência política que sustenta a nossa Constituição. RFI: Esse episódio de que está a falar gerou uma forte disputa política no país. Será que, depois desse período conturbado, estas eleições poderão representar um momento de estabilização, na sua opinião? Abílio Neto: Pode ser, e era aqui que eu queria chegar quando chamei esse momento, que foi um momento importantíssimo, na minha perspetiva porque é o momento em que o Presidente, ao contrário daquilo que o semi-presidencialismo aconselha, o Presidente junta-se ao executivo porque o executivo é um executivo dele. Foi ele que, para lá da Constituição e para lá daquilo que a Constituição lhe diz para fazer, ele cria um governo que é um governo seu. Portanto, aqui está o segundo ponto: se o governo não consegue ser performante, o Presidente é o principal responsável por aquilo que acontece no executivo. Não há outra forma de olhar. E é assim que a cidadania, que o povo, está a olhar para estas eleições e a olhar para o incumbente. Está também a avaliar o governo de iniciativa presidencial que ele propôs e impôs ao país. E o que é que esse governo tem de relevante? Tem de relevante que ele é muito impopular, e é muito impopular exactamente pelo quadro económico e social que a Stefanie Palma acabou de contextualizar e que é o real... A crise energética, a crise de acesso à água, uma série de crises que afectam o quotidiano da vida das pessoas e, naturalmente, também o encarecimento geral do poder de compra. Isso é evidente para todos. Portanto, quando as pessoas olham para o atraso no pagamento dos ordenados, etc., etc., e das reformas, enfim, uma série de problemas que o governo teve, que não tem necessariamente que ser responsabilidade do governo, podem ser responsabilidades até importadas e algumas delas efectivamente são importadas pela circunstância internacional que nós conhecemos. Mas muitas delas têm a ver com a atitude do governo e essa ligação intrínseca entre o Presidente e o actual governo. Qualquer são-tomense que vive no país ou fora do país e que olhe para a nossa política percebe exactamente isso que eu acabei de dizer aqui. RFI: Há muitas questões, de facto, em aberto. Pergunto-lhe agora até que ponto é que estas eleições presidenciais podem e vão influenciar as legislativas marcadas para o próximo mês de Setembro? Abílio Neto: Vão influenciar muito e, na minha perspectiva, vão influenciar muito porque todo o quadro político-partidário está fraccionado, está debilitado. Os partidos tradicionais estão todos eles a viver à base de conflictualidade intensa entre facções. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que existe aqui uma possibilidade, uma abertura para serem partidos regeneradores, partidos que não tenham ligação ao sistema, que não têm ligação a agentes do sistema, que tenham toda uma linguagem e todo um discurso que ultrapasse, diria eu, os vícios do sistema. Para mim, essa é que é a perspectiva interessante: tentar perceber se, na sociedade civil são-tomense, se a cidadania são-tomense está capaz de propor alternativas, muito mais do que olhar para o quadro tradicional dos partidos políticos, onde não se vê que venha nada de novo nem nada de especialmente interessante.

A Arte da Guerra
“A Rússia está colocada numa posição defensiva”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 30:57


Contra as teorias militares, contra os primeiros anos da guerra no terreno, a “Rússia está à beira de um ataque de nervos”.Não consegue progredir no terreno e vê o seu território invadido todos os dias pelos aparelhos de guerra ucranianos.Longe dali, a guerra no Irão regressou, depois de mais um episódio trágico-cómico da autoria do suspeito do costume: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.Entretanto, a NATO deu mostras de ainda estar viva e conseguiu subtrair-se a uma reunião geral que podia ter corrido muito mal. Para já, salvaram-se as aparências.

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo
Você já ouviu falar em plantas "parasitas"? Entenda o que são e onde vivem!

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 6:54


Nesta edição do "CBN Meio Ambiente", o comentarista Marco Bravo traz como destaque que as plantas estão presentes em nossas casas, jardins, praças e locais de trabalho, proporcionando beleza, sombra, bem-estar e contato com a natureza. Entretanto, algumas espécies possuem formas de vida surpreendentes, enquanto outras escondem substâncias capazes de provocar graves intoxicações.Entre as mais curiosas estão as plantas parasitas, que retiram água e nutrientes de outras plantas por meio de estruturas especializadas chamadas haustórios. Essas estruturas penetram nos tecidos da planta hospedeira e estabelecem uma conexão com seu sistema vascular. As plantas parasitas podem ser classificadas em holoparasitas e hemiparasitas. As holoparasitas não possuem clorofila suficiente para realizar fotossíntese e dependem completamente da planta hospedeira para obter água, sais minerais e compostos orgânicos. Um exemplo é o cipó-chumbo, do gênero Cuscuta, que forma fios amarelados ou alaranjados envolvendo outras plantas. Depois de se conectar ao hospedeiro, passa a retirar dele as substâncias necessárias à sua sobrevivência.Já as hemiparasitas possuem clorofila e conseguem realizar fotossíntese, mas retiram água e sais minerais da planta hospedeira. A conhecida erva-de-passarinho é um exemplo comum, frequentemente observada sobre árvores urbanas, frutíferas e ornamentais. Quando ocorre em excesso, pode enfraquecer os galhos e comprometer a saúde da árvore. É importante não confundir plantas parasitas com epífitas, como muitas orquídeas e bromélias. As epífitas utilizam troncos e galhos apenas como suporte, sem retirar diretamente a seiva da árvore.

Grandes Reportajes de RFI
Venezuela frente a sus ruinas: sobrevivir después del terremoto

Grandes Reportajes de RFI

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 13:36


Con ocasión de cumplirse dos semanas del doble terremoto que sacudió a Venezuela, nuestro corresponsal, Víctor Amaya, recogió los testimonios de sobrevivientes en La Guaira que tratan de sobreponerse al inmenso dolor y, en algunos casos, siguen buscando los cadáveres de sus seres queridos mientras denuncian el abandono y la desorganización de las autoridades. El miércoles 24 de junio de 2026 la alarma sísmica de los teléfonos celulares comenzó a sonar, pero muy pocos sabían qué significaba ni qué hacer. “En el momento que llega una alerta por mi teléfono, yo grito: ‘Niños, va a temblar'”, cuenta Osnervy Pérez. “Eran las 6h00. A las 6:04 no me había dado tiempo ni de salir”. La Guaira se convirtió en la zona cero del desastre. Aún hoy no se ha terminado de contabilizar cuántos cientos de edificios quedaron completamente dañados, ni cuántos se vinieron abajo. El gobierno afirma que se derrumbaron 190, pero con cada reporte el número aumenta.   Cada sobreviviente tiene su historia. Francisco, Magdalena, Antonella, Leandro, Anyuri, Génesis y Jérica nos contaron la suya. “Éramos siete personas en Residencias El Molino. En ese momento pega un estruendo muy fuerte y el piso se separa. Mi mente lo que dijo fue ‘nos morimos'. Y les grité muy fuerte. Yo pienso que sí me escucharon porque fue justamente antes de que todo se volviera oscuro. Les dije que las amaba con todo mi corazón, y de repente todo se vino abajo”, relata Francisco. “'Mami, ¿qué está pasando?', me preguntó mi hijo. ‘Qué está temblando', le respondí. Sobre mi bebé había escombros. Y por encima de nosotros estaba lo que era la platabanda del techo de mi casa, y nos separaba un huequito”, explica Magdalena. Leer tambiénVenezuela: adolescentes y rescatistas, prioridad dos semanas después del terremoto “Me dijo que me quería, que mi mamá era la mejor mamá del mundo, y volteó su cara como para que yo no lo viera fallecer, y murió allí. Aquí ustedes me ven hablando y super optimista, pero la verdad sí duele en el alma porque es perder a tu único hermano. Prácticamente mi hermano me crió”, dice Antonella. “Cuando llegué, el edificio ya estaba en el piso, derrumbado. Yo estaba buscando a mi papá, a mi mamá y a mi hermana. Saqué a mi mamá viva y se me murió en mis brazos”, cuenta Leandro. “Me arrodillé y le pedí a Dios. Aquí estaban mis cuatro hijos con mis nietos y sus parejas. Me dicen que sacaron a mi hija con sus tres niños”. En plena oscuridad estaba mi otro hijo, Moisés, todo tapado, excepto la cabeza”, dice Anyuri.“Una vez que el edificio cayó de golpe, empezó a temblar más duro. Tomamos la decisión de bajar por las escaleras. Preferimos morir en el intento y, como cosa de Dios, no nos cayó ninguna pared encima”, cuenta Génesis. “Yo vivía con mi mamá en la (torre) 33, piso 4, que cayó completica. Ahí no se pudo salvar nada”, dice Jerica. Un luto imposible por el momento  Han pasado 20 días y en La Guaira todavía no hay luto. La emergencia no ha terminado. Cientos de venezolanos aún buscan entre escombros a víctimas del doblete sísmico, de 7,2 y 7,5. Aspiran encontrar milagros con vida, pero también quieren encontrar a sus muertos. Augusto Rojas, residente en el urbanismo “Hugo Chávez”, perdió a sus dos hijas. “Yo tuve dos pérdidas y todavía no me lo creo. Estoy parado aquí frente a mi torre y no me creo todavía lo que ha pasado. Yo que tengo pérdidas tengo que recuperarme porque soy el pilar de la casa”, dice Augusto Rojas. Jenny Varela aún aspira encontrar a los suyos en un edificio que se hundió dejando decenas de personas enterradas. “No me permito entrar en luto porque tengo que verlos. Tengo la fe de que ellos están vivos. Pero en estos momentos no viene nadie, nadie nos apoya. ¿Cómo me quito yo esta incertidumbre de si están o no están vivos?”, dice. Leer tambiénTerremotos en Venezuela: Delcy Rodríguez pide al rey de Inglaterra liberar el oro venezolano Maryori Aponte no pierde las esperanzas. “Mi hijo, su esposa y mi nieta Marcela estaban allí. Al parecer nos dicen que hay una bodega en planta donde presuntamente hay 16 personas y están tratando de meterse, abriendo como un huequito para que tengan oxigeno”, explica. “Abajo, en esas dos torres, hay unos sótanos que vienen siendo los tanques subterráneos. Ahora pasaron un aparatico los compañeros voluntarios. Se ve agua y como un espacio de calor. Tenemos esperanza de que allí haya gente de los que estaban en planta baja o piso bajo”, afirma Aponte. Los edificios "OPP", desplomados  Entre los edificios caídos hay residencias de gran y mediana altura. Quizá los edificios de mayor densidad eran los llamados Oficina de Planificación Presidencial (OPP), los cuales fueron construidos durante el gobierno de Hugo Chávez. Cientos de apartamentos en esos conjuntos residenciales quedaron destruidos, con varias de sus torres completamente apiladas. Luis y Gabriela buscan a los suyos denunciando la falta de apoyo gubernamental, la cual ha sido tardía e insuficiente ante una situación también inabarcable, cuyas respuestas más efectivas han quedado en mano de la asistencia internacional. “Aquí nos encontramos con muchas personas voluntarias que vienen de México, Valencia o Maracay. Estamos agradecidos con cada uno de ellos porque vienen a prestarnos apoyo para levantar estos escombros y así poder rescatar los cuerpos de nuestros familiares”, dice Luis.César Padrón, otro residente de ese urbanismo, relata: “Aquí vivía mi hijo de 10 años y su hermanito de 12 años. Con el derrumbe no pudieron salir de ahí, Hemos estado cavando. hemos abierto cinco agujeros y nada”, dice César. “Ya van dos semanas que llevamos pidiendo maquinaria. La torre de al lado, toda esa maquinaria que usted ve, toda esa ayuda, es porque allí viven policías. Ellos están tratando de sacar a su gente. En la torre del otro lado también vivir un militar y tenía un pocotón de maquinaria, pero como sacaron a su gente, pues se llevó todo”, denuncia Gabriela. Buscando con las uñas  Marcos busca a su hijo en el edificio Belo Horizonte, en Playa Grace, que colapsó sobre sí mismo apilando seis pisos en una sola planta, donde estaba el muchacho de 16 años. Junto a amigos y a su esposa ha liderado los esfuerzos de rescate en esta zona de Playa Grande, en La Guaira, donde afirma que funcionarios se acercan para ver, documentar y “hacer show”, pero no para ayudar. “Vienes después de dos semanas de este desastre a decirme que tenemos que seguir un protocolo. No, güevón. La primera persona que yo salvé, la bajé con líneas del cable del internet. Fue la primera persona que sacamos viva de aquí. Fue la única. De resto han sido uñas, palitos, tubitos… He sacado más de 20 cadáveres. A mi esposa le ha tocado reconocer a más de 50 muertos. Yo soy mecánico. Estoy acostumbrado a ver piezas de carros rotas, no piernas ni orejas ni personas desmembradas”, subraya. Leer tambiénVenezuela: transforman un McDonald's en hospital de emergencia Marcos admite el daño psicológico por ver tanta muerte, como otro rescatista que nos dijo que ha rescatado en otro punto del territorio a 11 muertos, incluyendo cuerpos de niños severamente dañados. Entretanto, los voluntarios aún piden máquinas para levantar losas completas, pero no hay suficientes, se dañan, les falta combustible o simplemente alguien pagó más por ella. “He escuchado que piden 650 dólares el día. Pero no sabría decir si es cierto porque no he buscado. Tampoco tenemos los recursos hacerlo”, nos confía Egly Matos. No muy lejos de ella, José Liendo dice: “Queremos que nos ayuden con maquinarias para retirar escombros y poder recuperar a nuestros muertos y así poder darles su cristiana sepultura”, dice. “No tenemos la culpa de que, teniendo en cuenta la magnitud de lo que pasó aquí, se nos dañen las máquinas cuando estamos trabajando. Esta máquina está parada porque le falta un repuesto, un turbo. Hemos amanecido, tres, cuatro, cinco días, amaneciendo aquí sacando gente, sacándola de los escombros”, dice Edgar, maquinista.“Tengo amigos a los que les están cobrando para sacar a los familiares de los escombros. Eso está mal. El gobierno, la alcaldía, tiene que apoyar con maquinaria y no que uno tenga que pagarla privadamente”, opina Emilio. Oscar lidera un equipo de maquinistas que trabajan en edificios privados. “El domingo fue el día más terrible para mí porque me llegaron muchas familias de otros edificios pidiéndome apoyo. Hasta ofreciéndome dinero: ¡1000 dólares! Una señora me pidió sacar a sus hijas, se me arrodilló, me abrazó. Cuando pudimos hacerlo, la apoyamos y sacamos a las niñas. Fue fuerte. El domingo fue horrible para mí. Esta experiencia no se la deseo a nadie, a nadie”, dice Emilio. Frente a cada edificio derrumbado, y los hay por cientos a donde vaya la mirada en La Guaira, hay voluntarios sobre los escombros tratando de rescatar cuerpos, mientras otros hacen el recuento de cuántos familiares les faltan. “Mira, habían sacado cuatro personas vivas, también varios cadáveres, como tres… era una familia de siete en total”, dice Gustavo Bastardo. “Fueron dos, tres, cuatro, cinco personas conocidas directas. Amigos míos. No te miento. Te puedo decir que perdí unos 35 amigos, 35 amigas, 30 niños que eran hijos de esos amigos. Y los conocidos lejanos… ¡infinidades!”, agrega. “En la OPP 26 y en la OPP 27 perdí como 20 familiares. Ya hemos rescatado 17, y me faltan tres todavía. Pero ahorita no podemos entrar porque hay unas columnas y debemos picar las cabillas para poder avanzar. Necesitaríamos una planta con un esmeril y el martillo eléctrico para poder avanzar”, explica otro sobreviviente. Riesgo de más derrumbes  Pero Protección Civil ya advierte que hay zonas donde las labores deben parar. Uno de sus voceros advierte sobre los riesgos: “Estamos aquí desde el día uno, el 25 de junio, hemos ido monitoreando el edificio 26 del complejo habitacional de Misión Vivienda. Hay que evacuar a todas las personas que están laborando de aquel lado porque ese edificio en cualquier momento va a caerse, va a derrumbarse. Es el momento de dejar de hacer labores allí porque están arriesgando la vida, y es precisamente lo que estamos evitando”. La cuenta oficial habla de 4.490 fallecidos, 16 mil heridos y casi 20 mil personas refugiadas. No hay un dato formal de desaparecidos, pero registros ciudadanos contabilizan al menos 30.000 personas aún no encontradas y 14.000 ya localizadas.El gobierno interino de Delcy Rodríguez habla de la Venezuela que renace y de construcción acelerada de nuevas viviendas. En La Guaira, su hermano Jorge Rodríguez, presidente del parlamento y ahora jefe del estado mayor para atender las consecuencias del terremoto, dijo que han identificado varios terrenos como seguros por un sobrevuelo de helicóptero. “Son terrenos que no están tan cerca de la zona de costa, donde están los peores terrenos. Sino que por lo general son terrenos planos o que están al pie de la montaña, en una especie de mesetas o valles que pueden ser aplanados para la construcción de viviendas. Son 40 terrenos que suman 584.000 m2 y que nos van a permitir la construcción de nuevas viviendas no solamente en otras partes del país sino también en el estado La Guaira”, dijo Jorge Rodríguez, quien también prometió que se culminarán proyectos residenciales paralizados desde hace años y anunció la reforma de la ley de alquileres para que unas 200.000 viviendas vacías salgan al mercado. Leer también“Entramos en pánico”: Primeros testimonios tras los terremotos en Venezuela Además el Estado ha instalado 94 campamentos de refugiados mientras que en muchos lugares de La Guaira cientos de carpas ocupan aceras, terrenos y calles donde muchos todavía esperan mejores condiciones en refugios improvisados y a la intemperie aunque con asistencia internacional, principalmente. Dos venezolanas, Keily Henriquez y Fabiana Gutierrez, advierten llega, si bien no es ideal. “Ya nos trajeron los baños, nos dan comidas, medicinas”. “Desayuno no nos dan, falta más organización”. “Nos dijeron para llevarnos a Los Caracas (un refugio), pero no nos fuimos porque no nos podemos ir sin sacar a nuestros familiares”. “Ya cuando los saquemos veremos lo que vamos a hacer”, concluye. En el camino, van saliendo los reclamos de vulnerabilidades advertidas. Vecinos de la OPP 25, donde dos de los enormes edificios construidos por el chavismo se desplomaron, denunciaron hace cuatro años que la estructura estaba dañada, y pidieron ser desalojados, como recuerda Deivi Vásquez. “Obviamente nos tenían que haber reubicado, cosa que no fue así. Taparon el orificio y eso quedó así. Lastimosamente por dentro eso estaba fracturado”, dice. En el urbanismo Hugo Chávez, el propio expresidente dijo que eran antisísmicas cuando las inauguró hace 15 años. Pero Damelis Díaz ahora llora la muerte de su hija y de decenas de vecinos, aplastados por las estructuras prefabricadas que se hundieron. “Ya había un precedente y eso lo sabían. Ellos vendieron este urbanismo como si fuera tecnología de punta y antisísmico, pero en realidad no lo era”, dice Damelis.En La Guaira la adrenalina corre sin parar, la urgencia y el miedo se imponen. Pero las víctimas ya comienzan a pensar en el mañana, a evaluar si quedarse o no en este territorio que ha visto tres tragedias en casi 30 años: un deslave, una vaguada y un doble terremoto. “Bueno, si hay la posibilidad sí. Pero si me toca que me quede, me quedo”, dice Augusto Rojas. “No me gustaría irme de La Guaira. Sé que me va a tocar porque ahorita está inhabitable”, dice Gabriela. “Son muchos sentimientos, muchas experiencias aquí vividas. Es difícil irse”, dice Daniela Segura. “No me gustaría irme de La Guaira, porque aquí es donde nací y es donde me he levantado, y mi guaira es muy bonita”, confiesa Jérica Ochoa. “Realmente no tenemos para dónde irnos. Esta es nuestra propiedad y nuestro terreno privado”, dice Nélida Ciral. “Yo diría que no, porque yo digo que ya lo peor pasó”, opina Osnervy Pérez. “Pues no, porque hay mucho movimiento de tierra y ya casi todo quedó muy sentido. Yo lo que recomiendo es que no vuelvan a hacer apartamentos”, sugiera Jonaris Salazar. “Quisiera que se recuperara, pero no que construyeran más edificios. Creo que quedamos traumatizados con vivir en apartamentos”, dice Johana Granado.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PECADOS DESCOBERTOS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 3:04


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ECLESIASTES 12:13-14 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 4–6; ATOS 17:16-34  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Um ladrão invadiu uma loja de conserto de celulares, quebrou a vitrine e roubou diversos produtos. Ele tentou esconder sua identidade da câmera de vigilância cobrindo--se com uma caixa de papelão. Mas a caixa tombou por um instante e descobriu o rosto dele. Minutos depois, o dono da loja viu o vídeo do roubo, chamou a polícia e o ladrão foi capturado nas proximidades. Sua história nos lembra de que todo pecado oculto um dia será descoberto. É da natureza humana buscar esconder os nossos pecados. Entretanto, lemos em Eclesiastes que devemos guardar os mandamentos de Deus, pois o que está oculto será apresentado diante do Seu justo olhar e veredicto (12:14). O autor escreveu: “tema a Deus e obedeça a seus mandamentos, pois esse é o dever de todos” (v.13). Não escaparão à Sua avaliação sequer as transgressões aos Dez Mandamentos (LEVÍTICO 4:13), por mais secretas que sejam. Ele julgará todas as ações, boas ou más. Mas, por causa da Sua graça, podemos receber o perdão dos nossos pecados em Jesus e Seu sacrifício em nosso favor (EFÉSIOS 2:4-5). Quando nos conscientizamos disso e internalizamos os Seus mandamentos, podemos viver com reverente temor e estilo de vida que agrada ao Senhor. Vamos confessar nossos pecados a Ele e experimentar novamente Seu amor e perdão divino.  Por: MARVIN WILLIAMS

Semana em África
Guiné-Bissau: a semana em que Domingos Simões Pereira voltou para a prisão

Semana em África

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 7:56


Sejam bem-vindos ao magazine Semana em África, a rúbrica onde recapitulamos os principais acontecimentos da semana no continente africano. Esta semana fica marcada por uma nova reviravolta na Guiné-Bissau com o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira, a ter sido colocado em prisão preventiva, esta sexta-feira.  Simões Pereira vai cumprir uma ordem decretada por um Juiz de Instrução Criminal, no âmbito de uma investigação sobre a sua alegada participação num golpe de Estado que teria ocorrido em outubro de 2025. A defesa diz tratar-se de uma "cabala política".  De acordo com os advogados de defesa e fontes familiares, Simões Pereira foi conduzido por volta das 10 horas, hora de Bissau, para as instalações da Segunda Esquadra, onde vai cumprir a prisão preventiva. A medida teria sido decretada na quinta-feira, pelo Juiz de Instrução Criminal, Mamadu Embalo, dando deferimento a um pedido nesse sentido que tinha sido formulado pela Promotoria da Justiça Militar. O opositor Fernando Dias da Costa, que reclama ter vencido as eleições presidenciais de Novembro passado, entretanto interrompidas pelo golpe de Estado militar, denunciou o que considera ser uma perseguição política a Simões Pereira. Dias da Costa afirma que Pereira é vítima de perseguição unicamente por ter apoiado a sua candidatura às eleições de Novembro. Entretanto, os advogados de defesa do líder do PAIGC e presidente eleito do parlamento guineense, não compareceram ao Tribunal Militar, onde Simões Pereira, está a ser investigado, por considerarem que o seu processo ganhou contornos políticos e não judiciais. Portanto, dizem, não valia a pena ir ao Tribunal, instância da qual não receberam nenhuma notificação. Seja como for, é facto que Domingos Simões Pereira está detido na Segunda Esquadra, onde já esteve de 26 Novembro de 2025 a 31 Janeiro deste ano. Desde essa altura, Pereira encontrava-se em prisão domiciliária, sob forte vigilância policial. Após ser ouvido pelo Tribunal Militar na quarta-feira, o responsável político tinha sido notificado ontem à noite para tornar a comparecer perante a justiça nesta sexta-feira. Uma situação perante a qual as eurodeputadas portuguesas Catarina Martins e Marta Temido, bem como a diplomata Ana Gomes, manifestaram o seu repúdio denunciando o que qualificaram de inacção da comunidade internacional.  Guiné-Bissau: referendo a 30 de Agosto sobre nova Constituição Ainda na Guiné-Bissau, os cidadãos serão chamados no próximo dia 30 de Agosto a pronunciar-se sobre a nova Constituição do país. A sociedade civil insurge-se contra esta iniciativa, que apelida de "teatro". Cada guineense com capacidade eleitoral activa vai dizer “sim” ou “não” como resposta. A consulta popular será feita por sufrágio universal, directo, secreto e pessoal, sobre a entrada em vigor da nova Constituição da República aprovada pelo Conselho Nacional de Transição. O decreto presidencial, assinado por Horta Inta-a esclarece que “o Supremo Tribunal de Justiça emitiu parecer favorável” à realização do referendo. A questão que se coloca é saber o que diz a própria Constituição já que a maioria dos guineenses desconhece as novas formulações que constam do texto revisto pelo Conselho Nacional de Transição, órgão que exerce as competências do parlamento guineense. Os militares tomaram o poder a 26 de novembro de 2025, num golpe de Estado e uma das primeiras acções foi a alteração da Constituição da República da Guiné-Bissau que passa a dar mais poderes ao Presidente da República. A oposição e as organizações da sociedade civil têm criticado todo o processo que conduziu à alteração da Constituição que dizem foi feita por via da força. Seja como for, no próximo dia 30 de agosto, os guineenses serão chamados a dizer se concordam ou não com a nova Constituição da República. Armando Lona, coordenador da Frente popular, representando a sociedade civil, denuncia um "teatro".  "Não passa de uma aberração crónica, uma fuga para a frente por parte de um grupo que, todos nós sabemos que assaltou as instituições, que instalou uma ditadura sanguinária na Guiné-Bissau nos seis últimos anos. Apesar da derrota que sofreu nas eleições de 23 de novembro de 2025, não se acomodou, não se convenceu. Continua a multiplicar encenações, golpes cerimoniais, teatros, como agora estamos a assistir com esse pseudo referendo que não passa de um autêntico teatro no circo. Porque um referendo constitucional, em qualquer parte do mundo, é um acto de soberania popular. Acontece dentro de um quadro histórico duma realidade histórica interpretada pelo povo sobre a necessidade ou não de proceder a um referendo. E quando acontece, acontece dentro dos parâmetros legais, devidamente legitimado pelo povo do país. Na Guiné-Bissau temos leis que indicam claramente como é que se deve proceder perante um referendo popular. Qualquer revisão constitucional tem que decorrer dentro desses parâmetros legais. Portanto, o que está a acontecer nesse momento é um autêntico teatro de um bando que capturou as instituições da Guiné-Bissau, que tenta a todo o custo salvaguardar o regime que já está desmoronado. Um regime que está completamente à deriva, portanto. E tudo isso não passa de um teatro"." Neste contexto, acha que, porventura, muitos guineenses já tomaram conhecimento das alterações que a transição preconiza? Acha que as pessoas estão esclarecidas sobre o que vai ser o objecto deste referendo? Os guineenses não avaliam essas mudanças oportunísticas, essas mudanças ilegais. O que os guineenses avaliam é a tentativa da sua confiscação, da vontade exprimida nas urnas. O povo da Guiné-Bissau escolheu um presidente no dia 23 de Novembro de 2025 e aconteceu um falso golpe para poder impedir que este presidente assumisse as funções presidenciais. Tudo o que nós estamos a assistir até agora faz parte desse projecto de confiscação da vontade popular. E o povo da Guiné-Bissau não reconhece esse grupo, esse bando. O povo da Guiné-Bissau está determinado a lutar para fazer valer a vontade expressa soberanamente nas urnas. Moçambique: Igreja quer esclarecimentos sobre assassinato de bispo de Quelimane A igreja católica, realça o presidente da conferência episcopal de Moçambique, Dom Inácio Saúre, está preocupada e busca respostas para o que aconteceu na madrugada dia 06 de Junho na residência pastoral na cidade de Quelimane onde sabe-se apenas que Dom Osório Citora foi morto a tiro. "Ficando apenas o que foi dito publicamente pela imprensa de que o bispo foi morto a tiro, por uma arma de fogo sem nenhuma referencia as possíveis respostas para as perguntas cruciais tais como: quem matou exactamente Dom Osório, quem foi o mandante e quais seriam as motivações do assassinato". A Conferência Episcopal de Moçambique pede, diz o arcebispo de Maputo Dom Carlos Nunes, que seja levado a cabo uma nova linha de investigação ao assassinato do bispo de Quelimane. "Ali não é fábrica de armas. Veio de algum sítio, alguém trouxe essa arma. Então que se abra mais o campo porque o modo como agora está sendo orientado parece que é uma coisa de casa, caseira. A igreja tem problemas então é vitima dos seus próprios problemas". A preocupação dos bispos católicos foi manifestada em conferência de imprensa na capital moçambicana. Os arcebispos de Nampula, Dom Inácio Saúre, de Maputo, Dom João Carlos, e o emérito da Beira, Dom Claúdio Dalla Zuanna, mantiveram encontros no dia 04 deste mês de Julho, em Roma, com o Papa Leão XIV e com o Cardeal Pietro Parolin - Secretário de Estado do Vaticano onde onde foi condenado o baleamento do bispo da diocese de Quelimane, Dom Osório Citora. Entretanto, cerca de 1.400 moçambicanos foram repatriados pelas autoridades nacionais após a violência xenófoba na África do Sul. O anúncio foi feito pelo Governo que garante estar a acompanhar a situação e a criar condições para o enquadramento profissional destes cidadãos. O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, revelou, esta semana, os números de moçambicanos regressados da África do Sul. Em São Tomé e Príncipe, a missão de observação às eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe deverá chegar ao país entre dia 14 e 15 de Julho e deverá ser liderada pelo antigo ministro angolano, João Bernardo Miranda. Estas precisões foram feitas por Maria de Fátima Jardim, secretária-executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, nomeadamente Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal. É o ponto final deste magazine Semana em África. Nós, já sabe, estamos de volta na próxima semana. Até lá, fique bem.

Meio Ambiente
Acostumado às altas temperaturas, Brasil menospreza riscos de ondas de calor, que têm aumentado

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 21:38


As sucessivas ondas de calor que atingem a Europa, com intensidade e duração jamais vistas, além de inéditas para a época do ano, disparam o alerta sobre a aceleração das mudanças climáticas no mundo – uma advertência que vale também para países acostumados às altas temperaturas, como o Brasil. Especialistas apontam que, por ter um clima tropical, o fenômeno é menosprezado no país e carece de políticas públicas adequadas para ser enfrentado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os episódios designam os períodos de pelo menos cinco dias em que as temperaturas ultrapassam em 5°C ou mais os valores médios registrados em 30 anos, em cada região. As ondas de calor sempre existiram, porém estão se tornando mais frequentes e intensas, devido às mudanças climáticas. No Brasil, ainda são tratadas como "normais" para o clima tropical e têm até apelidos como “calorão”, “veranico de outono” ou “de inverno”. Entretanto, pouco se ouve falar sobre as mortes que elas causam, ao contrário da Europa. "Em países tropicais como o Brasil, uma onda de calor significa temperaturas muito elevadas e, normalmente, umidade muito baixa. Essa é uma condição bastante prejudicial para a saúde”, explica Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). "Em todos os estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, nos últimos 40 ou 50 anos, o número de ondas de calor está aumentando sistematicamente. As mais perigosas talvez sejam aquelas da primavera, em setembro, outubro e novembro, que são meses típicos da estação seca, quando a umidade está muito baixa”, salienta. El Niño potencializa o aquecimento  Essa condição climática pode levar à proliferação de incêndios florestais, que afetam a qualidade do ar e provocam doenças respiratórias. Além disso, costuma ocorrer em momentos de seca em que os reservatórios de água estão mais baixos. A menor evaporação eleva ainda mais as temperaturas, sem falar nos impactos para o consumo humano e a agricultura. No Norte e no Nordeste, o aumento do desmatamento provoca ondas de calor mais frequentes e intensas desde 2020, potencializadas por fenômenos naturais como o El Niño, que volta a ocorrer na Terra em 2026.  "O El Niño é associado ao aquecimento do Pacífico. O oceano mais quente acaba atuando como se fosse um aquecedor 'nos pés' da atmosfera. É uma fonte de calor”, observa Seluchi. "Nas últimas décadas, tanto a atmosfera quanto os oceanos estão, de alguma forma, trabalhando no mesmo sentido para provocar ondas de calor mais frequentes”. 120 mil mortes em 20 anos  Um estudo inédito publicado pela Fiocruz e pela Universidade da Bahia mostrou o amplo impacto das ondas de calor na saúde dos brasileiros: 120 mil pessoas morreram em decorrência das altas temperaturas nos últimos 20 anos. Pela primeira vez, os pesquisadores revisaram os dados de mortalidade e internações por doenças do aparelho circulatório e cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS) em quase todos os municípios do país, e compararam as informações com a ocorrência de calor extremo. "A gente normaliza esse risco de morrer por causa do calor porque nós somos um país tropical, então parece que nós somos acostumados, mas na verdade o país é muito extenso territorialmente, com perfis climáticos totalmente distintos e com vulnerabilidades também distintas”, afirma Beatriz Oliveira, especialista em saúde pública da Fiocruz e coordenadora do estudo. “A morte ou a internação por calor ocorre, e ela não é banal. O principal ponto é reconhecer isso como um problema de saúde pública”. Reduzir a exposição ao calor  Os idosos são, de longe, os mais vulneráveis ao calor, tanto para internação quanto ao risco de morte. Na sequência, as crianças e as mulheres completam os três grupos prioritários para políticas públicas nos períodos prolongados de temperaturas extremas. Oliveira ressalta que os residentes em cidades pequenas – que compõem a grande maioria dos municípios brasileiros e têm baixa capacidade de adaptação ao calor – são os mais expostos. “As coisas estão acontecendo mais rápido do que a nossa capacidade de agir. A gente tem que procurar estratégias para reduzir a nossa exposição”, frisa a especialista. "A gente precisa pensar em cidades, sejam as menores ou maiores, mais arborizadas. Cidades em que suas residências possam ter ventilação, possam ter sombra, e em novos materiais que possam absorver esse calor. Ter transportes públicos de qualidade, com ar-condicionado, e que os locais onde as pessoas esperam o transporte tenham sombra”, exemplifica. Registros históricos confirmam tendência de aquecimento  Nas últimas semanas, o calor extremo na Europa e também nos Estados Unidos reacendeu na internet a disseminação de teorias alternativas para subestimar o fenômeno, como a de que o planeta poderia estar próximo de um novo período de resfriamento. "Na comunidade científica séria, isso não está previsto”, garante Marcelo Seluchi, doutor em Ciências Meteorológicas pela Universidade de Buenos Aires. Ele lembra que os registros históricos dos últimos três séculos reafirmam a tendência de aquecimento da Terra, causado pelas emissões de gases de efeito estufa gerados, principalmente, pela industrialização e demanda global de energia. "Ao longo dos séculos, sempre tivemos oscilações do clima, como eras polares, a Pequena Era Glacial, nos séculos 17 e 18, com uma série de invernos mais rigorosos. Mas, se nós observarmos os últimos 100, 120 anos, é muito claro que a temperatura está agora aumentando numa taxa sem precedentes na história – inclusive, a taxa é maior do que a prevista algumas décadas atrás”, adverte Seluchi.

Contra-Corrente
O anúncio do fim da NATO foi manifestamente exagerado?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 5:51


Houve show Trump, declarações de apoio à Ucrânia, compromissos sobre aumento das despesas militares e aviso de que Aliança não aceita um Irão com armas nucleares. Entretanto cessar-fogo no Irão caiu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vida em França
Avignon: Bem-vindos ao “país do teatro” na companhia de Tiago Rodrigues

Vida em França

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 17:49


O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”

A Arte da Guerra
A independência dos EUA “é uma revolução contra o imperialismo europeu”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 37:29


Sinal dos tempos: o ‘anti-europeismo' da administração Trump tem raízes históricas seculares, o que talvez ajude a explicar muita da contemporaneidade protagonizada pelo atual presidente da federação. É, de qualquer modo, um marco histórico incontornável, que marcou o globo há 250 anos.Mas, se Trump não conseguiu nada de especial na comemoração dos 250 da independência em termos de exacerbação da nacionalidade, passou-se exatamente o contrário com as cerimónias fúnebres do líder iraniano Ali Khamenei.Entretanto, a cimeira da NATO em Ancara revela mais uma vez todas as suas idiossincrasias.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | O QUE LHE IMPORTA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 4:42


Leitura Bíblica Do Dia: JOÃO 21:15-22 Plano De Leitura Anual:  JÓ 17–19; ATOS 10:1-23  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Por que ganhei um pirulito de morango e ela de uva?”, perguntou minha sobrinha. Ela e seus irmãos ensinaram-me desde cedo que as crianças comparam o que recebem. Isso significa que, como tia amorosa, é preciso exercer o bom senso! No entanto, às vezes também comparo o que Deus me concede com o que Ele concedeu aos outros. “Por que tenho isso e ela tem aquilo?”, pergunto a Deus. Meu questionamento ressoa o de Simão Pedro a Jesus. O Senhor tinha acabado de restaurar e perdoar Pedro por tê-lo negado e agora lhe dizia que ele glorificaria a Deus morrendo como mártir (JOÃO 21:15-19). Entretanto, em vez de responder sim ao convite de Jesus para segui-lo, Pedro perguntou: “Senhor, e quanto a [João]? (v.21). Jesus respondeu: “o que lhe importa?” e acrescentou: “Quanto a você, siga-me” (v.22). Creio que Ele diria o mesmo a nós. Quando Ele já nos orientou em uma área da vida, o Senhor deseja que confiemos nele. Não devemos comparar o nosso caminho com o dos outros, devemos apenas segui-lo. Por mais de 30 anos, Pedro seguiu a Deus sendo líder corajoso da igreja primitiva. Os registros históricos demonstram que ele acolheu corajosamente a sua morte, decretada pelo imperador Nero. Que nós também sejamos firmes em seguir a Deus, confiando em Seu amor e direção.   Por: KAREN HUANG 

CEI DE CABO FRIO
Com os dias contados - Pr. Caleb Loureiro

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 32:22


Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Salmos, capítulo 90, versículos 1 ao 12, nos traz uma reflexão sobre o epitáfio de Moisés.O Salmo 90 é uma oração de Moisés, o homem de Deus. Diferente de muitos salmos escritos por Davi, este nos conduz a uma profunda reflexão sobre a brevidade da vida e a eternidade de Deus. Moisés, que viu uma geração inteira morrer no deserto, compreendeu que o tempo é um dos maiores presentes concedidos por Deus e, ao mesmo tempo, um dos recursos mais limitados que possuímos.O tema "Com os Dias Contados" não deve produzir medo, mas despertar sabedoria. Todos nós temos os dias contados. A grande pergunta não é quantos dias viveremos, mas como estamos vivendo os dias que Deus nos concede.1. Deus permanece, enquanto nós passamosMoisés inicia declarando: "Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração." (Sl 90:1)Tudo ao nosso redor muda. Pessoas envelhecem, projetos terminam, impérios caem, mas Deus continua sendo o mesmo. Antes que existissem montanhas, mares ou qualquer ser humano, Deus já era Deus (v.2).Nossa segurança não está na duração da vida, mas na eternidade daquele que governa a vida.Quem faz de Deus seu refúgio encontra estabilidade mesmo em um mundo passageiro.2. A vida é breveMoisés utiliza imagens muito fortes para descrever nossa existência.Ele compara a vida ao sono, à relva que floresce pela manhã e à tarde já seca (vv.5-6).A sensação é de que ontem éramos crianças; hoje somos adultos; amanhã os cabelos embranquecem. O tempo não pede licença.Vivemos como se tivéssemos tempo de sobra para amar, perdoar, servir a Deus e buscar Sua presença. Entretanto, a Palavra nos lembra que nossa vida é como um vapor que aparece por um instante e logo desaparece.Quem entende isso aprende a valorizar cada oportunidade.3. Não sabemos quanto tempo temosNos versículos 10 e 12, Moisés reconhece que nossos anos têm um limite.Ninguém conhece o número dos seus dias.Fazemos planos para muitos anos, mas somente Deus conhece o amanhã.Isso nos ensina uma grande verdade: adiar decisões espirituais é um enorme risco.Há pessoas que dizem:"Depois eu volto para Deus.""Depois eu sirvo mais.""Depois eu perdoo.""Depois eu mudo."Mas o "depois" pertence somente ao Senhor.A sabedoria consiste em obedecer hoje.4. Contar os dias é aprender a viverQuando Moisés pede: "Ensina-nos a contar os nossos dias..."Ele não está pedindo habilidade matemática, mas discernimento espiritual.Contar os dias significa viver com propósito.É compreender que cada amanhecer é uma nova oportunidade para glorificar a Deus.Cada dia pode ser usado para:amar mais;servir melhor;perdoar mais rápido;investir no Reino de Deus;deixar um legado eterno.Quem aprende a contar os dias deixa de desperdiçar a vida com aquilo que não tem valor eterno.5. Um coração sábio vive olhando para a eternidadeQuem possui um coração sábio entende que:o tempo vale mais que dinheiro;caráter vale mais que fama;comunhão com Deus vale mais que qualquer conquista material;a eternidade é muito maior do que os poucos anos que passamos nesta terra.Nossa vida não deve ser medida apenas pelos anos vividos, mas pelas vidas que tocamos e pela fidelidade ao Senhor.Conclusão: Todos estamos com os dias contados, mas isso não é motivo para desespero. Pelo contrário, é um convite para viver cada dia de forma intencional.Não sabemos quantos capítulos ainda restam em nossa história, mas sabemos quem escreve cada página.Por isso, cada novo amanhecer deve ser recebido com gratidão e responsabilidade.Hoje é um presente de Deus.Ontem já passou.Amanhã ainda não nos pertence.A única oportunidade que temos de amar, servir, perdoar, evangelizar e obedecer é hoje.Que a oração de Moisés se torne também a nossa: "Senhor, ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos um coração sábio."Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Noticias de América
Venezuela sigue buscando a sus desaparecidos con cada vez menos esperanzas

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 2:21


Venezuela busca a contrarreloj a los miles de desaparecidos tras los dos terremotos de magnitud 7,2 y 7,5 que sacudieron el norte del país el miércoles pasado. La cifra de muertos sigue subiendo y las esperanzas de encontrar a gente con vida disminuyen. En Venezuela, los rescatistas internacionales se afanan en auxiliar a las víctimas del doble terremoto en la zona cero del desastre. Fachadas de edificios colapsados comienzan a ser marcadas con la letra D por equipos de inspección. Ese símbolo significa que allí ya no hay nadie vivo a quien buscar. Equipos internacionales El sábado cerró la ventana de 72 horas que los expertos consideran clave para hallar sobrevivientes luego de un terremoto. Pero en La Guaira, los rescatistas aún salvan a personas, incluso luego de excavaciones que pueden durar hasta 11 horas. Equipos de Colombia, El Salvador, Perú, Estados Unidos, Ecuador y de otra decena de países han protagonizado rescates que se celebraron con aplausos: un niño de tres años, un menor de 11, dos mujeres mayores que permanecieron atrapadas más de 60 y 86 horas respectivamente. Pero no todas las historias tienen final feliz. En Catia La Mar, Mari Delgado espera el cuerpo de su hijo: "Yo sé que está por aquí. Ese instinto de mamá me dice que está por aquí. Yo sé que está muerto porque ya hemos llevado cinco días y hoy fue que llegaron las maquinarias que nosotros necesitamos", afirma. "Siempre voy a tener esperanza" El bombero Oswaldo Guédez fue sacado de las ruinas por sus compañeros: "Fui rescatado después de 30 horas de ardua labor, lamentablemente mi esposa no corrió la misma suerte y en este momento mis compañeros están recuperando su cuerpo", cuenta. No muy lejos de allí, Jennifer se niega a pensar que ya no hay más nada que hacer por sus hijos: "Siempre voy a tener esperanza, no la voy a perder. La cuestión es que estamos parados porque dependemos de unos perros. Si los perros llegan y no detectan, para ellos no hay nada y se van y les dan prioridades a otras cosas", dice. El balance oficial, presentado este domingo por el presidente del Parlamento, Jorge Rodríguez, habla de 1.450 fallecidos, 3.150 heridos y 12.721 damnificados… pero no se sabe cuántos rescates van. Entretanto, Venezuela comienza una semana sin normalidad. Las clases han sido suspendidas mientras muchos aún no saben cómo ni cuándo podrán tener de nuevo un techo seguro bajo el cual dormir.

Noticias de América
Venezuela sigue buscando a sus desaparecidos con cada vez menos esperanzas

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 2:21


Venezuela busca a contrarreloj a los miles de desaparecidos tras los dos terremotos de magnitud 7,2 y 7,5 que sacudieron el norte del país el miércoles pasado. La cifra de muertos sigue subiendo y las esperanzas de encontrar a gente con vida disminuyen. En Venezuela, los rescatistas internacionales se afanan en auxiliar a las víctimas del doble terremoto en la zona cero del desastre. Fachadas de edificios colapsados comienzan a ser marcadas con la letra D por equipos de inspección. Ese símbolo significa que allí ya no hay nadie vivo a quien buscar. Equipos internacionales El sábado cerró la ventana de 72 horas que los expertos consideran clave para hallar sobrevivientes luego de un terremoto. Pero en La Guaira, los rescatistas aún salvan a personas, incluso luego de excavaciones que pueden durar hasta 11 horas. Equipos de Colombia, El Salvador, Perú, Estados Unidos, Ecuador y de otra decena de países han protagonizado rescates que se celebraron con aplausos: un niño de tres años, un menor de 11, dos mujeres mayores que permanecieron atrapadas más de 60 y 86 horas respectivamente. Pero no todas las historias tienen final feliz. En Catia La Mar, Mari Delgado espera el cuerpo de su hijo: "Yo sé que está por aquí. Ese instinto de mamá me dice que está por aquí. Yo sé que está muerto porque ya hemos llevado cinco días y hoy fue que llegaron las maquinarias que nosotros necesitamos", afirma. "Siempre voy a tener esperanza" El bombero Oswaldo Guédez fue sacado de las ruinas por sus compañeros: "Fui rescatado después de 30 horas de ardua labor, lamentablemente mi esposa no corrió la misma suerte y en este momento mis compañeros están recuperando su cuerpo", cuenta. No muy lejos de allí, Jennifer se niega a pensar que ya no hay más nada que hacer por sus hijos: "Siempre voy a tener esperanza, no la voy a perder. La cuestión es que estamos parados porque dependemos de unos perros. Si los perros llegan y no detectan, para ellos no hay nada y se van y les dan prioridades a otras cosas", dice. El balance oficial, presentado este domingo por el presidente del Parlamento, Jorge Rodríguez, habla de 1.450 fallecidos, 3.150 heridos y 12.721 damnificados… pero no se sabe cuántos rescates van. Entretanto, Venezuela comienza una semana sin normalidad. Las clases han sido suspendidas mientras muchos aún no saben cómo ni cuándo podrán tener de nuevo un techo seguro bajo el cual dormir.

Meu tempo com Deus
O tempo da espera tambem é tempo de Deus

Meu tempo com Deus

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 8:05


"Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão." — Isaías 40:31 Tempo da Espera Também é Tempo de DeusTexto base: "Lembrem-se de como o Senhor, o seu Deus, os conduziu por todo o caminho no deserto durante estes quarenta anos, para humilhá-los, prová-los, a fim de conhecer o que estava no coração de vocês, se obedeceriam ou não aos seus mandamentos." — Deuteronômio 8:2Esperar é uma das experiências mais difíceis da vida. Gostamos de respostas rápidas, portas abertas e soluções imediatas. Entretanto, Deus frequentemente trabalha em um ritmo diferente do nosso. Enquanto nós contamos os dias, Ele molda o coração.A espera, na perspectiva bíblica, nunca é um tempo perdido. É um período de preparação. Deus não está apenas preparando aquilo que pedimos; muitas vezes, está preparando quem nós seremos quando recebermos a resposta.Um dos maiores exemplos disso é a caminhada de Israel pelo deserto. A viagem do Egito até a terra prometida poderia ter sido muito mais curta. Contudo, por causa da incredulidade e da desobediência do povo, aquela geração permaneceu quarenta anos no deserto. À primeira vista, parece apenas um tempo de atraso. Mas Deus transformou aquele período em uma escola espiritual.Em Deuteronômio 8, Moisés explica o propósito daquele tempo: Deus os conduziu pelo deserto para humilhá-los, prová-los e revelar o que havia em seus corações. O deserto foi o lugar onde o povo aprendeu que o sustento vinha do Senhor por meio do maná, que a água podia brotar da rocha, que as roupas não se gastavam e que Deus permanecia presente através da nuvem durante o dia e da coluna de fogo à noite.

La ContraCrónica
Venezuela rota

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 52:21


El pasado miércoles a media tarde dos terremotos sacudieron el norte de Venezuela. El primero, de magnitud 7,2, se originó a las 18:04 a 23 km de la localidad de San Felipe. Solo 39 segundos después llegó un segundo seísmo de magnitud 7,5, más superficial, a 28 km al sur de la localidad de Yumare. La escasa profundidad de ambos y la cercanía a zonas densamente pobladas han provocado una catástrofe material y humana que está aún lejos de cuantificarse. Cuatro días después el balance es difícil de asimilar. Las autoridades reconocen más de 1.400 muertos y unos 3.200 heridos, pero en estos momentos se estiman más de 50.000 desaparecidos. Entre los fallecidos hay ciudadanos de España, Portugal, Brasil, Italia y Colombia. En La Guaira, el estado más castigado, más de cien edificios se vinieron abajo. El aeropuerto internacional de Maiquetía quedó cerrado al tráfico civil, el metro de Caracas suspendió el servicio y muchas zonas de la capital se quedaron sin luz, agua ni teléfono. Venezuela se asienta sobre el límite entre la placa caribeña y la sudamericana, una de las zonas sísmicas más activas del continente. Los geólogos venezolanos llevaban años advirtiendo de que los edificios no estaban preparados, pero esos avisos cayeron en saco roto. El país carece, además, de un sistema oficial de alerta temprana, aunque, eso sí, muchos ciudadanos recibieron avisos en sus móviles Android gracias al sistema de Google Earthquake Alerts, algo que seguramente salvó muchas vidas. La respuesta más rápida no llegó del Gobierno, sino de la propia gente. Vecinos y voluntarios anónimos se organizaron por WhatsApp y Telegram para rescatar a los que estaban sepultados bajo los escombros con palas, picos y sus propias manos desnudas. La ventana de supervivencia tras un terremoto dura entre 48 y 72 horas, de modo que la lentitud en el despliegue de grúas y excavadoras ha incrementado el número de víctimas mortales. La ayuda internacional si que ha respondido con rapidez. Un total de 17 países han enviado a más de 2.000 especialistas, perros adiestrados y hospitales de campaña. España ha movilizado a bomberos, médicos e ingenieros y a un contingente de la Unidad Militar de Emergencias. Estados Unidos ha flexibilizado las sanciones y ha prometido 150 millones de dólares de ayuda. Entretanto, el Gobierno de Delcy Rodríguez parece más preocupado por controlar a la población que por rescatarla. El régimen ha militarizado La Guaira con más de 14.000 efectivos, ha restringido las donaciones a centros de acopio oficiales y tiene vigilada a la prensa y a los creadores de contenido en internet. El verdadero epicentro de este terremoto no se encuentra a 20 km bajo tierra, sino en el Gobierno. Un país que posee las mayores reservas de petróleo del mundo carece de grúas y excavadoras para rescatar a sus ciudadanos. La detención de Maduro y su traslado a EEUU el 3 de enero no ha cambiado nada, Delcy Rodríguez heredó la misma estructura y los mismos vicios. El terremoto ha pasado pero el chavismo sigue intacto, y de ese nadie parece querer rescatar a los venezolanos. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:37 Venezuela rota 33:07 Las campañitas de Más Madrid 39:47 Inversión en IA 44:33 Las emergencias con el calor · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #venezuela #terremoto Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Semana em África
Política e justiça marcam a semana nos PALOP

Semana em África

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 10:48


A semana fica marcada pela instabilidade política em São Tomé e Príncipe, pela eleição de Venâncio Mondlane para a liderança do Anamola, em Moçambique, pela acusação formal do general Higino Carneiro, em Angola, pelas críticas à reduzida representação feminina no novo Governo de Cabo Verde e pelo desmentido da CEDEAO sobre alegadas tentativas de suborno durante uma missão à Guiné-Bissau. Em São Tomé e Príncipe, o Conselho Nacional da ADI marcou para 26 de Julho o congresso do partido. A decisão é contestada pelo actual primeiro-ministro, Américo Ramos, que reafirmou a sua candidatura à presidência da formação política. Ainda no arquipélago, o Tribunal Constitucional confirmou a rejeição da candidatura do empresário e político Domingos Monteiro às eleições presidenciais de 19 de Julho, por considerar que nenhum dos seus pais é são-tomense. Permanecem na corrida cinco candidatos: o antigo primeiro-ministro Jorge Bom Jesus, o líder parlamentar da ADI, Nito D'Abreu, o actual Presidente da República, Carlos Vila Nova, e os juristas Miques João Bonfim e Eugénio Tiny. Segundo dados provisórios da Comissão Eleitoral Nacional, estão inscritos 142.298 eleitores, mais cerca de 19 mil do que nas eleições de 2022. Em Moçambique, Venâncio Mondlane foi eleito presidente da Aliança Nacional por um Moçambique Livre e Autónomo, Anamola. Em entrevista à RFI, afirmou que pretende transformar a nova força política no maior partido da história democrática do país até 2029 e anunciou ainda a criação de uma "Escola Anamola". Entretanto, as autoridades moçambicanas repatriaram, nos últimos dias, mais de duas centenas de cidadãos do Malawi que tinham entrado ilegalmente no país para fugir aos ataques xenófobos na África do Sul. Em Angola, o general Higino Carneiro foi formalmente acusado pela Procuradoria-Geral da República dos crimes de peculato e branqueamento de capitais, alegadamente cometidos quando exerceu funções de governador do Cuando Cubango. A defesa afirma não ter sido notificada e acusa o Ministério Público de violar o segredo de justiça, considerando que o processo procura travar as ambições políticas do também candidato à liderança do MPLA. Ainda em Angola, o Tribunal da Comarca de Luanda iniciou o julgamento do influenciador digital Gerson Quintas, conhecido como "Man Genas", acusado de ofensas ao Presidente da República e de declarações dirigidas a altas patentes da Polícia Nacional. As alegadas ofensas foram proferidas quando se encontrava em Moçambique, de onde foi deportado em Fevereiro de 2024 por situação migratória irregular. Em Cabo Verde, os partidos da oposição e a presidente da Rede das Mulheres Parlamentares criticam a composição do novo Governo liderado pelo primeiro-ministro Francisco Carvalho, apontando a reduzida representação de mulheres e jovens nos principais cargos de decisão. Na Guiné-Bissau, a CEDEAO desmentiu as alegações de uma tentativa de suborno a membros da sua mais recente missão oficial ao país. A organização classificou as acusações como falsas e sem qualquer fundamento, depois de notícias divulgadas nas redes sociais e replicadas por vários órgãos de comunicação social darem conta de uma alegada entrega de cerca de 22 mil euros no quarto de hotel de um dos membros da missão. A delegação esteve na Guiné-Bissau entre 19 e 23 de Junho para acompanhar a implementação do mandato revisto da Missão de Apoio à Estabilização no país.

Noticias de América
“Entramos en pánico”: Primeros testimonios tras los terremotos en Venezuela

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 2:05


Venezuela amaneció este jueves contando muertos. La tarde de este miércoles, dos terremotos casi seguidos, de magnitud 7,2 y 7,5, sacudieron el país. Así lo vivieron vecinos de la capital Caracas. Era día feriado. Mucha gente estaba en casa cuando tuvo que salir corriendo a la calle. Los que tuvieron suerte solo vieron grietas y paredes ahuecadas. Otros no la contaron. En Caracas hubo una decena de edificios derrumbados por completo, como también ocurrió en otros estados del país. Leer tambiénMovimiento de solidaridad y ayuda internacional para Venezuela por el doble terremoto “Fueron los 7,8 segundos más largos de mi vida” “Muy impresionante fue ver quebrarse las paredes y caerse las baldosas”, contó a RFI una vecina. “La verdad entramos en pánico, porque es la primera vez que experimentamos algo similar, yo sentí cuando se cayó el edificio de por acá”, comentó asimismo un residente, mientras un hombre subrayaba que “fueron los 7,8 segundos más largos de mi vida”. “Yo escuché el ruido y el escándalo y yo pensé que era el edificio donde nosotros estábamos, que yo le decía a Guillermo, mi amigo, vámonos porque se está cayendo el edificio por pedazos, y lo que me daba pánico era que nos cayera el techo encima, porque de paso yo veía como el techo se está agrietando. Pero él tenía la perra y la perra es grande, y él me decía 'quédate tranquila porque la perra se está alterando' y yo 'pero yo también me estoy alterando y nos va a caer el techo encima, así que mueve ese culo, amárrala y vámonos'. Al final salimos cuando ya había terminado el sismo. Pero eso, yo escuchaba el ruido, veía el humo por la ventana y juraba que era que el edificio se estaba cayendo por pedazos” narró a RFI Valentina Gil. La Guaira, zona muy golpeada La Guaira, estado costero frente al Mar Caribe, fue el más golpeado. Ya declarado zona de desastres por el gobierno nacional, acumula edificios desplomados, casas aplanadas, locales comerciales en el suelo, incendios por bombonas de gas que explotaron y un sinnúmero de desaparecidos y heridos, a la espera de saber cuántos resultaron muertos. Allí vive Roison Figuera, quien nos contó la situación: “La situación en La Guaira es la siguiente. Tras el terremoto, la gente se movilizó sola. Han prestado los primeros auxilios los mismos ciudadanos, no se ven brigadistas en la calle. Hay algunas patrullas, pero digamos que la coordinación ciudadana, la coordinación de la población, la ha ejercido la propia ciudadanía. Muchos están en plazas y recintos deportivos que son abiertos”. “Por otra parte, se han reportado, al menos de manera extraoficial, daños importantes en el aeropuerto. La mayor parte de estos se habrían registrado en el terminal nacional. Por otra parte, en zonas como Caribe, que esto es al este de la entidad, se reportan muchos edificios colapsados en su totalidad, completamente en el suelo, al igual que en zonas de Catia la Mar, al oeste de la entidad. Esta parroquia agrupa sectores como Playa Grande, donde se reportan derrumbes importantes, y sectores como el urbanismo Hugo Chávez que prácticamente se ha venido todo abajo. Por otra parte, Mare, que es un suburbio que está detrás del aeropuerto, tiene afectaciones importantes. Los mayores daños están al este y al oeste de la entidad”, detalló también. El primer balance oficial tardó más de seis horas en llegar: al menos 32 muertos y más de 700 heridos, sin incluir La Guaira. La presidenta encargada Delcy Rodríguez decretó una emergencia nacional, suspendió actividades no esenciales y cerró el principal aeropuerto del país, ubicado en La Guaira. Este jueves, Rodríguez dio un nuevo balance, de 164 muertos y 971 heridos. Leer tambiénVenezuela: Dos terremotos dejan al menos 32 muertos, 700 heridos e importantes daños Entretanto, miles de personas pasaron la noche a la intemperie, en plazas y parques, por miedo a volver a edificios que no saben cuán dañados quedaron. En Caracas se sintieron réplicas hasta después de las tres de la madrugada.

Pergunte ao VC
Como manter independência ao receber investimento de um VC? (Pergunte ao VC 363)

Pergunte ao VC

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 3:03


Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Vice-prefeito rebate críticas e explica discussão após confusão com sinalizadores em ginásio de Lauro Müller

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 14:10


O vice-prefeito de Lauro Müller, Serraninho, se pronunciou nesta terça-feira (23) sobre os acontecimentos registrados durante o Campeonato Aberto de Futsal, realizado no último sábado (20), no Centro de Eventos Nelson Righetto. O episódio, marcado pelo uso de sinalizadores e intensa fumaça dentro do ginásio, provocou o cancelamento de uma das partidas da semifinal da competição e gerou repercussão nas redes sociais após a divulgação de vídeos mostrando uma discussão envolvendo o vice-prefeito. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, Serraninho apresentou sua versão dos fatos e afirmou que sua intervenção ocorreu após ser procurado por moradores preocupados com a situação. Segundo ele, o ginásio estava lotado quando o incidente aconteceu. O vice-prefeito relatou que já havia deixado o local e se dirigia ao carro quando percebeu uma movimentação incomum de pessoas saindo do ginásio. “Vi um tumulto de pessoas saindo; achei que era uma briga. Pessoas me procuraram, inclusive uma senhora com uma criança no colo chorando, pedindo para eu tomar uma atitude porque algo tinha sido solto lá dentro”, relatou. Diante da situação, Serraninho decidiu retornar ao ginásio para verificar o que estava acontecendo. “Como pessoa pública, não pude me omitir e voltei para ver o que estava acontecendo”, afirmou. Ao entrar novamente no local, ele encontrou o ambiente tomado pela fumaça dos sinalizadores. Conforme seu relato, a informação recebida era de que os artefatos haviam sido acionados por integrantes da torcida do Cairu. O vice-prefeito disse que optou inicialmente pelo diálogo ao invés de acionar imediatamente a polícia. “Eu poderia ter chamado a polícia imediatamente, mas tentei resolver conversando, pois moramos em uma cidade pequena onde todos se conhecem”, explicou. De acordo com Serraninho, a conversa com os representantes da equipe transcorreu de forma tranquila e o erro teria sido reconhecido pelos próprios responsáveis. “Falei com o responsável pela equipe do Cairu, que admitiu o erro e pediu desculpas. O assunto estava se encerrando”, contou. Entretanto, o clima mudou quando outras pessoas se aproximaram da discussão. “Outras pessoas apareceram de forma agressiva, falando alto e me intimidando, achando que eu queria prejudicar a equipe. Foi aí que aconteceu a discussão acalorada”, disse. As imagens da discussão circularam rapidamente nas redes sociais e geraram críticas à postura do vice-prefeito. Para ele, porém, os vídeos não mostram o contexto completo da situação. “O vídeo que circula mostra apenas um pedaço da discussão, não o motivo por trás dela”, argumentou. Após a intervenção da Polícia Militar e da organização da competição, foi decidido que não havia condições de segurança para a continuidade da partida entre Cairu e Amaral. O confronto foi remarcado para a próxima quinta-feira, dia 25 de junho, às 20h, com portões fechados ao público. Além disso, conforme definição da organização, a equipe do Cairu recebeu como penalidade a doação de cinco cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade. Mesmo diante da repercussão do caso, Serraninho afirmou que não se arrepende de sua postura. “Não me arrependo da minha atitude, pois estava defendendo o interesse das pessoas que me procuraram”, declarou. O vice-prefeito reconheceu, porém, que situações semelhantes poderão ser conduzidas de forma diferente futuramente. “Posso mudar minha atitude no futuro e acionar a polícia diretamente, mas minha intenção foi esclarecer os fatos e garantir a segurança”, concluiu. O episódio segue repercutindo no município e reacende o debate sobre segurança em eventos esportivos e a responsabilidade de torcedores e organizadores para garantir a integridade do público presente.

Banco do Brasil - Investimentos e Educação Financeira
Fechamento de mercado – 23/06/2026 | InvesTalk BB

Banco do Brasil - Investimentos e Educação Financeira

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 3:04


Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.

CBN Vitória - Entrevistas
Fogos, buzinas, explosões: como proteger os pets durante as comemorações da Copa

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 11:34


A Copa do Mundo é sinônimo de festa, comemoração e reuniões com amigos e familiares. Entretanto, para muitos animais de estimação, o período pode representar exatamente o contrário. O aumento do barulho, dos fogos de artifício e da movimentação dentro e fora de casa costuma provocar medo, ansiedade e até situações de risco para os cães e gatos mais sensíveis. A médica-veterinária comportamentalista, Letícia Barcellos, membro da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Espírito Santo (CRMV-ES) deu dicas de como acalmar os pets e oferecer mais conforto nesse cenário.

CEI DE CABO FRIO
O Epitáfio de JOSÉ

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 40:45


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Gênesis, capítulo 37, versículos 1 ao 12, nos traz uma reflexão sobre a vida de José, e seu epitáfio.Um epitáfio é uma frase escrita sobre uma sepultura para resumir uma vida. Se alguém tivesse olhado para José apenas no início da sua história, talvez escrevesse palavras como: "O filho sonhador", "O jovem rejeitado pelos irmãos" ou "Aquele que enfrentou a inveja". Porém, Deus estava escrevendo uma história muito maior.Em Gênesis 37 encontramos o início da jornada de José. Um jovem amado por seu pai, portador de sonhos divinos, mas também alvo da inveja e da oposição dos próprios irmãos. A história de José nos ensina que Deus não define nossa vida pelos capítulos difíceis, mas pelo propósito que Ele estabeleceu para nós.1. O epitáfio de José não foi escrito pela inveja dos irmãosJosé era amado por Jacó e recebeu uma túnica especial. Isso despertou a inveja dos seus irmãos (Gn 37:4). Muitas vezes, pessoas tentam definir nossa história por meio da rejeição, da crítica ou da perseguição.Mas José nos mostra que a opinião dos homens não cancela o propósito de Deus. A inveja dos irmãos não conseguiu apagar os sonhos que Deus havia plantado em seu coração.Lição: Quem escreve a última palavra sobre a nossa vida não são os nossos opositores, mas Deus.2. O epitáfio de José foi marcado pela fidelidade aos sonhos de DeusJosé teve sonhos que apontavam para algo grandioso no futuro (Gn 37:5-11). Embora ainda fosse jovem, ele acreditou naquilo que Deus lhe mostrou.Os sonhos de Deus nem sempre são compreendidos por aqueles que estão ao nosso redor. Muitas vezes seremos criticados por acreditar naquilo que Deus prometeu.Lição: Os sonhos de Deus podem ser contestados pelos homens, mas jamais serão impedidos quando permanecemos fiéis.3. O epitáfio de José foi construído no campo da obediênciaNo versículo 12, os irmãos de José foram apascentar o rebanho. Mais adiante, José atende ao pedido de seu pai para ir ao encontro deles. Essa simples atitude de obediência o colocaria no caminho de grandes provas, mas também no caminho do propósito.Há momentos em que a obediência nos leva para lugares difíceis. Entretanto, aquilo que parece uma crise pode ser apenas o início do cumprimento dos planos de Deus.Lição: A obediência pode nos levar ao vale, mas também nos conduz ao destino preparado por Deus.Conclusão: Se alguém escrevesse o epitáfio de José ao vê-lo sendo rejeitado pelos irmãos, certamente erraria. Deus não o via como uma vítima da inveja, mas como um instrumento para preservar uma nação.José nos ensina que o verdadeiro epitáfio de uma vida não é escrito nos momentos de dor, mas na maneira como permanecemos fiéis ao propósito de Deus.O epitáfio de José poderia ser resumido assim:"Aqui está um homem que acreditou nos sonhos de Deus, permaneceu fiel nas adversidades e viu o propósito divino se cumprir em sua vida."Que a nossa vida também seja marcada não pelas lutas que enfrentamos, mas pela fidelidade ao Deus que escreveu nossa história antes mesmo do nosso nascimento.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Banco do Brasil - Investimentos e Educação Financeira
Fechamento de mercado – 22/06/2026 | InvesTalk BB

Banco do Brasil - Investimentos e Educação Financeira

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 4:52


Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.

La ContraCrónica
Diez años de Brexit

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 55:12


Mañana se cumplen diez años del referéndum del Brexit que sacó al Reino Unido de la Unión Europea por un ajustado 52% frente al 48%. Desde entonces han pasado por Downing Street seis primeros ministros y en breve llegará el séptimo, pero siguen sin encontrar su lugar tras perder el acceso preferente al mercado europeo. Con la excepción de la libra, que se desplomó nada más conocerse el resultado, el Brexit no se ha comportado como un tsunami, sino como una marea que poco a poco ha ido anegándolo todo. Las estimaciones que se han realizado sobre el impacto en el PIB oscilan entre el 3% y el 8%. El país ha crecido menos que las principales economías europeas, que en este tiempo no han atravesado precisamente su mejor momento. Los sucesivos estudios que se han hecho sobre el tema no encuentran otra explicación para semejante brecha que no sea el Brexit. El comercio exterior ha sufrido las consecuencias más visibles. La Unión Europea sigue siendo el primer socio comercial, pero el papeleo en la frontera lo ha encarecido todo. Las pymes exportan un 30% menos y fábricas como la de Nissan, que producía para el mercado europeo, fabrican casi la mitad de vehículos que hace diez años. Los servicios, en cambio, han crecido, pero más a pesar del Brexit que gracias a él. A esto hay que sumarle la conocida como huelga de inversiones. La inversión empresarial está un 18% por debajo de lo esperado y la productividad es un 4% más baja. Pero lo más llamativo es la inmigración. Quienes votaron a favor de marcharse para controlar las fronteras vieron pronto cómo la inmigración neta de fuera de la UE alcanzó el millón de personas en 2023 gracias a las facilidades con los visados que puso Boris Johnson para que la economía no se detuviese. Esto no ha hecho más que alimentar el malestar popular. Eso ya está teniendo consecuencias políticas. La más reciente la victoria de Reform UK en las elecciones locales del mes de mayo. Tampoco se ha cumplido el sueño del "Singapur del Támesis”. Los sucesivos Gobiernos británicos han regulado más que nunca, los impuestos no han hecho más que aumentar y no queda ya nadie a quien culpar, porque tanto conservadores como laboristas han hecho lo mismo. Entretanto, la deuda pública ronda el 100% sobre el PIB y el déficit es demasiado alto, pero nadie ha encontrado el modo de cuadrar las cuentas. Es muy improbable una reincorporación a corto plazo por la crónica inestabilidad política y la cercanía en el tiempo del referéndum, pero hay margen para acuerdos sectoriales, especialmente en servicios financieros e inmigración cualificada europea. En la calle son conscientes del error, el 57% de los británicos cree hoy que salir no les ha reportado ningún beneficio real. Con todo, la lección que deberían extraer los británicos más que económica es psicológica. Cargar todos los males de un país sobre una sola causa es una forma especialmente dañina de pensamiento mágico. Quienes hoy proponen el reingreso como solución definitiva podrían estar cayendo en el mismo error. Las tareas pendientes como afrontar la ineficiencia administrativa, estabilizar la deriva política y aligerar la carga regulatoria y fiscal, siguen una década después sin resolverse. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:46 Diez años de Brexit 34:50 Lecciones militares de la guerra en Irán 43:49 Lecciones geopolíticas de la guerra en Irán 49:29 El voto CERA · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #brexit #reinounido Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

WGospel.com
Fomos convidados para a festa!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 5:39


TEMPO DE REFLETIR 01801 – 20 de junho de 2026 João 2:1 e 2 – No terceiro dia houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava ali; Jesus e Seus discípulos também haviam sido convidados para o casamento. Entre todas as categorias de milagres que Jesus poderia ter escolhido para iniciar Seu ministério, Ele apostou na transformação da água em vinho numa festa de casamento. Talvez tenha feito essa opção porque o casamento seja uma das áreas da vida com mais carência de milagres. A celebração, à moda do antigo Oriente Médio, deveria durar uma semana. Alegria, risos, conversas, lembranças, histórias, promessas, votos de felicidade, comida, vinho, muito vinho, todos os itens que caracterizam uma boa festa estavam presentes. Tudo parecia perfeito. Entretanto, a certa altura, o vinho secou. Sem vinho, a festa também chegaria ao fim. Não sabemos o que aconteceu. Talvez tenha comparecido mais parentes, amigos, convidados e “penetras” do que se esperava. Afinal, o casamento era um evento público. Quem sabe estivesse muito quente. Ou eventualmente a presença de Jesus tivesse atraído muitos curiosos. O fato é que, para embaraço dos noivos e de seus pais, a festava estava ameaçada. Felizmente, os noivos tinham convidado Jesus. Apontando na direção de “seis potes de pedra, do tipo usado pelos judeus para as purificações cerimoniais”, cada pote cabendo entre 80 e 120 litros (v.6), Jesus falou para os garçons enchê-los de água. Depois, disse para levarem um pouco do vinho para o encarregado da cerimônia. Categoria superior, melhor que os produtos importados, o puro vinho surpreendeu a todos. As talhas vazias, símbolos do formalismo e do esgotamento da antiga religião judaica, agora estavam cheias de alegria, vida e felicidade. A festa podia continuar. A vida humana em seus momentos mais felizes, como o casamento, pode se tornar árida e sem graça. A provisão de vinho, dinheiro, saúde, paciência, bondade, humor, beleza, charme e amor acaba-se no melhor momento. O estoque humano não é infindável. Nosso suprimento de felicidade é precário e vulnerável. Nessas horas, o que devo fazer? Só há uma pessoa que pode encher as talhas de vinho novamente, um vinho melhor do que o anterior. Mas, para isso, você precisa convidar Jesus para seu casamento e fazer o que Ele mandar. Se você agir assim, pode servir o melhor vinho agora, em abundância, pois se acabar, Ele providenciará mais. Caso um dia falte “vinho” no seu lar, peça para Jesus fazer um milagre. Por isso, nunca deixe Jesus de fora de sua festa. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor, quero convidar-Te para o meu lar e para o lar – para o casamento de cada um de meus ouvintes. Em alguns casos, o vinho já acabou – amor já desapareceu. Tu és a fonte do amor, ó Pai. Por favor, encha as talhas desses corações com o Teu amor. Confiamos no Teu milagre. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Igreja em Porto Alegre
Passa-dia Mulheres 06/2026 - 1/2 - Satisfação em Cristo / A Satisfação de Deus - Madalena Miranda

Igreja em Porto Alegre

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 63:53


00:00 - Parte 1: Satisfação em Cristo 18:03 - Parte 2: A Satisfação de DeusDesde a queda do homem, carregamos uma sede profunda que não pode ser satisfeita pelas coisas deste mundo. Nosso coração procura descanso em diferentes fontes, mas permanece inquieto enquanto não encontra aquilo para o qual foi criado. Por isso, Jesus se apresenta como a água viva que sacia completamente a sede interior (João 4:13-14). Assim como aconteceu junto ao poço de Samaria, Ele continua revelando que nenhuma realização, posse ou relacionamento é capaz de preencher o vazio que somente Sua presença pode suprir. Somente nEle existe uma fonte que jorra para a vida eterna e produz verdadeira satisfação.Mesmo depois de encontrarmos o Senhor, permanecemos desafiados a não buscar contentamento em outras fontes. Muitas de nossas inquietações, carências, ansiedades e descontentamentos revelam a dificuldade de descansar plenamente na suficiência de Cristo. Entretanto, Deus determinou que tudo aquilo de que necessitamos fosse encontrado em Seu Filho. Por isso está escrito que Deus suprirá cada uma de nossas necessidades em Cristo Jesus (Filipenses 4:19). O Senhor é o nosso Pastor, e nada nos falta quando aprendemos a confiar plenamente nEle (Salmo 23:1). Quando essa realidade se torna viva em nosso coração, nasce um contentamento que não depende das circunstâncias, mas da comunhão com Deus.Também somos lembrados de que todas as nossas fontes estão no Senhor (Salmo 87:7) e de que nEle vivemos, nos movemos e existimos (Atos 17:28). Por isso, o contentamento não está ligado ao quanto possuímos, mas à consciência de que tudo vem das mãos de Deus. Tendo sustento e com que nos vestir, já temos motivos para gratidão e contentamento (1 Timóteo 6:6-8). Nossa alma encontra descanso quando deixa de medir a felicidade pelo que ainda falta e aprende a desfrutar da provisão e do cuidado do Senhor.Ao longo das Escrituras, percebemos que existe um anseio no coração de Deus. O Senhor não procura apenas pessoas que recebam Suas bênçãos, mas homens e mulheres que correspondam à Sua vontade. Muitos experimentaram Sua provisão, Sua presença e Seus milagres, mas não agradaram ao Seu coração, como aconteceu com grande parte do povo que saiu do Egito (1 Coríntios 10:1-11). Em contraste, Enoque agradou a Deus e andou com Ele (Hebreus 11:5-6). O olhar do Senhor continua voltado para o aflito e abatido de espírito, que treme diante da Sua palavra (Isaías 66:1-2). Deus busca corações que se alegrem naquilo que alegra o Seu coração.Em Jesus Cristo encontramos a perfeita resposta a esse desejo de Deus. Toda a Sua vida foi marcada pela disposição de agradar ao Pai. Seu alimento era fazer a vontade de Deus, e Seu prazer consistia em cumprir aquilo que estava no coração do Pai. Por isso, quando o Espírito repousou sobre Ele, ouviu-se a voz do céu dizendo: “Tu és o meu Filho amado; em ti me comprazo” (Lucas 3:22). Como diz o salmista: “Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu” (Salmo 40:8), palavras que apontam para a perfeita entrega de Cristo ao propósito do Pai (Hebreus 10:5-10). Em Cristo, Deus encontrou plena satisfação, e é nessa mesma vontade que o Senhor continua formando Cristo na vida de Seus filhos.Quanto mais Cristo ocupa o centro da nossa vida, mais a nossa alma encontra descanso e mais aprendemos a corresponder aos anseios de Deus. A verdadeira satisfação não está apenas em receber do Senhor aquilo de que necessitamos, mas em viver para Sua glória e para o Seu agrado. Quando essa realidade governa o nosso coração, até mesmo as perdas, as dificuldades e as respostas negativas podem ser recebidas com confiança, porque a nossa alegria já não está nas circunstâncias, mas na comunhão com Cristo. Nele há plena suficiência, e nEle encontramos nosso propósito, nosso descanso e nossa verdadeira satisfação.

La ContraCrónica
¿Cuándo bajará el petróleo?

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 50:14


Tras la firma este viernes del memorando de entendimiento en Ginebra, Irán y Estados Unidos se comprometen a reabrir el estrecho de Ormuz en los próximos 30 días. Irán permitirá la navegación y Estados Unidos levantará el bloqueo naval que Donald Trump impuso sobre los puertos iraníes en abril. La reapertura completa llegará en la segunda mitad del mes de julio, lo que, en un principio permitirá que vuelva a fluir el crudo y el gas natural hacia el mercado mundial. Los mercados han reaccionado de inmediato con gran optimismo. El Brent ha caído y son muchos los que están convencidos de que en un par de meses todo habrá pasado. El problema es que un mercado tan complejo como el del petróleo no se mueve a la velocidad de los titulares, sino al ritmo pausado de unos petroleros que navegan lentamente. El primer obstáculo es de naturaleza física. El estrecho debe quedar limpio de minas, pero su localización exacta solo la conoce la Guardia Revolucionaria iraní. La navegación en Ormuz está estrictamente regulada mediante carriles dos separados de unos 4 kilómetros de ancho. Nadie se atreverá a pasar por ahí hasta que las aseguradoras cubran el tránsito sin una prima especial. Es curioso, pero fueron las aseguradoras quienes cerraron Ormuz a principios de marzo negándose a cubrir siniestros, y serán ellas quienes lo reabran cuando comprueben que es seguro. Una vez esté completamente limpio, los 118 petroleros atrapados dentro del Golfo tardarían entre 10 y 15 días en salir cargados hacia su destino. Para que todo se normalice hace falta, además, que los buques regresen a cargar, que los productores reactiven la extracción y que las refinerías recuperen el ritmo. Los analistas esperan que la producción del golfo Pérsico alcance entre el 30% y el 50% en julio, entre el 60 y el 70% en septiembre y entre el 80 y el 90% a finales de año. Para entonces estiman que el Brent estará ya en torno a los 75 dólares. En el mejor de los casos no volverán los precios de principios de este año hasta bien entrado 2027. Pero hay más complicaciones en el horizonte. El gobierno iraní ha insinuado que cobrará peajes si lo cree necesario y, de hecho, ha creado ya un organismo para hacerlo, la Autoridad del Estrecho del Ormuz, para gestionar el tránsito. Entretanto, la demanda estival presionará sobre el mercado, China volverá a importar como antes de la guerra y las reservas de la OCDE están en mínimos de los últimos 20 años, lo que tirará de los precios hacia arriba impidiendo que se normalicen rápidamente. Las refinerías de medio mundo tendrán que reajustar su producción y sus prioridades. La flota petrolera también tendrá que hacerlo. Si todo marcha bien el problema se habrá resuelto en cuestión de meses, pero siempre existe el riesgo de que algo se tuerza y vuelvan los problemas. Ninguna de las dos partes parece interesada en que así sea, pero aquello sigue siendo un polvorín, luego no hay nada hay garantizado. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:34 ¿Cuándo bajará el petróleo? 31:11 Disturbios en el Reino Unido 37:31 La clientela de los partidos 44:21 El examen de euskera en la EVAU · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #petroleo #ormuz Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

O carrossel da guerra não pára. Estamos semana, houve troca de bombardeamentos e a habitual promessa de acordo de paz das sextas-feiras, com Trump a dá-lo por garantido e os iranianos a não confirmarem nem desmentirem. Até no caos há padrões. O que fugiu ao padrão foi a explicação da ex-ministra da administração interna sobre o que a levou a demitir-se; em resumo: diz ter percebido que não tinha qualificações para A função. Demorou a perceber, mas talvez leve outros titulares de cargos públicos se sintam inspirados por este exemplo e venham a tirar ilações, oportunamente. Entretanto, começou - sem trégua olímpica - o mundial de futebol com a perspectiva de um duelo Ronaldo - Messi se tudo correr sem surpresas nem sobressaltos. Pode ser que carrossel da bola tire protagonismo por algum tempo ao carrossel da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Semana em África
A semana em que o Bispo de Quelimane foi assassinado na sua casa por homens armados

Semana em África

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 14:36


No recapitulativo desta semana em África, o destaque vai para Moçambique onde na madrugada do sábado passado, foi morto o bispo de Quelimane por indivíduos armados na sua residência. Este assassínio provocou uma onda de choque em todos os quadrantes no país e também no seio do Vaticano, o Papa Leão XIV tendo apela ao "fim dos actos violentos" em Moçambique. Na quarta-feira, o Presidente moçambicano garantiu que as autoridades do seu país iriam esclarecer o que a igreja moçambicana qualificou de "crime gravíssimo". Entretanto, na quinta-feira, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), anunciou a detenção de três suspeitos no âmbito da investigação sobre este assassínio. Após um primeiro interrogatório judicial, as autoridades decidiram mantê-los em detenção preventiva. Também na actualidade de Moçambique, estes últimos dias, o país continuou a monitorar o regresso progressivo dos moçambicanos vítimas de violências xenófobas na África do Sul. No começo da semana, chegou mais um grupo cujos relatos são de momentos de terror. Noutro quadrante, ao longo destes últimos dias, a RFI e um conjunto de outros órgãos de comunicação social, em coordenação com o consórcio "Forbidden Stories", publicou uma série de reportagens sobre a situação de Cabo Delgado. Um dos aspectos que indagaram foi o elo entre a exploração das riquezas da região, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que afecta o extremo norte de Moçambique desde 2017. Micael Pereira, jornalista do Expresso em Portugal que participou nesta investigação, considerou que o extremismo presente naquela zona é também o reflexo das desigualdades aí persistentes. Outro dos jornalistas envolvidos nesse inquérito, Tomás Queface, do Zitamar News, explicou que a concentração das forças moçambicanas e ruandesas junto dos projectos de gás deixa outras zonas vulneráveis, permitindo aos insurgentes financiar-se através da exploração das minas de ouro. Noutra actualidade, em Angola, no final da semana passada, a subcomissão de candidaturas ao IX Congresso Ordinário do MPLA, no poder em Angola, anunciou a validação da candidatura de João Lourenço à presidência do partido, após a aprovação de um pouco mais de 98% das cerca de 11 mil subscrições que sustentam o seu dossier. O anúncio da validação desta candidatura mereceu resposta por parte dos restantes candidatos à presidência do MPLA que não descartam uma acção judicial. Também na actualidade angolana, Manuel Augusto, antigo ministro das relações exteriores de 2017 a 2020, faleceu no final da semana passada aos 68 anos numa unidade hospitalar de Luanda. Formado em Direito Internacional Público e especializado em direito diplomático, Manuel Augusto exerceu o essencial da sua carreira nessa área. Após a sua morte, foram numerosas as homenagens à acção que conduziu pelo seu país. Em São Tomé e Príncipe, entra-se progressivamente em período de pré-campanha. Depois de seis responsáveis políticos, nomeadamente o Presidente cessante, terem apresentado a sua candidatura para as presidenciais previstas a 19 de Julho, as autoridades fizeram um primeiro balanço do número de eleitores recenseados e habilitados a votar no próximo escrutínio. Na Guiné-Bissau, depois de o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel dizer esta semana que a CPLP está a empenhar-se para o regresso da normalidade constitucional na Guiné-Bissau, Fernando Vaz, porta-voz do Conselho Nacional de Transição da Guiné-Bissau, fez na quarta-feira uma advertência diplomática ao Estado português, vincando que o seu país "não se vergará a exames de bom comportamento". Para finalizar não podíamos deixar de mencionar o arranque na passada quinta-feira do Mundial 2026 de futebol no Canada, Estados Unidos e México. Uma competição na qual a equipa cabo verdiana vai-se estrear-se neste 15 de Junho em Atlanta contra a equipa espanhola. Em entrevista à RFI, o seleccionador dos Tubarões Azuis, Bubista, falou do orgulho de representar o país nesta competição em que participa pela primeira vez.

Hoy por Hoy
Hoy por Hoy | Nuevo cruce de misiles entre EEUU, Israel e Irán y la visita del Papa a Barcelona

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 163:09


El presidente de la Cámara de los Representantes de Estados Unidos aseguraba esta madrugada que estos ataques forman parte de una estrategia defensiva: del derecho de este país a una legítima defensa. En paralelo a estos ataques, Irán ha lanzado una ofensiva contra la quinta flota de los Estados Unidos en Bahrein. También contra Jordania y Kuwait. De momento se desconoce el balance de muertos y heridos en este cruce de bombardeos que debilita -todavía más- las opciones de que la guerra termine en el corto plazo. Entretanto, la actualidad en España sigue marcada por la visita del Papa León XIV a nuestro país. El Pontífice llegó ayer a Barcelona, desde donde partirá mañana hacia las Islas Canarias.  El Pontífice se dirigió a los fieles en catalán a lo largo de los distintos actos en los que participó ayer. Entre ellos, una vigilia en el Estadi Olimpic a la que acudieron alrededor de 40.000 personas. Allí, el Papa escuchó los testimonios de tres jóvenes; abordando asuntos como la salud mental o la violencia machista

Hoy por Hoy
Hoy por Hoy | El Papa en el Congreso, el cruce de misiles entre Israel e Irán y la reelección de Florentino

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 159:20


La visita del Papa León XIV ha dejado ya imágenes históricas, a las que se va a sumar otra hoy: el discurso que dará en el Congreso de los Diputados esta mañana. Será la primera vez que un Pontífice se dirija a esta cámara en la historia de nuestra democracia. Y lo va a hacer en un contexto de marcada polarización política, a la que el Papa se refirió ayer a lo largo de distintos actos celebrados durante todo el día. Entretanto, la última hora en el mundo está en Oriente Próximo. Israel ha bombardeado los suburbios de Beirut a pesar del acuerdo de alto el fuego firmado con el Líbano. Una tregua que anunció la semana pasada por Donald Trump. En respuesta a los ataques de Israel, Irán ha lanzado varios misiles contra ciudades israelíes, misiles que han sido interceptados. En deportes, Florentino Pérez gana las primeras elecciones en 20 años en el Real Madrid y será presidente cuatro años más. 

Café com Tulipa
CT 3761 - Fale, Deus Ouve

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 2:50


Muitas vezes nos sentimos desconfortáveis, pois estamos falando com alguém e somos ignorados. Entretanto nosso Deus nunca nos ignora, esta é uma verdade clara na Escritura. Se queremos ser ouvidos precisamos, tão somente, falar, pois nosso Deus no ouve sempre, com atenção e amor. É maravilhoso saber que nunca somos ignorados, esquecidos ou abandonados. Fale, pois o Senhor, nosso Deus, sempre nos ouve.

Meio Ambiente
Às vésperas de outro El Niño, Brasil segue vulnerável a catástrofes, alertam especialistas

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 14:45


Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.

La ContraCrónica
La carrera de la IA se calienta

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 59:19


La fiebre de la inteligencia artificial no da tregua. Recuerda en cierto modo a la del oro en la California de 1850, cuando los que amasaron fortuna no fueron tanto los buscadores sino los comerciantes que les vendían picos y palas. Un comerciante de San Francisco llamado Samuel Brannan se hizo millonario vendiendo sartenes sin recoger una sola pepita. Hoy las palas cuestan 80.000 millones de dólares y las venden Google, Nvidia y las grandes tecnológicas. Alphabet anunció el lunes un plan para captar esa cantidad mediante ventas privadas y públicas de acciones. Berkshire Hathaway, hoy dirigida por Greg Abel, aporta 10.000 millones con un descuento cercano al 7%. Lo llamativo aquí es que Google no necesita el dinero, pues su plan de gasto de 190.000 millones todavía le dejaría 26.000 millones de caja. Captar fondos con las arcas rebosantes tiene algo de gesto teatral, un aviso de que el espectáculo no ha hecho más que empezar y que ellos están dispuestos a interpretar el papel protagonista. El músculo financiero no garantiza ponerse en cabeza de la carrera. Sus rivales, Anthropic y OpenAI, corren hacia sus salidas a bolsa este mismo año. Google tiene una serie de ventajas como su rentabilísimo negocio publicitario, sus no menos rentables servicios en la nube y una capitalización que ronda los 4,3 billones de dólares. En Alphabet también han entendido que, aparte de los semiconductores, el otro cuello de botella está en la electricidad. Los centros de datos consumen mucho, tanto que la red no siempre puede atender la demanda. Google ha comprado una promotora eólica y solar llamada Intersect convirtiéndose así en el único gigante con compañía eléctrica propia. Controlar la energía equivale a controlar el calendario. En la nube, Google se mantiene tercero detrás Microsoft y Oracle, pero está acortando distancias con un sorprendente crecimiento en el último año. Quieren también tener sus propios chips, las conocidas como unidades de procesamiento tensorial, ya en su octava generación que ofrecen como alternativa a las circuitería de Nvidia. Entretanto los aspirantes tratan de hacerse un hueco. Anthropic, valorada en casi un billón de dólares, ha presentado la documentación confidencial para irrumpir este otoño en Bolsa. OpenAI trabaja en el mismo movimiento. Sobre ambos planea la sombra de SpaceX, que prepara la mayor salida de la historia. Los banqueros ya han advertido que quien llegue primero definirá el curso de este sector. Anthropic, fundada en 2021 por antiguos empleados de OpenAI con Dario Amodei al frente, acertó al centrarse en el cliente corporativo y ha triunfado con Claude Code y Claude Opus. En mayo captó 65.000 millones con una facturación anual superior a los 47.000 millones. Adelantarse, no obstante, entraña riesgos, como demostraron Lyft y Facebook hace unos años. Anthropic tiene restricciones de capacidad, clientes que moderan el gasto y una disputa con el Pentágono. La euforia bursátil se mantiene. El S&P 500 está en máximos en espera de unos meses en los que entrará mucho dinero y que, a juicio de los analistas, serán fundamentales para la industria de la inteligencia artificial. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:49 La carrera de la IA se calienta 34:42 Endesa Empresas - https://endesa.com/empresas 36:18 La hegemonía de EEUU 42:52Los riesgos de las huelgas 50:12 La violencia en Colombia · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ia #gemini Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

La fiebre de la inteligencia artificial no da tregua. Recuerda en cierto modo a la del oro en la California de 1850, cuando los que amasaron fortuna no fueron tanto los buscadores sino los comerciantes que les vendían picos y palas. Un comerciante de San Francisco llamado Samuel Brannan se hizo millonario vendiendo sartenes sin recoger una sola pepita. Hoy las palas cuestan 80.000 millones de dólares y las venden Google, Nvidia y las grandes tecnológicas. Alphabet anunció el lunes un plan para captar esa cantidad mediante ventas privadas y públicas de acciones. Berkshire Hathaway, hoy dirigida por Greg Abel, aporta 10.000 millones con un descuento cercano al 7%. Lo llamativo aquí es que Google no necesita el dinero, pues su plan de gasto de 190.000 millones todavía le dejaría 26.000 millones de caja. Captar fondos con las arcas rebosantes tiene algo de gesto teatral, un aviso de que el espectáculo no ha hecho más que empezar y que ellos están dispuestos a interpretar el papel protagonista. El músculo financiero no garantiza ponerse en cabeza de la carrera. Sus rivales, Anthropic y OpenAI, corren hacia sus salidas a bolsa este mismo año. Google tiene una serie de ventajas como su rentabilísimo negocio publicitario, sus no menos rentables servicios en la nube y una capitalización que ronda los 4,3 billones de dólares. En Alphabet también han entendido que, aparte de los semiconductores, el otro cuello de botella está en la electricidad. Los centros de datos consumen mucho, tanto que la red no siempre puede atender la demanda. Google ha comprado una promotora eólica y solar llamada Intersect convirtiéndose así en el único gigante con compañía eléctrica propia. Controlar la energía equivale a controlar el calendario. En la nube, Google se mantiene tercero detrás Microsoft y Oracle, pero está acortando distancias con un sorprendente crecimiento en el último año. Quieren también tener sus propios chips, las conocidas como unidades de procesamiento tensorial, ya en su octava generación que ofrecen como alternativa a las circuitería de Nvidia. Entretanto los aspirantes tratan de hacerse un hueco. Anthropic, valorada en casi un billón de dólares, ha presentado la documentación confidencial para irrumpir este otoño en Bolsa. OpenAI trabaja en el mismo movimiento. Sobre ambos planea la sombra de SpaceX, que prepara la mayor salida de la historia. Los banqueros ya han advertido que quien llegue primero definirá el curso de este sector. Anthropic, fundada en 2021 por antiguos empleados de OpenAI con Dario Amodei al frente, acertó al centrarse en el cliente corporativo y ha triunfado con Claude Code y Claude Opus. En mayo captó 65.000 millones con una facturación anual superior a los 47.000 millones. Adelantarse, no obstante, entraña riesgos, como demostraron Lyft y Facebook hace unos años. Anthropic tiene restricciones de capacidad, clientes que moderan el gasto y una disputa con el Pentágono. La euforia bursátil se mantiene. El S&P 500 está en máximos en espera de unos meses en los que entrará mucho dinero y que, a juicio de los analistas, serán fundamentales para la industria de la inteligencia artificial. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:49 La carrera de la IA se calienta 34:42 Endesa Empresas - https://endesa.com/empresas 36:18 La hegemonía de EEUU 42:52Los riesgos de las huelgas 50:12 La violencia en Colombia · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ia #gemini

Hoy por Hoy
Comando Norte | "Para cometer un acto monstruoso basta con un ser humano"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 41:45


Hablamos con Fernando Franco, director de "La luz", sobre un cura pederasta arrepentido, interpretado por Alberto San Juan. A la conversación se suman Javier Baeza, párroco de San Carlos Borromeo, y Juan Cuatrecasas, fundador y portavoz de la Asociación Infancia Robada. Alberto ha explicado que, para la construcción del personaje, recordó que "para cometer un acto monstruoso, no hace falta un monstruo, basta con un ser humano." Es más, él quiso construir un personaje sumido en una profunda vergüenza, "un hombre bueno capaz de cometer actos atroces", a pesar de que un cura pederasta, igual que un hombre maltratador, como le recordaron Baeza y Cuatrecasas, nunca puede ser bueno. San Juan advierte de que vivimos "en la sociedad del abuso", que normaliza el maltrato a los vulnerables. Como explica Baeza, la Iglesia es una institución de poder machista, que "empodera" a sus sacerdotes ("Christi capiti", cabezas de Cristo en la Tierra)  para absolver "con una varita mágica" cualquier barbaridad: de ahí nace la naturalización de los abusos. Fernando Franco, el director, explora en la película la idea del perdón, quién tiene derecho a pedirlo, quién a concederlo, hasta qué punto hablar de perdón es relativizar el daño que se hace a la víctima, que es, en última instancia, la única con derecho a conceder, y también denegar, el perdón.Otra cosa, claro, es perdonar un delito, cosa que la justicia humana, civil, no puede hacer. Además, hubo también ocasión de hablar del momento que vive la Iglesia con la inminente llegada del Papa en visita pastoral a España. Cuatrecasas recordó que, a pesar de que el Papa Francisco anunció que se abrían los archivos para luchar contra la pederastia, las conferencias episcopales han hecho un poco lo que han querido, y han seguido atrapando a las víctimas en sus complejas telarañas burocráticas con tal de no reconocer la realidad. Entretanto, afima Baeza, el Vaticano sigue yendo por delante de la Iglesia española: "la Iglesia, como cree en la vida eterna, es muy lenta". Pero no solo hay que hablar de justicia, también hay que hablar de verdad y reparación, las otras dos patas de cualquier proceso de sanación de un trauma social como es este.

Semana em África
Epidemia do Ébola na RDC continua no centro das preocupações

Semana em África

Play Episode Listen Later May 29, 2026 8:11


Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho  de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.

Meio Ambiente
Antes de eleições, novo ‘pacote da destruição' no Congresso ameaça política ambiental no Brasil

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later May 29, 2026 18:10


Está nas mãos dos senadores a análise de uma série de medidas antiambientais que a bancada ruralista acaba de aprovar, a toque de caixa, na Câmara dos Deputados. Os projetos de lei visam enfraquecer os mecanismos de controle do desmatamento, amputam em 40% a área protegida de uma floresta na Amazônia e até transferem para o Ministério da Agricultura e Pecuária o poder de designar quais são os animais com risco de extinção no Brasil. O novo “pacote da destruição”, denunciado por entidades ambientalistas, começou a ser apresentado no chamado “Dia do Agro” na Casa, em 19 de maio. Com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sem debate público nem aprofundamento técnico sobre as propostas, as votações ocorreram em ritmo acelerado, sem que houvesse margem de manobra para obstrução. A coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, vê um governo de mãos amarradas diante da bancada ruralista. “O Congresso tem se mostrado uma arena muito complexa, e o executivo, que não tem mais o controle do Orçamento, principalmente, não tem armas para fazer impor a sua vontade. É muito preocupante o que está acontecendo”, afirma. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, advertiu que a ofensiva representa “um esforço concentrado dos Deputados para aprovar projetos que interferem diretamente na gestão ambiental do país”. “É um movimento extremamente grave, porque opera em várias frentes simultâneas, com poder de impacto sobre a gestão ambiental no Brasil, de proporções nunca vistas”, disse ele, em coletiva de imprensa na semana passada. “É uma ação coordenada: diferentes projetos que atacam diferentes áreas e competências e, portanto, é um retrocesso inimaginável. São projetos que vão exigir um trabalho grande do governo federal nas próximas semanas.” Proteção de áreas não-florestais Quatro textos são particularmente preocupantes: o PL 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais; o PL 5.900/2025, que amplia os poderes do Ministério da Agricultura na agenda ambiental; o PL 2.486/2026, ao diminuir os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, uma das mais ameaçadas do Pará; e o PL 364/2019, destinado a reduzir o escopo da Lei de Proteção da Vegetação Nativa. Este último impacta zonas preservadas em todos os seis biomas brasileiros, adverte Suely Araújo. “Tudo o que não for floresta tecnicamente passa a ser considerado área consolidada. Isso significa que não vai ter qualquer proteção ambiental, e ninguém está nem falando. Você vai estar atingindo grande parte do cerrado, da caatinga, do pantanal”, lamenta a ex-presidente do Ibama. “Isso dá mais ou menos 48 milhões de hectares, uma boa parte do território brasileiro.” A aceleração da tramitação das pautas ocorre a cinco meses das eleições no Brasil, em um contexto de incerteza quanto ao futuro das políticas de proteção do meio ambiente no país. Organizações de proteção do meio ambiente já se preparam para uma nova derrota do governo no Senado e esperam que, na sequência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o pacote. Entretanto, neste caso, é esperado que o Congresso barre os vetos, como ocorreu com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, em 2025. “A partir da aprovação no Congresso, vêm os vetos, depois o Congresso derruba tudo. Nós temos apoiado ações judiciais, principalmente movidas por partidos políticos, diretamente no Supremo Tribunal Federal e outras ações também na Justiça Federal de primeiro grau, o que não é uma boa saída”, indica Araújo. “A ação judicial deveria ser a última alternativa, mas elas têm se tornado cada vez mais frequentes.” Prejuízos para o próprio agronegócio Os projetos de lei enfraquecem o arcabouço brasileiro de combate às ilegalidades ambientais num momento em que as exigências para a compra de commodities brasileiras aumentam na Europa, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. A aprovação do pacote pode acabar acarretando prejuízos para as exportações do agronegócio, frisou o ministro Capobianco. “Isso tem relação direta com a própria credibilidade do setor frente a contextos muito desafiadores, como as diretivas da União Europeia, que exigem a comprovação de não desmatamento nas exportações de um conjunto importante de produtos brasileiros. A sociedade internacional vem cobrando”, enfatizou. “Nós estamos fragilizando um sistema de controle ambiental que não vai beneficiar o conjunto do agro. Vai beneficiar uma parcela reduzida que segue desconsiderando a legislação.”

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 27/05/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Encontro entre Trump e Flávio / Lula defende fim da escala 6x1

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later May 27, 2026 301:25


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (27): O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) esteve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O registro ocorreu nesta noite desta terça-feira. Em coletiva após o encontro, Flávio afirmou ter solicitado à Trump que transformasse facções como o PCC e o CV. O encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump repercutiu em discursos, postagens e falas na Câmara dos Deputados e na e nas redes sociais. O presidente americano recepcionou Flávio no Salão Oval. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) comentou o encontro entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente americano Donald Trump. Para Tarcísio o encontro é “natural” para um presidenciável. Tarcísio ainda afirmou que “vai pensar em eleições na campanha”. O presidente Lula (PT) defendeu a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 durante a entrega de moradias populares em Manaus nesta terça-feira (26). Segundo Lula, “o povo vai trabalhar cinco dias e vai descansar dois”. As habitações populares entregues pelo governo federal contam com equipamentos culturais, como bibliotecas. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (Republicanos), faz campanha contra a PEC da escala 6x1 em Brasília. Skaf se encontrou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União) e avalia que a mudança na jornada de trabalho prejudica a produtividade brasileira. Skaf afirmou que não quer considerar que o projeto ande, “do jeito que está porque seria ruim para o trabalhador”. O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) foi alvo de dez mandados de busca e apreensão da Polícia Federal em sua residência na Barra da Tijuca nesta terça-feira (26). A ação da PF faz parte da oitava fase da Operação Compliance Zero e investiga o aporte de mais de R$ 3 bilhões da Rioprevidência no Banco Master. A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento para convidar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para prestar esclarecimentos sobre o “Caso Master”. A comissão também convidou o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre o combate a organizações criminosas em território nacional. O Conselho Nacional de Justiça decidiu que tribunais de todo país terão que utilizar o Contracheque Único. A ideia é que todos os vencimentos estejam expostos em um único documento, evitando que rendas extras e “penduricalhos” passem despercebidos. A medida de proibir os penduricalhos foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, afirmou, durante um evento sobre a reforma tributária na Fiesp, que o mercado "teme o aumento da carga tributária" com o novo sistema. O magistrado destacou o período de transição em que o ICMS e o IBS funcionarão ao mesmo tempo, como consequência de uma transição gradual. A declaração ocorreu no fórum Aspectos Práticos e Suas Regulamentações. O ministro da Fazenda Dario Durigan afirmou em audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal que a solução da crise do Banco de Brasília (BRB) “deve passar por um empréstimo do governo do Distrito Federal com o Fundo Garantidor de Crédito e com garantia de fiança oferecida por um sindicato de bancos”. O Brasil é uma potência no setor de biocombustíveis, com potencial de liderar a transição energética no mundo. Entretanto, para investidores e figuras do mercado, a segurança jurídica é uma trava para o desenvolvimento desse potencial. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Morning Show
Convocação da Seleção Brasileira

Morning Show

Play Episode Listen Later May 18, 2026 119:34


Confira no Morning Show desta segunda-feira (18): O técnico Carlo Ancelotti divulga os nomes da convocação definitiva da seleção brasileira na tarde desta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã no Rio de Janeiro. A grande dúvida da convocação é a presença de Neymar Jr, do Santos. O Instituto Datafolha divulgou uma pesquisa sobre a relação entre o Congresso e o Governo. Os números apontam que a percepção da população é de que os dois poderes não têm uma boa relação, com 70% dos entrevistados enxergando um cenário mais de confronto do que de colaboração. Em entrevista ao jornal americano ‘The Washington Post', o presidente Lula (PT) afirmou que “Trump já sabe que sou melhor que Bolsonaro (PL)”, e que não vai fazer o presidente americano desgostar do ex-presidente conservador. O deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos) irá apresentar um projeto para instituir um “cashback” da revogação da “taxa das blusinhas”. A ideia é que famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico possam receber de volta 50% da taxa de Contribuição de Bens e Serviços (CBS) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços. O partido Democracia Cristã (DC), que já havia lançado Aldo Rebelo (DC) como pré-candidato à Presidência da República, anunciou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC), ao mesmo cargo. O anúncio revoltou Aldo Rebelo, que diz manter sua candidatura. Uma nova massa de ar polar extensa provocará uma semana de temperaturas mais baixas no Brasil até esta sexta-feira (22). Entretanto, a formação de um El Niño deve voltar a aquecer a temperatura até o final do ano, com chuvas no Sul e secas no Nordeste. Em meio à escalada da crise diplomática entre Estados Unidos e Irã, a FIFA realizou uma reunião com representantes do futebol iraniano para alinhar detalhes da participação da seleção do país na Copa do Mundo de 2026, torneio que terá jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. O secretário-geral da entidade, Mattias Grafstrom, afirmou que a organização trabalha para garantir que a experiência do Irã na América do Norte seja “a mais impecável, produtiva e agradável possível”. O humorista Márvio Lúcio, conhecido nacionalmente como Carioca, retorna ao Grupo Jovem Pan quase oito anos após sua saída da emissora. O retorno acontece com o novo programa humorístico noturno “Isso Não É Um Talk Show”, sempre de terça a sexta-feira, às 22h30. A cantora colombiana Shakira receberá de volta R$ 350 milhões da Suprema Corte da Espanha. A corte absolveu a cantora da acusação de fraude fiscal e do pagamento de € 60 milhões em impostos, referentes à declaração do imposto de renda de 2018. Como o Ministério Público e a Procuradoria do Estado decidiram não apresentar denúncia contra Shakira por falta de provas, e a multa já havia sido paga, coube à Justiça devolver o valor corrigido à cantora pop. A Justiça deu um prazo de 90 dias para o influenciador Whindersson Nunes lançar uma música de um compositor que o está processando. Whindersson teria firmado um acordo para lançar uma música de Juvenal Ungarelli até 10 de abril, o que não aconteceu. O músico pede uma indenização de R$ 110 mil. A cantora Ivete Sangalo, solteira há 6 meses, foi flagrada em clima de romance com o empresário Thiago Maia, que trabalha com Ivete e foi responsável pela turnê “Clareou”. A cena ocorreu no casamento de amigos da cantora na Itália. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

La ContraCrónica
¿Otra crisis del petróleo?

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later May 3, 2026 50:15


Durante los últimos dos meses el mercado energético se ha mantenido en una relativa y anormal calma. Algo realmente difícil de justificar ya que la guerra entre Estados Unidos e Irán, agravada por los bombardeos israelíes y los ataques iraníes a buques mercantes y a sus vecinos del golfo, ha cerrado el estrecho de Ormuz. A pesar de todo ello el barril Brent se ha mantenido durante semanas por debajo de los 90 dólares. Ahora parece que las cosas están cambiando. El barril superó la semana pasada los 120 dólares y se afianzado por encima de los 100. Pero los mercados de futuros siguen apostando por una rápida normalización, algo que requeriría que se produjeses tres milagros de forma muy seguida: un acuerdo de paz inmediato y satisfactorio para ambas partes, la reapertura del estrecho y el restablecimiento del flujo de crudo. Entretanto, los inventarios mundiales se aproximan a mínimos, las reservas de productos refinados son pequeñas y Estados Unidos entrará en breve en temporada de vacaciones. Hoy en el mercado hay unos 12 millones de barriles diarios menos que hace dos meses, lo que equivale a una décima parte del consumo mundial. Las tres posibles palancas para cuadrar el balance no funcionan. La capacidad ociosa saudí y emiratí está atrapada al otro lado del estrecho, el crudo no convencional estadounidense no puede reaccionar con la rapidez necesaria y Rusia no puede incrementar la oferta por los continuos ataques ucranianos a sus refinerías. Solo queda tirar de inventarios, una solución insostenible en el tiempo. Los efectos se reparten desigualmente por el mapa. En África oriental ya hay colas en las gasolineras. Asia ha reducido el refino, algunos países como Indonesia, Pakistán y Filipinas están a un mes de empezar a racionar la gasolina. Europa, aunque tiene acceso a crudo, carece del gasóleo y el queroseno que necesita ya que la mayor parte de sus refinerías están configuradas para producir gasolina, y las fuentes alternativas en Rusia, la India y el Golfo hoy ya no son accesibles. Estados Unidos, pese a ser exportador, ve cómo el galón se acerca a los 5 dólares, un nivel políticamente explosivo. El optimismo de los operadores se sustenta en que tanto Trump como los ayatolás necesitan un acuerdo. Pero ambos bandos podrían estar subestimándose mutuamente. Irán resistió ya las sanciones en 2018 y tiene incentivos para alargar la negociación. Para Trump es más importante no firmar un acuerdo peor que el de Obama en 2015 que el precio del galón. Aun con acuerdo, la reapertura total del estrecho llevaría meses. Hay que retirar minas, reactivar pozos y refinerías, y reorganizar la flota petrolera. Algunos gobiernos ya están aplicando medidas que recuerdan a las crisis petroleras de los años 70, medidas tales como jornadas laborales reducidas, topes de repostaje, prohibiciones de exportación de refinados. Esas mismas crisis del pasado nos enseñan que, una vez dentro, no se sale de ellas rápidamente. Aunque Europa depende menos del petróleo que en aquel entonces, aún sigue aportando un tercio de su energía primaria. Sin un acuerdo rápido que reabra Ormuz, conviene ir abrochándose el cinturón. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:38 ¿Otra crisis del petróleo? 34:34 Inmigración 42:12 Precios del petróleo 47:21 Vito Quiles y Begoña Gómez · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #petroleo #iran Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

CUENTOS DE LA CASA DE LA BRUJA
402 - El arma de Teban, de Idafe Hernández, horror humano en Marte

CUENTOS DE LA CASA DE LA BRUJA

Play Episode Listen Later May 1, 2026 29:58


Hoy os traigo un relato de ciencia ficción que, más que hablarnos de otros mundos, nos enfrenta a una pregunta inquietante: ¿qué ocurre cuando el futuro deja de ser una promesa y se convierte en una trampa? Idafe Hernández ha sido realizador de audiovisuales, fotógrafo, diseñador gráfico y creador de juegos y experiencias interactivas, pero desde pequeño su gran pasión ha sido contar historias. Tras escribir numerosos relatos y guiones de cortometrajes, su primera publicación editorial llegó en 2011 con la novela Grotte (La gruta), tras lo cual llegaron otras publicaciones de relatos como Retratos de vertedero, Mercado de Almas, Hibris, Sexímoron, entre otros, o como Jonay y Gara, relato galardonado con el primer premio de la revista cultural Bienmesabe en 2012. Entretanto ha escrito también otras novelas como La noche del vampiro, La llave de Samdorh y La caravana más alta jamás ganada. Una de sus últimas obras es Llévame al infierno, una obra de teatro estrenada el 31 de octubre de 2024 en el Teatro Victoria de Madrid. - Narración: Juan Carlos Albarracín - Locución Sintonía: Antonio Runa - Música: Epidemic Sound, con licencia - Imagen: Pixabay, con licencia https://pixabay.com/es/illustrations/sol-atardecer-amanecer-cielo-marte-3594498/ ------- Contrata tu IVOOX PREMIUM anual desde este enlace y además de obtener un suculento 50% de descuento y de poder escuchar TODOS los programas de esta plataforma sin publicidad, estarás ayudando a sostener Los Cuentos de la Casa de la Bruja: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=27e5799d254c8a29ecdab3d8d5bfa96f ------- Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor CONVOCATORIA ABIERTA – Los Cuentos de la Casa de la Bruja. ¿Eres escritor o escritora y te gustaría escuchar uno de tus relatos narrado en el podcast Cuentos de la Casa de la Bruja? Estoy abriendo la puerta a autores emergentes que quieran compartir relatos originales dentro del tono del programa: historias de terror y ciencia ficción con atmósferas inquietantes, elementos fantásticos, oscuros o insólitos, y una cuidada calidad literaria. ¿QUÉ TIPO DE RELATOS BUSCO? • Relatos de terror y ciencia ficción • Con una extensión de entre 3.000 y 4.000 palabras • Con una narrativa sólida, buen uso del lenguaje y que se presten a ser narrados en voz • Textos originales e inéditos (o que al menos no estén vinculados a compromisos editoriales) ¿CÓMO PARTICIPAR? Puedes enviar tu relato en formato Word o PDF a info@locucioneshablandoclaro.com con el asunto: Relato para el podcast. Acompáñalo, si quieres, de una pequeña nota biográfica para que pueda presentarte adecuadamente. IMPORTANTE: La recepción de un relato no garantiza su publicación. La selección dependerá de criterios narrativos, temáticos y de estilo, siempre con el objetivo de mantener la atmósfera y el nivel que caracterizan al podcast. ¡No se trata de emitir juicios definitivos sobre ningún autor o texto! Yo no soy crítico literario, ni pretendo serlo. Se trata de encontrar aquellos textos que mejor encajen con el universo del programa. Si tu relato es elegido me pondré en contacto contigo. En caso contrario agradeceré igual tu confianza y el gesto de compartir tu trabajo. Gracias por hacer crecer esta casa con tu obra. ¡Espero leerte! Juan Carlos “Corman” Albarracín Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Noticias de América
Acusaciones contra el Ejército de Perú tras la muerte de cinco jóvenes abatidos por soldados

Noticias de América

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 2:25


La muerte de cinco jóvenes a manos del Ejército el sábado 25 de abril ha sacudido al Perú. Fueron abatidos en la región de mayor producción de droga del país y la Fiscalía de Derechos Humanos investiga si hubo uso excesivo de fuerza. Según las Fuerzas Armadas, los jóvenes transportaban estupefacientes y hubo un tiroteo durante el cual los soldados se defendieron. Los familiares aseguran, en cambio, que durante la investigación no se encontraron ni armas ni drogas. Entre lágrimas y lamentos, los familiares de las cinco personas acribilladas por militares en el distrito de Colcabamba, en Huancavelica, claman por justicia. Sostienen que los jóvenes regresaban de un partido de fútbol y rechazan las acusaciones de tráfico de drogas difundidas por las Fuerzas Armadas. "Hubo el enfrentamiento armado, abrieron fuego en contra del personal de nuestras fuerzas armadas. Llevaban droga.  ¿Cuánto es lo que le pagaba la organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas?", afirmó en su momento un vocero del Ejército.  Ante tanto desconsuelo, los familiares de las victimas siguen movilizando a sus comunidades para reclamar justicia. Desde un primer momento se ha sabido que no habían ni armas ni droga "Desde un primer momento se ha sabido que no habían ni armas ni droga. Eso es lo que ha quedado plasmado en el acta. Eso es lo que manda acá. En las actas de intervención, tanto de hallazgo como en la propia acta de intervención, ahí indican expresamente que no salió ni armas ni drogas. Ellos indican que recibieron un disparo, dos disparos, cosa que no es cierta porque nunca se han encontrado armas en el carro. No estamos ante una legítima defensa de ninguna manera si no se han encontrado armas. ¿De qué legítima defensa vamos a hablar?", explica a RFI Antony Crespo, abogado representante de los damnificados. Han querido involucrar a los que pertenecen a un partido comunista, extremista, como Sendero Luminoso. Luego, que eran una organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas "Primero han querido involucrar a los que pertenecen a un partido comunista, extremista, como Sendero Luminoso. Luego, que eran una organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas, que eran un convoy que estaban transportando armas. Todo eso no son más que puros dichos, puras suspicacias por parte del ejército", prosigue el abogado.  "Lo real y lo objetivo, lo concreto es que no se ha encontrado droga, que no se ha encontrado arma, que ninguno de los fallecidos tiene antecedentes. Son jóvenes que van entre los 18 y 24 años, son jóvenes los que han muerto, y no hay ni una sola excusa que al menos pueda sustentar esta ilegal intervención", concluye Crespo. Militares en libertad pese a que la investigación continúa Entretanto el Ministerio Público mantiene abiertas las diligencias preliminares contra los ochos militares, que ya fueron liberados tras el vencimiento del plazo de flagrancia sin que se solicitasen medidas adicionales. Así lo explica el letrado Antony Crespo: "Por una negligencia y responsabilidad de la fiscal, se venció el plazo. Nosotros le hicimos llegar, por favor, solicitándole que emita una detención preliminar de hasta siete días, porque se cumplían con los presupuestos para solicitar una detención preliminar, y la Fiscalía no lo ha querido hacer.  La falta de resultados preliminares en estas pruebas fue determinante para que no se establecieran responsabilidades individuales en el corto plazo. Pese a la liberación de los militares, la investigación sigue en curso.

La ContraCrónica
El apagón: un año después

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 46:57


Hoy se cumple un año del histórico apagón que dejó a 60 millones de personas en España y Portugal sumidas en la oscuridad durante horas. Lo que sucedió aquel lunes de abril fue el mayor fallo eléctrico registrado en Europa en mucho tiempo. Se produjo en un país miembro fundador de la zona euro y referente autodeclarado de la transición energética. Ese país vio como su sistema eléctrico se caía por completo en cuestión de segundos. Doce meses, varios informes y dos comisiones parlamentarias después, el episodio sigue sin tener un culpable claro. Desde el punto de vista técnico el sistema perdió el equilibrio por una cadena de fallos en cadena. Hubo una serie de episodios de sobretensión, oscilaciones y dificultades para mantener la tensión, que culminaron en el cero eléctrico. La presidenta de Redeia, Beatriz Corredor, situó el origen en una oscilación detectada en una planta fotovoltaica de Badajoz, supuestamente la Núñez de Balboa, propiedad de Iberdrola, extremo que la eléctrica ha negado. Pero había mucho más. Un fallo en una sola central no puede provocar algo así. Ese día la elevada penetración renovable conectada mediante electrónica de potencia redujo la inercia mecánica que aportaban las centrales con turbinas como las nucleares, las hidráulicas y los ciclos combinados. Los informes oficiales del ministerio para la Transición Ecológica, el gestor europeo ENTSO-E y la CNMC han coincidido en calificar el evento como algo «multifactorial», un eufemismo que reparte culpas entre tantos actores que ninguno carga con ellas. Pero la CNMC ha constatado que España disponía de herramientas normativas suficientes para evitar el apagón. Las reglas existían, lo que falló fue su aplicación. El regulador ha incoado unos 55 expedientes sancionadores, el más grave contra la propia Red Eléctrica, y otros contra Iberdrola, Endesa, Naturgy, Repsol y las nucleares de Almaraz y Trillo. La batalla se sigue librando en varios frentes de forma simultánea. La Comisión del Senado señaló al Gobierno, a Red Eléctrica y a la CNMC. La del Congreso acaba de empezar y aún no se conocen sus conclusiones. Entretanto, en un juzgado de Madrid, las eléctricas litigan por acceder a las 8.000 conversaciones aportadas por Red Eléctrica que demostrarían que existían avisos previos. Iberdrola ha demandado al operador por competencia desleal en un juzgado mercantil. Portugal, que sufrió el apagón sin tener responsabilidad alguna, estudia también demandar a España. Las consecuencias económicas las tenemos ahí y las pagamos de forma sileciosa desde hace un año. Red Eléctrica opera con un margen de seguridad mayor, los servicios de ajuste se han encarecido y el precio en el mercado regulado es notablemente más alto que hace un año. La factura la está pagando el consumidor. En el frente político el balance es desolador. Ni una dimisión, ni un cese, ni una asunción explícita de culpa pese a las 8 víctimas mortales que provocó el apagón. Si alguna lección hemos de extraer de este episodio es que en España impera una cultura institucional que confunde la gestión pública con la gestión del relato, exactamente lo mismo que sucedió durante la pandemia o en las inundaciones de Valencia. Las fragilidades estructurales siguen ahí. Si los tribunales no ponen orden, el próximo apagón no será una sorpresa. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:37 Un año del gran apagón 30:51 Prioridad nacional 35:02 Nacionalidad 39:50 Regularización · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #apagon Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Evangelio del día - Evangelio de hoy
Evangelio 20 abril 2026 (Trabajad por el alimento que perdura para la vida eterna)

Evangelio del día - Evangelio de hoy

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 8:59


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Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Delírios, opacidade e coisas espantosas

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 51:19


Haja transparência. Mas como o voto é secreto, os donativos aos partidos passam a ser opacos. A partir de agora deixa de se poder saber de onde vem o dinheiro transferido para as organizações partidárias. O segredo passa a ser a alma do negócio. O que não era segredo para ninguém é que debater com André Ventura não é trocar argumentos, porque, por entre esgares, àpartes e caneladas, se torna difícil levar uma frase até ao fim. Pacheco Pereira desafiou o líder do Chega e houve espectáculo televisivo, sim, mas quem quiser aprender alguma coisa vai ter de procurar noutro lado. Entretanto, a semana trouxe-nos também a revelação de que o suposto anarca, o terrorista incompetente (Deo gratias!) do cocktail molotov contra uma manifestação anti-aborto é militante do PS. Quem acha que o mundo já não nos pode suspreender, terá ficado desiludido. Já não são só os números de Donald Trump (na semana em que viu o amigo Órban ser corrido na Hungria) que ainda conseguem espantar-nos. Embora aquela alusão a Jesus Cristo transformada, numa pirueta digna de um puto da segunda classe, em médico da Cruz Vermelha, seja difícil de igualar. Mas ele há-de superar-se, ó se há-de!See omnystudio.com/listener for privacy information.