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Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
El presidente de la Cámara de los Representantes de Estados Unidos aseguraba esta madrugada que estos ataques forman parte de una estrategia defensiva: del derecho de este país a una legítima defensa. En paralelo a estos ataques, Irán ha lanzado una ofensiva contra la quinta flota de los Estados Unidos en Bahrein. También contra Jordania y Kuwait. De momento se desconoce el balance de muertos y heridos en este cruce de bombardeos que debilita -todavía más- las opciones de que la guerra termine en el corto plazo. Entretanto, la actualidad en España sigue marcada por la visita del Papa León XIV a nuestro país. El Pontífice llegó ayer a Barcelona, desde donde partirá mañana hacia las Islas Canarias. El Pontífice se dirigió a los fieles en catalán a lo largo de los distintos actos en los que participó ayer. Entre ellos, una vigilia en el Estadi Olimpic a la que acudieron alrededor de 40.000 personas. Allí, el Papa escuchó los testimonios de tres jóvenes; abordando asuntos como la salud mental o la violencia machista
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Devocional do dia 09/06/2026 com o tema: Mais numerosos O povo de Israel, em diversos momentos, teve de enfrentar ataques de nações vizinhas. Numa dessas situações, o rei da Síria combinou com seus conselheiros onde seu exército montaria um acampamento para atacar os soldados israelitas. Entretanto, Deus, algumas vezes, revelou ao profeta Eliseu onde a tropa inimiga estaria acampada e, assim, ele alertava o rei de Israel, evitando que seus homens fossem emboscados. LEITURA BÍBLICA: 2 Reis 6.8-23 [Disse Eliseu ao seu servo:] Não tenha medo. Aqueles que estão conosco são mais numerosos do que eles (2Rs 6.16).See omnystudio.com/listener for privacy information.
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La visita del Papa León XIV ha dejado ya imágenes históricas, a las que se va a sumar otra hoy: el discurso que dará en el Congreso de los Diputados esta mañana. Será la primera vez que un Pontífice se dirija a esta cámara en la historia de nuestra democracia. Y lo va a hacer en un contexto de marcada polarización política, a la que el Papa se refirió ayer a lo largo de distintos actos celebrados durante todo el día. Entretanto, la última hora en el mundo está en Oriente Próximo. Israel ha bombardeado los suburbios de Beirut a pesar del acuerdo de alto el fuego firmado con el Líbano. Una tregua que anunció la semana pasada por Donald Trump. En respuesta a los ataques de Israel, Irán ha lanzado varios misiles contra ciudades israelíes, misiles que han sido interceptados. En deportes, Florentino Pérez gana las primeras elecciones en 20 años en el Real Madrid y será presidente cuatro años más.
Israel e Irão retomaram, por algumas horas, os ataques directos pela primeira vez desde o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, ambas as partes informaram que suspenderam as operações, depois de Donald Trump ter exortado as partes a fazerem-no. É que a retoma dos ataques pode comprometer as negociações entre Estados Unidos e o Irão e mostram “posições cada vez mais divergentes” entre os Estados Unidos e Israel, explica a investigadora Maria Ferreira. A nossa convidada de hoje não antevê o fim do conflito no Médio Oriente a curto prazo porque, para já, Israel e Irão não têm vantagens em negociar e apenas Donald Trump está a jogar “a sua própria sobrevivência política interna” e “não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel”. Esta segunda-feira, Israel confirmou ter atacado um complexo petroquímico e alvos militares no Irão, enquanto Teerão disse ter retaliado, atacando uma instalação petroquímica israelita e duas bases aéreas em Israel. As forças israelitas também anunciaram o lançamento pelos hutis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi interceptado. O fogo cruzado recomeçou na noite de domingo com um ataque iraniano contra território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel ao Líbano horas antes. Estes ataques diminuem ainda mais a perspectiva de um possível acordo para pôr fim à guerra que começou a 28 de Fevereiro com ataques aéreos israelitas e americanos ao Irão. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, o exército iraniano disse ter terminado a vaga de ataques e ameaçou retomar se Israel continuar a bombardear o Líbano. Por seu lado, a Reuters avança que Israel também decidiu parar esta série de ataques contra o Irão. Um pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, exortou o Irão e Israel a cessarem as ofensivas. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora portuguesa do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. RFI: O que representa esta retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão? Maria Ferreira, Investigadora: “Penso que representa o facto de os Estados Unidos e Israel, que desenvolveram em conjunto esta ofensiva, terem objectivos de política externa para o conflito completamente diferentes. Desde o primeiro dia de ofensiva que Israel disse explicitamente que a sua questão com o Irão era uma questão existencial, portanto, Israel compreende o Irão como uma ameaça existencial, enquanto para os Estados Unidos a questão seria relativa ao enriquecimento de urânio, à eventual posse de armas nucleares, que é algo que pode ser gerido através de uma negociação diplomática, tal como aconteceu durante a administração de Barack Obama. Para Israel, a questão não é o enriquecimento de urânio, não é a eventual posse de armas nucleares por parte do Irão. Israel representa o Irão como uma ameaça existencial e, portanto, uma ameaça existencial só é dirimida através da eliminação do regime iraniano. Mas essa eliminação do regime iraniano só pode acontecer através de uma incursão terrestre que é muito difícil de ser executada. Temos dois aliados com objectivos distintos numa guerra e o Irão está a tentar, através de uma resiliência militar e civil notável, aproveitar as diferenças de objectivos que existem entre os Estados Unidos e Israel.” Donald Trump disse “Quem decide sou eu, não ele” em referência a Benjamin Netanyahu e já não esconde o desacordo, tendo-se mostrado muito insatisfeito com a ofensiva israelita no Líbano. Que leitura faz desta declaração de Trump em relação a Netanyahu? É só mais uma declaração ou tem peso? “Tem muito peso, sobretudo quando nós lemos estas declarações à luz da divulgação de um relatório recentemente da própria ‘intelligence' norte-americana que denuncia actividades de espionagem da 'intelligence' israelita sobre os próprios Estados Unidos. Portanto, a ‘intelligence' israelita estaria a tentar penetrar nos mecanismos de decisão norte-americanos, tentando averiguar quais serão os próximos passos da administração Trump para a questão no Irão. Estas actividades de ‘intelligence' subversivas não fazem parte de nenhum acordo de troca de informações, estamos a falar de actividades subversivas de captura de informação secreta que estariam, segundo este relatório, a preocupar seriamente o Pentágono. Isto denuncia uma cisão eventual, não só em relação aos objectivos que os dois Estados têm para o conflito, mas denuncia a existência de uma fractura entre as ‘intelligences' e os aparelhos militares dos dois Estados.” Esta fractura também é uma fractura política? Como é que esta cisão se pode materializar no terreno? “É profundamente política. Ainda ontem Donald Trump deu a entender que a linguagem da guerra no Médio Oriente é distinta da linguagem da guerra no Ocidente, quando argumentou que aquilo que nós, no Ocidente, entendemos por cessar-fogo é diferente do que Israel e Irão entendem por cessar-fogo. É claro que este argumento é uma tentativa de mascarar, no fundo, a incapacidade norte-americana de controlar o seu principal aliado no Médio Oriente, que é Israel, e mesmo de revitalizar aquela que era uma das grandes conquistas de anos e que são os acordos de Abraão. Note-se que Donald Trump admitiu que não tinha conhecimento sequer dos ataques a Beirute. Esta cisão vai ter consequências políticas porque, enquanto os Estados Unidos estão a tentar gerir o conflito através de vias diplomáticas - porque não têm mais opções militares para apresentar em relação à questão do Irão, já que puseram de lado a possibilidade de uma incursão militar terrestre - Israel persiste na sua tentativa de conquistar território. Quem conhece a geografia do Médio Oriente sabe a importância que o Líbano tem para a percepção da ameaça em Israel e, portanto, para o regime de Netanyahu o controlo dos 'proxies' do Irão é muito importante. Para o Irão, o controlo dos seus 'proxies', que são braços armados fora do seu próprio território, também é muito importante. Aquilo que nós temos aqui são três ‘players', dois dos quais estão em posições cada vez mais divergentes, o que está claramente a complicar a solução para o conflito. Solução essa que Donald Trump está a desejar que aconteça para a sua própria sobrevivência política interna. Nós sabemos aquilo que aconteceu na semana passada no Congresso, quando os próprios senadores republicanos já mostram grandes dissensões em relação à presença militar dos Estados Unidos no Irão.” Até que ponto é que a retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão vai afectar as negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão? Elas estão definitivamente comprometidas? “Eu penso que sim, porque enquanto os Estados Unidos não conseguirem retomar o seu controlo sobre as actividades de Israel - e isso não parece fácil, dado que neste momento existe até uma própria desconfiança sobre eventuais actividades subversivas de Israel em território norte- americano - enquanto isso não acontecer, nós não teremos condições para haver uma negociação séria porque não há vontade de Israel de encetar uma negociação com o Irão. E o Irão também ainda não está num ponto de tal fragilidade que precise necessariamente de entrar em negociações, quer com os Estados Unidos, quer com Israel porque o Irão percebeu que controla algo fundamental, que é a percepção da ameaça sobre o estreito de Ormuz e sobre a percepção da ameaça sobre o eventual desenvolvimento de uma crise económica com base no controlo do estreito de Ormuz. Isso dá-lhe uma vantagem estratégica e faz com que esta vontade negocial destas duas partes, Israel e Irão, seja praticamente inexistente. Nenhum deles tem, neste momento, interesse em negociar. Quem tem mais interesse em negociar? Quem está a entrar naquilo a que se chama um ‘break-even point' são os Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm controlo sobre os objectivos estratégicos de Israel, nem em relação ao Irão, nem em relação aos 'proxies' do Irão. E neste sentido, neste jogo, nem Israel nem o Irão têm neste momento qualquer tipo de incentivo externo para bloquearem o conflito ou para pararem as hostilidades, enveredarem por um verdadeiro cessar-fogo e começarem a negociar. E se não há vontade de negociar, se não há propensão para a negociação, é difícil que haja um acordo negocial sério ou duradouro.” Como é que vê o envolvimento dos hutis do Iémen nesta nova escalada? “Como disse há pouco, os os 'proxies' do Irão são fundamentais no seu esforço de guerra no contexto do Médio Oriente. E, portanto, quer o Hamas, quer o Hezbollah, quer os hutis, são formas de o Irão perpetuar a guerra na sua geografia próxima e de enfrentar os seus inimigos através de braços armados. Também perante a relativa aliança dos Estados Unidos com os restantes países do mundo árabe, é uma forma de demonstrar que o Irão, no seu esforço de guerra, não está isolado perante a força da superpotência que são os Estados Unidos e da grande potência regional que é Israel. É preciso olharmos para a geografia do Médio Oriente, para a sua geografia política, quer para a sua geografia religiosa, quer para a sua geografia energética, e perceber que, se os Estados Unidos foram ao longo de décadas construindo uma rede de alianças muito com base em incentivos económicos com o Qatar, a Arábia Saudita, o Irão também ao longo dos últimos 50 anos, foi construindo um regime de alianças com forças subversivas, com actores erráticos que agora utiliza no seu esforço de guerra. Portanto, é compreensível que estas forças, ainda que esporadicamente, venham ao encontro das necessidades de guerra definidas pelo próprio regime iraniano.” Nesse sentido, como é que vê os próximos tempos? O que será necessário para restaurar um cessar-fogo credível? “Eu penso que países como a Jordânia, a Arábia Saudita têm neste quadro um papel fundamental porque são países cuja economia depende absolutamente daquilo a que se chama a paz comercial ou a paz pelo comércio, dos fluxos de energia regulares, os fluxos de pessoas, nomeadamente fluxos turísticos, do comércio. A estes países do Médio Oriente este conflito não é de todo interessante e têm aqui uma palavra fundamental. Eu penso que isso foi bem lido por Donald Trump quando, no seu primeiro mandato, desenvolveu a lógica que está por trás dos acordos de Abraão. Estes países têm um papel fundamental na estabilização do Médio Oriente e mais do que o Paquistão, que se assumiu já como um potencial mediador, é a estes países que os Estados Unidos devem recorrer no sentido de criar uma base política estratégica pacífica no Médio Oriente.” Isso demoraria algum tempo, mas tendo em conta que temos as eleições intercalares em Novembro nos Estados Unidos, a curto prazo vamos ter o fim do conflito? “Penso que não. A não ser que algo mudasse em Israel que levasse a uma mudança fundamental de orientação estratégica, mas isso não está a acontecer. Aliás, o regime de direita radical de Netanyahu está a agir como os regimes populistas de direita extremista normalmente agem, ou seja, com um grande potencial para a expansão geográfica, com uma grande propensão para a escalada de conflitos, uma total desvinculação de instituições internacionais e uma muito fraca necessidade de contribuírem para bens públicos globais. Estes quatro traços de política externa são em parte partilhados pelos Estados Unidos. Simplesmente nos Estados Unidos, neste momento, Donald Trump não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel, nomeadamente no que toca à propensão para a escalada do conflito com o Irão. E é isso que, a meu ver, está a complicar e a complexificar qualquer tipo de processo negocial em relação à guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.”
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Muitas vezes nos sentimos desconfortáveis, pois estamos falando com alguém e somos ignorados. Entretanto nosso Deus nunca nos ignora, esta é uma verdade clara na Escritura. Se queremos ser ouvidos precisamos, tão somente, falar, pois nosso Deus no ouve sempre, com atenção e amor. É maravilhoso saber que nunca somos ignorados, esquecidos ou abandonados. Fale, pois o Senhor, nosso Deus, sempre nos ouve.
Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.
La fiebre de la inteligencia artificial no da tregua. Recuerda en cierto modo a la del oro en la California de 1850, cuando los que amasaron fortuna no fueron tanto los buscadores sino los comerciantes que les vendían picos y palas. Un comerciante de San Francisco llamado Samuel Brannan se hizo millonario vendiendo sartenes sin recoger una sola pepita. Hoy las palas cuestan 80.000 millones de dólares y las venden Google, Nvidia y las grandes tecnológicas. Alphabet anunció el lunes un plan para captar esa cantidad mediante ventas privadas y públicas de acciones. Berkshire Hathaway, hoy dirigida por Greg Abel, aporta 10.000 millones con un descuento cercano al 7%. Lo llamativo aquí es que Google no necesita el dinero, pues su plan de gasto de 190.000 millones todavía le dejaría 26.000 millones de caja. Captar fondos con las arcas rebosantes tiene algo de gesto teatral, un aviso de que el espectáculo no ha hecho más que empezar y que ellos están dispuestos a interpretar el papel protagonista. El músculo financiero no garantiza ponerse en cabeza de la carrera. Sus rivales, Anthropic y OpenAI, corren hacia sus salidas a bolsa este mismo año. Google tiene una serie de ventajas como su rentabilísimo negocio publicitario, sus no menos rentables servicios en la nube y una capitalización que ronda los 4,3 billones de dólares. En Alphabet también han entendido que, aparte de los semiconductores, el otro cuello de botella está en la electricidad. Los centros de datos consumen mucho, tanto que la red no siempre puede atender la demanda. Google ha comprado una promotora eólica y solar llamada Intersect convirtiéndose así en el único gigante con compañía eléctrica propia. Controlar la energía equivale a controlar el calendario. En la nube, Google se mantiene tercero detrás Microsoft y Oracle, pero está acortando distancias con un sorprendente crecimiento en el último año. Quieren también tener sus propios chips, las conocidas como unidades de procesamiento tensorial, ya en su octava generación que ofrecen como alternativa a las circuitería de Nvidia. Entretanto los aspirantes tratan de hacerse un hueco. Anthropic, valorada en casi un billón de dólares, ha presentado la documentación confidencial para irrumpir este otoño en Bolsa. OpenAI trabaja en el mismo movimiento. Sobre ambos planea la sombra de SpaceX, que prepara la mayor salida de la historia. Los banqueros ya han advertido que quien llegue primero definirá el curso de este sector. Anthropic, fundada en 2021 por antiguos empleados de OpenAI con Dario Amodei al frente, acertó al centrarse en el cliente corporativo y ha triunfado con Claude Code y Claude Opus. En mayo captó 65.000 millones con una facturación anual superior a los 47.000 millones. Adelantarse, no obstante, entraña riesgos, como demostraron Lyft y Facebook hace unos años. Anthropic tiene restricciones de capacidad, clientes que moderan el gasto y una disputa con el Pentágono. La euforia bursátil se mantiene. El S&P 500 está en máximos en espera de unos meses en los que entrará mucho dinero y que, a juicio de los analistas, serán fundamentales para la industria de la inteligencia artificial. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:49 La carrera de la IA se calienta 34:42 Endesa Empresas - https://endesa.com/empresas 36:18 La hegemonía de EEUU 42:52Los riesgos de las huelgas 50:12 La violencia en Colombia · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ia #gemini Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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La fiebre de la inteligencia artificial no da tregua. Recuerda en cierto modo a la del oro en la California de 1850, cuando los que amasaron fortuna no fueron tanto los buscadores sino los comerciantes que les vendían picos y palas. Un comerciante de San Francisco llamado Samuel Brannan se hizo millonario vendiendo sartenes sin recoger una sola pepita. Hoy las palas cuestan 80.000 millones de dólares y las venden Google, Nvidia y las grandes tecnológicas. Alphabet anunció el lunes un plan para captar esa cantidad mediante ventas privadas y públicas de acciones. Berkshire Hathaway, hoy dirigida por Greg Abel, aporta 10.000 millones con un descuento cercano al 7%. Lo llamativo aquí es que Google no necesita el dinero, pues su plan de gasto de 190.000 millones todavía le dejaría 26.000 millones de caja. Captar fondos con las arcas rebosantes tiene algo de gesto teatral, un aviso de que el espectáculo no ha hecho más que empezar y que ellos están dispuestos a interpretar el papel protagonista. El músculo financiero no garantiza ponerse en cabeza de la carrera. Sus rivales, Anthropic y OpenAI, corren hacia sus salidas a bolsa este mismo año. Google tiene una serie de ventajas como su rentabilísimo negocio publicitario, sus no menos rentables servicios en la nube y una capitalización que ronda los 4,3 billones de dólares. En Alphabet también han entendido que, aparte de los semiconductores, el otro cuello de botella está en la electricidad. Los centros de datos consumen mucho, tanto que la red no siempre puede atender la demanda. Google ha comprado una promotora eólica y solar llamada Intersect convirtiéndose así en el único gigante con compañía eléctrica propia. Controlar la energía equivale a controlar el calendario. En la nube, Google se mantiene tercero detrás Microsoft y Oracle, pero está acortando distancias con un sorprendente crecimiento en el último año. Quieren también tener sus propios chips, las conocidas como unidades de procesamiento tensorial, ya en su octava generación que ofrecen como alternativa a las circuitería de Nvidia. Entretanto los aspirantes tratan de hacerse un hueco. Anthropic, valorada en casi un billón de dólares, ha presentado la documentación confidencial para irrumpir este otoño en Bolsa. OpenAI trabaja en el mismo movimiento. Sobre ambos planea la sombra de SpaceX, que prepara la mayor salida de la historia. Los banqueros ya han advertido que quien llegue primero definirá el curso de este sector. Anthropic, fundada en 2021 por antiguos empleados de OpenAI con Dario Amodei al frente, acertó al centrarse en el cliente corporativo y ha triunfado con Claude Code y Claude Opus. En mayo captó 65.000 millones con una facturación anual superior a los 47.000 millones. Adelantarse, no obstante, entraña riesgos, como demostraron Lyft y Facebook hace unos años. Anthropic tiene restricciones de capacidad, clientes que moderan el gasto y una disputa con el Pentágono. La euforia bursátil se mantiene. El S&P 500 está en máximos en espera de unos meses en los que entrará mucho dinero y que, a juicio de los analistas, serán fundamentales para la industria de la inteligencia artificial. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:49 La carrera de la IA se calienta 34:42 Endesa Empresas - https://endesa.com/empresas 36:18 La hegemonía de EEUU 42:52Los riesgos de las huelgas 50:12 La violencia en Colombia · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ia #gemini
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Hablamos con Fernando Franco, director de "La luz", sobre un cura pederasta arrepentido, interpretado por Alberto San Juan. A la conversación se suman Javier Baeza, párroco de San Carlos Borromeo, y Juan Cuatrecasas, fundador y portavoz de la Asociación Infancia Robada. Alberto ha explicado que, para la construcción del personaje, recordó que "para cometer un acto monstruoso, no hace falta un monstruo, basta con un ser humano." Es más, él quiso construir un personaje sumido en una profunda vergüenza, "un hombre bueno capaz de cometer actos atroces", a pesar de que un cura pederasta, igual que un hombre maltratador, como le recordaron Baeza y Cuatrecasas, nunca puede ser bueno. San Juan advierte de que vivimos "en la sociedad del abuso", que normaliza el maltrato a los vulnerables. Como explica Baeza, la Iglesia es una institución de poder machista, que "empodera" a sus sacerdotes ("Christi capiti", cabezas de Cristo en la Tierra) para absolver "con una varita mágica" cualquier barbaridad: de ahí nace la naturalización de los abusos. Fernando Franco, el director, explora en la película la idea del perdón, quién tiene derecho a pedirlo, quién a concederlo, hasta qué punto hablar de perdón es relativizar el daño que se hace a la víctima, que es, en última instancia, la única con derecho a conceder, y también denegar, el perdón.Otra cosa, claro, es perdonar un delito, cosa que la justicia humana, civil, no puede hacer. Además, hubo también ocasión de hablar del momento que vive la Iglesia con la inminente llegada del Papa en visita pastoral a España. Cuatrecasas recordó que, a pesar de que el Papa Francisco anunció que se abrían los archivos para luchar contra la pederastia, las conferencias episcopales han hecho un poco lo que han querido, y han seguido atrapando a las víctimas en sus complejas telarañas burocráticas con tal de no reconocer la realidad. Entretanto, afima Baeza, el Vaticano sigue yendo por delante de la Iglesia española: "la Iglesia, como cree en la vida eterna, es muy lenta". Pero no solo hay que hablar de justicia, también hay que hablar de verdad y reparación, las otras dos patas de cualquier proceso de sanación de un trauma social como es este.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Isaías, capítulo 38, versículos 1 ao 8, e 21 ao 22, e capítulo 39, versículos 1 ao 8, nos traz uma reflexão sobre o rei Ezequias e seu filho Manassés, e a graça de Deus em suas vidas.A história do rei Ezequias nos apresenta um dos retratos mais profundos da graça de Deus. Em Isaías 38, encontramos um homem que recebe uma notícia devastadora: sua morte estava próxima. Diante dessa realidade, Ezequias não se revolta nem busca soluções humanas; ele se volta para Deus em oração e lágrimas. O Senhor ouve seu clamor, muda o decreto e acrescenta quinze anos à sua vida.Entretanto, em Isaías 39, vemos o mesmo Ezequias cometendo um grave erro ao exibir suas riquezas e tesouros aos emissários da Babilônia. Aquele que havia experimentado um milagre extraordinário agora se deixa levar pela vaidade e pelo orgulho.Essa narrativa nos ensina que a graça de Deus não apenas nos salva, mas também nos redime continuamente de nossas fragilidades.1. A graça nos encontra em nossos momentos mais difíceisEzequias estava diante da morte, sem recursos humanos para mudar sua situação. Mas quando ele clamou ao Senhor, Deus respondeu.Muitas vezes chegamos a situações em que nossas forças acabam, nossos planos falham e não vemos saída. É exatamente nesses momentos que a graça de Deus se manifesta com maior clareza.A graça nos lembra que o nosso futuro não está nas mãos das circunstâncias, mas nas mãos do Senhor."Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas" (Isaías 38:5).Deus vê aquilo que ninguém vê. Ele conhece as lágrimas derramadas em secreto e ouve as orações que ainda não receberam resposta.2. A graça nos dá uma segunda oportunidadeAo acrescentar quinze anos à vida de Ezequias, Deus demonstrou que Sua misericórdia é maior do que os limites humanos.A Bíblia está repleta de histórias de homens e mulheres que receberam novas oportunidades. A graça é o favor imerecido de Deus que nos permite recomeçar.Talvez alguém tenha falhado, desistido ou tomado decisões erradas. A mensagem da graça é que Deus continua escrevendo histórias de restauração.O Senhor não é apenas especialista em abrir portas; Ele também é especialista em reconstruir vidas.3. A graça não elimina a necessidade de vigilânciaDepois de receber tanto de Deus, Ezequias caiu em uma armadilha perigosa: o orgulho.Os visitantes da Babilônia chegaram e, em vez de glorificar a Deus pelo milagre recebido, Ezequias mostrou seus tesouros e sua grandeza.O capítulo 39 nos ensina que não basta receber a bênção; é necessário permanecer dependente do Senhor.Muitas vezes vencemos a crise, mas somos derrotados pela autossuficiência que surge depois dela.Quem experimenta a graça precisa continuar caminhando em humildade.4. A graça redime mesmo quando falhamosO erro de Ezequias trouxe consequências, mas Deus não anulou Sua aliança com ele.Isso nos revela uma verdade poderosa: a graça de Deus é maior do que nossos fracassos.Redimir significa resgatar, restaurar e dar um novo propósito. Deus não ignora nossos erros, mas também não nos define por eles.Quando nos arrependemos, Ele transforma nossas quedas em aprendizado e nossas cicatrizes em testemunho.A cruz de Cristo é a maior prova de que a graça redime aquilo que parecia perdido.Conclusão: A história de Ezequias nos mostra que todos nós precisamos da graça de Deus. Precisamos dela nos dias de enfermidade, nos momentos de oração, nas oportunidades de recomeço e até mesmo quando falhamos.A graça que ouviu o choro de Ezequias é a mesma graça que nos alcança hoje.Ela nos levanta quando caímos, nos corrige quando erramos e nos conduz de volta ao propósito de Deus.A graça não apenas muda o nosso destino; ela transforma o nosso coração.Porque a verdadeira graça não apenas salva do passado, mas redime o presente e prepara o futuro.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Está nas mãos dos senadores a análise de uma série de medidas antiambientais que a bancada ruralista acaba de aprovar, a toque de caixa, na Câmara dos Deputados. Os projetos de lei visam enfraquecer os mecanismos de controle do desmatamento, amputam em 40% a área protegida de uma floresta na Amazônia e até transferem para o Ministério da Agricultura e Pecuária o poder de designar quais são os animais com risco de extinção no Brasil. O novo “pacote da destruição”, denunciado por entidades ambientalistas, começou a ser apresentado no chamado “Dia do Agro” na Casa, em 19 de maio. Com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sem debate público nem aprofundamento técnico sobre as propostas, as votações ocorreram em ritmo acelerado, sem que houvesse margem de manobra para obstrução. A coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, vê um governo de mãos amarradas diante da bancada ruralista. “O Congresso tem se mostrado uma arena muito complexa, e o executivo, que não tem mais o controle do Orçamento, principalmente, não tem armas para fazer impor a sua vontade. É muito preocupante o que está acontecendo”, afirma. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, advertiu que a ofensiva representa “um esforço concentrado dos Deputados para aprovar projetos que interferem diretamente na gestão ambiental do país”. “É um movimento extremamente grave, porque opera em várias frentes simultâneas, com poder de impacto sobre a gestão ambiental no Brasil, de proporções nunca vistas”, disse ele, em coletiva de imprensa na semana passada. “É uma ação coordenada: diferentes projetos que atacam diferentes áreas e competências e, portanto, é um retrocesso inimaginável. São projetos que vão exigir um trabalho grande do governo federal nas próximas semanas.” Proteção de áreas não-florestais Quatro textos são particularmente preocupantes: o PL 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais; o PL 5.900/2025, que amplia os poderes do Ministério da Agricultura na agenda ambiental; o PL 2.486/2026, ao diminuir os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, uma das mais ameaçadas do Pará; e o PL 364/2019, destinado a reduzir o escopo da Lei de Proteção da Vegetação Nativa. Este último impacta zonas preservadas em todos os seis biomas brasileiros, adverte Suely Araújo. “Tudo o que não for floresta tecnicamente passa a ser considerado área consolidada. Isso significa que não vai ter qualquer proteção ambiental, e ninguém está nem falando. Você vai estar atingindo grande parte do cerrado, da caatinga, do pantanal”, lamenta a ex-presidente do Ibama. “Isso dá mais ou menos 48 milhões de hectares, uma boa parte do território brasileiro.” A aceleração da tramitação das pautas ocorre a cinco meses das eleições no Brasil, em um contexto de incerteza quanto ao futuro das políticas de proteção do meio ambiente no país. Organizações de proteção do meio ambiente já se preparam para uma nova derrota do governo no Senado e esperam que, na sequência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o pacote. Entretanto, neste caso, é esperado que o Congresso barre os vetos, como ocorreu com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, em 2025. “A partir da aprovação no Congresso, vêm os vetos, depois o Congresso derruba tudo. Nós temos apoiado ações judiciais, principalmente movidas por partidos políticos, diretamente no Supremo Tribunal Federal e outras ações também na Justiça Federal de primeiro grau, o que não é uma boa saída”, indica Araújo. “A ação judicial deveria ser a última alternativa, mas elas têm se tornado cada vez mais frequentes.” Prejuízos para o próprio agronegócio Os projetos de lei enfraquecem o arcabouço brasileiro de combate às ilegalidades ambientais num momento em que as exigências para a compra de commodities brasileiras aumentam na Europa, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. A aprovação do pacote pode acabar acarretando prejuízos para as exportações do agronegócio, frisou o ministro Capobianco. “Isso tem relação direta com a própria credibilidade do setor frente a contextos muito desafiadores, como as diretivas da União Europeia, que exigem a comprovação de não desmatamento nas exportações de um conjunto importante de produtos brasileiros. A sociedade internacional vem cobrando”, enfatizou. “Nós estamos fragilizando um sistema de controle ambiental que não vai beneficiar o conjunto do agro. Vai beneficiar uma parcela reduzida que segue desconsiderando a legislação.”
Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (27): O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) esteve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O registro ocorreu nesta noite desta terça-feira. Em coletiva após o encontro, Flávio afirmou ter solicitado à Trump que transformasse facções como o PCC e o CV. O encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump repercutiu em discursos, postagens e falas na Câmara dos Deputados e na e nas redes sociais. O presidente americano recepcionou Flávio no Salão Oval. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) comentou o encontro entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente americano Donald Trump. Para Tarcísio o encontro é “natural” para um presidenciável. Tarcísio ainda afirmou que “vai pensar em eleições na campanha”. O presidente Lula (PT) defendeu a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 durante a entrega de moradias populares em Manaus nesta terça-feira (26). Segundo Lula, “o povo vai trabalhar cinco dias e vai descansar dois”. As habitações populares entregues pelo governo federal contam com equipamentos culturais, como bibliotecas. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (Republicanos), faz campanha contra a PEC da escala 6x1 em Brasília. Skaf se encontrou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União) e avalia que a mudança na jornada de trabalho prejudica a produtividade brasileira. Skaf afirmou que não quer considerar que o projeto ande, “do jeito que está porque seria ruim para o trabalhador”. O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) foi alvo de dez mandados de busca e apreensão da Polícia Federal em sua residência na Barra da Tijuca nesta terça-feira (26). A ação da PF faz parte da oitava fase da Operação Compliance Zero e investiga o aporte de mais de R$ 3 bilhões da Rioprevidência no Banco Master. A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento para convidar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para prestar esclarecimentos sobre o “Caso Master”. A comissão também convidou o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre o combate a organizações criminosas em território nacional. O Conselho Nacional de Justiça decidiu que tribunais de todo país terão que utilizar o Contracheque Único. A ideia é que todos os vencimentos estejam expostos em um único documento, evitando que rendas extras e “penduricalhos” passem despercebidos. A medida de proibir os penduricalhos foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, afirmou, durante um evento sobre a reforma tributária na Fiesp, que o mercado "teme o aumento da carga tributária" com o novo sistema. O magistrado destacou o período de transição em que o ICMS e o IBS funcionarão ao mesmo tempo, como consequência de uma transição gradual. A declaração ocorreu no fórum Aspectos Práticos e Suas Regulamentações. O ministro da Fazenda Dario Durigan afirmou em audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal que a solução da crise do Banco de Brasília (BRB) “deve passar por um empréstimo do governo do Distrito Federal com o Fundo Garantidor de Crédito e com garantia de fiança oferecida por um sindicato de bancos”. O Brasil é uma potência no setor de biocombustíveis, com potencial de liderar a transição energética no mundo. Entretanto, para investidores e figuras do mercado, a segurança jurídica é uma trava para o desenvolvimento desse potencial. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Devocional 2 Tessalonicenses No que se refere à vinda de Jesus Cristo, nosso Senhor, e ao nosso encontro com ele, queremos pedir-vos, irmãos, que não fiquem preocupados nem se deixem perturbar facilmente nem alarmar, se vos disserem que o dia do Senhor já chegou. Mesmo que alguém o anuncie ou ensine em nome de Deus ou afirme que isso está escrito numa carta que digam que é minha, não se deixem enganar por nada disso. Esse dia não virá enquanto se não tiver dado primeiro a deserção da fé e não tiver aparecido aquele que é a rebeldia em pessoa, que está destinado à perdição; é ele que se revolta e se coloca acima de tudo o que se considera divino ou sagrado. Chegará mesmo a tomar assento no templo de Deus, apresentando-se a si mesmo como deus. Não se lembram de vos ter dito estas coisas quando ainda aí estava? Mas também sabem aquilo que o impede por agora. Porém, o rebelde há de manifestar-se a seu devido tempo. Com efeito, as forças misteriosas do mal já estão em atividade. Mas para que tudo se realize é preciso que aquele que está a impedi-lo saia da sua frente. Então aparecerá o rebelde e o Senhor Jesus vai vencê-lo com o sopro da sua boca e dominá-lo com o esplendor da sua vinda. O rebelde aparecerá com a força de Satanás e fará falsos milagres, sinais e prodígios. Utilizará todas as artimanhas do mal para enganar os que se vão perder, porque não acolheram nem amaram a verdade a fim de serem salvos. Por isso, o Senhor permitiu que fossem dominados por uma força enganadora que os leva a acreditarem na mentira. Assim se faz o julgamento daqueles que não acreditam na verdade, mas preferem praticar o mal. 2 Tessalonicenses 2.1-12 Há quem deixe de viver o presente porque ficou atolado no passado. Mas é igualmente perturbador encontrar pessoas, muitas delas assumidamente cristãs, que não atam nem desatam em função do que o futuro lhes possa vir a reservar. Abdicar de caminhar hoje por temor do amanhã é um disparate pegado. O mesmo se pode dizer sobre a postura que renuncia às responsabilidades actuais por julgar que lá à frente tudo acabará por se resolver. Combatam-se receios infundados e hábitos desconchavados, abraçando uma cultura de intimidade diária com Cristo. Viva-se na expectativa constante do encontro definitivo com Jesus mas sem fobias. Não se dê ouvidos a vendedores de espiritualidade barata. Desconfie-se de religiosos que presumem encaixotar Deus e prever as Suas acções. Sendo inegável que o fim parece estar cada vez mais próximo, pois os tempos são de rebeldia crescente, o mal jamais triunfará sobre a misericórdia e a justiça. Deus reporá ordem em todas as coisas, impedindo que o caos prevaleça. Entretanto, “ame-se a verdade”. Pratique-se o bem, fintando artimanhas malignas. Busque-se a companhia de Jesus, cultivando um espírito de obediência à Sua voz. De mão dada com Ele não há que temer rigorosamente nada, nem hoje nem nunca. - Jónatas Figueiredo
Devocional 2 Tessalonicenses O vosso comportamento é para nós um motivo de orgulho entre as igrejas de Deus por causa da vossa paciência e da fé que mostram em todas as vossas perseguições e nas dificuldades que têm de suportar. Isso é já uma amostra do julgamento justo com que Deus vai declarar-vos dignos do seu reino , por amor do qual suportam tais sofrimentos. Do mesmo modo, aqueles que vos causam esses sofrimentos receberão de Deus o justo castigo. Depois de sofrerem dessa maneira, ele vos dará o descanso, bem como a nós, quando aparecer no céu o Senhor Jesus com os seus anjos , cheio de poder. Virá por entre chamas de fogo para castigar aqueles que não reconhecem Deus e os que não obedecem ao evangelho de Jesus, nosso Senhor. Esses serão condenados à perdição eterna, longe da presença do Senhor, longe do seu poder e da sua glória . Então o Senhor virá para ser honrado no meio de todos os seus escolhidos e contemplado por todos os que aceitaram a fé. E também da vossa parte o nosso testemunho foi bem aceite. Por isso, pedimos continuamente ao nosso Deus para que vos ajude a corresponder ao seu chamamento, vos dê forças para levarem à prática todos os bons propósitos e torne eficaz a vossa fé. Deste modo, o nome de Jesus, nosso Senhor, será glorificado pelo vosso comportamento e nele estará também a vossa glória, pela graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. 2 Tessalonicenses 1.4-12 Quem dera que o nosso procedimento fosse considerado inspirador para outros. Uma coisa é certa nunca se chegará a esse patamar sem provações. Passá-las e, sobretudo, ultrapassá-las, dão crédito ao testemunho cristão. Apreciemos aqueles que “nas perseguições e nas dificuldades que têm tido de suportar” revelam uma paciência e fé a serem imitadas. Entendamos os duros obstáculos enfrentados por companheiros nossos na fé como um estímulo a perseverarmos em Cristo nas situações similares que tenhamos de encarar num futuro próximo e, sobretudo, como “uma amostra do julgamento justo com que Deus nos declarará dignos do Seu reino.” Quanto à justiça a exercer sobre quem nos persiga, descansemos na boa e equitativa mão de Deus. Entretanto, deleitemo-nos, por antecipação, na plena certeza que Ele “nos dará o descanso” aquando da retumbante vinda de Jesus. Até lá, insistamos em viver colados a Jesus, procurando corresponder à Sua chamada. Portanto, apoiemo-nos uns aos outros em oração, pedindo ao Pai que nos “dê forças para levarmos à prática todos os bons propósitos”, tornando assim eficaz a nossa fé. “Deste modo, o nome de Jesus, nosso Senhor, será glorificado pelo vosso comportamento e nele estará também a vossa glória, pela graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.” - Jónatas Figueiredo
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Mudar de país é o sonho de muitos, mas para a curitibana Gisele Fernanda Theodoro Meira, a jornada em busca de uma vida nova em Valência tornou-se um labirinto sem saída.Em dezembro de 2025, a brasileira de 32 anos, mudou-se para a região de Valência acompanhada de seu namorado. O que deveria ser um recomeço transformou-se em um pesadelo de convivência quando o casal, vítima de um golpe imobiliário, se viu obrigado a dividir um apartamento em Oliva com dois desconhecidos. O clima era de medo; Gisele enviou áudios desesperados à família, relatando que não se sentia segura e que os moradores da casa a observavam de forma intimidadora.No dia 30 de março de 2026, o destino foi selado de forma trágica. Joel relatou ter saído para a academia e para o mercado, mas, ao retornar ao apartamento, encontrou Gisele já sem vida. Ela estava suspensa por uma corda no quarto do casal, uma cena que as autoridades locais inicialmente trataram como um ato contra a própria vida.Entretanto, muitas lacunas ainda existem neste caso. A família de Gisele rechaça a tese de suicídio, e os detalhes da cena do crime trazem perguntas que ecoam sem resposta: Por que Gisele foi encontrada nua da cintura para baixo? Como alguém em estado de extremo desespero planejado estaria nessas condições? Hoje, abrimos o jogo com profundidade e responsabilidade para buscar a luz que as investigações oficiais ainda não conseguiram projetar sobre este caso.
Podcasts de Ecologia/Composições musicais/Natureza Ecology Podcasts/Musical Compositions/Nature
O principal papel da comunicação na ciência é informar, e para isso os cientistas devem ser diretos e concisos, adequando corretamente o uso de palavras técnicas, de forma a atingir o maior número de pessoas possível. A comunicação científica objetiva propagar informações por meio de resultados de pesquisas e publicações de artigos entre os pares científicos (pesquisadores/cientistas). Já a divulgação científica, ou popularização da ciência, objetiva difundir essas mesmas informações para a sociedade em geral. É um desafio enorme, sem dúvida, fazer com que a relevância do conhecimento científico seja compreendida pela sociedade. Muitos estudos seriam mais úteis para as pessoas caso fossem mais divulgados e tivessem um conteúdo de fácil compreensão, sem deturpação e vulgarização do conteúdo científico. A divulgação científica é essencial para o conhecimento e para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Na comunicação das informações científicas, o papel dos cientistas e dos divulgadores científicos, é o de socializar e tornar acessível o conhecimento a todas as pessoas, além de estimular o contato e o interesse público pelo desenvolvimento científico e tecnológico. [...] A divulgação cientifica pressupõe um processo de recodificação, isto é, a transposição de uma linguagem especializada para uma linguagem não especializada. Por que a comunicação na ciência é tão importante? A resposta é bem simples: não existe ciência sem comunicação! Ou o cientista divulga e discute seus resultados com seus pares ou a ciência não progride! Entretanto, embora seja simples não é fácil. Haja vista a dificuldade que muitos pós-graduandos, por exemplo, tem de escrever artigos científicos. Apesar da comunicação escrita ser apenas uma das habilidades exigidas de um cientista, ela é para muitos a mais preocupante e importante. Discussões sobre redação científica e outras formas de comunicação quase sempre são subjetivas e tratadas em disciplinas de metodologia científica ou filosofia da ciência. Mas as “regras” e “pulos-do-gato” quase nunca são ensinadas de maneira formal aos aspirantes a cientistas. [...] A comunicação em ciência deve ser apresentada com precisão de pensamento e economia de palavras. Uma comunicação científica sucinta e clara pode ser uma fórmula para lidar, por exemplo, com os negacionistas, um grupo de pessoas que nega a realidade dos fatos. Neste caso, os cientistas devem focar com os dados obtidos em fatos e com a ciência de forma consistente. Recomenda-se não desrespeitar a opinião das autoridades governamentais, mas manter sua própria integridade científica e responsabilidade para com a população. A comunicação depende dos cientistas e dos especialistas para fazer conhecer os fatos e poder interpretá-los para toda a população. A população espera que cientistas e autoridades divulguem recomendações e diretrizes. A comunicação, deve ser apresentada com precisão de pensamento e economia de palavras. Isto é, saber qual é a sua população-alvo e dizê-la de forma concisa e clara. Tendências anticientíficas não duram muito tempo porque a verdade sempre vem à tona e vence. Fontes (textos/créditos): https://posgraduando.com/por-que-a-comunicacao-na-ciencia-e-tao-importante/ https://ilhadoconhecimento.com.br/voce-sabe-como-funciona-a-comunicacao-cientifica/ https://faro.edu.br/blog/entenda-a-importancia-da-divulgacao-cientifica-para-sua-formacao/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=pblCSOzzGhM Tomaso Albinoni Oboe & Violin Concerto. Classical Tunes | Música Clássica Para Todos. Imagem (créditos): https://ilhadoconhecimento.com.br/voce-sabe-como-funciona-a-comunicacao-cientifica/
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorizaçã
Depois de uma cimeira entre a China e os Estados Unidos que só cumpriu os mínimos, o presidente chinês, Xi Jinping ainda mal se tinha despedido do seu homólogo Donald Trump quando ‘foi à porta' receber o presidente russo, Vladimir Putin. Um recado para Washington? Para a Ucrânia?Entretanto, a Europa anda a vasculhar nas suas fileiras para encontrar quem poderá cumprir a espinhosa missão de ser um possível futuro interlocutor do bloco junto da Rússia. A boa notícia é que a União parece estar a ultrapassar a fase de negação e assumir que é preciso falar com o inimigo.De inimigos sabe o chefe do governo espanhol, acossado por sinais de corrupção por todos os lados. O antigo chefe de governo José Luís Zapatero é só o problema mais recente que Sánchez, que ira a eleições para o ano, tem em mãos.
Fechamento de mercado – InvesTalk, o seu resumo diário sobre o mercado financeiro.Neste podcast, trazemos as principais informações do dia, o fechamento das principais bolsas de valores e índices globais como o Ibovespa da B3 e o S&P500 de Nova York, além da cotação de fechamento do dólar e as oscilações das principais criptomoedas como o Bitcoin e Ethereum.A cada episódio, comentamos os principais acontecimentos que influenciaram o mercado, oferecendo insights sobre as tendências que moldam o cenário econômico. Seja você um investidor experiente ou um entusiasta curioso sobre a dinâmica do mercado, 'Fechamento de Mercado' é sua fonte confiável para não apenas ouvir, mas entender o que dizem os números do mercado financeiro. Leia mais no InvesTalk:https://investalk.bb.com.br/ Para investir com comodidade e segurança baixe o App Investimentos BB:https://www.bb.com.br/site/investimentos/app-investimentos/*Este podcast foi produzido pelo Banco do Brasil. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, BB não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções de mercado. Este material tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade, sem prévia autorização.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (18): O técnico Carlo Ancelotti divulga os nomes da convocação definitiva da seleção brasileira na tarde desta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã no Rio de Janeiro. A grande dúvida da convocação é a presença de Neymar Jr, do Santos. O Instituto Datafolha divulgou uma pesquisa sobre a relação entre o Congresso e o Governo. Os números apontam que a percepção da população é de que os dois poderes não têm uma boa relação, com 70% dos entrevistados enxergando um cenário mais de confronto do que de colaboração. Em entrevista ao jornal americano ‘The Washington Post', o presidente Lula (PT) afirmou que “Trump já sabe que sou melhor que Bolsonaro (PL)”, e que não vai fazer o presidente americano desgostar do ex-presidente conservador. O deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos) irá apresentar um projeto para instituir um “cashback” da revogação da “taxa das blusinhas”. A ideia é que famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico possam receber de volta 50% da taxa de Contribuição de Bens e Serviços (CBS) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços. O partido Democracia Cristã (DC), que já havia lançado Aldo Rebelo (DC) como pré-candidato à Presidência da República, anunciou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC), ao mesmo cargo. O anúncio revoltou Aldo Rebelo, que diz manter sua candidatura. Uma nova massa de ar polar extensa provocará uma semana de temperaturas mais baixas no Brasil até esta sexta-feira (22). Entretanto, a formação de um El Niño deve voltar a aquecer a temperatura até o final do ano, com chuvas no Sul e secas no Nordeste. Em meio à escalada da crise diplomática entre Estados Unidos e Irã, a FIFA realizou uma reunião com representantes do futebol iraniano para alinhar detalhes da participação da seleção do país na Copa do Mundo de 2026, torneio que terá jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. O secretário-geral da entidade, Mattias Grafstrom, afirmou que a organização trabalha para garantir que a experiência do Irã na América do Norte seja “a mais impecável, produtiva e agradável possível”. O humorista Márvio Lúcio, conhecido nacionalmente como Carioca, retorna ao Grupo Jovem Pan quase oito anos após sua saída da emissora. O retorno acontece com o novo programa humorístico noturno “Isso Não É Um Talk Show”, sempre de terça a sexta-feira, às 22h30. A cantora colombiana Shakira receberá de volta R$ 350 milhões da Suprema Corte da Espanha. A corte absolveu a cantora da acusação de fraude fiscal e do pagamento de € 60 milhões em impostos, referentes à declaração do imposto de renda de 2018. Como o Ministério Público e a Procuradoria do Estado decidiram não apresentar denúncia contra Shakira por falta de provas, e a multa já havia sido paga, coube à Justiça devolver o valor corrigido à cantora pop. A Justiça deu um prazo de 90 dias para o influenciador Whindersson Nunes lançar uma música de um compositor que o está processando. Whindersson teria firmado um acordo para lançar uma música de Juvenal Ungarelli até 10 de abril, o que não aconteceu. O músico pede uma indenização de R$ 110 mil. A cantora Ivete Sangalo, solteira há 6 meses, foi flagrada em clima de romance com o empresário Thiago Maia, que trabalha com Ivete e foi responsável pela turnê “Clareou”. A cena ocorreu no casamento de amigos da cantora na Itália. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Da vigilância internacional ao cruzeiro Hondius afectado por um surto de hantavírus, ao agravamento da violência xenófoba na África do Sul que já provoca o regresso de moçambicanos ao país, a semana ficou marcada pela persistência da ameaça terrorista em Cabo Delgado e pelo reaproximar diplomático entre França e Argélia. A OMS afastou o cenário de uma nova pandemia e considerou o risco “baixo” e “limitado”. O navio Hondius seguiu da Praia para Tenerife, onde os passageiros devem ser evacuados sob vigilância médica. Cabo Verde garante que todos os procedimentos seguiram as normas internacionais. Na África do Sul, a violência xenófoba voltou a provocar tensão regional. O Governo sul-africano reagiu às críticas internacionais depois de protestos contra migrantes, defendendo que a instabilidade política e a má governação em vários países africanos estão na origem dos fluxos migratórios. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, exigiu o fim da violência contra estrangeiros durante um encontro com Cyril Ramaphosa, em Pretória. Em resposta ao aumento de cidadãos em fuga, Moçambique anunciou medidas de acolhimento em Ressano Garcia, principal fronteira entre os dois países. Ainda em Moçambique, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, reconheceu a continuação dos ataques armados em Cabo Delgado. O governante admitiu dificuldades no controlo das fronteiras e no combate às redes de apoio logístico dos grupos armados. Entretanto, França e Argélia continuam a aproximar-se diplomaticamente após meses de tensão. Emmanuel Macron anunciou o regresso do embaixador francês a Argel e o envio de representantes franceses às cerimónias evocativas do massacre de Sétif, símbolo da memória colonial argelina. Apesar do degelo diplomático, continuam pendentes vários pontos de divergência entre os dois países.
Certamente você evitaria muitas dores se desse mais ouvidos ao que o Senhor, nosso Deus e Pai, nos diz em sua Palavra. Entretanto, muitas vezes, somos como filhos rebeldes que não dão ouvidos aos seus pais e preferimos seguir nosso caminho, como se soubéssemos, sempre, qual é o melhor caminho para nossa vida. Precisamos ser sábios e não agir com rebeldia ou indiferença. Nosso Pai quer nos conduzir por melhores caminhos, quer nos livrar de muitas dores. Toda a instrução que o Senhor nos dá é para o seu bem, para o nosso bem. Ouça e viva melhor, pois viver sob a direção de nosso Pai Celestial sempre será a melhor opção.
Durante los últimos dos meses el mercado energético se ha mantenido en una relativa y anormal calma. Algo realmente difícil de justificar ya que la guerra entre Estados Unidos e Irán, agravada por los bombardeos israelíes y los ataques iraníes a buques mercantes y a sus vecinos del golfo, ha cerrado el estrecho de Ormuz. A pesar de todo ello el barril Brent se ha mantenido durante semanas por debajo de los 90 dólares. Ahora parece que las cosas están cambiando. El barril superó la semana pasada los 120 dólares y se afianzado por encima de los 100. Pero los mercados de futuros siguen apostando por una rápida normalización, algo que requeriría que se produjeses tres milagros de forma muy seguida: un acuerdo de paz inmediato y satisfactorio para ambas partes, la reapertura del estrecho y el restablecimiento del flujo de crudo. Entretanto, los inventarios mundiales se aproximan a mínimos, las reservas de productos refinados son pequeñas y Estados Unidos entrará en breve en temporada de vacaciones. Hoy en el mercado hay unos 12 millones de barriles diarios menos que hace dos meses, lo que equivale a una décima parte del consumo mundial. Las tres posibles palancas para cuadrar el balance no funcionan. La capacidad ociosa saudí y emiratí está atrapada al otro lado del estrecho, el crudo no convencional estadounidense no puede reaccionar con la rapidez necesaria y Rusia no puede incrementar la oferta por los continuos ataques ucranianos a sus refinerías. Solo queda tirar de inventarios, una solución insostenible en el tiempo. Los efectos se reparten desigualmente por el mapa. En África oriental ya hay colas en las gasolineras. Asia ha reducido el refino, algunos países como Indonesia, Pakistán y Filipinas están a un mes de empezar a racionar la gasolina. Europa, aunque tiene acceso a crudo, carece del gasóleo y el queroseno que necesita ya que la mayor parte de sus refinerías están configuradas para producir gasolina, y las fuentes alternativas en Rusia, la India y el Golfo hoy ya no son accesibles. Estados Unidos, pese a ser exportador, ve cómo el galón se acerca a los 5 dólares, un nivel políticamente explosivo. El optimismo de los operadores se sustenta en que tanto Trump como los ayatolás necesitan un acuerdo. Pero ambos bandos podrían estar subestimándose mutuamente. Irán resistió ya las sanciones en 2018 y tiene incentivos para alargar la negociación. Para Trump es más importante no firmar un acuerdo peor que el de Obama en 2015 que el precio del galón. Aun con acuerdo, la reapertura total del estrecho llevaría meses. Hay que retirar minas, reactivar pozos y refinerías, y reorganizar la flota petrolera. Algunos gobiernos ya están aplicando medidas que recuerdan a las crisis petroleras de los años 70, medidas tales como jornadas laborales reducidas, topes de repostaje, prohibiciones de exportación de refinados. Esas mismas crisis del pasado nos enseñan que, una vez dentro, no se sale de ellas rápidamente. Aunque Europa depende menos del petróleo que en aquel entonces, aún sigue aportando un tercio de su energía primaria. Sin un acuerdo rápido que reabra Ormuz, conviene ir abrochándose el cinturón. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:38 ¿Otra crisis del petróleo? 34:34 Inmigración 42:12 Precios del petróleo 47:21 Vito Quiles y Begoña Gómez · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #petroleo #iran Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Hoy os traigo un relato de ciencia ficción que, más que hablarnos de otros mundos, nos enfrenta a una pregunta inquietante: ¿qué ocurre cuando el futuro deja de ser una promesa y se convierte en una trampa? Idafe Hernández ha sido realizador de audiovisuales, fotógrafo, diseñador gráfico y creador de juegos y experiencias interactivas, pero desde pequeño su gran pasión ha sido contar historias. Tras escribir numerosos relatos y guiones de cortometrajes, su primera publicación editorial llegó en 2011 con la novela Grotte (La gruta), tras lo cual llegaron otras publicaciones de relatos como Retratos de vertedero, Mercado de Almas, Hibris, Sexímoron, entre otros, o como Jonay y Gara, relato galardonado con el primer premio de la revista cultural Bienmesabe en 2012. Entretanto ha escrito también otras novelas como La noche del vampiro, La llave de Samdorh y La caravana más alta jamás ganada. Una de sus últimas obras es Llévame al infierno, una obra de teatro estrenada el 31 de octubre de 2024 en el Teatro Victoria de Madrid. - Narración: Juan Carlos Albarracín - Locución Sintonía: Antonio Runa - Música: Epidemic Sound, con licencia - Imagen: Pixabay, con licencia https://pixabay.com/es/illustrations/sol-atardecer-amanecer-cielo-marte-3594498/ ------- Contrata tu IVOOX PREMIUM anual desde este enlace y además de obtener un suculento 50% de descuento y de poder escuchar TODOS los programas de esta plataforma sin publicidad, estarás ayudando a sostener Los Cuentos de la Casa de la Bruja: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=27e5799d254c8a29ecdab3d8d5bfa96f ------- Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor CONVOCATORIA ABIERTA – Los Cuentos de la Casa de la Bruja. ¿Eres escritor o escritora y te gustaría escuchar uno de tus relatos narrado en el podcast Cuentos de la Casa de la Bruja? Estoy abriendo la puerta a autores emergentes que quieran compartir relatos originales dentro del tono del programa: historias de terror y ciencia ficción con atmósferas inquietantes, elementos fantásticos, oscuros o insólitos, y una cuidada calidad literaria. ¿QUÉ TIPO DE RELATOS BUSCO? • Relatos de terror y ciencia ficción • Con una extensión de entre 3.000 y 4.000 palabras • Con una narrativa sólida, buen uso del lenguaje y que se presten a ser narrados en voz • Textos originales e inéditos (o que al menos no estén vinculados a compromisos editoriales) ¿CÓMO PARTICIPAR? Puedes enviar tu relato en formato Word o PDF a info@locucioneshablandoclaro.com con el asunto: Relato para el podcast. Acompáñalo, si quieres, de una pequeña nota biográfica para que pueda presentarte adecuadamente. IMPORTANTE: La recepción de un relato no garantiza su publicación. La selección dependerá de criterios narrativos, temáticos y de estilo, siempre con el objetivo de mantener la atmósfera y el nivel que caracterizan al podcast. ¡No se trata de emitir juicios definitivos sobre ningún autor o texto! Yo no soy crítico literario, ni pretendo serlo. Se trata de encontrar aquellos textos que mejor encajen con el universo del programa. Si tu relato es elegido me pondré en contacto contigo. En caso contrario agradeceré igual tu confianza y el gesto de compartir tu trabajo. Gracias por hacer crecer esta casa con tu obra. ¡Espero leerte! Juan Carlos “Corman” Albarracín
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Durante los últimos dos meses el mercado energético se ha mantenido en una relativa y anormal calma. Algo realmente difícil de justificar ya que la guerra entre Estados Unidos e Irán, agravada por los bombardeos israelíes y los ataques iraníes a buques mercantes y a sus vecinos del golfo, ha cerrado el estrecho de Ormuz. A pesar de todo ello el barril Brent se ha mantenido durante semanas por debajo de los 90 dólares. Ahora parece que las cosas están cambiando. El barril superó la semana pasada los 120 dólares y se afianzado por encima de los 100. Pero los mercados de futuros siguen apostando por una rápida normalización, algo que requeriría que se produjeses tres milagros de forma muy seguida: un acuerdo de paz inmediato y satisfactorio para ambas partes, la reapertura del estrecho y el restablecimiento del flujo de crudo. Entretanto, los inventarios mundiales se aproximan a mínimos, las reservas de productos refinados son pequeñas y Estados Unidos entrará en breve en temporada de vacaciones. Hoy en el mercado hay unos 12 millones de barriles diarios menos que hace dos meses, lo que equivale a una décima parte del consumo mundial. Las tres posibles palancas para cuadrar el balance no funcionan. La capacidad ociosa saudí y emiratí está atrapada al otro lado del estrecho, el crudo no convencional estadounidense no puede reaccionar con la rapidez necesaria y Rusia no puede incrementar la oferta por los continuos ataques ucranianos a sus refinerías. Solo queda tirar de inventarios, una solución insostenible en el tiempo. Los efectos se reparten desigualmente por el mapa. En África oriental ya hay colas en las gasolineras. Asia ha reducido el refino, algunos países como Indonesia, Pakistán y Filipinas están a un mes de empezar a racionar la gasolina. Europa, aunque tiene acceso a crudo, carece del gasóleo y el queroseno que necesita ya que la mayor parte de sus refinerías están configuradas para producir gasolina, y las fuentes alternativas en Rusia, la India y el Golfo hoy ya no son accesibles. Estados Unidos, pese a ser exportador, ve cómo el galón se acerca a los 5 dólares, un nivel políticamente explosivo. El optimismo de los operadores se sustenta en que tanto Trump como los ayatolás necesitan un acuerdo. Pero ambos bandos podrían estar subestimándose mutuamente. Irán resistió ya las sanciones en 2018 y tiene incentivos para alargar la negociación. Para Trump es más importante no firmar un acuerdo peor que el de Obama en 2015 que el precio del galón. Aun con acuerdo, la reapertura total del estrecho llevaría meses. Hay que retirar minas, reactivar pozos y refinerías, y reorganizar la flota petrolera. Algunos gobiernos ya están aplicando medidas que recuerdan a las crisis petroleras de los años 70, medidas tales como jornadas laborales reducidas, topes de repostaje, prohibiciones de exportación de refinados. Esas mismas crisis del pasado nos enseñan que, una vez dentro, no se sale de ellas rápidamente. Aunque Europa depende menos del petróleo que en aquel entonces, aún sigue aportando un tercio de su energía primaria. Sin un acuerdo rápido que reabra Ormuz, conviene ir abrochándose el cinturón. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:38 ¿Otra crisis del petróleo? 34:34 Inmigración 42:12 Precios del petróleo 47:21 Vito Quiles y Begoña Gómez · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #petroleo #iran
Hoy os traigo un relato de ciencia ficción que, más que hablarnos de otros mundos, nos enfrenta a una pregunta inquietante: ¿qué ocurre cuando el futuro deja de ser una promesa y se convierte en una trampa? Idafe Hernández ha sido realizador de audiovisuales, fotógrafo, diseñador gráfico y creador de juegos y experiencias interactivas, pero desde pequeño su gran pasión ha sido contar historias. Tras escribir numerosos relatos y guiones de cortometrajes, su primera publicación editorial llegó en 2011 con la novela Grotte (La gruta), tras lo cual llegaron otras publicaciones de relatos como Retratos de vertedero, Mercado de Almas, Hibris, Sexímoron, entre otros, o como Jonay y Gara, relato galardonado con el primer premio de la revista cultural Bienmesabe en 2012. Entretanto ha escrito también otras novelas como La noche del vampiro, La llave de Samdorh y La caravana más alta jamás ganada. Una de sus últimas obras es Llévame al infierno, una obra de teatro estrenada el 31 de octubre de 2024 en el Teatro Victoria de Madrid. - Narración: Juan Carlos Albarracín - Locución Sintonía: Antonio Runa - Música: Epidemic Sound, con licencia - Imagen: Pixabay, con licencia https://pixabay.com/es/illustrations/sol-atardecer-amanecer-cielo-marte-3594498/ ------- Contrata tu IVOOX PREMIUM anual desde este enlace y además de obtener un suculento 50% de descuento y de poder escuchar TODOS los programas de esta plataforma sin publicidad, estarás ayudando a sostener Los Cuentos de la Casa de la Bruja: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=27e5799d254c8a29ecdab3d8d5bfa96f ------- Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor CONVOCATORIA ABIERTA – Los Cuentos de la Casa de la Bruja. ¿Eres escritor o escritora y te gustaría escuchar uno de tus relatos narrado en el podcast Cuentos de la Casa de la Bruja? Estoy abriendo la puerta a autores emergentes que quieran compartir relatos originales dentro del tono del programa: historias de terror y ciencia ficción con atmósferas inquietantes, elementos fantásticos, oscuros o insólitos, y una cuidada calidad literaria. ¿QUÉ TIPO DE RELATOS BUSCO? • Relatos de terror y ciencia ficción • Con una extensión de entre 3.000 y 4.000 palabras • Con una narrativa sólida, buen uso del lenguaje y que se presten a ser narrados en voz • Textos originales e inéditos (o que al menos no estén vinculados a compromisos editoriales) ¿CÓMO PARTICIPAR? Puedes enviar tu relato en formato Word o PDF a info@locucioneshablandoclaro.com con el asunto: Relato para el podcast. Acompáñalo, si quieres, de una pequeña nota biográfica para que pueda presentarte adecuadamente. IMPORTANTE: La recepción de un relato no garantiza su publicación. La selección dependerá de criterios narrativos, temáticos y de estilo, siempre con el objetivo de mantener la atmósfera y el nivel que caracterizan al podcast. ¡No se trata de emitir juicios definitivos sobre ningún autor o texto! Yo no soy crítico literario, ni pretendo serlo. Se trata de encontrar aquellos textos que mejor encajen con el universo del programa. Si tu relato es elegido me pondré en contacto contigo. En caso contrario agradeceré igual tu confianza y el gesto de compartir tu trabajo. Gracias por hacer crecer esta casa con tu obra. ¡Espero leerte! Juan Carlos “Corman” Albarracín Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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Hoy os traigo un relato de ciencia ficción que, más que hablarnos de otros mundos, nos enfrenta a una pregunta inquietante: ¿qué ocurre cuando el futuro deja de ser una promesa y se convierte en una trampa? Idafe Hernández ha sido realizador de audiovisuales, fotógrafo, diseñador gráfico y creador de juegos y experiencias interactivas, pero desde pequeño su gran pasión ha sido contar historias. Tras escribir numerosos relatos y guiones de cortometrajes, su primera publicación editorial llegó en 2011 con la novela Grotte (La gruta), tras lo cual llegaron otras publicaciones de relatos como Retratos de vertedero, Mercado de Almas, Hibris, Sexímoron, entre otros, o como Jonay y Gara, relato galardonado con el primer premio de la revista cultural Bienmesabe en 2012. Entretanto ha escrito también otras novelas como La noche del vampiro, La llave de Samdorh y La caravana más alta jamás ganada. Una de sus últimas obras es Llévame al infierno, una obra de teatro estrenada el 31 de octubre de 2024 en el Teatro Victoria de Madrid. - Narración: Juan Carlos Albarracín - Locución Sintonía: Antonio Runa - Música: Epidemic Sound, con licencia - Imagen: Pixabay, con licencia https://pixabay.com/es/illustrations/sol-atardecer-amanecer-cielo-marte-3594498/ ------- Contrata tu IVOOX PREMIUM anual desde este enlace y además de obtener un suculento 50% de descuento y de poder escuchar TODOS los programas de esta plataforma sin publicidad, estarás ayudando a sostener Los Cuentos de la Casa de la Bruja: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=27e5799d254c8a29ecdab3d8d5bfa96f ------- Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor CONVOCATORIA ABIERTA – Los Cuentos de la Casa de la Bruja. ¿Eres escritor o escritora y te gustaría escuchar uno de tus relatos narrado en el podcast Cuentos de la Casa de la Bruja? Estoy abriendo la puerta a autores emergentes que quieran compartir relatos originales dentro del tono del programa: historias de terror y ciencia ficción con atmósferas inquietantes, elementos fantásticos, oscuros o insólitos, y una cuidada calidad literaria. ¿QUÉ TIPO DE RELATOS BUSCO? • Relatos de terror y ciencia ficción • Con una extensión de entre 3.000 y 4.000 palabras • Con una narrativa sólida, buen uso del lenguaje y que se presten a ser narrados en voz • Textos originales e inéditos (o que al menos no estén vinculados a compromisos editoriales) ¿CÓMO PARTICIPAR? Puedes enviar tu relato en formato Word o PDF a info@locucioneshablandoclaro.com con el asunto: Relato para el podcast. Acompáñalo, si quieres, de una pequeña nota biográfica para que pueda presentarte adecuadamente. IMPORTANTE: La recepción de un relato no garantiza su publicación. La selección dependerá de criterios narrativos, temáticos y de estilo, siempre con el objetivo de mantener la atmósfera y el nivel que caracterizan al podcast. ¡No se trata de emitir juicios definitivos sobre ningún autor o texto! Yo no soy crítico literario, ni pretendo serlo. Se trata de encontrar aquellos textos que mejor encajen con el universo del programa. Si tu relato es elegido me pondré en contacto contigo. En caso contrario agradeceré igual tu confianza y el gesto de compartir tu trabajo. Gracias por hacer crecer esta casa con tu obra. ¡Espero leerte! Juan Carlos “Corman” Albarracín
La muerte de cinco jóvenes a manos del Ejército el sábado 25 de abril ha sacudido al Perú. Fueron abatidos en la región de mayor producción de droga del país y la Fiscalía de Derechos Humanos investiga si hubo uso excesivo de fuerza. Según las Fuerzas Armadas, los jóvenes transportaban estupefacientes y hubo un tiroteo durante el cual los soldados se defendieron. Los familiares aseguran, en cambio, que durante la investigación no se encontraron ni armas ni drogas. Entre lágrimas y lamentos, los familiares de las cinco personas acribilladas por militares en el distrito de Colcabamba, en Huancavelica, claman por justicia. Sostienen que los jóvenes regresaban de un partido de fútbol y rechazan las acusaciones de tráfico de drogas difundidas por las Fuerzas Armadas. "Hubo el enfrentamiento armado, abrieron fuego en contra del personal de nuestras fuerzas armadas. Llevaban droga. ¿Cuánto es lo que le pagaba la organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas?", afirmó en su momento un vocero del Ejército. Ante tanto desconsuelo, los familiares de las victimas siguen movilizando a sus comunidades para reclamar justicia. Desde un primer momento se ha sabido que no habían ni armas ni droga "Desde un primer momento se ha sabido que no habían ni armas ni droga. Eso es lo que ha quedado plasmado en el acta. Eso es lo que manda acá. En las actas de intervención, tanto de hallazgo como en la propia acta de intervención, ahí indican expresamente que no salió ni armas ni drogas. Ellos indican que recibieron un disparo, dos disparos, cosa que no es cierta porque nunca se han encontrado armas en el carro. No estamos ante una legítima defensa de ninguna manera si no se han encontrado armas. ¿De qué legítima defensa vamos a hablar?", explica a RFI Antony Crespo, abogado representante de los damnificados. Han querido involucrar a los que pertenecen a un partido comunista, extremista, como Sendero Luminoso. Luego, que eran una organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas "Primero han querido involucrar a los que pertenecen a un partido comunista, extremista, como Sendero Luminoso. Luego, que eran una organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas, que eran un convoy que estaban transportando armas. Todo eso no son más que puros dichos, puras suspicacias por parte del ejército", prosigue el abogado. "Lo real y lo objetivo, lo concreto es que no se ha encontrado droga, que no se ha encontrado arma, que ninguno de los fallecidos tiene antecedentes. Son jóvenes que van entre los 18 y 24 años, son jóvenes los que han muerto, y no hay ni una sola excusa que al menos pueda sustentar esta ilegal intervención", concluye Crespo. Militares en libertad pese a que la investigación continúa Entretanto el Ministerio Público mantiene abiertas las diligencias preliminares contra los ochos militares, que ya fueron liberados tras el vencimiento del plazo de flagrancia sin que se solicitasen medidas adicionales. Así lo explica el letrado Antony Crespo: "Por una negligencia y responsabilidad de la fiscal, se venció el plazo. Nosotros le hicimos llegar, por favor, solicitándole que emita una detención preliminar de hasta siete días, porque se cumplían con los presupuestos para solicitar una detención preliminar, y la Fiscalía no lo ha querido hacer. La falta de resultados preliminares en estas pruebas fue determinante para que no se establecieran responsabilidades individuales en el corto plazo. Pese a la liberación de los militares, la investigación sigue en curso.
La muerte de cinco jóvenes a manos del Ejército el sábado 25 de abril ha sacudido al Perú. Fueron abatidos en la región de mayor producción de droga del país y la Fiscalía de Derechos Humanos investiga si hubo uso excesivo de fuerza. Según las Fuerzas Armadas, los jóvenes transportaban estupefacientes y hubo un tiroteo durante el cual los soldados se defendieron. Los familiares aseguran, en cambio, que durante la investigación no se encontraron ni armas ni drogas. Entre lágrimas y lamentos, los familiares de las cinco personas acribilladas por militares en el distrito de Colcabamba, en Huancavelica, claman por justicia. Sostienen que los jóvenes regresaban de un partido de fútbol y rechazan las acusaciones de tráfico de drogas difundidas por las Fuerzas Armadas. "Hubo el enfrentamiento armado, abrieron fuego en contra del personal de nuestras fuerzas armadas. Llevaban droga. ¿Cuánto es lo que le pagaba la organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas?", afirmó en su momento un vocero del Ejército. Ante tanto desconsuelo, los familiares de las victimas siguen movilizando a sus comunidades para reclamar justicia. Desde un primer momento se ha sabido que no habían ni armas ni droga "Desde un primer momento se ha sabido que no habían ni armas ni droga. Eso es lo que ha quedado plasmado en el acta. Eso es lo que manda acá. En las actas de intervención, tanto de hallazgo como en la propia acta de intervención, ahí indican expresamente que no salió ni armas ni drogas. Ellos indican que recibieron un disparo, dos disparos, cosa que no es cierta porque nunca se han encontrado armas en el carro. No estamos ante una legítima defensa de ninguna manera si no se han encontrado armas. ¿De qué legítima defensa vamos a hablar?", explica a RFI Antony Crespo, abogado representante de los damnificados. Han querido involucrar a los que pertenecen a un partido comunista, extremista, como Sendero Luminoso. Luego, que eran una organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas "Primero han querido involucrar a los que pertenecen a un partido comunista, extremista, como Sendero Luminoso. Luego, que eran una organización criminal dedicada al tráfico ilícito de drogas, que eran un convoy que estaban transportando armas. Todo eso no son más que puros dichos, puras suspicacias por parte del ejército", prosigue el abogado. "Lo real y lo objetivo, lo concreto es que no se ha encontrado droga, que no se ha encontrado arma, que ninguno de los fallecidos tiene antecedentes. Son jóvenes que van entre los 18 y 24 años, son jóvenes los que han muerto, y no hay ni una sola excusa que al menos pueda sustentar esta ilegal intervención", concluye Crespo. Militares en libertad pese a que la investigación continúa Entretanto el Ministerio Público mantiene abiertas las diligencias preliminares contra los ochos militares, que ya fueron liberados tras el vencimiento del plazo de flagrancia sin que se solicitasen medidas adicionales. Así lo explica el letrado Antony Crespo: "Por una negligencia y responsabilidad de la fiscal, se venció el plazo. Nosotros le hicimos llegar, por favor, solicitándole que emita una detención preliminar de hasta siete días, porque se cumplían con los presupuestos para solicitar una detención preliminar, y la Fiscalía no lo ha querido hacer. La falta de resultados preliminares en estas pruebas fue determinante para que no se establecieran responsabilidades individuales en el corto plazo. Pese a la liberación de los militares, la investigación sigue en curso.
A Colômbia promove nesta terça e quarta-feiras (28 e 29) uma conferência inédita para impulsionar o debate internacional sobre o afastamento dos combustíveis fósseis, cuja produção e consumo são os principais responsáveis pelo aquecimento global. O Brasil está presente em Santa Marta, ao lado de outros quase 60 países. Entretanto, como a maioria dos participantes, Brasília chega ao evento sem ter conseguido elaborar o seu próprio plano para reduzir a dependência dos fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris “Não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na próxima COP”, disse ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, à RFI. “Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão [dentro do governo]. É um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios, que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho”, explicou. Capobianco assumiu a pasta há menos de um mês, com a saída de Marina Silva do ministério para se dedicar à campanha ao Senado, nas eleições de outubro. Considerado o braço direito da ex-ministra, ele esteve em Paris para participar das reuniões preparatórias do G7, presidido este ano pela França. O Brasil é um dos países convidados da cúpula, prevista para junho, em meio a um contexto geopolítico de fortes tensões internacionais. Confira abaixo os principais trechos da entrevista, na qual Capobianco aborda ainda o futuro da política ambiental no Brasil, no contexto eleitoral, e a preparação para a chegada do fenômeno El Niño, que aumenta a probabilidade de incêndios florestais no segundo semestre. RFI: No tema do meio ambiente, a diplomacia francesa do G7 decidiu não abordar a questão climática num tópico específico, para evitar atritos com a delegação americana. Isso lhe surpreendeu, que um país como a França tenha evitado o tema central da crise climática? João Paulo Capobianco: Eu diria que seria de se esperar que este tema tivesse maior destaque. No entanto, ele foi tratado na medida em que a França trouxe de forma bastante assertiva à questão do combate à desertificação, da conservação da biodiversidade e o acordo envolvendo oceanos. Na verdade, esses temas estão totalmente interligados. Durante as nossas reuniões, esse assunto veio de forma muito clara, e o desafio climático permeou todo o debate, mesmo que não tenha tido um tema específico. RFI: Enquanto isso, acontece na Colômbia a Conferência de Santa Marta, a primeira grande iniciativa internacional reunindo os países dispostos debaterem a saída dos combustíveis fósseis. Como será a participação do Brasil? J.P.C.: Esse tema foi trazido de forma muito intensa pelo presidente Lula na COP30. O Brasil tem sido muito vocal. Nós precisamos, de fato, reconstruir alternativas rapidamente para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, e o Brasil vem defendendo que, para isso, é necessário buscar várias rotas, entre elas o caminho do aumento do uso de biocombustíveis associados à eletricidade, ou seja, híbridos com biocombustíveis como uma alternativa importante para o Brasil. Hoje, nós temos um sistema bastante consolidado disso. O etanol tem uma participação na gasolina extremamente alta, mais de 30%. Temos biodiesel. É uma tecnologia acessível, não compete com a produção de alimentos, não gera desmatamento – nós temos mostrado isso muito claramente. Ou seja, há possibilidades de ações de curto prazo para promover essa transição. O Brasil vai participar da reunião na Colômbia contribuindo para esse debate, porque o mundo precisa encontrar caminhos para reduzir essa dependência o mais rápido possível. RFI: Internamente, no entanto, a definição desse mapa do caminho para o afastamento dos fósseis do Brasil está atrasada. No fim do ano passado, o presidente Lula deu um prazo de 60 dias para quatro ministérios e até hoje não foi possível chegar a um consenso. Como está essa discussão? J.P.C.: Está avançando. Existe uma complexidade que envolve a questão que vulgarmente se chama de combate à pobreza energética. O Brasil tem ainda déficit de oferta de energia para o conjunto da sociedade, e o debate é como é que nós vamos tratar, simultaneamente, a redução da dependência de combustíveis fósseis com essa necessidade de garantir a oferta de energia segura para o conjunto da sociedade brasileira. Isso tem levado a algumas discussões sobre o papel dos combustíveis fósseis, ainda, numa transição brasileira. Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão. É uma coisa muito importante: o conjunto do governo, sob a orientação do presidente Lula, entende que a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética brasileira deve reduzir. A questão é como é que nós vamos fazer essa redução, qual é a nossa rota de redução. Isso é um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho. RFI: Mas vai ser possível chegar a essa proposta e encaminhá-la até a próxima COP, em novembro, lembrando que a presidência brasileira da COP30 levantou essa questão do ponto de vista internacional? O Brasil pode chegar na COP31 sem o seu mapa do caminho? J.P.C.: Os quatro ministérios envolvidos – Minas e Energia, Meio Ambiente, Fazenda e Casa Civil – estão muito motivados a fazer isso agora, nas próximas semanas. Há propostas de conciliação de posições para que a gente tenha isso e que a gente possa oferecer uma proposta de resolução para o Conselho Nacional de Política Energética rapidamente. Porém, repito, não será ainda o mapa do caminho. Será o estabelecimento dos princípios dos procedimentos que irão orientar a elaboração desse mapa do caminho, que precisa ser construído sob análises aprofundadas do ponto de vista de cenários, impactos socioeconômicos e ambientais de todo esse processo. Estamos comprometidos a estabelecer os princípios que vão orientar a elaboração do mapa do caminho, que se inicia na sequência. RFI: Essa poderá ser a maior entrega do Brasil para a próxima COP31? Qual é o seu principal objetivo para a próxima Conferência do Clima? J.P.C.: Nós vamos ter uma COP logo na sequência de um processo eleitoral bastante intenso, complexo, como toda eleição em qualquer país. Então, não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na COP. O que nós temos como expectativa é mostrar o compromisso do Brasil com isso, mostrar que o processo segue vigoroso, em andamento, em construção, para que a gente possa, no menor prazo, ter o nosso mapa do caminho consolidado. No fundo, nós estamos tratando de propor um grande acordo com a sociedade brasileira no sentido de que forma nós vamos compatibilizar a necessidade de desenvolvimento econômico, de combate à pobreza energética, de inclusão social, abrindo mão do uso de uma riqueza natural que o Brasil dispõe. Isso é algo que precisa ser um resultado de um debate aprofundado e precisa ser, digamos, internalizado pela sociedade brasileira de forma consistente. Não é uma questão de um governo. É uma visão de Estado. Não há nenhuma projeção, nem nas mais otimistas ou radicalmente defensoras do fim do uso de combustíveis fósseis, que entenda que é possível que a humanidade abra a mão completamente dos combustíveis fósseis num passe de mágica. É uma construção. Nós só podemos construir isso colocando outras alternativas no lugar. Essas alternativas, embora estejam se mostrando cada vez mais viáveis, haja visto a redução brutal no preço da produção das energias renováveis, ainda não são alternativas amplamente e completamente disponíveis para o conjunto dos países, porque os custos são muito altos. Essa transição precisa ser muito bem cuidada para que não seja mais uma fonte de desigualdade e criando obstáculos para o desenvolvimento de países que precisam se desenvolver. RFI: Nesse contexto, haverá eleições esse ano no Brasil. De que forma o ministério está se preparando para um revés de poder? Tem como blindar algumas políticas ambientais para que, se o presidente Lula não vencer, a política ambiental não seja perdida num eventual mandato da direita? J.P.C.: Eu diria que o esforço que tem sido feito pelo nosso governo é de apresentar soluções mais estruturantes, que envolvam o conjunto da economia, evitando o tratamento da questão ambiental como algo setorial. Essa é uma tese que a ministra Marina Silva defende desde quando nós iniciamos a participação no governo em 2003, a chamada transversalidade da ação ambiental. Na atual gestão do presidente Lula, esse assunto ganhou muita relevância. Há uma questão que eu acho interessante, que é o grau de afinidade existente entre a agenda do Ministério do Meio Ambiente e o da Fazenda. Essa parceria gerou alguns avanços muito importantes, que vão na linha de mudanças na estruturação de políticas econômicas do Brasil. O plano de Transformação Ecológica é um caso: no âmbito desse plano, nós fortalecemos o Fundo Clima. A partir de 2024, passamos a tratar o Fundo Clima como um fundo estratégico de reorientação da economia. Em 2024, passamos para R$ 10 bilhões, ou seja, saímos de R$ 400 milhões, em 2009, para R$ 10 bilhões, e em 2025 fomos para R$ 14 bilhões. Agora, em 2026, temos R$ 27 bilhões. Além disso, em parceria com o Tesouro, criamos o Eco Invest, que é um modelo de blended finance, ou seja, recurso público que atrai recurso privado, nacional e internacional, para investir em ações mais de maior fôlego. Quando nós lançamos o primeiro desafio no Fundo do Clima, nós não tínhamos muita certeza se o setor privado brasileiro tinha o potencial de captar esses recursos. E no primeiro ano faltou dinheiro. Ou seja, a demanda era maior do que a oferta. Agora, ficou evidente que o setor privado brasileiro está buscando essas alternativas, está investindo nessas inovações. Quer estar na linha de frente no que a gente chama de uma economia de baixo carbono. RFI: Na medida em que hoje essa economia envolve bilhões, poderá ser uma garantia de continuidade? J.P.C.: O setor privado, quando entra uma empresa que busca recursos do governo, mas coloca o seu próprio recurso, isso mostra que é um processo de médio e longo prazo da economia. Não é algo efêmero. Ninguém investe bilhões num setor da economia achando que isso pode mudar a qualquer momento. Quando você estabelece programas que trazem a economia para esse caminho, você está estruturando uma nova via que não irá mudar repentinamente, simplesmente porque muda o governo. Isso significa dizer que, por meio desse tipo de ação e por mudanças na legislação, por inclusão de normativas, você vai garantindo processos que tenham continuidade. Agora, é evidente que nós precisamos de governantes que tenham compromisso com a questão climática e da sustentabilidade. Isso é essencial em qualquer país, em qualquer circunstância. E a gente espera que a sociedade brasileira leve isso em conta, mostrando inclusive as diferenças e os resultados obtidos em diferentes governos, quando for fazer a sua opção. RFI: O fenômeno El Niño deverá voltar nos próximos meses, trazendo seca e alta probabilidade de incêndios no Brasil. Enfrentar os incêndios que estão por vir e talvez sejam inevitáveis será um dos seus desafios nesse curto período como ministro? J.P.C.: Esse tema de fato é muito preocupante. O El Niño parece que chega com muita intensidade. Desde o ano passado, nós iniciamos um processo de fazer reuniões mensais com os maiores meteorologistas e analistas climáticos do Brasil e alguns internacionais, para acompanhar isso no detalhe. O desafio será enorme se nós assistirmos à repetição do que ocorreu em 2023 e principalmente 2024. É muito grave ter secas intensas no Centro-Oeste Norte e Nordeste e chuvas intensas na região Sul. É muito desafiador, em um país de dimensão continental como o nosso, enfrentar uma situação tão diversa e tão intensa no seu território simultaneamente. Porém o Brasil mudou um pouco desde 2024. Nós começamos a construir o que a gente chama de uma mentalidade de prevenção a incêndios e desastres climáticos mais intensos. Do ponto de vista de incêndios, nós trabalhamos junto ao Congresso Nacional para aprovação de uma lei, que não estava avançando, que trata do chamado manejo integrado do fogo e define com maior clareza as responsabilidades dos diferentes entes nacionais, subnacionais, locais e do setor privado e da sociedade como um todo. Estamos trabalhando para mudar essa visão de que isso é uma responsabilidade só do governo federal. O grande desafio dos incêndios florestais é uma cultura, uma ação permanente da sociedade e das diferentes instâncias de governo para garantir a prevenção. O fogo, quando inicia, é fácil combater. Depois que ele ganha escala, é muito difícil. Várias resoluções foram aprovadas, estabelecendo novas rotinas e procedimentos. Também estabelecemos agora responsabilidades que envolvem proprietários rurais, as regras que eles devem observar para a prevenção. E criamos também o envolvimento da investigação, pela Polícia Federal, para identificar responsáveis pelo início de incêndios criminosos.
Hoy se cumple un año del histórico apagón que dejó a 60 millones de personas en España y Portugal sumidas en la oscuridad durante horas. Lo que sucedió aquel lunes de abril fue el mayor fallo eléctrico registrado en Europa en mucho tiempo. Se produjo en un país miembro fundador de la zona euro y referente autodeclarado de la transición energética. Ese país vio como su sistema eléctrico se caía por completo en cuestión de segundos. Doce meses, varios informes y dos comisiones parlamentarias después, el episodio sigue sin tener un culpable claro. Desde el punto de vista técnico el sistema perdió el equilibrio por una cadena de fallos en cadena. Hubo una serie de episodios de sobretensión, oscilaciones y dificultades para mantener la tensión, que culminaron en el cero eléctrico. La presidenta de Redeia, Beatriz Corredor, situó el origen en una oscilación detectada en una planta fotovoltaica de Badajoz, supuestamente la Núñez de Balboa, propiedad de Iberdrola, extremo que la eléctrica ha negado. Pero había mucho más. Un fallo en una sola central no puede provocar algo así. Ese día la elevada penetración renovable conectada mediante electrónica de potencia redujo la inercia mecánica que aportaban las centrales con turbinas como las nucleares, las hidráulicas y los ciclos combinados. Los informes oficiales del ministerio para la Transición Ecológica, el gestor europeo ENTSO-E y la CNMC han coincidido en calificar el evento como algo «multifactorial», un eufemismo que reparte culpas entre tantos actores que ninguno carga con ellas. Pero la CNMC ha constatado que España disponía de herramientas normativas suficientes para evitar el apagón. Las reglas existían, lo que falló fue su aplicación. El regulador ha incoado unos 55 expedientes sancionadores, el más grave contra la propia Red Eléctrica, y otros contra Iberdrola, Endesa, Naturgy, Repsol y las nucleares de Almaraz y Trillo. La batalla se sigue librando en varios frentes de forma simultánea. La Comisión del Senado señaló al Gobierno, a Red Eléctrica y a la CNMC. La del Congreso acaba de empezar y aún no se conocen sus conclusiones. Entretanto, en un juzgado de Madrid, las eléctricas litigan por acceder a las 8.000 conversaciones aportadas por Red Eléctrica que demostrarían que existían avisos previos. Iberdrola ha demandado al operador por competencia desleal en un juzgado mercantil. Portugal, que sufrió el apagón sin tener responsabilidad alguna, estudia también demandar a España. Las consecuencias económicas las tenemos ahí y las pagamos de forma sileciosa desde hace un año. Red Eléctrica opera con un margen de seguridad mayor, los servicios de ajuste se han encarecido y el precio en el mercado regulado es notablemente más alto que hace un año. La factura la está pagando el consumidor. En el frente político el balance es desolador. Ni una dimisión, ni un cese, ni una asunción explícita de culpa pese a las 8 víctimas mortales que provocó el apagón. Si alguna lección hemos de extraer de este episodio es que en España impera una cultura institucional que confunde la gestión pública con la gestión del relato, exactamente lo mismo que sucedió durante la pandemia o en las inundaciones de Valencia. Las fragilidades estructurales siguen ahí. Si los tribunales no ponen orden, el próximo apagón no será una sorpresa. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:37 Un año del gran apagón 30:51 Prioridad nacional 35:02 Nacionalidad 39:50 Regularización · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #apagon Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Pocos días después de consolidarse el pacto de Gobierno en Extremadura entre PP y Vox, algunos dirigentes populares se distancian de los acuerdos. Entre ellos, Isabel Díaz Ayuso y Juanma Moreno Bonilla que, a las puertas de las elecciones andaluzas, se desmarca de esa alianza y de las exigencias de la ultraderecha que amenaza con pedir más en las otras autonomías. Entretanto, empieza el proceso para solicitar la regularización extraordinaria de migrantes de forma presencial, una medida que el gobierno usa como bandera contra los políticas de la derecha. Hay más de 400 oficinas habilitadas, pero hay grupos organizados que está aprovechando la situación para vender citas a personas migrantes por más de 50 euros. Además, PP y Vox muestran su apoyo a la opositora venezolana María Corina Machado que se reunió con ambos pero que no lo hizo con Pedro Sánchez.
A menos de 72 horas de que expire la tregua entre Estados Unidos e Irán, el ejército estadounidense ha atacado un barco portacontenedores en el Estrecho de Ormuz, con el argumento de que estaba violando el bloqueo del paso marítimo impuesto por Donald Trump. El régimen de los ayatolás ha denunciado el ataque y ha asegurado que han lanzado drones contra buques de guerra estadounidenses. Entretanto, la delegación estadounidense llega hoy a Pakistán, país mediador en el conflicto, y desde Teherán no han confirmado si van a participar en el encuentro. Medios estatales aseguran que no lo harán mientras siga el bloqueo sobre Ormuz. Además, en Estados Unidos un hombre ha matado a ocho niños en un tiroteo y después ha sido abatido por la policía. Era padre de siete menores y se estaba divorciando de su mujer.
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Haja transparência. Mas como o voto é secreto, os donativos aos partidos passam a ser opacos. A partir de agora deixa de se poder saber de onde vem o dinheiro transferido para as organizações partidárias. O segredo passa a ser a alma do negócio. O que não era segredo para ninguém é que debater com André Ventura não é trocar argumentos, porque, por entre esgares, àpartes e caneladas, se torna difícil levar uma frase até ao fim. Pacheco Pereira desafiou o líder do Chega e houve espectáculo televisivo, sim, mas quem quiser aprender alguma coisa vai ter de procurar noutro lado. Entretanto, a semana trouxe-nos também a revelação de que o suposto anarca, o terrorista incompetente (Deo gratias!) do cocktail molotov contra uma manifestação anti-aborto é militante do PS. Quem acha que o mundo já não nos pode suspreender, terá ficado desiludido. Já não são só os números de Donald Trump (na semana em que viu o amigo Órban ser corrido na Hungria) que ainda conseguem espantar-nos. Embora aquela alusão a Jesus Cristo transformada, numa pirueta digna de um puto da segunda classe, em médico da Cruz Vermelha, seja difícil de igualar. Mas ele há-de superar-se, ó se há-de!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Después de 16 años en el gobierno, el ultraderechista Viktor Orbán, ha perdido las elecciones generales de Hungría. El opositor, de derecha europeísta, ha arrasado con casi el 54% de los votos, con lo que podrá, incluso, reformar la constitución del país y revertir algunas medidas impulsadas por Orbán. El primer ministro saliente, principal aliado de Trump en Europa, ha reconocido la derrota y ha anunciado que la oposición no se va a rendir. En Oriente Próximo, Trump retoma las amenazas a Irán después de que las negociaciones con Teherán de este fin de semana fracasaran. El presidente aseguró que si Irán sigue empeñándose en tener armas nucleares, destrozarán todo el país. Entretanto, a las 4 de la tarde, hora peninsular española, entra en vigor el bloqueo del Estrecho de Ormuz que ha impuesto Trump sobre todos los buques con origen o destino en las costas o puertos iraníes.
Las elecciones con más participación en la historia de Hungría acaban con 16 años de gobierno del ultraderechista Viktor Orban, aliado de Trump y de Putin. Miles de ciudadanos han celebrado en las calles del país la victoria del candidato de la derecha europeísta, Peter Magyar, con más del 53% de los votos. Bruselas y algunos de los principales líderes europeos han felicitado. Pedro Sánchez ha destacado que ganan Europa y los valores europeo, el Partido Popular atribuye la victoria al PP europeo y Santiago Abascal lamentó la derrota de uno de los principales líderes de la extrema derecha en Europa. Entretanto, las negociaciones entre Estados Unidos e Irán en Pakistán han fracasado y Trump responde anunciando un bloqueo total del Estrecho de Ormuz a todos los buques con origen o destino a las costas o puertos iraníes.
Apenas 24 horas antes de que comiencen las conversaciones entre Irán y Estados Unidos para negociar la paz, Donald Trump muestra su preocupación porque Teherán no está cumpliendo con la reapertura del Estrecho de Ormuz. Escribió un mensaje en su red social que Irán está haciendo un "trabajo pésimo" e instó al país persa a retirar de inmediato los peajes a los petroleros. Entretanto, Washington empuja a Israel a negociar con el Líbano para evitar que el alto al fuego salte por los aires. A expensas de lo que dure la paz y de si prospera el acuerdo, el Fondo Monetario Internacional ya advierte de que no habrá un regreso ordenado a la situación previa a la guerra y de que los bancos centrales tienen que estar preparados paras subir los tipos de interés.
Los estados del Golfo Pérsico atraviesan una crisis de primera magnitud. Sometidos al fuego diario de misiles y drones iraníes, la imagen de estabilidad que habían cultivado durante décadas se ha desmoronado. Todos dan por hecho que sus líderes deberán repensarlo su posición desde cero. Pero es improbable que modifiquen de raíz sus gran estrategia. Lo más seguro es que profundicen su alianza con Estados Unidos al tiempo que mantienen alguna forma de diálogo con Irán. Las fricciones entre los emiratos del Golfo y Estados Unidos a propósito de Irán no son nuevas (desde la invasión de Irak en 2003 hasta el acuerdo nuclear de Obama) pero ninguna llegó a mayores. Expulsar al ejército de EEUU de sus bases tras el conflicto solo daría la razón a Irán, que está atacándoles independientemente de las bases. Además, sin los sistemas Patriot y THAAD estadounidenses, que han interceptado en torno al 90% del armamento iraní, el peaje a pagar habría sido mucho mayor. Las alternativas a Estados Unidos revelan los límites de una posible diversificación de aliados. Pakistán ha resultado irrelevante pese a su acuerdo de defensa con Arabia Saudita. China se ha mantenido al margen y Europa funciona como complemento, no como sustituto. Entretanto, la imagen que tienen de Irán ha ido a peor, ya consideran enemigo al que antes consideraban hermano, pero eso no supondrá por ahora el fin de las relaciones. Saben que mientras en Teherán sigan mandando los mismos podrán estrangular el estrecho de Ormuz indefinidamente. La guerra ha generado un sentimiento de unidad, pero las diferencias políticas torpedean algo parecido a una OTAN del golfo Pérsico. Omán, de hecho, felicitó al nuevo líder supremo iraní y nadie más le secundó. Arabia Saudita, con su oleoducto Este-Oeste, está menos expuesta que los Emiratos, cuyos centros logísticos en la costa del golfo de Omán han sido atacados repetidamente. Cuando se asiente el polvo, estos emiratos tan ricos seguramente ajusten su política exterior, pero no la reinventarán. Estados Unidos es parte del problema, pero sigue siendo parte de la solución. Con Irán ocurre exactamente lo mismo. · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #golfopersico #iran Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals