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Presente Diário
Coerência

Presente Diário

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 3:42


Devocional do dia 07/03/2026 com o Tema: Coerência Desde que o pecado entrou no mundo, a história dos seres humanos é marcada pela incoerência. O que as pessoas acreditam sobre várias questões da vida não determina, necessariamente, seu modo de agir. Mesmo como cristãos, sofremos da Síndrome do Monte Carmelo, oscilando entre dois pensamentos. Entretanto, uma posição coerente sempre será requerida de nós: A quem seguiremos? Deus ou Baal?. Leitura Bíblica: 1 Reis 18.16-40 Veja como a sua fé e as suas ações agiram juntas. Por meio das suas ações, a sua fé se tornou completa (Tg 2.22, NTLH).See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Arte da Guerra
"Posição de Israel é o fator de terminante do ataque ao Irão"

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 33:17


Em mais um programa monotemático – o que à partida costuma ser um mau sinal – vale a pena entender o ‘dia antes' e o ‘dia depois' de mais uma ação militar da dupla Estados Unidos-Israel contra o Irão. Sendo o ‘dia antes' conhecido – mesmo que não explique de todo a ação militar – já o ‘dia seguinte' é uma nebulosa difícil de antecipar.Entretanto, à volta das fronteiras do Irão, o resto do mundo vai-se afundando em mais um momento de inflação, crise energética e tensão acrescida. É o ‘menu' do costume quando a guerra conta mais que a diplomacia.

La ContraCrónica
¿Crisis petrolera en ciernes?

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 58:17


La guerra en el golfo Pérsico está librándose en uno de los centros neurálgicos de la industria petrolera y gasística. Aproximadamente un 20% del crudo y el gas natural que se consume en el mundo sale de allí. Como consecuencia los precios del petróleo subieron entre un 7 y un 9% este lunes, el tercer día de bombardeos cruzados entre Estados Unidos, Israel, Irán y los emiratos del golfo. En ello tuvo mucho que ver el hecho que desde Teherán ordenaron atacar instalaciones energéticas en toda aquella región. Pero lo llamativo no es que hayan subido, sino que no lo hayan hecho mucho más. Lo que está ocurriendo en oriente medio es exactamente el escenario que el sector energético lleva años temiendo. Irán ha amenazado con cerrar el estrecho de Ormuz (y prácticamente lo ha conseguido ya que el tráfico de petroleros está casi paralizado en ambos sentidos), ha atacado la refinería saudí en Ras Tanura e instalaciones de gas natural en Catar. Entretanto, tres cazas estadounidenses cayeron en Kuwait víctimas del fuego amigo. Es una guerra en plena escalada, pero, a pesar de ello, el barril no llega a los 80 dólares. Para poner las cifras en contexto: en el verano de 2008, el petróleo superó los 140 dólares, y entonces no había ninguna amenaza seria sobre Ormuz ni ataques a refinerías saudíes. El gas natural también tuvo un arranque de semana complicado. Los precios en Europa se dispararon un 30%, impulsados tanto por el bloqueo del estrecho como por los ataques a la planta catarí de Ras Laffan, que forzaron que se detuviese en seco la producción. Catar es el segundo mayor exportador mundial de gas natural licuado, solo por detrás de Estados Unidos. El estrangulamiento del estrecho no ha requerido minas ni misiles: bastó con que el mercado de seguros marítimos de Londres suspendiera la cobertura de guerra durante el fin de semana para paralizar prácticamente todo el tráfico. Sin seguro, ningún armador se arriesga a mandar a sus barcos por ahí. Aunque llegará un momento en que los petroleros que esperan al este del estrecho tendrán que entrar a cargar. Eso o que los depósitos del interior del golfo (en Kuwait, Arabia Saudí, Irak e incluso el propio Irán) se saturarán. Pero hay alguien que lo está celebrando: Vladimir Putin. El Kremlin necesita petróleo caro para financiar la guerra en Ucrania y, aunque su crudo se vende con un importante descuento, la subida general de precios le beneficia. Los propagandistas rusos ya fantasean en voz alta con un petróleo a 100 dólares. La pregunta que todos se hacen es por qué han reaccionado los mercados con tanta calma. Los analistas apuntan a que el mercado mundial está bien abastecido, que la demanda no crece lo suficiente y que la OPEP ha prometido aumentar la producción el mes que viene. Además, durante la última década los inversores han ido perdiendo la fe en la llamada prima de riesgo geopolítico. Una guerra en oriente medio que hace sólo diez años habría disparado los precios hoy apenas mueve el indicador, al menos de momento. Para comentar esto con más calma vuelve a La ContraCrónica Carlos Siemens, un economista experto en divisas que hace ya tiempo que no pasa por aquí. · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #iran #petroleo Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Em directo da redacção
Israel: Padre católico cabo-verdiano tenta deixar Jerusalém

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 11:23


Israel e o seu aliado americano desencadearam no sábado uma guerra contra o Irão. Desde então o território israelita é alvo, também, de ataques tanto por parte do Irão como da milícia xiita libanesa do Hezbollah. Uma instabilidade que leva à fuga de populações a partir do Estado hebreu. É o caso do clérigo cabo-verdiano Ricardo Monteiro que equaciona deixar Israel e Jerusalém quanto antes. O padre Ricardo Monteiro, da diocese cabo-verdiana do Mindelo chegou a Jerusalém há quatro meses para prosseguir os seus estudos. Com o desencadear da guerra israelo-americana contra o Irão e consequentes retaliações de Teerão, mas também da milícia xiita libanesa Hezbollah este clérigo católico admite que desde o fim de semana passado tudo mudou no terreno e, por ora, tenta deixar quanto antes esta região do mundo. Até aqui tudo mudou, realmente. Estávamos numa rotina. Não obstante o ambiente que já sabemos que é próprio desta zona de tensão. Mas sabíamos que qualquer hora e momento poderia começar uma guerra entre esses países. Porém, tudo mudou porque com as sirenes das 08h15 do sábado, tivemos que suspender todos as actividades ordinárias. No meu caso as aulas, e nos manter em casa vigilantes por causa do início da guerra. Porque de imediato se lançou as informações necessárias e se decretou o tempo de emergência e portanto se disse que a guerra tinha começado. Portanto, temos que tomar as devidas precauções. Pessoalmente, fiquei apreensivo e não sabia bem o que fazer, se tinha que me ausentar do país, se tinha que ficar. E assim as pessoas não sabiam o que fazer no momento. Entretanto, agora, com o andar do tempo, vemos que a guerra continua. Os ataques continuam quase a toda a hora. E realmente o aconselhável é que quem puder também sair dessa região que saia. E é, portanto, suspender as coisas porque não se sabe até quando. Gostaria de fazer. Gostaria de sair, pelo menos por uma fase. Daí, de Jerusalém, para ficar em porto seguro ? Sim, sim. Normalmente estou a tratar de tudo para que eu possa realmente ausentar e normalmente já está tudo tratado com a embaixada. Espero somente do dia e da hora para podermos sair do país. Porque o espaço aéreo continua encerrado. Portanto, se tiver de sair de Israel terá de ir, imagino, por via terrestre até o Egipto, até um território vizinho, não é? Exactamente. As duas possibilidades são Egipto ou Jordânia, que estão abertas ainda As fronteiras terrestres que se pode ser não se podem entrar, mas se pode sair para poder apanhar o voo, a partir desses países. Mas o mais provável neste momento é o Egipto. Vamos ver se tudo se orienta por este lado. Ouve-se falar muito de alertas devido a mísseis que podem vir a ser interceptados. As pessoas é suposto irem para abrigos. Como é que é o dia a dia então do refúgio? No caso destes muitos ataques e de estarem a tocar as sirenes? Exacto. Normalmente, quando há a aproximação de um míssil justamente aqui em Jerusalém, as sirenes tocam. Tu recebes de imediato uma mensagem de alerta no teu telemóvel para quem tem o número de Israel. E de imediato tens que estar atento. Normalmente na aplicação também de alerta, podes ver mais ou menos onde irá cair os restos do míssil interceptado. Portanto, algumas regiões, algumas casas mais oficiais se presume que têm bunkers já previstos. Ou também para a população também está dividida em zonas. Os bunkers estão já preparados. Eu até agora não tive nenhuma necessidade de recorrer a esta alternativa porque em nenhum momento restos de mísseis ou mesmo mísseis caíram perto ou na zona onde estou por causa da prevenção. Eu estou numa zona muito segura e, portanto, não tenho tido essa necessidade. Mas isto é tudo disponível, está tudo muito organizado. As autoridades municipais e temos todas as informações em caso de perigo; o que fazer? Os israelitas ou as pessoas que moram em Israel assistiram ao desencadear desta guerra? O que é que eles lhe dizem. Acha que as pessoas estão a apoiar de facto, as autoridades que decretaram a guerra contra o vizinho Irão ? Sendo que, por o terem feito a milícia xiita do Hezbollah a partir do Líbano, está atacar também Israel. Portanto, ao fim e ao cabo, Israel está a ser avisado por dois actores simultâneos. Sim, normalmente aqui em Israel temos essas duas partes, pessoas que apoiam e que são a favor destes ataques e pessoas também que não aceitam ou que são contra esses ataques. Vamos encontrar isso mesmo entre os hebreus mais ortodoxos. Existe sempre essa divisão. Aqueles que apoiam esta guerra, que apoiam, que acham justa esta intervenção, outros que nem por isso. Que acham que isso é um exagero, que estamos a criar conflito com outros países. Mas nesta região sempre é uma característica. Ao longo dos séculos, sempre. Esta zona foi uma zona de conflito e Israel já está habituado. E as pessoas aqui estão, vêm isso de forma natural. Como eles enfrentam essa crise, enquanto nós, que somos estrangeiros. Estamos um pouco espantados e procurando meios e estar sempre alerta. Eles não levam uma vida normal. Você tem que ir na rua. Você tem que fazer alguma coisa. Fazem porque já estão habituados. E estas fronteiras já desde o ano passado sabíamos desde aquele conflito de fronteira com o Líbano. Eu tive a oportunidade, no mês de dezembro, de visitar estas zonas perto do Líbano e da Síria. São zonas mesmo perigosas porque mesmo antes de esta guerra já existiam conflitos. O conflito nestas zonas é permanente e, portanto, são zonas que às vezes nós não damos conta. Mas está lá o conflito. E agora sim, com o contexto assim favorável, aproveitam sempre para intensificar e poder também atingir um ao outro. Porque esses dois países fazem fronteiras, não são amigos, não têm relações. Acha que a mesma perceção para muitos israelitas, que o inimigo, mesmo existencial, é o Irão e que, portanto, seria necessário de facto visar o Irão por o Irão pretender mesmo acabar com o Estado de Israel ? Na minha humilde opinião, é aquilo que eu fui ouvindo essa inimizade existir. Este perigo é algo que sempre é patente. Existe porque não são amigos, porém acreditamos. Muitos aqui já são mais esclarecidos. Sabem que por detrás desta razão, existem muitas outras razões a nível político, social, económico mesmo. E também agora nesta situação, porque sabemos que neste momento, daqui a pouco vamos entrar no tempo das eleições aqui em Israel. Tudo isso serve um pouco para apresentar um novo panorama e, portanto, acredito que há muita coisa por detrás. Só vindo aqui e conhecendo as realidades é que se pode compreender parcialmente essa história, porque é muita coisa complicada e sabemos que o Irão. Sim, é um perigo para Israel. E sabemos também que Israel não ama o Irão porque sempre Irão se posicionou contra o estado hebraico. Porém, as formas e os contornos que isso vai tomando é que reflecte mais a intenção do indivíduo que guia o país do que a intenção do povo que representa este país. Porque muitos sectores receiam de facto uma invasão terrestre do Líbano por parte de Israel, já que as autoridades do Líbano não conseguem de facto impedir que o Hezbollah continue a disparar mísseis contra Haifa, nomeadamente. Acho que aí em Israel as pessoas acham que enviar tropas para o Líbano poderá vir a acontecer ? Eu acredito que com o andar do tempo isso poderá acontecer, porque tem uma razão que eles alegam. Os hebreus alegam que é uma razão de base, que acho que é muito frágil, mas eles assumem essa posição porque biblicamente, a Terra prometida aos hebreus realmente vai para além da fronteira que Israel tem. Vai para além, vai até ao Líbano. Portanto, acreditam que esse território é deles, que foi usurpado e, portanto, vão usar sempre esse critério para o realizar. Mas é um critério frágil, porque, mesmo biblicamente estudando, vêmos que esse território nunca foi uniforme. Sempre houve conflitos aqui. Às vezes ia até um certo sítio, outras vezes não, dependendo dos líderes e, portanto, não é de todo sustentável. Porém, é o que eles querem mesmo alargar cada vez mais esse território. Entramos na lógica de "a galinha, o ovo. Quem é que chegou primeiro" ? Foram os palestinianos, foram os judeus ? Exactamente. É toda uma dinâmica bastante perigosa. Esteve aí quando havia ainda a questão do conflito, também na Faixa de Gaza. Nessa altura já era complicado aí a situação ? Sim, eu cheguei, já isto tinha acontecido, já tinha Faixa de Gaza. Eu cheguei em outubro do ano passado. Ainda estava quente porque nunca cessou os problemas na Faixa de Gaza até agora. Encontrámos militares naquela fronteira. Nós não podíamos acessar aquela terra aqui, por exemplo, o Patriarca de Jerusalém já lá foi, com todas as tratativas diplomáticas necessárias e sempre que ele traz notícias, um pouco devastadoras, porque realmente aquela zona quase que já não existe, está totalmente destruída. Continua a lançar aquilo que podemos dizer ofensivas aquele território. E eu quando cheguei, ainda encontrei isso. E ainda existe. Ainda é patente essa história, infelizmente. E o que tem? Porque enquanto existir o Hamas, enquanto existir esse poder, eles estarão sempre lá a defender aquelas fronteiras. E contra o Estado de Israel. Dizia que vai tentar de facto sair. Como é que equaciona o seu futuro? O senhor estava de facto a estudar. Precisaria de concluir os seus estudos, portanto imagino que precise prazo de voltar para aí, não é? Exactamente. Normalmente as aulas estão suspensas. A minha missão aqui é o estudo e também o contacto com as zonas bíblicas. Portanto, estando tudo suspendido por um tempo indeterminado e dado o risco que existe... Nós vivemos aqui normalmente, mas acredito que a iminência do perigo sempre está. Não sabemos onde é que esta guerra vai parar, Então eu pretendo ausentar me e reavaliar se no futuro próximo devo regressar para continuar; se num futuro mais longínquo, regressar quando estiver mais controladas e ver ? Porque aqui nessa zona, quem vem para aqui também tem que estar preparado para tudo isto. A instabilidade é permanente e eu acredito que terei que reavaliar e ver o que é mais importante neste momento, até para a minha caminhada como presbítero. Saber onde é que Deus quer que eu esteja para realizar a sua vontade. Está ligado a alguma diocese cabo verdiana ? Sou diocesano da Diocese de Mindelo, em Cabo Verde. É quarta feira, vai tentar sair nas próximas horas ? Talvez hoje já não dá, mas amanhã de certeza. Entre a tarde e depois de amanhã vamos ver. Eu farei de tudo. E também o pessoal diplomático aqui das embaixadas são muito susceptíveis de nos ajudar e de certeza terão já uma solução. Há embaixada cabo-verdiana aí ? Há consulado cabo-verdiano. Temos o consulado, mas sempre eu tento também através da Embaixada de Portugal, também.

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La guerra en el golfo Pérsico está librándose en uno de los centros neurálgicos de la industria petrolera y gasística. Aproximadamente un 20% del crudo y el gas natural que se consume en el mundo sale de allí. Como consecuencia los precios del petróleo subieron entre un 7 y un 9% este lunes, el tercer día de bombardeos cruzados entre Estados Unidos, Israel, Irán y los emiratos del golfo. En ello tuvo mucho que ver el hecho que desde Teherán ordenaron atacar instalaciones energéticas en toda aquella región. Pero lo llamativo no es que hayan subido, sino que no lo hayan hecho mucho más. Lo que está ocurriendo en oriente medio es exactamente el escenario que el sector energético lleva años temiendo. Irán ha amenazado con cerrar el estrecho de Ormuz (y prácticamente lo ha conseguido ya que el tráfico de petroleros está casi paralizado en ambos sentidos), ha atacado la refinería saudí en Ras Tanura e instalaciones de gas natural en Catar. Entretanto, tres cazas estadounidenses cayeron en Kuwait víctimas del fuego amigo. Es una guerra en plena escalada, pero, a pesar de ello, el barril no llega a los 80 dólares. Para poner las cifras en contexto: en el verano de 2008, el petróleo superó los 140 dólares, y entonces no había ninguna amenaza seria sobre Ormuz ni ataques a refinerías saudíes. El gas natural también tuvo un arranque de semana complicado. Los precios en Europa se dispararon un 30%, impulsados tanto por el bloqueo del estrecho como por los ataques a la planta catarí de Ras Laffan, que forzaron que se detuviese en seco la producción. Catar es el segundo mayor exportador mundial de gas natural licuado, solo por detrás de Estados Unidos. El estrangulamiento del estrecho no ha requerido minas ni misiles: bastó con que el mercado de seguros marítimos de Londres suspendiera la cobertura de guerra durante el fin de semana para paralizar prácticamente todo el tráfico. Sin seguro, ningún armador se arriesga a mandar a sus barcos por ahí. Aunque llegará un momento en que los petroleros que esperan al este del estrecho tendrán que entrar a cargar. Eso o que los depósitos del interior del golfo (en Kuwait, Arabia Saudí, Irak e incluso el propio Irán) se saturarán. Pero hay alguien que lo está celebrando: Vladimir Putin. El Kremlin necesita petróleo caro para financiar la guerra en Ucrania y, aunque su crudo se vende con un importante descuento, la subida general de precios le beneficia. Los propagandistas rusos ya fantasean en voz alta con un petróleo a 100 dólares. La pregunta que todos se hacen es por qué han reaccionado los mercados con tanta calma. Los analistas apuntan a que el mercado mundial está bien abastecido, que la demanda no crece lo suficiente y que la OPEP ha prometido aumentar la producción el mes que viene. Además, durante la última década los inversores han ido perdiendo la fe en la llamada prima de riesgo geopolítico. Una guerra en oriente medio que hace sólo diez años habría disparado los precios hoy apenas mueve el indicador, al menos de momento. Para comentar esto con más calma vuelve a La ContraCrónica Carlos Siemens, un economista experto en divisas que hace ya tiempo que no pasa por aquí. · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #iran #petroleo

Semana em África
Justiça, corrupção e cheias marcam a actualidade no continente africano

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 7:18


Esta semana damos destaque para a detenção de um antigo conselheiro presidencial em São Tomé e Príncipe, novos desenvolvimentos judiciais em Moçambique e na Guiné-Bissau, as graves inundações em Angola e as preocupações com os direitos e liberdades no país, além da próxima visita do Papa a África Em São Tomé e Príncipe, o cidadão sueco Carlsson Magnus foi detido na ilha do Príncipe por uma brigada da Interpol, em colaboração com a Polícia Judiciária são-tomense. O arguido detinha passaporte diplomático são-tomense desde Dezembro de 2025 e foi exonerado pelo Presidente da República no passado dia 4 de Fevereiro. O Chefe de Estado, Carlos Vila Nova, afirmou aguardar com serenidade a decisão judicial e confirmou que o antigo conselheiro é acusado de ofensas corporais graves, detenção e uso de armas proibidas e violação sexual grave. Ainda no plano institucional, Artur Vera Cruz foi eleito novo presidente do Tribunal Constitucional. Na cerimónia de tomada de posse, garantiu que a instituição vai pautar a sua actuação pelo estrito cumprimento da Constituição. Também o presidente da Assembleia Nacional, Abnildo de Oliveira, sublinhou a importância do papel do Tribunal Constitucional no equilíbrio dos poderes e na defesa da legalidade democrática. Moçambique: detenções por desvio de donativos e combate à corrupção Subiu para dez o número de agentes e funcionários públicos detidos por alegado desvio de donativos destinados às vítimas das cheias na província de Gaza, no sul de Moçambique. O porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal em Gaza, Zaqueu Mucambe, admite que o número de detidos poderá aumentar, numa investigação que continua em curso. No mesmo país, foram igualmente detidos o antigo director-geral das Linhas Aéreas de Moçambique, João Pó Jorge, o director das Finanças e o chefe da tesouraria da companhia aérea estatal. As detenções ocorreram no mesmo dia em que o Presidente da República deixou um aviso claro quanto ao lugar dos corruptos, reforçando a mensagem de tolerância zero face à corrupção. Angola: cheias devastadoras e alerta sobre direitos e liberdades As chuvas torrenciais que continuam a atingir várias regiões de Angola estão a provocar inundações, destruição de infra-estruturas e o desalojamento de centenas de famílias. Na província do Cunene, mais de mil famílias ficaram sem casa. Bairros inteiros encontram-se submersos, com escolas e outras infra-estruturas seriamente danificadas. A situação dos direitos e liberdades no país também está sob escrutínio. Um relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo denuncia o agravamento da repressão da liberdade de expressão e da participação cívica e política. As organizações acusam as forças de segurança de actuações ilegais, em particular durante a greve dos táxis, em Julho de 2025, que ficou marcada por episódios de violência e provocou 22 mortos, entre os quais três menores.O jurista Jaime Mussinda, do MUDEI, acusa as autoridades de não garantirem justiça às vítimas. Entretanto, o Papa vai visitar Angola de 18 a 21 de Abril de 2026. Vai ser recebido pelo Chefe de Estado, celebrará missas no Kilamba e em Saurimo e visitará o santuário da Muxima. A viagem apostólica inclui ainda passagens pela Argélia e pelos Camarões, antes de terminar na Guiné Equatorial. Guiné-Bissau: julgamento por tentativa de golpe na fase final Na Guiné-Bissau, entrou na fase final o julgamento do antigo chefe da Armada, acusado de tentativa de golpe de Estado em 2022. O Ministério Público Militar pede uma pena efectiva de seis anos de prisão para Bubo Na Tchuto, enquanto a defesa requer a absolvição. A decisão do tribunal é aguardada com expectativa num país marcado por sucessivas crises político-militares.

Meio Ambiente
Salinização dos solos obriga regiões costeiras a reinventarem a agricultura

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 7:26


A interação entre um clima mais quente e práticas agrícolas prejudiciais está tornando as regiões costeiras cada vez menos férteis. A salinização dos solos se expande nos cinco continentes e, nas zonas áridas e semiáridas, coloca em risco cultivos tradicionais.    Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mais de 10% da superfície terrestre é afetada pelo fenômeno. A presença de sal é natural na terra e na água. No entanto, a crise climática e a má gestão humana têm levado a desequilíbrios que abalam a fertilidade destes solos. Um bilhão de hectares do planeta estão ameaçados nas próximas décadas. As zonas diretamente em contato com o mar são as mais vulneráveis – é onde a água dos lençóis freáticos costuma ser mais explorada para o consumo humano, abrindo espaço para a substituição pela água salgada. Em entrevista à RFI, o hidrologista Claude Hammecker, especialista no estudo dos solos do instituto francês de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD), afirma que as mudanças climáticas pioram este contexto. “Por um lado, o aumento dos períodos de seca, e consequentemente o aumento da evaporação, contribuirá para agravar a salinização em áreas onde o sal já está presente. Mas quando a evaporação é forçada, devido ao uso de água dos lençóis freáticos para a irrigação, a acumulação de sal aumenta”, sublinha. “Além disso, com a diminuição das chuvas, que naturalmente ‘lavam' o excesso de sal no solo, teremos um acúmulo ainda maior deste sal”, complementa. Litoral do Brasil e desmatamento Nas regiões mais áridas, os governos locais recorrem aos lençóis freáticos para compensar a falta de chuva. Mas mesmo onde as precipitações são abundantes, a prática é comum, observa o especialista. “Eu trabalhei no Brasil, e todas as grandes megalópoles localizadas no litoral brasileiro consomem quantidades enormes de água, bombeando-a diretamente dos aquíferos e contribuindo para o que se chama de ‘beijo de sal'. A água doce é extraída e gradualmente substituída pela do mar, tornando a água cada vez mais salgada”, aponta. Em seu relatório mais completo sobre o tema, publicado há pouco mais de um ano, a FAO alerta que 16% das águas subterrâneas já são afetadas pelo fenômeno, tornando uma área ainda maior em torno da costa pouco propensa à agricultura. Outros processos naturais de salinização também podem ocorrer, relacionados a antigos depósitos marinhos transformados em camadas geológicas. Conforme as movimentações da água ou escavações, essas camadas, formadas há milhares de anos, podem emergir à superfície. Entretanto, este processo pode se acelerar com a degradação do meio ambiente pela ação humana. “Na Tailândia, temos antigos depósitos de sal enterrados profundamente no subsolo e que, à primeira vista, não representavam uma ameaça para a agricultura. Mas eles ressurgiram devido ao desmatamento, que fez com que a água da chuva se infiltrasse muito mais profundamente, subisse à superfície e criasse um lençol freático salgado, que afeta as plantações”, salienta Hammecker. Reviravolta nas culturas tradicionais Entre os países que mais sofrem com a salinização, estão Argentina, China, Estados Unidos, Rússia e Irã. Nos países mediterrâneos, o problema tem se acentuado nos últimos anos, tanto no norte da África, quanto na Europa. No sul da França, a região de Camargue exemplifica os desafios. Tradicional produtora de sal e de culturas que se desenvolvem bem em solos arenosos e salinizados, como o arroz, Camargue agora sofre os efeitos dos excessos de calor e das secas, mas também da expansão do próprio sal, com o aumento do nível do mar. Os prejuízos dos viticultores se acumulam, e muitos produtores de arroz agora têm preferido se voltar para cereais menos dependentes de irrigação. A necessidade de mudança causa tensões, observou à RFI o ecólogo Raphaël Mathevet, ligado ao respeitado Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) da França. O pesquisador tem tentado convencer os agricultores a experimentar culturas resilientes às novas condições, como o melão ou o tomate. “Temos um choque cultural. Estamos falando de agricultores que vêm desenvolvendo a Camargue há muito tempo graças à irrigação, às escavadeiras e à tecnologia, e que se consideram os próprios criadores desta Camargue que precisa ser protegida hoje”, detalha. “Eles se enxergam como um contraponto aos cientistas e ativistas que dizem que, ao contrário, devemos aproveitar esta crise para pensar em uma recomposição territorial, repensar o desenvolvimento econômico do delta, em outras culturas e em outras formas de atuação.” Especialistas da Parceria Global para o Solo estimam que, nos países mais afetados pela salinização, as perdas de produtividade podem chegar a 72% para o arroz, 68% para o feijão, 45% para a cana-de-açúcar e 37% para o milho. O impacto é maior nos países em desenvolvimento, menos preparados para lidar com o problema.

A Arte da Guerra
Discurso de Trump no estado da União “fica ao lado da verdade”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 40:18


Um país dentro de um país. É assim que os cartéis que gerem a produção e a venda de drogas no México querem que as coisas continuem. Aparentemente, a presidente do México – apoiada pelo presidente dos Estados Unidos – quer mudar esse estado de coisas.Mas a violenta intervenção contra os cartéis mexicanos deixa claro, por outro lado, que o tema era uma mera desculpa quando aplicado à Venezuela.Entretanto, o vizinho a norte passa por um período de grande esplendor, como se um sonho todos os dias se tornasse cada vez mais real. Mas talvez seja um exagero de Donald Trump.Exagero é com certeza o tempo que a guerra na Ucrânia já dura: quatro anos, milhares de mortos, todo uma nova Europa, mais negra e mais insegura, que se vai formando diante dos olhos espantados dos europeus.

La ContraCrónica
Liberación arancelaria

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 55:56


El Tribunal Supremo de Estados Unidos emitió el pasado viernes una trascendental sentencia al declarar ilegales buena parte de los aranceles impuestos por Donald Trump hace casi un año. Con una mayoría de 6 votos frente a 3, los magistrados del Supremo determinaron que el presidente excedió sus facultades al utilizar la Ley de Poderes Económicos de Emergencia Internacional de 1977 para aplicar gravámenes de forma unilateral sin permiso del Congreso. El núcleo de la sentencia sostiene que, si bien esta ley permite regular importaciones en situaciones de emergencia nacional, no otorga al Ejecutivo el poder de establecer impuestos fronterizos ilimitados, una competencia que la Constitución reserva exclusivamente al Congreso bajo el principio histórico de que no puede haber impuestos sin representación. Esta decisión anula más del 60% de los aranceles del llamado "Día de la Liberación", incluyendo el arancel global del 10% y los aranceles adicionales aplicados a China, México y Canadá. El impacto económico es de gran envergadura. Se estima que el gobierno podría verse obligado a reembolsar más de 175.000 millones de dólares a los importadores afectados. Aunque técnicamente estos reembolsos podrían ejecutarse de forma automática mediante los sistemas digitales de aduanas, existe el temor de que la administración imponga trabas burocráticas para retrasar los pagos, obligando así a muchas pequeñas empresas a recurrir a largos y costosos litigios. El origen jurídico de este revés se encuentra en la demanda interpuesta por empresas como Learning Resources, que esgrimieron ante el Tribunal Supremo que la competencia para gravar el comercio internacional pertenece al poder legislativo, no al ejecutivo. La reacción de Trump fue inmediata y virulenta, calificó el fallo de "antiestadounidense" y atacó incluso a los jueces que él mismo había nominado. No obstante, en un intento por esquivar la sentencia, el presidente anunció rápidamente un nuevo arancel global del 15% recurriendo a la Sección 122 de la Ley de Comercio de 1974. Esta vía alternativa, aunque legalmente más sólida para el corto plazo, tiene límites temporales y de cuantía que no existían con las medidas que tomó en abril del año pasado. A largo plazo, el fallo representa una victoria importante para la división de poderes y el Estado de derecho. Impide que futuros presidentes utilicen presuntas emergencias nacionales para eludir el control parlamentario sobre la política fiscal. Pero la batalla comercial persiste. El Gobierno Trump no se da por vencido y explora otros resquicios legales como las Secciones 232 y 301 para mantener los aranceles sobre el acero, el aluminio y productos tecnológicos. Entretanto, la realidad económica ha contradicho los objetivos iniciales del gobierno: el déficit comercial no se ha reducido y el coste de estas tensiones arancelarias sigue recayendo directamente sobre las empresas y los consumidores estadounidenses, que son quienes están pagando los productos importados más caros en un entorno de incertidumbre creciente. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:32 Liberación arancelaria 30:57 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 32:55 El burka en el mundo islámico 40:57 El fin del Mencho · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #aranceles #trump Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Convidado
Tensões na vida política são-tomense são "apenas expedientes para se posicionar nas eleições"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 13:53


Nestas ultimas semanas, São Tomé e Príncipe tem vivido ao ritmo de sobressaltos políticos que começaram em Janeiro, quando o Tribunal Constitucional considerou anticonstitucional o decreto do Presidente Vila Nova que demitiu há um pouco mais de um ano o governo então encabeçado por Patrice Trovoada, do mesmo partido que ele. Seguiu-se o anúncio de uma moção de censura por iniciativa da ala do ADI fiel a Patrice Trovoada, moção essa que acabou por ser retirada, sem que diminuísse a tensão política, apesar de entretanto o Presidente da Republica ter marcado as presidenciais para 19 de Julho e as legislativas para 27 de Setembro. A seguir a estes primeiros episódios, no dia 2 de Fevereiro, uma maioria de 29 deputados da oposição e alguns eleitos do ADI da ala presidencial, reuniram-se em sessão plenária e adoptaram a destituição da então Presidente do parlamento, Celmira Sacramento, a revogação da lei interpretativa, a exoneração dos cinco juízes do Tribunal Constitucional, e elegeram o presidente da Comissão Eleitoral. Esta plenária e as decisões daí decorrentes foram consideradas "ilegais" pelo Tribunal Constitucional, ao qual a presidente do parlamento destituída também disse que iria recorrer. Entretanto, na semana passada, Abnildo de Oliveira, antigo membro do ADI foi eleito novo Presidente do Parlamento. Tudo isto em poucas semanas, quando faltam já escassos meses para os são-tomenses serem chamados às urnas e renovarem os órgãos e instituições que os representam. Sobre esta situação, os pontos de vista são altamente divergentes. Patrice Trovoada considera que "houve um golpe palaciano" e que "a democracia está em perigo" no seu país. O actual chefe do governo, Américo Ramos, considera por seu lado que "é uma questão resolvida" e que "o Parlamento, como representante do povo, permitiu evitar uma situação de crise política e levar o Governo até às eleições". Foi neste âmbito que a RFI conversou com o sociólogo são-tomense Olívio Diogo que analisou este momento particular da vida política do arquipélago. RFI: Como é que se pode analisar toda esta sucessão de sobressaltos? Olívio Diogo: Para analisarmos tudo isso que está a acontecer agora em São Tomé e Príncipe, é preciso nós fazermos uma pequena retrospectiva daquilo que aconteceu a partir do momento que este partido chegou ao poder com o Patrice Trovoada. E foi com a entrada de Patrice Trovoada que se constituiu o novo Tribunal Constitucional. E é preciso dizer que foi também através de Patrice Trovoada que os juízes do Supremo Tribunal de Justiça foram jubilados antecipadamente, nomeadamente o Juiz Frederico da Glória, o Juiz José Bandeira. Portanto são um conjunto de acções que foram acontecendo quando Patrice Trovoada chegou ao poder. Passando esta fase, o que acontece com o Presidente da República? Exonerou o primeiro-ministro há mais de um ano. E para surpresa de todos, um ano depois, o Tribunal Constitucional dá o ar da sua graça, dizendo que esta decisão é inconstitucional. Mas este Tribunal Constitucional, que é o Tribunal Constitucional que tomou posse através das acções do antigo primeiro-ministro Patrice Trovoada, toma estas medidas num ano em que nós sabemos que haveria as eleições. É justamente neste ano em que o Presidente da República marca a data das eleições, que o Tribunal Constitucional vem dizer que é inconstitucional a demissão do primeiro-ministro. No ano de eleição, para ver que a tramóia é completa. A Assembleia Nacional, que é um órgão colegial, decidiu voltar a reunir-se para tomar deicisões porque a senhora presidente da Assembleia que estava em função decidiu tomar uma série de medidas que tornou a sua presença completamente vexatória diante dos outros deputados. 29 deputados pediram a exoneração da senhora presidente da Assembleia e fizeram eleição de novos órgãos para dirigir a Assembleia. Uma das decisões desta nova maioria na Assembleia foi destituir este Tribunal Constitucional. E mais, há um elemento a que não fez referência, que é a nomeação do novo presidente da Comissão Eleitoral Nacional. RFI: Para tentarmos perceber: o que é que está por detrás da exoneração de Celmira Sacramento do cargo de presidente do Parlamento de São Tomé e Príncipe? Olívio Diogo: Para qualquer cidadão atento, como é o meu caso, a atitude da Celmira passou a ser muito deficitária. A senhora quis que alguns deputados tomassem posse quando eles não tinham criado as condições para tomarem posse. Dentro destes elementos todos, há um outro elemento importante. É que o ADI, a franja de Patrice Trovoada, meteu uma moção de censura na Assembleia e decidiu ir discutir essa moção de censura. A Presidente tomou posições que fragilizaram a sua situação. Ela impediu que tomassem posse três deputados que foram eleitos. Celmira tentou inviabilizar isso e, mais adiante, tentou permitir que alguns deputados tomassem posse quando eles não tinham a legitimidade para tal. A situação tornou-se bastante complicada para que ela continuasse a exercer funções. E é preciso dizer qualquer coisa muito importante em relação a isso: é que Celmira Sacramento está consciente. Ela deixou o cargo, passou para o cargo de deputada porque ela percebeu que ela não foi de forma nenhuma destituída de forma ilegal, como tem-se tentado passar. RFI: Relativamente a outro aspecto, a nomeação da Comissão Eleitoral, isto quando falta poucos meses para pleitos eleitorais, as legislativas e, antes disso, as presidenciais. A nomeação dessa comissão eleitoral era também um ponto fulcral e aparentemente, também é algo problemático em todo este imbróglio. Olívio Diogo: A nomeação do presidente da Comissão Eleitoral é uma acção que já vem sendo desencadeada há algum tempo a esta parte. Portanto, já se estava a preparar este processo. Tanto é que a identificação do elemento da ala de Patrice Trovoada para esta função, a Isabel Domingos, já tinha sido identificada há muito tempo. Só que esta nova maioria, para além da Isabel Domingos, também indigitou um outro elemento e esse elemento foi votado. E é uma eleição, naturalmente, que é um acto da Assembleia. A Assembleia nomeou normalmente o novo presidente para a Assembleia, e para a comissão eleitoral. E é preciso dizer claramente, as pessoas, os deputados e ex-governantes deste país já perceberam uma coisa: é que estas acções são decorrentes de acções de outros indivíduos. Tudo o que está acontecendo hoje é o que já aconteceu no passado. Tem que se dizer claramente: esta é uma acção desencadeada por Patrice Trovoada única e exclusivamente. Patrice Trovoada tem promovido todo este debate, tem promovido toda esta situação que hoje nós vivemos. É preciso dizer que o ADI ganhou com maioria absoluta na Assembleia, o ADI elegeu o Presidente da República. Portanto, ali tinha tudo para governar e tudo isso com a liderança de Patrice Trovoada. E Patrice Trovoada conseguiu desentender-se com o Presidente da República, conseguiu desentender-se com o vice-presidente da Assembleia, Abnildo de Oliveira. É preciso perceber que Patrice Trovoada desencadeou um conjunto de acções, criando anticorpos para si próprio. RFI: Lá está, o calendário em que tudo isto acontece, estamos a poucos meses das eleições presidenciais e também das eleições legislativas. Qual é o interesse de haver toda esta confusão quando falta pouco tempo para os respectivos mandatos do Presidente e também do Governo terminarem? Olívio Diogo: Ora, lá está, isto é importante nós percebemos. É verdade que o mandato do Presidente da República está na fase final. Nós sabemos que o Presidente da República perde o seu mandato a partir de Junho, naturalmente. Mas o que é importante dizer é que é neste ano e que todos os partidos políticos têm que entrar em acção para esclarecer a sua posição. É uma questão de posicionamento, porque, repare, quando o presidente Vila Nova demitiu o primeiro-ministro Patrice Trovoada, o que aconteceu foi o seguinte: ele demitiu o primeiro-ministro e ele nomeou um elemento do ADI para continuar a governar. Neste momento, cada um dos partidos políticos, o ADI do Patrice Trovoada e ala do Américo Ramos, estão a tentar reunir condições para estar em melhores condições para ir às eleições. Mas é preciso dizer que a situação é sempre definida pelo povo, a não ser que eles tentem alterar isso. Os governantes são-tomenses sempre assumiram e aceitaram o resultado eleitoral. Eu acho que dessa vez não será ao contrário. O que está a acontecer é apenas expedientes para se posicionar em relação àquilo que será as eleições. RFI: Como é que a população são-tomense olha para tudo isto? Olívio Diogo: A população são-tomense não está envolvida neste problema. Está completamente fora disso. Ouvem, comentam naturalmente nos bares, nos cafés, nos mercados. Há sempre comentários em relação às acções políticas. Mas vou dar um exemplo. Nós temos uma população que está com uma crise energética há mais de quatro ou cinco meses em que nós continuamos. Não há convulsão, não há nada. A população não sai à rua para entrar em confusões desgovernadas. A população está, nesta fase do processo, a definir qual será a sua posição em caso de uma eleição. Estamos em Fevereiro. A eleição presidencial está marcada para Julho. Ainda não conhecemos o candidato a não ser o Carlos Vila Nova, que será candidato à sua própria sucessão. Portanto, é para perceber que nós temos um país completamente assimétrico. O povo resguarda a sua posição e só sairá para ir votar. RFI: Qual é a situação neste momento da população? Falou nomeadamente dos cortes de energia. Como é que estamos neste momento? Olívio Diogo: É uma situação crónica que nós vivemos. Nós tínhamos um fornecedor de energia que é a Tesla (empresa turca Tesla STP), que tinha sido contratada pelo anterior primeiro-ministro Patrice Trovoada. Este governo entendeu que o contrato com a Tesla não é o contrato mais adequado para o país. Decidiu não revogar o contrato, mas sim rever o contrato. Não houve entendimento com a Tesla. A Tesla saiu e apanhou este governo em contrapé. A situação da água também continua bastante complexa. A situação de vida das populações continua também com muitas dificuldades, apesar de algumas melhorias a que o país tem vindo a assistir. Mas a melhoria da vida da população ainda não se atingiu. Nós continuamos aqui convencidos de que haverá dias melhores para todos os são-tomenses. RFI: Para concluirmos, portanto, temos por um lado Patrice Trovoada a dizer que "a democracia em São Tomé e Príncipe está em perigo" devido àquilo que ele chama um "golpe palaciano" e "decisões contrárias à Constituição". E por outro lado, temos um primeiro-ministro, Américo Ramos, que diz que "não há crise em São Tomé e Príncipe" e que "tudo isto foi sanado com a designação do presidente do Parlamento". Em que ponto é que se situa de facto a situação política são-tomense? Olívio Diogo: Neste momento não tenho a posição nem do primeiro-ministro nem tenho a posição do Patrice Trovoada. O que é certo é que as instituições estão a funcionar. Quando se diz que a "democracia são-tomense está em risco", não se vê a democracia em risco. Nós temos uma democracia que está a funcionar com os seus níveis altos e baixos, mas a democracia está a funcionar. Repare, já temos a data das eleições. Vai acontecer eleições. Patrice Trovoada diz que a democracia não está a funcionar, porquê? Porque foi substituído o Presidente da Assembleia. Há quanto tempo estamos a espera para eleger um vice-presidente para a Assembleia? Porque Patrice Trovoada não queria designar este vice-presidente da Assembleia. Portanto, hoje o Patrice diz que a democracia está em causa. Tudo bem porque ele está fora do processo. Patrice Trovoada tem que perceber que este é um processo que vai-se alterando, vão entrando novos actores e novos actores vão saindo. E eu digo mais: não há dúvidas de se vai criar as condições para que ele venha às eleições. O país continua aqui. Nós estamos aqui. Não acredito que alguém o vá prender de forma ilegal. Se houver um processo na Justiça, isso é outra coisa. Será um processo normal. Mas neste preciso momento, ninguém está impedindo Patrice Trovoada de vir a São Tomé e aliás a divisão que existe neste momento é uma divisão interna do seu partido. Mais nada. Ele era o líder do partido. Ele deixou de continuar a controlar o partido. Isto está a desencadear toda essa atitude que nós estamos a ver. O Américo Ramos é do ADI, o Levy Nazaré sempre foi do ADI. Abnildo de Oliveira sempre foi, o Carlos Vila Nova, foi ministro de Patrice Trovoada. A democracia não está em causa. Nós vamos ter umas eleições e as instituições vão continuar a funcionar.

Bate Pé
Controlo e traições, dia dos namorados perfeito, violência nas creches, Rui bate com carro de Mafalda - Karma, Novos projectos, Primeiro o leite ou o ananás?

Bate Pé

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 44:23


Este episódio tem o apoio de Salsa. Vou começar já com um spoiler: o carteiro não toca durante a gravação. Escusam de ficar nervosos. Entretanto, qual a última vez que se sentiram nervosos? Quando bateram com o carro ou quando o vosso namorado vos perguntou se queriam por um chip na pele para vos controlar? Foi uma semana intensa com boas ações e notícias dramáticas, tudo misturado, tudo confuso. Esperamos também que não fiquem baralhados de não ver o Rui de fato de treino, foi sem querer.REDES SOCIAISMafalda Castro:/@mafaldacastro Rui Simões: /@ruisimoes10 Bate Pé instagram:/@batepeclips Bate Pé Tiktok: /@bate.pe

Al contado
China 'le hace la pinza' a EEUU con el dólar y Europa quiere 'subirse al carro'

Al contado

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026


Los reguladores chinos han aconsejado a las instituciones financieras del gigante asiático que limiten sus tenencias de bonos del Tesoro de EEUU. Entretanto, desde Europa advierten sobre la necesidad de reducir urgentemente su dependencia de los sistemas de pago estadounidenses, como Visa y Mastercard, y de crear sus propias alternativas.

Novus Capital
NovusCast - 13 de Fevereiro 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 17:45


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego. No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade. No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%. Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.

Semana em África
Golpes, terrorismo e clima dominam agenda da União Africana

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:23


Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.

La ContraCrónica
El fin del chavismo petrolero

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 59:04


Han pasado ya cuarenta días desde la detención de Nicolás Maduro y su traslado a Estados Unidos. Entretanto, el panorama político venezolano ha empezado a cambiar ya que el nuevo gobierno se ha decantado por el pragmatismo y la supervivencia. Recluido en Nueva York a la espera de un juicio que se prevé largo, Maduro representa hoy un pasado que el chavismo intenta dejar atrás para adaptarse a las nuevas coordenadas dictadas desde Washington. Con Delcy Rodríguez el régimen ha puesto en marcha una transición supervisada por Donald Trump, que quiere aprovechar los recursos energéticos de la república caribeña para fortalecer la industria petrolera estadounidense y reducir la dependencia que países como la India tienen del petróleo ruso. Aparte de la liberación de presos políticos y algunas medidas cosméticas, lo más importante que ha hecho Delcy Rodríguez hasta la fecha es reformar la ley de hidrocarburos con la idea de revertir veinticinco años de política petrolera bolivariana. El sector petrolero venezolano padecía un control estatal asfixiante tras sucesivas expropiaciones de activos extranjeros y la purga de técnicos cualificados en PDVSA. Esto convirtió a la antaño joya de la corona en una herramienta de financiación política y diplomacia clientelar. El resultado fue un deterioro paulatino que hundió la producción dejando al país en la ruina económica tras el fin del ciclo alcista de los primeros años del siglo. La nueva ley de Rodríguez intenta atraer desesperadamente el capital que la industria petrolera venezolana necesita para salir del marasmo. Entre esos cambios está la ruptura del control absoluto que PDVSA tenía sobre las empresas mixtas, lo que permitirá contratos de producción compartida similares al vigente con Chevron. El objetivo es estabilizar la industria y elevar la producción a corto plazo, pero los obstáculos siguen siendo monumentales. Aunque la ley promete apertura, los gigantes energéticos como ExxonMobil se muestran escépticos. La falta de un Estado de derecho sólido y el hecho de que la reforma ha sido redactada de forma apresurada y bajo presión externa generan dudas sobre la durabilidad de estas protecciones legales. La estructura fiscal propuesta sigue resultando muy punitiva en comparación con otros grandes productores como Irak o Argentina. Con regalías e impuestos que se van por encima del 45% de los ingresos, Venezuela compite en desventaja. El Departamento del Tesoro estadounidense ha puesto de su lado y ha comenzado a emitir licencias limitadas para que sus empresas operen como árbitros del sector. Pero las grandes inversiones a largo plazo parecen lejanas. La ambición de Trump de utilizar el crudo venezolano para desplazar al petróleo ruso en mercados como la India choca con la realidad numérica. Venezuela no cuenta con la capacidad de producción necesaria para cubrir los más de un millón de barriles diarios que la India importa de Rusia cada día, y mucho menos a los precios rebajados que ofrecen los rusos. La reforma representa un gran paso adelante, algo impensable hace solo dos meses, pero el camino hacia la recuperación total y la confianza de mercado sigue condicionado a la incertidumbre de una transición política que apenas ha comenzado. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:44 El fin del chavismo petrolero 31:56 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 33:55 Bad Bunny en la Super Bowl 49:43 La segunda generación de inmigrantes Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Convidado
Diáspora solidária com vítimas das cheias em Moçambique e Portugal

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 14:15


A diáspora moçambicana e portuguesa está a mobilizar-se em campanhas para ajudar as vítimas das cheias em Moçambique e em Portugal. São várias as associações que meteram “mãos à obra” através de diferentes iniciativas, como angariação de bens, transporte de material e organização de um concerto online. Concerto online “Vozes unidas por Moçambique” Várias associações moçambicanas juntaram-se para organizar um "Concerto Virtual Solidário", a 21 de Fevereiro, que vai ser transmitido a partir da plataforma Zoom, às 17h de Moçambique. A venda dos bilhetes vai servir para comprar material e bens essenciais para as vítimas das cheias no sul de Moçambique, onde muitas pessoas “perderam tudo”, explica Laura Chirrime, presidente e fundadora da Associação Muthiana, com sede em França. “No dia 21 de Fevereiro, nós vamos fazer um concerto virtual solidário, em que teremos a presença de 14 cantores, cem por cento da venda dos bilhetes é para ajudar famílias nas comunidades, há muitas famílias deslocadas neste momento. (...) As pessoas perderam tudo, perderam casas, perderam tudo o que tinham e precisam de tudo. Há pessoas que estão sem comer, sem sítios para dormir. Quem está no terreno diz que é preciso tudo”, explica Laura Chirrime. O concerto “Vozes unidas por Moçambique” é uma iniciativa da associação Alliance Solidaire pour les Femmes - Muthiana, da Associação para a promoção social e inclusão e diversidade social em Moçambique - Inclusão, da Associação Amigos de África em Madrid e do Movimento de Sociedade Civil dos Moçambicanos na Diáspora- Indignados. A iniciativa vai juntar vários artistas como Stewart Sukuma,Vintani Nafassi e May Mbira, e músicos da diáspora como Arsénio de Almeida e Cândido Xerinda (França), Nilsa Mosele (Suiça), Beny Tomás (Dinamarca), Jovi Chironda (Bélgica),Vicente Cossa (Itália), Shaila Jesuíta (Portugal) e Santinho Baahana (Alemanha). Em Moçambique, as cheias de Janeiro causaram, até esta quinta-feira, pelo menos, 27 mortos e afectaram mais de 700 mil pessoas, de acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O país prepara-se, agora, para a chegada do ciclone tropical Gezani, em que estão previstos ventos até 140 quilómetros por hora e chuvas intensas, que poderão afectar cerca de 1,1 milhão de pessoas. 70 toneladas de bens de Paris para o centro de Portugal  Portugal também foi fustigado por uma sequência de tempestades que provocou a morte de, pelo menos, 15 pessoas e uma destruição difícil de contabilizar, desde que a tempestade Kristin entrou no território continental, a 28 de Janeiro. As cheias e as inundações devastaram casas, empresas, escolas, campos e deixaram populações isoladas, sem luz, água e comunicações, estradas cortadas pela queda de árvores e postes de electricidade. A Associação Todos Juntos França e outras associações portuguesas mobilizaram-se para ajudar as vítimas das tempestades Kristin, Leonardo e Marta, testemunhou o dirigente associativo e empresário Patrick Mateus: “Quando soubemos da catástrofe Kristin não ficámos de mãos cruzadas. Resolvemos pôr mãos à obra e ajudar a população portuguesa com os meios que temos.” O também membro da Todos Juntos France e presidente da Associação Cravos Dourados de Livry-Gargan explicou que, numa primeira fase, a Associação Todos Juntos France comprou lonas e cordas e mandou “quase 22.000 metros quadrados de lonas para Portugal” num primeiro camião. Desde então - acrescenta Patrick Mateus - foram enviadas “lonas, materiais de construção, martelos, pregos, botas de água, casacos” e bens alimentares, ou seja, “quatro camiões que representam mais ou menos 70 toneladas de mercadoria”. O dirigente associativo admite que a zona severamente afectada pelas tempestades é uma região de onde são oriundos muitos dos emigrantes portugueses que vivem em França e que foi através deles que se teve a noção da amplitude dos danos materiais. Entretanto, foram várias as associações que se juntaram à onda de solidariedade e que têm angariado os bens, em contacto com a protecção civil e os autarcas portugueses. Na próxima terça-feira, a Rádio Alfa (estação da emigração portuguesa em França) vai difundir uma emissão especial com várias dessas associações para ajudar as vítimas das tempestades em Portugal.

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Han pasado ya cuarenta días desde la detención de Nicolás Maduro y su traslado a Estados Unidos. Entretanto, el panorama político venezolano ha empezado a cambiar ya que el nuevo gobierno se ha decantado por el pragmatismo y la supervivencia. Recluido en Nueva York a la espera de un juicio que se prevé largo, Maduro representa hoy un pasado que el chavismo intenta dejar atrás para adaptarse a las nuevas coordenadas dictadas desde Washington. Con Delcy Rodríguez el régimen ha puesto en marcha una transición supervisada por Donald Trump, que quiere aprovechar los recursos energéticos de la república caribeña para fortalecer la industria petrolera estadounidense y reducir la dependencia que países como la India tienen del petróleo ruso. Aparte de la liberación de presos políticos y algunas medidas cosméticas, lo más importante que ha hecho Delcy Rodríguez hasta la fecha es reformar la ley de hidrocarburos con la idea de revertir veinticinco años de política petrolera bolivariana. El sector petrolero venezolano padecía un control estatal asfixiante tras sucesivas expropiaciones de activos extranjeros y la purga de técnicos cualificados en PDVSA. Esto convirtió a la antaño joya de la corona en una herramienta de financiación política y diplomacia clientelar. El resultado fue un deterioro paulatino que hundió la producción dejando al país en la ruina económica tras el fin del ciclo alcista de los primeros años del siglo. La nueva ley de Rodríguez intenta atraer desesperadamente el capital que la industria petrolera venezolana necesita para salir del marasmo. Entre esos cambios está la ruptura del control absoluto que PDVSA tenía sobre las empresas mixtas, lo que permitirá contratos de producción compartida similares al vigente con Chevron. El objetivo es estabilizar la industria y elevar la producción a corto plazo, pero los obstáculos siguen siendo monumentales. Aunque la ley promete apertura, los gigantes energéticos como ExxonMobil se muestran escépticos. La falta de un Estado de derecho sólido y el hecho de que la reforma ha sido redactada de forma apresurada y bajo presión externa generan dudas sobre la durabilidad de estas protecciones legales. La estructura fiscal propuesta sigue resultando muy punitiva en comparación con otros grandes productores como Irak o Argentina. Con regalías e impuestos que se van por encima del 45% de los ingresos, Venezuela compite en desventaja. El Departamento del Tesoro estadounidense ha puesto de su lado y ha comenzado a emitir licencias limitadas para que sus empresas operen como árbitros del sector. Pero las grandes inversiones a largo plazo parecen lejanas. La ambición de Trump de utilizar el crudo venezolano para desplazar al petróleo ruso en mercados como la India choca con la realidad numérica. Venezuela no cuenta con la capacidad de producción necesaria para cubrir los más de un millón de barriles diarios que la India importa de Rusia cada día, y mucho menos a los precios rebajados que ofrecen los rusos. La reforma representa un gran paso adelante, algo impensable hace solo dos meses, pero el camino hacia la recuperación total y la confianza de mercado sigue condicionado a la incertidumbre de una transición política que apenas ha comenzado. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:44 El fin del chavismo petrolero 31:56 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 33:55 Bad Bunny en la Super Bowl 49:43 La segunda generación de inmigrantes

Economia
'Pejotização', benefícios: os próximos passos para a justiça fiscal no Brasil, segundo observatório

Economia

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 5:21


A reforma fiscal de 2025 é um primeiro passo para reduzir as desigualdades tributárias no Brasil, mas muito resta a fazer para a justiça fiscal no país, avaliam economistas do recém‑criado Observatório Fiscal Internacional, em Paris. O centro de estudos, dirigido pelo economista francês Gabriel Zucman, concentra pesquisas em temas como tributação da riqueza, evasão fiscal e fluxos financeiros ilícitos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A instituição é a ampliação do Observatório Fiscal Europeu, sediado desde 2021 na Paris School of Economics (PSE). O Brasil atrai uma atenção especial dos pesquisadores, ao ter um dos sistemas tributários mais desiguais, “se não for o mais desigual entre as grandes economias”, segundo Zucman. “Esta situação precisa evoluir. Trata-se de um desafio econômico e político central para o Brasil, que acho que estará no foco da eleição presidencial”, disse, no lançamento da instituição, na última quinta-feira (5). Durante a presidência brasileira do G20, em 2024, o economista contribuiu para a elaboração da proposta de criação de um imposto global de 2% sobre a renda dos ultrarricos, que Brasília levou à mesa de negociações do fórum internacional. A declaração final do evento não incluiu o projeto, que atingiria cerca de 3 mil pessoas no mundo. Entretanto, o comunicado fez uma menção inédita à importância da tributação dos bilionários, uma vitória para os defensores do tributo. Para Zucman, o debate que se sucedeu não só no Brasil, como na França, Holanda, Espanha, África do Sul, Colômbia e o estado americano da Califórnia, mostra que os avanços para uma maior justiça fiscal são uma questão de tempo. “Por todo o lugar, estamos vendo iniciativas para encontrar uma solução para o problema atual, de que as grandes fortunas conseguem se exonerar da solidariedade nacional. Acho que daqui a 20 ou 30 anos, retrospectivamente, veremos o período atual, entre 2024 e 2026, como o ponto de virada: o início de um movimento internacional pela taxação dos bilionários, das grandes fortunas, da mesma forma como houve um movimento internacional no início do século 20 para a criação do imposto de renda progressivo”, frisou. No Brasil, desigualdade ainda maior do que se pensava Em agosto passado, o Ministério da Fazenda apresentou um trabalho da equipe de Zucman em parceria com a Receita Federal sobre a desigualdade tributária no Brasil, ainda maior do que se imaginava. O 1% de brasileiros mais ricos concentram cerca de 27,4% de toda a renda no país, 7% a mais do que apontavam estudos anteriores. Além disso, a pesquisa concluiu que enquanto as classes médias e os trabalhadores no Brasil têm uma alíquota média de impostos de 42,5%, o topo da pirâmide de renda tem menos da metade, 20,6%. Apesar da reforma, que aumentou a faixa de isenção do imposto de renda para os mais pobres e criou um tributo inédito para o topo da riqueza no Brasil, as distorções continuam e a regressividade do imposto no Brasil é uma das mais elevadas do mundo, salienta Theo Palomo, autor principal da pesquisa. “Existem várias propostas, um debate público sobre como reduzir essa regressividade. Mas só é possível avaliar essas propostas quando você tem números de qual é a diferença de tributo que o bilionário está pagando em relação à classe média”, afirmou o doutorando na PSE. “O nosso estudo faz exatamente isso: ele consegue informar o debate e possibilitar uma discussão mais informada da realidade brasileira.” Benefícios fiscais para empresas Um dos focos das próximas pesquisas será avaliar a eficiência dos benefícios tributários, que fazem despencar a arrecadação das empresas, principalmente as grandes. “Existe muito benefício para a inovação, a tecnologia, o desenvolvimento regional. Então, uma pergunta fundamental é: esses benefícios estão cumprindo seu papel?”, disse. “Essa é uma questão superimportante, ainda mais nesse cenário de que o Brasil tem uma restrição orçamentária, e os benefícios tributários são gigantescos. As grandes empresas, como a gente mostra no nosso estudo, são controladas pela população mais rica, ou seja, esses benefícios, no fundo, beneficiam os mais ricos.” Os mecanismos de fuga de impostos também estão na mira do observatório. Um dos movimentos que a reforma fiscal tende a acelerar entre os ricos é o de reter os lucros nas empresas, em vez de distribui-los, e assim evitar a mordida do imposto de renda. “Tem uma discussão de áreas mais cinzentas do que seria evasão e otimização. É uma coisa que a gente está começando a estudar, por exemplo, a pejotização”, destaca Palomo. “A gente está querendo justamente avançar nessa agenda para entender exatamente a contribuição de cada um, não só em termos de orçamento, que é uma questão importantíssima, quanto do orçamento está sendo perdido por evasão fiscal, mas também entender como isso impacta a desigualdade do Brasil.” Em abril, o Observatório Fiscal Internacional publicará um relatório sobre a progressividade dos impostos na América Latina, com foco nos ultrarricos. Brasília exerce atualmente a presidência da Plataforma de Cooperação Tributária para a América Latina e o Caribe (PTLAC), que discute soluções para implementar maior justiça fiscal na região. O fórum foi criado em 2022, no âmbito da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Leia tambémFrança: volta de Imposto sobre a Fortuna não causaria debandada de ricos, indica estudo

Meio Ambiente
Ao menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 23:40


Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa.   Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações.    “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.” 

Naruhodo
Naruhodo #459 - O estoicismo melhora nossa qualidade de vida?

Naruhodo

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 58:47


Concentrar-se no que é controlável e aceitar o que é incontrolável. Essa á uma das máximas do pensamento estóico, criado pelo imperador romano Marco Aurélio e que voltou ao hype. Afinal, o que é - e, principalmente, o que não é - estoicismo?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 48s)* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERChegou fevereiro, ilustríssima ouvinte e ilustríssimo ouvinte do Naruhodo.É quando a rotina aperta de verdade: o calor pesa, os compromissos se acumulam, o corpo sente, o Carnaval se aproxima — e a vida real acontece sem pausa.E qual é a roupa que acompanha o seu ritmo?Ela mesma: INSIDER.Afinal, INSIDER é a escolha inteligente que aguenta o dia inteiro, aguenta o calor, aguenta o movimento, aguenta a rotina.Ou seja: sustenta seu ritmo com muito estilo.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto para clientes cadastrados e 20% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe Western origins of mindfulness therapy in ancient Romehttps://link.springer.com/article/10.1007/s10072-023-06651-wA Comparative Analysis of Stoicism and Cognitive Behavioural Therapy (CBT)http://albertinejournal.org/10%20A%20Comparative%20Analysis%20of%20Stoicism%20and%20Cognitive%20Behavioural%20Therapy%20(CBT).pdfWilliam James and the Impetus of Stoic Rhetorichttps://scholarlypublishingcollective.org/psup/p-n-r/article-abstract/45/3/246/290269/William-James-and-the-Impetus-of-Stoic-RhetoricThe Ancient Origins of Cognitive Therapy: The Reemergence of Stoicismhttps://www.proquest.com/openview/742f90a1c1e13c9085ce2a9c8d0410fe/1?pq-origsite=gscholar&cbl=28723Core Beliefs in Cognitive Behavioral Therapy and Stoicismhttps://muse.jhu.edu/pub/1/article/964183/summaryPatricia A. Rosenmeyer (2001). Ancient Epistolary Fictions: The Letter in Greek Literature. Cambridge University Press. p. 214. ISBN 978-0-521-80004-4.https://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam031/00041454.pdfA HISTORY OF CYNICISM https://www.holybooks.com/wp-content/uploads/A-History-of-Cynicism.pdfStoicism as a Panacea for Contemporary Problemshttps://www.proquest.com/openview/f128731c9d006eca833b90aa36167659/1?pq-origsite=gscholar&cbl=18750&diss=yThe Stoic Capitalist: Advice for the Exceptionally Ambitioushttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=VR1VEQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP2&dq=stoicism+and+capitalism&ots=VuA23wsQ3C&sig=BUUMCHZI782I82BzPTwzSi6ui74&redir_esc=y#v=onepage&q=stoicism%20and%20capitalism&f=falsePopular Stoicism in the Face of Social Uncertaintyhttps://www.ceeol.com/search/article-detail?id=1075832Diógenes Laércio, Vidas e Doutrinas dos Filósofos Ilustreshttps://revistas.ufrj.br/index.php/FilosofiaClassica/article/download/40618/22230/110987Nietzsche contra stoicism: naturalism and value, suffering and amor fati https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0020174X.2019.1527547Stoicism and sensation seeking: Male vulnerabilities for the acquired capability for suicidehttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0092656612000530Can stoic training develop medical student empathy and resilience? A mixed-methods studyhttps://link.springer.com/article/10.1186/s12909-022-03391-xTroubling stoicism: Sociocultural influences and applications to health and illness behaviourhttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1363459312451179Meditações - Marco Auréliohttps://masculinistaopressoroficial.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/06/meditac3a7c3b5es-marco-aurc3a9lio.pdfBig boys don't cry: An investigation of stoicism and its mental health outcomeshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886907004473Naruhodo #26 - Meditação faz bem pra saúde, segundo a ciência?https://www.youtube.com/watch?v=cqzZlXHtxjkNaruhodo #404 - Por que algumas pessoas gostam de terminar as coisas e outras não?https://www.youtube.com/watch?v=pTSZ--4TKMkNaruhodo #135 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Fq-VjuiTOY0Naruhodo #136 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yRZkLKL6QH0Naruhodo #319 - O tempo passa mais rápido quando ficamos mais velhos?https://www.youtube.com/watch?v=8xgBvsN0b_INaruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowgNaruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rcNaruhodo #446 - O que é transfuga de classe?https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZoNaruhodo #430 - Por que é tão difícil deixar o rancor de lado?https://www.youtube.com/watch?v=u0IesoD4A9ANaruhodo #346 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=p9-iauANzY0Naruhodo #347 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yggQXOE9lRYNaruhodo #186 - O que são as 4 causas de Aristóteles?https://www.youtube.com/watch?v=GQnAQGbMpXcNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNs*TEXTO MARCO AURÉLIOAo despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas das inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa. Isso é tudo o que sou: um pouco de carne, um breve fôlego vital e o guia interior. Deixe os livros! Não te distraias mais; não está permitido a ti. Mas que, na idéia de que já és um moribundo, despreza a carne: sangue e pó, ossos, fino tecido de nervos, de pequenas veias e artérias. Olha também em que consiste o fôlego vital: vento, e nem sempre o mesmo, pois em todo momento se expira e de novo se aspira. Em terceiro lugar, pois, te resta o guia interior. Reflete assim: és velho; não o consintas por mais tempo que seja escravo, nem que siga ainda arrastando-se como marionete por instintos egoístas, nem que maldigas o destino presente ou tenhas receio do futuro. Para qualquer parte da natureza, é bom aquilo que colabora com a natureza do conjunto e o que é capaz de preservá-la. E conservam o mundo tanto as transformações dos elementos simples como as dos compostos. Sejam suficientes para ti essas reflexões, se são princípios básicos. Afasta tua sede de livros, para não morrer amargurado, mas verdadeiramente resignado e grato de coração aos deuses. Não consumas a parte da vida que te resta fazendo conjecturas sobre outras pessoas, a não ser que teu objetivo aponte para o bem comum; porque certamente te privas de outra tarefa. Ao querer saber, ao imaginar o que faz fulano e por que, e o que pensa e o que trama e tantas coisas semelhantes que provocam teu raciocínio, tu te afastas da observação do teu guia interior. Convém, consequentemente, que, no encadear das tuas ideias, evites admitir o que é fruto do azar e supérfluo, mas muito mais o inútil e pernicioso. Deves também acostumar-te a ter unicamente aquelas ideias sobre as quais, se te perguntassem de súbito “em que pensas agora?”, com franqueza pudesses responder no mesmo instante “nisso e naquilo”, de maneira que no mesmo instante se manifestasse que tudo em ti é simples, benévolo e próprio de um ser isento de toda cobiça, inveja, receio ou qualquer outra paixão, da qual pudesses envergonhar-te ao reconhecer que a possui em teu pensamento. Porque o homem com essas características, que já não demora em situar-se entre os melhores, converte-se em sacerdote e servo dos deuses, posto ao serviço também da divindade que habita seu interior; tudo que o imuniza contra os prazeres, o faz invulnerável a toda dor, intocável a todo excesso, insensível a toda maldade, atleta da mais excelsa luta, luta que se entrava para não ser abatido por nenhuma paixão, impregnado a fundo de justiça, apegado, com toda a sua alma, aos acontecimentos e a tudo o que lhe tenha acontecido. E, raramente, a não ser por uma grande necessidade e tendo em vista o bem comum, cogita o que a outra pessoa diz, faz ou pensa. Colocará unicamente em prática aquelas coisas que lhe correspondem, e pensa sem cessar no que lhe pertence, o que foi alinhado ao conjunto. Enquanto, por um lado, cumpre o seu dever, por outro, está convencido de que é bom. Porque o destino designado a cada um está envolvido no conjunto e ao mesmo tempo o envolve. Tem também presente que todos os seres racionais têm parentesco e que preocupar-se com todos os homens está de acordo com a natureza humana Mas não deves considerar a opinião de todos, mas somente a opinião daqueles que vivem conforme a natureza. E, em relação aos que não vivem assim, prossegue recordando até o fim como são em casa e fora dela, pela noite e durante o dia, e com que classe de gente convivem. Consequentemente, não considera o elogio de tais homens que nem consigo mesmos estão satisfeitos.Na convicção de que pode sair da vida a qualquer momento, faça, fale e pense todas e cada uma das coisas em consonância com essa ideia. Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência? Mas sim, existem, e lhes importam as coisas humanas, e criaram todos os meios a seu alcance para que o homem não sucumba aos verdadeiros males. E se restar algum mal, também haveriam previsto, a fim de que contasse o homem com todos os meios para evitar cair nele. Mas o que não torna pior um homem, como isso poderia fazer pior a sua vida? Nem por ignorância nem conscientemente, mas por ser incapaz de prevenir ou corrigir esses defeitos, a natureza do conjunto o teria consentido. E, tampouco, por incapacidade ou inabilidade teria cometido um erro de tais dimensões como acontece aos bons e aos maus indistintamente, bens e males em partes iguais. Entretanto, morte e vida, glória e infâmia, dor e prazer, riqueza e penúria, tudo isso acontecem indistintamente ao homem bom e ao mal, pois não é nem belo nem feio, porque, efetivamente, não são bons nem maus.*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Geopizza
IMPERADOR de ROMA por ACASO: VESPASIANO #136

Geopizza

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 135:09


O ano de 69 foi um dos piores de Roma de todo século 1.Esse foi o famoso "Ano dos 4 Imperadores" época em que cada parte do império foi controlado por um líder diferente: Galba, Otho, Vitélio e, agora, Vespasiano.Curiosamente, Vespasiano nunca almejou ser imperador de Roma nem participou dos bastidores do poder político.Mesmo assim, ele iria ria explorar a fraqueza de cada um de seus adversários, deixando sua marca em Roma para sempre.Entretanto, toda essa instabilidade do ano de 69 iria cobrar um preço alto de toda civilização romana.____________________________________Veja as imagens dos personagens, mapas ,fontes e locais abordados no podcast no nosso site: https://geopizza.com.br/imperador-de-roma-por-acaso-vespasiano-136/____________________________________Nos siga nas redes:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠_____________⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira nossa loja ⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠_____________⁠⁠⁠⁠⁠Anuncie no Geopizza ⁠⁠⁠⁠⁠_____________Para escutar nossos episódios EXCLUSIVOS, apoie o Geo através do PIX: pix@geopizza.com.br Siga essas etapas:1: Programe o pix - R$ 5 valor mínimo - para todo dia 5 do mês2: Mande o comprovante de agendamento para o mesmo e-mail3: Aguarde!_____________Outras maneiras de apoio:⁠⁠⁠⁠⁠Apoiase: https://apoia.se/geopizza⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Patreon: https://www.patreon.com/geopizza⁠_____________Contato do Alexander:51984496851alexanderdesmouceaux@gmail.comDemo Reel:https://youtu.be/IcvTrZStvCI

Grupo Risa
04:00H | 08 FEB 2026 | Grupo Risa

Grupo Risa

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 59:00


Aragón celebra hoy elecciones autonómicas anticipadas, una novedad que no coincide con otros procesos, para elegir sus 67 escaños. Más de un millón de aragoneses están llamados a las urnas. Entretanto, el temporal de lluvias azota Andalucía, dejando más de 11.000 personas desalojadas, con especial incidencia en Cádiz y pérdidas millonarias en el sector agrario, destacando un 40% de afectación en el ovino-caprino de Jaén. Los maquinistas ferroviarios mantienen una amenaza de huelga para el 9, 10 y 11 de febrero si las negociaciones con el ministerio no prosperan. Demandan mayor inversión en mantenimiento, seguridad y personal, así como revertir externalizaciones, impactando cercanías, media y alta velocidad con servicios mínimos. En el ámbito deportivo, el Real Madrid se enfrenta al Valencia en Mestalla en su lucha por La Liga, mientras que España se consagra campeona de Europa de Fútbol Sala por octava vez al vencer a Portugal. Entre otros temas, se aborda la propuesta de Pedro ...

A Arte da Guerra
“Avanço russo no terreno não tem dado resultados”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 32:52


Perante mais uma ronda de negociações entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, coloca-se a questão de se saber se os seus resultados podem beneficiar de algum modo aqueles que querem o estabelecimento da paz. Para todos os efeitos, a Europa continua a ser o parente pobre deste choque de forçar que se dá, mais uma vez, no Emirados Árabes Unidos.Do outro lado do Atlântico, o ‘caso' Epstein' espalha as suas metástases por todo o lado – inclusivamente para o lado de cá do oceano – o que não é necessariamente mau para Donald Trump.Entretanto, vale a pena tentar-se perceber para onde vai a Índia e a sua frenética atividade na área da negociação de parcerias estratégicas comerciais com os principais blocos económicos.

Economia
Brasil ganha espaço na indústria da guerra, em meio a demanda global em alta

Economia

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 5:59


Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp.   “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.”   A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.

A Arte da Guerra
Discurso de Zelensky em Davos ouvido “com estranheza” na Europa

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 43:02


Ainda as consequências do que foi dito em Davos, com destaque para a intervenção do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, uma espécie de grito de independência, mas também do presidente ucraniano, que quis ‘colar-se' aos Estados Unidos em detrimento de uma Europa que está ao seu lado desde o primeiro instante.Entretanto, a União Europeia na Índia e o Reino Unido na China tentam em paralelo manter-se ao largo das consequências da estratégia comercial dos Estados Unidos.A palavra de ordem é encontrar alternativas a um mercado que se vai fechando, mas principalmente que confunde taxas alfandegárias com armas letais no combate geopolítico.

Espiritismo em Seu Lar
#265 - O jugo leve

Espiritismo em Seu Lar

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 16:43


1. Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo. (S. Mateus, 11:28 a 30.)2. Todos os sofrimentos: misérias, decepções, dores físicas, perda de seres amados, encontram consolação em a fé no futuro, em a confiança na justiça de Deus, que o Cristo veio ensinar aos homens. Sobre aquele que, ao contrário, nada espera após esta vida, ou que simplesmente duvida, as aflições caem com todo o seu peso e nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Foi isso que levou Jesus a dizer:“Vinde a mim todos vós que estais fatigados, que eu vos aliviarei.”Entretanto, faz depender de uma condição a sua assistência e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei por ele ensinada. Seu jugo é a observância dessa lei; mas, esse jugo é leve e a lei é suave, pois que apenas impõe, como dever, o amor e a caridade.

Bate Pé
Beijar de olhos abertos, Os Beckham- ser Mãe de menino, Parar para ajudar carro? Casas que já tivemos, Pessoas que não usam ciclovia, Truque para ser persuasivo, Final da história da mota

Bate Pé

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 44:21


Já beijaram de olhos abertos? Esperemos que não. Esperamos também que não sejam aquelas pessoas que beijam mesmo diretamente a face, com beijo de avó. Mas se forem também está tudo bem. Entretanto, resolvemos o caso da mota barulhenta das 23h, falamos sobre ser mãe de menino e ainda alguma macadaREDES SOCIAISMafalda Castro: / mafaldacastro Rui Simões: / ruisimoes10 Bate Pé instagram: / batepeclips Bate Pé Tiktok: / bate.pe APOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank

Semana em África
A semana em que a população de Moçambique enfrentou intempéries e cheias

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 16:50


Abrimos o recapitulativo desta semana em África com Moçambique com as intempéries que provocaram mortíferas cheias essencialmente no sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, para além de mais de uma dezena de mortos só nestes últimos dias e mais de 700 mil pessoas afectadas, o balanço muito provisório da época chuvosa é de pelo menos 123 mortos desde Outubro. Ao longo destes últimos dias, as autoridades tentaram acudir às pessoas que se encontram bloqueadas devido às cheias, com grandes dificuldades pelo meio, como chegou a reconhecer Benvinda Levy, primeira-ministra de Moçambique. Neste quadro já por si difícil, a situação epidemiológica também piorou comparativamente com o ano passado, com um recrudescimento de doenças diarreicas e casos de paludismo. Perante a ausência de sinais de abrandamento das intempéries, o governo deu conta da sua apreensão face à possível ruptura da Barragem de Senteeko, na África do Sul, com possíveis consequências em alguns distritos das províncias e Maputo e Gaza na região do sul do país. Relativamente desta vez a São Tomé e Príncipe, num acórdão datado de 15 de Janeiro, o Tribunal Constitucional apontou violações da Constituição no decreto presidencial de 6 de Janeiro de 2025 demitindo o governo então dirigido por Patrice Trovoada, da ADI, e que depois foi substituído pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, pertencente a uma outra ala do mesmo partido. Reagindo na segunda-feira a este acórdão do Tribunal Constitucional, Patrice Trovoada declarou-se "disponível para voltar à governação do país". Por seu turno, o actual chefe do governo, Américo Ramos, questionou o 'timing' do acórdão, 12 meses depois da demissão do anterior governo. Sobre a disponibilidade de Patrice Trovoada regressar ao poder, ele sublinhou que o acórdão não tem efeitos retroactivos. Refira-se entretanto que a ADI de Patrice Trovoada anunciou esta semana que vai submeter ao parlamento no próximo dia 27 de Janeiro, uma moção de censura contra o actual Governo são-tomense, alegando que “não tem demonstrado habilidade sustentável à governação”. Ao ser auscultado nesta sexta-feira pelo Presidente da republica sobre os pleitos eleitorais deste ano, as presidenciais de Julho e as legislativas de Setembro, a ADI considerou que no caso de a sua moção de censura ser aprovada, poderia colocar-se a necessidade de antecipar a data das legislativas. Em Cabo Verde, a actualidade esteve igualmente virada para calendários eleitorais, com o Presidente José Maria Neves a anunciar as legislativas para 17 de Maio e as presidenciais para o dia 15 de Novembro, sendo que uma eventual segunda volta fica reservada para o dia 29 de Novembro. No Uganda, depois de o Presidente Yoweri Museveni, no poder desde 1986, ter sido declarado vencedor das presidenciais da semana passada com mais de 70% dos votos, a tensão não tende a diminuir no país, com observadores e oposição a denunciar resultados forjados e um clima de violência. Esta semana, o filho do Presidente e chefe do exército ameaçou de morte o principal adversário do pai nas presidenciais, Bobi Wine, que em em entrevista concedida à RFI, disse "ter que se esconder". Relativamente desta vez à Guiné-Bissau, a presidência da CPLP assumida por Timor-Leste na sequência da suspensão da Guiné-Bissau quer que uma missão a Bissau “se realize rapidamente”. Em declarações recolhidas pela agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Bendito dos Santos Freitas, sublinhou tratar-se de um "assunto prioritário". A perspectiva desta missão da CPLP que já vinha sendo discutida desde Dezembro, mas também uma série de pronunciamentos feitos nomeadamente pelo Presidente de Cabo Verde que apelou nestes últimos dias à libertação de todos os presos políticos, mas também pelo chefe da diplomacia portuguesa Paulo Rangel que deu conta da sua preocupação com a situação da Guiné-Bissau após a desestabilização militar de Novembro do ano passado, ou ainda pela eurodeputada socialista Marta Temido para quem se vive uma grave quebra do estado de direito naquele pais, irritaram em Bissau. O porta-voz do governo interino guineense, Fernando Vaz, foi sem rodeios. Respondendo às criticas lançadas pelo governo guineense, o chefe de estado cabo-verdiano, desmentiu qualquer "tentativa de ingerência" nos assuntos internos da Guiné-Bissau. Reagindo igualmente às declarações do actual poder de Bissau, o eurodeputado socialista Francisco Assis afastou qualquer "complexo neocolonialista" por parte de Portugal. Entretanto, relativamente desta vez à Republica Centro-Africana, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira uma resolução apelando às autoridades do bloco a imporem sanções específicas aos responsáveis pela detenção do luso-belga Joseph Figueira Martins naquele país. Os eurodeputados solicitam também o envio de uma missão à RCA para avaliar a situação daquele humanitário, preso desde Maio de 2024 e condenado em Novembro passado a 10 anos de trabalhos forçados. Em Angola, o parlamento aprovou na quinta-feira em votação final, a lei sobre o estatuto das ONGs, com os votos contra da UNITA que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e Presidente da Associação Cívica -Handeka- referiu que esta lei vai dificultar o trabalho das ONGs. No Senegal, estes últimos dias foram de celebração, depois da vitoria da equipa nacional na final do CAN 2025 no passado fim-de-semana em Marrocos contra a equipa da casa. Apesar de esta vitória ficar marcada pela polémica da saída de campo de certos jogadores senegaleses em protesto contra uma decisão do arbitro nos minutos finais do jogo, prevaleceu o espírito festivo em Dacar.

Clube dos Detetives
#109 - Albert Fish, o Homem Cinzento | SERIAL KILLER

Clube dos Detetives

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 38:06


Albert Fish parecia um avô comum, com cabelos grisalhos, roupas antigas e uma fala pausada. Entretanto, ele escondia sua verdadeira face: a de um homem que tinha desejos perturbadores envolvendo infanticídio e canibalismo. Esse é podcast Clube dos Detetives e hoje nós vamos falar sobre o caso do Albert Fish, que ficou conhecido como Homem Cinzento.• VERSÃO ESCRITA:- https://www.podcastcdd.com.br/post/109-albert-fish-o-homem-cinzento-serial-killer• APOIE O PODCAST: - Apoia.se: https://apoia.se/clubedosdetetives- PIX: podcastcdd@gmail.com• REDES SOCIAIS:- Site:⁠ ⁠http://www.podcastcdd.com.br⁠⁠- Instagram:⁠ ⁠https://www.instagram.com/podcastcdd/⁠⁠- YouTube: https://www.youtube.com/@podcastcdd- E-mail: podcastcdd@gmail.com• FONTES: Albert Fish in His Own Words: The Shocking Confessions of the Child Killing Cannibal.

Hoy por Hoy
Hoy por Hoy | Corina Machado regala el Nobel a Trump y Groenlandia aumenta su presencia militar

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 166:38


El presidente recibe en la Casa Blanca a la líder opositora venezolana, María Corina Machado, quien le ha entregado el premio Nobel de la Paz que recibió hace unos meses y que Trump siempre ha reivindicado para él. Entretanto, Estados Unidos sigue presionando a Irán con la intención, aparente, de llegar a un acuerdo en Oriente Próximo. Además, Francia ha anunciado la llegada de militares a Groenlandia. Una senda que también han seguido países como el Reino Unido, Finlandia o Países bajos; con el objetivo de mandar un mensaje claro a Washington: Europa está dispuesta a vigilar el ártico a cambio de que Trump abandone sus intenciones expansionistas. En nuestro país, derecha y ultraderecha han criticado en el Congreso al Gobierno por su postura sobre Venezuela. El Partido Popular y Vox señalan sobre todo el papel de José Luis Rodríguez Zapatero en ese país, y acusan al expresidente de cooperar con el régimen de Nicolás Maduro.

Semana em África
Guiné-Bissau: A indignação à volta da nova Constituição aprovada pela Junta Militar

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 7:51


Esta semana, a Junta Militar na Guiné-Bissau aprovou uma nova versão da Constituição que reforça os poderes do Presidente, algo apontado como ilegítimo por juristas ouvidas pela RFI. Outro tema polémico a marcar a semana é o ensaio científico sobre a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau. Por estes dias também se celebrou, em Angola, a notícia da ida do Papa ao país este ano, enquanto em Moçambique se falou em alegadas violações graves dos Direitos Humanos na zona de exploração mineira de Marraca, na província de Nampula. Bem-vindos à Semana em África, o programa em que revemos alguns dos temas que abordámos nos nossos noticiários. Na Guiné-Bissau, a Junta Militar que governa o país desde que tomou o poder à força, a 26 de Novembro, aprovou, esta terça-feira, uma nova Constituição que reforça os poderes do Presidente da República como chefe supremo do país, com poderes de representar o Estado, liderar o Governo, nomear ministros e secretários de Estado e ainda dissolver o Parlamento. A jurista e antiga ministra da Justiça da Guiné-Bissau, Carmelita Pires, disse à RFI que a reforma constitucional não tem efeito jurídico porque resulta de uma ruptura da ordem constitucional. Também a jurista portuguesa de origem guineense, Romualda Fernandes,  afirma que a alegada revisão constitucional adoptada pelos militares não tem base legal nem democrática. Romualda Fernandes foi consultora na última revisão da Constituição guineense e avisa que um governo de transição não tem legitimidade para fazer mudanças deste calibre. Também esta semana foi anunciado que o Governo de transição da Guiné-Bissau adiou a vacinação à nascença dos recém-nascidos contra a hepatite B para 2028. Entretanto, o Projecto de Saúde de Bandim, que deveria iniciar um ensaio científico sobre os efeitos nao especificados das vacinas contra a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau, continua a levantar polémica. Magda Robalo, antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, disse à RFI que se trata de um estudo problemático em termos éticos. Angola vai receber a visita do Papa ainda este ano. Leão XIV será o terceiro chefe da Igreja católica a visitar o país, depois de João Paulo II em 1992 e de Bento XVI em 2009. Dom Zacarias Kamwenho, arcebispo emérito de Lubango, diz que esta visita é uma "decisão natural" por Angola ter sido o primeiro país da Africa Subsariana a ser evangelizado. Em Moçambique, esta semana fez um ano que Daniel Chapo tomou posse como Presidente do país.   Num relatório preliminar publicado na quarta-feira, a plataforma Decide alertou sobre indícios de violações graves dos Direitos Humanos durante confrontos com a polícia na zona de exploração mineira de Marraca, na província de Nampula, no norte do país. Pelo menos 38 pessoas teriam morrido a 28 de Dezembro. De notar ainda que, esta sexta-feira, o Governo moçambicano reunia-se para avaliar a situação da actual época chuvosa, que já matou 94 pessoas no país desde Outubro. Também esta semana foi notícia, em Moçambique, o desabamento, na quinta-feira, de uma mina de ouro em Manica e houve, pelo menos, cinco vítimas mortais. No futebol, este domingo, Marrocos e Senegal jogam a final da CAN2025, o Campeonato Africano das Nações, em Rabat. O Egipto e a Nigéria lutam este sábado pelo terceiro lugar, em Casablanca.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | SIRVA AOS OUTROS POR JESUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 3:38


LEITURA BÍBLICA DO DIA: MARCOS 10:35-45 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 36–38; MATEUS 10:21-42   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  A atriz Nichelle Nichols é lembrada por interpretar a tenente Uhura na série Star Trek. Conseguir o papel foi uma vitória pessoal, pois foi uma das primeiras mulheres afro-americanas num grande programa de TV. Mas uma vitória ainda maior estava por vir. Nichols pediu demissão de Star Trek após a 1ª temporada, para voltar ao teatro. Entretanto, ao conhecer Martin Luther King Jr., ele a incentivou a não sair: “Pela primeira vez, os afro-americanos viam-se na TV como pessoas inteligentes que podiam fazer de tudo, até ir ao espaço”, ele disse. Ao interpretar Uhura, Nichelle alcançava uma vitória maior: inspirar mulheres e crianças negras sobre o que elas poderiam vir a ser. Penso em Tiago e João, pedindo a Jesus os melhores cargos em Seu reino (MARCOS 10:37). Que vitória pessoal seria conseguir esses cargos! Jesus não somente lhes explicou a realidade daquele pedido (vv.38-40), mas os chamou para objetivos maiores, dizendo: “Quem quiser ser o líder entre vocês, que seja servo” (v.43). Seus seguidores não deveriam buscar vitórias pessoais, mas, como Ele, usar sua posição para servir aos outros (v.45). Nichelle continuou em Star Trek pela vitória que proporcionou aos afro-americanos. Que nós também nunca nos contentemos apenas com uma vitória pessoal, mas que possamos sempre servir aos outros em nome de Jesus.  Por: SHERIDAN VOYSEY 

Semana em África
Semana marcada por tensões políticas e sociais na África lusófona

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 8:08


A Guiné-Bissau voltou a dominar a actualidade africana esta semana, após a libertação de figuras políticas e da sociedade civil detidas na sequência do golpe militar de Novembro de 2025, num contexto ainda marcado por contestação social, enquanto São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e a República Democrática do Congo enfrentam desenvolvimentos políticos e judiciais relevantes. Na Guiné-Bissau, foram libertados o jurista e activista Augusto Nansambé, os dirigentes do PAIGC Octávio Lopes e Marciano Indi, bem como o responsável do PRS Roberto Mbesba, todos detidos após o golpe militar de 26 de Novembro de 2025. A informação foi confirmada à RFI pelo advogado Vaiton Gomes Barbosa. Entretanto, é esperada no país uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que integra, entre outras personalidades, os Presidentes da Serra Leoa e do Senegal. A sociedade civil, através do Pacto Social, solicitou um encontro com a delegação para expor a situação política e social do país desde a tomada do poder pelo Alto Comando Militar. Segundo Sabino Gomes Júnior, signatário do Pacto Social, o objectivo é dar a conhecer à missão regional os desenvolvimentos ocorridos no país após o golpe. Ainda na Guiné-Bissau, a alegada morte de um jovem provocada por militares desencadeou uma onda de indignação popular. Centenas de jovens e mulheres saíram às ruas de Bissau para exigir justiça, numa manifestação que acabou por ser travada pela polícia. O Ministério Público prepara-se agora para levar a julgamento os dois militares acusados no caso. Em São Tomé e Príncipe, a escala do navio de assalto anfíbio russo Alexander Otrakovskiy, durante o fim-de-semana, gerou polémica política. A Acção Democrática Independente (ADI), liderada pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, acusa o Presidente da República e o Governo de terem autorizado a entrada e o transbordo de mercadorias de um navio de guerra russo sem o conhecimento nem a aprovação do Parlamento. As autoridades são-tomenses ainda não reagiram publicamente às acusações. O país enfrenta igualmente dificuldades no sector da educação, onde mais de 300 profissionais não docentes trabalham há vários anos sem remuneração. O Governo reconhece irregularidades no recrutamento, admite sanções aos responsáveis e garante estar a procurar soluções para regularizar a situação laboral. Em Cabo Verde, a partir de 21 de Janeiro, os cidadãos que solicitarem visto para viajar para os Estados Unidos, por motivos de turismo ou negócios, poderão ser obrigados a pagar uma caução de até 15 mil dólares. Cabo Verde passou a integrar a lista de 38 países abrangidos por esta medida, que se estende igualmente a Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, ficando Moçambique de fora. Já em Moçambique, o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ordenou a libertação imediata do cidadão turco Emre Çınar, detido na semana passada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). As autoridades não avançaram detalhes sobre os fundamentos da detenção nem sobre eventuais acusações. Por fim, na República Democrática do Congo, o Presidente Félix Tshisekedi manifestou-se favorável a um cessar-fogo “imediato e incondicional” no leste do país, durante um encontro realizado em Luanda, na sequência de um apelo do Presidente angolano João Lourenço, actual presidente em exercício da União Africana.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A CIDADE SANTA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 4:05


Leitura Bíblica Do Dia: HEBREUS 13:14-21 Plano De Leitura Anual: MALAQUIAS 1–4; APOCALIPSE 22  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Na véspera do Ano-Novo, as autoridades municipais abriram uma cápsula do tempo de 100 anos. Dentro dela estavam previsões esperançosas dos líderes da cidade com as suas visões de prosperidade. Entretanto, a mensagem do prefeito trazia uma ideia diferente: “Que possamos expressar uma esperança que seja superior a de outros, que vocês possam perceber como nação, povo e cidade, que vocês cresceram em retidão, pois é isso que exalta uma nação”. Mais do que o sucesso, a felicidade ou paz, o prefeito desejou que os futuros cidadãos crescessem naquilo que significa ser verdadeiramente justo e correto. Talvez ele tenha se inspirado em Jesus, que abençoou os que anseiam por Sua justiça (MATEUS 5:6). Mas é fácil nos desencorajarmos quando consideramos o padrão perfeito de Deus. Louvado seja Deus por não precisarmos confiar em nosso próprio esforço para crescer. O autor de Hebreus disse: “que o Deus da paz […] os capacite em tudo que precisam para fazer a vontade dele. Que ele produza em vocês, […] tudo o que e agradável a ele” (13:20-21). Nós que estamos em Cristo somos santificados pelo Seu sangue no momento em que cremos nele (v.12), porém, Ele faz crescer o fruto da justiça em nosso coração por toda a vida. Tropeçaremos muitas vezes na jornada, mas ainda esperamos pela “cidade por vir” (v.14) onde a justiça de Deus reinará.   Por: KAREN PIMPO 

Expresso - Expresso da Manhã
Companhias aéreas apontam o dedo à ANA e à falta de planeamento do governo pelo caos no aeroporto de Lisboa

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 12:29


A situação arrasta-se há vários meses e agravou-se no período de Natal e Ano Novo. O governo anunciou, entretanto, a suspensão do novo sistema europeu de controle de fronteiras e mandou chamar, com carácter imediato, os militares da GNR. A ASPP acusa o toque, mas garante que não tem nenhuma responsabilidade pelos tempos de espera verificados. Para olhar para este problema que afecta a imagem do país, a vida de quem nos procura e as finanças das companhias de aviação, conversamos neste episódio com Paulo Geisler, presidente da RENA - Associação das Companhias Aéreas em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Catalisadores
Ep 69 - Raymond Aron: Ordem, Liberdade e Representação Eclesiástica

Catalisadores

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 11:17


Raymond Aron, pensador político do século XX, é amplamente conhecido por sua análise sóbria das democracias liberais e pelo contraste crítico com as ideologias totalitárias. Suas ideias gravitavam em torno da defesa da racionalidade política, do pluralismo e da liberdade civil como fundamentos da ordem moderna. Entretanto, para os adventistas do sétimo dia, cuja compreensão da ordem não se limita aos parâmetros sociais e institucionais do mundo secular, mas repousa em um alicerce teológico e escatológico, as ideias de Aron requerem um exame crítico mais profundo. Esta análise propõe um entrelaçamento entre a cosmovisão adventista sobre ordem e governo representativo e as ideias arônicas, identificando tanto pontos de convergência quanto de tensão.

Café com Tulipa
CT 3595 - Celebre com Gratidão

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 3:02


Esta é uma época do ano cheia de alegria e celebrações. Entretanto, nem todas estas celebrações tem as razões acertadas, pois nem todos entendem o real motivo da alegria destes dias. Não são nossas festas, encontros e presentes a verdadeira fonte de alegria destes dias, mas a obra maravilhosa que Deus fez ao enviar seu Filho ao mundo, Jesus. Jesus veio ao mundo para trazer salvação, como ensina o significado do seu nome e, por isso estamos alegres e devemos celebrar com gratidão.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 507: 20 de Diciembre del 2025 - Devoción matutina para Adultos - ¨Con Jesús Hoy"

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 5:35


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN   MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================20 de DiciembreCaro Silencio«Y será predicado este evangelio del reino en todo el mundo, para testimonio a todas las naciones, entonces vendrá el fin» (Mat. 24: 14).Y si estos callan, las piedras gritarán» (Luc. 19: 40, RVA-2015).En 1952 el compositor John Cage escribió una obra musical a la que dio por título 4'33". Este título insólito corresponde, simplemente, a la duración de la pieza, es decir, 4 minutos y 33 segundos. Lo especial de esta composición es que sus tres movimientos no contienen ninguna nota, aparte de la anotación «Tácet»: silencio.El estreno de 4'33" tuvo lugar el 29 de agosto del año 1952 en Wood stock (Nueva York), y constituyó un sonado escándalo. En efecto: el joven pianista David Tudor entró en escena, saludó al público, se instaló ante el piano de cola, lo abrió, esperó los 4 minutos y 33 segundos y lo volvió a cerrar, marcando así el fin de la actuación. Entretanto, nada. Silencio. Un silencio solo interrumpido por las toses nerviosas de los espectadores... hasta que se dieron cuenta de que no había nada más que esperar y abandonaron la sala protestando, frustrados y enfurecidos.Lo más chocante es que, gracias a esa «creación», John Cage se hizo mundialmente famoso, fue solicitado para interpretarla en numerosas ocasiones y hasta para grabarla en discos y CD ¡con diferentes instrumentos!!¿Locura? ¿Extravagancia? ¿Genialidad? ¿Burla? Ha habido reacciones para todos los gustos. No es mi intención aquí ni juzgar al artista ni a sus fans, ni discutir sobre las numerosas virtudes del silencio. Mis reflexiones van en otra dirección: hay silencios que pueden ser bienhechores, muy valiosos y hasta caros, pero hay otros muy poco recomendables, porque no aportan nada bueno.Jesús instó a sus discípulos a compartir el mensaje que él había proclamado a costa de su propia vida: el evangelio no debe ser callado bajo ningún pretexto. Tiene que ser proclamado a todo mundo para que llegue a toda la humanidad y cumpla su misión, antes de que sea demasiado tarde.El apóstol Pablo siente tan a pecho esa responsabilidad, que exclama: «¡Ay de mí, si no anuncio el evangelio!» (1 Cor. 9: 16). Y exhorta al joven Timoteo en estos términos: «Te suplico encarecidamente [...] que prediques la palabra y que instes a tiempo y fuera de tiempo. Redarguye, reprende, exhorta con toda paciencia y doctrina [...]. Cumple tu ministerio» (2 Tim. 4: 1-5).Cuando la historia parece avanzar a ciegas por derroteros inciertos, no es tiempo de silenciar que Jesús ha prometido volver. Sería un silencio demasiado caro. El mundo necesita más que nunca un mensaje de cordura, de solidaridad y de esperanza.Inspírame, Señor, para que sepa romper el silencio cuando convenga. 

Noticias de América
Guatemala: Enfrentamientos dejan muertos y heridos en una comunidad indígena

Noticias de América

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 2:25


Hace 26 años que los municipios guatemaltecos de Nahualá y Santa Catarina Ixtahuacán mantienen una disputa territorial que ha ido derivando en decenas de víctimas mortales. El último episodio ocurrió el pasado fin de semana cuando se registraron 13 fallecidos en la localidad de Nahualá. La cifra de 13 muertos en Nahualá contradice la versión oficial del Gobierno guatemalteco, que reconoce tan solo cinco muertos, y acusa a grupos criminales de provocar la violencia en la zona con ataques armados al ejército. “Un derecho de posesión” RFI pudo contactar con el alcalde de Nahualá, Manuel Guarchaj: “Miren las muertes: 13 muertos. Hay dos menores de edad y hay una persona de la tercera edad de 70 años. Es lamentable, es repudiable lo que sucedió”, reacciona. “Somos muy claros en decirle que no es del crimen organizado, sino realmente un derecho de posesión que es ancestral y está en ley y está en acuerdo marco entre los dos municipios. Lamentablemente hay un Estado débil que no tiene postura, y que tiene que decir las realidades a los dos municipios, pero no lo ha hecho el Estado y esa es la consecuencia”, recalca. Pese a la intervención constante del Gobierno mediante estados de sitio, de prevención y despliegues de fuerzas de seguridad, la disputa territorial sigue sin una salida estructural ante las diferencias entre ambas alcaldías. “Pedimos al Estado dar solución” Existe un acuerdo de copropiedad firmado entre ambos municipios en 1999 y ratificado en 2004, como una vía que permitiría una administración conjunta o una solución negociada del área en disputa, pero a pesar de que se instalaron mesas de diálogo, el conflicto sigue sin resolverse. “Queremos paz, no queremos resolver con violencia, pero lamentablemente el Estado y el otro municipio siempre no quiere que se cumplan los acuerdos que ya están firmados por los dos alcaldes en el año 1999 y en el 2004, y que como nos han invadido, nos han correteado, ahorita lleva siete años de que no nos han permitido que la gente de Nahualá cultiva sus terrenos, también los canteros no los permiten llegar, siempre los reciben a balazos”, prosigue Guarchaj. “Pedimos al Estado dar solución a eso porque está muy claro, está muy evidente que Nahualá no está pidiendo terreno, ni está invadiendo, ni está abusando, sino tiene su derecho jurisdiccional, su derecho de legalidad, su derecho de los derechos humanos. Y lo hemos demostrado y los vamos a seguir demostrando”, concluye el alcalde. Desde 2019, los incidentes violentos se han repetido en la región de Sololá, donde se ubican las dos comunidades indígenas en disputa. Entretanto el Gobierno acusa a grupos del crimen organizado de aprovecharse maliciosamente del conflicto comunitario para controlar el narcotráfico, trasiego de armas, contrabando aduanero, lavado de dinero y la migración ilegal. El Consejo de ministros decidió la implementación por 15 días de medidas extraordinarias para atender este panorama crítico.

DW em Português para África | Deutsche Welle
15 de Dezembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 19:59


Será que as eleições gerais na Guiné-Bissau foram em vão? É, pelo menos, o que parece, ao olhar para a última decisão da CEDEAO, que exige novas eleições depois do golpe de Estado e a formação de um governo civil inclusivo, num prazo curto.Entretanto, em Portugal, a Polícia Judiciária reteve um jato privado com cerca de cinco milhões de euros provenientes da Guiné-Bissau.

YIRA YIRA
Blindados por el bien

YIRA YIRA

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 52:02


por Yaiza Santos Leyó muy sorprendido los versos por los que dicen que un Iniesta recién fallecido es el último gran filósofo y el último gran humanista y literato: «Miente el carnet de identidad, tu culo es mi localidad» o «Ahora que ya no entiendo nada y no me funciona un hemisferio quiero saber si entre tus bragas está la clave del misterio». Por supuesto, entiende que no se puede leer todo esto sin la melodía que lo viste, pero debería abandonarse del todo la idea de que la música es poesía, filosofía o cualquier tipo de literatura. El deber de ocuparse de las cosas de su tiempo lo hizo detenerse en un segundo momento musical. La Conferencia Episcopal ha concedido un premio al disco Lux. ¡Una sociedad que solía regirse por reglas serias! Eso es lo que da, exclusivamente, el paso del posmodernismo por la civilización. Y hablando de Conferencia Episcopal, ese Illa recibiendo a Pujol, justo cuando este es juzgado por graves delitos en la Audiencia Nacional, no lo hace por cálculo político, sino por esa superioridad moral que observa mucho en cristianos. Blindados por el bien, pasan por encima de las leyes laicas. Otro asimismo creyente es el presidente del Gobierno, al que ve, una vez conocida la cárcel para Leire Díez y demás, como ese cohete que sigue por el espacio una vez desprendido el propulsor. Sánchez se cree cohete y es solo la basura que ya está cayendo al vacío. Contó la conversación que sostuvo con el mejor sommelier que conoce, Valerio Carrera, sobre los vinos del desconcierto y celebró que le descubriera en Madrid la tienda Entretanto, donde poder comprar su manzanilla favorita. Se comentó un nuevo burning, sobre devolver regalos navideños, y, ante los hallazgos antropológicos más recientes, Santos observó: no será el Arcadio de 20 años, pero sí el neanderthal que descubrió el fuego. Y fue así que Espada yiró. Bibliografía Alicia H. Pascual, «Mangalica: el cerdo lanudo que parece una oveja y es una joya gastronómica», ¡Hola! Yung Wan et al., «“Holiday effect” in online product Returns: Evidence from negative expectation disconfirmation and post-purchase dissonance», Journal of Retailing and Consumer Services A’Barra See omnystudio.com/listener for privacy information.

La ContraHistoria
El año de los cuatro emperadores

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 74:09


El año 69 d.C. es uno de los más agitados y caóticos de la historia del imperio romano. En poco más de un año, cuatro hombres se hicieron con el trono tras la muerte de Nerón: Galba, Otón, Vitelio y Vespasiano. Este período demostró que, una vez desaparecido el prestigio de la dinastía julio-claudia, el Senado era ya un mero órgano decorativo y la dignidad imperial dependía exclusivamente de contar con el apoyo de las legiones. Nerón se suicidó el 9 de junio del año 68. Sin heredero, el vacío de poder desató una guerra civil. El primer beneficiario fue Servio Sulpicio Galba, gobernador de la Tarraconense. Hombre de linaje patricio y 73 años, fue reconocido por el Senado y la Guardia Pretoriana. Llegó a Roma en octubre de ese año, pero su gobierno fue un desastre desde el primer día: recortó gastos, se negó a pagar el donativo prometido a los pretorianos y adoptó como heredero a Lucio Calpurnio Pisón, un aristócrata sin carisma ni apoyos militares. Tres meses más tarde las legiones de Germania Superior e Inferior se sublevaron y proclamaron emperador a Aulo Vitelio. Cuando la noticia llegó a Roma los pretorianos asesinaron a Galba y a Pisón en pleno Foro. El Senado, aterrorizado, proclamó emperador a Marco Salvio Otón. Otón, antiguo compañero de juergas de Nerón y gobernador de Lusitania, tenía el apoyo del Pretorio y de parte del pueblo romano. Intentó negociar con Vitelio, que ya marchaba hacia Italia con sus legiones. La negociación fracasó. El 14 de abril del año 69 se libró la primera batalla de Bedriacum (cerca de Cremona). Las tropas de Otón fueron aplastadas. Al recibir la noticia, Otón se suicidó, pero no sin antes pronunciar una frase que ha pasado a la historia: “Es más justo que muera uno por todos, que todos por uno”. Había reinado 91 días. Vitelio entró en Roma en julio entre desfiles, banquetes y celebraciones. Su gobierno fue un espectáculo de despilfarro y crueldad: ejecuciones masivas de oficiales fieles a Otón, disolución de las cohortes pretorianas para sustituirlas por sus tropas germanas y un despilfarro que dejó exhausto el tesoro imperial. Entretanto, en Oriente, las legiones de Judea, Siria y Egipto proclamaron emperador a Tito Flavio Vespasiano, el general que se encargaba en esos momentos de la revuelta judía. Vespasiano controlaba los envíos de grano de Egipto y tenía el apoyo de su hijo Tito y del prefecto de Egipto, Tiberio Julio Alejandro. Las legiones del Danubio que estaban al mando de Marco Antonio Primo invadieron Italia en octubre. A finales de ese mes se libró la segunda batalla de Bedriacum y las tropas de Vitelio fueron aniquiladas. En diciembre, Antonio Primo entró en Roma. Vitelio intentó abdicar y esconderse, pero fue descubierto, arrastrado desnudo por las calles y arrojado al Tíber tras ser torturado. El día 21 de diciembre del año 69, el Senado proclamó a Vespasiano, que aún estaba en Alejandría. Con él comenzó la dinastía Flavia. Para hablar de este año tan importante en la historia de la Antigua Roma nos acompaña hoy Federico Romero, que ya pasó por aquí hace unos meses para hablarnos de aquellos bárbaros que se significaron en su defensa del imperio. Hoy nos vamos cuatro siglos atrás al momento en el que Roma estaba en la cúspide de su poder. Bibliografía: “En defensa de Roma” de Federico Romero - https://amzn.to/48zc0AZ “El año de los cuatro emperadores” Desperta Ferro - https://www.despertaferro-ediciones.com/revistas/numero/72-69-d-c-el-ano-de-los-cuatro-emperadores-roma-vespasiano/ “El imperio romano” de Isaac Asimov - https://amzn.to/3XEwa7w “Rome: An Empire's Story” de Greg Woolf - https://amzn.to/4rFaTrZ Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | LUZ DE DEUS EM MEIO ÀS SOMBRAS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 2:33


Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 23 Plano De Leitura Anual: EZEQUIEL 47–48; 1 JOÃO 3  O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você!  Quando Elaine foi diagnosticada com um câncer avançado, ela e o seu marido, Carlos, sabiam que não demoraria muito até ela partir para estar com Jesus. Ambos valorizavam a promessa do Salmo 23, de que Deus estaria com eles, até mesmo ao andarem pelo vale mais profundo e difícil dos seus 54 anos de casados. O casal se confortou com base no fato de que Elaine sentia-se pronta para encontrar-se com Jesus e isso lhes trouxe esperança, pois ela tinha colocado a sua fé nele há décadas. No serviço fúnebre de sua esposa, Carlos compartilhou que ele ainda estava viajando “pelo escuro vale da morte” (SALMO 23:4). A vida de sua esposa no lar eterno já havia começado. Entretanto, ele e outros que muito a amavam ainda estavam passando pelo “escuro vale da morte”. Ao viajarmos pelo vale escuro, onde podemos encontrar nossa fonte de luz? O apóstolo João declara: “Deus é luz, e nele não há escuridão alguma” (1 JOÃO 1:5). E Jesus também proclamou: “Eu sou a luz do mundo. Se vocês me seguirem, não andarão no escuro, pois terão a luz da vida” (JOÃO 8:12). Sendo pessoas que creem em Jesus, nós “[andamos] na luz de [Sua] presença” (SALMO 89:15). Nosso Deus prometeu estar sempre conosco e ser nossa fonte de luz, mesmo quando viajamos pelo vale escuro da morte.  Por: CINDY HESS KASPER 

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
Um Corpo, Muitos Membros - Pr. Fabiano Krehnke

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 41:40


Reconhecer Cristo como salvador é um milagre vindo da parte de Deus e, por ser um milagre, tendemos a crer que a razão de viver é ser salvo. Entretanto, essa é só uma parte desse lindo processo em nossas vidas. Cristo é o cabeça, a Igreja é o corpo e o corpo é uma unidade. Nesse contexto, a menor expressão visível dessa unidade do corpo é uma igreja local bíblica e saudável. Somos salvos para viver em unidade. Embora o corpo de Cristo tenha muitos membros, todos os membros formam um único corpo. Individualmente não há como ser igreja, apenas na reunião de membros, no Espírito e em Cristo. Obrigado Senhor Jesus, por nos tornar uma família debaixo do seu precioso sangue! _ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEPARÁBOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

Catalisadores
Ep 59 - Max Weber: Autoridade Carismática, Burocracia e o Poder na Igreja

Catalisadores

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 19:57


Max Weber foi um dos mais brilhantes observadores da sociedade moderna. Seu nome tornou-se sinônimo de análise rigorosa da autoridade, da burocracia e das formas pelas quais as instituições moldam a ação social. Sua tipologia das formas de dominação — carismática, tradicional e racional-legal — ainda é amplamente aplicada na compreensão das organizações contemporâneas. Entretanto, quando essas categorias são utilizadas para interpretar ou, pior, organizar a vida da igreja, um dilema profundo emerge: pode uma comunidade chamada a viver segundo o Espírito ser administrada segundo os princípios da racionalidade burocrática? Esse é o ponto crítico deste episódio: a influência do pensamento weberiano sobre a estrutura de liderança e o sistema de governo da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por um lado, Weber nos oferece uma lente poderosa para descrever o funcionamento organizacional da IASD. Por outro, seus pressupostos — se aceitos como normativos — representam uma ameaça à ordem espiritual, escatológica e profética que sustenta o movimento adventista. O risco não é pequeno: é possível que a fidelidade ao modelo de eficiência e previsibilidade acabe por apagar a chama do carisma, da missão e da reforma contínua.

La ContraHistoria
El final del franquismo

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 91:08


Entre 1973 y 1976 se produjo el colapso del franquismo y comenzó la transición a la democracia. El régimen, personalista y atado a la figura de Francisco Franco —que gobernaba desde 1939—, había intentado institucionalizarse mediante siete Leyes Fundamentales que configuraban un Estado católico, monárquico y corporativo, un “reino sin rey” con Franco como jefe de Estado vitalicio. En 1969 designó sucesor a Juan Carlos de Borbón, confiando en que el joven príncipe, educado en el régimen, mantendría una política continuista bajo la tutela de Luis Carrero Blanco, nombrado presidente del Gobierno en 1973 con la idea de supervisar la sucesión. El asesinato de Carrero Blanco por la organización terrorista ETA el 20 de diciembre de 1973 desmontó esos planes. El magnicidio provocó una crisis interna y evidenció la fragilidad de un sistema basado más en lealtades personales que institucionales. Aquello coincidió además con la crisis del petróleo, que puso fin al milagro económico español, disparó la inflación, incrementó el desempleo, y erosionó la principal fuente de legitimidad del tardofranquismo: la prosperidad de la clase media. Franco, ya mayor y enfermo, nombró presidente a Carlos Arias Navarro unos días después del asesinato de Carrero. Arias Navarro prometió una tímida apertura, pero la presión del sector inmovilista, conocido entonces como el búnker, y sus propias limitaciones personales y políticas paralizaron cualquier reforma real. El gobierno alternó gestos aperturistas con represión. Entretanto la oposición se organizaba: en 1974 nació la Junta Democrática impulsada por el PCE, y en 1975 la Plataforma de Convergencia Democrática que puso en marcha el PSOE. En marzo de 1976 se fusionaron en la Coordinación Democrática, bautizada como la “Platajunta”), que exigía una ruptura con el régimen, amnistía y elecciones constituyentes. Franco murió el 20 de noviembre de 1975 tras una larga agonía. Juan Carlos I fue proclamado rey dos días más tarde y mantuvo inicialmente a Arias Navarro, que formó un nuevo gabinete en el que incluyó a aperturistas como Manuel Fraga o José María de Areilza. Pero la conflictividad social les estalló en las manos forzando al rey a prescindir de Arias y a agilizar los cambios. El rey, asesorado por Torcuato Fernández-Miranda, nombró presidente del Gobierno a Adolfo Suárez, un ministro joven proveniente del régimen que parecía inofensivo para el búnker pero era manejable. Fernández-Miranda apostaba por la estrategia “de la ley a la ley”, que se materializó en la Ley para la Reforma Política. A través de ella se podía desmantelar toda la institucionalidad franquista desde dentro. La ley establecía Cortes bicamerales elegidas por sufragio universal y abría la puerta a la legalización de los partidos políticos. Las Cortes la aprobaron el 18 de noviembre de 1976 por una amplia mayoría en lo que ha pasado a la historia como el “harakiri” de las Cortes de Franco. Tras ello se convocó un referéndum que la ratificó con más del 90% de los votos a favor. De este modo, en apenas un año se liquidó jurídicamente el franquismo y quedó encarrilada la monarquía parlamentaria, algo que culminaría con las elecciones de junio de 1977 y la Constitución de 1978. El proceso, en buena medida improvisado y lleno de tensiones, logró una transición pacífica que alumbró la España actual. En El ContraSello: 0:00 Introducción 4:00 El final del franquismo 31:45 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 1:24:14 El punto muerto de la guerra de Cuba Bibliografía: “Historia del franquismo” de Luis Palacios Bañuelos - https://amzn.to/3LRO8ke “El franquismo: una introducción” de Giuliana di Febo - https://amzn.to/4r9UdbN “Tiempo de incertidumbre” de Carlos Blanco - https://amzn.to/4pkX2oN “El guionista de la transición” de Juan Fernández-Miranda - https://amzn.to/4ifbDQo “No había costumbre: crónica de la muerte de Franco” de Miguel Ángel Aguilar - https://amzn.to/4o9nSiP · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #franquismo #franco Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

La ContraCrónica
Pasó Kast

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 53:20


Este domingo Chile vivió una importante jornada electoral. Más de 13 millones de votantes, el 86% del censo, acudieron a las urnas. Se elegía en primera vuelta al presidente y se renovaba toda la cámara de diputados y la mitad del Senado para los próximos cuatro años. No hubo sorpresas. Las encuestas acertaron. Ningún candidato alcanzó el 50% requerido para evitarse el balotaje, que tendrá lugar el próximo 14 de diciembre. Concurrirán los dos más votados este domingo. Por un lado la oficialista Jeannette Jara, que obtuvo el 26,8% de los votos, y por otro el republicano José Antonio Kast, que obtuvo el 23,9% de los votos. El tercer puesto se lo quedó Franco Parisi, seguido de Johannes Kaiser y Evelyn Matthei. La fragmentación de la derecha impidió que un único candidato conservador superara a Jara en primera vuelta. Sumados Kast, Kaiser y Matthei habrían superado el 50%. En el Congreso también se produjo un claro giro a la derecha. Aunque la coalición de izquierdas unidad por Chile fue la más votada, las tres alianzas en la derecha lograron juntas 76 diputados, quedándose así a un paso de la mayoría absoluta. Es la primera vez en muchos años que los partidos de derecha está tan cerca de controlar ambas cámaras. El resultado dice mucho sobre el descontento con el gobierno de Gabriel Boric, cuya tasa de aprobación ronda el 25%. Como consecuencia directa del estallido social de 2019, Boric llegó al poder dos años más tarde con una agenda de reformas muy ambiciosa que habría de acompañar el proceso ya en marcha que traería una nueva constitución más afín sus intereses. Pero ese proceso constituyente fracasó. Hace dos años los chilenos rechazaron la nueva constitución en plebiscito. Entretanto la inflación se disparó, el crecimiento económico se estancó y la delincuencia se incrementó de forma notable. La vuelta al voto obligatorio, una de las pocas reformas que han prosperado durante el mandato de Boric, ha movilizado a millones de abstencionistas, pero en vez de beneficiar a la izquierda, parece haber premiado a los partidos de derecha y a los populistas como el de Parisi. Chile cierra de esta manera un ciclo de seis años muy convulsos, que comenzó con el estallido social y la voluntad por parte de la izquierda de reinventarse desde cero la democracia chilena. Fue esa misma izquierda la que apostó por fragmentar la sociedad confiándose a una nueva constitución que nunca vio la luz. El resultado lo tenemos a la vista. La derecha chilena ha crecido y se ha diversificado dando cabida a corrientes antes inexploradas y que, naturalmente, no comparecían en las cámaras. El próximo 14 de diciembre se enfrentarán dos ideas de Chile irreconciliables. Jara representa el continuismo del gobierno de Boric, mientras que Kast significa el regreso al orden y el rechazo frontal a todo lo que esa izquierda representa. Las encuestas dan ventaja a este último, lo cual es perfectamente lógico ya que resulta difícil imaginar a los votantes de Kaiser o Matthei entregando su voto a una candidata comunista. Salvo sorpresa mayúscula lo más probable es que José Antonio Kast sea el próximo presidente de Chile. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:40 Pasó Kast 31:28 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 33:27 La privatización de la TVP argentina 35:52 La huída del centro de las ciudades - https://youtu.be/6Wjklc7hyfE 43:40 ¿Destruirá empleo la IA? · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #chile #kast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Geopizza
Z: A CIDADE PERDIDA na AMAZÔNIA#133

Geopizza

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 212:19


Você conhece a Lenda de Z? Ou melhor , o mito de "Ratanabá"?De acordo com essa história, existe uma cidade dourada perdida no meio da Amazônia. Será?Essa história é antiga: desde as épocas coloniais, ela encantava estrangeiros e colonos, que queriam encontrar o tão aclamado "El Dorado" . Durante séculos, espanhóis, britânicos, franceses e portugueses procuraram esse lugar, mas fracassaram. Em 1753, um bandeirante português escreveu o "Manuscrito 512" dizendo que encontrou uma cidade cheias de templos, colunas e estradas de mármore no interior da Bahia. Entretanto, o local nunca foi encontrado oficialmente pela Coroa Portuguesa.Mais de 200 anos depois, o documento caiu nas mãos do explorador britânico Percy Fawcett, que reforçou sua crença que existia uma grande civilização amazônica na floresta.Veterano do exército e explorador, Fawcett organizou várias expedições pela Amazônia, tendo contato pacífico com povos como os Bakairi, Pareci e Nambikwara. Obcecado com a ideia de encontrar a cidade, ele a chamou de “Z”: a última letra do alfabeto e o seu último objetivo de vida.Desacreditado por cientistas e arqueólogos, Fawcett se aproximou de médiuns e místicos. Mesmo isolado e sem recursos, conseguiu financiamento de jornais e investidores dos Estados Unidos como os Rockefeller.Em 1925, partiu com o filho para a Amazônia, dizendo que só voltaria da selva quando "encontrasse Z”. Mas será que a Cidade de Z realmente existiu? Seria apenas uma lenda fabricada por estrangeiros?Ou, a Amazônia realmente abrigou grandes civilizações e cidades, mas talvez não da forma como os europeus idealizaram?____________________________________Personagens, lugares e mapas no nosso site: https://geopizza.com.br/z-a-cidade-perdida-na-amazonia-133/ ____________________________________Nos siga nas redes:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠_____________⁠⁠⁠⁠⁠Confira nossa loja ⁠⁠⁠ ⁠_____________⁠Anuncie no Geopizza ⁠_____________Para escutar nossos episódios EXCLUSIVOS, apoie o Geo através do PIX: pix@geopizza.com.br Siga essas etapas:1: Programe o pix - R$ 5 valor mínimo - para todo dia 5 do mês2: Mande o comprovante de agendamento para o mesmo e-mail3: Aguarde!_____________Outras maneiras de apoio:⁠Apoiase: https://apoia.se/geopizza⁠⁠Patreon: https://www.patreon.com/geopizza

DrauzioCast
Avanços tecnológicos transformam o tratamento do câncer de próstata - DrauzioCast #249

DrauzioCast

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 39:19


Somente em 2023, o câncer de próstata causou a morte de mais de 17 mil homens. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é responsável por cerca de 57 mortes por dia no Brasil.Entretanto, quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata pode ter até 90% de chances de cura. Graças aos avanços tecnológicos, as possibilidades de detecção precoce e as opções de tratamento estão cada vez mais amplas.Neste episódio do DrauzioCast, o dr. Drauzio Varella conversa com o dr. Diogo Rosa, oncologista e urologista da Rede Américas, sobre a importância do diagnóstico precoce, e com o dr. Rafael Coelho, um dos maiores especialistas do mundo em cirurgia robótica aplicada à urologia, sobre as inovações tecnológicas que vêm transformando o tratamento dos pacientes.Conteúdo produzido em parceria com a Rede Américas.Veja também: Rastreamento do câncer de próstata: o que dizem as entidades médicas?

La ContraCrónica
¿Bastarán las sanciones?

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 58:16


¡Vótame en los Premios iVoox 2025! La Casa Blanca quiere poner punto y final cuanto antes a la guerra de Ucrania, pero se trata de una empresa difícil ya que el Kremlin prioriza sus objetivos territoriales sobre cualquier acuerdo de paz. Para forzar a Putin, el Gobierno estadounidense acaba de imponer las primeras sanciones del segundo mandato de Trump. Van dirigidas contra Rosneft y Lukoil, las mayores petroleras rusas, y sus filiales, golpeando de este modo la principal fuente de ingresos del Gobierno ruso, que no es otra que las exportaciones de hidrocarburos. El secretario del Tesoro, Scott Bessent, justificó las medidas en la intransigencia rusa y exigió un alto el fuego inmediato. Trump se mostró optimista, convencido de que esto bastará para llevar a los rusos a la mesa de negociación. Después de nueve meses evitando presionar a Putin, esta decisión supone un notable cambio en el modo de abordar la cuestión ucraniana. Rusia cuadra su presupuesto con petróleo y gas; sancionar a su sector energético es un arma poderosa para obligarles a dialogar. Las sanciones entran en vigor dentro de un mes, pero ya se siente su impacto. China y la India, los dos principales compradores de crudo ruso, han reducido sus importaciones mientras sus refinerías recalibran futuras adquisiciones para evitar riesgos innecesarios. Si sumamos a eso la última ronda de sanciones europea, el sector energético ruso podría verse muy afectado. El mercado reaccionó rápido: el barril subió un 5% la semana pasada, regresó a los 60 dólares ante la expectativa de escasez. A diferencia de medidas previas EEUU ataca con sanciones a la fuente, es decir, a los productores. Cualquier entidad (banco, puerto, empresa) que negocie con Rosneft o Lukoil se expone al aislamiento financiero. Esto afecta a todo el petróleo de origen ruso que entre por vía marítima o por oleoducto. Hasta la fecha Rusia ha evadido las sanciones con una flota en la sombra de petroleros, una idea copiada de Irán, pero que mueve volúmenes mucho mayores. A cambio tiene que vender a descuento y ponerse en manos de intermediarios de dudosa reputación. Entretanto, el ejército ucraniano ha recrudecido sus ataques con drones contra refinerías y depósitos de combustible en el interior de Rusia. Como consecuencia, en septiembre los ingresos del Kremlin en concepto de hidrocarburos eran ya la mitad que hace tres años. Los temores de que el precio del barril se dispare están ahí, pero el mercado mundial se encuentra sobreabastecido porque se extrae más petróleo que nunca. Los inventarios, de hecho, están en máximos. ¿Bastará eso para obligar a Putin a negociar un alto el fuego? Lo desconocemos, pero su ejército no consigue realizar avances y el frente económico se le está complicando. A pesar de ello no parece tener intención de ceder. Para llegar a un armisticio ha exigido unas condiciones inaceptables tanto para los ucranianos como para los mediadores. Esto de Ucrania es para él una cuestión existencial y sólo entiende el lenguaje de la fuerza. Las sanciones por si solas no reblandecerán al Kremlin; la presión económica y en el campo de batalla podría hacerlo, pero no hay una solución rápida. Esta guerra es algo muy personal para Putin. En ella se juega su prestigio, su legado y su lugar en la historia de Rusia. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:45 ¿Bastarán las sanciones? 33:33 Premios iVoox - https://premios.ivoox.com/ 35:59 El impuesto del carbono 41:21 La realidad de Cuba 49:24 Por qué no les gusta el fútbol · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #rusia #ucrania Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals