Latin abbreviation meaning "compare"
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Crise financeira afeta várias autarquias moçambicanas. Conflitos em África passam ao lado dos debates da Conferência de Segurança de Munique. Radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido.
Marco Rubio veio à Conferência de Munique com um estilo bastante mais suave que J.D. Vance há um ano, mas o recado de Trump para os europeus não mudou: há um declínio civilizacional na Europa, provocado por uma excessiva imigração e só os partidos de extrema-direita, nacionalistas e populistas, o podem travar. Desde a questão da Gronelândia que a Europa passou a ser bastante mais assertiva no diálogo com Washington e, desta vez, foi o chanceler alemão a lembrar a Trump que os Estados Unidos “não são poderosos o suficiente para ir sozinhos”. Neste episódio, conversamos com Henrique Burnay, consultor em Assuntos Europeus e colunista do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conferência da fé 2026 [Sábado - 14.02] - com Vinicius Santos by Igreja Verbo da Vida Bauru – Vila Flores
Conferência da fé 2026 [Domingo Manhã - 15.02] - com Barbara Bathemarque by Igreja Verbo da Vida Bauru – Vila Flores
Conferência da fé 2026 [Domingo Noite - 15.02] - com Vinicius Santos by Igreja Verbo da Vida Bauru – Vila Flores
CM: Governo paga de cerca de 20 mil euros para ter SportTV em 7 pontos da residência oficial do primeiro-ministro. The Guardian: ONG´s pedem que UE que não siga EUA em matéria de imigração.See omnystudio.com/listener for privacy information.
CM: Governo paga de cerca de 20 mil euros para ter SportTV em 7 pontos da residência oficial do primeiro-ministro. The Guardian: ONG´s pedem que UE que não siga EUA em matéria de imigração.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Leste Oeste, Nuno Rogeiro analisa a Conferência de Segurança de Munique, destacando seu papel central nas relações internacionais entre Estados Unidos e Europa. O comentador aborda o contexto histórico do “espírito de Munique”, as atuais incertezas transatlânticas e discursos de líderes como o secretário de Estado norte-americano. Toca ainda em temas como comércio internacional, nacionalismo, imigração, economia verde e o futuro da NATO. Oiça aqui em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Eleição de Seguro e menor margem negocial aconselham a alterações ao diploma, escreve o Diário de Notícias. O Expresso destaca que a reconstrução das estradas pode demorar pelo menos um ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eleição de Seguro e menor margem negocial aconselham a alterações ao diploma, escreve o Diário de Notícias. O Expresso destaca que a reconstrução das estradas pode demorar pelo menos um ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram as ideias e o pensamento político de António José Seguro no campo da Política Externa e de Defesa, procurando projectar os planos e as prioridades do próximo Presidente da República no campo da diplomacia. Com a guerra na Ucrânia a aproximar-se do seu quarto aniversário, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA recuperaram os últimos desenvolvimentos do conflito, quer na mesa das negociações, quer no terreno, para reflectir sobre os capítulos seguintes, envolvendo Kiev, Moscovo, Bruxelas e Washington. Neste âmbito, anteciparam quatro importantes eventos agendados para os próximos dias: a reunião de ministros da Defesa da NATO; o retiro dos líderes do Conselho Europeu sobre Competitividade; a reunião do Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia; e o início da 62.ª Conferência de Segurança de Munique. No final do programa houve tempo para três notas breves sobre a mais recente crise política no Reino Unido, os resultados das eleições no Japão e a condenação do magnata dos media e activista pró-democracia de Hong Kong, Jimmy Lai. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Desta vez, a Europa organiza uma resposta ao abandono por parte de Trump e às ameaças persistentes de Putin. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Conferência Mundial sobre a Erradicação do Trabalho Infantil realiza edição de 2026 em Marraquexe, Marrocos; objetivo é liberar 138 milhões de crianças que estão a trabalhar.
Palestra realizada no dia 16/03/2025, durante a 27ª Conferência Estadual Espírita da FEP, em Curitiba/PR.
Nesse episódio eu fiz um geral sobre o cenário atual da NBA, pensando em você fã de NFL que vai começar a acompanhar a temporada agora que passou o Super Bowl(00:00) Conferência Leste(24:57) Conferência Oeste(41:25) Jogo das EstrelasEntre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVoApoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://caradossports.com.br/Se torne membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join
Segundo na Conferência Oeste, com 37 vitórias em 53 partidas, tendo vencido quatro dos cinco jogos contra o líder Oklahoma City Thunder nesta temporada, vindo de cinco vitórias seguidas e de ter vencido 10 dos seus últimos 13 confrontos, o San Antonio Spurs se mostra como real candidato do título da NBA? O Bola Laranja vai te responder.Além disso, o #296 falará sobre as ausências do All-Star Game do próximo final de semana, que já tem as baixas de Shai Gilgeous-Alexander, Giannis Antetokounmpo, Luka Doncic e Stephen Curry confirmadas.Seja bem-vindo ao canal do Bola Laranja!Siga o Bola Laranja no Instagram!SEJA MEMBRO DO BOLA LARANJA NO YOUTUBEOs melhores produtos Nike estão no Bola Laranja Store!O melhor conteúdo da NBA você encontra aqui!
O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.
Palestra realizada no dia 15/03/2025, durante a 27ª Conferência Estadual Espírita da FEP, em Curitiba/PR.
Velkommen til AI Denmark, hvor vi denne gang samler op på en håndfuld af de mange, mange ting der er sket i AI-land de sidste par måneder.Det handler om annoncer i OpenAI, Apples valg af Google som AI-leverandør, en vild og nørdet AI-assistent med en hummer som logo, og meget mere.Bagefter skal vi møde AI-konsulent Mikkel Freltoft Krogsholm, der er den glade ejer af en Nvidia DGX Spark, en maskine som firmaet selv med moderat overdrivelse kalder en AI-supercomputer til skrivebordet. Men uanset de store ord, så er maskinen ganske interessant, fordi den giver mulighed for at køre open source AI-modeller lokalt på skrivebordet – og det fortæller Mikkel mere om her i episoden.Lyt med!
Em 2025, três efemérides nos convidam a revisitar viradas decisivas do século XX. Os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial lembram o impacto global do conflito e suas marcas ainda presentes. Os 70 anos da Conferência de Bandung retomam o momento em que países recém-independentes afirmaram novos caminhos para o Sul Global. E os 50 anos da independência de Angola celebram lutas anticoloniais que redefiniram a história africana e suas diásporas. Juntas, essas datas acionam memórias, disputas e futuros possíveis.Diante disso, o LPPE decidiu produzir uma série sobre essas três efemérides, considerando seus impactos em diferentes aspectos: como o cinema, a literatura etc. Neste episódio exploramos com a literatura teve influência direta na independência de Angola e nos anos pós-independência.Uma conversa incrível e inspiradora com a professora Carmen Lúcia Tindó Ribeiro Secco, uma das maiores referências brasileiras em Literaturas Africanas.Ficha técnicaCoordenação do Podcast História Presente: Prof.ª Angela RobertiCoordenação da série: Prof. Flaviano IsolanRoteiro: Flaviano IsolanEntrevistadores: Ingrid Ladeira e Flaviano IsolanEdição de áudio e vídeo: Fernando Ribeiro (Bolsista LPPE-Uerj)Programação visual: Ingrid Ladeira
Neste episódio recheado de adoração, somos confrontados com um chamado claro: ser enviados. A mensagem revela que quando nos colocamos debaixo de autoridade, carregamos autoridade, e quando respondemos ao chamado de Deus, nossas decisões individuais passam a impactar gerações inteiras. Deus está levantando uma geração marcada pelo fogo do Espírito Santo, especialmente entre os jovens, para viver não apenas experiências espirituais, mas um comissionamento real. Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
Em 2026, celebram-se os 800 anos da morte de São Francisco de Assis, um dos santos mais populares da Igreja Católica, com enorme devoção mundial e no Brasil. A partir deste ano, o dia 4 de outubro volta a ser feriado nacional na Itália em homenagem ao padroeiro. Assis, sua cidade natal, se prepara para as comemorações que envolvem iniciativas culturais e turísticas em toda região da Úmbria, no centro da Itália. Gina Marques, correspondente da RFI em Roma Pela primeira vez, os restos mortais do santo serão expostos à veneração pública entre 22 de fevereiro e 22 de março, na Basílica de São Francisco em Assis. O cardeal Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), é sobretudo franciscano. Segundo ele, São Francisco permanece vivo não só na cristandade, como pertence a toda humanidade. “São Francisco é hoje 'um arquétipo do ser humano', porque através da sua vida, do seu testemunho, ele expressou aquilo que o ser humano tem de mais genuíno. Ele trouxe de uma forma toda especial esta humanidade genuína", disse ele à RFI no Colégio Pio Brasileiro, em Roma. "É isso que faz dele esta figura extraordinária que continua sendo inspiradora para tantos.” A Úmbria de Francisco A Úmbria, conhecida com o bordão de “o coração verde da Itália”, é uma região com paisagem serena, marcada por colinas suaves, campos cultivados, oliveiras e cidadezinhas medievais. Nesse cenário está Assis, onde nasceu Francisco no ano 1182, filho de Pietro di Bernardone e de Pica de Bourlemont, uma família burguesa enriquecida pelo comércio. Batizado como Giovanni, teve o nome mudado para Francisco por seu pai. Após participar de guerras e adoecer, viveu uma experiência espiritual que o levou a abandonar a vida militar. Por volta de 1205, iniciou sua conversão marcada pelo encontro com leprosos, a renúncia aos bens, passando a dedicar-se à caridade e à renovação espiritual. Existem muitas narrativas sobre quem foi o homem Francisco antes da canonização. Ao longo dos séculos, perpetuou-se a ideia que ele foi um revolucionário social, precursor do ambientalismo, protetor dos animais, defensor dos direitos das mulheres e até pacifista visionário. Recentemente, duas obras sobre São Francisco foram lançadas na Itália. San Francesco, de Alessandro Barbero, reúne diferentes fontes históricas para revelar o homem por trás do santo, seus dilemas e as lendas que surgiram após sua canonização. Já Francesco. Il primo italiano, de Aldo Cazzullo, apresenta Francisco como figura central da identidade italiana, destacando seu papel cultural, religioso e humano, como autor do primeiro poema em italiano, o Cântico das Criaturas, além de ser o inventor do presépio. Dom Jaime Spengler destaca que o legado franciscano continua inspirando pessoas em tempos de crise ambiental e espiritual, conectando fiéis e leigos. “São Francisco de Assis deixou um legado extraordinário, tanto para o mundo da espiritualidade, como da filosofia, da teologia, da ecologia. Hoje, no contexto histórico que vivemos, certamente os elementos que mais chamam a atenção tem a ver com a causa da ecologia, de um lado, mas também com a causa da paz, de outro lado. No mundo que se esfacela, quando vivemos uma crise não só das democracias em vários espaços, a figura de Francisco continua inspiradora.” Segundo o cardeal, São Francisco inspira cada pessoa a ser um instrumento de paz e reconciliação. “Cá entre nós, como estamos necessitados hoje dessas figuras, capazes de nos inspirar não só em nível intelectual, mas sobretudo através da práxis do cotidiano. E Francisco é para nós uma figura desta magnitude”, salienta. Franciscanos na origem do Brasil Diversas cidades em vários estados do Brasil têm o nome de São Francisco: Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Sergipe, Santa Catarina e Maranhão, além do icônico Rio São Francisco, o "Velho Chico". “Na origem do Brasil, está presente a família franciscana. Com a chegada dos portugueses, chegaram os primeiros frades, e os primeiros religiosos que aportaram em terras brasileiras eram franciscanos", relembra o cardeal. Dom Spengler afirma que na época do império e na passagem para a República, figuras do mundo franciscano também foram importantes na história do país. Na história recente, durante a ditadura, frades franciscanos "colaboraram de uma forma toda própria para que hoje pudéssemos ter espaços democráticos na sociedade”, ressalta, dando os exemplos de Dom Paulo Evaristo Arms, arcebispo de São Paulo, e Dom Aloísio Lorscheider, presidente da Conferência (CNBB), arcebispo de Fortaleza e em Aparecida, junto ao Santuário Nacional, "só para citar algumas expressões da nossa vida social, política e também eclesial”. Papa Francisco O jesuíta argentino Jorge Mario Bergoglio foi o primeiro papa a escolher o nome de Francisco. Logo após a sua eleição, em março de 2013, o pontífice declarou que sua escolha foi inspirada também no cardeal brasileiro Cláudio Hummes, franciscano. “Ele tinha uma amizade, uma proximidade com o então cardeal Hummes. Ele mesmo contou isso, em mais de uma situação, que logo após a escolha na Capela Sistina, o próprio cardeal Hummes teria pedido a ele para não se esquecer dos pobres.” Papa Leão XIV é um agostiniano, que promove a unidade em torno a Cristo. O pontífice americano foi eleito para unir a Igreja Católica, e aplacar algumas divisões internas. Segundo o cardeal Spengler, há grande proximidade entre franciscanos e agostinianos. “Eu creio que é o Espírito de Deus que escolhe a pessoa certa para o momento justo da história. Em segundo lugar, existe uma proximidade, por assim dizer, bastante grande entre aquilo que nós denominamos a espiritualidade agostiniana, a teologia agostiniana ou a filosofia agostiniana, e a franciscana. A espiritualidade, a teologia, a filosofia franciscana muito colheu da inspiração de Agostinho”, explica. Eventos comemorativos Além da exposição dos restos mortais em Assis, o oitavo centenário da morte de São Francisco será marcado por diversas iniciativas comemorativas. Estão previstas a publicação e catalogação de fontes franciscanas, a digitalização das antigas coleções do Sacro Convento de Assis, além de celebrações culturais e religiosas. Em Assis, os peregrinos também poderão visitar o Santuário da Spogliazione, onde São Francisco renunciou publicamente aos seus bens diante do pai. Neste local, é possível venerar o corpo de São Carlo Acutis, o santo “millennial”, canonizado pelo papa Leão XIV em 7 de setembro de 2025. A região da Úmbria programou uma série de eventos em várias cidades, propondo itinerários que o santo percorreu e que homenageiam sua identidade histórica. “O Tempo de Francisco” é o tema da XII edição do Festival Medieval de Gubbio, que acontecerá de 23 a 27 de setembro de 2026. O evento destaca a profunda ligação de Francisco com a cidade, a 50 quilômetros de Assis, onde ele encontrou acolhimento em 1206 e protagonizou o célebre episódio do lobo, símbolo da transformação do medo e da violência em diálogo, paz e fraternidade. Inspirado no lema “Homo homini lupus” (“O homem é o lobo do homem”), aforismo de Plauto imortalizado pelo filósofo do século 17 Thomas Hobbes, o festival propõe uma reflexão que conecta a Idade Média aos desafios do mundo contemporâneo, marcado por conflitos, egoísmo, desigualdades e pelo poder excessivo do dinheiro. O festival abordará a vida e a espiritualidade de São Francisco e o contexto do século 13, discutindo temas como pobreza, poder, fé, arte, política e legado espiritual. Considerado o maior evento italiano dedicado à Idade Média, o encontro reunirá cerca de 100 especialistas de diversas áreas e oferecerá ao público exposições, mercados, espetáculos, reconstituições históricas, feira do livro, encontros com autores, oficinas de caligrafia e miniatura, além de atividades educativas e culturais.
A nova temporada do Programa de Quinta começa com um debate fundamental sobre os desdobramentos da COP 30 e os rumos da agenda climática para o setor têxtil brasileiro. Este primeiro episódio promove o encontro entre a visão estratégica institucional e a aplicação prática na indústria, trazendo uma análise realista sobre os desafios e as oportunidades da nossa cadeia produtiva diante dos compromissos globais.Para conduzir essa conversa, recebemos Camila Zelezoglo, Gerente de Sustentabilidade e Inovação na Abit, que compartilha sua experiência em negociações internacionais e sua atuação em grupos voltados aos Direitos Humanos e à Economia Circular. Ao seu lado, Gabryella Mendonça, Coordenadora de Sustentabilidade na Capricórnio Têxtil e do Comitê de Sustentabilidade da Abit. Sua atuação foca na jornada de descarbonização, em projetos de economia circular e no reuso de água, conectando temas de clima e natureza a soluções inovadoras que geram impacto real para o negócio e para a manutenção de empregos dignos no setor.O episódio explora também as ações que a Abit impulsiona para que a indústria lidere esse redesenho produtivo, buscando o equilíbrio entre produtividade, ganhos financeiros e a manutenção de empregos dignos.
Falamos sobre o anúncio do Brasil como sede da Conferência Internacional de HIV/Aids em 2026, a padronização das inspeções sanitárias pela Anvisa através de novos roteiros harmonizados e as negociações entre Brasil e China para fortalecer a produção nacional de vacinas e medicamentos. Entenda como a organização do sistema e as parcerias estratégicas moldam o seu ambiente de trabalho e o acesso a terapias no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link de cada matéria:O QUE IMPORTA HOJE https://bit.ly/4k0LEgl O QUE MUDA NA PRÁTICAhttps://bit.ly/49ZfyNE RADARhttps://bit.ly/3NGNvLj
A NFL conheceu o Super Bowl LX neste último fim de semana. Seattle e New England foram campeões da NFC e da AFC, e assim, Pedro Bregolin, Pedro Matsunaga e Rafael Kutter chegam para conversar sobre os jogos. Dê o play de NFL!
Analisamos tudo das finais de conferência da NFL, projetamos o Super Bowl LX e falamos das últimas notícias(00:00:00) Início(00:01:10) New England Patriots 10x7 Denver Broncos(00:32:37) Los Angeles Rams 27x31 Seattle Seahawks(01:15:55) Seleção da Rodada - Finais de Conferência(01:18:15) Preview do Super Bowl LX(01:33:11) Pauta bônus - carrossel de head coaches parte 2Entre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVoApoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://caradossports.com.br/Se torne membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join
Os últimos QUATRO, nenhum invencível!0:00 Abertura do Episódio3:40 Broncos vencem, mas perderão Bo Nix10:55 O time mais completo da NFL, Seahawks18:10 Jogo atrapalhado na vitória dos Pats25:39 Drama até o fim em Rams e Bears35:52 Momento Merchan37:35 Prévia Broncos e Patriots50:00 Rams e Seahawks em desempate1:00:05 PalpitesPara mais conteúdo do Talk e Tackle Podcast:Nos siga no Instagram e no X: @talketackle. Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@tocoetackle. Apresentação: Jonas Faria; Comentários: Jonatan Mombach.
AI Report viert 50.000 nieuwsbrief abonnees, precies op Alexanders verjaardag! En die grafiek blijkt een perfecte thermometer voor de AI-hype. Claude Code domineert de statistieken sinds december, en niet zonder reden.Wietse verteld over de bizarre Ralph Wiggum-techniek die de programmeerwereld op zijn kop zet: agents die zichzelf constant herstarten met een goudvisgeheugen, waardoor ze door hun eigen contextwindow-beperkingen heen breken. Op Davos botsen twee visies. Dario Amodei van Anthropic groeit van nul naar tien miljard dollar omzet in drie jaar en houdt vast aan zijn voorspelling: binnen zes tot twaalf maanden AI die alles kan wat een mens doet. Hij heeft engineers die geen code meer schrijven. Demis Hassabis van DeepMind zit voorzichtiger op vijf tot tien jaar, omdat natuurwetenschappen echte experimenten vereisen - je kunt niet zomaar een nieuwe vliegtuigverf testen zonder het lab in te gaan. OpenAI's financiële realiteit komt hard binnen. ChatGPT krijgt advertenties, ondanks dat Sam Altman dit eerder een “last resort” noemde. Met 9 miljard dollar verlies per jaar en slechts 5% betalende gebruikers blijkt desperate times desperate measures te vereisen. De adult mode die eraan komt maakt het nog complexer - Wietse worstelt met de privacy-implicaties van automatische leeftijdsverificatie via gedragspatronen, waarbij hij zich afvraagt hoeveel websites straks zijn paspoort gaan vragen.Gelukkig biedt Moxie Marlinspike, de cryptograaf achter Signal, een uitweg met Confer. Zijn metafoor is briljant: een tijdelijke zwevende kluis die ontstaat tijdens je gesprek, waarbij zelfs de eigenaar van het datacenter niet naar binnen kan kijken. Wietse werkt zich door de technische complexiteit heen met tunnels en gebouwen, maar de belofte is helder - eindelijk AI-gesprekken die net zo privé zijn als je Signal-berichten, zonder dat je een server in je gangkast hoeft te zetten.Ontdek meer over de masterclasses hier: https://www.aireport.email/p/masterclassAls je een lezing wil over AI van Wietse of Alexander dan kan dat. Mail ons op lezing@aireport.emailVandaag nog beginnen met AI binnen jouw bedrijf? Ga dan naar deptagency.com/aireport This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.aireport.email/subscribe
A NFL chegou ao seu último final de semana de dois jogos. Assim, Pedro Bregolin, Pedro Matsunaga e Rafael Kutter chegam para conversar sobre as finais de AFC e NFC, e assim, prever qual será o Super Bowl LX. Dê o play e bora de NFL!
Ambitions futuristes de SpaceX et les réflexions d’Elon Musk sur la possibilité de civilisations extraterrestres (rien de moins que ça), Claude Cowork est la star du moment, enjeux d’usages et de sécurité liés aux IA. Me soutenir sur Patreon Me retrouver sur YouTube On discute ensemble sur Discord Interactions auditeurs Boutiques Micromania : attrapez les toutes ! Guerre des Claudes Claude devient un stagiaire à part entière. Marlin malin : Confer, le Signal pour chatbot. Flux fait un Klein d'oeil à Z-Image. Bandcamp veut rester 100% bio. Wikipedia a 25 ans et il récupère de l'argent. Consécration : des pubs dans ChatGPT ! Bientôt des scams crypto, si tout va bien. Qui hypocondrie vendredi, dimanche pleurera. Google lance UCP : Un Client Piégé. Elon en est pas fier Elon attaque (aussi) Google et (aussi) Open AI. Ashley menu : la saga des bikinis continue. Non, Guillaume n'a pas couché avec Dwayne Johnson ! Grok, l'IA des mecs, des vrais, ceux qui font un doigt à la physique. Contestation : le grand bâillonnement. Jeux vidéo Twisted Meta : la VR plus virtuelle que jamais. SSD, HDD, RTX 5070… le DRAMa de la semaine ! Captain Mustache : Roblox “vérifie” l'âge de ses utilisateurs. Foutage de goule ? Fallout devient une TV réalité. Participants Une émission préparée par Guillaume Poggiaspalla Présenté par Guillaume Vendé
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Core messagePersonal AI, consumer devices, and global networks are converging into a new arena where data, infrastructure, and talent are strategic assets, not just products.Policy, open-source security, and novel computing architectures provide early but meaningful counterweights to surveillance capitalism and cyber conflict.AI: privacy vs conveniencePrivacy-first AI like Moxie Marlinspike's Confer uses open-source code, end‑to‑end encryption, on‑device keys, and secure hardware to ensure user conversations cannot be read even by the service operator.Google's Gemini-powered Gmail adds an AI Inbox, thread summaries, and writing aids that mine inbox content to generate to‑dos and answers, while promising not to use email data to train foundation models and allowing opt‑outs.Corporate missteps and surveillance“Worst in Show” critics highlight products like over‑engineered smart fridges, Ring facial recognition, and disposable gadgets as emblematic of poor repairability, expanded surveillance, and e‑waste.Wegmans' biometric collection and Google's outreach encouraging teens to remove parental supervision show how corporate policies can quietly shift control and weaken privacy and safety norms.Tech as geopolitical battlefieldCampaigns such as China-linked “Salt Typhoon” exploit weaknesses in legacy telecom protocols like SS7, enabling interception of calls and texts from U.S. officials and potentially users worldwide.Taiwan's arrest warrant for OnePlus's CEO over alleged illegal recruitment reflects broader state-backed efforts by China to secure foreign tech talent and IP through front companies and incentive programs.Emerging safeguards and breakthroughsCalifornia's DROP platform operationalizes its Delete Act, letting residents issue one verified request that compels all registered data brokers to delete personal data and comply on a recurring schedule under penalty of fines.Anthropic's $1.5M partnership with the Python Software Foundation strengthens security for CPython and PyPI, hardening open‑source supply chains while funding community sustainability.Sandia's neuromorphic computing results show brain‑inspired hardware can efficiently solve complex partial differential equations, hinting at future high‑performance systems that are far more energy‑efficient than today's supercomputers.
EP 274. In this week's update:Moxie Marlinspike, architect of Signal's groundbreaking privacy standards, now brings his uncompromising approach to secure, user-controlled artificial intelligence with the launch of Confer.The fifth annual Worst in Show anti-awards returned to CES 2026, shining a harsh spotlight on the year's most wasteful, invasive, and counterproductive consumer electronics.Wegmans has quietly expanded biometric surveillance in its New York City stores, collecting facial, iris, and voice data from every shopper under the stated goal of safety and security.California's new DROP law marks a major victory for consumer privacy, empowering residents to delete their personal information from hundreds of data brokers with a single request.Google faces intense backlash after directly notifying 13-year-olds that they can unilaterally remove parental supervision from their accounts, raising serious concerns about child safety and parental authority.Chinese state-sponsored hackers, operating under the long-running Salt Typhoon campaign, have compromised email accounts of staff on multiple powerful U.S. House committees.Anthropic has committed $1.5 million over two years to the Python Software Foundation, targeting major security improvements to CPython and PyPI to protect millions of developers and users.Neuromorphic computers, designed to emulate the human brain's architecture, have demonstrated remarkable efficiency and accuracy in solving complex partial differential equations, challenging conventional assumptions about their capabilities.Let's go get the moxie.Find this week's full transcript here.
Moxie Marlinspike, founder of Signal, launched Confer, an AI chatbot that uses end-to-end encryption to protect user conversations. Confer encrypts prompts and responses on the user's device and processes them in a secure environment, using passkeys like Face ID or device PINs instead of traditional passwords. The platform provides cryptographic attestation to verify secure data handling and aims to prevent user data from being accessed by third parties or used for targeted advertising. Signal's encryption protocol was previously adopted by WhatsApp, and Confer seeks to set similar standards for privacy in AI applications.Learn more on this news by visiting us at: https://greyjournal.net/news/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Apple targets digital creatives with the debut of its "Apple Creator Studio" subscription package, and Moxie Marlinspike is bringing end-to-end encryption to the open-source AI chatbot world with the release of Confer.Starring Jason Howell and Tom Merritt.Links to stories discussed in this episode can be found here. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Are you dead? AI Hellscape, Copilot Uninstalled?, Blue Delta, 2026 predictions, Quishing, Confer, Aaran Leyland, and More on the Security Weekly News. Visit https://www.securityweekly.com/swn for all the latest episodes! Show Notes: https://securityweekly.com/swn-546
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Neste episódio do Cabeça de Lab, conversamos sobre tecnologia e educação a partir da experiência no LACLO, a Conferência Latino Americana de Learning Objects and Technology. Falamos sobre pesquisa em computação aplicada à educação, o papel da inteligência artificial no ensino, computação desplugada, formação de professores e os desafios reais das escolas na América Latina. A conversa passa por temas como uso consciente de IA em sala de aula, avaliação, escrita acadêmica mediada por tecnologia, jogos educacionais, modelagem de dados sem computador e a importância de produzir conhecimento a partir da nossa própria realidade. Um episódio para quem quer entender como tecnologia, pedagogia e contexto social se cruzam na construção do futuro da educação.Edição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/---Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs @cabecadelabDúvidas, cabeçadas e sugestões, mande e-mail para o cabecadelab@luizalabs.com ou uma DM no InstagramParticipantes: MARCOS NORIYUKI | https://www.linkedin.com/in/marcos-noriyuki-miyata/RAISSA XAVIER | https://www.linkedin.com/in/raissaxavier/
A entrada em vigor de um novo sistema de controle de emissões de gases de efeito estufa dos produtos importados pelos países europeus, com um imposto compensatório, coloca lenha no debate sobre a ambição climática virar instrumento de protecionismo disfarçado. O Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, na sigla em inglês), adotado há dois anos pela União Europeia, passou a operar neste 1º de janeiro de 2026, após uma fase de implementação. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O instrumento passa a taxar as importações de bens industriais altamente emissores de CO2, como aço, alumínio, cimento e fertilizantes, entre outros, quando já não são precificados no país exportador. Este é o caso da maioria das nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, que ainda não dispõem de seus próprios mecanismos para medir e taxar o carbono – instrumentos complexos e onerosos. A perspectiva de entrada em vigor do CBAM foi um dos principais focos de bloqueio da Conferência do Clima de Belém (COP30), depois de causar tensões ao longo do ano entre os europeus e potências emergentes, como China e Índia, grandes produtoras de matérias-primas. Os países do Brics “rechaçaram medidas protecionistas unilaterais, sob pretexto de preocupações ambientais”. “Não dá para definir como um mecanismo só bom para o clima, ou só protecionista. Acho que ele é as duas coisas”, avalia o advogado Lucas Biasetton, especialista em regulações climáticas internacionais. “Mas sempre que a União Europeia impõe alguma nova normativa, ocorre o que chamamos de “efeito Bruxelas”: acaba tendo efeitos indiretos em outros países que se espelham nas normas europeias. Aqueles que exportam para a União Europeia terão que se adaptar e entender que o custo do carbono vai passar a ser considerado.” Passo seguinte do mercado europeu de CO2 A UE argumenta que o CBAM, integrante do plano Fit for 55 de descarbonização do bloco, representa o próximo passo de seu mercado de emissões (EU ETS), pelo qual as indústrias já pagam pelo carbono gerado em suas atividades . O sistema existe há 20 anos, mas previa isenções a alguns dos setores industriais mais emissores. Essas gratuidades agora serão progressivamente canceladas. O novo mecanismo vai aplicar progressivamente aos produtos importados o mesmo preço do CO2 emitido que os europeus já pagam ou passarão a pagar no mercado interno. Também visa evitar o “vazamento de carbono”, ou seja, que as empresas passem a produzir em países onde as regras de emissões são mais brandas. Pierre Leturcq, diretor do programa Desafios Globais do Instituto de Políticas Ambientais Europeias (IEEP), em Bruxelas, salienta que o CBAM vai atingir principalmente as fabricantes do próprio bloco. “Teremos a diminuição das isenções para as indústrias mais poluentes da União Europeia, só que algumas delas são grandes emissoras de CO2 e estão, ao mesmo tempo, muito expostas ao comércio internacional. O aumento do preço do carbono das importações é uma consequência disso”, explica. “Os estudos feitos pela Comissão Europeia mostram que o maior impacto será na própria União Europeia, tanto no preço do carbono, quanto na redução de emissões. No exterior, estes impactos serão marginais.” O mecanismo, inédito no mundo, expõe os limites das instituições multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para lidar com questões relacionadas às finanças climáticas. Em novembro, a presidência brasileira da COP30 instituiu um Fórum Integrado de Clima e Comércio para tentar impulsionar discussões formais entre os países, na tentativa de equilibrar as transações entre, de um lado, nações desenvolvidas que aplicam políticas climáticas cada vez mais restritivas e, de outro, economias que ainda estão se desenvolvendo. Mas a adesão a este novo instrumento, que se soma a outros já existentes, é incerta. “O CBAM não é uma medida ideal, mas é a medida possível, na ausência de acordos setoriais e plurilaterais de redução de emissões para o aço ou o alumínio. Sequer temos um preço mundial do CO2 e provavelmente nunca teremos, porque, para muitos países do mundo, não faz sentido taxar o carbono”, observa Leturcq. Recursos ficarão na UE As críticas ao mecanismo ocorrem num contexto em que o financiamento para as medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa e de adaptação às mudanças do clima nos países pobres continua insuficiente. Ao mesmo tempo, as receitas do novo imposto europeu, estimadas em € 1,4 bilhão por ano, serão incluídas no orçamento do próprio bloco, e não direcionadas a promover a economia de baixo carbono nos países menos desenvolvidos. “Para que o mecanismo seja compatível com o direito internacional e em particular com o princípio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas entre os países ricos e pobres, ele não pode ser um instrumento para financiar o orçamento europeu. Nós defendemos que os recursos sejam automaticamente direcionados a fundos internacionais de descarbonização”, alega o pesquisador do IEEP. A adaptação ao sistema não é fácil nem para os europeus: o cálculo das emissões é sofisticado e exige dados complexos, para os quais podem ser necessárias infraestruturas específicas. A capacidade de absorver este impacto é desigual entre os países mais e menos avançados, assim como entre as pequenas, médias e grandes empresas. A Comissão Europeia alega que o objetivo do mecanismo é estimular as cadeias altamente emissoras a acelerarem a descarbonização do processo produtivo, inclusive no exterior. Mas a adoção do imposto preocupa os países com forte dependência das exportações para a União Europeia – como Moçambique, que tem o bloco como destino de 85% do seu alumínio. Pierre Leturcq chama a atenção para o risco de a medida se tornar uma variável de ajuste comercial entre a UE e seus parceiros internacionais – um desvio que abalaria a credibilidade do bloco na agenda climática. “É preocupante que a Comissão Europeia deixe a porta aberta para um desligamento entre a adoção progressiva do CBAM e o ritmo da redução das isenções dentro do bloco. Isso é muito importante para que o mecanismo seja, de fato, uma medida climática”, frisa. “Ele não pode ser transformado em mera tarifa aduaneira para proteger as indústrias europeias. Isso seria catastrófico.” Empresas já se adaptam à precificação do CO2 Um relatório publicado em dezembro pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Climate Finance Asia verificou que grandes empresas de países emergentes expostas ao CBAM já se mobilizam para se adaptar, promovendo transformações tecnológicas que reduzam o seu impacto ambiental. O caso da Petrobras, que implementou um preço interno de carbono para orientar decisões de investimentos, é mencionado. Com o novo mecanismo, a Europa também quer impulsionar a formalização dos dispositivos nacionais de precificação e comércio de carbono. No Brasil, uma das críticas é que o CBAM utiliza metodologias de cálculo próprias já consolidadas no bloco, mas que não necessariamente correspondem à realidade de outros continentes, com configurações climáticas distintas. O potencial de armazenamento de CO2 no solo em países tropicais, por exemplo, é subestimado. Além disso, na impossibilidade de os exportadores oferecerem números confiáveis e equivalentes, a UE adota valores conservadores de emissões – ou seja, produtores estrangeiros podem ser considerados mais poluentes do que de fato são, mas não conseguem comprovar. Brasil quer acelerar mercado regulado de carbono No caso brasileiro, os exportadores terão dificuldades para atestar que utilizam matriz elétrica limpa e poderão ser penalizados. “Esse é o grande problema brasileiro: a energia limpa que a gente produz simplesmente não importa para o volume de emissões que é calculado no Cbam”, destaca Lucas Biasetton. “É natural que, no futuro, quando o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões estiver mais consolidado e as empresas começarem a pagar por certificados de emissões, o Brasil pense em formas de fazer com elas não sejam prejudicadas neste cálculo. Mas isso ainda vai levar tempo.” Em um momento de profunda crise do multilateralismo, o risco de protecionismo climático e a criação de “clubes de carbono”, em que blocos de países com regras e tarifas climáticas próprias comercializam entre si, são preocupações reais, avalia o advogado brasileiro. “A União Europeia desenhou esse instrumento de uma forma muito unilateral. Alguns países estão começando a criar um imposto de exportação do carbono, para que essa receita fique no seu próprio país. A Índia está em discussões avançadas nesse sentido”, afirma. “Acho que o Cbam é uma consequência natural da decisão da UE de ter um sistema de comércio de emissões, mas o momento em que ele vem é realmente muito ruim e a forma como ele foi construído é muito questionável”, constata Biasetton.
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 14 de fevereiro de 2025.] Depois da Conferência de Segurança de Munique, UE está sozinha e EUA pensam que podem impor valores aos europeus? E ainda o MENAC, o mapa autárquico, injustiça na banca e crueldade política do Chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Secretário-geral vê potencial da tecnologia para acelerar detecção e prevenção deste tipo de crime; evento em Doha discutirá impacto de redes criminosas na economia e cooperação internacional contra a prática.
Gravado na Conferência de Futebol do Nordeste, o episódio debate a penetração dos clubes nacionais como Corinthians e Flamengo na região e como os clubes nordestinos procuram se posicionar e se proteger nesse importante mercado nacional. O jornalista João de Andrade Neto e o comentarista Cabral Neto conversaram com Juliana Maurano, responsável pela gestão de ativação e marketing de experiência do Corinthians, Ricardo Hinrichsen, vice-presidente de comunicação e marketing do Flamengo, e Renan Menezes, gerente comercial e de licenciamento do Fortaleza.
Ao estarmos centrados no Evangelho, alegramo-nos não com o crescimento numérico de uma determinada igreja local, mas com o avanço do Evangelho em todo o mundo. Neste fim de semana, nos alegramos imensamente em receber pastores e plantadores de diversas cidades do Brasil e em ver o que Deus está fazendo não apenas em nossa igreja local, mas em Sua Igreja em nossa nação. Foram três dias intensos de muita comunhão e edificação. Fomos ministrados pelos pastores Cristiano Gaspar, Filipe Niel, Igor Miguel e Thiago Guerra sobre a natureza, a vida e a vocação da Igreja. Nossa oração é para que o Senhor continue equipando os santos para o cumprimento do Seu bom propósito, fortalecendo-os e encorajando-os. Que nossas igrejas continuem sendo para a glória de Deus, para os interesses de Cristo, para a edificação da Igreja e para o bem de todo o mundo. Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc