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Neighborhood of Tijuana in Baja California, Mexico

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zona norte

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Morning Show
PM mobiliza 200 agentes no Rio / Volta do Dark Horse / Piloto se ejeta

Morning Show

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 119:50


Confira no Morning Show desta terça-feira (25): A Polícia Federal (PF) vai ter acesso a elementos reunidos pela Polícia Civil de São Paulo durante busca e apreensão no Instituto Conhecer Brasil (ICB), que é ligado à produtora do filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os dados encontrados pela Polícia Civil de São Paulo vão ser analisados no inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar a suspeita de que emendas parlamentares enviadas pelo deputado federal Mário Frias (PL), produtor do longa, podem ter abastecido a produção “Dark Horse”. O compartilhamento do material foi autorizado pelo ministro Flávio Dino no dia 21 de agosto. O Discord pediu à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) que autorize a retomada das transmissões de vídeo suspensas no Brasil desde o último dia 17. Em recurso protocolado nesta segunda-feira, a empresa questiona o alcance e os fundamentos da medida e propõe, como alternativa, um plano com metas, prazos e retomada gradual das ferramentas. A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) multou em R$ 153,7 milhões a ByteDance, dona do TikTok, por falhas no tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (25). A agência também determinou a eliminação dos dados coletados de forma irregular e estabeleceu que a empresa apresente um plano de conformidade para reforçar a proteção de menores na plataforma. Um levantamento de dados revelou que municípios do Paraná gastaram mais de R$ 1 bilhão em shows e eventos entre 2021 e o primeiro semestre de 2026. Apenas seis das 399 cidades do estado não registraram despesas deste tipo. Entre as atrações que mais receberam estão: a dupla sertaneja Fernando e Sorocaba, Guilherme e Benuto e Ana Castela. A Polícia Militar realizou, na manhã desta segunda-feira (24), uma operação em Parada de Lucas e Vigário Geral, na Zona Norte do Rio. Mais de 200 policiais participam da ação, realizada dois dias após uma operação no Complexo de Israel, na mesma região. Moradores informaram que houve um intenso tiroteio na chegada das equipes. Segundo a corporação, o objetivo é conter disputas territoriais entre grupos criminosos e combater roubos de veículos e cargas, exploração ilegal de serviços e outras atividades criminosas. Um avião monomotor pegou fogo na manhã desta terça-feira (25) enquanto voava sobre área de mata no entorno de Belo Horizonte (MG). O piloto da aeronave se ejetou e sobreviveu utilizando um para-quedas, sem ferimentos. O governo do presidente Donald Trump prepara uma nova ofensiva na política migratória dos Estados Unidos que pode atingir até 200 mil estrangeiros. O plano prevê o cancelamento de vistos de turismo e de negócios de pessoas que entraram no país como visitantes temporários e, posteriormente, solicitaram asilo. A medida abrange os vistos B1 e B2, utilizados principalmente para viagens de negócios e de turismo. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo federal estima que o salário mínimo será de R$ 1.741 em 2027. O valor constará no Projeto de Lei Orçamentária Anual, que será encaminhado ao Congresso Nacional até o dia 31 deste mês. Com a medida, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) acionou o TSE alegando que se trata de um ato eleitoral. Em entrevista ao Sofá da Discórdia, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, fala sobre a PEC que prevê o fim da escala 6X1. O líder patronal afirma que a medida “é uma PEC Boca de Urna” para favorecer a reeleição do presidente Lula (PT) e defende que a duração da jornada de trabalho deve ser negociada entre funcionários e empresários. Aline Borguetti, uma piloto brasileira, fala sobre sua trajetória na aviação civil, onde chegou a pilotar o maior avião do mundo, superando preconceitos em uma profissão predominantemente masculina. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Resumão Diário
Lito Sousa é diagnosticado com doença degenerativa sem cura; Mendonça manda investigar suspeita de vazamentos no caso Lulinha; Correios abrem novo programa de demissão voluntária e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 4:48


A esposa do influenciador Lito Souza, do canal Aviões e Música, contou em um vídeo que ele teve o diagnóstico da doença Creutzfeld-Jakob. A doença não tem tratamento e causa a perda dos movimentos e demência. ministro André Mendonça determina investigação sobre suspeita de novos vazamentos em caso de Lulinha. Operação da PM no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio de Janeiro, tem intenso tiroteio e fecha temporariamente e Avenida Brasil. Correios abrem novo Plano de Desligamento Voluntário, que prevê incentivo financeiro para quem quiser sair da empresa. Frente fria traz ventania ao Sudeste; ciclone ainda influencia o Sul e frio aumenta no fim de semana.

Convidado
Marta Lança publica memórias entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo e Rio de Janeiro

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 37:05


Neste programa, conversamos com Marta Lança, a autora de “Essas pessoas na sala de jantar”, um livro que conta as histórias de uma vida escrita entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro e outras geografias, tendo como fio condutor as mudanças de casa e os encontros com novas pessoas que enchem salas de jantar transformadas em lugares de resistência e comunidades de pensamento e de arte. Este é o seu segundo livro, depois de “infinitas-pessoas-mais-uma”, ambos editados na Tigre de Papel. Marta Lança é jornalista, escritora, programadora cultural e também coordena o portal Buala, uma plataforma dedicada à cultura e ao pensamento sobre o Sul Global.  O livro “Essas pessoas na sala de jantar” é como uma casa, ou melhor, uma sala de jantar repleta de amigos e reinventada a cada nova morada entre três continentes. Mas não é “uma sala de jantar auto-satisfeita”, não. É um convite à viagem, à partilha e aos novos sabores, com pratos cheio de histórias e portas abertas, com sorrisos e cumplicidades, algures em prédios onde – podemos ler – “nos desenrascamos uns aos outros, e dispensamos ovos e coentros, em que crescemos juntos”. Foi a partir das sucessivas mudanças de casa para “outro bairro, às vezes outra cidade, ou continente” que a autora quis “encapsular temporadas em certos lugares e circunstâncias”. Através da sua história pessoal, conta o que viu nos países onde viveu, observando com “um olhar para dentro e para fora” capaz de arrombar quartos fechados e mentes quadradas. Esta é uma história de encontros, de “geografias afectivas múltiplas” e é também um diário de bordo de um mundo em risco de extinção e de um outro a cimentar-se, num “tempo saturado de estímulos e de tecnofascismo” e em que os ecrãs substituíram livros e o brincar na rua. Escrito com muito humor, o livro é também uma forma de transmissão da memória, offline, um registo proustiano em busca de um tempo perdido em que tanto se ganhou e tanto se foi perdendo. Às memórias pessoais da protagonista, às suas histórias de amizades, de amores, de viagens e experiências noutros países, misturam-se os grandes acontecimentos que marcaram a História e a política do pós-25 de Abril em Portugal até aos dias de hoje no mundo. Tudo acompanhado pelo ritmo dos filmes, dos livros e da banda sonora que também escreveram esses anos. A partir de Lisboa, Faial, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro, Baixo Alentejo, as histórias  são acompanhadas por reflexões sobre as injustiças sociais, o racismo, as cidades segregadas, o capitalismo desenfreado, a crise da habitação, a especulação insaciável e as rendas insustentáveis, a ecologia em crise, a pobreza, as sempiternas lutas das mulheres e muitas e variadas e repetidas opressões. São também histórias de lugares de resistência, de salas de jantar transformadas em comunidade de pensamento e de arte. A autora lembra como foi crescer numa Lisboa arrastada pela especulação imobiliária, o que foi a “Geração à Rasca” nos tempos da Troika e lembra que “o fascismo nunca desapareceu no país dos brandos costumes”.  Depois, recorda como “ter vinte e um anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Em Cabo Verde, reconheceu “a personalidade telúrica dos habitantes vulcânicos" que tinha conhecido em menina nos Açores, “mas o mais difícil de erradicar permanece: as mentalidades, a anos-luz de descolonizar”. Segue-se Luanda, “mal tinha desembrulhado o grogue, o veludo e a calabaceira de Cabo Verde e partia de novo, desta vez para uma grande metrópole africana da qual afinal não sabia quase nada”. Em Luanda compreendeu que “a mesma cidade onde se luta para conseguir comer ou para facturar milhões, toda a hora é hora de celebrar a vida, porque a toda a hora se pode morrer.” Em Maputo, o que mais conquistou o seu “coração rebelde eram os concertos de hip-hop, agregadores de jovens desejosos de mudar a sociedade restrita e opressora”, como Azagaia que “confrontava o regime e a geração da independência” com, por exemplo, a música “Quem vendeu a minha pátria?”. No Rio de Janeiro, surge a pergunta: “Como se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência?”, onde “a desigualdade continua a ser a espinha dorsal da vida urbana brasileira.” A resposta começa, talvez, nos baile funk na Zona Norte, “uma das maiores expressões da resistência cultural, social e identidade das periferias brasileiras”. Mais tarde, o refúgio no Baixo Alentejo, em Portugal, onde uma casa no campo é a possibilidade de “pequenos lugares engendrarem utopias”. Porém, mesmo aí, “a terra é colonizada e posta a render” e nos cafés se percebe “como muita gente desistiu e se deixou manipular pelo populismo e abandono”. No final, regressa às raízes para cuidar de quem dela cuidou e de quem dela cuidará, confessa. Consciente de fazer “parte da paisagem da desigualdade montada”, ao longo dessas viagens entre os três continentes, a narradora nunca esquece “o Atlântico que devolve continuamente a memória do terror e da sobrevivência”. Também omnipresente, de viagem em viagem, a comida, das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne nos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, passando pelo amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, sem esquecer o acarajé no Rio e a Cozinha Ocupação. Afinal, “poucas coisas unem tanto as pessoas como partilhar uma refeição”. A inspirar as suas páginas sente-se a busca e um enorme respeito pela liberdade, partindo de uma personagem-arquétipo a que chamou Júlia e que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”. Era uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros". "Essas pessoas na sala de jantar" talvez seja "o mapa poético" de Marta Lança, esboçado a partir da "força de todas as que foram reprimidas". Marta Lança: "Aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer" RFI: Do que fala este livro? Marta Lança, Autora de “Essas pessoas na sala de jantar”: “Este livro compila várias crónicas de diversos momentos da minha vida. Quando estava a pensar o que é que ligaria estas histórias, achei que seria o mínimo denominador comum a questão de mudar. Mudar de casa, mudar de cidade, mudar de geografia emocional e de trabalhos, entre eles tem esta questão de cada um que se passa num determinado tempo e espaço. Começa com a casa onde cresci, a casa dos pais, a casa de onde parti para a vida e depois são sucessivas casas como ponto de partida: várias em Lisboa, várias depois com a vida profissional, em que fui viver para os países africanos onde também se fala português, como Cabo Verde, Angola, Moçambique. Depois o Brasil e o regresso a Lisboa, sendo Lisboa também em vários bairros, em vários tempos. Isso é o que coordena. Depois, fala de muitas outras coisas. Cada história tem os seus universos, alguns vão-se repetindo, mas é basicamente um livro que tem a ver com o crescer, com o tornar-se uma mulher, tornar-se adulta, e tem esse lado um pouco confessional, autobiográfico - mesmo assim, tentando não expor muito os outros - mas é o devir adulto. Basicamente, é um livro que tem a ver com o crescimento.” Por que é que decidiu chamar-lhe “Essas pessoas na sala de jantar”? “Porque sempre gostei muito dessa canção de 'Os Mutantes', um grupo brasileiro de movimento Tropicália. A canção chama-se ‘Panis et Circenses', tem a ver com uma crítica à ditadura militar brasileira. É muito irónico porque enquanto se está a distribuir pão e circo, essa classe média que está entretida na sala de jantar, ocupada em manter-se, em nascer e morrer, e que fica numa certa passividade enquanto o mundo explode, enquanto há uma série de injustiças, há uma classe média que está muito contente com a sua vidinha de privilégio. Então, trouxe este título para falar também dessa tensão que eu própria sinto entre o meu meio, esse meio pequeno-burguês de Lisboa que teve acesso à educação, saúde a seguir ao 25 de Abril. Portanto, somos essa primeira geração em liberdade que pôde uma série de coisas e, ao mesmo tempo, o que é que fazemos com isso? Então, também tem essa questão de tentar politizar-me e ter atenção à abertura para outras realidades do mundo e da minha própria cidade e ter uma participação não passiva, sendo que há esse dentro e fora da sala de jantar. Acho que é uma canção que traduz muito essa vontade também de trazer poesia para a vida, um outro olhar, não aquele convencional, e por isso a escolhi como título.” O espaço casa tem um lugar central, mas essas casas vão sendo criadas em diferentes países. Quase parece um paradoxo porque a casa é algo aparentemente estável, seguro, e aqui as suas casas são resultado de viagens e cada cidade é como uma nova casa. Até que ponto é que as casas e as cidades são personagens centrais neste livro? “São porque têm um lado de dentro de casa, mas não muito. Então, dentro de casa porque aconteceu que quase todas estas casas, como os leitores vão ver, foram casas partilhadas, casas colectivas onde viviam outras pessoas. Desde o início com a família, o núcleo duro, etc, e depois os amigos, os namorados e, hoje em dia, as casas com crianças quando estamos a criar filhos. Na partilha de casa, sempre achei muito interessante, como uma espécie de laboratório social, como é que as pessoas habitam uma casa, como é que pessoas, além de mim, tornam a casa um lugar habitável, um lugar acolhedor, mas um lugar onde há conflitos com a divisão de espaço, divisão de tarefas. Foi interessante que a minha vida suscitou ver várias maneiras de habitar a casa porque fui partilhando casa com pessoas diferentes ao longo da vida e sendo que essas outras cidades, outros bairros, também traziam sempre um microcosmos de realidades diferentes. Então, não são cenários, são participantes dessa observação de costumes, de ponto de partida para ver o que está à volta da casa. Aliás, o livro parte desse interior da casa, mas depois vai muito para fora, sai logo. A narradora - que sou eu - acaba por estar mais interessada no que se passa fora. Tenho algumas observações sobre o dentro de casa, mas o mais interessante será mesmo essa etnografia de ambientes à volta dessas casas, do bairro, dos sistemas políticos, dos assuntos que inquietam naquele momento, como se cristalizasse um certo tempo de observação. É por aí que interessa, é como a casa ser um mirante, um ponto de observação do exterior.” Vamos às casas nas diferentes cidades. Por exemplo, Lisboa. Lisboa não é apenas a cidade bonita e multicultural onde cresceu, onde ia ao ballet da Gulbenkian, ao cinema, aos bares do Bairro Alto dançar kizomba e ouvir Os Tubarões. Foi também a cidade onde um rapaz cabo-verdiano, Alcino Monteiro, foi espancado até à morte por um bando de skins no Dia de Portugal, em 1995, um cenário que se repetiria. Olha para este ódio racial que reverbera ainda na própria cidade. Quer-me falar sobre Lisboa? “Sim, é interessante ter ido buscar esse exemplo porque essa linha de cor que atravessa a cidade de Lisboa, essa colonialidade ainda estamos a vivê-la, não é? Crescer nos anos 80, numa cidade que estava a urbanizar-se, é o meu ponto de partida: era ali a zona de Carnide, depois assistir ao fenómeno do Colombo, toda essa Lisboa que se queria tornar uma cidade europeia, com a entrada na União Europeia, o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, o realojamento dos bairros mais auto-construídos, etc, mas que obviamente foi criando para as margens, foi marginalizando, tornando periféricas uma série de realidades socioculturais e económicas de tornar muitos bairros empobrecidos e pessoas empobrecidas em que a linha de cor coincide. Ou seja, são as pessoas racializadas que acabam por ter esse estigma que vinha de um país a seguir ao 25 de Abril, ainda com uma grande carga colonial, racista, foi mantendo, se calhar um pouco mais com um certo pudor, sendo que agora, com a ascensão da extrema-direita e todo este populismo e instrumentalização do ressentimento voltou a sair à carga e ainda mais estigmatizou estes territórios, estas pessoas, e no livro vou falando desses momentos. De facto, o ódio racial foi um momento definidor quando aconteceu esse assassinato do Alcino Monteiro num bairro que eu frequentava, o Bairro Alto, que eu frequentava com os meus amigos. Para nós, que éramos novos, sentir esse medo nas ruas, ali no centro da cidade, e perceber: ‘Afinal isto é terrível. Há pessoas que são um alvo muito mais declaradamente de uma purga, dessa motivação do ódio.' E acho que isso nunca deixou de existir em Lisboa, aliás, culminou no ano passado com a morte do Odair Moniz, e vamos vendo como a cidade evolui e não resolve essas suas feridas sociais de ódio. E, portanto, acho que isso atravessa de alguma forma o livro. Eu, no lugar de também de um certo activismo anti-racista, mas como é que uma jovem lisboeta branca vai percebendo essas injustiças. Também entrei por aí de uma forma, não aprofundando muito, mas dando a entender que isso é uma realidade que só não vê quem não quer. Podemos estar num certo meio protegidos, mas somos cúmplices desse estado de coisas se mantivermos essa passividade. Portanto, temos de denunciar.” Vamos agora a Paris. Conta que “ter 21 anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Foi para lá estudar, viveu na Cité Universitaire. Fala daquele momento, mas também na continuação das lutas sociais até hoje, com os Coletes Amarelos, as revoltas suburbanas na sequência também do assassínio de jovens de pele negra, a mobilização contra a ascensão da extrema-direita. Que lugar tem para si Paris? “Nessa tal geografia de afectos e de crescimento, Paris foi muito importante porque foi esse tal embate político. A minha relação com Paris no livro é no ano de 1997, 98, eu era uma jovem estudante de Erasmus em Paris. E teve esse papel de perceber como o mundo é enorme, como as lutas sociais são muito mais vastas do que a partir de Lisboa e também de perceber que há uma esquerda muito organizada e disseminada nas universidades, nas manifestações e isso foi muito importante de assistir, de acompanhar, de testemunhar esse fervor. Quanto mais organização, até de contestação, também mais se sentia essa tensão de uma cidade a uma escala muito maior do que Lisboa. Eu conto uma manifestação dos ‘chomeurs' [desempregados] que me impressionou muito, a forma muito combativa e muito radical de confrontar a polícia, etc, e depois Paris sempre continuou a ser uma meca da esquerda europeia com essas outras lutas que se seguiram e mais do que nunca, agora, com a situação política da Europa e de França em particular. Acho que é um bom barómetro da temperatura social, continua a ser.” Viveu também em Cabo Verde, que diz que se tornou em “um país exemplar no contexto africano”, graças ao empenho, ao valor atribuído à educação. Diz ainda que o mais difícil de erradicar permanecem “as mentalidades a anos-luz de descolonizar”. Quer falar-nos um pouco sobre Cabo Verde e a sua experiência? “Cabo Verde foi também uma transição enorme na minha vida. Ir viver para uma ilha pequenina como São Vicente e fazer uma revista com jovens cabo-verdianos e perceber as questões deles, algumas frustrações e muita vontade de participar, de ter opinião. Então, foi uma experiência que eu acarinho muito. De facto, viver nos sítios, trabalhar nos sítios, ajuda-nos muito a compreender essas tais relações, a sair do postal turístico das férias na ilha do Sal ou da Boavista em que a pessoa não percebe muito mais para além de que é um país maravilhoso, cheio de morabeza, etc. Ao trabalhar com jovens e ao ouvir os artistas, ao fazer também jornalismo de muita escuta, fez com que eu entendesse que há uma grande questão identitária. Portanto, isto é Cabo Verde de 2004, é claro que muitas coisas mudaram, mas havia ali muitas conversas sobre a questão da crioulidade, da situação atlântica de Cabo Verde cultural, da mestiçagem, todas essas heranças de ‘somos mais africanos, somos mais europeus', toda essa indefinição, que é uma discussão interessante, mas depois, no dia-a-dia, sentia-se que ainda havia um certo racismo em relação a pessoas do continente africano, muito pejorativamente chamados de mandjacos, como se isso fosse um insulto a uma etnia da costa da África, guineense, etc, e sobretudo a geração mais velha tinha um certo preconceito com a questão das pessoas mais negras. Falo também nessas manifestações, de alguns comentários, de algumas tradições como os Mandingas no Carnaval do Mindelo. E acho que sim, há uma mentalidade ainda muito colonizada que vai-se percebendo também em coisas mais recentes. Por outro lado, há uma juventude que reivindica o lado pan-africanista, a herança de Amílcar Cabral como os grandes valores da independência, tudo isso, mas é, mais uma vez, perceber que o contexto de um país é muito mais complexo do que a gente pensa no início. “Mal tinha desembrulhado o grogue” - estou a citá-la – “o veludo e a calabaceira de Cabo Verde", partiu de novo, desta vez para "uma grande metrópole africana, da qual, afinal, quase nada conhecia”. Luanda é a cidade onde "a toda a hora é hora de celebrar a vida porque a toda a hora se pode morrer”. Quer falar-nos sobre Luanda? “Luanda, essa grande cidade! Foi incrível conhecer Luanda nesse momento que saía há poucos anos de longuíssima guerra civil e ir trabalhar na área da cultura, das artes, em que estava tudo por fazer, havia uma alegria, um entusiasmo, e foi mesmo extraordinário também partilhar casa no bairro da Maianga, uma casa que já é histórica nas lendas urbanas, que é o Sete e Meio. Era um apartamento que dividíamos entre artistas angolanos e eu e uma amiga portuguesa que também trabalhávamos na Trienal de Luanda. Morava lá o Kiluanji Kia Henda, o Orlando Sérgio, o Yonamine, o Ihosvanny, artistas que estavam em grande força na sua carreira como artistas visuais, e o Orlando que é um actor na área do teatro e cinema. Então, era um ponto agregador da cidade, onde fazíamos muitos jantares, muitas conversas na nossa varanda, que também tinha um ponto de observação para as transformações urbanas da própria cidade de Luanda. E sim, é uma cidade de contradições, não é? Nessa altura - já não é a realidade actual - havia muita gente a fazer dinheiro porque o petróleo era, de facto, a economia muito efervescente, o crescimento económico era incrivelmente alto e acelerado, mas sabemos que isso depois não se traduziu em melhorias na qualidade de vida do povo angolano, que hoje em dia está bastante sufocado, numa crise enorme. Eu, como estrangeira, mas tentando viver como angolana no dia-a-dia, andar de candongueiro, depois também fiquei lá a trabalhar como professora, ouvi muitas histórias e o que mais me fascinava eram as biografias das pessoas. As pessoas tinham histórias de vida incríveis e apetecia cartografar tudo e escrever tudo, mas depois a realidade era tão veloz e alucinante que era difícil. Então, esses dois textos no livrinho sobre a Luanda dessa época são muito fragmentados, mas era um espelho da própria cidade, dessas vozes todas, dessas contradições e também um grande carinho nas pessoas e, ao mesmo tempo, uma brutalidade porque é a lei da sobrevivência.” Em Maputo, foi a música e o ímpeto do hip-hop, nomeadamente as letras do Azagaia, que a conquistaram, ele que tantas denúncias fez contra o regime, contra inclusivamente a geração da independência, contra a exploração do povo, contra o neocolonialismo português. Mais uma vez a atenção e a observação acutilantes da Marta… “Gostei muito de ir aos concertos do Azagaia. Foi um privilégio poder ir a vários concertos de hip-hop. Também já tinha frequentado muito o rap angolano, gostava muito também. Na altura, em Angola, ouvia muito o MCK, depois o Luaty Beirão também voltou à cidade e outros. Havia um grande movimento de hip-hop que era um grande escape de denúncia política. Então, era uma forma de entender o que é que os jovens estavam a pensar sobre a sua situação. Maputo é uma cidade extremamente musical, havia muitos concertos, muita música ao vivo nos bares e acho que é um dos pontos mais fortes que eu retenho: essa cidade musical. O Azagaia, além de, na altura, me ter chamado a atenção pelas letras tão interessantes, depois, tudo o que suscitou quando ele morreu, o cortejo fúnebre, a repressão e os tumultos todos que houve em Maputo e Matola e na Beira a seguir à morte dele… Aliás, eu tinha escrito esse texto antes de o Azagaia morrer e depois acrescentei mais isso como um questionamento também sobre a geração que fez a independência e a herança que deixou ao país como está actualmente, que ainda tem tanta juventude urbana descontente porque não tem muitos horizontes de expectativa para poder ficar no país com uma vida digna.” Também viveu no Rio de Janeiro e começa por falar de um baile funk em que questiona "como é que se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência". O que representou para si o Rio de Janeiro? “Comecei o texto com esse episódio do baile funk porque também tive a sorte de poder frequentar as comunidades faveladas da Zona Norte do Rio de Janeiro. E sim, são zonas da cidade, territórios muito permeáveis à violência, seja do tráfico de droga, seja da própria polícia. Na altura, havia operações de pacificação dos morros e, no entanto, eram sempre bastante ameaçadoras para a população trabalhadora dessas comunidades. E havia uma banalização dessa violência que acho que todos sabemos com os filmes e as notícias que nos chegam. Portanto, é viver numa guerra aberta e isso é muito desgastante para os moradores. Depois conto também como é que algumas figuras, como um estudante de mestrado, se sentia uma excepção no seu contexto de jovem negro, periférico, pobre, mas como as políticas de discriminação positiva, as quotas, são muito importantes no contexto do Brasil para furar essa repetição da pobreza e, portanto, também como é que a partir dali se estava a pensar a questão da cidade, do asfalto e da periferia, todas essas divisões de uma sociedade tão classista, tão racista… Algumas opções vão-se repetindo ao longo dos textos, mas com novos figurantes e novas reflexões, penso eu.” Acaba por haver alguns temas e até injustiças que se repetem ou que dialogam entre as cidades onde viveu? “Exacto e a procura da alegria, que citou, é mesmo uma força de resistência nestes lugares, não é uma alegria alienante, é uma alegria que tem o seu peso, da sua dor, dessas feridas todas da história, da história da escravatura, da história da pobreza, e, ao mesmo tempo, a capacidade de ‘estamos aqui, continuamos, sobrevivemos e transformamos a dor em alegria, uma alegria de não nos vão apagar, aqui continuamos'. Essa lição dessa alegria sobrevivente, para uma europeia, é mesmo importante, porque eu acho que em Portugal, por exemplo, se cultiva muito o lamento, o queixume, mas é um queixume que depois não muda nada, é um queixume quase de apaziguamento. Acho que esses países, como eu digo, abaixo do Equador, nos davam uma lição de vida nesse sentido que é: ‘Vamos para a frente, resistimos' e, cada vez mais, confrontacionais e a desejarem uma outra vida com todo o seu sentido crítico. Portanto, é uma alegria que também traz a crítica ao estado de coisas.” Outro aspecto é a comida, que de viagem em viagem também é omnipresente, seja na sala de jantar, seja na rua, no café, no restaurante. Das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne da casa dos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, em Lisboa, ao amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, ao acarajé no Rio e à Cozinha Ocupação… Escreve: “Poucas coisas unem tantas pessoas como partilhar uma refeição”. Porquê tanto sabor neste livro? “Muito bem visto! E também o grande ensopado de borrego no Alentejo!” É verdade, não falámos do Alentejo, mas também é bom deixar aos leitores a possibilidade de descobrir outras geografias e sabores… “Exactamente. A refeição partilhada é também ligada à ideia das pessoas na sala de jantar que estão a partilhar o seu momento, a distribuição de comida, a vontade de experimentar coisas novas e como cada lugar também com os seus sabores, porque é uma forma de convívio, não é? E esse é outro grande tema do livro: o convívio entre pessoas diferentes e uma refeição pode pôr na mesma mesa pessoas de realidades muito diferentes e estarem unidas pelo prazer de comer, de descobrir e também como os novos sabores traziam novas realidades. Quando estou a apontar para esses frutos tropicais, estou a aprender novos léxicos e novas realidades e, portanto, quis trazer essas diversas comidas.” Esses sabores não são só gustativos, também há os sabores auditivos, porque a música também está muito presente no livro. É como uma banda sonora em pano de fundo… “É porque a música também é uma forma de conhecermos realidades novas. Acho que todos nós temos sempre as nossas músicas electivas. Por exemplo, ouvir música em Angola ou Moçambique ou Brasil, é a partir das letras e das sonoridades que nos trazem as tais outras realidades. E depois também as músicas que nos formaram, a nossa forma de olhar o mundo e de viver a História é feita das partilhas das universidades, das leituras, dos filmes, mas muito a partir da música. A música tem um pendor educativo, formativo muito forte em todos nós e eu queria prestar essa homenagem a tudo o que a música trouxe à minha vida, só que era difícil estar a escolher entre tantas músicas e tantos autores e então fui referindo de acordo com o que eu ia ouvindo em cada fase de vida.” Num dos capítulos fala do “Lobo da Mata” e conta um episódio terrível. Recorda a francesa Gisèle Pelicot quando disse que “a vergonha tem de mudar de lado” e também escreve, “nos anos 90 a consciência feminista era de nicho e o ‘girl power' era mais slogan do que força colectiva” e que ainda hoje “em vários países, ser mulher continua ser quase um acto ilegal”. Porque decidiu escrever o “Lobo da Mata” e falar sobre a sua própria história? “Porque nós criamos mais empatia, relação com um assunto, quando nos implicamos nele, e todas as mulheres, sem excepção, terão histórias de abusos, desconfortos no mínimo, e situações em que se sentiram com medo ou discriminadas pelo facto de serem mulheres. Acho que temos a sorte de estarmos em países onde há alguma protecção, mas até precisamente pela Gisèle Pelicot em França, sabemos como histórias tão hediondas podem estar aqui ao voltar da esquina. Eu queria trazer algumas reflexões feministas porque, tal como a música, o feminismo também é uma forma de conhecer, de aprender muito para tentar ambicionar um mundo onde haja mais igualdade nas questões de género, mas mais do que a igualdade, acredito num feminismo que não é necessariamente a luta pelo poder, mas é outra forma de convivência entre as pessoas que não passe por esta competição, por estas relações de poder, por este ímpeto bélico e destrutivo que o mundo patriarcal nos tem proporcionado e por ele chegámos aqui, a este estado de coisas tão devastador e sem futuro quase. E, portanto, o feminismo seria uma grande opção entre homens e mulheres de outro tipo de comunhão, de partilha, de uma paz social que poderia vir através do feminismo. Esse ‘Lobo da Mata' é uma história na Caparica, na adolescência. Não é uma história que seja assim o grande trauma porque eu quis também passar esse lado, de como eu encontrei as minhas ferramentas para viver com isso e para transformar essa história numa espécie de alívio e de força pessoal, mas claro que cada mulher lida com isso de maneiras diferentes, com os seus próprios traumas e fantasmas. Mas acho que sim, acho que foi importante escrevê-la, não no sentido terapêutico, mas para partilhar alguns episódios que todas temos e, depois, a partir daí, o que é que suscitou como preparação para a vida porque qualquer mulher terá passado por isso.” Fala numa mulher no livro que é uma personagem-arquétipo daqueles tempos. Chamou-lhe Júlia que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”, uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros. A força de todas as que foram reprimidas.” O que é feito dessa Júlia? Este livro é esse “mapa poético”? “Sim, acho que sim. Essa Júlia é um arquétipo, não é uma pessoa real, mas sim um conjunto dessas vontades todas reprimidas e de alguém que pôde experimentar, pôde errar, pôde implicar-se em cada situação e fazer com que as coisas aconteçam, sair da tal sala de jantar auto-consolada para que a vida nos aconteça porque não podemos estar só à espera de uma mudança se não nos implicarmos nela. Essa Júlia ainda está aqui presente, pelo menos tenho-a comigo, como alguém que me faz lembrar: ‘Olha, aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer.' E é preciso celebrar essa liberdade de circulação, de podermos ser quem queremos, de podermos até mudar em qualquer fase de vida para procurar essa pessoa que nos vamos tornando em cada momento, mas não ficar a achar que isso é garantido porque as liberdades nunca estão garantidas. É também essa inquietação. A Júlia é essa inquietação que me persegue e que certamente outras pessoas se identificarão com ela.”

Morning Show
Suspensão do Discord / Fim da escala 6x1 / Correios têm prejuízo

Morning Show

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 120:31


Confira no Morning Show desta segunda-feira (17): Casas Bahia e Marabraz registram pedido de recuperação judicial em meio a dívidas milionárias e demissões. Bancada do Morning Show analisa os impactos econômicos, os juros altos e o cenário desafiador para o comércio do país. Entenda os fatores que explicam a queda das grandes redes varejistas. Com o avanço da pauta sobre a escala 6x1 no Senado, surgem dúvidas sobre as consequências reais para a economia. Entenda os argumentos em jogo: de um lado, o debate sobre qualidade de vida e renda extra; do outro, os riscos de demissões, aumento de custos operacionais e encarecimento da cesta básica. Com a ordem para desativar a função de lives no Discord, o debate sobre regulamentação das redes sociais ganha força. Entenda a discussão sobre a responsabilidade das plataformas de tecnologia, o papel da vigilância dos pais e se o encerramento do recurso realmente soluciona os crimes no ambiente virtual. A Polícia Federal deflagrou no Rio de Janeiro a Operação Malebolge contra um esquema de falsificação de CPFs e corrupção de agentes em unidades credenciadas. A ação investiga o envolvimento de facção criminosa para lavagem de dinheiro e movimentações ilícitas. Rodrigo Viga traz os detalhes no Morning Show. A morte trágica de um garoto de 10 anos durante um assalto na Zona Norte de SP expõe os limites da segurança pública. Entenda os detalhes da investigação sobre o latrocínio, a busca por comparsas e o debate sobre a impunidade e o amparo às famílias atingidas pela criminalidade. A vereadora e cicloativista Renata Falzoni critica as novas regras da Prefeitura de São Paulo para veículos elétricos nas ciclofaixas. Segundo a especialista, a medida peca pela falta de programas de educação no trânsito e ausência de mecanismos reais de fiscalização, correndo o risco de não funcionar na prática. Os Correios projetam um prejuízo de R$ 5,4 bilhões no primeiro semestre, impulsionado por gastos com folha salarial e juros elevados. A bancada do Morning Show analisa os impactos das dívidas da estatal e debate se a gestão pública atual sustenta as operações da empresa ou se a privatização é a única saída para estancar o rombo financeiro. João Appolinario critica as estratégias tradicionais do comércio e defende que o foco do empreendedor deve ser a geração de valor, e não apenas o preço. O fundador da Polishop analisa as dificuldades enfrentadas pelo setor, o peso do crédito no Brasil e reforça que dedicação e liderança são cruciais para a sobrevivência das empresas no mercado atual. Até que ponto desabafar sobre dívidas nas redes sociais ajuda ou prejudica a carreira de uma figura pública? Diante da recente declaração do cantor Fiuk sobre passar por uma crise financeira, nossos comentaristas discutem a mentalidade de vitimização, a busca por engajamento a qualquer custo e os limites entre vulnerabilidade e falta de maturidade no ambiente digital. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Noticiário Nacional
10h Vários incêndios na zona norte

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 10:53


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SER Madrid Norte
Hablamos con el director de ASEM 112, Pedro Ruiz, para hacer balance del desarrollo del eclipse de este 12 de agosto en la zona norte de Madrid

SER Madrid Norte

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 5:42


Hablamos con el director de ASEM 112, Pedro Ruiz, para hacer balance del desarrollo del eclipse de este 12 de agosto en la zona norte de Madrid

SER Madrid Norte
Hablamos con Diego Cobo subdirector de Enfermería del Centro de Transfusiones de la Comunidad de Madrid, sobre la donación de sangre en diferentes puntos móviles de la zona norte

SER Madrid Norte

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 5:13


Hablamos con Diego Cobo subdirector de Enfermería del Centro de Transfusiones de la Comunidad de Madrid, sobre la donación de sangre en diferentes puntos móviles de la zona norte

SER Madrid Norte
Entrevista a Arancha Álvarez, alcaldesa de Horcajuelo, sobre los planes de prevención ante riesgo de incendios en pequeños municipios de la zona norte de Madrid

SER Madrid Norte

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 4:30


Entrevista a Arancha Álvarez, alcaldesa de Horcajuelo, sobre los planes de prevención ante riesgo de incendios en pequeños municipios de la zona norte de Madrid

Iconocast
CV E TCP DISPUTAM ZONA NORTE DO RJ À BALA E DOCA ENVIA 100 HOMENS

Iconocast

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 27:33


Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: contato@iconografiadahistoria.comNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Joel PaviottiCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti

Cámara Sorora
Síntesis Parlamentaria - Semana del 20 de Julio de 2026

Cámara Sorora

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 20:48


Un resumen de los proyectos que marcaron la agenda legislativa de la Sala de la Cámara de Diputadas y Diputados. Conduce la periodista Karem Bustos. Esta semana: Congreso aprueba nueva prorroga en macro zona Sur, Respaldan prorroga a resguardo fronterizo en Zona Norte, Regulan uso de IA para proteger a las personas, Sistema Nacional de apoyos y cuidados aprueban cambios que fortalecen su implementación, Despachan informe de Mixta sobre proyecto de reconstrucción Nacional, Sala despachó proyecto que simplifica el sistema de patentes Mineras, A Ley contención de alzas de las Tarifas Electricas.

Café Para Tres
¡San José cierra a las 10:00 p.m.!

Café Para Tres

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 120:01


Esta semana, Diego comenta la polémica en torno a la propuesta de reglamento de la Municipalidad de San José, que prohibiría el baile en comercios que no tengan patente de discoteca. Además, comentamos la frase de la semana, cortesía de la jerarca del MEIC, María del Milagro Solórzano, y el papelón del MINAE, que emitió una alerta de estafa y la retiró en menos de una jornada laboral. Costa Rica PuedeCosta Rica forma parte de una gran ruta migratoria de tortugas marinas que conecta el Pacífico desde nuestras costas hasta Sudamérica. Por eso, el Pacífico Sudeste está actualizando una estrategia regional para proteger especies como la baula, la carey, la verde y la golfina, frente a amenazas como pesca incidental, contaminación, tráfico ilegal y cambio climático. El proyecto cuenta con participación de MarViva, una ONG cuya labor en Costa Rica y más allá siempre aplaudimos y reconocemos. Tibás renovó cuatro paradas de autobús con infraestructura más segura, accesible y sostenible para miles de personas usuarias del transporte público. El proyecto incluye aceras accesibles, rampas, iluminación, bancas, arborización y mejoras pensadas especialmente para personas adultas mayores y con discapacidad.Tamara Garrote Villalobos, Leonor Isaura Obando Umaña, Juan Pablo Valverde Cordero y José Edwin Chávez Rodríguez representarán a Costa Rica en la Olimpiada Internacional de Química.  MIPYMES360° abrió convocatoria para mujeres emprendedoras del sector turismo en Guanacaste, Limón, Pacífico y Zona Norte. El programa de Aliarse y el Sistema de Banca para el Desarrollo ofrece capital semilla no reembolsable, formación y acompañamiento técnico; las postulaciones cierran el 17 de julio. Agenda Cultural El Centro Cultural Costarricense Norteamericano tendrá durante julio una agenda con danza, teatro, musicales y artes visuales en el Teatro Eugene O'Neill y la Galería Sophia Wanamaker. La programación incluye espectáculos familiares, propuestas juveniles y la exposición Efímero y Eterno, con información y reservas al WhatsApp 8455-6666.Santo Domingo de Heredia celebrará sus fiestas patronales del 23 de julio al 9 de agosto, con música, gastronomía, desfiles y actividades familiares. La agenda incluye conciertos gratuitos con La Kuarta, El Gatillazo, Grupo Nákar y un cierre internacional con Los Diablos Locos, desde México.  La Gata: Tango sobre el Tejado, adaptación de un clásico de Tennessee Williams, se presentará del 24 de julio al 16 de agosto en el Teatro Nico Baker. La obra traslada la historia a la Costa Rica cafetalera de los años cincuenta, con tango, conflicto familiar, poder, religión y política como parte del drama. Barrio Escalante será sede del Korea Story Festival del 9 al 19 de julio, con gastronomía, cine, arte y actividades culturales. La agenda incluye platillos coreanos en 12 restaurantes, cine gratuito en el Magaly, taller de K-Beauty y exposiciones de arte coreano. 

Pitchout Podcast
"Episodio 414: Tijuana con gran paso en la Zona Norte"

Pitchout Podcast

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 48:28


Acompáñanos en este programa en el que hablamos sobre lo que sucedido en la Liga Mexicana de Beisbol

La Ruta Secreta
El megaterio de Conchalí y otras historias perdidas del norte de Santiago

La Ruta Secreta

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 62:38


Qué secretos esconde la zona norte de Santiago? En este capítulo conversamos con Juan Carlos Arellano Llévenes, investigador y autor de Historias Perdidas de la Zona Norte de Santiago, un recorrido por misterios históricos, leyendas urbanas, personajes olvidados y hallazgos sorprendentes que forman parte de la memoria oculta de la capital.

SER Madrid Norte
Miguel Ángel Fernández, portavoz Plataforma Sanidad Pública Zona Norte, reclama una fecha exacta de apertura del nuevo centro de salud de Dehesa Vieja

SER Madrid Norte

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 0:34


Miguel Ángel Fernández, portavoz Plataforma Sanidad Pública Zona Norte, reclama una fecha exacta de apertura del nuevo centro de salud de Dehesa Vieja

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 13/06/2026 | Durigan ameaça acionar STF contra pautas-bomba / Produtora declara gasto de R$ 75 milhões em Dark Horse

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 241:07


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (13): O Ministro da Fazenda interino, Dario Durigan, afirmou que o governo federal pode recorrer ao STF para barrar as chamadas pautas-bomba do Congresso. Segundo a equipe econômica do governo Lula, as medidas elevam os gastos públicos de forma irresponsável. Durigan alertou que a renegociação sem critérios das dívidas rurais pode desestabilizar os juros e prejudicar severamente o agronegócio nacional. Repórtagem de: Beatriz Souza. A Justiça da Itália citou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em uma decisão recente envolvendo a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). O tribunal italiano argumentou que o magistrado atuou simultaneamente como vítima e juiz no processo em questão, levantando debates sobre a competência jurisdicional. Repórtagem: Janaína Camelo. O presidente do Brasil Lula (PT) lançou o programa Move Motos, criando uma linha de crédito especial voltada para entregadores e motociclistas de aplicativos. A medida facilita o financiamento de motos e bicicletas elétricas com juros reduzidos e prazos de até 48 meses para pagamento. Repórtagem: Marco Vianna. As negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irã entram em fase crucial para um inédito acordo de paz. O presidente em exercício Donald Trump indicou a proximidade de um pacto definitivo, focado na contenção nuclear e no fim do bloqueio naval. Por outro lado, as autoridades de Teerã alertam que o governo de Israel tenta ativamente sabotar e frustrar as conversas para manter a instabilidade na região. A Polícia Federal rejeitou a nova proposta delação premiada do empresário Daniel Vorcaro e acionou o Supremo Tribunal Federal para que ele retorne imediatamente ao complexo penitenciário da Papuda. O pedido da corporação baseia-se na falta de consistência das informações apresentadas e no descumprimento de requisitos legais indispensáveis para o benefício. Repórtagem: Janaína Camelo. A violência urbana atinge um novo patamar na Zona Norte do Rio de Janeiro. Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho assumiram o controle de um condomínio residencial no bairro da Pavuna, expulsando moradores e impondo regras próprias. Repórtagem: Matheus Dias. A escalada do conflito no Oriente Médio acende o alerta máximo para a economia global e brasileira. O professor de Economia do Ibmec-RJ, Gilberto Braga, analisa os impactos diretos da guerra no bolso do consumidor, destacando o forte temor de uma nova rodada de pressão inflacionária. Entrevista: Gilberto Braga. A pré-candidata ao Senado Simone Tebet (PSB-MS) subiu o tom contra o atual modelo de distribuição de emendas parlamentares, alertando que o mecanismo esvazia o Poder Executivo e abre brechas para a corrupção. Repórtagem:Marcelo Matos. A produtora Go Up Entertainment declarou que o filme Dark Horse, obra cinematográfica baseada na trajetória de Jair Bolsonaro, custou pouco mais de R$ 75 milhões. O montante, revelado em uma perícia privada, acende o debate por ser inferior aos valores que vinham sendo negociados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Repórtagem: Bruno Pinheiro. O ministro do STF Alexandre de Moraes avalia prorrogar a prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro (PL-RJ). A medida temporária de 90 dias, concedida após uma internação por broncopneumonia bacteriana, pode ser estendida devido a um novo boletim médico que aponta crises severas de soluço, fadiga e oscilações de equilíbrio do ex-mandatário. Repórtagem: André Anelli. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a admissibilidade da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil. O texto do relator Coronel Assis (PL-MT) retira as alterações civis e foca exclusivamente na responsabilização criminal de jovens envolvidos em delitos graves. Repórtagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

RW notícias - fique sempre bem informado
RJ: operação na Maré gera confronto entre polícia e traficantes

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 2:31


As polícias Civil e Militar iniciaram na manhã de hoje a Operação Trinus, contra o tráfico de drogas no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Os agentes tentam cumprir 56 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão contra traficantes do Terceiro Comando Puro. No local, há tiroteios e barricadas em chamas. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.

Vida en el Planeta
El Corredor Interoceánico "no beneficia a las comunidades locales", alerta activista mexicano

Vida en el Planeta

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 14:38


De paso por París, el activista mexicano Carlos Beas Torres, veterano de la defensa del territorio en el Istmo de Tehuantepec, conversó con RFI sobre los impactos del megaproyecto de corredor interoceánico. El activista denuncia los impactos sociales y ambientales de este corredor industrial y logístico que el gobierno mexicano presenta como una alternativa al Canal de Panamá. Es uno de los grandes proyectos impulsados por la administración pasada del gobierno de Andrés Manuel López Obrador en 2019. Con el Corredor Interoceánico, las autoridades mexicanas prometen empleos, transporte moderno por tren, viviendas y desarrollo industrial. El corredor logístico e industrial, cuyas obras deberían concluir este año, incluye vías navegables, cuatro puertos, un ferrocarril interoceánico, instalaciones energéticas y 14 polos industriales entre la costa del Pacífico mexicano y la Costa Atlántica. El objetivo, a largo plazo, será transportar 1,4 millones de contenedores por tren de una costa a otra, facilitando la circulación de bienes entre Asia, la costa oeste de Estados Unidos y Europa. El gobierno mexicano pretende así abaratar los costos del traslado de mercancías y convertir al país en un nuevo polo del comercio internacional y convertirse en una alternativa al Canal de Panamá. Varias comunidades locales que defienden el territorio, sin embargo, aún no han recibido los beneficios prometidos por el proyecto y denuncian el acoso de las autoridades y de la delincuencia organizada. Organizaciones indígenas denuncian incluso un proyecto impuesto con violencia y con impactos ambientales negativos. De esto conversamos con Carlos Beas Torres. El activista mexicano y dirigente de la Unión de Comunidades Indígenas de la Zona Norte del Istmo de Tehuantepec (UCIZONI), por donde pasa el Corredor Interoceánico, pasó por París en el marco de una gira europea de tres meses. RFI: Usted está de gira aquí en París, Francia, en un contexto de amenazas contra su organización. Incluso usted fue personalmente atacado por hombres armados hace unos meses. ¿Por qué viene a alertar a los europeos sobre este proyecto de desarrollo en México? Carlos Beas Torres: El corredor interoceánico del Istmo de Tehuantepec es un megaproyecto transnacional. Es una gran inversión en una primera etapa dedicada a la modernización de la infraestructura de comunicaciones, puertos, vías de ferrocarril, carreteras y que busca ser una alternativa a la crisis que está viviendo ya el Canal de Panamá. Al significar modernización de ferrocarril y de carreteras, se ha venido sufriendo un proceso de despojo de tierras y de daños ambientales. Hay zonas donde han sido derribados muchos árboles con el fin de ampliar los espacios para la vía del ferrocarril o de la carretera. En nuestro caso, [en el Istmo de Tehuantepec], donde vivo, en Rincón Viejo hay familias que han sido desalojadas de sus viviendas y estamos sujetos a un proyecto que tiene control militar. Es una de las características que tienen los megaproyectos en el sur de México, que han sido asignados a militares. Pero no solamente son manejados por militares, sino que nuestra zona ha pasado a ser escenario de una presencia creciente de delincuencia organizada, lo cual tiene un alto contenido de violencia. RFI: En la región del Istmo, por ejemplo. ¿Qué se va a construir en relación con este proyecto? Carlos Beas Torres: Uno de los problemas es que no hay información pública. Se ha violado ese derecho a la información y la parte que ya está avanzada de lo que corresponde a la ampliación de carreteras, de ferrocarriles y de puertos, esa es una etapa del proyecto que ya está en proceso de conclusión. Sin embargo, hay una nueva etapa que es la de la industrialización. Se plantea la operación de diez parques industriales, en algunos destinados a la generación de energía, como en el caso de Ixtepec, donde hay una empresa danesa llamada Helax, está planteando construir una gigantesca planta para producir hidrógeno verde. También existe una empresa canadiense llamada TC Energy que está construyendo un gasoducto que ya llegó al Istmo de Tehuantepec y trae gas desde Texas Sin embargo, el problema más fuerte que hemos tenido en los últimos 25 años ha sido la construcción de 29 parques eólicos en la región. Pero no son como los parques eólicos que conocemos en muchos lugares donde hay un aerogenerador aquí, otro más allá. En Tehuantepec, hablamos de casi 2000 aerogeneradores en una superficie de 18.000 hectáreas. Es decir, hay toda una zona ocupada por aerogeneradores propiedad de empresas europeas, en particular españolas, francesas, danesas y algunas norteamericanas. RFI: El Gobierno mexicano promete que este proyecto generará empleos y bienestar. ¿Por qué no cree en estas promesas? Carlos Beas Torres: Todos los gobiernos tratan de justificar esos megaproyectos y prometen empleos y bienestar. Es como la forma de buscar la aprobación social. Sin embargo, el proyecto está diseñado para atender intereses transnacionales. En qué nos beneficia que nuestro territorio sea cruzado por ferrocarriles cargados de containers? ¿En qué nos beneficia a nosotros la instalación de parques eólicos cuando nuestras comunidades no tienen electricidad? ¡No hay beneficios locales! RFI: Cuando dice que no hay electricidad en la región, ¿qué quiere decir exactamente? ¿tienen un acceso limitado o nulo a la luz? Carlos Beas Torres: En nuestra región, hay comunidades que no tienen acceso a la energía eléctrica. Son pocas, pero las hay. Lo que más ocurre es de que el servicio con el que contamos de energía eléctrica es de muy mala calidad. Todos los días hay apagones, tenemos problemas por la falta de mantenimiento y por la falta de inversión. Entonces vemos que hay una inversión de 3 mil millones de dólares para producir electricidad destinada a atender las necesidades de las grandes empresas. Pero nuestras comunidades no reciben beneficios. Voy a poner un ejemplo. Cuando se inició el gran megaproyecto eólico en el Istmo de Tehuantepec se prometían muchos empleos, lo cual ha sido completamente falso. Uno de los empleos que sí existe es el de las personas que son contratadas para levantar las aves que mueren por las aspas de los aerogeneradores. Entonces lo que nos preocupa mucho es de que no hay una atención a las necesidades de la población regional, no hay una atención a la cultura de los pueblos de la región, no hay una un respeto por la naturaleza, por la Madre Tierra. Entonces para nosotros es un proyecto de muerte que ha sido implantado muchas veces con violencia y con engaños en nuestra región. RFI: Usted mencionaba que algunos habitantes de Petapan fueron expulsados, obligados a vender sus terrenos. ¿Cómo ocurrió? Carlos Beas Torres: El proyecto, como he comentado, está militarizada la región y han estado entrando soldados de la Secretaría de Marina, armados, a las comunidades, diciéndole a la gente que se tiene que retirar sin contraprestación, es decir, ‘te tiramos tu casa y te vas'. Es un acto muy arbitrario y ha sido el motivo principal de la lucha de resistencia de la organización con la que participo. Y resulta que las personas que se han opuesto a que sus viviendas sean derribadas, han sido criminalizadas, están sujetas a proceso penal por “ocupación de terrenos nacionales”. El pretexto ahora es que esos terrenos de manera arbitraria han sido considerados propiedad del Estado. Tenemos el caso de los vecinos de Mogoñé Viejo, vecinos de Donají, de Estación Sarabia,  de diferentes poblaciones indígenas del Istmo de Tehuantepec, que han sido eh vinculados a procesos penales por oponerse al despojo de sus tierras. RFI: Ustedes han denunciado también los impactos ambientales de esta megainfraesctructura. Carlos Beas Torres: El Istmo de Tehuantepec es una de las regiones del mundo con mayor biodiversidad. Ahí se concentra el 8% de la biodiversidad mundial. Hay trazos de este ferrocarril que han generado graves impactos en la zona de Unión Hidalgo, que es una zona cercana a la costa del Pacífico. Para la ampliación del ferrocarril se han derribado más de 10.000 árboles. Algunos de esos árboles están protegidos por las normas oficiales porque están en peligro de extinción. En México no se puede cortar mangle y han arrasado con mangle. También han afectado humedales y han afectado arroyos. Entonces, sí hay una afectación fuerte ambiental. Sin embargo, como son proyectos prioritarios para el gobierno de México está exento de presentar un estudio de impacto ambiental. RFI: México es uno de los países más peligrosos del mundo para los defensores de la tierra, del territorio, de la naturaleza. Nos contaba que varios compañeros suyos de lucha fueron asesinados. ¿Cómo hemos llegado a esta situación? Carlos Beas Torres: Precisamente a raíz de la ejecución de obras de este megaproyecto, con la llegada de las empresas constructoras, éstas llegaron acompañadas de grupos de la delincuencia organizada, lo que llamamos los cárteles. Y estos cárteles venden seguridad a las empresas. Y una forma de seguridad es lo que ellos llaman “limpiar la plaza”, liberar el territorio. Y eso significa desplazar población. Eso significa amenazar y eliminar también a los opositores de estas empresas, a los opositores del megaproyecto. Y en efecto, en nuestra región han sido asesinados varios compañeros indígenas y algunos de nosotros hemos sufrido ataques directos y constantes, constantes amenazas, lo cual incluso nos obligó en febrero y marzo del año pasado a cerrar nuestras oficinas ante el riesgo de un ataque violento. RFI: Usted mismo fue atacado hace unos meses. Carlos Beas Torres: Fue el 17 de enero de este año del 2026. Tuvimos un ataque en carretera, lo cual nos obligó a salir del país. Pero en marzo, los días 19 y 20 de marzo de este año, nuestras oficinas fueron sobrevoladas por drones y mi casa fue vigilada ya directamente por personas armadas. Entonces esa es una también de las razones de nuestra gira: retirarnos un poco de México para garantizar nuestra vida. RFI: En enero de 2025, fue asesinado Arnoldo Nicolás Romero, comisario ejidal, es decir comisario de gestión de las tierras comunitarias y opositor al Corredor Interoceánico. ¿Qué sabemos de su asesinato? Carlos Beas Torres: Él fue delegado de nuestra organización. Como representante comunitario, él estuvo persiguiendo a un grupo de exmilitares dedicados al robo de ganado. Un grupo de delincuencia organizada que ya en el año 2023 había asesinado a su hermano. Las comunidades indígenas del Istmo de Tehuantepec y en general de nuestro país, viven en situaciones de mucha violencia.

Hole In One Radio
Episodio 896. Programa Hole In One Radio 30 y 31 - Mayo 2026. Julio Villarreal Presidente Juvieniles Zona Norte

Hole In One Radio

Play Episode Listen Later May 30, 2026 47:47


En este episodio tendremos una entrevista con Julio Villarreal Presidente del Comité de juveniles de la Zona Norte de México, que nos hablará de las nuevas oportunidades que tienen los jóvenes para llegar al PGA Tour. Además tendremos las noticias más relevantes de la semana y las secciones de pregúntale al PRO y las Reglas del Golf como cada semana. Si te gusta lo que hacemos, por favor síguenos y regálanos 5 estrellas.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 22/05/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Caso Banco Master / Deolane Bezerra em penitenciária

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later May 22, 2026 301:56


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (22): O deputado federal Mario Frias afirmou nesta quinta-feira (21) que retornará ao Brasil no próximo dia 25 de maio. A declaração veio após o ministro do STF Flávio Dino determinar que a Câmara dos Deputados informasse, em até 48 horas, a situação funcional do parlamentar. Frias foi intimado a prestar esclarecimentos sobre possíveis irregularidades envolvendo emendas destinadas à produtora do filme “Dark Horse”, obra sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo informações do processo, o deputado não havia sido localizado por oficial de justiça. O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (21) vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026. Entre as mudanças aprovadas, está a autorização para que municípios com até 65 mil habitantes, mesmo inadimplentes com a União, possam firmar convênios e receber recursos federais. Com a decisão, essas cidades deixam de depender de regularidade fiscal para assinatura de convênios, transferências de verbas e recebimento de doações de bens e insumos. A defesa de Daniel Vorcaro pediu nesta quinta-feira a transferência do banqueiro de uma cela na Superintendência da Polícia Federal, no Distrito Federal, para o 19º Batalhão da Polícia Militar dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. O local é conhecido como “Papudinha” e fica na estrutura prisional do DF. O senador Ciro Nogueira afirmou que não pretende defender nem acusar Flávio Bolsonaro ao comentar as investigações relacionadas ao Banco Master. Em entrevista à TV Clube, afiliada da Globo no Piauí, o parlamentar declarou que todos devem ser investigados e disse que, caso Flávio seja considerado culpado, deve “pagar exemplarmente”. Ciro também afirmou que existe um “vazamento seletivo em Brasília” direcionado contra a direita política. Antes mesmo de chegar à Penitenciária Feminina de Santana, na Zona Norte de São Paulo, segundo relatos de policiais penais ouvidos pela coluna, Deolane Bezerra deve ficar numa sala utilizada por detentas que aguardavam consultas médicas preparada especialmente para recebê-la. No local, foi instalada uma cama com estrutura diferente das utilizadas normalmente na penitenciária, onde as detentas costumam dormir em camas de concreto. Também teria sido instalado um chuveiro elétrico exclusivo para ela, além de a sala ter recebido nova pintura. Ainda segundo os relatos das fontes ouvidas pela coluna, houve restrições de acesso ao espaço até mesmo para policiais penais da unidade. A influenciadora teria sido recebida pessoalmente pelo diretor da penitenciária. Conversas, áudios e documentos obtidos pela Polícia Federal detalham um suposto esquema de desvio de recursos públicos da Educação envolvendo o deputado estadual Thiago Rangel, do Avante, no interior do Rio de Janeiro. Segundo a investigação, o grupo utilizava uma rede de empresas ligadas ao operador financeiro do parlamentar para pulverizar o dinheiro recebido de escolas estaduais. De acordo com os investigadores, as unidades escolares transferiam recursos para a empresa VML Comércio e Serviços, que posteriormente repassava os valores para outras firmas apontadas como integrantes do esquema investigado pela PF. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não permitirá a criação de pedágios no Estreito de Ormuz e declarou que pretende retirar o urânio enriquecido do Irã. Durante conversa com jornalistas, Trump comentou as negociações envolvendo o fim da guerra e reagiu à decisão do líder supremo iraniano, Motjaba Khamenei, que proibiu a retirada do material nuclear do país. Segundo o presidente americano, os Estados Unidos não vão permitir que o Irã mantenha o urânio enriquecido e afirmou que o material poderá ser destruído após ser retirado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Câmara Rio Entrevista
Funkeiro carioca leva o ritmo do Rio para o mundo | Câmara Rio Entrevista - 181

Câmara Rio Entrevista

Play Episode Listen Later May 15, 2026 20:35


O Câmara Rio Entrevista recebe o dançarino e artista Roberto Soli, que tem como missão levar o funk carioca para o cenário internacional.Com passagens por países como França, Polônia e Austrália, Soli representa a cultura das comunidades do Rio e trabalha para expandir o alcance do funk, seguindo os passos de movimentos globais como o hip-hop.Nascido na Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio, o artista começou a carreira inspirado pela própria vivência na comunidade, observando familiares e vizinhos. O que era brincadeira virou profissão e hoje se transforma em um projeto de vida.Além das apresentações pelo mundo, Roberto Soli também ministra aulas e utiliza as redes sociais para divulgar o ritmo, acumulando milhares de seguidores e fortalecendo o funk como expressão cultural brasileira.

SER Aventureros
SER Aventureros | El fútbol como herramienta educativa y social

SER Aventureros

Play Episode Listen Later May 9, 2026 53:23


Pedro Ángel Muños es de la Asociación del Deporte para Niños Sin Recursos, una ONG vinculada al Club Unión Zona Norte que opera en Kibera, Nairobi. Y no salimos de África porque nuestro compañero Nico Castellano nos lleva a Mali. En 'Una de las Nuestras' hablamos con Noemi de Miguel, periodista deportiva y  presentadora del emblemático programa "El Día Después". Y comenzamos una nueva sección con María Salvo: 'Las Historias de María'.

Música Cristiana (Gratis)
Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero" en San Juan

Música Cristiana (Gratis)

Play Episode Listen Later May 3, 2026 3:01


San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd--3279340/support.ESCUCHAR RADIO 

Música Cristiana
Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero" en San Juan

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San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/musica-cristiana--4958188/support.

Dr. Stanley – Ministerios En Contacto
Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero" en San Juan

Dr. Stanley – Ministerios En Contacto

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San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.ESCUCHAR RADIO 

Tu Historia Preferida
Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero" en San Juan

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San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/tu-historia-preferida--4231678/support.ESCUCHAR RADIO 

Noticias en Español
Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero" en San Juan

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San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/noticias-en-espanol--3690946/support.ESCUCHAR RADIO 

Radio Bilbao
Pablo Sanz; Responsable de la zona norte de la consultora especializada en cadena de suministro y operaciones EY (Ernst & Young)

Radio Bilbao

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 4:38


La escalada de tensión en Oriente Medio, con el cierre del estrecho de Ormuz, y sus efectos sobre la economía global empiezan a proyectar dudas sobre infraestructuras clave en Euskadi como son el aeropuerto de Vitoria y el puerto de Bilbao

SER Vitoria
Pablo Sanz; Responsable de la zona norte de la consultora especializada en cadena de suministro y operaciones EY (Ernst & Young)

SER Vitoria

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 4:38


La escalada de tensión en Oriente Medio, con el cierre del estrecho de Ormuz, y sus efectos sobre la economía global empiezan a proyectar dudas sobre infraestructuras clave en Euskadi como son el aeropuerto de Vitoria y el puerto de Bilbao

Radio 5
Investigan una denuncia por acoso callejero contra una menor en Zona Norte

Radio 5

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 8:53


El episodio habría ocurrido durante el último fin de semana y tiene como protagonista a una niña de 10 años y un mayor que circulaba en una trafic. La Fiscalía, a cargo del Dr. Rawson Paz, ya secuestró el vehículo involucrado y notificó al sospechoso.

Noticentro
Granizada provoca caos vial en zona norte del Edomex

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 1:34 Transcription Available


FGR concluye investigación por accidente del Tren InteroceánicoSenado activa comisiones bicamerales de seguridad ONU califica de inconcebibles ataques en LíbanoMás información en nuestro Podcast#grc

Morning Show
Lula detona Bolsonaro e Campos Neto

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 119:29


Confira no Morning Show desta sexta-feira (20): Durante um evento do Partido dos Trabalhadores (PT) realizado na cidade de São Paulo, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez duras acusações sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. Em seu discurso, Lula culpou diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, classificando a instituição financeira como o "ovo da serpente" da gestão anterior. O banqueiro Daniel Vorcaro, figura central das apurações sobre o escândalo do Banco Master, realizou uma troca estratégica em sua equipe de defesa e foi transferido para as dependências da Polícia Federal. A grande novidade que agita os bastidores é que o executivo assinou um termo de confidencialidade com as autoridades. O estado de saúde do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a gerar repercussão nos bastidores. O vereador Carlos Bolsonaro (PL), conhecido como o filho "03" do ex-mandatário, utilizou suas redes sociais para compartilhar um desabafo sobre a angústia de sua mais recente visita ao pai. Segundo o relato, a alta carga de medicamentos deixou o político completamente "apagado" e letárgico. A categoria dos caminhoneiros decidiu cancelar a greve que estava sendo organizada em resposta aos sucessivos aumentos nos custos do diesel e da gasolina. A suspensão da paralisação foi confirmada após o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de seu ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), assinar uma Medida Provisória que atende a reivindicações históricas dos trabalhadores. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a causar polêmica ao sugerir, em publicações nas redes sociais, que a Venezuela poderia se tornar o “51º estado” americano. As declarações ocorreram após a vitória venezuelana sobre os EUA na final do Clássico Mundial de Beisebol, quando Trump mencionou “statehood” (status de estado) e fez insinuações semelhantes já na semifinal contra a Itália. O programa Morning Show repercute a pressão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a Petrobras para aumentar a oferta de combustíveis no mercado interno. O repórter Rodrigo Viga, direto do Rio de Janeiro, explicou que, apesar da cobrança e do cenário de instabilidade global gerado pelos conflitos no Oriente Médio, não há risco imediato de desabastecimento de gasolina ou diesel no Brasil. Um bebê de apenas dois meses foi resgatado após um carro ser roubado na região do Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo. A mãe havia parado o veículo em frente a um centro educacional para buscar a outra filha quando um criminoso entrou no carro e fugiu. A Polícia Militar iniciou buscas imediatas e conseguiu localizar o automóvel a cerca de 2,7 km do local, com a criança ainda dentro. Um suspeito de 26 anos foi preso em flagrante, e o bebê foi encaminhado ao atendimento médico, sem ferimentos graves. O programa Morning Show recebe a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello para um debate profundo sobre um dos momentos mais angustiantes na vida dos jovens e de suas famílias: a indecisão na hora de escolher uma carreira. A especialista analisa o enorme peso e a pressão social colocados sobre adolescentes de 18 anos, que muitas vezes se sentem forçados a decidir o que farão profissionalmente para o resto de suas vidas em uma idade de tantas transições. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Resumão Diário
Novo líder supremo do Irã pede que regime 'retire a segurança dos inimigos'; População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 4:23


Novo líder supremo do Irã pede que regime 'retire a segurança dos inimigos internos e externos'. Trump sugere dar a Venezuela status de estado dos EUA. Carro com bebê de 2 meses é roubado na Zona Norte de SP; mãe narra desespero. População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa. De flopada a headliner do Lolla: a evolução de Sabrina Carpenter a cada show no Brasil.

Resumão Diário
Escritório de mulher de Moraes explica contratação por Vorcaro; Defesa de banqueiro pede que sua visita não seja gravada e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 4:53


Escritório de mulher de Moraes explica contratação por Vorcaro e nega atuação junto ao STF. Defesa de Vorcaro pede que sua visita ao banqueiro não seja gravada. Incêndio de grandes proporções atinge galpão em Ramos, Zona Norte do RJ. Estudantes de colégio tradicional do Recife fazem festa com tema 'Deu a louca no Morro' e evento gera críticas. 'O Testamento': por que história de Anita Harley, das Pernambucanas, tem chamado tanta atenção?

JORNAL DA RECORD
26/02/2026 | Edição Exclusiva: Operação mobiliza 200 policiais no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 4:14


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Militar realizou, na manhã desta quinta-feira (26), uma operação no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, a fim de combater o tráfico de drogas, o roubo de veículos e de cargas, além de prender suspeitos envolvidos nesses crimes. Cerca de 200 militares e 10 blindados foram mobilizados para a ação nas comunidades de Conjunto Esperança, Vila dos Pinheiros, Vila do João, Timbau, Baixa do Sapateiro e Salsa e Merengue, localizadas no Complexo da Maré. Por causa da troca de tiros com os criminosos, dezenas de escolas tiveram que fechar na região. A área é controlada pela facção Terceiro Comando Puro. E ainda: Governo federal adia por 90 dias regra de trabalho no comércio em feriados.

Morning Show
Flávio fala sobre saúde de Bolsonaro e eleições

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 118:24


Confira no Morning Show desta quinta-feira (15): Após visitar Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro voltou a criticar as condições da sala onde o ex-presidente está detido, classificando o ambiente como barulhento e prejudicial. O parlamentar também comentou a pesquisa Quaest divulgada nesta semana, afirmando que não há grande distância entre ele e o presidente Lula nas intenções de voto. Além disso, Flávio falou sobre o episódio envolvendo Michelle Bolsonaro, que indicou apoio a Tarcísio de Freitas. Um roubo a uma padaria terminou em troca de tiros na tarde desta terça-feira (14) nos Jardins, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo. Câmeras de segurança registraram a chegada dos suspeitos em um carro vermelho, a abordagem a clientes e funcionários e a tentativa de roubo de uma correntinha. Um policial civil que presenciou a ação reagiu e atirou contra um dos criminosos, que foi baleado, mas conseguiu fugir. Durante a fuga, um dos envolvidos chegou a ser atropelado. Um homem que presenciou um assalto a um casal decidiu intervir e usou uma arma de choque contra um dos criminosos na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. A ação só foi interrompida quando o comparsa do bandido apareceu, apontou uma arma de fogo e disparou um tiro para o alto, forçando o cidadão a recuar. Toda a cena foi registrada por câmeras de segurança. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República fique responsável pela perícia dos materiais coletados no caso envolvendo o Banco Master, retirando essa atribuição da Polícia Federal. Na decisão, assinada nesta quarta-feira (14), Toffoli fez críticas diretas ao Banco Central, apontando vulnerabilidades na regulação e na fiscalização da instituição financeira, o que ampliou a tensão institucional em torno do caso. A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que 46% dos brasileiros aprovam a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, em que o presidente Nicolás Maduro foi capturado e levado para julgamento em Nova York. Outros 39% desaprovam a operação, e 15% disseram não saber ou não responderam. O Irã reabriu o espaço aéreo nesta quinta-feira (15) após quase cinco horas de suspensão das operações, em meio a temores de uma possível ação militar dos Estados Unidos. A decisão ocorre em um cenário de forte instabilidade interna, com protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei que já resultaram em mais de 3,4 mil mortes, segundo dados atualizados por uma ONG internacional de direitos humanos. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Houssein Kalout, cientista político. O navio-hospital chinês Ark Silk Road atracou no porto do Rio de Janeiro no dia 8 de janeiro e parte do Brasil nesta quinta-feira (15), deixando um rastro de desconfiança entre militares brasileiros. Segundo fontes das Forças Armadas, a embarcação possui equipamentos com capacidade de coletar informações estratégicas sobre portos e características geográficas do litoral nacional. A falta de clareza por parte do governo chinês sobre a real missão do navio no país gerou desconforto e acendeu um alerta em meio ao atual cenário de tensões geopolíticas na América Latina. As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos em Bacabal, no interior do Maranhão, entraram nesta quinta-feira (15), no 12º dia e passam para uma nova etapa: equipes do Corpo de Bombeiros já iniciaram uma operação de mergulho em um lago a cerca de 2 km do povoado São Sebastião dos Pretos, local de onde as crianças saíram no último dia 4 de janeiro. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

JORNAL DA RECORD
06/01/2025 | 3ª Edição: PM é preso após matar jovem de 21 anos em discussão de trânsito na zona norte de São Paulo

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 3:49


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Está preso o policial militar que matou um jovem durante uma discussão de trânsito em São Paulo. O PM estava de folga e dirigia um carro por uma rua estreita na zona norte da capital paulista. Segundo testemunhas, a discussão aconteceu porque o outro motorista, que estava em um carro preto, não deu passagem para o policial. Irritado, o PM teria descido do veículo vermelho e atirado contra Bruno Lisboa Araújo, de 21 anos. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Leandro de Souza Assis, de 37 anos, foi preso em flagrante e, após audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva. A defesa dele não foi localizada. E ainda: Polícia combate contrabando de canetas emagrecedoras na fronteira com o Paraguai.

Morning Show
Maduro chega a tribunal de Nova York

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 119:09


Confira no Morning Show desta segunda-feira (05): O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deixou a prisão federal de segurança máxima no Brooklyn na manhã desta segunda-feira (05) e foi levado de helicóptero até Manhattan, onde comparece a um tribunal de Nova York para ser julgado. Capturado após uma ofensiva militar dos Estados Unidos, o líder venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, passaram a segunda noite detidos e devem enfrentar a Justiça americana às 14h (horário de Brasília). Carlos José Leon, cientista político venezuelano, concedeu entrevista ao Morning Show e analisou a situação da Venezuela após a prisão do ditador Nicolás Maduro em uma ofensiva dos Estados Unidos. A reunião extraordinária da Celac, convocada para discutir a situação da Venezuela após o ataque dos Estados Unidos, terminou sem consenso entre os países-membros. O chanceler brasileiro Mauro Vieira reafirmou que o Brasil considera a ação norte-americana um ataque à soberania venezuelana, mas divergências políticas entre os governos impediram a divulgação de uma posição conjunta. Após a ofensiva militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente Donald Trump elevou o tom e sugeriu uma possível nova operação militar, desta vez contra a Colômbia. Em declaração feita a bordo do Air Force One, Trump criticou duramente o presidente colombiano Gustavo Petro, a quem chamou de “homem doente”, associando seu governo à produção e ao tráfico de cocaína. Questionado sobre uma eventual ação militar contra o país sul-americano, o republicano respondeu que a ideia “soa bem”. Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, foi encontrado vivo nesta segunda-feira (05) após passar cinco dias desaparecido no Pico do Paraná, segundo informações do Corpo de Bombeiros. A confirmação veio por meio de um vídeo divulgado pela família nas redes sociais, no qual o jovem aparece afirmando estar em uma fazenda na região. Em publicação emocionante, familiares comemoraram o resgate e informaram que Roberto está bem e já foi encaminhado para atendimento hospitalar. O filme brasileiro “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, venceu o Critics Choice Awards como Melhor Filme Estrangeiro neste domingo (04), na Califórnia, consolidando mais um reconhecimento internacional para o cinema nacional. Josias Teófilo opinou sobre o assunto. Um policial militar de 27 anos morreu após ser atropelado por motociclistas que desobedeceram uma ordem de parada e fugiram durante uma abordagem na Zona Norte de São Paulo. O crime ocorreu na madrugada deste domingo (04), na Avenida Inajar de Souza, no Jardim Peri, e foi registrado por uma câmera de segurança. Após atingir o agente, os pilotos das motos abandonaram o local sem prestar socorro. O soldado Lucas Lopes Bernardo, do 9º Batalhão da PM, não resistiu aos ferimentos, e o caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio doloso, quando há intenção de matar. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Si amanece nos vamos
El Juego de los detectives | El asaltante de la zona norte (y I)

Si amanece nos vamos

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 53:27


Nuevo caso... Y caso resuelto. Despertamos como cada martes a Raquel Mascaraque para hablar de los motivos que nos llevan a comprar lotería y Laura Martínez hace un repaso por esas películas en las que la lotería es protagonista. 

El juego de los Detectives
El Juego de los detectives | El asaltante de la zona norte (y I)

El juego de los Detectives

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 53:27


Nuevo caso... Y caso resuelto. Despertamos como cada martes a Raquel Mascaraque para hablar de los motivos que nos llevan a comprar lotería y Laura Martínez hace un repaso por esas películas en las que la lotería es protagonista. 

Debate da Super Manhã
Festa do Morro

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 47:42


Debate da Super Manhã: Padroeira afetiva do Recife, Nossa Senhora da Conceição é celebrada neste 8 de janeiro por toda a cidade. Católicos e não católicos sobem o morro que leva o nome da santa, na Zona Norte da capital, para agradecer, fazer promessas e celebrar uma das maiores festas religiosas da cidade e do estado. No Debate desta segunda-feira (08), vamos falar com os nossos convidados sobre fé, tradição e a importância de Nossa Senhora da Conceição. Participam o missionário Redentorista atuante na Festa do Morro, Diego Joaquim, do historiador Braulio Moura e do chefe do Centro de Operações da Prefeitura do Recife, Anderson Soares.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 02/12/2025 | Trump discute Venezuela com assessores

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 242:39


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (02): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se com seus principais assessores para discutir a intensificação da campanha de pressão sobre a Venezuela. O objetivo central do encontro foi definir a estratégia norte-americana, abrangendo tanto o plano diplomático quanto possíveis cenários militares, em meio à escalada de tensão com o governo venezuelano. Reportagem: Eliseu Caetano. A CPMI do INSS pode ser prorrogada por mais 60 dias. A informação foi anunciada na última segunda-feira (01) pelo presidente da Comissão, Carlos Viana. Além disso, o colegiado ouviu uma das peças chaves na operação, o ex-coordenador geral de pagamentos de benefícios, Jucimar Fonseca da Silva. Reportagem: Lucas Martins. O ex-secretário da Receita Federal, Júlio Cesar Vieira Gomes, foi demitido pela Controladoria-Geral da União (CGU). Ele é acusado de pressionar pela liberação das joias retidas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Júlio Cesar chefiava a Receita Federal durante a gestão de Bolsonaro. O servidor já havia deixado o cargo de chefia, mas agora sofre a penalidade máxima administrativa no serviço público em decorrência das investigações sobre o caso. Reportagem: Rany Veloso. A Polícia Civil de São Paulo prendeu cinco pessoas em flagrante pelos crimes de abuso sexual contra adolescentes e disseminação de pornografia infantil. Durante a operação, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Além das prisões, dois adolescentes envolvidos nos atos ilícitos foram apreendidos pelas autoridades. Reportagem: Matheus Dias. Taynara Souza Santos, de 31 anos, que foi arrastada na Marginal Tietê, na Zona Norte de São Paulo, continua internada e teve as duas pernas amputadas. Douglas Alves da Silva, de 26 anos, que cometeu o crime, foi encontrado escondido em um hotel na Vila Prudente, em São Paulo, e preso. O Ministério Público pediu ao Tribunal de Contas da União fiscalização do empréstimo dos Correios. A estatal teve aprovação para um empréstimo de R$ 20 bilhões, com a garantia do Tesouro Nacional, como parte do plano de reestruturação da estatal. Reportagem: Igor Damasceno. O aumento da taxação de bets e fintechs volta a ser discutido no Senado Federal nesta terça-feira (02). O relator é o senador Eduardo Braga (MDB), e a proposta foi apresentada por Renan Calheiros (MDB), presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, para debater pontos que ficaram de fora do plano do governo de isenção do IR. Reportagem: Misael Mainetti. A Câmara dos Deputados bloqueou o salário do deputado Alexandre Ramagem (PL), que está foragido nos Estados Unidos. A ordem foi um pedido do ministro do STF, Alexandre de Moraes, relator da trama golpista, que condenou os sete réus do Núcleo Crucial, incluindo Ramagem, que deve cumprir 16 anos de pena. Reportagem: Rany Veloso. A desaprovação do presidente Lula (PT) voltou a subir, segundo a pesquisa Atlas Intel/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (02). São 50,7% que desaprovam o petista na pesquisa feita em novembro, mostrando um aumento de 2,6 pontos percentuais, se comparado ao levantamento de outubro. Enquanto isso, a aprovação é de 48,6%. Foram ouvidas 5.510 pessoas entre os dias 22 e 27 de novembro, com margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos. O Partido Liberal fez uma reunião emergencial após a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, se posicionar contra uma aliança do partido com Ciro Gomes.O objetivo é unificar o discurso, já que Michelle disse que a aliança foi precipitada e incompatível com o apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Reportagem: Rany Veloso. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

JORNAL DA RECORD
01/12/2025 | 2ª Edição: Mulher é atropelada e arrastada por ex na zona norte de São Paulo e tem pernas amputadas

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 4:05


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma mulher está internada em estado grave após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro na zona norte de São Paulo. O suspeito foi preso. Nesta segunda-feira (1º), a Justiça de São Paulo manteve a prisão de Douglas Alves da Silva. Ele foi detido na noite de domingo (30), em um hotel, na zona leste da capital paulista. Segundo a polícia, ele foi baleado após resistir à abordagem e tentar pegar a arma de um dos PMs. No sábado (29), Douglas atropelou e arrastou, por cerca de um quilômetro, Tainara Souza de Santos, de 31 anos. Os dois tiveram um relacionamento, que terminou de forma conturbada. Tainara foi levada em estado grave ao hospital e teve as duas pernas amputadas. E ainda: Enchentes deixam mais de mil mortos na Ásia.

O Assunto
A política e a segurança pública no Rio

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 41:37


Convidados: Ricardo Balestreri, coordenador do Núcleo de Urbanismo Social e Segurança Pública do Insper Cidades; e Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio CBN. Uma imagem marcou o dia seguinte à operação mais letal da história do Rio de Janeiro. Dezenas de corpos enfileirados foram colocados por moradores em uma praça do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Com os corpos retirados da mata, o número de mortos na megaoperação contra o Comando Vermelho saltou para 121 – entre eles, 4 policiais. Para o governador do RJ, Cláudio Castro (PL), a megaoperação foi “um sucesso”. O dia seguinte à operação revelou também detalhes de como a polícia conduziu a ação: traficantes foram atraídos para o topo da mata, em uma espécie de “muro do Bope”, como detalhou a polícia. Também na quarta-feira (29), o ministro da Justiça se reuniu com o governador do Rio, e novos embates políticos sobre a segurança pública foram registrados entre os governos federal e do Estado. Neste episódio, Natuza Nery recebe Ricardo Balestreri, coordenador do Núcleo de Urbanismo Social e Segurança Pública do Insper Cidades. É ele quem analisa as declarações de Cláudio Castro e a estratégia adotada pela polícia do Rio na operação da última terça-feira. Balestreri reforça a necessidade de atuação conjunta entre todos os entes da federação no combate ao crime organizado. Depois, Natuza conversa com o jornalista Bernardo Mello Franco para explicar quais foram as respostas dadas por Cláudio Castro sobre a atuação das forças de segurança e como política e polícia se misturam no Rio de Janeiro. Bernardo avalia também a condução do governo federal no caso e que tipo de impacto esse tipo de conflito tem na condução das políticas de segurança pública - tema que mais preocupa a população brasileira.

O Assunto
A guerra no Rio

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 36:51


Convidados: Henrique Coelho, repórter do g1 Rio; e Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz. A megaoperação contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha terminou com mais de 60 mortos. Uma guerra entre policiais e traficantes, que se transformou na operação mais letal da história do Rio de Janeiro. Durante a operação - iniciada ainda na madrugada da terça-feira na Zona Norte do Rio -, bandidos espalharam barricadas pela cidade. Na ofensiva contra policiais, criminosos lançaram drones com bombas e usaram armamento de guerra: mais de 90 fuzis foram apreendidos. A terça-feira de caos no Rio de Janeiro expôs a capacidade bélica das facções. Um estudo do Instituto Sou da Paz calcula que, só no ano de 2023, 1.655 fuzis foram apreendidos na região Sudeste - berço das principais organizações criminosas do Brasil. Neste episódio, Natuza Nery recebe Henrique Coelho, repórter do g1 Rio, para relatar como foi o dia de caos na capital fluminense. Henrique explica as particularidades geográficas dos complexos do Alemão e da Penha, onde o Comando Vermelho tem raízes. Ele fala também sobre como a operação se transformou em motivo de desavença entre o governador do RJ, Cláudio Castro (PL), e o governo federal. Depois, Natuza conversa com Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz. Carolina traça um retrato do tipo de armamento que está sob o poder de facções criminosas – e explica o caminho que elas fazem até chegar às mãos do crime. E conclui que tipo de medidas é preciso tomar para que armamentos de guerra não circulem no país.

Morning Show
Operação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro

Morning Show

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 118:38


Confira no Morning Show desta quarta-feira (29): Moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, levaram cerca de 60 corpos a uma praça da comunidade, um dia após a Operação Contenção, a mais letal da história da cidade. As vítimas foram encontradas em uma área de mata no alto do morro, onde ocorreram os confrontos mais intensos entre policiais e criminosos. Segundo a Polícia Civil, os corpos foram encaminhados ao IML, e a perícia vai confirmar se há relação direta com os embates da operação, que já contabiliza mais de 130 mortos e gerou forte repercussão nacional. Após a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se reunir com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), para discutir a escalada da violência no estado. Participam da comitiva os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), Rui Costa (Casa Civil) e o diretor-executivo da Polícia Federal, William Marcel Murad. O encontro deve tratar da atuação integrada das forças de segurança estaduais e federais após a operação. Com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, o ministro Alexandre de Moraes assumiu interinamente a relatoria da ADPF das Favelas, que trata da atuação policial nas comunidades do Rio de Janeiro. Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a operação que deixou mais de 130 mortos nos complexos da Penha e do Alemão. O sociólogo Eduardo Matos de Alencar, especialista em políticas públicas e segurança, analisou no programa as razões que levaram ao fracasso das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio de Janeiro. Criadas para retomar territórios dominados pelo tráfico e promover integração social, as UPPs acabaram apresentando resultados contrários ao esperado, com aumento da violência e perda de credibilidade junto à população. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Café Brasil Podcast
LíderCast 370 - Amauri Gouveia - O saber prático faz a diferença

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later May 29, 2025 85:34


Hoje temos meu amigo Amauri Gouveia. Amauri é um empreendedor brasileiro daqueles raiz, que sai do zero para, junto com seus irmãos, construir um império: o supermercado Andorinha, que marcou a história da Zona Norte em São Paulo. Mas a história do Amauri é repleta de recomeços, sempre baseado no conhecimento prático e numa profunda sensibilidade para lidar com seres humanos. Uma conversa emocionante, inspiradora e reveladora sobre como podemos ir muito mais longe do que imaginamos, se focarmos em 4 “Fs”. Quer saber quais são? Ouça o episódio. ...................................................................................................................................

Lidercast Café Brasil
LíderCast 370 - Amauri Gouveia - O saber prático faz a diferença

Lidercast Café Brasil

Play Episode Listen Later May 29, 2025 85:34


Hoje temos meu amigo Amauri Gouveia. Amauri é um empreendedor brasileiro daqueles raiz, que sai do zero para, junto com seus irmãos, construir um império: o supermercado Andorinha, que marcou a história da Zona Norte em São Paulo. Mas a história do Amauri é repleta de recomeços, sempre baseado no conhecimento prático e numa profunda sensibilidade para lidar com seres humanos. Uma conversa emocionante, inspiradora e reveladora sobre como podemos ir muito mais longe do que imaginamos, se focarmos em 4 “Fs”. Quer saber quais são? Ouça o episódio. ...................................................................................................................................

Endörfina com Michel Bögli
#403 Juliana e Pedro Cerize

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Mar 13, 2025 131:01


A história deste casal é um excelente exemplo de como a dedicação, a superação e a cumplicidade podem ser transformadoras. Unidos há 27 anos, eles construíram uma vida marcada por conquistas pessoais, familiares e esportivas, além de desafios inimagináveis. Ele, nascido em São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais, cresceu em uma fazenda simples e é o mais velho de sete irmãos. Desde cedo, aprendeu a valorizar o esforço e a dedicação. Ela, paulistana, veio de uma família de três filhos e cresceu em frente a um clube na Zona Norte de São Paulo, onde levou a sério o balé e, depois, seguiu os passos do irmão, jogando tênis. Ambos se formaram em Administração de Empresas, ela pelo Mackenzie e ele pela Fundação Getúlio Vargas, onde ingressou em quinto lugar. O mercado financeiro os levou a se conhecerem no banco onde trabalhavam. A paixão foi arrebatadora e, em poucos meses, decidiram se casar. Dois anos depois, vieram os gêmeos, seguidos por Maria Luíza alguns anos mais tarde. A vida familiar e profissional exigiu muita dedicação, e eles prosperaram. Em 2010, decidiram começar a correr juntos. A primeira corrida foi um marco: ele, muito competitivo, ficou para trás dela e, desde então, decidiu levar o esporte a sério. A partir daí, não pararam mais. Apenas dois anos depois, enfrentaram juntos uma das mais emblemáticas ultramaratonas do mundo: a Comrades Marathon, na África do Sul. Ele completou a prova em 7h28, e ela, que inicialmente deveria acompanhá-lo apenas nos quilômetros finais, decidiu se inscrever e treinar para concluir a prova, feito que realizou em pouco menos de 9 horas. Ele já completou 14 maratonas, com um recorde pessoal de 2h43, enquanto ela fez 13 maratonas, com o melhor tempo de 3h08. Mas os desafios não pararam por aí. Em 2014, ele fez sua estreia no triathlon, e ela o seguiu no ano seguinte. Desde então, ele participou de 22 provas de Ironman, incluindo sete edições do Mundial de Kona, no Havaí. Ela, por sua vez, completou oito provas de Ironman, com duas participações em Kona. Além disso, ela se destacou em provas de ciclismo, com um terceiro lugar no Granfondo La Campionissimo Sportive, em 2016, na Itália, e um quinto lugar no GFNY, em 2019. Juntos, encontraram no esporte uma forma de fortalecer o espírito e a parceria, enfrentar os desafios da vida e inspirar os filhos. Conosco aqui, ele, que se formou em Administração de Empresas, é publisher do site “O Antagonista” e empresário, figura de opiniões muitas vezes polêmicas e, para muitos, um guru do mercado financeiro, um autointitulado especialista em generalidades e um triatleta de alta performance; e ela, administradora, alicerce familiar, corredora, triatleta e fã número um do marido: o casal Pedro Luiz Cerize e Juliana Seidler Cerize. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento @oakleybr e @technogym_brazil Onde o design encontra o esporte Combinando desempenho e design, há 40 anos, a Technogym apresenta as soluções de treino mais inovadoras do mercado. Um dos exemplos é a Technogym Ride, bicicleta que nasceu a partir da experiência da marca como fornecedora oficial de equipamentos das últimas nove edições dos Jogos Olímpicos, incluindo Paris 2024. Concebida em conjunto com os principais campeões de ciclismo, a TG Ride oferece uma vivência realista e completa de treinamento outdoor tanto para ciclistas profissionais quanto amadores. Com tela touch de 22” e resolução Full HD, ela proporciona a realização de um treino imersivo e interativo, visando a alta performance. Com a possibilidade de realizar todos os ajustes de acordo com o tamanho do usuário, incluindo as variações do pé de vela, a TG Ride oferece STI eletrônicos e integrados, a partir dos quais é possível fazer trocas de marchas e ter uma experiência completa de gestão de potência, resistência, inclinação, velocidade em subidas e porcentagem de FTP de forma precisa. Além disso, através do Pedal Printing™ é possível acompanhar a cadência, a simetria e a órbita das pedaladas. A Technogym Ride também conta com aplicativos integrados ou compatíveis, através dos quais o atleta tem, a um toque, ferramentas como Rouvy, Zwift, Bkool, TrainingPeaks, Strava, Eurosport, entre outros. As sessões de treinamento oferecidas pela Technogym Ride desafiam o atleta a alcançar as zonas de potência adequadas e a pedalar em dezenas de rotas virtuais, incluindo os destinos mais lendários do mundo. https://www.technogym.com/pt-BR/