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A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos. Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América. “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.
No regresso do "Extremamente Desagradável", Joana Marques visita "la casita" de Bad Bunny, no Alerta Estupidez é dia de todos sermos crianças e nas Descobertas da Analógica, recordamos anúncios que marcaram a nossa infância.
Nesse episódio do Sons da Terra, os repórteres do programa conversam com os herpetólogos Bruno Rocha e Daniela Gennari sobre umas das serpentes mais enigmáticas do mundo: a jiboia-do-ribeira (Corallus cropanii).A dupla é a responsável por coordenar o projeto em prol dessa espécie rara e exclusiva da região do Vale do Ribeira em São Paulo. Neste bate-papo, os pesquisadores contam sobre os enigmas e o histórico dessa espécie e também como atuam no monitoramento da serpente junto com o apoio da comunidade local.Ao longo de 10 anos de atuação do Projeto três indivíduos foram acompanhados de perto e atualmete duas novas serpentes estão sendo supervisionadas por especialistas.Confira todos os detalhes no episódio completo!Foto: Projeto Jiboia-do-Ribeira
A nova obsessão da Ana, pássaros. O Tarzan da Costa da Caparica por Olivier Bonamici. Uma Revolução onde há mais gente contra que a favor. Reformados com novas funções como fiscais de obras. E nas Descobertas da Analógica viajamos até ao ``Clube das Donas de Casa´´ um programa de rádio dos anos 60,
O voto do público e do júri — presidido neste ano pelo rapper francês MC Solaar — consagrou Opa como o vencedor do Prêmio Descobertas RFI de 2026. Esta edição do Balada Musical é inteiramente dedicada a esse jovem talento que renova a cena cultural do Benim. Daniella Franco, da RFI Opa ou Toussou Paoli, seu verdadeiro nome, tem apenas 24 anos e fez história sendo o primeiro artista do Benin a vencer o Prêmio Descobertas RFI, uma conquista que o deixou "submerso pela emoção", segundo suas palavras. Para MC Solaar "Opa tem algo a mais", qualidade que o destacou em praticamente todos os critérios de seleção. Natural de Bohicon, no Benim, Opa canta em fongbe, francês e inglês. O romantismo ocupa um lugar central em seu repertório, onde retrata relações amorosas, inspira-se em histórias reais e nas próprias experiências para compor canções que combinam sensibilidade e autenticidade. Depois de "Afrocharm", seu segundo EP lançado em 2025, o beninense se prepara para apresentar seu primeiro álbum: um trabalho que o Balada Musical espera destacar muito em breve! *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
A 38ª edição do festival Cinélatino, em Toulouse, no sudoeste da França, termina neste sábado (28) reafirmando seu papel como espaço de forte engajamento político. Para os participantes brasileiros, o evento também funciona como um canal para denunciar os riscos ao setor cultural diante da possibilidade de retorno da extrema direita ao poder. Daniella Franco, enviada especial da RFI a Toulouse Essa preocupação também pode ser vista nos filmes brasileiros que fazem parte da programação do Cinélatino. Na categoria de longa-metragem de ficção, "A Vida Secreta de Meus Três Homens", de Letícia Simões, mistura as trajetórias de personagens de sua família com recortes de determinados momentos da história recente do Brasil, como o regime militar, do qual seu pai foi um colaborador. Em entrevista à RFI, Letícia se diz assustada com a distorção das narrativas sobre o período que vieram à tona durante o governo de Jair Bolsonaro. "Eu fui um alvo muito visível, como mulher, negra e nordestina. Eu assisti à emergência de um pensamento sobre a ditadura como algo que deveria corrigir o Brasil”, diz. A cineasta aponta a mudança de comportamento em relação aos chamados "Anos de Chumbo" entre a época em que cresceu, nos anos 1990, e atualmente. “Antes as pessoas diziam: 'a gente não quer reviver isso, a gente precisa construir uma democracia'. Mas estamos em 2026 e precisamos que os filmes voltem a falar sobre isso porque ou as pessoas querem fingir que a ditadura não existiu ou efetivamente a sociedade não a abordou da forma como deveria ter sido abordada", reitera. Outro concorrente na categoria de longa-metragem de ficção no Cinélatino é "Ela foi ali guardar o coração na geladeira", que conta a história da filha de uma presa política brasileira sequestrada quando bebê, e que busca a sua familia biológica. Para Gustavo Galvão, que dirige o filme junto com Cristiane Oliveira, a manutenção da memória no Brasil requer um exercício permanente. "Quanto mais distante vai ficando um fato, mas fácil é distorcer e refazer a sua narrativa, então é um processo de vigilância mesmo. A gente espera que se fale mais, cada vez mais”, afirma. “Perguntaram pra gente aqui no Cinélatino sobre o ‘Ainda Estou Aqui', como poderiam ter perguntado sobre 'O Agente Secreto'. Mas um filme sozinho não vai resolver nada, por mais popular que seja e que ganhe um Oscar. Tem que ser feito realmente um trabalho constante", defende. Classe artística "apavorada" O longa-metragem "O Último Azul", de Gabriel Mascaro, vencedor do Urso de Prata na Berlinale de 2025, é exibido na sessão Reprises do Cinélatino. O filme retrata um Brasil distópico e ultra-autoritário, em que idosos quando completam 77 anos são enviados pelo governo a colônias compulsórias. Em entrevista à RFI, Denise Weinberg, que interpreta Tereza, a protagonista do longa, lembra que durante a pandemia de Covid-19, o Brasil chegou perto de viver um drama similar ao exibido em “O Último Azul”, quando o governo Bolsonaro flexibilizou as regras trabalhistas para que milhões de pessoas continuassem ativas, mesmo sob risco elevado de contaminação. A atriz afirma que a classe artística está "apavorada", segundo suas palavras, com a possibilidade de retorno da extrema direita ao poder. "Apesar de Bolsonaro ter sido preso e estar no hospital, existe a família Bolsonaro que é um clã de mafiosos. Estamos em um limite perigosíssimo, porque se a extrema direita entrar, vai ser impossível, porque já está difícil. Para o teatro, por exemplo, esta muito mais difícil do que para o cinema”, avalia. Segundo ela, o clima de tensão já recomeçou a se instalar no país. “O medo é enorme de saber o que vem por aí, porque no Brasil tudo é possível. Nós fomos governados por pessoas completamente psicopatas. Eu jamais conseguiria imaginar que quando eu chegasse aos 70 anos eu iria reviver isso", completa. Era da pós-verdade A atriz e cineasta mineira Grace Passô está em Toulouse competindo com "Nosso Segredo", seu primeiro longa-metragem. No trabalho, ela conta a saga de uma família negra que tenta se reconstruir após uma perda de um de seus integrantes. Apesar da preocupação com essa pré-campanha eleitoral, ela mantém seu otimismo em relação ao futuro. “É de novo um momento muito tenso nessa era da pós-verdade que a gente vive, onde a gente não sabe que tipo de guerra narrativa vai vir, que nível de absurdo a gente vai viver. Mas acho que há um processo com o governo Lula de regeneração da ética brasileira em algum lugar”, observa. “Eu tenho uma esperança muito grande de que a maioria da população consiga perceber que existem ainda acordos éticos ligados à noção de democracia que foram restaurados e que, sem eles, estamos perdidos, muito mais do que já estivemos", reitera. Cinco curtas brasileiros também concorrem neste ano em Toulouse. Dois documentários, “Copan”, de Carine Wallauer, e “Pau d'Arco”, de Ana Aranha, são exibidos na mostra Découvertes (Descobertas). O festival Cinélatino encerra sua 38ª edição com a entrega de prêmios neste sábado (28).
Chegou a hora de mais um batalha de descobertas. No episódio de hoje, Meidi e Nai abrem mais uma vez a porteira da competitividade e tentam convencer a Mari de que o webtoon escolhido por elas é o melhor. Nesse programa temático de humor e piadas, quem levará a melhor? For your perfect ending ou Acting gangster? Ouça o programa de hoje e descubra!Não se esqueça de avaliar, seguir o nosso podcast e ativar as notificações para receber os novos episódios em primeira mão!- Para continuar interagindo com a gente, é só seguir @falardewebtoon nas redes sociais;- Acesse nosso portal: https://falardewebtoon.com.br/- Entre para a nossa comunidade do Discord: https://discord.gg/nVwn85vPhr
Contagem regressiva para o resultado da 45ª edição do Prêmio Descobertas RFI, uma das maiores plataformas de promoção de novos artistas e grupos africanos. Terminadas as três fases de seleção, os ouvintes e internautas podem votar até 11 de março nos dez finalistas. A recompensa será anunciada em 13 de março. Daniella Franco, da RFI Desde 1981, o Prêmio Descobertas (Prix Découvertes, em francês) é realizado anualmente. O processo que mobiliza todas as equipes que trabalham com música na RFI, mas também representantes da cena musical francesa que compõem o júri, neste ano presidido pelo rapper MC Solaar. Em 2025, a vencedora foi a cantora guineense Queen Rima. A reta final da 45ª edição do Prêmio Descobertas conta com dez concorrentes. Entre eles, quatro cantoras solo, quatro vocalistas homens, uma dupla e uma banda. Para votar, clique aqui. Claudio Rabé De Madagascar, a RFI selecionou Claudio Rabé, que lidera um coletivo que mistura rock, trance e sonoridades afro-psicodélicas. O objetivo do grupo é exportar cultura e denunciar as injustiças vividas pelo povo malgaxe. "Nasci no meio musical - meu avô é músico, meu pai é dançarino - então a música sempre foi algo óbvio para mim. Representamos o povo e a cultura malgaxe. Queremos que todos saibam o que acontece no nosso país", diz. Ouça Claudio Rabé Defmaa Maadef A dupla senegalesa Defmaa Maadef é formada pelas artistas Defa e Mamy Victory. O primeiro álbum, o dançante "Jaar Jaar", foi lançado no ano passado, propondo um encontro do mbalax senegalês com afrobeats, kwaito e amapiano. Nas letras, cantadas quase integralmente na língua wolof, o engajamento feminista dá o tom. "Nossa música celebra a cultura senegalesa e dá uma voz livre e poderosa às mulheres. O mundo é nosso!", diz Defa. Ouça Defmaa Maadef Joyce Babatunde De Camarões, a RFI selecionou Joyce Babatunde. A versátil artista transita facilmente entre diversos estilos, slam, rap, funk, soul ou r&b. Ela classifica suas composições de "afro-soul". "Quis deixar que a minha música fosse uma expressão do que eu sinto. O afro-soul, para mim é a expressão, da minha alma", explica. Ouça Joyce Babatunde Malha Afrobeat, pop, house e twarab engajado direto de Comores: é essa a proposta da cantora Malha, que em suas letras expressa seu engajamento feminista. "Meu engajamento vem da minha experiência. Fiquei órfã na infância, aos 7 anos, e minha vida não foi fácil. Tive que lutar para sobreviver e meu engajamento vem daí, sobretudo pelas mulheres e crianças", diz. Ouça Malha Manu Desroches O cantor e multi-instrumentista Manu Desroches é originário das Ilhas Maurício. Misturando jazz, blues e música tradicional de seu país natal, ele homenageia suas raízes e faz um convite a uma viagem às paisagens sonoras do Oceano Índico. "Faço música porque acho que essa é uma das coisas mais bonitas que nos conectam como seres humanos", diz Desroches. Ouça Manu Desroches Opa Também do Benin vem o candidato Opa, que transita entre o r&b, o soul e estilos tradicionais do país: um verdadeiro embaixador da cultura beninense. "Trabalho com música porque é algo que eu adoro e que me faz vibrar. Também porque tenho um sonho, poder exportar toda a riqueza cultural do meu país", afirma. Ouça Opa Sym Sam Mbalax com uma pitada de funk, reggae e jazz, mas também highlife e amapiano: essa é a proposta do músico beninense-senegalês Sym Sam. "Minha paixão pela música vem dos meus pais. Meu pai é diretor de coral e minha mãe é cantora, então nasci mergulhado nesse meio musical e minha paixão surgiu naturalmente", diz. Ouça Sym Sam Tyty Meufapart Para Tyty Meufapart, de Congo-Brazzaville, cantar é existir. A artista propõe uma mix de rap, soul e jazz a ritmos tradicionais congoleses. Essa "afro-fusion" é regada à voz singular e a uma presença de palco empoderada da cantora. "Canto em lingalá, kitubá e em francês. Sou cantora, autora e compositora e estou muito feliz de fazer parte dos dez finalistas do Prêmio Descobertas RFI", declara. Ouça Tyty Meufapart Yewhe Yeton Yewhe Yeton faz parte de uma tradicional família de percussionistas e cantores do Benin. Com composições que oscilam entre diversos ritmos beninense, cantadas na língua fongé, ele desponta hoje como um dos novos nomes do rock vodu. "Faço música porque tenho uma mensagem para passar. Transmitir os valores sagrados é uma missão para mim: o amor, a vida em comunidade, a resiliência: tudo o que o mundo precisa hoje", diz Yewhe Yeton. Ouça Yewhe Yeton Yotsi O quarteto Yotsi vem da República Democrática do Congo e mistura afro-rock, afro-folk e ritmos tradicionais congoleses. Suas letras abordam temáticas sociais e são cantadas em lingala, swahili e tshiluba. "Começamos a tocar quando éramos crianças, na igreja. Fazemos música porque é nossa paixão, porque gostamos de nos voltar ao mundo também, diz a cantora Linda Tombo. Ouça Yotsi
Numa semana marcada pela passagem de milhares de tempestades. Pedro confessa que se emociona facilmente e que aldrabou André Pinheiro na semana passada. Os dois comedianistas sugerem programas para se fazer em casa, comentam todos os 3 milhões de ficheiros de Epstein e debatem se é bom ou não viver na ignorância. (00:00) Intro(00:23) Pedro e André estão de colete(01:44) Pedro serve café a André a fingir que é descafeinado(04:21) Pedro chora com presente de sobrinha(07:41) Conversas de Miguel ao vivo(08:25) 2ª volta das eleições presidenciais está com pouco hype(10:51) Previsões dos resultados das presidenciais(16:20) Considerações sobre a quantidade de chuva que anda a cair(19:00) Programas para fazer em casa com chuva(28:59) Pedro continua com tosse: quais as razões?(32:30) Epstein Files(42:13) Trump desvaloriza Epstein Files(44:57) Pedro encontra nome de André Pinheiro nos Epstein Files(46:02) André faz leak de e-mail de 2011 para namorada(50:31) Saber de tudo ou viver na ignorância?(54:07) Bons vídeos da semana(57:56) Joguinho: Spotle
Depois de cinco anos no ar, com 236 episódios semanais, além de vários conteúdos extras, chegou o momento de ajustar o formato do Comida Sem Filtro. Foram quase 100 horas de conversas sobre saúde, alimentação, ciência e senso crítico. Um acervo robusto, que nos orgulha e que continuará disponível gratuitamente para quem quiser ouvir, revisitar ou começar a ouvir a partir de agora.É importante dizer que são 100 horas publicadas, porque isso é o que aparece editado para quem ouve. Por trás disso existe todo um investimento de tempo em estudo e pesquisa, preparo de roteiro, busca de referências, além dos custos envolvidos. O tempo de edição é várias vezes maior do que a duração do episódio editado. E como o tempo é um recurso limitado, em alguns momentos precisamos escolher onde alocar esse recurso.Daqui pra frente, o podcast deixa de ter frequência semanal fixa e passa a ser esporádico. Seguiremos publicando novos episódios eventualmente, quando houver algum assunto novo e relevante para comentar, e quando tivermos disponibilidade para fazer isso com a profundidade e o cuidado de sempre. A verdade é que há semanas em que não há maiores novidades, e não queremos gravar qualquer coisa apenas para “cumprir tabela”.A boa notícia é que seguimos em outras frentes. Para quem deseja manter uma interação semanal conosco, a Área de Membros do blog Ciência Low Carb continua com postagens semanais do Dr. Souto (em texto, vídeo ou áudio) sobre os temas mais relevantes em saúde, alimentação e estilo de vida. Funciona com uma assinatura mensal ou anual. Lá ele responde pessoalmente as dúvidas e comentários dos assinantes. E, claro, o livro Uma Dieta Além da Moda segue disponível com um compilado das melhores evidências científicas sobre o assunto.A Sari segue publicando a newsletter Descobertas, que é um sucesso de audiência no Substack. A plataforma também funciona por assinatura, em edições semanais com avaliações de alimentos industrializados, análises de rótulos, dicas práticas e inspirações. Além disso, ela também publica semanalmente a Coluna Guia do Supermercado, no UOL, com avaliações críticas e recomendações de produtos do dia a dia.Dr Souto: Área de membros do blog Ciência Low Carb | livro Uma Dieta Além da Moda | Mais links úteisSari Fontana: Descobertas no Substack | Guia do Supermercado no UOL | Mais links úteisEstamos no Instagram: Dr. Souto - Sari Fontana
Descobertas de estudo reinterpretam cabelos grisalhos e formas de câncer como destinos gêmeos da luta do corpo para renovar tecidos e evitar mutações malignas das células.
Descobertas de estudo reinterpretam cabelos grisalhos e formas de câncer como destinos gêmeos da luta do corpo para renovar tecidos e evitar mutações malignas das células.
Chegou a hora de mais um batalha de descobertas. No episódio de hoje, Meidi e Nai abrem mais uma vez a porteira da competitividade e tentam convencer a Mari de que o webtoon escolhido por elas é o melhor. Nesse programa temático de delivery, quem levará a melhor? Mr. Delivery Knight ou Heavenly Eats? Ouça o programa de hoje e descubra!Não se esqueça de avaliar, seguir o nosso podcast e ativar as notificações para receber os novos episódios em primeira mão!- Para continuar interagindo com a gente, é só seguir @falardewebtoon nas redes sociais;- Acesse nosso portal: https://falardewebtoon.com.br/- Entre para a nossa comunidade do Discord: https://discord.gg/nVwn85vPhr
O Além e A Sobrevivência do Ser & As Novas Descobertas para O Espiritismo PLDOAE#33 Bruno e Kempf
Nesse episódio, a gestalt-terapeuta Alexandra Borges reflete sobre as adolescências e suas particularidades, apontando sobre a necessidade de construirmos um olhar que reconheça a importância dessa fase da vida. Vamos mergulhar nessa conversa? Já conhece nossa campanha no Apoia-se? A partir de dez reais você já pode ajudar a manter o podcast no […] O post #39 – Adolescências: travessias e descobertas na clínica gestáltica com Alexandra Borges apareceu primeiro em Podcast Gestalt Aberta.
A doença hepática associada ao álcool é uma das principais causas de cirrose e insuficiência hepática no mundo. Mesmo após a interrupção do consumo, muitos pacientes não conseguem recuperar a função do fígado, o que reforça a necessidade de compreender como ocorre o processo de regeneração e por que ele falha em alguns casos.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o cirurgião Roberto Meirelles a respeito das descobertas científicas mais recentes sobre o papel do RNA na regeneração hepática. Ele explica como alterações inflamatórias provocadas pelo álcool podem comprometer a expressão genética e impedir que as células do fígado se recuperem.O médico destaca o potencial dessas pesquisas para identificar novos biomarcadores e orientar o desenvolvimento de terapias que possam restaurar a função hepática antes que o transplante se torne a única opção. A inteligência artificial, segundo ele, deve acelerar esse processo ao permitir análises mais rápidas e precisas de grandes volumes de dados biológicos.
Muitas vezes chamamos o desconhecido de descobertas. Pr. Alvaro Cruz medita sobre a passagem de Lucas 24 e nos ensina, de forma prática, como abrir os olhos para ver o que é necessário.
Neste episódio, Ana Galvão revisita a primeira edição do Big Brother, que estreou em Portugal há 25 anos. Há ainda tempo para os míticos anúncios publicitários, sempre surpreendentes.
Ana Galvão recorda a vida de uma mulher pós 25 de abril, numa descoberta intensa pelos arquivos da RTP. Revisitamos os clássicos anúncios aos quais já nos habituamos.
YOSEF GARFINKEL é arqueólogo, ARIEL HOROVITZ é antropólogo, e LUIZ SAYÃO é mestre em hebraico e especialista bíblico. Eles vão bater um papo sobre os achados recentes da arqueologia bíblica. O Vilela está muito feliz, pois não vê esses artefatos desde que ainda estavam nas lojas.
Você já ouviu que as pessoas comem mais proteína do que elas precisam? Que 0,8g por quilo de peso é o recomendado pela OMS? Sabe como interpretar essa informação? Como acontece com quase tudo na nutrição, precisamos adaptar as recomendações gerais para a nossa necessidade. A ingestão ideal de proteínas depende da sua saúde, composição corporal, do seu objetivo e também do tipo, intensidade, duração e frequência da sua atividade física. E mesmo considerando todos esses fatores, 0,8g/Kg é pouco.Hoje vamos explicar a diferença entre o mínimo recomendado e o ideal. A conversa que você vai ouvir faz parte do desafio Proteína na Medida, que está acontecendo na minha newsletter Descobertas. Se tiver interesse em participar, ainda dá tempo. Acesse: sarifontana.substack.comLinks relacionados:Desafio Proteína na Medida | 1. Autoavaliação e planejamentoDesafio Proteína na Medida | 2. Ajuste as quantidadesEstamos no Instagram: Dr. Souto - Sari Fontana Para ser avisado sobre cada novo episódio e receber os links das matérias mencionadas e as referências bibliográficas por e-mail, cadastre-se gratuitamente em https://drsouto.com.br/podcastAdquira seu livro - UMA DIETA ALÉM DA MODA: Amazon (também na versão Kindle)"Dance of the Sugar Plum Fairy"Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
Ana Galvão recorda "Branca de Neve", de João César Monteiro, um filme projetado quase inteiramente a negro. Revisitamos os clássicos anúncios aos quais já nos habituamos.
As descobertas mais loucas da física quântica, com participação de César Lenzi. Participação: @cesarhlenzi
No episódio de Hoje do Ciêcia Sem Fim, Sacani responde perguntas do público! Prepare-se para aprender!----------------------------Descubra a tecnologia dos carros BYD! Conheça os modelos BYD Dolphin Plus e BYD Song Plus e agende seu test drive. https://www.byd.com/br/agende-test-drive https://www.goldenpill.com.br/ad/dc-byd-csf-abril
Ana Galvão recorda "Simplesmente Maria", uma radionovela portuguesa transmitida pela Renascença na década de 70. Neste episódio, há ainda espaço para recordar dois anúncios dos anos 20 e 30 do século passado.Simplesmente Maria - As Descobertas da Analógica
Ana Galvão leva-nos até aos anos 80 e recorda a série "Verão Azul". Também os famosos anúncios a que já nos habitou estão de volta neste episódio.
Ana Galvão viaja até 1985 e recorda o programa "Totoloto" da RTP. Neste episódio, há ainda tempo para revisitarmos os clássicos anúncios ao qual já nos habituámos.
Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Inscreva-se na Segunda Edição do BEES : Arte de Transformar dados em Experiência;Veja as vagas do BEES;Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Monique FemmePaulo VasconcellosDemais canais do Data Hackers:SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
Redução das taxas e pausa de 90 dias: China e EUA chegam a acordo sobre tarifaço. Mais de 80 caixas com propaganda nazista são descobertas em porão da Suprema Corte argentina. Papa Leão XIV pede fim de 'guerra de palavras' e libertação de jornalistas presos no mundo. Facções criminosas atuam para interferir nas eleições em cidades do interior do Brasil. Metrô de SP teve pelo menos 15 acidentes como o que matou passageiro nesta semana.
Mais um Urocast no ar!Hoje com a moderação do Dr. Sidney Glina e convidado Dr. Fábio Barros abordando o tema das novas descobertas farmacêuticas.
Neste episódio, Ana Galvão recorda "Magazine de Informática", um programa da RTP exibido em 1986. Há ainda tempo para recuperarmos os já tão famosos anúncios clássicos.
Neste episódio, Ana Galvão recua a 2005 para recordar "A Revolta dos Pastéis de Nata", um talk-show apresentado por Luís Filipe Borges e exibido pela RTP2 ao final da noite. Há ainda tempo para recuperarmos alguns anúncios clássicos.
A Ana lembra o programa da SIC "Portugal Radical", em que se falava de forma muita fixe e bué e cenas.
“Com a textura do mel, nossa calda de tâmaras é a melhor opção para adoçar com baixo índice glicêmico. Ela é extraída a frio de tâmaras e adoça de maneira saudável e eficiente. As tâmaras são ricas fontes de energia, tem fácil digestão, pois contêm mono açúcar, que é rapidamente absorvido para fornecer energia necessária às funções biológicas. Contêm sais minerais e são ricas em fósforo, ferro, cálcio e magnésio. Ajudam a limpar os rins, o que contribui para o ato de urinar.” Será? Qual o limite do marketing dos alimentos?Links relacionados:Leia sobre a calda de tâmaras: Descobertas do Mês - Março 25Não caia no marketing do açúcarDois pesos, duas medidas? O pensamento crítico precisa valer para todos.Estamos no Instagram: Dr. Souto - Sari Fontana Para ser avisado sobre cada novo episódio e receber os links das matérias mencionadas e as referências bibliográficas por e-mail, cadastre-se gratuitamente em https://drsouto.com.br/podcastAdquira seu livro - UMA DIETA ALÉM DA MODA: Amazon (também na versão Kindle)
A Ana recorda o programa "Golo, Golo, Golo", onde se podia marcar golos a guarda-redes como Michel PreudHomme, usando um telefone
Pompeia é um cofre que guarda um magnifico tesouro da vida da antiguidade – e tantos enigmas. É espantoso o que está a ser revelado, o que já foi exposto e o que se imagina estar ainda por conhecer. Depois de dois milénios de sepultura sob toneladas de terra, de cinza e de pedra pome, no que foi a grande cidade romana de Pompeia.
Ana traz o concurso "Saber a Valer", apresentado por Júlio César e com a presença do famoso Besidróglio
Com o aval de Trump, Elon Musk e o DOGE, seguem na busca por mais gastos desnecessários dentro do governo americano. Nos últimos dias dados estranhos, como pessoas com mais de 200 anos de idade foram encontrados em cadastros da segurança social, além de 4,7 trilhões de dólares que, até o momento, não se sabe onde foram parar. O que mais será encontrado? Estará o Fed na mira de Musk?
A Ana recorda vários apresentadores do programa de música TOP+, incluindo ela própria.
A Ana descobre um programa de 1994 que cobria o namoro, os preparativos e a boda de um casal comum e traz o episódio do casamento da Natália e do Luís, que não tinha especial talento para comunicar em público.
Muitos aprenderam que conflito foi sido fomentada pelo imperialismo britânico para tentar barrar potência em ascensão. Mas essa visão foi revisada por historiadores.
A Ana recorda o programa "Nutícias", onde a apresentadora Paula Coelho se despia enquanto nos dava as novidades do país e do mundo.
Como eram os programas de gente famosa nos anos 90? A Ana leva-nos lá com o programa Jet 7
Sobre um ótimo conselho pra quem não precisa dele! Claro que existem pessoas que lidam de outra forma com esses momentos e têm sucesso, mas essa é a minha experiência que compartilho pois pode ajudar alguém. Escrevi sobre isso numa edição recente das Descobertas. Links e referências: Festa de fim de ano, como lidar? A melhor farofa é low carb Estamos no Instagram: Dr. Souto - Sari Fontana Para ser avisado sobre cada novo episódio e receber os links das matérias mencionadas e as referências bibliográficas por e-mail, cadastre-se gratuitamente em https://drsouto.com.br/podcast Adquira seu livro - UMA DIETA ALÉM DA MODA: Amazon (também na versão Kindle)
A Ana recorda os dezembros em que via anúncios de TV com os irmãos e escolhiam o que queriam para o Natal. E todas aprendem a palavra "escrófulas"
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 29, Carlos Andreazza comenta as novas medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O governo irá propor que a população que ganha até R$ 5 mil por mês seja isenta do Imposto de Renda, “honrando os compromissos assumidos” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para compensar a medida, que, segundo Haddad, não trará impacto fiscal, quem tem renda superior a R$ 50 mil mensais “pagará um pouco mais”, sem dar maiores detalhes. As duas iniciativas dependem da aprovação do Congresso Nacional. O ministro também confirmou que o governo irá propor a criação de uma idade mínima para a aposentaria de militares, além da limitação de transferência de pensões, “além de outros ajustes”. Haddad afirmou que o governo irá propor novas regras para a correção do salário mínimo. Sem dar detalhes, o ministro disse que o salário mínimo continuará subindo acima da inflação, de “forma sustentável e dentro da nova regra fiscal”. Haddad disse que o pacote de ajuste fiscal do governo limita o ritmo de crescimento das emendas parlamentares à regra geral do arcabouço. Essa solução foi desenhada em conjunto pelo Executivo, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou. Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/o-que-haddad-diz-pronunciamento-pacote-corte-gastos/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Academia Real das Ciências da Suécia anunciou nesta quarta-feira (9) que os cientistas americanos David Baker e John Jumper e o britânico Demis Hassabis irão receber o Nobel de Química de 2024. Os laureados pela academia sueca para as áreas de física e medicina foram anunciados na segunda (7) e na terça-feira (8). O prêmio serve como uma vitrine para a produção em ciências desde 1901, mas a falta de diversidade entre os escolhidos levanta questões sobre as barreiras que existem na educação e nas carreiras científicas. O Durma com Essa conta as descobertas dos premiados e as críticas ao Nobel. O programa tem também Marcelo Montanini falando sobre a escolha de Gabriel Galípolo para comandar o Banco Central. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Mensagem do dia 21 de Janeiro de 2024 por Thiago Grulha A oração é dádiva, encontro e descobertas | Mateus 7:7-11 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais: www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab