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Lizete Plotzki e Nadiane Nardi participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre o Espaço Oncoimagem e o acolhimento oferecido aos pacientes.
Lizete Plotzki e Nadiane Nardi participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre o Espaço Oncoimagem e o acolhimento oferecido aos pacientes.
Por que a parceria entre escola e família é fundamental para o acolhimento de estudantes autistas? Neste episódio do Cealecast, você acompanha uma conversa sobre a relação entre escola e família no acolhimento de estudantes autistas, com foco na construção de vínculos, no diálogo e nas práticas que favorecem uma educação mais inclusiva.A mediação é da professora da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadora na área de Políticas Públicas de Educação Especial e Inclusão, Adriana Araújo Pereira Borges.Participam da conversa:a pedagoga, mestre em Educação, especialista em Transtorno do Espectro Autista (TEA) e professora do Ensino Fundamental nas redes pública e privada, Natália Novaes;e Keila Alves Pereira, formada em Turismo e Pedagogia, mãe de Arthur David, estudante autista de 11 anos.Ao longo do episódio, o grupo dialoga sobre:* como o autismo se apresenta no cotidiano escolar para além dos diagnósticos;* desafios e possibilidades da inclusão na escola;* o papel da escuta e do diálogo na relação entre escola e família;* experiências de acolhimento vivenciadas por famílias e educadores;* caminhos para fortalecer redes de apoio e promover uma educação mais inclusiva.O Cealecast é o podcast bimestral do Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita Magda Soares), da Faculdade de Educação da UFMG.
Debate da Super Manhã: Agressões físicas, abusos sexuais, violência psicológica, negligência e exploração infantil são registrados diariamente, revelando uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes. Dados de órgãos de proteção à infância mostram que grande parte das ocorrências acontece dentro do ambiente familiar, espaço que deveria oferecer segurança e acolhimento. No debate desta terça-feira (2), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os impactos da violência na saúde das vítimas, a identificação e a denúncia de casos suspeitos, os números da violência infantil no Brasil e no estado, além dos desdobramentos da Lei Henry Borel. Participam a pedagoga e doutora em Educação, professora do Centro de Educação e no Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da UFPE, Catarina Gonçalves, a vice-presidente do Conselho Municipal de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Cidade do Recife (COMDICA), Germana Suassuna, e a assistente social do Centro Especializado de Acolhimento às Vítimas de Crimes a Atos Infracionais do Tribunal de Justiça de Pernambuco (CEAVida -TJPE), Tanany Reis @tjpeoficial
Espaços de acolhimento e convivência têm se tornado fundamentais para fortalecer vínculos sociais e oferecer apoio emocional à população jovem. Em Ouro Preto, o projeto Casa Aberta, vinculado à Casa da Juventude, busca justamente criar um ambiente seguro de escuta, diálogo e fortalecimento comunitário. Neste Podcast Informativo, conversamos com integrantes da equipe do projeto, que explicam como funciona a iniciativa e de que forma ações como essa ajudam no combate à vulnerabilidade social e na promoção da saúde mental dos jovens ouro-pretanos.Acesse nosso site ou Spotify e confira!Ficha TécnicaProdução:Manuela RezendeEdição de Texto:Elis CristinaEdição de áudio e sonoplastia:Luis Otávio Xavier
Ângela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais rica. Porque olha de dentro e de fora para uma realidade que, apesar de todas as dificuldades, mudou nas últimas décadas. Quando fiz o meu primeiro trabalho sobre crianças institucionalizadas, no início dos anos 90, o cenário era ainda mais agreste. Este é um episódio especial, integrado na celebração do Dia Internacional da Criança. A Ângela já não é criança. Mas é agora, com 26 anos, que olha para a infância e a adolescência que determinou a forma como se vê e vê os outros, como escreveu no seu Instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ângela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais rica. Porque olha de dentro e de fora para uma realidade que, apesar de todas as dificuldades, mudou nas últimas décadas. Quando fiz o meu primeiro trabalho sobre crianças institucionalizadas, no início dos anos 90, o cenário era ainda mais agreste. Este é um episódio especial, integrado na celebração do Dia Internacional da Criança. A Ângela já não é criança. Mas é agora, com 26 anos, que olha para a infância e a adolescência que determinou a forma como se vê e vê os outros, como escreveu no seu Instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidada: Elizete Ramos (Coordenadora da Casa da Criança Renascer)
A afirmação do dia é: Eu honro a minha sensibilidade como fonte de sabedoriaA meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Acolhimento materno, colo de Maria.O cristal de conexão do dia é: Jaspe mocaite.Links:Portal AlvorecerGabi Rubi Store
Clari Fraga, Fátima Alves da Silva e Tamires Maciel participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a estrutura do município para acolher pessoas durante o período de frio.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, na tarde desta quinta-feira, 14, uma reunião de trabalho do Grupo Especial de Atuação Integrada de Prevenção, Proteção e Resposta à Violência Escolar no Estado do Acre (GEVESC). O encontro tratou das medidas do grupo diante do retorno das aulas no Instituto São José, previsto para a próxima segunda-feira, 18 de maio.
Clari Fraga, Fátima Alves da Silva e Tamires Maciel participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a estrutura do município para acolher pessoas durante o período de frio.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Tarauacá, ajuizou ação civil pública com pedido de tutela de urgência para obrigar o Estado do Acre, o Município de Tarauacá, o prefeito e a secretária municipal de Promoção Social a adotarem medidas para reestruturar a Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) “Lar Novo Hamburgo”, no município.
A afirmação do dia é: Eu reconheço o amor que existe em mim e através de mim. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Acolhimento materno, colo de Maria. O cristal de conexão do dia é: Calcita mangano. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store
Bem-vindos a mais um episódio Mommy Talks By Essence! Esta semana, a Catarina e a Filipa recebem Patrícia Bacelar, diretora do programa de acolhimento familiar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, para uma conversa sobre o que significa, na prática, acolher.Numa realidade ainda pouco falada, a Patrícia traz-nos para dentro deste processo onde o tempo, o cuidado e a estabilidade fazem toda a diferença na vida de uma criança.Falamos sobre o papel das famílias de acolhimento, os desafios, as necessidades e a importância de criar um espaço seguro enquanto o futuro se reorganiza. Um episódio sobre cuidado, responsabilidade e o impacto que uma casa pode ter na vida de alguém.Já disponível no Youtube, Spotify e em qualquer app de podcasts.Para mais informações sobre o PROGRAMA DE MATERNIDADE ou o CURSO PRÉ E PÓS-PARTO:info@essenceprimecare.comNOVOS EPISÓDIOSDomingo às 17h00 ESSENCE PRIME CAREEssence Prime Care é um projeto pioneiro de bem-estar que integra a sua atividade em três pilares fundamentais: Medicina Tradicional Chinesa, Dietética e Estética e Dermocosmética.Defendemos que saúde não é a ausência de doença mas sim uma plena convicção de equilíbrio fisiológico e energético que se constitui de dentro para fora. A nossa missão é promove-los através da compreensão da essência de cada individuo. Desta forma, efetuamos um diagnóstico personalizado antes de qualquer procedimento para que seja possível prescrever o que melhor se adequa ao seu caso clínico e acompanhá-lo durante todo o processo.TELEGRAMQuer juntar-se à nossa comunidade de mães e bebés? Peça-nos o link privado no instagram!Siga o nosso trabalhohttps://www.essenceprimecare.comhttps://www.instagram.com/essenceprimecareFILIPA TELEShttps://www.instagram.com/filipa_telesCATARINA GASPARhttps://www.instagram.com/catarinagaspardoula
No Luxemburgo, a iniciativa “Horas Silenciosas”, promovida pelo Ministério da Família, da Solidariedade, do "Vivre Ensemble" e do Acolhimento, em colaboração com a "Luxembourg Confederation" visa melhorar a experiência nas lojas para pessoas sensíveis a estímulos sensoriais. Entre as empresas envolvidas nesta ação, o Cactus destaca-se pela sua vontade de adaptar os seus espaços e práticas, como demonstrou na conferência de imprensa a que a Radio Latina assistiu. Neste contexto, ouça a entrevista que o Ministro da Família, Max Hann concedeu à Radio Latina!Informações no site da organização e no site da confederação luxemburguesa.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência, obteve decisão judicial que determina ao Município de Rio Branco a adoção de providências urgentes em favor de uma pessoa idosa em situação de vulnerabilidade social e sanitária, em razão de possível transtorno de acumulação compulsiva de objetos.
Durante a Expo Favela Innovation Rio de Janeiro, realizada em março no Museu do Amanhã, pessoas com deficiência contaram com um espaço exclusivo de acolhimento. O evento também tratou o tema da inclusão em rodas de conversa. Para saber mais, ouvimos a monitora Andrea Sardanha e os escritores Roberta de Souza e Nilton Santos.Reportagem: Gabrielle TeodoroEdição: Thiago Kropf
No mês dedicado à conscientização sobre o autismo, Brasília recebe o espetáculo Azul, montagem premiada da Artesanal Cia. de Teatro do Rio de Janeiro. Os detalhes na dica cultural de Nita Queiroz.
Famílias em Belo Horizonte que têm interesse em oferecer acolhimento temporário a crianças e adolescentes por meio do ‘Serviço Família Acolhedora’, já podem iniciar o processo. Ainda dá tempo de participar da campanha “Páscoa Solidária”, do Servas. A iniciativa visa levar alegria, acolhimento e promover momentos de integração e afeto para as crianças e adolescentes atendidos pelo programa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM! O relatório “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil” (5. ed, 2025), do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha, revelou que 42,7% das mulheres evangélicas brasileiras já sofreram algum tipo de violência doméstica ao longo da vida; 38,7% sofreram agressões no último ano. Esses dados engrossam as revoltantes estatísticas de violência contra a mulher no Brasil, onde 1.518 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025 — mais que 4 mortes por dia. Hoje nós vamos conversar sobre como a nossa fé e a igreja respondem, se omitem ou até contribuem para que esse seja um dos problemas sociais mais urgentes do nosso tempo. PARTICIPANTES:– Hernani Correa– Rodrigo Quintã– Lucas Vieira– Priscila Quintã– Rafaella Mascarenhas– Beatriz Reder COISAS ÚTEIS:– Duração:01h46m42s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba Avançado, e Assinar Podcast. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.– Antigo Canal do Telescópio no Youtube CITADOS NO PROGRAMA:– Relatório “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”– Podcast “Boas Intenções, Péssimos Conselhos | Telescópio 122 (com Beatriz Reder)”– Podcast “Violência Contra as Mulheres | Telescópio 106 (com Bianca Rati)”– Matéria “53% das mulheres que sofrem violência procuram a igreja”– Regina Célia Barbosa – Matéria “45% dos professores já ouviram alguma vez uma menina ser chamada de “vagabunda” ou “vadia” em sala de aula”– Matéria “Pesquisa inédita mostra como influenciadores lucram com conteúdos misóginos no YouTube”– Série “Adolescência | Trailer oficial | Netflix”– Podcast “Adolescência | Telescópio 151 (com Eduardo Fettermann)”– Matéria “31% dos homens da Geração Z concordam que a esposa deve obedecer ao marido”– Matéria “Violência doméstica é prevalente entre evangélicas”– Matéria “Jovem esfaqueada após recusar namoro passa a respirar sem ajuda de aparelhos”– Casas de Acolhimento para Mulheres em Situação de Violência (municipio de São Paulo)– Podcast Tudo é culpa da cultura– Série de mensagens Cartas para um novo mundo, de Ed Rene Kivitz– Instagram Beatriz Reder – “As violências no corpo em Amós 2.6-7: a relação entre o ambiente eclesiástico e o controle do corpo feminino” (Resumo)– Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher REDES SOCIAIS DO CANAL TELESCÓPIO:– Facebook do Canal Telescópio– Twitter do Canal Telescópio– Instagram do Canal Telescópio GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram TRILHA SONORA DO PROGRAMA:– Trilhas de direito livre JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post Violência Doméstica | Telescópio 162 (com Beatriz Reder) appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Em 2026, a política de ações afirmativas da UFRJ tem novidades. Uma delas é a formação de uma comissão específica para receber e validar as autodeclarações das pessoas trans. A demanda vem da própria comunidade, que teve o direito a cotas para ingresso na graduação e na pós-graduação reconhecido pelo Conselho Universitário (Consuni), em outubro de 2025. Neste 31 de março, dia internacional da visibilidade transgênero, saiba como essa comissão está funcionando e quais suas especificidades. Conversamos com Denise Góes, da Superintendência-geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (Sgaada); Márcio Neves, diretor de gênero e pertencimento da mesma unidade; e Liège Nonvieri, representante discente.Reportagem: Maria Beatriz MoraesEdição: Thiago Kropf
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta terça-feira, 17, a cerimônia que oficializou a denominação da sala de acolhimento do Centro de Atendimento à Vítima (CAV) como Sala Moisés Alencastro, em homenagem ao servidor assassinado em dezembro do ano passado. O ato de denominação foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D'Albuquerque, na data em que Moisés completaria 60 anos.
O convidado é o promotor de Justiça e coordenador do Nuavv Cariri, André Barroso.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) coordena, em Brasília, um escritório de representação compartilhado com mais sete Ministérios Públicos estaduais. A unidade oferece estrutura, comodidade e segurança aos membros que se deslocam à capital federal para o cumprimento de agendas institucionais.
Pe. António Martins + Equipa de Acolhimento
O Governo de São Paulo entregou um novo complexo de Casas Terapêuticas na Casa Verde, zona norte da capital. Dedicado ao acolhimento terapêutico a dependentes químicos em situação de rua, o espaço tem capacidade para até 45 vagas rotativas e atende o público masculino maior de 18 anos.
Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Paulo de Tarso Viana e DACE
A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, explica o funcionamento da Sala Lilás, novo espaço de acolhimento humanizado para pessoas em situação de violência relacionada a gênero, homofobia, etarismo, racismo ou capacitismo. O ambiente oferece privacidade, sigilo e atendimento especializado realizado por policiais capacitadas, com apoio das áreas institucionais do Senado. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, por agendamento pelo WhatsApp (61) 98444‑0066 ou pelo e-mail copinv@senado.leg.br, e busca reduzir o constrangimento das vítimas e agilizar encaminhamentos em parceria com delegacias especializadas.
Neste episódio, partimos de 2 Coríntios 4:16–18 para lembrar que tudo o que vemos é passageiro, mas aquilo que não vemos, pela fé, é eterno. A partir da metáfora do eclipse espiritual, somos chamados a tirar os olhos das coisas materiais que “vão queimar” e a fixar o coração em Jesus, o Sol da Justiça, que em breve voltará.Ao longo da mensagem, o sermão caminha por três grandes movimentos:
Neste podcast: Clóvis de Barros encerra a análise da parábola do Filho Pródigo com a interpretação de Santo Agostinho sobre o ato de perdoar.
A Casa Guido comemorou 15 anos de fundação no último sábado (22) e celebrou a data com uma grande festa realizada na própria sede, na tarde de sexta-feira (21). O evento reuniu um público expressivo e emocionado, formado por pacientes, ex-pacientes, familiares, voluntários, direção da entidade e diversas autoridades. O momento festivo contou com parabéns, um bolo de 15 quilos e o lançamento simbólico de 15 balões, representando cada ano de dedicação ao enfrentamento do câncer infantil e ao acolhimento de famílias que passam por momentos delicados. Desde sua fundação, mais de 400 famílias já foram atendidas pela Casa Guido. Atualmente, cerca de 65 famílias recebem apoio contínuo, número que evidencia a relevância e o crescimento da instituição ao longo dos anos. Com uma atuação pautada no cuidado, na estrutura e na esperança, a entidade se consolidou como referência regional no suporte a crianças e adolescentes em tratamento oncológico. A celebração reforçou a essência da Casa Guido: ser um espaço de acolhimento e transformação. O sonho, que nasceu há 15 anos dentro de um hospital e movido por poucas pessoas, hoje impacta centenas de vidas e amplia possibilidades para quem enfrenta a doença. O presidente da instituição, Rogério Campos, participou de entrevista no Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (24), destacando a importância da data e os desafios e conquistas da Casa Guido ao longo de sua trajetória.
A afirmação do dia é: Eu tenho paciência com os ciclos e os recados do universo para minha vida A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Acolhimento materno, colo de Maria. O cristal de conexão do dia é: Quartzo azul e quartzo rosa. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
Neste episódio do Pod TRE-BA, o delegado Ricardo Amorim, titular da Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (DECRIN), fala sobre o trabalho da unidade, o acolhimento a vítimas de racismo e os desafios no combate ao racismo institucional e na sociedade. Inscreva-se no canal do TRE-BA e acompanhe mais episódios sobre Justiça Eleitoral, democracia e eleições!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Mâncio Lima e Rodrigues Alves e do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Criança e do Adolescente e de Execução de Medidas Socioeducativas (CAOPCA), realizou, nos dias 4 e 5 de novembro, uma reunião com representantes das prefeituras de Mâncio Lima e Rodrigues Alves para tratar sobre o Orçamento Criança e Adolescente do Município (Ocam) e a implantação do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SAF).
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Programa Mais Médicos começa a receber, nesta quarta-feira (27), o reforço de quase 1,5 mil profissionais que vão atuar em cerca de 1 mil municípios brasileiros. Os profissionais com registro no Conselho Regional de Medicina têm até o dia 5 de setembro para iniciar a jornada de trabalho. 1139 médicos já estão aptos a começar. Outros 359 profissionais vão precisar passar por treinamento antes de integrar o programa. Eles são médicos brasileiros formados no exterior ou estrangeiros com licenças para atuar em outros países. A partir de novembro, eles participarão do chamado Módulo de Acolhimento e Avaliação, com treinamentos específicos para situações de emergência e doenças mais comuns em determinadas regiões. Segundo o Ministério da Saúde, 26,4 mil profissionais fazem parte do Mais Médicos. O objetivo do governo é chegar aos 28 mil médicos até 2027. E ainda: Tarifa de 50% dos Estados Unidos contra Índia começa a valer.
O Espaço da Mulher Brasileira (EMuB) foi oficialmente inaugurado em março deste ano, com o objetivo de acolher, apoiar e empoderar mulheres brasileiras que vivem em Portugal. A iniciativa, promovida pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, já está presente em outras cidades como Roma, Londres e Miami, e agora chegou à capital portuguesa para responder de forma concreta às demandas da comunidade local. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa“O EMuB em Lisboa é um momento histórico para o consulado e para todas as brasileiras que vivem em Portugal. É a concretização de um compromisso com a proteção, orientação e o empoderamento das mulheres brasileiras em situação de vulnerabilidade”, afirmou o cônsul-geral do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas, em entrevista à RFI.Apoio em momentos de vulnerabilidadeO EMuB Lisboa foi pensado para funcionar como um ponto de acolhimento e atendimento especializado para mulheres que enfrentam situações delicadas, como violência doméstica, dificuldades de regularização documental, acesso à saúde ou justiça e insegurança econômica. O espaço oferece orientação jurídica e psicológica, além de ações educativas e de capacitação.“Queremos oferecer um atendimento humanizado, respeitoso e eficiente. O EMuB vem somar ao trabalho que já realizamos no setor de assistência consular, mas com um olhar ainda mais atento e dedicado às mulheres. É um avanço”, destacou Candeas.Desafios e parcerias para manter o atendimentoApesar da importância da iniciativa, o projeto enfrenta desafios estruturais. A escassez de recursos orçamentários tem impedido a contratação de novos profissionais. As atividades, por enquanto, são executadas pela própria equipe do setor de assistência do consulado. Para superar esse obstáculo, a instituição vem articulando parcerias com entidades e profissionais que atuam de forma voluntária.“Mesmo com restrições financeiras, temos conseguido oferecer serviços de qualidade, graças ao empenho da equipe e das parcerias que estamos construindo. É um esforço conjunto em prol de uma causa urgente”, ressaltou o cônsul.Ele também destacou a necessidade de informar a comunidade sobre os limites legais da atuação consular. “O consulado não pode substituir as autoridades locais, mas pode — e deve — orientar e apoiar. Esse é o papel do EMuB: mostrar os caminhos, facilitar o acesso e oferecer acolhimento.”A cônsul-adjunta do Brasil em Lisboa e coordenadora do EMuB, Nássara Thomé, reforça a importância de que mulheres em situação de risco saibam como agir. “É essencial que, diante de uma emergência, a mulher — seja brasileira, portuguesa ou de qualquer outra nacionalidade — acione imediatamente o número 112, o serviço de emergência em Portugal. As autoridades locais estão preparadas para prestar atendimento rápido e encaminhar a vítima aos serviços de proteção e acolhimento adequados.”Violência não é só física: reconhecer os sinais é essencialSegundo ela, o consulado está disponível para orientar e acolher. “Caso a mulher não saiba como proceder ou não possa comparecer, poderá enviar um e-mail. Nossa equipe vai criar um canal específico e retornar o contato por telefone, oferecendo apoio mesmo à distância. No entanto, em situações de risco iminente, o primeiro passo deve ser sempre acionar a polícia. O consulado pode orientar, mas quem garante a proteção imediata são as autoridades locais.”Nássara explicou que o órgão lida com uma variedade de casos envolvendo brasileiros em situação de vulnerabilidade, com atenção especial às mulheres vítimas de violência. “Temos um número significativo de brasileiras vivendo situações de vulnerabilidade, especialmente em contextos de violência doméstica. E é essencial lembrar que violência doméstica não se resume à agressão física”, afirmou.“Ela também se manifesta na forma psicológica, como quando a mulher é impedida de circular livremente, de acessar o próprio salário ou tem seus passos vigiados. Há muitas etapas antes de chegar à violência física.”Além do socorro: proteção de criançasNássara reforçou a importância de buscar ajuda o quanto antes: “É fundamental estar atenta aos sinais e não esperar que a situação se agrave. O consulado oferece tanto atendimento jurídico quanto psicológico, e, quando necessário, fazemos o encaminhamento para serviços locais especializados.”Ela esclareceu que o papel do consulado é de acolhimento e orientação inicial. “Nosso atendimento é pontual. Não conseguimos oferecer terapia contínua, mas podemos dar a primeira escuta e indicar os caminhos adequados para que a mulher receba o apoio de que precisa.”Leia tambémXenofobia aumenta em Portugal: casos visando brasileiros registraram alta de 20% em um anoAlém desses casos, o consulado também acompanha situações como hospitalizações, falecimentos e até detenções de brasileiros. “Infelizmente, com o crescimento da comunidade, aumentam também os casos de hospitalização e óbito, que impactam emocionalmente as famílias. Também há brasileiros — em menor número — detidos por crimes, e acompanhamos esses casos para garantir que seus direitos fundamentais estejam assegurados, inclusive o devido processo legal e o tratamento humano nas prisões.”Outro tema que tem gerado procura é a atuação da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ). “Nos últimos tempos, aumentaram as dúvidas sobre como funciona a legislação portuguesa em relação à guarda e proteção de crianças. Apoiamos essas famílias com orientação jurídica para esclarecer os direitos e deveres dos pais perante o Estado português”, lembrou.PrevençãoA cônsul-adjunta destacou que o trabalho do consulado não se restringe à atuação emergencial: há também foco em prevenção. “Nosso objetivo é evitar que essas situações ocorram. Em junho, realizaremos uma ação sobre prevenção da violência contra a mulher, com foco em reconhecer os sinais desde os primeiros estágios.”Uma das ferramentas que será usada é o “Violentômetro”. “Vamos divulgar esse material com os nossos parceiros e aqui no consulado para conscientizar sobre as diversas formas de violência. Muitas mulheres estão em situação de violência e não se reconhecem como vítimas. E muitos homens também reproduzem comportamentos abusivos sem perceber”, afirmou."Violentômetro" e o papel dos homens no combate à violênciaNássara reforçou que o envolvimento dos homens é fundamental. “Queremos que eles participem das nossas ações, entendam que certos comportamentos não são naturais e que aprendam novas formas de se relacionar. É um trabalho de conscientização para todos, não apenas para as mulheres.”As iniciativas do consulado são abertas ao público. “Nossas palestras e lives são sempre abertas. Esperamos, inclusive, a participação dos homens, não só para que deixem de ser agentes da violência, mas para que saibam como ajudar mulheres próximas — uma amiga, uma irmã, uma vizinha — que possam estar em risco.”Ela explicou como o público pode acompanhar as ações. “Divulgamos tudo nas nossas redes sociais e na página oficial do consulado. Recomendamos que a comunidade nos acompanhe pelo Facebook, Instagram e consulte nosso chatbot para dúvidas rápidas. E, claro, estamos sempre disponíveis por e-mail para quem precisar de orientações mais específicas — especialmente nos casos ligados ao atendimento do EMuB.”O “Espaço da Mulher Brasileira em Lisboa” está sempre atento também às áreas de interesse da comunidade, buscando desenvolver ações e programas de orientação coletiva sobre temas sensíveis.“Exemplos são a 'live' realizada em abril sobre a atuação, em Portugal, das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ); a palestra sobre 'Saúde Mental e Gênero', a ser realizada em 3 de junho; a cartilha que estamos desenvolvendo sobre prevenção e denúncia da violência contra a mulher (atualmente em preparação)”, explica Candeas.Em maio, o consulado-geral dará início a uma campanha de conscientização sobre violência contra a mulher, com distribuição de material didático e instalação de material visual.Empreendedorismo feminino será foco do segundo semestreO EMuB também planeja, para o segundo semestre, um seminário presencial sobre empreendedorismo feminino, voltado a mulheres que desejam iniciar ou expandir seus negócios em Portugal.Segundo Paula Bastos, advogada, voluntária e líder do Comitê Social do Grupo Mulheres do Brasil Lisboa, essa iniciativa do consulado demonstra um “compromisso genuíno em apoiar as mulheres migrantes, facilitando o acesso a recursos que atendem a necessidades específicas”.“O envolvimento, a proximidade do consulado com as vozes da comunidade nos fez sentir efetivamente representadas”, afirma Paula.Uma rede de 1 milhão de mulheresSegundo o Itamaraty, a criação do EMuB Lisboa pode ampliar o atendimento especializado de 850 mil para mais de 1 milhão de mulheres no exterior. A iniciativa foi saudada na declaração final da XIV Cúpula Brasil-Portugal, realizada em março, em Brasília.Em breve, será divulgada a agenda oficial de atividades, que deverá incluir encontros presenciais, atendimentos individuais, eventos virtuais e oficinas formativas. O EMuB Lisboa quer ser, acima de tudo, uma rede de apoio sólida e um espaço de desenvolvimento contínuo para as mulheres brasileiras em Portugal.“É um espaço de escuta, de fortalecimento e de transformação. Queremos que cada mulher brasileira que vive aqui saiba que não está sozinha”, disse o cônsul-geral.O “Espaço da Mulher Brasileira em Lisboa” está sempre atento também às áreas de interesse da comunidade, buscando também desenvolver ações e programas de orientação coletiva sobre temas sensíveis. “Exemplos são a "live" realizada em abril sobre a atuação, em Portugal, das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ); a palestra sobre "Saúde mental e Gênero",em 3 de junho; a cartilha que estamos desenvolvendo sobre prevenção e denúncia da violência contra a mulher (atualmente em preparação)", explica Candeas. Em maio, o consulado-geral deu início à campanha de conscientização sobre violência contra a mulher, com distribuição de material didático e instalação de material visual. Leia tambémDos cerca de 700 mil estrangeiros que vivem legalmente em Portugal, quase 30% são brasileirosAlém disso, o Consulado está em tratativas com o Conselho Nacional de Justiça e a organização “Nós por Elas" para desenvolvimento da campanha “Sinal Vermelho” (de combate à violência contra a mulher) em Portugal, a qual deverá ser lançada em julho próximo.Uma das forças do EMuB Lisboa está na colaboração e diálogo com as instituições portuguesas. Desde o início, o projeto tem contado com o apoio da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG). “A receptividade das instituições portuguesas tem sido exemplar. Encontramos abertura e sensibilidade para trabalharmos juntos em prol da comunidade brasileira. A presidente da CIG, doutora Sandra Ribeiro, participou inclusive de nossa cerimônia de lançamento. As autoridades carcerárias, responsáveis pelo Estabelecimento Prisional de Tires [que é o presídio feminino na jurisdição do Consulado-Geral em Lisboa], também têm mantido uma interlocução fluida e ágil com o EMuB, garantindo os direitos das brasileiras reclusas", disse Candeas."Os serviços sociais portugueses também se mostram bastante cooperativos nos casos envolvendo brasileiras, assim como os programas de repatriamento voluntário oferecidos pela Organização Internacional das Migrações (OIM) e pela Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex). O EMuB espera não apenas manter, mas estreitar a interlocução com todas essas instituições portuguesas, de modo a assegurar os direitos de todas as brasileiras vivendo em Portugal”, concluiu.Confira os canais oficiais de atendimento do EMuB Lisboa:
Com o psicanalista Christian Dunker e Heloisa Salgado, psicóloga e fundadora do Instituto Luto Perinatal, o programa irá falar sobre perdas, luto e acolhimento.
A semana ficará para a História como aquela em que a Igreja Católica escolheu, pela primeira vez, um papa da ordem de Santo Agostinho e, também pela primeira vez, alguém nascido nos EUA. O legado de Francisco deixou uma grande discussão sobre o papel da Igreja atualmente e muitas portas abertas a novas possibilidades. As apostas que existiram nos últimos dias não se revelaram acertadas, fica então a questão: o que podemos esperar do novo Papa Leão XIV? Aos moderadores desta conversa, Ricardo Costa e Ângela Silva, juntam-se os comentadores da SIC Miguel Morgado, Prata Roque e Lívia Franco, como também o padre João Silva da Ordem de Santo Agostinho e, em direto dos EUA, Ana Cavalieri. Ouça aqui o programa emitido na SIC Notícias a 10 de maio. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O grupo concluiu o Módulo de Acolhimento e Avaliação do Programa Mais Médicos e foi direcionado a 180 municípios e 15 Distritos Sanitários Especiais Indígenas em 22 estados. O Ministério da Saúde espera impactos positivos nas comunidades atendidas, com redução do tempo de espera e avanços significativos na saúde indígena.Sonora:
Acolhimento de denúncia abre nova fase processual, mas não afasta risco de prisão preventiva de ex-presidente.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
O anúncio foi feito pela ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, após reunião de Lula com ministros para tratar das medidas para o acolhimento aos brasileiros repatriados. O Brasil também está entre os participantes da reunião de emergência da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos para discutir a questão das deportações de imigrantes ilegais pelo governo norte-americano.
Continuando a série sobre Empregabilidade de Jovens, nesse episódio conversamos com duas jovens participantes dos programas realizados com as empresas parceiras. Andrea Rissardo, sócia de Carlotas, e Lorena Martins, Coordenadora de Responsabilidade Social e ESG de Carlotas, conversam com Larissa dos Santos e Victória da Silva. Larissa participou da primeira edição do programa Sementes do Brasil Aprendizagem, foi contratada como Jovem Aprendiz e atualmente está efetivada na Tokio Marine. Já Victória concluiu sua participação no mesmo programa na edição de 2024. Lembrando que os programas de Empregabilidade de Jovens unem voluntariado empresarial com a capacitação de jovens do Sistema de Acolhimento para entrada no mercado de trabalho formal. Assista com Libras e Legenda aqui: https://youtu.be/IGRN04d1YxY
No segundo episódio da série sobre Empregabilidade de Jovens, temos uma conversa com duas grandes líderes da empresa LWSA, Camila Furtado e Nathalia Tupinambá. Elas compartilham a perspectiva da Empresa Parceira sobre o Programa Conectaê que está em sua 3ª edição e é realizado em parceria com Carlotas e com o Ministério Público de São Paulo. O Conectaê combina voluntariado empresarial com a capacitação de jovens do Sistema de Acolhimento para entrada no mercado de trabalho formal. Este episódio do bate-papo é conduzido por Andrea Rissardo, sócia de Carlotas, e Lorena Martins, Coordenadora de Responsabilidade Social e ESG da mesma organização. Mostrar menos. Assista com Libras e Legenda aqui: https://youtu.be/BNoUnRlthBw
O primeiro bate-papo do ano marca também o início da série sobre Empregabilidade de Jovens. Começamos com uma conversa entre Andrea Rissardo, sócia de Carlotas, e Lorena Martins, Coordenadora de Responsabilidade Social e ESG de Carlotas, com os promotores públicos Maximiliano Rosso e Lelio Ferraz de Siqueira Neto. Carlotas colabora com o Ministério Público há cinco anos, em sete edições de programas realizados por duas empresas/clientes, que unem voluntariado empresarial à capacitação de jovens do Sistema de Acolhimento para ingresso no mercado de trabalho formal. Assista com Libras e Legenda aqui: https://youtu.be/syCdzVAZRB0
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