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Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Fala, jovens.Tem coisa que protege você durante anos.Um jeito de trabalhar. Uma forma de tomar decisões. Um comportamento que trouxe reconhecimento, segurança e resultado.Só que chega uma hora em que aquilo que ajudou você a crescer começa a ficar pequeno.Neste episódio, a Tatiane usa a história de um caranguejo-eremita para falar sobre mudança, crescimento e liderança. Porque, para continuar crescendo, às vezes você precisa abandonar uma versão sua que funcionou muito bem até aqui.O problema é que essa troca não acontece sem desconforto.O líder que sempre teve todas as respostas pode precisar aprender a fazer perguntas. Quem centralizava tudo porque fazia mais rápido pode precisar confiar. Quem controlava cada detalhe para garantir qualidade pode perceber que criou microgerenciamento.A velha concha ainda parece segura. Só que já não oferece espaço.Crescer também exige aceitar esse período de exposição entre aquilo que você já conhece e a pessoa que ainda está aprendendo a ser.Sua versão anterior não precisa ser desprezada. Ela teve uma função. Trouxe você até aqui.Só talvez não consiga levar você até o próximo nível.Então fica a pergunta:Qual é a concha que já ficou pequena demais para a pessoa que você está se tornando?Seguem os links das minhas outras redes sociais:Instagram - https://www.instagram.com/brunobribeiro/TikTok - https://www.tiktok.com/@brunoribeiro.oficialFacebook - www.facebook.com/brunobr.oficialYoutube - www.youtube.com/brunobribeiroLinkedin - https://www.linkedin.com/in/brunobribeiroBlog - www.brunobr.com.brDá o play e reflete com a gente. Nos vemos no próximo Spoilers da Vida.
Fala, jovens.A IA escreve seu e-mail, monta sua apresentação, revisa o código e até sugere como você deve conversar com alguém do seu time.Prático? Muito.Mas fica uma pergunta meio desconfortável: quanto mais a ferramenta pensa por você, o que acontece com a sua capacidade de raciocinar, decidir e lidar com situações difíceis?Neste episódio, Tatiane conversa sobre o risco de transformar a IA em piloto automático para tudo. Porque julgamento, criatividade, pensamento crítico e leitura de pessoas também precisam de treino. Quando você deixa de praticar, essas habilidades começam a enferrujar.A proposta aqui não é abandonar a IA. É usar primeiro o cérebro e depois a ferramenta. Criar seu próprio raciocínio, rascunhar sua posição, encarar o desconforto e só então pedir ajuda para revisar, questionar ou melhorar.A IA pode acelerar o seu trabalho. Só não deveria ocupar a cadeira de quem toma as decisões.Seguem os links das minhas outras redes sociais:Instagram - https://www.instagram.com/brunobribeiro/TikTok - https://www.tiktok.com/@brunoribeiro.oficialFacebook - www.facebook.com/brunobr.oficialYoutube - www.youtube.com/brunobribeiroLinkedin - https://www.linkedin.com/in/brunobribeiroBlog - www.brunobr.com.brDá o play e reflete com a gente. Nos vemos no próximo Spoilers da Vida.
Anunciamos os nossos convidados do Episódio 23 da Temporada 07 do Papo Condominial Cast SP: a Sindica Profissional e Advogada Tatiane Amaral @asindicanet e o Sindico Profissional Yuri Azevedo @sindicotec, com o tema: polêmicas condominiais na sindicatura._Como Host teremos o nosso Diretor Executivo Daniel Lima @danielrslima e como Co-Host a Sindica Profissional Adriana Araujo @adriana_araujocondominial._Um projeto gigante como este só é possível graças ao oferecimento da Eletromidia no Seu Predio @eletromidia.noseupredio, É Seguro @esegurocorretora.oficial, Arsenal Consultoria em Elevadores @arsenalelevadores, BBZ Administradora @bbzadministradora, Teg Monitor @tegmonitor, Condomob @condomob, Carboroil @carboroil, Yellow Imoveis @yellowimoveis.oficial, Impersolid Engenharia @Impersolid, CondoHuby @condohuby, Orionlift Elevadores @orionliftelevadores e Condofaz._Data: 06/07/26._Início: 17:30hs._Vocês não podem perder!#papocondominial #podcast #síndico #Sindica #sindicatura #sindicoprofissional #podcastsindico #superlogica #eletromidianoseupredio #eseguro #bbzadministradora #tegmonitor #arsenalelevadores #yellowimoveis #condohuby #condofaz #carboroil #newsunenergygroup #orionliftelevadores #adrianaaraujo #tatianeamaral #asindicanet #yuriazevedo #sindicotec
VIVENDO PARA A GLÓRIA DE DEUS | 1 PEDRO 4:1-11Nesta mensagem da série Cartas de Pedro, aprendemos que seguir Jesus significa muito mais do que acreditar nEle. Significa assumir a mentalidade de Cristo, abandonar o velho modo de viver e escolher diariamente fazer a vontade de Deus.Pedro nos lembra que o mundo pode estranhar nossa transformação, mas fomos chamados para viver de forma diferente. Enquanto aguardamos a volta de Cristo, devemos amar intensamente, servir uns aos outros e usar os dons que recebemos para a edificação da igreja e para a glória de Deus.Uma mensagem sobre santidade, perseverança, serviço e propósito.
Fala, jovens.Você consegue dizer como cada pessoa do seu time está de verdade?Não estou falando de entrega, Jira, bolinha verde ou câmera ligada. Estou falando da pessoa por trás da tela.Neste episódio, a Tatiane fala sobre liderança híbrida e o desafio de perceber se o time está bem quando ninguém está no mesmo lugar. A conversa passa por presença online, confiança, comunicação remota, 1:1 que virou reunião de status e o risco de transformar cuidado em vigilância.Porque liderar à distância não é controlar cada minuto. É criar combinados claros, abrir espaço para pedir ajuda e construir um ambiente onde as pessoas possam falar antes de chegar ao limite.Presença não tem a ver com estar online. Tem a ver com estar acessível.Seguem os links das minhas outras redes sociais:Instagram - https://www.instagram.com/brunobribeiro/TikTok - https://www.tiktok.com/@brunoribeiro.oficialFacebook - www.facebook.com/brunobr.oficialYoutube - www.youtube.com/brunobribeiroLinkedin - https://www.linkedin.com/in/brunobribeiroBlog - www.brunobr.com.brDá o play e reflete com a gente. Nos vemos no próximo Spoilers da Vida.
Regular a inteligência artificial: até onde, por quem e a que custo? Igor Alcantara recebe a advogada Raquel Maciel para uma conversa sobre riscos, responsabilidade e os limites entre proteger as pessoas e travar a inovação. Do Dilema do Bonde às Leis de Asimov, do EU AI Act ao futuro do trabalho, um papo sobre quem deve pagar a conta quando a máquina erra.A Pauta foi escrita por Igor Alcantara e Raquel Maciel. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Igor Alcantara em colaboração com a Inteligência Artificial Claude Design da empresa Anthropic. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.
Paiquerê Rádio Opinião - Entrevista Secretária Tatiane Araujo sobre Fundeb 21-05-2026
Nesta terceira mensagem da série das Cartas de Pedro, a nossa irmã Tatiane Nascimento nos lembrou sobre a nossa verdadeira identidade como povo exclusivo em Cristo.1 Pedro 2:1-9Pedro mostra que o novo nascimento precisa produzir uma nova forma de viver. Santificação não é opcional para quem nasceu de novo.Fomos chamados a abandonar:a maldade, o engano, a hipocrisia, a inveja, e toda palavra destrutiva.E em contrapartida, devemos desenvolver fome pela Palavra de Deus, como recém-nascidos desejam o leite.✨ Cristo é a Pedra Viva.✨ Nós somos pedras vivas.✨ Somos edificados juntos como casa espiritual.✨ Somos sacerdócio santo.✨ Somos geração eleita e povo de propriedade exclusiva de Deus.A Igreja não existe para si mesma.Existe para anunciar as virtudes dAquele que nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz.Não viva segundo os rótulos do mundo.Viva segundo a identidade que Cristo conquistou na cruz.
In this episode of The Dairy Nutrition Blackbelt Podcast, Dr. Tatiane Fernandes, Assistant Professor at Virginia Tech, explains how stable isotope tracing improves dairy nutrition research. She explores amino acid absorption, rumen-protected product evaluation, and how labeled nutrients help track milk protein synthesis. Get practical insights on tracer design, nutrient metabolism, and precision feeding research. Listen now on all major platforms!"Rumen-protected amino acid absorption can be estimated by comparing labeled markers in blood with the amount absorbed after intestinal release."Meet the guest: Dr. Tatiane Fernandes is an Assistant Professor in the School of Animal Sciences at Virginia Tech. Her research focuses on ruminant nutrient metabolism, rumen fermentation, stable isotope tracer techniques, and metabolic modeling. Her work supports dairy nutrition studies on amino acid absorption, nutrient use, and milk protein formation. Hear more from Dr. Fernandes on The Dairy Nutrition Blackbelt Podcast, available on all major platforms.Liked this one? Don't stop now — Here's what we think you'll love!What will you learn: (00:00) Highlight(02:03) Introduction(03:01) Stable isotopes(04:55) Amino acid tracing(05:54) Study design(07:56) Protected amino acids(09:03) Milk protein(12:15) Closing ThoughtsThe Dairy Nutrition Blackbelt Podcast is trusted and supported by the innovative companies:* Kemin* Adisseo* Barentz* Fortiva* Vetagro- Virtus Nutrition- Esmilco Inc.- DietForge
Google Meu Negócio para o Corretor de Imóveis. Tatiane GielowConheça as soluções em produtos e serviços do Espaço do Corretor com 10% de desconto para a comunidade IBRESP. Acesse: https://ibresp.com.br/espaco-do-corretor@tatigielow @agenciabasetag #ibresp #corretordeimoveis #educacaoimobiliaria #tti #creci
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos a Tatiane Bitencourt. Ela passou mais de 25 anos na CLT, entrou no digital buscando uma renda extra e acabou construindo um negócio sólido, estruturado e escalável.Hoje, ela domina vendas com e sem aparecer, trabalha com produtos virais, tráfego pago e vendas no automático, usando inclusive o TikTok Shop como parte da estratégia.No Kiwicast, ela falou sobre:Como funciona de verdade o modelo de vendas no automáticoComo estruturar anúncios mesmo começando com poucoinvestimentoComo usar o WhatsApp para vender sem perder a humanizaçãoO conselho direto para quem sente que já passou da hora de começarAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Na continuação da série Revitalizar, a irmã Tatiane Nascimento expõe 2Reis 22.1-13, trazendo a compreensão do verdadeiro avivamento:Nesta mensagem refletimos sobre a importância das Escrituras a partir da vida de Josias, um dos grandes avivalistas do Antigo Testamento. Vimos que o verdadeiro avivamento não começa com manifestações externas, mas com um coração disposto a ouvir, receber e obedecer à Palavra de Deus.Josias já vinha buscando ao Senhor e promovendo mudanças em Judá, mas foi quando o Livro da Lei foi encontrado e lido que aconteceu o verdadeiro quebrantamento. A Palavra revelou o estado real do povo, produziu tristeza segundo Deus e conduziu ao arrependimento. Isso nos mostra que o avivamento bíblico não é superficial nem emocional — ele nasce quando as Escrituras voltam ao centro e confrontam o coração.A mensagem também destacou um alerta urgente para os nossos dias: o maior problema da igreja atual não é a ausência da Bíblia, mas a sua negligência. Temos acesso abundante às Escrituras, mas muitas vezes sem submissão, sem prática e sem transformação real. O primeiro passo da apostasia não é rejeitar a Palavra, mas tratá-la com descuido.Por isso, fomos chamados a redescobrir o valor da Palavra de Deus, a abandonar a superficialidade espiritual e a permitir que as Escrituras governem a nossa vida. Sem a Palavra não há discernimento, não há santidade, não há firmeza e não há verdadeiro avivamento.
07.03.26 | EBH | Reunião de Mulheres
Agenda de caminhada dos filhotes de tartarugas marinhas ao mar, Projetos para o verão e o ano de 2026
CRISTO EM NÓS | As raízes invisíveis da espiritualidade bíblica e sua completudeMensagem ministrada por Tatiane NascimentoNesta primeira mensagem da série Cristo em Nós, fomos convidados a olhar para aquilo que sustenta a vida cristã de forma invisível, porém profunda: o secreto diante de Deus.A partir de Mateus 6, Jesus confronta uma espiritualidade baseada na aparência e na busca por reconhecimento. O problema não está nas práticas espirituais — oração, jejum e generosidade — mas nas intenções do coração. Quando Deus é usado como meio para status ou validação, a recompensa já foi recebida.Cristo nos chama para uma intimidade genuína: Deus não é um estranho, é Pai. Ele conhece o coração e não se contenta com relacionamentos de fachada. O secreto é o lugar onde somos conhecidos por Deus e transformados por Ele — mas não para permanecermos ali.A mensagem também revelou que a espiritualidade bíblica só encontra sua completude no coletivo. O secreto prepara para o público, e a vida em comunidade revela, ajusta e amadurece aquilo que Deus está formando no íntimo. A Igreja é o espaço visível da obra invisível que Deus realiza no coração.Sem o secreto, a fé morre.Sem a Igreja, a fé não amadurece.Uma mensagem que nos chama a viver uma espiritualidade íntegra, obediente e profundamente enraizada em Deus — para a glória de Cristo e a edificação do Seu corpo.
Modelos de Inteligência Artificial como ChatGPT, Gemini e Claude já fazem parte da nossa rotina e impressionam pela forma como imitam o raciocínio humano. Mesmo assim, fica cada vez mais claro que eles ainda operam dentro de limites importantes: são excelentes com linguagem, mas não necessariamente com pensamento profundo. No episódio de hoje, Igor Alcantara discute uma nova linha de pesquisa que promete mudar esse cenário. O HRM, ou Hierarchical Reasoning Model, é uma proposta recente que busca criar sistemas capazes de raciocinar de verdade, indo além da previsão de palavras e da simulação de lógica.Neste episódio, Igor explica como o HRM funciona, por que ele é tão diferente das arquiteturas atuais e o que seus resultados revelam sobre o futuro da inteligência artificial. Com apenas 27 milhões de parâmetros e sem depender de textos gigantes para treinar, esse modelo superou LLMs muito maiores em tarefas de raciocínio avançado como Sudokus extremos, labirintos complexos e puzzles de abstração. Uma conversa clara e direta sobre uma tecnologia que pode redefinir como pensamos IA, abrir novas fronteiras de pesquisa e, talvez, indicar os primeiros passos rumo a máquinas que realmente pensam.Este é o Variância, um Spin-off do podcast Intervalo de Confiança, com periodicidade mensal. Este programa é mais curto e tem por objetivo trazer notícias ou curiosidades sobre algum assunto relacionado à ciência e jornalismo de dados ou sobre algum dado específico. Por ser mais curto, tanto a edição e conteúdo são mais simples e mais diretos.A Pauta foi escrita por Igor Alcantara. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Igor Alcantara. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Podshow 27 Nov - Entrevista com Tatiane Almeida do Carmo diretora de atenção primaria a saude da SMS sobre medicos da UPA Jd do Sol
Angelice, Tatiane e Camily, Postulantes do Instituto Beneditino Em Adoração | Partilha da Palavra | Seg a Sex às 08h00 | Instituto Beneditino Em Adoração---
Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast. Nele, a historiadora Sara Tatiane (@saratatianne), doutoranda na UFMG, discute a vida e os legados de Leonardo da Vinci, que é objeto de sua pesquisa. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Lunk para o livro do professor Honor: www.finotracoeditora.com.br/divinas-tet…o-ocidental Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Esse episódio foi editado por: Gabriel Campos (@_grcampos)
Hoje temos Tatiane Tiemi, que é CEO da Great Places To Work e há mais de 20 anos dedica-se a transformar as empresas para que obtenham o melhor engajamento de seus colaboradores. A GPTW causa transformações profundas na cultura das empresas, e nossa conversa trata do impacto das novas gerações e tecnologias no ambiente do trabalho. .................................................................................................................................
Hoje temos Tatiane Tiemi, que é CEO da Great Places To Work e há mais de 20 anos dedica-se a transformar as empresas para que obtenham o melhor engajamento de seus colaboradores. A GPTW causa transformações profundas na cultura das empresas, e nossa conversa trata do impacto das novas gerações e tecnologias no ambiente do trabalho. .................................................................................................................................
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o "Politicamente Correto". O termo começou a ser usado no século XVIII, nos Estados Unidos, para denotar visões e ações políticas e sociais consideradas “corretas e justas” . Como outros termos, aos poucos passou a ser acionado para defender ou justificar declarações que ofendem e agridem verbalmente pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, PCD's e outras minorias. Humoristas têm sido grandes opositores do termo, alegando que o politicamente fere a liberdade de expressão. Ouvimos as especialistas Nana Soares, Joana Plaza e Anna Bentes sobre o uso e a desqualificação do termo. ________________________________________________ ROTEIRO Gravação Léo Lins (Humorista): “Tudo fica divertido. Se alguém fala ‘Po, o que aconteceu ali? Um estupro'. Pesado. ‘Que que aconteceu ali? Um estuprito' Divertido. Estuprito? Posso participar um pouquito? Só a cabecita”. Tatiane: Essa fala foi dita pelo humorista Leo Lins pra ser engraçada, mas brincar com estupro, vamos combinar, não tem nenhuma graça. Daniel: Em junho de 2025, Leo Lins foi condenado a 8 anos e meio de prisão por incitação à discriminação contra pessoas com deficiência. A decisão reconheceu que o conteúdo de suas piadas ultrapassa os limites do humor e configura discurso de ódio. Gravação Léo Lins: “Assim como no meu show, também tem avisos: Show de HUMOR, apresentação de stand up Comedy, obra teatral, ficção, você está entrando em um teatro, está no canal do humorista Léo Lins; mas parece que as pessoas perderam a capacidade de interpretar o óbvio”. Tatiane: A frase, que parece apenas uma defesa pessoal, ecoa um discurso mais amplo, uma tentativa de deslegitimar qualquer responsabilização por falas públicas sob a acusação de que vivemos numa “ditadura do politicamente correto”. Daniel: Tenho certeza de que você já ouviu falar neste termo. Nas últimas décadas, o termo “politicamente correto” tem aparecido constantemente no debate político, e no imaginário coletivo atual. Mas afinal, o que ele realmente significa? [INSERT TRILHA] Tatiane: Pra você que ainda não nos conhece, eu sou a Tatiane... Daniel: E eu sou o Daniel. E esse é o Termos Ambíguos, o podcast que mergulha nas palavras e expressões que se tornaram comuns no debate público atual. Tatiane: Este projeto é uma parceria entre o podcast Oxigênio, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, e o Observatório de Sexualidade e Política, o SPW. Daniel: A cada episódio, analisamos termos usados principalmente por vozes de ultra direita que recorrem a essas expressões para “tensionar, inverter e distorcer as disputas políticas”. Hoje, o termo é: politicamente correto. Tatiane: Desde a primeira onda de propagação nos anos 2000, o termo politicamente correto se cristalizou como acusação pronta. No Brasil e em muitos outros países essa expressão é acionada para desqualificar as ditas “patrulhas que se opõem à Liberdade de expressão”, sendo invocado constantemente para defender ou justificar declarações que ofendem e agridem verbalmente pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, PCD's e outras minorias. Daniel: Por conta disso, nos últimos anos, o termo tem causado muitos embates, especialmente sobre os limites do humor, como no caso recente de Léo Lins. Tatiane: Entretanto, é bom saber que o termo Politicamente Correto não é exatamente uma novidade. Já no século XVIII, nos Estados Unidos, o termo era usado para denotar visões e ações políticas e sociais consideradas “corretas e justas” . Daniel: Mais tarde, no século XX, na União Soviética eram “Politicamente Corretas” as visões e ações que não se desviavam da “linha correta” do Partido Comunista. Joana Plaza: “[...] como politicamente correto mudou de sentido ao longo do tempo. Tatiane: Essa é Joana Plaza, professora do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários, da Universidade Federal de Goiás. Joana Plaza: [...
O bate-papo de hoje é com a Tatiane Pinheiro, criadora de conteúdo que criou uma marca e vendeu muitos cursos de Ayurveda. A rotina de trabalho exaustiva e constante trouxe com ela o burnout. Desde então, Tati vem explorando novos caminhos profissionais que não coloquem o bem-estar dela de lado mas que ainda a preencham e tragam sentido!Me acompanhe no Instagram: @flaviamachioni e até semana que vem!---Livro indicado pela Tati: What the body knows: A Guide to the New Science of Our Immune System de John Trowsdale
No episódio de hoje, o PodDelas recebe um dos casais mais influentes do universo fitness: Renato Cariani e Tati Cariani! Eles contam como tudo começou — do primeiro treino ao casamento e revelaram os bastidores da vida a dois sendo parceiros no amor, nos negócios e nas redes sociais. Como é manter o shape e o relacionamento ao mesmo tempo? Já brigaram por causa de marmita? Qual o segredo para equilibrar rotina, exposição e casamento? Não esquece de curtir, comentar e se inscrever no canal! #PodDelas #RenatoCariani #TatiCariani #CasalFitness #CasalMaromba #Influenciadores #Podcast #Casamento #Relacionamento #FitnessLife
Neste episódio, recebemos novamente a Tatiane Figueiredo da Datacom para um bate-papo sobre MPLS (Multiprotocol LabelSwitching) — uma tecnologia que ainda levanta dúvidas entre os profissionais de redes.Tati explica de forma clara o que é o MPLS, as principais diferenças entre ele e o roteamento IP tradicional, mostra cenários reais de uso, aborda temas como engenharia de tráfego, qualidade de serviço (QoS), compatibilidade com IPv6 e muito mais!Se você quer entender como usar o MPLS pode tornar as redes mais eficientes e flexíveis, não perca esse episódio!Dê o play, assista a pílula e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!#Camada8 #MPLS #Roteamento #IPv6 #Tecnologia #Internet ParticipantesEduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-morales Lucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.brhttps://www.linkedin.com/in/lucasjorgeTatiane Figueiredo (Convidada) - Especialista em Redes e Instrutora de Treinamentos Técnicoshttps://www.linkedin.com/in/tatiane-figueiredo-eng-248b9b18/Links citados[#SemanaCap 4] Curso “MPLS: Teoria e Implementação utilizando L2VPN”https://www.youtube.com/watch?v=b_n7A6PejakAgenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventos Redes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/ https://www.twitter.com/comunicbr/ https://www.telegram.me/nicbr/ https://www.linkedin.com/company/nic-br/ https://www.instagram.com/nicbr/ https://www.facebook.com/nic.br/ https://www.flickr.com/NICbr/ Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.br Direção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição YouProjectSonorização Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/ Veja também:https://nic.br/ https://ceptro.br/
O Danilo conheceu a Tatiane ainda na adolescência, mas a vida os levou por caminhos diferentes. Ele sempre sonhou em construir uma família, mas passou por dois casamentos que terminaram em traição. Depois de 20 anos, ele reencontrou a Tatiane pelas redes sociais e o amor foi crescendo de novo, com leveza e a verdade. Com 9 meses de namoro, Danilo pediu Tatiane em casamento e mesmo sabendo da bagagem dos dois, ele finalmente tinha encontrado o amor da sua vida. Ela era a pessoa certa desde o início, mas ele reconhece que só se reencontraram na hora e no momento certo.
In this episode of the "Get Hired" podcast, host Nicky Bulmer and co-host Michelle Frechette interview Tatiane, an experienced WordPress developer. Tatiane shares her journey in WordPress development, emphasizing her skills in creating and customizing themes and plugins. The discussion covers Tatiane's approach to handling feedback, collaborating with teams, and optimizing WordPress sites. Nicky and Michelle provide Tatiane with resume and interview tips, highlighting the importance of clear communication and showcasing both technical and soft skills. The episode concludes with practical advice for job seekers, reinforcing the podcast's mission to enhance job application materials and interview skills.Top Takeaways:Cover Letters Should Be Concise & Tailored – A strong cover letter shouldn't just repeat the resume. Instead, it should highlight why your skills and experience are a great fit for the specific role and company. Less is often more—focusing on one key project or skill that directly relates to the job can make a stronger impact than listing everything.Confidence & Clarity Matter in Interviews – Candidates should confidently communicate their skills, especially when discussing technical expertise. Using specific language, such as naming programming languages or frameworks, helps interviewers understand the depth of knowledge. Additionally, if an interviewer has an accent or uses unfamiliar words, repeating for clarification or asking them to rephrase is a good strategy.Continuous Improvement & Adaptability Lead to Success – Surrounding yourself with the language, culture, and best practices of your industry (as Tatiane did with English) makes growth easier. Being open to feedback, refining application materials, and improving communication skills over time can significantly increase job prospects.Mentioned In The Show:The Events Calendar Liquid WebDungeons and DragonsGitHub WPIncludes.me
Nos primeiros anos da Internet Comercial no Brasil, alguns futurologistas falavam que no futuro teríamos todos os dispositivos conectados, torradeiras, cafeteiras, geladeiras e até, para o espanto de todos, telefones! A tecnologia evoluiu e o que parecia loucura é realidade em muitas residências.Apresentado por Alane Miguelis e Kézia Nogueira, esse episódio fala sobre um dos assuntos mais relevantes do momento na área de ciência e tecnologia, com aplicações na indústria e nas casas das pessoas. Unido à popularização das impressoras 3D, tem causado uma verdadeira revolução na área de inovação. O que antes era sonho, hoje é realidade.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Algumas pessoas associam a ciência com uma jornada em rumo ao conhecimento, tratando cientistas como verdadeiros aventureiros ou exploradores. Esse conceito muitas vezes não encontra respaldo na realidade de pesquisadores trancados em laboratórios com pouco contato com com o mundo externo. No entanto, em alguns casos, a comparação é exatamente uma descrição da realidade.No episódio de hoje, apresentado por Jey Carillo, vamos conhecer um pouco mais sobre a vida de James Glashier, metereologista, astrônomo e aeronauta que, por conta de suas pesquisas sobre a atmosfera quase morreu ao desmaiar em um balão pouco antes de bater o recorde mundial de altitude. Seus feitos e coragem, que o colocam como um verdadeiro explorador em nome da ciência, já foram retratados em livros e filmes e hoje são o tema do nosso podcast.Hoje é dia do "Influencers da Ciência", um Spin-Off do podcast "Intervalo de Confiança". Neste programa trazemos o nome de Influencers que de fato trouxeram algo de positivo para a sociedade, aqueles que expandiram as fronteiras do conhecimento científico e hoje permitiram o desenvolvimento de diversas áreas.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
O Roda Viva entrevista Heitor Martins, presidente do MASP. O Museu de Arte de São Paulo acaba de anunciar que terá um novo prédio aberto ao público em março de 2025. O imóvel, de 14 andares, é vizinho do museu na Avenida Paulista e vai aumentar a área de exposição em 66%. A reforma do edifício custou cerca de R$ 250 milhões, verba captada junto a pessoas físicas. Nesta edição, participam da bancada de entrevistadores: Mario Cesar Carvalho, jornalista, escritor e colunista do Poder 360; Tatiane de Assis, repórter da revista Piauí; João Perassolo, repórter da Folha de S. Paulo; Maria da Paz Trefaut, colaboradora do Valor Econômico e correspondente do Jornal Expresso; e Bianca Tavolari, professora de Direito da FGV - São Paulo e pesquisadora do CEBRAP. Com apresentação de Vera Magalhães, as ilustrações em tempo real são de Luciano Veronezi. Assista à íntegra: #TVCultura #RodaViva #HeitorMartins #MASP #Arte #Cultura
Você provavelmente já viu essa cena em vários vídeos: uma inteligência artificial desenvolve consciência e decide dominar ou mesmo destruir a humanidade. O cinema vê as IAs como algo intrisicamente malígno. Ao mesmo tempo, muitas pessoas hoje em dia abraçam as novidades lançadas ppor empresas como OpenAI, Google, Anthropic, entre outras sem entender de fato as consequências que elas trazem à sociedade como um todo. Estudar e entender essas questões é um dos principais problemas dessa década.Apresentado por Igor Alcantara, com participação de Roberto "Pena" Spinelli, esse episódio fala sobre o problema do alinhamento em inteligências artificiais, o que é, exemplos práticos e o porquê esse é um assunto importante que diz respeito a todos nós.A Pauta foi escrita por Igor Alcantara e por Roberto Spinelli. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Modelos de Inteligência Artificial baseados em linguagem como o ChatGPT, Gemini, Llama, Claude e outros já fazem parte do dia-a-dia de muitas pessoas. Apesar dos inúmeros avanços que são lançados a cada semestre, a sensação é que ainda estamos na infância desde tipo de tecnologia. No entanto, você sabe o que está por trás dessa arquitetura que às vezes parece até ser mais inteligente que a maioria dos humanos que conhecemos?Apresentado por Igor Alcantara, esse episódio abre a "caixa preta" da Inteligência Artificial e aborda os conceitos de Atenção, Transformadores e outros, que foram inicialmente apresentados em um artigo publicado no recente ano de 2017. Esse é um dos trabalhos científicos mais impactantes dos últimos anos, com potencial de transformar de maneira significativa nossa sociedade e as relações de trabalho.Este é o Variância, um Spin-off do podcast Intervalo de Confiança, com periodicidade mensal. Este programa é mais curto e tem por objetivo trazer notícias ou curiosidades sobre algum assunto relacionado à ciência e jornalismo de dados ou sobre algum dado específico. Por ser mais curto, tanto a edição e conteúdo são mais simples e mais diretos.A Pauta foi escrita por Igor Alcantara. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com a Inteligência Artificial Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
É inegável o papel que a televisão e, hoje as plataformas de streaming, possuem como uma ferramenta de educação e propagação de ideias e conhecimento. Muito do que aprendemos e boa parte de nossas referências veem desse meio. Quando o assunto é ciência, não é diferente. Gerações inteiras se apaixonaram pelos segredos do universo através de cativantes programas que alcançavam milhões de pessoas.Apresentado por Igor Alcantara, com participação de Jey Carillo, esse episódio fala sobre o papel do conteúdo audiovisual na divulgação científica. Focado em conteúdos didáticos, esse programa também abrange a área da ficção científica, que inspirou gerações, levou muitos a seguirem carreira na área acadêmica e ainda ajudou a conquistar o apoio da opinião em pública em vários empreendimentos da humanidade, como a exploração espacial.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Hoje no Influencers da Ciência: Dorothy Hill, a pioneira que quebrou barreiras na geologia australiana! Em 1960, ela se tornou a primeira mulher professora em uma universidade australiana, abrindo caminho para futuras gerações de cientistas. Sua jornada começou com uma paixão por fósseis em Mundubbera, que a levou até Cambridge para seus estudos avançados.No episódio de hoje, apresentado por Jey Carillo, você vai aprender que a Dorothy não era apenas uma cientista brilhante - era uma mulher multifacetada que pilotava aviões, jogava hóquei pela seleção australiana e, durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou incansavelmente no serviço naval, decodificando mensagens para a divisão do General MacArthur. Seu trabalho revolucionário sobre corais fósseis se tornou referência mundial, e em 1970 ela alcançou outro marco histórico ao se tornar a primeira mulher presidente da Academia Australiana de Ciências.Hoje é dia do "Influencers da Ciência", um Spin-Off do podcast "Intervalo de Confiança". Neste programa trazemos o nome de Influencers que de fato trouxeram algo de positivo para a sociedade, aqueles que expandiram as fronteiras do conhecimento científico e hoje permitiram o desenvolvimento de diversas áreas.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
É Halloween! E com ele, nosso episódio especial. Hoje vamos falar sobre situações onde pessoas colocam em dúvida o fato de que somos uma espécie inteligente que se sobresaiu na natureza por conta de seu telencéfalo superior. E para isso, temos um convidado mais que especial.Apresentado por Igor Alcantara, com participação de Rafael Jacaúna, esse episódio fala sobre o Darwin Awards, prêmio que reconhece o esforço que algumas pessoas fazem no sentido da evolução da espécie humana por garantirem, da forma mais estúpida possível, que seus genes altamente burros, não sobreviram a essa geração.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Você já ouviu dizerem que existem pessoas que são tão ignorantes que eles desconhecem a própria ignorância? São as pessoas cujo conhecimento de uma área não atinge o nível que a permita entender o que ela não sabe (ou em uma forma menos educada: "você é tão burro que nem tem inteligência o bastante para saber que é burro"). Isso é algo que sempre existiu, mas como a Internet deu visibilidade aos ignorantes, se tornou algo cada mais vez mais comum.Apresentado por Igor Alcantara, esse episódio trata do Efeito Dunning-Kruger. Esse conceito, nascido de um assalto a bancos, trata do fenômeno onde para algumas pessoas, quanto menos elas sabem de um assunto, mais elas se acham especialistas no mesmo. De influenciadores de Whatsapp a apresentadores de TV, ninguém está isento de ocorrer nesse erro. Este é o Variância, um Spin-off do podcast Intervalo de Confiança, com periodicidade mensal. Este programa é mais curto e tem por objetivo trazer notícias ou curiosidades sobre algum assunto relacionado à ciência e jornalismo de dados ou sobre algum dado específico. Por ser mais curto, tanto a edição e conteúdo são mais simples e mais diretos.A Pauta foi escrita por Marília Tokiko. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com a Inteligência Artificial Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Chien-Shiung Wu é uma figura singular na história da ciência, cujas descobertas redefiniram os fundamentos da física moderna. Nascida na China e consolidando sua carreira nos Estados Unidos, Wu superou barreiras culturais e de gênero para se tornar uma das físicas experimentais mais influentes do século XX. No episódio de hoje, apresentado por Jey Carillo, exploramos a vida e a obra desta cientista extraordinária. Wu desempenhou um papel crucial no experimento que desafiou a lei da conservação da paridade, uma crença arraigada na comunidade científica até então. Sua contribuição não apenas alterou nossa compreensão das interações nucleares fracas, mas também abriu caminho para novas pesquisas e teorias.Apesar de seu trabalho revolucionário, a vida de Chien-Shiung Wu levanta questões importantes sobre igualdade de gênero e reconhecimento na ciência. Sua história é um testemunho de perseverança e dedicação, inspirando futuras gerações a questionar o status quo e perseguir o conhecimento sem limites. Convidamos você a conhecer mais sobre Chien-Shiung Wu, nossa homenageada deste mês, e a refletir sobre o impacto duradouro de suas contribuições para a ciência e a sociedade.Hoje é dia do "Influencers da Ciência", um Spin-Off do podcast "Intervalo de Confiança". Neste programa trazemos o nome de Influencers que de fato trouxeram algo de positivo para a sociedade, aqueles que expandiram as fronteiras do conhecimento científico e hoje permitiram o desenvolvimento de diversas áreas.A Pauta foi escrita por Sofia Massaro. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
A ciência está presente em todos os aspectos do nosso dia-a-dia. Por exemplo, uma cozinha nada mais é do que um laboratório de química caseiro. O celular que você usa e a televisão que assiste são frutos de décadas de pesquisa científica. O mesmo se aplica nos esportes. Em uma área o vencedor pode ser decidido por milésimos de segundos, qualquer vantagem estratégica é importante.Apresentado por Igor Alcantara, com participação de Jey Carillo, esse episódio traz a física por trás de vários esportes olímpicos e como o conhecimento da ciência pode ser usado para melhorar o desempenho dos atletas.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Como decidir qual a melhor estratégia de Marketing sem nenhuma informação prévia? Devo testar esse novo tratamento promissor em um paciente ou continuar naquele que já é conhecido? Completo minha graduação nessa renomada universidade ou largo tudo para me dedicar ao meu próprio negócio? Em todos esses cenários existe um tênue equilíbrio entre apostar em inovação, arriscar, desbravar o desconhecido e ter grandes benefícios, mas com grande risco; ou investir em caminhos conhecidos, mais seguros. E em todos esses cenários, a aposta em máquinas de cassinos pode nos ensinar como adotar a melhor estratégia.Apresentado por Igor Alcantara, esse programa traz de forma simples e detalhada uma das mais conhecidas técnicas usadas em inteligência artificial, teoria dos jogos e da mente: a Estratégia de Multi-Braços (Multi-Armed Bandits). Derivada do jogo de caça-níqueis, assim como a simulação de Monte Carlo, essa tática traz importantes conceitos que podemos levar para a vida, já que se baseiam um pouco em como nosso cérebro processa tomadas de decisão. Este é o Variância, um Spin-off do podcast Intervalo de Confiança, com periodicidade mensal. Este programa é mais curto e tem por objetivo trazer notícias ou curiosidades sobre algum assunto relacionado à ciência e jornalismo de dados ou sobre algum dado específico. Por ser mais curto, tanto a edição e conteúdo são mais simples e mais diretos.A Pauta foi escrita por André Moreira. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com a Inteligência Artificial Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Em 22 de julho de 2018, após uma noite de celebração, o casal Tatiane Spitzner e Luiz Felipe Manvailer retornam para casa. Porém, o que começou como uma noite comemorativa terminou com o corpo de Tatiane caindo da sacada do 4º andar. - Aproveite a Semana do Cliente com Insider! #insiderstore Desbloqueie até 30% de desconto somando as promoções do site com o cupom CAFECOMCRIME15 Acesse: https://creators.insiderstore.com.br/CafecomCrimeDiaCliente2024 - Apoie o Café Com Crime no APOIA.se e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime - Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 02 de outubro de 2024. - Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime e BlueSky @cafecomcrime.bsky.social - Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space
Existem poucos países no mundo que não estão atualmente sendo afetados por questões de imigração e refugiados. Mesmo o efeito de populações migrarem para outras regiões ser um fenômeno mais antigo até que a espécie humana, esse assunto ainda está repleto de polêmica e falta de informação.Apresentado por Igor Alcantara, com a participação especial da Dra. Clarisse Laupman, esse episódio discute a questão imigratória e de refugiados, com um olhar voltado ao direito, aos direitos humanos e, claro, à ciência. E você, o que acha desse assunto? Não esqueça de escutar esse episódio e compartilhar nas redes sociais juntamente com o seu comentário.A Pauta foi escrita por Kézia Nogueira. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Em um mundo onde a agricultura bates recordes de produtividade quase todo ano, a fome talvez seja o maior retrato da desigualdade e injustiça que acontecem na sociedade. Essa é uma luta que deve envolver todos os extratos da sociedade, incluindo a ciência.Apresentado por Kézia Nogueira, o programa de hoje fala sobre o médico, nutrólogo, geógrafo e cientista social, dentre vários outros títulos, Josué de Castro. Seus estudos sobre a fome, publicados em dezenas de livros e artigos, foram importantes no entendimento e combate a essa tragédia, no Brasil e em outros países no mundo. Ele foi um dos brasileiros mais próximos a vencer um Nóbel da Paz, sendo indicado a esse prêmio cinco vezes! Conhecer sua obra é uma obrigação e por isso ele é nosso homenageado deste mês.Hoje é dia do "Influencers da Ciência", um Spin-Off do podcast "Intervalo de Confiança". Neste programa trazemos o nome de Influencers que de fato trouxeram algo de positivo para a sociedade, aqueles que expandiram as fronteiras do conhecimento científico e hoje permitiram o desenvolvimento de diversas áreas.A Pauta foi escrita por Marília Tokiko. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Por algumas décadas o mundo viveu a tensão de que a qualquer momento a "última das guerras" poderia começar, aquela que representaria o fim da humanidade. Como disse o filósofo Sidney Megalonix: "vamos todos morrer" era o que boa parte da população mundial achava que poderia acontecer do dia para a noite. A polarização entre o bloco capitalista e o bloco socialista levou as grandes potências mundiais a uma guerra de desenvolvimento tecnológico jamais vistos até então. Apesar de pouco ou nenhum tiro ter sido disparado diretamente entre Estados Unidos e União Soviética, o medo de um confronto levou cada lado a investir bilhões em busca de alguma vantagem em caso do confronto "esquentar". Apresentado por Igor Alcantara, com participação de Jey Carillo, esse episódio debate o período da Guerra Fria e as consequências para o avanço tecnológico da humanidade. Nunca antes se viu tamanho desenvolvimento, tudo isso movido pela maior força motora da nossa História: o medo. A Pauta foi escrita por Kézia Nogueira. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira. Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Muito se fala sobre as consequências da ingestão de drogas e medicamentos em nosso organismo, mas o que pouco se aborda são os efeitos das substâncias químicas que o nosso próprio cérebro produz em nosso corpo.Apresentado por Igor Alcantara, esse programa aborda aspectos muito interessantes que envolvem uma parte muito importante de quem nós somos e os motivos que nos levam a agir da forma como agimos. Isso tem relação com a química, mas é um produto da evolução e de três necessidades básicas: comer, sobreviver e reproduzir. Quer saber mais? Escute o episódio!Este é o Variância, um Spin-off do podcast Intervalo de Confiança, com periodicidade mensal. Este programa é mais curto e tem por objetivo trazer notícias ou curiosidades sobre algum assunto relacionado à ciência e jornalismo de dados ou sobre algum dado específico. Por ser mais curto, tanto a edição e conteúdo são mais simples e mais diretos.A Pauta foi escrita por Marília Tokiko. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com a Inteligência Artificial Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
Roupas, maquiagem, cortes de cabelo cada vez mais caros, barbas feitas com precisão incriveis, tratamentos de pele, massagens, drenagens, químicas, alongamentos, medicamentos, suplementos e cirurgias. Hoje em dia parece não haver limites no que uma pessoa faz para se sentir mais bela perante uma sociedade cada vez mais individualista e doente. Os problemas da indústria da beleza são claros e gritantes, mas se existe um mercado tão vasto, há também alguém que lucre bilhões de dólares com isso a um custo que a sociedade não consegue mais pagar.Apresentado por Alane Miguelis e Natália Duarte, o programa de hoje fala sobre esse fenômeno que cresce mesmo em uma época em que tanto se fala em auto-aceitação e diversidade de corpos. Onde foi que tudo isso começou? O que é Beleza e como esse fenômeno tem afetado a humanidade e nossa saúde mental? Escute o programa de hoje e participe dessa discussão.A Pauta foi escrita por Sofia Massaro. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio feita por Tatiane do Vale em colaboração com as Inteligências Artificiais Dall-E, da OpenAI. A coordenação de redação e de redes sociais é de Tatiane do Vale. A seleção de cortes é de responsabilidade Júlia Frois, a direção de Comunidade de Sofia Massaro e a gerência financeira é de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em: https://intervalodeconfianca.com.br/Conheça nossa loja virtual em: https://intervalodeconfianca.com.br/lojaPara apoiar esse projeto: https://intervalodeconfianca.com.br/apoieSiga nossas redes sociais:- Instagram: https://www.instagram.com/iconfpod/- Youtube: https://www.youtube.com/IntervalodeConfianca- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/iconfpod- X (Twitter): https://twitter.com/iConfPod
No início do programa de hoje, Martina, de 48 anos, que mora em outro país, contou que o marido, de 56 anos de idade, tinha deixado que procurá-la sexualmente. Fora isso, ele não a elogiava e vivia apático a tudo. Ela disse ainda que a vida dele era sentar em frente ao computador e trabalhar. Com isso, ela brigava e as conversas entre eles terminava com a aluna chorando e ele irritado. Martina queria ser notada. Contudo, após ouvir uma palestra do casal blindado, Martina contou que os ensinamentos foi um divisor de águas. A partir daquele dia, ela parou de reclamar e não cobrava mais nada dele. Ela se manteve focada nela e de olho nele. Martina começou procurá-lo na cama. Ademais, ela compartilhou outros pontos e disse que as coisas que ficaram boas entre eles. Ela se esforçou e agora está feliz. A aluna agradeceu ao casal blindado pelos ensinamentos. Não sabe o que fazer Em outro momento, Tatiane comentou que tem enxergado muita coisa errada que está fazendo e precisa tomar uma grande decisão e, por isso, pediu a ajuda dos professores Renato e Cristiane Cardoso. Ela começou a fazer a Terapia do Amor há cerca de dois meses e muita coisa mudou dentro dela, no casamento e com os filhos. Ela tem uma empresa com a mãe e isso tem exigido muito dela. Tatiane não tem conseguido dar atenção à família e tem se sentindo muito incomodada. A aluna disse que está pensando em parar de trabalhar, mas a mãe dela não concorda. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/edar/message
Você se considera uma pessoa emocionada? Aquela que gosta de cair de cabeça em relacionamentos, se apaixonar rápido e expressar tudo o que está sentindo? Estou com a psicóloga Tatiane de Sá Manduca, autora do livro Será que é amor?, para entender as vantagens, desvantagens e como ser uma pessoa “emocionada” pode nos afetar. --------- PRA FICAR MELHOR PODCAST: Episódio 86 do podcast Conselhos Que Você Pediu LIVRO: Valida-te, de Tatiane de Sá Manduca LIVRO: Será que é Amor?, de Tatiane de Sá Manduca DOCUMENTÁRIO: Oprah e Viola: Um Evento Especial Netflix --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
Tatiane Spitzner was a Brazilian woman who was murdered by her husband, Luiz Marcelo Spitzner, on July 22, 2018 in Guarapuava, Brazil. According to reports, Tatiane was beaten, strangled, and thrown out of a window by her husband in a domestic violence incident. Her death prompted widespread outrage and protests in Brazil, which has one of the highest rates of femicide in the world. Luiz Marcelo Spitzner was arrested and charged with murder.Hate the ads?? Yeah, so do we. We have no control over the ads, so get rid of them by going to Patreon.com/TalkMurder