POPULARITY
Una partida de cartes no combat la solitud. Crítica teatral de l'obra «Solitudes». Autoria i dramatúrgia: Garbiñe Insausti, José Dault, Iñaki Rikarte, Rolando San Martín i Edu Cármaco. Direcció: Iñaki Rikarte. Interpretació: José Dault, Garbiñe Insausti, Edu Cárcamo. Escenografia i vestuari: Ikerne Giménez. Il·luminació: Carlos Samaniego. Música original i espai sonor: Luis Miguel Cobo. Caracterització (màscares): Garbiñe Insausti. Producció executiva: Kulunka Teatro. Ajudantia de direcció: Rolando San Martín. Ajudantia d'escenografia: Almudena Martín. Cap tècnic del teatre: Aleix Arbonès. Tècnic del teatre: Víctor Bartolomé. Construcció d'escenografia: Mambo Decorados. Màrqueting i comunicació de la companyia: María Díaz. Màrqueting i comunicació del teatre: Focus. Reportatge fotogràfic: David Ruiz. Disseny de cartell: Dani Castillo. Una producció de Kulunka Teatro. Finançat per Unió Europea Fons Next Generation, amb el suport de l'INAEM - Instituto Nacional de Artes Escénicas y de la Música (Govern d'Espanya, Ministeri de Cultura), el Pla de recuperació, transformació i resiliència, el Govern basc i l'Instituto Vasco. Recomanat a partir de 14 anys. Festival Grec 2026. Teatre Condal, Barcelona. Del 10 al 19 de juliol 2026. Veu: Andreu Sotorra. Música: Solituds. Interpretació: Joan Chamorro i Andrea Motis. Composició i lletra: Duke Ellington. Àlbum: Feeling good, 2012.
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
Um novo levantamento estatístico realizado pela Realtime Big Data revela que 39% dos cidadãos brasileiros consideram o Banco Central como o principal responsável pelo sucesso e funcionamento do Pix.O dado reflete a divisão da opinião pública sobre a autoria da ferramenta de pagamentos instantâneos.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #noticias #economia #pix #bancocentral #estatistica #pesquisa #realtimebigdata #dados #financas #tecnologia #pagamentoinstantaneo #governo #autoriadopix #opinicaopublica #mercadofinanceiro #dinheiro #atualidades #brasil #podcastbrasil #economiabrasil
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quan el batec s'apaga. Crítica teatral de l'obra «Batecs». Idea original de Nídia Tusal. Autoria i dramatúrgia de Nídia Tusal, Alba Florejachs, Ariana Ruglio i Lara Díez Qintanilla. Intèrprets: Belén Barenys, Alba Florejachs, Cristina Plazas, Bàrbara Roig i Sergi Vallès. Escenografia: Laura Clos “Closca”. Vestuari: Nídia Tusal. Il·luminació: Ganecha Gil. Composició musical: Edna Sey. Espai sonor: Sara Vidal Cabré. Moviment: Ana Pérez García. Caracterització: Imma Capell. Ajudant d'escenografia i col·laboració artística: Eduard Casademont. Coordinadora d'intimitat: Cristina Castellà Reverter. Fotografia: Clàudia Serrahima Urgell. Construcció d'escenografia: Punt de Fuga, logística tècnica d'espectacles. Confecció de vestuari: Sra. Díaz vestuari escènic. Equips tècnics i de gestió de la companyia: Cap tècnic: Àngel Puertas. Cap de producció: Sergi Vallès. Producció executiva. Maria G. Rovelló. Ajudanta de producció: Sara Farré. Difusió i distribució: Marta Riera Pi. Equips tècnics i de gestió del TNC. Producció: Kabut i Teatre Nacional de Catalunya. Ajudant de direcció: Ramon Bonvehí. Direcció: Lara Díez Quintanilla. Sala Tallers, Teatre Nacional de Catalunya, Barcelona, 16 abril 2026. Veu: Andreu Sotorra. Música: Res no és mesquí. Interpetació: Joan Manuel Serrat. Composició: Joan Manuel Serrat. Lletra: Joan Salvat-Papasseit. Arranjador: Josep Maria Bardagí. Àlbum: Res no és mesquí, 2000.
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
In dieser Folge teile ich meine Erlebnisse von der Leipziger Buchmesse 2026 und die Erkenntnisse, die ich daraus gezogen habe mit dir. Hier die wichtigsten Themen, die ich dabei anspreche: 1. Persönliche Eindrücke von der Leipziger Buchmesse 2. Entwicklung und Veränderungen in Leipzig 3. Organisation und Aufteilung der Messehallen 4. Selfpublishing Buchpreis und Preisverleihung 5. Netzwerken und persönliche Begegnungen 6. Kritik am gesellschaftlichen Klima und Meinungsfreiheit 7. Tipps für Messebesuch und Buchverkauf Leipziger Buchmesse 2026: Ein persönlicher Erfahrungsbericht aus der Selfpublishing-Perspektive Warum die Leipziger Buchmesse für Indie-Autoren und Autorinnen ein Highlight bleibt Eindrücke und Bilanz: Die Messe aus Besuchersicht Die Leipziger Buchmesse bleibt für viele unabhängige Autorinnen und Autoren ein zentraler Treffpunkt im Jahr. In dieser Podcast-Folge schildert Autor und Buchmentor Tom Oberbichler, welchen Eindruck er als Besucher – nicht als Standbetreiber – von der Messe 2026 mitgenommen hat. Insbesondere die Möglichkeit, sich mit Gleichgesinnten zu vernetzen und sowohl Geschäftspartnerinnen als auch Freunde zu treffen, sticht für ihn hervor. Nach einer Woche in Leipzig ziehe ich eine positive Bilanz: Die Begegnungen und Gespräche vor Ort machen den Messebesuch wertvoll, die Atmosphäre bleibt trotz wachsender Stadt und steigender Wohnungspreise anziehend. Wandel der Messe: Von Verlagen zu Gastronomieständen In den letzten Jahren hat sich das Messegelände merklich verändert. Immer mehr Gastronomiestände dringen in die Hallen vor und sorgen nicht nur für eine größere Auswahl an Essen, sondern neben den breiteren Gängen für eine neue Dynamik – die Messe vermietet mittlerweile Flächen nicht nur an Verlage, sondern auch an Gastronomieanbieter, was einen wirtschaftlichen Vorteil für das Messemanagement bringen dürfte, nicht nur angesichts der sinkenden Austeller:innenzahlen. Die Buchbranche hat sich von den Corona-Maßnahmen immer noch nicht erholt. Für die Besucher bedeutet das jedoch mehr Sitzgelegenheiten und ein abwechslungsreicheres Angebot. Gleichzeitig bleibt der Messebesuch ein logistisches Abenteuer, denn die Einlassproblematik und die vollen Straßenbahnen und Schnellbahnen sind nach wie vor eine Herausforderung – überhaupt, wenn du gleich in der Früh auf die Messe willst oder vielleicht gar am Messesamstag vor Ort sein willst. Networking und der Wert persönlicher Begegnungen Für mich hat sich ein entspannter Messerhythmus bewährt: Wenige feste Termine pro Tag, immer erst ab 12:00, viel Raum für spontane Begegnungen und Gespräche. Besonders die Selfpublisher:innen profitieren von der Möglichkeit, direkte Kontakte zu Leserinnen sowie anderen Autorinnen und Autoren zu knüpfen. Das Publikum in Leipzig ist auffallend jung – nicht nur am Schultag (Donnerstag), sondern auch am Wochenende – und sorgt stets für lebendige Stände. Ein abendliches Highlight Ein besonderes Highlight war die Selfpublishing Night, organisiert von Autaria, eine neuen Dienstleister für Selfpublishing-Angebote im Auflagendruck. In lockerer Atmosphäre konnten wir Beziehungen auf persönlicher Ebene vertiefen. Solche Veranstaltungen bieten nicht nur Netzwerkpotenzial, sondern auch den sozialen Rückhalt, der im oft einsamen Berufsalltag von Indie-Autoren und Autorinnen essenziell ist. Ich hoffe sehr, dass Autoria diesen tolle Event auch im nächsten Jahr veranstalten wird. Die Bubble der Buchmesse: Isolation von gesellschaftlichen Themen Ein kritischer Punkt, den ich auch ansprechen muss, ist die „Bubble" der Buchmesse: Die Messe scheint von gesellschaftlichen Konflikten und dem politischen Druck, der außerhalb in Deutschland herrscht, weitgehend abgeschnitten zu sein. Wenig bis keine offene Meinungsäußerung zu aktuellen politischen Themen, obwohl außerhalb der Messe Cancel Culture und gesellschaftliche Repression spürbar sind. Die wenigen politischen Verlage zeigen Präsenz, doch die Messe insgesamt wirkt wie ein Elfenbeinturm, in dem getan wird, als ob alles in Ordnung wäre. Tipps für den eigenen Messebesuch Ob extrovertiert oder introvertiert – die Gestaltung des Messebesuchs solltest du individuell planen. Wer viel Energie aus der Interaktion mit anderen zieht, kann sich ins Gewühl stürzen. Wer eher nach Ruhe sucht, sollte bewusst Termine auswählen und die Aufenthaltsdauer begrenzen. Für Selfpublishing-Autoren und Autorinnen lohnt sich die Messe auch wirtschaftlich, wenn sie sich mit anderen zusammentun, um einen Stand zu teilen und ihren Bekanntheitsgrad steigern. Persönliches Fazit und Ausblick Für mich bleibt die Leipziger Buchmesse ein Ort, an dem ich Menschen, Inspiration und Austausch finde. Bücher nehme ich immer weniger mit nach Hause (eBooks und Hörbücher für mich, bitte!!!), sondern fokussiere mich zunehmend auf die Gespräche und den Zugewinn an Beziehungen. Die lebendige Stadt Leipzig, das junge Publikum und das einzigartige Messefeeling machen die Veranstaltung zu einem „kleinen Urlaub" für mich. Ob der nächste Messebesuch wieder eine ganze Woche dauert oder kürzer ausfällt, halte ich mir noch offen halten – für Selfpublisher:innen bleibt Leipzig aber das zentrale Event im Jahr, um sich selbst weiterzuentwickeln und den eigenen Horizont zu erweitern. Und jetzt du! Dein Feedback: Wie hast du die Leipziger Buchmesse erlebt? Was sind deine Highlights oder Kritikpunkte? Teile deine Eindrücke gern in den Kommentaren oder per Mail – die Diskussion bleibt offen und lebendig! Hier findest du alles rund ums Selfpublishing: https://mission-bestseller.com
Seja apoiador do X do ControleCompre seus jogos na Nuuvem! MARCAÇÕES DE TEMPO:00:00 - Abertura02:58 - Autoria em games15:33 - Jogos que viraram gêneros25:28 - Jogos fitness30:26 - Invertendo franquias39:24 - E o futuro da Nintendo?CRÉDITOSApresentação: Guilherme Dias e PH Lutti LippeRoteiro: PH Lutti LippeEdição: Lucas FunchalThumbnail: PH Lutti LippeSiga o XdC: YouTube| Instagram | Bluesky | Threads | Tik TokNossas plataformas e redesContato: contato@xdocontrole.comContato para anunciantes e parcerias: comercialxdc@gmail.com
Apresentado por Bruno Natal.--Aproveite os descontos da Insider Store com o cupom RESUMIDO: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDO--Grupo oficial da Insider no WhatsApp com Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Colunista admite usar IA para escrever e gera debate sobre autoria e transparência. Estudos mostram que, em vez de reduzir, IA intensifica o trabalho. Meta e Google vão a julgamento por scroll infinito e recomendação algorítmica.Quem decide o que você consome?No RESUMIDO #352: colunista admite uso de IA, IA prevê discurso presidencial, automação gera mais trabalho, tem anúncio no chatbot, scroll infinito vai a julgamento e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/autoria-em-colapso-ia-intensifica-o-trabalho-nao-reduz-algoritmo-e-scroll-infinito-no-tribunal/
Prof. Alberto Claro - Administração - Comunicação - Marketing
Uso de Inteligência Artificial na publicação científica é permitido, mas exige transparência, autoria humana e rigor ético. Tecnologia apoia, mas a responsabilidade continua sendo de quem faz pesquisa.Leia, veja, ouça, interaja com este conteúdo em https://albertoclaro.com/inteligencia-artificial-publicacao-cientifica/ #InteligenciaArtificial #PublicacaoCientifica #EticaNaPesquisa #IntegridadeAcademica #Administracao #Comunicacao #Interdisciplinaridade #PesquisaCientifica #CienciaComResponsabilidade #BoasPraticasAcademicas===============Espero que você aproveite este conteúdo da melhor forma possível!Comente sobre os assuntos aqui tratados, compartilhe e nos envie as sugestões de temas e conteúdo!Aguardo os seus comentários!SITE http://www.albertoclaro.comNEWSLETTER: https://profalbertoclaro.substack.com (assine para receber as novidades antes de todo mundo)YOUTUBE https://youtube.com/@profalbertoclaroPODCAST https://anchor.fm/profalbertoclaroSPOTIFY https://open.spotify.com/show/0Kf3ytcR5BwyA5TrnkN89D?si=a62b4b45b7a14691LINKEDIN http://www.linkedin.com/in/profalbertoclaroINSTRAGRAM http://www.instagram.com/profalbertoclaroTIKTOK https://www.tiktok.com/@profalbertoclaroFACEBOOK http://www.facebook.com/profalbertoclaroTELEGRAM https://t.me/profalbertoclaroRSS https://albertoclaro.com/feed/TWITTER http://www.twitter.com/profalbertoclaroPINTEREST https://br.pinterest.com/profalbertoclaro/Me siga nas outras mídias sociais com mais conteúdo sobre Administração, Comunicação e Marketing: http://bit.ly/profalbertoclaro
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Visibilidade não é apenas sobreviver às estatísticas; é sobre o direito de produzir vida, conhecimento e memória.Neste episódio especial do Mês da Visibilidade Trans, o LA.CON.QUEM reúne quatro pesquisadores e ativistas — Marcelo Silva (Aquatrans), Maya Alves (Historiadora/UFRJ), Céu Cavalcante (UFRJ) e Nlaisa Luciano (Artista/Fiocruz) — para projetar narrativas que vão além da violência.Eles discutem como a população trans está ocupando a universidade e o esporte, não mais como "objeto de estudo" ou "corpo estranho", mas como autores e protagonistas da própria história.Neste debate sobre cidadania e vanguarda:
O episódio desta semana investiga um dos momentos mais transformadores da nossa história audiovisual: o surgimento do Cinema Novo. Em meio a um Brasil marcado por contrastes profundos — modernização acelerada de um lado, desigualdade social e instabilidade política do outro — o movimento nasceu como um rompimento radical com o cinema comercial que dominava a época.Em um primeiro momento revisitamos o contexto cultural que moldou essa revolução cinematográfica. Enquanto as chanchadas reproduziam fórmulas estrangeiras e escapistas, jovens cineastas começaram a rejeitar essa superficialidade. Inspirados pelo Neorrealismo Italiano e pela Nouvelle Vague Francesa, buscaram criar um cinema crítico, político e genuinamente brasileiro, que encarasse de frente a pobreza, a violência, a fome e a cultura popular.Rafael Arinelli recebe Fernando Machado e Wesley Fernandes para discutir como Glauber Rocha, com sua proposta de “estética da fome”, e outros nomes fundamentais transformaram a precariedade em linguagem e identidade do Cinema Novo. O trio também aborda as tensões internas do movimento — como a célebre disputa entre Glauber Rocha e Anselmo Duarte — e o impacto devastador da Ditadura Militar, cuja censura forçou rupturas, exílios e mudanças de rota.Por fim, o episódio reflete sobre a herança monumental deixada pelo Cinema Novo. Mesmo com vida curta, o movimento estabeleceu bases estéticas e políticas que definem até hoje a noção de cinema de autor no Brasil. Uma conversa essencial para compreender como a arte cinematográfica brasileira se reinventou ao olhar diretamente para sua própria realidade.• 04m32: Pauta Principal• 1h08m27: Plano Detalhe• 1h22m48: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fernando): Álbum: HASOS - Baco Exu do Blues• (Wesley): Filme: Marighella• (Wesley): Filme: O Suspeito da Rua Arlington• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí
Um episódio sobre bunkers, fossas assépticas e nosso valor maior.:: A Coisa mais importante :: :: Nossos Bunkers internos :::: Capotando na Reta Indoor :::: Sobre Fossas & Bunkers :::: Na Busca da Dopamina :::: O valor maior está no centro :::: Uma vontade de pertencer :::: Autoria e Autenticidade :::: Povoado :::: Apegos :: ** Para as referências deste e de outros episódios, acesse nosso aplicativo: Neblina.me **
Quan la primavera ressuscita. Crítica teatral de l'obra «La mort i la primavera». Idea de Marcos Morau, a partir de «La mort i la primavera» de Mercè Rodoreda. Autoria de La Veronal. Música original: Maria Arnal. Intèrprets: Maria Arnal / Mònica Almirall (27 setembre), Fabio Calvisi, Ignacio Fizona Camargo, Valentin Goniot, Jon López, Núria Navarra, Lorena Nogal, Marina Rodríguez. Coreografia: Marcos Morau, en col·laboració amb els intèrprets. Escenografia: Max Glaenzel. Vestuari: Sílvia Delagneau. Il·luminació i director tècnic: Bernat Jansà. So: Uriel Ireland. Regidor, attrezzo i efectes especials: David Pascual. Ajudant de coreografia: Shay Partush. Ajudant d’il·luminació: Víctor Cuenca. Ajudant tècnic i de maquinària: Mirko Zeni. Màscares i cossos articulats: Juan Serrano - Gadget Efectos Especiales i Martí Doy. Assessors artístics i dramatúrgics: Roberto Fratini i Carmina S. Belda. Cap de producció: Juanma G. Galindo. Producció executiva i logística: Cristina Goñi Adot, Àngela Boix. Coproducció de La Veronal, Teatre Nacional de Catalunya, Biennale Danza di Venezia 2025, Centro Danza Matadero de Madrid. Amb el suport de: INAEM – Ministerio de Cultura espanyol, ICEC - Departament de Cultura de la Generalitat de Catalunya. Equips tècnics i de gestió del TNC. Ajudanta de direcció artística: Mònica Almirall. Direcció artística: Marcos Morau. Companyia La Veronal. Sala Gran, Teatre Nacional de Catalunya, Barcelona, 25 setembre 2025. Veu: Andreu Sotorra. Música: Cant de batre. Composició: Cant de batre. Àlbum: Remescles, acoples i melismes, 2015.
Edição de 11 Setembro 2025
Este podcast analisa a complexa questão da autoria na era da Inteligência Artificial (IA), traçando a evolução histórica e filosófica do conceito de "autor" desde a Antiguidade até ao pós-estruturalismo. Em seguida, examina a codificação legal da autoria no direito de autor português, europeu e norte-americano, destacando o requisito inabalável da autoria humana nos sistemas jurídicos atuais. Por fim, o estudo explora casos paradigmáticos que testaram os limites da autoria não-humana e discute os modelos jurídicos propostos para o futuro e as profundas implicações socioeconómicas e culturais da criação por IA.
No segundo episódio da série sobre Música e IA, convidamos o advogado Guilherme Carboni para falar sobre as novas fronteiras do direito autoral. Guilherme tem mais de 30 anos de experiência no campo da propriedade intelectual e criou a Escola da Autoria contemporânea, dedicada ao estudo de questões ligadas ao direito no contexto de rápidos avanços tecnológicos. Dentro dessas perguntas, duas se destacam: como controlar o uso de músicas no treinamento de algoritmos de IA e quem é o autor de músicas ou obras criadas com esses algoritmos.***Ouça o primeiro episódio dessa série, sobre Artistas fantasmas e hits de mentira, com Felipe Alves do 300noise.Conheça a Escola da Autoria Contemporânea no Instagram do Guilherme Carboni.Neste episódio citamos diversas obras que de alguma forma utilizam IA: o talk show Marisa Maiô, o canal Fake Music, que usa IA para gerar versões de Tim Maia cantando músicas inusitadas, o disco Minhas Andanças de Cleber Augusto, ex-cantor do Fundo de Quintal que perdeu a voz e usou inteligência artificial para reproduzi-la de forma digital, e o trabalho da artista plástica Mayara Ferrão, que usa IA para criar imagens históricas fictícias de casais de mulheres negras negras.
Reouça ao comentário de #PolíticaJG, direto de Brasília (DF), com Josias de Souza. #JornalDaGazeta
O general Mário Fernandes, ex-integrante do governo Bolsonaro, admitiu ser o autor do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que previa ações extremas contra Lula, Alckmin e Moraes.Em depoimento ao STF, alegou que tudo não passou de um “pensamento” rascunhado.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal, o general da reserva do Exército Mário Fernandes admitiu ser o autor de um plano que previa o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes. O militar confirmou ter escrito o documento intitulado “Punhal Verde e Amarelo”, apontado pela Polícia Federal como parte de uma trama golpista.Segundo as investigações da Operação Contragolpe, o plano foi elaborado em novembro de 2022, logo após a eleição de Lula, e teria sido discutido por militares na casa do general Braga Netto, então candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro. A PF afirma que o objetivo seria viabilizar um golpe de Estado.
Como as redes sociais estão a criar uma nova geração de leitores. Autoria de Raquel Morão Lopes. Sonoplastia de Gualter Santos e Luís Franjoso. 4.02.2025 Fonte.
A impressão digital pode ser uma prova determinante em uma investigação, ajudando a esclarecer fatos ou ligando pessoas a cenas de crimes. Para auxiliar os investigadores na solução de crimes sem autoria, o Espírito Santo se tornou o primeiro estado brasileiro a integrar dados biométricos da população carcerária a um banco de dados nacional. Em seis meses, segundo informações da Secretaria da Justiça (Sejus), a parceria já resultou na coleta biométrica de cerca de 2.500 presos que entraram nos presídios do Espírito Santo. O cadastramento é realizado na principal porta de entrada para o sistema prisional do Estado, no Complexo de Viana, Região Metropolitana da Grande Vitória. A coleta também é realizada na Penitenciária de Segurança Máxima 2 (PSMA2), unidade responsável pela custódia de presos de alta periculosidade. Nessa base de dados nacional é possível cruzar diversas informações, entre elas, consultar impressões digitais coletadas em cenas de crimes, verificar casos de pessoas desaparecidas e até a identificação de corpos, como aconteceu em Vinhedo, São Paulo, em um acidente aéreo no dia 09 de agosto. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário de Estado da Justiça, Rafael Pacheco, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Autoria do texto: equipe de Educação da Fundação Bienal de São Paulo Edição de áudio: Danilo Pera Vozes: Regiane Ishii e Renato Lopes © Fundação Bienal de São Paulo
Autoria do texto: equipe de Educação da Fundação Bienal de São Paulo Edição de áudio: Danilo Pera Vozes: Regiane Ishii e Renato Lopes © Fundação Bienal de São Paulo
Vereadores discutem por autoria de requerimento na Câmara de Caruaru.
Tiros e explosões mataram dezenas de pessoas numa casa de shows na periferia de Moscou. O Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelo ataque. Na guerra da Ucrânia, uma ofensiva aérea russa destruiu instalações de energia. Em Petrópolis, na região serrana do Rio, três pessoas morreram por deslizamentos de encostas. Estados do sudeste mantêm alerta máximo para os temporais. O Governo Federal anunciou bloqueio de quase R$ 3 bilhões no orçamento deste ano. O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro tenente-coronel Mauro Cid voltou para a prisão, depois de atacar a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal. E após semanas sem aparecer em público, a princesa de Gales, Kate Middleton, revelou que está em tratamento contra o câncer.
Imersão bíblica Levítico: Santidade ao Senhor - introdução ”O Senhor disse a Moisés: ― Diga o seguinte a toda a comunidade de Israel: “Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo.“ Levítico 19:1-2 NVI O livro de Levítico está posicionado entre o fim do êxodo - construção do tabernáculo - e o relato da viagem de Israel - Números. O livro está dividido em duas partes: 1. Capítulos 1 a 16: os regulamentos do tabernáculo. 2. Capítulos 17 a 27: a pureza da comunidade. Autoria e data: Aproximadamente 1400 a.C. A autoria do livro está ligada ao Pentateuco como um todo. Ainda que recentemente se questionou a autoria mosaica do livro, o próprio Jesus atribui sua autoria ao libertador. Teologia Com a presença de Deus no tabernáculo, vem a necessidade de santidade. Esse é o tema central de Levítico. Santidade é um termo desgastado, mesmo assim, importante. * As duas polaridades: santo e profano são questões fundamentais na teologia do livro. Essa tensão está sempre presente. * A santidade e a pureza deviam ser mantidas na comunidade. Nenhuma impureza poderia contaminar o tabernáculo. * “Sejam Santos porque eu, o Senhor, sou santo”. Vai se repetir muitas vezes. * A pureza era essencial para se aproximar de Deus. * Não havia nada essencialmente errado em se tornar impuro, a questão era não tratar a impureza. * A maneira de lidar com a impureza era por meio da expiação. Fazer pagamento para apaziguar. A terminologia da pureza e santidade permanecem no N.T. ”Agora que vocês purificaram a sua vida pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros, de todo o coração.“ 1Pedro 1:22 NVI * O N.T desenvolve os temas do tabernáculo e presença de Deus, conectando sua realização em Jesus e na igreja. * Na igreja, Deus está presente por meio da habitação do Espírito Santo. * A preocupação muda para o nível espiritual. Os procedimentos de pureza são de coração que refletem no comportamento. * No sacrifício de Jesus, ele próprio oferece expiação por aqueles que depositaram sua fé nele. Somos chamados por meio de nosso corpo para oferecer sacrifícios ao Senhor através de nosso santo comportamento (Rm 12.1).
Paulino José da Conceição, mais conhecido como Pai Paulino, nasceu no Brasil, na Bahia, e em Portugal, no século XIX, o escravo liberto foi defensor dos direitos dos negros. Agora está eternizado na capital portuguesa através de um busto, da autoria do escultor moçambicano Frank Ntaluma, colocado no Largo de São Domingos, junto ao Rossio. A iniciativa da Associação Cultural e Juvenil Batoto Yetu Portugal, em junção de esforços com a historiadora Isabel de Castro Henriques, dá visibilidade à presença africana na capital portuguesa através do busto de Pai Paulino e com a colocação de 20 placas toponímicas para lembrar a população esquecida, a Lisboa africana. Por ocasião da inauguração da primeira obra de Frank Ntaluma no espaço público da capital portuguesa, a RFI falou com o escultor Maconde. O desafio de criar o busto de Pai Paulino, os primeiros contactos com a escultura na Base Beira, a primeira Base da Frelimo, os obstáculos que enfrentou ao longo da carreira como artista, a vontade de aprender sempre mais e a necessidade de se dar a conhecer uma História que não exclua africanos, são temas da nossa entrevista com Frank Ntaluma.
O Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque que matou dezenas de pessoas, no Irã. Depois de três anos sem pagamento do seguro obrigatório, chega ao fim o dinheiro para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, e o governo federal planeja recriar o DPVAT. Transações financeiras digitais derrubaram a circulação de dinheiro falsificado no Brasil. Um adolescente americano foi o primeiro ser humano a vencer um videogame lançado há 40 anos. O ministro do STF Gilmar Mendes reconduziu ao cargo o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. Morreu, aos 41 anos, o cantor sertanejo João Carreiro. O samba perdeu Quinho, um dos maiores intérpretes das escolas de samba do Rio.
200, 300, mais de 500. Os números não são exatos, mas o ataque desta terça-feira, 17, ao Hospital Al-Ahli deixou centenas de mortos na Faixa de Gaza. Israel e Hamas negam a autoria do bombardeio. Autoridades internacionais se posicionam. Entenda neste episódio a escalada no 11º dia de conflito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Autoridades palestinas estimam que o bombardeio tenha deixado pelo menos 200 mortos no hospital. Israel atribuiu o ataque à Jihad Islâmica Palestina. Ouça também: relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro indicia ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de associação criminosa, violência política, abolição violenta do Estado Democrático Direito e golpe de Estado. Apresentação: Ricardo GouveiaProdução e roteiro: Ricardo Gouveia, Amanda Garcia, Bruna Sales, Camila Olivo e Rodrigo TammaroEdição de áudio e sonorização: Cláudio Cuca
Quais são os segredos do universo? Conhecer o Cosmos é projetar a alma humana em um cenário portentoso e repleto de felicidade! Entenda como o homem pode evoluir no império universal e se tornar um ponto de luz. Palestra realizada em 27 de fevereiro de 2015, no Centro Espírita Vinha de Luz, na cidade de Mogi Guaçu, SP. Editora: Caminho da Luz. Autoria e Apresentação: Dr. Sérgio Thiesen.
Autoria do texto: equipe de Educação da Fundação Bienal de São Paulo Edição de áudio: Danilo Pera Vozes: André Leitão, Bruna de Jesus Silva, Danilo Pera, Diana de Abreu Dobránszky, Giovanna Endrigo, Regiane Ishii, Renato Lopes, Simone Lira, Tailicie Paloma Paranhos do Nascimento e Thiago Gil Virava © Fundação Bienal de São Paulo
Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Neste episódio da quarta temporada de Narrativas, o podcast da CARAMBAIA, o assunto é a autoria feminina e as escritoras no meio literário brasileiro. Para apresentar o tema, nossa editora-chefe, Graziella Beting, entrevista Constância Lima Duarte, professora de Literatura Brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O podcast ainda conta com participação especial da escritora Giovana Madalosso.
Assine os CURSOS STAR e tenha acesso a mais de 50 cursos na área de Fisioterapia Musculoesquelética: https://beacons.page/fisioemortopedia
Você ama? Aspira ser amado? Já viveu um relacionamento conturbado? Sofreu? Perdoou um amor? Foi perdoado? Richard Simonetti, de forma didática e bem-humorada, mostra a importância de amar para se viver em paz. Palestra realizada em 23 de março de 2014, no Núcleo Assistencial Espírita Cristão Chico Xavier, na cidade de Itapira, SP. Autoria e Narração: Richard Simonetti Produção: Angra Eventos e TV A Caminho da Luz
Existem males "encomendados"? - Por que raras pessoas recordam suas existências anteriores? - A que atribuir nossas variações de humor? - Como manter a harmonia no lar? - O que é o passe magnético? - É possível neutralizar influências espirituais negativas? - Quais os caminhos para uma iniciação espiritual? - Como definir o Centro Espírita? - O que são doenças cármicas? - Como vencer o vício?. Em linguagem clara e objetiva o autor aborda importantes temas da atualidade, com exemplos e historietas que favorecem o entendimento do leitor, e sugestões oportunas para uma existência produtiva e feliz. Autoria e Narração: Richard Simonetti Editora: CEAC Richard Simonetti nasceu em Bauru, Estado de São Paulo, em 10 de outubro de 1935. Filho de Francisco Simonetti e Adélia Marchioni Simonetti. Casado com Tânia Regina de Souza Simonetti, tem quatro filhos: Graziela, Alexandre, Carolina e Giovana. No movimento espírita desde 1957, integrado no Centro Espírita Amor e Caridade, desenvolveu largo trabalho de assistência espiritual e material naquela cidade. Colaborou em jornais e revistas espíritas, notadamente em O Reformador, O Clarim e Folha Espírita. Funcionário aposentado do Banco do Brasil, percorreu todos os Estados brasileiros em palestras de divulgação da Doutrina Espírita. Desencarnou em 03/10/2018.
Secretaria Nacional LGBT do PT emite nota sobre a primeira lei estadual de combate à LGBTIFobia no país. Autoria é do ex-deputado federal Renato Simões (PT/SP). radio.pt.org.br
Nelo y DJ 13 están devuelta en el estudio y esa buena energía se nota, debatimos sobre el documental TIGER basado en la vida del golfista Tiger Woods y sobre otros grandes campeones del deporte. Recordamos a CAN, escuchando su obra maestra, recordando procesos creativos y rendimos tributo a su legado. En honor a la aristocracia, un tal yupi se llegó con su mejor afro y estuvimos conversando sobre esta obra de culto, también varios de los talentosos que realizaron este proyecto aparecen por aquí enviando saludos y un mensaje para todos los que vacilamos este podcast. Episodio 29 feat @untalyupi Para ver más episodios de " El salvoconducto" subscríbete a nuestro canal https://www.youtube.com/channel/UC_Cu5Ylc8KlNqne5byEAgGA También puedes escucharnos en Spotify: https://open.spotify.com/show/7HQFEGuCtZsPt8EFCisDzm?si=ZhwBoCPKQPSi5GphM0mfZQ Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/el-salvoconducto/id1517735306 Team Salvoconducto Producción @druflecha @italogambino Edición @elmarchante Diseño @hardlinemanu #elsalvoconducto Instagram / Twitter: @elsalvoconducto
Deus é o espírito de sabedoria, amor, vida e o poder infinito que governa o mundo. O homem é finito, mas tem a intuição do infinito. O princípio espiritual que traz em si incita-o a perscrutar problemas que ultrapassam os limites atuais de seu entendimento. Este trabalho traz mensagens de diversos espíritos e também pelo espírito de Léon Denis, as quais promovem conforto, coragem e estimulam à paciência, amor, paz e fidelidade a Jesus. Alguns dos temas abordados: A responsabilidade na casa espírita, Conservai a fé, As missões, Seres em evolução, O espírito em direção a Deus, Dor instrumento de elevação, Reencarnação e transformação, Um mergulho no pensamento de Léon Denis, entre outros. Autoria de Altivo Carissimi Pamphiro e Luiz Dallarosa (médiuns) / Léon Denis (espírito) e espíritos diversos. Organizadora: Maria Helena Rocha / Editora CELD
Para download: https://store.cdbaby.com/cd/kecobrand... Desejamos a Todos no próximo ciclo os melhores presentes que o Ser Humano pode ter: Valores, Virtudes e Sabedoria, começando pela Prudência. Quem quiser ver o poema inteiro por escrito visite luciahga.blogspot.com , blog de poesias filosóficas da Profª Lúcia Helena Galvão. Poesia Prudência da Profa Lúcia Helena Galvão, interpretada pela estrela Zizi Possi e melodia composta pelo talentoso Keco Brandão. https://www.youtube.com/watch?v=KVGjM... PRUDÊNCIA Lúcia Helena Maya Domina a fúria que impulsiona a insensatez no tom de tua voz Refreia o ímpeto e a inconsciência da expressão dura, do olhar atroz. Tempera a voz em tua voz interna banhada em águas do coração Deixa que surja, purificada, melodiosa como canção. Lembra do mestre, em tempo remoto, coração reto qual labareda, que, com leveza, tocava o solo, andando sobre um papel de seda. Não deixa marca que fragmente, ou que divida, qual alameda. Cultiva o prado de teu caminho pisando leve o papel de seda. Não busque o solo que te sustente, a base falsa que arremeda uma verdade que não existe, que dilacera o papel de seda. Preso ao celeste, vê que flutuas, livre do peso, pelo espaço. Passos de seda, mostram que a tua é uma vontade forjada em aço. Nova Acrópole é uma organização filosófica presente em mais de 50 países desde 1957, e tem por objetivo desenvolver em cada ser humano aquilo que tem de melhor, por meio da Filosofia, da Cultura e do Voluntariado.
Neste Podcast: Os nerds contam como trabalhar a várias mãos, o que pode render alguns livros e até mesmo um site para conquistar o mundo! ARTE DA VITRINE: Ciro Sollero Nerdcast Empreendedor Nerdcast Empreendedor 18 - http://bit.ly/28SMSYg Promoção Nerdstore Livro Ozob: Volume 01, Protocolo Molotov com Frete Grátis para todo o Brasil e autografado pelo Azaghal!!! Clique no link e compre agora: http://bit.ly/28UG25Q *Promoção válida até dia 26/06/2016. Porta dos Fundos - Contrato Vitalício Estreia dia 30 de junho, em todo país! Acesse: http://www.contratovitalicio.com.br Evento Cozinha de Jack Dia 25/06 - Sábado na Barcearia A Barcearia fica na Alameda dos Anapurus, 1469, em Moema, São Paulo. E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br
Neste Podcast: Os nerds contam como trabalhar a várias mãos, o que pode render alguns livros e até mesmo um site para conquistar o mundo! ARTE DA VITRINE: Ciro Sollero Nerdcast Empreendedor Nerdcast Empreendedor 18 - http://bit.ly/28SMSYg Promoção Nerdstore Livro Ozob: Volume 01, Protocolo Molotov com Frete Grátis para todo o Brasil e autografado pelo Azaghal!!! Clique no link e compre agora: http://bit.ly/28UG25Q *Promoção válida até dia 26/06/2016. Porta dos Fundos - Contrato Vitalício Estreia dia 30 de junho, em todo país! Acesse: http://www.contratovitalicio.com.br Evento Cozinha de Jack Dia 25/06 - Sábado na Barcearia A Barcearia fica na Alameda dos Anapurus, 1469, em Moema, São Paulo. E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br