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Segundo capítulo: Desde 1948, las emisiones al extranjero de Radio Praga se convirtieron en una herramienta de propaganda comunista, lo que se mantuvo hasta la Revolución de Noviembre de 1989.
Aceitar gasolina, dinheiro, cesta básica ou PIX em troca do voto é crime? Presos e pessoas analfabetas podem votar? Posso usar camiseta, adesivo, bandeira ou broche de um candidato quando for votar? Se eu presenciar compra de votos ou outra irregularidade eleitoral, como e onde posso denunciar?Essas perguntas de eleitores catarinenses foram respondidas por Promotores de Justiça no episódio do podcast Momento MP sobre as eleições. Mediada pelas jornalistas do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) Silvia Pinter Pereira e Clarissa Battistella Cervieri, a conversa teve participação do Coordenador do Centro de Moralidade Administrativa (CMA) e do Núcleo de Apoio Eleitoral (NAE), Promotor de Justiça Márcio Vieira, e da Promotora de Justiça Cristina Naços, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Justiça de Indaial e Promotora Eleitoral da 15ª Zona Eleitoral Catarinense.Ouça!#MPSC #eleições #podcast
Segundo capítulo: Desde 1948, las emisiones al extranjero de Radio Praga se convirtieron en una herramienta de propaganda comunista, lo que se mantuvo hasta la Revolución de Noviembre de 1989.
Inmediatamente después del fin de la Segunda Guerra Mundial, se reanudaron las emisiones al exterior de Radio Praga. Al principio, en los principales idiomas y en checo para los checoslovacos en el extranjero. Así, durante un breve periodo de tiempo, una Checoslovaquia libre volvió a emitir su voz al mundo. A principios de 1947, Radio Praga llegaba a todo el planeta en 18 idiomas. Si antes de la guerra la música había predominado en las emisiones, ahora la palabra era la protagonista. Pero poco después, las emisiones al extranjero se convirtieron en una herramienta de propaganda comunista, lo que se mantuvo hasta la Revolución de Noviembre de 1989.
Luis Herrero entrevista a César Cervera, divulgador histórico y periodista de ABC.
En este episodio abordamos las historias de cuatro familias que llevan quince meses buscando respuestas, reconstruimos qué se sabe sobre su paradero y explicamos por qué Human Rights Watch sostiene que estos casos podrían constituir desapariciones forzadas y detenciones arbitrarias.El Tribunal Supremo Electoral llega a las elecciones de 2027 con una nueva estructura de poder y bajo los primeros cuestionamientos a sus decisiones. Además, revisamos la acusación contra tres empleados de una empresa salvadoreña señalados de reclutar a decenas de personas para enviarlas al conflicto armado en la República Democrática del Congo. El Resumen es un podcast original de El Faro Audio. Apoya nuestro periodismo independiente ingresando a apoya.elfaro.net. Suscríbete a nuestro boletín semanal para recibir todas nuestras publicaciones. Únete a nuestro canal de WhatsApp para actualizaciones diarias de periodistas del equipo. Síguenos en Facebook, TikTok, Instagram y X.Este episodio fue grabado el viernes 10 de julio de 2026.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JEREMIAS 38:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 34–35; ATOS 15:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Dois trabalhadores de uma fábrica de doces caíram em um grande tonel de chocolate. Isso pode parecer o início de uma piada, e talvez até uma situação agradável para os amantes de chocolate! Mas os homens, embora ilesos, estavam presos até a cintura e não conseguiam sair. Os bombeiros abriram um buraco na lateral do tonel para retirá-los em segurança. Quando Jeremias se viu no fundo de uma cisterna cheia de lama, a história foi tudo, menos doce. Como mensageiro ao povo de Deus em Jerusalém, ele proclamou a urgência de que deixas sem a cidade pois em breve ela seria “entregue ao exército do rei da Babilônia” (JEREMIAS 38:3). Alguns dos oficiais do rei Zedequias exigiram que Jeremias fosse morto pois alegavam que as suas palavras desanimariam “os poucos soldados que [restavam]” (v.4). O rei consentiu e eles “o baixaram por meio de cordas para dentro de um poço vazio”, onde ele atolou na lama (v.6). Quando outro oficial do rei, um etíope, defendeu Jeremias, dizendo que os outros “fizeram muito mal”, Zedequias percebeu que havia cometido um erro e ordenou que Ebede-Meleque tirasse Jeremias “do poço” (vv.9-10). Como Jeremias, mesmo ao fazermos o certo, às vezes, podemos nos sentir presos na lama. Peçamos a Deus que fortaleça nosso espírito enquanto esperamos por Sua ajuda nos problemas que enfrentamos. Por: KIRSTEN HOLMBERG
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: A polícia prendeu três suspeitos que faziam transporte pirata de passageiros no Aeroporto Internacional de São Paulo. Segundo as investigações, os principais alvos da quadrilha são idosos, turistas e estrangeiros. E ainda: Policial militar é preso por suspeita de lavagem de dinheiro em Bangu, no Rio de Janeiro.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Os três instrutores presos por envolvimento na morte de uma jovem durante um salto, sem corda, no interior de São Paulo podem pegar até 20 anos de prisão. Eles não conseguiram explicar para a polícia quem errou no procedimento de segurança. Luis Felipe Feliciano disse que era dele e de Maicon Fernandes Cintra a responsabilidade de colocar a corda de segurança nos clientes, mas que no dia do acidente não se lembra quem era o responsável por prender a jovem ao equipamento. E ainda: Delegado aponta falha humana em acidente com helicópteros que matou seis no Rio.
El Salvador se mantiene como el país con la tasa de encarcelamiento más alta del mundo. Un cálculo de La Prensa Gráfica estima que hasta mayo de 2026 había 123,838 personas en prisión, equivalentes a 2,053 reclusos por cada 100 mil habitantes. Sin embargo, la magnitud y las condiciones de esta población carcelaria permanecen en la opacidad: la información penitenciaria está bajo reserva, lo que impide conocer datos básicos sobre las personas detenidas y dificulta el control judicial. Mientras el Gobierno destaca programas de rehabilitación, investigaciones periodísticas han documentado denuncias de abusos, torturas, muertes bajo custodia y redes de corrupción dentro de las cárceles.También abordamos el llamado de la ONU para la liberación inmediata del exalcalde de San Salvador, Ernesto Muyshondt, al concluir que su detención desde 2021 vulnera normas internacionales de derechos humanos. El organismo señaló la falta de una base legal suficiente para justificar su captura, posibles irregularidades en el proceso y una “detención en cadena” que habría prolongado indebidamente su encarcelamiento. Muyshondt, quien en el pasado fue aliado político de Nayib Bukele antes de distanciarse de él, cumple condenas por distintos delitos mientras enfrenta otros procesos judiciales.Además, analizamos el caso del abogado constitucionalista Enrique Anaya, quien cumplió un año en prisión. Organizaciones internacionales han expresado preocupación por presuntas vulneraciones a sus derechos, entre ellas restricciones para comunicarse con sus abogados y familiares. Anaya ha sido una de las voces más críticas del gobierno de Bukele: cuestionó la destitución de magistrados, la reelección presidencial y ha denunciado violaciones a los derechos humanos durante el régimen de excepción.Y en la Nota de Centroamérica hablamos de Guatemala, donde la Fiscalía retiró los cargos contra el periodista Alexander Valdéz y otros comunicadores vinculados a elPeriódico. Organizaciones defensoras de la libertad de prensa consideran esta decisión una señal de cambio tras años de persecución judicial contra periodistas, jueces y activistas. El Resumen es un podcast original de El Faro Audio. Apoya nuestro periodismo independiente ingresando a apoya.elfaro.net. Suscríbete a nuestro boletín semanal para recibir todas nuestras publicaciones. Únete a nuestro canal de WhatsApp para actualizaciones diarias de periodistas del equipo. Síguenos en Facebook, TikTok, Instagram y X.Este episodio fue grabado el viernes 12 de junio de 2026.
O Ministério Público de São Paulo prendeu nesta terça-feira três suspeitos de ajudarem o PCC a planejar a morte de um promotor. Foram presos um chefe de investigadores da Polícia Civil, um ex-policial civil e um ex-estagiário do próprio MP suspeitos de serem infiltrados do PCC. Segundo as investigações, eles também fariam parte de um esquema para extorquir dinheiro de investigados.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Este domingo, en el estado venezolano de Barinas, lugar de origen del expresidente Hugo Chávez, centenares de detenidos ocuparon el techo de una prisión en protesta por supuestas torturas y malas condiciones carcelarias. Las imágenes que han circulado en redes sociales del Internado Judicial de Barinas (Injuba) muestran las duras protestas de este domingo en el centro penitenciario, con reos quemando colchonetas, con las caras cubiertas y pancartas leyendo "SOS" y "Nos torturan". ¿Qué piden presos y familiares? Acto seguido, la movilización de familiares intentaba impedir el acceso de la Guardia Nacional al centro penitenciario. Familiares de los detenidos también dijeron que la revuelta dejó heridos por armas de fuego. En respuesta a esta protesta de los presos contra supuestos malos tratos, la prisión habría desalojado al menos a un centenar de detenidas trasladándolas a otros centros lejanos. Humberto Prado, director de la ONG Observatorio Venezolano de Prisiones, nos explica cuáles son las peticiones de los familiares: “El gran reclamo de los familiares y de la población reclusa viene siendo que ellos quieren sus traslados a sus penales de origen, que les dejen ingresar la paquetería [la alimentación que envía la familia], la asistencia médica que es nula, lo que tiene que ver con la alimentación interna en el establecimiento. Y quinto, que se instalen nuevamente las mesas técnicas que tienen que ver los otorgamientos de medidas alternativas, de cumplimiento de pena”. Apertura de una investigación La Defensoría del Pueblo anunció este lunes su mediación en el Internado Judicial de Barinas, acudiendo a las instalaciones, para lograr una solución. La Fiscalía General de Venezuela también anunció la apertura de una investigación penal sobre esta protesta: en un comunicado, el Ministerio Público indicó que la fiscal superior de Barinas y dos funcionarios de la Dirección General de Protección de Derechos Humanos se presentaron en la cárcel para contribuir a la resolución pacífica del conflicto. Humberto Prado denuncia que esta es una respuesta habitual de la Fiscalía: “El Ministerio Público se caracteriza simplemente por emitir comunicados. Lo hizo con la masacre de Yare, lo hizo con el caso del señor Quero Navas, una persona que habían detenido, lo desaparecieron, la madre estuvo más de un mes buscándolo por 21 cárceles”, dice. Según los testimonios de la ONG, la protesta en Barinas se saldó con diversos disparos contra los presos por parte de las autoridades. Venezuela ha vivido otros episodios recientes de revueltas en las prisiones. En abril, el gobierno confirmó la muerte de cinco personas durante un motín en la prisión de alta seguridad de Yare III. El gobierno de Delcy Rodríguez prosigue con una excarcelación de presos políticos tras la amnistía de febrero. Diversas ONG sin embargo la critican por ser insuficiente.
Este domingo, en el estado venezolano de Barinas, lugar de origen del expresidente Hugo Chávez, centenares de detenidos ocuparon el techo de una prisión en protesta por supuestas torturas y malas condiciones carcelarias. Las imágenes que han circulado en redes sociales del Internado Judicial de Barinas (Injuba) muestran las duras protestas de este domingo en el centro penitenciario, con reos quemando colchonetas, con las caras cubiertas y pancartas leyendo "SOS" y "Nos torturan". ¿Qué piden presos y familiares? Acto seguido, la movilización de familiares intentaba impedir el acceso de la Guardia Nacional al centro penitenciario. Familiares de los detenidos también dijeron que la revuelta dejó heridos por armas de fuego. En respuesta a esta protesta de los presos contra supuestos malos tratos, la prisión habría desalojado al menos a un centenar de detenidas trasladándolas a otros centros lejanos. Humberto Prado, director de la ONG Observatorio Venezolano de Prisiones, nos explica cuáles son las peticiones de los familiares: “El gran reclamo de los familiares y de la población reclusa viene siendo que ellos quieren sus traslados a sus penales de origen, que les dejen ingresar la paquetería [la alimentación que envía la familia], la asistencia médica que es nula, lo que tiene que ver con la alimentación interna en el establecimiento. Y quinto, que se instalen nuevamente las mesas técnicas que tienen que ver los otorgamientos de medidas alternativas, de cumplimiento de pena”. Apertura de una investigación La Defensoría del Pueblo anunció este lunes su mediación en el Internado Judicial de Barinas, acudiendo a las instalaciones, para lograr una solución. La Fiscalía General de Venezuela también anunció la apertura de una investigación penal sobre esta protesta: en un comunicado, el Ministerio Público indicó que la fiscal superior de Barinas y dos funcionarios de la Dirección General de Protección de Derechos Humanos se presentaron en la cárcel para contribuir a la resolución pacífica del conflicto. Humberto Prado denuncia que esta es una respuesta habitual de la Fiscalía: “El Ministerio Público se caracteriza simplemente por emitir comunicados. Lo hizo con la masacre de Yare, lo hizo con el caso del señor Quero Navas, una persona que habían detenido, lo desaparecieron, la madre estuvo más de un mes buscándolo por 21 cárceles”, dice. Según los testimonios de la ONG, la protesta en Barinas se saldó con diversos disparos contra los presos por parte de las autoridades. Venezuela ha vivido otros episodios recientes de revueltas en las prisiones. En abril, el gobierno confirmó la muerte de cinco personas durante un motín en la prisión de alta seguridad de Yare III. El gobierno de Delcy Rodríguez prosigue con una excarcelación de presos políticos tras la amnistía de febrero. Diversas ONG sin embargo la critican por ser insuficiente.
Boletín 20/05/26: El presidente del Parlamento en Venezuela, Jorge Rodríguez, hizo el anuncio de la liberación en el marco de una ley de amnistía promulgada por la mandataria Delcy Rodríguez. Escucha esta y otras noticias del día.
La muerte de Carmen Teresa Navas, ocurrida días después de confirmarse el fallecimiento bajo custodia de su hijo Víctor Hugo Quero, ha generado conmoción y nuevas denuncias sobre desapariciones forzadas y presuntas violaciones de derechos humanos en Venezuela.
Gerardo Mérida y Enrique Díaz se entregaron voluntariamente a la justicia estadunidense.
El primer ministro de Israel afirma haber ordenado emprender acciones legales a raíz de un artículo que alegaba que funcionarios de seguridad israelíes violaron a detenidos palestinos.
Luís Tomé alerta que os EUA e o Irão estão num impasse perigoso. Para o especialista, ambas as partes preferem a força militar a fazer concessões diplomáticas reais. Ainda a divisão interna no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de 42 dias de angústia, o sumiço de Daiane Alves Souza, corretora que desapareceu no subsolo do próprio prédio, ganhou um desfecho sombrio: ela foi friamente assassinada pelo síndico do condomínio, tendo o corpo descartado e abandonado em segredo. Crime planejado? Sinais ignorados? Assista ao IC News e entenda as revelações do mistério que parou o país.#investigacaocriminal #crimesreais #casosreais Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
En el PPP Extra de hoy:• Un explosivo reportaje de ProPublica levanta preguntas serias sobre alegadas conexiones entre política, crimen y elecciones en Puerto Rico.• Seguimos atando cabos sobre el magnate de tecnología y los relojes, incluyendo cómo se estructuraron sus contratos y quiénes lo sostienen.• Y cerramos con lo que viene en el SME 2026, uno de los eventos más importantes de publicidad y creatividad en la isla junto al publicista Edgardo Jiménez.En el chit chat:Despedimos a Piculín.
Ministro da Fazenda diz que orçamento federal australiano vai focar na contenção de gastos após Banco Central elevar taxa de juros. Papa Leão 14 condena destino de bilhões de dólares à indústria armamentista após crítica de Donald Trump a ele. Espanha vai receber navio com possível surto de hantavírus com sete casos identificados. Governo brasileiro anuncia passaportes 50% mais baratos para brasileiros no exterior.
Clausuran laboratorio clandestino en Zapopan Controlan incendios forestales en el EdomexConvocan protestas globales en apoyo a presos políticos en VenezuelaMás información en nuestro podcast#grc
Os dois agentes da PSP acusados de dezenas de crimes de abuso de poder, tortura e, num dos casos, violação, negaram todos os factos que lhes são imputados pela acusação e tentaram evitar ser julgados. Mas a juíza Carla Susana Marques desvalorizou por completo a versão dos polícias e entende que há “sérias probabilidades” de virem a ser “condenados” em tribunal. Neste episódio conversamos com os dois jornalistas do Expresso que fazem a cobertura noticiosa da segurança interna e da justiça, Hugo Franco e Rui Gustavo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Fred Murta, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Confira no Morning Show desta sexta-feira (24): Horas após a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decretar a liberdade de MC Ryan SP, Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, o dono da página Choquei, a Justiça manteve as respectivas prisões. Outros 36 investigados também permanecerão presos. As prisões ocorreram no âmbito da Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal (PF). Repórter: David de Tarso. O Conselho Federal da OAB oficializou a criação de uma comissão de juristas para liderar o debate sobre a reforma do Poder Judiciário. A instituição busca definir limites para decisões unilaterais. Entre as prioridades do grupo estão a revisão do sistema de custas, a digitalização integral dos processos e a criação de mecanismos que impeçam o represamento de ações por tempo indeterminado. O ex-governador de Minas Gerais, e pré-candidato à presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou que é diferente de Flávio Bolsonaro (PL) por não buscar benefícios próprios. A declaração foi dada durante entrevista para a Rede TV!, nesta quinta-feira (24). Zema é um dos nomes cotados para ser vice do liberal. O pré-candidato à Presidência da República, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu Romeu Zema (Novo) e afirmou que há excessos do Supremo Tribunal Federal (STF) ao incluí-lo no inquérito das fake news. Segundo Caiado, a decisão do ministro Gilmar Mendes extrapola as funções da Suprema Corte. Um funcionário do governo dos Estados Unidos que atuava no Brasil decidiu deixar o país na quinta-feira (23) após decisão do Ministério das Relações Exteriores de adotar o princípio da reciprocidade em relação a determinações do presidente dos EUA, Donald Trump, e convidá-lo a se retirar do Brasil. Michael Myers atuava em cooperação com a Polícia Federal (PF) desde 2024. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou o hospital Sírio Libanês, na manhã desta sexta-feira (24), após passar por procedimentos médicos. O chefe do Executivo brasileiro fez cauterização na cabeça e infiltração no punho. Repórter: Danúbia Braga. A atriz Analu Pimenta interpreta Tina Turner em um musical que conta a história da artista americana. Em cartaz no Teatro Santander, no Shopping JK, em São Paulo, até o dia 12 de julho, “Tina Turner, o musical” já foi indicado a 12 Tony Awards. O conselheiro de Donald Trump, Paolo Zampolli, afirmou que as mulheres brasileiras “são programadas para causar confusão”, em entrevista para uma rádio italiana. Ele foi casado com a brasileira Amanda Hungaro por quase 20 anos e tem um filho de 15. A guarda está sendo disputada nos tribunais americanos. Além disso, ele xingou as brasileiras chamando de “raça maldita”. A senadora Soraya Thronicke (PSB) utilizou suas redes sociais, na última quarta-feira (22), para disparar duras críticas ao Frei Gilson, após a circulação de um vídeo em que o religioso fala sobre o papel da mulher no casamento. Ela afirma que o religioso afirmou que a mulher nasceu para auxiliar o homem. Além disso, Soraya chamou Frei Gilson de “falso profeta”. O ator Juliano Cazarré, de 45 anos, foi alvo de duras críticas após lançar um curso visando fortalecer a masculinidade. O curso do artista promete a formação de um “novo homem”. O público reagiu nas redes sociais e disparou contra Cazarré. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Flow News #040
É a polémica histórica do momento: quantos presos políticos havia, afinal, antes do 25 de Abril e depois do 25 de Abril? Procuramos responder a essa questão sem paixões e com os dados disponíveisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
HOJE TEREMOS MAIS UM FALA GLAUBER REACT, #031QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Durante su estancia en Bogotá, Dávila busca visibilizar la precaria situación de los derechos humanos en su país y denunciar que, a pesar de las promesas de normalización del régimen, aún persisten más de 470 presos políticos bajo condiciones inhumanas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
#gobierno #ejecutivo #tribunal Mientras el Tribunal Supremo descarta ver en sus méritos el caso de las credenciales de prensa para asistir a las conferencias de prensa de La Fortaleza, el secretario de Hacienda parece incumplir con la orden de un Tribunal para que entregue información de planillas de un contratista de gobierno. | UPR, está cucando el rector de Mayagüez y la Presidenta, Zayira Jordán. | La insistencia de Tommy de hablar de la comunidad Transgénero. ¡Conéctate, comenta y comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #periodismoinvestigativo Síguenos en nuestras redes sociales: tiktok.com: https://x.com/Bonita_Radio Facebook: / bonitaradio Instagram: / bonitaradio X: https://x.com/Bonita_Radio
El debate sobre las cartas de arrepentimiento de presos de ETA y la flexibilización penitenciaria reabre interrogantes sobre la reinserción, el respeto a las víctimas y la necesidad de explicar con claridad un proceso especialmente delicado
"El súbito arrepentimiento de los miembros de ETA"; hablamos con la magistrada Inés Soria, con Isabel León, la Directora regional de Contenidos de la Cadena SER Euskadi, y Pablo Ordaz, periodista de El País que cubrió en conflicto vasco. En Revolucionarios hablamos con Alex Segura y Carlos Conde, Revolucionarios, CEO y Responsable de Operaciones respectivamente en “Dapibus”. Isaías Lafuente explica la palabra "perdón".
#gobierno #ejecutivo #tribunal Mientras el Tribunal Supremo descarta ver en sus méritos el caso de las credenciales de prensa para asistir a las conferencias de prensa de La Fortaleza, el secretario de Hacienda parece incumplir con la orden de un Tribunal para que entregue información de planillas de un contratista de gobierno. | UPR, está cucando el rector de Mayagüez y la Presidenta, Zayira Jordán. | La insistencia de Tommy de hablar de la comunidad Transgénero. ¡Conéctate, comenta y comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #periodismoinvestigativo Síguenos en nuestras redes sociales: tiktok.com: https://x.com/Bonita_Radio Facebook: / bonitaradio Instagram: / bonitaradio X: https://x.com/Bonita_Radio
Hoy conversamos con Mario Penton de Martí Noticias sobre los temas más delicados que rodean a Cuba. Desde reportes que apuntan a posibles preparativos militares por parte de Pentágono, hasta la creciente preocupación por una escalada en la región. También analizamos las decisiones de Donald Trump frente a la dictadura, incluyendo críticas por permitir buques rusos con crudo, y el impacto real de estas políticas. Además, abordamos casos que han generado indignación: el joven detenido tras las protestas del 13 de marzo en Morón y la situación de Alexander Díaz Rodríguez, cuya imagen al salir de prisión ha causado conmoción, mientras Miguel Díaz-Canel insiste en que no existen presos políticos en la isla. Un análisis fuerte, directo y sin filtros sobre la realidad cubanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Santiago González comenta cómo El País ha blanqueado a etarras y comentarios de tonnntos patrios.
El anuncio de la excarcelación de unos 2.000 presos comunes por parte del Gobierno cubano abre la esperanza para liberar a miles de presos políticos cuya salida reclaman Washington y organizaciones internacionales. Le preguntamos sobre este tema a Manuel Cuesta, presidente del Consejo para la Transición Democrática en Cuba. RFI: ¿Puede ser esta la señal que reclamaba Donald Trump para rebajar la asfixia petrolera impuesta hace tres meses en la isla? Manuel Cuesta: Yo creo que busca enviar ese mensaje a Estados Unidos, y eso puede ser resultado de algún punto en esa negociación que desconocemos en su contenido. Pero de hecho, los Estados Unidos ya aligeraron la presión, sobre todo en términos de la asfixia, permitiendo que entraran barcos petroleros. En esa señal creo que va indicada esta liberación de los presos políticos. Que es desafortunada, porque lo que nosotros pretendemos es que haya una amnistía general y una despenalización del ejercicio de los derechos, para cerrar el ciclo de esa puerta giratoria que entran unos y salen otros y así nos mantenemos a lo largo de todos esos años. RFI: ¿Cree que en los próximos días se podrían realizar las reclamadas liberaciones de presos políticos que formarían parte del primer indulto castrista? Manuel Cuesta: Yo creo que sí. Yo creo que la movida del Gobierno va en la dirección de proteger su discurso y su imagen. Ellos no reconocen el presidio político en Cuba, por lo tanto no iban a estar liberando inmediata y primeramente a presos políticos, aunque semanas atrás había ocurrido una liberación de 51 personas entre las cuales ya había presos políticos. Pero yo creo que en las próximas semanas sí podemos ver que se van a ir liberando algunos otros presos políticos, de los que están en las listas de los grupos de derechos humanos, de la sociedad civil, de lo que está pidiendo la comunidad internacional. RFI: ¿De cuántos estaríamos hablando? Manuel Cuesta: Bueno, en prisión siempre las estadísticas según la organización oscilan, porque no todos manejan los mismos criterios, pero se cuentan entre 800 y 1.200 presos políticos. Y esperemos que el Gobierno empiece por el 11 J, una mayoría de jóvenes que salieron a ejercer sus derechos y punto. No son los presos más emblemáticos, el Gobierno desafortunadamente creo que va a manejar en un esquema usual y habitual para el gobierno de negociación, pero esperemos que empiecen esas liberaciones en las próximas semanas. Por el momento el régimen cubano no ha dado detalles específicos sobre estas excarcelaciones, aunque dejó entrever que se trata de un gesto humanitario por las celebraciones religiosas de Semana Santa. Queda por saber si están relacionadas con las negociaciones en curso entre Cuba y Estados Unidos.
Organização Marítima Internacional, OMI, apelou aos governos para que reconheçam papel dos trabalhadores essenciais para o comércio global; fechamento do Estreito de Ormuz impede passagem livre desses profissionais; 20% do suprimento global de petróleo e gás trafegam por ali.
Me uno a un grupo de internos del centro penitenciario de Morón que ha hecho una salida a la calle para hablar del espacio seguro que tienen y de cómo se vive ser del colectivo LGTBI en un lugar como la prisión.Escuchar audio
La ONG Foro Penal contabiliza hoy en Venezuela 503 presos políticos, a pesar del proceso de amnistía actual, calificado por algunas ONGes de "insuficiente y excluyente". Alfredo Romero, presidente de Foro Penal, cuestiona en esta entrevista con RFI el hecho de que el gobierno venezolano no reconozca la existencia de presos políticos. La ONG Foro Penal contabiliza hoy en Venezuela 503 presos políticos, de los cuales 44 son extranjeros o ciudadanos con doble nacionalidad. Según el balance hay 452 hombres y 51 mujeres; 315 civiles y 188 militares. Desde la captura de Nicolás Maduro el 3 de enero de 2026, de acuerdo con la misma organización, han sido excarcelados también al menos 673 presos políticos, con liberaciones iniciadas el 8 de enero. Esta cifra incluye liberaciones verificadas tanto antes como después de la aprobación de la ley de amnistía en febrero, con al menos 166 directamente atribuibles a esta normativa, y abarca civiles, militares y personas de nacionalidad extranjera (como colombianos, chilenos y españoles, entre otros). Mientras continúa el proceso de amnistía en Venezuela, impulsado por la presidenta interina Delcy Rodríguez, diversas ONG denuncian que cientos de personas siguen privadas de libertad por motivos políticos, ya que esta ley no se aplica de forma automática. El caso de Javier Tarazona, director de FundaREDES —una ONG que denuncia violaciones de derechos humanos en zonas fronterizas— ilustra esta situación. Tarazona fue detenido en 2021 junto a su hermano, Rafael Tarazona, y el abogado Omar de Dios García, acusados de terrorismo, traición a la patria e incitación al odio. Los tres obtuvieron libertad condicional en febrero de 2026, tras más de cuatro años en prisión, pero su proceso judicial continúa abierto con medidas cautelares, como presentaciones periódicas. Tarazona denunció la víspera que un tribunal de Caracas rechazó su solicitud de amnistía —es decir, el sobreseimiento total del caso— al considerar que los cargos no están cubiertos por la ley aprobada en febrero por el Parlamento. Una decisión que no sorprende a Alfredo Romero, presidente de Foro Penal, entrevistado por RFI. "Lamentablemente, los tribunales, de forma discrecional, niegan u otorgan la amnistía sin justificar específicamente por qué. Eso ha caracterizado las decisiones habituales. No existe una motivación concreta. Incluso ha habido casos que, a pesar de poder beneficiarse de la amnistía, no la otorgan; y otros en los que la persona no está claramente incluida, pero sí se le concede. Esa ha sido la fórmula que han utilizado", explica Romero. El gobierno venezolano no reconoce "presos políticos" Para el jurista, la ley es "excluyente" y el problema de fondo es que el Gobierno "no reconoce la existencia de presos políticos", lo cual representa, para él, un obstáculo mayor. "Hasta que no haya un reconocimiento de los presos políticos y una voluntad real de cambio y de desmantelamiento del sistema represivo, aunque se llame 'amnistía', no se va a lograr la liberación de todos ellos. Foro Penal verifica y registra presos políticos, pero el Gobierno dice que no existen. Por eso nos preguntamos qué criterio usan para liberar personas si no son presos políticos", apunta. Romero considera que la norma presenta obstáculos estructurales. "Es importante notar que esta amnistía no está pensada para la víctima. No fue hecha ni redactada para beneficiarla. El propio gobierno ha establecido que las personas a las que se les otorga han estado vinculadas a supuestos delitos y que la amnistía constituye una especie de olvido, pero sin excluir la idea de que esas personas habrían cometido delitos. Eso quiere decir que el problema sigue", afirma. Otras ONG, como Justicia, Encuentro y Perdón, califican la amnistía como un "espejismo jurídico que busca legitimidad internacional para el Gobierno, lejos de una justicia y reparación reales".
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