Podcasts about escuta

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Latest podcast episodes about escuta

Olho Vivo
[ÁUDIO] Escuta Aqui | 11/06/2026 - Alunos do quinto ano da Escola de Educação Básica IDEAU Santa Clara visitam Rádio Sideral e divulgam Mostra Científica e Festa Junina

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 11:21


Estudantes do 5.º ano A e 5.º ano B da Escola de Educação Básica do Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai (IDEAU) - Santa Clara visitaram os estúdios da Rádio Sideral, em entrevista nesta quinta-feira, 11 de junho. A atividade, acompanhada pelo diretor, Ivonei Grolli, teve como objetivo apresentar a programação da Iniciação Científica Júnior e convidar os ouvintes para a tradicional Festa Junina da instituição.

Arco43
O X Questão #134 - Por que a infância precisa de tempo, espaço e escuta?

Arco43

Play Episode Listen Later May 29, 2026 8:44


A infância ainda tem espaço para acontecer dentro da escola? Neste episódio do X da Questão, Marcos Keller reflete sobre a importância do brincar, da escuta e do tempo na experiência das crianças, em um cotidiano cada vez mais acelerado, preenchido e orientado por desempenho. Ao longo da conversa, o episódio discute como o brincar participa da aprendizagem, o que os espaços escolares revelam sobre a infância e por que escutar as crianças vai muito além das palavras.  

Tissue Online
Toscotec posiciona Tissue Planet como espaço de escuta da indústria e antecipa movimentos globais do tissue

Tissue Online

Play Episode Listen Later May 28, 2026 11:12


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UFOP CAST
INFONUTRI - Ep. 20:Por que as vitaminas são tão importantes?

UFOP CAST

Play Episode Listen Later May 19, 2026 3:00


Você já parou para pensar que as grandes transformações do seu corpo dependem de"pequenas" ajudantes? No episódio de hoje, mergulhamos no mundo dos micronutrientespara entender por que as vitaminas são peças fundamentais para nossa sobrevivência.Ficha TécnicaTexto: Angela BonutiRevisão Técnica: Sônia Maria de FigueiredoProdução: Projeto de Extensão Saúde na Escuta e Rádio UFOP

Olho Vivo
Escuta Aqui | 18/05/2026 - Guaíba conquista o bicampeonato municipal de futebol e Setor de Esportes projeta novas competições em Getúlio Vargas

Olho Vivo

Play Episode Listen Later May 19, 2026 18:59


Em entrevista à Rádio Sideral nesta segunda-feira (18 de maio), o responsável pelo Setor de Esportes de Getúlio Vargas, Lucas Saraiva, afirmou que o sucesso de público e a integração das comunidades marcaram a decisão do Campeonato Municipal de Futebol de Campo, realizada no último domingo. O Guaíba sagrou-se bicampeão ao reverter a vantagem do Guarani e vencer a partida de volta por 3 a 0 em Souza Ramos.O Guarani, que tinha uma campanha invicta até a final, havia vencido a primeira partida no Centro Esportivo Municipal (antigo Sesi) por 3 a 2 e jogava pelo empate. No entanto, o Guaíba conseguiu o resultado necessário para garantir a taça.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Zé Ibarra + Leo Minax - 14/05/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later May 14, 2026 58:53


En primicia tres temas del futuro disco de Leo Minax y La Ventolera, 'Escuta, sopra, vê', que contiene música de Leo grabada con sección de vientos ('Arquitetura', 'Pierrôt', 'Paçoca') y que aún no tiene fecha de publicación en el horizonte. Más canciones como 'Azul', 'Vagabundos', 'Canção de despertar', 'Teia' o 'Tempo de samba' de 'Con la mosca detrás de la oreja', primer disco de Leo (guitarra y voz) y Germán Kucich (piano) que ya tienen casi a punto el segundo. Y escuchamos a Zé Ibarra (Banda Dônica, Milton Nascimento, Bala Desejo) con 'Infinito em nós', 'Segredo', 'Transe' -de su disco 'Afim'-, 'Itamonte' -del disco 'Marquês 256'- y 'Baile de máscaras' de 'Live at Glasshaus'. Escuchar audio

Olho Vivo
Escuta Aqui | 11/05/2026 - O avanço da ansiedade: como o estilo de vida moderno transforma um alerta natural em adoecimento mental

Olho Vivo

Play Episode Listen Later May 11, 2026 30:55


Em entrevista ao programa Escuta Aqui, da Rádio Sideral, nesta segunda-feira (11 de maio), a psicóloga Jordana Calcing afirmou que o imediatismo imposto pela tecnologia está condicionando o cérebro humano a um estado de alerta constante, transformando a ansiedade natural em uma epidemia de adoecimento mental. Segundo a especialista, a necessidade de respostas instantâneas no cotidiano impede o relaxamento e adoece a população em diferentes faixas etárias.

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE
É POR ISSO QUE O DINHEIRO SOME

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE

Play Episode Listen Later May 11, 2026 47:17


Você ajuda todo mundo.Resolve problemas.Escuta dores.Se doa o tempo inteiro.Mas… por que sua vida continua vazia?Neste episódio do Ecotrimcast, Marcello Cotrim revela um dos maiores bloqueios emocionais da prosperidade: a incapacidade de receber.Você vai entender:• Por que a necessidade de “salvar os outros” destrói sua energia• A relação entre culpa, religião e autossabotagem• Como sua infância criou o arquétipo do salvador emocional• Por que pessoas que só doam acabam adoecendo• O impacto disso na prosperidade financeira• O que é retenção de libido e magnetismo pessoal• Como aprender a receber amor, apoio e prosperidade• Por que colocar limites aumenta sua energiaA verdade é dura:Você não está apenas ajudando.Você está se abandonando.E enquanto continuar fazendo isso…o dinheiro, a energia e a felicidade continuarão escapando pelos seus dedos.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/

Arauto Repórter UNISC
O melhor presente é a sua presença

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later May 5, 2026 2:34


Seu filho não quer um tablet.Ele quer você deitado no tapete da sala, fazendo voz de monstro.Sua filha não quer uma viagem para a Disney.Ela quer seu tempo no fim da tarde, para contar do desenho que fez na escola.A gente corre tanto…Trabalha, se preocupa, se estressa…E lá no fundo, acha que está fazendo tudo isso por eles.Mas, no fim das contas, o que fica mesmo é a lembrança daquele pai que sabia amarrar os cadarços com música engraçada.Daquela mãe que parava tudo pra olhar o pôr do sol junto.O tempo voa.E os filhos crescem num piscar de olhos.Então, hoje… desacelera.Abaixa o celular.Escuta.Abraça.Porque o que eles vão guardar de você…É justamente o que nenhuma foto consegue registrar:Seu cheiro, seu colo, sua gargalhada.Sua presença inteira ali, de verdade.O melhor presente é — e sempre será — estar presente.

Assunto Nosso
O melhor presente é a sua presença

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later May 5, 2026 2:34


Seu filho não quer um tablet.Ele quer você deitado no tapete da sala, fazendo voz de monstro.Sua filha não quer uma viagem para a Disney.Ela quer seu tempo no fim da tarde, para contar do desenho que fez na escola.A gente corre tanto…Trabalha, se preocupa, se estressa…E lá no fundo, acha que está fazendo tudo isso por eles.Mas, no fim das contas, o que fica mesmo é a lembrança daquele pai que sabia amarrar os cadarços com música engraçada.Daquela mãe que parava tudo pra olhar o pôr do sol junto.O tempo voa.E os filhos crescem num piscar de olhos.Então, hoje… desacelera.Abaixa o celular.Escuta.Abraça.Porque o que eles vão guardar de você…É justamente o que nenhuma foto consegue registrar:Seu cheiro, seu colo, sua gargalhada.Sua presença inteira ali, de verdade.O melhor presente é — e sempre será — estar presente.

Relacionamentos e Psicologia
Você se escuta ou se ignora?

Relacionamentos e Psicologia

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 0:32


Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:

Embolada
Embolada #402 - Como estão Náutico, Santa Cruz e Sport no Brasileiro?

Embolada

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 67:01


Os três grandes de Pernambuco seguem em suas missões no Campeonato Brasileiro e são tema do debate do podcast Embolada nesta edição. Náutico e Sport, na Série B, tentam entrar no G-6 da competição entre erros e acertos. E o Santa Cruz, na Série C, busca recuperação em meio a problemas extracampo. Escuta o papo com Cabral Neto, Camila Sousa e Lucas Holanda.

Barucast
O poder da escuta na cultura organizacional

Barucast

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 68:05


Cultura organizacional não se constrói com deck de apresentação. Ela vive nas histórias das pessoas, e na capacidade de ouvi-las de verdade.Mas o que acontece quando essa escuta é estruturada? Quando, em vez de dados e métricas, uma organização se olha através das experiências reais de quem faz parte dela?Nossos convidados da vez, Alexandre Simone e Lucas Galdino, criadores do Ter.a.pia e da produtora ta.nacasa, dedicam o trabalho deles a exatamente isso: conduzir histórias reais para revelar o que nem sempre é perceptível dentro das empresas, e ajudar pessoas, grupos e organizações a se (re)enxergarem.Nesse papo, a gente mergulha em:→ O que aparece nas escutas que nunca chega aos canais formais.→ Como uma experiência individual pode se tornar referência para toda uma organização.→ Por que temas como diversidade, equidade e pertencimento ganham outro peso quando vêm da voz de quem os viveu.→ Os cuidados necessários para conduzir histórias sensíveis sem expor ou simplificar quem as viveu.→ E o que ainda precisa ganhar mais espaço, e mais voz, dentro das empresas hoje.Uma conversa sobre escuta, cultura real e o que as histórias das pessoas têm a dizer sobre as organizações.Créditos:Roteiro e execução: Baruco Comunicação EstratégicaNa condução do episódio: Erika Baruco e Bruna CarvalhoEdição e sonorização: Leonardo Engelmann

Olho Vivo
Escuta Aqui | 27/04/2026 - Em entrevista, DCE da UNIDEAU detalha programação do seu 1.º Summit Acadêmico

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 8:56


A comunidade de Getúlio Vargas e região pode participar do 1.º Ideau Summit Acadêmico mediante compra de ingressos pelo Sympla. O evento, organizado pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes) do Centro Universitário Ideau, ocorre de 11 a 14 de maio, com atividades a partir das 19h30.Os ingressos estão disponíveis por noite ou no pacote completo por R$ 120. Alunos da instituição têm acesso a um valor promocional.

Olho Vivo
Escuta Aqui | 24/04/2026 - Com metade do prazo esgotado, três em cada quatro contribuintes de Getúlio Vargas ainda não declararam o IR 2026

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 32:39


Com metade do prazo já esgotado, três em cada quatro contribuintes de Getúlio Vargas ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda 2026. Dados da Receita Federal consultados durante entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, nesta sexta-feira (25), registravam 1.264 declarações entregues no município até as 14h30 — num universo de cerca de 4.500 esperadas, com base no total do ano passado. O prazo encerra em 29 de maio.O contador Maurício Falkoski, de Getúlio Vargas, concedeu a segunda entrevista ao Escuta Aqui sobre o tema. Nesta sexta, ele detalhou dificuldades técnicas já em curso e respondeu a dúvidas recorrentes de contribuintes.

Rádio PT
BOLETIM | PT incentiva diálogo e escuta atenta dos anseios da sociedade

Rádio PT

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 5:53


A motivação para uma maior proximidade com a população, para a defesa da democracia e enfrentamento ao facismo, bem como para mostrar o legado de realizações do governo Lula, norteou os discursos na abertura do 8° Congresso Nacional do PT em Brasília. 

Aprender francês/ intercâmbio
53 - Compreensão oral para TCF / DELF

Aprender francês/ intercâmbio

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 35:05


Hoje a gente vai treinar compreensão oral para provas como o TCF e o DELF — de forma prática, exatamente no estilo do exame. Nesses testes, você não precisa entender 100%.Você precisa entender o suficiente para responder corretamente, rápido.O que eles avaliam:* sua capacidade de identificar ideias principais* palavras-chave* intenções (opinião, informação, reclamação…)Dica essencial:Não tenta traduzir tudo. Escuta, capta o sentido geral e decide.1 - Excusez-moi, vous savez à quelle heure ferme le supermarché ?A. Elle demande un prixB. Elle demande une information ✅ C. Elle fait une plainte 2 - Je suis vraiment déçu par ce service, c'est inacceptable.A. SatisfactionB. Opinion positiveC. Réclamation ✅ 3 - On pourrait aller au cinéma ce soir, ça te dit ?”A. Une invitation ✅ B. Une obligationC. Une interdiction 4 - Le train à destination de Marseille partira avec 15 minutes de retard.”A. Le train est annuléB. Le train est en avanceC. Le train est retardé ✅  5 - Je pense que travailler de chez soi est plus efficace.”A. Une information neutreB. Une opinion ✅ C. Une question 6 -  Attention, le sol est mouillé.”A. Une suggestionB. Un avertissement ✅ C. Une invitation 7 - Tu dois finir ce travail avant demain.”A. Une obligation ✅ B. Une possibilitéC. Une préférence 8 - Finalement, on a décidé d'annuler le voyage.”A. Le voyage est confirméB. Le voyage est annulé ✅ C. Le voyage est reporté 9 - Il fait tellement froid aujourd'hui, je n'ai pas envie de sortir.”A. Il fait chaudB. Il aime sortirC. Il ne veut pas sortir ✅  10 - Merci beaucoup pour votre aide, ça m'a vraiment servi.”A. Une plainteB. Un remerciement ✅ C. Une critique 11 - Même si c'est difficile, il faut continuer à essayer.”A. AbandonnerB. Persévérer ✅ C. Attendre 12 - Je ne suis pas tout à fait d'accord avec cette idée.A. Accord totalB. Désaccord ✅ C. Indifférence13 - Contrairement à ce qu'on pourrait penser, cette solution n'est pas la plus efficace.”A. C'est la meilleure solutionB. Ce n'est pas la meilleure solution ✅ C. On ne sait pas14 - Il aurait pu réussir s'il avait travaillé davantage.A. Il a réussiB. Il n'a pas réussi ✅ C. On ne sait pas15 - Je me demande si ce projet est vraiment viable à long terme.A. Elle est certaineB. Elle doute ✅ C. Elle refuse16 - Ce n'est pas que je n'aime pas, mais je préfère autre chose.A. Elle détesteB. Elle aime totalementC. Elle nuance son opinion ✅ 17 -  D'après les derniers chiffres, la situation s'est nettement améliorée.A. La situation est pireB. La situation est meilleure ✅ C. Rien n'a changé18 - Il semblerait que les résultats aient été surestimés.A. Les résultats sont exactsB. Les résultats sont exagérés ✅ C. Les résultats sont inconnus19 -  À moins d'un changement majeur, le projet sera abandonné.A. Le projet continueB. Le projet sera abandonné ✅ C. Le projet est terminé20 - Autant dire que cette décision n'a pas fait l'unanimité.A. Tout le monde est d'accordB. Personne n'est d'accordC. Il y a des désaccords ✅ 21 - Il n'est pas exclu que les prix augmentent dans les prochains mois.A. Les prix vont baisserB. Les prix peuvent augmenter ✅ C. Les prix sont stables22 - Force est de constater que les efforts n'ont pas porté leurs fruits.A. Les efforts ont réussiB. Les efforts ont échoué ✅ C. Les efforts continuent23 - Bien qu'il soit compétent, il manque d'expérience.A. Il est incompétentB. Il est compétent mais limité ✅ C. Il est parfait24 - On dirait qu'il a changé d'avis au dernier moment.A. Il est sûrB. C'est une supposition ✅ C. C'est confirmé25 - Cette mesure vise à réduire les inégalités.A. AugmenterB. Réduire ✅ C. Ignorer------

BUN DA MIX SESSION
Batida Grincente

BUN DA MIX SESSION

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 2:11


LYRICS [INTRO - Climat sensuel] (Le beat commence très bas, une basse sourde) Hahnn... Hahnn... (Soupirs rythmés) Escuta... você sente isso? O grave tá chamando. Eu quero ver se você aguenta a batida. Chega mais perto... mais perto. [VERSO 1 - Provocação] O clima tá esquentando, eu não vou mentir. Com esse seu jeito, não dá pra fugir. Olha no meu olho, faz a pose agora. O mundo tá vendo, não joga fora. (Voz sussurrada) Hahnn... isso... [BUILD-UP - O Pedido] A batida tá subindo, o corpo tá pedindo. Eu quero sentir, eu tô insistindo. Olha pra câmera e diz o que quer... (Voz feminina clara) "Dá pra mim... me dá mais..." "Dá pra mim... me dá mais..." [DROP - O CHALLENGE EXPLOSIVO] VAI! (O beat quebra com tudo) Hahnn... (No kick) Hahnn... (No snare) Dá pra mim, me dá mais, não para nunca mais! Hahnn... (Kika!) Hahnn... (Trava!) [BREAK - Pose sexy] [REFRÃO REPETITIVO - Viral Mode] Dá pra mim, me dá mais pressão. Dá pra mim, no ritmo do tamborão. Desce devagar, sobe com vontade. Mostra pro Brasil a sua verdade. Hahnn... (Vai!) Hahnn... (Vem!) Como eu faço, ninguém faz igual a ninguém. [COUPLET 2 - Acting & Flow] Mão na nuca, desce até o chão. Faz aquela cara de provocação. O DJ acelerou, o coração bateu. Esse momento é seu, esse momento é meu. (Voz ofegante) Dá... dá... dá mais... [FINAL - OUTRO] Hahnn... Hahnn... Para. [BREAK FINAL - Silêncio total] Dá pra mim... (Sons de sifflet de Baile Funk pour finir) Tudo dominado. BAILE DANCE CHALLENGE Le moteur de vos prochains challenges. Plongez au cœur des favelas avec l'ultime collection de beats Baile Funk conçue exclusivement pour la nouvelle génération de danseurs. Que vous soyez adepte du Passinho, du Mandelão ou des chorégraphies explosives de TikTok, cet album est votre arsenal rythmique.

Rádio9deJulho
Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - Oração, Dialogo, Escuta e Discernimento - 22.04.2026

Rádio9deJulho

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 11:20


Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - Oração, Dialogo, Escuta e Discernimento - 22.04.2026

ERNANI FORNARI
"ESCUTA TERAPÊUTICA", uma terapia TRANSPESSOAL E SISTÊMICA

ERNANI FORNARI

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 58:59


Compartilhando a minha trajetria de 30 anos como terapeuta e professor, e como desenvolvi este mtodo teraputico.êé

Olho Vivo
Escuta Aqui | 16/04/2026 - Getúlio Vargas celebra Dia do Cônego Olejnik com entrega de obras em capela e distribuição de alimentos

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 18:47


A comunidade de Getúlio Vargas celebra, no próximo domingo (19), o Dia Municipal do Cônego Stanislau Olejnik. A data, instituída pela Lei Municipal n.º 6.142 de 2023, será marcada pela reinauguração parcial das obras de restauração da Capela São Maximiliano Maria Kolbe, no bairro Monte Claro. Em entrevista ao programa "Escuta Aqui", da Rádio Sideral, integrantes da Associação dos Devotos detalharam o cronograma e o impacto do legado do religioso na cidade.A programação oficial terá início às 9h com uma missa solene na capela, seguida pelo ato de entrega das reformas. Segundo Marlei Turski, integrante da diretoria da Associação, o objetivo central é resgatar e manter a herança deixada pelo religioso. "Assumimos o compromisso de preservar o patrimônio material e espiritual que o cônego edificou para nossa comunidade", afirmou Marlei, ressaltando que a capela apresentava sinais severos de deterioração após quase cinco décadas de construção.

Thaís Galassi
760 - Como reconhecer um narcisista!

Thaís Galassi

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 24:30


Quando a acusação não ésobre você: como identificar a projeção narcisista e parar de carregar culpaque não é suaSabeaquele momento em que alguém te acusa de algo que não faz o menor sentido — eainda assim você fica horas tentando entender onde errou? Nesse episódio, aThaís explica um dos mecanismos mais usados por pessoas narcisistas: aprojeção. Quando ele acusa você de mentir, de trair, de sumir — pode ser queesteja descrevendo exatamente o que ele mesmo faz. Você vai entender como essemecanismo funciona no inconsciente, por que você cai nessa armadilha (e não éfraqueza), o que a ciência diz sobre DARVO e projeção narcisista, e como seproteger sem precisar entrar no jogo. Escuta esse episódio se você já duvidouda sua própria percepção dentro de um relacionamento. Você não estava louca. 

Dia a dia com a Palavra
Você é do tipo que se assusta quando escuta algum barulho estranho?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 1:18


Imagine que você está sentado no sofá e de repente ouve um grande barulho vindo da cozinha. Ou você está andando de carro e ouve um som estranho do motor. Esses barulhos podem ser a denúncia de que algo está errado.Quando vamos ao médico, em geral ele executa um procedimento chamado auscultar, que nada mais é que ouvir os ruídos de nosso corpo. A partir disso ele pode diagnosticar anomalias.Veja o que diz o Salmo 65 no verso 7: "Tu acalmas o rugido dos mares, o ruído das suas ondas e o tumulto dos povos."Toda essa ideia de barulho e ruído veio do texto. Tanto o barulho do mar quanto o barulho das multidões são sintomas de que algo não parece normal.Nós também produzimos ruídos e isso também pode ser um indicativo de que algo não está bem. Pode ser ansiedade, medo, nervosismo, raiva. Mas às vezes fingimos não ouvir nada que nosso corpo está dizendo e isso impede qualquer tratamento.O texto diz que Deus acalma os mares e as multidões e por isso não tenho dúvidas de que Ele pode acalmar também o seu coração. Se você precisa de ajuda, só clamar a Deus e Ele vai te socorrer.

Mais Uma Semana
Mais Uma Semana 374 - A escuta e a BR

Mais Uma Semana

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 30:55


Eventos de 04/04/26 - 09/04/26 | Nessa semana: comemore aniversário, viaje, acompanhe pessoas fazendo provas, dirija na BR, aprenda os trâmites do seu novo trabalho e revisite seu eu de episódios antigos | Espalhe a palavra do Mais Uma Semana | Tem mais uma dica ou feedback pra gente? ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠emaildasemana@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | Siga-nos no Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@maisumasemana⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@mimxoxim⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@isboli⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

os agilistas
ENZIMAS #312 - Dicas para liderar priorizações difíceis com transparência

os agilistas

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 4:52


Como comunicar decisões difíceis de priorização sem comprometer relacionamentos estratégicos cruciais para o negócio? Neste Enzimas, Diêgo Ivo Gonçalves, Product Owner na dti digital, traz dicas para transformar o temido 'não' em uma ferramenta de fortalecimento de vínculos com stakeholders. Ele compartilha estratégias práticas para alinhar expectativas desde o primeiro dia e posicionar negativas como escolhas consultivas que protegem investimentos. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Gestão de expectativas estratégica;Alinhamento desde o dia zero;Escuta ativa para stakeholders;Backlog como tabuleiro de investimentos;Transparência na comunicação;Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato:  osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #lideranca

O Antagonista
William Borghetti: como o cérebro molda o que falamos e o que ouvimos | Ladoa! com Madeleine Lacsko

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 72:23


Neste episódio do Ladoa!, Madeleine Lacsko recebe William Borghetti, especialista em neurocomunicação, para uma conversa profunda sobre como o funcionamento do cérebro dita o ritmo das nossas interações sociais e familiares.Borghetti explora as bases biológicas do comportamento humano, revelando como processos neurológicos muitas vezes invisíveis influenciam a forma como interpretamos sinais, reagimos a conflitos e construímos laços de confiança.O debate aborda a importância de entender a "lógica biológica" da fala e da escuta, oferecendo uma nova perspectiva para quem busca superar barreiras de comunicação e melhorar a qualidade da convivência diária.É uma aula sobre como a ciência pode nos ajudar a ser mais conscientes nas nossas trocas, transformando a maneira como nos relacionamos com o mundo ao nosso redor.Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Se você busca informação com credibilidade, inscreva-se agora para não perder nenhuma atualização!   

Fernando Ulrich
Flávio ultrapassa Lula; EUA e Israel foram surpreendidos; ninguém mais escuta Trump

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 41:08


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde00:10 – Impacto do IPCA-15 na queda de juros em abril?01:47 – Preços dos combustíveis será herança maldita?03:28 – Flávio Bolsonaro, centrão e o futuro da esquerda no Brasil05:29 – Candidatos e pautas cripto no Brasil06:13 – Investimentos: CDI vs. IPCA+ no longo prazo07:09 – Riscos de investir fora do Brasil e desglobalização08:54 – Possibilidade de Lula não concorrer às próximas eleições09:55 – Nova lei da misoginia e insegurança jurídica no mercado10:37 – Cenário fiscal e o desempenho da Bolsa brasileira (Ibovespa)12:53 – Inteligência dos EUA e Israel foram surpreendidos pelo Irã?16:36 – Credibilidade das postagens de Trump e negociações com o Irã18:42 – Eletrificação da mobilidade e o choque do petróleo21:50 – Como avaliar os IPOs na bolsa?24:01 – Trump e Putin melhores amigos?25:44 – Guerra Irã e EUA e o impacto no Bitcoin.26:31 – O Bitcoin é uma bolha? Argumentos e lições da crise das tulipas28:17 – O "êxodo de milionários" em Dubai e impactos globais29:31 – Estratégia de aportes mensais em tempos de guerra29:53 – Recessão global como objetivo de guerra e política dos EUA30:47 – Atualização sobre o cenário econômico da Argentina (Milei)31:34 – Volatilidade do ouro como ativo de proteção32:41 – O fracasso do Metaverso e o foco em Inteligência Artificial34:04 – Governos emergentes e a adoção de stablecoins (dólar cripto)34:35 – Possibilidade de tropas terrestres no Irã e impacto no petróleo36:08 – USDT ainda é um perigo para o Bitcoin?37:14 – Sucessão de Trump em 2028 e o racha na base MAGA38:27 – Análise sobre o pensamento de Nassim Taleb e Bitcoin39:17 – Participação em podcasts e conversa com Otávio Fakhoury e Renato 38tão

Igreja do Amor
#881 - Não ouça tudo que você escuta | Pr. Arthur Pereira

Igreja do Amor

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 58:31


#881 - Não ouça tudo que você escuta | Pr. Arthur Pereira by Igreja do Amor

os agilistas
ENZIMAS #310 - Por que escuta ativa é essencial para a liderança moderna

os agilistas

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 5:48


Quantos problemas de comunicação se transformam em crises custosas dentro dos times sem ninguém perceber? Neste Enzimas, recebemos Marcely Vitória Alves Ferreira, do time de pessoas da dti digital, que reflete sobre como a escuta ativa é uma ferramenta fundamental para transformar a colaboração e os resultados em ambientes corporativos. Ela traz dicas práticas e explica como pequenos ajustes na forma de ouvir podem gerar grandes diferenças na performance organizacional. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:O que é escuta ativa estratégica;Escutar para compreender x escutar para responder;Liderança jardineira;Construção de segurança psicológica em times;Técnicas práticas de escuta ativa;Criação de ambientes seguros de conversa;One-on-Ones e retrospectivas eficazes.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato:  osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #lideranca

Olho Vivo
Escuta Aqui | 24/03/2026 - UNIDEAU promove 22º Dia de Campo de Verão com foco em tecnologias para a soja e sustentabilidade

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 10:15


Em entrevista ao programa Escuta Aqui, da Rádio Sideral, nesta terça-feira (24), a coordenadora do curso de Agronomia do Centro Universitário IDEAU (UNIDEAU), Brenda Tortelli, detalhou a programação da 22ª edição do Dia de Campo de Verão. O evento será realizado na próxima quinta-feira, 26 de março, a partir das 13h30, na Fazenda Escola da instituição, localizada no Campus III, em Getúlio Vargas (Linha Gramado), nas proximidades do Hospital Veterinário São Francisco.Tradicional na instituição, o evento ocorre semestralmente (edições de verão e inverno) e apresenta os resultados de experimentos desenvolvidos pelos próprios acadêmicos. Nesta edição, a maior parte das estações será voltada à cultura da soja, abordando desde novas tecnologias até o manejo de cultivares.

Notícias MP
Ouvidoria do MPAC fortalece escuta social e amplia proteção às mulheres

Notícias MP

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 1:02


Neste 16 de março, celebra-se o Dia Nacional do Ouvidor, data que destaca a relevância de um dos mais importantes instrumentos de diálogo entre o poder público e a sociedade. No Acre, o Ministério Público do Estado do Acre mantém a Ouvidoria-Geral como um canal permanente de escuta, acolhimento e encaminhamento das demandas da população. À frente do órgão está a procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, que conduz o trabalho com a missão de aproximar ainda mais o Ministério Público do cidadão e fortalecer a participação social.

Opinião
OPINIÃO | FRUSTRAÇÃO E TRISTEZA: REMÉDIO OU ESCUTA? |

Opinião

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 26:20


Em um tempo marcado pela pressa por respostas e soluções imediatas, até onde vai o cuidado e onde começa a medicalização excessiva da vida? A ideia é olhar para o sofrimento não apenas como algo a ser eliminado, mas como uma experiência humana que pode produzir sentido, aprendizado e transformação.Participam conosco o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é Doença" e também a antropóloga Fernanda Polidoro Paiva, professora da ESPM. Ouvimos também, de maneira remota, a jornalista especializada em luto Juliana Dantas, do Movimento InFINITO.

Observador Paranormal
La Sobrenaturalidad de la Música

Observador Paranormal

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 45:37


En este episodio de Observador Paranormal, Juan Manuel Torreblanca (compositor y pianista) conversa con Juan Manuel Torreblanca y Roberto Belmont sobre la sobrenaturalidad de lo creativo: cómo el arte puede sentirse como una fuente externa, cómo los sueños pueden traer letras completas y cómo la sensibilidad musical se relaciona con el trabajo emocional. Hablan de terapia a partir de una carta astral, de la técnica Meisner y del reto de “cerrar” procesos cuando se abren emociones intensas; también de muerte, duelo y música como memoria (incluida una canción pensada para un funeral y la idea de dejar una lista de reproducción para los hijos). El episodio recorre el vínculo entre belleza y verdad en la música, referencias como PJ Harvey, Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley y They Might Be Giants, y termina con una mirada realista a la industria musical, la inspiración como disciplina y el lanzamiento del proyecto Protocolo de Caídas como una obra en actos. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:10 Aviso de contenido sensible 00:29 Presentación del invitado: Juan Manuel Torreblanca 01:57 Encuentro entre tocayos y origen de la conversación 03:20 Componer con la idea de trascender después de la muerte 03:54 “Canción para mi funeral” y la crudeza del demo 05:44 Sensibilidad artística y el costo emocional de volver al pasado 06:13 Técnica Meisner y “cisterna” de emociones 07:26 Herramientas para cerrar procesos emocionales en la actuación 08:38 Miedo, escepticismo y apertura a lo paranormal 09:29 Carta astral, terapia y decisiones creativas 11:14 Mudanzas, vocación y el dilema de irse a otro país 13:46 El misterio como fuente creativa: musas, demonios y sueños 17:35 Letras que se vuelven espejo con el tiempo 18:20 Corte y regreso: identidad, nombres y coincidencias 19:09 Música, doble vida y lista de reproducción para los hijos 20:47 Muerte, duelo y señales: “La chica de Ipanema” 22:25 Trascendencia inmediata, conciertos y frustración en la carrera 24:39 Escuchas colectivas y percepción de la propia obra 26:31 Deseo de giras sin pensamiento mágico ni “manifestación” 27:07 Soundtrack personal: Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley 29:10 Cierre con dinámica de palabras: vida después de la muerte 30:04 Banda antigua y visión lúdica de la astrología 32:11 Virgo: ordenar el caos y perfeccionismo 33:19 Industria musical: corrupción, sistema y dificultad de jugar fuera 33:53 Música como camino espiritual: belleza, disciplina y conexión 35:51 Qué es la música: descubrir belleza, verdad y catarsis 39:09 Ritual, música y energía social 41:52 Canciones nuevas y juegos de coro: pedir una canción que salve 42:56 Redes y lanzamiento por actos de Protocolo de Caídas 44:22 Despedida y cierre del episodio FAQ P: ¿Qué significa “sobrenaturalidad” en este episodio? R: La sensación de que la creatividad toca un misterio real: sueños, intuición, emoción y presencia en el proceso artístico. P: ¿Cómo describe Juan Manuel Torreblanca la inspiración? R: Como algo que a veces viene de uno mismo y a veces parece llegar desde otra fuente, sin necesidad de explicarlo como religión. P: ¿Qué papel juegan los sueños en su composición? R: A veces trae frases o canciones completas que graba y desarrolla al despertar. P: ¿Qué experiencia se menciona sobre carta astral y terapia? R: Que una lectura lo empujó a iniciar terapia en un momento crítico de su vida. P: ¿Cómo se aborda la música como camino espiritual? R: Como una práctica que ordena el caos, conecta con emociones profundas y busca belleza y verdad. The supernatural side of music: Juan Manuel Torreblanca on dreams, astrology, and the creative mystery In this episode of Observador Paranormal, Juan Manuel Torreblanca joins hosts Juan Manuel Torreblanca and Roberto Belmont for a deep, human talk about the unseen mechanics of artistry. They unpack how songwriting can feel like channeling, how dreams can seed lyrics and melodies, and how emotional work (including Meisner repetition) can open powerful inner material that requires conscious “closing” tools afterward. The episode touches on grief, funeral rituals, and leaving music as a message for children, then pivots into the tension between beauty and truth in art, with references to PJ Harvey, Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley, and They Might Be Giants. It closes with a clear-eyed view of the music industry and an update on Torreblanca's release plan for Protocolo de Caídas, structured as acts. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:10 Sensitive-content notice 00:29 Introducing the guest: Juan Manuel Torreblanca 01:57 Two namesakes meet and set the tone 03:20 Writing with the idea of being heard after death 03:54 “Song for my funeral” and the raw phone demo 05:44 Artistic sensitivity and the cost of revisiting the past 06:13 Meisner technique and a “cistern” of emotions 07:26 Tools for closing emotional processes after acting work 08:38 Fear, skepticism, and opening up to the paranormal 09:29 Birth charts, therapy, and creative decisions 11:14 Moving countries, vocation, and the risk of starting over 13:46 The mystery as a creative source: muses, spirits, and dreams 17:35 Lyrics that later mirror real-life patterns 18:20 Break and return: identity, names, and coincidence 19:09 Music, parallel lives, and a playlist for children 20:47 Grief and signs: “The Girl from Ipanema” 22:25 Near-term legacy, live shows, and career frustration 24:39 Group listening sessions and self-perception of the work 26:31 Wanting to tour without “manifestation” narratives 27:07 Personal soundtrack: Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley 29:10 Closing game: life after death 30:04 An old band and a playful view of astrology 32:11 Virgo: ordering chaos and perfectionism 33:19 The music industry: corruption, systems, and constraints 33:53 Music as a spiritual path: beauty, discipline, connection 35:51 What music is: discovering beauty, truth, and catharsis 39:09 Ritual roots and music as social energy 41:52 New songs and the chorus concept: asking for a saving song 42:56 Social links and the act-based rollout of Protocolo de Caídas 44:22 Farewell and episode close A sobrenaturalidade da música: Juan Manuel Torreblanca, sonhos, astrologia e o mistério criativo Neste episódio de Observador Paranormal, Juan Manuel Torreblanca conversa com os apresentadores Juan Manuel Torreblanca e Roberto Belmont sobre o que há de invisível no fazer artístico. Eles exploram como compor pode parecer um tipo de canalização, como sonhos podem originar letras e melodias, e como o trabalho emocional na atuação (incluindo a repetição da técnica Meisner) pode exigir estratégias para “fechar” processos depois. O episódio aborda morte, memória e a ideia de deixar uma seleção de músicas para os filhos, além do contraste entre beleza e verdade na arte, com referências a PJ Harvey, Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley e They Might Be Giants. No final, há uma leitura direta sobre a indústria musical e uma atualização do projeto Protocolo de Caídas, lançado em atos. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:10 Aviso de conteúdo sensível 00:29 Apresentação do convidado: Juan Manuel Torreblanca 01:57 Encontro entre dois homônimos e início da conversa 03:20 Compor pensando em ser ouvido após a morte 03:54 “Canção para o meu funeral” e o demo cru no celular 05:44 Sensibilidade artística e o custo de revisitar o passado 06:13 Técnica Meisner e uma “cisterna” de emoções 07:26 Ferramentas para fechar processos emocionais após atuar 08:38 Medo, ceticismo e abertura ao paranormal 09:29 Mapa astral, terapia e decisões criativas 11:14 Mudar de país, vocação e recomeço 13:46 O mistério como fonte criativa: musas, entidades e sonhos 17:35 Letras que viram espelho de padrões pessoais 18:20 Pausa e retorno: identidade, nomes e coincidência 19:09 Música, vidas em paralelo e seleção para os filhos 20:47 Luto e sinais: “Garota de Ipanema” 22:25 Legado no imediato, shows e frustração na carreira 24:39 Escuta coletiva e percepção da própria obra 26:31 Vontade de fazer turnês sem narrativas de “manifestação” 27:07 Trilha sonora pessoal: Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley 29:10 Dinâmica final: vida após a morte 30:04 Banda antiga e visão lúdica da astrologia 32:11 Virgem: ordenar o caos e perfeccionismo 33:19 Indústria musical: corrupção, sistema e limitações 33:53 Música como caminho espiritual: beleza, disciplina, conexão 35:51 O que é música: descobrir beleza, verdade e catarse 39:09 Raízes rituais e música como energia social 41:52 Músicas novas e o coro: pedir uma canção que salve 42:56 Redes e lançamento em atos de Protocolo de Caídas 44:22 Despedida e encerramento   Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. 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Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

Uma Conversa
Natal Todos os Dias

Uma Conversa

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 57:33


Em Uma Conversa, a espiritualidade encontra o dia a dia.As festas de fim de ano já passaram, a árvore está guardada, as luzes... Mas e se a gente perdeu a parte que realmente importa? Vem ser provocado por mestre Eckhart, o místico medieval sem papas na língua que diz: De que adianta o Natal se ele não acontecer em mim? Descubra porque a Solenidade da Anunciação do Senhor ocorre na Quaresma, fazendo apelo ao silêncio que leva ao "Fiat".Depare-se com a pobreza que pode ser, paradoxalmente, um caminho de enriquecimento interior; com o nascimento que acontece no fundo da alma, quando a gente finalmente para de fugir de si mesmo.Spoiler: Deus não saiu de casa, nós é que saímos e talvez seja hora de voltar.Escuta aí pra descobrir quem tem que bater à porta.Música: Alê, o Ferreiro (prod. MusicGen) - 25 de Março| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Sociais: @1Conversa

RobCast
Você Tem CDB? Então Escuta Isso Antes Que Me Censurem

RobCast

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 15:10


00:00 CDB é seguro? A falsa tranquilidade00:42 Erro #1 – Indexador errado (Pré, Pós e IPCA+)03:05 Erro #2 – Banco emissor (o risco que ninguém olha)04:08 Carteira D-H (Classificação de Risco de Crédito)05:10 Índice Basileia (Mínimo de 10,5%)06:05 Lucratividade do Banco07:51 Erro #3 – FGC não é colete à prova de bala09:56 Erro #4 – Prazo longo demais (dinheiro preso no CDB)11:52 Erro #5 – Taxa injusta (risco privado x Tesouro)13:23 Conclusão: Como pensar como investidor de verdade 13:53 RC Club e RC Wealth: próximos passos

Oxigênio
#212 – Ugo Giorgetti em 4 documentários – 2º Episódio

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 25:12


Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo.  _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.]  Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts.  LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo.  (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner.  “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa.  MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes:  Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha?  GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos.  [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI:  O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha.   [Efeito de som do mar]  Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil.  LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras.   [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn.  MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn  [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ]  LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45.  Ugo Giorgetti Como ele era?  Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA:  Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades  como  os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista.   [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação.  MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema.  O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti.  Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô!  MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro.  Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira.  Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá.  MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra.  No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo]  LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.]  MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.

PEBMED - Notícias médicas
Check-up Semanal #Carreira: escuta qualificada, tecnologia na medicina, ética no cuidado e fundamentos clínicos

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 8:41


Neste episódio do Check-up Semanal, nossa editora-médica Ester Ribeiro, médica clínica e nefrologista, apresenta quatro leituras essenciais da editoria Carreira Médica, publicadas no Portal Afya.O episódio reúne reflexões práticas sobre escuta qualificada, tecnologia na medicina, ética no cuidado e fundamentos clínicos, temas centrais para médicos que desejam evoluir na prática profissional com responsabilidade, atualização e sensibilidade humana.Confira os temas abordados neste episódio:• Relação de confiança médico-paciente: a importância da escuta ativa, da avaliação integral e dos registros humanos no prontuário• Avanços tecnológicos na medicina: inteligência artificial, terapias avançadas e como se posicionar diante das transformações previstas para 2025 e 2026• Violência obstétrica no Brasil: reconhecimento, impacto ético e o papel do médico na promoção de um cuidado respeitoso e baseado em consentimento• Abordagens clínicas essenciais para recém-formados: raciocínio estruturado, reconhecimento de gravidade e segurança na tomada de decisãoUm episódio para refletir sobre como a medicina está mudando — por fora, com novas tecnologias, e por dentro, com ética, postura clínica e compromisso com o cuidado.

Brasil-Mundo
Advogada brasileira dedica carreira a ajudar vítimas de violência doméstica em Portugal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 5:09


A história de muitas mulheres brasileiras que deixam o país em busca de segurança, estabilidade e uma vida melhor no exterior nem sempre encontra o final feliz que elas imaginavam. Para algumas, a violência atravessa oceanos. É nesse cenário complexo e muitas vezes invisível que atua a advogada Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, em Lisboa. Lizzier Nassar, correspondente da RFI em Lisboa A violência viaja silenciosa, escondida dentro de malas, memórias, fragilidades e dependências. Em outras vezes, ela surge justamente no estrangeiro, onde a solidão da imigração, a falta de rede de apoio e o desconhecimento do sistema local criam o ambiente perfeito para que o ciclo se repita — ou se intensifique. A advogada brasileira Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil em Lisboa, conhece bem essas armadilhas. Ela se tornou, na prática, aquilo que tantas mulheres procuram desesperadamente quando decidem romper o silêncio: uma ponte. Uma mão estendida. Um lugar seguro onde é possível contar o que não se consegue nem admitir para si mesma. “Desde muito pequena eu vi e ouvia histórias de violência. Situações bem complicadas. Isso me tocou desde muito nova”, ela conta. O que poderia ter sido apenas uma lembrança dolorosa transformou-se em vocação. Hoje, ela trabalha diariamente para acolher mulheres que vivem aquilo que tantas outras, por gerações, foram ensinadas a suportar. O Comitê de Direito das Mulheres, que ela lidera, é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres, com especial atenção ao combate à violência doméstica — e com um objetivo central que vai além da assistência: sensibilizar a sociedade. “É importante trazer para as pautas sociais e para a sociedade que a violência doméstica é um problema de todos”, afirma. Os números comprovam que o problema é mais amplo do que a maioria imagina. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, 1.631 casos de violência doméstica e de gênero contra brasileiras foram registrados em embaixadas e consulados em 2024 — um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. Os Estados Unidos lideram as notificações (397 casos), seguidos da Bolívia (258), Itália (153), Portugal (144) e Reino Unido (102). Cada número desses representa uma história que atravessou fronteiras carregando medo, insegurança e, muitas vezes, silêncio. Em Portugal, onde a advogada atua, a violência doméstica continua sendo o crime mais reportado. Só entre janeiro e agosto deste ano, a APAV — Associação Portuguesa de Apoio à Vítima — apoiou 14.008 mulheres. As situações de vitimação ocorreram em 89,9% dos municípios do país, com maior incidência nos distritos de Lisboa, Faro, Braga e Porto. Até setembro, 18 pessoas foram assassinadas em contexto de violência doméstica — 16 eram mulheres. E, segundo a PSP e a GNR, foram registradas 25.327 ocorrências nos primeiros nove meses do ano de 2025, o maior número dos últimos sete anos. Relutância em se reconhecer como vítima Esses dados ajudam a contextualizar uma realidade que, aos olhos da advogada, aparece diariamente em forma de relatos fragmentados, mensagens rápidas, áudios enviados com cuidado para que ninguém ouça, e pedidos de ajuda que começam hesitantes: “Não sei se isso é normal.” Muitas vezes, ela é a primeira pessoa a quem a mulher se direciona quando finalmente decide falar. “A mulher vive com medo: no lar, na sociedade, no dia a dia… Ela não sabe o que pode vir a acontecer se cruzar com o agressor ou se ele tiver acesso à vida que ela está construindo agora”, explica. Para ela, a violência doméstica não termina quando a relação termina. “É um crime que, muitas vezes, rouba a paz para sempre.” Entre os casos que chegam ao comitê, há agressões físicas e psicológicas, mas também formas de violência que muitas mulheres só descobrem quando já estão presas a elas. Uma das mais comuns entre brasileiras em Portugal é a violência administrativa. “O agressor retém, esconde ou inutiliza documentos da vítima. Já tivemos casos de passaportes rasgados, queimados, inutilizados — da mulher e das crianças”, relata. Impedida de viajar, de trabalhar ou de se movimentar, a vítima perde autonomia e fica ainda mais vulnerável. Escuta entre imigrantes Nesse contexto, a presença do comitê funciona como um abraço possível. A equipe escuta, orienta, encaminha e apoia. A rede inclui psicólogas, advogadas, associações especializadas e serviços públicos. E tudo começa com algo simples, mas fundamental: acreditar na vítima. “Quando são brasileiras — e elas são a maioria que nos procura — torna-se mais confortável encontrar outra imigrante do outro lado. É alguém que entende o medo, o idioma, a saudade, a culpa e a solidão.” Mas, apesar do apoio, o caminho institucional no país ainda apresenta lacunas importantes. Portugal não possui uma delegacia da mulher, como no Brasil. Não existe uma lei equivalente à Maria da Penha, que foi um divisor de águas no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. O que há, em Lisboa, é o Espaço Júlia, na freguesia de Santo Antônio, que funciona como um atendimento especializado a vítimas — mas ainda insuficiente diante da dimensão do problema. “Falta muita coisa. É muito triste ver que ainda há quem finja que não é com ele. Precisamos de educação, conscientização e mudança cultural”, afirma. Manual de prevenção Nos últimos anos, algumas iniciativas importantes surgiram. O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, em parceria com o Instituto Nós Por Elas, lançou o Manual de Prevenção da Violência contra Mulheres Brasileiras no Exterior, elaborado pelo Ministério das Mulheres e pelo Ministério das Relações Exteriores. O consulado também formalizou sua adesão à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, que orienta vítimas a desenharem um “X” na mão ou em um pedaço de papel para pedir ajuda de forma silenciosa e segura. Pequenos gestos que podem salvar vidas. Mas, para a advogada, a mudança real depende de algo maior: transformação cultural. “Não adianta tratar apenas a consequência. Precisamos mexer na raiz”, diz. E a raiz, segundo ela, começa pela frase que repete sempre: “Uma mulher agredida é todas nós agredidas.” Onde pedir ajuda Esta reportagem também é escrita para quem lê em silêncio. Para quem está tentando decidir se aquilo que vive é violência. Para quem tenta justificar o injustificável. Para quem acha que merece o que recebe. Para quem teme pedir ajuda. Para quem saiu do Brasil acreditando que finalmente teria paz — e encontrou medo. Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha. Há uma rede inteira pronta para caminhar com você. Há mulheres — como a advogada Luana Ferreira — que dedicam suas vidas para acolher, orientar e proteger. Há profissionais, instituições, organizações e serviços que podem te ajudar a romper um ciclo que nunca deveria ter começado. Por mais difícil que pareça, existe um futuro possível. Pedir ajuda não é fraqueza — é coragem. E coragem é algo que toda mulher carrega dentro de si, mesmo quando acha que não.

Cinematório Podcasts
cinematório café: "Abre Alas" e o cinema como espaço de escuta e acolhida

Cinematório Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 53:29


Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre o filme "Abre Alas" (2025), primeiro longa dirigido por ela. Filmado em Belo Horizonte, o documentário é um retrato sensível sobre experiências femininas e se propõe como espaço de escuta e acolhida de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, para que elas contem as histórias de suas vidas. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:02:53 - As origens de "Abre Alas" 00:08:54 - Chegando às sete personagens 00:17:51 - Os contrastes entre Walkíria e Lorena 00:23:30 - Os espelhos no cenário 00:28:22 - As cenas entre os depoimentos 00:36:45 - As músicas do filme 00:41:04 - Influências e referências 00:44:15 - Próximo projeto 00:45:57 - O filme como um renascimento Em "Abre Alas", Ursula trabalha com variações de um mesmo cenário, composto por espelhos que multiplicam e revelam as muitas facetas dessas mulheres vindas de diferentes contextos socioeconômicos. Diante da câmera, elas compartilham vivências, revisitam escolhas e, por vezes, arriscam confissões. O filme entrou em cartaz nos cinemas em 11 de dezembro de 2025, em um momento em que o Brasil enfrenta um aumento alarmante da violência contra as mulheres. Um novo dado do Conselho Nacional de Justiça diz que acontece um feminicídio a cada 44 minutos no nosso país. Manifestações massivas sobre o assunto tomaram as ruas de várias cidades brasileiras poucos dias antes do lançamento do documentário. Assim, é interessante pensar como o filme nasce como gesto de escuta e cuidado, mas também se mostra uma forma de resistência, de memória coletiva de mulheres, de reivindicação do direito à vida. Premiado no Femina 2025 – Festival Internacional de Cinema Feminino, “Abre Alas” é produzido por Ursula Rösele e Simone Martins, por meio da Sanar Produções, com distribuição da Embaúba Filmes. A fotografia é da Jenny Cardoso, a direção de arte é da Rimenna Procópio e a montagem é da Beatriz Pomar. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

Uma Conversa
Fraternidade e Moradia

Uma Conversa

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 57:58


Bora ouvir Uma Conversa na moral! Vem com a gente refletir sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2026: “Fraternidade e Moradia – Ele veio morar entre nós”. Convidamos você, ouvinte, a explorar como o direito à terra, ao trabalho e ao teto é expressão do Evangelho. A Igreja e a sociedade são chamadas à solidariedade, através da construção de comunidades acolhedoras. Escuta aí!|Música: Alê, o Ferreiro (prod. Suno) - Contrição| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Digitais: @1Conversa

Noticiário Nacional
04h PR Escuta a Costa é caso grave

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 8:43


Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Pedro Ribeiro (parte 1): “Estamos todos, de todos os lados, a precisar de alguém que nos devolva a convicção da necessidade do encontro, da escuta”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 72:09


Pedro Ribeiro está há 36 anos em antena e em novembro celebra 20 anos na direção da Rádio Comercial. Duas décadas a liderar a rádio mais ouvida do país, que é para muita gente companhia, intimidade e afeto para as horas boas e más. Ele próprio é uma das vozes das manhãs da rádio que dirige. Pedro assume-se competitivo, mas toma para si a máxima que para ganhar é preciso saber perder: “Estive seis anos a viver a frustração de estar a perder nas audiências até chegar à liderança.” Como é ser diretor de si próprio? E como encara os novos desafios da IA? “A rádio não deve cair no deslumbramento de que pode substituir as pessoas por inteligência artificial. Isso matará a rádio!” Ouçam-no nesta conversa com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hoje Tem Podcast
CHEGA! BASTA! MUDA BRASIL! | Fofoca Na Calçada

Hoje Tem Podcast

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 92:41


Todo mundo tem um gatilho para querer mudar de vida - nem que seja uma bizarrice bem absurda. Duvida? Esse episódio de ouro, obviamente com a parceria do SEBRAE, vai mostrar que o pontapé inicial às vezes tá do nosso lado o tempo todo. Escuta só!E VEM APOIAR NOSSO PROJETO PARA ENTRAR NO GRUPO DE APOIADORES, PARTICIPAR DAS GRAVAÇÕES E SER FELIZ JUNTO! Pelo apoia.se/hojetempodcastSe tiver morando fora do país e quiser apoiar também, vem no patreon.com/hojetem

THShow
CHEGA de 20 x 1

THShow

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 25:34


20 cobradores x 1 Passageiro sem troco20 jogadores de várzea x 1 Juiz com mãe20 motoboys x 1 Lanche do iFoodChega!Escuta aí e cola em radiohemp.com porque agora toda quarta tá rolando gravação ao vivo do THShow!

THShow
Partiu ExpoHeadGrow em SP!

THShow

Play Episode Listen Later Aug 19, 2025 41:10


Fala meu povo!Hoje o papo tá um pouquinho diferente aqui no THShow!Junto com Igor Seco e o Nhock, trouxemos o convidado Henrique Oliveira, que é um dos fundadores da ExpoHeadGrow, um festival de cultura canábica e música que rola em São Paulo e nos dias 23 e 24 de Agosto, acontecem na Arena Corinthians em Itaquera, na Zona Leste de SP!Escuta esse episódio e cola com a gente, tem info boa rolando em radiohemp.com!

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