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Uma foto encontrada pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha reacende o debate sobre a distância entre o discurso público e a vida privada em Brasília.Na imagem, registrada em 2023 no rancho do advogado Willer Tomaz, alvo da Operação Sem Desconto, aparecem Alexandre Ramagem, Arthur Lira, Juscelino Filho e outros parlamentares de direita, esquerda e centro.No Meio-Dia em Brasília, a bancada analisa o constrangimento para Ramagem, o discurso anticorrupção e por que a foto "macula mais o discurso do que qualquer outra coisa".Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PapoAntagonista #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #DireitaEEsquerda #Política #Debate #PiscinaDeBrasília #Polêmica #Ideologia #BastidoresPolítica #AnálisePolítica #PodcastBrasil #Atualidades #Viral #NotíciasDoBrasil
O que a agenda ESG realmente exige das empresas, e o que mudou na responsabilidade dos administradores? Juvenil Alves apresenta o texto-matriz da nova trilha do blog: um tema que o acompanha desde 1976, da teologia franciscana à Comissão de Meio Ambiente e à direção de uma empresa ambiental. A moda passa, o dever de diligência permanece. Artigo completo em juvenilalves.com.br.
Czytając czy słuchając na temat środowiska inceli (od sformułowania "involuntary celibate", czyli faceci nie z własnej woli żyjący w celibacie) łatwo można ulec stereotypom. Ot niewielka, sfrustrowana grupka mało atrakcyjnych mężczyzn, którzy wzajemnie się nakręcają w swojej nienawiści do kobiet, które to z kolei są nastawione do nich, delikatnie mówiąc, negatywnie. Postanowiliśmy jednak poszperać w badaniach, żeby odpowiedzieć sobie na różne pytania: skąd biorą się incele i co o nich wiemy? Czy wzajemnie się nakręcają w swoich poglądach? Czy są ludzie, którzy mają predyspozycje do tego, żeby nimi zostać, inne niż mało atrakcyjny wygląd?Okazuje się, że badań było sporo, ale trafiliśmy na prawdziwą perełkę, która sięga znacznie głębiej i bardziej wnikliwi. I okazuje się, że to co nam się wydaje, w przypadku tej grupy, niekiedy jest bardzo, ale to bardzo dalekie od rzeczywistości.W tym odcinku zabierzemy Was w podróż po świecie frustracji, złości, nienawiści czy agresji. Będzie to jednak również droga przez ból, choroby psychiczne, traumatyczne doświadczenia z dzieciństwa czy niemożność działania. Droga kręta, z której bardzo łatwo jest zboczyć w stronę przesądów czy uogólnień. Jeśli chcesz dowiedzieć się co odkryli badacze, zapraszamy do wysłuchania.Wspomniane badanie: The Dual Pathways Hypothesis of Incel Harm: A Model of Harmful Attitudes and Beliefs Among Involuntary Celibates - Costello, Whittaker, Thomas (2025)0:00 Jak zostać incelem4:21 Incel to nie red pill7:09 Dwie ścieżki do bycia incelem11:09 Ideologia incelska13.12 Wyniki badań - cechy22:29 Wyniki badań - ideologia24:58 Kto jest wrogiem inceli28:15 WnioskiYouTube: https://www.youtube.com/@stacjadywagacjaInne platformy: https://stacjadywagacja.plFB: https://www.facebook.com/stacjadywagacjaInsta: https://www.instagram.com/stacja.dywagacjaProwadzący: Michał Sławiński i Michał PlichtaGrafika: Agnieszka Kosiec-Plichta (https://agakosiec.com)
Czy jest tak źle, że nauka straciła sens, badaczom nie warto już wierzyć, a finansowanie nauki to wyrzucanie pieniędzy w błoto? Moja odpowiedź brzmi: nie. Ale ostrożność jest jak najbardziej na miejscu — i dokładnie o tym opowiada książka Tomasza Rożka „Władza, pieniądze, nauka”. W tym odcinku omawiam trzy grupy historii, które autor zebrał w książce: Chciwość — afera spalinowa Volkswagena, gdzie oprogramowanie rozpoznawało warunki testu i podawało „właściwe” wyniki. To nie był wybryk pojedynczego inżyniera, tylko przemyślana strategia dużej firmy. Dalej: dziesięciolecia zamawianych przez koncerny tytoniowe badań, których celem nie było dowiedzenie czegokolwiek, lecz zasianie wątpliwości. I kryzys opioidowy w USA, gdzie lekarze byli wprowadzani w błąd co do ryzyka uzależnienia. Ideologia i władza — przykłady z ZSRR, gdzie ideologicznie nośny pomysł był ważniejszy od faktów, a naukowcy milczeli, bo cena sprzeciwu bywała rujnująca. Efektem były nie tylko zmarnowane pieniądze, ale i katastrofy ekologiczne. Pycha i błąd — sami badacze też ulegają pokusom: presji publikacyjnej, przekonaniu o własnej racji, wybujałemu ego. Nawet tak znane badania jak eksperyment więzienny Zimbardo okazały się znacznie mniej solidne, niż przez lata sądzono. Mówię też o czymś, co budzi mój sprzeciw: o traktowaniu „konsensusu naukowego” jako punktu, w którym dyskusja się kończy. Konsensus opisuje stan wiedzy na dziś — a nie zakaz dalszego badania. Nauka rozwija się właśnie przez podważanie wcześniejszych ustaleń. Wniosek? Metoda naukowa nie daje stuprocentowej gwarancji nieomylności. Ale zmniejsza ryzyko błędów i ogranicza ich skutki. Dlatego zamiast odrzucać naukę, warto od niej wymagać rzetelności. Bartłomiej Biga Posłuchaj i zostań na dłużej Odcinek można odsłuchać przy pomocy poniższego odtwarzacza. Są tu także linki umożliwiające pobranie odcinka oraz subskrypcję podcastu w najpopularniejszych programach: Podcast można także obejrzeć w serwisie YouTube. https://youtu.be/0scDAQFu97Q Poprzednie odcinki podcastu są dostępne tutaj. Artykuł WN 099 Czy nauce można jeszcze ufać? pochodzi z serwisu Bartłomiej Biga.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Nos últimos meses, a América Latina viveu uma sequência de eleições presidenciais apertadas que parecem consolidar uma virada à direita no continente. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Rússia-América Latina (Ruslat), a coordenadora Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Marinana Andrade e Barros (PUC Minas), autora do livro Democracia na Agenda Regional da América Latina, e Giovana Dias Branco (USP/Ruslat), que fala diretamente de Moscou, para discutir o que essa onda eleitoral no Peru, na Colômbia e em outros países representa para os interesses russos na região. No segundo bloco, o pesquisador Leonardo Nascimento (PUC Minas/Ruslat) traz o olhar da imprensa russa sobre as eleições latino-americanas e sua conexão com a guerra na Ucrânia e as eleições da Duma Estatal marcadas para setembro, enquanto Giovana Dias Branco detalha o avanço da cooperação agroindustrial entre Brasil e Rússia e a disputa entre a Rosatom e os Estados Unidos pelo mercado latino-americano de pequenos reatores nucleares. No terceiro bloco, o quadro Outros Olhares recebe novamente Marinana Barros, conduzida por Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat), para refletir sobre identidade, cultura política e literatura na América Latina e na Rússia. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches, Marinana Andrade e Barros, Giovana Dias Branco, Leonardo Nascimento e Laura Schneider de Lima. Inserção musical no final: “Garçom”, por João Ventura. Siga o artista no Instagram. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio GALEANO, Eduardo. Futebol ao Sol e à Sombra. L&PM, 1995. LEÓN-PORTILLA, Miguel. A Conquista da América Latina Vista pelos Indígenas: Relatos Astecas, Maias e Incas. Vozes, 2023. GUERRA, Ciro (dir.). O Abraço da Serpente [El abrazo de la serpiente]. Colômbia/Venezuela/Argentina, 2015. 124 min. CANAL BRASIL. Sangue Latino: Eduardo Galeano. 2013. Documentário. Disponível em: YouTube. BARROS, Marinana Andrade e. Democracia na Agenda Regional da América Latina. Mencionado em entrevista. MEDEIROS, Murilo. Pesquisa sobre segurança como tema central nas eleições latino-americanas. Universidade de Brasília (UnB). Disponível em: Folha de S.Paulo. Capítulos: 00:00 — Introdução: eleições na América Latina e na Rússia em 2026 04:00 — Marinana Barros: a virada à direita nas urnas latino-americanas 10:00 — Giovana Branco: os quatro interesses russos na região 15:00 — Peru e Colômbia: pragmatismo além do alinhamento ideológico 21:00 — Ideologia não basta: o Itamaraty e o pragmatismo da política externa 29:00 — Boletim Ruslat: a imprensa russa e as eleições latino-americanas 38:00 — Agroindústria e energia nuclear na disputa Rússia-EUA 42:00 — Outros Olhares: identidade, literatura e cinema The post América Latina vira à direita, mas a Rússia não vai embora appeared first on Chutando a Escada.
Neste Antes pelo Contrário, Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva debatem o caos na correção dos exames nacionais e a possibilidade, admitida pelo ministro da Educação, de ressarcir as famílias dos alunos do ensino secundário por eventuais prejuízos causados pelos atrasos, uma solução que os comentadores consideram inviável. Na segunda parte, analisam a intervenção de Donald Trump no Mundial de Clubes da FIFA. Ouça aqui o programa em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No discurso que encerrou as comemorações dos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, Donald Trump exaltou o poder militar, atacou opositores que chamou de comunistas e tratou o comunismo como um "câncer" a ser extirpado.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #Declaração #Independência #Discurso #EUA #História #Política #Ideologia #Constituição #Direitos #Liberdade #Democracia #Análise #Debate #Crítica #Podcast #YouTube #Tendências #Notícias #Internacional
Urmăriți un material care prezintă pe Reem Alsalem și discursul ei mărturisitor de la ONU legat de ideologia identității de gen.Vizionare plăcută!Pentru Pomelnice și Donații accesați: https://www.chilieathonita.ro/pomelnice-si-donatii/Pentru mai multe articole (texte, traduceri, podcasturi) vedeți https://www.chilieathonita.ro/
Durante um diálogo informal captado pelos microfones da Cúpula do G7, na França, o presidente Lula afirmou que nunca se considerou "um esquerdista".A declaração ocorreu durante uma conversa sobre o cenário político global com a diretora do FMI e o chanceler da Alemanha.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #FMI #G7 #Esquerdista #Politica #AudioVazado #Bastidores #Polemica #Noticias #Urgente #Viral #Internet #Podcast #Youtube #Debate #Repercussao #Ideologia #AnalisePolitica #CaminhoDoMeio #MundoPolitico
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O começo da segunda parte, organizada por Michael Lowy se chama "Socialismo Indo-Americano", com os textos:A crise mundial e o proletariado peruano (15 de jun de 1923)A unidade da América Indo-Espanhola (06 de dez de 1924)O problema elementar do Peru (09 de dez de 1924)O rosto e a alma do Tahuantinsuyo (11 de set de 1925)Economia colonial (08 de jan de 1926)Uma entrevista com José Carlos Mariátegui (22 de jul de 1926)Apresentação de Amauta (01 de set de 1926)Mensagem ao congresso operário (05 de jan de 1927)Indigenismo e socialismo: intermezzo polêmico (27 de fev de 1927).O livro principal é: Por um Socialismo Indo-Americano. Mariátegui; Michael Lowy. Expressão Popular: Por um socialismo indo-americano - Expressão Popular O livro anterior utilizado é: O labirinto periférico: Aventuras de Mariátegui na América Latina. Deni Alfaro Rubbo. Autonomia Literária: O labirinto periférico: aventuras de Mariategui na América Latina – Autonomia Literária#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) Bibliografia e referências:[1] Por um socialismo Indo-Americano: ensaios escolhidos. José Carlos Mariátegui. Expressão Popular. https://expressaopopular.com.br/livraria/9786558911258por-um-socialismo-indo-americano/[2] Revista Clio Operária: https://www.cliooperaria.com/ [3] Por uma Implosão da Sociologia. Marcos Morcego. Editora Terra Sem Amos. https://tsaeditora.com.br/produtos/por-uma-implosao-da-sociologia/ [4] Um mundo ch'ixi é possível. Silvia Rivera Cusicanqui. Editora Elefante. https://editoraelefante.com.br/produto/um-mundo-chixi-e-possivel/ [5] Camponeses e quilombolas insurgentes: luta e resistência pela terra no Brasil. Clóvis Moura. Editora Terra Sem Amos. https://tsaeditora.com.br/produtos/camponeses-e-quilombolas-insurgentes/ [6] Neocolonialismo: estágio superior do imperialismo. Kwame Nkrumah. Abertura Editorial [Em pré-venda]: https://benfeitoria.com/projeto/neocolonialismonkrumah[7] As veias abertas da América Latina. Eduardo Galeano. Vídeo de leitura e discussão: https://www.youtube.com/watch?v=q0s9_GPDGEk&list=PLwOYAlx_eyF3tF-m1dvmFUc5n4pfTZ-wE .Clio Operária: Clio Operária | Revista Drive das leituras (Roteiro disponibilizado no drive sobre a quinta temporada):https://mega.nz/folder/UYNwQZZS#rCNoahoz13hVy7Elyc4Ymg.CUPONS DE DESCONTO:#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) - https://autonomialiteraria.com.br/loja/.Não se esqueça de nos seguir nas redes sociais para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos:.Instagram: @morcego_marcos_BlueSky: marcosmorcego@bsky.socialYoutube: https://www.youtube.com/livescavernadomorcegoTwitch: twitch.tv/cavernamorcego.Colabore com a Caverna do Morcego, seja um apoiador:Apoio coletivo:apoia.se/cavernamorcegopicpay: @ marcos.morcegopix e email de contato: podcastmorcego@gmail.com.Equipe:Roteiro/edição : Marcos MorcegoVoz/Postagem: Marcos MorcegoCapa: Geovane Monteiro / @geovanemonteiro.bsky.social / @geovanedesenheiro
Supposedly naturalistic considerations, uninvolved with religion nor ideology. Credits : "Una canzone semplice" by Laica Luna (2025) -- "Cool Intro - Stings" by Kevin MacLeod is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 license https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ - Source: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html?isrc=USUAN1100504 - Artist: http://incompetech.com/Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/pillole-di-italiano--4214375/support.
Num mundo em mudança, a direita está a transformar-se e a fragmentar-se. Em À Direita, Teresa Nogueira Pinto conduz uma série de entrevistas para perceber que causas unem e que clivagens dividem as várias direitas, que ideias defendem e como pensam o futuro. A reflexão sobre um campo político cada vez mais determinante. De quinze em quinze dias, ao sábado de manhã, no Expresso e em todas as apps de podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num mundo em mudança, a direita está a transformar-se e a fragmentar-se. Em À Direita, Teresa Nogueira Pinto conduz uma série de entrevistas para perceber que causas unem e que clivagens dividem as várias direitas, que ideias defendem e como pensam o futuro. A reflexão sobre um campo político cada vez mais determinante. De quinze em quinze dias, ao sábado de manhã, no Expresso e em todas as apps de podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dlaczego relacje polsko-ukraińskie w II Rzeczypospolitej stały się tak napięte? Czy Ukraińcy byli rzeczywiście najbardziej problematyczną mniejszością narodową w Polsce międzywojennej? Skąd wziął się ukraiński nacjonalizm, działalność OUN i późniejszy kult Stepana Bandery?00:00 Wstęp00:53 Dmowski czy Piłsudski?05:33 5 milionów Ukraińców w Polsce09:31 Wojna o Lwów11:20 Sojusz z Petlurą13:22 Czy Polska zdradziła Ukrainę?15:45 Skąd wziął się ukraiński terroryzm?21:45 OUN rozpoczyna walkę z Polską24:48 Pacyfikacje i represje27:22 Dlaczego OUN nienawidziła Polski?28:40 Ideologia nienawiści33:34 Mit kolonizacji Wołynia39:04 Bandera i kwestia ziemi41:14 Czy II RP była skazana na upadek?45:51 Ukraińcy w Wojsku Polskim46:36 Problem Bandery dzisiaj49:15 Jak Ukraińcy widzą Banderę?50:12 ZakończenieZapraszam do oglądania. Książka prof. Krzysztofa Kloca do kupienia tu: https://mtbiznes.pl/przeswity/wydawnictwo-przeswity/historia/sezon-na-niepodleglosc?srsltid=AfmBOor2oTDFM2n_3Hhfef4vH0YkNKEtSjjWu8FyxGNR5ZkeRMN-pF_2#ksiazka #HistoriaJakiejNieZnacie #KrzysztofKloc #Bandera #OUN #UPA #IIRP #Wołyń #HistoriaPolski #UkrainaJAK WSPIERAĆ KANAŁ:
Hoje eu quero conversar com vocês sobre uma palavra que muitas pesssoas transformaram em xingamento mas que nasceu exatamente para denunciar o oposto do que eles pregam: ideologia.Trago o caso da professora Maria Eduarda, de Contagem, demitida por telefone depois de responder honestamente a uma pergunta de uma criança sobre quem ela ia se casar. E falo sobre algo que me engasgou: os comentários do tipo "tudo bem ser, mas não precisa impor ideologia." Artigo que cito: https://sociologiaeantropologia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/v10n3-11.pdf
A volte la scienza viene messa alla prova da errori, illusioni o fraintendimenti. Ma che cosa succede quando non è un errore a prevalere… bensì il rifiuto deliberato dei fatti? Nel Novecento un uomo riuscì a convincere un intero sistema politico a ignorare la genetica moderna e ad affidarsi alla sua ideologia, priva di qualunque fondamento scientifico, con conseguenze devastanti per milioni di persone. Quell'uomo si chiamava Trofim Lysenko e la sua vicenda rappresenta uno dei casi più inquietanti di scienza negata della storia. Ma come è possibile che intere nazioni respingano fatti oggettivi e concreti e preferiscano dare spazio a illusioni e inganni plateali?SCOPRI IL MIO ULTIMO LIBRO: "Il mistero delle origini dell'uomo. Un viaggio nel tempo per comprendere chi siamo e dove stiamo andando". Prenotalo ora: https://amzn.to/3WazGFVUna produzione Think about Science: thinkaboutscience.comCon: Massimo Polidoro e Giulio Niccolò Carlone; Video editing: Elena Mascolo, Fotografia: Claudio Sforza; Musiche: Marco Forni; Logo e animazioni: Zampediverse; Social - Comunicazione: Giacomo Vallarino - Grafiche: Roberta Baria; Distribuzione audio: Enrico Zabeo; Titoli: Jean SevillaÈ ARRIVATO IL MIO NUOVO LIBRO: "Una vita ben spesa. Trovare il senso delle cose con Leonardo, Einstein e Darwin": https://amzn.to/4leRDOR LEGGI UN ESTRATTO: https://bit.ly/4jRHXIN LEGGI la mia graphic novel: "Figli delle stelle" (con Riccardo La Bella, per Feltrinelli Comics): https://amzn.to/47YYN3KLEGGI: "Sherlock Holmes e l'arte del ragionamento" (Feltrinelli), il mio ultimo libro: https://amzn.to/3UuEwxSLEGGI: "La meraviglia del tutto" l'ultimo libro di Piero Angela che abbiamo scritto insieme: https://amzn.to/3uBTojAIscriviti alla mia NEWSLETTER: L' "AVVISO AI NAVIGANTI": https://mailchi.mp/massimopolidoro/avvisoainavigantiAderisci alla pagina PATREON, sostieni i miei progetti e accedi a tanti contenuti esclusivi: /massimopolidoroScopri i miei Corsi online: "L'arte di Ragionare", "Psicologia dell'insolito", "L'arte di parlare in pubblico" e "l'Arte del Mentalismo": https://www.massimopolidorostudio.comPER APPROFONDIRELe musiche sono di Marco Forni e si possono ascoltare qui: https://hyperfollow.com/marcoforniLEGGI i miei libri: "Sherlock Holmes e l'arte del ragionamento": https://amzn.to/3UuEwxS"La meraviglia del tutto" con Piero Angela: https://amzn.to/3uBTojA"La scienza dell'incredibile. Come si formano credenze e convinzioni e perché le peggiori non muoiono mai": https://amzn.to/3Z9GG4W"Geniale. 13 lezioni che ho ricevuto da un mago leggendario sull'arte di vivere e pensare": https://amzn.to/3qTQmCC"Il mondo sottosopra": https://amzn.to/2WTrG0Z"Pensa come uno scienziato": https://amzn.to/3mT3gOiL' "Atlante dei luoghi misteriosi dell'antichità": https://amzn.to/2JvmQ33"La libreria dei misteri": https://amzn.to/3bHBU7E"Grandi misteri della storia": https://amzn.to/2U5hcHe"Leonardo. Genio ribelle": https://amzn.to/3lmDthJE qui l'elenco completo dei miei libri disponibili: https://amzn.to/44feDp4Non perdere i prossimi video, iscriviti al mio canale: https://goo.gl/Xkzh8ARESTIAMO IN CONTATTO:Ricevi l'Avviso ai Naviganti, la mia newsletter settimanale: https://mailchi.mp/massimopolidoro/avvisoainavigantie partecipa alle scelte della mia communitySeguimi:Patreon: massimopolidoroCorsi: massimopolidorostudio.comInstagram: @massimopolidoroPagina FB: Official.Massimo.Polidoro X: @massimopolidoro Sito: http://www.massimopolidoro.comQuesta descrizione contiene link affiliati, il che significa che in caso di acquisto di qualcuno dei libri segnalati riceverò una piccola commissione (che a te non costerà nulla): un piccolo contributo per sostenere il canale e la realizzazione di questi video. Grazie per il sostegno!
Nesta Comissão Política, debatemos se o Governo vai aprovar a legislação laboral com o Chega, mesmo que as propostas de André Ventura pareçam socialistas, como acusou Nuno Melo. Parece tudo baralhado. O próximo Orçamento voltará a ser viabilizado pelo PS, puxando o PSD para o centro? Mas porque é que PS e Chega se aliaram para aprovar legislação sobre Defesa? A ideologia não morreu, mas é mais difícil perceber hoje se um caminho é mais de esquerda ou mais de direita, ou pelo contrário. Afinal, tudo é politizado, mas está tudo cada vez mais paralisado, como defende um livro acabado de publicar? As opinião são divergentes, como se quer no nosso podcast. Os comentários deste episódio são João Pedro Henrique, jornalista do Expresso, de Liliana Valente, coordenadora de Política e de Eunice Lourenço, editora de Política, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Tomás Delfim e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Editorial: STF tira autoridade das famílias em nome da ideologia de gênero
7 maja 1945 roku – bezwarunkowa kapitulacja III Rzeszy. Dlaczego do niej doszło, mimo oszałamiających sukcesów w pierwszym okresie wojny? Czy ta historia mogła potoczyć się inaczej? Takie pytania zadajemy w najnowszym odcinku Norbertowi Bączykowi, historykowi, publicyście znanemu szerokiej publiczności z podcastu Wojenne Historie. Taki oto „crossover” między popularnymi podcastami przygotowaliśmy dla Was na 300. odcinek RN!
Afirmação deixa claro viés de esquerda de parte do Tribunal, que deveria ter uma atuação imparcial.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#TST, #política, #justiça, #trabalho, #judiciário, #ideologia, #Brasília, #governo, #debate, #polêmica, #ministros, #neutralidade, #notícia, #direito, #análise, #bastidores, #democracia, #opinião, #institucional, #podcast
Tomasz Rożek jest naukowcem i popularyzatorem nauki, twórcą kanału @naukatolubie , jest też autorem książek, w tym najnowszej "Władza, Pieniądze, Nauka", która jest powodem naszego dzisiejszego spotkania. Czy to prawda że nauka jest pod wpływem emocji? Nauka jest zniszczona przez chciwość i ideologię? Tomasz Rożek - edukacja zdrowotna oraz inne dziedziny, jakimi się zajmuje Tomasz pokazują jak ważne jest nie tylko edukowanie, ale też edukacja o edukacji. Zapraszam w podróż po tajemnicach świata nauki, ale też na opowieść o Misji Artemis 2. Choć to inny materiał niż w np. Kanał Zero - Tomasz Rożek opowiada bardzo ciekawie o meandrach i pokazuje dlaczego hasło: nauka, to lubię - jest tak aktualne!Pobierz Revolut Business za darmo i odbierz 500 zł na start - https://www.revolut.com/pl-PL/business/rb/imponderabilia/ Sponsor: Revolut Business.Promocja obowiązuje do 31.07.2026 dla nowych użytkowników. Warunki promocji i regulamin dostępne są pod linkiem powyżej. Więcej informacji na temat usług świadczonych przez Revolut Bank UAB znajdziesz na stronie https://www.revolut.com/pl-PL/Książkę Tomasza znajdziesz tu: https://naukatolubie.store/wpn
Entre comparações a Jesus Cristo, discussões com o Papa Leão XIV e declarações de vitória precipitadas, Trump continua a espalhar a imprevisibilidade e o caos pelo mundo. Apesar de ter declarado apoio a Viktor Orbán, o líder húngaro perdeu as eleições depois de 16 anos no poder e muitas restrições à democracia. Péter Magyar é o grande vencedor, levando o seu partido a uma maioria absoluta. O que significa esta vitória para a democracia na Europa? Ouça a análise de Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 14 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais do que uma corrente de pensamento, o legado de Olavo de Carvalho se tornou o epicentro de uma movimentação cultural que mudou a cara da direita brasileira.Mas, recentemente, o que temos visto é uma fragmentação pública e ruidosa.O que antes parecia um bloco monolítico, hoje enfrenta trocas de acusações, divisões estratégicas e uma disputa narrativa sobre quem realmente carrega a 'tocha' desse movimento.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Olavismo #OlavoDeCarvalho #PoliticaBR #Filosofia #Conservadorismo #Direita #Cultura #Pensamento #Brasil #Ideologia #AnalisePolitica #Historia #Sociedade #GuerraCultural #Intelectualismo #Legado #PodcastBrasil #Debate #Atualidades #Educação
O clima esquentou nos corredores do Congresso Nacional. No episódio de hoje, mergulhamos nos bastidores do confronto generalizado ocorrido na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, tendo como figura central a deputada Erika Hilton.O que você vai ouvir neste episódio:O Estopim do Conflito: Entenda o que desencadeou a reação em bloco contra a parlamentar e como as pautas ideológicas travaram as votações do dia.Articulação da Oposição: A estratégia das bancadas conservadoras para isolar Hilton e os reflexos disso na dinâmica das comissões permanentes.Direitos em Pauta: O debate sobre a representatividade trans dentro de um espaço dedicado historicamente às pautas das mulheres biológicas — os argumentos e as polêmicas.Impacto Político: Como esse episódio reflete a polarização de 2026 e o uso desses embates como combustível para as redes sociais em pleno ano eleitoral.Análise direta, sem filtros e com a agilidade que o cenário político de Brasília exige. Entenda se o episódio foi um debate legítimo de ideias ou apenas mais um capítulo da "política do espetáculo".Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #PapoAntagonista #Politica #Brasilia #CongressoNacional #ComissaoDasMulheres #Deputada #CâmaraDosDeputados #DireitosHumanos #Embate #Oposicao #Noticias #Jornalismo #Poder #Bastidores #Debate #Brasil #Identidade #Parlamento #Atualidades
O discurso de que é preciso pertencer a uma classe, minoria ou gênero para propor política pública ou ser alvo de censura ou ainda instrumento de aparelhamento é o debate desse momento do Papo Antagonista. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PapoAntagonista #Identitarismo #CensuraNão #LiberdadeDeExpressão #PoliticaBrasil #LugarDeFala #DebateNecessario #Ideologia #Aparelhamento #CulturaWoke #EstadoDeDireito #PodcastAnalise
Apesar dos ataques a um integrante do Supremo, ministro Alexandre de Moraes ainda não tomou iniciativas para preservar a Corte.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#AndreMendonca #FakeNews #STF #LiberdadeDeExpressao #PodcastPolitico
Foram aprovados projetos-lei sobre identidade de género: dia histórico para Madalena Cordeiro (Chega); Paulo Marcelo (PSD) considera extremista a lei atual; Isabel Moreira (PS) fala num "retrocesso".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Algumas leis que estão sendo direcionadas para a proteção das mulheres estão sendo vistas como misóginas e têm gerado discussão no Congresso Nacional.Para falar sobre isso, recebemos Andrea Hoffmann, que comentou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres caso essas leis passem a valer. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DireitosDasMulheres #FimDaMisoginia #SegurancaNaInternet #ViolenciaDeGenero #JustiçaPorElas
A linha entre a proteção de direitos e o cerceamento da fala está cada vez mais tênue. Neste episódio, mergulhamos no polêmico debate sobre a criminalização da misoginia e por que muitos especialistas e vozes femininas alertam que essa medida pode se tornar um "efeito bumerangue", servindo como ferramenta para censurar as próprias mulheres.Discutimos as brechas jurídicas, os perigos da subjetividade na lei e como o Estado pode usar pautas legítimas para controlar o debate público. Afinal, quem define o que é ofensivo? E qual o preço da nossa liberdade de expressão hoje?Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CamaraDosDeputados #PoliticaBrasileira #ChrisTonietto #DireitosDasMulheres #DebatePolitico
Editorial: Ideologia de gênero se tornou o tabu inquestionável de nossa época
O cineasta Wim Wenders, presidente do júri do Festival de Berlim, afirmou que o cinema deve se manter “à margem da política”.A declaração foi feita em meio a um debate na Berlinale.Duda Teixeira, Josias Teófilo e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
"Finita l'ideologia della globalizzazione, siamo nel caos. Tolta la lingua unica, dobbiamo trovare un linguaggio comune. Ci stiamo provando: l'Europa certamente ha un futuro". Così Giulio Tremonti, presidente di Aspen Institute Italia e della Commissione Affari Esteri e Comunitari della Camera dei Deputati, a margine dell'Aspenia Talk che si è tenuto a Milano lo scorso 2 febbraio. "Non è solo l'America, non è solo la Cina, ma anche l'Europa. Basta che l'Europa faccia l'Europa, ovvero che sia seria, che non si occupi, come fanno a Bruxelles, dei tricicli piuttosto che dei giocattoli, che si occupi del nostro futuro", ha concluso. Approfondiamo questa posizione di Giulio Tremonti, deputato (FDI) e presidente della commissione Affari esteri ed europei della Camera, ex ministro dell'Economia governi Berlusconi, Aspen Institute Italia.
JK Cast #248 - As Ameaças da CHINA, Ideologia e Corrupção, o PIB dos EUA e a Bolha de IA, Como se Proteger na Crise
Em 1940, Chaplin ridicularizou Hitler e quebrou a aura do medo. Hoje, o ridículo virou arma de guerra política: não se debate ideia, se destrói gente. Neste episódio, pegamos o Rules for Radicals, de Saul Alinsky, e mostramos o método por trás da indignação fabricada: escolher um alvo, congelar, personalizar e polarizar. Quando a crítica vira artifício, quem pensa por conta própria vira ameaça. Posso entrar? Este episódio é a versão expressa do Café Brasil. Se você quiser ouvir o episódio completo, precisa tornar-se assinante. Acesse https://canalcafebrasil.com.br e escolha um plano. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan ao programa Bandeirantes Acontece.
No Papo Antagonista desta segunda-feira, 17, Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman conversaram com Marilia Marton, secretária de Cultura do estado de São Paulo, sobre como a ideologia política tem contaminado a arte.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No Papo Antagonista desta segunda-feira, 10, Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman entrevistaram Márcio Coimbra, CEO da Casa Política, que falou sobre a política externa do governo Lula. Um dos pontos abordados foi a decisão de participar da cúpula da Celac, na Colômbia, em meio à mobilização envolvendo a COP30. Além disso, Lula decidiu não ir à posse do presidente boliviano, Rodrigo Paz, que marcou o fim do ciclo de 20 anos da esquerda no comando do país. Ao comentar recentes posicionamentos do Planalto, Marcio Coimbra afirmou que o governo Lula “coloca o alinhamento ideológico acima dos valores democráticos”. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Gośćmi Sebastiana Słowińskiego są Dominik Puchała - psycholog społeczny i kulturoznawca, pracownik Instytutu Myśli Politycznej im. Gabriela Narutowicza, doktorant w Centrum Badań nad Uprzedzeniami Uniwersytetu Warszawskiego, oraz Przemysław Witkowski - politolog, badacz ekstremizmów politycznych, z-ca dyrektora w Instytucie Narutowicza, adiunkt na Uniwersytecie Civitas. Rozmowa toczy się wokół książki ich autorstwa "Ideologia, której nie było. Kto straszy w Polsce 'gender'". Kiedy w naszym kraju zaczęła się nagonka na gender? Czy mamy narzędzia do walki z antygenderową narracją? Więcej podcastów na: https://wyborcza.pl/podcast. Piszcie do nas w każdej sprawie na: listy@wyborcza.pl.
Como a ideologia influencia as relações sociais? A filósofa Marilena Chaui, uma das maiores intelectuais brasileiras, fala neste episódio sobre as origens de ideias que construíram a sociedade de hoje, como a exploração do trabalho e as hierarquias. O ponto de partida é seu livro Ideologia: Uma Introdução (Boitempo), que atualiza seu clássico O Que É Ideologia, de 1980. Na conversa com o jornalista Fernando de Barros e Silva, gravada durante A Feira do Livro 2025, Chaui resgata o contexto da obra original, passeia pelas ideias de grandes pensadores sobre o discurso ideológico e afirma que o neoliberalismo é uma forma de totalitarismo porque faz a lógica empresarial penetrar todas as esferas da vida. Apoio confirmado: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
[AUTOPROMOCJA] Pełnej wersji podcastu posłuchasz w aplikacji Onet Audio. W świecie, gdzie wrogowie stają się sojusznikami, a ideologia miesza się z pragmatyzmem, „Raport międzynarodowy” odsłania kulisy globalnej polityki, nie stroniąc od ironii, kontrowersji i brutalnej szczerości. Zbigniew Parafianowicz i Witold Jurasz prowadzą słuchaczy przez labirynt wydarzeń – od Syrii po Mołdawię, od Nord Stream po Strefę Gazy – pokazując, że w polityce nie ma świętości - są interesy. Nord Stream, nurkowie z Jaworzna i niemiecka dyplomacja Polska stoi przed dylematem: czy wydać ukraińskiego nurka podejrzewanego o sabotaż Nord Stream Niemcom? Gospodarze podcastu nie kryją, że idealnym rozwiązaniem byłoby „zgubienie” go w szpitalu. To pokazuje napięcie między legalizmem a realpolitik – Polska nie może jawnie ignorować europejskich zobowiązań, ale też nie chce być „sługusem Berlina”. Mołdawia – europejska nadzieja bez balastu nacjonalizmu Zwycięstwo proeuropejskiej partii Mai Sandu w Mołdawii to sygnał, że kraj ten może być szybciej zintegrowany z UE niż Ukraina. Jurasz i Parafianowicz wskazują, że Mołdawia nie ma oligarchicznych układów ani nacjonalistycznych ambicji, co czyni ją idealnym kandydatem do transformacji ustrojowej. Brutalne? Może. Ale skuteczne. Rosja, drony i duńska prezydencja – wojna poniżej progu Rosyjskie drony nad Danią to nie tylko prowokacja, ale też lekcja dla europejskich elit. W tle – desantowiec zbudowany w polskiej stoczni. To przypomnienie, że wojna toczy się nie tylko na froncie. Ameryka, Izrael i zmiana nastrojów The Economist alarmuje: Izrael traci poparcie w USA. Coraz więcej Amerykanów uważa, że Izrael dopuszcza się ludobójstwa w Gazie. Argument antysemityzmu traci moc, a wsparcie finansowe dla Izraela budzi coraz więcej kontrowersji. Czy to początek końca „specjalnej relacji”? Ideologia w armii i równość płci – absurd czy postęp? Amerykańska armia wprowadza jednolite normy sprawności fizycznej dla kobiet i mężczyzn. Gospodarze spierają się, czy to krok w stronę równości, czy ideologiczna fanaberia. W tle – pytanie o granice ideologizacji instytucji bezpieczeństwa. Statystyki przemocy – kto naprawdę morduje w USA? Lewica czy prawica? Kto odpowiada za więcej aktów przemocy politycznej w USA? Jurasz prezentuje dane, Parafianowicz je kwestionuje. Spór o liczby staje się sporem o rzeczywistość – i o to, kto ją definiuje.
Veja também em youtube.com/@45_graus Patrícia Fernandes é doutorada em Filosofia Social e Política pela Universidade do Minho em 2017, onde é actualmente Professora Auxiliar Convidada. Os seus principais interesses de investigação têm sido Teorias da Democracia, Políticas de Identidade, teorias críticas, História das Ideias Políticas. Tem tomado posição nestes temas nos últimos anos, sobretudo em artigos de opinião no jornal Observador, onde é muito crítica das ideias e das mudanças sociais propostas por esta nova visão política. Miguel Vale de Almeida é professor catedrático de Antropologia no ISCTE. Tem pesquisado questões de género e sexualidade, etnicidade, «raça» e pós-colonialismo, com vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro. Além de cronista e escritor, tem sido ativista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário. _______________ Índice: (3:16) Redes sociais | Antonio Gramsci | Dificuldade do compromisso nestes temas (19:36) Devemos implementar quotas de género ou raciais? (30:02) Direita populista radical (33:54) O aumento da imigração em Portugal (44:02) O que é “ideologia de género”? Construtivismo social Livros recomendados pela Patrícia: White Fragility, de Robin DiAngelo | De Esquerda, Agora e Sempre, de Mark Lilla | Teorias Cínicas de Helen Pluckrose e James Lindsay | A Religião Woke de Jean-François Braunstein | Livro: A Mente Justa de Jonathan Haidt | A Geração Ansiosa de Jonathan Haidt | A Infantilização da Mente Moderna, de Greg Lukianoff e Jonathan Haidt | Memórias da Plantação de Grada KilombaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Patrícia Fernandes é doutorada em Filosofia Social e Política pela Universidade do Minho em 2017, onde é actualmente Professora Auxiliar Convidada. Os seus principais interesses de investigação têm sido Teorias da Democracia, Políticas de Identidade, teorias críticas, História das Ideias Políticas. Tem tomado posição nestes temas nos últimos anos, sobretudo em artigos de opinião no jornal Observador, onde é muito crítica das ideias e das mudanças sociais propostas por esta nova visão política. Miguel Vale de Almeida é professor catedrático de Antropologia no ISCTE. Tem pesquisado questões de género e sexualidade, etnicidade, «raça» e pós-colonialismo, com vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro. Além de cronista e escritor, tem sido ativista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário. _______________ Índice: (0:00) Introdução (6:42) Quais são as principais ideias desta nova visão de justiça social? E como compara com a esquerda clássica? | Política identitária | Autoridade epistémica | A importância do compromisso. (40:39) Interseccionalidade (44:46) Há uma ideologia “woke”? Cultura e linguagem (1:04:20) A visão conservadora também não é importante? See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje, recebemos Lucas Souto Ribeiro, mestre em Política e Relações Internacionais pela Universidad Sergio Arboleda (Colômbia). Com experiência na Câmara de Comércio Colombo-Brasileira, é tradutor de livros, escritor acadêmico e colabora com o jornal Brasil Sem Medo e o portal ADN Cuba. Lucas apresenta seu livro Revolução Cubana & Ditadura Castrista, chamado por ele de “o livro proibido pelo MEC”, onde questiona narrativas e distorções históricas presentes na educação brasileira. Prepare-se para uma conversa provocadora sobre liberdade e verdades ocultas. ..................................................................................................................................
Neste Cafezinho, desço a lenha no tal “doisladismo” — a mania moderna de fingir neutralidade em tudo, mesmo quando a verdade está gritando. Em nome do “equilíbrio”, colocam fatos e absurdos no mesmo balaio, confundindo quem só quer clareza. Mas fingir isenção, quando há evidências de sobra, é covardia intelectual. Doisladismo não é sabedoria, é fuga. E quem foge da verdade… vira cúmplice da mentira. ..................................................................................................................................................................... MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................