Podcasts about divulga

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Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
A divulgação científica em cultura como resposta à desinformação

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 18:00


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC da FCRB e integrante do grupo de pesquisa EPCC.Podcast sobre o artigo  "Fake news sobre a Lei Rouanet: pensando a divulgação científica em cultura”. O texto, de autoria de Breno da Silva Carvalho, integra os Anais do 48º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, publicado em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra gente: conheça a história de Sueli Carneiro, filósofa que transformou a luta antirracista e fortaleceu o feminismo negro no Brasil

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 3:10


No sétimo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e ativista antirracista que dedicou sua vida à luta por igualdade, respeito e um mundo mais justo para todos. Com o tema Por igualdade, respeito e um mundo inteiro!, a narrativa convida as crianças a descobrirem a importância de defender os direitos de todos e a construir uma sociedade onde a diversidade seja celebrada.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como identidade, resistência, memória e cidadania. Ao contar a história, destaca-se a importância de reconhecer e combater o racismo e o sexismo, valorizando a diversidade e a inclusão como elementos fundamentais para a construção de um país mais justo e equitativo. Sueli Carneiro é fundadora do Geledés - Instituto da Mulher Negra, uma organização que atua na defesa dos direitos de mulheres e pessoas negras, e sua atuação é um exemplo inspirador de como a filosofia e o ativismo podem transformar a sociedade.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No oitavo episódio, o podcast Conta pra Gente apresenta a obra A pele que eu tenho, da escritora e pensadora bell hooks. Com o tema Respeito e valorização da diferença, a narrativa convida as crianças a mergulharem em uma história que celebra a identidade e a diversidade de forma poética e acolhedora.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify 

Noosfera
Noosfera 288 - Una infraestructura en los cielos - Juan Carlos Gil

Noosfera

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 70:23 Transcription Available


Posiblemente estés viendo esto desde tu teléfono, o tal vez desde el ordenador, pero no importa, porque sea como fuere, será gracias a una infraestructura que solo es posible gracias a los satélites. Esa tecnología que ha construido el mundo sin hacer demasiado ruido en la prensa, pero haciendo posible la infinidad de comodidades de las que disponemos a diario. Para hablar de ello tenemos con nosotros a Juan Carlos Gil, que es doctor en Química-física por la Universidad Complutense de Madrid y trabaja desde hace más de treinta años en el sector espacio. Ha desarrollado su carrera en GMV, donde actualmente impulsa la Innovación en Sistemas Espaciales en ámbitos como la inteligencia artificial o las comunicaciones cuánticas. Divulga ciencia en redes sociales bajo el nombre de “Apuntes de ciencia” y colabora con varias iniciativas, como el podcast Coffee Break: Señal y Ruido y las asociaciones Naukas, Astróbriga, Ciencia con Tres enCantos o Iberozoa.Un podcast de Diario La Razón, dirigido y presentado por Ignacio Crespo y producido por https://lafabricadepodcast.com

Ciencion
PhotON#33: CienciOFF - Ao apagar das luzes

Ciencion

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 21:17


Estamos ON! ou seria OFF? Nesse episódio o foco é outro, um bate-papo descontraído sobre a vida universitária, experiências pessoais, desafios, expectativas e tudo aquilo que acontece nos bastidores da ciência. Os estudantes João Paulo Mantovan, Ivan Sakata, Igor Felipe Andrade da Conceição e Gabriel Rocha Berbel, da Universidade Federal do ABC, se reúnem para uma conversa leve e espontânea, mostrando o lado mais humano de quem vive a universidade todos os dias.PhotON#33: CienciOFF - Ao apagar das LuzesParticipantes: João Paulo Mantovan (UFABC), Ivan Sakata (UFABC), Igor Felipe Andrade da Conceição (UFABC) e Gabriel Rocha Berbel (UFABC).Edição de áudio: Ivan Sakata (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra gente: conheça a história de Maria Beatriz do Nascimento, historiadora que guardou as memórias e valorizou os quilombos no Brasil

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 3:19


No sexto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Beatriz do Nascimento, historiadora, professora, roteirista, poeta e ativista que dedicou sua vida ao estudo da história da população negra e à valorização dos quilombos no Brasil. Com o tema Guardiã das memórias e dos quilombos, a narrativa convida as crianças a conhecerem histórias que ajudam a compreender a formação do povo brasileiro e a valorizar a memória e a diversidade cultural.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como identidade, resistência, memória e cidadania. Ao contar a história de Maria Beatriz, destaca-se a importância de reconhecer e preservar as raízes africanas e a luta por justiça social, elementos fundamentais para a construção de um país mais justo e inclusivo.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No sétimo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e ativista antirracista que dedicou sua vida à luta por igualdade, respeito e um mundo mais justo para todos Com o tema Por igualdade, respeito e um mundo inteiro!, a narrativa convida as crianças a descobrirem a importância de defender os direitos de todos e a construir uma sociedade onde a diversidade seja celebrada.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify 

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Governo espanhol divulga oportunidades de estudo no país

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 6:12


Uma feira realizada no Instituto Cervantes, em Botafogo, recebeu estudantes brasileiros e universidades espanholas para uma conversa sobre intercâmbio. Há ofertas regulares para mobilidades no país e diversas instituições brasileiras são conveniadas. O ano letivo europeu começa em setembro e a UFRJ também pode ser uma ponte para quem quer viver essa experiência. Saiba mais na notícia e também nos sites www.internacional.ufrj.br e www.sepie.es.Reportagem: Luisa FerreiraEdição: Thiago Kropf

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Desafios da divulgação científica em tempos de desinformação

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 3:55


Enquanto informações falsas sobre saúde, vacinas e crises sanitárias se espalham com rapidez via redes sociais, o jornalismo científico ganha papel central na mediação entre ciência e sociedade. Na mesa “Porque a ciência importa”, organizada pelo Festival LED - Luz na Educação, o médico Drauzio Varella e a pesquisadora Jaqueline Goes comentaram sobre como a divulgação científica ajuda no combate à desinformação e no fortalecimento do letramento científico da população.Reportagem: Sophia Santana e Vitória MatosEdição: Thiago Kropf

Ciencion
CienciON#116: Plantas vs Animais

Ciencion

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 36:43


Estamos ON! com mais um CienciON. Neste episódio do CienciON, recebemos o professor Anselmo Nogueira, pesquisador da Universidade Federal do ABC, para uma conversa fascinante sobre as relações entre plantas e animais. As plantas realmente precisam dos animais? E os animais precisam das plantas? Neste episódio do CienciON Podcast, exploramos as relações surpreendentes entre plantas, formigas, abelhas e muitos outros organismos. Nem toda formiga é uma inimiga. E as plantas estão longe de ser seres passivos.Ouça agora no Spotify e descubra como a natureza é feita de alianças, conflitos e negociações invisíveis.Referências:●      https://serrapilheira.org/pesquisadores/anselmo-nogueira/●      https://www.ufabc.edu.br/ensino/docentes/anselmo-nogueira●      https://agencia.fapesp.br/formigas-defendem-plantas-de-herbivoros-mas-podem-atrapalhar-polinizacao/55497CienciON#116: Plantas vs Animais - Ficha CatalográficaRoteiro de: Prof. Dr. Célio Angolini (UFABC).Convidados: Prof. Dr. Alselmo Nogueira (UFABC)Edição de áudio/vídeo: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Dr. Célio Angolini (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Dr. Alselmo Nogueira (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João PauloMantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC). com suporte de IA generativa (Gemini) para renderização a partir deesboço original.Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra gente: conheça a história de Lélia Gonzalez, intelectual que valorizou as culturas afro-brasileiras e indígenas no Brasil

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 4:14


No quinto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Lélia Gonzalez, intelectual, filósofa, antropóloga e ativista que dedicou sua vida à valorização das culturas afro-brasileiras e indígenas, além da luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Com o tema Valorizando culturas e muitos heróis, a narrativa convida as crianças a descobrirem a riqueza das diferentes culturas que formam o Brasil e a importância de reconhecer histórias muitas vezes esquecidas.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como diversidade cultural, identidade, respeito e cidadania. Ao contar a história de Lélia Gonzalez, destaca-se a importância de valorizar nossas origens e compreender que a construção de um país mais justo passa pelo reconhecimento de todos os seus povos e saberes.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No próximo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Beatriz Nascimento, historiadora e pesquisadora que estudou a história da população negra e a importância dos quilombos. Com o tema Guardiã das memórias e dos quilombos, o episódio convida as crianças a conhecerem histórias que ajudam a compreender a formação do povo brasileiro e a valorizar a memória e a diversidade cultural. Acompanhe!Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify

JORNAL DA RECORD
01/06/2026 | 3ª Edição: Instituto Real Time Big Data divulga pesquisa de intenções de voto para presidente da República

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 12:44


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Na pesquisa estimulada, em que são apresentados os nomes dos pré-candidatos, Lula, do PT, tem 38% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro, do PL, aparece com 31%. Renan Santos, do Missão, e Ronaldo Caiado, do PSD, têm 6% cada. Romeu Zema, do Novo, tem 4%. Aécio Neves, do PSDB, e Joaquim Barbosa, do DC, registram 3% cada. Augusto Cury, do Avante, tem 1%. Nulos ou brancos somam 3%. Não sabem ou não responderam representam 4%. 

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
2º Encontro de Divulgação Científica da UFRJ enfoca revistas e mídias digitais

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 1:33


Evento promovido pelo Fórum de Ciência e Cultura e pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa será nesta terça-feira, 2 de junho, e terá mesas de debates sobre estratégias para tornar conhecimento científico mais acessível. Entrada é gratuita. Saiba como participar.Reportagem: Rosana AlmeidaEdição: Thiago Kropf

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra gente: conheça a história de Maria Helena de Moura Neves, pesquisadora que transformou os estudos da linguagem no Brasil

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later May 27, 2026 3:14


No quarto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Helena de Moura Neves, pesquisadora que transformou os estudos da linguagem no Brasil. Com palavras que constroem o que a gente escreve, a narrativa convida os ouvintes a descobrirem como a língua portuguesa funciona, como produzimos sentidos e por que estudar a linguagem é também uma forma de compreender o mundo.Dedicado às crianças, o episódio narra sua jornada de forma lúdica e clara, conectando o público infantil a conceitos como expressão, saber científico e o encanto pela leitura. Ao contar a vida de Maria Helena, destaca-se a relevância de observar nossa fala com atenção e entusiasmo, apreciando o saber que nos possibilita dizer quem somos.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No quinto episódio da série Mulheres na Ciência, o Conta pra Gente apresenta a trajetória de Lélia Gonzalez, intelectual, filósofa e ativista que dedicou sua vida a valorizar as culturas e a lutar por um Brasil mais justo. Valorizando culturas e muitos heróis, a narrativa convida as crianças a descobrirem a riqueza das raízes africanas e indígenas que formam a nossa identidade.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra gente: conheça a história de Nise da Silveira, pioneira na humanização da saúde mental no Brasil

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later May 21, 2026 3:07


No terceiro episódio, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Nise da Silveira, médica e psiquiatra brasileira que transformou a maneira de cuidar da saúde mental no Brasil. Em um período marcado pelo uso de práticas agressivas nos hospitais psiquiátricos, Nise defendeu uma abordagem mais humana, baseada no afeto, no respeito e na valorização da expressão artística como forma de tratamento.Voltado ao público infantil, o episódio apresenta sua história de maneira sensível e acessível, aproximando as crianças de temas como empatia, ciência e direitos humanos. Ao narrar a trajetória de Nise, a série Mulheres na Ciência reforça a importância de olhar para o outro com escuta, sensibilidade e humanidade.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No próximo episódio, o quarto da série Mulheres na Ciência, o Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Helena de Moura Neves, pesquisadora que transformou os estudos da linguagem no Brasil. Com palavras que constroem o que a gente escreve, a narrativa convida as crianças a descobrirem como a língua portuguesa funciona, como produzimos sentidos e por que estudar a linguagem é também uma forma de compreender o mundo.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify

JORNAL DA RECORD
18/05/2026 | 3ª Edição: Neymar e mais 25: CBF divulga lista dos jogadores que vão disputar a Copa do Mundo

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 19, 2026 27:09


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Carlo Ancelotti repete 15 nomes de jogadores que disputaram a Copa de 2022. E ainda: Daniel Vorcaro é transferido para cela comum na Superintendência da PF. Câmara e Senado enviam ao STF defesa da lei da dosimetria. 

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra Gente: conheça a história de Berta Lutz, uma cientista que lutou pela igualdade de direitos entre homens e mulheres

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later May 14, 2026 6:00


No segundo episódio, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Bertha Lutz, uma das primeiras cientistas brasileiras a lutar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. O conteúdo destaca sua atuação em um período marcado por severas restrições à participação feminina na vida pública e sua importância para o cenário científico nacional.Com foco no público infantil, a iniciativa busca aproximar as crianças do universo da ciência e da literatura de forma acessível e envolvente. Na primeira série, intitulada “Mulheres na Ciência”, os episódios valorizam as pesquisas e a trajetória de pesquisadoras brasileiras das áreas de Ciências Humanas e Letras.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A ação foi concebida na disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No próximo episódio, o destaque é a trajetória de Nise da Silveira, médica e psiquiatra brasileira que revolucionou o tratamento de pessoas com transtornos mentais ao defender uma abordagem mais humana e sensível, em uma época marcada pelo uso de práticas agressivas nos hospitais psiquiátricos. Pioneira na valorização da arte e do afeto como formas de cuidado, Nise transformou a maneira de compreender a saúde mental no Brasil.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.

Boletim.leg
Boletim.leg - Edição das 22h

Boletim.leg

Play Episode Listen Later May 12, 2026 5:23


Proposta do Senado pode beneficiar mais de 35 mil crianças e adolescentes em acolhimento institucional ou familiar. Divulgação de crime cometido em escolas poderá ter novas regras. 

UNIFAL-MG OFICIAL
Conta pra Gente: conheça a história de Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista brasileira

UNIFAL-MG OFICIAL

Play Episode Listen Later May 8, 2026 4:24


O projeto “Conta pra Gente” abre a temporada de podcasts de 2026. A iniciativa, vinculada ao projeto de extensão Laboratório de Estudos Editoriais (LEE), é um projeto experimental desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras - Português, coordenado pela professora Flaviane Faria Carvalho, no âmbito da disciplina Introdução à Divulgação Científica, do Bacharelado em Letras - Português.O podcast foi produzido no âmbito da disciplina Introdução à Divulgação Científica, ofertada pelo curso de Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG, vinculada ao LEE, e contou com o suporte técnico do professor Wellington Lima.Direcionado ao público infantil, o podcast busca aproximar as crianças do universo da ciência e da literatura de forma acessível e envolvente. Na primeira série, intitulada “Mulheres na Ciência”, os episódios valorizam as pesquisas e a trajetória de mulheres cientistas brasileiras das áreas de Ciências Humanas e Letras.No episódio de estreia, o destaque é a história da educadora Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista brasileira, destacando sua contribuição para a literatura e para a história da educação no país.No próximo episódio, o podcast apresenta a trajetória de Bertha Lutz, uma das primeiras cientistas brasileiras a lutar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres, em um período marcado pela restrição à participação feminina na vida pública.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify e também no YouTube da instituição.Outros podcasts podem ser acessados em:⁠ https://unif.al/nopotify

Resumão Diário
Senador Ciro Nogueira é alvo de operação da PF sobre o caso Master; Lula se reúne com Trump na Casa Branca; Justiça dos EUA divulga suposta carta de suicídio de Epstein; Passageiro diz que surto de hantavírus em cruzeiro não foi levado a sério o

Resumão Diário

Play Episode Listen Later May 7, 2026 4:47


Caso Master: PF deflagra nova fase da operação Compliance Zero; Ciro Nogueira está entre os alvos. Do PIX ao crime organizado: veja 5 pontos que estão em jogo na reunião entre Lula e Trump. Terras raras: veja detalhes do texto aprovado pela Câmara na véspera do encontro entre Lula e Trump; tema é considerado estratégico. Justiça dos EUA divulga suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein. 'Não levaram o problema a sério suficiente', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus.

Value School | Ahorro, finanzas personales, economía, inversión y value investing
​​Cómo gestionar una cartera de inversión en tiempos de incertidumbre. ​

Value School | Ahorro, finanzas personales, economía, inversión y value investing

Play Episode Listen Later May 4, 2026 105:26


Sinopsis Una era como la actual, de grandes cambios tecnológicos y geopolíticos, requiere una gestión diferente de las inversiones. Manejarse en medio de una incertidumbre mayor que la habitual puede llevar a ajustar la asignación de activos de una cartera hacia combinaciones más conservadoras o, simplemente, a buscar rentabilidad en otros activos. A lo largo de esta sesión con Víctor Alvargonzález, fundador y director de estrategia de Nextep Finance, analizaremos los retos que el momento actual plantea a los inversores, explicaremos los errores que suelen cometerse, y escucharemos sus recomendaciones sobre gestión de carteras. Breve perfil del invitado Víctor Alvargonzález es socio fundador y director de estrategia de Nextep Finance, una firma que ofrece asesoramiento financiero independiente a inversores con cualquier tamaño de patrimonio y sin necesidad de cambiar de banco. Víctor fundó en 1996 la primera empresa española con este modelo, y con más de 35 años de experiencia en el sector es uno de los asesores financieros más reputados de nuestro país. Divulga sobre actualidad financiera en su propio canal de YouTube, cuenta con tribuna propia en El Confidencial, El Español y El Economista y colabora habitualmente en diversos medios de comunicación.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Provão Paulista: Educação de SP divulga terceira e última chamada para o 2º semestre

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later May 4, 2026 1:52


Matrículas nas Fatecs e na Univesp devem ser feitas nos dias 5 e 6 de maio.

Fim do Dia
Análise de Janio de Freitas e Quaest divulga pesquisa para governo da Bahia #1247

Fim do Dia

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 4:25


O Aos Fatos desta quarta-feira (29) destaca o comentário do jornalista Janio de Freitas, durante o Três Pontos, sobre o caso operação que revelou um esquema bilionário de corrupção na Receita Federal e o relacionou ao episódio recente de um voo investigado por entrada de bagagens sem fiscalização. Esta edição também repercute o levantamento da Quaest que indica um cenário equilibrado na disputa pelo governo da Bahia. Em dois cenários de primeiro turno testados, há empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT), que busca a reeleição.

Ciencion
CienciON#115: Desvendando a Microbiota Yanomami - o que microoganismos revelam sobre a nossa saúde

Ciencion

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 83:14


O que os microrganismos que vivem no nosso corpo podem revelar sobre a nossa saúde?Neste episódio do CienciON, conversamos com a Profa. Luciana Campos Paulino (UFABC) sobre pesquisas que investigam a microbiota humana a partir do estudo do povo Yanomami. Ao comparar diferentes modos de vida, a ciência busca entender como fatores como alimentação, ambiente e uso de medicamentos influenciam a diversidade microbiana e quais são os impactos disso para a saúde.Populações com menor exposição à industrialização tendem a apresentar microbiotas mais diversas e complexas, enquanto estilos de vida urbanos podem reduzir essa diversidade. O que isso significa para o aumento de doenças crônicas nas sociedades contemporâneas?Dê o play e descubra como o nosso estilo de vida molda, por dentro, o ecossistema que nos habita.Referências:●      Desvendando a Microbiota Yanomami: O Que Microrganismos de Povos Indígenas Revelam sobre a Nossa Saúde - Universidade Federal do ABC. Disponível em: https://www.ufabc.edu.br/divulgacaocientifica/pesquisabc/edicao-n-40-janeiro-de-2026/desvendando-a-microbiota-yanomami-o-que-microrganismos-de-povos-indigenas-revelam-sobre-a-nossa-saude.●      FAPESP (2024). Auxílio à Pesquisa 24/08541-5 – Microbiota Yanomami e câncer colorretal.●     The Yanomami. Yanomami Foundation https://www.yanomamifoundation.org/yanomamiObservação ética: As ilustrações foram desenvolvidas com inspiração e referência artística em Joseca Yanomami, sem reprodução direta de grafismos culturais. CIENCION #115: Desvendando a microbiota YanomamiRoteiro de: João Paulo Mantovan (UFABC) e Prof. Luciana Campos Paulino (UFABC). Convidados: Prof. Luciana Campos Paulino (UFABC)Edição de áudio: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Profa. Luciana Campos Paulino (UFABC)Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Luciana Campos Paulino (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC). com suporte de IA generativa (ChatGPT) para renderização a partir de esboço original.Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.

Esquina do Jazz
Baterista potiguar divulga novo disco em Brasília

Esquina do Jazz

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026


Noticiário Nacional
13h Frente Cívica considera muito grave impedir a divulgação de quem financia os partidos

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 11:20


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Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Orleans divulga calendário do IPTU 2026 com até 30% de desconto

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 9:03


A Prefeitura de Orleans anunciou o calendário de vencimentos do IPTU 2026, oferecendo descontos de até 30% para quem optar pelo pagamento em cota única. Os prazos começam no dia 11 de maio e seguem até julho, com opções que variam conforme o percentual de desconto. O maior abatimento, de 30%, é válido para pagamento integral até 11 de maio. Já quem quitar o imposto até 11 de junho garante 20% de desconto, enquanto o prazo até 13 de julho oferece redução de 10% no valor total. Também há a alternativa de parcelamento em até seis vezes, sem desconto e sem acréscimos. Nesse formato, a primeira parcela vence em 11 de maio e a última em 14 de outubro. Os recursos arrecadados com o IPTU são destinados à manutenção de serviços públicos e investimentos em áreas como infraestrutura, saúde e educação. O secretário de Administração e Gestão, Airton Bratti Coan, falou sobre o tema em entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta quarta-feira, dia 15.

Podcast MiranteFM 96,1
PLUGADO #467- Roberto Pereira fala da repercussão de pesquisa sobre consumo do reggae entre jovens em São Luís

Podcast MiranteFM 96,1

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 31:54


Roberto Pereira é historiador e documentarista. Tem doutorado e pós-doutorado em História Comparada pela UFRJ. Foi pesquisador visitante na Universidade de Harvard. É autor de “Rodas Negras – capoeira, samba, teatro e identidade nacional”. Integrou, nos anos 1990, o GEDRAR (Grupo de Estudo e Divulgação Rasta Reggae/Movimento Rasta do Maranhão), um dos primeiros grupos de estudo sobre reggae e a filosofia rastafári do Brasil. Nos últimos anos, tem se dedicado a pesquisas relacionadas à Jamaica e ao reggae. Entre o fim de 2019 e o início de 2020, realizou uma série de entrevistas na Jamaica para a realização de um longa-metragem, ainda em produção, sobre as conexões entre São Luís e aquela ilha caribenha. Atualmente realiza pesquisa de pós doutorado com bolsa CNPQ na UFMA sobre o reggae e a construção de identidades negras em São Luís e na Jamaica.

Ciencion
CienciON#114: Imunometabolismo

Ciencion

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 48:15


Estamos ON, com mais um CienciON. Este episódio aborda, o campo do imunometabolismo, explorando as interações entre o sistema imunológico e o metabolismo em processos de saúde e doença. A discussão introduz o conceito de inflamação, diferenciando seus papéis fisiológicos e patológicos, com destaque para sua relação com doenças metabólicas, como o diabetes.O professor Dr. José Marcos Sanches Junior apresenta também o papel dos microrganismos na saúde humana, com ênfase na microbiota vaginal e sua influência em condições como candidíase e vaginose bacteriana, evidenciando sua relevância para a saúde feminina. São discutidos, ainda, mecanismos moleculares envolvidos na regulação da inflamação, como a atuação da proteína Anexina A1.Pegue o seu fone e vem explorar com a gente!CIENCION #114: ImunometabolismoRoteiro de: Prof. Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC).Convidados: Dr. José Marcos Sanches JuniorEdição de áudio: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC) e Prof. Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 04/04/2026 | Trump pede orçamento de US$ 1,5 trilhão / NASA divulga imagens da Terra

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 4, 2026 242:04


Confira os destaques do Jornal da Manhã desse sábado (04): A Casa Branca solicitou ao Congresso dos Estados Unidos um orçamento de defesa de US$1,5 trilhão para o ano de 2027. O pedido, impulsionado pelo presidente Donald Trump, prioriza a segurança nacional e a reposição de estoques militares em meio ao conflito no Irã. Se aprovado, o montante representará o maior aumento nos gastos bélicos do país desde a Segunda Guerra Mundial. A NASA divulgou as primeiras imagens da Terra capturadas pela tripulação da Missão Artemis II a bordo da nave Orion. Os registros, feitos pelo astronauta Reid Wiseman, mostram detalhes do planeta e auroras boreais em meio à manobra de injeção translunar. O projeto marca o retorno das missões tripuladas rumo à Lua, estabelecendo novos recordes de distância em voos espaciais. O governo Lula conclui a reforma ministerial com a saída de 17 chefes de pastas que planejam disputar as eleições de 2026. A movimentação ocorreu no prazo final de desincompatibilização e coincide com o fechamento da janela partidária, que alterou o equilíbrio de forças no Congresso Nacional, com destaque para o crescimento da bancada do PL. Cuba iniciou a libertação de mais de 2 mil detentos no maior indulto das últimas décadas, motivado pela Semana Santa. A medida é vista como um "gesto humanitário" em meio à crescente pressão dos EUA e ao colapso econômico da ilha. Entre os beneficiados estão jovens, mulheres e idosos, em um movimento que também envolve a mediação histórica do Vaticano. O cardeal Dom Odilo Scherer presidiu a celebração da Paixão de Cristo na Catedral da Sé, em São Paulo, reunindo milhares de fiéis nesta Sexta-Feira Santa (03). Durante a cerimônia, marcada por orações e pela tradicional Via Crucis, o arcebispo metropolitano destacou a importância de compreender o sacrifício de Jesus como um ato de redenção. O evento integra o calendário da Semana Santa, que segue com celebrações da Páscoa em todo o país. O ministro Alexandre de Moraes votou pela manutenção das restrições impostas ao ex-deputado Daniel Silveira, que cumpre pena em regime aberto. A defesa solicitava a flexibilização de horários para que Silveira pudesse cursar a faculdade de Direito no período noturno e circular nos fins de semana. O julgamento ocorre no plenário virtual do STF e ainda aguarda os votos de outros três ministros. Em meio ao abate de caças estadunidenses pelas forças de defesa do Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, propôs o maior orçamento militar desde a Segunda Guerra Mundial. O professor Paulo Velasco participou do programa Jornal da Manhã deste sábado (04) e analisou o impacto do fechamento do Estreito de Ormuz na economia global e a dificuldade da ONU em aprovar uma resolução de força devido aos vetos de Rússia e China. O ministro Edson Fachin afirmou que o STF garante a liberdade de expressão no Brasil, reagindo a um relatório de parlamentares estadunidenses que acusam a Corte de censura. O documento questiona as decisões de Alexandre de Moraes, como a suspensão de perfis em redes sociais. Fachin ressaltou que o direito não é absoluto e que as medidas foram tomadas no âmbito de investigações sobre milícias digitais e ataques à democracia. As autoridades identificaram as quatro vítimas da queda de uma aeronave de pequeno porte em Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul. O casal de empresários Luís e Débora Ortolani e os pilotos Nélio Pessanha e Renan Saes morreram após o avião colidir com um poste e atingir estabelecimentos comerciais. Vídeos gravados dentro da cabine momentos antes da decolagem mostram o trajeto final do voo que tinha como destino o interior de São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

O Antagonista
Cortes do Papo - TRE divulga vídeo sobre desinformação que desinforma

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 12:15


O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) divulgou um vídeo em forma de clipe musical sobre desinformação e Fake News, mas nele as definições de “fake news” e de desinformação estariam erradas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #TRE #JustiçaEleitoral #Desinformação #FakeNews #Eleições2026 #DireitoEleitoral #Noticias #Politica #Brasil #Viral #Debate #Atualidades #PodcastBrasil #Analise #FactChecking #Informação

Podcast 45 Minutos
FPF DIVULGA LISTA DE CLUBES DEVEDORES. + DE R$ 30 MILHÕES. SANTA CRUZ NO TOPO E SAF RECEBE “AVISO”

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 40:50


BTC Cast
BTC News | Magalu divulga resultados de 2025 e ações sobem!!! Valorização é sustentável???

BTC Cast

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 23:51


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Resumão Diário
'Uma batalha após a outra' é grande vencedor do Oscar em noite sem prêmios para o Brasil; 'Enem dos concursos' divulga classificação final; Ancelotti convoca jogadores para últimos amistosos da seleção brasileira antes da Copa

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 4:50


Oscar 2026: 'Uma batalha após a outra' é grande vencedor em noite sem prêmios para o Brasil. Com alta do preço do petróleo, Trump exige que 'cerca de sete' países se juntem a uma coalizão para patrulhar o Estreito de Ormuz do Irã. Israel anuncia 'operações terrestres limitadas' no Líbano contra o Hezbollah. CNU 2025 divulga classificação final e inicia convocações para nomeação. Com Neymar na pré-lista, Ancelotti convoca seleção para últimos amistosos antes da Copa. Cruzeiro demite Tite após empate no Mineirão com Vasco.

JORNAL DA RECORD
03/03/2026 | Edição Exclusiva: MEC divulga resultado da segunda chamada do Prouni

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 4:03


Confira nesta edição do JR 24 Horas:  O Ministério da Educação (MEC) divulgou, na última segunda-feira (2), o resultado da segunda chamada do Prouni (Programa Universidade para Todos) do primeiro semestre deste ano. A consulta pode ser feita no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.  Os candidatos têm até o dia 13 de março para entregar a documentação na instituição em que foram selecionados. Quem quiser ficar na lista de espera pode se inscrever nos dias 25 e 26 deste mês. O resultado final será divulgado no dia 31 de março.  O Prouni oferece auxílio financeiro em universidades particulares de todo o país. Apenas neste semestre foram oferecidas mais de 590 mil bolsas. E ainda: Trânsito é liberado na rua da Consolação após cratera se abrir na pista no último domingo (1°). 

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

ONU News
Unicef divulga guia de 10 pontos sobre proteção parental de crianças na internet

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 1:52


Agência da ONU ressalta riscos e preocupações desde a privacidade digital até a segurança online e conteúdo prejudicial; tecnologia traz benefícios, mas não está isenta de alertas e perigos.

JORNAL DA RECORD
20/02/2026 | 1ª Edição: Ministério da Educação divulga calendário de pagamentos do programa Pé-de-Meia

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 3:25


Confira nesta edição: Ministério da Educação divulga calendário de pagamentos do Pé-de-Meia, programa que beneficia estudantes matriculados no ensino médio. Novo relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça amplia autonomia da Polícia Federal em investigações sobre possíveis fraudes no banco. Veja ainda: Lula inaugura escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações na Índia.

JORNAL DA RECORD
20/02/2026 | Edição Exclusiva: Governo divulga lista de aprovados na segunda edição do Enem dos Concursos

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 4:29


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Ministério da Gestão divulgou, nesta sexta-feira (20), a lista de aprovados da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado, também conhecido como ‘Enem dos Concursos'. E ainda: Receita Federal libera consulta a lote residual do Imposto de Renda.

Que tal um cineminha?
Disney divulga Trailer de Toy Story 5

Que tal um cineminha?

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 1:12


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O Antagonista
Cortes do Papo - Zema divulga marchinha irônica sobre Lula

O Antagonista

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 8:08


O TSE rejeitou, por unanimidade, as ações do Novo e do Partido Missão contra o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que vai homenagear Lula no Carnaval.Ao votar, a presidente do tribunal, Cármen Lúcia, disse que a rejeição não representa um “salvo-conduto” para ilícitos.Duda Teixeira e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Conexão Israel
#340 - Hamas armado em Gaza e anexação avança na Cisjordânia, Netanyahu na Casa Branca, Levin e Ben Gvir vão destruindo instituições do Estado, Netanyahu divulga conspiração contra ex do Shin Bet

Conexão Israel

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 146:43


Uma semana cheia de conspirações.....Bloco 1- Gaza: passagem de Rafiah com funcionamento “para inglês ver” e desarmamento do Hamas não acontece.- Cisjordânia: Pogroms continuam e o governo avança com processo de anexação.- Netanyahu vai à Casa Branca para debater sobre o Irã.Bloco 2- Netanyahu divulga vídeo com acusações falsas e teorias da conspiração contra o ex-chefe do Shin Bet.- Netanyahu recrutou soldados da inteligência para procurar em protocolos documentos que favorecessem a sua narrativa da guerra.- Crimes e protestos continuam dentro do setor palestino da sociedade israelense.- ⁠Conselheira Jurídica do Governo diz que Levin atua contra o interesse público por não permitir a nomeação de juízes.- Suprema Corte exige que Ben Gvir aprove as nomeações dos oficiais da Polícia.- ⁠Bezalel Zini pode complicar a vida do irmão, David Zini, chefe do Shin Bet.- Após recomendar voto favorável na lei do alistamento, o principal rabino lituano volta atrás.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No exterior - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠patreon.com/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@joaokm⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠instagram - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube.com/@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #340 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

SBS Portuguese - SBS em Português
Governo da Tasmânia divulga guia de segurança cibernética produzido por analista de sistemas brasileiro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 13:57


Profissional da segurança cibernética há mais de 25 anos, Edson Agostinho aproveitou a conversação sobre a proibição de redes sociais a menores de 16 anos na Austrália e produziu manual de boas práticas para manter a conta de usuários comuns e criadores de conteúdo no TikTok seguras. O Departamento de Educação da Tasmânia divulgou a obra em sua newsletter. Conversamos com Agostinho.

Oxigênio
#212 – Ugo Giorgetti em 4 documentários – 2º Episódio

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 25:12


Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo.  _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.]  Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts.  LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo.  (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner.  “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa.  MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes:  Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha?  GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos.  [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI:  O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha.   [Efeito de som do mar]  Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil.  LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras.   [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn.  MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn  [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ]  LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45.  Ugo Giorgetti Como ele era?  Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA:  Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades  como  os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista.   [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação.  MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema.  O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti.  Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô!  MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro.  Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira.  Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá.  MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra.  No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo]  LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.]  MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.

JORNAL DA RECORD
27/01/2026 | Edição Exclusiva: IBGE divulga prévia da inflação de janeiro com alta de 0,2%

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 4:56


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O IBGE divulgou a prévia da inflação referente a janeiro. O índice registrou uma alta de 0,2%, apresentando uma redução de 0,05 ponto percentual em comparação à prévia de dezembro. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada foi de 4,5%. Os gastos com saúde tiveram o maior aumento na prévia deste mês, com um crescimento registrado em 0,81%. E ainda: Nevasca histórica nos EUA resulta em 34 mortes e estado de emergência .

JORNAL DA RECORD
23/01/2026 | 4ª Edição: STF divulga cronograma dos novos depoimentos do caso do Banco Master

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 19:28


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Supremo Tribunal Federal divulgou o cronograma dos novos depoimentos do caso do Banco Master. Os oito investigados serão ouvidos em dois dias: segunda (26) e terça-feira (27). No primeiro dia, todos os depoimentos serão por videoconferência. No segundo, apenas um será virtual; os demais, presenciais no Supremo Tribunal Federal. E ainda: Agências do INSS em todo o Brasil vão abrir neste sábado (24) e domingo (25) para atendimento presencial.

Mamilos
Onde está o consenso entre as mulheres do Brasil? | Mamilos #534

Mamilos

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 79:09


Hoje a gente vai fazer uma coisa rara: em vez de começar pela treta, a gente vai começar pelo acordo. O “Mapa Narrativo Entre Nós”, do Instituto Update, mostra que as mulheres brasileiras, de esquerda, de centro, de direita, religiosas ou não, concordam em coisas muito essenciais: 94% defendem igualdade salarial; 85% querem mais mulheres onde as decisões são tomadas; 77% dizem que segurança é a prioridade.Ou seja: não é falta de pauta. Não é falta de problema. Não é nem falta de consenso. O que está travando é como a gente está falando.A boa notícia é que esse mapa traduz pesquisa em linguagem. Ele mostra que, se a gente parte de valores compartilhados — proteção, família, dignidade, futuro dos filhos — dá pra falar de segurança, de salário, de representatividade sem acionar defesa e sem perder nitidez política.E pra fazer essa costura com a gente, duas mulheres que entendem de escuta e de disputa de narrativa: a cientista política e consultora no projeto Mulheres em Diálogo, do Instituto Update, Lilian Sendretti e Manuela D'Avila, jornalista, escritora e ex-deputada federal.ATENÇÃO: a Insider chegou pra facilitar a vida dos Mamileiros e Mamiletes, e o timing não podia ser melhor: começou a Black Friday da Insider - Até 70% OFF somando cupom Mamilos (15%) + descontos do site! É a maior black da historia da Insider, corre pq o estoque voa! Cupom de Desconto: MAMILOS Link de Divulgação: https://creators.insiderstore.com.br/MAMILOSBFAnuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me

Mamilos
Sofrimento é doença? Uma conversa sobre luto, cansaço, culpa e sensibilidade | Mamilos #535

Mamilos

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 71:06


A gente cresce ouvindo que sofrimento é sinal de fracasso, falta de fé, fraqueza ou “problema químico” que se resolve com remédio. Ao mesmo tempo, vive numa cultura que vende autocuidado como vela aromática e banho de espuma, enquanto um monte de gente está quebrada por dentro. Onde é que a gente se perdeu nesse caminho?Neste episódio, conversamos com o psiquiatra Daniel Barros, autor de “Sofrimento não é doença: nem todas as dores precisam de remédio, mas todas merecem cuidado”. Falamos sobre a diferença entre dor e sofrimento, o descompasso entre expectativa e realidade, a linha tênue entre o que é da vida e o que é caso de tratamento, o peso de achar que “cuidar” é consertar o outro, o papel dos vínculos como proteção e o que pode nascer depois de experiências traumáticas – sem romantizar tragédia.É um convite pra olhar pra própria dor com mais nitidez e mais gentileza: entender quando ela está dizendo “algo precisa mudar” e quando ela está pedindo ajuda profissional. Porque viver dói, mas não precisa ser sozinho.ATENÇÃO: 15 de dezembro é o Tech Day da Insider. Só por 24 horas, toda a linha Tech vai ter os melhores preços do ano, com peças a partir de R$99. Até 30% OFF somando o cupom do Mamilos com os descontos do site — e ainda 20% de cashback.Cupom de Desconto: MAMILOS Link de Divulgação: https://creators.insiderstore.com.br/MAMILOSBFAnuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me

Mamilos
Sofrimento é doença? Uma conversa sobre luto, cansaço, culpa e sensibilidade | Mamilos #535

Mamilos

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 71:07


A gente cresce ouvindo que sofrimento é sinal de fracasso, falta de fé, fraqueza ou “problema químico” que se resolve com remédio. Ao mesmo tempo, vive numa cultura que vende autocuidado como vela aromática e banho de espuma, enquanto um monte de gente está quebrada por dentro. Onde é que a gente se perdeu nesse caminho? Neste episódio, conversamos com o psiquiatra Daniel Barros, autor de “Sofrimento não é doença: nem todas as dores precisam de remédio, mas todas merecem cuidado”. Falamos sobre a diferença entre dor e sofrimento, o descompasso entre expectativa e realidade, a linha tênue entre o que é da vida e o que é caso de tratamento, o peso de achar que “cuidar” é consertar o outro, o papel dos vínculos como proteção e o que pode nascer depois de experiências traumáticas – sem romantizar tragédia. É um convite pra olhar pra própria dor com mais nitidez e mais gentileza: entender quando ela está dizendo “algo precisa mudar” e quando ela está pedindo ajuda profissional. Porque viver dói, mas não precisa ser sozinho. ATENÇÃO: 15 de dezembro é o Tech Day da Insider. Só por 24 horas, toda a linha Tech vai ter os melhores preços do ano, com peças a partir de R$99. Até 30% OFF somando o cupom do Mamilos com os descontos do site — e ainda 20% de cashback. Cupom de Desconto: MAMILOS Link de Divulgação: https://creators.insiderstore.com.br/MAMILOSBF Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me

Mamilos
Onde está o consenso entre as mulheres do Brasil? | Mamilos #534

Mamilos

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 79:10


Hoje a gente vai fazer uma coisa rara: em vez de começar pela treta, a gente vai começar pelo acordo. O “Mapa Narrativo Entre Nós”, do Instituto Update, mostra que as mulheres brasileiras, de esquerda, de centro, de direita, religiosas ou não, concordam em coisas muito essenciais: 94% defendem igualdade salarial; 85% querem mais mulheres onde as decisões são tomadas; 77% dizem que segurança é a prioridade. Ou seja: não é falta de pauta. Não é falta de problema. Não é nem falta de consenso. O que está travando é como a gente está falando. A boa notícia é que esse mapa traduz pesquisa em linguagem. Ele mostra que, se a gente parte de valores compartilhados — proteção, família, dignidade, futuro dos filhos — dá pra falar de segurança, de salário, de representatividade sem acionar defesa e sem perder nitidez política. E pra fazer essa costura com a gente, duas mulheres que entendem de escuta e de disputa de narrativa: a cientista política e consultora no projeto Mulheres em Diálogo, do Instituto Update, Lilian Sendretti e Manuela D'Avila, jornalista, escritora e ex-deputada federal. ATENÇÃO: a Insider chegou pra facilitar a vida dos Mamileiros e Mamiletes, e o timing não podia ser melhor: começou a Black Friday da Insider - Até 70% OFF somando cupom Mamilos (15%) + descontos do site! É a maior black da historia da Insider, corre pq o estoque voa! Cupom de Desconto: MAMILOS Link de Divulgação: https://creators.insiderstore.com.br/MAMILOSBF Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me

O Antagonista
Casa Branca divulga íntegra do acordo de paz de Trump

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 9:31


Casa Branca divulga íntegra do acordo de paz de Trump.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #51: Mellanie Fontes-Dutra

Naruhodo

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 93:07


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Biomédica, Mestra e Doutora em Neurociências, com Pós-Doutorados em Bioquímica e em Virologia, professora e divulgadora científica, Mellanie Fontes-Dutra, a @mellziland.Só vem!>> OUÇA (93min 08s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Mellanie Fontes Dutra da Silva é graduada em Biomedicina (UFRGS), com as habilitações em Bioquímica, Patologia Clínica e Virologia. Mestre e Doutora em Neurociências (UFRGS), com Pós-Doutorado em Bioquímica (UFRGS) e em Virologia (Feevale).Atualmente, é professora da Escola de Saúde da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), para os cursos de Medicina, Biomedicina e Engenharia Biomédica. É coordenadora dos cursos Biomedicina, modalidade presencial e híbrido/EaD (Unisinos), e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Alimentos, Nutrição e Saúde, situado no ittNutrifor-TECNOSINOS.É coordenadora do Núcleo de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas e Saúde Única - UNISINOS, e do Núcleo de Pesquisa em Neuropsiquiatria Nutricional - UNISINOS. Também é membro do Comitê de Ética em Pesquisa (Unisinos), da Comissão Interna de Biossegurança (CIBio - Unisinos), e participa do GT Curricularização Saúde Única da Rede Saúde do Rio Grande do Sul e da Rede de Saúde Humana, Animal e Ambiental Rede Saúde Única da FIOCRUZ RS.Estuda, atualmente, os impactos de eventos climáticos extremos sobre a saúde física (explorando agentes infecciosos e resposta imunológica, bem como doenças crônicas não transmissíveis - DCNTs) e mental das populações atingidas, bem como agentes infecciosos de emergentes de importância para a saúde pública e as interrelações entre as microbiotas do organismo em diversos contextos fisiológicos e patológicos, com enfoque no sistema imunológico.Tem experiência em neurodesenvolvimento e seus transtornos, com atuação no campo de pesquisa desde 2010. Trabalhou no Laboratório de Plasticidade NeuroGlial (PNG), situado no Grupo de Estudo Translacional do Transtorno do Espectro do Autismo (GETTEA), assim como no Autism Well-Being Awareness and Research Development Institute (A.W.A.R.D. Institute), tendo como foco a pesquisa sobre os transtornos do espectro do autismo (TEA).Divulgação científica: Foi uma das principais vozes da ciência no twitter, em 2020 e 2021 (IBPAD/SciencePulse). É organizadora do Pint of Science de Porto Alegre, que tem o objetivo de divulgar e popularizar a ciência.É idealizadora e coordenadora da Rede Análise (@redeanalise no twitter) e membro da rede #TodosPelasVacinas (www.todospelasvacinas.info). Durante o ano de 2021, participou como membro do grupo InfoVid e como guia da equipe Halo, uma iniciativa global que faz parte do projeto Verificado das Nações Unidas.Atualmente, é embaixadora da World Wide Fund for Nature (WWF) Brasil.Lattes: http://lattes.cnpq.br/6219326679133695*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo