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Raramente levantam a voz, mas deixam rasto. Dizem pouco, prometem menos ainda e quase nunca assumem o que fazem. Vivem na zona cinzenta das intenções, onde tudo é ambíguo e nada é frontalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Irão, o regime do ayatollah Ali Khamenei tentou calar a maior vaga de protestos dos últimos anos com uma repressão que teria feito milhares de mortos. As manifestações começaram a 28 de Dezembro na capital e alastraram a todo o país. Os Estados Unidos intensificaram a presença militar no Médio Oriente com a mobilização do porta-aviões USS Abraham Lincoln, depois de Donald Trump ter afirmado que deverá receber “em breve” um relatório sobre a situação no Irão para decidir se avança com uma intervenção militar. Será a pressão interna e externa suficiente para uma eventual mudança de regime? E quem poderia assegurar uma transição? Para conversarmos sobre este tema convidámos Maria Ferreira, professora de Relações Internacionais, que nos fala sobre “a pior repressão de sempre” no Irão, sobre a “diplomacia coerciva” dos Estados Unidos e sobre dificuldade de antever, para já, uma mudança de regime. RFI: Perante a mobilização de um porta-aviões para o Médio Oriente, até que ponto um ataque dos Estados Unidos é uma possibilidade? Maria Ferreira, Professora de Relações Internacionais do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa: “É preciso ter consciência de que o Irão é a segunda maior nação do Oriente Médio e é a 18.ª maior nação do mundo. Vivem no Irão mais de 92 milhões de habitantes, portanto, é um país com uma matriz civilizacional fortíssima e que não se compara a outros Estados, nomeadamente a Venezuela, onde os Estados Unidos têm vindo a desenvolver acções exteriores. É claro que o Irão, neste momento, está a passar pela pior repressão de sempre que visa as manifestações pró-democracia, mas mesmo a resposta do regime a estas manifestações demonstra a dificuldade que seria, mesmo para uma potência militar como os Estados Unidos, intervir num palco de conflito que é extremamente complexo.” Então, não há essa possibilidade de um ataque iminente dos Estados Unidos? “De um ataque clássico dos Estados Unidos não. Seria muito difícil aos Estados Unidos conseguirem controlar um território com uma complexidade doméstica como se afigura no Irão. Segundo a Amnistia Internacional, no Irão, existem três braços armados que suportam fortemente o regime e que estão sob a alçada do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei.” Nesse caso, para que serve esta mobilização de navios de guerra americanos, nomeadamente, do porta-aviões, para o Médio Oriente? “Repare que Donald Trump está a replicar os mesmos passos da Venezuela no Irão porque antes da extracção do Presidente Maduro, os Estados Unidos enviaram para a Venezuela e para a região também um conjunto de forças militares com o objectivo de escalarem a tensão contra o país, aplicarem uma espécie de diplomacia coerciva para atingirem os seus objectivos, nomeadamente no que toca à questão do petróleo. No Irão, o que está a acontecer é também a utilização de diplomacia coerciva para obrigar o Irão a uma eventual mudança de regime. Repare-se que essa mudança de regime não aconteceu na Venezuela. Essa mudança de regime no Irão está a ser associada às revoltas populares nas ruas e é preciso dizer que a repressão das revoltas já terá provocado entre 17.000 a 25.000 mortos. Simplesmente, tal como na Venezuela não houve mudança de regime, também no Irão essa mudança de regime afigura-se muito difícil pelas circunstâncias internas, políticas e militares, que conseguem sustentar o regime de Ali Khamenei.” Que resultados é que pode ter essa “diplomacia coerciva”? Na segunda-feira houve um responsável americano que disse que a porta está aberta se o Irão quiser entrar em contacto com Washington. Há uma porta aberta a uma eventual mudança de regime? “O ayatollah Khamenei é uma figura odiada por grande parte dos iranianos. A economia iraniana está numa situação insustentável e há uma grande repressão interna. Aquilo que os especialistas no Irão discutem é quais são internamente as hipóteses para eventualmente substituir o ayatollah Khamenei. Mas essas hipóteses são muito ténues e eu penso que foi isto que levou - a par do reconhecimento de que uma intervenção militar no Irão seria absolutamente complexa por causa dos três braços armados que sustentam o regime - foi essa consciência que levou a que Donald Trump, há duas semanas, com a desculpa de que o Irão já não estava a executar protestantes, tivesse claramente recuado na sua retórica agressiva, militarista, coerciva contra o Irão. É que, segundo vários autores que são especialistas na questão do Irão, não existe grande vontade de reforma do regime e os moderados são vistos como figuras marginais dentro do próprio regime e nem sequer têm o peso para vir a substituir o líder supremo e, eventualmente, poder conduzir a uma reforma do regime iraniano. Portanto, não se afigura como muito claro quem é que poderia preencher o vazio de poder que iria instalar-se depois da eventual morte ou extracção ou retirada do líder supremo. O que se sabe, com certeza, é que a Guarda Revolucionária iria sempre tentar preencher esse vazio de poder através da imposição de um autoritarismo militarista. No Irão existem os que mandam e aqueles que são mandados e, portanto, é muito difícil pensar numa eventual mudança do regime porque mesmo as figuras mais moderadas como Mohammad Bagher Ghalibaf , o antigo presidente Hassan Rohani, mesmo o actual Presidente Massoud Pezechkian que é também visto como um moderado, mesmo esses reformistas são considerados como irrelevantes, ou seja, não existem. Na prática, na sociedade iraniana, são uma espécie de cosmética, como diz Ali Ansari, que é professor na Universidade St Andrews, eles estão completamente marginalizados. Ou seja, no Irão não há um movimento de reforma política que possa, no fundo, apoiar o movimento na rua.” Os protestos não se podem tornar numa revolução? Não há nenhum líder da oposição que possa unir os iranianos e derrubar o regime dos ayatollahs? “Bem, neste momento, nós sabemos que o antigo filho do Xá, Reza Pahlavi, que está no exílio, se está a movimentar no sentido de poder ser uma eventual alternativa à mudança de regime no Irão, mas aquilo que se questiona em relação à Reza Pahlavi é que, apesar de ele argumentar que tem uma missão inacabada que o seu pai deixou quando saiu do Irão, que o seu objectivo não é de todo restaurar o passado autoritário associado ao Xá e que o seu objectivo é assegurar uma futura democracia no Irão, apesar disso, há grandes dúvidas em relação à legitimidade de uma figura cuja única base de autoridade é ser filho do Xá deposto. Portanto, também não me parece que possa vir a ser uma figura consensual para poder alicerçar a mudança do regime até porque há um legado muito divisivo do próprio Xá no Irão. Ou seja, o Xá não é consensual no Irão. Todo o reinado, o legado de autoritarismo associado ao Xá ainda tem uma memória muito forte no Irão e, apesar de Reza Pahlavi ter apelado a uma transição pacífica até um referendo nacional para decidir o futuro sistema político do Irão, continua a ser um símbolo de um passado autoritário. Se os iranianos não querem Ali Khamenei, dificilmente vão querer voltar a um passado de uma monarquia imperial associada ao Xá. Portanto, mesmo com esta retórica de modernização, de democratização, de solidificação das alianças com o Ocidente, a verdade é que há ainda uma memória muito marcada da censura, da polícia secreta, da supressão da dissidência, dos abusos aos direitos humanos ligados ao período do Xá e esse legado divisivo projecta-se em Reza Pahlavi e prejudica a sua capacidade de poder vir a liderar um período de transição no Irão.” Como disse, há milhares de pessoas que morreram nas manifestações, não se sabe bem quantas porque há diferentes números a circularem e o país está sem internet há 18 dias. Estes são os maiores protestos desde 2022. Como é que vê os próximos tempos no Irão? “É muito interessante perceber que realmente estes não são os únicos protestos que marcaram a história recente do Irão. Já em 2009, em 2022, a Revolução Verde... Tivemos outras vagas de protestos contra o Irão. O que especifica historicamente esta vaga é a onda de repressão que lhe está associada e que, de alguma forma, mostra a crescente fragilização do regime que terá já matado entre 17.000 a 25.000 pessoas. É claro que nós não sabemos exactamente o que é que se está a passar porque há um bloqueio cibernético. O que é interessante de ver é que as pessoas no Irão estão a usar formas alternativas para ter acesso à internet, nomeadamente o SpaceX, o Starlink, redes virtuais de internet privadas e estão a tentar suplantar aquilo que é uma marca fundamental do regime iraniano que é uma infraestrutura muito forte de vigilância cibernética e de vigilância nomeadamente através de câmaras CCTV. E, portanto, vai ser interessante ver como é que a população vai, nos próximos dias e nos próximos meses, reagir e continuar a ter um ímpeto reformista no país, utilizando as chamadas tecnologias da libertação, que são os mecanismos digitais, para tentar afirmar a sua vontade. Mas, como há um vazio ao nível das figuras reformistas que poderiam liderar o regime e perante o recuo dos próprios Estados Unidos, cuja acção de diplomacia coerciva estava claramente a empoderar estes movimentos civis de resistência, não me parece que nos próximos meses possamos ver alguma mudança essencial no Irão, tal como não vimos uma grande mudança na Venezuela. Os regimes persistem apesar da diplomacia coerciva de Donald Trump. Uma mudança no Irão estará associada eventualmente à morte do líder supremo e a quem, após essa morte, eventualmente o poderá substituir, e com a cumplicidade dos braços armados que existem no país, nomeadamente da Guarda Revolucionária, poder fazer algumas reformas. Pensar que os Estados Unidos vão, através de meios coercivos, provocar uma mudança de regime num país em que não existe a própria noção de reformismo político parece-me uma ideia sem grande sustentação empírica.”
Vivem a infância dos filhos em estado de alerta. Sobrevoam tudo: a escola, as amizades, as frustrações. Têm medo que o mundo lhes falhe. E estão sempre lá para os apanhar. Tudo para evitar a dorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ator Dick Van Dyke completou 100 anos e atribui longevidade ao otimismo e ao controle da raiva. E o que diz a ciência sobre isso?
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Sábios vivem melhor. Alguns têm expectativas boas quando o novo ano chega, mas isso só se concretiza por meio de atos de sabedoria. Às vezes não entendemos como comportamentos ruins nos acompanham mesmo com muitas coisas tendo mudado em nossas vidas. Mas a verdade é que não basta apenas bênçãos se não somos capazes de observar nossos erros e buscar corrigi-los.
Boa quinta-feira e bom ano, pessoas queridas.
Algumas pessoas não vivem no sofrimento porque a vida exige.Vivem porque aprenderam que só assim merecem existir.Vem comigo nesse podcast
O Kilombocast é uma iniciativa de estudantes do Instituto de Biociências (IB) da USP que abre espaço a pessoas pretas falarem de suas trajetórias e convivências com a ciência
Nesta edição do podcast Os Novos Cientistas, o jornalista Antonio Carlos Quinto recebeu os estudantes do Instituto de Biociências (IB) da USP Welson Silva e Mwanza Kabengele, alunos do primeiro ano do instituto que falaram sobre o Kilombocast. Trata-se de um podcast quem vem abrindo espaços a estudantes pretos para falarem de suas vivências étnico-raciais na USP e sobre o dia a dia com a ciência. O Kilombocast está no ar desde setembro deste 2025 e já foram veiculados três episódios, todos com estudantes do IB, que cursam desde a graduação até o pós-doutorado. Como descreveram Welson e Mwanza, "a iniciativa vem dar voz às vivências negras que estão na carreira acadêmica." A produção do podcast está a cargos dos estudantes, Guilherme Carvalho, Isabelle Cristina, Jonatas Jordão, Luan Pereira, Mwanza Kabengele, Octavio Casarini e Welson Silva, todos cursando a disciplina "Introdução ao Ensino da Biologia". A equipe é supervisionada pelas docentes do IB Alessandra Fernandes Bizerra e Suzana Ursi. Como explicaram Welson e Mwanza, os episódios têm, em média, 30 minutos e podem ser acessados na plaforma Spotify. Até o momento, passaram pelos microfones do podcast Lucas Ferreira do Nascimento, mais conhecido como Taio Science, que cursa o pós-doutorado, a mestranda Maria Luiza Leal de Paula, e Nikolas Welby, aluno da graduação. Todos do Instituto de Biociências. Disponível também na plataforma Spotify
Um estudo detalhado divulgado pelo IBGE mostra que mais de 16 milhões de brasileiros residem em cerca de 12 mil comunidades em todo o país. O levantamento expõe desigualdades estruturais relacionadas a infraestrutura, mobilidade, saneamento e acesso a serviços públicos — fatores essenciais para o desenvolvimento urbano e a qualidade de vida. No JR 15 Minutos, Filipe Borsani, chefe do Setor de Pesquisas Territoriais do IBGE, explica os principais achados e o que eles revelam sobre os desafios das cidades brasileiras.
Nesta edição do "Questões de Família", o comentarista José Eduardo Coelho Dias traz como destaque um novo cenário envolvendo as relações conjugais no Brasil. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados no último mês mostram que mais de 34 mil pessoas entre 10 e 14 anos vivem em união conjugal no Brasil. Os dados fazem parte do questionário da amostra do Censo 2022, sobre nupcialidade e estrutura familiar. Desse grupo, quase oito em cada dez (77%) são mulheres.Reportagem do "G1" sinaliza que o IBGE ressalta que os números se baseiam nas informações fornecidas pelos próprios moradores e não representam uma comprovação legal das uniões. Segundo o instituto, as respostas podem refletir percepções pessoais e incluir interpretações equivocadas ou erros de preenchimento. Conforme o Censo, das pessoas entre 10 e 14 anos que viviam em algum tipo de união, 7% estão casadas no civil e no religioso, 4,9% só no civil e 1,5% só no religioso. O restante da amostra, 87%, viviam em algum outro tipo de união consensual. O comentarista fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Confira na edição do Jornal da Record News desta sexta-feira (5): 3,5 milhões de pessoas vivem em ruas sem pavimentação; Senado quer votar nova lei de impeachment; jornal inglês coloca Moraes entre mais influente do ano e muito mais.
Dados do Censo Demográfico 2022 divulgados hoje pelo IBGE mostram que 64% dos moradores, quase 10 milhões e meio de pessoas, de favelas e comunidades urbanas do país, viviam em trechos de vias sem árvores. Em locais fora de favelas e comunidades urbanas, 69% dos moradores viviam em trechos de vias com arborização. A pesquisa abrange 16 milhões de pessoas residentes em 12 mil favelas e comunidades urbanas do país.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O 'Doa a Quem Doer' desta semana revela-lhe dados sobre uma das mais importantes organizações criminosas do mundo. Em Portugal o número de membros do Primeiro Comando da Capital cresce a olhos vistos. Um dos cabecilhas foi preso em Cascais.
SD334 - Porque Médicos que Criam Ecossistema Vivem Melhor que Aqueles que Só Fazem Consulta e Retorno. Quer deixar de ser apenas "mais um consultório" e começar a construir um negócio médico de verdade? Neste episódio, o Dr. Lorenzo Tomé e o cardiologista e fundador da Smart HealtHG, Dr. Henrique Grinberg, batem um papo sobre responsabilidade real pela entrega de valor; montar um modelo de acompanhamento que gera resultado clínico, retenção e previsibilidade financeira; a união entre MEV, mudança comportamental e posicionamento digital para criar seu negócio rentável e estruturado que funciona mesmo fora do consultório. A SmartHealtHG oferece um programa personalizado de cuidado com foco em resultados reais, através de mudança de comportamento e consolidação de hábitos saudáveis, combinando ciência de ponta e tecnologia para criar jornadas de autocuidado que realmente funcionam. O podcast Saúde Digital lhe ajuda a abrir a mente? Imagine o que 2 dias de imersão com a gente pode fazer para potencializar isso e fazer muito pelo seu negócio médico. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos nos dias 29 e 30 novembro/2025. ACESSE O Background do Henrique Médico formado pela Universidade de Santo Amaro, Henrique fez Clínica Médica no HC, residência de Cardiologia no Incor e foi preceptor na residência do Hospital Sírio-Libanês. Desde o início, ele começou a atuar em consultório particular, sem convênio, em um modelo de longo prazo e com foco total na entrega de valor para o paciente. Em 2024, ele recebeu o certificado internacional em Medicina do Estilo de Vida pelo International Board of Lifestyle Medicine e abriu sua empresa. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD333 - Marketing Médico Inteligente: Como Usar Gatilhos Sem Perder Sua Reputação SD332 - Navegar o paciente para reduzir custos: uma tese que funciona SD331 - O Livre Mercado das Ideias: como a Economia impulsiona o Empreendedorismo Médico Music: Clear Progress by Young Presidents "Music PremiumBeat.com | License #1873536"
Confira como foi a 25ª Oficina de Jornalismo - Talentos do Futuro, realizada pelo Correio do Povo, Rádio Guaíba e Record Guaíba. Durante uma semana, mais de vinte estudantes produziram matérias e participaram de atividades na sede do Correio do Povo, durante a programação da 71ª Feira do Livro de Porto Alegre.Patrocínio:Corsan . Nossa Natureza movimenta o Rio Grande.Apoio:ULBRA . "É Ultra, é Única, é Ulbra"CIEE-RS – somos integração, inovação e possibilidades
El enigma del origen (y otras curiosidades) del euskera, la singular lengua de los vascos https://youtu.be/BruUEhcKx-I?si=A-laY1omKXCYnXdJ L'Universo ci ha messo 14 miliardi di anni per “cucinare” NOI: perché? https://youtu.be/jDYagn0uu0U?si=izjOG5uAEkcAelo6 When Not to Use は https://youtu.be/r0GgB9-TykQ?si=u1W5GJ1EMLuK8cfF Women have supercharged immune systems and we now know why https://www.newscientist.com/article/2501447-women-have-supercharged-immune-systems-and-we-now-know-why/ Oscar Niemeyer e o sentido da vida https://www.instagram.com/reel/DOxp5OCjrDX/?igsh=MWk5dm92Y3M1djQ3aQ== canal ... Read more The post o Universo está grávido! por que mulheres vivem mais? a língua basca appeared first on radinho de pilha.
Moraes determina preservação de provas da operação nos complexos da Penha e do Alemão. E Governo Lula aumenta verba de comunicação antes de ano eleitoral.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, recebemos Elvis Credendio, analista de Real Estate do Itaú BBA, para falar por que as construtoras focadas em baixa renda vêm chamando a atenção dos investidores.A conversa passa pelos fundamentos do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, o papel do FGTS como fonte de crédito, e as empresas que estão melhor posicionadas para capturar oportunidades, mesmo em um ambiente de juros altos.Moderação: Ana Luísa Westphalen, Head Research PF no Itaú BBA.Instagram:https://www.instagram.com/itauviews/Telegram: https://t.me/itauviewsYoutube: https://www.youtube.com/itauviews
O envolvimento é importante, mas há uma linha ténue entre cuidar e controlar. O que acontece quando os pais não conseguem “desligar”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No coração do Tasco do Strauss, no dia 13 de janeiro de 2025, tivemos a honra de receber o poeta João Dórdio na XIII Tertúlia Poética. Este é o primeiro episódio da nossa nova série "Encontros com a Poesia da Nonô" e começa com uma afirmação poderosa:"Os poetas nunca morrem. Vivem inúmeras vidas, passando de peito em peito."Esta frase encapsula a essência da poesia, especialmente da poesia portuguesa, que se mantém viva e relevante através das gerações. Neste episódio, mergulho na imortalidade que a escrita criativa oferece, celebrando aqueles que, com a sua alma e talento, dão vida e eternidade às palavras.
Pedro Passos Coelho discursou na apresentação do livro "Introdução ao Liberalismo". Fez questão de recordar que avisou para o descontrolo na imigração e pede que se questione António Costa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Neste episódio da série Os Medos que Vivem em Nós, exploramos o medo de não ser o suficiente — um medo que impacta profundamente a autoestima e a saúde emocional. Com exemplos reais, estudos psicológicos e arquétipos femininos, discutimos as origens desse medo e caminhos amorosos para cultivar o autoamor e a autoaceitação. Um convite para que você se reconheça, se acolha e se fortaleça em sua plenitude. Fontes utilizadasAmerican Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (5ª ed.).Neff, K. D. (2017). Self-Compassion and Anxiety. Journal of Personality and Social Psychology.Bartholomew, K., & Horowitz, L. M. (1991). Attachment Styles Among Young Adults.American Psychological Association (2020). Self-Criticism and Depression.Clarissa Pinkola Estés, Mulheres que Correm com os Lobos
Neste episódio da série Os Medos que Vivem em Nós, mergulhamos no medo do abandono, explorando suas raízes na teoria do apego, seus impactos emocionais e caminhos de cura através do amor-próprio e da conexão interna. Uma conversa acolhedora para que você se reconheça, se fortaleça e encontre segurança dentro de si. Fontes utilizadasAmerican Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (5ª ed.).Bowlby, J. (1988). Apego e perda.Journal of Clinical Psychology (2017). Fear of Abandonment and Mental Health: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/jclp.22429Clarissa Pinkola Estés, Mulheres que Correm com os Lobos
21.09.25 | PF
Edição de número 497 do Podcast Sexto Round em que o jornalista Renato Rebelo, Lucas Carrano e André Azevedo analisam e comentam as principais possibilidades e desdobramentos decorrentes do cancelamento da luta principal do UFC Rio - que se deu em virtude de uma lesão de Rafal Fiziev. Quem será o adversário substituto para encarar Charles 'do Bronx'? Quem pediu a luta e "deu pra trás"? Quais possibilidades realmente estão na mesa? Confere aí!
Tese de doutorado identifica locais em SP em que pessoas negras LGBT+ têm acesso a novas formas de produção de cuidados
Vivemos um cenário turbulento de redes sociais, influência em transformação e público cada vez mais exigente, o que ainda faz uma marca ser lembrada, amada e compartilhada? Como as marcas podem ir além da campanha tradicional e realmente viver na cultura? Pra responder essa e outras perguntas aqui nesse Braincast Zip, Carlos Merigo conversa com Juliana Elia, VP de Estratégia da Publicis Brasil. Ela tá à frente da Publi, uma estrutura que une criação e estratégia pra atender grandes marcas — sempre com campanhas que nascem das redes, da cultura e da escuta ativa. — ✳️ Torne-se membro e acesse cortes exclusivos, grupo no Telegram e episódios sem anúncios!
A Creator Economy movimenta milhões de pessoas no mundo todo, mas apenas uma pequena parcela consegue viver de conteúdo digital. No novo episódio do Podcast Canaltech, Alexandre Abramo, diretor de desenvolvimento de mercado, e Paulo Vendramini, CPO da Hotmart, explicam quais são os principais desafios do setor, os nichos mais promissores e como a inteligência artificial pode abrir caminho para que cada vez mais criadores se tornem empreendedores globais. Você também vai conferir: SpaceX investe US$ 17 bi para acabar com zonas sem sinal, hackers transformam PCs em mineradores escondidos, Itaú demite mil funcionários por baixa produtividade no home office, pesquisa do LinkedIn mostra Brasil no topo da adoção de IA e curso gratuito ensina como proteger crianças na internet. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Emanuele Almeida, Lilian Sibila, Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes; mulheres são as mais afetadas; em países de baixa renda, menos de 10% dos que precisam, recebem atendimento; índice em países de alta renda está acima dos 50%.
Passagens Complementares:Mateus 24,37-39Lucas 17,28-30Lucas 12,19-20
Vivem-se dias de incerteza na Alemanha e em França, com ambos os países a passarem dificuldades que põem em causa os seus modelos de sustentabilidade. Poderá ser o início de problemas para a Europa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Como vivem, como se vestem, por onde circulam os ricos brasileiros. E quem são essas pessoas, já que boa parte dos endinheirados brasileiros não se consideram ricos, segundo pesquisa do antropólogo Michel Alcoforado, entrevistado deste episódio. “Rico é sempre o outro”, diz a Gama. É que sempre haverá o argumento de que é o outro que tem mais dinheiro, mais pompa, mais patrimônio. Até porque, em um país desigual como o Brasil, os 10% mais ricos formam um grupo em torno de 21 milhões de pessoas. Não é pouca gente. Para o seu livro que já é best-seller, “Coisa de Rico: a vida dos endinheirados brasileiros” (Todavia, 2025), Alcoforado escolheu falar com aqueles que ganham mais de 50 mil reais por mês.“E quando eu converso com essas pessoas elas dizem ‘a gente não é rico, rico é fulano que ganha 100 mil por mês'”, diz em entrevista ao Podcast da Semana, da Gama. “Até o momento que eu chego nas listas dos bilionários brasileiros, que também não conseguiam se considerar como ricos.”O convidado deste episódio é doutor em Antropologia Social e há anos se dedica a pesquisar o impacto do consumo na vida dos brasileiros. Isso por meio do grupo Consumoteca, um hub de empresas de pesquisa de mercado e consultoria de tendências. Alcoforado é comentarista de cultura da radio CBN e host do podcast É Tudo Cupa da Cultura.Na conversa com Gama, o convidado deste episódio fala do perfil dos ricos brasileiros, revela o que descobriu na sua tentativa de adentrar esse mundo para sua pesquisa, fala de desigualdade e concentração de renda e ainda traça que tipo de rica é Odete Roitiman e a Tia Celina, da novela “Vale Tudo”, da Globo.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
A propósito da polémica criada pelas declarações do Presidente da República que se afirmou perplexo com a informação, alegadamente contraditória, do INE e da AIMA sobre imigrantes residentes em Portugal, fomos ouvir a directora da Pordata, o portal estatístico da Fundação Francisco Manuel dos Santos. Luísa Loura lembra que a produção de informação estatística é do INE e que os dados da AIMA são sobre pedidos de residência, mas não respondem à questão de saber quantos cá estão. See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.Por isso também DEUS NÃO SE ENVERGONHA DELES, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade." Hebreus 11:16b"Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a Cidade que tem fundamentos, da qual o Artífice e Construtor é Deus." Hebreus 11:8-10"A QUEM VENCER, EU O FAREI COLUNA NO TEMPLO DO MEU DEUS, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o Nome do Meu Deus, e o Nome da Cidade do Meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do Céu, do Meu Deus, e também o Meu Novo Nome." Apocalipse 3:12
Demanda é forte, relação estoque x consumo parou de crescer e prêmios seguem positivos e margens para o produtor seguem positivas no BR. Nos EUA, produtores têm trabalhado com margens negativas há três safras.
No ano passado, apenas Sudão e República Democrática do Congo registraram 9,1 milhões de pessoas forçadas a fugir de suas casas por causa da violência; desastres naturais também levaram milhões a ficar desabrigados.
Inspirados pela história de Maria, mãe de Jesus (Lucas 1:26-38), aprendemos que mães fazem a diferença quando: 1º - Priorizam a integridade na educação dos filhos, 2º - Vivem em dependência total de Deus, 3º - Criam seus filhos com uma visão grandiosa do futuro! Mesmo diante de falhas ou desafios, Deus confiou a maternidade a você, e isso já é prova do Seu propósito! Que essa palavra fortaleça cada coração materno!
É a hora de mergulhar no livro do Clube de Leitura 30:MIN de abril de 2025! Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e AJ Oliveira discutem Onde vivem as monstras, da autora japonesa Aoko Matsuda (ed. Gutenberg, trad. Rita Kohl).A coletânea de contos reconta histórias tradicionais do Japão, dando voz a mulheres que das narrativas originais. Matsuda escreve a partir das narrativas populares e histórias narrativas que refletem sobre papéis de gênero. No papo, o trio analisa a estrutura da coletânea, a habilidade da autora ao ressignificar o folclore e a roupagem adotada pelo elemento fantástico nessa leitura. Então, aperta o play e já se prepara para o próximo livro: Contra Fogo, de Pablo L. C. Casella (ed. Todavia)!
O Governo do Brasil está à espera dos números definitivos relativos aos imigrantes que vivem em Portugal.
Analisamos os cenários e impactos do mau desempenho tanto para atual campanha como para os próximos anos das franquias.
Os professores Renato e Cristiane Cardoso iniciaram este programa orientando alunos e alunas, casados e solteiros, sobre a prática do amor inteligente. Renato comentou que o amor quando não é inteligente faz a pessoa sofrer e causar sofrimento ao outro. Muitos que dizem que amam estão traindo, brigando e fazendo outras coisas erradas "em nome do amor". O amor em si não é suficiente, é preciso usar a inteligência para controlar o amor. Cristiane pontuou que a inteligência também é investir no amor. Porque muitas pessoas investem em tudo na vida, menos no relacionamento. Acreditam que o amor tem que funcionar no automático. Só querem viver o relacionamento achando que, de alguma forma, tudo vai se resolver. Em seguida, deram conselhos de como investir na vida amorosa e não negligenciar o relacionamento. Vivem em guerra constante: O casal ainda respondeu a súplica da aluna Carol que há 5 anos está em um relacionamento conturbado. O namorado é muito machista e eles brigam diariamente. No início, enquanto ele podia sair com amigos, ela não podia nem ter amigas. Até mesmo a mãe, que mora em outra cidade, ela não visitava. Carol acabou se tornando uma mulher muito submissa e ele se aproveitava dela. Até que ela percebeu que seu namorado estava com outra mulher. E ele assumiu. Então, Carol decidiu fazer o mesmo e ficou com um amigo. Depois de quase um mês, ele voltou, disse que havia abandonado tudo por ela e queria casar. A aluna não teve coragem de dizer que estava com outro, pois era a primeira vez que ele a tratava com amor, como ela havia esperado durante os primeiros anos de namoro. Carol mentiu, mas o namorado a flagrou com o outro. Depois de um tempo, eles reataram no ano passado. Contudo, vivem em guerra constante porque, agora, ele diz que ela não é mais a mesma e não confia mais nela. A aluna pediu ajuda sobre o que fazer porque ainda o ama muito. Ensinamentos valiosos: Em seguida, o programa destacou testemunhos de pessoas que aplicaram em suas vidas os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Qual foi a última vez que você usou um disquete? Ou que precisou mandar um fax? Quem é mais velho certamente lembra destas tecnologias. Já os mais novos, talvez nem saibam o que são. O fato é que novas tecnologias surgiram, tomando o espaço destas e de muitas outras. Mas e se eu te disser que até hoje os disquetes são muito importantes na indústria? E que o fax faz parte da burocracia de vários países? Várias tecnologias "do passado" continuam sendo usadas em contextos específicos, seja por necessidade ou simplesmente porque tem gente que as considera... mais legais. No episódio de hoje, conversamos sobre tecnologias de comunicação, armazenamento de dados e consumo de mídia que se recusam a desaparecer. Dá o play e vem com a gente!Participantes Thiago MobilonLucas BragaJosué de Oliveira Ana MarquesPrêmio MPB – Melhores Podcasts do Brasil: vote no TecnocastGosta do nosso programa? Então acesse o site do prêmio (www.premiompb.com.br), faça o seu cadastro e escolha o Tecnocast na categoria "Tecnologia e telecomunicações". Você pode votar uma vez por dia até 22 de novembro.Citado no episódio Passou fax? Esta e outras tecnologias do passado continuam vivas, matéria especial do Lucas Braga.Mande seu recadoGrupos da Caixa Postal do Tecnocast: Telegram: t.me/caixapostaltecnocast WhatsApp: tbnet.me/caixapostaltecnocast Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e sugestões. Participe!Se preferir, você pode se comunicar conosco pela Comunidade e através do e-mail tecnocast@tecnoblog.net.Entre também nos Canais do TB no WhatsApp Canal do Tecnoblog Canal do Achados do TB CréditosProdução: Josué de OliveiraEdição e sonorização: Ariel LiborioArte da capa: Vitor Pádua