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Relatório mostra que o deslocamento forçado na África Oriental e Austral se prolonga por décadas, afetando gerações inteiras; Três em cada quatro refugiados continuam em exílio após cinco anos; Angola e Moçambique aparecem como países de origem.
Angelluz, um podcast sobre Anjos e o Reino Angélico - #733 – Salamandras, Elementais do Fogo.Este episódio aborda os seguintes assuntos:1 – Os elementais do fogo são possivelmente os mais antigos e misteriosos de todos os espíritos da natureza. As Salamandras trabalharam em toda a Criação do Universo e têm um relacionamento direto com as almas, pois suas vibrações se espalham tão rápido quanto a luz. Vivem em qualquer tipo de fogo, desde os incêndios até em uma fogueira.2 - Finaliza com a Meditação Guiada “A Luz Branca e Iridescente da Fonte Criadora”. Nesta meditação guiada você sentirá uma energia branca brilhante iluminando o seu chakra coronário, preenchendo de luz suas células para que a energia divina circule livremente pelo seu corpo, tornando-o luminoso e positivo.
No solo de Cabo Delgado repousam algumas das maiores reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos de África. À superfície persistem pobreza, medo e violência. Uma investigação internacional coordenada pela Forbidden Stories revela como a captura das riquezas locais, a falta de transparência e a exclusão das comunidades ajudaram a criar o terreno onde prosperou a insurgência armada que desde 2017 devasta o norte de Moçambique. Há uma pergunta que atravessa toda a investigação Mozambique Exposed: como é possível viver sobre uma montanha de riqueza e continuar sem nada? Durante cinco meses, cerca de 30 jornalistas de vários países procuraram responder a essa questão. Coordenado pela Forbidden Stories, o projecto investigou as ligações entre a exploração dos recursos naturais de Cabo Delgado, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que há quase uma década assola o norte de Moçambique. O resultado é o retrato de uma região onde a abundância e a miséria existem lado a lado. Cabo Delgado concentra algumas das mais valiosas reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos do continente africano. No entanto, para grande parte da população, essa riqueza continua a ser uma promessa distante. “O mundo consegue ser bastante desigual”, observa Micael Pereira, jornalista do Expresso e um dos participantes da investigação. Em países que saíram do colonialismo sem instituições suficientemente fortes, explica, essas desigualdades assumem frequentemente contornos mais severos. No caso de Cabo Delgado, considera existir “um falhanço claro por parte do Estado em assegurar as condições mínimas que nós poderíamos desejar e esperar para estas populações”. Ao longo da investigação, os jornalistas encontraram provas de uma realidade denunciada há anos pelos habitantes da província: quanto mais riqueza é descoberta, menos essa riqueza chega a quem vive sobre ela. “Existe claramente uma contradição entre os vastos recursos naturais e a forma como isso se traduz na vida das populações”, afirma Micael Pereira. Essa contradição não resulta apenas de dinâmicas internas. Segundo o jornalista, está também presente na forma como grandes operadores internacionais exploram os recursos da região através de acordos celebrados com o Estado moçambicano. “Há uma certa cumplicidade entre aquilo que é essa comunidade internacional de corporações, de empresas, e o Estado local”, sustenta. Uma relação que, na sua perspectiva, ajuda a explicar porque é que as riquezas extraídas de Cabo Delgado continuam a gerar tão poucos benefícios para as comunidades locais. Questionado sobre a transparência na gestão do conflito em Cabo Delgado, nomeadamente em relação ao acordo de segurança entre Moçambique e o Ruanda, Micael Pereira considera que persistem muitas zonas de sombra. “Estamos perante uma situação em que falta efectivamente transparência”, afirma o jornalista, recordando que só recentemente se tornou pública a existência de uma componente financeira associada ao destacamento das forças ruandesas, suportada pelo Estado moçambicano. As forças ruandesas receberam apoio financeiro europeu apesar de já terem sido alvo de denúncias relacionadas com abusos dos direitos humanos e de persistirem interrogações sobre a natureza do regime de Kigali. Mas compreender Cabo Delgado implica olhar para além dos contratos, dos investimentos e das operações militares. Quando se fala da insurgência, a atenção recai frequentemente sobre os homens armados e sobre a dimensão religiosa do conflito. No entanto, para Micael Pereira, essa é apenas uma parte da história. “A presença desses homens armados e todos os episódios que têm vindo a ser reportados ao longo dos últimos anos são um reflexo” de problemas mais profundos, afirma. Na sua análise, a ausência do Estado, a exclusão social e a incapacidade de transformar os recursos naturais em desenvolvimento criaram um sentimento de injustiça que os grupos extremistas souberam explorar. A narrativa jihadista encontra eco porque se cruza com frustrações muito concretas. “Isso só é possível singrar com um substrato de grande desigualdade social, de uma ausência do Estado”, explica o jornalista. Uma realidade agravada, acrescenta, pela delegação de funções essenciais, incluindo a segurança das populações, a actores externos. Uma das grandes perguntas que permanece sem resposta diz respeito ao financiamento dos grupos armados. “É difícil dizer exactamente quem está por trás do financiamento destes grupos”, admite Micael Pereira. O acesso limitado à região por parte de jornalistas, investigadores e organizações independentes torna particularmente difícil seguir o rasto do dinheiro. “Existe alguma especulação sobre de onde vem o financiamento destas operações”, reconhece. Parte dos recursos poderá ser gerada pelos próprios grupos no terreno. Mas, para já, conclui, “eu diria que é um mistério”. Enquanto as explicações permanecem incompletas, a vida das populações continua marcada pela insegurança. Em 2023, durante o processo de retorno promovido pelas autoridades moçambicanas, os relatos recolhidos no terreno mostravam que o medo continuava presente no quotidiano de muitas comunidades. “As pessoas continuam a viver uma situação de medo. Vivem sob um constante ambiente de ameaça”, relata o jornalista. Apesar dos sucessivos anúncios de estabilização e dos avanços militares registados nos últimos anos, a percepção de insegurança permanece. Para muitos habitantes, a guerra pode ter mudado de intensidade, mas nunca desapareceu verdadeiramente. Hoje, quando outras crises internacionais monopolizam a atenção mediática, Cabo Delgado corre o risco de voltar ao silêncio. “A conclusão que retiro é que o problema persiste nesta região”, afirma Micael Pereira. Por isso, defende que o jornalismo não abandone um território onde continuam por responder às questões que estiveram na origem do conflito. “Nós, enquanto jornalistas capazes de trabalhar de forma colaborativa e até com colegas locais, devemos persistir em manter uma atenção e uma dedicação àquilo que se passa em sítios como Cabo Delgado.” Quase dez anos desde o início da insurgência, a investigação deixa uma conclusão inquietante: a guerra em Cabo Delgado não se explica apenas pelas armas nem pela ideologia. Explica-se pela riqueza que continua a sair da região sem transformar a vida de quem lá vive.
Como são os que vivem a transformação de Jesus? | Pr. Marcos Ferreira by Atitude Podcast
A democracia costuma ser tratada como uma conquista definitiva da civilização, algo pronto, acabado e acima de qualquer questionamento. Mas será que um sistema tão importante não pode ser aperfeiçoado? Neste Cafezinho, vamos explorar uma ideia simples e poderosa: a força da democracia não está em evitar erros, mas em criar mecanismos para reconhecê-los e corrigi-los. Uma reflexão sobre instituições, cultura, responsabilidade, descentralização do poder e a qualidade das decisões que tomamos como sociedade. Porque sistemas políticos não vivem apenas de leis. Vivem das pessoas que os sustentamSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A democracia costuma ser tratada como uma conquista definitiva da civilização, algo pronto, acabado e acima de qualquer questionamento. Mas será que um sistema tão importante não pode ser aperfeiçoado? Neste Cafezinho, vamos explorar uma ideia simples e poderosa: a força da democracia não está em evitar erros, mas em criar mecanismos para reconhecê-los e corrigi-los. Uma reflexão sobre instituições, cultura, responsabilidade, descentralização do poder e a qualidade das decisões que tomamos como sociedade. Porque sistemas políticos não vivem apenas de leis. Vivem das pessoas que os sustentamSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A democracia costuma ser tratada como uma conquista definitiva da civilização, algo pronto, acabado e acima de qualquer questionamento. Mas será que um sistema tão importante não pode ser aperfeiçoado? Neste Cafezinho, vamos explorar uma ideia simples e poderosa: a força da democracia não está em evitar erros, mas em criar mecanismos para reconhecê-los e corrigi-los. Uma reflexão sobre instituições, cultura, responsabilidade, descentralização do poder e a qualidade das decisões que tomamos como sociedade. Porque sistemas políticos não vivem apenas de leis. Vivem das pessoas que os sustentam. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cruzeiro com surto de hantavírus começa operação de desembarque de passageiros em ilha espanhola. E Trump rejeita contraproposta do Irã pra encerrar a guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
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Discípulos em Expansão Vivem em Santidade | Pr. Acyr Júnior by Igreja Batista Memorial do Jardim Catarina
Discípulos em Expansão Vivem em Santidade | Pr. Marcelo Coelho by Igreja Batista Memorial do Jardim Catarina
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Falo sobre denúncia feita à Comissão de Diversidade Sexual e Gênero da OAB/MG de que o Judiciário estaria permitindo o acesso público a processos em que partes são pessoas que vivem com o HIV. Discuto a legislação que fala sobre o tema e as consequências que isso pode ter.
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
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Valemos mais que todas as belezas da terra juntas. Todas essas maravilhas que nos encantam, nos deixam extasiados e sem palavras, não receberam aquilo que existe em nós. Nós sim.A nada foi dado o presente da eternidade como à vida que carregamos. Todas as coisas passarão, mas nós, mesmo quando essa forma que nos envolve se despede, ainda continuamos… e somos acolhidos por um amor maior, que nos recebe de braços abertos e nos ama acima de todas as coisas.Então, por que essa ansiedade que nos impede de bem viver? Por que as horas perdidas no meio da noite pensando em como será amanhã ou depois, se elas só nos trazem cansaço e desânimo? Se valemos mais que toda a criação, é porque existe também um cuidado especial conosco.A calma, o repouso da alma, o descanso… isso se cultiva devagarinho. À medida que a fé — ou a confiança na vida — cresce, a ansiedade vai cedendo. E quando chega o momento de conseguir dormir em paz, mesmo com a tempestade lá fora, é sinal de que aprendemos a confiar em algo maior que conduz o caminho.A ansiedade nos leva ao desespero… e o desespero, muitas vezes, nos faz agir sem pensar. Já a fé e a confiança fazem o contrário: trazem segurança, trazem paz — tão necessária pra nossa saúde, do corpo e da alma.Pessoas tranquilas suportam melhor a dor e os desafios da vida. Vivem melhor… e fazem bem pra quem está por perto. São como flores que atraem pela leveza, pela doçura que carregam.E mesmo que a gente ainda não tenha essa calma… tudo bem. Ela pode ser aprendida. É exercício, é disciplina, é conexão, é silêncio. Um pouquinho a cada dia.A vida não nos abandona. Existe uma presença, um cuidado que nos acompanha, que orienta, que inspira nossas decisões. Quem confia nisso… dificilmente se perde no desespero.Não andeis ansiosos.Valemos mais que os lírios, que as flores do campo…e existe um cuidado constante com cada um de nós.
Valemos mais que todas as belezas da terra juntas. Todas essas maravilhas que nos encantam, nos deixam extasiados e sem palavras, não receberam aquilo que existe em nós. Nós sim.A nada foi dado o presente da eternidade como à vida que carregamos. Todas as coisas passarão, mas nós, mesmo quando essa forma que nos envolve se despede, ainda continuamos… e somos acolhidos por um amor maior, que nos recebe de braços abertos e nos ama acima de todas as coisas.Então, por que essa ansiedade que nos impede de bem viver? Por que as horas perdidas no meio da noite pensando em como será amanhã ou depois, se elas só nos trazem cansaço e desânimo? Se valemos mais que toda a criação, é porque existe também um cuidado especial conosco.A calma, o repouso da alma, o descanso… isso se cultiva devagarinho. À medida que a fé — ou a confiança na vida — cresce, a ansiedade vai cedendo. E quando chega o momento de conseguir dormir em paz, mesmo com a tempestade lá fora, é sinal de que aprendemos a confiar em algo maior que conduz o caminho.A ansiedade nos leva ao desespero… e o desespero, muitas vezes, nos faz agir sem pensar. Já a fé e a confiança fazem o contrário: trazem segurança, trazem paz — tão necessária pra nossa saúde, do corpo e da alma.Pessoas tranquilas suportam melhor a dor e os desafios da vida. Vivem melhor… e fazem bem pra quem está por perto. São como flores que atraem pela leveza, pela doçura que carregam.E mesmo que a gente ainda não tenha essa calma… tudo bem. Ela pode ser aprendida. É exercício, é disciplina, é conexão, é silêncio. Um pouquinho a cada dia.A vida não nos abandona. Existe uma presença, um cuidado que nos acompanha, que orienta, que inspira nossas decisões. Quem confia nisso… dificilmente se perde no desespero.Não andeis ansiosos.Valemos mais que os lírios, que as flores do campo…e existe um cuidado constante com cada um de nós.
Os muito ricos nunca querem mudar o mundo. Vivem numa redoma onde a miséria e o sofrimento são teóricos. Não estou a dizer que seria diferente se fosse rico, estou a constatar um factoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivem juntos, mas estão separados. Não se separam nem saem de cima. Um ouvinte quer sair da terra de ninguém em que se tornou a sua relação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema: Inclusão e cuidado com os que vivem sozinhos Apresentação: Kaká Rodrigues - Locutor Entrevistada: Lídia Rosa da Silva - Assistente doMinistério de Cursos Bíblicos da RTM Brasil e membroda liderança do Ministério Single da Primeira IgrejaBatista de Santo AndréInstagram: @oficialconexaosingle /@conexaoprimeirabatista Neste mês de celebração das mulheres, nossa programação traz uma série especial deentrevistas com mulheres que fazem a diferença e inspiram a sociedade. O número de solteiros no Brasil já superou o de casados, mas será que eles ainda são "invisíveis" nos bancos das igrejas? Recebemos a missionária Lídia Rosa para um bate-papo sincero sobre as pressões culturais, a diferença entre solitude e isolamento, e como viver uma vida cristã plena e focada no Reino, independentemente do estado civil. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Declarações foram feitas à ONU News pela chefe do Escritório de Campo do Acnur em Zahle; horas depois de grandes explosões, Raquel Trabazo descreve situação de magnitude e velocidade sem precedentes no Líbano.
Vivem mais anos do que os homens, mas passam mais tempo com doença. O que está a falhar na saúde feminina? Um episódio sobre menopausa, coração, saúde mental e qualidade de vida. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Papo Antagonista recebeu o jornalista Fabrício Vitorino, direto da Ucrânia, para falar sobre a guerra que completou quatro anos nesta semana.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Ucrânia #Guerra #Geopolítica #Notícias #Conflito #Mundo #Jornalismo #DiretoDaUcrânia #VidaNaUcrânia #RelatosDeGuerra #GeopolíticaInternacional #Atualidades #HistóriaViva
Raramente levantam a voz, mas deixam rasto. Dizem pouco, prometem menos ainda e quase nunca assumem o que fazem. Vivem na zona cinzenta das intenções, onde tudo é ambíguo e nada é frontalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivem a infância dos filhos em estado de alerta. Sobrevoam tudo: a escola, as amizades, as frustrações. Têm medo que o mundo lhes falhe. E estão sempre lá para os apanhar. Tudo para evitar a dorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ator Dick Van Dyke completou 100 anos e atribui longevidade ao otimismo e ao controle da raiva. E o que diz a ciência sobre isso?
Sábios vivem melhor. Alguns têm expectativas boas quando o novo ano chega, mas isso só se concretiza por meio de atos de sabedoria. Às vezes não entendemos como comportamentos ruins nos acompanham mesmo com muitas coisas tendo mudado em nossas vidas. Mas a verdade é que não basta apenas bênçãos se não somos capazes de observar nossos erros e buscar corrigi-los.
O Kilombocast é uma iniciativa de estudantes do Instituto de Biociências (IB) da USP que abre espaço a pessoas pretas falarem de suas trajetórias e convivências com a ciência
SD334 - Porque Médicos que Criam Ecossistema Vivem Melhor que Aqueles que Só Fazem Consulta e Retorno. Quer deixar de ser apenas "mais um consultório" e começar a construir um negócio médico de verdade? Neste episódio, o Dr. Lorenzo Tomé e o cardiologista e fundador da Smart HealtHG, Dr. Henrique Grinberg, batem um papo sobre responsabilidade real pela entrega de valor; montar um modelo de acompanhamento que gera resultado clínico, retenção e previsibilidade financeira; a união entre MEV, mudança comportamental e posicionamento digital para criar seu negócio rentável e estruturado que funciona mesmo fora do consultório. A SmartHealtHG oferece um programa personalizado de cuidado com foco em resultados reais, através de mudança de comportamento e consolidação de hábitos saudáveis, combinando ciência de ponta e tecnologia para criar jornadas de autocuidado que realmente funcionam. O podcast Saúde Digital lhe ajuda a abrir a mente? Imagine o que 2 dias de imersão com a gente pode fazer para potencializar isso e fazer muito pelo seu negócio médico. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos nos dias 29 e 30 novembro/2025. ACESSE O Background do Henrique Médico formado pela Universidade de Santo Amaro, Henrique fez Clínica Médica no HC, residência de Cardiologia no Incor e foi preceptor na residência do Hospital Sírio-Libanês. Desde o início, ele começou a atuar em consultório particular, sem convênio, em um modelo de longo prazo e com foco total na entrega de valor para o paciente. Em 2024, ele recebeu o certificado internacional em Medicina do Estilo de Vida pelo International Board of Lifestyle Medicine e abriu sua empresa. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD333 - Marketing Médico Inteligente: Como Usar Gatilhos Sem Perder Sua Reputação SD332 - Navegar o paciente para reduzir custos: uma tese que funciona SD331 - O Livre Mercado das Ideias: como a Economia impulsiona o Empreendedorismo Médico Music: Clear Progress by Young Presidents "Music PremiumBeat.com | License #1873536"
El enigma del origen (y otras curiosidades) del euskera, la singular lengua de los vascos https://youtu.be/BruUEhcKx-I?si=A-laY1omKXCYnXdJ L'Universo ci ha messo 14 miliardi di anni per “cucinare” NOI: perché? https://youtu.be/jDYagn0uu0U?si=izjOG5uAEkcAelo6 When Not to Use は https://youtu.be/r0GgB9-TykQ?si=u1W5GJ1EMLuK8cfF Women have supercharged immune systems and we now know why https://www.newscientist.com/article/2501447-women-have-supercharged-immune-systems-and-we-now-know-why/ Oscar Niemeyer e o sentido da vida https://www.instagram.com/reel/DOxp5OCjrDX/?igsh=MWk5dm92Y3M1djQ3aQ== canal ... Read more The post o Universo está grávido! por que mulheres vivem mais? a língua basca appeared first on radinho de pilha.
Moraes determina preservação de provas da operação nos complexos da Penha e do Alemão. E Governo Lula aumenta verba de comunicação antes de ano eleitoral.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos um cenário turbulento de redes sociais, influência em transformação e público cada vez mais exigente, o que ainda faz uma marca ser lembrada, amada e compartilhada? Como as marcas podem ir além da campanha tradicional e realmente viver na cultura? Pra responder essa e outras perguntas aqui nesse Braincast Zip, Carlos Merigo conversa com Juliana Elia, VP de Estratégia da Publicis Brasil. Ela tá à frente da Publi, uma estrutura que une criação e estratégia pra atender grandes marcas — sempre com campanhas que nascem das redes, da cultura e da escuta ativa. — ✳️ Torne-se membro e acesse cortes exclusivos, grupo no Telegram e episódios sem anúncios!
A Creator Economy movimenta milhões de pessoas no mundo todo, mas apenas uma pequena parcela consegue viver de conteúdo digital. No novo episódio do Podcast Canaltech, Alexandre Abramo, diretor de desenvolvimento de mercado, e Paulo Vendramini, CPO da Hotmart, explicam quais são os principais desafios do setor, os nichos mais promissores e como a inteligência artificial pode abrir caminho para que cada vez mais criadores se tornem empreendedores globais. Você também vai conferir: SpaceX investe US$ 17 bi para acabar com zonas sem sinal, hackers transformam PCs em mineradores escondidos, Itaú demite mil funcionários por baixa produtividade no home office, pesquisa do LinkedIn mostra Brasil no topo da adoção de IA e curso gratuito ensina como proteger crianças na internet. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Emanuele Almeida, Lilian Sibila, Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivem-se dias de incerteza na Alemanha e em França, com ambos os países a passarem dificuldades que põem em causa os seus modelos de sustentabilidade. Poderá ser o início de problemas para a Europa?See omnystudio.com/listener for privacy information.