Podcasts about desenvolve

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Jogando Dados
Ciclo CEPCOM #45 - Unidade produtiva do futebol: jogador/a e relação clube e mídia

Jogando Dados

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 102:15


Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui estão as apresentações da mesa “Unidade produtiva do futebol: jogador/a e relação clube e mídia”, com Prof.ª Dr.ª Fernanda Ribeiro Haag (IFPR), Prof. Dr. Marcelo Resende Teixeira (Avante/UnB) e Prof. Dr. Nadson Santana Reis (Avante/UnB), sob mediação de Marina Barros Ferreira (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/XAQMVUVCR3MA proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesFernanda Haag é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre o futebol brasileiro, enfatizando as relações de gênero e trabalho. Atualmente realiza o pós-doutorado em História na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o projeto ''Mulheres em cargos de liderança no futebol brasileiro: trajetórias, experiências e gestão esportiva (1971-2026)''.Nadson Santana é Doutor e mestre em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB), professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e professor formador e coordenador de Educação Física da Rede Municipal de Guanambi-BA. Pesquisa esporte educacional, Educação Física escolar e futebol, com enfoque crítico-dialético.Marcelo Resende Teixeira é graduado em Educação Física pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), especialista em Administração e Marketing Esportivo pela Universidade Gama Filho (UGF), mestre e doutor em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB). É membro do Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (AVANTE/UnB) e integra a linha de pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Atua como servidor efetivo da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal desde 2014, tendo exercido atividades no Ministério do Esporte entre 2010 e 2019. Desenvolve pesquisas nas áreas de Educação Física Escolar, políticas públicas de esporte e lazer, administração pública e economia política do futebol, com ênfase na formação de atletas, nas relações entre esporte e trabalho, na mercantilização do futebol e nas transformações contemporâneas do fenômeno esportivo.Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.

Igreja Batista Filadélfia - Vitória ES
O ENCONTRO QUE DESENVOLVE O PROPÓSITO // Pr. Murilo Chagas

Igreja Batista Filadélfia - Vitória ES

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 50:02


E se aquilo que você chama de fim for apenas o começo daquilo que Deus está fazendo?Nesta mensagem, fomos lembrados de que um encontro verdadeiro com Deus sempre nos tira da nossa própria visão para nos conduzir ao propósito.Antes de enviar Elias, Deus restaurou suas forças. Antes do propósito, vem o cuidado. Antes do "eis-me aqui", existe um altar restaurado. E, muitas vezes, aquilo que enxergamos como uma caverna é apenas um lugar de passagem.Deus não mudou o propósito de Elias por causa do seu desânimo. Pelo contrário, Ele o fortaleceu para que continuasse a missão.Um encontro genuíno com Deus sempre termina com um envio.Ouça essa Palavra, seja fortalecido e compartilhe com alguém que precisa reencontrar o propósito de Deus para a sua vida.NOS ACOMPANHE ATRAVÉS DAS NOSSAS REDES SOCIAIS!INSTAGRAM: Instagram.com/filadelfiavitoriaFACEBOOK: facebook.com/IfiladelfiaOrgYOUTUBE: youtube.com/IFiladelfiaOrg#FamíliaFiladélfia

Jornal da USP
Pesquisa de biomédica angolana desenvolve biomarcadores que podem identificar a malária precocemente

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 13:41


Estudo de Teresa Luzembo na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP tem impacto direto em países tropicais, como em Angola

Novos Cientistas - USP
Pesquisa de biomédica angolana desenvolve biomarcadores que podem identificar a malária precocemente

Novos Cientistas - USP

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 13:41


Na edição desta quinta-feira (16) de Os Novos Cientistas recebemos a biomédica e pesquisadora angolana Teresa Luzembo, que defendeu recentemente seu estudo de mestrado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. A pesquisa intitulada Perfil de nanopartículas séricas na malária e sua associação com grupos sanguíneos ABO e variabilidade clínica contou com a orientação do professor Fausto Bruno dos Reis Almeida. “Os resultados nos mostram que o estudo abre caminhos para o desenvolvimento de biomarcadores capazes de identificar precocemente pacientes com maior risco de complicações pela malária. Será uma ferramenta de alto valor para o sistema de saúde angolano”, afirmou a pesquisadora durante a entrevista. Em Angola, com contou a pesquisadora, a doença tem impacto direto na realidade. Em seu estudo, Teresa investigou se determinadas partículas presentes no sangue, as chamadas nanopartículas séricas, estão relacionadas à gravidade da malária e se essa relação varia de acordo com o grupo sanguíneo A, B ou O, o sexo e a condição gestacional. A equipe analisou amostras de soro sanguíneo de pacientes com malária e de pessoas saudáveis, medindo a quantidade, o tamanho e as características físico-químicas de nanopartículas presentes no sangue, estruturas minúsculas que funcionam como mensageiras biológicas. Os resultados mostraram que o perfil dessas nanopartículas varia entre os grupos analisados e pode ter correlação com o tipo sanguíneo ABO, reforçando evidências de que esse fator oferece certa proteção contra as formas mais severas da doença. Disponível também na plataforma Spotify

CBN e a Tecnologia - Gilberto Sudré
Como a IA desenvolve imagens e vídeos? Especialista decifra os mistérios!

CBN e a Tecnologia - Gilberto Sudré

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 11:38


Nesta edição do "CBN e a Tecnologia", com o comentarista Gilberto Sudré, vai o alerta. Você já parou para pensar como a Inteligência Artificial (IA) consegue criar uma foto de um astronauta tomando café com um dinossauro ou um vídeo de uma cidade futurista que nunca existiu? Será que ela copia imagens da internet? Será que existe alguém desenhando tudo por trás? No quadro, vamos desvendar, de forma simples e sem complicação, como a IA cria imagens e vídeos, explicar por que ela às vezes erra, quais são seus limites.

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
25 de maio - Epagri desenvolve cultivar de cebola híbrido com bom potencial produtivo e pouco suscetível a doenças

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later May 25, 2026 10:32


A Epagri está criando um novo cultivar de cebola híbrido com boa produtividade e resistente à doenças. O engenheiro-agrônomo Daniel Pedrosa Alves nos conta qual o objetivo desta variedade que está sendo desenvolvida na Estação Experimental da Epagri em Ituporanga.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

Notícias Agrícolas - Podcasts
Com safra atrasada, Sidrolândia/MS enfrenta dificuldades com lagartas no milho, que se desenvolve bem em algumas regiões como MT, mas tem problemas em

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 42:23


Safra de cana-de-açúcar começa com tendência mais alcooleira

Notícias Agrícolas - Podcasts
Safra de milho se desenvolve com condições de janela, clima, pragas e doenças diferentes pelo Brasil

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 14:48


Cenário ressalta importância do manejo assertivo para garantir produtividade

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
19 de março - Epagri desenvolve primeiro cultivar de linhaça de Santa Catarina

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 9:50


Cirio Parizotto, pesquisador da Estação Experimental da Epagri em Campos Novos, conta como foi desenvolvido o primeiro cultivar de linhaça de Santa Catarina. Ele conta como os produtores podem se beneficiar dessa novidade, que estará disponível em dezembro. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício Frighetto Apoio técnico e edição: Eduardo Mayer

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Desenvolve SP completa 17 anos com mais de R$ 9 bilhões injetados na economia paulista

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 3:20


Desde o início de suas operações, em 2009, a instituição tem atuado como parceira estratégica de empreendedores e gestores públicos, com taxas de juros atrativas e longo prazo e carência para pagamento.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #62: Verônica Bender Haydu

Naruhodo

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 80:28


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia, coordenadora do Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais da UEL, Verônica Bender Haydu. Só vem! >> OUÇA (80min 28s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Verônica Bender Haydu é graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, mestre e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP-SP). Realizou estágio pós-doutoral na UFSCar, junto ao programa de Psicologia.  Professora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina. Coordena o Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais. Acreditada pela ABPMC e é membro do Think Tank sobre cultura e análise do comportamento e do grupo Matemática e Análise do Comportamento (MATEMAC).  Lidera o Grupo de Pesquisa "Análise do Comportamento: Implicações Clínicas e Educacionais" cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, desenvolvendo pesquisas em cooperação com docentes e discentes da UEL, da UFES e da UFSCar. Desenvolve pesquisas ligadas às seguintes linhas: 1) Análise Experimental do Comportamento e Psicobiologia, 2) avaliação, desenvolvimento e aplicação de tecnologias comportamentais, 3) realidade e ambientes virtuais: aplicações clínicas e educacionais, 4) análise de comportamento verbal e de práticas culturais, com ênfase em questões ambientais. Suas atividades estão voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mais especificamente o ODS 3 (Saúde e bem-estar) e o ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis). Lattes: https://lattes.cnpq.br/1726041421275880 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

da ideia à luz
Férias - 27/01/2026 - O trabalho de Cenografia na cidade de São Paulo

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 162:44


André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações).  Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o  curso  Intervenção Urbana e Teatro.  Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).

da ideia à luz
Férias - 26/01/2026 - Bastidores do som: o trabalho de engenharia de áudio e a experiência na AES Show 2025

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 168:33


Gabriel VilelaEngenheiro de áudio e professor, com formação em Engenharia Elétrica, Licenciatura em Música e graduação sanduíche em Engenharia de Sistemas Audiovisuais. Atua há mais de 15 anos em estúdio, com foco em captação, mixagem e masterização. É sócio fundador do Tempo Audiolab, estúdio voltado à pós-produção de áudio para música, cinema e artes sono-ras. Atua também como educador na área do áudio, lecionando disciplinas técnicas e de carreira ligadas à produção sonora, escuta crítica, softwares musicais e práticas de estúdio. Desenvolve pesquisas e práticas em áudio imersivo, síntese sonora e arte interativa, integrando tecnologia, criação e ensino.Audio Engineering Society (AES)A Audio Engineering Society (AES) é a principal organização profissional internacional dedicada ao avanço da do áudio em todas as suas dimensões. Fundada em 1948, a AES tem como missão promover o desenvolvimento técnico, científico e artístico do áudio, oferecendo um espaço de troca, pesquisa e inovação para profissionais da área.Reconhecida como a única sociedade profissional voltada exclusivamente para a tecnologia de áudio, a AES ocupa uma posição única na comunidade global. Reúne engenheiros, pesquisadores, artistas, fabricantes, educadores e estudantes de todo o mundo em torno de um objetivo comum: elevar os padrões da prática e do conhecimento em áudio.Desde sua fundação, a AES tornou-se uma referência global, com atuação que vai muito além da publicação de artigos científicos e do desenvolvimento de normas técnicas. A sociedade organiza grandes convenções internacionais, simpósios temáticos e encontros locais, fomentando a atualização profissional, a integração entre áreas e o surgimento de novas tecnologias. Sua contribuição é fundamental tanto para a evolução da indústria quanto para o reconhecimento do áudio como campo interdisciplinar que une ciência, arte e engenharia.

Ciência
Moçambique desenvolve ferramenta para medir impacto do desenvolvimento sobre protecção dos elefantes

Ciência

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 19:15


A Biofund, Fundação para a Conservação da Biodiversidade de Moçambique, anunciou na semana passada a realização, no passado dia 29 de Janeiro, de um 'workshop' de validação da métrica para a preservação do Elefante Africano em Moçambique, uma espécie considerada "em perigo". Esta iniciativa liderada pelo programa COMBO+ que resulta de uma parceria entre a Wildlife Conservation Society (WCS), a Biofund e o Ministério moçambicano da Agricultura, Ambiente e Pescas, visa dotar as autoridades moçambicanas de uma ferramenta -a métrica- quantificando os prejuízos causados pela actividade humana no meio ambiente e compensar essa perda. Esta que é quinta métrica a ser desenvolvida no âmbito desse programa, a seguir às métricas implementadas para recifes de coral, florestas, mangais e ervas marinhas está a ser desenvolvida numa altura em que o país envida esforços para conciliar o desenvolvimento económico com a preservação da biodiversidade, neste caso, do elefante africano, uma "espécie prioritária para a conservação" considerada "em perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo dados oficiais, o país tem cerca de dez mil elefantes que, para além dos caçadores furtivos, têm que enfrentar outros entraves à sua sobrevivência, como a extensão da actividade agrícola ou o impacto dos megaprojectos no país. Em entrevista concedida à RFI, Vanda Machava, gestora do Programa de Contrabalanços e Biodiversidade no seio da Biofund, explica-nos no que consiste a métrica aplicada à protecção da natureza, começando por evocar o contexto em que surge esta ferramenta. RFI: No que consiste a métrica e em que contexto ela surge? Vanda Machava: Moçambique é um país bastante rico no que concerne aos recursos naturais, à biodiversidade. Temos áreas de conservação, temos reservas. Cerca de 26% do território nacional faz parte da rede Nacional das Áreas de Conservação. Em Moçambique, é dentro deste património natural, que o elefante africano é uma das espécies prioritárias para conservação, tanto a nível nacional, até mesmo a nível internacional. Mas temos verificado nas últimas décadas que esta espécie emblemática tem sofrido uma grande pressão no que diz respeito a ameaças e temos verificado mais e mais que uma das ameaças mais frequentes tem sido a caça furtiva ou então a perda da vegetação devido à prática da agricultura por parte das comunidades locais e até mesmo alguns megaprojectos que mais e mais estão a ser evidentes aqui em Moçambique, como por exemplo a mineração, a construção de grandes infra-estruturas, assentamentos humanos. São projectos que nós chamamos de projectos de desenvolvimento, contribuem para o desenvolvimento económico do país, mas vão acabar por comprometer a biodiversidade. RFI: Só para nós sabermos qual é o habitat natural do elefante em Moçambique? Em que zonas é que ele fica? Vanda Machava: As zonas onde o elefante africano ocorre são zonas protegidas, então fazem parte da rede nacional das Áreas de Conservação. Contudo, o elefante africano não fica fixo, não fica parado, movimenta-se, migra através dos corredores de migração. Então, por isso mesmo é que acaba criando um bocadinho de conflito com as comunidades locais, porque às vezes as comunidades podem decidir fazer agricultura nos corredores de migração, nos locais que os elefantes acabam percorrendo. Então aqui já existe este conflito. Por exemplo, nas áreas de conservação, bem perto, ao redor das áreas de conservação, as comunidades fazem agricultura e às vezes os elefantes passam por estes locais. E aí há choques. Então tem que sempre tentar-se identificar medidas para evitar que haja esses choques. Então, uma das formas que nós identificamos ao nível nacional foi o desenvolvimento de métricas. No que consistem estas métricas? Métrica é uma forma que foi identificada para poder se minimizar ou reduzir o impacto ou a pressão sobre a biodiversidade. Neste caso, podem ser plantas. As métricas podem ser aplicadas também à ecossistemas como mangais, recifes de corais, ervas marinhas e até mesmo também na fauna -neste caso- o elefante africano. O que acontece? Temos verificado mais e mais que vários projectos estão a ser implementados em Moçambique. E estes megaprojectos de mineração, por exemplo, ou então exploração de petróleo e gás e por aí fora, podem vir a afectar áreas ou ecossistemas onde ocorre o elefante africano. De forma a tentar minimizar este impacto sobre esta espécie, foram desenvolvidas métricas que vão ajudar a fazer o cálculo ou a compensação. 'O projeto X afectou negativamente na população de elefante', como é que nós podemos compensar esta perda? Então, a métrica vai permitir quantificar quantos animais, por exemplo, foram perdidos na área onde está a ser desenvolvido o projecto. E depois, vai poder quantificar quantos animais devem ser povoados numa outra área. Neste caso, chamamos de área de contrabalanço ou projecto de contrabalanço de diversidade, para estes animais poderem-se multiplicar. Então, esta métrica faz parte de um pacote a nível nacional que nós chamamos de contrabalanço de biodiversidade, que são medidas de compensação que foram identificadas para compensar as perdas ou os danos que os projectos de desenvolvimento causam na biodiversidade. Ao fim do dia, o que todos nós queremos é que haja desenvolvimento do nosso país, desenvolvimento económico, mas também tem que estar em harmonia ou em sincronia com a conservação da biodiversidade. Então, de forma resumida, a métrica vai ajudar a quantificar o que se perdeu. E depois do que se perdeu, quanto pode ser ganho na área, neste caso, de contrabalanço de biodiversidade. RFI: Desde quando é que este sistema está a ser implementado? Vanda Machava: Vamos talvez fazer um bocadinho de contextualização do programa. COMBO+ é um programa maior que começou a ser desenvolvido em 2016/2017 ao nível de diferentes países. Então, desde 2016/2017 e até agora está a ser implementado. COMBO+ significa conservação, mitigação de impactos e contrabalanço de diversidade. O objectivo deste programa internacional é exactamente garantir que haja esta harmonia, o balanço entre o desenvolvimento económico e a conservação da biodiversidade. Está a ser implementado em diferentes países, ao nível de África, em Moçambique, Madagáscar, Uganda e Guiné. Ao nível da Ásia está a ser implementado no Laos e no Myanmar. Envolve muitos treinamentos, envolve muitas trocas de experiências entre os países. Levamos Moçambique para Madagáscar, para podermos aprender e trocar experiências, trocar impressões. Isto envolve um conceito maior que nós chamamos de hierarquia de mitigação. São um conjunto de passos que devem ser implementados pelos megaprojectos de forma a reduzir ao máximo o impacto no meio ambiente. Então, voltando a falar de Moçambique em particular, as métricas começaram a ser desenvolvidas já desde 2020/2021, em Moçambique. Nós já desenvolvemos métricas para quantificar perdas e ganhos nos recifes de corais, no mangal, na floresta, nas ervas marinhas e agora estamos a desenvolver a quinta métrica que é a do elefante africano. Então, essas métricas vão ser implementadas pelos proponentes de projectos que vão causar impactos negativos ou sobre recifes de corais, ou então sobre ervas marinhas, ou então sobre o mangal, ou então sobre a população de elefante africano. RFI: Concretamente, depois de desenvolverem essa métrica, como é que isto vai ser implementado? Há de facto espaço em Moçambique para depois utilizar essas métricas? Vanda Machava: O que está por detrás do desenvolvimento deste conjunto de métricas ou ferramentas, está directamente relacionado com o impacto negativo sobre a biodiversidade, o impacto negativo que vai ser provocado pelos grandes projectos ou pelas grandes empresas que vão criar impactos residuais significativos no ambiente. Então, esta é uma medida que foi identificada para compensar essas perdas. Isto vai permitir que as empresas ou os grandes projectos vão continuar a ser implementados em Moçambique. Contudo, tem que se ter em conta que eles devem fazer alguma coisa pela natureza, alguma coisa pela conservação da biodiversidade. Aí é que entra a métrica para responder a isto. E isto não está a ser feito do nada, consta na legislação moçambicana. É um requisito legal. Tanto que foi publicado em 2022 um diploma ministerial de contrabalanço de biodiversidade, que obriga a empresas ou actividades que são classificadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas como sendo da categoria A ou A+, que causam impactos negativos residuais, a implementar projectos de contrabalanços. RFI: Concretamente, empresas como a Total em Cabo Delgado ou empresas de exploração florestal, por exemplo, poderão também utilizar esse sistema de métrica? Vanda Machava: Sim, exactamente. Estas grandes empresas que chamamos de megaprojectos como a Total (hidrocarbonetos) ou a Kenmare (mineração), várias empresas chinesas, os sectores que nós estamos a prever é a mineração, construção de grandes infra-estruturas. Podemos talvez adicionar um ponto: Moçambique encontra-se a desenvolver o primeiro plano de gestão de contrabalanço de Biodiversidade e vai ser implementado pela empresa mineradora Kenmare que opera a nível de Nampula. Eles estão a contar com o apoio da Biofund e também da WCS (Wildlife Conservation society) nestes primeiros passos, porque é um plano de gestão de contrabalanço de diversidade que é pioneiro. RFI: Será que é suficiente simplesmente repor o que se perdeu? Estou a pensar, por exemplo, num caso concreto, em que se destroem florestas, depois as empresas fazem aquilo que se chama o "greenwashing". Vão plantar novamente árvores, não forçosamente aquelas que se perderam, e isto pode demorar anos até realmente ficar como estava dantes. Vanda Machava: Sim, leva muito tempo até a natureza, os ecossistemas voltarem a ter vida. E assim, de acordo com o nosso quadro legal é imperioso, é obrigatório que esta fase da compensação seja a última medida, o último passo. De acordo com o nosso quadro legal, os proponentes devem primeiro tentar evitar ao máximo a degradação na biodiversidade. Esse é o primeiro passo. Caso eles não consigam evitar, devem fazer de tudo para minimizar ou reduzir o impacto. Isso pode ser feito, por exemplo, através da alteração das metodologias, das suas actividades, dos seus projectos de Desenvolvimento é o terceiro passo é tentar fazer a restauração. Essa restauração dos 'habitats' acontece dentro da área do projecto, por exemplo, áreas em que eles já não se encontram a usar, podem começar a fazer a reabilitação para a natureza começar a responder. Mas caso se identifique, mesmo após a aplicação de cada um desses passos, a natureza não está a reagir, continuamos a ter impactos negativos, aí eles têm que fazer o contrabalanço e a última fase. E é uma fase que exige dinheiro. Será um projecto extremamente dispendioso. Porquê? Porque este projecto de contrabalanço, primeiro tem que ser realizado fora da área de impacto, fora da área do projecto, neste caso, dentro de uma área de conservação ou então dentro de uma área-chave para a biodiversidade, de forma a garantir que haja preservação. Estes projectos são projectos de longa duração. Não são projectos de dois nem três anos. Podem levar 20, 30, 50 anos, 60 anos. O ciclo de vida ou o tempo de vida destes projectos de contrabalanço vai depender do tempo em que os impactos negativos continuarem a surtir efeitos na área do projecto que foi impactada. RFI: Há interesse das empresas que estão a explorar diversas áreas em Moçambique, na exploração florestal, na exploração de minérios, na exploração de gás em Cabo Delgado, há esse interesse, de facto, de ter uma responsabilidade social e de efectivamente compensar as comunidades se tem um impacto negativo na biodiversidade? Vanda Machava: Neste caso, independentemente de existir interesse ou não existir, não tem nenhuma importância. O mais importante é o que consta na legislação. É obrigatório. Todas as empresas que forem a causar impactos residuais negativos no meio ambiente, é obrigatório eles compensarem. É de lei. E depois, como é de lei, está no diploma ministerial. Cada vez que uma determinada empresa for a causar impactos, cada vez que tiver que fazer a renovação da licença ambiental que decorre de cinco em cinco anos, se por acaso verificar-se que eles estão a causar danos ou perdas na biodiversidade, eles vão receber uma notificação do ministério para eles poderem fazer um plano de gestão do contrabalanço ou projectos de contrabalanço de biodiversidade. E eles devem provar que estão realmente a conseguir ter resultados, porque os resultados vão ter que ser medidos. E como se mede este resultado? Através da métrica. Por isso mesmo é que se fez um trabalho muito, mas muito robusto entre a Wildlife Conservation Society, a Biofund e o Governo de Moçambique, para podermos ter a legislação ou quadro legal publicado divulgado, os diferentes 'takeholders' que vão estar envolvidos na implementação dos projectos de contrabalanço estão devidamente treinados. Só para ter uma ideia, treinamos acima de mil e tal pessoas. Foram capacitadas acima de 250 instituições a nível nacional. Levamos técnicos do governo para outros países para eles poderem aprender com os outros como é que eles estão a implementar este conceito de hierarquia e de mitigação. Então houve muito trabalho. Nesta altura, nós estamos ansiosos para que os projectos de contrabalanço sejam desenvolvidos. Então, independentemente da empresa querer ou não, se estiverem a causar impactos, vão ter que compensar.

Dito e Feito
#79 Novelo Vago conversam com Beatriz Nunes

Dito e Feito

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 37:22


Neste episódio do Dito e Feito, a cantora, compositora e investigadora Beatriz Nunes conversa com o trio português Novelo Vago — Vera Morais, Inês Lopes e Teresa Costa — a propósito do seu concerto no sábado, dia 31 de janeiro. A partir desse ponto de encontro, a conversa aborda como a poesia, o humor, a liberdade e até o protesto contaminam as práticas e experiências de criação do trio. Um episódio gravado à distância, unindo Amesterdão, Porto e Barreiro. Bios Vera Morais Vera Morais é uma cantora e improvisadora/compositora natural do Porto. O seu trabalho situa-se entre a música improvisada, o avant-jazz e a música contemporânea, sendo os seus principais pontos de interesse nestas músicas a permeabilidade entre composição e improvisação e as possibilidades extra-convencionais da voz a nível sónico e expressivo. Dirige o Queer Choir Amsterdam – uma iniciativa artística e social fundada pelxs artistas Rah Naqvi, Shreya de Souza e Mylou Oord – e é cocuradora do ciclo de concertos Improbellissimo com Raoul van der Weide. Integra também o coletivo Orbits, com quem organizou em abril de 2024 um festival de música criativa em Amesterdão. Em 2024 foi recipiente do prémio “Artista Revelação” da RTP/Festa do Jazz. Está atualmente sediada entre o Porto e Amesterdão (Países Baixos). Teresa Costa É uma flautista natural do Porto cujo trabalho se reparte entre performance de música antiga, orquestral, contemporânea e projetos de natureza interdisciplinar. Em 2021 terminou o mestrado em performance no Conservatório de Amesterdão. Em 2023 integrou a Academia Gustav Mahler e o ULYSSES Ensemble, tendo-se agregado ao Ensemble Intercontemporain no festival ManiFeste do IRCAM. Colaborou com a Royal Concertgebouw Orchestra, o Remix Ensemble Casa da Música, a De Nieuwe Philharmonie Utrecht, o Jong Nederlands Blazers Ensemble e a Residentie Orkest. Está envolvida em projetos de música contemporânea e/ou original como duo Suzanne, Ladrem, pardais!, Sketch351 (artista em residência do festival Dag in de Branding), Vera Morais EUPNEA e Novelo Vago. Desenvolve performances para a infância com o colectivo Kleintjekunst. Faz parte de LIÇO, com quem investiga o cruzamento do canto a vozes com os ofícios da lã. Inês Lopes É uma pianista portuguesa residente nos Países Baixos que tem procurado nos últimos anos expandir a sua prática através da colaboração com compositores e/ou artistas de outras áreas, de projetos envolvendo instrumentos como toy piano e outros instrumentos de brincar, e mais recentemente, através da improvisação. Colaborou com formações como o Remix Ensemble da Casa da Música e o Ensemble DME e é desde 2020 membro do grupo Sketch351, atualmente ensemble em residência no festival Dag in de Branding (Países Baixos). Estudou no Conservatório de Música do Porto, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto) e no Conservatório Real de Haia (Países Baixos), onde estudou com a pianista Ellen Corver e tirou uma especialização em Ensemble Contemporâneo. Beatriz Nunes Nascida em 1988 no Barreiro, é vocalista, compositora e investigadora. Licenciou-se em Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, possui um mestrado em Educação Musical pela mesma instituição e atualmente está a realizar um doutoramento em Etnomusicologia pela Universidade NOVA de Lisboa. A sua investigação centra-se em jazz, género e performance, contribuindo para o debate académico nas áreas de estudos de género e música. Paralelamente à sua carreira académica, Beatriz mantém-se ativa na cena musical portuguesa, atuando internacionalmente e colaborando em diversos projetos artísticos. Passou em 2023 pelo TBA integrando o ensemble LEIDA. Conversa com Beatriz Nunes, Inês Lopes, Teresa Costa e Vera Morais Pós-produção áudio Dito e Feito: Joana Linda Música: Raw Forest Produção: Teatro do Bairro Alto

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #59: Iveth Whitaker

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 146:40


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação, Mestrado e Doutorado em Enfermagem, líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma, Iveth Whitaker.Só vem!>> OUÇA (146min 40s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Iveth Yamaguchi Whitaker possui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Londrina (1979), mestrado em Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade Federal de São Paulo (1994) e doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (2000).Atualmente é Professora Associado (aposentada) do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, vinculada às linhas de pesquisa Cuidado Clínico em Enfermagem e Saúde e Fundamentos Métodos Processos e Tecnologia em Enfermagem.Participou das atividades do European Center for Injury Prevention na Universidad de Navarra na Espanha.Desenvolve pesquisa com ênfase em morbidade e mortalidade hospitalar em trauma, índices de gravidade e indicadores em trauma; cuidados intensivos com foco na carga de trabalho de enfermagem, avaliação de risco de lesão por pressão, nutrição enteral e delirium.É lider do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma: emergência e cuidados intensivos e possui parceria com pesquisadora da Faculdad de Enfermería da Universidad de Cantábria e do Instituto de Investigación Marques de Valdecilla (IDIVAL) da Espanha.Lattes: http://lattes.cnpq.br/4954772252354513*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #291 - A força espiritual que se desenvolve enfrentando dificuldades

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 25:03


| Os livros-textos deste episódio são: O Livro dos Jovens / A Verdade da Vida, v.4; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: https://rebrand.ly/academias_SNI| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)

Notícias Agrícolas - Podcasts
Após início complicado de safra, soja se desenvolve bem no Oeste da Bahia

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 8:26


Colheita está começando em áreas irrigadas, mas deve se estender até abril no sequeiro

Notícias Agrícolas - Podcasts
Após atraso e replantio, soja se desenvolve bem em Novo Acordo/TO

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 9:19


Regime de chuvas retornou na região, mas falta de luminosidade no ciclo preocupa

Vida em França
“A criança desenvolve-se no contacto com o outro, não no virtual”

Vida em França

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 16:39


O uso das redes sociais prejudica a saúde mental dos adolescentes, em particular a das raparigas. A constatação é da ANSES, Agência Francesa de Segurança Sanitária, numa altura em que o país prepara vários diplomas com vista à proibição das redes sociais a menores de 15 anos. Para Margareth Paulo, psicóloga na região parisiense, não é apenas o tempo passado em frente aos ecrãs que preocupa, mas sobretudo o afastamento progressivo do mundo real e das relações humanas concretas. Embora não sejam a única causa da degradação da saúde mental dos adolescentes, os efeitos negativos das redes sociais, recentemente proibidas a menores de 16 anos na Austrália, são “numerosos” e “documentados”, afirma a ANSES num parecer publicado esta terça-feira, 13 de Janeiro, resultado de cinco anos de trabalho de um comité de peritos pluridisciplinar. A organização recomenda “agir na origem”, para que os menores apenas tenham acesso a “redes sociais concebidas e configuradas para proteger a sua saúde”. Isso implica que as plataformas modifiquem os algoritmos de personalização de conteúdos, as técnicas de interfaces persuasivas e as configurações por defeito, sublinha a agência, cujos trabalhos esclarecem as decisões públicas. De acordo com a coordenação, “este estudo fornece argumentos científicos ao debate sobre as redes sociais dos últimos anos: baseia-se em 1.000 estudos que foram analisados em detalhe” e documentam “os efeitos na saúde”. O desafio é criar um quadro de governação “à altura dos desafios”. Para Margareth Paulo, psicóloga na região parisiense, não é apenas o tempo passado em frente aos ecrãs que preocupa, mas sobretudo o afastamento progressivo do mundo real e das relações humanas concretas. Ao mergulharem num universo virtual desde muito cedo, crianças e jovens acabam por empobrecer as suas interacções sociais, fundamentais para o desenvolvimento emocional, cognitivo e relacional. Segundo a psicóloga, quando a criança cresce afastada do contacto humano e social, o impacto pode ser profundo e duradouro, sublinhando que esta fragilidade pode traduzir-se em dificuldades futuras. Margareth Paulo recorda que o desenvolvimento cognitivo não acontece de forma abstracta ou isolada. “A inteligência da criança constrói-se na interacção concreta com o mundo e com os outros”, refere, alertando que a vivência num “mundo completamente virtual” não permite consolidar competências fundamentais. Entre elas, destaca a capacidade de pensar antes de agir, antecipar consequências e compreender o outro. “Não vai dar possibilidade de pôr em prática as etapas normais do ciclo de comunicação.” Outro risco apontado é a exposição desregulada a conteúdos para os quais a criança não tem maturidade emocional. Margareth Paulo compara o universo digital a um espaço sem regras claras: “Expor as crianças demasiadamente na internet, sozinhas, é como se a criança estivesse na selva”. Para Margareth Paulo, o problema não pode ser visto apenas como uma falha individual dos pais, mas como um fenómeno social mais amplo. “É também um problema da sociedade”, afirma, apontando para famílias mais isoladas, menos redes de apoio e níveis elevados de stress. Nesse contexto, “a internet vai servir de baby-sitter”. O trabalho terapêutico raramente começa com um pedido explícito relacionado com redes sociais. “Começa com queixas de stress, com birras, com isolamento no quarto, com ansiedade”, explica. A intervenção passa quase sempre pela família. “Quando se tira a casca da cebola, fica a ver-se o problema da presença e da relação.” Na sua prática clínica, Margareth Paulo recorre a meios expressivos como a pintura, o barro, a escrita ou o psicodrama, com um objectivo de “repor a relação no centro da família”. Para a psicóloga, é essencial “reaprender a parar, a estar na presença, no acolhimento do que se passa no instante presente”. Quanto ao papel dos pais face às redes sociais, a especialista defende equilíbrio: “Não fechar-se ao mundo, a criança precisa de estar conectada também com o mundo”, mas é preciso que a família construa um quadro claro. “Falar dos nossos valores, não com rigidez, mas com amor e determinação.” Porque, conclui, é essa articulação entre escuta, presença e limites que permite às crianças e aos jovens crescerem de forma segura num mundo cada vez mais digital.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Prêmios e alta forte do dólar estão no foco do produtor brasileiro de soja, enquanto nova safra se desenvolve

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 26:15


Safra 25/26 ainda tem negócios contidos, mas com oportunidades importantes. Soja disponível nos portos segue acima dos R$ 140,00/sc. Ambiente da soja já impacta diretamente nas decisões para o milho safrinha 2026.

Jornal da USP
Conexões Afro-Lusófonas #9: Cabo Verde se desenvolve pela resiliência de sua população e valorização da educação

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 29:21


País insular africano é marcado pela diáspora de parte de seus habitantes, que busca progresso em nações vizinhas para contribuir com o sustento de sua terra natal

Rádio Paiquerê 91,7
Podshow 05 Dez - Entrevista com Forum Desenvolve Londrina

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 38:03


Podshow 05 Dez - Entrevista com Forum Desenvolve Londrina

Notícias Agrícolas - Podcasts
Após plantio começar atrasado, chuvas se normalizaram e soja se desenvolve bem em Sidrolândia/MS

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 7:43


Janela de plantio para segunda safra de milho terá atrasado de até 15 dias

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
19 de novembro - Epagri desenvolve pesquisas para fortalecer a cultura do alho em Santa Catarina

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 10:22


Nesta edição do Panorama Agrícola trataremos de uma cultura que está presente nas hortas e lavouras de muitas famílias do campo: o alho. Em Santa Catarina, ele é uma importante fonte de renda para a agricultura familiar, especialmente nas regiões do Planalto e do Meio-Oeste. E a Epagri vem desenvolvendo diversas pesquisas para aumentar a produtividade, a qualidade e a sustentabilidade dessa cultura. Nosso entrevistado é o pesquisador Juracy Caldeira Lins Junior, entomologista da Estação Experimental da Epagri em Caçador. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem do sul do Paraguai, enquanto fungos de solo preocupam produtores em Sertanópolis/PR

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 52:03


Produtores do Paraná relatam falhas em partes das lavouras, possivelmente causadas por fungos de solo, e seguem atentos ao manejo para evitar replantio.

Notícias MP
MPAC desenvolve sistema para gestão de afastamentos funcionais

Notícias MP

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 1:26


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta sexta-feira, 7, uma reunião para apresentar ao procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, o novo sistema de acompanhamento de afastamentos funcionais dos integrantes da instituição. A ferramenta foi desenvolvida pela Procuradoria-Geral para Assuntos Administrativos e Institucionais, em parceria com a Secretaria de Planejamento Institucional e Inovação e a Diretoria de Tecnologia da Informação.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #55: Beatriz Hörmanseder

Naruhodo

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 89:58


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Paleontóloga, Doutora em Biologia Animal, Mestre em Patrimônio Geopaleontológico, Divulgadora Científica e Artista 3D, Beatriz Hörmanseder.Só vem!>> OUÇA (89min 59s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Beatriz Marinho Hörmanseder, a Bea, é Paleontóloga, Divulgadora Científica e Artista 3D, identificando-se como pessoa Não-Binária (pronomes: ela/dela).Doutora em Biologia Animal pela UFES, Mestre em Patrimônio Geopaleontológico pelo Museu Nacional/UFRJ e Bacharel em Ciências Biológicas pela UNIRIO.Desenvolve pesquisas em morfologia funcional e paleobiologia de vertebrados extintos, com foco em metodologias tridimensionais aplicadas à digitalização, retrodeformação e preservação digital de fósseis.Como comunicadora científica, produz conteúdo acessível sobre Biologia e Paleontologia nas redes sociais (@bhor3d), além de participar ativamente de eventos acadêmicos e de divulgação científica como palestrante e ministrante de cursos.Também atua como artista 3D, digitalizando e modelando espécimes cientificamente acurados para fins acadêmicos, didáticos, expositivos e artísticos, promovendo o diálogo entre ciência e arte.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2464211948213980*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Notícias Agrícolas - Podcasts
Após plantio antecipado, soja se desenvolve bem em Itaúba/MT

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 4:48


Semeadura passa de 80% e produtores esperam bom potencial produtivo

Esportes
Influenciado pelo Brasil no início, futebol do Japão se desenvolve mesmo sem estrelas do passado

Esportes

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 6:19


A primeira vitória do Japão contra o Brasil na história do futebol masculino é simbólica. Se atualmente o país do sol nascente é uma potência na Ásia e vai disputar a sua oitava Copa do Mundo consecutiva em 2026, essa evolução se deve muito à influência brasileira no início.  Tiago Leme, de Tóquio, para a RFI Há mais de 30 anos, Zico cruzou o mundo e teve papel fundamental para a popularização e a profissionalização do futebol no Japão. Depois, chegaram vários outros jogadores. E até hoje o Campeonato Japonês e a seleção nacional mostram organização e força, mesmo sem o investimento e as estrelas estrangeiras do passado jogando no país. Na última terça-feira, em amistoso em Tóquio, o Japão venceu o Brasil do técnico Carlo Ancelotti de virada, por 3 a 2. Com o estádio lotado e a paixão da torcida japonesa pelo futebol e também pela seleção brasileira, a festa com o resultado foi enorme. Essa boa relação entre os dois países começou especialmente em 1991, quando Zico foi contratado pelo Kashima Antlers, um clube até então amador ligado a uma fábrica. Em 1993, começou a primeira temporada da J-League, a nova liga profissional japonesa. O ex-flamenguista jogou no Kashima até 1994, mas depois sempre esteve ligado e ajudando no desenvolvimento do futebol, e inclusive foi treinador da seleção do Japão entre 2002 e 2006. Muitos jogadores brasileiros importantes atuaram no país asiático, nomes como Leonardo, Dunga, Bebeto, Jorginho, César Sampaio, Careca, Túlio, Washington, Emerson Sheik, Robson Ponte, entre outros, além de técnicos também. O torcedor brasileiro Mário Uemura, descendente de nipônicos e que mora no Japão há 40 anos, acompanhou de perto todo esse processo. "Uma influência muito grande foi o Zico, que começou lá no Kashima, que era amador. Depois que virou profissional e a J-League, virou Kashima Antlers. O Zico tem muita influência aqui, ele é considerado um rei", diz. "Depois tem o Tokyo Verdy, que foi um time muito forte também, que tinha muitos brasileiros. O Bismarck jogou no Tokyo Verdy também e muitos brasileiros ajudaram a desenvolver a J-League como está atualmente. Eles gostam até hoje do futebol brasileiro, é uma influência muito grande."  Outro torcedor brasileiro que também estava presente no amistoso de terça-feira, Hermes Suzuki, que vive no Japão há sete anos, falou sobre o impacto do Brasil no futebol japonês. "E não é só o Zico. O Rui Ramos também. Você tem o Kazu. É impressionante essa história", salienta. "Eu acompanho a J- League, o meu avô é de Kyoto, então eu acompanho o Kyoto Sanga. Quem era líder, agora ele caiu um pouquinho, é o Papagaio, o Rafael Elias, ele estava como artilheiro, mas agora caiu. Mas é um brasileiro que está no topo. Mas eles adoram o Brasil, é impressionante. Então, assim como o Pelé foi nos Estados Unidos, o Zico é pai do futebol aqui. É impressionante”, diz. Jogadores brasileiros Atualmente, o Campeonato Japonês não conta com tantos jogadores de destaque internacional, houve diminuição de investimento nos clubes. Mesmo assim, segue atraindo muitos jogadores menos conhecidos e que não tem mercado na Europa, por exemplo. Nesta temporada, a J-League conta com 100 atletas estrangeiros, de 28 países diferentes, sendo que 52 são brasileiros, a imensa maioria. Os três primeiros colocados da lista de artilheiros são do Brasil: Léo Ceará, do Kashima Antlers, Rafael Elias, do Kyoto Sanga, e Rafael Ratão, do Cerezo Osaka. O Japão vai disputar no ano que vem nos Estados Unidos, México e Canadá a oitava Copa do Mundo de sua história, todas depois que Zico começou a jogar no país. A primeira vez foi no Mundial de 1998, e depois o país se classificou para todas as edições. As melhores participações foram em 2002, 2010, 2018 e 2022, quando chegou às oitavas-de-final. No passado, a seleção japonesa teve nomes fortes como Nakata, Endo, Nakamura e Honda, além de Kazu, que atuou no Santos e outros times do Brasil na década de 80. Hoje o Japão é comandado pelo técnico Hajime Moriyasu. Os principais jogadores estão em equipes europeias, como Minamino, do Monaco, Kubo, da Real Sociedad, e Ueda, do Feyenoord, além de Nagatomo, que jogou na Inter de Milão e está no FC Tokyo. Hermes Suzuki contou um pouco também sobre como está o nível da seleção japonesa antes do Mundial de 2026. "Eu vou ser sincero, estive na Copa recente no Catar. O Japão ganhou da Espanha, ganhou da Alemanha, estou com a camiseta lá do jogo. Então, eles não são zebra não! Eles estão para jogar. Mas o futebol daqui se profissionalizou, e não só o masculino. Tem uma liga do futebol feminino também aqui, e eles vão formando as bases, então tem as crianças”, afirma o torcedor.  Depois de fazer história com a vitória inédita sobre o Brasil após 14 confrontos, o Japão sonha em superar novamente grandes potências do futebol na Copa de 2026, para impulsionar ainda mais o desenvolvimento do futebol no país.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Trigo se desenvolve bem em Santo Ângelo/RS, mas com alerta para pressão de doenças no final de ciclo

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 7:25


Lavouras de milho também se desenvolvem bem e plantio da soja deve começar na próxima semana

Notícias Agrícolas - Podcasts
Trigo de Carazinho/RS se desenvolve com dificuldades e plantio do milho chega em 50%

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 7:58


Atividades da soja devem começar no mês de outubro; produtores ainda enfrentam dificuldades para ter acesso à crédito

Notícias Agrícolas - Podcasts
Safra de trigo se desenvolve bem, mas preços baixos no mercado interno preocupam

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 39:37


Safra de trigo se desenvolve bem, mas preços baixos no mercado interno preocupam

Noticiário Nacional
23h Gulbenkian desenvolve iniciativa para jovens desempregados

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 4, 2025 9:41


Puravida CAST
Ep. 134 | A Fórmula da Inovação – Como a Puravida desenvolve seus produtos, com Fernanda Matta

Puravida CAST

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 34:56


Você já se perguntou como nascem os produtos que conquistam você logo no primeiro uso? E como uma marca consegue inovar sem perder sua essência?Neste episódio do Puravida Cast, Ligia Costa conversa com Fernanda Matta, head de Pesquisa e Desenvolvimento da Puravida, para revelar os bastidores da inovação dentro da marca — um processo que vai muito além de fórmulas e ingredientes.Nem toda inovação nasce como uma grande ideia. Às vezes, ela vem depois de muitos testes, erros e desafios. E é aí que entra o diferencial da Puravida: ousar criar o novo sem abrir mão da qualidade e da confiança que o público já conhece.Dá o play e descubra como a Puravida transforma boas ideias em experiências que encantam – com verdade, ciência e propósito.Quer aprofundar seus conhecimentos sobre saúde e bem-estar? Acesse o ⁠⁠⁠Prime⁠⁠⁠, nossa plataforma gratuita de cursos online, e confira conteúdos exclusivos!E não deixe de visitar nosso ⁠⁠⁠Blog⁠⁠⁠ para mais artigos sobre saúde e nutrição.As informações contidas neste episódio não refletem, necessariamente, o posicionamento da Puravida.

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #179: USP desenvolve plataforma para monitoramento ambiental

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 27:26


Plataforma UrbVerde pode auxiliar no planejamento urbano sustentável de municípios de todo o País

Notícias Agrícolas - Podcasts
Euroforte desenvolve produto sustentável e com eficácia comprovada contra incêndios

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 10, 2025 16:21


Firout representa uma nova era no combate a incêndios agroflorestais com inteligência, responsabilidade e eficiência

Notícias Agrícolas - Podcasts
Milho se desenvolve bem e promete altas produtividades em Tapurah/MT e Rondônia

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 29, 2025 42:16


Já no Paraná, o município de Doutor Camargo espera mais chuvas nos próximos 40 dias para ter uma boa safra

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem, mas traz atenção para manchas e doenças de final de ciclo

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 27, 2025 4:07


Consultor em uma fazenda na região destaca 2ªsafra com 60% de milho, 20% de girassol e 20% de cobertura

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem em Paracatu/MG e colheita deve começar em 20 de janeiro

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 18, 2024 6:41


Produtores focam nas aplicações e se preocupam com pressão de percevejos

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem com ajuda das chubas em Cruzália (SP)

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 16, 2024 8:13


Para produtor local, janeiro ainda é um mês crítico, relembrando que ano passado houve episódio de escaldadura das plantas

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem com chuvas regulares em Nova Xavantina (MT)

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 6, 2024 7:28


Expectativa do presidente do Sindicato Rural local é de safra cheia neste ciclo 2024/25

Vedanta Cast
#033/2024 - Como uma criança desenvolve coragem? | Criando Filhos com Sabedoria

Vedanta Cast

Play Episode Listen Later Dec 2, 2024 7:55


Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem em Assis Chateaubriand/PR e expectativa é de boas margens

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 18, 2024 7:24


Liderança aponta custo de produção menor, preços subindo e projeção de boas produtividades

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja se desenvolve bem em Itambaracá/PR

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 14, 2024 7:22


Plantio andou rápido e produtores esperam altas produtividades

Notícias Agrícolas - Podcasts
Após atraso inicial, soja se desenvolve bem na região Oeste do Paraná

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 4, 2024 9:29


Gerente da C.Vale destaca importância de manejo preventivo de pragas e doenças e atenção com plantas de milho voluntárias

Canaltech Podcast
PUC do RS desenvolve técnica que usa pedras nos rins para diagnosticar doenças

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Aug 13, 2024 17:01


Está no ar mais uma edição do Podcast Canaltech! No programa de hoje: O Instituto do Petróleo e dos Recursos Naturais da PUC do Rio Grande do Sul está desenvolvendo uma tecnologia que permite descobrir doenças a partir de análise de cálculos renais.Popularmente conhecidos como pedras nos rins, esses materiais são formados por minerais que possuem relação direta com algumas doenças.Para explicar como essa nova técnica funciona, eu recebo hoje aqui no Podcast Canaltech a Rosália Barili, Coordenadora do Laboratório de Caracterização de Rochas do IPR. E mais: Apple Intelligence será implementado em toda linha iPhone 16, sugere colunista; ChatGPT | OpenAI revela riscos e respostas inesperadas do GPT-4o; Intel adia Innovation para 2025 em meio a demissões e incertezas; Android analisou padrões para criar modo contra roubo, diz gerente técnico; Pixel 9, fones, smartwatches e mais: o que esperar do Google no evento. Receba notícias do Canaltech no WhatsApp Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech nelas todas Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br Entre no Canaltech Ofertas Este episódio foi roteirizado e apresentado por Gustavo Minari. O programa também contou com reportagens de André Lourenti Magalhães, Jones Oliveira, Guilherme Haas e Bruno De Blasi. Edição por Natália Improta A trilha sonora é uma criação de Guilherme Zomer e a capa deste programa é feita por Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #23: Jaqueline Goes

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jul 29, 2024 102:59


Dando sequência à série "Naruhodo Entrevista" de conversas descontraídas com cientistas brasileiras e brasileiros, chegou a vez da Biomédica, mestra em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa e Doutora em Patologia Humana, Jaqueline Goes.Só vem!> OUÇA (103min 00s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Jaqueline Goes de Jesus é graduada em Biomedicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), mestre em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa (PgBSMI) pelo Instituto de Pesquisas Gonçalo Moniz - Fundação Oswaldo Cruz (IGM-FIOCRUZ) e doutora em Patologia Humana pela Universidade Federal da Bahia em ampla associação com o IGM-FIOCRUZ. Desenvolve pesquisas na área de arboviroses e outros patógenos emergentes.Ela integrou a equipe que realizou sequenciamento genético do novo coronavírus dos primeiros casos da COVID-19 na América Latina, atual Embaixadora da Ciência no Brasil, é considerada um expoente na área das Ciências da Saúde, levando a pauta da representatividade feminina negra nos meios científicos.Ela também é uma das Vaccines Luminaries dentro da Campanha G7- Global Vaccine Confidence, além de contribuir para a iniciativa Vaccines & US do Museu Smithsonian. Integrou o ZIBRA Consortium e participou do ZIBRA project - Zika in Brazil Real Time Analisys (http://www.zibraproject.org/), projeto itinerante de mapeamento genômico do vírus Zika no Brasil.Além disso, Jaqueline já foi homenageada pela Mattel, recebendo uma Barbie Role criada à sua semelhança, na categoria Cientista Heroína, como símbolo de representatividade para crianças, sobretudo as negras, bem como pelo Prêmio Mulheres na Ciência Amélia Império Hamburger, Forbes e Instituto Avon.Lattes: lattes.cnpq.br/5852030355340056Instagram: instagram.com/drajaquelinegoes*APOIE O NARUHODO PELA PLATAFORMA ORELO!Um aviso importantíssimo: o podcast Naruhodo agora está no Orelo: https://bit.ly/naruhodo-no-oreloE é por meio dessa plataforma de apoio aos criadores de conteúdo que você ajuda o Naruhodo a se manter no ar.Você escolhe um valor de contribuição mensal e tem acesso a conteúdos exclusivos, conteúdos antecipados e vantagens especiais.Além disso, você pode ter acesso ao nosso grupo fechado no Telegram, e conversar comigo, com o Altay e com outros apoiadores.E não é só isso: toda vez que você ouvir ou fizer download de um episódio pelo Orelo, vai também estar pingando uns trocadinhos para o nosso projeto.Então, baixe agora mesmo o app Orelo no endereço Orelo.CC ou na sua loja de aplicativos e ajude a fortalecer o conhecimento científico.https://bit.ly/naruhodo-no-orelo

Mamilos
Mamilos Café #10 - Rafa Chalub sobre bullying: "as habilidades que você desenvolve para resistir te ajudam no futuro"

Mamilos

Play Episode Listen Later Jul 25, 2024 50:16


Esse menino não, que ele tem nome. Temos a alegria de receber Rafa Chalub para tomar um café e falar dos tempos de escola, de como usou o humor pra resistir ao bullying e à homofobia. Filho do meio, não foge à regra de ser o rebelde, aquele que luta pra chamar atenção… e consegue! De Teófilo Otoni esse menino ganha o mundo mas não se deslumbra com fama e sabe muito bem o que é sucesso. Esse mineirinho sabe bem preservar o que é importante, investe em poucas e boas amizades, não revela mapa astral e nem divide amor. Quer saber o que um homem precisa ser pra chamar sua atenção? Pois ele compartilhou com a gente sua lista de desejos e revela que está aberto e à procura de um amor dedicado. Claro que falamos também de trabalho, dos hits até a bem sucedida turnê internacional do seu stand up. Da pressão por audiência, de hate e críticas nas redes sociais, da dor e da delícia de ser um criador de conteúdo que se posiciona sobre temas polêmicos. Passa um cafezinho, e senta na mesa com a gente pra esse papo divertidíssimo. _____ Contato: mamilos@mamilos.me

DesAbraçando Árvores
#vAPODN: paca (Cuniculus paca)

DesAbraçando Árvores

Play Episode Listen Later Nov 15, 2023 36:16


Neste #valeAPenaOuvirDeNovo trazemos o episódio do "Que bicho é esse?"em que a pesquisadora Miriam Perilli conversou com nosso amigo humildão, o Dr. Marcelo Magioli, sobre a paca (Cuniculus paca). Saiba mais sobre esse bicho super interessante, super comum e ao mesmo tempo, pouquíssimo conhecido! Marcelo Magioli é graduado em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC-Campinas, com doutorado no Programa de Pós-Graduação Interunidades de Ecologia Aplicada da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - CENA/ESALQ/USP. Atualmente é pesquisador associado do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (ICMBio/CENAP), do Instituto Pró-Carnívoros, e colaborador do Laboratório de Ecologia, Manejo e Conservação de Fauna Silvestre (LEMaC/ESALQ/USP). Desenvolve pesquisas em ecologia trófica, de comunidades e funcional, e análise de isótopos estáveis, com foco em mamíferos. Tem atuação também como professor e consultor ambiental. 3º secretário da Sociedade Brasileira de Mastozoologia (SBMz 2019-2021). Além de ser humildão. Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: Instagram Facebook Twitter Telegram Visite nossa página: DesAbraçando Árvores Envie suas pedradas: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Apresentação e pauta: Miriam Perilli Produção: Fernando Lima Edição de Áudio: Senhor A