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Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para alo@orelo.ccConte sua fofoca pra gente: meconteumafofocapodcast@gmail.comEi, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/
Confira no Morning Show desta quarta-feira (18): O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, ligado ao empresário Augusto Lima e ao Banco Master, após identificar graves problemas financeiros e descumprimento de normas. Com um rombo estimado em R$5 bilhões e 160 mil credores aguardando ressarcimento do FGC, a bancada do Morning Show debate se estamos diante de um novo escândalo no sistema financeiro nacional. Confira a análise completa sobre os riscos para o seu dinheiro! O governador Tarcísio de Freitas intensifica reuniões no Palácio dos Bandeirantes para alinhar o apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Enquanto a direita busca união em São Paulo, o futuro de Gilberto Kassab no governo e a disputa pela vaga de vice geram tensão nos bastidores. Confira o debate completo com a bancada do Morning Show sobre as estratégias que podem definir o cenário eleitoral de 2026. A Polícia de SP prendeu 47 pessoas e recuperou mais de 70 celulares em operações com drones e policiais disfarçados durante o Carnaval. A bancada do Morning Show debate o preocupante fenômeno do "celular do ladrão" e a sensação de impunidade que obriga o cidadão a criar estratégias de defesa. O policiamento foi eficiente ou o crime já faz parte do cotidiano? Entenda o balanço final. O ex-ministro Maílson da Nóbrega não poupou críticas ao governo e afirmou que o PT é uma das causas do Brasil continuar pobre, apontando ideias econômicas "ultrapassadas" da década de 80. A bancada do Morning Show debate se o foco em gastos públicos e empresas estatais é um erro estratégico ou a solução para o país. Entenda os riscos de um possível colapso fiscal e o que esperar da economia até 2027. O presidente Lula deve se reunir com Donald Trump para negociar o retorno da Petrobras à Venezuela, em meio a um plano bilionário de reconstrução do setor energético no país vizinho. Com a queda na produção nacional, o governo busca novas frentes de exploração, mas especialistas alertam para a instabilidade política e o passivo de US$2 bilhões da Venezuela com o Brasil. É um movimento estratégico ou um erro repetido? O Morning Show debate! Um vídeo gravado em Cuiabá mostra uma criança andando pelo lado de fora da janela de um apartamento no 8º andar. O flagrante levanta um alerta sobre a segurança em condomínios e a responsabilidade dos pais. A tela de proteção evitou uma tragédia, mas o susto reacende o debate: como garantir a proteção total dos pequenos em casa? Um levantamento revela que mais de 260 mil artigos científicos sobre câncer podem conter dados fraudados para favorecer interesses comerciais. O Morning Show conversa ao vivo com o oncologista Dr. Fernando Maluf para debater como a inteligência artificial desmascarou esse esquema e os riscos para quem luta contra a doença. A ciência está sob ataque ou o lucro passou por cima da ética? A Polícia Civil de São Paulo revelou o novo organograma do PCC, que agora funciona como uma verdadeira "multinacional do crime". O Morning Show debate o racha histórico entre Marcola e antigos aliados, além da criação da "Sintonia da Internet" para monitorar faccionados e burlar investigações. O crime organizado está vencendo a guerra contra o Estado? Entenda a expansão das facções para o interior do Brasil. O Morning Show debate a polêmica estreia de Virgínia Fonseca como rainha de bateria sob vaias e as duras críticas de Suzana Alves (ex-Tiazinha), que classificou o Carnaval como uma festa de "ego" e "carnal". A bancada analisa se as reações contra as influenciadoras são justas ou apenas "dor de cotovelo". Entenda também a revolta da oposição com as sátiras à "família conservadora". Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
A história de Virgínia de Castro Almeida, que deixou Lisboa pelo "crime" de pedir o divórcio. Em França, foi pioneira do cinema, escreveu guiões e apaixonou-se por outra mulher.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A história de Virgínia de Castro Almeida, que deixou Lisboa pelo "crime" de pedir o divórcio. Em França, foi pioneira do cinema, escreveu guiões e apaixonou-se por outra mulher.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Soixante-troizième numéro du podcast Pourquoi Buffy c'est génial. Podcast complètement exceptionnel avec Sarthman, Riley, Malaurie, Xavier à la technique et une invitée incroyable : April le robot !!! Nous analysons ensemble le quinième épisode de la cinquième saison : I Was Made To Love You (Chagrin d'Amour)Écrit par Jane Espenson et réalisé par James A. Contner il fut diffusé pour la première fois le 20 février 2001.Nous vous proposons de revivre avec nous cet épisode sous forme de commentaires audio un peu particuliers dans lesquels nous tenterons d'analyser l'écriture, les personnages, la réalisation… Tout ce qui fait de Buffy une série si particulière et tellement sous estimée en France. A travers I Was Made To Love You, nous aborderons des relations amoureuses, la charge mentale des femmes dans ces relations, de Xander, de Warren, de Britney...Toutes les infos du podcast ici : pourquoibuffycestgenial.wordpress.com, discord.gg/feWftHmNous parlerons également :du film The Stepford Wives (1975)du film Her (2013)du film Companion (2025)du film I Saw the TV Glow (2024)du livre In Every Generation(2022)Des gros bisous à Severine, Samus, Cindy, Axelle, Ofé, Nico, Libellule, Graziella, Babsy, Remi, Navi, Relife, Le Blane, Virg, Ikwy, Sarah, Gabrielle de dreampow, Khun mel 29, Max, Mélanie, au Discord PBCG, à BuffyAngelShow, Bon épisode.
Fundado em 10 de fevereiro de 1980, o maior partido de esquerda da América Latina hoje reúne quase 3 milhões de filiados. Pessoas que trazem vivências e memórias emocionantes que marcaram uma trajetória de luta, força, conquistas e desafios.A Rádio PT foi buscar alguns relatos em 46 VOZES para homenagear essa história de 46 Anos. Ouça e se encante com momentos incríveis que fizeram essa estrela brilhar em muitos corações! Vida longa ao PT!
No Ensaio Geral desta semana, duas exposições: uma no Museu da Fundação Vieira da Silva, outra na Fundação Albuquerque, que está a celebrar o seu primeiro aniversário. Um filme português de João Marques, que conta a vida de uma jovem influencer, um concerto solidário pelas vítimas da depressão Kristin, mas também um livro autobiográfico do ator Virgílio Castelo e as sugestões de Guilherme d'Oliveira Martins.
A Igreja das Fronteiras, no centro do Recife vai estar em clima de Carnaval, no próximo domingo,(08), quando será comemorado os 117 anos de nascimento de Dom Helder Câmara, em 07 de fevereiro 1909. Para saber todos os detalhes do evento do Dom da Paz, que amava Carnaval, o âncora da Rádio Folha 96,7FM, Jota Batista, conversou com Virgínia Pimentel Castelar, diretora-executiva do IDHeC – Instituto Dom Helder Câmara.
Convidados: David Nemer, antropólogo da Tecnologia e professor da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos; e Roney Domingos, repórter do Fato ou Fake do g1. Segundo uma pesquisa do jornal The Guardian, um em cada cinco vídeos exibidos pelo YouTube para novos usuários já é gerado por IA. É um ambiente saturado por imagens sintéticas e conteúdos hiper-realistas que se espalham com rapidez, apelam à emoção e incentivam o compartilhamento imediato. Essas produções confundem e colocam em xeque algo fundamental: a confiança no que vemos. Esse volume gigantesco de conteúdo sintético que inunda as redes sociais ganhou até um nome: slop. Em tradução livre, significa algo como entulho ou sobra digital. Neste episódio, quem explica como e por que esses vídeos hiper-realistas ganham tanta escala é David Nemer, antropólogo da Tecnologia e professor da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos. Em entrevista a Rafael Colombo, ele descreve quais são os grupos que mais produzem e mais se beneficiam dessa enxurrada de imagens produzidas com ferramentas de última geração. Depois, Rafael Colombo conversa com Roney Domingos, repórter do Fato ou Fake do g1. Roney descreve como funcionam as ferramentas usadas para a checagem desses conteúdos e dá dicas para distinguir o que é real do que é gerado por inteligência artificial.
Uma viagem pela memória da "Noite" em Portugal.
Neste podcast o Pr Flávio Virgílio, membro da Igreja Nova Vida de Jacarepaguá traz uma palavra baseada no texto de 1 Pedro 2: 21. Nós temos uma identidade e o dna de Deus. Você tem noção da grandiosidade que há em ser povo de Deus??? Ouça esta palavra. Seja abençoado, curta e compartilhe!
O encenador e actor luso-franco-moçambicano Victor de Oliveira leva a palco o seu novo solo, “Kumina”, no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, a partir desta terça-feira e até sábado. A peça mostra o lado brutal, universal e intemporal do exílio, convocando as memórias dos que não resistiram ao desenraizamento, dos escravos de ontem aos migrantes que hoje morrem no Mediterrâneo. “Kumina” é também um ritual para tentar abrir portas onde hoje se erguem muros. Fomos gravar esta entrevista no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, na região de Paris, onde está em cena, entre 13 e 17 de Janeiro, “Kumina”, o novo solo de Victor de Oliveira, escrito, encenado e protagonizado por ele. A peça aborda a história íntima, universal e intemporal do exílio. Partindo das memórias de infância em Moçambique, o país onde nasceu em 1971 e de onde saiu com os pais a seguir à independência, Victor de Oliveira olha para o mundo a partir da própria experiência de desenraizamento e faz do palco um espaço de memória daqueles que tudo perderam ou se perderam nos caminhos forçados do exílio. Este é também um olhar sobre a História: sobre o tráfico transatlântico de milhões de pessoas, sobre o colonialismo, sobre os “boat people” haitianos nos anos 90, sobre os migrantes que ainda morrem no Mediterrâneo ao tentarem chegar à Europa. Uma História ligada por um fio invisível de um sentimento de "déjà vu" de histórias que se repetem século após século, dia após dia. O texto cruza experiência pessoal com o peso da História, com notícias que ritmam a televisão e com a poesia de autores que abordaram o exílio, transformando o palco de "Kumina" num espaço “sagrado”, onde se podem convocar antepassados, esperar uma reconciliação e remar contra pujantes marés de xenofobia. “Todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro, porque o outro é um estrangeiro, não é apenas de agora”, resume Victor de Oliveira em entrevista à RFI. Em palco, como uma estátua, quase sem mexer os pés, Victor de Oliveira vai lembrando oceanos de exilados, tanto os vivos, quanto os que ficaram no fundo do mar. Em cena, um vasto cobertor de sobrevivência pinta o fundo e o chão é feito de terra vermelha. Neste "exílio da terra de ninguém" - ouvimos - reina “a sensação de impossível pertença”... “Kumina” surge depois de “Limbo”, outro solo que assinou em 2021 sobre a busca de identidade de um homem entre dois mundos, entre dois países, entre duas condições, entre negros e brancos, entre colonos e colonizados. “Kumina” surge também depois de ter adaptado “Incêndios”, de Wajdi Mouawad, e “As Areias do Imperador”, de Mia Couto, os quais também buscavam as pontes, talvez quebradas, entre dois mundos. A peça “Kumina” está no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne de 13 a 17 de Janeiro e no Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, de 26 a 29 de Março. Também será lançado um livro que reúne os textos, em português, de “Kumina” e de “Limbo”, numa co-edição da Tinta da China e do Teatro do Bairro Alto. Em francês, será lançado o texto de “Limbo” pelas Editions Chandeigne. RFI: Para começar, peço-lhe uma pequena descrição deste trabalho “Kumina”. Victor de Oliveira, Actor e Encenador: “'Kumina' vem depois de ‘Limbo' e é um prolongamento, digamos assim, de todas as questões que eu já tinha abordado no ‘Limbo' que tinham a ver com esse desenraizamento e com essa tentativa de tentar-me situar entre dois mundos essencialmente. E, depois, com o facto de ser um homem mestiço, portanto, neto de colonos e de colonizados, etc, etc, etc. Em relação ao ‘Kumina', eu volto mais uma vez a pegar no fio da infância porque o espectáculo começa a partir desse momento, a infância, que é o momento em que eu vou partir, em que tenho que partir porque eu nasci em Moçambique durante o período colonial, vivi em Moçambique depois da independência e tivemos que ir embora nos primeiros anos da guerra civil por causa da guerra civil, essencialmente. Eu parto desse momento para tirar o fio até hoje, com todas as questões que eu tive que viver enquanto criança e depois enquanto jovem, adolescente e jovem adulto, e hoje, com a idade que tenho, com esse caminho percorrido de vida, como é que eu consigo olhar para o mundo e olhar para todo esse percurso com a idade que tenho...” Um dos fios condutores de ‘Kumina' é o exílio. O que é para si o exílio e porquê levar este tema para o palco? “Sim, é um dos temas importantes porque só as pessoas que tiveram que partir do país onde nasceram por ‘x' razões, quer dizer, ou porque há a guerra, ou porque têm que fugir, ou porque são presos políticos, ou porque economicamente têm que procurar uma outra vida, só essas pessoas conseguem perceber e saber o que é que quer dizer o exílio. O que quer dizer, de repente, tentar ter uma outra vida, num outro país, numa outra cultura, com uma outra língua, etc. Tudo isso é extremamente importante, sobretudo no período em que nós estamos em que, por mil e uma razões, há cada vez mais fluxos migratórios, pessoas que são exiladas, que têm de partir. Então, como é que nós fazemos enquanto sociedade para compreender e para aceitar que o mundo agora é assim? A minha questão, enquanto artista, é como é que intimamente, que caminhos atravessamos nós? Aquilo que eu faço, durante toda esta uma hora e dez que dura o espectáculo, é tentar fazer com que o público possa sentir a partir de que espaço e de que lugar é que eu falo e, depois, como é que eu tiro o fio entre todos os outros desenraizados ou todos os outros exílios de outras pessoas que eu conheci e que me tocaram bastante durante a minha vida de adulto.” O teatro tem um papel a desempenhar nesta questão de humanizar o exílio e de tirar de debaixo do tapete os silêncios da História e tudo o que não foi dito sobre cinco séculos de colonização? “Absolutamente porque essa é uma história que ainda hoje está a ser falada e tentamos compreender. Toda essa história que ainda não foi falada suficientemente, tudo isso está lá e, portanto, é isso que faz com que as pessoas, se não conhecerem essa história, se não souberem o que há por trás, é muito fácil qualquer pessoa estar contra os imigrantes - que é agora uma coisa que se fala bastante na Europa, não apenas em Portugal, mas por outros países e estar numa relação de ódio, de recusa. Eu parto do princípio que é pura e simplesmente porque as pessoas não conhecem a história. As pessoas não sabem o que é, não podem compreender a dificuldade que é para qualquer pessoa ter que sair do seu país, da sua casa, da sua região porque não tem uma outra escolha e tenta viver da melhor maneira possível nesse outro país ou nesses outros países em que está. É porque as pessoas não sabem, é porque não conhecem qual é essa história ligada ao exílio, que hoje vivemos num mundo e num período em que há uma grande xenofobia, em que as pessoas falam dos imigrantes ou dos exilados de uma maneira geral, como se as pessoas fossem todas iguais. Enquanto que se nós pensarmos e vermos e olharmos para cada pessoa como um indivíduo que tem a sua história, veremos que cada pessoa tem uma história e essa história, muitas das vezes, é uma história difícil e dura, embora também possa ser uma história bonita.” Esta também é a sua história e o seu drama? Que papel “Kumina” acaba por desempenhar no seu caminho, enquanto pessoa e enquanto artista? “Sim, isso faz parte, como diz, do meu caminho porque enquanto autor agora, actor e encenador, eu tenho sempre que saber o que é importante para mim falar, o que é fundamental levar para o palco, o que é para mim primoroso fazer e extremamente importante. E isso é, pelo menos até agora tem sido, a relação com a minha história, porque é uma relação não apenas com a minha história. Quando eu vou buscar a minha história, muitas vezes - aconteceu com o ‘Limbo' e eu espero que aconteça com ‘Kumina' - estou a falar de todos nós hoje. Eu parto do íntimo para falar do universal porque não é apenas a história do Victor porque a história do Victor não interessa a muita gente, o que interessa é como é que, ao vermos a história de uma pessoa, nos reconhecemos naquilo que ela diz e reconhecemos a sociedade em que estamos. A partir do momento em que conseguimos reconhecer a sociedade em que estamos, conseguimos reconhecer as questões que são levantadas pelo artista quando ele questiona a sua própria intimidade e a história da sociedade em que vivemos, aí sim, o papel do artista parece-me importante e fundamental e isso pode abrir muitas portas e espero que nas representações que formos fazer aqui em Ivry, isso possa acontecer com o público.” Diz na peça que “o tempo não apaga nada” e que “caminhamos sozinhos, inevitavelmente”. A narração começa com as lembranças de Victor ainda criança. Depois fala do tráfico de escravos ao longo de séculos, dos refugiados haitianos, do drama dos migrantes mortos ainda hoje no Mediterrâneo. É uma história interminável... Por que é que decidiu partir do olhar da criança para falar de tudo isto? “O olhar da criança serviu, antes de mais, para ter um ponto de partida porque eu queria, já há muito tempo, tentar fazer um espectáculo em que eu pudesse falar dessa tragédia absolutamente terrível que existe desde há muitos anos com os que nós chamamos agora migrantes, que nós ouvimos falar cada vez mais antes do fim dos anos 80, nos anos 90. Quando nos lembramos e quando vamos ver nos jornais, damo-nos conta que os primeiros - a quem chamam migrantes que morriam no mar Mediterrâneo - os primeiros a chegarem a França foi no princípio dos anos 90, ficamos: ‘Já foi assim há tantos anos!' E é verdade que foi e que continua. Eu já há muito tempo que queria fazer algo e era sempre muito difícil fazer apenas um espectáculo sobre os migrantes, fazer um espectáculo realista, com personagens, com a polícia, com o passador, com as pessoas à volta, isso não é a minha teatralidade e, para mim, era extremamente difícil pensar assim. Eu tinha que ter uma porta de entrada para dizer: ‘Ok, eu quero chegar a isto. Mas como é que eu vou chegar lá?'. Para mim, mais uma vez - como ‘Limbo' também em que a infância serviu para poder falar de todas as questões da sociedade e universais que são trabalhadas no Limbo- aqui foi a mesma coisa. Partindo desse momento extremamente importante da infância que é deixar Moçambique, partir de Moçambique, que era o meu país, onde eu tinha nascido, onde os meus pais tinham nascido, onde as minhas avós tinham nascido, enfim, toda uma parte de mim, partir durante o período da guerra e, a partir daí, tirar o fio até quando cheguei a Portugal, a minha adolescência em Portugal, onde, quando eu tinha 17 anos, pela primeira vez, ouvi falar do que eram os refugiados haitianos. E aí foi a mesma coisa, eu falo disso no espectáculo. Como é que, de repente, há algo em que nós nos reconhecemos no outro.” Acaba por haver, de certa forma, uma tentativa de reparação ou de reconciliação? Você não incarna só a criança, também incarna a avó que a dada altura diz: “Nenhum descendente deixa os antepassados em errância no mar” e invoca os espíritos que lá estão... “Sim, porque isso é também é muito importante, o facto de convocar a minha avó, é uma maneira para mim de pensar o teatro como um espaço ‘sacré', sagrado, mas não no sentido religioso, mais no sentido de um espaço onde estamos ligados àqueles que estiveram aqui antes de nós, estamos ligados aos nossos antepassados porque nós somos aquilo que os nossos antepassados eram, nós trazemos connosco aquilo que eles foram.” Isso tem também a ver com o título da peça, “Kumina”? O que significa “Kumina”? “'Kumina' é um ritual que vem de África e que foi levado pelos escravos africanos que foram levados para o West Indies, para a América, e que hoje ainda subsiste essencialmente em dois países, que é a ilha de Barbados e a Jamaica. Nestes países, ‘Kumina', é um ritual que é essencialmente feito durante os funerais para os antepassados, para as pessoas que morreram, mas ao mesmo tempo também pode ser utilizado nos casamentos, nos nascimentos. É uma convocação dos espíritos, é uma convocação daqueles que estiveram antes de nós e, muitas vezes, nesses rituais, as pessoas que o fazem entram em transe, digamos assim. Há uma cerimónia e é algo que existe ainda muito em Moçambique, essas cerimónias, porque em Moçambique os espíritos estão lá, os espíritos fazem parte da vida, os espíritos fazem parte da família e essa ligação com os espíritos está muito presente. Para mim, era uma maneira de, no teatro, eu tentar fazer com que essa ligação a Moçambique, à minha cultura, às minhas raízes, possa estar, de uma certa maneira, também perto daquilo que é hoje a minha vida que está ligada ao teatro. Tentar fazer com que a arte possa chegar a um público europeu, ao outro.” Está sozinho em palco, como uma estátua, como se estivesse acorrentado nos pés, só se liberta em determinados momentos. Como pano de fundo, há um cobertor de sobrevivência em grande escala e há areia no chão. Porquê estas escolhas? “Porque o teatro é muito simbólico. ‘Kumina' é uma narrativa e, dentro dessa narrativa, eu conto uma história e a pessoa que conta a história, ao mesmo tempo que a conta directamente ao público, ela entra dentro da própria história. E é por isso que há, de uma certa maneira, a avó que, por vezes, se torna personagem; que eu convoco outros personagens, como por exemplo, um excerto d'Os Lusíadas de Luís de Camões; que eu convoco também uma parte do jornal de bordo do Cristóvão Colombo; que eu convoco um excerto de [Kamau] Brathwaite que é um autor da ilha dos Barbados que fala justamente sobre a morte dos refugiados haitianos. Toda a convocação dessas personagens que me acompanham, estão ligadas a essa simbologia. Tudo pode ser simbólico, assim como a terra que é muito ligada à relação que em Moçambique se tem com a terra, com o facto de onde vimos, com o facto de as nossas raízes virem da terra e estarem dentro da terra. Portanto, toda essa coisa é muito importante. Depois aquilo que viu, aquilo que está no fundo e que foi a cenógrafa Margaux [Nessi] que pensou a partir desses cobertores de sobrevivência que muitos dos migrantes utilizam quando são resgatados e é uma coisa muito simples, muito leve, mas ficamos sempre dentro de uma certa subtilidade que me parece necessária.” Há um quadro que emerge, a dada altura, do fundo, que é um quadro também muito simbólico... “Sim, é o quadro de Turner que se chama ‘O Dilúvio' e que é um quadro bíblico que, para mim, era importante porque faz com que esta história que é a minha história, ou a história dos refugiados haitianos, ou a história dos migrantes que ainda hoje continuam, semana após semana, a morrer no Mar Mediterrâneo e no Canal da Mancha, que todas estas histórias não sejam apenas ligadas ao continente africano, mas fazem parte desta nossa história comum enquanto sociedade e todos esses exílios vêm de muito, muito longe. É por isso que, a um dado momento, eu digo uma frase de Virgílio, que tem a ver com a Eneida. Há uma outra frase do Dante Alighieri, da Divina Comédia. Todos esses autores é uma maneira de fazer com que todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro porque o outro é um estrangeiro ou é diferente, não é apenas de agora, vem de muito longe. E quando conseguimos olhar para essa história que é nossa, de todos nós, torna-se importante e eu penso que ela nos ajuda a olhar para os outros e para a história que nós estamos a viver agora de uma outra maneira.” Nesta peça, como em ‘Limbo' e ‘As Areias do Imperador', trabalha com outro artista moçambicano, o músico Ailton José Matavela. Qual é a batida que ele imprime a este trabalho e que camada suplementar simbólica tem o facto de ser também um moçambicano a criar o som do seu exílio? “Sim, é extremamente importante porque o Ailton tem apenas 30 anos, é um jovem músico e é um músico que agora está em Paris, mas que até há muito pouco tempo vivia ainda em Maputo. Portanto, há toda uma carga emotiva ligada a Maputo porque eu já não vivo em Maputo há muito tempo. Depois, há toda uma musicalidade que é aquela que ele tem que obviamente só ele é que pode trazer porque são coisas que ele conhece e que estão à volta dele quotidianamente. Se eu fosse trabalhar com outro músico, tentar chegar a isto ou aquilo, seria alguém que iria buscar aqui ou ali, mas que não tem essa mesma relação, enquanto, para muitas coisas, as coisas estão lá porque fazem parte do seu universo. Isso é muito mais simples e há uma fluidez muito maior porque há uma simplicidade muito grande.”
Khuspus with Omkar Jadhav | A Marathi Podcast on Uncomfortable topics
What Is Virg*nity? | Dr. Gorakh Mandrupkar & Mukta Chaitanya | Khuspus with Omkar #amuktamukअमुकतमुक ला subscribe करण्यासाठी click करा: https://youtube.com/@amuktamuk?si=LCVcdLVB9KMPVHrkVirg*nity म्हणजे काय? Hymen Break होणं म्हणजे काय? Menstrual cups वापरल्या नंतर Virg*nity Break होते का? पुरुषांना Virg*nity विचारली जात नाही का? Virg*nity ला स्त्रीच्या पावित्र्याशी जोडणं योग्य आहे का? अजूनही लग्न करतांना या गोष्टीचा विचार केला जातो का? पालक म्हणून मुलांना याबाबत कश्या पद्धतीने शिक्षण दिलं पाहिजे?या विषयावर आपण डॉ.गोरख मंद्रुपकर (MBBS, DGO, FCPS,FICOG,स्त्री रोग आणि IVF तज्ञ,मंद्रूपकर क्लिनिक, इस्लामपूर) आणि मुक्ता चैतन्य (Writer, Journalist) यांच्यासोबत खुसपुस केली आहे पूर्ण एपिसोड नक्की बघा.What is virg*nity? What does the breaking of the hymen mean? Does using a menstrual cup result in the loss of virg*nity? Why is virg*nity not questioned for men? Is it appropriate to associate a woman's virg*nity with her purity? Is this still considered when getting married? As parents, how should we educate our children about this topic?We had an insightful conversation on this subject with Dr. Gorakh Mandrupkar (MBBS, DGO, FCPS, FICOG, Obstetrician & IVF Specialist, Mandrupkar Clinic, Islampur) and Mukti Chaitanya (Writer & Journalist). Watch the full episode for the complete discussion.आणि मित्रांनो आपलं Merch घेण्यासाठी लगेच click करा! Amuktamuk.swiftindi.comDisclaimer: व्हिडिओमध्ये किंवा आमच्या कोणत्याही चॅनेलवर पॅनलिस्ट/अतिथी/होस्टद्वारे सांगण्यात आलेली कोणतीही माहिती केवळ general information साठी आहे. पॉडकास्ट दरम्यान किंवा त्यासंबंधात व्यक्त केलेली कोणतीही मते निर्माते/कंपनी/चॅनल किंवा त्यांच्या कोणत्याही कर्मचाऱ्यांची मते/अभिव्यक्ती/विचार दर्शवत नाहीत.अतिथींनी केलेली विधाने सद्भावनेने आणि चांगल्या हेतूने केलेली आहेत ती विश्वास ठेवण्याजोगी आहेत किंवा ती सत्य आणि वस्तुस्थितीनुसार सत्य मानण्याचे कारण आहे. चॅनलने सादर केलेला सध्याचा व्हिडिओ केवळ माहिती आणि मनोरंजनाच्या उद्देशाने आहे आणि चॅनल त्याची अचूकता आणि वैधता यासाठी कोणतीही जबाबदारी घेत नाही.अतिथींनी किंवा पॉडकास्ट दरम्यान व्यक्त केलेली कोणतीही माहिती किंवा विचार व्यक्ती/कास्ट/समुदाय/वंश/धर्म यांच्या भावना दुखावण्याचा किंवा कोणत्याही संस्था/राजकीय पक्ष/राजकारणी/नेत्याचा, जिवंत किंवा मृत यांचा अपमान करण्याचा हेतू नाही.. Guests: Dr. Gorakh Mandrupkar (MBBS, DGO, FCPS, FICOG, Obstetrician & IVF Specialist, Mandrupkar Clinic, Islampur), Mukta Chaitanya, Writer and Journalist.Host: Omkar Jadhav.Creative Producer: Shardul Kadam.Editor: Rohit Landge.Edit Assistant: Rameshwar Garkal.Content Manager: Sohan Mane.Social Media Manager: Sonali Gokhale.Legal Advisor: Savani Vaze.Business Development Executive: Sai Kher.Intern: Mrunal Arve.About The Host Omkar Jadhav.Co-founder – Amuk Tamuk Podcast NetworkPodcast Host | Writer | Director | Actor | YouTube & Podcast ConsultantWith 8+ years in digital content, former Content & Programming Head at BhaDiPa & Vishay Khol.Directed 100+ sketches, 3 web series & non-fiction shows including Aai & Me, Jhoom, 9 to 5, Oddvata.Creative Producer – BErojgaar | Asst. Director – The Kerala StoryHost of Khuspus – a podcast on taboo and uncomfortable topics.Visiting Faculty – Ranade Institute, Pune University.Connect with us: Twitter: https://twitter.com/amuk_tamukInstagram: https://www.instagram.com/amuktamuk/Facebook: https://www.facebook.com/amuktamukpodcastsSpotify: Khuspus #AmukTamuk #marathipodcasts
Polêmicas com o deputado Vitor Junior e o vereador Marquinhos Bacellar Wladimir 2 e nomes de Campos e região a deputado estadual e federal Eleição a governador e senador do RJ e presidente da República 2026
A bispa Virgínia Arruda, do Ministério A Palavra do Dia, traz uma palavra baseada em Salmos 28:6-9. O texto declara que o Senhor é a força e o escudo do Seu povo, aquele que ouve o clamor dos justos e os sustenta em meio às batalhas. É uma mensagem que nos lembra da proteção, do cuidado e da salvação que vêm somente de Deus, nosso pastor eterno. Curta e compartilhe este podcast.
A bispa Virgínia Arruda, do Ministério A Palavra do Dia, traz uma palavra baseada em Marcos 11:20-24. Deus nos mostra que a fé verdadeira move montanhas e torna possível aquilo que aos olhos humanos parece impossível. Quando oramos crendo, recebemos, pois o Senhor é fiel para cumprir Sua Palavra e manifestar o Seu poder. Curta e compartilhe este podcast.
Weberson Grizoste (UEA) conta sua trajetória nos Estudos Clássicos, a partir da religião e da literatura latina. Explica como relaciona Gonçalves Dias, considerado o Virgílio brasileiro, com a Amazônia, a língua e as literaturas nas suas práticas pedagógicas e pesquisas. Fala sobre o grupo Latinitates - Estudos clássicos e humanísticos e sobre o Laboratório de Cultura Clássica, a divulgação dos estudos clássicos e as apresentações teatrais, na praia. Em seguida, Weberson Grizoste apresenta a personagem Eneias e destaca que a definição depende da fonte. Para Virgílio, o troiano que lança as bases da gente latina na Itália; para Homero, a grande esperança troiana protegida pelos deuses; para Ovídio, o homem da religião romana destinado à divinização; e para Tito Lívio, trata-se de uma figura histórica que inicia a trajetória de Roma no Lácio. Por fim, interpreta a trajetória de Eneias, a vida e a morte como faces diferentes de uma mesma moeda. Comenta ainda sobre outras personagens que estão no caminho de Eneias: um catálogo de mortes.
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para alo@orelo.ccConte sua fofoca pra gente: meconteumafofocapodcast@gmail.comEi, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/
N479 - EASD 2025 - Hipercortisolismo: O noxious nine de defronzo no diabetes tipo 2 - Virgínia Fernandes e Fernando Valente by SBD
N506 - EASD 2025 - Semaglutida 7,2 mg: Perda de gordura corporal e redução do Food Noise - Dhiãnah Santini e Virgínia Fernandes by SBD
N425 - ADA 2025 - Sarcopenia e caquexia no diabetes: o alerta que você precisa saber! - Virgínia Fernandes e Fernando Valente by SBD
N433 - ADA 2025 - SGLT2 para todos? Quem precisa não está usando! - Fernando Valente e Virgínia Fernandes by SBD
The 2-time PGA Tennessee Teacher of the Year continues to broaden his brand with popular TEDx talks,corporate coaching and two podcasts, “On the Virg” and “The Whole Pro.” While golf is a backdrop, heunlocks potential to achieve greatness for his clients, regardless of their career paths. He explains thenuances separating great people, and superstars, and why many people chase the wrong things. AMONGTHE TOPICS, REMEMBERING CHAMINADE, TRIAL BY FIRE AT THE GOLF CHANNEL, HIS PERFECTPICTURE, WINE APPRECIATION AT MISSISSIPPI STATE AND BE CAREFUL WHO YOU BRING INTOYOUR LIFE.
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A Inês irrita-se com o acordo ortográfico e não admite dizer "pintar os tetos", a tia Blí passa-se quando lhe pedem para escolher os ingredientes da salada e o senhor Virgílio deixa crescer o buço para ficar com a reforma da avó.
No 3 em 1 desta quarta-feira (26), o destaque foi o ataque a tiros que deixou dois soldados da Guarda Nacional dos Estados Unidos feridos próximo à Casa Branca. A polícia confirmou o incidente, prendeu o suspeito e isolou a área. A Casa Branca entrou em lockdown enquanto autoridades americanas investigam o caso. Reportagem: Eliseu Caetano e Fabrizio Neitzke. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou o ataque, afirmando que “o animal que atirou vai pagar um preço caro”. O governo americano segue monitorando a situação em Washington D.C. O governador da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey (Republicanos), confirmou a morte dos dois guardas nacionais após o tiroteio. A informação foi divulgada em suas redes sociais. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O ministro Alexandre de Moraes intimou a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a investigação apontar que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) teria utilizado um celular durante visita à sua prisão domiciliar, em violação às regras estabelecidas. Bolsonaro também passou por audiência de custódia nesta quarta-feira. Reportagem: Janaína Camelo. Os comentaristas analisaram o episódio envolvendo Nikolas Ferreira, que teria descumprido normas ao usar o celular durante a visita. Para Paulo Loiola, o caso “parece que vai ser mais uma complicação para a direita”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elogiou a atuação da Justiça ao comentar a prisão de Jair Bolsonaro. Lula classificou o julgamento como uma “lição de democracia” e ressaltou que é “a primeira vez” que alguém é preso por tentativa de golpe de Estado. Reportagem: André Anelli. O general Augusto Heleno, condenado a 21 anos por participação na trama golpista, informou ao Exército que sofre de Alzheimer há sete anos. A defesa deve usar o quadro clínico para tentar reduzir a pena. Reportagem: Lucas Martins. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comentou as eleições de 2026, afirmando: “Eu quero ajudar, não preciso ser protagonista”. Ele reforçou apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro: “Tenho laço de amizade e gratidão com Bolsonaro”. Reportagem: Misael Mainetti. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cine Brasil celebra 20 anos com produções dedicadas ao cinema afro-brasileiro e à diversidade cultural. A estreia em Berlim teve sala lotada e presença do cineasta Antonio Pitanga, grande homenageado deste ano. Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O festival acontece no cinema Babylon – uma charmosa e quase centenária sala no bairro central de Mitte. O evento costuma atrair um vasto público formado, sobretudo, por brasileiros e alemães que vivem em Berlim. Em sua noite de estreia, uma gelada quinta-feira (20) de outono, a mostra exibiu “Malês”, dirigido e estrelado por Antonio Pitanga. A homenagem ao ator e diretor baiano é o reconhecimento do que a sua obra representa “para o cinema, o teatro, a televisão – e para a identidade negra brasileira”, diz o criador e curador do festival, Sidney Martins. O trabalho do cineasta está presente ainda em outros três filmes. Além do documentário “Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga, atriz e filha do diretor, serão exibidos “Casa de Antiguidades” e “Oeste Outra Vez”, que também contam com atuações do artista. Nesta edição, que marca os 20 anos do Cine Brasil, serão exibidos 15 filmes. Entre os destaques, está “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, que “é o segundo longa produzido pelo grupo Nós do Morro, que virou Nós do Cinema, lá do Vidigal (comunidade carioca)”, lembra o curador. O diretor de “Kasa Branca”, primeiro cineasta negro a ganhar o prêmio de melhor direção no Festival do Rio, em 2024, também está em Berlim para participar da mostra. Há ainda diversos filmes que farão a sua estreia internacional na capital alemã, como “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, além de longas como “Luiz Melodia, no Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, “Vitória”, de Andrucha Waddington e Breno Silveira, e “Virgínia e Adelaide”, de Yasmin Thayná e Jorge Furtado. Para além dos estereótipos Martins conta que resolveu criar o festival, em 2005, para homenagear os negros e oferecer uma perspectiva que fosse além da forma estereotipada como eles geralmente eram apresentados na cinematografia brasileira – algo que sempre o incomodou. Para isso, o curador garimpava obras no Brasil que pudessem “retratar os afrodescendentes de uma forma mais humana e real” do que aquela que era tradicionalmente mostrada pelas televisões e filmes brasileiros. Nessa época, porém, ainda era difícil reunir películas suficientes para compor a mostra. Em 2007, o festival – que surgiu como “O Negro no Cinema Brasileiro” -, torna-se mais abrangente, e passa a se chamar Cine Brasil, incluindo outras temáticas relevantes para a sociedade brasileira, mas sem perder o foco original. Produção cinematógrafica negra se multiplicou Hoje, a produção do cinema negro se expandiu, diz o curador. São muitos os filmes que revelam “uma visão cinematográfica da história contada pelos negros e sobre os negros brasileiros”, observa Martins. A audiência do festival também mudou. Formada majoritariamente por alemães em seu início, a mostra passou a atrair cada vez mais brasileiros a partir de 2022. Hoje, eles representam 60% do público do Cine Brasil, segundo o curador. A plateia ganhou ainda um perfil mais jovem – o que pode estar ligado às redes sociais. Mostra vai passar por cinco cidades alemãs “A participação do público é muito importante, e está crescendo. Ele é o nosso grande patrocinador. Isso nos dá força e energia para continuar”, diz Martins. A consolidação da mostra trouxe este ano parceiros como a Embaixada do Brasil em Berlim, por meio do Instituto Guimarães Rosa, a Embratur, a TAP e a organização alemã Brot für die Welt. Nesta edição há também sessões gratuitas de filmes falados em português para alunos da escola pública bilíngue Grundschule Neues Tor, em Berlim - um incentivo à formação de espectadores infantojuvenis. Há também um bate-papo diário com cineastas brasileiros. Mas chegar aos 20 anos não foi fácil. Após uma fase de forte crescimento, o festival atravessou um período de turbulência, agravado pela pandemia e pelo governo Bolsonaro. Martins, que também é gestor cultural, ator e mestre de capoeira, conta que chegou a vender um carro no ano passado para viabilizar a mostra – e só aí entraram os patrocínios. “Criar um projeto é mais fácil do que manter”, admite. Apesar de todas as dificuldades, o brasileiro garante que jamais pensou em desistir da ideia. A retomada está vindo aos poucos. Este ano, o Cine Brasil – que chegou a 23 cidades em seu período áureo - vai passar ainda por Frankfurt, Colônia, Düsseldorf e Freiburg. Em Berlim, a mostra fica em cartaz até a próxima quarta-feira (26/11).
Quando Katelin Akens decidiu viajar até a casa da mãe, na Virgínia, para conhecer o sobrinho recém-nascido e buscar um diploma que precisava para ingressar na tão sonhada faculdade, nada indicava que aquele seria um ponto de virada em sua vida. O que parecia ser apenas uma visita de poucos dias acabou se transformando em um dos desaparecimentos mais intrigantes da região — cheio de lacunas, contradições e surpresas que deixariam os investigadores sem nada além de TEORIAS.Fotos e fontes sobre o caso você encontra em https://www.cafecrimechocolate.comO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram - https://www.instagram.com/cafe_crime_chocolate_podcast/Facebook - https://www.facebook.com/CafeCrimeChoc***olatePodcast/Twitter - https://twitter.com/ccrimecpodcastAVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo. Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault
A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Também está na cadeia o ex-procurador-geral do instituto, Virgílio de Oliveira Filho. A operação investiga o esquema de desvio bilionário contra aposentados e pensionistas. No Rio, outra ação da PF teve como alvo bancários que teriam roubado dinheiro do FGTS de treinadores e jogadores de futebol. Em Fortaleza, houve drama em uma maternidade pública: pacientes e bebês foram retirados às pressas depois de um incêndio. Em Washington, Brasil e Estados Unidos negociaram as tarifas impostas por Donald Trump. O Ibama destruiu um avião do garimpo ilegal no santuário de árvores gigantes na Amazônia. A ONU enviou uma carta ao governo federal e cobrou um plano para melhorar a segurança e a infraestrutura na COP30.
Welcome dear listener to the 21st episode of the 7th season of First State Kopites. I'm Paul and today I am joined by Justin and Daz. The Reds follow up their win over Aston Villa, with a really strong showing against a full strength Real Madrid, who are shit BTWPart one - Beating Real MadridThe game:Built on Saturday's performance. Determination, spacing, getting Mo involvedMidfield looked powerful, Szobozlai, Mac AllisterStat about Courtois making 23% of his champions league saves against us since the start of the 2022 final (2.19 v 0.92 2022 final); 2.51 to 0.45 yesterday. Bradley: Trent has never been on the winning side in this fixture. Joke about Vini Jr being confused after coasting in training against TAA.And Freddy Chiesa - oofEkitike - lots of running. At times shows us his youth.Florian Wirtz:Wenger basically said he believed one of the issues we've had this season is that Slot promised to play Wirtz as a 10 when we convinced him to join so felt unable to move him from that position even when it unbalanced the team. Clearly once things had gone off the rails it was easier for him to then go to Wirtz and explain why he has to move him.I thought that he played really well out there. As long as he is given more license a flank might free him up more. Robbo was essentially an auxiliary left half with the positions he was taking up. Left a lot of real estate for Virg to cover but it looked really good when we were in possessionBig picture:Football teams who want to play football.Bayern won 16 of 16 and are now the best team in Europe. Real Madrid won 14 of 16 and apparently are a bit rubbish.Wrap up:Sets us up for City5 days gives us a chance to go again. They have a days less rest…We'll be back with a review of the City game. Thanks to Daz and Justin for joining me, Paul. And most of all, thank you dear listener for joining us.If you enjoyed the pod, please share it with a friend. Follow us @FirstStateKopites on X – we only tweet and retweet from sources we think are credible. Music is courtesy of Hypenotic – they are a Welsh electro-pop band – https://hyperfollow.com/hypenotic
Na semana em que houve uma série de eleições nos EUA, de repente, um susto para Trump. Em Nova Iorque, para onde se viraram as atenções nestas autárquicas americanas, o candidato apoiado pelos democratas venceu a Câmara. Também em New Jersey e na Virgínia os democratas saíram vencedores, enquanto a Califórnia aprovou um referendo que poderá alterar a forma como são eleitos os seus representantes em Washington. Talvez este seja o ânimo que o Partido Democrata precisa quando falta apenas um ano para as eleições intercalares que vão definir as cores do Congresso. Mas não são só os democratas que parecem reanimados, toda a esquerda olha para a Zohran Mandani, novo mayor de Nova Iorque, como o modelo político a seguir para recuperar eleitorado. Será esta nova estratégia que combina política de rua com redes sociais aplicável a outros candidatos da esquerda? Simboliza ele o futuro de uma nova forma de fazer política? E será um susto assim tão grande para Trump? Neste 'Expresso da Meia-Noite', contamos com os comentários de António Vitorino do PS, de Clara Ferreira Alves, jornalista, de Rodrigo Carvalho, Presidente da Câmara de Comércio Portugal/EUA e de José Miguel Sardica, historiador. A moderação foi de Ricardo Costa e Bernardo Ferrão. Ouça aqui o programa em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nas eleições desta semana nos Estados Unidos venceram duas democratas moderadas (na Virgínia e New Jersey) e um radical dito “socialista” (em Nova Iorque). Fica por conhecer a boa receita anti-Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio desta semana do podcast Diplomatas foi exclusivamente dedicado aos Estados Unidos. Cumprido nesta quarta-feira o primeiro aniversário da vitória de Donald Trump sobre Kamala Harris nas últimas presidenciais, Carlos Gaspar (IPRI-NOVA) e Teresa de Sousa fazem um balanço dos primeiros nove meses da segunda Administração Trump nos planos interno e internacional. Na discussão sobre orientação estratégica da política externa de Trump, houve tempo para uma reflexão sobre o que saiu do encontro da semana passada entre o Presidente norte-americano e Xi Jinping, seu homólogo chinês, na Coreia do Sul. O estado da política interna nos EUA ofereceu o contexto para a análise aos resultados das eleições de terça-feira, incluindo a vitória do socialista Zohran Mamdani nas autárquicas de Nova Iorque, o triunfo dos candidatos democratas nas eleições para a governação dos estados da Virgínia e de Nova Jérsia, e a aprovação da Proposta 50, na Califórnia, que abre caminho para o desenho de um novo mapa eleitoral tendo em vista as próximas votações para o Congresso dos EUA. No final do episódio, o investigador e a jornalista falaram ainda sobre o percurso e o legado político de Dick Cheney, antigo vice-presidente republicano dos EUA e um dos arquitectos da invasão do Iraque (2003), que morreu na segunda-feira, aos 84 anos. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em mais uma terça-feira de eleições, os norte-americanos elegeram pela primeira vez um muçulmano para presidente da Câmara de Nova Iorque, escolheram duas novas governadoras para os Estados da Virgínia e de Nova Jersey e mudaram o mapa eleitoral da Califórnia. Foram tudo vitórias do Partido Democrata, num pequeno referendo à política de Donald Trump, nas primeiras eleições deste segundo mandato. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nas eleições desta semana nos Estados Unidos venceram duas democratas moderadas (na Virgínia e New Jersey) e um radical dito “socialista” (em Nova Iorque). Fica por conhecer a boa receita anti-Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Demókrötum gekk vel í kosningum í Bandaríkjunum í gær. Zohran Mamdami sigraði í borgarstjórakosningum í New York, í Virgíníu vann Abigail Spanberger ríkisstjóraefni þeirra sannfærandi sigur og í New Jersey fékk Mikie Sheriill frambjóðandi demókrata álíka niðurstöðu. Tillaga demókrata um að draga ný kjördæmamörk sem eru talin þeim hagstæð var samþykkt og allt er þetta talið merki um að tæplega einu ári eftir að Donald Trump tók við embætti forseta sé pendúllinn að sveiflast. Er þetta til marks um vinstrisveiflu eða bara óánægju með störf forsetans, Donalds Trump? Anna Kristín Jónsdóttir ræðir við Guðmund Hálfdánarson prófessor. Varað hefur verið við því að líkurnar á röskun svokallaðrar veltihringrásar hafstrauma í Atlantshafi, skammstöfuð AMOC, hafi verið vanmetnar. Sú röskun er rakin til hlýnunar hvorutveggja sjávar og loftslags og bent á að hrun veltihringrásarinnar myndi líklega leiða til mikillar kólnunar á norðurslóðum, þótt áfram hitni annars staðar. Niðurstöður nýlegrar rannsóknar á áhrifum yfirstandandi hlýnunar á djúpsjávarmyndun í norðurhöfum og þar með veltihringrásina, benda hins vegar til að hættan sé mögulega orðum aukin. Rannsóknin var til umfjöllunar á ráðstefnu vísindamanna í Helsinki í október og þar var Halldór Björnsson, fagstjóri loftslagsmála á Veðurstofunni. Ævar Örn Jósepsson ræðir við hann. Umsjón: Ævar Örn Jósepsson Tæknimaður: Kári Guðmundsson
Musician Virg pulls back the curtain on the realities of being a modern musician in the digital world. From her childhood discovery of synthesizers to the creation of her Italian single Martini, Virg takes us deep into her creative process, her cultural identity and Italian music, and the powerful role of collaboration in her artistic evolution. She speaks candidly about streaming, music discovery, and the harsh truth behind the lack of financial stability many artists face in today's industry.Virg shares why platforms like Bandcamp matter for artist support, the emotional value of owning physical music, and how AI is reshaping the conversation around creativity, authenticity, and the future of a thriving artist. This extended episode explores what it truly means to live creatively while navigating financial realities, maintain flow state as a creator, and build genuine human connection in an increasingly impersonal digital music landscape.Follow Virg: https://linktr.ee/virgvisionFollow Andy Marshall: https://andycmarshall.comSupport the podcast on Patreon:https://www.patreon.com/c/ForkInTheRoadPodcastPatreon members receive:The Scenic Route: Extended 1 hour video interviewThe Short Cut: Get to ask podcast guests questions, access to the weekly deep dive blogs and the extended hour long video podcast.The Artists Highway: Monthly one-on-one video call to talk about ways we can help your art business thrive. Get to ask podcast guests questions, access to the weekly deep dive blogs and the extended hour long video podcast.
Welcome dear listener to the 20th episode of the 7th season of First State Kopites. I'm Paul and today I am joined by Sean and Daz. The Reds get back to winning ways with a 2-0 victory over Aston Villa. They end the weekend back in the top 4. And in the mean time we passed on the Carabao Cup for this season.Part One - A performance from the title winning season:The midfield looked like the one we had last year - and no one is sure what our #9 does in this system. Robertson - at times didn't always look comfortable last year, was lively.The spacing, the determinationNo big chances for Villa, but only 1.19 xG for us. Confidence - Ekitike goal was a great let off, team and crowd responded well to it being disallowed, we didn't let that stop us - ‘this crowd will go quiet' says Stephen Warnock (still pissed off over Rafa's snub).Salah's finish was so clinical - topped off a great performance.A third goal would have felt right - created a lot of threat, but didn't quite create the great chance in the second half.Crowd was great - good reaction to the online nonsenseVilla widely tactics mocked for not playing enough long balls:They should have been a champions league team - lot harder for them to play shit ball than a lower tier team (or Arsenal)Not sure they have the personnel. A team whose recruitment isn't ideally suited to long high balls?Forensics corner - ‘Shakes him very gently by the throat' Onana.. Tierney…Part Two - quick preview of Real Madrid and Man City away:Both have won more games than they've lost. Real Madrid:Where are we after Villa? Who will play?Virg's comments/Trent receptionMan City - will Pep Ljinders overthink it?We'll be back with a review of the Real Madrid and then the City game. Thanks to Daz and Sean for joining me, Paul. And most of all, thank you dear listener for joining us.If you enjoyed the pod, please share it with a friend. Follow us @FirstStateKopites on X – we only tweet and retweet from sources we think are credible. Music is courtesy of Hypenotic – they are a Welsh electro-pop band – https://hyperfollow.com/hypenotic
Prepara o pedágio, porque o programa Pânico desta segunda-feira (03) está pronto para ser cancelado!A deputada estadual Ana Campagnolo é a convidada do Pânico e promete mostrar quem venceria em uma luta entre uma pessoa e 100 gorilas... ah, não — na verdade, ela vai repercutir se ganharia de 20 feministas e de 20 extremistas, além de analisar a política em Santa Catarina e a teoria de gênero nas escolas.Quais os casos mais chocantes dos últimos meses? Bom, tirando o relacionamento de Vini Jr. e Virgínia, só se forem os casos de violência nas escolas. Melhor acompanhar a entrevista — ou depois vai ter que explicar o motivo de equidade nos gabinetes não ter nada a ver com cavalos.
Após a queda de Troia, um homem carrega o passado nos ombros e o futuro pela mão. Esse homem é Enéias, o herói que escapa da destruição com a missão mítica de fundar algo muito maior: um ideal civilizatório a ser plasmado no futuro: Roma. O Professor e voluntário de Nova Acrópole, Matheus Breno, comenta o mito narrado por Virgílio nesta obra atemporal "Eneida". Nesta aula, conheça o mito de Enéias e compreenda seus significados filosóficos: a superação do caos, o sentido do dever, a continuidade entre passado, presente e futuro, e a construção interior que sustenta toda civilização. “Buscar a verdade é também honrar a memória dos mitos.”
A CPMI do INSS ouviu na quinta-feira, 23, o ex-procurador-geral do INSS Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho e sua esposa, Thaisa Hoffmann Jonasson.Investigações apontam que Virgílio teve um aumento patrimonial de cerca de 18 milhões de reais, enquanto Thaisa teria recebido valores milionários de empresas ligadas a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira no Morning Show desta quarta-feira (08): O diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), Rodolpho Ramazzini, concedeu entrevista ao Morning Show para falar sobre o trabalho da entidade frente à crise das bebidas adulteradas que têm causado intoxicações por metanol em São Paulo e outros estados. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, divulgou um vídeo pedindo desculpas após comentários polêmicos sobre a Coca-Cola durante coletiva sobre a crise de intoxicação por metanol no estado. Ele havia afirmado que só se preocuparia “no dia em que adulterassem Coca-Cola”, frase que repercutiu negativamente nas redes sociais. A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu o maior patamar de 2025, segundo pesquisa Genial/Quaest. O levantamento mostra 48% de avaliação positiva, enquanto a desaprovação soma 49%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, indicando empate técnico entre os índices de aprovação e rejeição. A influenciadora e apresentadora do SBT, Virginia Fonseca, de 26 anos, quebrou o silêncio e falou pela primeira vez sobre o fim do affair com Vinicius Jr., craque do Real Madrid e da Seleção Brasileira. A assessoria da influenciadora já havia confirmado o término após vazarem prints de conversas entre o jogador e a modelo Day Magalhães. Essas e outras notícias, você confere no Morning Show.
Viens atoms ļauj ieraudzīt veselu virkni neparastu reakciju, kuras ietekmē mūsu ikdienas dzīvi visdažādakajos veidos. Arī Latvijā pēta atomu uzbūvi un konkrētāk pievēršamies joniem. Pozitīvie un negatīvie joni var šķist sveši termini vairumam, taču negatīvie skābekļa joni ir galvenie svaiga gaisa ražotājs. Vai negatīvie joni tik tiešām attīra gaisu un kādi citi pielietojumi varētu būt pētījumiem par joniem, raidījumā Zināmais nezināmajā skaidro Latvijas Universitātes Atomfizikas un spektroskopijas institūta vadošais pētnieks Uldis Bērziņš. Sazināmies ar Rīgas Stradiņa universitātes Darba drošības un vides veselības institūta direktoru, darba drošības un vides veselības pētnieku Ivaru Vanadziņu. Maldugunis jeb spokainās dabas parādības zinātnisks skaidrojums Visticamāk, Anna Brigadere, kad rakstīja savu pasaku lugu „Sprīdītis”, izmantoja ticējumu par to, ka redzot purvā maldugunis, ir jāiet turp, jo tur nauda žāvējoties. Protams, ka mūsdienās visam ir zinātnisks izskaidrojums, un ja arī neesam ķīmijas vai fizikas speciālisti, apjaušam, ka kaut kādu dabā notiekošu procesu dēļ rodas minētā spīdēšana, ne tikai zilās liesmiņas purvā, bet arī ugunis kuģu mastos vai baznīcu torņos, tā dēvētās Svētā Elma ugunis, vai spīdoši kapu krusti. Jau pagājušajā Zinātnes ziņās bija stāsts par to, ka nesen publicēts pētījums par to, kas ierosina malduguņu spīdēšanu. Tas ir mikrozibens jeb sīkas, spontānas elektrības dzirksteles, kas rodas ūdens pilienu virsmu lādiņu atšķirību dēļ. Proti, purva virsmā, paceļoties un pārsprāgstot ūdens burbuļiem, saskarsmē ar skābekli veidojas dzirkstele, kas rada maldugunīm raksturīgo zilo gaismu. Tāds ir fiziķu skaidrojums par šo tā teikt, aizdedzes procesu, bet tagad Latvijas Universitātes Cietvielu fizikas institūta Optisko materiālu laboratorijas vadošā pētniece Virgīnija Vītola skaidro, kādas ķīmiskās reakcijas notiek visu iepriekšminēto parādību norisē. Bet par kādu iedvesmojošu grāmatu stāsta LU Biomedicīnas pētījumu un studiju centra direktors Jānis Kloviņš. Viņš izvēlējies Kurta Vonnegūta darbu „Kaķa šūpulis”. "Es kādu brīdi padomāju un izvēlējos grāmatu, kas man radījusi visvairāk emocionālo iespaidu. Tas ir Kurta Vonnegūta romāns "Kaķa šūpulis", kas pēc būtības ir interesanta, varētu pat teikt, daļēji zinātniskā fantastika, bet, protams, ar visu Vonnegūtam piemītošo spektru, kur ir krietna deva ironijas, absurdums," atklāj Jānis Kloviņš. "Varētu arī teikt, ka šis darbs kaut kādā ziņā mani ir iespaidojis, bet aiz visa šī stāsta vēl klāt nāk ne tikai cilvēkiem raksturīgās īpatnības un attiecības, bet arī nopietni jautājumi - kas ir zinātnes robežas, kas ir cilvēka atbildība, cik mēs ļoti turamies pie tiem stāstiem, ko mēs paši izdomājam, lai cik viņi būtu absurdi."
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Como alguém consegue sair de um corpo assim há poucos anos atrás para um corpo assim recentemente? Que tipo de dieta e exercício é capaz de gerar uma transformação dessas? Bom, tendo estudado ciência nutricional internacionalmente já há mais de 15 anos e de já ter ajudado mais de 100 mil pessoas a emagrecerem de forma 100% natural, hoje vou dar a minha opinião sobre o caso da Virgínia Fonseca.. Vamos falar de dieta, de exercício, de um risco seríssimo que você precisa saber e do que parece ter de estranho nessa história e também, se, afinal, é possível pra você também atingir um corpo assim ou não, combinado? ▶️ Vídeo Recomendado: https://www.youtube.com/watch?v=svUrN7rvqj8 ▶️ Vídeo aula gratuita sobre como emagrecer acelerado com substituições alimentares: https://lp.aceleradoremagrecer.com.br/web4 ▶ ️ Minisérie da Dieta do ATP: https://youtube.com/playlist?list=PL0ZwP-OIgrSxlLgg0wJsViiPLRWhUTvW1&si=WyLQ46doh6IYrrpt
O secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert Kennedy Jr., foi alvo de críticas durante uma audiência do Comitê de Finanças do Senado americano na quinta-feira, 4.Kennedy Jr, que quase se lançou como independente nas últimas eleições, mas depois optou por se juntar à campanha de Trump, não acredita na eficiência das vacinas, nem na capacidade de adicionar flúor na água para evitar cáries. O senador democrata Mark Warner, Virgínia, perguntou a Kennedy se ele reconhecia que 1 milhão de americanos morreram de Covid, o que gerou um embate.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Fofocas astrológicas de setembro. Instagram: - @rodriguesviginia
Khuspus with Omkar Jadhav | A Marathi Podcast on Uncomfortable topics
What Is Virg*nity? | Dr. Gorakh Mandrupkar & Mukta Chaitanya | Khuspus with Omkar #amuktamukअमुकतमुक ला subscribe करण्यासाठी click करा: https://youtube.com/@amuktamuk?si=LCVcdLVB9KMPVHrkVirg*nity म्हणजे काय? Hymen Break होणं म्हणजे काय? Menstrual cups वापरल्या नंतर Virg*nity Break होते का? पुरुषांना Virg*nity विचारली जात नाही का? Virg*nity ला स्त्रीच्या पावित्र्याशी जोडणं योग्य आहे का? अजूनही लग्न करतांना या गोष्टीचा विचार केला जातो का? पालक म्हणून मुलांना याबाबत कश्या पद्धतीने शिक्षण दिलं पाहिजे?या विषयावर आपण डॉ.गोरख मंद्रुपकर (MBBS, DGO, FCPS,FICOG,स्त्री रोग आणि IVF तज्ञ,मंद्रूपकर क्लिनिक, इस्लामपूर) आणि मुक्ता चैतन्य (Writer, Journalist) यांच्यासोबत खुसपुस केली आहे पूर्ण एपिसोड नक्की बघा.What is virg*nity? What does the breaking of the hymen mean? Does using a menstrual cup result in the loss of virg*nity? Why is virg*nity not questioned for men? Is it appropriate to associate a woman's virg*nity with her purity? Is this still considered when getting married? As parents, how should we educate our children about this topic?We had an insightful conversation on this subject with Dr. Gorakh Mandrupkar (MBBS, DGO, FCPS, FICOG, Obstetrician & IVF Specialist, Mandrupkar Clinic, Islampur) and Mukti Chaitanya (Writer & Journalist). Watch the full episode for the complete discussion.आणि मित्रांनो आपलं Merch घेण्यासाठी लगेच click करा! Amuktamuk.swiftindi.comDisclaimer: व्हिडिओमध्ये किंवा आमच्या कोणत्याही चॅनेलवर पॅनलिस्ट/अतिथी/होस्टद्वारे सांगण्यात आलेली कोणतीही माहिती केवळ general information साठी आहे. पॉडकास्ट दरम्यान किंवा त्यासंबंधात व्यक्त केलेली कोणतीही मते निर्माते/कंपनी/चॅनल किंवा त्यांच्या कोणत्याही कर्मचाऱ्यांची मते/अभिव्यक्ती/विचार दर्शवत नाहीत.अतिथींनी केलेली विधाने सद्भावनेने आणि चांगल्या हेतूने केलेली आहेत ती विश्वास ठेवण्याजोगी आहेत किंवा ती सत्य आणि वस्तुस्थितीनुसार सत्य मानण्याचे कारण आहे. चॅनलने सादर केलेला सध्याचा व्हिडिओ केवळ माहिती आणि मनोरंजनाच्या उद्देशाने आहे आणि चॅनल त्याची अचूकता आणि वैधता यासाठी कोणतीही जबाबदारी घेत नाही.अतिथींनी किंवा पॉडकास्ट दरम्यान व्यक्त केलेली कोणतीही माहिती किंवा विचार व्यक्ती/कास्ट/समुदाय/वंश/धर्म यांच्या भावना दुखावण्याचा किंवा कोणत्याही संस्था/राजकीय पक्ष/राजकारणी/नेत्याचा, जिवंत किंवा मृत यांचा अपमान करण्याचा हेतू नाही.. Guests: Dr. Gorakh Mandrupkar (MBBS, DGO, FCPS, FICOG, Obstetrician & IVF Specialist, Mandrupkar Clinic, Islampur), Mukta Chaitanya, Writer and Journalist.Host: Omkar Jadhav.Creative Producer: Shardul Kadam.Editor: Rohit Landge.Edit Assistant: Rameshwar Garkal.Content Manager: Sohan Mane.Social Media Manager: Sonali Gokhale.Legal Advisor: Savani Vaze.Business Development Executive: Sai Kher.Intern: Mrunal Arve.About The Host Omkar Jadhav.Co-founder – Amuk Tamuk Podcast NetworkPodcast Host | Writer | Director | Actor | YouTube & Podcast ConsultantWith 8+ years in digital content, former Content & Programming Head at BhaDiPa & Vishay Khol.Directed 100+ sketches, 3 web series & non-fiction shows including Aai & Me, Jhoom, 9 to 5, Oddvata.Creative Producer – BErojgaar | Asst. Director – The Kerala StoryHost of Khuspus – a podcast on taboo and uncomfortable topics.Visiting Faculty – Ranade Institute, Pune University.Connect with us: Twitter: https://twitter.com/amuk_tamukInstagram: https://www.instagram.com/amuktamuk/Facebook: https://www.facebook.com/amuktamukpodcastsSpotify: Khuspus #AmukTamuk #marathipodcasts