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No podcast do PublishNews conversamos sobre o Censo Nacional dos Profissionais de Quadrinhos e Humor Gráfico, uma iniciativa da Quadrinhopédia em parceria com o Comitê Nacional de Quadrinhos e o coletivo Quadrinistas Uni-Vos. O projeto fez um mapeamento de todas as pessoas que trabalham e atuam com quadrinhos e/ou humor gráfico no Brasil. Para falar um pouco sobre esta importante pesquisa, Lucio Luiz é jornalista, roteirista de quadrinhos e pesquisador acadêmico e fundador da Quadrinhopédia e Paloma Diniz, ilustradora para livros, revistas, HQs, audiovisual e animações, discutem as motivações por trás do censo, os desafios enfrentados pelos profissionais, a necessidade de valorização e profissionalização da categoria. Além disso, são abordados estereótipos e barreiras que dificultam a inclusão de diversos grupos no mercado de quadrinhos. Você pode baixar o censo aqui: https://quadrinhopedia.com.br/wp-content/uploads/censo2025.pdfEste é um episódio 408 do Podcast do PublishNews do dia 10 de fevereiro de 2026 e gravado no dia 9. Eu sou Fabio Uehara e não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E também nos siga no YouTube ou no Spotify, onde você pode comentar, dar sugestões até 5 estrelas. E agora Lucio Luiz e Paloma DinizIndicações:Fun home - Alison Bechdel (Todavia) https://todavialivros.com.br/livros/fun-homeQuando Nasce a Autoestima?- Regiane Braz e Jefferson (Trem fantasma) https://editoratremfantasma.com.br/produto/quandonasce/História em Quadrinhos: essa desconhecida arte popular - Thierry Groensteen (Marca de Fantasia) https://www.marcadefantasia.com/livros/livros.html
#tocadodragao #2026 #podcast #DQ #dossie #quadrinhos #MARVEL #DC #Avengers #Doomsday #DrDoom #Destino #RobertDowneyJr #Doom #hqEpisódio de hoje: Vamos para mais um Dossiê dos Quadrinhos, ma dessa vez um pouco diferente! Estreando um VILÃO!? Sim, o primeiro vilão MARVEL que tem a honra de aparecer, não poderia ser outro! Ele! Doutor Destino!ENTRE NA COMUNIDADE DO TOCA! https://cesber.wixsite.com/tocadodragaoREDES SOCIAIS E MUITO MAIS!https://beacons.ai/tocadodragaoFAÇA SUA DOAÇÃO #APOIE a TOCA a partir de R$ 10,00/ mês - Estamos no Apoia.se!https://apoia.se/atocadodragaoDOADORES DE JANEIRO/2026 PAULO DEROS ELVE, BRUNO BRAZ, RODRIGO SILVA, MARCIA REGINA BERNARDES, MASON YEON, PAULA GESTAL, GABRIEL SCHADE, LEONARDO DE PAULA, LELE DANTAS, DIEGO RIBEIRO, JOÃO PANDA, CEZAR AUGUSTO, ANTHONY MARTINS, ANDRIA SEDREZ, BRENDA NASCIMENTO, MISTER DOVAHAgradecemos aos Inscritos do Podcast que fizeram suas doações pelo PICPAY nosso e-mail: tocadodragaopodcast@gmail.comGRUPO DO TELEGRAM https://t.me/+fn75BRye8sY2NDExGRUPO DO WHATSAPPhttps://chat.whatsapp.com/KUtDsVnnv7w6hcseloXqCQCASTERS NESSE EPISÓDIO: Richard (Ricky, O Bardo) e Rodrigo SilvaMÚSICAS ORIGINAIS DO TOCA #Compositor: Caio Varalta / Tema do Podcast: "Entrando na Toca" - Todos os Direitos Reservados
Neste Episódio: CHEGAMOS AOS 150 EPISÓDIOS DE PURA GINGA DO RAPOSO!Então, nada mais justo do que falar de algo especial e apresentar, para quem não conhece, um mundo extremamente vasto. Inspirado pelo dia do Quadrinho Nacional (que foi na sexta passada e este que vós fala não se ligou), trago um episódio dedicado ao tema, indicando algumas obras e com uma pequena reflexão sobre nossas produções nacionais.ALÉM DISSO... HÁ PROMESSA NESTE EPISÓDIO! Então, se acomodem e venham conferir esse papo extremamente gostoso e visando apresentar, ainda mais, o mundo das obras nacionais.Apresentação: Paulo RaposoDuração: 55:40Dúvidas, Sugestões, Críticas e Afins: paulo_rapozo@outlook.comCanal The RaposoInstagram: @sr_rapozoTwitter: @paulo_rapozoTikTok: @paulo_rapozo
Muito bem Galera! Mais um ano começa e além da esperança de começar uma academia ou ler um livro, Léo Agrelos e Nito Xavier também sonham com bons filmes. Eles fazem suas apostas nesse podcast. Continue fazendo o Pupilas em Brasas crescer. Seu compartilhamento e seu like são muito importantes! Nos avalie nas redes sociais...
Luanna Bernardes fala sobre Persépolis, graphic novel da iraniana Marjane Satapri, publicado no Brasil pela editora Companhia das Letras através do selo Quadrinhos da Companhia.
O Imagina Se Pega no Olho está de volta do recesso e abre a temporada 2026 do jeito mais tradicional possível: com o episódio dos melhores da cultura pop de 2025.No sexto ano no ar, Gabi Franco e Thiago Cardim recebem os amigos e padrinhos de casamento Livia Stevaux e Luis Buttes para uma conversa que passa por cinema, séries, quadrinhos, música e literatura, com direito a discordâncias, espadinhas e digressões absolutamente necessárias.Falamos de O Agente Secreto, Superman, Pecadores, Lady Gaga, Lily Allen, Garbage, Florence and The Machine, Helloween, gibis brasileiros, mangás, Stephen King, Anne Rice... além das decepções de 2025, das expectativas para 2026 e de temas recorrentes como metal, fantasia… e macacos (sempre eles).Um episódio longo, caótico e cheio de afeto — exatamente como deve ser a volta de um bom podcast.
Yuri Moraes retorna para mais uma live solo, comentando a "rebordosa" da estreia e trazendo uma curadoria caótica de cultura pop e histórias pessoais inéditas. Neste episódio, Yuri discute a onda de produções sobre Aliens, incluindo a nova série "Pluribus" (do criador de Breaking Bad) e o filme "Bugonia". Ele também faz um review sincero de "The Smashing Machine" (filme da A24 com The Rock), relembra sua carreira nos quadrinhos (Garoto Mickey, Brutal) e conta histórias surreais de experiências com DMT e "Gummies" em Los Angeles. Para fechar, um desabafo sobre a indústria da música, o Spotify e a falta de curiosidade do público atual.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.JOGOS DO APOCALIPSE | LIGUE OS PONTOS & ACORDES - Rogério Vilelahttps://jamboeditora.com.br/produto/jogos-do-apocalipse/Seja membro do canal!!https://www.youtube.com/channel/UCWZoPPW7u2I4gZfhJBZ6NqQ/join
No último Pilha do ano, o que talvez venha pela Panini em 2026
Muito bem Galera! Não sabe o que dá nesse natal para seu amigo(a) nerd? Que tal um belo jogo de Tabuleiro? Para te ajudar a escolher o melhor jogo e entender esse mundo maravilhoso dos board games, Léo Agrelos, ************** e Nito Xavier vão passar pela historia dos jogos de mesas e compartilhar com você...
Damos uma geral na CCXP 2025 e falamos de Miles Morales e Dormindo Entre Cadáveres
O Museu Guimet apresenta em Paris a exposição “Mangá. Uma arte completa!”, uma imersão nas origens e na evolução do mangá. A mostra reúne obras raras, revistas históricas e peças das coleções japonesas para revelar tradições, influências ocidentais e a força criativa de mestres dos séculos 20 e 21 — uma viagem ao universo que transformou o mangá em verdadeiro fenômeno global. Márcia Bechara, da RFI em Paris Em vitrines e painéis, visitantes percorrem séculos de narrativas gráficas japonesas, do teatro nô às primeiras experiências com animação, passando pelo humor satírico da imprensa e pela explosão de gêneros que marcou o século 20. A curadoria é assinada por Estelle Bauer, que sublinha o ineditismo da iniciativa. “Eu acho que é a primeira vez que mangás são expostos em um museu de Belas Artes, numa instituição parisiense. Eles estão muito curiosos no Japão com os resultados dessa exposição”, refletiu. A declaração resume o impacto institucional dessa entrada definitiva do mangá no circuito das artes visuais da capital francesa. Especialista em arte japonesa, Bauer explica como buscou evidenciar a profunda ligação entre os mangás contemporâneos e a iconografia ancestral do Japão. “Eu sou historiadora da arte japonesa, então olho os mangás com essa referência e esse conhecimento da arte antiga do país. Isso era uma evidência, existe uma imensidão de relações entre o Japão antigo e os personagens do mangá que usam, por exemplo, máscaras de teatro antigas", exemplificou. "Há cenas que são tiradas diretamente de lendas japonesas. Foi umpouco isso que tentamos mostrar.” A exposição revela esse diálogo ao aproximar obras do acervo tradicional do museu — esculturas, máscaras, pinturas — das narrativas visuais dos mangakás modernos", destaca. Conexões estruturais dos mangás Para Bauer, essas conexões não são apenas estilísticas, mas estruturais para o trabalho de criação dos autores. “Os mangakás se inspiraram muito de sua tradição, de sua cultura visual, e foi isso que tentamos mostrar na exposição, criando uma espécie de diálogo entre as obras do museu, as obras de coleções patrimoniais e os mangás.” Em um dos núcleos mais comentados da mostra, uma escultura rara exemplifica essa relação direta com o imaginário pop. “Acho que o autor de Dragon Ball se inspirou de aspectos variados da tradição japonesa, mas uma das referências possíveis é o dragão que caça a Pérola da Sabedoria. Apresentamos, durante a exposição, uma escultura que faz referência a isso, e que, na verdade, foi um presente do antepenúltimo Shogun do Japão ao imperador Napoleão 3° em 1864.” Um olhar complementar sobre a mostra é o de Valentin Paquot, especialista em mangás e consultor do catálogo da exposição. Ele chama atenção para a dimensão industrial e econômica desse universo, frequentemente esquecida em debates artísticos. “Houve uma abordagem realmente industrial e não somente artística na criação dos mangás. É claro que se trata de um gênero artístico legítimo, mas, por trás dos mangás, existe também muito dinheiro... Apenas em 2024, esse mercado gerou 704 bilhões de yens somente no Japão, ou seja, um total equivalente a € 4 bilhões, é uma soma colossal. Nós adoraríamos dispor de um orçamento igual para os quadrinhos na França”, compara. Leia tambémDiva do mangá, japonesa é segunda mulher a vencer o Festival Internacional de HQ da França Paquot lembra que o boom editorial japonês, impulsionado pelo pós-guerra e pelo baby boom, foi decisivo para a consolidação de um mercado de larga escala. “É um segmento muito mercantilizado, com um volume enorme de revistas. Essa explosão começou na época do baby boom japonês, com mais de 80 revistas mensais na época. E, além disso, o mangá também foi muito usado como veículo de publicidade.” Paquot também destaca a presença marcante dos yōkai, seres sobrenaturais do folclore japonês que atravessam tanto mangás quanto animes. “Se nos voltarmos ao que chamamos de yokais, ou seja, aos monstros japoneses, que estão muito bem sublinhados nessa exposição, podemos ver o incrível bestiário presente nesse repertório japonês, e, na verdade, trata-se de uma gramática muito conhecida lá. Isso quer dizer que, se usamos um determinado personagem, sabemos com antecedência a mensagem que se quer passar...” Segundo ele, essa gramática visual não impede liberdade criativa — ao contrário. “E se o mangaká tiver vontade de brincar, ele pode criar o que chamamos de ‘gap', uma surpresa, ou seja, ele vai utilizar um monstro do qual é esperado um determinado comportamento, mas que vai fazer exatamente o oposto. Os mangakás adoram nos surpreender desse jeito...” Tradição e cultura pop em diálogo “Manga. Tout un art!” ocupa três andares do Museu Guimet e foi concebida para apresentar o mangá em paralelo às coleções asiáticas da instituição — de máscaras do teatro Nô, vestes de samurais e katanas a desenhos originais de Dragon Ball, One Piece, Naruto e Astro Boy. A curadoria apostou em uma montagem dinâmica que atrai o público jovem sem perder densidade histórica. Um dos pontos altos é a sala dedicada à Grande Onda, um clássico de Katsushika Hokusai (1830/1831), onde se discute como o “traço claro e estruturado” do mestre "antecipa códigos narrativos dos quadrinhos modernos" — e como essa iconografia segue influenciando autores e estilistas. A mostra também destaca o papel de Osamu Tezuka, cujas séries Astro Boy e A Princesa e o Cavaleiro ajudaram a revolucionar linguagem e formatos, abrindo caminho para gêneros como o shōjo (voltado originalmente para meninas) e para movimentos mais adultos como o gekiga. Como gesto de ponte com novas gerações, o cartaz da exposição foi encomendado ao mangaká francês Reno Lemaire (Dreamland), reforçando o diálogo entre tradição japonesa e produção contemporânea. De onde vem o mangá: raízes, encontros e viradas Embora o termo “mangá” tenha sido popularizado por Hokusai no século XIX e hoje seja associado às HQs japonesas, suas raízes remetem aos emaki (rolos narrativos) da era medieval e ao repertório do ukiyo‑e. A exposição em Paris parte exatamente dessa genealogia para ler o mangá como herdeiro de séculos de visualidade. O encontro com o Ocidente, no fim do século XIX, incorporou a tradição de caricatura e sátira dos jornais europeus, catalisando o nascimento do mangá moderno com autores como Kitazawa Rakuten. Já na primeira metade do século 20, o kamishibai — o “teatro de papel” de rua — refinou a narrativa seriada e a relação direta com o público, elementos que migram depois para as revistas e, mais tarde, para o anime televisivo. O kamishibai tem raízes nos emaki e em práticas de narração pictórica (etoki); sua “era de ouro”, nas décadas de 1930–50, antecede a popularização da TV — não à toa apelidada de “kamishibai elétrico”. Muitos artistas transitaram do kamishibai para o mangá e o anime, sedimentando técnicas e modos de contar histórias que hoje são marca do quadrinho japonês. Uma paixão brasileira? O Brasil tem uma relação de longa data com o mangá e o anime. Lobo Solitário chegou ao país em 1988, e a consolidação do formato “de trás para frente” se deu de forma massiva com Dragon Ball, no início dos anos 2000. A partir daí, editoras especializadas e selos de grandes grupos aceleraram a oferta e profissionalizaram a distribuição. O resultado aparece nas vendas: entre julho de 2023 e julho de 2024, 71% dos 100 quadrinhos mais vendidos em livrarias brasileiras foram mangás — com liderança da Panini, seguida pela JBC (adquirida pela Companhia das Letras em 2022), entre outros selos. Em outro recorte, os mangás concentraram 46,7% das vendas do mercado de quadrinhos no país, confirmando o apelo da cultura pop japonesa. Esse interesse transborda para eventos e streaming. A CCXP, maior festival de cultura pop do mundo em público, reuniu 287 mil pessoas em 2023; e a Crunchyroll anunciou, em 2024, que o Brasil já é seu segundo maior mercado de assinantes globais — impulsionando dublagens, estreias em cinema e ativações de grande porte. Mesmo num cenário em que o hábito de leitura geral encolheu — o país perdeu cerca de 6,7 milhões de leitores em quatro anos, segundo a pesquisa Retratos da Leitura 2024, organizada pelo Instituto Pró‑Livro (IPL) — o mangá mantém tração ao se apoiar em uma cadeia multimídia (animes, games, produtos licenciados) e em comunidades de fãs muito engajadas. Números, gêneros e linguagem do mangá Para além do rótulo “quadrinho japonês”, o mangá se organiza por segmentação etária e temática (shōnen, shōjo, seinen, josei etc.) e por gêneros que vão do épico de ação à introspecção psicológica, passando por romance escolar e ficção científica — uma diversidade que facilita identificação e renovação de leitores. A transposição para anime e o modelo em formato de série na publicação ajudam a sustentar fidelização e vendas recorrentes. No Brasil, essa dinâmica se reflete em listas de mais vendidos dominadas por franquias como One Piece, Demon Slayer e Jujutsu Kaisen, ao lado dos clássicos nacionais infantis — um arranjo que mostra coexistência de perfis geracionais e explica o espaço dos mangás nas prateleiras e nos eventos.
O mal estar a solta. E ele pode ser usado por qualquer um. Até mesmo por boas pessoas como: Léo Agrelos, Jaque Peruzzo, Nito Xavier e também por você. Aproveito para lembrar a você que o Pupilas em Brasas tem financiamento coletivo! Estamos utilizando a plataforma de pagamentos PicPay, e clicando no link abaixo você terá acesso...
Sábado e domingo, o Espaço Cultural Renato Russo recebe a edição de natal da Feira Dead Rabbit de Quadrinhos. O jornalista Júlio Camargo tem os detalhes.
Esta semana, o Espaço Cultural Renato Russo recebe a edição de natal da Feira Dead Rabbit de Quadrinhos. Então, se você é fã dos HQs, se liga agora nessa dica da jornalista Nita Queiroz.
#tocadodragao #2025 #podcast #DCU #DC #nightwing #batman #batman #movie #hq #Quadrinhos #BatversoEpisódio de hoje: Como você lida com toda a pressão e decide dar a volta por cima e ser seu próprio super-herói? Simples. Você se torna: Asa Noturna.ENTRE NA COMUNIDADE DO TOCA! https://cesber.wixsite.com/tocadodragaoREDES SOCIAIS E MUITO MAIS!https://beacons.ai/tocadodragaoFAÇA SUA DOAÇÃO #APOIE a TOCA a partir de R$ 5,00/ mês - Estamos no Apoia.sehttps://apoia.se/atocadodragaoDOADORES DE DEZEMBRO/2025 PAULO DEROS ELVE, THIAGO KAWABATA, BRUNO BRAZ, RODRIGO SILVA, MARCIA REGINA BERNARDES, MASON YEON, RYAN MOREIRA, PAULA GESTAL, GABRIEL SCHADE, LEONARDO DE PAULA, LELE DANTAS, JORGE CANELAS, OMAR, VICTOR FERNANDES, RAPHAEL BRUNO, DIEGO RIBEIRO, RICHARD COCIELLO, VLADMIR, JOÃO PANDA, WESLEY SOUZA, CEZAR AUGUSTO, ANTHONY MARTINS, ANDRIA SEDREZ, WELLINGTON VASCONCELLOSAgradecemos aos Inscritos do Podcast que fizeram suas doações pelo PICPAY nosso e-mail: tocadodragaopodcast@gmail.comGRUPO DO TELEGRAM https://t.me/+fn75BRye8sY2NDExGRUPO DO WHATSAPPhttps://chat.whatsapp.com/KUtDsVnnv7w6hcseloXqCQCASTERS NESSE EPISÓDIO: Richard (Ricky, O Bardo) e Rodrigo Silva e JCMÚSICAS ORIGINAIS DO TOCA #Compositor: Caio Varalta / Tema do Podcast: "Entrando na Toca" - Todos os Direitos Reservados
Em um podcast absoluto, falamos de dois gibis da linha Absolute da DC: Caçador de Marte e Mulher-Maravilha
Existem histórias ruins e existe a saga Guerras Secretas II. Para falar dessa mácula na História dos Quadrinhos, temos Leonardo Vicente (o Buddy), Roberto Segundo e Hell.Nos apoie no Catarse: catarse.me/falaanimalFaça suas compras na Amazon através do nosso link.Edição: Fred SantosVitrine: Roberto SegundoJabás:Site Fala, Animal! Fala, Animal! no Facebook e Instagram A Hora Suave no Youtube Podcast Mansão WaynePodcast MdM
Pacificador não é só tiroteio, sangue e piadas. E para destrinchar essa jornada de balas, guitarras e dilemas morais, Léo Agrelos, Adriano Toledo e Felipe Xavier vão entrar a fundo na série de James Gunn. Aproveito para lembrar a você que o Pupilas em Brasas tem financiamento coletivo! Estamos utilizando a plataforma de pagamentos PicPay, e...
Falamos sobre Absolution, o mais recente lançamento da Editora Poptopia
Já pensou ler histórias de grandes e populares personagens totalmente produzidas no Brasil? Bom, isso já aconteceu no passado. Se atualmente as leis de direitos autorais são mais fortes e existe maior controle de propriedades intelectuais por parte de grandes conglomerados, no passado isso era mais.. disperso. Neste episódio, falamos sobre alguns desses casos. Quadrinhos […] O post Confins do Universo 235 – HQs feitas no Brasil! Mas... será que podia? apareceu primeiro em UNIVERSO HQ.
E aí, jagunçada real! A semana começando (com feriado, graças à Kirby) e o Pilha de Gibis chega chegando! No programa de hoje Markus Phillipe, Joel Morais e Dãozinho falam das leituras da semana. Teve […]
O Vozes da Vez desta semana celebra a genialidade de Hermeto Pascoal, o “bruxo do som”, em um projeto conduzido por Tiago Gomes e Lucas Silveira — uma dupla que transforma reverência em invenção. Com mais de 10 mil composições, três Grammys Latinos e uma trajetória que ecoa pelos maiores palcos do mundo, Hermeto é um dos nomes mais grandiosos da música brasileira. O novo projeto, contemplado pelo Edital Natura Musical, presta uma homenagem à sua obra e ao seu espírito criador, com a gravação da icônica “Sinfonia em Quadrinhos” — uma das peças mais inventivas do mestre — em parceria com a Orquestra Jovem Tom Jobim. Sob o olhar atento de Tiago e Lucas, o universo de Hermeto Pascoal ganha novas camadas, reafirmando que sua música é, antes de tudo, vida em estado de criação.
Falamos do primeiro número da mais nova mega saga da DC
Falamos sobre a grande DR que é Vingadores: Primordiais!
Falo sobre recente condenação ocorrida no TJRJ contra o ex-prefeito do RJ, Marcelo Crivella, que, em 2019, tentou censurar uma revista em quadrinhos que continha a cena de um beijo entre 2 personagens homens exposta na Bienal do Livro. Ele foi condenado a pagar R$100mil reais a título de danos morais coletivos. Discuto laicidade do Estado, privatização do público e homofobia institucional.
Falamos sobre o divertido crossover entre Marvel e DC
Recebemos Léo Palmieri pra falar de gibi dos anos 90 dos X-Men e gibi novo do Predador caçando o Universo Marvel
Após mais de 85 anos de histórias em quadrinhos de super-heróis, morte e ressurreição de personagens se tornaram um dos maiores clichês do gênero. O que no início era um recurso narrativo dramático, trazendo reviravoltas e novos desafios, acabou se tornando uma mera ferramenta de marketing para atrair atenção momentânea para alguns títulos. Enquanto certas […] O post Confins do Universo 233 – As piores ressurreições dos quadrinhos apareceu primeiro em UNIVERSO HQ.
Em 2024 a cantora Aymeê viu a sua música ser tragada para dentro de uma polêmica. Mais do que a polemica em si, nesse podcast: Léo Agrelos, Samuel Santos e Ismael Rodrigues conversam sobre a implicações dessas polemicas em nossas relações e os efeitos dela em nossas atitudes futuras. Aproveito para lembrar a você que...
Recebemos o Rodrigo do Gibifire pra falar de Something is Killing the Children e West Coast Avengers
No Dia Internacional do Podcast, Luwig Sá, Reginaldo Yeoman e Mauro Ellovitch estreiam nossa Área de Escape, um tipo de programa curtinho, freestyle, só para trocar dicas e servir de descarrego para os participantes. No piloto, em meia hora, eles fazem um balanço do primeiro ano da linha Absolute DC, a atual temporada de O Pacificador e a surpresa (positiva)Read More ...
Uma grande homenagem ao Geoff Johns do velho testamento
Neste episódio solo d’Os Escapistas, Luwig Sá compartilha suas impressões sobre Batman nº 1 (ou nº 929), marcando a estreia da nova equipe criativa formada por Matt Fraction e Jorge Jiménez. Entre elogios e ressalvas, o comentário aborda o status atual do personagem, as escolhas narrativas e visuais da dupla, e o que essa nova fase promete para o futuroRead More ...
Fizemos um apanhado da chamada Era de Krakoa
Nesse episódio solo d’Os Escapistas, Luwig Sá faz um comentário sobre sua leitura de Rambo: First Blood (ou Rambo: Primeiro Sangue), de David Morrell, com tradução de Alexandre Callari, publicado em março de 2025 pela Editora Pipoca & Nanquim. *** Aperte o Play e venha conhecer a verdadeira história desse ícone do cinema de ação dos anos 80 E eisRead More ...
No podcast do PublishNews desta semana fomos cobrir de um dos eventos mais importantes para o quadrinhos no Brasil: A 8ª Bienal de Quadrinhos de Curitiba, que aconteceu entre os dias 4 e 7 de setembro no Museu Oscar Niemeyer, MuMA, Gibiteca de Curitiba, Estúdio Riachuelo e Cine Passeio. Contou com mais de 250 artistas, 50 bate-papos, 10 oficinas e oito exposições, além da tradicional Feira MUVUCA, tudo em sintonia com o tema da edição: “Futuros Possíveis”. E conversamos com uma das organizadoras do evento: Luciana Falcon, com um editor, Guilherme Kroll, gerente editorial da Conrad; um quadrinista: Carlos Ruas, criardor “Um Sábado Qualquer”, “Mundo Avesso” e “Cães e Gatos” e com a curadora Mitie Taketani, sócia-proprietária da Itiban Comic Shop. A conversa aborda a Bienal de Quadrinhos de Curitiba, destacando sua importância cultural, a diversidade na curadoria, o crescimento do mercado de quadrinhos independentes e os desafios enfrentados pelos quadrinistas. Os participantes discutem a interação entre autores e leitores, a profissionalização do setor e a necessidade de adaptação às novas mídias.Este é um episódio 387 do Podcast do PublishNews do dia 9 de setembro de 2025 gravado nos dias 6 e 7, Eu sou Fabio Uehara direto de Curitiba. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. Ah, e um lembrete importante, o Podcast estará toda terça-feira no seu tocador de podcast, como Spotify e também no youtube! E agora: Luciana Falcon, depois Guilherme Kroll, Carlos Ruas e Mitie TaketaniEste podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
No programa de hoje falamos de Leviathan, mangá em 3 volumes de Shiro Kuroi
Como todos los años, celebramos el Día de la Historieta con cuatro entrevistas a cuatro referentes de nuestro medio.
Chegamos ao desfecho da leitura comentada da Saga dos Vingadores! O último número da série, momentos mais marcantes, ae o legado deixado para os futuros embates da equipe. De quebra, falamos do arco do Super Nova, erros e acertos da Panini!
Num podcast comemorativo, falamos de A Saga da Coroa da Serpente!
Muito bem Galera! Será que realmente está se materializando uma nova era de ouro para os filmes de quadrinhos? Nesse podcast Léo Agrelos, Adriano Toledo e Felipe Xavier (Coffeex) respondem essa pergunta após assistirem Quarteto Fantástico. Nesse programa o primeiro bloco é sem spoiler. Continue fazendo o Pupilas em Brasas crescer. Seu compartilhamento e seu...
Talvez você já conheça a diretora Petra Costa. Mas creio que ela acaba sendo mais reconhecida após ser indicada ao Oscar de melhor documentário de 2020 por Democracia em Vertigem. Apocalipse nos Trópicos é um alerta. Ainda que imperfeito, é um espelho incômodo do nosso país. Para conversar sobre isso Léo Agrelos, Nito Xavier e...
Episodio recontra-extra-large de nuestro clásico podcast, en la recta final hacia el nº200.
James Gun coloca a cueca de volta no homem super. E para comentar esse arrasador figurino, os pais de pets Léo Agrelos, Nito Xavier e Adriano Toledo e se emocionam juntos ao descobrir que qualquer taco é barco. Se você gostou desse podcast, compartilhe, engaje nas nossas redes sociais comentado e curtindo. Como você já...
Vamos voar alto com Superman, o novo filme de James Gunn que marca o início de uma nova fase no universo cinematográfico da DC. Lançado em 10 de julho de 2025, o longa arrecadou mais de 232 milhões de dólares em seu primeiro fim de semana e deixou claro que o herói voltou com força total.Rafael Arinelli recebe Carol Tomé e Henrique Rizatto para discutir essa nova versão de Clark Kent, interpretado por David Corenswet, que se afasta da figura messiânica para assumir um tom mais humano, alegre e vulnerável. Um Superman que apanha, erra e insiste em acreditar na bondade, mesmo quando o mundo desconfia dele.O debate gira em torno dos temas políticos que o filme abraça sem medo: xenofobia, desinformação, imperialismo e identidade. Lex Luthor (Nicholas Hoult) é retratado como um narcisista genial, manipulador midiático e símbolo de poder tóxico (lembrando figuras como Elon Musk). Lois Lane (Rachel Brosnahan) ganha destaque como jornalista afiada e companheira de verdade, com química afetuosa e sem exageros com Clark.E quem rouba a cena? Krypto, o supercão, descrito como o coração do filme - com CGI impressionante e uma presença emocional que conquistou o público (e aumentou a adoção de schnauzers!).Com um visual cartunesco, vibrante e cheio de referências aos quadrinhos, Superman de James Gunn entrega ação, reflexão e emoção na medida certa. Dá o play e vem com a gente nessa análise apaixonada e crítica sobre o herói mais emblemático de todos os tempos.• 03m57: Pauta Principal• 1h26m39: Plano Detalhe• 1h36m49: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carol): Filme: Guerreiras do K-Pop• (Henrique): Série: The Bear• (Henrique): Série: Chespirito: Sem Querer Querendo• (Henrique): Youtube: Vila do Chaves• (Henrique): HQ: Supergirl: Mulher Do Amanhã• (Rafa): Filme: A OrdemEdição: ISSOaí
Visitamos el oscuro y extraño universo que desde hace más de 30 años construyen Mike Mignola y sus colaboradores, junto a Diego Labra.
O tempo passou e o Pupilas ficou calado. Mas, “não deu para tirar ela do pensamento…” Então agora, sem papas na língua (trocadilho infame), Léo Agrelos, Nito Xavier, Fábio Cavalcante (@faabiohc) e Victor Inácio (Mitopeia) estão aqui para comentar sobre a fumaça branca que costuma parar o mundo por algumas semanas. Se você gostou desse podcast,...
A música sempre foi uma forte influência entre autores de quadrinhos, e o contrário também acontece. Neste programa especial, conversamos sobre como músicas são inseridas nas histórias em quadrinhos, uma mídia "muda". Canções utilizadas para ajudar a narrativa, biografias de músicos, adaptações de letras musicais e bandas que se inspiram em obras e personagens para […] O post Confins do Universo 227 – Nos acordes dos quadrinhos apareceu primeiro em UNIVERSO HQ.