Podcasts about azerbaij

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ONU News
Crise Global de Habitação é foco de Fórum Urbano Mundial da ONU, no Azerbaijão

ONU News

Play Episode Listen Later May 17, 2026 2:36


ONU News
Fórum Urbano Mundial no Azerbaijão busca soluções para crise habitacional

ONU News

Play Episode Listen Later May 15, 2026 2:12


Até 2050, mais de 70% da população mundial vai morar em cidades; número de pessoas vivendo em favelas deve subir de 1,1 para 3 bilhões nas próximas décadas; evento da ONU-Habitat, realizado a cada dois anos, debate desafios como impactos climáticos e reconstrução de comunidades destruídas por conflitos. 

Rádio Senado Entrevista
Acordo entre Armênia e Azerbaijão abre caminho para estabilidade e cooperação no Cáucaso

Rádio Senado Entrevista

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 9:28


O Cáucaso do Sul tem se tornado uma região de paz e estabilidade após o acordo histórico entre a Armênia e o Azerbaijão, assinado em 2025 em Washington. Em entrevista ao jornalista Ivan Godoy, o embaixador da Armênia no Brasil, Armen Yeganian, discutiu esses avanços e as relações com o Brasil, onde há uma comunidade armênia importante. Acompanhe.

ONU News
Para ONU, crise no Oriente Médio pode agravar crise global de habitação

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 1:55


Em entrevista, diretora-executiva do ONU-Habitat, Anacláudia Rossbach, diz que situação é pior nos países do Sul Global; crise pode levar efeitos inflacionários sobre materiais de construção e aumento no custo de habitação; agência prepara evento internacional para maio, em Baku, no Azerbaijão.

Convidado
Guerra no Médio Oriente gera "uma outra crise petrolífera muito parecida aos anos 70"

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 25:18


O conflito no Médio Oriente já vai no seu 13° dia sem sinais de abrandar, apesar de Donald Trump ter dito no começo da semana que a "guerra estava prestes a terminar". Em quase duas semanas de ofensiva israelo-americana, fontes oficiais dão conta de mais de 630 mortos no Líbano, enquanto o Irão contabiliza mais de 1.230 mortos. Paralelamente, os países do Golfo registaram dezenas de mortos, Israel, 14 mortos, entre os quais dois militares, e do lado americano, sete soldados foram mortos. Para além do balanço humano, estes 13 dias de guerra tiveram igualmente consequências materiais não só no Irão como também nos países da região, onde Teerão visa as bases militares americanas, aeroportos e infra-estruturas petrolíferas, com o efeito imediato de obrigar os países do Golfo a diminuir de 10 milhões de barris a sua produção diária. O Estreito de Ormuz, por onde passava até agora 20% do comércio mundial de petróleo, está bloqueado pelo Irão. Apesar de Trump prometer retaliações "nunca vistas" se Teerão persistir nesta direcção, as autoridades iranianas garantem que "nenhuma exportação vai transpor" este ponto de passagem, que o mundo "vai ter que se preparar para um barril a 200 Dólares" e que "vai ser impossível fazer baixar o preço do petróleo artificialmente". Uma resposta implícita à iniciativa tomada pela Agência Internacional da Energia, uma entidade que junta 32 países, nomeadamente os Estados Unidos, que acaba de anunciar a sua decisão de colocar no mercado 400 milhões de barris provenientes das suas reservas estratégicas, no intuito de tentar evitar uma explosão dos preços, numa altura em que o barril já ronda os 100 Dólares. Um momento particular aqui analisado por Ivo Sobral, Coordenador de Mestrado em Relações Internacionais na Universidade de Abu Dhabi. RFI: Ficou surpreendido com este conflito? Ivo Sobral: O Irão, estrategicamente é o país mais importante do Médio Oriente. Sempre foi assim desde o tempo de Alexandre Magno. Historicamente, na Antiguidade, é a passagem entre o Oriente e o Ocidente e o país é zona fulcral, assim como o Iraque. O Iraque antes era uma província do Império Persa. E olhando por esta óptica, o grande Império oriental que é a China tinha fez um acordo estratégico com a República Islâmica do Irão, no valor de 400 biliões de Dólares, um acordo de várias dezenas de anos para cooperação. Ou seja, a China tentou unir o Irão no seu projecto futuro de superpotência mundial, obviamente, accionando uma série de alarmes, particularmente no Pentágono, em Washington. Relativamente à posição estratégica dos Estados Unidos na zona, era uma situação inconfortável também. Existem três factores: o factor número um, a população iraniana, mais que sobejamente, várias vezes tentou libertar-se. Mas a crueldade do Governo da República Islâmica do Irão é quase inimaginável para nós, ocidentais. As informações que eu tenho, tenho ligações bastante grandes, faz cerca de 25 anos que visito o Irão, trabalhei no Irão e operei no Irão e é uma situação que de facto conheço bem. De facto, a população queria modificar o 'status quo' do país. Outra questão é a questão económica pura e dura. O Irão está sem controlo da sua moeda e completamente paralisado, com as pessoas a perderem todas as suas poupanças que arduamente conseguiram pôr de parte para tentar comprar uma casa e sobreviver nesta ditadura. O desemprego é enorme, particularmente nos jovens. Uma fórmula já vista que mais cedo ou mais tarde iria explodir em alguma coisa. RFI: Estávamos a falar da situação económica do Irão. Dá a sensação, no fundo, que o Irão está a jogar tudo por tudo e que, apesar das dificuldades, tinha a sua estratégia bem montada. Ivo Sobral: Sim, era a sobrevivência a todos os custos do regime. Ou seja, vender e basicamente dar como garantia todos os recursos naturais do país, pondo em xeque todas as gerações futuras de cidadãos iranianos. Dando basicamente a exploração do gás e petróleo do Irão, assim como muitos outros contratos multibilionários que iriam ser dados à China, neste caso, em troca de um apoio chinês ao Irão. Portanto, era este o grande negócio. Depois há uma linha vermelha que foi cruzada amplamente, que é a posição do Irão em relação à Rússia. Eu relembro que desde a criação da República Islâmica, a Rússia, em particular a União Soviética, foi um país que era visto com hostilidade pelo Irão. Não nos esqueçamos que o Khomeini, o fundador da República Islâmica do Irão, disse várias vezes que a Rússia era o "outro diabo que tinha que ser abatido". Portanto, o primeiro era os Estados Unidos e a União Soviética era o segundo. Existiu sempre alguma cooperação, particularmente nos anos 90 e a partir do ano 2000 com a Rússia, mas foram sempre contactos superficiais, em que o Irão esteve sempre um pouco à distância da Rússia, apesar de a Rússia tentar sempre atirar o Irão para a sua esfera de cooperação, sem nunca conseguir. Finalmente, foi preciso a guerra da Ucrânia para o Irão cruzar essa meta e apoiar a invasão russa da Ucrânia, com os célebres drones Shahed que agora estão a sobrevoar basicamente todo o Médio Oriente. Foram exportados para a Rússia e as vítimas dos drones iranianos foram e continuam a ser os civis da Ucrânia. Portanto, há aqui uma ligação, um eixo Rússia, Irão e China, que atiraram o Irão para o xadrez estratégico mundial como um alvo. Como dizia Churchill, um "softbelly" (elo fraco) do novo Império russo-chinês. Falando aqui também de questões puramente económicas e interesses estratégicos, o Irão tem uma economia gigantesca, com uma população altamente educada, com níveis de ensino, de engenheiros, médicos, muito superiores até ao Ocidente. Falamos de um país que normalmente fica em segundo ou terceiro lugar em termos de evolução da matemática nas escolas. A nível mundial, normalmente o primeiro é o Japão, depois é a Coreia do Sul e a seguir é o Irão. Portanto, é deste tipo de pessoas que estamos a falar. O Irão tem uma população acima de 90 milhões de pessoas, com todos os investimentos financeiros internacionais completamente congelados há quase 48 anos e um mercado central para o Médio Oriente, central para a Ásia Central e para o próprio subcontinente indiano. Portanto, é uma potencial economia que irá precisar de centenas de milhões de investimento para o futuro e é um país absolutamente crucial para qualquer cooperação internacional, americana e europeia. É uma conjugação de factores que consolidaram provavelmente esta guerra. RFI: Neste momento, fala-se para os Estados Unidos de gastos em 13 dias de mais de 11 biliões de Dólares neste conflito. Mas há também outras consequências, nomeadamente a subida do preço do petróleo e os receios causados pelo facto do Irão estar a bloquear o estreito de Ormuz. Pode durar muito tempo? Ivo Sobral: Eu não creio que irá durar muito tempo, porque é incomportável. Agora, no curto prazo, é óbvio. É uma outra crise petrolífera e muito parecida aos anos 70. Mas existem países que serão mais expostos à crise. A Europa normalmente é mais exposta, assim como países na Ásia, como o Japão, a China. Dos dois lados do Golfo, a China, particularmente, depende do petróleo iraniano. Todo o outro golfo, o Kuwait, os Emirados, a Arábia Saudita, Bahrein, dão o petróleo para, por exemplo, a Coreia do Sul e o Japão, assim como para o Ocidente. A Europa e a Ásia serão os que irão mais sofrer em termos económicos, a curto prazo, deste mesmo bloqueio. Agora o bloqueio, é um bloqueio efectivo do Ormuz? Não. Neste momento é mais uma ameaça, um outro tipo de ameaça terrorista. O Irão não tem meios para efectivar este bloqueio. O que o Irão neste momento usa é uma estratégia de terror. Portanto, existe uma estratégia baseada em mísseis e drones que foi montada há mais de 30 anos. O Irão investiu maciçamente na criação de meios para projectar estrategicamente as suas posições. Um bloqueio, não creio que seja possível. Os Estados Unidos, assim como Israel e outros países não irão deixar que isso aconteça. E depois, estrategicamente, particularmente, os Emirados Árabes Unidos possuem vários 'pipelines' que trazem o petróleo não através do estreito de Ormuz, mas directamente para o Oceano Indico. Uma zona muito perto de Omã, onde exportam o petróleo, sem passar pela posição do controlo de Ormuz. Portanto, é uma maneira de estar ao lado desta zona de Ormuz. Existirão, obviamente perturbações, porque há perturbações vindas também ainda do petróleo russo que está a ser alvo de um boicote internacional e o mercado internacional já estava com algumas fontes de pressão. Esta nova pressão obviamente desequilibra no curto prazo. Agora, no longo prazo, não creio que isso irá acontecer. Esta estratégia foi feita já há algum tempo. Existem reservas energéticas, existem outras fontes energéticas. E se esta guerra tivesse ser feita pelo menos dez anos atrás, seria pior. Neste momento, existem outras fontes alternativas. Obviamente, não ajuda termos a crise russo-ucraniana e uma guerra a ocorrer ao mesmo tempo. Esse facto é o problema. RFI: Em resposta ao facto de os países do Golfo serem obrigados, neste momento a produzir menos e também haver esse problema no Estreito de Ormuz, a Agência Internacional da Energia disponibiliza 400 milhões de barris de petróleo para manter o preço mais ou menos estável. Julga que esta medida pode ser eficaz? Ivo Sobral: No curto prazo, irá ajudar, seguramente para melhorar a situação. Eu recordo que o valor do petróleo estava relativamente há pouco tempo atrás, a menos de 50 Dólares o barril e aqui já se fala talvez em 100 Dólares até ao final desta semana. 100 Dólares ainda é muito abaixo dos preços que nós normalmente pagamos quando tínhamos crises. Eu recordo que quando foi o Iraque, o petróleo chegou a um pico de 150 Dólares cada barril. Ainda é financeiramente barato. Existem também, obviamente, as enormes reservas americanas e depois há aqui um gigante petrolífero que poderia ajudar a equilibrar toda esta situação que é a Venezuela. A Venezuela, neste momento, está ainda sob embargo. Ainda há a possibilidade de explorar outros acordos com o governo vigente, onde o petróleo seria libertado para o mercado. Teria algum impacto limitado, talvez 10%, porque o petróleo venezuelano é ligeiramente diferente do petróleo produzido no Médio Oriente. Existem condicionantes técnicas para a sua refinação, enquanto as refinarias europeias e asiáticas estão mais centralizadas no petróleo do Médio Oriente. Portanto, há aqui uma facilidade para isso. Agora, penso que todas estas reservas a ser libertadas neste momento são reservas que foram de criadas depois da guerra do Iraque e que visam fazer uma espécie de protecção e isolamento relativamente a choques energéticos futuros. E veremos se serão eficientes ou não. 400 milhões de barris não é uma quantidade bastante importante, mas obviamente poderá durar talvez duas semanas. A partir daí, a situação terá que voltar à normalidade. Se não voltar à normalidade, aí o petróleo vai ultrapassar muito mais os 100 Dólares, talvez chegar aos 150. Depende. Tudo o que acontecer nestas próximas duas semanas, como a guerra e como a questão do governo iraniano estará solucionada, que tipo de governo será instaurado, o que é que vai sair de Teerão para o futuro, o que vai acontecer, isto tudo está dependente da guerra. RFI: Tem-se a sensação que os países do Golfo estão relativamente desprotegidos no âmbito deste conflito. Para já, os Estados Unidos não conseguem garantir a segurança dos navios que andam pelo Golfo e designadamente junto do estreito de Ormuz. E durante todas estas ofensivas por parte do Irão contra as diversas monarquias do Golfo, elas tiveram que responder pelos seus próprios meios. Ivo Sobral: Isto era relativamente expectável. Já tinham existido outros ataques no passado por parte das milícias Hutis, pelo menos dois incidentes bastante graves, em que drones Hutis de longo alcance aparentemente foram bombardear a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. E desde que isto aconteceu, estes dois países prepararam-se abundantemente para um conflito futuro em que estes drones iriam vir directamente do Irão. E foi isso que aconteceu. Portanto, em termos estratégicos, em particular os Emirados Árabes Unidos, tem uma série de sistemas antimíssil e anti-drones de várias nacionalidades e sistemas antimísseis Americanos, antiga e nova geração, tem sistemas antimísseis da Coreia do Sul que são bastante eficientes. E temos ainda vários sistemas antiaéreos de origem alemã que são utilizados para garantir uma protecção de médio e curto alcance em zonas específicas e que são também bastante eficientes. São sistemas que protegem fábricas e zonas estratégicas na Ucrânia contra os mesmos drones utilizados pela Rússia. E estes sistemas, por exemplo, existem também nos Emirados. A Arábia Saudita também tem vários sistemas antiaéreos. E a questão é que, obviamente, o Irão, uma vez mais, prova que não é um parceiro recomendável. Eu recordo que estes ataques visaram todos os países do Golfo, inclusive o Qatar, que era visto como um aliado do Irão, assim como Omã. Omã, até há pouco tempo, fazia exercícios militares com a própria República Islâmica do Irão. A Academia Militar de Omã tinha oficiais iranianos que vinham estudar e trabalhar com os seus congéneres e nem sequer Omã e Mascate escaparam aos drones iranianos. Portanto, estes ataques ocorreram em todos os países do Golfo, Omã, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Arábia Saudita, Kuwait, Iraque. Todos os países foram visados unilateralmente por estes ataques iranianos e indiscriminadamente. O Irão, ao início, falou de ataques em zonas onde estão bases americanas. Mas afinal visou aeroportos, shoppings, hotéis. Agora falam em bancos. O que normalmente acontece quer em zonas completamente civis, indiscriminadamente, como tecnicamente, estes mísseis de cruzeiro e drones não têm qualquer precisão e caiem indiscriminadamente em qualquer sítio, inclusive dentro do próprio território iraniano. Por 100 mísseis e drones iranianos, dez caem no próprio território iraniano, o que é impressionante. Portanto, muitos dos países do Golfo já tinham alguma protecção. Eu relembro os números, por exemplo, Israel teve um ataque com por volta de mil drones e mísseis, em particular mísseis balísticos, que são muito mais difíceis de serem detectados. Os Emirados já foram visados por 1800 ataques. Só os Emirados foram ainda mais visados do que Israel. Também houve ataques de várias centenas de drones na Arábia Saudita e no Koweit. Houve também uma tentativa de ataque no Azerbaijão. Portanto, o Irão, nos dez minutos após o seu ministro dos Negócios Estrangeiros dizer que o "Irão é um país que visa a paz e que visa a cooperação com o Golfo para acabar com esta agressão iraniana", dez minutos após este discurso, atacou com drones os Emirados, a Arábia Saudita, o Kuwait e Omã. Portanto, aqui demonstra que o governo islâmico do Irão é uma ameaça regional e internacional. Não só é um absolutamente brutal ao nível medieval, com a sua própria população, como é também um país extremamente perigoso para qualquer dos seus vizinhos mais próximos. Um dos princípios da sua própria Constituição é a destruição de outros Estados, assim como a imposição da sua própria religião em todos os países à volta e chegar, inclusive à própria Europa. Isso está escrito em vários documentos basilares da República Islâmica do Irão desde 47 anos atrás. Portanto, é interessante que os países da Europa continuarão a fazer negócios com o Irão, pensando que os iranianos eram realistas. Mas não são. O governo iraniano é um governo ideologicamente conectado, com uma forma de radicalização islâmica xiita. Muito recentemente, foram descobertos vários detalhes, inclusive em França, e este é um livro bastante conhecido feito pelo chefe dos serviços secretos franceses, que fala especificamente na cooperação entre o governo francês e a República Islâmica do Irão, em termos de perseguição, monitorização de todos os iranianos dentro da França, assim como a Inteligência francesa deixou os membros da República Islâmica do Irão executar, raptar e torturar cidadãos iranianos dentro da França. Isto aconteceu na França e aconteceu noutros países. Há outro país que foi um grande amigo do Irão, no passado, que é a Áustria com a qual houve contratos de cooperação técnica. Os motores actualmente utilizados pelo Irão, que mataram milhares de pessoas na Ucrânia e continuam a matar neste momento em todo o Médio Oriente, foram desenvolvidos na Áustria, foram copiados pela República Islâmica do Irão num projecto de cooperação e são utilizados para fazer puro mal. As suas maiores vítimas são a sua própria população. Um dia, quando o governo cair e nós iremos todos, todos os jornalistas europeus, americanos irão filmar as prisões, serão numa escala gigantesca. Eu lembro-me muito bem que vimos na Síria as salas onde os guardas prisionais eliminavam os restos humanos das pessoas que matavam. Quando nós queremos observar isto, não podemos perceber a escala do puro mal que estará dentro deste país. Continuo a receber contactos, apesar de neste momento a internet não estar bloqueada há várias semanas, mas existe ainda a possibilidade de mandar mensagens a partir dos próprios cartões da Telecom do Irão para fora do país. É uma coisa que eles não conseguiram bloquear. Eu tenho algumas informações secundárias sobre o que está a acontecer no Irão e as pessoas, neste momento, olham para este ataque como um mal necessário. Estão bastante contentes para o futuro, porque se neste momento não existir uma mudança de governo e se Israel e os Estados Unidos perderem esta guerra. A República Islâmica do Irão, irá massacrar ulteriormente à sua própria população. Isto é uma realidade. Falamos das prisões que foram descobertas na Síria. Falamos de dezenas de valas comuns. Na Síria, a população era quase 18 milhões de pessoas. Num país como o Irão, com 90 milhões, com um regime de 47 anos, eu não tenho imaginação suficiente para pensar na mortandade que foi feita no passado e poderá ser feita ainda mais no futuro, se não existir uma mudança de governo.

Resumão Diário
JN: Em mensagens, Daniel Vorcaro cita encontros com integrantes dos Três Poderes; Trump diz que vai participar da escolha do novo líder supremo do Irã

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 5:30


As ligações de Daniel Vorcaro estão no centro do escândalo do Banco Master. A Polícia Federal investiga trocas de mensagens do banqueiro com a namorada. Em conversas pelo celular, Vorcaro citou encontros com integrantes dos Três Poderes. Em um dos diálogos, ele disse: “esse negócio de banco é igual máfia”. Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel foram transferidos para um presídio em São Paulo. A Polícia Federal investiga a tentativa de suicídio de Luiz Philipi Mourão, o “Sicário”. No Oriente Médio, a guerra: passa de 1,2 mil o número de mortos no Irã. Donald Trump disse que vai participar da escolha do novo líder supremo. Pela primeira vez, bombardeios atingiram o Azerbaijão. E o preço do petróleo disparou no mercado internacional.

Volta ao mundo em 180 segundos
06/03: EUA bombardeiam bunkers iranianos | CIA arma curdos iranianos para rebelião | Super-ricos pagam caro para fugir da guerra no Oriente Médio

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 5:44


No sétimo dia de ataques dos Estados Unidos e Israel, dezenas de bombas penetradoras de 900 kg foram lançadas contra instalações subterrâneas iranianas usadas para armazenar e lançar mísseis balísticos. E mais:- Exército de Israel ordena a evacuação imediata dos subúrbios no sul de Beirute, no Líbano- Dois drones iranianos atingem o Azerbaijão, na fronteira norte do Irã, destruindo o terminal do Aeroporto Internacional de Nakhchivan e uma escola, ferindo dois civis- Grupos dissidentes curdos iranianos no norte do Iraque estariam se preparando para entrar no Irã, com a CIA fornecendo armas ao grupo- Ministro das Relações Exteriores iraniano declara que o país está pronto para enfrentar uma invasão terrestre das tropas inimigas- Preços dos voos particulares triplicam e executivos e suas famílias têm ido de carro até destinos como Omã ou Arábia Saudita para embarcar em jatos particulares para escapar da guerra no Irã Ouça Daíra no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

JORNAL DA RECORD
05/03/2026 | 2ª Edição: Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, é transferido para presídio no interior de São Paulo

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 3:51


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro e o empresário Fabiano Zettel, foram transferidos para a penitenciária de Potim, no interior de São Paulo. Vorcaro deve cumprir dez dias de isolamento na prisão. Ele e o empresário Fabiano Zettel foram transferidos do CDP de Guarulhos até a penitenciária 2 de Potim, no interior do estado. Ao mesmo tempo, a polícia investiga a tentativa de suicídio de Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, preso pela PF e apontado como homem de confiança do banqueiro. E ainda: No sexto dia de guerra no Oriente Médio, Azerbaijão promete retaliação após ataque atribuído ao Irã.

Volta ao mundo em 180 segundos
22/01: Trump volta atrás e diz ter acordo sobre a Groenlândia | Brasil ainda não respondeu ao convite de Trump para o Conselho da Paz | 20% dos habitantes de Kiev deixaram a cidade por causa do frio

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 4:24


Após discurso em Davos na Suíça, durante o qual ele disse que não abriria mão da Groenlândia, Trump anuncia aestrutura de um acordo com a OTAN sobre a Groenlândia. E ainda:- Segundo Trump, Putin teria aceitado seu convite para entrar no Conselho da Paz, estrutura para ajudar na manutenção da paz e reconstrução da Faixa de Gaza- Países como Israel, Argentina, Hungria e Azerbaijão aceitaram o convite. O Brasil também foi convidado, mas o governo Lula ainda não respondeu- Governo espanhol anuncia que subiu o número de vítimas do acidente de trem na Andaluzia. 43 pessoas morreram na tragédia, dos quais 41 corpos já foram identificados- Habitantes de Kiev vivem o pior inverno nestes quatro anos de guerra. O prefeito da cidade pediu que os moradores deixem a capital e 20% da população já deixou Kiev  Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

ONU News
Em Fórum Global da ONU, jovens mulheres reimaginam a paz

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 2:22


Pojeto reuniu 50 jovens da Geórgia, Armênia e Azerbaijão para promover diálogo e coexistência; três participantes relatam descobertas sobre coexistência pacífica em região marcada por conflitos; em encontros presenciais e online elas abordaram temas como combate ao extremismo e liderança feminina.

Na Ponta dos Dedos
Na Ponta dos Dedos #264 – Entrevista com Bia Figueiredo e o GP do Azerbaijão de F1

Na Ponta dos Dedos

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 62:18


Na 29ª edição da sétima temporada do podcast Na Ponta dos Dedos, Rafael Lopes e Luciano Burti conversam com Bia Figueiredo, piloto da ASG Motorsport na Copa Truck. Além disso, tudo sobre a vitória de Max Verstappen no GP do Azerbaijão de Fórmula 1.

Lito Cavalcanti
#267 Depois da vitória em Baku, Verstappen já ameaça a McLaren?

Lito Cavalcanti

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 45:08


O holandês Max Verstappen (Red Bull) conseguiu mais uma vitória — desta vez, no GP do Azerbaijão. Com isso, a diferença entre ele e o líder do Mundial, Oscar Piastri (McLaren) caiu para 69 pontos. Faltam sete etapas para o fim da temporada, três das quais com sprint races.Apresentação: Cassio Politi e Lito Cavalcanti.Veja as melhores análises da Fórmula 1 no site The Race Brasil: https://www.youtube.com/@wearetherace_br.Inscreva-se no canal do Lito Cavalcanti no YouTube e participe toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília), da live: https://www.youtube.com/LitoCavalcanti. Participe do Bolão do Lito:https://sites.google.com/view/litocavalcanti/

Pelas Pistas
GP do Azerbaijão: Max reage, McLaren sente pressão e Sainz brilha com a Williams - Pelas Pistas #161

Pelas Pistas

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 74:38


No episódio 161 do Pelas Pistas, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisam tudo o que aconteceu no Grande Prêmio do Azerbaijão, disputado no circuito de rua de Baku.A vitória impecável de Max Verstappen reacendeu a dúvida: será que o título ficará mesmo entre os dois pilotos da McLaren ou o tricampeão ainda pode virar o jogo no Mundial?O episódio também destacou:• A classificação mais longa do ano, cheia de bandeiras amarelas• O abandono de Oscar Piastri, que parece ter sentido a pressão• O bom desempenho de George Russell• O debate sobre Kimi Antonelli, que ainda não entrega o esperado• O primeiro pódio de Carlos Sainz com a Williams, em uma performance memorável• A ótima corrida de Gabriel Bortoleto, mostrando evolução constanteA ótima corrida de Gabriel Bortoleto, mostrando evolução constanteMais um episódio cheio de análises, bastidores e opiniões afiadas sobre a Fórmula 1 e o automobilismo mundial. Curtiu? Deixe o seu like, se inscreva no canal e ajude a divulgar o Pelas Pistas!Quer assistir o Pelas Pistas presencialmente?Adquira o seu Ingresso para o Pelas Pistas no Sampa Sky.Dia 10 de Novembrohttps://www.ticketmaster.com.br/event/pelas-pistas-no-sampa-skyPatrocínio: PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/Patrocine o Pelas PistasEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brLoja Oficial Pelas Pistas Podcast https://pelaspistas360.com.br/Redes sociais: https://www.instagram.com/pelaspistas360/ https://www.tiktok.com/@pelaspistas360Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal Chimenti Captação de áudio: Willian Souto Edição de áudio: Doriva RozekRedes sociais e Captação de Vídeo: Guilherme Diaz Grande Prêmio do Azerbaijão: Max reage, McLaren sente pressão e Sainz brilha com a Williams #PelasPistasPodcast 161

Café com Velocidade
A força de Verstappen e o "fator Red Bull" na disputa pelo título | CAFÉ COM VELOCIDADE

Café com Velocidade

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 173:36


Jornalismo e reflexões sobre a Fórmula 1. Para apoiar o nosso projeto, basta se tornar membro do canal e curtir as premiações: https://www.youtube.com/channel/UCXeOto3gOwQiUuFPZOQiXLA/join   Conheça também a Noovamais: mais do que uma corretora, uma revolução no mercado de seguros e financiamentos! Acesse www.noovamais.com.br e confira também no Insta @NoovaMais    Se preferir um formato diferente de Apoio ao nosso canal, confira as facilidades do http://www.apoia.se/cafecomvelocidade para ajudar o Café a crescer e se manter no ar. E se você curte a agilidade e rapidez do PIX, você pode se tornar apoiador através da chave cafecomvelocidade@gmail.com (este também é o nosso endereço para contato)   APOIANDO O CAFÉ VOCÊ RECEBE: Faixa Café com Leite - Acesso a um grupo exclusivo de membros do canal no whatsapp Faixa Capuccino - O mesmo benefício + acesso a LIVES Exclusivas toda terça-feira pós GP de Fórmula 1 Faixa Extra Forte - Os mesmos benefícios + concorre em sorteios de assinaturas da F1TV até o FINAL DE 2026 ! Faixa Premium - Os mesmos benefícios + concorre também a miniaturas de F1, acesso ao grupo Premium, pode PARTICIPAR das LIVES Exclusivas  e concorre a ingressos para o GP do Brasil de F1 de 2025 em Interlagos Não deixe de nos seguir no X / Twitter (@cafevelocidade) e no Instagram (@cafe_com_velocidade)  Siga nossa equipe no X / Twitter: @ricardobunnyman, @brunoaleixo80 e @camposfb #formula1  #f1  #f12025 #azerbaijangp #bakugp #gpazerbaijão #italiangp #italiangrandprix #gpitalia #monzacircuit #dutchgp #dutchgrandprix #zandvoort #zandvoortgp #gpholanda  #hungariangp #hungaroring #gphungria   #belgiumgp  #spafrancorchamps #gpbelgica  #britishgp  #britishgrandprix  #british #silverstone #inglaterra   #austriangp  #austria #gpaustria  #canadiangp  #canadiangrandprix #canada #gpcanada  #spanishgp  #spain  #gpdaespanha  #monacogp   #monaco  #gpmonaco  #emiliaromagnagp #imolagp #imola #gpimola  #miamigp #miami #gpmiami  #saudiarabiangp  #saudiarabia #gparabiasaudita  #bahraingp #bahraingrandprix #bahrain #gpbahrain #gpbahrein  #japanesegp #japangp #japão #gpjapão  #chinesegp  #gpchina  #australiangp  #australiangrandprix  #ausgp  #australia  #gpaustralia  #f1testing  #noticiasdaf1 #formulaone  #f1today  #f1tv #f1team  #f1teams  #f1agora  #f1brasil  #preseason2025  #ferrari  #mercedes  #redbull  #redbullracing  #lewishamilton  #maxverstappen  #charlesleclerc  #carlossainz  #fernandoalonso  #mclaren  #landonorris  #oscarpiastri  #georgerussell   #podcast  #podcasts  #podcasting  #automobilismo  #raceweekend  #raceweek  #f12024 #formula12024  #f1news  #f12026 #alpine #alpinef1 #f1motorsport #f1moments #f1movie   0:00  Os destaques do Café após a corrida no Azerbaijão 9:33  O confuso qualifying em Baku e seu impacto no GP 24:28  Azerbaijão: mais uma prova fraca da F1 em 2025 36:31  Surpreendente Williams e análise sobre Carlos Sainz 56:55  Análise: o fim de semana "fora da curva" de Piastri 1:13:23  A oportunidade desperdiçada por Norris em Baku 1:36:29  O que a performance em 2025 diz sobre Verstappen 1:50:55  Eis a questão: Verstappen ainda pode ser campeão ? 2:11:39  Análise: o carro da Red Bull alcançou o da McLaren ? 2:20:21  Ferrari, Antonelli e outras questões após o Azerbaijão 2:43:23  Bortoleto: bom fim de semana ou GP discreto ?  

Motorsport.com Brasil
Podcast #353 - MAX CAMPEÃO ou VICE em 2025? McLaren deve PRIORIZAR Piastri? FELIPE BAPTISTA

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 72:59


 Após mais uma vitória de Max Verstappen em 2025, desta vez no GP do Azerbaijão, muitos se perguntam se ainda dá para o holandês conquistar o pentacampeonato nesta temporada. O Podcast Motorsport.com recebeu Felipe Baptista, piloto da Stock Car, para analisar a situação atual da temporada e as chances dele para desbancar a dupla da McLaren. Além disso, serão abordados outros assuntos da F1, além do atual momento da Stock Car. Também participam da conversa os repórteres Erick Gabriel (@erickjornalista) e Carlos Costa (@ocarlos_costa), jornalistas do Motorsport.com.Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVa

Motorsport.com Brasil
MAX vence! Será penta? Russell 2º e Sainz 3º. Norris é só 7º após batida de Piastri | Bortoleto 11º

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 21, 2025 106:07


Neste domingo, GP do Azerbaijão de 2025, a 17ª de 24 etapas da F1 neste ano. Por isso, o Podcast Motorsport.com chega com o programa PÓDIO, no qual Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo) recebem Fabio Tarnapolsky para debater a prova.Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVa NASCAR TRUCK E CUP SERIES: Assista com o Motorsport! - https://tinyurl.com/4f3hbjnm

ONU News
Grande Prêmio de Baku tem apoio de agência de energia atômica da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 20, 2025 1:39


Aiea coopera, pela primeira vez, em evento de Fórmula 1, na capital do Azerbaijão; objetivo é reforçar medidas contra potenciais ameaças radioativas e protegendo milhares de espectadores.

Motorsport.com Brasil
Max pole e Sainz 2º em Quali insano! Norris só 7º e Piastri 9º pós-batida, com Bortoleto 13º. debate

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 20, 2025 74:47


Neste sábado, classificação para o GP do Azerbaijão, 17ª de 24 etapas da Fórmula 1 2025. Por isso, o podcast Motorsport.com chega com o programa Q4, no qual Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo) abordam os destaques do quali.Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVaCompre seu ingresso para a etapa da NASCAR Brasil em Curvelo - https://rb.gy/yjppqh NASCAR TRUCK E CUP SERIES: Assista com o Motorsport! - https://tinyurl.com/4f3hbjnm

Café com Velocidade
Fórmula 1: o que você precisa saber antes do GP do Azerbaijão | ALÉM DA VELOCIDADE

Café com Velocidade

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 96:29


Jornalismo e reflexões sobre a Fórmula 1. Para apoiar o nosso projeto, basta se tornar membro do canal e curtir as premiações: https://www.youtube.com/channel/UCXeOto3gOwQiUuFPZOQiXLA/join Se preferir um formato diferente de Apoio, confira as facilidades do http://www.apoia.se/cafecomvelocidade para ajudar o Café a crescer e se manter no ar. E se você curte a agilidade e rapidez do PIX, você pode se tornar apoiador através da chave cafecomvelocidade@gmail.com (este também é o nosso endereço para contato) APOIANDO O CAFÉ VOCÊ RECEBE: Faixa Café com Leite - Acesso a um grupo exclusivo de membros do canal no whatsapp Faixa Capuccino - O mesmo benefício + acesso a LIVES Exclusivas toda terça-feira pós GP de Fórmula 1 Faixa Extra Forte - Os mesmos benefícios + concorre em sorteios de assinaturas da F1TV até o FINAL DE 2026 ! Faixa Premium - Os mesmos benefícios + concorre também a miniaturas de F1, acesso ao grupo Premium, pode PARTICIPAR das LIVES Exclusivas  e concorre a ingressos para o GP do Brasil de F1 de 2025 em Interlagos Não deixe de nos seguir no X / Twitter (@cafevelocidade) e no Instagram (@cafe_com_velocidade)  Siga nossa equipe no X / Twitter: @ricardobunnyman, @brunoaleixo80 e @camposfb Conheça a Noovamais: mais do que uma corretora, uma revolução no mercado de seguros e financiamentos! Acesse www.noovamais.com.br e confira também no Insta @NoovaMais #formula1  #f1  #f12025 #azerbaijangp #bakugp #gpazerbaijão #italiangp #italiangrandprix #gpitalia #monzacircuit #dutchgp #dutchgrandprix #zandvoort #zandvoortgp #gpholanda  #hungariangp #hungaroring #gphungria   #belgiumgp  #spafrancorchamps #gpbelgica  #britishgp  #britishgrandprix  #british #silverstone #inglaterra   #austriangp  #austria #gpaustria  #canadiangp  #canadiangrandprix #canada #gpcanada  #spanishgp  #spain  #gpdaespanha  #monacogp   #monaco  #gpmonaco  #emiliaromagnagp #imolagp #imola #gpimola  #miamigp #miami #gpmiami  #saudiarabiangp  #saudiarabia #gparabiasaudita  #bahraingp #bahraingrandprix #bahrain #gpbahrain #gpbahrein  #japanesegp #japangp #japão #gpjapão  #chinesegp  #gpchina  #australiangp  #australiangrandprix  #ausgp  #australia  #gpaustralia  #f1testing  #noticiasdaf1 #formulaone  #f1today  #f1tv #f1team  #f1teams  #f1agora  #f1brasil  #preseason2025  #ferrari  #mercedes  #redbull  #redbullracing  #lewishamilton  #maxverstappen  #charlesleclerc  #carlossainz  #fernandoalonso  #mclaren  #landonorris  #oscarpiastri  #georgerussell   #podcast  #podcasts  #podcasting  #automobilismo  #raceweekend  #raceweek  #f12024 #formula12024  #f1news  #f12026 #alpine #alpinef1 #f1motorsport #f1moments #f1movie 0:00  Além da Velocidade chega para falar da F1 em Baku 7:03  Informações importantes do GP do Azerbaijão 19:01  Red Bull: uma das interrogações do fim de semana 30:54  Informações sobre o FUTURO dos pilotos da Red Bull 42:28  Análise sobre a situação "pós-Monza" da McLaren 50:51  As características fundamentais do circuito de Baku 55:21  Reflexão sobre Verstappen correndo em Nurburgring 1:04:20  Campos analisa as 6 Sprints escolhidas para 2026 1:14:38  Quais equipes chegam fortes no GP do Azerbaijão ? 1:22:54  Sobre novos times e como é o revezamento de GPs 1:28:08  Sérias revelações na entrevista de Reginaldo Leme  

Motorsport.com Brasil
Hamilton Lidera 1-2 da Ferrari, McLaren tem problemas, Max 6º, Bortoleto 15º em 6ª de confusão! Baku

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 61:41


Nesta sexta-feira, treinos livres para o GP do Azerbaijão, 17ª etapa da F1 2025. Por isso, o Podcast Motorsport.com chega com o SEXTA-LIVRE, no qual Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo) debatem tudo de Baku.Compre seu ingresso para a etapa da NASCAR Brasil em Curvelo - https://rb.gy/yjppqh NASCAR TRUCK E CUP SERIES: Assista com o Motorsport! - https://tinyurl.com/4f3hbjnm PÓDIO CAST DEBATE GP DE SAN MARINO E MOTOGP pós-MISANO - https://youtu.be/WKqED5Vpy7I

Motorsport.com Brasil
Drugo e Bortoleto sincerões! Mercedes implodindo Ferrari? Leclerc foge de Senna e Clark, McLaren e +

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 23:33


Nesta quinta-feira, a Motorsport.tv Brasil chega com o DIRETO DO PADDOCK, que resume as principais notícias da F1 no 'dia de mídia' do GP do Azerbaijão, em Baku. Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo).Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVa NASCAR TRUCK E CUP SERIES: Assista com o Motorsport! - https://tinyurl.com/4f3hbjnm

Tempo Quente
Quem vai pagar a conta da crise climática? | Esquenta pra COP30

Tempo Quente

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 58:18


Em 2024, na COP29, no Azerbaijão, os negociadores tinham um grande desafio: definir as fontes e a quantia de dinheiro a serem destinados para o combate à mudança climática. A expectativa era de que a cifra chegasse a US$ 1,3 trilhão. Mas depois de dias de negociações, o valor ficou em US$ 300 bilhões — considerado aquém do necessário, especialmente por países em desenvolvimento mais vulneráveis à crise climática. O desafio, portanto, ficou pra COP30, no Brasil, de transformar 300 bilhões em 1,3 trilhão — e definir de onde virão os recursos para isso. Neste episódio, a jornalista Giovana Girardi conversa sobre as possíveis estratégias para conseguir novas fontes de  financiamento climático com Rafael Dubeux, secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda. Essa temporada especial do Tempo Quente é uma coprodução da Rádio Novelo, da Agência Pública e do Observatório do Clima. Apoio: Fundo Casa Socioambiental (https://casa.org.br/) , Greenpeace (https://act.gp/45FAB5F)  e Médicos Sem Fronteiras (https://www.msf.org.br/) Ouça também a 1ª temporada do Tempo Quente: radionovelo.com.br/tempoquente

Na Ponta dos Dedos
Na Ponta dos Dedos #263 - Entrevista com Felipe Nasr e a prévia do GP do Azerbaijão de F1

Na Ponta dos Dedos

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 67:12


Na 28ª edição da sétima temporada do podcast Na Ponta dos Dedos, Rafael Lopes e Luciano Burti conversam com Felipe Nasr, piloto da Porsche Penske e tricampeão do IMSA. Além disso, a prévia do GP do Azerbaijão de Fórmula 1.

Lito Cavalcanti
#266 Max Vestappen pode repetir no Azerbaijão o que fez em Monza?

Lito Cavalcanti

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 64:59


O holandês Max Verstappen conseguiu superar as McLaren em Monza. No Azerbaijão, outro circuito com pelo menos um trecho de muita velocidade, ele vai tentar repetir o feito.Apresentação: Cassio Politi e Lito Cavalcanti.Veja as melhores análises da Fórmula 1 no site The Race Brasil: https://www.youtube.com/@wearetherace_br.Inscreva-se no canal do Lito Cavalcanti no YouTube e participe toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília), da live: https://www.youtube.com/LitoCavalcanti. Participe do Bolão do Lito:https://sites.google.com/view/litocavalcanti/

Motorsport.com Brasil
Podcast 352: A VERDADE sobre a carreira de DRUGO! Bortoleto, Hamilton, Red Bull e + | com Victor Ludgero

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 76:01


Nesta semana, o Podcast Motorsport.com recebe Victor Ludgero, comentarista de F1, para abordar tudo da categoria antes do retorno às atividades com o GP do Azerbaijão. Ainda na pauta, o futuro de Felipe Drugovich, que correrá de Fórmula E na Andretti, segundo o portal The Race. Também participam da conversa os repórteres Erick Gabriel (@erickjornalista) e Carlos Costa (@ocarlos_costa), apresentadores da Motorsport.tv Brasil no YouTube. Além de F1 e F-E, um trecho do PÓDIO CAST, programa sobre motociclismo em parceria com a Yamaha Racing, sobre MotoGP. Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVa

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #430 Acordo entre Armênia e Azerbaijão

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Aug 16, 2025 242:19


Recebemos novamente nosso amigo Heitor Loureiro, para tratar desta vez do recente acordo entre Armênia e Azerbaijão, assinado na Casa Branca.Também repercutimos a aprovação da lei de "Muerte Digna" na câmara dos deputados no Uruguai, além de uma prévia das eleições bolivianas.No mais, lamentamos mais um ataque israelense contra profissionais de imprensa na Faixa de Gaza, que vitimou cinco jornalistas, entre eles Anas al-Sharif, vencedor do prêmio Pulitzer de reportagem fotográfica no ano passado.Conheça o Talent Lab e Ultra Lab da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Professor HOC
O CEMITÉRIO DO IMPÉRIO RUSSO?

Professor HOC

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 12:38


O sul do Cáucaso — formado por Azerbaijão, Armênia e Geórgia — está mudando diante dos nossos olhos. A guerra da Rússia contra a Ucrânia e o confronto entre Irã e Israel estão transformando a região num campo de batalha geopolítico onde potências médias desafiam impérios em declínio.Neste vídeo, analisamos como o Azerbaijão ascendeu como potência regional, como a Armênia tenta romper com Moscou e reabrir suas fronteiras com a Turquia, e como a Geórgia mergulha numa autocracia pró-Rússia. Uma história de traições, acordos secretos e uma luta por liberdade e soberania — com consequências que vão muito além do Cáucaso.

Meio Ambiente
Em conferência em Paris, imortal Ailton Krenak critica COP30 e planos de petróleo na Amazônia

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later May 1, 2025 5:00


O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu nesta terça-feira (29) o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta – e criticou a realização da próxima Conferência do Clima da ONU na Amazônia, em novembro (COP30). O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso combustíveis fósseis, a humanidade “está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar vivo”. Segundo ele, “não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade”.Depois do evento, a jornalistas, Krenak foi mais direto sobre os projetos do governo brasileiro de abrir novas frentes de petróleo na foz do rio Amazonas. "É uma espécie de divórcio da realidade o governo brasileiro, ou qualquer outro governo regional, insistir na exploração de fósseis, de petróleo”, afirmou.O filósofo lembrou que, na última Conferência do Clima, no Azerbaijão, o presidente do país anfitrião considerou que o gás e o petróleo são “um presente de Deus”. "Enquanto a gente viver essa ideia simplória e oportunista de recursos naturais que Deus deu, nós vamos entrar pelo cano”, disse Krenak.O escritor lamentou que os acordos relacionados à proteção do meio ambiente "estejam todos derretendo”, e criticou a decisão do Brasil e a ONU de fazer a próxima COP em uma cidade amazônica."Eu acho que a COP30 vai ser um ônus. Ela vai exigir muito investimento, vai gastar muita coisa para promover uma conferência que podia acontecer online. Não precisava ser na Amazônia”, alegou. "Como é que vai você dizer que uma conferência vai ser boa se o legado imediato que ela deixa é a perda da qualidade de vida dos habitantes e da liberdade desses habitantes de se organizarem?”, avaliou, antes de afirmar que, com a ausência dos Estados Unidos na mesa de negociações, a conferência "vai ser um grande evento de empresários". "Corporações e empresários vão ganhar muito com a COP30, e populações locais vão perder tudo”, comentou.Cogitar 'outros mundos'Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a "cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21". Segundo ele, “estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros”.Nestes outros mundos, que o escritor reporta da floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. "Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição”, constatou.Para atender à cada vez mais consumo e ocupação de espaços “vazios” do planeta, a humanidade passou a “comer a Terra”, disse Krenak, parafraseando seu colega yanomami Davi Kopenawa."Se nós olharmos para o desaparecimento de rios, de florestas, nós vamos ver que a escala é suficientemente grande para incomodar e nos por diante da pergunta de quanto nós ainda podemos comer da Terra”, insistiu.'Florestania' e 'floricidade'O filósofo brasileiro, nascido em Minas Gerais e eleito imortal em 2023, trouxe ao público seus conceitos de "florestania" (da junção de “floresta” com "cidadania") e "floricidade" ("floresta" e “cidade”). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram."Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?”, indagou.

Meio Ambiente
Presidente da COP30 em Belém reconhece “crise de confiança” na agenda climática e faz mea culpa

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 13:58


A sete meses da Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas em Belém, o presidente da COP30, o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago, reconhece que a percepção da agenda climática por governos, empresas e até populações “está diferente do que gostaria”. Mas o contexto internacional desfavorável para o evento mais importante do ano na temática ambiental também trouxe reflexões sobre a quebra da confiança nas COPs – e um mea culpa: “a realidade é que nós não estamos sendo convincentes”. Lúcia Müzell e Jeanne Richard, da RFI em ParisO experiente diplomata ressalta a importância de a conferência ser capaz de transformar os discursos e acordos em atos concretos. “Se esse tema diminuiu de importância na agenda mundial, é também porque alguma coisa nós não estamos fazendo direito”, disse, em entrevista à RFI. “Devemos ajustar o que estamos falando sobre a mudança do clima, para não continuarmos a assustar as pessoas sem uma solução.”Apesar do contexto internacional desfavorável, com guerras em curso, o multilateralismo em crise e a saída do maior emissor histórico de gases de efeito estufa, os Estados Unidos, da mesa de negociações, Corrêa do Lago descarta a hipótese de a COP de Belém terminar em retrocessos. “O que já foi assinado deve ser realizado, deve ser implementado”, frisou.O Brasil presidirá a conferência em novembro sob o telhado de vidro dos planos de aumentar da produção de petróleo nas próximas décadas – apesar de os 196 países membros da Convenção do Clima terem concordado, em 2023, em “se afastar” dos combustíveis fósseis, os maiores responsáveis pelo aquecimento anormal do planeta. “Não há nenhuma dúvida de que as energias fosseis são o principal problema que nós devemos enfrentar”, afirmou o embaixador. “Algumas coisas nós podemos estar fazendo errado, mas nós estamos fazendo muitíssimas coisas certas. Eu acredito que sim, há uma capacidade do Brasil de mostrar o rumo para a maioria dos outros países”, alegou.Leia abaixo os principais trechos da entrevista, realizada por videoconferência nesta terça-feira (8).RFI: 2025 marca os dez anos do Acordo de Paris. Desde o começo, a expectativa era muito alta para essa COP 30, sobre a ambição climática que a gente vai conseguir chegar. Mas o contexto atual é muito desfavorável, com uma escalada de guerras e do discurso negacionista, retrocessos evidentes na agenda ambiental em diversos países. Uma sombra de Copenhague paira sobre Belém? André Corrêa do Lago: A gente não pode analisar as circunstâncias, que são muito diferentes. Eu acho que Copenhague foi um caso muito especial e as circunstâncias internacionais, em princípio, eram até favoráveis em 2009. Eu acredito que nós estamos tendo hoje uma certa tendência a um retrocesso, mas nós temos que analisar por que desse retrocesso.Quando você tem uma preocupação com guerras ou com eleições, todos esses elementos são extremamente importantes na política e nós podemos até entender, mas a realidade é que isso está comprovando que a mudança do clima ainda não adquiriu a dimensão, que deveria ser natural, de que ela está por cima de todos esses elementos. Você não pode escolher ou guerra, ou crise ou mudança do clima. A mudança do clima está aí e vai continuar, portanto a gente não pode tapar o sol com a peneira e não ver que as circunstâncias estão cada vez mais graves.Eu acho que é um desafio enorme, mas também é um desafio para nós renovarmos o discurso pró-clima para uma maneira mais convincente, porque a realidade é que nós não estamos sendo convincentes. Se esse tema diminuiu de importância na agenda mundial, é também porque alguma coisa nós não estamos fazendo direito. Nós temos que melhorar a nossa comunicação sobre a relevância dessa agenda.RFI: Menos de 10% dos países da Convenção Quadro cumpriram o calendário previsto e entregaram as suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) em fevereiro, como previsto. Como o senhor qualifica esse impasse? É um mau sinal para o sucesso da COP30?ACL: Teria sido muito melhor se mais países tivessem apresentado, não há a menor dúvida. Mas a verdade é que o prazo foi estendido para setembro. Houve um entendimento de que estava muito complexo para vários países apresentarem as suas NDC, por motivos diversos.A União Europeia, por exemplo, estava um pouco ligado à questão das eleições. Vários países estavam muito ligados a questões técnicas. A ideia é que os países possam apresentar a melhor NDC possível e a mais ambiciosa possível. Eu acho que o importante é isso, que favoreça a qualidade das NDCs que estão sendo apresentadas.RFI: Para o senhor, o que vai ser um sucesso da COP30?ACL: Nós ainda não estamos declarando o que nós consideramos que deverá ser um sucesso da COP30. Não há dúvida de que as NDC são um elemento importante. Só que as NDC dos países são voluntárias: cada país apresenta a sua de acordo com aquilo que considera ser possível. Então, você não pode pressionar os países ou alegar que os países não estão fazendo alguma coisa. Se algo foi decidido, eles estão fazendo o que foi decidido.Nós temos que aguardar essas NDCs e, uma vez que elas forem apresentadas, nós vamos ser capazes de fazer um cálculo de quão distantes nós ainda estamos do objetivo de 1,5ºC [limitar o aquecimento do planeta a no máximo 1,5ºC até o fim deste século]. As Nações Unidas têm uma forma de análise das NDCs e o resultado final vai ser apresentado e discutido.Agora, se nós não estamos atingindo o objetivo de temperatura que estava no Acordo de Paris, nós temos que sentar e discutir como é que nós podemos aumentar a ambição. Não há a menor dúvida de que alguns países gostam muito de falar de ambição, mas a realidade é que a maioria dos países em desenvolvimento dizem que eles só podem falar de ambição se houver recursos financeiros, porque incorporar clima é um peso adicional ao esforço de desenvolvimento.Esse debate se arrasta desde o momento que a gente negociou essa Convenção do Clima, que foi assinada em 1992, portanto é um tema tão complexo que nós ainda não conseguimos encontrar uma solução. Mas eu acredito que ainda há um desejo e uma convicção de que é por via do multilateralismo que nós podemos encontrar a melhor maneira de cooperar.Acho que seria um enorme sucesso se a COP30 apresentar soluções conviventes em todas as áreas – e acho que isso é muito possível, porque temos soluções, as tecnologias estão progredindo de forma extraordinária e temos ideias adaptadas a circunstâncias muito distintas. Há muitos caminhos e cada país tem o seu – num grande país como o Brasil, cada região tem o seu. Devemos respeitar isso, porque não se pode impor soluções que, no final, sejam caras demais ou custem muito caro politicamente. É muito importante para as democracias poder ganhar eleições, então devemos garantir que esse discurso será seguido de ações e demonstrações do que estamos defendendo.RFI: A última COP, em Baku, foi frustrante para muitos países em desenvolvimento, que esperam financiamento para promover a sua transição. Como providenciar os bilhões de dólares necessários, afinal sem este dinheiro, alguns países podem ser obrigados a apresentar planos climáticos pouco ambiciosos ou até nem mesmo apresentar um plano?ACL: O financiamento é um tema absolutamente central porque, na maioria dos países em desenvolvimento, existe uma acumulação de diversas dimensões do desenvolvimento ao mesmo tempo – educação, saúde, infraestruturas, transportes. O combate às mudanças climáticas se adiciona a tudo isso. É mais do que justo que os países que puderam se desenvolver de forma muito mais progressiva e organizada, e que são responsáveis pela acumulação de CO2 na atmosfera, forneçam os recursos para estes países em desenvolvimento poderem se desenvolver tendo a questão do clima no centro dos seus modelos de desenvolvimento.RFI: Os países desenvolvidos providenciarão este dinheiro sem os Estados Unidos?ACL: Quem está muito preocupado com a ausência dos Estados Unidos são os outros países desenvolvidos, porque se forem somente os países desenvolvidos que deverão providenciar os recursos, a saída da maior economia do mundo desse pool torna a equação mais complexa. Mas não é só isso.Nós precisamos olhar a questão do financiamento climático de maneira muito mais vasta. A decisão de Baku inclui o esforço da presidência brasileira e da presidência do Azerbaijão de passar de US$ 300 bilhões por ano para US$ 1,3 trilhão. São números absolutamente assustadores, mas que dão a dimensão do impacto que o clima está tendo na economia mundial.Esta proposta, que deve ser assinada por Mukhtar Babayev [presidente da COP29] e eu, é uma proposta de como poderemos passar de A a B de forma convincente. Estamos trabalhando neste assunto de forma muito séria, porque pensamos que não podemos trabalhar apenas com fundos especiais para o clima. Nós devemos fazer com que o clima esteja no centro de todas as decisões de desenvolvimento, de investimentos e de finanças. Isso exige que mudemos muito a nossa forma de pensar os investimentos e o financiamento. Acho que temos um bom caminho a percorrer, mas espero que seremos capazes de apresentar alguma coisa que seja positiva e, ao mesmo, tempo realista.RFI: A cada COP, existe uma pressão muito grande para aumentar o que já se tem, mas manter o que foi conquistado é também um desafio. O senhor trabalha com a ideia, por exemplo, de encarar pressões para que o compromisso dos países de se afastarem [“transitioning away”] dos combustíveis fósseis saia do texto, por exemplo?ACL: Não, não, não. O “transitioning away” já foi aprovado em Dubai por todos os países membros do Acordo de Paris. Eu acho que é algo que já está decidido – o que não está é as várias maneiras como nós podemos contribuir, cada país à sua maneira, para essa transição. Mas o que já foi assinado deve ser realizado, deve ser implementado. Não há nenhuma dúvida de que as energias fosseis são o principal problema que nós devemos enfrentar.Nós temos uma crise política, mas também de confiança no processo de negociações climáticas. Como eu estava comentando, eu acho que a percepção da agenda está diferente do que a gente gostaria, e a capacidade de implementação também tem frustrado muitos atores importantes. É muito grave no caso, por exemplo, do setor privado, porque se o setor privado não vê uma vantagem econômica em seguir o caminho, que é o caminho mais racional, é porque em alguma coisa nós estamos falhando.Nós temos que ter um diálogo muito maior com o setor privado para devolvê-lo a confiança nessa agenda. Ele se pergunta se é realmente um bom negócio garantir que vamos combater as mudanças climáticas. Eu estou convencido de que sim.O grande desafio é que devemos convencer não apenas os governos, como as populações, de que tudo que devemos fazer vai ajudar as economias. Devemos, portanto, ajustar o que estamos falando sobre a mudança do clima para não continuarmos a assustar as pessoas sem uma solução.RFI: O Brasil, com a sua agenda pró-petróleo a pleno vapor, defendida pelo presidente Lula, incluindo a entrada do país na Opep+ e o lançamento de um leilão de 332 blocos de petróleo e gás no país em junho, vai conseguir promover uma maior redução das emissões e encaminhar o fim dos combustíveis fósseis? Como o Brasil vai convencer alguém se o próprio Brasil vai aumentar a sua produção de petróleo? ACL: O Brasil não é só o Brasil que você está mencionando: são os vários Brasis que estão fazendo coisas incríveis no combate à mudança de clima. Isso vai ser uma coisa que vai ficar bastante clara na COP 30, inclusive por o Brasil ser um país tão grande, tão diverso, tendo exemplos em todas as direções.Algumas coisas nós podemos estar fazendo errado, mas nós estamos fazendo muitíssimas coisas certas. Eu acredito que sim, há uma capacidade do Brasil de mostrar o rumo para a maioria dos outros países. Eu acredito que a COP tem que ser uma oportunidade de todos os países mostrarem o que estão fazendo de positivo.Eu acho que o que os países estão fazendo que agrada menos é muito claro para todo mundo, de todos os países. Vários países europeus estão fazendo coisas que não agradam, vários asiáticos também. E provavelmente nós também. Mas a verdade é que eu acredito que o Brasil vai ser reconhecido, mais do que nunca, como um celeiro de soluções que favorecem o combate à mudança do clima.O Brasil já anunciou que será neutro em carbono em 2050. Como nós chegaremos a este grande objetivo é um grande debate nacional que teremos. Nós teremos este debate: o que faremos com esse petróleo, se esse petróleo existir.RFI: A questão da acomodação dos participantes e das infraestruturas de Belém é um problema que ainda não foi resolvido, a sete meses da conferência. O Brasil, inclusive, decidiu antecipar o encontro dos líderes. A COP30 vai ser a qualquer custo em Belém e somente em Belém? ACL: A COP30 vai ser em Belém. E eu acho que Belém vai provocar grandes surpresas, porque é incrível a quantidade de coisas que estão falando da cidade e esquecendo das qualidades de Belém. É uma cidade incrivelmente charmosa. Eu, que gosto particularmente de arquitetura, saliento que tem coisas extraordinárias em arquitetura, e é uma cidade que tem a culinária mais sofisticada do Brasil. E eu acho que os habitantes da cidade vão absolutamente encantar os participantes da COP.RFI: Os Estados Unidos se retiraram do Acordo de Paris e não devem participar da COP 30. O senhor, como presidente da conferência, tem buscado algum diálogo com Washington, apesar do duro revés dos Estados Unidos na questão ambiental? ACL: Eles podem participar porque já informaram que vão sair do acordo, mas formalmente eles só saem em janeiro do ano que vem. É um momento muito desafiador, é claro. Nós estamos totalmente abertos para explorar caminhos construtivos com o governo americano, da mesma forma como nós já estamos com muitos canais abertos com vários setores da economia americana, com vários estados americanos, com várias cidades americanas, porque afinal, não são os Estados Unidos que estão saindo do Acordo de Paris, é o governo americano. Uma grande parte do PIB americano está totalmente comprometida com o Acordo de Paris.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Sidônio quer COP30 tão bem-sucedida quanto G20 do ano passado no Brasil"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 15, 2025 20:04


A 10 meses da realização da COP30, em Belém (PA), o governo brasileiro ainda não definiu o presidente da conferência do clima, evento organizado pela ONU (Organização das Nações Unidas). O país está atrasado em relação ao Azerbaijão, sede da COP29, que no mesmo período de 2024 já havia definido o titular do cargo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza uma reunião nesta quarta-feira, 15, com ministros para discutir o assunto. "Essa reunião é importante porque a COP30 vai ser um dos grandes eventos do Brasil neste ano. Todo cuidado é pouco, porque tem repercussão internacional. O nome mais cotado é do embaixador André Corrêa do Lago, secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Itamaraty e negociador brasileiro na COP29. Esta também é uma definição cobrada pelo novo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, que busca uma mudança e afirma que a COP30 tem de ser cuidada com muita atenção para repetir o sucesso do G20 do ano passado no Brasil", conta Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Durma com essa
Assassinato, lobby e suspeitas de corrupção nos tribunais

Durma com essa

Play Episode Listen Later Nov 27, 2024 27:11


A Polícia Federal prendeu na terça-feira (27) um lobista envolvido em suspeitas de venda de sentenças que conecta casos envolvendo desembargadores dos Tribunais de Justiça de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de funcionários de gabinetes de ministros do Superior Tribunal de Justiça. Outras conexões levam a um esquema parecido no Tribunal de Justiça da Bahia. Com participação de Isadora Rupp, o Durma com Essa explica o entrelaçamento dos escândalos e mostra que as punições são raras, seja no âmbito criminal, seja no administrativo. O programa tem também Marcelo Montanini explicando o imbróglio entre frigoríficos brasileiros e o CEO global do Carrefour, Mariana Vick analisando os resultados da COP29, no Azerbaijão, e Lucas Zacari comentando o crescimento do app Shazam, que identifica músicas tocadas no ambiente. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: Em Baku, ninguém quer pagar a conta da crise climática

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 22, 2024 33:32


  No último dia oficial da Conferência do Clima da ONU em Baku, o jornalista Eduardo Geraque conversa com Marcos Buckeridge, do Instituto de Estudos Avançados da USP, sobre a proposta para meta de financiamento climático, que é menor do que 1/5 do montante defendido por especialistas e países em desenvolvimento. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis.  O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: O que esperar das 72 horas decisivas em Baku

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 20, 2024 29:45


As negociações e bastidores da reta final da Conferência do Clima da ONU são discutidos pelo jornalista Eduardo Geraque e pela presidente do Instituto Talanoa, Natalie Unterstell. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis.  O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Durma com essa
A Procuradoria-Geral da República face a face com Bolsonaro

Durma com essa

Play Episode Listen Later Nov 19, 2024 35:01


Terça-feira (19) foi dia de nova operação da Polícia Federal, esta para prender suspeitos de planejar o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Alexandre de Moraes. É mais uma revelação da trama do golpe, que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu entorno. Todas as frentes contra o político de extrema direita, porém, ainda estão em fase de investigação. Você pode se questionar: quando a Procuradoria-Geral da República vai apresentar denúncias para que eventuais crimes sejam julgados? Este é o tema central do Durma com Essa desta semana, que traz uma entrevista com a professora de direito Eloisa Machado. O programa tem também João Paulo Charleaux falando sobre a pauta da fome na cúpula do G20 no Rio de Janeiro, Mariana Vick explicando a meta climática apresentada pelo Brasil na COP29 do Azerbaijão e Lucas Zacari comentando a evolução da presença negra em papeis de destaque nas novelas da TV Globo. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: Baku segue em busca da “sonhada” nova meta global

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 19, 2024 30:23


  O jornalista Eduardo Geraque conversa com Shigueo Watanabe Junior, pesquisador dos institutos ClimaInfo e Talanoa, sobre as influências do G-20 na Cúpula do Clima da ONU. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis.  O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: A importância da COP é dar voz a todas as partes

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 18, 2024 33:23


  Carlos Rittl, diretor de Políticas Públicas para Florestas e Mudanças Climáticas da WCS, conversa com o jornalista Eduardo Geraque sobre a semana final da Conferência do Clima da ONU, em Baku. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis.  Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
ONU pede que negociadores na COP29 parem de perder tempo e firmem novo acordo financeiro

ONU News

Play Episode Listen Later Nov 18, 2024 2:13


Na reta final das negociações em Baku, no Azerbaijão, chefe do Clima das Nações Unidas aponta “blefes, estratégias temerárias e manuais premeditados” que estão atrasando as principais decisões políticas; falando do Rio de Janeiro, na reunião do G20, o secretário-geral da ONU disse que “o fracasso não é uma opção”. 

Estadão Notícias
Cop 29 em 30': O Brasil está pronto para liderar a transição energética?

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 17, 2024 34:45


O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com o diretor executivo do ClimaInfo, Délcio Rodrigues, sobre a possibilidade do Brasil liderar o processo de transição energética mundial, estamos preparados para isso? Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: Adaptação e mitigação: os dois lados da moeda

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 17, 2024 31:07


O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com a diretora de políticas públicas da SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, que está na convenção do clima da ONU em Baku. Malu fala sobre as possibilidades das negociações do evento, das obrigações que as autoridades dos países têm de agir de forma ágil perante o cenário climático atual e sobre a ambição brasileira com o desmatamento zero. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis.  Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: O papel do setor privado no enfrentamento das mudanças climáticas

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 15, 2024 33:51


O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com o Superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, sobre como o setor privado vem atuando para enfrentar as mudanças climáticas. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Essa cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Jovem ativista explica prioridades dos povos indígenas rumo à COP30 no Brasil

ONU News

Play Episode Listen Later Nov 15, 2024 3:16


Rayane Xipaia acompanha as negociações na COP29 em Baku no Azerbaijão, com foco em acesso a financiamento, reparação histórica e consulta prévia, livre e informada em projetos de mineração; ela afirmou que a COP30 irá servir como um choque de realidade sobre a vida dentro da Amazônia.

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: Convenção da ONU avança em discussão sobre mercado global de carbono

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 14, 2024 32:21


O jornalista Eduardo Geraque conversa hoje com o coordenador do Programa Política e Economia Ambiental do Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da FGV EAESP, Guarany Osório, sobre as discussões do mercado mundial de carbono. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Durma com essa
Entranhas do crime organizado: a morte do delator do PCC

Durma com essa

Play Episode Listen Later Nov 13, 2024 29:19


A força-tarefa da Secretaria de Segurança Pública paulista anunciou nesta quarta-feira (13) ter afastado policiais civis citados na delação premiada de Vinicius Gritzbach, empresário assassinado na sexta (8) numa emboscada no aeroporto de Guarulhos. O Durma com Essa explica as conexões de Gritzbach, que revelou esquemas de lavagem de dinheiro do PCC e pagamentos de propina a agentes públicos. O programa tem também João Paulo Charleaux mostrando as convergências das políticas externas de Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, tem Mariana Vick falando sobre as prioridades da COP29 no Azerbaijão e Lucas Zacari comentando o relançamento no Brasil de um HQ em que um super-herói argentino combate o imperialismo na América Latina. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Estadão Notícias
COP29 em 30 minutos: Ligando os pontos da transição energética entre Baku e o Brasil

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 13, 2024 31:53


O jornalista Eduardo Geraque conversa com o diretor executivo do Instituto Escolhas, Sérgio Leitão. Leia: https://www.estadao.com.br/sustentabilidade/brasil-detalha-meta-climatica-cop-baku-azerbaijao/ O vice-presidente, Geraldo Alckmin, apresentou nesta quarta-feira,13, na Cúpula do Clima da ONU (COP-29), em Baku, no Azerbaijão, documento que detalha as metas brasileiras para reduzir emissões de gases do efeito estufa até 2035. Na proposta, o governo promete a substituição gradual dos combustíveis fósseis em sua matriz energética, mas não detalha um cronograma. Também reforçou o compromisso de desmate zero, que vem sendo anunciado desde o início desta gestão. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Acompanhe a cobertura da COP29 no Estadão A cobertura da COP é patrocinada por Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hora 25
Hora 25 de los negocios | El negocio del clima

Hora 25

Play Episode Listen Later Nov 13, 2024 22:19


La COP29 de Azerbaiján es cuestionable por varios motivos. Primero porque el país anfitrión obtiene el 90% de sus ingresos a través de combuistibles fósiles. Segundo, porque asistentes como BlakRock o Bank of America evidencian que su razón de ser es fundamentalmente económica. Y tercero, porque de las 1.500 iniciativas lanzadas en los 29 años de historia de la Cumbre del Clima, solo 63 han tenido éxito. ¿Quién paga la factura climática? Lo analizamos en Hora 25 de los negocios. 

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: “Nenhum país é poupado da crise climática” diz Secretário-geral da ONU

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 12, 2024 31:23


“Não há mais tempo a perder”, declarou o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) ao abrir a cúpula dos líderes mundiais, que ocorre durante a Conferência do Clima (COP-29). Nesta terça-feira, 12, e quarta-feira, 13, representantes de 198 países são esperados no evento, realizado em Baku, no Azerbaijão. Na live de hoje, o jornalista Eduardo Geraque conversa com Marcos Buckeridge, vice-diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP. Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis. Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Oferecimento: Eletrobras Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/  See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
A emergência climática na nova Era Trump

O Assunto

Play Episode Listen Later Nov 11, 2024 29:57


No primeiro ano em que o planeta ficou 1,5 °C mais quente do que na média pré-industrial, de 1850 a 1900 – um recorde de temperatura já registrado –, o presidente que tirou os Estados Unidos do Acordo de Paris foi eleito novamente. No acordo assinado em 2015, 195 países se comprometeram com esforços coletivos para reduzir o ritmo do aquecimento global. Não foi o suficiente. Agora, que os EUA devem novamente se retirar, a meta fica ainda mais distante. A vitória do republicano coloca mais dúvidas para a pauta ambiental global, tema central da COP-29, que se inicia nesta segunda-feira (11) no Azerbaijão – evento já esvaziado pela ausência dos líderes americano, chinês, brasileiro e da União Europeia. Para analisar o impacto da eleição de Trump na agenda climática, Natuza Nery entrevista André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e membro da Coalização Brasil Clima, Florestas e Agricultura. E para alertar sobre os riscos que o afrouxamento na regulamentação ambiental pode impor sobre a Amazônia, participa também Marcos Colón, professor da Universidade Estadual do Arizona (EUA) e autor do livro “A Amazônia em tempos de guerra”.

Estadão Notícias
COP 29 em 30 minutos: o que está em jogo na conferência da ONU em Baku?

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 11, 2024 30:34


Há um ano, na Cúpula do Clima (COP), 197 países concordaram pela primeira vez com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. O anúncio surpreendeu aos mais desesperançosos à época, com uma conferência ambiental sediada em um dos maiores produtores de petróleo, os Emirados Árabes. Foi um momento histórico, embora considerado insuficiente por especialistas diante da piora da emergência climática e, principalmente, porque a mudança não tem sido vista na prática. Um cenário igualmente desafiador é esperado para este ano na COP-29, realizada entre esta segunda-feira, 11, até 22 de novembro. Novamente, o evento será sediado em um “petroestado”, desta vez o Azerbaijão, em que ao menos um terço do Produto Interno Bruto (PIB) vem dos combustíveis fósseis.  Mais do que isso, a capital do país do Cáucaso, Baku, é considerada “berço” da indústria petroleira. Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ Oferecimento: EletrobrasSee omnystudio.com/listener for privacy information.