Podcasts about eternidade

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Best podcasts about eternidade

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Latest podcast episodes about eternidade

INA Londrina
07/06/2026 - Pr. Davi de Sousa - Vivendo à Luz da Eternidade - Como a Eternidade Afeta o Nosso Presente?

INA Londrina

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 52:49


07/06/2026 - Pr. Davi de Sousa - Vivendo à Luz da Eternidade - Como a Eternidade Afeta o Nosso Presente? by Igreja Nova Aliança de Londrina

INA Londrina
31/05/2026 - Pr. Davi de Sousa - Vivendo à Luz Da Eternidade - Como a Eternidade Afeta o Nosso Passado

INA Londrina

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 51:45


31/05/2026 - Pr. Davi de Sousa - Vivendo à Luz Da Eternidade - Como a Eternidade Afeta o Nosso Passado by Igreja Nova Aliança de Londrina

Igreja Anglicana Âncora
Pequenas evidências da Eternidade: Já percebeu como é fácil esquecer que a vida é boa? | Bispo Eric Rodrigues

Igreja Anglicana Âncora

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 44:46


Sermão de domingo (31/05/26), Domingo da Santíssima Trindade. Texto base se encontra em Eclesiastes 3,11 e Atos 14,17.

Rede de Mulheres
DE ETERNIDADE A ETERNIDADE

Rede de Mulheres

Play Episode Listen Later May 29, 2026 8:22


Todos os meus dias vivo para a eternidade, onde sei que estaremos face a face.Porque assim todos os meus dias foram escritos, quando nenhum deles ainda existiam.Encontrei o meu lugar,Em Ti, e para Ti vivo todos os meus dias desde a eternidade.

Rede de Mulheres
O OLHAR PELA ETERNIDADE

Rede de Mulheres

Play Episode Listen Later May 27, 2026 19:05


Viver com os olhos da eternidade é viver pela Palavra que sai da boca de Deus!

Rede de Mulheres
VIVENDO PARA A ETERNIDADE

Rede de Mulheres

Play Episode Listen Later May 26, 2026 12:17


Quando começamos a examinar as nossas ações e escolhas à luz da eternidade, percebemos que coisas que antes tinham grande importância para nós acabam se tornando irrelevantes e até desnecessárias. O nosso viver se torna mais leve, como um preparatório para a eternidade. E a morte física se torna apenas a passagem para o estado de vida para o qual fomos predestinadas por Ele.

Podcast da Capela
A Miopia do Ego vs a Lente da Eternidade - Welton Nascimento

Podcast da Capela

Play Episode Listen Later May 26, 2026 44:20


Curtiu este conteúdo? Queremos te conhecer!Venha fazer parte desta família! .Rua Tupi, N°115 - Retiro, Volta Redonda - RJ. (Rua próxima à passarela da CSN na Beira-Rio). Encontros aos Domingos, 10h!..Link do Google Maps: https://maps.app.goo.gl/yEwwqS4XVZwpT7vu5.Se você entende que o que estamos fazendo é importante de alguma forma para você ou para outras pessoas, por favor, contribua!O nosso pix é pelo e-mail eusou@capela.churchSeja Grato! Seja Generoso!.Nosso website: https://capela.church/.Nos siga nas redes sociais:https://www.youtube.com/@CapelaChurch?sub_confirmation=1https://www.instagram.com/capelachurchhttps://www.facebook.com/capelachurch.

Conversas de Bancada
[ T8 ] Ep.292 - Para a eternidade: por dentro da noite da subida

Conversas de Bancada

Play Episode Listen Later May 18, 2026 78:47


Chegou o dia: a Briosa subiu!A Bancada reúne-se - com as gargantas arranhadas - em torno de uma mesa de bar para recordar a épica noite vivida em Coimbra em torno dos festejos da subida de divisão da Académica.Histórias, emoções e muita gargalhada num episódio mais do que especial.

Literatura | Com Luanna Bernardes
A Terra da Doce Eternidade

Literatura | Com Luanna Bernardes

Play Episode Listen Later May 6, 2026 2:11


Luanna Bernardes fala sobre o livro que reúne textos não publicados da escritora Harper Lee, que faleceu em 2016.

Igreja Cristã Chama Viva - Portugal
Peregrinos com Propósito - A Eternidade debaixo do Sol | Pr. Francis Matias (Série Peregrinos)

Igreja Cristã Chama Viva - Portugal

Play Episode Listen Later May 4, 2026 51:03


No primeiro Domingo do mês de Maio iniciamos a série Peregrinos – Uma perspectiva eterna sob passos na terra, com base nas cartas de Pedro.Pastor Francis Matias trouxe a mensagem expositiva de 1 Pedro 1.1-12 com a perspectiva de como ser um peregrino com propósito vivendo aqui na Terra. Segue o resumo da mensagem:Vivemos em um mundo que tenta definir quem somos: pelo sucesso, pelas emoções ou até pelo sofrimento. Mas Pedro nos lembra de algo poderoso:➡️ Nossa identidade vem de Deus — fomos escolhidos antes de tudo existir.➡️ O sofrimento não é um acidente — é o fogo que purifica a nossa fé.➡️ A nossa esperança não está nesta vida — mas em uma herança eterna guardada por Deus.Estamos de passagem. Somos peregrinos.E tudo o que vivemos aqui está nos preparando para algo maior.Não viva por “meias verdades”. Viva pela eternidade.

Conversa de Câmara - Música clássica como você nunca ouviu!
Franz Liszt largou a "Lisztmania", meteu um triângulo no Concerto para Piano nº 1 e entrou para a eternidade musical

Conversa de Câmara - Música clássica como você nunca ouviu!

Play Episode Listen Later May 2, 2026 77:10


Em 1847, Franz Liszt faz algo que poucos artistas no auge teriam coragem: ele simplesmente abandona a carreira de pianista virtuose. Depois de quase três décadas dominando palcos por toda a Europa — de cidades como Dublin até Constantinople — Liszt decide virar a chave.E isso muda tudo. Durante sua fase como performer, ele não só encantou multidões com técnica impressionante, mas também mergulhou profundamente na música de gigantes como Ludwig van Beethoven e Hector Berlioz. Ao transcrever obras como as nove sinfonias de Beethoven e a Sinfonia Fantástica, Liszt praticamente absorveu toda a linguagem musical do seu tempo.Mas é só quando ele se estabelece em Weimar, como diretor musical, que o verdadeiro compositor emerge. Ali, ele abandona o palco e começa a construir algo muito maior: uma nova forma de pensar música.É nesse contexto que nasce o seu Concerto para Piano nº 1 em Mi bemol maior — uma obra que não surge de uma vez, mas é lapidada ao longo de anos, até estrear em 1855 sob a regência do próprio Berlioz.E aqui está o ponto central do episódio:Esse concerto não é um concerto comum.Liszt quebra completamente o modelo tradicional estabelecido por nomes como Wolfgang Amadeus Mozart e até o próprio Beethoven. Em vez de alternar entre piano e orquestra, ele cria uma integração total. Tudo é diálogo. Tudo se transforma.A obra funciona como um grande fluxo contínuo, dividido internamente em quatro partes que se conectam o tempo inteiro. Temas reaparecem, se transformam, mudam de caráter — o que começa como melodia lírica pode terminar como marcha triunfal.É música em constante mutação.Ao longo do episódio, você vai perceber como cada seção da obra carrega ecos das anteriores: o drama inicial, o lirismo quase operístico, os momentos leves e até experimentais, e finalmente uma conclusão que amarra tudo de forma orgânica e poderosa.No fim das contas, Liszt não cria apenas um concerto.Ele cria algo à frente do seu tempo.Uma obra que mistura virtuosismo, estrutura sinfônica, influência operística e uma visão quase cinematográfica de transformação musical.Isso aqui não é só música.É evolução em tempo real.#FranzLiszt #MusicaClassica #ConcertoParaPiano #HistoriaDaMusica #Beethoven #Berlioz #Romantismo #PodcastMusical #AnaliseMusical #MusicaEruditaApresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

Betlehem Podcast
O Espírito, a Alma e o Corpo, quem é que manda aqui?

Betlehem Podcast

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 7:00


Quando a gente olha para Deus, vê algo perfeito:Pai, Filho e Espírito Santo completamente UNIDOS, distintos, mas UM só Deus.Agora olha pra nós: espírito, alma e corpo… criados à imagem desse Deus perfeito…e ao mesmo tempo tão confusos, divididos, em guerra por dentro.Paulo descreve isso em Romanos:“Quero fazer o bem, mas acabo fazendo o mal.Me alegro na lei de Deus, mas tem algo em mim que puxa para o outro lado.Quem me livrará do corpo dessa morte?”Essa é a nossa realidade:– dentro de nós, o ESPÍRITO (quando nasce de novo) deseja Deus, santidade, Eternidade;– a CARNE, ligada ao pecado, puxa para baixo, para o prazer imediato, para longe de Deus;– e o CAMPO DE BATALHA é a ALMA: pensamentos, emoções, lembranças, desejos.É por isso que a vida cristã não é “paz e amor” automático. É GUERRA INTERNA.Gálatas 5.16–17 diz:“Andai no Espírito e JAMAIS satisfareis os desejos da carne.Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne;para que vocês não façam o que querem (a vontade de Deus).”Então primeiro, precisamos entender quem é quem dentro de nós.O corpo é o que todo mundo vê.A alma é onde ficam nossa mente, emoções e vontade.O espírito é a parte mais profunda, criada para se conectar com Deus.Lá no Éden, Deus soprou em Adão o “fôlego do Espírito de Vida” e ele se tornou “alma vivente”.Mas quando o pecado entrou, começou o processo: “morrendo, morrereis”.– O corpo caminhando para a morte física;– o espírito separado de Deus, morto espiritualmente.Só que Deus não desistiu.Ele enviou Jesus para esmagar a serpente, morrer em nosso lugar, ressuscitar como “as primícias dos que dormem” e abrir um caminho de volta:agora, mesmo num corpo que ainda vai morrer, o nosso espírito pode ser VIVIFICADO.Como isso acontece?Romanos 10.9–10 explica:“Se com a tua BOCA confessares Jesus como Senhore em teu CORAÇÃO creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”Quando pela ALMA (razão, vontade) cremos,e com o CORPO (boca) confessamos Jesus como Senhor,o ESPÍRITO SANTO vem habitar no nosso espírito.Isso é o NOVO NASCIMENTO.Mas atenção:– quem nasce de novo é o ESPÍRITO.– a ALMA continua com as mesmas memórias, traumas, vícios de pensamento, impulsos, aprendidos a vida inteira sem Deus.Por isso a gente pode ser salvo, amar a Deus de verdade,e ainda assim sentir uma guerra violenta aqui dentro.A Bíblia usa muito a palavra “coração”.Em alguns textos “coração” é ESPÍRITO; em outros, é ALMA.Como saber? Pelo contexto.Quando fala de um coração alinhado com Deus, é o espírito vivificado:“Amarás o Senhor teu Deus de TODO o teu coração,de TODA a tua ALMA e de TODA a tua força.” (Dt 6.5)Aqui “coração” não é sinônimo de alma, é algo além: o espírito.“Sobre tudo o que se deve guardar, GUARDA o teu CORAÇÃO,porque dele procedem as fontes da vida.” (Pv 4.23)É do teu espírito, cheio do Espírito Santo, que a vida de Deus flui.Mas em outros textos, “coração” é claramente a ALMA, cheia de lixo, memórias e impulsos:“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto.” (Jr 17.9) “De dentro, do coração dos homens, procedem maus pensamentos, prostituições, furtos, homicídios…” (Mc 7.21–23) “A boca fala do que está cheio o coração.” (Lc 6.45) Percebe?– O espírito, vivificado, é luz, lâmpada de Deus, fonte de vida.– A alma, cheia de lixo do pecado, pode estar enganada, doente, distorcida.Conclusão:não é pra odiar o corpo, nem odiar a alma.É pra COLOCAR TUDO DEBAIXO DO GOVERNO DO ESPÍRITO.O plano de Deus é:– teu espírito, cheio do Espírito Santo, governando;– tua alma sendo renovada, disciplinada, alinhada à Palavra;– teu corpo servindo como instrumento de justiça, e não de pecado.Estamos num “processo de recalibração”:Deus está nos chamando a alinhar tudo em Cristo.Como pneu precisa de ar, nós precisamos do PNEUMA, o sopro do Espírito, enchendo todas as áreas.Continua...

Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Influênciando para a Eternidade _ Janisley Goes _ Chá de Mulheres _ @igrejacasanarocha

Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 56:58


Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!

NEPE Paulo de Tarso
Juventude: entre o tempo e a eternidade - Artur Valadares

NEPE Paulo de Tarso

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 52:48


Palestra realizada no dia 19/07/2025 no Instituto Espírita Bezerra de Menezes, em Niterói/RJ.

Flos Carmeli Podcasts
1853 - AULA - O Homem e a Eternidade (parte II) - Prof. Ms. Erich Valença

Flos Carmeli Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 51:33


1853 - AULA - O Homem e a Eternidade (parte II) - Prof. Ms. Erich Valença

Flos Carmeli Podcasts
1852 - AULA - O Homem e a Eternidade (parte I) - Prof. Ms. Erich Valença

Flos Carmeli Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 55:09


1852 - AULA - O Homem e a Eternidade (parte I) - Prof. Ms. Erich Valença

Culto Doméstico 93FM
Culto Doméstico #1470

Culto Doméstico 93FM

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026


A Pra. Patrícia Andrade, da ADVEC, traz uma reflexão baseada em Isaías 9:6. O texto anuncia o nascimento de Jesus como Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz. Esses títulos revelam quem Cristo é e o que Ele representa para a nossa vida. Essa palavra nos lembra que, em Jesus, encontramos direção, força e verdadeira paz. Curta e compartilhe este podcast.

Igreja Batista do Bom Retiro
" A Beira Da Eternidade .Um Encontro Com A Graça De Cristo Jesus " Pr Nagimo Junior = 22/03/2026 Culto Da Noite.

Igreja Batista do Bom Retiro

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 31:40


" A Beira Da Eternidade .Um Encontro Com A Graça De Cristo Jesus " Pr Nagimo Junior = 22/03/2026 Culto Da Noite. by Igreja Batista do Bom Retiro

Uma dose de Ccella
lembranças de uma eternidade

Uma dose de Ccella

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 1:51


texto de @vale_do_poeta_morto9/01/26voltando a realidade....reconhecendo o breu da solidão.

Senta Que La Vem Spoiler!
EP 546 - Imperdíveis de Fevereiro (spoiler free!)

Senta Que La Vem Spoiler!

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 46:02


Ainda tirando os últimos resquícios de glitter e purpurina, estamos de volta com seus filmes e séries amados em 30 minutos (ou um pouquinho mais). Se atraque com seu sofá, aumente o volume e Senta que lá vem Imperdíveis do Mês!

Derivado Cast
ESPECIAL DE CARNAVAL: SETE REINOS, DEVIL IN DISGUISE E ETERNIDADE | DERIVADOCAST #458

Derivado Cast

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 59:39


Verbo Sede
Consciência da eternidade: o que a Palavra revela sobre o fim - Manoel Dias

Verbo Sede

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 56:07


Consciência da eternidade: o que a Palavra revela sobre o fim - Manoel Dias by Verbo da Vida Sede

Culto Doméstico 93FM
Culto Doméstico #1376

Culto Doméstico 93FM

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026


Neste podcast, o pastor Junior Damaceno da Igreja Batista da Costa Basca (Sudoeste da França e Fronteira com a Espanha) traz uma palavra profunda baseada no texto de Eclesiastes 3:1. Ouça, seja abençoado e compartilhe esta palavra com outras pessoas.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PRIORIZE A ETERNIDADE

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 2:32


Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 10:17-20 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 4–6; MATEUS 14:22-36   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Conhecíamos Kha havia mais de um ano. Ele pertencia ao nosso grupo da igreja, e nós nos reuníamos para discutir o que tínhamos aprendido sobre Deus semanalmente. Certa noite, ele comentou que havia competido nas Olimpíadas. A menção foi tão casual que quase me passou despercebida. Quase. Vejam só! Descobri que conhecia um atleta olímpico que competira na disputa pela medalha de bronze! Eu não entendia o motivo de ele não ter mencionado isso antes. Embora sua conquista atlética fosse especial em sua história, coisas mais importantes eram fundamentais à sua identidade: família, comunidade e fé. Lemos em Lucas 10:1-23 o que deve ser central para nossa identidade. Quando as 72 pessoas enviadas por Jesus falaram aos outros sobre o reino de Deus e retornaram de suas jornadas, relataram a Ele que “até os demônios [os obedeciam] pela sua autoridade!” (v.17). Embora Jesus reconhecesse que os tinha equipado com tremendo poder e proteção, o Senhor lhes disse que eles focavam no ponto errado. Jesus insistiu que o motivo da alegria deles deveria ser pelo fato de seus nomes estarem “registrados no céu” (v.20). Quaisquer que sejam as conquistas ou habilidades que Deus tenha nos entregado, nossa maior razão de alegria é que, ao confiarmos em Jesus, nossos nomes são escritos no Livro da vida e desfrutamos de Sua presença diária.  Por: KIRSTEN  HOLMBERG

Verbo Sede
Foco na eternidade: vivendo hoje à luz da volta de Jesus - Fernando Leal

Verbo Sede

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 66:02


Foco na eternidade: vivendo hoje à luz da volta de Jesus - Fernando Leal by Verbo da Vida Sede

Igreja Presbiteriana das Águas
Começando pela eternidade - Pr Aldenor

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 54:02


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 18 de Janeiro de 2026 às 19h30, com a pregação em Apocalipse 21.1-8. Título: Começando pela eternidade (Pr Aldenor) Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Palavras de Esperança
EMANUEL, DEUS CONOSCO!

Palavras de Esperança

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 10:23


Neste devocional baseado em Isaías 9:6, refletimos sobre o significado profundo de Emanuel — Deus conosco.Em meio às crises, incertezas e desafios da vida, a Palavra de Deus nos lembra que Ele não é distante, mas presente, fiel e atuante em nossa história.Jesus é o Maravilhoso Conselheiro, o Deus Forte, o Pai da Eternidade e o Príncipe da Paz.Esta mensagem é um convite à fé, à confiança e à esperança no Deus que caminha conosco todos os dias.✨ Que esta palavra fortaleça o seu coração!

Espiritismo Simples
#241 - Saia da vida automática

Espiritismo Simples

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 11:53


O 70º episódio das versões mais curtas de reflexões traz um trecho do livro "Contém Vida", de José Carlos de Lucca. LIVRO: Gabriel, Amor na Eternidade:https://www.mercadolivre.com.br/livro-gabriel--amor-na-eternidade/up/MLBU3104447414Inscreva-se em nosso canal

Rabino Eliahu Stiefelmann
O Falecimento de Yossef no Egito: Um Fim que Gera Eternidade – VAIECHI

Rabino Eliahu Stiefelmann

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 12:08


O falecimento de Yosef no Egito não representa um encerramento, mas o início de uma eternidade. Mesmo vivendo e morrendo no auge do exílio, Yosef permanece plenamente conectado à promessa da redenção. Suas últimas palavras aos irmãos não falam de morte, mas de futuro, geulá e continuidade.Curtiu a aula?Faça um pix RABINOELIPIX@GMAIL.COM e nos ajude a darmos sequência neste projeto#chassidut #mistica #judaismo #kabala #cabala #tora #torah #kabalah #Parasha #Torá #yaakov #yossef #jose #farao #shiur #shiurim #vaiechi #vayiechi #iacov #jaco #Vaiechi #EducaçãoJudaica #EducarFilhos #Família #Yaakov #Chinuch #Torá #Chassidut #Valores

Amorosidade Estrela da Manhã
DENTRO DE TODAS AS INFINITAS POSSIBILIDADES HÁ UMA PROBABILIDADE DE SER DE TAL JEITO, POIS PARA DEUS NADA É IMPOSSÍVEL, E TALVEZ QUEIRA, DENTRO DA ETERNIDADE, EXPERIENCIAR TODAS ELAS. OU, COMO NÃO...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 1:22


Consciência Cristã
A eternidade vale bem mais - Alex Daher na CC2025 #cortes

Consciência Cristã

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 7:55


É na cruz que somos moldados, quebrantados e fortalecidos. Mas a cruz não é o fim.Entre a cruz e a coroa existe um caminho de fé, onde Deus trabalha em nós, nos purifica, nos ensina e nos prepara. E mesmo quando o peso parece insuportável, a esperança da coroa nos sustenta.Não é uma coroa qualquer, é a coroa da vida, da glória, da incorruptibilidade. E ela está reservada para aqueles que não se deixaram vencer pelo cansaço, pela dúvida ou pelo medo.#conscienciacrista #CC2025 #EUSOU #vidacrista #cruz #coroa #vidaeterna

CEI DE CABO FRIO
Um menino nasceu, o presente Deus nos deu - Glauter Ataide

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 39:55


Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Isaías, capítulo 9, versículos 1 ao 7, nos traz uma reflexão sobre o nascimento de Jesus, nosso presente e esperança.Isaías anuncia esperança em meio a um cenário de opressão, medo e escuridão. O povo carregava um jugo pesado, vivia sob a ameaça constante e sentia-se sem futuro. É nesse contexto que o profeta proclama: “um menino nos nasceu, um filho se nos deu”. A promessa de Deus não chega como um exército poderoso, mas como um presente — frágil aos olhos humanos, porém eterno em seu propósito.O texto afirma que Deus quebraria o jugo, o peso sobre os ombros, a vara do opressor. Isso revela que o nascimento desse Menino não é apenas um fato histórico ou simbólico; é uma intervenção divina na realidade humana. Onde havia escravidão, Ele traz libertação. Onde havia guerra, Ele anuncia o fim das armas. Onde reinava o medo, nasce a paz.Esse Menino recebe nomes que revelam quem Ele é: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Não são apenas títulos poéticos, mas declarações de cuidado. Ele aconselha quando estamos confusos, fortalece quando estamos fracos, permanece quando tudo passa e governa trazendo paz verdadeira — não a ausência de problemas, mas a presença de Deus no meio deles.Isaías também afirma que o governo está sobre os seus ombros. Isso nos lembra que o controle não está em nossas mãos nem nas circunstâncias, mas em Cristo. O presente que Deus nos deu não é temporário, não perde o valor com o tempo e não depende do nosso merecimento. Ele cresce, se estabelece e não tem fim.Por fim, o texto diz que o zelo do Senhor dos Exércitos fará isso. A promessa não se cumpre pela força humana, mas pelo amor fiel de Deus. O nascimento desse Menino é a maior prova de que Deus não desistiu da humanidade.Um menino nasceu. Um presente nos foi dado.Que essa verdade renove nossa fé, traga esperança ao coração cansado e nos lembre que, mesmo em tempos difíceis, Deus continua presenteando o mundo com Sua graça.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Pregador Nonato Souto
EBD LIÇÕES BÍBLICAS 4º TRIM 2025 | 13ª LIÇÃO: “PREPARANDO O CORPO, A ALMA E O ESPÍRITO PARA A ETERNIDADE”

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 76:48


EBD LIÇÕES BÍBLICAS 4º TRIM 2025 | 13ª LIÇÃO: “PREPARANDO O CORPO, A ALMA E O ESPÍRITO PARA A ETERNIDADE”

Pensando em Cinema | Com Mário Abbade

Mário Abbade fala sobre o filme Eternidade, novo romance, do estúdio A24 com Elizabeth Olsen, Miles Teller e Callum Turner.

Pergunta Simples
Que lições do palco ajudam a comunicar melhor no dia a dia? Diogo Infante

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 51:11


Quando a comunicação deixa de ser talento e passa a ser trabalho Há pessoas que parecem ter nascido com presença. Quando falam, o silêncio organiza-se à volta delas. Quando entram numa sala, sentimos qualquer coisa mudar. A tentação é chamar a isso carisma. Ou talento. Ou dom. A conversa com Diogo Infante desmonta essa ideia logo à partida. Antes da presença houve timidez. Antes da voz segura houve dificuldade em falar. Antes do palco houve desajuste, deslocação, a sensação de não pertencer completamente ao sítio onde se estava. O teatro não surgiu como ambição, mas como solução. Uma forma de aprender a comunicar quando comunicar não era natural. Um lugar onde a palavra podia ser ensaiada, onde o corpo podia ganhar confiança, onde o erro não era um fim — era parte do processo. Talvez por isso a noção de presença apareça nesta conversa de forma tão concreta. Não como algo abstrato, mas como um estado físico e relacional. Presença é perceber se o outro está connosco. Presença é sentir quando uma frase chega — ou quando cai no vazio. E esse vazio, quando acontece, dói. Não por vaidade. Mas porque revela uma falha de ligação. Há um momento particularmente revelador: quando fala do silêncio do público. Não o silêncio atento, mas aquele silêncio inesperado, quando uma deixa cómica não provoca riso. “Aquilo dói na alma”, diz. E nessa frase está tudo o que importa saber sobre comunicação: falar é sempre um risco. O outro não é cenário. É parte ativa do que está a acontecer. A conversa avança e entra na exposição pública. Aqui, Diogo Infante faz uma distinção interessante: entre a pessoa privada e a figura pública. Não como máscara, mas como responsabilidade. Há um “chip” que se ativa — uma disciplina interna que permite aguentar expectativas, projeções, rótulos. A maturidade está em não confundir esse papel com a verdade interior. É uma ideia útil num tempo em que confundimos visibilidade com autenticidade. Falamos também de televisão, cinema, teatro. Dos ritmos diferentes. Das exigências técnicas. Mas a ideia central mantém-se: a verdade não depende do meio. Depende da intenção. Comunicar para milhões não dispensa rigor. Simplificar não é empobrecer. Outro ponto forte da conversa é a vulnerabilidade. Num espaço público cada vez mais dominado por certezas rápidas e discursos blindados, assumir fragilidade continua a ser um gesto arriscado. Mas aqui a vulnerabilidade surge como força tranquila. Como forma de aproximação. Como autoridade que não precisa de se impor. Quando a conversa entra no território da família, tudo ganha outra densidade. Dizer “amo-te”. Pedir desculpa. Estar disponível. A comunicação íntima aparece como o verdadeiro teste. Se falhamos aí, o resto é técnica. E só técnica não chega. No plano mais largo, surge a pergunta maior: para que serve a arte num tempo acelerado, ruidoso, polarizado? A resposta não vem em tom grandioso. Vem simples: para nos salvar. Não salvar o mundo. Salvar-nos a nós. Da pressa. Do cinismo. Da incapacidade de escutar. No fim, fica uma conclusão exigente: a presença não é talento — é trabalho. A comunicação não é performance — é relação. E a verdade, quando existe, dá sempre algum trabalho a dizer. Talvez seja por isso que esta conversa não é apenas sobre teatro. É sobre como falamos, como ouvimos e como estamos uns com os outros. E isso, hoje, é tudo menos simples. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. A sua exatidão pode variar. 0:00 Abertura do Episódio e a Angústia do Impostor Muitos de nós temos o síndroma de um impostor. Achamos sempre que que somos uma fraude, que na verdade, estamos só a replicar uma mentira. Não estamos a ser suficientemente verdadeiros ou estamos a repetir um padrão de comportamento que já fizemos. Achamos sempre que não estamos à altura do desafio. 0:15 É muito doloroso. É por isso que as pessoas acham que isso ser ator é. É maravilhoso, mas é um processo de grande angústia, angústia criativa, porque estamos perante a expetativa. Tu já estás a pensar aí, a peça do do clube dos poetas mortos, e eu e eu começo a pensar, AI, meu Deus, se aquilo for uma merda, o que é que eu faço, não é? 0:44 Pessoa 2 Ora, digam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Hoje conversamos com alguém que encontrou no palco não apenas uma profissão, mas uma espécie de casa interior. Diogo Infante contou me que na infância começou pela timidez e pelo desajuste, por aquela sensação de ser observado, de ser o lisboeta gozado no Algarve, de não ter ainda um lugar onde a voz encaixasse e que foi o teatro que lhe deu essa linguagem, a presença e, nas palavras dele, uma forma de se adaptar ao mundo. 1:13 À medida que foi crescendo como artista, veio uma outra descoberta. É de que existe um chip, uma espécie de mecanismo, um parafuso que se ativa quando ele entra no modo figura pública. Um mecanismo de responsabilidade, de expectativa e, às vezes, de peso. 1:30 Mas o mais interessante veio quando falou do silêncio do público, do que acontece quando diz uma frase que ele sabe que devia provocar o riso. E ninguém reage. Esta frase diz tudo sobre a comunicação. O público não é cenário, é organismo vivo, é uma reação em tempo real, é a energia que mexe connosco. 1:48 E é essa conversão entre a técnica e a vida, palco, intimidade, presença e vulnerabilidade que atravessa a conversa de hoje. Falamos do medo de falhar, daquele perfeccionismo que vive colado na pele dos artistas e que o Diogo conhece tão bem. Falamos da comunicação dentro de casa, da importância de dizer. 2:06 Gosto de ti ao filho do valor de pedir desculpa do que se aprende ao representar os outros e do que se perde quando acreditamos demasiado na imagem que o público tem de nós. E falamos dessa ideia luminosa que ele repete com ternura. A arte no fim existe para nos salvar da dureza do mundo, da dureza dos outros e, às vezes, da dureza que guardamos para nós próprios. 2:28 Esta é, portanto, uma conversa sobre teatro, mas não só. É, sobretudo uma conversa sobre. Comunicação humana sobre como nos mostramos, como nos escondemos, como nos ouvimos e como nos reconstruímos. Se eu gostar desta conversa, partilhe, deixe o comentário e volte na próxima semana. 2:44 E agora, minhas senhoras e meus senhores. Diogo Infante, Diogo Infante, ponto. Não tem mais nada para dizer. UI é só isto, Diogo Infante. 2:56 Como a Timidez Moldou o Caminho para o Palco Diogo Infante, ator, encenador. Quando eu disse que que IA conversar contigo, que IA ter o privilégio de conversar contigo, uma minha amiga disse, Ah, diz lhe que eu gostei muito do do sirano de bergerak. E eu pensei, mas isso já passou algum tempo? Sim, sim, mas eu continuo. Adorei aquela peça, deixar a marca das pessoas. 3:13 É isso que tu fazes todos os dias. 3:15 Pessoa 1 É isso que eu tento, se consigo umas vezes mais, outras vezes menos, antes mais. Olá, como estás? Muito obrigado por este convite. Sim, eu, eu, eu tento comunicar. Se é esse o tema. Acho que percebi cedo que tinha dificuldade em comunicar. 3:35 Era muito tímido, tinha dificuldade em em em fazer me ouvir, tu sabes. 3:41 Pessoa 2 Que ninguém acredita nisso? 3:42 Pessoa 1 Mas é verdade, é verdade, é absolutamente verdade. 3:44 Pessoa 2 Como é que é isso? Como é que tu tens? Como é que tu tens? 3:47 Pessoa 1 Dificuldade porque era talvez filho único, porque fui muito cedo para o Algarve e era um meio que me era estranho com um. Um linguajar diferente e eu sentia me deslocado. Eu tinha para aí 11 anos e no início foi difícil e eles olhavam, achavam que eu era Beto e não era nada Beto. 4:03 E falava a lisboeta, e eles gozavam comigo e depois, à medida, fui crescendo. Foi uma adaptação e percebi que representar era algo natural em mim, porque era uma forma de me adaptar ao meio e de conseguir encontrar plataformas de comunicação. 4:20 E quando finalmente expressei que queria ser ator, a minha mãe sorriu porque pensou, estás lixado e pronto. E vim para o conservatório EE. Foi. Foi me natural representar, ou seja, esta ideia de eu assumir um Alter Ego que não sou eu é me fácil. 4:42 Às vezes é mais difícil ser eu própria. 4:45 Pessoa 2 Tu criaste uma capa no fundo que resolve o teu problema, que pelo menos que tu imaginavas como sendo 11 não comunicador, não era um mau comunicador, um não comunicador 11 alguém que tem timidez para para conseguir falar e então toca a pôr a capa de super herói e eu vou superar. 5:00 Todavia, quando eu vejo os teus trabalhos, a última coisa do mundo que o se me ocorre é que tu estás a fingir, porque é que ele tresanda à verdade? Bom, esse é o truque. 5:11 Pessoa 1 Não é? É acreditarmos tão tanto na mentira que ela se torna verdade. Estou a brincar, claro, mas hoje em dia acho que já ultrapassei a minha timidez, mas sempre que tenho que estar aqui, por exemplo, ou tenho que assumir uma persona pública, eu meto um chip. 5:27 É o Diogo Infante que está a falar, não é o Diogo, é o Diogo Infante, é a figura, é pessoa com responsabilidade, com uma carreira, diretor de um teatro que tem. Há uma expectativa, não é? 5:37 Pessoa 2 Isso pesa? 5:38 Pessoa 1 Claro que pesa, claro que pesa. Eu quero dizer a coisa certa. Quer? Quer corresponder às expectativas? Não quer desiludir? Quer que gostem de mim? Bem, isso parece uma terapia. 5:46 Pessoa 2 Estamos todos a fazer isso, não é um. 5:47 Pessoa 1 Bocadinho, acho que sim, então. 5:49 Pessoa 2 E quando é que tu és, Diogo? Só Diogo. 5:51 Pessoa 1 Bom, olha, quando acordo, quando lá ando lá por casa e digo umas asneiras. E quando me desanco com os cães e quando me desanco com o meu filho e não estou a brincar. Ou seja, eu acho que sou eu quando baixo A guarda, quando estou muito à vontade, quando estou rodeado de pessoas que me querem bem, os amigos, a família. 6:08 Não quero com isto dizer que eu seja uma construção. Eu digamos que tornei me uma versão mais polida de mim próprio, porque tenho que passar uma impressão. Tenho que comunicar EE quero controlar o veículo da comunicação. 6:23 Pessoa 2 E controlar a narrativa? Imagino que sim. 6:25 Desafios de Interpretar um Ícone e a Pressão Artística Estás agora, neste exato momento, disse me um passarinho azul a preparar uma peça cujo o título é. O clube dos poetas mortos, ou pelo menos é inspirado nos clubes dos poetas mortos. Não sei se é este o título, é mesmo esse o título? 6:38 Pessoa 1 É o título. 6:39 Pessoa 2 E tu és o professora. 6:40 Pessoa 1 Vou ser o professor ainda. 6:43 Pessoa 2 Há bilhetes para isso? 6:44 Pessoa 1 Sim, o espetáculo só vai estrear no final de abril. Portanto, mas está a voar. Os bilhetes estão a voar a. 6:50 Pessoa 2 Verdade. Como é que é isso? Como é que como é que tu fazes essa personagem mítica do. Do professor que inspira os seus alunos para sair da banalidade e que o sonho é, no fundo, infinito e que devemos conquistá lo? 7:03 Pessoa 1 Olha, eu eu sinto muita empatia por essa personagem, porque eu tento fazer isso na minha esfera de trabalho diária no seja no teatro, seja na televisão. Eu eu acho que é quase uma obrigação. E hoje em dia. Esta mensagem que o filme integra incorpora talvez faça mais sentido do que nunca, num momento em que estamos a assistir a comportamentos extremados na nossa sociedade, em que estamos a regredir relativamente a algumas conquistas EE direitos adquiridos e portanto, esta ideia de não sigas não sejas mais um não sigas, não sejas 11 Carneirinho no meio da manada. 7:43 Assume, te vive a tua verdade faz todo o sentido. E o personagem é tão inspiradora aqui, a dificuldade se quiseres é distanciar me da interpretação icónica do do do Kevin, não é Kevin, AI meu Deus, do Robin Williams, do Robin Williams, coitadinho. 8:00 EE encontrar a personagem em mim, portanto, tenho que fazer a minha própria versão. 8:04 Pessoa 2 Como é que isso se faz? Tu reescreves o texto que te pegas no texto? 8:07 Pessoa 1 Não, não, não. 8:08 Pessoa 2 Não, o texto é aquele. 8:09 Pessoa 1 Não o texto Oo filme faz 30 anos. EOO, argumentista para celebrar os 30 anos, fez uma versão para teatro. Normalmente há peças de teatro que dão filmes. Aqui foi ao contrário, ele próprio escreveu o guião, neste caso, a peça para teatro e Ela Foi feita nos Estados Unidos, em Washington, já foi feita em Paris e Lisboa. 8:30 Vai ser o terceiro país onde ela vai ser interpretada e já teve, já fizemos audições, já temos um elenco de miúdos fantástico e o espetáculo está em preparação e nem sequer estamos em ensaios. Mas a verdade é que já está a gerar imensa expetativa e imensa procura. 8:44 Pessoa 2 Como é que se prepara o que é que até porque tu tens que tocar estes instrumentos todos, não é? Quer dizer, tens, tens que tocar OOO instrumento de de encenador Oo de fazer o casting. Imagino que tenhas também esse tenhas aí uma mão nisso de de ator EE tu dizes me, que já está em preparação, mas ainda não começaram os ensaios. 9:02 Pessoa 1 Os ensaios ainda não começaram, é só só estreia em em abril do ano que vem e. 9:05 Pessoa 2 Começa se a ensaiar quando? 9:06 Pessoa 1 2 meses antes? Neste momento, o que está em preparação foi as audições, foi feito um cartaz, entretanto, já tivemos reuniões com o cenógrafo, com o figurinista, com está se a preparar toda a logística para depois o espetáculo seja montado no fundo é juntar as peças. 9:22 A parte dos ensaios propriamente dita acaba por ser mais divertido para os atores. Mas eu não vou encenar o espetáculo, vou apenas representar, quem vai encenar é o Elder Gamboa. Antes disso, vou eu encenar um espetáculo que começo os ensaios para a semana que é a gaivota do shakhov. 9:37 Que vamos estrear, entretanto, No No Trindade. Com quem? Com o Alexandre lencastre a fazer AA arcadina. Porque está de volta. Está de volta, claro. O teatro, sim, sim. 9:45 Pessoa 2 Bem, isso é 111 grande, uma grande sorte. 9:49 Pessoa 1 Sobretudo depois dela, há 30 anos atrás, ter feito a Nina, que é outro personagem icónico da gaivota, bastante mais novo, a jovem atriz. E ela agora vai fazer a Diva do teatro a arcadina num numa interpretação que eu tenho a certeza que vai ser memorável. 10:03 Pessoa 2 Como é que se encena uma Diva? Como é que se ajudam? 10:05 Pessoa 1 Com muito amor, com muito amor. Não se ensina nada, não é porque ela sabe tudo. Mas é no fundo, instigando, instigando confiança, apoio, dando ânimo. Porque os atores, seja Alexandre ou outro, qualquer grande ator tem muitas dúvidas, tem muitas angústias. 10:24 Pessoa 2 Precisa de mimo? 10:25 Pessoa 1 Sim, muito, até porque nós somos assaltados por. Muitos de nós temos o síndroma de um impetor. Achamos sempre que que somos uma fraude, que na verdade estamos só a replicar uma mentira, não estamos a ser suficientemente verdadeiros ou estamos a repetir um padrão de comportamento que já fizemos. 10:42 Achamos sempre que não estamos à altura do desafio. Eu trabalhei com o Eunice Muñoz e ela também tinha dúvidas, ela também se questionava e, portanto, todos nós passamos por esse processo. Mas isso é doloroso ou não é muito doloroso? É por isso que as pessoas acham que isso ser ator é. É maravilhoso, mas é um processo de grande angústia, angústia criativa, porque estamos perante a expectativa. 11:03 Tu já estás a pensar aí, a peça do do clube dos poetas mortos já está cá em cima. E eu começo a pensar, AI, meu Deus, se aquilo for uma merda, o que é que eu faço? 11:09 Pessoa 2 Não é, mas, mas, mas, mas é legítimo, não é? Quer dizer, repara, eu vi o filme, adorei o filme, claro, eu vejo te a ti. Eu gosto muito do teu trabalho. Juntar estas 2 coisas. Eu digo, não, não pode falhar. 11:19 Pessoa 1 É evidente que não é inocente AA junção desses fatores, mas isso não alivia a responsabilidade que eu sinto nos ombros, eu? E Alexandra e outros atores que têm sentem esse peso. 11:29 Pessoa 2 Mas tu, quando as pessoas entram no teatro, tu já estás ali a ganhar 10 zero. Quer dizer isto, isto não, não é um processo. Virgem eu, não, eu, eu, eu, eu, eu já, eu sentei, me na minha, no meu lugar do teatro, com essa expectativa, mas. Mas. Mas também tem um lado bom que, é claro, tens créditos, claro. 11:47 Pessoa 1 Obviamente, e. E estes anos todos de trabalho e de reconhecimento, dão nos essa, esse crédito e essa confiança. O público compra muitas vezes o bilhete sem saber o que vai. Confia nas nossas escolhas. EE, essa pressão é boa. E repare, eu muitas vezes comparo nos a atletas de alta competição. 12:04 Nós temos que ter aquela performance naquele momento, naquele segundo. É agora que toca, dá o gong e vai. EEE tens que o que é que? 12:13 Pessoa 2 Se sente nesse nesse momento? 12:14 Pessoa 1 Um choque de adrenalina brutal é das coisas que mais nos faz sentir vivos, o momento, a responsabilidade. Mas também bebemos dessa adrenalina e alimentamo nos para poder encarar um espetáculo com 2 horas e chegar ao fim com uma energia vital brutal e o público sair de lá arrebatado preferencialmente. 12:32 Pessoa 2 E não se cansasse no fim. 12:34 Pessoa 1 Passado 1 hora, quando aquilo começa a baixar e chegas a casa. E Tomas um copo de vinho e olhas assim para a televisão e aí dá a quebra. 12:41 Pessoa 2 E que e dói te músculos, dói ou não? 12:43 Pessoa 1 Não, às vezes dói mais a alma, Oo músculo da. 12:46 Pessoa 2 Calma, porquê? 12:47 Pessoa 1 Porque falhaste naquela frase? Porque hesitaste a respiração? Porque não deste a deixa se calhar no timing certo? Nós somos muito críticos. Eu acho que todas as pessoas que têm uma responsabilidade pública, não é? 12:59 A Dinâmica com o Público e Diferenças de Meio Se tu fizeres uma apresentação e te enganares, vais. 13:01 Pessoa 2 É uma, é uma. 13:02 Pessoa 1 Dor é uma dor, sim. Lá está é a mesma coisa. É uma. 13:04 Pessoa 2 Dor, mas é tu és muito perfeccionista na. 13:06 Pessoa 1 Muito, muito, muito. É por isso que eu trabalho com muita antecedência. Sou muito chato. Quero o quero garantir que tudo está preparado para quando o momento, se der, não há. Não há falhas, EEEE. 13:17 Pessoa 2 E esse diálogo com o público, porque tu estás em cima de um palco, mas tu estás a respirar com o mesmo público. Como é que é? Como é que é essa comunicação? Porque ela não flui só. Do palco para o lado de cá, não é? Quer dizer. Para o outro lado também também a maneira como nós nos rimos, como como aplaudimos, como nos distraímos, sim. 13:36 Pessoa 1 Sim, tudo interfere. E é por isso que nós dizemos, cada cada dia é um dia diferente. Cada espetáculo é diferente conforme o público. O público muda e é o público. Esse coletivo, naquele dia, forma uma espécie de um organismo. Como pulsar próprio com uma respiração própria, umas vezes são mais agitados, outras vezes são mais calmos, umas vezes são mais reativos, outras vezes são mais introspectivos e eles emanam uma energia e nós estando no palco, sentimo la mas mas física é palpável, é algo que dizemos bem, isto hoje UI não estão a sentir e às vezes é uma carga. 14:09 Pessoa 2 Mas isso é uma angústia, essa que deve ser uma angústia. 14:11 Pessoa 1 Sim, às vezes é boa, às vezes é. É uma expectativa. 14:14 Pessoa 2 Boa agora é que vai ser agora é que eu vos vou mostrar. 14:17 Pessoa 1 Que nós começamos logo por sentir Oo bruá na sala antes do espetáculo começar. A Carmen de Loures dizia me, quando eles falam muito é porque vêm para gostar. Se um público estiver muito calado, muito silencioso. UI. Isto hoje eles vêm para para cortar na casa. 14:31 Pessoa 2 Hoje vai ser difícil, hoje é o tipo júri do do festival da canção e, portanto, tem que ser. 14:34 Pessoa 1 Conquistado profissional está muito habituado. EEE apropria. Se EE absorve essas energias e transforma as sejam elas boas ou más. Agora nós não somos indiferentes a elas e às vezes isso contamina. Eu já parei um espetáculo mais do que uma vez para pedir às pessoas. 14:50 Se acalmarem, ou para deixarem de olhar para o telemóvel ou ou para deixarem de escrever já. 14:55 Pessoa 2 Isso é uma falta de respeito também, não é bom. 14:56 Pessoa 1 Infelizmente, é um prato desde que há 20 anos, apareceram os telemóveis e agora com os com os smartphones, para além dos toques, as luzes, as pessoas escrevem. 15:05 Pessoa 2 Tu vês na cara das pessoas? 15:06 Pessoa 1 Claro, no meio de uma plateia, às escutas acendes, um telemóvel é um é um. É um clarão não só incomodativo para nós, mas como também é incomodativo para todos os outros que estão à volta, não é? É evidente que há toda uma lógica. Nós anunciamos no anúncio de sala, pedimos encarecidamente, explicamos os anúncios, até que testa um bocadinho cada maiores e mas invariavelmente acontece. 15:26 Mas é uma, vai se ir tocando? É um, é um processo. 15:29 Pessoa 2 Olha, fazer isto no teatro. Tu tens pessoas à tua frente e, portanto, tu consegues. Ouvi Los. Tu consegues interagir com eles. Tu sabes seguramente. Táticas e técnicas para ora para desposterizar, ora para aumentar o interesse, enfim, ora para os acalmar. 15:47 Se aquilo estiver muito, muito complicado. A tua outra experiência é das telenovelas, onde tu também apareces muito apareces, como como como um das personagens principais. Aí não há público e aquilo é suspeito. 16:04 Uma carga de trabalhos muito grande, uma carga de trabalho muito grande para para fazer cena, pôr cena, para a cena, pôr cena, pôr cena. Como? Como é que é essa experiência aí? Bom, é menos criativa. 16:14 Pessoa 1 São técnicas diferentes, ou seja, na essência, tudo é representar, não é? Quando estamos num palco, é evidente, tu tens essa consciência que estás perante uma plateia? EE, há uma relação viva, dinâmica, EEE, que tu, da qual tu tens a responsabilidade de tentar controlar. 16:31 Em televisão ou em cinema, é diferente, porque o há o corte, há, há o take, podes repetir, podes fazer um pick up. EE no fundo, o que é que é um picape? O picape é. Se estás a fazer uma cena e há um engano, vamos pegar ali. EE vais e. 16:45 Pessoa 2 Depois dá para montar. 16:45 Pessoa 1 Sim, porque depois as templeiras de corte e, portanto, podemos ir salvar a cena com pick up. Normalmente o que se diz é tens que olhar a pensar na Câmara como o público. Eles estão a ver te a através da lente, mas tu? 17:00 Pessoa 2 Relacionas te com a lente com a Câmara, não. 17:01 Pessoa 1 Diretamente. Mas tu sabes que ela está ali. Eu também. Eu também não olho para o público quando estou no palco ou tento. Mas eu sei que eles estão lá, portanto, essa consciência permanente que está ali, um interlocutor que está, mas. 17:13 Pessoa 2 Não é frio, lá está a Câmara, é uma coisa fria. 17:15 Pessoa 1 É, é, mas ao mesmo tempo bom, há os camerman. Há toda uma equipa que está ali a acompanhar te e tu imaginas sempre que há uma grande intimidade, porque efetivamente a Câmara permite essa proximidade. E, portanto, tu adequas Oo teu registo, quer de voz, quer até de expressão, a um plano que é necessariamente mais próximo. 17:35 No teatro, tens aquela amplitude toda e, portanto, tens. Sabes que tens que projetar a voz? O gesto tem que ser mais amplo. A energia com que pões nas frases tem que chegar à à velhinha que é surda, que está na última fila, na. 17:46 Pessoa 2 Televisão? Não. Na televisão, não muito. 17:48 Pessoa 1 Ampliada na televisão, tu trabalhas para um plano médio apertado e, portanto, tens é que ser mais subtil, tens que conter mais em em termos de traços gerais, é isto. 17:55 Pessoa 2 Porque senão se tu fizeres, fores mais histriónico ou falares mais alto do que ficas. 17:58 Pessoa 1 Esquisito não é? Fica muito, super expressivo. EE fica, lá está. Fica muito teatral. Não é do mau sentido. 18:04 Pessoa 2 E o que é EEE? É as telenovelas, tanto quanto eu consigo perceber elas. Estão a ser escritas ao mesmo tempo que vocês estão a representar? Não necessariamente. Não necessariamente pode. Portanto, podes ser o guião. 18:12 Pessoa 1 Todo sim, há. Sim, há guiões que já estão acabados e, portanto, às às vezes são adaptações de outros formatos que se importam, outras vezes são abertas, ou seja, estão a ser escritas à medida que estão a ser feitas, às vezes com uma frente de 101520 episódios e, portanto, tu próprio não sabes para onde é que aquilo vai. 18:28 Ritmo Intenso das Novelas e a Eternidade de Shakespeare E conforme e se estiver no ar, então. Pode haver até 111 dinâmica com o público. O público está a gostar muito daquele casal. Lá está a gostar muito daquele conflito e isso é explorado. 18:38 Pessoa 2 Vamos pôr mais fermento aqui, vamos pôr, criar mais cenas depois. 18:41 Pessoa 1 Varia, varia. 18:42 Pessoa 2 Estás a gravar o quê agora? 18:43 Pessoa 1 Neste momento, estou AA gravar uma novela na TVI que se chama amor à prova e é um lá está é uma adaptação de um formato chileno ou venezuelano, portanto, adaptado à realidade portuguesa. 19:00 É, é mais pequena do que habitualmente. Tem apenas 100 episódios, apenas 100 apenas. Mas efetivamente tem uma carga de gravação muito intensa. Nós chegamos, eu gravo tranquilamente 12 cenas de só da parte da manhã. 19:13 Pessoa 2 12 cenas só. 19:14 Pessoa 1 Em 3. 19:14 Pessoa 2 Horas e 1 e 1 cena normalmente demora quê 2 minutos? 19:17 Pessoa 1 5 minutos. A cena pode ter 223 páginas, portanto estamos a falar de 234 minutos. Mas multiplicas isto por 10. Estás a ver, não? 19:25 Pessoa 2 É só para decorar o texto, como é que? 19:26 Pessoa 1 Sim. 19:27 Pessoa 2 Como é que eu? 19:27 Pessoa 1 Eu decoro na hora. 19:29 Pessoa 2 Na hora, como é que? 19:30 Pessoa 1 Isso se faz? 19:31 Pessoa 2 Espera lá. Isto aqui vai ser uma ótima explicação para os alunos do secundário, que é. Como é que se decora na hora, é? 19:36 Pessoa 1 Diferente é uma coisa, é decorares 11 conteúdos em que tens que dominar a matéria e saber do que é que estás a falar ali. O que eu faço é, eu leio a cena na véspera para perceber o que é que se passa e quando chego lá, passo com o colega, Bora lá e em vez de decorar as palavras, eu decoro as ideias. 19:51 Pessoa 2 O sentido, o sentido. 19:53 Pessoa 1 Que é, se eu souber o que estou a dizer, é mais fácil replicar, e mesmo que eu não diga aquela palavra, digo outra, parecida. E a coisa dá se. 20:00 Pessoa 2 E os realizadores não são muito aborrecidos, não querem, não é? 20:03 Pessoa 1 Shakespeare não é, não é, não é propriamente mulher. Portanto, o que interessa aqui é. Lá está a semelhança, a verdade, a fluidez e a sinceridade. EE se ficares muito agarrada à palavra, porque aquela que. 20:15 Pessoa 2 Pronto, vai soar a falso, vai soar péssima. Olha o que é que Shakespeare tem de interessante e de extraordinária para continuarmos todos AA ver e a e a gostar daquilo que os atores a fazerem. 20:25 Pessoa 1 Ele é um génio. Ele conseguiu captar na sua obra de 30 e tal peças mais não sei quantos contos, mais poemas mais. Eu diria que o essencial da natureza humana. Considerando que ele escreveu no século 15, é incrível pensar que ele tem esta esta capacidade de de de nos identificar e perpetuar. 20:51 E eu acho que estão estão está lá tudo. A Shakespeare ensina a ser, ensina a humanidade, mas. 20:58 Pessoa 2 Aquilo que é extraordinário é que depois aquele texto parece muito simples, bom, muito, muito simples, no sentido em que eu entendo aquilo. O que é que ele está a? 21:06 Pessoa 1 Dizer isso é um trabalho difícil, difícil. 21:09 Pessoa 2 Fazer o mais fácil ou mais? 21:10 Pessoa 1 Difícil? Exatamente no original. Em em inglês, o texto é inverso e, portanto, e usa uma série de terminologia que já está em desuso. Portanto, os próprios ingleses têm dificuldade muitas vezes. Em acompanhar aquilo que é dito, eles percebem o sentido mais do que todas as palavras. 21:29 Pessoa 2 E como é que tu fazes para para? 21:30 Pessoa 1 Para quando é pensar nisso, o que acontece é, há várias abordagens à tradução. Há uns que são mais académicos e que tentam ser fiéis ao verso EEE, à estrutura EEE. As traduções ficam muito pouco dizíveis. E depois há alguns tradutores, felizmente, que se. 21:49 Traduzem em prosa, portanto, EE tentam é captar AA ideia e menos AO verso, e então torna se mais fluido em português. Na tradução tu podes simplificar para facilitar o entendimento. 22:00 Pessoa 2 Fica lá a poesia no fundo, sempre sem, sem aparecer necessariamente inverso. 22:04 Pessoa 1 Sempre que é necessário, até se pode ir ir buscar um verso ou outro. Mas a prosa é poética também. EEEA essência do texto não se perde. 22:13 O Que Distingue a Presença e o Talento Bruto Olha o que é. 22:13 Pessoa 2 Que distingue? A presença, aquilo que nós sentimos como uma presença ali de uma mera performance. Há bocadinho que estavas a falar aqui do do síndrome do impostor. Que que que é essa nossa relação com a verdade? De de, do, do que é, da da, de quem está a fingir ou de quem está a interpretar uma verdade, apesar de estar a ser teatralizada? 22:33 Como é que se treina, no fundo, uma voz para dizer a verdade? 22:37 Pessoa 1 Não sei, sinceramente, não sei. Ainda me debato com isso. Não tanto no meu próprio processo, mas, sobretudo quando estou a dirigir atores e quando estou a tentar explicar como é que se consegue chegar lá. O que tenha testemunhado ao longo dos anos é que há pessoas que entram num palco sem abrir a boca e algo acontece. 22:56 Elas transportam uma energia. 11, confiança. 11. Aura. 23:01 Pessoa 2 O que é que é isso? Algo acontece? 23:05 Pessoa 1 Chama a tua atenção. Tu queres olhar para aquela pessoa? Tu precisas de olhar para aquela pessoa. E ela ainda não abriu sequer a boca. E isso é muito claro. Por exemplo, quando estou a fazer audições, estou a fazer audições em teatro, tens 20 atores a fazer o mesmo texto e há um ou 2 de repente. 23:20 Pessoa 2 Brilha. 23:20 Pessoa 1 Brilha. Às vezes é. É a maneira como se proporiam do texto, como o tornam seu, como conseguem escavar uma leitura muito original. Outras vezes é meramente 11 atitude, uma postura. 23:35 E isto não se codifica porque é é muito difícil de EE, nem sempre acontece, ou seja, o mesmo ator. Noutro contexto, se calhar pode não ter o mesmo efeito ou com as mesmas pessoas, mas as pessoas que normalmente são brilhantes. 23:51 Olha, há pouco falávamos da Alexandra. A Alexandra é uma atriz para quem a conhece bem, muito insegura, com muitos anseios, muitos temores. Mas lembro me quando fizemos o quem tem medo de Virgínia woolf? Também no teatro da Trindade. Há 8 anos atrás, quando era hora de entrar, nós entrávamos os 2 em cena na nossa casa. 24:13 Fora de cena, Alexandre estava a dizer, não quero, não quero, não quero, tenho medo, tenho medo, tenho medo de ir assim, Ah, não quero depois entrava e mal ela entrava, explodia algo acontecia, era incrível, ela mudava, ela mudava assim de um do dia para a noite. EE aquilo que era um temor, ela transformava numa arma. 24:30 Pessoa 2 Transformar uma fragilidade numa força. 24:32 Pessoa 1 Sim, claro, Oo meu medo? Há há pessoas que com o medo, atacam, não é? E portanto, é. Eu acho que é isso que ela fazia e que ela faz, que é quando tem temor, ela vai para cima de um palco e seduz. EE abraça, nos abraça, nos com o público. 24:46 Pessoa 2 Arrebata nos no fundo, arrebata nos e leva nos quando ela quiserem. 24:49 Pessoa 1 E algo não, não se explica. Tu podes tentar dizer e um ator vê lá, se consegues fazer isto. Mas isto às vezes é inato. 24:56 Pessoa 2 É, não dá para treinar. 24:57 Pessoa 1 É uma natureza? Não. O que dá para treinar é todo o lado técnico. É a postura, é a maneira como lanças, a voz, a maneira como. Como tu atacas uma cena, a energia que colocas, a vitalidade, e isso trabalha se agora, depois de fatores que nos escapam, muitas vezes é, é o subtexto, não é, é aquilo que não é dito, é, é, é uma essência, é uma natureza. 25:16 Porque é que numa multidão nós passamos por 50 pessoas e há uma a quem, onde, onde o nosso olhar pára e não é necessariamente porque é mais bonito, é qualquer coisa que nos faz olhar para aquela. 25:27 Pessoa 2 Pessoa é um fator x, é um carisma. 25:28 Pessoa 1 Sim, claro, claro. Qualquer coisa que impacta a toca comove. 25:35 Pessoa 2 E nós conseguimos correlacionarmos logo com essa pessoa, apesar de não a conhecermos, apesar. 25:38 Pessoa 1 Eu diria que sim. Eu, eu sou. Eu adoro talento. Sou muito sensível ao. 25:44 Pessoa 2 Talento, não é? 25:45 Pessoa 1 Certo, mas digamos que eu estou treinado por via da da minha profissão para ver talento. E quando eu vejo o talento no seu estado bruto, como um Diamante é, é normalmente é muito comovente. Porque tu vês todo o potencial e a pessoa às vezes só está só, só é e tu dizes me meu Deus, como é que esta pessoa às vezes eu vejo jovens atores acabaram de sair do conservatório, pisa, vão para cima de um palco, uma maturidade, uma energia, uma luz e eu disse, como é que se ensina isto? 26:18 Onde é que tu estás, onde é que tu aprendeste isto e não se aprendeu? Eles trazem com eles, trazem da vida, trazem de outra, não sei de. 26:24 Pessoa 2 Outras vidas há bocadinho falavas da Eunice. Ou ou o Rui de Carvalho, por exemplo. Oo que é que o que é que estes 2 atores que juntam longevidade EE lá está e essas coisas todas, o que é que eles têm de verdadeiramente especial? 26:39 Pessoa 1 Ah, olha, eu, Rui, conheço menos. Bem, eu trabalhei muito com a Eunice e com a Carmen de Loures. O que o que eu sinto é é uma entrega total AAA, uma arte que amam eles amam aquilo que fazem. 26:56 E há um sentido de ética e de paixão, de rigor e profissionalismo, tudo isso. Mas depois há algo que é transcendente, que é é a maneira como como estão Oo Rui conta se que no início da sua carreira sofreu muito nas mãos do ribeirinho que o maltratava e que o dirigiu e o isso. 27:16 E o Rui é um ator que se foi construindo, foi foi dominando 11 técnica e uma. E uma presença invulgar por causa da escultura sim, a inicia Carmen. A história é diferente. A Carmen era uma mulher de uma beleza plácida, começou por fazer cinema, a Eunice mal apareceu com miúda 18 anos, era logo um furacão toda a gente não falava de outra coisa no conservatório, ela já era a melhor aluna nota 19 aos 12 anos, quando estreou No No teatro nacional, dona Maria segunda, perceberam logo que ela era um bicho de palco. 27:51 Pessoa 2 Saiam da frente. 27:51 Pessoa 1 E saiam da frente. E pronto, EE foi assim até à sua morte, aos 94. 27:55 Pessoa 2 Anos e há agora novas das destas novas geração? Já há, há há atrizes e atores que tenham também. 28:01 Pessoa 1 Isso assim, há gente muito boa, há gente muito boa. 28:03 Pessoa 2 O que é que tu fazes com essas? 28:04 Pessoa 1 Epifanias para ti, guardo as registo verbalizo. 28:10 Pessoa 2 És mais exigente com eles? 28:11 Pessoa 1 Não, não, não. Eu tento é aprender. Aprender, sim. Ou seja, porque eles têm uma frescura e têm um olhar tão novo perante situações que, para mim, já são recorrentes. E eu penso. Como é que eu nunca vi isto antes? Como é que eu nunca olhei para isto desta maneira? 28:25 Pessoa 2 Eles trazem uma frescura do ponto de vista, sim. 28:27 Pessoa 1 E. 28:28 Pessoa 2 Isso também e isso ensina te. 28:29 Pessoa 1 Há uma audácia, não tem Nada a Perder. Arriscam sem medo. E isso aprende se claro que sim. 28:35 Pessoa 2 Isso é absolutamente EE pode se estimular ou, pelo contrário, esvaziar. 28:39 Pessoa 1 Bom, sim, tu podes fazer todo um trabalho psicológico, pois que os demova. Espero bem que não. Isso seria de uma enorme crueldade. O que eu tento fazer é fomentar, alimentar, beber e estimular EE, aprender. 28:52 Pessoa 2 Olha, estamos no momento das redes sociais, onde? Temos coisas muito interessantes, como a propagação da mensagem, como a proximidade. Imagino que até para a promoção do teu trabalho as coisas sejam mais fáceis. Mas, por outro lado, temos tudo, todo o lixo que vem por aí, não é o ruído, a toxicidade, a pressão para se ter uma opinião, sobretudo, e sou contrário anão aceitação da opinião do outro. 29:17 Navegar o Digital e Lições da Comunicação Familiar Como é que? Como é que tu vais gerindo isto? 29:20 Pessoa 1 Tento gerir com alguma prudência, alguma parcimónia. Tento não, não. Não viver totalmente dependente destas plataformas e desta esta necessidade de extravasar opiniões a torto e direito ou até dispor uma intimidade. 29:36 Eu sempre fui recatado e, portanto, sou muito criterioso naquilo. 29:40 Pessoa 2 Que como é que te protege, lá está? 29:42 Pessoa 1 Com critério, com selecionando bem aquilo que me interessa partilhar e faço com parcimónia. É sobretudo isto. É sobretudo um instrumento de trabalho. De há uns anos para cá, eu sinto que tornei me mais. 29:58 Não diria acessível, mas tive mais vontade de partilhar alguns aspetos da minha vida. 30:04 Pessoa 2 O que é que mudou quando foste pai? Sim, isso foi muito público. Adotaste uma criança, agora um homem. 30:11 Pessoa 1 Desde que fui pai Oo meu olhar mudou necessariamente EEE. Portanto, as escolhas. Todas as escolhas que fiz. Pensava sempre também nele e naquilo que eu acho que poderia ser bom para ele. Mas, portanto, tento não não ficar escravo nem nem nem pôr me a jeito para me magoar, fruto de qualquer reação da bisbilhotice, da bisbilhotice ou dos comentários ou do que for AA verdade é que tenho tido sorte. 30:40 Bom, eu também não ando sempre AA ver tudo o que escrevem, mas normalmente tenho reações muito positivas e. Muito agradáveis àquilo que publico, seja pessoal ou profissional, mas tento não levar nada disto muito a Sério porque acho perverso. 30:57 Pessoa 2 Olha, eu não quero entrar muito na tua intimidade, mas tenho uma curiosidade só na tua relação com o teu filho. Como é que são os diálogos? Porque isso interessa me tu, tu que és 11 cativador de de jovens talentos no mundo. Quando ele apareceu na tua vida, como é que foi? 31:13 O que é que, o que é que, como é que, como é que é esse, como é que é esse diálogo? Com, com, com uma, com uma pessoa que já que tem capacidade de pensar e de dizer e de desafiar. 31:25 Pessoa 1 Olha, eu basicamente repliquei o modelo de educação e que tive na minha vida e que implicava essencialmente 2 coisas, uma muito amor, muito amor. Todos os dias, agora menos, mas todos os dias lhe dizia que o amava e todos os dias falamos ao telefone. 31:46 Quando não estamos fisicamente perto, falamos, falamos várias vezes ao dia e a segunda coisa é precisamente isso, é a comunicação, é proximidade, é para o bem, para o mal. Eu disse, lhe tu podes me podes me contar tudo, podes falar comigo de tudo e, portanto, eu também promovo isso que é, falo com ele, se mesmo que se estou chateado, se discordo, promovo um diálogo, vamos tentar perceber porque é que o que é que está mal ou o que é que está bem? 32:11 O que é que tu achas? O que é que eu acho? E isso criou, entre nós 11, franqueza que me parece saudável e que nos permite falar de assuntos que possam ser mais ou menos delicados, mais ou menos sensíveis, sempre com a certeza que queremos Oo bem e o melhor do outro. 32:26 Pessoa 2 Que é uma definição de amor. Mas como qualquer pai e filho, deve haver momentos em que vocês socam. Sim, tem pontos de vista completamente radicais, mas uma. 32:32 Pessoa 1 Uma coisa que eu aprendi com o meu filho foi a pedir desculpa, ou seja, aprendeste com ele porque ele tinha dificuldade em fazê lo ele pequenino. Ficava muito nervoso, se fazia uma asneira e eu percebi, OK, se tu não consegues. 32:50 Então eu comecei a pedir desculpa quando errava ou quando fazia alguma coisa mal. E como quem para lhe dizer não faz mal nenhum, assumir que falhamos ou ou ou que estamos arrependidos ou que queremos melhorar. E foi um processo EE. Eu hoje também peço mais vezes desculpa e ele falo já de uma forma muito mais tranquila, já sem dramas sem, mas não os nossos confrontos. 33:11 São muito desta natureza. Eu às vezes sou mais impulsivo, emocional, EEE. Depois ele olha assim para mim e diz, porque é que estás a falar assim e tens razão? Desculpa, estou irritado, mas tens que perceber isto, tens razão, pá, eu percebo também peço desculpa, mas tens que perceber que eu pensei assim e a minha ideia foi esta, disse, é OK, então vá, está cá, um abraço e vamos. 33:29 Pessoa 2 Portanto, tenho um efeito calmante em ti, no. 33:31 Pessoa 1 Fundo sim, absolutamente. EE agora já está numa fase em que se é 11 jovem adulto. Tem 22 anos e já posso falar com ele de outras coisas. Posso falar das minhas angústias, dos meus sonhos, das minhas ambições. Ele dá me conselhos. Ele vai ver tudo o que eu faço. 33:46 Ele gosta muito de teatro e, portanto, tem um olhar crítico, tem um olhar sustentado, tem opiniões formadas. É muito giro falar de política, falar de do que, do que seja. 33:56 Pessoa 2 O que é o maravilhoso da da vida? 33:58 Enfrentar Desafios Sociais e o Sonho de Salvar Olha, estamos num tempo em que a ética, a responsabilidade e a empatia parece que tiraram férias durante algum tempo. Coisas que nós considerávamos como normais, nomeadamente direitos civis, coisas que são normais e banais, parecem agora estar sob ameaça. 34:14 O que é que fazemos a isto? Ignoramos ou combatemos? Com toda a formação, tenho sempre essa dúvida que é quando quando alguém defende alguma coisa completamente absurda e que nós temos a sensação de que não faz sentido. 34:28 Pessoa 1 Eu, eu percebo a pergunta, podemos dar? 34:29 Pessoa 2 Gás. 34:30 Pessoa 1 Porque às vezes sinto que quanto mais combatemos ou quanto mais damos visibilidade a esse tipo de posturas e. 34:35 Pessoa 2 Estamos a ajudar, não é? 34:36 Pessoa 1 Exatamente, estamos AAA divulgá las a fomentá las. Às vezes é evidente que ignorar silenciosamente também não é uma boa política. Eu acho que temos que encarar isto enquanto sociedade, enquanto coletivo, enquanto e perceber quais é que são os limites. Oo que é que é razoável. 34:53 Vivendo nós em democracia e admitindo que há pessoas com opiniões diferentes e respeitando essa diferença. Ainda assim há limites. Há limites para aquilo que é passível de ser dito quando isso incita o crime, a violência, o ódio. 35:10 AA os extremismos. EE portanto, eu acho que temos que olhar para os políticos que têm responsabilidade legislativa. Temos que olhar para a justiça. Que seja mais eficaz, seja mais célere. Quando assistimos na própria casa da democracia, no parlamento, a comportamentos, bom que não se não aceitaríamos numa escola, por exemplo, então algo que está profundamente mal e isso tem que ser balizado. 35:35 Pessoa 2 Olha, EE, quando essas discussões começam a contaminar a nossa bolha, dos nossos amigos, que nós até dizemos, mas porque é que tu estás a dizer 11? Coisa daquele passa um efeito de contágio, não é? É como os. 35:47 Pessoa 1 Vírus com os amigos. 35:50 Pessoa 2 Amigos ou próximos? 35:51 Pessoa 1 Eu. 35:51 Pessoa 2 Vou não vou largar um bocadinho o. 35:52 Pessoa 1 Círculo eu quero acreditar que o que as a escolha a minha escolha de amigos. 35:57 Pessoa 2 Te protege. 35:58 Pessoa 1 Protege me. Mas se ouvir pessoas a dizerem coisas que a mim me agridem, porque são absolutamente idiotas, eu não vou entrar nesse, nesse, nesse, nessa discussão, nesse diálogo. Não vou gastar essa energia. Um amigo SIM. 1 conhecido não. 36:14 Pessoa 2 Pois deixas deixas passar, olha, há bocadinho estavas a falar dos teus, dos teus medos, das tuas vulnerabilidades que vem de onde, que, que tipo de medos são? 36:23 Pessoa 1 Esses os normais, ou como qualquer pessoa, o medo de morrer, o medo de falhar, o medo de desiludir, o medo de sofrer, o medo de não ser suficiente, o medo de. São muitos, mas é assim, eu, eu, eles existem. 36:40 Mas eu não sou uma pessoa medrosa. Eu não sou um pessimista da entende. 36:44 Pessoa 2 Que és um otimista? 36:45 Pessoa 1 Sim, sim, eu, eu, eu vejo o copo meio cheio. Eu, eu não me escudo a uma luta, a um embate. Eu posso tremer, mas vou, eu vou lá, eu vou à eu vou à luta. 36:57 Pessoa 2 Então, EE do lado otimista, do lado solar, onde é que? Onde é que estão os teus sonhos? O que é que, o que é que tu, o que é que tu projetas como? OK, aqui eu tenho que pôr mesmo as minhas fichas e que isto tem que acontecer mesmo. 37:07 Pessoa 1 Bom, eu estou numa fase. Da minha vida, em que eu o que procuro é acolher um bocadinho, os frutos daquilo que semeai ao longo da vida. 37:15 Pessoa 2 O que já acontece, o que já acontece? 37:17 Pessoa 1 E, portanto, os meus sonhos agora são, se calhar, de outra natureza. Já não tenho ambições profissionais, não quero ir para Hollywood, não quero ganhar um óscar. Não, não, não, porque isso implicava uma outra vida que eu não tenho. Já não tenho e não tenho nem energia, nem vontade. 37:33 Adoro o meu país, adoro viver aqui. Tenho 111, carreira longa, já fiz muita coisa. Sinto me muito reconhecido pelo meu trabalho. Sinto que tenho um espaço de ação, de intervenção, tenho responsabilidades. Portanto, eu, eu, no essencial, sinto me um privilegiado. 37:51 Os meus sonhos são em garantir que a minha família está bem, saudável, que tenho condições para poder continuar a trabalhar e a fazer os textos que. Gosto que quero trabalhar me e relacionar me com os públicos que me acompanham há muitos anos. 38:07 Este trabalho tem vindo a desenvolver há 8 anos no Trindade, que me deixa cheio de de orgulho. 38:12 Pessoa 2 Que é um teatro especial, não? 38:13 Pessoa 1 É. É muito especial. Não só porque foi lá que me estreei como encenador há muitos, muitos anos. Mas tem 11. Bom, é um belíssimo exemplo. Do teatro palco à italiana, neste país muitíssimo bem preservado. E depois tem 11. Relação plateia, palco fantástica. 38:29 E tenho me permitido levar a cena espetáculos de que tenho muito orgulho. É uma proximidade também? Sim, sim, também essa proximidade física, energética, EE é um teatro onde me sinto bem e sinto me acarinhado. Sinto, me sinto me em casa. 38:42 Pessoa 2 Exatamente, há bocadinho usavas a palavra casa. Disseram me que tu cuidas de todos os detalhes que vão desde a bilheteira, no sentido de quem é que é? A pessoa que acolhe na bilheteira, a pessoa que leva as pessoas até até se sentar isto tudo isto faz parte do espetáculo. 39:00 Pessoa 1 Sim. Ou seja, eu diria que um projeto artístico, que foi isso que eu desenhei para a Trindade não se esgota apenas na programação. É um conceito. Que é um conceito de fruição. É uma experiência que começa desde que a gente liga para o para o Trindade a pedir uma informação, desde que compramos um bilhete. 39:16 Como somos, a maneira como somos recebidos na sala, como somos acolhidos no fundo, eu trato Oo Trindade e este projeto como uma empresa cultural que tem que ter uma relação privilegiada com o seu público, tem que acarinhar os seus funcionários e que tem que ter resultados. 39:32 E, portanto, eu não acho que seja nada de novo, de nem transcendente, é apenas um cuidado que eu imprimo em todas as Vertentes que têm que ver com o espetáculo, seja no palco ou fora dele. 39:42 Pessoa 2 Que é isso que nos faz depois sentir bem num determinado sítio e acolhidos. 39:44 Pessoa 1 É o que eu desejo. É assim que eu gosto, é assim que eu me sinto quando eu me sinto bem num num sítio, num espaço, enquanto utente público, seja o que for, eu volto. E é isso que eu quero proporcionar, proporcionar às pessoas com autoridade. 39:55 Pessoa 2 Olha, o que é que a arte pode fazer por nós? Por estes tempos mais conturbados. 39:59 Pessoa 1 Olha, se eu tivesse que reduzir uma única palavra, diria salvar nos. 40:02 Pessoa 2 Assim, logo uma coisa simples. 40:04 Pessoa 1 Simples, porque, na verdade, para que é que vivemos? Não é? Não pode ser só para comer e para procriar e para. Ou seja. 40:11 Pessoa 2 Fazem os animais. 40:12 Pessoa 1 Pronto, exatamente, quer dizer. 40:13 Pessoa 2 Os animais, mas os outros? 40:14 Pessoa 1 Distinguem nos não é. A arte eleva, nos eleva nos a um nível de sofisticação intelectual, espiritual. É É Ela que nos permite. Encarar OA vida OA essência da vida, o sentido da vida EE podermos ao mesmo tempo mergulhar em nós próprios, os nossos sentimentos, na nossa história. 40:34 Portanto, eu acho que esse legado é algo essencial. Acho que todas as pessoas que de uma forma ou de outra têm um contacto com expressões artísticas, eles não têm que ser artistas, mas as pessoas que na vida têm contacto com experiências artísticas. 40:50 São necessariamente mais felizes, mais completas, mais preenchidas. 40:54 Pessoa 2 Mas estamos numa cidade onde gastamos AA vida e a formação dos nossos, das nossas crianças, mais a ter matemática e física e afins do que ir ao teatro, ver uma exposição, ir passear no parque. 41:07 Pessoa 1 Isso é outra discussão, não é? Ou seja. 41:08 Pessoa 2 A nossa matriz está a criar na realidade autómatos e não e não. 41:13 Pessoa 1 Certo, é por isso que já há muitos métodos a serem desenvolvidos e explorados de ensino. Que não passam necessariamente por essa essa compilação de conhecimento, essa aquisição, essa quantificação de de conhecimento que depois, na verdade fica muito pouco, não é quantos nós nos lembramos das coisas que aprendemos na escola? 41:31 Já nem dos rios eu me lembro, entre entre outras coisas. Matemática nem pensar. Felizmente temos as calculadoras, mas o que eu quero dizer é, sabem, matemática é evidente. Eu acho que a educação pela arte podia ser um caminho muito interessante. 41:48 Ou seja, pôr precocemente jovens em contacto com as expressões artísticas ajuda não só a desenvolver a fruição e o sentido crítico, mas e o sentido estético, mas também a desenvolver competências do ponto de vista da imaginação, da criatividade, que são coisas que nós podemos usar em todas as áreas da nossa existência. 42:07 E isso torna nos seres mais sensíveis, mais atentos, mais empáticos e menos e mais generosos também. 42:14 Ferramentas Essenciais para uma Comunicação Eficaz Olha, eu quero aprender. Quero tomar a tua experiência, aprender EE, partilhar com quem nos ouve. O que é que nós precisamos de fazer para nos tornarmos melhores comunicadores? Tu tens uma caixa cheia de ferramentas para nos para, para nos ajudar a comunicar melhor. 42:32 O que é que nós podemos fazer? Vamos, vamos lá. Podemos fazer 11 lista ou ou ou ir ou ir por um caminho para nos tornar melhores comunicadores. 42:40 Pessoa 1 Olha, eu, eu não tenho isto sistematizado, não é? Mas eu diria. 42:44 Pessoa 2 Também não precisamos de todas. Pronto, isso são 2. Quer dizer, podemos começar pela voz, por exemplo. 42:47 Pessoa 1 Eu diria que para para comunicarmos melhor, é muito importante começar por saber o que é que queremos dizer, o que é que queremos comunicar? O problema é que se as pessoas não têm bem a certeza do que querem comunicar. 43:00 Pessoa 2 Sai propaganda, sai propaganda. 43:02 Pessoa 1 Ou sai, envie usado. Não é ou, ou a comunicação perde. Se algures eu, eu começaria por aí, que é termos convicções, termos valores, termos opiniões estruturadas. Vai facilitar. Depois eu diria sermos económicos, concisos. 43:18 Pessoa 2 Não gastar, não gastar o tempo da Malta. 43:20 Pessoa 1 Nem o tempo da Malta, nem a voz, nem nem nem nem o vocabulário. Porque às vezes diz se muita coisa para, às vezes é uma coisa tão simples, não é? Portanto, eu acho que a simplicidade é um bom artifício. 43:30 Pessoa 2 Estamos a falar e à procura do que vamos a dizer. 43:32 Pessoa 1 Exatamente. 43:34 Pessoa 2 Dá, me dá me um sujeito, dá me dá, me dá me um predicado que é para a gente conseguir perceber do que é que estás a. 43:40 Pessoa 1 Falar shakhov já defendia isso. Ser conciso é muito importante. Bom se estivermos a falar da comunicação oral. A articulação é fundamental, não é? Ou seja, porque quando a gente. 43:53 Pessoa 2 Ninguém entende nada. 43:54 Pessoa 1 Entende nada. Portanto, eu acho que falam para dentro a capacidade de falar para fora no sentido de comunicar EEE. Porque nós quando falamos, não falamos só com a voz. Para além de falarmos com a voz de lançarmos as palavras de as articularmos, depois falamos com a energia que pomos na. 44:11 Pessoa 2 E lá está a nossa caixa pulmonar também, não é? 44:13 Pessoa 1 Torácica, EE as nossas expressão. EEE aquilo que não dizemos também é muito importante, não é toda o toda a linguagem que fica. 44:20 Pessoa 2 Isso aprendemos logo com as mães quando elas estão zangadas. 44:22 Pessoa 1 Connosco e não, não precisam de muito. 44:26 Pessoa 2 Não é? 44:27 Pessoa 1 E depois, eu acho que sermos sinceros também ajuda. 44:29 Pessoa 2 Não é sempre? 44:31 Pessoa 1 Bom. 44:31 Pessoa 2 Ou uma mentirinha piedosa também pode caber neste neste. 44:35 Pessoa 1 Se a intenção é que ela pessoa perceba, tens é que. 44:38 Pessoa 2 Circular não é? Olha, e a arte de escutar, porque isto de dizer depois de pensar ou não pode ser uma coisa mais visceral, a arte de ouvir. 44:48 Pessoa 1 Olha, no teatro é fundamental. Aliás, na arte de representação, há mesmo workshops que se chama escuta ouvir, saber ouvir. 44:56 Pessoa 2 Como é que se ensina isso? 44:57 Pessoa 1 Ouvindo. Que é que é? O que é que acontece? Muitas vezes um ator sabe as suas falas, não é? EE sabe a tua deixa e só está à espera da deixa para dizer a dele, portanto, tu dizes chapéu a chapéu é a minha deixa. 45:11 Pessoa 2 Isso fica artificial, não é claro. 45:13 Pessoa 1 Fica. Tu estás à espera da deixa. Mas se tu estiveres a ouvir tudo aquilo que tu estás a dizer, tem um sentido EOAAA. Minha fala é uma reação à tua. 45:22 Pessoa 2 E tu entras no comboio? 45:23 Pessoa 1 Obviamente, tens que ouvir, tens que ouvir, tens que processar e tens que integrar. E isso tudo tem tempos e às vezes OAA, Malta nova, muitas vezes com a ansiedade. Precipita um bocadinho e tu dizes. Calma, calma, ouve, ouve o que ele está a dizer, ouve, ouves, retens. 45:39 Ah, e reages. E isso pressupõe um tempo, pressupõe uma respiração, pressupõe jogo, jogo. 45:44 Pessoa 2 O timing conta. 45:45 Pessoa 1 Muito. Timing é tudo. Timing é tudo em em representação, em comédia. Então é fundamental, se tu falhas o timing, a piada já foi. A maneira como lança se aquele tempo de suspensão. 45:56 Pessoa 2 Há uma aceleração, há uma suspensão e depois consegues fazer que a piada aconteça. 46:01 Pessoa 1 Em em teoria, sim, mas é uma coisa que se sente mais do que se explica, não é? É aqui, cuidado, estás a correr, estás a assim, não tem graça. Tens que tens que fazer o punchline, tens que fazer a chamada e depois lanças a eu estou te a ouvir. 46:12 Pessoa 2 Estou a pensar no ralo solnado lá está que que, independentemente do texto e tudo o que fosse, havia não só maneira de dizer, mas depois também aquela tu quase antecipavas que ali IA acontecer alguma. Coisa e ele trocava te as. 46:24 Pessoa 1 Voltas e tu? 46:25 Pessoa 2 Ias tu ias te embora logo rapidamente, o que é que te falta fazer? 46:30 Pessoa 1 Olha bom o jantar. 46:33 Pessoa 2 Logo tu cozinhas. 46:35 Pessoa 1 Pouco, felizmente, tenho. Tenho em casa quem cozinho muito bem, mas. 46:38 Pessoa 2 Gostas de comer. 46:39 Pessoa 1 Eu gosto muito de comer, pronto. Gosto da sou, sou, sou. Sou um bom garfo. Não sei. Não sei se me falta fazer assim tanta coisa. Eu tenho 11 gaveta cheia de peças que quero fazer. Gostava de fazer um bocadinho mais de cinema, mas é algo que não depende só de mim. 46:55 Pessoa 2 É difícil fazer cinema em Portugal, não é? É fazer no sentido de produzir. 46:59 Pessoa 1 Sim, é muito, é muito difícil, não é porque. 47:00 Pessoa 2 É caro? 47:01 Pessoa 1 É muito caro, não é? Um filme custará à volta de meio milhão, meio milhão de euros, pelo menos. E. 47:08 Pessoa 2 Depois, depende do que é que se venda daquele filme, não é? 47:10 Pessoa 1 Nem tanto, porque não há. Não temos indústria, portanto, este dinheiro é, é. São apoios do estado. Muitas vezes ARTP também participa. Às vezes vêm da Europa, da euro imagens ou de outros organismos que consegues uma co produção, mas eu não tenho capacidade nem tempo para montar esse tipo de coisas. 47:29 Estou aqui empenhado em tentar escrever uma série que propusemos. De resto, ou ou o ica, para ver se conseguimos desenvolver uma ideia. Portanto, eu gostava também de realizar. É uma coisa que já fiz, já já realizei uma curta metragem, mas gostava de realizar a uma série a uma longa metragem. 47:47 No fundo, é um prolongamento natural do facto de eu já ensinar os espetáculos há muitos anos. 47:51 Pessoa 2 E mesmo com com os netflixs desta vida e afins, esse processo não se tornou melhor? Quer dizer, houve o rabo de peixe, obviamente. 47:56 Pessoa 1 É muito competitivo, há muita gente boa a competir por esse nicho e, portanto, para alguém como eu, que vem da área mais do teatro. 48:03 Pessoa 2 E o mercado é pequeno, é muito. 48:05 Pessoa 1 Eficiente, mas eu não, eu não, não vou desistir e se surgir a oportunidade, falo way, mas perguntavas me o que é que eu gostava de fazer? Gostava ainda de realizar um filme ou uma série. 48:14 Pessoa 2 Diogo Infante, muito obrigado. Estou obviamente ansioso e com uma elevadíssima expetativa. Desculpa, como já aqui cá em cima, para para ver esse professor do clube dos poetas mortos. Não sei o que é que vais fazer da tua vida, mas mas isto está a correr bem. 48:32 Pessoa 1 Não vai correr bem? 48:33 As Seis Lições Essenciais para uma Melhor Comunicação Quantos espetáculos é que é que é que são, quantas? Quantas? Então, eu fico sempre frustrado quando aparece um grande espetáculo. Que que eu às vezes que eu tenho a sorte de ir ver. E me dizem isto agora só tem mais mais 3, 3 sessões e eu digo, mas por? 48:48 Pessoa 1 Nós, no Trindade, é ponto, assente. Não fazermos espetáculos menos de 2 meses e meio. Mínimo que luxo. Sim, a gavolta vai estar 2 meses e meio em cena, mas o clube dos poetas mortos. Vai estar bastante mais. 49:00 Pessoa 2 Há conversas que nos deixam marca e esta é uma delas, o Diogo Infante lembro nos que comunicar não é despejar palavras, é estar inteiro, é estar presente, é saber escutar. Mostrou me que a presença não é talento, é uma construção e que a vulnerabilidade, quando não é usada como arma, torna se uma força e que a verdade vive sempre na tensão entre técnica e alma. 49:19 Aqui ficam as lições que eu tirei desta conversa, 5 lições principais a primeira é que a presença constrói se todos fomos tímidos de algum momento. A diferença está no trabalho que fazemos para lidar com isso e para ultrapassar essa timidez e para reforçar a presença. 49:35 A segunda é que a vulnerabilidade é um ativo e não um risco. Quando alguém assume fragilidade com clareza, cria proximidade e não fraqueza. A terceira lição é que a comunicação começa sempre na escuta. Diogo mostrou isso sempre. Escutar é parte da presença, escutar é parte da ética, escutar é parte do ofício quarto. 49:55 A expetativa pesa, mas pode ser transformada. O chip público pode ser disciplina, sem deixar de ser a verdade. A quinta é que, em família, comunicar é amar, é dizer gosto de ti, é pedir desculpa, é estudar o tom e tudo isso molda vínculos. 50:12 A sexta pode ser a arte. A arte salva porque nos baixa, a guarda, porque nos dá um espelho, porque nos dá respiração, e a sétima é que a verdade implica sempre risco e ainda assim. É sempre melhor do que viver dentro do papel. Errado. 50:27 Obrigado ao Diogo Infante pela generosidade, pela coragem desta conversa e obrigado a quem nos está a escutar. Se este episódio vos compartilhem com alguém que precisa de comunicar melhor ou simplesmente ouvir uma boa conversa, podem seguir o pergunta simples, no YouTube, no Spotify, no Apple podcast e em perguntasimples.com e até para a semana.

Martinho Lutero Semblano
Martinho Lutero Semblano - O Natal no templo: Quando a eternidade foi segurada nos braços

Martinho Lutero Semblano

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 59:11


Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Daniel12 _ O Fim da História e o Princípio da Eternidade _ Pr Giovani Zimmermann Jr

Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 23:55


Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!

Mensagens do Meeting Point
08 esperar e aguardar

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 3:44


O nascimento do Príncipe da Paz O povo que caminhava nas trevas viu uma grande luz; habitavam numa terra de sombras e uma luz brilhou para eles. Acrescentaste a alegria, ó Senhor , aumentaste o júbilo. Rejubilam diante de ti como se alegram no tempo das ceifas, como rejubilam ao repartirem os despojos. Tal como outrora com o jugo dos madianitas , também agora quebras o jugo da opressão que pesa sobre o teu povo, a vara que lhes rasga os ombros e o bastão do capataz de trabalhos forçados. A bota inimiga que pisa o solo com arrogância e a capa enrolada , tingida de sangue, serão queimadas e pasto do fogo. É que um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. Deus colocou a soberania sobre os seus ombros. Os seus títulos são: Conselheiro maravilhoso, Deus forte, Pai para sempre, Príncipe da paz. Ele vai alargar o seu domínio e governar em paz total, sobre o trono de David e sobre o seu reino. Vai estabelecê-lo e consolidá-lo com a justiça e o direito, desde agora e para sempre. É isto mesmo o que vai realizar o Senhor do Universo, com todo o zelo. O Senhor lançou a sua sentença contra os descendentes de Jacob, ela caiu sobre o reino de Israel. Leitura bíblica em Isaías 9:1-7 Ler Isaías 9 faz-nos sentir a dureza da vida do povo de Israel: opressão, medo, incerteza. E, no entanto, quando tudo parecia sombra e desânimo, Deus prometeu dar uma luz ao Seu povo, um novo começo. Haveria de ser uma escolha improvável, nascida num local não menos improvável. Isaías descreve essa esperança com títulos que nenhum rei da terra podia carregar: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Não são apenas nomes bonitos, mas títulos que apontam para alguém que ultrapassa a própria história. Embora Israel esperasse um libertador militar, Deus escolheu um bebé, uma vida frágil, para estabelecer o Seu reino; não à força da espada, mas pela presença viva do Emanuel, o “Deus connosco”. Uns bons 700 anos se passaram e Mateus faz-nos o relato da chegada dessa esperança: cumprindo o que Isaías havia dito, a luz chegou ao Mundo na pessoa de Jesus. E no presépio vemos este contraste impressionante: o Deus Forte torna-Se criança; o Pai da Eternidade entra no tempo; o Príncipe da Paz chega a um mundo conturbado e repleto de tribulações. Seria fácil pensar, olhando para a realidade de hoje, que afinal ainda andamos em trevas, que Cristo não terá sido suficiente. Afinal de contas as guerras não deixaram de existir; a tensão gerada pelo ódio uns pelos outros e, especialmente, ao que é diferente de nós, está mais evidente do que nunca… Jesus, o Príncipe da Paz, não veio simplesmente aliviar as circunstâncias, mas veio transformar o nosso coração e reconciliar-nos com Deus. A paz que Ele traz não é ausência de problemas, mas antes a presença de Deus no meio deles. É uma paz que cresce à medida que o Seu reino avança, enquanto esperamos o dia em que fará novas todas as coisas. Ao olharmos para o Advento devemo-nos lembrar que a nossa esperança não é só um aconchego emocional, mas antes a confiança firme na fidelidade de Deus, que já cumpriu a Sua promessa em Cristo e ainda a há de cumprir plenamente. Neste Advento, que saibamos olhar para o mundo – e para nós próprios – à luz desta esperança. Se Cristo é o Príncipe da Paz, então somos enviados como instrumentos dessa paz: no que dizemos e como o fazemos; nos gestos e ações que praticamos. A verdadeira paz toma forma quando reconhecemos o reinado de Cristo em nós e nos dispomos a ser canais dessa paz junto dos que vivem perto de nós. Oração: Senhor Deus e Pai, que a luz do Teu Filho ilumine o meu caminho neste dia. Ensina-me a viver na paz que Ele traz e ajuda-me a ser instrumento dessa paz onde estiver. Amém. - Tiago Silva Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
A Promessa que embala a história do Natal - Na Eternidade

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 37:32


Por Pr. Eduardo Pena. | Gênesis 3:15 | https://bbcst.net/V9465

A História do Dia
O Médio Oriente vai viver em paz até “toda a eternidade”?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 15:25


Antes da Cimeira do Egito, Donald Trump falou no Parlamento de Israel. Além do fim da guerra, defendeu que é o fim do terror e o início da fé e da esperança. A Madalena Moreira é a convidada. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mensagens da Graça de Deus
A21MOD66_20250914 - A vida com Cristo, a morte e a Eternidade.

Mensagens da Graça de Deus

Play Episode Listen Later Sep 14, 2025 62:18


Tema – A vida com Cristo, a morte e a Eternidade. Domingo - 14/09/2025 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Neste sermão impactante, o Ap. Miguel Ângelo nos conduz por uma profunda e corajosa reflexão sobre a vida com Cristo, a morte e a eternidade. Com base em Hebreus 9:27, ele desmonta doutrinas humanas e religiosas que confundem os fiéis, mostrando que não existe reencarnação, purgatório ou alma vagando após a morte. O juízo é imediato. A cruz é a única purificação possível. A salvação vem exclusivamente pela fé em Jesus Cristo. Para o salvo, o céu se abre como um portão automático; para o perdido, começa o tormento consciente. Com exemplos bíblicos, como o rico e Lázaro e o ladrão na cruz, o Apóstolo revela a urgência de escolher em vida o destino eterno. Uma palavra clara, forte e transformadora, que confronta tradições e consola os que estão firmados na fé. Aula 21 Módulo – 66 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha

Igreja Batista Alameda Santa Felicidade
#371 | Olhos na Eternidade | Vinicius Braga | 02/08/25

Igreja Batista Alameda Santa Felicidade

Play Episode Listen Later Aug 5, 2025 44:23


Olhos na Eternidade | Vinicius Braga | 02/08/25

Mensagens da Graça de Deus
A02MOD66_20250709 - Jesus te conhece desde a eternidade

Mensagens da Graça de Deus

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 40:14


Tema – Jesus te conhece desde a eternidade. Quarta – Feira 09/07/2025 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Jesus te conhece desde a eternidade. ✨ Essa poderosa mensagem do Apóstolo Miguel Ângelo revela verdades profundas sobre o plano eterno de Deus, mostrando que a salvação não foi uma resposta ao pecado, mas uma decisão soberana antes mesmo da criação do mundo. Você vai entender que: A cruz não foi um plano B 🩸 Seu nome está escrito nas palmas das mãos de Deus ✋📖 Nada pode frustrar os desígnios divinos, nem mesmo as suas fraquezas 💪🔥 Essa palavra traz segurança eterna para os eleitos, desmascara o engano do medo de "perder a salvação" e afirma: quem foi escolhido por Deus, foi amado antes que o mundo existisse. 📖 Versículos-chave: 1 Pedro 1:18-20, Efésios 1:4-5, Apocalipse 13:8, Romanos 8:28 Assista até o fim e descubra a grandeza do Deus que te chamou para viver eternamente com Ele. 📌 Compartilhe com quem precisa conhecer a Verdade que liberta. Aula 02 Módulo – 66 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha

Linhas Cruzadas
LINHAS CRUZADAS | ETERNIDADE | 12/06/2025

Linhas Cruzadas

Play Episode Listen Later Jun 13, 2025 53:36


Será que o ser humano é capaz de conquistar a eternidade ou ela só está para Deus? Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé vão conversar sobre o conceito que, para muitos, está além da compreensão humana e além do tempo: a eternidade.Esse tema pode desafiar o homem a refletir sobre sua própria existência e o seu lugar no universo. Enquanto algumas pessoas buscam por um elixir da vida infinita através dos avanços da ciência, outras procuram compreender a eternidade presente nos conceitos religiosos. Assista ao Linhas Cruzadas, todas as quintas às 22h na TV Cultura.#TVCultura #LuizFelipePondé #AndresaBoni #LinhasCruzadas #Eternidade

MIGG - Evangelho da Graça
96 - JÁ NASCEMOS NA ETERNIDADE

MIGG - Evangelho da Graça

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 45:59


A eternidade prometida por Deus desde antes dos tempos dos séculos (Tito 1:2) já é uma realidade na vida de todos os Seus filhos. Na 2ª Vinda de Cristo (ocorrida no ano 70 dC) o Senhor trouxe o Seu Reino para a Terra e, com Ele, a vida eterna para os filhos da Salvação. Portanto, nós que viemos ao mundo material depois da 2ª Vinda já nascemos aqui como cidadãos do Reino, herdeiros do Paraíso e habitantes da eternidade.(Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 15/01/2023)---------------------------------------­­­­­­­­----------SEJA UM SEMEADOR!CLIQUE AQUI ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://bit.ly/2srbORG⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ajude-nos a manter (e a crescer) o nosso trabalho de divulgação do Evangelho da Graça de Deus. Desde já o nosso MUITO OBRIGADO pelo seu apoio.----------------------------------------­­­­­­­­----------Leia GRATUITAMENTE os livros de nosso Ministério:LIVRARIA ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.loja.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­----------Instagram - Cristiano França ➜  ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://instagram.com/cfeleito⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aplicativo (Android, iPhone, Windows e Mac) com Rádio 24h e muito + ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://app.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Facebook ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/evangelhogenuino/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Twitter ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.twitter.com/infomigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­-Participe de nosso Canal Oficial no Telegram e receba estudos em Graça, links, folhetos digitais de evangelização, conteúdos exclusivos e todas as demais informações de nosso Ministério.ACESSE O LINK ABAIXO através de seu telefone ou pesquise no Telegram: MIGG Canal Oficial.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://t.me/canalmigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­--

Sabedoria para o Coração
Três Perspectivas, Um Fervor – Vivendo com a Eternidade em Mente

Sabedoria para o Coração

Play Episode Listen Later Mar 12, 2025 27:36


O que motiva sua vida? O apóstolo Paulo tinha uma perspectiva que transformava tudo ao seu redor. Em Romanos 1:14-16, ele revela três convicções que moldavam sua jornada: ele via a si mesmo como um devedor, estava pronto para compartilhar o evangelho e não se envergonhava de sua fé.Neste episódio, exploramos como essas três atitudes podem redefinir a forma como enxergamos nosso propósito no mundo. Será que estamos vivendo com a eternidade em mente ou apenas para o aqui e agora? Descubra o que significa ser devedor a Cristo, à igreja e ao mundo, e como essa visão pode revolucionar sua vida. Se você deseja um novo fervor espiritual, este episódio é para você! Para mais ensinamentos bíblicos, visite nosso site: https://www.wisdomonline.org/?lang=Portuguese

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Viva para a Eternidade

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Feb 23, 2025 39:36


Por Neemias Rocha. | 2 Coríntios 4:16-18 | https://bbcst.net/V9185

Quem Ama Não Esquece
O AMOR, O TEMPO E A ETERNIDADE - TINA QUEM AMA NÃO ESQUECE 10/02/2025

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Feb 10, 2025 14:09


A Tina conheceu o Oliveira aos 9 anos e mesmo sendo jovens, eles se apaixonaram. Eles namoraram escondido por 2 anos, mas a mãe dela não permitia a relação. O tempo passou e Tina conheceu outra pessoa, mas quando estava prester a se casar, o Oliveira apareceu. Ele quis mostrar que ela era a mulher da sua vida, porém a Tina seguiu com o casamento. Logo ela descobriu uma traição e até tentou se casar novamente, mas depois de 20 anos eles finalmente se reencontraram e estavam prontos para o amor. Eles se casaram há 8 anos e ao olhar para trás, Tina percebe que Oliveira sempre foi o amor da sua vida e o destino os reuniu no momento certo.