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A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
O Partido Republicanos, criado há poucos meses em Lauro Müller, já trabalha para ampliar sua atuação política e se consolidar nas próximas eleições. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, o presidente municipal da legenda, Jair Madeira, afirmou que a sigla nasceu com o objetivo de fortalecer a representatividade do município e buscar investimentos por meio de emendas parlamentares. Segundo ele, a criação do partido ocorreu após convite de lideranças estaduais. “A gente viu um partido em um crescente muito grande e fomos convidados para fundar o Republicanos aqui em Lauro Müller, até para conseguir verbas e ajudar o nosso município”, destacou. Jair também ressaltou que o diretório local terá autonomia para definir seus posicionamentos políticos. “A gente é livre para tomar as nossas decisões”, afirmou. De acordo com o presidente, a executiva foi formada com pessoas que representam uma renovação na política local. “Procuramos buscar pessoas com ideias novas e com sangue novo”, disse. O dirigente confirmou ainda que o Republicanos pretende disputar espaço nas próximas eleições municipais. “Estamos plantando uma semente agora para colher frutos daqui a um tempo. O Republicanos vai chegar bem forte nas eleições municipais”, afirmou. Durante a entrevista, Jair Madeira também destacou a conquista de recursos para Lauro Müller, citando uma emenda de R$ 500 mil destinada pela deputada federal Geovania de Sá para a cobertura da quadra da Escola Emília Mamede Soares e outra de R$ 300 mil para a saúde, viabilizada pelo deputado federal Jorge Goetten. Ao encerrar a entrevista, ele resumiu a proposta da legenda: “O Republicanos vem para fazer o bem e ir ao encontro do que a comunidade precisa. Vamos fazer uma política séria, falando a verdade e buscando o melhor para as pessoas”.
Procuramos descanso em lugares tranquilos, mas é dentro de nós que o ruído abunda. Buscamos repouso na montanha, no campo ou junto ao mar, contudo a agitação é interior. Evadimo-nos para múltiplas actividades lúdicas, desportivas, culturais, familiares, domésticas e quantas e demasiadas vezes profissionais; e também não é nelas que mora o sossego. Imaginamos que a resposta para a ausência de paz nas profundezas da alma virá através de manifestações espectaculares (de força e poder) e, no entanto, basta o gentil silêncio do Pai, a voz mansa de Jesus, o sussurro suave do Espírito, que insiste em perguntar-nos individualmente: “o que fazes aqui?”, para, finalmente, nos aquietarmos. Detalhes sobre a celebração 14 junho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.
Procuramos pistas sobre os próximos anos do Motociclismo de Velocidade e passamos em revista as principais corridas de automóveis. Alguém que traga o balde, por favor...
Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza IncomeShares, los ETPs de Leverage Shares que llevan ya casi dos años en el mercado repartiendo ingresos mensuales. Son productos que combinan exposición a acciones o activos con estrategias de opciones para generar ese dividendo mensual. Hoy tienen novedades importantes porque acaban de ampliar la gama considerablemente. “Procuramos buscar activos que tengan el interés de los inversores”, afirma el invitado. Estos, para él, pueden ir desde “las materias primas a los valores”. Dentro de estos, el invitado nos aclara que tienen tanto estadounidenses como europeas. Eso sí, todas las inversiones siguen el mismo principio: “buscar las mejores herramientas para el inversor”. ¿Qué son los ETPs y que aporta Leverage Shares a este vehículo? “Es una clase de ETF, son productos cotizados, que con herramientas orquestamos para que coticen en mercado pero que repliquen activos apalancados o no apalancados”, nos explica el country manager en Iberia de Leverage Shares. También puntualiza que “son unas herramientas que lo que hacen es que mediante opciones se obtienen esas primas y estas se reparten en forma de dividendos e intereses a los inversores que tengan esos ETPs”. ¿Cuál es la oferta que tiene la compañía en España? Ignacio Vacchiano nos cuenta que “empezaron con 19 tipos de IncomeShares en junio de 2024, ahora ya estamos 50 en mercado”. ¿Qué aspectos hay que tener en cuenta antes de hacer una inversión? El experto nos aclara que “lo importante es elegir bien el activo, que te gusta el oro, la plata, carbón o bonos”. ¿Cómo funciona el interés en los inversores minoristas? “Vemos el interés en todo tipo de inversores, más inversores que tengan unos activos saludables”, asegura el entrevistado. Sobre la diferencia de activos como Tesla o Coinbase o el oro y la plata pagan yields muy diferentes a lo que paga el oro, el analista afirma que “cuanto más volátil sea el activo subyacente la opción cotiza con más precio”.
É a polémica histórica do momento: quantos presos políticos havia, afinal, antes do 25 de Abril e depois do 25 de Abril? Procuramos responder a essa questão sem paixões e com os dados disponíveisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste dia de Páscoa, em que celebramos a ressurreição de Jesus Cristo, talvez, se vos perguntasse qual é o acontecimento mais significativo deste dia, muitos responderiam: o compasso pascal. E, de facto, nas nossas paróquias e comunidades, homens e mulheres percorrem casas, ruas e prédios a anunciar esta boa nova: Cristo ressuscitou. Fazem, de algum modo, o mesmo que Maria Madalena: vão dizer que a pedra foi retirada. E, quando ela o diz ao discípulo amado e a Simão Pedro, acontece aquilo que o Evangelho nos mostrou: os dois correm ao sepulcro.O discípulo amado chega primeiro, vê, mas não entra. Depois chega Simão Pedro, entra, vê o sudário no chão e as ligaduras enroladas à parte. Entra, depois, o outro discípulo: vê e acredita. E, no entanto, o texto acrescenta que ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos. Eles não entendiam. E eu não sei se nós, hoje, continuamos a entender.Não podemos ignorar que muitos dos que convivem connosco não acreditam que Cristo ressuscitou. E há até pessoas que cresceram em ambientes religiosos como o nosso, pertencem às nossas paróquias, vivem a Páscoa como um belo feriado de primavera, mas não conseguem dizer, com verdade, que Cristo ressuscitou. Consideram-se descrentes. E a sua dificuldade é importante, porque nos ajuda a perceber que realizar ritos, fazer celebrações e manter tradições sem saber porquê gera vazio, gera erosão interior, e acaba por nos levar a deixar tudo isso para trás.Por isso, a grande pergunta, hoje, é esta: eu acredito que Cristo ressuscitou? Não vale dizer: “Se eu tivesse vivido no tempo de Jesus, teria visto e acreditado”. Os primeiros discípulos também tiveram dificuldade. E o que viram? Viram o vazio, o sudário, as ligaduras. Não viram uma prova; viram indícios. O corpo podia ter sido roubado. Mas aquelas ligaduras enroladas já não eram precisas, porque aquele cadáver já não estava preso à morte. Esta é a leitura da fé.A primeira leitura dá-nos uma chave decisiva: Jesus de Nazaré passou fazendo o bem. Se quisermos procurar uma razão para Deus o ter ressuscitado, talvez a encontremos aí: ele passou fazendo o bem. Por isso, o lugar onde hoje podemos ver indícios da ressurreição é precisamente este: repetir o estilo de vida de Jesus.Cristo ressuscitado não é uma verdade que entra na cabeça apenas por lógica. Não é por uma acumulação de argumentos que alguém chega à fé pascal. Por cada argumento a favor, haverá sempre outro contra. Nós acreditamos verdadeiramente na ressurreição quando a tocamos, quando a experimentamos.Pensemos, por exemplo, em quando estamos zangados com alguém e optamos por retomar o diálogo, em vez de alimentar o silêncio e a distância. Ou quando damos do nosso tempo, da nossa atenção, dos nossos recursos, para acompanhar alguém que está só, alguém que precisa apenas de ser ouvido, mesmo que repita sempre as mesmas histórias. Quando fazemos isso, não precisamos que nos expliquem que fizemos bem. Sentimos por dentro uma paz, uma alegria, uma confirmação interior. Aí há um indício de vida nova.Eles correram ao sepulcro e encontraram-no vazio. Nós corremos, no nosso dia a dia, a lugares marcados pela morte, e, pela graça de Deus, podemos encontrar aí sinais de vida. Quando vivemos como Jesus, que passou fazendo o bem, percebemos que a morte já não tem a última palavra. E então a ressurreição deixa de ser uma fórmula abstrata: torna-se uma experiência concreta.Hoje temos o mesmo problema de Maria Madalena, de Pedro e do discípulo amado: alguma coisa aconteceu, e nós não sabemos explicar tudo. Procuramos provas e encontramos indícios. Mas esses indícios são suficientes para que, guiados pela graça, cresça em nós a convicção de que Cristo ressuscitou. E afirmar isso não é repetir uma doutrina de cor; é reconhecer, no concreto da vida, que onde parecia haver morte, Deus faz nascer a vida. E, ao levarmos vida aos outros, encontramos a vida em plenitude que vem de Cristo ressuscitado.
Neste episódio falamos da história da Groenlândia. Procuramos conhecer as origens do seu povoamento, desde os vikings aos Inuits, o mistério do desaparecimento dos primeiros colonos europeus e as razões pelas quais é, desde há séculos, uma região estrategicamente importante para diversos países.Sugestões de leitura1. Adrian Howkins e Peder Roberts (ed.) - The Cambridge History of the Polar Regions. Cambridge University Press, 2023.2. Hélio Pires – No Tempo dos Vikings. Desassosego, 2024.3. Robert W. Rix - The Vanished Settlers of Greenland. In Search of a Legend and it's Legacy. Cambridge University Press, 2023.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Neste episódio falamos da história do Pai Natal. Procuramos explicar como e quando surgiu, e como se desenvolveu até aos nossos dias como grande símbolo da época do Natal.Sugestões de leitura1. Timothy Larsen (ed) - The Oxford Handbook of Christmas. Oxford, 2020.2. J.R.R. Tolkien - Cartas do Pai Natal. Publicações Europa-América, 2006.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Neste episódio falamos das Guerras das Rosas, uma série de guerras-civis entre as Casas de York e Lencastre que assolaram a Inglaterra da segunda metade do séc. XV. Procuramos conhecer as origens remotas desses conflitos, o seu curso e impacto na história das ilhas britânicas.Sugestões de leitura1. Michael Hicks – The Wars of the Roses, 1455-1487. Osprey, 2003.2. David Grummitt – A Short History of the Wars of the Roses. I.B.Tauris, 2013.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Os debates com os candidatos presidenciais, nos canais generalistas (SIC, RTP e TVI), arrancam hoje e vão prolongar-se até ao dia 22 de dezembro. Os candidatos vão estar frente-a-frente com todos os adversários, aproximadamente 30 minutos em horário nobre (21h00). Quem tem mais a ganhar e quem tem mais a perder? Como vai ser percorrido um caminho que se prevê ir acabar numa segunda volta? Procuramos respostas numa conversa com o subdiretor de informação da SIC, Martim Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Matrioshka Teatro nace a lume lento, da man de 3 mulleres: Anabell Gago, Chelo do Rejo e Lorena Conde. Procuramos facer un teatro de creación, poñer en escena o que a nós nos gustaría ver. Hoxe falamos de "Fala, Fala, Falangueira", que mañán ás 12:30h. se representa no Teatro principal da Estrada. Chelo do Rejo "Este traballo é moi gratificante porque tes a sensación de que estás sementando. A ver se temos a sorte de que xermine". Anabell Gago "Esta obre nace da preocupación de que a mocidade usa menos o galego. Queremos darlle prestixio a través das nosas vivencias". Sábado 11 de outubro 12:30 h Teatro Principal O mundo das palabras amosado por dúas actrices que exploran como foron transmitidas de xeración en xeración, de Matrioshka a Matrioshka, que se moven entre a luz da memoria e do esquecemento, unhas usadas dende hai séculos, outras xa esquecidas, e outras recén estreadas, configurando momentos de diversión e reflexión, creando combinacións que abren as portas da curiosidade sobre a historia da nosa lingua entre o público familiar e infantil a partir de 7 anos. Fala fala falangueira é un espectáculo que nace do amor e respecto á nosa lingua galega. FICHA ARTÍSTICA Dirección e dramaturxia: Gena Baamonde. Intérpretes: Chelo do Rejo e Anabell Gago. Textos: Gena Baamonde, Chelo do Rejo e Anabell Gago. Revisión lingüística: Ana Castro. Deseño de vestiario e escenografía: Gena Baamonde. Máscara: Lorena Conde. Música: Mónica de Nut & Luís Martíns, Virxilio da Silva, Ester García. Audios: Galeku, Pablo Chichas, Elba Lozano, Nucha Lorenzo, Jesús Portas, Mara Señoráns e Mª Teresa Fernández. Iluminación: Octavio Mas. Deseño gráfico: Alba Aller. Fotografía e vídeo promocional: Masako Hattori. ️ "SUSCRÍBETE" ao podcast Máis Información MATRIOSHKAS TEATRO: ✔️Páxina Web: https://matrioshkateatro.com/ ✔️Facebook: https://www.facebook.com/matrioshka.teatro ✔️Instagram: https://www.instagram.com/matrioshkateatro/ Máis Información e outras entrevistas: ✔️Facebook: https://www.facebook.com/PabloChichas ✔️Twitter: https://twitter.com/pablochichas ✔️Instagram: https://www.instagram.com/pablochichas/ ✔️Clubhouse: @pablochichas ✔️Twich: https://www.twitch.tv/pablochichas
Pasa a oír el análisis del discurso y los mensajes de Sheinbaum en nuestra participación de radio con Luis Antonio Ruíz. Procuramos anticipar el rumbo que tendrá el segundo año de gobierno, tanto en el buen sentido como en los negativos que arrastra el morenismo. Gracias por escuchar, excelente lunes.
Nesta gravação explicamos tudo. Candidaturas até ao dia 27/09 Para te candidates envia um email para info@siddhi.pt com:- cv - vídeo de 1 a 2 minutos a falares sobre ti, só para conhecermos a tua vibe- dados de nascimento para espreitamos o teu gráfico (opcional) - data de nascimento, hora de nascimento e cidade de cidade de nascimento- uma conta de IG (influencer ou marca), que está bem posicionada e porquê- 3 ideias de posts de como divulgar a Chave (é possível que usemos estas ideias mais tarde
In this episode of the Canary Cast, Florian Hagenbuch, Co-Founder and General partner at Canary, sits down with Jose Gedeon, co-founder and CEO of Cobre, a Colombian fintech building the real-time B2B payments and cross-border infrastructure powering finance teams across Latin America. From his early fascination with M-Pesa’s case at the University of Pennsylvania, to failed attempts at building his own mobile money business in Colombia, a stint as a consultant at McKinsey New York, and a role at Oyo in Mexico, José shares how each chapter of his journey shaped the vision for Cobre. What started as white-label wallets for meal vouchers during the pandemic evolved into Colombia’s leading real-time B2B payments platform, now expanding rapidly into Mexico and cross-border flows. During the episode, José reflects on the unique challenges of scaling a fintech in LatAm, the pivotal customer moments that unlocked entirely new business lines, and the ambition of turning Cobre into the default infrastructure for payments across the region. In this episode, we dive into: From White-Label Wallets to Infrastructure: How Cobre pivoted from building digital wallets for meal vouchers into real-time B2B payments and treasury management. Cross-Border Breakthroughs: The customer emergency that sparked Cobre’s cross-border product and how it led to a new revenue line. The Role of Stablecoins: Why stablecoins are becoming increasingly relevant in illiquid or high-cost currency corridors like Colombia, Turkey, and Argentina. Scaling in Mexico: How Cobre reached $100M in monthly volume in only 8 months in Mexico—10x faster than in Colombia. Vision for the Future: Why Jose believes it’s still “day zero” for Cobre and how the company aims to become the de facto B2B payment infrastructure for LatAm. Founder Lessons: Biggest mistakes, wins, and the cultural values that define the Cobre team. Whether you’re a founder, operator, or fintech enthusiast, this episode offers a masterclass in product pivots, client-focused culture, scaling infrastructure in emerging markets, and building with ambition in one of the most dynamic regions in the world. Tune in to hear how Cobre is not only modernizing payments in Colombia and Mexico, but also shaping the future of financial infrastructure across Latin America. Guest: Jose GedeonJose is the co-founder and CEO of Cobre, a fintech modernizing B2B payments and cross-border infrastructure in Latin America. Cobre moves billions annually, already processing ~3% of Colombia’s GDP, and recently raised its Series B led by Oak HC/FT, with participation from Canary and other global investors. Follow Jose on LinkedIn Host: Florian HagenbuchFlorian is the co-founder and General Partner at Canary, a leading early-stage investment firm in Brazil and Latin America. Canary has invested in more than 130 companies since its founding in 2017. Previously, Florian founded Loft, a company that digitized and transformed the home buying experience in Brazil, bringing transparency, liquidity, and credit to millions of Brazilians. Before that, Florian also co-founded Printi, the leading online printing marketplace in Latin America. Follow Florian on LinkedInHighlights:00:55 – 07:30 | Jose's Background & Early Influences07:30 – 08:08 | The Impact of COVID on Colombia's Financial Digitization08:10 – 11:07 | University Years, Early Attempts & Lessons Learned11:16 – 14:47 | Corporate Finance Pain Points Cobre Set Out to Solve & the First Iteration: White-Label Wallets14:55 – 16:11 | Cobre's First Business Model and Learnings on Pricing Power and Revenue Potential16:20 – 18:57 | Pivot to Real-Time B2B Payments and Building Colombia's First and Only Real-Time B2B Payment Infrastructure19:00 – 21:00 | Bre-B, the "PIX" of Colombia21:02 – 26:19 | Expansion into Cross-Border Payments and Different Customer Bases26:20 – 28:54 | Money Corridors in Colombia29:00 – 32:22 | Stablecoins & Tech Stack in Cross-Border Payments33:00 – 36:00 | Expansion to Mexico & Early Learnings 36:00 – 37:00 | Key Numbers, Scale & Vision37:00 – 43:07 | Future Plans and Raising Successful Venture Rounds43:08 – 47:40 | Founder Lessons & Culture47:40 – 52:12 | Conclusion: Recommended Content for ListenersRecommended Content: 1. Elon Musk biography by Walter Isaacson2. The World for Sale by Javier Blas and Jack Farchy3. Read, Write, Own by Chris DixonTranscrição do Episódio em Português: Hoje, estamos movimentando cerca de 3% do PIB da Colômbia dentro da Cobre.É um número muito grande.Mas, ao mesmo tempo, também é pequeno.Copo meio cheio, copo meio vazio.Isso nos dá bastante espaço para crescer. Agora, mudando para o inglês, para facilitar um pouco para você.José, muito obrigado por estar aqui. Agradeço por dedicar seu tempo. Estou muito animado para conversar com você. Como contexto, o José é cofundador e CEO da Cobre, uma fintech colombiana que está se expandindo para o México. Vocês rapidamente se tornaram uma das principais plataformas de pagamentos B2B em tempo real e de gestão de tesouraria corporativa na Colômbia — e, em breve, também no México. Sob sua liderança, muitas coisas empolgantes aconteceram. Vocês já escalam para centenas de empresas nesses dois países. Estão movimentando algo em torno de 18 bilhões em volume anual em folha de pagamento e pagamentos a fornecedores.E, o mais importante, estão se tornando uma camada crítica de infraestrutura para times financeiros modernos na região. Estou muito animado com este episódio, em mergulhar na sua jornada empreendedora, José, como a Cobre está modernizando os pagamentos corporativos, o cenário fintech na América Latina de forma mais ampla e, claro, a visão que você tem para o futuro da companhia. José, obrigado por se juntar a nós. É um prazer enorme ter você aqui hoje. José:Florian, o prazer é meu. A Canary foi a primeira firma de venture capital que acreditou na Cobre — e também o primeiro investimento de vocês fora do Brasil. Na época, nós até dissemos ao Marcos que expandiríamos para o Brasil… ainda não aconteceu.Mas tem sido uma ótima história até aqui, e vocês têm sido apoiadores incríveis. Obrigado. Florian:Sim, lembro bem disso. Inclusive, naquela época vocês tinham outro nome, não era? Acho que era “Pexto”, se não me engano.As coisas mudam, mas estamos felizes que deu certo. José, talvez possamos começar um pouco falando do seu histórico e da sua trajetória pessoal. Pode nos contar sobre sua origem e o que você fazia antes de empreender? José:Claro. Eu nasci e cresci em uma cidade pequena da Colômbia chamada Cartagena. Hoje é turística e bastante conhecida, mas, quando eu crescia lá, era apenas um destino nacional, relativamente pequeno. Eu, inclusive, nasci em Barranquilla porque minha mãe era de lá — que é ainda menor.De Barranquilla vêm muitas coisas conhecidas: Shakira, a Avianca (nossa companhia aérea nacional), e as últimas duas empresas colombianas que abriram capital nos EUA também são de lá.É uma cidade muito empreendedora. Talvez um bom precedente para a Cobre, não é? Venho de uma família de imigrantes libaneses — extremamente trabalhadores e empreendedores. Cresci aprendendo, por osmose, o que significava ser um empresario. Homens e mulheres da minha família sempre fundaram e até hoje administram empresas. Era um ambiente muito natural para acabar trilhando o caminho que trilhei. Depois tive o privilégio de estudar na Universidade da Pensilvânia. Meu primo Felipe — hoje cofundador da Cobre — estudava lá um ano antes de mim. Eu nunca achei que conseguiria entrar, mas consegui, e fui para a Penn cursar a graduação. No meu primeiro ano, li um business case sobre a M-Pesa, considerada precursora do dinheiro móvel — e, por consequência, de boa parte do que chamamos hoje de fintech: Zelle, Venmo, Paytm, GCash…A ideia original surgiu da M-Pesa, um serviço criado pela Vodafone que permitia às pessoas enviar dinheiro via SMS. Hoje, algo como 20% do PIB do Quênia transita pela M-Pesa. É completamente ubíquo. Inspirado nisso, tentei várias vezes criar algo parecido na Colômbia durante meus verões na Penn, mas obviamente falhei — afinal, eu não era uma empresa de telecomunicações. Ainda assim, essa experiência me mostrou como uma infraestrutura de pagamentos em tempo real poderia transformar a vida de milhões de pessoas e empresas. Ao me formar, voltei para a Colômbia para tentar de novo. E falhei mais uma vez. Foi aí que percebi: “o problema sou eu, preciso aprender a construir empresas de verdade”. Então fui trabalhar na McKinsey em Nova York. Passei um ano e meio lá e tive como cliente uma das maiores gestoras de venture capital do mundo. Eu era apenas analista júnior na equipe, mas aprendi muito sobre como os VCs pensam. Isso me levou a largar o emprego em Nova York e me mudar para a Cidade do México, para trabalhar na Oyo Rooms, um dos grandes unicórnios da Índia. A ideia era aprender mais sobre startups de hiperescala do que eu aprenderia ficando na consultoria. Fiquei um ano e meio na Oyo — até a pandemia começar. Com a COVID, percebi: “este é o momento certo para digitalizar pagamentos na Colômbia”. As empresas estavam forçadas a mudar. E foi quando decidi voltar a Bogotá, em junho de 2020, para tentar mais uma vez. E agora, cá estamos. Florian:Muito interessante. Não sabia de todas essas tentativas que não deram certo antes.Aliás, eu também estudei na Penn, me formei em 2010. Você foi alguns anos depois, certo? José:Sim, me formei em 2018. E naquela época, o ambiente ainda era mais voltado para carreiras tradicionais. A maioria queria ir para consultoria, bancos de investimento ou fundos. Eu era um dos poucos insistindo em empreender já na graduação. Participei até de competições de startups do MBA, porque não havia para undergrad. (continua na mesma estrutura — alternando Florian / José, até o final da conversa que você compartilhou).
Neste programa Ciência, vamos conhecer a startup moçambicana Biomotta que transforma lixo em carvão. O seu fundador é Michaque Mota, especialista em biocombustíveis, energias renováveis e acção climática. A startup vai representar Moçambique no concurso Climate Launchpad que distingue projectos de negócio ecológicos. A final africana é a 30 e 31 de Agosto, em Marrocos, e a final global é em Outubro, em Viena, na Áustria. RFI: O que representa para a Biomotta ser uma das startups premiadas no concurso Climate Launchpad em Moçambique? Michaque Mota, fundador da Biomotta: “É um marco histórico e bastante significativo para a Biomotta poder ser distinguida no primeiro lugar na fase nacional, o que valida aquilo que é a nossa proposta de solução, o nosso modelo de negócio. Esse reconhecimento é bastante crucial, nos motiva e nos faz sonhar e acreditar que é possível desenvolver iniciativas sustentáveis e causar impacto positivo no campo social, económico e ambiental.” Que perspectivas tem relativamente à final continental e à final mundial? “A expectativa é mesmo ser distinguido, mais uma vez, nesta fase regional, na qual iniciámos o trabalho. Estamos bastante engajados e confiantes e será bastante importante passar desta fase e, obviamente, representar Moçambique. É tão especial, é bastante especial e a expectativa é mesmo passar desta fase e fazer parte das outras startups que serão distinguidas nesta fase regional.” O que é a Biomotta e em que consiste o projecto? “A Biomotta é uma startup 100% moçambicana e inovadora, dedicada à conversão sustentável da biomassa local, biomassa essa que deriva de resíduos agrícolas, sólidos urbanos e dos materiais orgânicos biodegradáveis em biocombustíveis renováveis, acessíveis, seguros e fiáveis. Oferecemos também soluções energéticas sustentáveis, cujo produto principal é a energia derivada de biomassa sob forma de briquetes ecológicos ou carvão ecológico, biogás, concebidos como alternativas limpas e eficientes à lenha e ao carvão convencional ou vegetal. Além disso, também geramos produtos valiosos, como os biofertilizantes e pesticidas naturais e, com isso, promovemos agricultura sustentável local. Neste exacto momento, temos uma capacidade de produção de dez toneladas por dia dos briquetes ou do carvão 100% ecológico, o que responde à crescente procura por soluções energéticas renováveis, impulsionando a transição energética em Moçambique, uma vez que o governo promove a diversificação da matriz energética e também procuramos adoptar um modelo de economia circular que garanta o aproveitamento máximo dos recursos locais agro-energéticos, promovendo a sustentabilidade ambiental e económica. Além do impacto ambiental, a Biomotta promove programas de resiliência comunitária para enfrentar as mudanças climáticas, fomentando adaptação sustentável e o desenvolvimento social e económico, com foco na inclusão de mulheres, jovens e pessoas com deficiência.” Falou em “carvão 100% ecológico”. Até que ponto se pode falar de carvão ecológico quando o carvão polui? “É interessante esta abordagem. O carvão ecológico resulta de um processo de conversão que toma três processos fundamentais. O primeiro processo fundamental é mesmo o abastecimento e o fornecimento da biomassa local. Nós temos valorizado, sob o ponto de vista energético, alguns materiais que são gerados potencialmente a nível local. Estamos a falar de bagaço de cana, casca de coco, casca de arroz, amendoim, palha de milho, entre outros materiais que assumem essas características energéticas. São fontes alternativas de energia onde nós carbunizamos, numa primeira fase. Esse conceito de carbonização nos ajuda na remoção das emissões ou das partículas nocivas, o que ainda é um desafio para os ambientes domésticos no contexto moçambicano. De seguida, associa-se a um adesivo ou um aglutinante, um material que terá essa capacidade para unir os elementos constituintes desta biomassa e com a ajuda de uma tecnologia a que chamamos de briquetage, esse material misturado com o aglutinante é compactado a uma pressão e dá essa forma. Nós temos trabalhado com diferentes formas. Neste exacto momento, estamos a promover briquetes no formato de cilindro, mas também em algum momento temos trabalhado com os cubos e esferas. Com a força motriz do sol, esses produtos são colocados à exposição desses raios como uma forma de permitir a secagem dos mesmos, o que tem uma duração de um dia e, nas épocas com temperaturas um pouco baixas, pode até levar dois dias.” Quem são os potenciais clientes? Já começou a comercializar? “Sim, os nossos potenciais clientes são mesmo basicamente as famílias moçambicanas rurais e dentro desse segmento também passamos prestação de serviços no âmbito de consultoria de algumas soluções energéticas sustentáveis para pequenos empreendimentos locais, sobretudo no sector pecuário. Também temos desenvolvido o mesmo segmento a nível das indústrias locais, que mostram ou buscam soluções energéticas alternativas limpas.” O preço é acessível aos pequenos agricultores, às famílias? “Sim, sim, sim. Procuramos adoptar e atender às necessidades energéticas domésticas locais e tem sido uma experiência bastante interessante porque na nossa cadeia produtiva incluímos o envolvimento das comunidades rurais, em especial das cooperativas agrícolas. É interessante essa acessibilidade, uma vez que a Biomotta tem envolvido a participação activa das comunidades rurais, em especial as cooperativas agrícolas que têm abastecido ou têm fornecido a matéria-prima, esta que tomamos como a biomassa local. É o que faz com que os nossos processos sejam optimizados e nos permitam também abastecer esse produto com preço acessível.” Quantos anos tem a start-up? Onde é que fica sediada? “A Biomotta foi fundada em 2023, está sediada na província de Maputo, no distrito da Manhiça. Inicia este percurso buscando responder os desafios que as comunidades rurais isoladas têm enfrentado, os desafios críticos sócio-económicos e ambientais, sobretudo a questão da crise energética, as desigualdades sociais, os eventos extremos físicos e naturais, a questão da insegurança alimentar e a questão da poluição ambiental. É à volta desses problemas que as nossas famílias moçambicanas têm enfrentado e vimos lá uma oportunidade para transformar esses problemas em grandes oportunidades e é à volta destes problemas pontuais que a Biomotta propõe esta solução sustentável. É com esse objectivo, esse sonho de garantir às famílias moçambicanas energia acessível e limpa.”
P. Manuel (Perú)el tiempo que Dios nos da es muy corto. La vida se pasa volando. Procuramos aprovechar el tiempo haciendo cosas buenas para los demás. Esto nos satisface mucho. Pero debemos ser conscientes de que Dios nos pide también un espacio para Él. El espacio que le damos a Dios es el que nos enriquece y nos hace muy útiles en nuestra relación con el prójimo. Dios nos ama y al amarnos nos está enseñando y para aprender necesitamos escucharle. Todos debemos guardar un espacio para Dios y éste se convierte en el más importante del día. Si escuchamos a Dios tendremos los recursos para ayudar a los demás en lo que haga falta y así seremos felices. Ser felices haciendo felices a los demás.[Ver Meditación Escrita] https://www.hablarconjesus.com/meditaciones-escritas/
Nunca estivemos tão ligados uns aos outros e, no entanto, nunca estivemos tão sós. Ansiamos por relações e aceitação. Ansiamos por ser ouvidos, desejados e receber afeto e carinho. Procuramos o amor em tantos lugares diferentes, no mundano, no excitante e até no perigoso. Mas ele não está lá. Então, olhamos para dentro de nós, esperando que, de alguma forma, possamos criar um amor-próprio suficientemente profundo para aliviar os nossos desejos, mas eles só se intensificam. Por isso, baixamos os nossos padrões e ambicionamos menos. Sentimos a superficialidade daquilo com que nos contentámos, mas pelo menos é alguma coisa, não é? O que desejamos não é ilusório, está muito disponível. O amor é uma pessoa, uma pessoa que viveu e morreu para a nossa salvação, para a nossa vida atual e para o nosso futuro. O amor não é apenas uma palavra ou um conceito, o amor é Jesus, e o amor revela-se naquilo que Ele fez e continua a fazer hoje. Detalhes sobre a celebração 25 maio @Bible.com Disponível no canal do YouTube.
Qual parte mais te marcou?
Começa este fim-de-semana, em Arraiolos, a 21ª edição do Festival Terras sem Sombra. De formato itinerante, a ideia é levar música erudita, ações sobre património edificado e paisagem às comunidades.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje falamos de Ricardo Salgado, acusado de mais um crime de fraude fiscal qualificada. Vamos até aos Estados Unidos conhecer o novo investimento da Apple e explicamos os números de três anos de guerra na Europa. O Economia Expresso é um jornal bi-diário, da SIC Notícias. Procuramos trazer o resumo da atualidade económica nacional e internacional. De segunda à sexta-feira às 14h45 e às 18h20 na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje falamos de Ricardo Salgado, acusado de mais um crime de fraude fiscal qualificada. Vamos até aos Estados Unidos conhecer o novo investimento da Apple e explicamos os números de três anos de guerra na Europa. O Economia Expresso é um jornal bi-diário, da SIC Notícias. Procuramos trazer o resumo da atualidade económica nacional e internacional. De segunda à sexta-feira às 14h45 e às 18h20 na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já se perguntou por que, mesmo depois de adultos, a gente acaba voltando para aqueles hobbies que amávamos na infância? Será que é só nostalgia, ou existe algo mais profundo por trás desse resgate? Vem comigo nessa viagem pelo tempo e pelas emoções, para descobrir como esses hobbies podem trazer leveza e significado para a vida adulta. Ajude esse podcast a se manter! Apoie com R$10 por mês e entre na Nação Pausadinha: orelo.cc/pausaprasentir Quer participar da conversa? Envie sua história ou dúvida para pausaprasentirpodcast@gmail.com Quer seguir nas redes sociais? Apareça lá em www.instagram.com/pausaprasentirpodcast
Neste episódio falamos sobre a exploração dos pólos - o Ártico e a Antártida. Procuramos compreender quando foram reconhecidos geograficamente, como foram explorados, e que impactos é que isso trouxe. Sugestões de leitura 1. Donald S. Johnson - História das viagens marítimas - a navegação pelos oceanos do mundo.Sete Mares, 2008. 2. David Armitage, Alison Bashford e Sujit Sivasundaram (eds) - Oceanic Histories. Cambridge University Press, 2018. ----- Obrigado aos patronos do podcast: André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Pedro Matias; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luisa Meireles, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa; Adriana Vazão, Ana Gonçalves, André Abrantes, André Chambel, André Silva, António Farelo, Beatriz Oliveira, Bruno Luis, Carlos Castro, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Vitor Couto. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 Edição de Marco António. Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)
Vários dias depois da morte deste homem há ainda muitas dúvidas por esclarecer e várias versões em confronto. Procuramos respostas com a jornalista Adriana Alves, que acompanha o caso desde o início.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura bíblica do dia: Jeremias 29:4-14 Plano de leitura anual: Isaías 45-46; 1 Tessalonicenses 3 Minha filha ganhou caranguejos de estimação. Ela encheu um tanque com areia para que eles pudessem cavar e escalar e todos os dias lhes servia água, proteína e vegetais. Eles pareciam felizes e por isso foi um choque quando sumiram. Procuramos em todos os lugares; descobrimos que estavam sob a areia e ficariam lá por cerca de dois meses, para trocar de carapaça. Os dois meses se passaram, então mais um mês, e eu comecei a recear que tivessem morrido. Quanto mais esperávamos, mais impaciente eu ficava. Finalmente, vimos alguns sinais de vida e os caranguejos apareceram novamente. Questiono-me se o povo de Israel duvidava da profecia de Deus enquanto viviam exilados na Babilônia. Será que sentiam desespero? Ou temiam ficar lá para sempre? Deus disse por intermédio de Jeremias: “Eu virei e cumprirei todas as boas promessas que lhes fiz e os trarei de volta para casa (Jeremias 29:10). De fato, 70 anos depois, Deus moveu Ciro, o rei persa, a liberar os judeus para retornar e reconstruir o templo em Jerusalém (Esdras 1:1-14). Em tempos de espera, quando parece que nada está acontecendo, Deus não se esquece de nós. Enquanto o Espírito Santo nos ensina a paciência, saibamos que o Consolador é a nossa fonte de esperança, a garantia da promessa e aquele que controla o futuro. Por: Jennifer Benson Schuldt
Hoy en Jessie Cervantes en Exa, llega el Mundo de Poncho Vera y nos habla de los resultados de la Copa América y la Euro 2024. Procuramos casi no hablar de la Selección Mexicana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vende os chips de que a Inteligência Artificial precisa e a procura é muito superior à oferta. Em cada 10 das unidades de processamento gráfico (GPU na sigla em inglês) vendidas no mundo, em 2024, nove foram da Nvidia. O seu valor de mercado passou passou de um bilião (milhão de milhões) para dois biliões em apenas nove meses, mas só precisou de três meses para voltar a valer mais um bilião. Este mês vale bem mais de três biliões de dólares e disputa o lugar de empresa mais valiosa do mundo. Procuramos perceber melhor o que é Nvidia com o olhar do jornalista de economia do Expresso Gonçalo Almeida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na quinta e última parte da nossa série para comemorar os 50 anos do 25 de Abril falamos com Aurora Almada Santos, investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH-NOVA), sobre o processo de descolonização entre 1974 e 1975. Procuramos perceber, entre outras questões, qual foi a política do MFA para as colónias, como é que o 25 de Abril foi visto pelas populações locais e pelos movimentos de libertação e como se deu o processo de descolonização. Sugestões de leitura 1. Luís Nuno Rodrigues - Spínola. Lisboa: Esfera dos Livros, 2010. 2. Medeiros Ferreira - Portugal em Transe. José Mattoso (dir) - História de Portugal, Volume 8. Lisboa: Círculo de Leitores, 1904. 3. Aurora Almada Santos - "Da “Débil Presença” ao Fait Accompli: A Organização das Nações Unidas e a Descolonização Portuguesa", Estudos do Século XX. Revista do Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Coimbra, N.º 18, 2018, pp. 115-133, disponível online: https://impactum-journals.uc.pt/estudossecxx/article/view/1647-8622_18_6 ----- Obrigado aos patronos do podcast: Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Bisme, Oliver Doerfler; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Francisco, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, Andre Mano, André Marques, André Silva, António Farelo, Beatriz Oliveira, Carlos Castro, Diogo Freitas, Fernando Esperança, Filipe Paula, Gn, Hugo Vieira, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José, José Santos, Luis, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, tope steffi. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 Edição de Marco António.
Na terceira parte da nossa série para comemorar os 50 anos do 25 de Abril falamos com Irene Pimentel, investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH-NOVA), sobre o próprio dia da Operação Fim-Regime de 25 de Abril de 1974. Procuramos compreender as anteriores tentativas de derrube do Estado Novo, o surgimento do Movimento das Forças Armadas e quais as suas reivindicações, como é que planearam o golpe militar e como se deu a queda do regime. Sugestões de leitura 1. José Medeiros Ferreira - A Revolução do 25 de Abril. Ensaio histórico. Lisboa: Shantarin, 2023. 2. Hannah Arendt - As Origens do Totalitarismo. Lisboa: Dom Quixote, 2024. 3. Susan Neiman - A Esquerda Não é Woke. Lisboa: Editorial Presença, 2024. 4. Irene Pimentel - Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975 - Episódios menos Conhecidos. Lisboa: Temas e Debates, 2024. 5. Irene Pimentel - O Essencial sobre a PIDE. Lisboa: INCM, 2024, disponível online: https://imprensanacional.pt/?w3n_livros_pdf=o-essencial-sobre-a-pide ----- Obrigado aos patronos do podcast: Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, Andre Mano, André Marques, André Silva, António Farelo, Beatriz Oliveira, Carlos Castro, Carlos Martinho, Diogo Freitas, Fernando Esperança, Filipe Paula, Gn, Hugo Vieira, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José, José Santos, Luis, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, tope steffi. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 Edição de Marco António.
O cenário é o do filme "Uma Linda Mulher". Em uma das suítes do famoso hotel Beverly Wilshire com vista para a Rodeo Drive, Martha Medeiros montou um ateliê improvisado. Agora a mistura é de rendas, cristais e livros, já que a estilista está em Los Angeles para lançar a obra que narra sua trajetória inspiradora. "Do Sertão a Hollywood", escrito pela jornalista Eliane Trindade, ganhou versão em inglês ("From the Hinterland to Hollywood") e conta desde as raízes de Martha, em Maceió, quando fazia roupas para bonecas até o estrelato com vestidos nos tapetes vermelhos mais famosos do mundo, com peças que adornam diversas celebridades. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los AngelesUma dessas estrelas escreveu o prefácio da obra, a colombiana Sofia Vergara. A atriz, uma das mais bem pagas da TV americana, conhecida mundialmente por "Modern Family" e que acaba de estrear "Griselda" (Netflix), encontrou Martha nas redes sociais, e em 2015, encomendou seu vestido de casamento com o ator Joe Manganiello.No momento da entrevista à RFI, na suíte transformada em ateliê, Martha Medeiros finalizava peças que entregaria pessoalmente no dia seguinte à Sofia Vergara, junto com um exemplar do livro.Além de Sofia, Beyoncé, Jessica Alba, Patricia Arquette e diversas outras celebridades são clientes da alagoana, que já teve suas peças em filmes Hollywoodianos como "Um Príncipe em Nova York" e séries como "The Crown". A estilista também assinou o enxoval do papa Francisco, quando ele passou pelo Brasil, em 2013."Do Sertão a Hollywood"As pesquisas para o livro começaram em 2019. O trabalho de campo levou Eliane Trindade aos locais de onde vem a obra-prima para os vestidos de alta-costura."Uma das coisas que me atraiu para o projeto foi o fato de que as rendas eram também a geração de lucro para as rendeiras. Eu trabalho nessa área de empreendedorismo social na Folha de São Paulo, então isso me conectou com o trabalho da Martha. Além do glamour, do talento dela, tinha esse lado do sertão. Acho que uma das coisas mais importantes que a gente fez para o livro foi conhecer aquela realidade, mergulhar e ver como a renda foi resgatada das feiras, de um tecido que já foi nobre, deixou de ser e voltou para alta-costura", conta a jornalista.O livro é um convite para uma viagem onde a simplicidade se encontra com o luxo, e a força da tradição se reinventa em cada criação. Não é apenas o trabalho de Martha que está descrito na obra e chega a Hollywood, mas o de centenas de mulheres do sertão que entrelaçam os fios para que a estilista os transformem em verdadeiras obras de arte, em vestidos que levam um ano para serem feitos e podem custar US$ 25 mil (cerca de R$ 125 mil).No projeto social há 400 mulheres, sendo uma parte com dedicação ainda maior à renda. "Cada vez mais a gente está aumentando esse outro grupo voltado para peças ainda mais especiais e peças de laboratório onde a gente está usando a cor e outras coisas que a gente não usava. Esse é o propósito, além de resgatar coisas antigas, procurar o que nunca foi feito com a renda feita à mão no Brasil", relata Martha.Da barraca da feira à alta-costuraMartha Medeiros mostra com orgulho as mulheres que representa aqui em Hollywood: rendeiras como a Dona Lalinha, que a estilista faz questão de mostrar uma foto. Ela compra as rendas de antigas artesãs, que antes faziam peças como toalhas e porta copos e as coloca em artigos cheios de glamour. A alagoana teve barraca por mais de 10 anos na feira de artesanatos em Maceió, na praia de Pajuçara, e depois que ganhou o mundo nunca deixou de voltar para transformar as vidas de quem ficou por lá. Agora mostra que a beleza pode brotar nos lugares mais áridos."Eu fui ver o percurso, para ver como ela chegou e descobriu isso. Ela percorria quilômetros e ia nos lugares mais inacessíveis atrás de rendeiras. Ela descobria que tinha uma rendeira num município tal, não tinha nem endereço, nem nome completo, ia bater na porta das pessoas e comprava o estoque daquela família de anos. Aquilo mudava a vida daquelas pessoas, ela conseguiu dar escala e agregou valor para um produto que estava subestimado", conta. A estilista continua seu relato: "Às vezes eu vou com uma pessoa do lado e a pessoa fala assim: 'você vai comprar isso, eu não acredito, isso está amarelo, esverdeado, preto, isso faz 25 anos que está ali e ainda está rasgado.' Eu falo, vou comprar e eu sei que eu tenho o dom de Deus de pegar aquilo ali e transformar numa coisa linda. Então eu compro sem medo, sem pena, sabendo o que eu estou fazendo e essa energia é maravilhosa".Das freiras francesas ao tapete vermelhoNo século 19, com a ida ao Brasil de freiras francesas, a renda renascença chegou ao nordeste do País e o ofício foi ensinado às mulheres humildes do sertão. A técnica acabou sendo responsável pela inserção delas no mercado de trabalho e representa, muitas vezes, a única fonte de renda para muitas famílias.É com essa força da tradição entrelaçada que Martha transforma vidas. Com seu dom e informações de moda, a simplicidade se torna sofisticação, o ordinário, extraordinário, o invisível, visível. Assim, a arte do sertão conquistou Hollywood."Foi um trabalho de muitos anos, fazendo aos pouquinhos e vendo resultado e voltando e dizendo para elas: 'Olha que bacana a gente já consegue ter esse resultado'. A gente acredita muito nisso, que o futuro tem um coração antigo, que essa é a verdadeira joia, o verdadeiro luxo que as marcas de luxo estão desesperadas. Procuramos as rendeiras mais antigas e resgatamos várias técnicas que não existem mais, você olha a própria renda Renascença no Brasil ela não tem mais isso. O que eu quero é isso cada vez mais, trazer essa informação de moda que a gente tem para essa arte e mostrar ao mundo o verdadeiro luxo brasileiro", conclui a estilista.
Thamirys Nunes, do perfil @minhacriancatrans, compartilha a sua história como mãe da Agatha Em 2019, Thamirys Nunes se viu diante de um dos momentos mais desafiadores de sua vida. Faltavam informações na internet para ajudá-la, mas um feixe de luz surgiu quando se deparou com um artigo científico em inglês sobre transexualidade, gentilmente compartilhado por uma amiga. Esse achado revelou-se crucial no acolhimento de sua filha Agatha, que aos 4 anos se entendia uma menina. Após um período permeado por tristeza, dúvidas e angústias, Thamirys decidiu se tornar a referência que não encontrou no processo de transição da filha. Com o livro "Minha Criança Trans?", ela compartilhou sua jornada para servir como inspiração e oferecer apoio às mães que enfrentam desafios semelhantes. Além de escritora, Thamirys se tornou uma ativista dedicada, coordenando organizações não governamentais voltadas para a defesa dos direitos das crianças e a promoção de políticas públicas. Em uma conversa franca com o Trip FM, ela compartilhou detalhes de sua história e também falou sobre preconceito, solidão e educação. "A mãe do menino podia sonhar com muita coisa nessa vida. Para acontecer algo com um menino branco de classe média precisaria ser uma fatalidade. O céu era o limite. Já a minha filha tem uma expectativa de vida de 35 anos, porque as mulheres trans são assassinadas com requinte de crueldade no Brasil. Eu só quero que ela volte viva", conta ela, em um relato tocante que destaca não apenas sua jornada pessoal, mas também lança luz sobre questões de inclusão e defesa dos direitos trans e das crianças. A entrevista completa com Thamirys está disponível aqui no site da Trip e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2024/02/65cfa1e6ccd37/thamirys-nunes-tripfm-mh.jpg; CREDITS=Layla Motta (@laylamotta); LEGEND=Thamirys Nunes; ALT_TEXT=Thamirys Nunes] Trip. Como foi para você quando percebeu que, logo aos dois anos, seu filho já não se encaixava nos padrões normativos do universo masculino? A gente tinha convivência com outros meninos da mesma idade nessa época e ele não respondia aos mesmos estímulos da mesma forma. Muito pelo contrário, se interessava pelas roupas e brinquedos tipicamente femininos. Isso me gerou uma angústia. Procuramos uma profissional da saúde mental, uma psicóloga muito bem recomendada, que fez várias sessões com nós todos. Ela me disse que eu era vaidosa demais, que dava muitas referências do universo feminino para a minha criança, que meu marido era muito ausente. Para mim, a culpa ser dos pais foi um alívio. O que eu não sabia é que estava abrindo a porta para o inferno. Me masculinizei muito, tirei todos os brinquedos coloridos, enchi a casa de bonecos de heróis, comprei um cachorro macho… Passei dois anos colocando coisas masculinas em casa enquanto a rejeição da criança só aumentava. E as pessoas ao redor julgavam a minha criança como ingrata, mas o que aconteceu é que eu não estava escutando. Com três anos começou a verbalização: “Mãe, é triste que eu nasci menina”. Minha angústia só aumentou. Onde eu estava errando? Eu não conseguia sair desse cárcere de gênero. Quando ele me perguntou se quando morresse poderia voltar menina, comecei a perceber que não valia a pena aquele caminho. Por que eu estava naquele caminho? Pelo medo de como a sociedade ia me julgar, pelos espaços que iria perder, pela validade como uma família bem quista? Era o meu filho que estava em jogo. Eu optei por ele. Você é muito criticada nas redes, mas as pessoas confundem muito gênero com sexualidade. Você pode falar um pouco sobre isso? A gente tem que começar entendendo que genitália não define gênero. Quando alguém pergunta sobre quem você é, você vai falar do tamanho da sua genitália, da potência? Não, a última coisa que pensamos quando nos descrevemos é na nossa genitália. E a gente vive em uma sociedade que acha que isso define gênero. Uma criança a partir de dois anos de idade tem estrutura cerebral cognitiva para entender as caixinhas que a gente coloca o que é feminino e o que é masculino. Nós somos uma sociedade extremamente binária. Se eu chegar em uma loja de bóia, eles vão me perguntar se é pra menino ou menina. É pra não afundar! As crianças percebem isso e 98% está de acordo com o gênero que lhe foi colocado. Estima-se que 2% sente desconforto com o que foi imposto. A questão da sexualidade só vai aflorar na puberdade. Identidade de gênero não é o mesmo que sexualidade. É importante falar isso porque o xingamento que mais recebo é de pedófila. O que eu faço é respeitar quando ela olha para mim e fala "Eu me sinto mais confortável se você me chamar de filha do que de filho". A gente tem uma cultura antiga de não validar a criança, de que escutar a criança é um sinal de fraqueza. A criança é um indivíduo pertencente aos seus interesses e desejos. A gente precisa lidar com a frustração de os nossos filhos não corresponderem ao que a gente planejou. E como você lidou com o processo de transição? Perder o meu filho de vista foi muito sofrimento. Eu achei que iria morrer de tristeza. Como mãe, eu estava muito feliz com meu filho homem. Ele é que estava infeliz. Precisei decidir entre a minha felicidade e a dele. Lembrei que mais do que ser mãe de um filho homem, eu queria ser mãe de uma pessoa que queria fazer feliz. Quando ele colocou o primeiro tutu eu já sabia que nunca mais iria vê-lo do jeito que o conheci. Eu sentia que se amasse a menina que estava vindo, eu trairia a memória do meu filho. Como eu amo a pessoa que está matando quem eu mais amo. Sou mãe de duas pessoas, são amores diferentes. Minha filha, hoje, é um amor visceral, eu mato e morro por ela. Foi difícil achar esse caminho. A mãe do menino podia sonhar com muita coisa nessa vida. Para acontecer alguma coisa com um menino branco de classe média precisaria ser uma fatalidade muito grande. O céu era o limite: viagens, formaturas. Já a minha filha tem uma expectativa de vida de 35 anos, porque as mulheres trans são assassinadas com requinte de crueldade no Brasil. Eu não estou nem mais me lascando se o Natal vai ser ou não na minha casa, por exemplo. Eu só quero que ela volte viva de onde quer que ela vá. Não foi só uma troca de roupa, foi uma troca de sonhos, de vida.
Mensaje 17 de nuestra serie: ¿Qué Somos? Por el pastor Edgar Flores. Predicado el domingo 28 de mayo de 2023 en la Iglesia Gracia Soberana Cd. Juárez.Jesús desafía nuestro concepto de lo que es la grandeza verdadera, de lo que significa ser el primero y el mayor ante los ojos del SEÑOR. Estamos llamados a la grandeza y esa grandeza es SER como Jesús, quien siendo el mayor y más grande: “No vino para ser servido, sino para servir, y para dar Su vida en rescate por muchos” Así que si vamos a procurar la piedad en nuestras vidas como hemos visto las ultimas semanas (amor y la humildad) no podemos separarla de la virtud del servicio. Así que “Procuramos la piedad en nuestras vidas siendo los siervos de TODOS”.
Neste episódio especial falamos sobre o Portugal Romano com o arqueólogo Carlos Fabião, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador e diretor do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa / Uniarq. Tentamos perceber como era a Península Ibérica aquando da chegada do império romano, como é que se dá o processo de romanização - e o que se entende por romanização. Procuramos também compreender quem foi o famoso Viriato, como se dá o fim do período romano e que vestígios é que deixou. Sugestões de leitura: 1. Projecto de divulgação 'Portugal Romano', de Raul Losada: instagram.com/portugal.romano e facebook.com/portugal.romano. 2. Mary Beard - SPQR. Uma história da Roma Antiga. Lisboa: Bertrand Editora, 2016. 3. Lídia Fernandes - Viagem ao passado romano da Lusitânia. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2016 4. Jorge de Alarcão - A Lusitânia e a Galécia do séc. II a.C. ao séc.VI d.C. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2017. Disponível gratuitamente online: ucdigitalis.uc.pt/pombalina/item/55055 ----- Obrigado aos patronos do podcast: Andrea Barbosa; Luís Pinto de Sá, Domingos Ferreira, Pedro Ferreira, João Félix, Vera Costa, Oliver Doerfler, Gilberto Abreu, Daniel Murta, João Cancela, Rui Roque; João Diamantino, Joel José Ginga, Nuno Esteves, Carlos Castro, Simão Ribeiro, Tiago Matias, João Ferreira, João Canto, António Silva, Gn, André Chambel, André Silva, Luis, João Barbosa, André Abrantes, António Farelo, Fernando Esperança, Pedro Brandão, Tiago Sequeira, Rui Rodrigues. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: "Five Armies" e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 A edição de áudio teve o apoio de Marco António.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Primera meditación de un retiro del mes de marzo, previo a la Semana Santa. Procuramos contemplar la pasión como alguien presente en el corazón de Jesucristo, donde nos llevaba a todos. Nos fijamos en los personajes que pusieron algo de consuelo: San Juan, Claudia, Verónica, Simón Cireneo, el Buen Ladrón, el Centurión, José de Arimatea y Nicodemo, la Virgen María. Esta meditación es solo para fans, pero está disponible en la app "Meditaciones diarias".Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Meditaciones diarias. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/874295
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Quem, como eu, é um fã de twitter certamente se divertiu muito nos últimos dias. A Sílvia Rizzo pergunta-se quem enviou o cometa e a verdade é que não tenho pensado noutra coisa. Procuramos encontrar a resposta no decorrer deste episódio e contamos com a vossa ajuda! Este minuto do Kiko não me aguentei tão bem mas mesmo assim consegui preencher 52 segundos. No próximo voltarei mais forte. Esperamos que a vossa cara no final do episódio seja de alguém que não está perdido no mundo e arrependidíssimo do convidado que escolheu. Como o Unas. Acredito que depois desse episódio já não temos hipótese nenhuma de ganhar o podcast do ano. Tenho muita pena que não nos tenhamos lembrado primeiro de falar dos dinãossauros.
Celebram-se esta semana 40 anos do Código Penal que descriminalizou o sexo fora do casamento, na altura reservado aos heterossexuais. Foram precisos nove anos desde o 25 de Abril para dar este passo. Tantos anos de moralidade sexual no edifício legislativo afectam ainda hoje a forma como vivemos a nossa sexualidade? Procuramos respostas, numa conversa com Pedro Nobre, doutor em Psicologia Clínica, director da Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todos os dias, acontecem 5,6 bilhões de buscas no Google. Das coisas mais básicas - como fazer, onde comprar… - até questões complexas e íntimas. Sim, porque atire a primeira pedra quem nunca jogou no Google o nome de um exame pra ver o que era, um sintoma, um tema que estava bombando.Não à toa, o Google Trends é um grande revelador de dados. Quer ver? O termo “como engravidar” já representa metade do índice de busca mais procurado no Brasil: “como emagrecer”. Isso desnuda uma realidade que já tratamos aqui: a infertilidade é cada vez mais comum e aflige muitas mulheres, assim como a pressão estética.Quando vimos os termos mais buscados de 2022, sentimos que essa não foi só uma lista. A inclusão de dancinhas, histórias de superexposição, política, ser padrão... várias questões foram reveladas intimamente entre nós e o maior buscador da internet.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Procuramos "resultados"? Queremos desenhos melhores? Rasgamos trabalhos que não ficam bem? Os pais exageram e no fundo querem que os filhos sejam os melhores. Porquê? A maioria das vezes por vaidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mariana Vieira da Silva: "Procuramos uma solução que proteja os salários mais baixos"
FdB 3x36 | Llegamos, esta vez sí, a las puertas de La Fenomenología del espíritu (1807) el largo viaje desde la conciencia particular inmediata al espíritu absoluto (conciencia filosófica) y el proyecto más ambicioso de toda la historia del pensamiento occidental. ¿Qué significa y qué implica esta fenomenología? ¿Qué entiende Hegel por espíritu y por Absoluto? ¿En qué sentido debemos entender la dialéctica y la reconciliación? ¿Cuáles son las raíces intelectuales de la propuesta hegeliana? Procuramos responder de manera sintética a estas preguntas viajando a las entrañas de la Fenomenología, para descubrir, desde su propia estructura, el alcance y la dimensión de lo que propone. Entre Orfeu i Plató de Joan Cuscó protagoniza el libro semanal: un ensayo que habla de filosofía partiendo de puntos de referencia musicales, y alumbra numerosas huellas filosófico-musicales en la cultura catalana de la última centuria, descubriendo una continuidad que llega a la Grecia Antigua. ❗ FILOSOFÍA DE BOLSILLO sólo es y será posible gracias a ti. Hazte mecenas en https://www.filosofiadebolsillo.com/patreon y accede a este y otros EPISODIOS COMPLETOS y a tus recompensas. Si quieres apoyar el proyecto y tienes cualquier duda, escribe a correo@filosofiadebolsillo.com. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/diego-civilotti/message
Neste episódio olhamos para o Mediterrâneo oriental e para a ilha de Rodes, que esteve sob alçada dos Hospitalários de 1309 a 1522, quando é conquistada pelos Otomanos. Procuramos compreender o porquê desta conquista enquanto vislumbramos a expansão do império Otomano nos sécs. XV e XVI. Sugestões de leitura: 1. Robert Douglas Smith e Kelly DeVries – Rhodes Besieged. A New History. Stroud: The History Press, 2011 2. Donald Quataert - O Império Otomano - Das origens ao Século XX. Lisboa: Edições70, 2008. Música: "Five Armies" Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/