Podcasts about escrever

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Incial
Minipod 317: O que é escrever ficção, afinal?

Incial

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 66:51


Salve, salve, confrades. Boa madrugada! Tudo bem como vocês? No minipod de hoje, descubra o que você precisa para escrever ficção — e qual a diferença desse estilo literário para outros tipos de texto. E ainda, neste programa: saiba como trazer fluidez à sua prosa; veja qual é a melhor ordem para acompanhar uma série (em qualquer mídia); confira uma dica para empresar livros (e recebê-los de volta); e fique ligado aqui no canal para saber como será o Retiro Literário, que acontece neste feriadão de Corpus Christi. 

UniForCast
#2 Ressonâncias - Celma Prata

UniForCast

Play Episode Listen Later May 21, 2026 71:17


O podcast “Ressonâncias” nasce do encontro entre a literatura e a experiência individual de leitura. A proposta do programa é simples: ler um livro e compartilhar o que ficou nos pensamentos após a última página. Na segunda temporada o Ressonâncias fez algo diferente. Nessa temporada especial, intitulada de “Ressonâncias Entrevistas”, o podcast trouxe escritoras regionais para falar sobre suas obras, carreira, e muito mais!Nesse segundo episódio, disponível em todos os tocadores de áudio pelo canal do UniforCast, a convidada é Celma Prata, pedagoga formada pela Universidade Federal do Ceará, jornalista formada pela Universidade de Fortaleza, formada em marketing pela NYU (New York University) e escritora. Além disso, é integrada na Academia Cearense de Letras e na Academia Fortalezense de Letras (a AFL). A autora é responsável por obras como “Descascando a grande maçã”, “Viver', “O segredo da boneca russa”, entre outros.

Audiodrama
#002 — programa performativo — escrever — estranhar — morrer

Audiodrama

Play Episode Listen Later May 18, 2026 50:03


esse episódio apresenta o começo de uma reflexão sobre a noção de programa performativo; e uma conversa com Lena Giuliano sobre sua performance 'escrevendo na cova de alguém'.citados no episódio:podcast Dito e Feito #39: Um glossário de Eleonora Fabião(disponível aqui)artigo "Programa Performativo: O corpo-em-experiência", de Eleonora Fabião (disponível neste link )Susan Sontag (Notas sobre Camp)roteiro, edição e narração do episódio: diego cardoso.

Arauto Repórter UNISC
A Página de Hoje Está em Branco

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later May 12, 2026 5:52


Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.

Assunto Nosso
A Página de Hoje Está em Branco

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later May 12, 2026 5:52


Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.

UniForCast
#1 Ressonâncias - Ana Márcia Diógenes

UniForCast

Play Episode Listen Later May 7, 2026 75:32


O podcast “Ressonâncias” nasce do encontro entre a literatura e a experiência individual de leitura. A proposta do programa é simples: ler um livro e compartilhar o que ficou nos pensamentos após a última página. Na segunda temporada o Ressonâncias fez algo diferente. Nessa temporada especial, intitulada de “Ressonâncias Entrevistas”, o podcast trouxe escritoras regionais para falar sobre suas obras, carreira, e muito mais!No primeiro episódio da segunda temporada do programa, disponível em todos os tocadores de áudio pelo canal do UniforCast, a convidada Ana Márcia Diógenes, jornalista, escritora e professora, compartilha sua inspiradora jornada profissional e pessoal em uma conversa descontraída com mediação de Ana Paula Farias e a participação dos membros do núcleo de Podcast Bia Barros, Isabela Fortaleza, João Pedro Moreira, Matheus Pinheiro e Wyvina Santos. O episódio mostra como foi sua trajetória do jornalismo até a literatura, seus desafios e dificuldades. FICHA TÉCNICA:Técnicos de áudio e edição: Rufino Sales.Produção: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Caio Nuto, Clara de Assis, Eduardo Mendes, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, João Pedro Moreira, Luana Gonzaga, Lucas Moreira, Matheus Pinheiro, Rafaela Barbosa e Wivyna Santos.Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção Geral: Max Eluard

Jorge Borges
Educação, Media e IA | Seis anos, 35 textos e uma pergunta que não para de crescer

Jorge Borges

Play Episode Listen Later May 4, 2026 7:58


Escrever sobre desinformação, deepfakes e inteligência artificial ao longo de seis anos não foi um projeto — foi uma tentativa de acompanhar uma realidade que se movia mais depressa do que qualquer currículo consegue absorver.*Há um momento estranho que acontece quando se olha para trás, para um arquivo de escrita construído ao longo do tempo. Não é nostalgia. É reconhecimento — a sensação de perceber que havia um fio, mesmo quando cada texto parecia apenas uma resposta isolada a um estudo novo, a um regulamento publicado, a uma pergunta feita numa formação. Este relatório nasceu precisamente desse reconhecimento.Com base na análise de mais de 35 posts publicados neste blog entre 2020 e maio de 2026 — sobre educação para os media, literacia digital, inteligência artificial na educação, deepfakes e redes sociais — o relatório TIC, Educação e Web: Análise Temática 2020–2026 sistematiza seis anos de reflexão e identifica aquilo que, afinal, nunca mudou: as perguntas de fundo. O relatório tem 18 páginas, integra mais de 50 estudos referenciados e está disponível para download.

UniForCast
#45 LibriCast - Escrever, publicar e ser reconhecido: os caminhos da literatura independente

UniForCast

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 31:06


O LibriCast é o Podcast da Biblioteca Central da Unifor com temas variados e convidados com conhecimento no tema proposto. Neste episódio do LibriCast, entramos no clima das celebrações literárias de abril, mês marcado por datas importantes como o Dia Internacional do Livro Infantil (2 de abril) e o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor (23 de abril).Para celebrar esse período tão significativo, recebemos o Bruno Paulino, o autor premiado na 11ª edição do Prêmio de Literatura Unifor, que compartilha sua trajetória como escritor e os desafios de produzir literatura fora dos grandes centros urbanos, no interior do Ceará.Bruno Paulino é graduado em Letras pela Universidade Estadual do Ceará, escritor, pesquisador e professor de língua portuguesa. Natural de Quixeramobim, ele é uma referência quando se fala em literatura no Sertão Central do Ceará. Entre suas produções, estão livros de contos, textos em cordel, antologias e a trilogia poética Celebração do Divino Mistério. Seu livro A Menina da Chuva está em sua 3ª edição e já foi adotado por escolas da rede particular de ensino.Um convite para quem ama livros, acredita no poder das histórias e quer conhecer mais sobre os bastidores da escrita e da publicação independente.Dá o play e vem com a gente!Apresentação: Valeska Sousa e Katiuscia DiasConvidado:  Bruno Paulino -  vencedor da 11ª edição do Prêmio de Literatura Unifor, na categoria Trabalho Inédito – Cartas a Edson Queiroz de 2026.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 724 - Não digite. Escreva.

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 8:18


Neste episódio do Cafezinho, refletimos sobre o impacto do abandono da escrita à mão em favor da digitação. Muito além de nostalgia, escrever à mão constrói pensamento, memória e estrutura interna. A digitação é prática, mas, ao removermos o esforço, empurramos o custo para o futuro. O Café com Leite surge para resgatar esse processo formativo: histórias, diálogos, pausas que fortalecem a construção do pensar. Afinal, pensar bem nunca será obsoleto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 724 - Não digite. Escreva.

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 8:18


Neste episódio do Cafezinho, refletimos sobre o impacto do abandono da escrita à mão em favor da digitação. Muito além de nostalgia, escrever à mão constrói pensamento, memória e estrutura interna. A digitação é prática, mas, ao removermos o esforço, empurramos o custo para o futuro. O Café com Leite surge para resgatar esse processo formativo: histórias, diálogos, pausas que fortalecem a construção do pensar. Afinal, pensar bem nunca será obsoleto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PontoCom
PontoCom: Joana Oliveira – “Senti que devia começar a escrever aquilo que queria dizer”

PontoCom

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026


Natural de Pombal, Joana Oliveira destacou-se desde cedo no panorama musical português. Participou no The Voice Portugal aos 15 anos e, desde então, tem vindo a construir um percurso marcado por uma constante evolução artística. Com temas como “Juro” e “Sexto Sentido”, afirma cada vez mais a sua identidade, apostando na autenticidade e na emoção, naquilo que quer dizer. Nesta conversa, dá a conhecer o percurso, o processo criativo e os desafios de crescer na indústria musical em Portugal. Entrevista conduzida por Francisco Fernandes e Matilde Silva, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.

Jorge Borges
Escrever é pilotar um avião | EduQA, I.P.

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 17:52


Sobre um webinar organizado pelo EduQA focado no desenvolvimento de competências de escrita na educação pré-escolar e no 1.º ciclo. A sessão apresenta a brochura "Aprender a escrever", da autoria da investigadora e escritora Ana Cristina Silva, que debate o tema com a especialista Isabel Leite. As fontes destacam que a escrita é uma habilidade cognitivamente exigente, exigindo um ensino estruturado que ultrapasse a simples imitação para focar na consciência fonémica e na autorregulação. É enfatizada a importância de automatizar processos básicos, como a ortografia, para libertar recursos mentais destinados à criatividade e à qualidade textual. O evento reforça ainda a necessidade de alinhar as políticas públicas e a formação de professores com as mais recentes evidências científicas nesta área fundamental.

Rádio Minghui
Programa 1547: “Devemos sempre validar o Dafa ao escrever artigos sobre o cultivo”

Rádio Minghui

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 4:15


Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1547: Experiência de cultivo da categoria Entendimentos obtidos pelo cultivo intitulada: “Devemos sempre validar o Dafa ao escrever artigos sobre o cultivo”, escrita por um praticante do Falun Dafa na China.

Fricção Científica
Verniz para escrever em ecrãs de toque

Fricção Científica

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 1:34


Artigo apresentado em conferência da Sociedade Americana de Quimica, apresenta um verniz de unhas que permite escrever em ecrãs de toque, resolvendo um problema comum de pessoas com unhas longasSee omnystudio.com/listener for privacy information.

toque artigo escrever quimica sociedade americana
Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
O ato de ler segundo Miriam Leitão

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 3:38


A imortal esteve na Escola de Comunicação da UFRJ em março, conversando com estudantes sobre jornalismo e literatura. Ela destacou como a prática da leitura direcionou sua carreira e foi abrigo em momentos difíceis.Reportagem: Catarina GuilhonEdição: Rafaella Menegale e Thiago Kropf

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Teolinda Gersão (parte 1): “Sou uma escritora do inconsciente. Escrevo para resistir e para saber o que não sei. Escrever é uma porta para a esperança”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 77:24


É um dos nomes mais valiosos da literatura portuguesa contemporânea. Estudou e trabalhou na Alemanha, foi professora catedrática em Lisboa e viveu no Brasil e em Moçambique. E só numa fase mais madura da vida, aos 41 anos, lançou o primeiro livro: “O Silêncio”, distinguido com o Prémio de Ficção do PEN Clube. Desde aí, nunca mais parou de publicar, revelando-se uma notável romancista e contista. Em 2025 publicou o 21º livro “Autobiografia não escrita de Marta Freud”, a revelar o lado sombrio de Sigmund Freud, obra premiada com o Grande Prémio da APE. Aos 86 anos, Teolinda Gersão prepara novo romance, mostra-se preocupada com as dores do mundo e lamenta que os netos tenham emigrado, porque “este país não tem futuro para eles.” See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jorge Borges
A lógica científica dos erros de escrita

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 26:58


Há uma cena que muitos de nós, professores e educadores, já vivemos: uma criança de cinco anos agarra num lápis, concentra-se durante longos segundos e escreve uma sequência de letras que só ela sabe decifrar. Para quem está de fora, parece um rabisco. Para quem conhece a investigação sobre a aprendizagem da escrita, aquele momento é ouro.Foi com esse pensamento que li, de uma assentada, a brochura Aprender a Escrever, da autoria de Ana Cristina Silva e publicada em 2024 pela Direção-Geral da Educação. É um documento técnico, sim — mas é também um daqueles textos que nos fazem parar e repensar aquilo que julgávamos saber. Recomendo-o a qualquer educador do pré-escolar ou professor do 1.º ciclo. E, atrevo-me a dizer, também a quem trabalha em bibliotecas escolares e acompanha projetos de literacia desde cedo.

A Vida Breve
António Carlos Cortez - Escrever

A Vida Breve

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 3:27


Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Artes
Do espanto ao desejo, um livro que acompanha a dança de Marlene Monteiro Freitas

Artes

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 18:04


Enquanto NÔT sobe ao palco em Paris, Alexandra Bolona apresenta esta quarta-feira, 25 de Março, Dança Fora de Si. A Obra Coreográfica de Marlene Monteiro Freitas na Livraria Portuguesa e Brasileira, um livro que nasce de um “espanto” inicial e de mais de uma década de encontros com a obra de Marlene Monteiro Freitas. “Não desejo explicar, mas aproximar”, diz a autora, propondo uma escrita que acompanha a dança sem a fixar e abre caminhos para ler uma criação que “transmite forças” mais do que mensagens.  Há livros que chegam para explicar. Este não. Dança Fora de Si. A Obra Coreográfica de Marlene Monteiro Freitas instala-se noutro lugar: acompanha, escuta, aproxima-se. É apresentada esta quarta-feira, 25 de Março, em Paris no momento em que a nova criação de Marlene Monteiro Freitas, NÔT, sobe ao palco, como se a escrita e a dança partilhassem o mesmo tempo, cada uma no seu plano: uma no corpo, outra na linguagem. O gesto inaugural aconteceu em 2012. Alexandra Bolona recorda-o como um abalo inaugural: “Recordo-me ter visto a estreia da peça Paraíso, coleção privada, em estreia absoluta no festival Vila do Conde e ter pensado que aquilo que estava a ver em palco era tão, tão diferente daquilo que eu já tinha visto para alguém que acompanha a dança contemporânea portuguesa europeia, que me questionei: ‘O que é isto que eu estou a ver em palco? Que corpos são estes? Que polifonia? Que paisagem musical tão bizarra, que estranheza?' Eu tinha o objectivo de escrever sobre aquela peça e demorei uma semana para escrever sobre a peça porque tive dificuldade em tentar transferir toda aquela emoção, toda aquela força e toda aquela estranheza em palavras.” Esse primeiro embate não se dissolveu com o tempo. Pelo contrário, prolongou-se, sedimentou-se, tornou-se método e necessidade. “A curiosidade ficou de tal forma impregnada no meu próprio corpo”, diz, sublinhando uma relação com a escrita que é também física: “é quase como se eu sentisse visceralmente o que estou a ver em palco”. O espanto como origem e como método O livro assume essa origem sem reservas: “Este livro nasce do espanto”, afirma Alexandra Bolona. E acrescenta imediatamente: “logo a seguir associo este espanto a outra palavra que é o desejo”. O espanto, neste contexto, não é paralisia, mas impulso. “O espanto deixa-nos num momento de estupefacção, surpresa, incompreensão, talvez num maravilhamento, mas também incita a questionar porque é este espanto, porque é esta surpresa.” A partir daí, abre-se um caminho de investigação que a autora liga a uma descoberta teórica precisa: “encontrei num livro de Agamben esta relação entre a palavra espanto e estudo, que partilham a mesma raiz etimológica, um que significa o choque, o embate perante algo que desconhecemos. E este embate levou-me a prosseguir este estudo.” A escrita nasce, assim, desse choque inicial e prolonga-o. Mas o livro não procura resolver o enigma. A própria autora recusa essa ambição: “Eu não sei se este livro vai explicar. Eu acho que ele abre caminhos de leitura, abre caminhos para nos aproximarmos à obra da Marlene.” E talvez seja essa a única forma possível de responder a uma obra que, como diz, “não deseja explicar coisas, mas mais provocar sensações, transmitir forças, intensidades. A dança consegue, nas palavras dela, transbordar às vezes mais do que as palavras.” Cinco peças, uma travessia O livro organiza-se em torno de cinco peças: Guintche, Paraíso: coleção privada, Jaguar, As Bacantes e Mal – Embriaguez Divina, mas não constrói uma narrativa linear. Cada obra é um ponto de entrada, um campo de forças. A escolha obedece a uma lógica interna ao percurso da coreógrafa: “Guintche é um solo e é o único solo que Marlene apresentou de uma forma ampla no contexto nacional e internacional. Depois segue-se Paraíso: coleção privada, a sua primeira peça de grupo. Escolhi também Jaguar, que é um dueto, As Bacantes, uma leitura coreográfica da tragédia grega de Eurípides que ela fez em 2017 e foi no momento em que recebeu o Leão de Prata na Bienal de Veneza. E a última, Mal – Embriaguez Divina, por também ser uma peça que reflecte sobre uma experiência que Marlene teve quando coreografou para a companhia israelita Batsheva e depois não conseguiu circular com aquela peça.”  Escrever sobre dança é confrontar-se com aquilo que desaparece. Alexandra Bolona formula-o com precisão: “Uma reflexão sobre artes performativas, uma reflexão sobre algo que é efémero, é sempre uma tentativa de, de certa forma, cristalizar sem que esta cristalização seja encerrar em si próprio as ideias, mas é óbvio que há uma vontade de reflectir e através deste processo deixar rastos sobre aquilo que se vê, sobre aquilo que se experiencia.” No centro dessa tentativa está uma tensão permanente: “No início eu digo que este livro surge da dissonância que às vezes se debateu sobre mim entre o ver, o sentir e o pensar. E como nesta dificuldade entre o ver, o sentir e o pensar transformar isto ainda em escrita.”  Cabo Verde: compreender a linguagem Para se aproximar da obra de Marlene Monteiro Freitas, Alexandra Bolona sentiu necessidade de deslocar-se. Cabo Verde torna-se um território fundamental. “Era importante fazer esta viagem, ir a Cabo Verde para perceber e para entender algumas características do trabalho da Marlene. Depois de ter ido, sem dúvida que sim, eu não conseguiria entender algumas das descrições que ela me falava, das práticas, dos rituais.” A experiência revelou a complexidade de um universo cultural diverso: “É um arquipélago muito diverso, com práticas muitas vezes sincréticas, onde o sagrado, a religião e os rituais mais pagãos dialogam.” Entre essas referências, destaca-se o carnaval espontâneo: “o carnaval que Marlene me falava ia muito além da ideia que temos de um carnaval mais inspirado na tradição brasileira com os seus cortejos. Ela salientava o tal carnaval espontâneo que acontecia fora dos cortejos oficiais, feito por pessoas das franjas sociais mais desfavorecidas, mas prolíferas a inventar e a criar figuras bizarras, que interrompiam os cortejos oficiais de forma insólita e até de crítica social.” O livro constrói-se como um atlas. Antes de cada ensaio, um conjunto de imagens propõe relações possíveis. “A Marlene interessa-se por juntar matérias e materiais, abrindo o espectro a sons, imagens, filmes, matérias que à partida nós não colocaríamos lado a lado, matérias díspares, às vezes opostas, às vezes em colisão, que provocam o tal estranhamento.” Esse procedimento gera figuras inesperadas: “um performer que de repente é um fauno ou uma criatura que poderia sair de um mosaico bizantino do último julgamento.” A própria autora participa nesse processo, assumindo a dimensão criativa da sua leitura: “O livro é a tua forma de olhar para o meu trabalho e tu és livre de escrever o que quiseres, disse-me a Marlene. Logo, há contribuições minhas para estes atlas, especulações minhas, relações que eu vejo nas peças.” Cada leitor é, por isso, convocado a continuar o trabalho: “é um convite para cada leitor ou leitora tecer as suas próprias relações.” Música, figuras e ficção Entre os elementos estruturantes da obra, a música ocupa um lugar central. Não como acompanhamento, mas como força geradora. “A música permite-lhe aceder a estratos de si próprio ou de sensação que não conseguiria aceder de outra forma. Permite-lhe chegar a determinados estados performáticos.” E há aqui, segundo Alexandra Bolona, uma dimensão política: “a escolha musical nas suas peças é um instrumento, é um gesto político.” Dessa relação emergem as “figuras”, termo que substitui categorias mais fixas: “a figura não é a personagem do contexto teatral, nem o bailarino associado a uma representação figurativa. A figura é muito mais aberta. Associa-se ao cartoon, às máscaras, a algo que não se rege pelas leis de causa-efeito nem pelas leis da gravidade.” No palco, tudo pode acontecer: “é o teatro como um lugar de máxima ficção, onde se pode reinventar a condição humana, repensar os corpos e a relação entre os corpos.” Há um momento em que a investigação se transforma. Não deixa de ser análise, mas aproxima-se da criação. A pergunta impõe-se: quando é que isso acontece? Talvez no instante em que o olhar deixa de procurar respostas e passa a produzir relações. Talvez quando o espanto inicial não desaparece, mas se organiza. O livro permanece nesse lugar instável. Tal como a dança que o atravessa, recusa fixar-se. E é nessa recusa que encontra a sua forma.

Convidado Extra
Frederico Corado: “Humoristas das manhãs da rádio deviam escrever revista”

Convidado Extra

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 39:22


Produtor, encenador e realizador, Frederico Corado (filho de Lauro António) estreou-se num filme com apenas 15 dias, e traz “Um Quinteto de Morte” depois do sucesso de “Uma peça que dá para o torto” See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alô, Ciência?
#154 O mal-estar da escrita científica

Alô, Ciência?

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 57:04


Alô, alô! Escrever para a ciência dói! No Brasil, centenas de estudantes e docentes apresentam algum mal-estar psicológico, como ansiedade, bloqueio ou até dor (física mesmo) durante o momento da escrita de seus textos acadêmicos. Mas por que isso acontece? Por que escrever, algo que é tão central nas ciências, pode se tornar um processo tão difïcil para muitos? O que está envolvido nesse mal-estar da escrita científica? E será que tem como resolver esse problema? E mais: será que uso IA generativa seria uma saída? Talvez devamos nos inspirar em grandes escritores, romancistas e filósofos como Foucault, Skinner, Freud, Lévi-strauss e vários outros que em algum momento de suas obras dizem algo como: “Eu não escrevo pra falar o que eu sei, eu escrevo pra descobrir o que eu tenho a dizer“. Nesse episódio, Camila Beraldo convida Robson Cruz, psicólogo e doutor em psicologia social e professor do Departamento de Psicologia da PUC Minas. Robson pesquisa as dificuldades e dilemas da vida acadêmica, em especial, a escrita. Ele nos mostra como a escrita é muito mais que um produto, mas um processo. Dê o play e descubra! Assuntos abordados: 00:00 – A importância da escrita para a ciência.05:00 – Escrita como um processo ou produto?10:18 – Pré-escrita é importante!14:20 – Por que “escrever é sofrer”?20:30 – Traumas e dificuldades na escrita.27:00 – A nossa escrita pode piorar (e melhorar muito)! 35:24 – Escrita é um bem distribuído desigualmente: o transfuga de classe. 39:10 – Dicas de como melhorar a escrita! Truques e técnicas.48:16 – Escrever no papel melhora a escrita?51:58 – Os perigos das ferramentas de IA na escrita. Referências e links Livro: “Mal Estar na Escrita Científica” (Robson Cruz)Curso: Bloqueio na escrita científica (Robson Cruz)

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 269: People's Reactions

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 48:32


To book your conversation with Eli this very week, go to ⁠⁠⁠⁠⁠https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/⁠⁠⁠⁠⁠ To support this podcast, consider leaving a review or making a donation (only if you can, and if you feel this podcast’s helped you

Terapia no dia a dia
MinutoTERAPIAnoDIAaDIA#75- E se você pudesse escrever um novo capítulo da sua história?

Terapia no dia a dia

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 3:38


Mondolivro
Mondolivro - A importância do ato de escrever à mão

Mondolivro

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 1:21


Afonso Borges faz uma reflexão sobre a perda da prática da escrita manual nos tempos atuais e o quanto o ato de escrever à mão pode fazer bem para a saúde mental. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jorge Borges
Escrever bem ou pensar bem

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 5:41


Onde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.

Jorge Borges
Pensar bem vale mais do que escrever bem

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 14:18


Onde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.

Embaixada_Savoy
Escrevendo um Novo Capítulo da sua História - Pr. Anderson Merluzzi

Embaixada_Savoy

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 56:36


Escrever um novo capítulo em nossa história, passa, por tomar decisões acertadas ao longo do caminho que percorremos, decisões que dizem respeito a nossa espiritualidade, mas também a respeito de nossas emoções. Com as escolhas certas no decorrer do caminho, mesmo quando surpreendidos, podemos receber a cura da alma, que nos traz o sentimento de segurança, acolhimento e paz, que tanto precisamos! Ouça nesta mensagem quais são as decisões mais acertadas, que precisa fazer em sua vida! @embaixadasavoy

Fricção Científica
Ler e escrever adiam Alzheimer

Fricção Científica

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 1:44


Estudo publicado no jornal Neurology revela como o enriquecimento intelectual ao longo da vida, nomeadamente ler e escrever, podem adiar, por anos, os sintomas de declínio cognitivo.

Leituras sem Badanas
Rita da Nova - «Para mim, escrever é matar as personagens»

Leituras sem Badanas

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 55:58


Livros mencionados:Fahrenheit 451, Ray Bradbury;Voando Sobre um Ninho de Cucos, Ken Kesey;Caruncho, Layla Martínez; A Piada Infinita, David Foster Wallace;Apesar do Sangue, Rita da Nova;Septologia, Jon Fosse;Mulheres Invisíveis, Carolina Criado Perez;For the Love of Men, Liz Plank. Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanas Edição de som: Tale House

ESCS FM
"Acho que precisamos de mais trap e drill político" | SHOWCASE | Ricardo Farinha | ESCSFM

ESCS FM

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 49:18


Como se costuma dizer: Ano novo, Showcase novo! Piada de tio ya, tamos a ficar velhos. Desta vez connosco temos o Ricardo Farinha, ex escsiano, jornalista, e uma das pessoas que mais divulga o Hip-Hop nacional!00:00 - Intro01:07 - Ricardo Farinha estudou na ESCS06:54 - Escrever para o H2TUGA09:54 - Normalização do Hip-Hop em Portugal12:31 - Ser jornalista freelancer16:57 - Explosão musical no pós 25 de abril27:30 - Hip-Hop dos anos 80/90 vs Hip-Hop atual35:00 - Livro "Hip-Hop Tuga: Quatro décadas de rap em Portugal"36:24 - Livro do Rimas e Batidas40:55 - Festival Visa For Music 45:47 - Álbum de Hip-Hop tuga perfeito48:53 - FinalFicha Técnica:Moderação: André Correia e Henrique FerreiraCoordenação/Realização: Henrique FerreiraProdução: ESCS FM (Ângela Salgueiro, Bernardo Santos, Gonçalo Martinho e Matilde Ricardo)Captação: Bernardo René, Inês Monteiro, Sofia Carvalho e Vasco CotrimSom: Matilde Ricardo e Tomás LoureçoEdição: Henrique FerreiraDesign: Henrique FerreiraGenérico: Pryde

A Vida Breve
Luís Filipe Castro Mendes - Vamos escrever um poema?

A Vida Breve

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 3:36


Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.

Expresso - Expresso da Manhã
A captura de Maduro dava um filme (da saga Força Delta) e nós fomos à procura de informação para escrever um guião

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 27:29


A extração de Nicolas Maduro foi feita por uma tropa de elite que, nas duas últimas décadas do século passado, deu a Hollywood pretexto para realizar uma saga da Força Delta, com Chuck Norris e o Lee Marvim. Se um dia alguém resolver fazer um filme com esta operação na Venezuela tem uma história real para servir de guião. Duas semanas depois de tudo ter acontecido, três jornalistas do Expresso (Christiana Martins, Luciana Leiderfarb, e Maria João Bourbon) relatam os acontecimentos desse dia e dos dias que o antecederam, revelando os pormenores de uma operação que surpreendeu o mundo pela eficácia, mas também pela forma espectacular como tudo aconteceu. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Arauto Repórter UNISC
A página em branco chamada hoje

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 5:19


Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio.Olhos atentos, mãos trêmulas, pensamentos acelerados.O tempo corria.Faltavam cerca de quinze minutos para o fim, quando um jovem levantou o braço e perguntou:— Professor, o senhor pode me dar uma folha em branco?Surpreso, o professor levou a folha até ele e quis saber o motivo.— Eu tentei responder — disse o rapaz. — Rabisquei tudo, fiz uma confusão danada… e quero começar outra vez.Mesmo com pouco tempo restante, o professor entregou a folha.E, em silêncio, torceu por ele.Aquele gesto ficou guardado na memória do professor por muitos anos.⸻Como esse aluno, nós também recebemos de Deus, todos os dias, uma folha em branco.O problema é que, muitas vezes, só temos feito rabiscos.Tentativas frustradas.Confusão.Atalhos que não levam a lugar algum.Outros nem tentam.Amassam a folha do dia, jogam fora e escolhem a ociosidade, a reclamação, a inutilidade do tempo.Talvez hoje seja o dia certo para começar de novo.Para escrever diferente.Para buscar um resultado mais feliz.Assim como uma boa nota depende de atenção, estudo e esforço, uma vida boa também exige dedicação, responsabilidade e escolhas conscientes.Não importa a idade.Não importa a condição financeira.Não importa a crença religiosa.O que importa é pegar essa página em branco e passar a vida a limpo.Escrever um novo capítulo.Com letras firmes.Sem rasuras desnecessárias.E, principalmente, com exemplos que edifiquem quem passar por nós.Não precisamos ser os primeiros.Nem tirar a nota máxima da vida.Precisamos apenas fazer o melhor que pudermos, com o que temos, onde estamos.Mesmo sem pedir, Deus nos presenteou com mais uma folha em branco: o dia de hoje.Então, não rabisque.Não desperdice.Não escreva bobagens.Use palavras como dignidade, amizade, fraternidade, esperança e fé.Porque quando um capítulo é escrito com nobreza e sabedoria, não precisa ser refeito amanhã.⸻Aproveite este dia.Ame sem restrições.Sem procurar defeitos.Sem carregar tristezas desnecessárias.Conjugar o verbo amar é o jeito mais bonito de escrever uma história feliz.Nada cai do céu sem esforço.Toda conquista exige busca, participação e coragem.Os talentos que você possui são maiores do que imagina.As possibilidades são inúmeras.A felicidade é possível.Basta não amassar, nem rabiscar, de forma inconsequente, essa página em branco chamada hoje.Pense nisso.E escreva bem o seu dia.

Assunto Nosso
A página em branco chamada hoje

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 5:19


Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio.Olhos atentos, mãos trêmulas, pensamentos acelerados.O tempo corria.Faltavam cerca de quinze minutos para o fim, quando um jovem levantou o braço e perguntou:— Professor, o senhor pode me dar uma folha em branco?Surpreso, o professor levou a folha até ele e quis saber o motivo.— Eu tentei responder — disse o rapaz. — Rabisquei tudo, fiz uma confusão danada… e quero começar outra vez.Mesmo com pouco tempo restante, o professor entregou a folha.E, em silêncio, torceu por ele.Aquele gesto ficou guardado na memória do professor por muitos anos.⸻Como esse aluno, nós também recebemos de Deus, todos os dias, uma folha em branco.O problema é que, muitas vezes, só temos feito rabiscos.Tentativas frustradas.Confusão.Atalhos que não levam a lugar algum.Outros nem tentam.Amassam a folha do dia, jogam fora e escolhem a ociosidade, a reclamação, a inutilidade do tempo.Talvez hoje seja o dia certo para começar de novo.Para escrever diferente.Para buscar um resultado mais feliz.Assim como uma boa nota depende de atenção, estudo e esforço, uma vida boa também exige dedicação, responsabilidade e escolhas conscientes.Não importa a idade.Não importa a condição financeira.Não importa a crença religiosa.O que importa é pegar essa página em branco e passar a vida a limpo.Escrever um novo capítulo.Com letras firmes.Sem rasuras desnecessárias.E, principalmente, com exemplos que edifiquem quem passar por nós.Não precisamos ser os primeiros.Nem tirar a nota máxima da vida.Precisamos apenas fazer o melhor que pudermos, com o que temos, onde estamos.Mesmo sem pedir, Deus nos presenteou com mais uma folha em branco: o dia de hoje.Então, não rabisque.Não desperdice.Não escreva bobagens.Use palavras como dignidade, amizade, fraternidade, esperança e fé.Porque quando um capítulo é escrito com nobreza e sabedoria, não precisa ser refeito amanhã.⸻Aproveite este dia.Ame sem restrições.Sem procurar defeitos.Sem carregar tristezas desnecessárias.Conjugar o verbo amar é o jeito mais bonito de escrever uma história feliz.Nada cai do céu sem esforço.Toda conquista exige busca, participação e coragem.Os talentos que você possui são maiores do que imagina.As possibilidades são inúmeras.A felicidade é possível.Basta não amassar, nem rabiscar, de forma inconsequente, essa página em branco chamada hoje.Pense nisso.E escreva bem o seu dia.

Inteligência para a sua vida
#1442: O PODER DE ESCREVER PARA SI MESMO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 14:02


Existe um poder simples, mas pouco usado pela maioria das pessoas — e é exatamente por isso que é um dos segredos dos mais bem-sucedidos. Eu te desafio a assistir este vídeo até o fim e começar hoje mesmo a praticar.No ritmo acelerado do dia a dia, parar, sentar e pensar virou um desafio para muitos. E é por isso que vamos iniciar o Jejum de Daniel: para se desconectar do que distrai, silenciar a poluição sonora da mente e focar no que realmente importa.Acesse: www.jejumdedaniel.com e decida fazer esse propósito que vai acrescentar profundamente na sua vida.

451 MHz
#173 Escrever a ditadura — Ana Kiffer, Ana Cristina Braga Martes e Cadão Volpato

451 MHz

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 70:44


Nos 40 anos da retomada da democracia, como a literatura brasileira retrata a ditadura militar? Neste episódio, Ana Kiffer, Ana Cristina Braga Martes e Cadão Volpato, autores de livros com memórias desse período, falam sobre escrever o que foi sufocado na política, nas universidades, nas famílias e nas relações. Na conversa, os autores debatem temas que atravessam seus livros: desde a brutalidade daqueles anos e o impacto nas famílias à subversão criativa. A conversa, mediada pelo jornalista Eugênio Bucci, aconteceu em 19 de junho, durante A Feira do Livro 2025.   O episódio foi realizado com o apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451  

Trip FM
A IA vai acabar com a escrita? Um autor premiado responde

Trip FM

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025


Sérgio Rodrigues, jornalista e escritor aclamado, fala sobre erros, solidão, a seleção de Ancelotti, seu novo livro “Escrever é humano” e o delicado ofício de escrever em tempos de robôs capazes de nos envergonhar

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PRIMEIRO DA LISTA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 4:54


LEITURA BÍBLICA DO DIA: MATEUS 6:25-34 PLANO DE LEITURA ANUAL: ISAÍAS 56–58; 2 TESSALONICENSES 2  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  A manhã começou como uma competição de atletismo: praticamente, pulei da cama para cumprir as tarefas do dia! Levar as crianças para a escola: Feito. Ir trabalhar: Feito. Escrever a lista de “tarefas”, onde os compromissos pessoais e profissionais misturavam-se numa ladainha feito avalanche: “…13. Editar o artigo. 14.Limpar o escritório. 15.Planejar estratégias para a equipe. 16.Escrever no blog sobre tecnologia. 17.Limpar o porão. 18.Orar”. Cheguei no número 18 e me lembrei de que precisava de ajuda divina. Cheguei tão longe na lista e nem mesmo percebi que queria fazer tudo sozinho, tentando inventar o meu próprio ritmo. Jesus sabia que em nossos dias haveria conflitos, um mar de urgências incessantes. Então Ele nos instrui: “Busquem, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão dadas” (MATEUS 6:33). É natural ouvir as palavras de Jesus como uma ordem. E elas são. Mas há algo mais aqui: é também um convite. Em Mateus 6, Jesus nos convida a trocar a inquietação do mundo (vv.25-32) por uma vida de confiança, dia após dia. Deus, por Sua graça, auxilia- -nos em todos os nossos dias, mesmo quando chegamos ao número 18 em nossa lista de tarefas antes mesmo de nos lembrarmos de ver a vida sob a Sua perspectiva.  Por: ADAM R. HOLZ 

Hipsters Ponto Tech
Nunca mais vamos escrever como antes: LLMs e criatividade | Felipe Iszlaji – Clarice.AI – Hipsters.Talks #09

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 31:10


"Nós nunca mais vamos escrever como antes, palavra atrás de palavra, diante de uma página em branco. Essa talvez seja o maior processo de transformação da escrita" - Felipe Iszlaji No oitavo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com FELIPE ISZLAJI, cofundador e CEO da Clarice.AI, a primeira IA para escritores em português, sobre os limites filosóficos das LLMs, linguística e o futuro da criatividade humana. Uma conversa que une filosofia da linguagem, tecnologia e empreendedorismo. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!

Contra-Corrente
Israel: a paz a escrever-se por linhas tortas?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 7:15


Um presidente dos EUA imprevisível, um PM israelita sob pressão e um movimento terrorista acossado são alguns dos protagonistas deste virar de página. Mas como será o próximo capítulo dessa história?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil-Mundo
'A escrita foi meu caminho de cura', diz Lázaro Ramos em Portugal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 4:57


Em entrevista à RFI, o ator, diretor e escritor Lázaro Ramos fala sobre literatura, identidade e o prazer da leitura em família. Entre Lisboa e novos projetos, ele revela que escrever foi uma forma de se curar e de inspirar outras pessoas. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa De passagem por Lisboa, onde participa de encontros literários, Lázaro Ramos fala com entusiasmo sobre sua fase como escritor. Ele acaba de lançar "Na nossa pele", depois do bem-sucedido "O tom da minha pele", publicado em 2017. “Naquele momento, eu ainda estava me entendendo como autor”, relembra. “Quando lancei 'O tom da minha pele', percebi que aquele livro era também sobre cura, sobre a formação da identidade e sobre minha trajetória como homem negro no Brasil.” Mas, para Lázaro, o impacto maior veio do público: “Quando as pessoas se apropriaram do livro e diziam que ele as ajudava a se descobrir, isso me deu uma grande alegria. A partir daí, tive coragem de lançar "Na nossa pele", que traz temas mais íntimos – histórias da minha mãe, experiências de dor, mas também de superação.” O ator diz ter aprendido que “a partir da dor também se fala de cura”. “Às vezes, uma palavra ajuda a resolver um problema que te acompanha há muito tempo”, resume. “A escrita foi isso para mim.” Do palco para a literatura Conhecido do grande público por papéis marcantes na TV e no cinema, Lázaro Ramos admite que a escrita surgiu sem grandes pretensões. “Eu nunca imaginei, no início da carreira, que o ator viraria escritor. Até uns três anos atrás, a literatura era só prazer, algo que me dava muito afeto. Eu escrevia quando dava tempo, sem compromisso.” Em 2024, ele decidiu se dedicar mais à literatura. Seus livros começam a ser traduzidos para o inglês, espanhol e francês – e Lisboa foi escolhida como ponto de partida dessa nova fase. “Achei que o lugar ideal era vir para Lisboa. É um país de língua portuguesa, e de alguma maneira a CPLP passa por aqui. Estou compartilhando dez livros – para crianças, adolescentes e adultos – que falam de cinema, autoestima, tecnologia e história negra. Quero aproximar mais gente da literatura.” Inspirações As inspirações de Lázaro vêm de uma mistura de memórias e observações do presente. “Costumo dizer que os primeiros livros infantis eu escrevi para a criança que eu fui. Porque na minha infância, eu não tive acesso a livros com personagens que me representassem, com o meu modo de ver o mundo.” Com a chegada dos filhos, os temas se ampliaram. “Quando meus filhos nasceram, comecei a escrever para os adultos que quero que eles sejam. Muitas ideias vêm das nossas conversas. Às vezes, eu não sabia responder uma pergunta e criava rimas para explicar coisas do mundo – o amor, a morte. Essa troca é mútua.” Nos livros voltados para adultos, ele adota um olhar mais coletivo. “Em diário de um diretor, compartilho a relação com minha equipe e os atores, falando de coletividade. Já 'O tom da minha pele' e 'Na nossa pele' parecem biográficos, mas são também observações do nosso tempo. Eu não sei se esses livros vão envelhecer bem, mas foram feitos para melhorar o hoje.” Entre o set e as páginas Além da literatura, Lázaro segue em ritmo intenso nas telas. “Acabei de gravar a terceira temporada de 'Os outros', com Adriana Esteves – é a primeira vez que contracenamos”, conta animado. “Em novembro, começo a gravar uma novela das seis, onde vou interpretar meu primeiro vilão! É uma história linda, com fantasia e um elenco incrível.” Mesmo com tantos projetos, ele aprendeu a administrar melhor o tempo. “Hoje, cada pausa que eu tenho é para estar com minha família. Levo os filhos à escola todos os dias. E aprendi que a gente precisa de uma boa equipe – o excesso de trabalho do ano passado me adoeceu. Agora tenho pessoas maravilhosas comigo, organizando tudo.” A leitura em família Em casa, a relação com os livros é motivo de orgulho. “Sempre fomos aqueles pais que incentivavam os filhos a ler. Desde pequenos, tinham livrinhos de banheira, aqueles que não molham”, lembra. “Agora está acontecendo o contrário: eles é que estão nos indicando livros.” E em casa, o amor pela leitura é compartilhado. “A Taís é uma leitora incrível. Ela lê todos os dias. Eu tenho fases – quando estou muito concentrado em decorar, escolho livros curtos –, mas ela não. Ela lê sempre, com prazer.” “Escrever é um ato de esperança” Entre um projeto e outro, Lázaro fala com serenidade sobre o sentido da escrita em sua vida. “Hoje, eu entendo que escrever é um ato de esperança. É tentar organizar o mundo, curar feridas, dividir o que a gente sente. E se, de alguma forma, isso ajuda outras pessoas a se curarem também, já valeu.”

Pra Não Passar em Branco
#43 PRA NÃO PASSAR EM BRANCO A ESCRITA - CRIS RIOTO

Pra Não Passar em Branco

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 50:18


 Escrever é um gesto íntimo, mas também um ato de coragem. É transformar o que sentimos em palavras mesmo quando ainda não sabemos exatamente o que estamos sentindo.Nesse episódio, converso com a idealizadora do projeto Caixa de Saída, a escritora e poeta Cristina Rioto sobre o poder da escrita.Falamos sobre escrever pra lembrar, pra esquecer, pra entender. O poder da palavra escrita, mas também da palavra falada. Colocar no papel o que se sente é dar contornos mais claros ao que parecia confuso por dentro. A palavra não volta e depois dela, é preciso encarar o que se revela. Cristina compartilha sua relação com a escrita, com as palavras... fala sobre os processos e sobre a sensibilidade. Uma conversa pra quem escreve e pra quem lê. Pra quem sente. Pra quem acredita que escrever também é um jeito de existir.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Especial ao vivo Podfest com Isabela Figueiredo: “Gosto de escrever sobre sexo de forma poética, não deixando de ser brutal, com crueza. Escrever essas cenas é uma forma de fazer amor”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 33:10


Republicamos a conversa gravada ao vivo em janeiro no Festival PodFest entre a escritora Isabela Figueiredo e o autor e jornalista Bernardo Mendonça. No podcast mais antigo do Expresso, que celebra agora dez anos de existência, a autora dos livros “Caderno de Memórias Coloniais”; “A Gorda” e “Um Cão no Meio do Caminho” fala sobre a imigração em Portugal, a vida que agora leva na aldeia e revela os temas do novo romance que anda a preparar: a morte do pai e, mais uma vez, as memórias de África. “Estou-me nas tintas se sou cancelada. Vou continuar a fazer aquilo que acho que deve ser feito.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Papo de Segunda
Escrever Certo Por Emojis Tortos / A Regra DADT / Chupetas Emocionais

Papo de Segunda

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 63:42


No Dia Mundial da Alfabetização, o Papo fala da comunicação dominada por símbolos digitais. Também debate relacionamentos “Don't Ask, Don't Tell” e a moda de chupeta para adultos.

Rádio Escafandro
146: Nabokov contra os robôs

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 65:33


Este episódio de podcast fala sobre a arte feita por inteligência artificial e sobre o futuro da criatividade humana. Em 2018, a exclusividade humana no campo da arte foi posta à prova. A casa de leilão Christie's vendeu, pela primeira vez, uma obra de arte feita por IA. O item, arrematado por 432 mil dólares, era a impressão de uma gravura gerada por um um programa de inteligência artificial que "estudou" pinturas históricas. As artes plásticas não são o único campo invadido pela IA. Nichos literários como o dos romances eróticos têm abundância de títulos escritos com ajuda de robôs. Isso sem falar em áreas não artísticas da escrita, como e-mails, relatórios, petições e memorandos, estas tomadas por aplicações de inteligência artificial. Ao mesmo tempo, atividades como as artes plásticas e a literatura são profundamente subjetivas. Isso impede que robôs, ao menos no estágio atual, criem coisas genuínas e inovadoras. Assim, abre-se uma encruzilhada. Será que o universo das artes vai se tornar um feudo onde só humanos entram? Ou será que a inteligência artificial vai reinar aí também?Episódios relacionados90: Era uma vez um Google bonzinho133: Inteligência artificial artificialMergulhe mais fundo⁠Escrever é humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs (link para compra)⁠Little Martians, de Vanessa Rosa (link para o site)Entrevistados do episódioSérgio RodriguesJornalista, escritor e colunista da Folha de S. Paulo. Criador do blog Todoprosa. Autor de livros como "O Drible", "A vida futura", e o recém lançado "Escrever É Humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs".Vanessa Rosa⁠Artista visual brasileira radicada nos Estados Unidos. Criadora do universo Little Martians.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus MarcolinoLocução adicional: Priscila PastreMixagem de som: Vitor CoroaTrilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Madalena Sá Fernandes (parte 2): “O autor usa uma lupa sobre o mundo. Gosto de escrever sobre o minúsculo. Como Manoel de Barros, prefiro insetos a aviões”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Aug 23, 2025 46:46


Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a escritora e cronista Madalena Sá Fernandes fala dos seus próximos livros, do que lá vai dentro e de como escreve contra o relógio, contra o ruído, contra a dispersão, e como cada parágrafo exige uma negociação com a vida prática. Discorre também sobre a importância do silêncio, da solidão e dos retiros de escrita, momentos raros de fuga às rotinas da maternidade e outros compromissos que lhe devoram o tempo. E dá conta de como ninguém está a salvo de repetir padrões familiares, como chegou a acontecer consigo numa relação amorosa abusiva que viveu há uns anos, já na idade adulta. Um tema sobre o qual Madalena promete refletir mais na sua literatura. A escritora revela estar a viver uma fase mais luminosa e assume vivenciar a alegria como um ato de resistência. A autora desvela como vive a angústia da crónica em branco e como a tragédia dos fogos no país chegou a atingir uma parte da família, que viu o seu ganha pão destruído. No final, Madalena partilha as músicas que a acompanham e lê um excerto de um dos seus autores preferidos. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ilustríssima Conversa
Sérgio Rodrigues: IA nos humilha na escrita, mas não vai acabar com a literatura

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Jul 26, 2025 46:23


Escrever é difícil e é de se esperar, diz Sérgio Rodrigues, que a maioria dos humanos terceirize esse trabalho para robôs que imitam tão bem a nossa linguagem, talvez até melhor que nós mesmos. Para o escritor e colunista da Folha, a inteligência artificial inaugura uma nova era das letras, em que escrever será uma escolha, não uma habilidade cotidiana imprescindível. A literatura, por outro lado, não deve desaparecer com o avanço da tecnologia. Em "Escrever É Humano", o autor reflete sobre as especificidades do ofício e sustenta que a inteligência artificial generativa é formidável em produzir textos repetindo o que já foi escrito, mas que, devido à sua incapacidade de criar obras originais, não pode invadir o terreno da escrita literária. Na entrevista, Rodrigues afirma que a escrita literária deve se tornar um nicho ainda menor, como uma aldeia gaulesa de escrita humana cercada por todos os lados por uma paisagem textual dominada por máquinas. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | LEMBRE-SE EM ORAÇÃO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 23, 2025 2:38


Leitura Bíblica Do Dia: FILEMOM 1:1-4 Plano De Leitura Anual: SALMOS 33–34; ATOS 24  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  E m 2021, Malcolm Cloutt recebeu da rainha Elizabeth II um prêmio por serviços prestados aos britânicos. Cloutt, 100, na época do reconhecimento, foi homenageado por ter distribuído mil Bíblias durante sua vida. Ele manteve um registro de todos os que receberam uma Bíblia e por eles orava regularmente. A fidelidade de Cloutt em orar é um exemplo poderoso do amor que encontramos nos escritos de Paulo no Novo Testamento. Ele frequentemente assegurava aos leitores de suas cartas que orava por eles. Para seu amigo Filemom, escreveu: “Sempre dou graças a meu Deus por você em minhas orações” (FILEMOM 1:4). Para Timóteo, Paulo escreveu: “Sempre me lembro de você em minhas orações, noite e dia” (2 TIMÓTEO 1:3). Para a igreja em Roma, enfatizou: “…nunca deixo de me lembrar de vocês”. Ele desejava “…ir vê-los” (ROMANOS 1:9-10). Embora possamos não ter mil pessoas por quem orar, a oração intencional por aqueles que conhecemos é poderosa porque Deus as responde. Quando senti o chamado do Seu Espírito para orar por alguém em específico, descobri que um calendário de oração é uma ferramenta muito útil. Escrever os nomes das pessoas num calendário diário ou semanal ajuda-nos a sermos fiéis no propósito de orar. E que bela demonstração de amor quando nos lembramos de orar uns pelos outros!  Por: LISA SAMRA

451 MHz
#142 Tenho horror de escrever – Francisco Alvim

451 MHz

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 56:10


Ter horror de escrever mas, ao mesmo tempo, reconhecer o prazer que há em descobrir as palavras como coisas incríveis. Neste episódio, o convidado é o grande poeta mineiro Francisco Alvim, que em uma rara entrevista a Paulo Werneck e Bruna Beber não deixa escapar nem suas mais íntimas contradições como autor. Referência desde os anos 70, quando se tornou expoente da poesia marginal, Chico acaba de lançar uma nova edição da antologia Francisco Alvim: Oitenta Anos (Quelônio). Na conversa, ele repassa a sua trajetória, suas múltiplas influências e ainda compartilha lembranças familiares que moldaram seu caso de horror e prazer com a literatura. O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

Cartas de um Terapeuta
#111 - Três anos de “Cartas” - O direito de se resguardar depois de um susto, com Jana Viscardi

Cartas de um Terapeuta

Play Episode Listen Later Apr 17, 2025 54:38


Neste episódio comemorativo de três anos de podcast, eu recebo a linguista Jana Viscardi, autora do livro “Escrever sem medo”. Ela me mandou uma carta sensível sobre o processo de elaboração de experiências difíceis vividas simultaneamente, e conversamos como a nossa relação com o tempo e o outro pressiona estes momentos, já tão duros por si só. Venha comigo, a conversa ficou ótima, é hora de celebrar Jana e os três anos do CARTAS DE UM TERAPEUTA!As cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o e-mail é: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠alexandrecoimbraamaral@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Produzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://abrace.digital/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Esta temporada é apresentada por Avatim. Acesse o link ⁠⁠https://bit.ly/cartas-e-avatim⁠⁠ e use o cupom CARTAS15 para garantir 15% de desconto em todos os produtos do site.