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A decisão de Nicolas Sarkozy de abandonar a barragem republicana contra a extrema direita diz menos sobre ele do que sobre a forma como o nazismo continua sendo mal ensinado na França. O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy publicou recentemente um livro que merece ser lido. Não por seu valor literário, mas pelo que ele revela. Não se trata de um livro pedagógico, muito pelo contrário. Ele funciona como um testemunho involuntário de como o nazismo e a história da extrema direita continuam sendo mal ensinados. Sarkozy ficou preso por três semanas entre outubro e novembro, condenado por corrupção. Após deixar a prisão, enquanto aguarda o julgamento de recursos, publicou um livro no qual relata uma conversa com Marine Le Pen, líder da extrema direita francesa, que teria telefonado para manifestar solidariedade. Em resposta, Sarkozy conta que lhe disse ter passado a se opor à tradicional política de "cordão sanitário", isto é, à prática que, por décadas, levou partidos do mainstream a impedir a chegada da extrema-direita ao poder. Para ele, essa barreira política já não faria mais sentido. Discursos da extrema direita circulam com "naturalidade" O gesto se insere em um movimento mais amplo. Discursos antes característicos da extrema direita circulam hoje com naturalidade em partidos tradicionais. Entre apoiadores de Sarkozy, fala-se abertamente em alianças eleitorais. Mesmo setores do macronismo, que se apresentam como centristas, seguem na mesma direção ao afirmar que a esquerda representaria hoje uma ameaça maior à República do que a extrema direita. Esses deslocamentos deveriam causar inquietação. Eles revelam uma dificuldade persistente em lidar com a história do nazismo – algo que poderíamos até esperar em um país como o Brasil, mas que também se manifesta na França, apesar de o país ter sido ocupado pelos alemães. Diante de análises desse tipo, a reação costuma ser previsível. Comparar a extrema direita atual com o nazismo não seria exagerado? Não se trata de um argumento ad Hitlerium, desses que empobrecem o debate ao recorrer ao pior exemplo possível? Essa reação ignora, em primeiro lugar, que estamos falando de partidos fundados por antigos colaboracionistas, por oficiais da Waffen-SS, e que mantêm até hoje vínculos com o submundo de grupos violentos de extrema direita. Mais do que isso, porém, essa reticência em estabelecer comparações é, em si, evidência dos problemas na forma como o nazismo é construído como objeto histórico. Para entender esse ponto, vale recorrer a dois historiadores. O brasileiro Michel Gherman, professor da UFRJ e especialista na história do antissemitismo, e o francês Johann Chapoutot, professor da Sorbonne e estudioso da Alemanha nazista. Gherman insiste, em seu livro "O não-judeu judeu" (Editora Fósforo), que ao absolutizarmos o nazismo como um mal incomparável, acabamos nos tornando incapazes de aprender com ele. O nazismo é reduzido à Shoá e ao extermínio nos campos, como se tudo começasse e terminasse ali. Mas os nazistas chegaram ao poder quase uma década antes de erguer um sistema de morte em escala industrial. Nesse período, políticas de exclusão, perseguições graduais e violências seletivas foram sendo implementadas. Antes da chamada solução final, houve uma série de “soluções parciais” que, de uma forma ou de outra, foram toleradas. Houve críticas e resistências, mas houve também acomodação e aceitação progressiva. Ao concentrar o ensino apenas no horror final, perde-se de vista esse processo de normalização. A banalidade do mal Chapoutot chega a conclusões semelhantes por outro caminho. Em "Os Irresponsáveis", ele mostra que Hitler não chegou ao poder por meio de um golpe armado. Foi convidado pelos partidos do centro, em particular pelo Zentrumspartei, que o viam como um mal menor diante da esquerda, inclusive da social-democracia. Acreditava-se que seria possível controlá-lo. O próprio Hitler se esforçou para parecer respeitável, salonfähig, como se diz em alemão: apto a circular nos salões da alta sociedade. A violência e a destruição da democracia já estavam presentes, mas não se apresentavam como ruptura aberta. O que Gherman e Chapoutot nos ensinam é que, apesar dessa normalização, o mal nazista já estava lá. Tratava-se, porém, de uma forma de mal mais perversa, justamente por ser menos visível e, por isso, mais difícil de reconhecer. Não o mal absoluto, mas aquilo que Hannah Arendt chamou de banalidade do mal. Um mal que se instala por meio de decisões ordinárias, justificadas como razoáveis, tomadas por pessoas que não se veem como cúmplices de nada. O mal dos cidadãos de bem. Por isso, repetir que nada pode ser comparado ao nazismo não é sinal de rigor histórico. É, na verdade, uma forma de negacionismo histórico. É uma forma de absolutizar o nazismo e apresentá-lo como muito distante do presente, distante de nós. E não quer ver que, ao contrário, ele está no meio de nós. O nazismo não retorna como repetição literal, mas como gramática política, como modo de dividir a sociedade entre os que pertencem e os que devem ser excluídos. Em 2025, a normalização da extrema direita se acelerou na França e em outros países. É por isso que olhar para a história é fundamental. Para aprender, antes de tudo, que a ascensão da extrema direita não tem nada de natural ou inevitável. E para entender que é precisamente quando ela se apresenta de maneira mais bem comportada que mora o perigo. Porque o mal que ela reproduz é o mal cotidiano. É a banalidade do mal.
Sergio Pérez entrevista a los protagonistas de esta película inspirada en hechos reales de los judíos que huían del nazismo a España.
0:00 Anticipazioni0:37 La polemica, Zerocalcare, Saviano, lampade e contraddizioni32:05 Nazismo: sconfitto (e il monito di Diego Bianchi)43:23 Trump vince il pallone d'oro52:05 La mail di Netflix, l'acquisizione di Warner e il futuro del Cinema1:25:21 Cosa ci facevi a Gioia Tauro?1:27:48 La supPosta del cuore si apre con un dibattito all'ultimo sangue sugli spogliatoi1:59:23 Norris è campione del mondo di Formula 12:10:02 Un finale agrodolce per il VezPotete seguirci in diretta ogni lunedì alle 21 sul nostro canale YouTube: https://www.youtube.com/@WesaChannel (fino alla prima settimana di novembre le dirette sono spostate a lunedì ore 13)Trovate tutte le altre puntate nella playlist YouTube: WesaChannel LIVE!Tutti i contenuti riservati agli abbonati di livello "Vez" (video e live extra): https://www.youtube.com/playlist?list=PLkYl7CaT8lU2InspOMeezAmugtfr9KE0v• Link per supportare il canale e accedere ai vantaggihttps://www.youtube.com/channel/UCaM-zH6ji5kWncFMaBBc7Yg/join• Per proposte e collaborazioni: wesachannel@gmail.com [N.B. Utilizziamo questa mail per valutare collaborazioni con altri creator o aziende, NON per fare le chiacchiere. Chi ci scriverà mail per commentare i nostri video verrà bloccato. Per commentare c'è l'apposita sezione sotto ogni video!]♦ WesaChannel:https://www.youtube.com/@WesaChannel
Nuno Rogeiro analisa as negociações em curso sobre um plano de paz para o conflito entre a Ucrânia e a Rússia, realizadas em Genebra com a participação de delegações ocidentais e ucranianas. O comentador destaca a composição da delegação ucraniana, o sigilo das reuniões, as concessões territoriais propostas e as divergências entre as partes. Aborda ainda a desconfiança ucraniana face aos Estados Unidos, a reação de Donald Trump e as dificuldades em alcançar consenso, refletindo a complexidade política e diplomática do processo. Oiça aqui em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El periodista reflexiona sobre los 50 años de la muerte de Franco y la resignificación de Cuelgamuros
Esattamente 80 anni fa, il 20 novembre 1945, si apriva a Norimberga il maxiprocesso ai criminali di guerra nazisti: il primo caso in cui i vincitori hanno giudicato i vinti in un'aula di tribunale. Quel processo, oltre che la storia della giurisprudenza, ha segnato la coscienza tedesca, fino a oggi. Cristina Giordano ricostruisce i fatti, mentre con lo storico Gustavo Corni ricostruiamo perché a quel processo si fa riferimento ancora oggi quando si giudicano crimini di guerra e genocidi. Volete ascoltare un podcast su un tema particolare? Scriveteci a cosmoitaliano@wdr.de Seguiteci anche su Facebook: Cosmo italiano E qui trovate tutti i nostri temi: https://www1.wdr.de/radio/cosmo/sprachen/italiano/index.html Von Francesco Marzano.
Due biografie in fondo simili che però hanno scelto strade opposte, nell'Italia fascista e poi occupata dai nazisti: le racconta il giornalista Andreas Wassermann nel libro "Der Partisan und der SS-Mann. Zwei deutsch-italienische Biografien im 20. Jahrhundert". Il partigiano Heinz Riedt, fu anche il primo traduttore di Primo Levi in tedesco. L'uomo delle SS a Roma Eugen Dollmann, fece da interprete tra nazisti e fascisti. Un omaggio a chi sceglie di stare dalla parte giusta della storia. Avete domande o suggerimenti? Volete ascoltare un podcast su un tema particolare? Scriveteci a cosmoitaliano@wdr.de Seguiteci anche su Facebook: Cosmo italiano E qui trovate tutti i nostri temi: https://www1.wdr.de/radio/cosmo/sprachen/italiano/index.html Von Luciana Caglioti.
La figura de Albert Speer es fundamental para la expansion del nazismo. Fue arquitecto de carrera y tambien responsable de gran parte de la ideologia de Hitler. Se encargo de generar parte de su puesta en escena. Ademas, fue Ministro de Armamento. Y lo mas llamativo: Hitler sintio por el algo parecido a una fascinacion homoerotica. Juan-Noel Orengo es el autor del libro El desdichado amor del furer (AdN). Aprovechando su visita a Espana ha estado con nosotros.
Nieves Concostrina habla de los españoles esclavizados por los nazis en Francia, concretamente en la zona de Bretaña, para construir 3.000 búnkeres y cinco bases de submarinos como parte del Muro Atlántico.
Nieves Concostrina habla de los españoles esclavizados por los nazis en Francia, concretamente en la zona de Bretaña, para construir 3.000 búnkeres y cinco bases de submarinos como parte del Muro Atlántico.
Nieves Concostrina habla de los españoles esclavizados por los nazis en Francia, concretamente en la zona de Bretaña, para construir 3.000 búnkeres y cinco bases de submarinos como parte del Muro Atlántico.
Una actriz fascinante, un político poderoso y un secreto que México quiso olvidar. Hilde Krüger no solo conquistó corazones, también ocultó una peligrosa misión como espía nazi. Entre el amor, la traición y los archivos destruidos, su historia sigue estremeciendo al mundo. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Gianluca Falanga è un ricercatore specializzato in storia contemporanea tedesca. Ha pubblicato diversi studi sia sulla DDR e le sue spie che sul nazionalsocialismo. Originario di Salerno, Falanga vive da anni a Berlino dove attualmente lavora presso il Museo della Stasi. In questo podcast Luciana Caglioti e Falanga ripercorrono 80 anni di storia tedesca con uno sguardo all'oggi e senza tralasciare vantaggi e svantaggi del vivere in una città come Berlino. Avete domande o suggerimenti? Volete ascoltare un podcast su un tema particolare? Scriveteci a cosmoitaliano@wdr.de Seguiteci anche su Facebook: Cosmo italiano E qui trovate tutti i nostri temi: https://www1.wdr.de/radio/cosmo/sprachen/italiano/index.html Von Luciana Caglioti.
Veronica Santoro"L'interprete"Ponte alle Graziehttps://www.ponteallegrazie.it/libro/linterprete-veronica-santoro-9791255821410.htmlUn esordio sorprendente, una protagonista indimenticabileSiamo negli anni tra il 1943 e il 1945, i più terribili del secolo scorso. L'Italia centrosettentrionale è occupata dall'esercito tedesco e Delia Zorzi, figlia di un'importante famiglia fascista di Verona, viene reclutata dal comando nazista come interprete. Mentre la città oscilla tra collaborazionismo e resistenza, Delia abita una zona grigia fatta di compromessi, ricatti, silenzi, scelte impossibili: da una parte c'è Carlo, il fratello ribelle che ha voltato le spalle al padre autoritario per unirsi ai partigiani, e che la ragazza è pronta a proteggere a qualsiasi costo; dall'altra parte Thomas, giovane ufficiale delle SS dal passato oscuro e dal fascino indecifrabile, che la trascina in un rapporto ambiguo, inizialmente rifiutato poi quasi fatale...Tutt'attorno vorticano personaggi, circostanze, trame che costringono di volta in volta Delia a decidere da che parte stare, a camminare sullo scivoloso crinale che separa desiderio di redenzione e istinto di sopravvivenza. Mentre gli eventi storici incalzano – i bombardamenti angloamericani sempre più frequenti segnalano che il tempo sta scadendo, l'orrore della deportazione si consuma sotto gli occhi di tutti (memorabile la scena del campo di concentramento di Fossoli) – la giovane donna imparerà che, anche se non possiamo scegliere chi amare, dobbiamo lottare per diventare padroni delle nostre vite.Romanzo storico, spy story, storia d'amore... il libro che avete tra le mani è tutto questo e molto di più; L'interprete è indefinibile, sorprendente, coinvolgente come la migliore narrativa, quella destinata a conquistare il pubblico e a durare nel tempo.Veronica Santoro è nata e vive a Verona. Dopo gli studi classici e una laurea in Storia e Filosofia, lavora in diverse aziende come addetta alle relazioni con l'estero. Ha collaborato con la rivista «Coordinamento Adriatico», dedicata alla storia e alla cultura del confine orientale italiano.Nel 2021 vince il concorso letterario per autori esordienti Racconti nella Rete con il racconto breve Notturno berlinese, pubblicato da Castelvecchi nell'antologia del premio. Nello stesso anno, il suo racconto breve Nordest viene selezionato per l'antologia Racconti dal Veneto (Historica Edizioni, 2021). L'interprete è il suo romanzo d'esordio.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
¿Cuán profunda fue la alianza y la sintonía ideológica entre nazismo y comunismo? Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Non è un capitolo chiuso, quello della collaborazione di grandi aziende tedesche con il regime nazista: sia per loro dichiarata volontà, come emerge dall'appello lanciato quest'anno in favore della democrazia, sia per il lavoro degli storici che fa emergere nuovi dettagli. Ad esempio su una nota azienda cosmetica del mondo Demeter, come racconta Giulio Galoppo a Francesco Marzano. Lo storico di Berlino Tommaso Speccher ci parla dell'oscuro passato e dell'atteggiamento di BMW, Bahlsen e altre. Avete domande o suggerimenti? Volete ascoltare un podcast su un tema particolare? Scriveteci a cosmoitaliano@wdr.de Seguiteci anche su Facebook: Cosmo italiano E qui trovate tutti i nostri temi: https://www1.wdr.de/radio/cosmo/sprachen/italiano/index.html Von Francesco Marzano.
Ultimo appuntamento di questa mini serie "Road to Milano Cortina 2026" di Puck Drop Podcast.Torniamo indietro nel 1936, non per parlare di una squadra, ma di un campione di quei tempi, che giocò anche a Milano: un campione ebreo, tedesco, che mise in difficoltà Hitler e il nazismo. E che, dopo le Olimpiadi, sopravvisse all'Olocausto. Forse proprio grazie alla sua bravura da giocatore di hockey.-----Testo e ricerca storica: Rudy PalermoVoci: Rudy Palermo e Gianvito MagistàMusica: The Grey Room/Golden Palms
En A Vivir Cantabria iniciamos una nueva sección denominada 'Cantabria en persona'. El primer protagonista es Luciano Allende, natural de Arantiones (Valderredible), uno de los símbolos de la lucha contra el nazismo. Su foto, sosteniendo a hombros a otro prisionero de los campos de concentración, ha pasado a la historia.
Alessandro Barbero espone una sintetica ma efficace lezione di Storia sulla fondamentale differenza tra le ideologie del Nazismo e del Comunismo. Fonte: www.youtube.com/watch?v=L1UvlE3Z8hc --- // Disclaimer // Tutti gli audio disponibili sono utilizzati negli episodi dopo previo consenso e accordo con i distributori originali di altre piattaforme e/o comunque distribuiti liberamente e originariamente con licenze CC BY 4.0 e affini - o registrati in loco, viene sempre riportata la fonte e i dovuti crediti. I titoli potrebbero differire in caso di titoli originali troppo lunghi. Per qualsiasi dubbio o problema contattateci PER FAVORE prima alla nostra mail: vassallidibarbero[@]gmail[dot]com - Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Basada en las últimas investigaciones históricas y archivos recientemente descubiertos, este documental recorre el camino de hombres y mujeres perseguidos por el Tercer Reich a causa de su orientación sexual. Reanudando el contexto social y político de la década de 1920, cuando la sociedad europea todavía “toleraba” la homosexualidad, se describen los mecanismos de represión del régimen nazi contra este grupo en particular y el horror de los campos de concentración contado por quienes lo experimentaron de primera mano. Gracias a testimonios sonoros y archivos visuales de víctimas provenientes de Alemania, Austria, Francia, Suiza, Polonia y los Países Bajos, esta película muestra el destino de estos homosexuales que tuvieron que usar el infame letrero del Triángulo Rosa en los campos y fueron sometidos a humillaciones, experimentos y maltratos crueles. Su historia llena el libro negro del sufrimiento entre las víctimas nazis y arroja luz sobre esta memoria silenciada durante demasiado tiempo.
Mauro Tonino"Belve in fuga"Le vie di salvezza dei nazistiArkadia Editorewww.arkadiaeditore.itFughe rocambolesche, connivenze insospettabili, segreti mai rivelati. La vicenda che ha visto come protagonisti gerarchi e scagnozzi del Terzo Reich, all'indomani della sconfitta subita alla fine della Seconda guerra mondiale, con la conseguente fuga dalla Germania occupata, ha per certi versi tratti grotteschi e quasi paradossali. In questo saggio divulgativo, basato sulle ultime e più recenti ricerche storiche, Mauro Tonino indaga sul fenomeno generale che ha portato molti esponenti di primo livello, e ancor più numerosi gregari del regime, ad approntarsi un dorato esilio, complici istituzioni, governi, uomini di potere che a vario titolo hanno permesso che questo accadesse. Soffermandosi su diversi casi in particolare l'autore descrive in modo efficace e ricco di risvolti un capitolo della storia recente in buona parte ancora da studiare e approfondire.La storia non procede mai in linea retta, spesso segue percorsi tortuosi. La storiografia, il più delle volte, dipinge i fatti e i personaggi a tinte forti, con colori netti, ma invece è tra le sfumature che si possono comprendere la portata degli avvenimenti e le reali intenzioni dei protagonisti.Dopo i primi fulminei, quanto effimeri, successi tedeschi, lo scenario bellico della Seconda guerra mondiale si delineava a favore degli Alleati e avverso alla Germania di Hitler. Agli inizi del 1944 la situazione sul campo appariva oramai compromessa per i tedeschi, e man mano che passavano i mesi già si tratteggiava l'esito finale, anche se in quei momenti non era ancora chiaro come e quando.Solo chi credeva ancora nella mitica arma segreta in grado di ribaltare le sorti del conflitto confidava nella sopravvivenza del III Reich, ma qualche nazista, più realista e conscio dell'imminente crollo del regime, cominciava a pensare a quello che nel lessico comune odierno è chiamato il “Piano b”, ovvero una via di fuga.L'epilogo del conflitto comportò conseguentemente la caduta del III Reich. Era poi prevedibile che, a vittoria conclamata, i vincitori sostituissero la classe dirigente tedesca precedentemente compromessa con il regime nazista, e così fu, Berlino divisa in quattro e la Germania in due, Est e Ovest.Allo stesso tempo appariva probabile che, russi e Alleati, alla fine delle ostilità, intendessero presentare il conto alla nomenclatura nazista per le efferate azioni compiute, infatti fu istituito già alla fine del '45 il Processo di Norimberga che portò alla condanna, spesso a morte, di molti esponenti nazisti di spicco.A Norimberga furono processati tutti i principali responsabili delle condotte criminali naziste?La risposta è no, vuoi per il gran numero di personalità che a vari livelli concorsero alla tragica epopea hitleriana, anche se in effetti buona parte dei personaggi di spicco nazisti ancora in vita furono condotti alla sbarra, ma non tutti, molti criminali riuscirono a dileguarsi, sfuggendo, almeno in quel momento, alla giusta condanna.La grande storiografia tende a minimizzare il fenomeno della fuga dei criminali nazisti, ma non furono pochi quelli che riuscirono a scappare, e tra essi spiccavano figure che, per gli atti compiuti, non erano state certamente di secondo piano, anzi.È proprio su questo argomento che la storia si tinge di colori sfumati, di punti poco noti, di percorsi sotterranei, di vie di fuga impensabili, di fatti per certi aspetti ancora oscuri che, per la scabrosità, ma soprattutto per l'ambiguità dei soggetti coinvolti, rischiano di perdersi nell'oblio della storia stessa.Mauro Tonino, è stato sindacalista di livello regionale e nazionale, animatore e presidente di circoli culturali. Come appassionato ricercatore ha curato, per un'emittente televisiva del Nord-est, un lungo ciclo di approfondimenti storici sulle vicende del confine orientale (1943-1945). Ha pubblicato i romanzi Legami di Sangue (2010), Rossa terra (2013), Il segreto di Bertrand de Saint Geniès (2021), Notturno con Mussolini. Dialoghi politicamente scorretti sul Ventennio e l'Italia del nuovo millennio (2022), Ritorno a Cuccana (2022) e la raccolta di racconti su satira e rapporto con il potere Il presidente va sulla Luna (2011). Sul versante della saggistica è autore di Italiani dimenticati. Viaggio nei drammi del Confine Orientale (2021), Nazismo esoterico. Il lato oscuro del III Reich. Dal Santo Graal all'Ultima Thule (2023) e Stragi nascoste. Tra occultamenti, Ragion di Stato e interessi internazionali (2024). È coautore de Il prezzo del lavoro (2014), Il sistema periferico. L'Unione Europea tra sprechi, imposizioni e omologazione (2019) e di Storie Spezzate. L'Italia al tempo del Coronavirus (2020). È presente con vari racconti in diverse antologie di premi letterari.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia de São Paulo prendeu Douglas Pereira Cavalcanti, de 34 anos, suspeito de matar um homem que vivia na rua em junho e de fazer apologia ao nazismo. O crime ocorreu no dia 13 de junho, quando Douglas se aproximou da vítima e a atacou com uma faca. As investigações levaram os policiais até o suspeito, que tentou fugir ao perceber a chegada das viaturas nesta quinta-feira (7). Apesar da tentativa de fuga, ele foi detido. Durante a ação, os agentes encontraram e apreenderam no local simulacros de armas de fogo, facas, porretes e materiais ligados à apologia ao nazismo. E ainda: Influenciadores são alvo de operação contra promoção de jogos de azar em três estados.
Gino Bartali foi um dos grandes nomes da "Era de Ouro" do Ciclismo. Sua rivalidade com Fausto Coppi envolveu toda a Itália e rompeu as fronteiras do país quando eles se tornaram campeões também no Tour de France.Os dois, entre tantos outros, tiveram suas carreiras esportivas afetadas pela II Grande Guerra Mundial (1939-1944). Coppi chegou a servir ao exército italiano. Bartali, no entanto, acabou tendo um papel valioso na defesa dos judeus frente ao ímpeto nazista. Esse podcast conta parte desta história, inspirado em dois livros que valem sua atenção. Primeiro, "O Leão da Toscana", de Aili e Andres McConnon. E, mais recentemente, o livro "Um Ciclista Contra o Nazismo", do jornalista italiano Alberto Toscano. Neste episódio, Leandro Bittar e Alvaro Pacheco também constroem conexões do ciclismo daquela época com o atual, principalmente, sobre o momento do esporte italiano. Uma viagem daquelas que vale a pena a sua companhia. Links importantes: Episódio 157: Il Campioníssimo Fausto Coppi (pois não existe Bartali sem Coppi)Livro Leão da Toscana, editora ZaharLivro Um Ciclista Contra o Nazismo, editora Amarilys
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou na noite de sexta-feira, 25, a remoção imediata de deputados bolsonaristas acampados na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Moraes atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).Na decisão, o ministro do STF também autorizou a prisão em flagrante de parlamentares em caso de desobediência.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
James Murphy era periodista y traductor y vivió en Berlín en la década del 30. La historia de cómo tradujo "Mein Kampf" es una intriga que involucra a su esposa, quien se reunió en Alemania con un funcionario nazi, y a una pareja de espías soviéticos.
Caratteristiche dell'educazione nei regimi totalitari, le società di massa del Novecento accomunate dall'assenza di pluralismo politico, repressione del dissenso e ruolo importante della propaganda.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
La medicina se convirtió, a través de la eugenesia y la investigación sin ética al servicio del esfuerzo de guerra, en un instrumento de crueldad y dominio durante el régimen nazi. Un viaje duro, pero necesario, al límite de la condición humana.
Storia e caratteristiche dell'epurazione nazista delle avanguardie europee definite “Arte degenerata”. Protagonisti e perseguitati dell'omonima mostra del 1937 a Monaco di Baviera.
Milton Teixeira revela a chocante história de como o regime nazista classificou a Arte Moderna como “degenerada” e promoveu a queima de obras inestimáveis — incluindo trabalhos de brasileiros como Tarsila do Amaral, Portinari e Di Cavalcanti.
Herbert Kappler, ufficiale delle SS e comandante della Gestapo a Roma, fu tra i responsabili dell'eccidio delle Fosse Ardeatine e di altri crimini di guerra.
Il processo di Norimberga fu il primo tribunale internazionale contro i crimini di guerra nazisti, con condanne ed esecuzioni di alti gerarchi del Terzo Reich.
Esto es BlitzoCast. No es HistoCast pero casi. Charlamos tranquilamente con los jistocastos sobre los lugares visitados y la experiencia vivida en el viaje a Berlín.
Esta semana, temos na estante o livro mais recente de um naturalista quase centenário: David Attendorough - chama-se “Oceano - o último reduto selvagem” e foi escrito em co-autoria com Colin Buttfield; temos também a BD argentina de Muñoz & Sampayo, com “Alack Sinner, Bófia ou Detective”; e o trauma do nazismo em “Nós, Filhos de Eichmann”, de Günther Anderson; e finalmente “SPQR - Uma história da Roma antiga”, de Mary Beard.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já estamos em reflexão. Depois de tanto entretenimento, chegou a hora da verdade. E nem nos furtamos a uma declaração de voto. No rescaldo de dias com pouco jornalismo e muita azia, este é o fim de semana das decisões: ficaremos a conhecer o campeão de futebol e a canção vencedora de Eurovisão. Parece que também há eleições, mas ainda não aquelas de que o Almirante veio falar, num anúncio de que já se arrependeu. Arrepende-se muito o Almirante. Não nos arrependamos nós também, no domingo à noite.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dopo la Grande Guerra l'Europa attraversò un periodo di profonda instabilità politica, economica e sociale a seguito dei giganteschi cambiamenti messi in moto dal conflitto. Ecco la situazione del primo dopoguerra in Germania.
Hitler e il nazismo portarono alla dittatura in Germania, influenzando la politica, la società e dando origine alla Seconda Guerra Mondiale.
Bom dia 247_ Lula celebra na Rússia a derrota do nazismo _8_5_25_ by TV 247
País Estados Unidos Dirección Costa-Gavras Guion Joe Eszterhas Reparto Jessica Lange Armin Mueller-Stahl Frederic Forrest Donald Moffat Música Philippe Sarde, Joele Van Effenterre Fotografía Patrick Blossier Sinopsis Un inmigrante húngaro (Armin Mueller-Stahl), afincado en los Estados Unidos desde el final de la II Guerra Mundial, es acusado de ser un criminal de guerra nazi. Su hija Ann (Jessica Lange), una abogada de prestigio, convencida de su inocencia, decide ocuparse personalmente de su defensa.
Fue una fuerza creadora en los comienzos del cine alemán, responsable de algunas de las historias y guiones más reconocidos de la época. Pero su rol fue minimizado por la historia, en parte por ser mujer y en parte por su abierto apoyo al nazismo.
BRENO ALTMAN é jornalista e FLAVIO MORGENSTERN é analista político e historiador. Eles vão debater se o nazismo ainda está presente na sociedade contemporânea. Não tem piadinha pro Vilela com esse tema, pois a coisa é séria...
Nieves Concostrina habla de como, el 20 de febrero de 1939, 20.000 estadounidenses nazis abarrotaron el Madison Square Garden de Nueva York.
Nieves Concostrina habla de como, el 20 de febrero de 1939, 20.000 estadounidenses nazis abarrotaron el Madison Square Garden de Nueva York.
Nieves Concostrina habla de como, el 20 de febrero de 1939, 20.000 estadounidenses nazis abarrotaron el Madison Square Garden de Nueva York.
Nieves Concostrina habla de como, el 20 de febrero de 1939, 20.000 estadounidenses nazis abarrotaron el Madison Square Garden de Nueva York.
Con Ainhoa Martínez, Casimiro García-Abadillo, Antonio Caño, Marta García Aller y Rubén Amón comentamos la actualidad política. Con el 80 aniversario de la liberación de Auschwitz, debatimos sobre los paralelismos entre el nazismo y el aumento del populismo en la actualidad, y analizamos la banalización de los riesgos. Después, discutimos sobre el proyecto de autodefensa de Europa y la necesidad de aumentar el presupuesto destinado a defensa. Por último, hablamos de la crisis de Muface y los intereses para que se restablezca su servicio.
Esto es HistoCast. No es Esparta pero casi. Nos hundimos en las profundidades de la Historia alemana para buscar el origen de la ideología nazi y por qué fue aceptada por los germanos. Nos lo relata @EmilioAblanedo y acompañado de @goyix_salduero.Presentación de EmilioSecciones Historia: - Introducción - 11:21 - Contexto histórico germano - 11:21 - Tendencia al idealismo - 1:21:36 - Wagner y El anillo del nibelungo - 3:01:41 - Ocultismo y ciencia - 3:35:50 - Literatura antisemita - 4:42:06 - Protocolos de los sabios de Sión - 5:14:36 - Conclusión - 5:35:25 - Bibliografía (patrocinada por Ediciones Salamina) - 5:48:58
Se você tem preocupação com a censura e o acesso restrito a conteúdos internacionais, a solução é usar uma VPN. Ao buscar liberdade e segurança na navegação, use a NordVPN, que permite acessar conteúdos globais, encontrar melhores preços e navegar sem rastros. Acesse https://nordvpn.com/cafebrasil para obter um desconto e quatro meses extras grátis, além da opção de reembolso em 30 dias. A história é repleta de tentativas de silenciar ideias por meio da destruição de livros. Neste episódio, viajamos pela noite de 10 de maio de 1933, quando os nazistas queimaram milhares de obras, numa demonstração de intolerância que ecoa até hoje. Discutimos como os livros, com seu poder de conectar ideias e inspirar gerações, se tornam alvos de regimes autoritários e moralistas. Da Biblioteca de Alexandria aos quadrinhos, até o impacto de obras como "O Diário de Anne Frank", refletimos sobre como a liberdade das palavras é uma forma de resistência.See omnystudio.com/listener for privacy information.