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O surto da cepa Andes do hantavírus, que atingiu os passageiros do navio MV Hondius em abril, despertou o trauma da pandemia na França e exigiu uma resposta rápida das autoridades sanitárias para tranquilizar a opinião pública. Mas, de forma surpreendente, o assunto rapidamente foi relegado a segundo plano pelo governo francês e pela imprensa mundial. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Para o infectologista francês Jean Paul Stahl, membro da SPIL (Sociedade Francesa de Infectologia), e professor de doenças infecciosas e tropicais no CHU (Centro Hospitalar Universitário) de Grenoble, esse esvaziamento se explica pela “precipitação” das autoridades francesas. Segundo ele, a propagação em massa do hantavírus é uma hipótese que poderia ter sido descartada desde o início. Houve “excesso” na comunicação, além de “perda de sangue-frio”. “É um vírus conhecido há décadas, alvo de publicações científicas há muito tempo. Há uma recomendação das autoridades sanitárias americanas, por exemplo, que data de 2007, e os cientistas conhecem perfeitamente esse vírus desde então. Nesse caso, não há nada de novo. Algumas pessoas se contaminaram, como outras se contaminam regularmente na América do Sul.” O navio de cruzeiro MV Hondius chegou nesta segunda-feira (18) ao porto de Roterdã, encerrando seu périplo de quase 50 dias, após uma etapa nas Ilhas Canárias para o desembarque dos passageiros e de parte da tripulação. Ele transportava cerca de 150 pessoas de 23 países, quando um foco de hantavírus foi detectado e relatado pela primeira vez, em 2 de maio, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até o momento, três passageiros morreram. Oito casos, que incluem essas mortes, foram confirmados, e dois são considerados possíveis, segundo a organização, que insiste, desde o início, que o risco é “limitado” para a população em geral. Na França, uma mulher de 65 anos, repatriada do Hondius, sentiu-se mal no dia 10 de maio, testou positivo e foi internada em estado grave em Paris. As pessoas que estiveram em contato com contaminados foram hospitalizadas e colocadas em quarentena. As medidas foram determinadas pelo governo francês em função do período de incubação do vírus, estimado em seis semanas. Mas elas são consideradas excessivas pelo infectologista francês. “Esse vírus só se transmite se a pessoa está doente. Sem sintomas, elas não são contagiosas”, explica o especialista francês. "É preciso entender que todas essas decisões são políticas, não científicas”, resume. Alegando ter a obrigação de “transparência”, a ministra francesa da Saúde, Stéphane Riss, organizou uma coletiva no dia 12 de maio, ao lado de um grupo de cientistas franceses, para esclarecer dúvidas sobre a contagiosidade, modos de transmissão e fatores de risco, deixando claro que muitas perguntas ainda permaneciam sem resposta. Nesse momento, a possível emergência de uma epidemia ainda era difícil de avaliar para o público leigo, e a mobilização das autoridades levantou questões. Para o infectologista francês, a ansiedade da população é compreensível, mas o único elemento novo no recente surto de hantavírus é o contexto — ou seja, o fato de ele ter ocorrido dentro de um cruzeiro. “É um bom enredo e uma história interessante para os jornais”, avalia. “Imagine uma embarcação com um cadáver a bordo durante dez dias e um vírus circulando entre os passageiros.” As características da cepa dos Andes, explica, já antecipavam o cenário atual, sem disseminação. O vírus tem uma taxa baixa de transmissão, estimada em torno de 0,5%, que pode variar de acordo com as circunstâncias. Esse foi o caso do surto no MV Hondius, onde os contatos são próximos e ocorrem em espaços fechados. Vírus não sofreu mutação O vírus também não sofreu mutações, como mostraram recentemente os sequenciamentos de seu genoma feitos pelo Instituto Pasteur de Paris, que utilizou amostras de uma paciente contaminada. Essa é, aliás, uma característica conhecida dos hantavírus. A taxa de letalidade, em torno de 40%, também deve ser vista com cautela, pois depende da capacidade e da qualidade de atendimento, que, em áreas remotas da América do Sul, não são similares às dos países europeus. “É uma infecção grave, conhecida há muito tempo, mas a questão não é essa. Nesse episódio, não havia nenhum elemento novo além do navio”, reitera. “Houve, sem dúvida, uma ou duas transmissões dentro do barco, relacionadas às condições muito particulares que existem dentro de um navio e à promiscuidade inerente a esse meio de transporte. Isso é tudo, e não há nada de novo.” Segundo um comunicado publicado pelo Instituto Pasteur de Paris, não há tratamento específico disponível, embora um medicamento à base de ribavirina tenha demonstrado eficácia durante uma infecção por um tipo específico do hantavírus (vírus Hantaan). A transfusão de plasma humano contendo anticorpos contra o vírus Andes permitiu reduzir a mortalidade em pacientes infectados, mas o resultado ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos. Os sintomas incluem febre, dores musculares e gastrointestinais, cansaço e podem evoluir para insuficiência respiratória aguda.
A temporada de gripe no Brasil começou mais cedo neste ano. Segundo o Instituto Todos pela Saúde, com base em dados de diversos laboratórios, os casos de síndrome respiratória aguda grave pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março em relação ao mesmo período de 2025: foram 3.584 ante 1.838 no ano anterior. No mesmo período, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios no País, de acordo com o Ministério da Saúde. Ainda segundo a pasta, o Brasil registrou cerca de 14 mil casos de síndrome respiratória aguda grave até meados de março. Por isso, a campanha nacional de vacinação contra a gripe foi antecipada e já começou no fim de março. As doses estarão disponíveis até 30 de maio nas unidades públicas de saúde para um público prioritário: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos de 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, profissionais da saúde, da segurança pública, professores, caminhoneiros, povos indígenas e quilombolas, além de caminhoneiros e pacientes com comorbidades e pessoas em situação de rua. Em entrevista à Rádio Eldorado, o médico infectologista Ralcyon Teixeira, do Hospital Emilio Ribas, em São Paulo, apontou a desinformação e o negacionismo como fatores que prejudicam a saúde pública e as campanhas de vacinação. Ele também fez um alerta para as pessoas que dizem que ficaram doentes após a vacina e explicou que gripe é diferente de resfriado. “A vacina não causa doença, ela só protege. É importante que o grupo prioritário se vacine antes da circulação mais acentuada do vírus porque a vacina demora de duas a três semanas para proteger”, afirmou. Na entrevista, o especialista também deu orientações sobre a vacina contra a febre amarela em razão dos recentes registros de três casos, com uma morte, no Estado de São Paulo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dr. Ralcyon Teixeira - Médico Infectologista do Hospital Emilio Ribas - Gripe e a importância da vacinação
A campanha de vacinação contra o influenza, vírus causador da gripe, começou no último sábado nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. No Norte, a iniciativa acontece no segundo semestre em razão da sazonalidade do vírus. A mobilização prioriza crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e idosos, grupos mais suscetíveis a formas graves da doença. A campanha ocorre em meio ao avanço dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 22 Estados em alerta de risco ou alto risco, conforme o último boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O crescimento é impulsionado pela alta na circulação do influenza A (um dos quatro tipos causadores de gripe), rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). A vacina influenza trivalente é oferecida gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em entrevista à Rádio Eldorado, o infectologista Jean Gorinchteyn, ex-secretário estadual da Saúde de São Paulo, disse que a antecipação da vacinação é importante para proteger as pessoas antes da chegada do Inverno, mas defendeu que a campanha não se restrinja às unidades de saúde. “É preciso ir aonde o povo está. Ir a terminais rodoviários e ferroviários, grandes aglomerações como shoppings, feiras-livres e escolas”, ressaltou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Boletim médico divulgado ontem pelo hospital DF Star, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está internado, aponta que o paciente “evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue”. Ainda de acordo com o boletim médico, em decorrência destas alterações, “houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos“. Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital em Brasília em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. O ex-presidente segue fazendo fisioterapia respiratória e motora. O hospital informa que ainda não há previsão de alta da UTI. Bolsonaro foi levado para o hospital na manhã de sexta-feira, deixando o presídio em Brasília onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado. Em entrevista à Rádio Eldorado, a infectologista e epidemiologista Luana Araújo disse que o quadro de Bolsonaro costuma exigir monitoramento e hospitalização, mas ressaltou como ponto favorável o fato de o paciente não ter precisado de oxigênio. Para prevenir quadros de broncoaspiração, principalmente em idosos, a especialista recomenda dormir com travesseiro elevado e não se deitar logo depois de comer, além de tomar as vacinas da gripe, covid e pneumocócica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Índia enfrenta um novo surto do vírus Nipah que tem afetado países na Ásia desde que foi descoberto, em 1999. Cerca de 100 pessoas foram colocadas em quarentena no estado indiano de Bengala Ocidental depois que dois profissionais de saúde foram tratados no início de janeiro após contraírem o vírus. O Nipah pode causar infecções respiratórias agudas e encefalite (inchaço do cérebro). É transmitido entre humanos e também de animais como morcegos e porcos. A infecção também pode ser transmitida por alimentos contaminados e pelo contato com pessoas infectadas. Atualmente não há vacina ou cura e a letalidade entre os infectados varia de 40% a 75%. Em entrevista à Rádio Eldorado, o infectologista Jean Gorinchteyn, ex-secretário estadual da Saúde de São Paulo, disse que o vírus preocupa, mas não deve gerar alarme. “Não vimos nenhuma saída dele para além dessa região”, ressaltou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conexão Sociedade: Entrevista com infectologista, Claudilson Bastos que falou sobre doenças transmitidas pelo beijo.
Originalmente exibido em 01.05.2023. O Ligado em Saúde fala sobre a Tuberculose nos Dias de Hoje. O programa está de apresentadora nova e agora é comandado pela jornalista Bárbara Pereira, que no programa de hoje, conversa sobre o tema com a Infectologista, chefe de Pesquisa Clínica em Micobacteriose do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas / Fiocruz, Valéria Rolla. // SONORAS CLINICA DA FAMILÍA – EDUARDO COSTA REPÓRTER// LIVIA GAUDINO ENFERMEIRA//ROSEANE ALEXANDRE DE PAULA OPERADORA DE CAIXA. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO BARBARA FERREIRA// REPORTAGEM EDUARDO COSTA// PRODUÇÃO EDUARDO COSTA// EDIÇÃO FELIPE DAVI RODRIGUES//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES //CINEGRAFISTAS ALEXANDRE PAIVA, SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//DIRETORA CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE TV RENATO SALLES//OPERADOR DE VÍDEO SERGIO S SANTOS//OPERADOR DE VT ANTONIO NASCIMENTO//OPERADOR DE TELEPROMPTER RODRIGO COSTA//ILUMINADOR WILSON FERNANDES//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA// ALMOXARIFE PAULO PERES//CONTRA REGRAS DIOGO MALVAR//FIGURINO ROBERTA FERREIRA//SUPERVISÃO DE IMAGEM RIBEIRO//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//DIRETOR DE PRODUÇÃO RAPHAEL UCHÔA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENADOR DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
A médica infectologista Carolina Salume, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Santa Rita. afirmou nesta segunda-feira (27), que a ala do hospital onde os funcionários apresentaram o quadro de síndrome respiratória foi esvaziada, assim como o centro cirúrgico anexo foi isolado. No entanto, destaca ela, não há suspensão de cirurgias na unidade hospitalar. nem de tratamentos, como os oncológicos, que estão acontecendo normalmente. A infectologista garantiu que não há risco de se frequentar o hospital, nem o entorno. “A doença é restrita a uma ala do hospital, que é um setor de internação. Portanto, não há nenhuma recomendação, nenhum risco para a população que esteja no entorno do hospital. Isso é uma coisa muito importante para a gente falar, porque os nossos funcionários que usam da rede pública de transporte têm sentido que as pessoas estão meio que se afastando deles”, declarou Carolina. As autoridades de saúde ainda apuram a origem da infecção. Amostras foram coletadas e exames são realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Espírito Santo (Lacen-ES) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro, para identificar as causas. A expectativa é de que os resultados saiam até o fim desta semana.
Eduardo Sonda, Médico Infectologista, foi um dos convidados dessa edição do Direto ao Ponto, o especialista alertou sobre doenças e cuidados durante a primavera.
Eduardo Sonda, Médico Infectologista, foi um dos convidados dessa edição do Direto ao Ponto, o especialista alertou sobre doenças e cuidados durante a primavera.
Conexão Sociedade: Entrevista com infectologista e diretora médica da MSD Brasil, Dra. Marina Della Negra que falou sobre vacinação HPV/ novo método de detecção do vírus no SUS.
Problemas respiratórios com o mofo do inverno.
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Aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave e situação da capacidade de atendimento na região.
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CRDI, hospitais contratualizados e Saúde de Wladimir 2 Protagonismo de Campo na política do RJ e eleições
Casos de febre Oropouche confirmados e índices de Dengue e Chikungnya Baixa adesão da população à vacina Início da campanha de vacinação contra gripe
Conexão Sociedade: Entrevista com infectologista no hospital aliança rede D'or, Adriano Oliveira que falou sobre covid-19.
Ouça a entrevista de Denise Campos de Toledo com David Uip, médico infectologista, diretor nacional de infectologia da Rede D'Or e reitor do Centro Universitário FMABC, sobre os 5 anos de início da pandemia da Covid e o que mudou neste período, riscos ainda presentes. #JornalDaGazeta
O programa Assunto Nosso dessa edição recebeu o Dr. Eduardo Sonda, infectologista, que falou sobre o dia internacional do preservativo e importância para evitar doenças sexualmente transmissíveis.
O programa Assunto Nosso dessa edição recebeu o Dr. Eduardo Sonda, infectologista, que falou sobre o dia internacional do preservativo e importância para evitar doenças sexualmente transmissíveis.
Descrição: A infectologista Mariangela Ribeiro Resende, do HC da Unicamp, alerta sobre os riscos associados à circulação simultânea de diferentes sorotipos do vírus da dengue, especialmente com a presença do sorotipo 3 na região. Em um cenário de crescente preocupação, a médica enfatiza a importância de redobrar os cuidados e adotar medidas de prevenção, além de destacar a disponibilidade de vacinas e a necessidade de conscientização da população em relação a baixa procura de vacinas para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos de idade.Reportagem: Thais Pimenta
Vírus HMPV pode causar nova pandemia?
Caroline Deutschendorf, infectologista, chefe de Infecção Hospitalar do Clínicas - 15/08/2024 by Rádio Gaúcha
Inverno demanda cuidados contra doenças como pneumonia. Hospitais estão atentos a um possível aumento de casos. Em Porto Alegre, o Hospital Moinhos de Vento, por exemplo, registrou 431 altas de internações entre janeiro e julho deste ano, aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano passado.
Fabiano Ramos, Infectologista e diretor técnico do Hospital São Lucas - 26/02/2024 by Rádio Gaúcha
Vacina da Dengue no SUS.
Assine o Café Brasil em https://mundocafebrasil.com O convidado de hoje é o Dr. Francisco Eduardo Cardoso Alves, médico infectologista que tem atuação majoritária na área clínica em doenças clínicas, infectocontagiosas, parasitárias e tropicais além de diagnóstico médico em geral. Francisco atua em consultório, ambulatório, enfermaria, emergência e terapia intensiva. Consultor e parecerista em temas relacionados a COVID-19, é membro de comitê de gestão de crise da COVID-19 em algumas cidades do Brasil. Durante a pandemia o Dr. Francisco se tornou conhecido por ser uma voz dissidente das narrativas hegemônicas. Um papo interessante sobre a forma como a pandemia foi tratada (e ainda é) especialmente por jornalistas. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assine o Café Brasil em https://mundocafebrasil.com O convidado de hoje é o Dr. Francisco Eduardo Cardoso Alves, médico infectologista que tem atuação majoritária na área clínica em doenças clínicas, infectocontagiosas, parasitárias e tropicais além de diagnóstico médico em geral. Francisco atua em consultório, ambulatório, enfermaria, emergência e terapia intensiva. Consultor e parecerista em temas relacionados a COVID-19, é membro de comitê de gestão de crise da COVID-19 em algumas cidades do Brasil. Durante a pandemia o Dr. Francisco se tornou conhecido por ser uma voz dissidente das narrativas hegemônicas. Um papo interessante sobre a forma como a pandemia foi tratada (e ainda é) especialmente por jornalistas. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Howdy! Neste #valeAPenaOuvirDeNovo trazemos o episódio em que Fernando Lima, nosso host supremo, recebeu Eric Gorgens, Diego Silva e Aécio Freitas para falar sobre a expedição para chegar a árvore mais alta da Amazônia. Entenda os desafios de preparação, logística e liderança por trás desta grande descoberta! Eric Gorgens é engenheiro florestal pela Universidade Federal de Viçosa, mestre em Ciências Florestais também pela UFV, especialista em Gestão Florestal pela UFPR, doutor em Recursos Florestais pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP) e pós-doutorado no INPE (2015). É professor do Departamento de Engenharia Florestal na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Coordena o Núcleo de Estudos em Zoneamento Ambiental e Produtivo da UFVJM. Desde de 2019, coordena os esforços para encontrar e documentar as árvores gigantes da Amazônia. Diego Armando da Silva tem graduação em Engenharia Florestal pela Universidade do Estado do Amapá, Mestre em Ciências Florestais pela Universidade Federal do Espírito Santo, Doutor em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Coordenador local do projeto Monitoramento de Árvores Gigantes na Amazônia. Professor do Instituto Federal do Amapá (IFAP), Campus Laranjal do Jari e do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT). Líder do grupo de pesquisa Centro de Estudos em Ecologia e manejo da Amazônia (CEEMA). Aécio Freitas é médico da Unidade de Suporte Avançado do Grupo de Resgate da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (GRAU). Médico da Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Regional Ribeirão Preto-SP). Infectologista do Centro de Referência em Infectologia e médico da Associação Brasileira de Medicina de Áreas Remotas e Esportes de Aventura (ABMAR). Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: https://www.instagram.com/desabrace/Instagram https://web.facebook.com/desabrace/Facebook https://twitter.com/desabrace Canal no Telegram: https://t.me/desabrace Visite nossa página: https://www.desabrace.com.br Envie suas pedradas e perrengues: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Produção, apresentação e edição: Fernando Lima Decupagem: Senhor A
Traz dicas sobre a prevenção contra a leptospirose nas cidades atingidas por enchentes
Fabiano Ramos, Infectologista E Diretor Técnico Do Hospital São Lucas Da PUCRS - 16/08/2023 by Rádio Gaúcha
ENTREVISTA: a entrevistada de hoje é a Dra. Isabele Berti, que é Infectologista do Tacchini.// A médica é responsável por uma pesquisa com duas vacinas contra a dengue que conta com a participação do Instituto Tacchini de Pesquisa em Saúde (ITPS) e está chegando na reta final.
ENTREVISTA: Anelise Kirsch, infectologista do controle de infecção municipal, da Secretaria da Saúde de Caxias do Sul. Assunto: orientações para quem está com sintomas gripais. Tem muita gente com sintomas, mas nem sempre vai ser covid. Quando fazer o teste? Quando procurar médico? Quais cuidados preventivos se pode ter?
Óbitos por dengue no RS se concentram na população idosa
Gaúcha Hoje - Gaúcha Serra -Andrea Dal Bó - Médica Infectologista - SMS- Cxs - RS- 01/12/2022 by Rádio Gaúcha
Cândida Neves, médica pneumologista e infectologista. Atendeu o primeiro diagnóstico de Aids no RS em 1983
No primeiro episódio da série sobre HIV, Vinicius Zofoli, intensivista e editor do portal PEBMED e Whitebook, convida um dos maiores especialistas em HIV no país. o médico Álvaro Furtado Costa, Infectologista da USP, para realizar uma atualização sobre o tratamento da infecção por HIV. Confira o primeiro episódio!
Debate da Super Manhã: No Debate desta quarta-feira, o comunicador Geraldo Freire conversa com especialistas sobre as medidas de proteção contra a covid-19 e a cobertura vacinal da população infantil, diante do aumento de testes com resultado positivo para a doença no Brasil. Participam, o Médico pediatra, membro do comitê de vacinação da Secretaria de Saúde do Recife, Eduardo Jorge da Fonseca, o Médico infectologista do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC/UPE), Infectologista no Hospital Correia Picanço e Médico da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco, Demetrius Montenegro, e a Jornalista, titular da coluna Saúde e Bem-estar do Jornal do Commercio, Cinthya Leite.
Entrevista CH1 - Gaúcha Zona Sul - 08/11/2022 - Danise Senna, Prof. Pesq. Infectologista Da UFPel by Rádio Gaúcha
Infectologista E Diretor Técnico Do Hospital São Lucas, Dr. Fabiano Ramos - 08/11/2022 by Rádio Gaúcha
Neste episódio Fernando Lima, nosso host supremo, recebe Eric Gorgens, Diego Silva e Aécio Freitas para falar sobre a expedição para chegar a árvore mais alta da Amazônia. Entenda os desafios de preparação, logística e liderança por trás desta grande descoberta! Eric Gorgens é engenheiro florestal pela Universidade Federal de Viçosa, mestre em Ciências Florestais também pela UFV, especialista em Gestão Florestal pela UFPR, doutor em Recursos Florestais pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP) e pós-doutorado no INPE (2015). É professor do Departamento de Engenharia Florestal na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Coordena o Núcleo de Estudos em Zoneamento Ambiental e Produtivo da UFVJM. Desde de 2019, coordena os esforços para encontrar e documentar as árvores gigantes da Amazônia. Diego Armando da Silva tem graduação em Engenharia Florestal pela Universidade do Estado do Amapá, Mestre em Ciências Florestais pela Universidade Federal do Espírito Santo, Doutor em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Coordenador local do projeto Monitoramento de Árvores Gigantes na Amazônia. Professor do Instituto Federal do Amapá (IFAP), Campus Laranjal do Jari e do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT). Líder do grupo de pesquisa Centro de Estudos em Ecologia e manejo da Amazônia (CEEMA). Aécio Freitas é médico da Unidade de Suporte Avançado do Grupo de Resgate da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (GRAU). Médico da Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Regional Ribeirão Preto-SP). Infectologista do Centro de Referência em Infectologia e médico da Associação Brasileira de Medicina de Áreas Remotas e Esportes de Aventura (ABMAR). Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: https://www.instagram.com/desabrace/Instagram https://web.facebook.com/desabrace/Facebook https://twitter.com/desabrace Canal no Telegram: https://t.me/desabrace Visite nossa página: https://www.desabrace.com.br Envie suas pedradas e perrengues: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Produção, apresentação e edição: Fernando Lima Decupagem: Senhor A
Médico Infectologista Do Hospital Conceição, André Luiz Machado - 09/08/2022 by Rádio Gaúcha
Entrevista com Anelise Kirsch, infectologista do Controle de Infecção Municipal. Falando das dúvidas sobre varíola dos macacos.
O que sabemos até o momento sobre a varíola dos macacos, ou varíola símia?Neste episódio do DrauzioCast, dr. Drauzio Varella e dr. Antônio Bandeira, Infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, abordam a história da doença, como ela reapareceu, como ocorreu a transmissão, sintomas, diagnóstico e o tratamento.Este episódio foi gravado no dia 22 de julho de 2022.Conteúdo produzido em parceria com o programa de relacionamento Viva Saúde, da Drogaria São Paulo e da Drogarias Pacheco.Veja também: Atualização do que se sabe (até agora) sobre a varíola dos macacos
médico infectologista do Hospital Conceição e um dos co-investigadores do estudo da vacina Janssen no RS, André Luiz Machado Entenda como ficou o novo esquema de vacinação da Janssen
Enquanto a covid-19 continua sendo controlada no País, uma nova doença começa a preocupar autoridades sanitárias pelo mundo: a varíola dos macacos. Mais de 12 países, entre europeus, Estados Unidos, Canadá e Austrália, já registraram casos da doença. O habitat natural desse vírus são os animais selvagens, em geral roedores, mas começou a aparecer também em macacos de laboratório. A causa da disseminação ainda está sendo estudada, mas cogita-se que, de alguma forma, humanos nas florestas tropicais da África Ocidental e Central entraram em contato com uma criatura infectada e o vírus foi transmitido entre as espécies. Agora, o vírus luta para se espalhar, por isso precisa de contato próximo prolongado para continuar sobrevivendo. O vírus causa febre, dores no corpo e mal-estar. A pele infectada, então, irrompe em uma erupção cutânea, que forma bolhas e depois se transforma em crostas. A varíola dos macacos é uma doença infecciosa que geralmente é leve e endêmica. É espalhada por contato próximo, e pode ser contida com relativa facilidade por meio de medidas como isolamento e higiene. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que espera identificar mais casos de varíola dos macacos à medida que expande a vigilância em países onde a doença normalmente não é encontrada. No episódio de hoje, 25, vamos falar mais sobre esta doença com Julio Croda, Médico Infectologista, Professor da UFMS e da Yale School of Public Health e Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. O Estadão Notícias está disponível no Spotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.