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Na quarta-feira, dia 03/06/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de maio. Novamente realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!
Os Dodgers estão 6 jogos na liderança da NL West e as vitórias voltaram a ser recorrentes para os comandados de Dave Roberts.Além disso, o Troféu Will Klein do mês de maio foi para as mãos do RP Tanner Scott, apesar da derrota contra o Phillies.No programa de hoje, você ouve Thiago Cordeiro e Gabriel Barros falando sobre a varrida contra o Colorado e a vitória na série contra o Filadélfia.E ainda, a semana contra Dbacks e Angels, e a expectativa para os próximos dias do ‘maior azul do mundo’!Aperta o play e compartilhe o nosso Dodgers Cast!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que voltará a indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A declaração foi feita durante o anúncio de investimentos da Petrobras em Sergipe.Messias teve o nome rejeitado pelo Senado Federal em uma articulação liderada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Lula atribuiu a decisão a questões políticas e defendeu a capacidade técnica e jurídica do aliado.O pronunciamento ocorreu após manifestações do público contra o senador Laércio Oliveira durante o evento. Lula pediu respeito aos presentes e destacou a necessidade de convivência democrática.O presidente também ressaltou que o governo possui minoria no Congresso Nacional e, por isso, precisa manter diálogo com diferentes partidos para garantir a aprovação de projetos e propostas de interesse do Executivo.
Homilia Padre João Vitor, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,19-23Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana,estando fechadas, por medo dos judeus,as portas do lugar onde os discípulos se encontravam,Jesus entrou e, pondo-se no meio deles,disse: "A paz esteja convosco".Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado.Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco.Como o Pai me enviou, também eu vos envio".E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo.A quem perdoardes os pecados,eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos". Palavra da Salvação.
O presidente Lula pode indicar Jorge Messias novamente para o STF? E por que insistiria nisso?A rejeição de Jorge Messias pelo Senado foi histórica — a primeira em mais de um século. Mas o governo sinaliza que pode voltar com o mesmo nome. Isso é juridicamente possível? E faz sentido politicamente?- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/ @RecondoeOsOnze No novo episódio do Sem Precedentes, Felipe Recondo, Ana Laura Barbosa e Thomaz Pereira analisam, com profundidade e sem rodeios, todas as dimensões dessa questão.O que você vai encontrar neste episódio:— A Constituição veda uma nova indicação de nome já rejeitado? A resposta direta de Ana Laura Barbosa— O Ato da Mesa do Senado de 2010 pode bloquear o presidente da República? E ele é válido?— As saídas estratégicas para todos os lados: Lula, Alcolumbre e o próprio Supremo— Por que Thomaz Pereira chama atenção para o risco de o STF criar jurisprudência perigosa para si mesmo— A crítica que atravessa o debate: por que insistir em Messias e não considerar uma mulher para a vaga?— O que significa não levar a sério uma rejeição do Senado — e o que isso faz com o processo de indicação ao SupremoUm episódio mais curto, mas direto ao ponto — sobre direito, política e as escolhas que definem uma presidência.
Mixtape era pra ter saído como qualquer jogo, sem alarde, comendo pelas beiradas e agradando aqueles que curtem jogos narrativos. Porém, com as ótimas avaliações o jogo acabou ganhou um destaque inesperado, fazendo as pessoas mais uma vez criticarem o papel do jornalismo especializado em relação as suas análises e o mais importante: a dúvida de que Mixtape é um jogo ou não...
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (18):O presidente Lula (PT), de acordo com boatos pelos corredores do Planalto, pretende reenviar o nome de Jorge Messias, atual chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), para preencher a próxima vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF). O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, anunciou, nesta segunda-feira (18), a convocação dos jogadores para a Copa do Mundo 2026 e confirmou que contará com o atacante Neymar Jr. O retorno do jogador ocorre em um momento estratégico de preparação para a Copa do Mundo, dividindo opiniões entre torcedores e analistas esportivos sobre o real impacto do atleta no elenco atual. O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, deve fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda nesta semana. O movimento ocorre após o avanço de investigações que cruzam dados de fraudes financeiras e parcerias estratégicas no setor bancário. A Polícia Federal aponta um prejuízo estimado em R$500 bilhões decorrente de fraudes e irregularidades no escândalo do Banco Master. Analistas debatem os impactos institucionais, uma vez que o avanço das diligências promete atingir fundos de pensão, corretoras e agentes políticos que mantinham conexões com a cúpula do grupo investigado. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), se reunirá com aliados de seu partido, o Partido Liberal, para prestar esclarecimentos sobre os áudios vazados recentemente em conversas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O encontro servirá para alinhar o discurso da bancada e neutralizar possíveis desgastes à sua pré-campanha rumo ao Palácio do Planalto. O ex-governador e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), reajustou seu discurso sobre o senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma tentativa de selar um tempo de paz na direita. O movimento ocorre após atritos recentes de bastidores sobre a liderança da oposição para as próximas disputas eleitorais. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta segunda-feira (18), o destaque foi o presidente Lula (PT-SP) que estuda reenviar o nome de Jorge Messias (PT-PE) para o STF, ignorando a recente rejeição da indicação pelo Senado Federal. A manobra é vista como uma afronta. O presidente Lula (PT-SP) intensificou o confronto com o Congresso Nacional após a rejeição de nomes estratégicos e o veto a pautas do Executivo. A relação com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e com a Câmara, liderada pela oposição, atingiu o ponto mais crítico do mandato. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não cederá à pressão pela abertura imediata de uma CPI para investigar o Caso Master. Motta declarou que o tema será tratado de forma estritamente regimental, o que foi lido como uma tentativa de "esfriar" a crise que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocou uma reunião de emergência com a bancada do PL nesta segunda-feira (18/05) para explicar os áudios enviados ao banqueiro Daniel Vorcaro. Em um movimento inesperado, o presidente Donald Trump anunciou o adiamento de uma ofensiva militar contra alvos estratégicos no Irã, que estava prevista para esta terça-feira (19). O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) quebrou o silêncio sobre o orçamento do documentário "Dark Horse". Ele afirmou que o valor de R$ 134 milhões é "até barato" para uma produção de padrão internacional e negou que o montante tenha relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Uma nova pesquisa revela que 40% dos brasileiros consideram a atuação do STF ruim ou péssima em 2026. O índice reflete o desgaste da Corte em meio a decisões monocráticas e embates com o Congresso sobre o Caso Master. O presidente Lula (PT-SP) enviou um recado direto a Donald Trump, sugerindo que os EUA abandonem o conflito direto com a China pelo controle das terras raras e foquem em parcerias estratégicas com o Brasil. O técnico Carlo Ancelotti anunciou oficialmente os 26 jogadores que representarão o Brasil na Copa do Mundo de 2026. A grande novidade é a presença de Neymar, que garantiu sua vaga após muita polêmica. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
Ex-governador mineiro publica nova série de vídeos de Os Intocáveis; sucesso, no entanto, tende a diminuir.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #RomeuZema #OsIntocáveis #PolíticaMG #MinasGerais #DireitaBrasil #MarketingPolítico #Eleições2026 #Oposição #Zema #BastidoresPolíticos #AnálisePolítica #ComunicaçãoDigital #PodcastBrasil #MinasNoTopo #Liderança #DebatePolítico #Notícias #Estratégia #ConteúdoDigital #Brasil2026
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Os presidentes Lula e Donald Trump demonstraram aproximação política após reunião de três horas na Casa Branca. Durante o encontro, os dois trocaram elogios públicos e destacaram a importância da relação entre Brasil e Estados Unidos.O principal tema debatido foi a normalização do comércio entre os países. As negociações para o fim das tarifas comerciais continuarão sendo conduzidas pelas equipes técnicas dos dois governos.Outro assunto tratado foi o interesse norte-americano nos minerais críticos brasileiros, considerados estratégicos para tecnologia e energia. Lula afirmou que o Brasil está aberto a receber investimentos de empresas dos Estados Unidos.
No 3 em 1 desta terça-feira (05), o destaque foi que a Câmara dos Deputados do Brasil vota a política nacional para exploração de minerais críticos, como as terras raras. O projeto prevê a criação de um fundo de R$ 5 bilhões para estimular o processamento desses recursos no país. O tema também estará na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Trump, já que as terras raras são alvo de atenção estratégica do governo dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump abriu uma nova frente de conflito internacional ao criticar duramente o Papa Leão. Em declaração nesta terça-feira (05), Trump afirmou que o pontífice está "ameaçando e colocando católicos em perigo" ao se posicionar de forma crítica sobre o confronto no Oriente Médio entre EUA e Irã. Mesmo após a histórica rejeição pelo Senado para a vaga no STF, o presidente Lula decidiu manter Jorge Messias no primeiro escalão do governo. O Planalto confirmou que Messias segue no comando da AGU, mas interlocutores afirmam que Lula cogita transferi-lo para um novo cargo no governo. O relator da comissão especial que analisa o fim da escala 6x1, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (05/05) seu plano de trabalho. O cronograma prevê a leitura do relatório em 20 de maio, com votação no colegiado no dia 26. O objetivo do presidente da Câmara, Hugo Motta, é levar a PEC ao plenário já no dia 27 de maio. Segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (05), o cenário para 2026 aponta empate técnico no segundo turno: Flávio Bolsonaro (44%) contra 43% de Lula. O senador do PL cresceu três pontos desde março, impulsionado pelo desempenho entre evangélicos e eleitores de alta renda. O deputado estadual Thiago Rangel (Avante) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (05), durante a quarta fase da Operação Unha e Carne. A investigação aponta fraudes em contratos de obras e fornecimento de materiais para escolas da rede estadual de ensino, com desvios que seriam lavados em postos de combustíveis. O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou um recurso nesta terça-feira (05) alegando que houve "omissão" por parte do TSE no julgamento que manteve o mandato de Cláudio Castro. O órgão afirma que a Corte ignorou evidências robustas de abuso de poder político e econômico. Vale lembrar que o acordo destaca que Castro deixou o governo do Rio de Janeiro por renúncia. O presidente Lula anunciou nesta terça-feira (05/05) o programa "Brasil contra o Crime Organizado", com previsão de quase R$ 1 bilhão em investimentos. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) confirmou nesta terça-feira (05) que o presidente da Alesp, André do Prado (PL), será um dos pré-candidatos ao Senado em sua chapa. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O país relembra esta semana os 30 anos do luto nacional causado pelo massacre de Porth Arthur, cidade turística ao sul da Tasmânia. Um atirador assassinou 35 pessoas, e o fato gerou mudanças drásticas nas leis de compra e porte de armas de fogo. Hoje, depois do atentado de Bondi Beach, o país discute se as leis atuais ainda são suficientes.
Ouça o que movimentou o mercado nesta segunda-feira.
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Fred Murta, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Novamente a solo, com um tema que desta vez é completamente pessoal: a preparação de Luís para a Maratona de Londres, a sua oitava maratona e aquela que descreve, sem hesitar, como a mais atribulada desde que corre a sério.O Luis reconstrói o que correu mal nos últimos meses: uma suspeita de lesão no tendão de Aquiles no final de novembro que obrigou a semanas sem intensidade, o mês de dezembro quase inteiro à espera de ressonância magnética, uma semana de descanso em Monte Gordo que parecia o arranque do bloco e acabou interrompida por um vírus que durou quase duas semanas com febre e sem conseguir comer. No total, dois meses e meio sem uma única série de Z4, tudo isto dois meses antes da maratona. Luís descreve o processo de reset das zonas de treino, a reestruturação do bloco com o treinador David, e como a evolução foi sendo lida semana a semana em vez de se comparar com o pico de forma do outono anterior. A progressão nas séries e os treinos longos com lactato acumulado no início surgem como os pilares de uma preparação mais curta que o habitual mas suficientemente sólida.O episódio fecha com uma passagem pelos detalhes de suplementação e recuperação: a decisão de parar a creatina antes da prova por causa do acréscimo de peso, as sessões de ginásio no CABE Training Center que ficaram suspensas por precaução, uma massagem semanal, botas de compressão nos dias de séries e longos, e banhos de gelo com hidromassagem que, nas palavras do próprio Luís, fazem tremer as mãos a quem tenta escrever no telemóvel dentro da banheira. RecomendaçõesPlayoffs da NBA e o percurso do português Neemias Queta nos CelticsSoul Power: The Legend of the American Basketball Association - Docuseries (Prime) - https://www.imdb.com/title/tt38638035Parcerias e como ajudarem este projeto
Falo sobre a condenação, agora pelo TJRJ, do ex-prefeito do Rio e hoje Dep. Federal Bispo Crivella, por ter, em 2019, usado sua posição para censurar uma revista em quadrinhos na Bienal do Livro do Rio que trazia um casal de homens se beijando. Discuto liberdade política, liberdade de expressão, censura e discriminação (inclusive pela desigualdade de tratamento).
Na segunda-feira, Trump postou uma imagem em que aparece como Jesus Cristo.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Edição: Tiago GouveiaReportagem: Débora InfanteDestaques:Donald Trump critica novamente a NATO devido à guerra no Médio OrienteChina terá tido papel determinante no acordo de cessar-fogo entre EUA e IrãoMultas mais altas para quem excede a velocidade ou conduz alcoolizadoFIFA convoca João Pinheiro para o Mundial de 2026Rosalía agradece a Lisboa e encanta com um concerto cheio de energia
Na segunda-feira, dia 06/04/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de março. Novamente realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Casa Branca negou que o Irã tenha fechado o Estreito de Ormuz após a reabertura da rota para navios de petróleo. A porta-voz americana Karoline Leavitt disse que o acordo prevê negociações com o Irã desde que o Estreito de Ormuz permaneça aberto. Ela ainda declarou que o cessar-fogo foi uma vitória dos Estados Unidos. E ainda: Ciclone extratropical causa destruição e derruba árvores no RS.
(00:00:00) Xadrez Verbal #455 Petróleo russo em Cuba e Trump ameaça novamente o Irã (00:06:25) Giro de Notícias #01 Trouxemos as principais notícias da última semana em relação à guerra no Irã, com destaque para o primeiro discurso de Donald Trump, após a ofensiva militar.Recebemos novamente Fernanda Simas para aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, repercutindo a chegada do petróleo russo à Cuba.Por fim, analisamos mais um capítulo da crise entre EUA e os seus aliados da OTAN.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalConheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
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22 DE MARÇO DE 2026 - DOMINGORef.: Jeremias 33.1-3, Jeremias 33.6-11, Salmo 126.1-6
94_Novamente Manthara by Gloria Arieira
Olá, Você está ouvindo o Espiadinha, o podcast que tem 70 câmeras e o Brasil tá vendo! Eu sou o Athilas, e hoje vamos comentar as novidades e tudo que está acontecendo no BBB 26, que além de Pipocas e Camarotes, agora temos Veteranos, os Ex-BBBs estão de volta, se você não quer perder nada dessa nova temporada do BBB, se inscreva no Espiadinha Podcast!Siga o Espiadinha nas redes sociais!Facebook: https://www.facebook.com/EspiadinhaPodcast/Instagram: https://instagram.com/espiadinhapodcast#BBB26 #BigBrotherBrasil26 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
A categoria dos caminhoneiros está em pé de guerra. Com a disparada dos preços dos combustíveis e a falta de diálogo com o governo, Wallaci Landim, o Chorão, presidente do sindicato, alerta para a possibilidade real de uma nova greve nacional.Em entrevista exclusiva, Chorão detalha a preocupação dos motoristas que estão pagando para trabalhar e a iminência de um colapso no transporte de cargas. Analisamos se o governo Lula tem fôlego fiscal para segurar os preços ou se o Brasil enfrentará um novo desabastecimento nas próximas semanas.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #BrasilParado #Crise #Abastecimento #Economia #Urgente #Alerta #Manifestação #Protesto #PreçoDoDiesel #NoticiasBrasil #PodcastBrasil #CortesDePodcast #Debate #Analise #Informação
Quarta-feira, dia 04/03/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
dois endereços: estamos em Cristo, mas também estamos no mundo. O desafio que se impunha à igreja em Corinto é o mesmo que enfrentamos: como viver aqui sem sermos moldados pela cultura ao redor? Como ter mais de Cristo do que da cultura que nos envolve? O Evangelho aponta que nossa identidade é preservada em Cristo, por Ele, não por esforço próprio. A igreja é de Deus e é Ele quem nos conduz. Assim, devemos usar o Evangelho como guia diário e como lente para lidar com todas as ocasiões. Paulo, ao lidar com a igreja de Deus em Corinto — que estava em profunda desordem —, não inicia com acusações, moralismo ou legalismo; ele inicia com a Ação de Graças. Ele não foca apenas nos pecados e profanações daquela igreja, mas reafirma a graça de Deus no meio deles. Da mesma forma, nós devemos pregar o Evangelho enquanto exortamos, redirecionando o olhar do nosso orgulho para o que Deus realiza. Por vezes, nos esquecemos que o maior milagre não são sinais visíveis, mas o fato de que Deus resgatou pecadores rebeldes para que hoje, juntos, adorássemos ao Senhor. Algo surpreendente é que Paulo afirma que essa igreja problemática se achará irrepreensível. O Evangelho afirma que nós seremos achados irrepreensíveis. Mas como? Nisso está nossa esperança: na fidelidade de Deus. Nossa segurança não reside em nossa performance, mas no caráter de Deus. Se dependesse de nós, jamais estaríamos prontos, mas temos a certeza de que no Dia do Senhor — por ser o Dia d'Ele e por sermos a igreja d'Ele — seremos achados irrepreensíveis. Não porque podemos fazer algo, mas porque é Deus quem nos chamou, é Deus quem nos enriquece em tudo e é Deus quem “começou a boa obra”. Novamente: porque Deus é Fiel. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
O queimadense Julio se interessou por tecnologia apenas durante o curso técnico de eletrônica, mas isso lhe fez escolher engenharia de controle de automação como curso superior. Ainda na faculdade, teve a oportunidade de estagiar em Portugal, antes de voltar ao Brasil e passar a trabalhar na Huawei, o que lhe rendeu uma passagem pela China.Novamente de volta ao Brasil e, graças ao incentivo de um ex-colega de Portugal, Julio foi buscar oportunidades no exterior, e acabou indo parar na Polônia. De lá, passou a trabalhar em uma consultoria, antes de ser contratado pela empresa com a qual ele já lidava. Depois de um tempo, Julio resolveu buscar novos ares, e acabou indo para a Alemanha, em um trabalho que envolvia muitas viagens à Índia. Foi aí que surgiu a oportunidade de passar seis meses na Índia, onde ele se encontra atualmente.Neste episódio, ele compartilha seu curioso cotidiano e os muitos ajustes de se trabalhar na terra onde sim, as coisas são apimentadas de verdade..Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaJulio Chagas, Gerente de Softwares Embarcados em Coimbatore, ÍndiaLinks:LinkedIn do JulioCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
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Quarta-feira, dia 07/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca na Idade Média... Isso aí, esse é nosso primeiro SciNuca de Bico com a equipe de história! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: Idade Média. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 23/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-674 Imagem de capa: Mande perguntas para o SciNuca: https://forms.gle/hhUy8Li6oR3vC3iY7See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca na Idade Média… Isso aí, esse é nosso primeiro SciNuca de Bico com a equipe de história! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: Idade Média. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 23/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-674 Imagem de capa: Mande perguntas para o SciNuca: https://forms.gle/hhUy8Li6oR3vC3iY7 Cenários do episódio: Cena 1 As tendas se alinham ao redor da praça estreita, cercada por casas altas de pedra, algumas com pequenas janelas de vidro irregular que refletem o sol fraco. Sob um toldo vermelho, artesãos examinam rolos de lã vinda do outro lado do mar, discutindo preços em voz baixa enquanto um oficial da corporação local confere pesos e selos de qualidade. Um grupo de homens com mantos longos, falando com sotaque estrangeiro, negocia com um cambista que empilha moedas de diferentes cidades, escolhendo cuidadosamente as mais confiáveis. Um cheiro forte de massa vem de uma barraca onde uma mulher vende pastelões recheados, servidos ainda quentes em folhas de pergaminho reaproveitado. Perto dali, dois comerciantes conversam irritados sobre o atraso na chegada dos navios — e sobre como a produção dos teares da cidade não pode parar por falta de matéria-prima. Enquanto isso, guardas municipais observam a movimentação, cada um armado apenas com lanças curtas. Cena 2 O sol ainda nem rompeu totalmente o nevoeiro quando homens se movem na margem lamacenta do rio. Dois barcos longos, de fundo chato, repousam meio erguidos na areia, enquanto grupos misturados de guerreiros loiros ajustam escudos pintados ao longo das bordas. Perto dali, um artesão verifica fileiras de pequenas lâminas metálicas que balançam como escamas presas a um colete de couro. Um guerreiro testa um elmo arredondado, sem qualquer nasal protetora, e o ajusta com uma tira simples. Antes de embarcarem, alguns deixam oferendas diante de pequenos ídolos de madeira, escurecidos pela fumaça, enquanto outros negociam sacos de peles e potes de mel com mercadores que chegaram ao amanhecer. Ouve-se alguém comentar que, se o rio estiver favorável, alcançarão em pouco tempo a rota que leva “ao grande mar do sul, onde os gregos governam”. Os barcos já começam a ser empurrados para a água, e o coro de vozes nórdicas e eslavas toma conta da margem quando o primeiro casco desliza no rio. Cena 3 O vento frio vindo do canal faz tremular os estandartes com símbolos dourados, enquanto guerreiros vindos do continente se equipam ao redor das fogueiras. Os cavaleiros, montando grandes cavalos de guerra, prendem suas cotas de malha longas e ajustam os capacetes cônicos com nasal. Um deles reclama do peso da lança, mas garante que ela será essencial para romper a muralha de escudos dos defensores da ilha Perto das tendas, os arqueiros testam seus arcos, enquanto soldados de infantaria comem pão duro, cebolas e carne salgada, esfregando gordura nos escudos de madeira para evitar que as lâminas inimigas se prendam. Um oficial comenta que, ao amanhecer, precisarão conduzir ataques repetidos até que o rei inimigo desfaça sua linha pesada naquela colina. Numa tenda maior, o comandante revisa um mapa simples do terreno, lembrando aos homens que a cavalaria deve avançar em ondas, recuar se necessário e atrair os defensores para fora da formação. Ao final, todos fazem o sinal da cruz, enquanto um clérigo pede proteção “nesta luta contra aqueles que tomaram o trono de nosso duque”. Cena 4 O salão de madeira escurecida está cheio, mas silencioso. À frente, um grupo de homens de mantos pesados — barões de grandes domínios — observa enquanto um cavaleiro, ainda com sua cota de malha descendo quase até os joelhos, permanece de pé. Sobre a mesa central repousam dois pergaminhos selados com cera vermelha. Um deles é erguido por um dos barões, que cita trechos a respeito de “liberdades garantidas”. Outro menciona que Sua Majestade não ignora tais compromissos. O cavaleiro tenta justificar-se, mas a atenção do salão está focada na disputa entre os nobres, que discutem deveres feudais, direitos locais e se a conduta dele infringiu aquilo que fora acordado “entre o rei e o reino”. Enquanto as tochas crepitam, um escriba prepara-se para registrar o veredito, derretendo mais cera para um novo selo que será afixado ao documento final. Cena 5 O calor da forja ilumina o interior do galpão de madeira, onde um ferreiro gira lentamente três barras estreitas de metal incandescente antes de torcê-las umas sobre as outras. Um jovem observa em silêncio enquanto o mestre martela o conjunto, formando padrões ondulados que começam a surgir na lâmina. Pendurados na parede estão elmos arredondados, sem viseiras, ao lado de escudos circulares de madeira. Não há selas altas nem esporas — apenas arreios simples, usados para viagens curtas. Do lado de fora, dois homens deixam pequenos talismãs de madeira diante de um poste esculpido, murmurando pedidos de proteção para a expedição que farão ao oeste. Um visitante menciona ter vindo “da terra dos francos”, trazendo novidades de senhores que buscam boas lâminas para presentear seus guerreiros.
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E nesta sexta vai rolar a etapa final do T100! No feminino, disputa segue em aberto entre 5 atletas e tudo pode acontecer. No masculino, tem um franco favorito mas nada está definido. Novamente trouxemos nossos amigos Diego Ferraz e Beto Nitrini para analisar o start list e dar pitacos. Confira o episódio.
No episódio de hoje, você escuta uma conversa um pouco diferente: um bate-papo com as pesquisadoras Germana Barata e Sabine Righetti, ambas do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). Elas estiveram na COP30 e conversaram com Mayra Trinca sobre a experiência de cobrir um evento ambiental tão relevante e sobre quais foram os pontos fortes da presença da imprensa independente. __________________________________________________________________________________ TRANSCRIÇÃO [música] Mayra: Olá, eu sou a Mayra, você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Hoje a gente vai fazer uma coisa um pouquinho diferente do que vocês estão acostumados. E eu trouxe aqui duas pesquisadoras do LabJor pra contar um pouquinho da experiência delas na COP30, que rolou agora em novembro. Então vai ser um episódio um pouco mais bate-papo, mas eu prometo que vai ficar legal. Vou pedir pra elas se apresentarem e a gente já começa a conversar. Então eu estou com a Germana Barata e a Sabine Righetti, que são pesquisadoras aqui do Labjor. Germana, se apresenta pra gente, por favor. Germana: Olá, pessoal, eu sou a Germana. Obrigada, Maíra, pelo convite pra estar aqui com vocês no Oxigênio. Eu sou pesquisadora do LabJor, do aula também por aqui, e tenho coordenado aí uma rede de comunicação sobre o oceano, que é a Ressou Oceano, que é o motivo da minha ida pra COP30.Então a gente vai ter a oportunidade de contar um pouquinho do que foi essa aventura na COP30. Mayra: Agora, Sabine, se apresenta pra gente, por favor. Sabine: Oi, pessoal, um prazer estar aqui. Sou pesquisadora aqui no LabJor, ouvinte do Oxigênio, e trabalho entendendo como que o conhecimento científico é produzido e circula na sociedade, sobretudo pela imprensa. Então esse foi um assunto central na COP lá em Belém. [vinheta] Mayra: Eu trouxe a Sabine e a Germana, porque, bom, são pesquisadoras do Labjor que foram pra COP, mas pra gente conhecer um pouquinho o porquê que elas foram até lá a partir das linhas de interesse e de pesquisa. Então, meninas, contem pra gente por que vocês resolveram ir até a COP e o que isso está relacionado com as linhas de trabalho de vocês. Germana: Bom, acho que uma COP no Brasil, no coração da Amazônia, é imperdível por si. Sabine: Não tinha como não ir. Germana: Não, não tinha. E como eu atuo nessa área da comunicação sobre o oceano pra sociedade, esse é um tema que a comunidade que luta pela saúde do oceano tem trabalhado com muito afinco para que o oceano tenha mais visibilidade nos debates sobre mudanças climáticas. Então esse foi o motivo que eu percebi que era impossível não participar dessa grande reunião. Enfim, também numa terra onde eu tenho família, Belém do Pará é a terra do meu pai, e uma terra muito especial, uma cidade muito especial, eu acho que por tantos motivos era imperdível realmente essa experiência na COP. Sabine: Voltamos todas apaixonadas por Belém. O pessoal extremamente acolhedor, a cidade incrível, foi maravilhoso. Eu trabalho tentando compreender como a ciência, conhecimento científico, as evidências circulam na sociedade, na sociedade organizada. Então entre jornalistas, entre tomadores de decisão, entre grupos específicos. E no meu entendimento a COP é um espaço, é um grande laboratório sobre isso, porque a ciência já mostrou o que está acontecendo, a ciência já apontou, aliás faz tempo que os cientistas alertam, e que o consenso científico é muito claro sobre as mudanças climáticas. Então o que falta agora é essa informação chegar nos grupos organizados, nos tomadores de decisão, nas políticas públicas, e quem pode realmente bater o martelo e alterar o curso das mudanças climáticas. Claro que a gente precisa de mais ciência, mas a gente já sabe o que está acontecendo. Então me interessou muito circular e entender como que a ciência estava ou não. Porque muitos ambientes, as negociações, os debates, eles traziam mais desinformação ou falsa controvérsia do que a ciência em si. Germana: E é a primeira vez que a COP abrigou um pavilhão de cientistas. Então acho que esse é um marco, tanto para cientistas quanto outros pavilhões, outras presenças que foram inéditas ou muito fortes na COP, como dos povos indígenas ou comunidades tradicionais, mas também de cientistas, que antes, claro, os cientistas sempre foram para as COPs, mas iam como individualmente, vamos dizer assim. Sabine: Para a gente entender, quem não tem familiaridade com COP, os pavilhões, e isso eu aprendi lá, porque eu nunca tinha participado de uma COP, os pavilhões são como se fossem grandes estandes que têm uma programação própria e acontecem debates e manifestações, eventos diversos, culturais, enfim. Então a zona azul, que a gente chama, que é a área central da COP, onde tem as discussões, as tomadas de decisão, tem um conjunto de pavilhões. Pavilhões de países, pavilhões de temas. Oceanos também foi a primeira vez, né? Germana: Não foi a primeira vez, foi o terceiro ano, a terceira COP, mas estava enorme, sim, para marcar a presença. Mayra: O Oceano foi a primeira vez que estava na Blue Zone ou antes ele já estava na zona azul também? Germana: Ele já estava na Blue Zone, já estava na zona azul, é a terceira vez que o Oceano está presente como pavilhão, mas é a primeira vez que o Oceano realmente ocupou, transbordou, digamos assim, os debates, e os debates, incluindo o Oceano, acabaram ocupando, inclusive, dois dias oficiais de COP, que foram os dias 17 e 18, na programação oficial das reuniões, dos debates. Então é a primeira vez que eu acho que ganha um pouco mais de protagonismo, digamos assim. Mayra: E vocês participaram de quais pavilhões? Porque a gente tem o pavilhão dos Oceanos, tinha um pavilhão das universidades, que inclusive foi organizado por pesquisadores da Unicamp, não necessariamente aqui do Labjor, mas da Unicamp como um todo, e eu queria saber por quais pavilhões vocês passaram. Germana, com certeza, passou pelo do Oceano, mas além do Oceano, quais outros? Vocês passaram por esse das universidades? Como é que foi? Sabine: Eu apresentei um trabalho nesse contexto dos pavilhões, como espaço de discussão e de apresentações, eu apresentei um resultado de um trabalho que foi um levantamento de dados sobre ponto de não retorno da Amazônia com ajuda de inteligência artificial. Eu tenho trabalhado com isso, com leitura sistemática de artigos científicos com ajuda de inteligência artificial e tenho refletido como a gente consegue transformar isso numa informação palatável, por exemplo, para um tomador de decisão que não vai ler um artigo, muito menos um conjunto de artigos, e a gente está falando de milhares. Eu apresentei no pavilhão que a gente chamava de pavilhão das universidades que tinha um nome em inglês que era basicamente a Educação Superior para a Justiça Climática. Ele foi organizado institucionalmente pela Unicamp e pela Universidade de Monterrey, no México, e contou com falas e debates de vários cientistas do mundo todo, mas esse não era o pavilhão da ciência. Tinha o pavilhão da ciência e tinha os pavilhões dos países, os pavilhões temáticos, caso de oceanos, que a gente comentou. Então, assim, eu circulei em todos, basicamente. Me chamou muita atenção o dos oceanos, que de fato estava com uma presença importante, e o pavilhão da China, que era o maior dos pavilhões, a maior delegação, os melhores brindes. Era impressionante a presença da China e as ausências. Os Estados Unidos, por exemplo, não estava, não tinha o pavilhão dos Estados Unidos. Então, as presenças e as ausências também chamam a atenção. Mayra: Tinha o pavilhão do Brasil? Sabine: Tinha. Germana: Tinha um pavilhão maravilhoso. Sabine: Maravilhoso e com ótimo café. Germana: É, exatamente. Sabine: Fui lá várias vezes tomar um café. Germana: Inclusive vendendo a ideia do Brasil como um país com produtos de qualidade,né, que é uma oportunidade de você divulgar o seu país para vários participantes de outros países do mundo. E acho que é importante a gente falar que isso, que a Sabine está falando dos pavilhões, era zona azul, ou seja, para pessoas credenciadas. Então, a programação oficial da COP, onde as grandes decisões são tomadas, são ali. Mas tinha a zona verde, que também tem pavilhões, também tinha pavilhão de alguns países, mas, sobretudo, Brasil, do Estado do Pará, de universidades etc., que estava belíssimo, aberta ao público, e também com uma programação muito rica para pessoas que não necessariamente estão engajadas com a questão das mudanças… Sabine: Muito terceiro setor. Germana: Exatamente. Sabine: Movimentos sociais. Germana: E fora a cidade inteira que estava, acho que não tem um belenense que vai dizer o que aconteceu aqui essas semanas, porque realmente os ônibus, os táxis, o Teatro da Paz, que é o Teatro Central de Belém, todos os lugares ligados a eventos, mercados, as docas… Sabine: Museus com programação. Germana: Todo mundo muito focado com programação, até a grande sorveteria maravilhosa Cairu, que está pensando inclusive de expandir aqui para São Paulo, espero que em breve, tinha um sabor lá, a COP30. Muito legal, porque realmente a coisa chegou no nível para todos. Mayra: O que era o sabor COP30? Fiquei curiosa. Sabine: O de chocolate era pistache. Germana: Acho que era cupuaçu, pistache, mais alguma coisa. Sabine: Por causa do verde. É que tinha bombom COP30 e tinha o sorvete COP30, que tinha pistache, mas acho que tinha cupuaçu também. Era muito bom. Germana: Sim, tinha cupuaçu. Muito bom! Mayra: Fiquei tentada com esse sorvete agora. Só na próxima COP do Brasil. [música] Mayra: E para além de trabalho, experiências pessoais, o que mais chamou a atenção de vocês? O que foi mais legal de participar da COP? Germana: Eu já conheci a Belém, já fui algumas vezes para lá, mas fazia muitos anos que eu não ia. E é incrível ver o quanto a cidade foi transformada em relação à COP. Então, a COP deixa um legado para os paraenses. E assim, como a Sabine tinha dito no começo, é uma população que recebeu todos de braços abertos, e eu acho que eu estava quase ali como uma pessoa que nunca tinha ido para Belém. Então, lógico que a culinária local chama muito a atenção, o jeito dos paraenses, a música, que é maravilhosa, não só o carimbó, as mangueiras dando frutos na cidade, que é algo que acho que chama a atenção de todo mundo, aquelas mangas caindo pela rua. Tem o lado ruim, mas a gente estava vendo ali o lado maravilhoso de inclusive segurar a temperatura, porque é uma cidade muito quente. Mas acho que teve todo esse encanto da cultura muito presente numa reunião que, há muitos anos atrás, era muito diplomática, política e elitizada. Para mim, acho que esse é um comentário geral, que é uma COP que foi muito aberta a muitas vozes, e a cultura paraense entrou ali naturalmente por muitos lugares. Então, isso foi muito impressionante. Sabine: Concordo totalmente com a Germana, é uma cidade incrível. Posso exemplificar isso com uma coisa que aconteceu comigo, que acho que resume bem. Eu estava parada na calçada esperando um carro de transporte, pensando na vida, e aí uma senhora estava dirigindo para o carro e falou: “Você é da COP? Você está precisando de alguma coisa?” No meio da rua do centro de Belém. Olhei para ela e falei, Moça, não estou acostumada a ter esse tipo de tratamento, porque é impressionante. O acolhimento foi uma coisa chocante, muito positiva. E isso era um comentário geral. Mas acho que tem um aspecto que, para além do que estávamos falando aqui, da zona azul, da zona verde, da área oficial da COP, como a Germana disse, tinha programação na cidade inteira. No caso da COP de Belém, acho que aconteceu algo que nenhuma outra COP conseguiu proporcionar. Por exemplo, participei de um evento completamente lateral do terceiro setor para discutir fomento para projetos de jornalismo ligados à divulgação científica. Esse evento foi no barco, no rio Guamá que fala, né? Guamá. E foi um passeio de barco no pôr do sol, com comida local, com banda local, com músicos locais, com discussão local, e no rio. É uma coisa muito impressionante como realmente você sente a cidade. E aquilo tem uma outra… Não é uma sala fechada.Estamos no meio de um rio com toda a cultura que Belém oferece. Eu nunca vou esquecer desse momento, dessa discussão. Foi muito marcante. Totalmente fora da programação da COP. Uma coisa de aproveitar todo mundo que está na COP para juntar atores sociais, que a gente fala, por uma causa comum, que é a causa ambiental. Mayra: Eu vou abrir um parênteses e até fugir um pouco do script que a gente tinha pensado aqui, mas porque ouvindo vocês falarem, eu fiquei pensando numa coisa. Eu estava essa semana conversando com uma outra professora aqui do Labjor, que é a professora Suzana. Ouvintes, aguardem, vem aí esse episódio. E a gente estava falando justamente sobre como é importante trazer mais emoção para falar de mudanças climáticas. Enfim, cobertura ambiental, etc. Mas principalmente com relação a mudanças climáticas. E eu fiquei pensando nisso quando vocês estavam falando. Vocês acham que trazer esse evento para Belém, para a Amazônia, que foi uma coisa que no começo foi muito criticada por questões de infraestrutura, pode ter tido um efeito maior nessa linha de trazer mais encanto, de trazer mais afeto para a negociação. Germana: Ah, sem dúvida. Mayra: E ter um impacto que em outros lugares a gente não teria. Germana: A gente tem que lembrar que até os brasileiros desconhecem a Amazônia. E eu acho que teve toda essa questão da dificuldade, porque esses grandes eventos a gente sempre quer mostrar para o mundo que a gente é organizado, desenvolvido, enfim. E eu acho que foi perfeita a escolha. Porque o Brasil é um país desigual, riquíssimo, incrível, e que as coisas podem acontecer. Então a COP, nesse sentido, eu acho que foi também um sucesso, mesmo a questão das reformas e tudo o que aconteceu, no tempo que tinha que acontecer, mas também deu um tom diferente para os debates da COP30. Não só porque em alguns momentos da primeira semana a Zona Azul estava super quente, e eu acho que é importante quem é do norte global entender do que a gente está falando, de ter um calor que não é o calor deles, é um outro calor, que uma mudança de um grau e meio, dois graus, ela vai impactar, e ela já está impactando o mundo, mas também a presença dos povos indígenas eu acho que foi muito marcante. Eu vi colegas emocionados de falar, eu nunca vi tantas etnias juntas e populações muito organizadas, articuladas e preparadas para um debate de qualidade, qualificado. Então eu acho que Belém deu um outro tom, eu não consigo nem imaginar a COP30 em São Paulo. E ali teve um sentido tanto de esperança, no sentido de você ver quanto a gente está envolvida, trabalhando em prol de frear essas mudanças climáticas, o aquecimento, de tentar brecar realmente um grau e meio o aquecimento global. Mas eu acho que deu um outro tom. Sabine: Pegou de fato no coração, isso eu não tenho a menor dúvida. E é interessante você trazer isso, porque eu tenho dito muito que a gente só consegue colar mensagem científica, evidência, se a gente pegar no coração. Se a gente ficar mostrando gráfico, dado, numa sala chata e feia e fechada, ninguém vai se emocionar. Mas quando a gente sente a informação, isso a COP30 foi realmente única, histórica, para conseguir trazer esse tipo de informação emocional mesmo. [música] Mayra: E com relação a encontros, para gente ir nossa segunda parte, vocês encontraram muita gente conhecida daqui do Labjor, ou de outros lugares. O que vocês perceberam que as pessoas estavam buscando na COP e pensando agora em cobertura de imprensa? Porque, inclusive, vocês foram, são pesquisadoras, mas foram também junto com veículos de imprensa. Germana: Eu fui numa parceria com o jornal (o) eco, que a gente já tem essa parceria há mais de dois anos. A Ressou Oceano tem uma coluna no (o) eco. Portanto, a gente tem um espaço reservado para tratar do tema oceano. Então, isso para a gente é muito importante, porque a gente não tem um canal próprio, mas a gente estabeleça parcerias com outras revistas também. E o nosso objetivo realmente era fazer mais ou menos uma cobertura, estou falando mais ou menos, porque a programação era extremamente rica, intensa, e você acaba escolhendo temas onde você vai se debruçar e tratar. Mas, comparando com a impressão, eu tive na COP da biodiversidade, em 2006, em Curitiba, eu ainda era uma estudante de mestrado, e uma coisa que me chamou muito a atenção na época, considerando o tema biodiversidade, era a ausência de jornalistas do norte do Brasil. E, para mim, isso eu escrevi na época para o Observatório de Imprensa, falando dessa ausência, que, de novo, quem ia escrever sobre a Amazônia ia ser o Sudeste, e que, para mim, isso era preocupante, e baixa presença de jornalistas brasileiros também, na época. Então, comparativamente, essa COP, para mim, foi muito impressionante ver o tamanho da sala de imprensa, de ver, colegas, os vários estúdios, porque passávamos pelos vários estúdios de TV, de várias redes locais, estaduais e nacionais. Então, isso foi muito legal de ver como um tema que normalmente é coberto por poucos jornalistas especializados, de repente, dando o exemplo do André Trigueiro, da Rede Globo, que é um especialista, ele consegue debater com grandes cientistas sobre esse tema, e, de repente, tinha uma equipe gigantesca, levaram a abertura dos grandes jornais para dentro da COP. Isso muda, mostra a relevância que o evento adquiriu. Também pela mídia, e mídia internacional, com certeza. Então, posso falar depois de uma avaliação que fizemos dessa cobertura, mas, a princípio, achei muito positivo ver uma quantidade muito grande de colegas, jornalistas, e que chegou a quase 3 mil, foram 2.900 jornalistas presentes, credenciados. Sabine: E uma presença, os veículos grandes, que a Germana mencionou, internacionais, uma presença também muito forte de veículos independentes. O Brasil tem um ecossistema de jornalismo independente muito forte, que é impressionante, e, inclusive, com espaços consideráveis. Novamente, para entender graficamente, a sala de imprensa é gigantesca em um evento desse, e tem alguns espaços, algumas salas reservadas para alguns veículos. Então, veículos que estão com uma equipe muito grande têm uma sala reservada, além dos estúdios, de onde a Globo entrava ao vivo, a Andréia Sadi entrava ao vivo lá, fazendo o estúdio i direto da COP, enfim. Mas, dentro da sala de imprensa, tem salas reservadas, e algumas dessas salas, para mencionar, a Amazônia Vox estava com uma sala, que é um veículo da região norte de jornalismo independente, o Sumaúma estava com uma sala, o Sumaúma com 40 jornalistas, nessa cobertura, que também… O Sumaúma é bastante espalhado, mas a Eliane Brum, que é jornalista cofundadora do Sumaúma, fica sediada em Altamira, no Pará. Então, é um veículo nortista, mas com cobertura no país todo e, claro, com olhar muito para a região amazônica. Então, isso foi, na minha perspectiva, de quem olha para como o jornalismo é produzido, foi muito legal ver a força do jornalismo independente nessa COP, que certamente foi muito diferente. Estava lá o jornalismo grande, comercial, tradicional, mas o independente com muita força, inclusive alguns egressos nossos no jornalismo tradicional, mas também no jornalismo independente. Estamos falando desde o jornalista que estava lá pela Superinteressante, que foi nossa aluna na especialização, até o pessoal do Ciência Suja, que é um podcast de jornalismo independente, nosso primo aqui do Oxigênio, que também estava lá com um olhar muito específico na cobertura, olhando as controvérsias, as falsas soluções. Não era uma cobertura factual. Cada jornalista olha para aquilo tudo com uma lente muito diferente. O jornalismo independente, o pequeno, o local, o grande, o internacional, cada um está olhando para uma coisa diferente que está acontecendo lá, naquele espaço em que acontece muita coisa. [som de chamada] Tássia: Olá, eu sou a Tássia, bióloga e jornalista científica. Estou aqui na COP30, em Belém do Pará, para representar e dar voz à pauta que eu trabalho há mais de 10 anos, que é o Oceano. Meghie: Oi, gente, tudo bem? Meu nome é Meghie Rodrigues, eu sou jornalista freelancer, fui aluna do Labjor. Estamos aqui na COP30, cobrindo adaptação. Estou colaborando com a Info Amazônia, com Ciência Suja. Pedro: Oi, pessoal, tudo bem? Eu sou Pedro Belo, sou do podcast Ciência Suja, sou egresso do LabJor, da turma de especialização. E a gente veio para cobrir um recorte específico nosso, porque a gente não vai ficar tanto em cima do factual ali, do hard news, das negociações. A gente veio buscar coisas que, enfim, picaretagens, coisas que estão aí, falsas soluções para a crise climática. Paula: Eu sou Paula Drummond, eu sou bióloga e eu fiz jornalismo científico. Trabalho nessa interface, que é a que eu sempre procurei, de ciência tomada de decisão, escrevendo policy briefs. [música] Mayra: Acho que esse é um ponto forte para tratarmos aqui, que vai ser o nosso encerramento, falar um pouco da importância desses veículos independentes na COP, tanto do ponto de vista de expandir a cobertura como um todo, da presença mesmo de um grande número de jornalistas, quanto das coberturas especializadas. Então, eu queria saber qual é a avaliação que vocês fizeram disso, se vocês acham que funcionou, porque a gente teve muita crítica com relação à hospedagem, isso e aquilo. Então, ainda tivemos um sucesso de cobertura de imprensa na COP? Isso é uma pergunta. E por que é importante o papel desses veículos independentes de cobertura? Germana: Eu, falando por nós, da Ressoa Oceano, o Oceano é ainda pouco coberto pela mídia, mas a gente já vê um interesse crescente em relação às questões específicas de oceano, e quem nunca ouviu falar de branqueamento de corais, de aquecimento das águas, elevação do nível do oceano? Enfim, eu acho que essas questões estão entrando, mas são questões que não devem interessar apenas o jornalista especializado, que cobre meio ambiente, que cobre essas questões de mudanças climáticas, mas que são relevantes para qualquer seção do jornal. Então, generalistas, por exemplo, que cobrem cidades, essa questão das mudanças climáticas, de impactos etc., precisam se interessar em relação a isso. Então, o que eu vejo, a gente ainda não fez uma análise total de como os grandes veículos cobriram em relação ao jornalismo independente, que é algo que a gente está terminando de fazer ainda, mas em relação ao oceano. Mas o que a gente vê é que as questões mais políticas, e a grande mídia está mais interessada em que acordo foi fechado, os documentos finais da COP, se deu certo ou não, o incêndio que aconteceu, se está caro ou não está caro, hospedagem etc., e que são pautas que acabam sendo reproduzidas, o interesse é quase o mesmo por vários veículos. O jornalismo independente traz esse olhar, que a Sabine estava falando, inclusive dos nossos alunos, que são olhares específicos e muito relevantes que nos ajudam a entender outras camadas, inclusive de debates, discussões e acordos que estavam ocorrendo na COP30. Então, a gente vê, do ponto de vista quase oficial da impressão geral que as pessoas têm da COP, que foi um desastre no final, porque o petróleo não apareceu nos documentos finais, na declaração de Belém, por exemplo, que acho que várias pessoas leram sobre isso. Mas, quando a gente olha a complexidade de um debate do nível da COP30, e os veículos independentes conseguem mostrar essas camadas, é mostrar que há muitos acordos e iniciativas que não necessitam de acordos consensuais das Nações Unidas, mas foram acordos quase voluntários, paralelos a esse debate oficial, e que foram muito importantes e muito relevantes, e que trouxeram definições que marcaram e que a gente vê com muito otimismo para o avanço mesmo das decisões em relação, por exemplo, ao mapa do caminho, que a gente viu que não estava no documento final, mas que já tem um acordo entre Colômbia e Holanda de hospedar, de ter uma conferência em abril na Colômbia para decidir isso com os países que queiram e estejam prontos para tomar uma decisão. Então, esse é um exemplo de algo que foi paralelo à COP, mas que trouxe muitos avanços e nos mostra outras camadas que o jornalismo independente é capaz de mostrar. Sabine: A cobertura jornalística de um evento como a COP é muito, muito difícil. Para o trabalho do jornalista, é difícil porque são longas horas por dia, de domingo a domingo, são duas semanas seguidas, é muito desgastante, mas, sobretudo, porque é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e é difícil entender para onde você vai. Novamente, ilustrando, na sala de imprensa tem, e todo grande evento com esse caráter costuma ter isso, umas televisões com anúncios. Vai ter tal coletiva de imprensa do presidente da COP, tal horário. Então, nessa perspectiva, dá para se organizar. Eu vou aqui, eu vou ali. Às vezes, é hora de almoço, e, na hora de almoço, o jornalista já vai, sem almoçar, escrever o texto, e, quando vê, já é a noite. Mas você vai se organizando. Só que tem coisas que não estão lá na televisão. Então, por exemplo, passou o governador da Califórnia por lá. Não foi anunciado que ele estava. Ele estava andando no corredor. Para um jornalista de um grande veículo, se ele não viu que o governador da Califórnia estava lá, mas o seu concorrente viu, isso, falo no lugar de quem já trabalhou num veículo jornalístico grande comercial, isso pode levar a uma demissão. Você não pode não ver uma coisa importante. Você não pode perder uma declaração de um chefe de Estado. Você não pode não ver que, de repente, a Marina parou no meio do corredor em um quebra-queixo e falou, a Marina Silva, que estava muito lá circulando, e falou alguma coisa. Então, a cobertura vai muito além do que está lá na programação da sala de imprensa e do que está nos debates, nos pavilhões que a gente mencionava. Então, o jornalista, como a Germana disse, jornalista dos veículos, está correndo atrás disso. E, muitas vezes, por essa característica, acaba se perdendo, entre grandes aspas, nesses acontecimentos. Por exemplo, o que ficou muito marcante para mim na COP foi a declaração do primeiro-ministro da Alemanha, que foi uma declaração desastrosa, mas que tomou pelo menos um dia inteiro da cobertura, porque acompanhei na sala de imprensa os colegas jornalistas tentando repercutir aquela fala. Então, tentando falar com o governo do Brasil, com o presidente da COP, com outros alemães, com a delegação da Alemanha, com o cientista da Alemanha, porque eles precisavam fomentar aquilo e repercutir aquilo. E foi um dia inteiro, pelo menos, um dia inteiro, diria que uns dois dias ou mais, porque até a gente voltar, ainda se falava disso, vai pedir desculpa ou não. Para quem não lembra, foi o primeiro-ministro que falou que ainda bem que a gente saiu daquele lugar, que era Belém, que ele estava com um grupo de jornalistas da Alemanha, que ninguém queria ficar lá. Enfim, um depoimento desastroso que tomou muito tempo de cobertura. Então, os jornalistas independentes não estavam nem aí para a declaração do primeiro-ministro da Alemanha. Eles queriam saber outras coisas. Então, por isso, reforço a necessidade e a importância da diversidade na cobertura. Mas é importante a gente entender como funciona esse jornalismo comercial, que é uma pressão e é um trabalho brutal e, muitas vezes, de jornalistas que não são especializados em ambiente, que estão lá, a Germana mencionou, na cobertura de cidades e são deslocados para um evento tipo a COP30. Então, é difícil até entender para onde se começa. É um trabalhão. [música] Mayra: E aí, para encerrar, porque o nosso tempo está acabando, alguma coisa que a gente ainda não falou, que vocês acham que é importante, que vocês pensaram enquanto a gente estava conversando de destacar sobre a participação e a cobertura da COP? Germana: Tem algo que, para mim, marcou na questão da reflexão mesmo de uma conferência como essa para o jornalismo científico ou para os divulgadores científicos. Embora a gente tenha encontrado com vários egressos do Labjor, que me deixou super orgulhosa e cada um fazendo numa missão diferente ali, eu acho que a divulgação científica ainda não acha que um evento como esse merece a cobertura da divulgação científica. Explico, porque esse é um evento que tem muitos atores sociais. São debates políticos, as ONGs estão lá, os ambientalistas estão lá, o movimento social, jovem, indígena, de comunidades tradicionais, os grandes empresários, a indústria, enfim, prefeitos, governadores, ministros de vários países estão lá. Eu acho que a divulgação científica ainda está muito focada no cientista, na cientista, nas instituições de pesquisa e ensino, e ainda não enxerga essas outras vozes como tão relevantes para o debate científico como a gente vê esses personagens. Então, eu gostaria de ter visto outras pessoas lá, outros influenciadores, outros divulgadores, ainda mais porque foi no Brasil, na nossa casa, com um tema tão importante no meio da Amazônia, que as mudanças climáticas estão muito centradas na floresta ainda. Então, isso, eu tenho um estranhamento ainda e talvez um pedido de chamar atenção para os meus colegas divulgadores de ciência de que está na hora de olharmos para incluir outras vozes, outras formas de conhecimento. E as mudanças climáticas e outras questões tão complexas exigem uma complexidade no debate, que vai muito além do meio científico. Sabine: Não tinha pensado nisso, mas concordo totalmente com a Germana. Eu realmente não… senti a ausência. Eu estava falando sobre as ausências. Senti a ausência dos divulgadores de ciência produzindo informação sobre algo que não necessariamente é o resultado de um paper, mas sobre algo que estava sendo discutido lá. Mas eu voltei da COP com uma reflexão que é quase num sentido diferente do que a Germana trouxe, que a Germana falou agora dos divulgadores de ciência, que é um nicho bem específico. E eu voltei muito pensando que não dá para nós, no jornalismo, encaixar uma COP ou um assunto de mudanças climáticas em uma caixinha só, em uma caixinha ambiental. E isso não estou falando, tenho que dar os devidos créditos. Eu participei de um debate ouvindo Eliane Brum em que, novamente a cito aqui no podcast, em que ela disse assim que a Sumaúma não tem editorias jornalísticas, como o jornalismo tradicional, porque isso foi uma invenção do jornalismo tradicional que é cartesiano. Então tem a editoria de ambiente, a editoria de política, a editoria de economia. E que ela, ao criar a Sumaúma, se despiu dessas editorias e ela fala de questões ambientais, ponto, de uma maneira investigativa, que passam por ciência, passam por ambiente, passam por política, passam por cidade, passam por tudo. E aí eu fiquei pensando muito nisso, no quanto a gente, jornalismo, não está preparado para esse tipo de cobertura, porque a gente segue no jornalismo tradicional colocando os temas em caixinhas e isso não dá conta de um tema como esse. Então a minha reflexão foi muito no sentido de a gente precisar sair dessas caixinhas para a gente conseguir reportar o que está acontecendo no jornalismo. E precisa juntar forças, ou seja, sair do excesso de especialização, do excesso de entrevista política, eu só entrevisto cientista. Mas eu só entrevisto cientista, não falo com política e vice-versa, que o jornalismo fica nessas caixinhas. E acho que a gente precisa mudar completamente o jeito que a gente produz informação. [música] Mayra: Isso, muito bom, gostei muito, queria agradecer a presença de vocês no Oxigênio nesse episódio, agradecer a disponibilidade para conversar sobre a COP, eu tenho achado muito legal conversar com vocês sobre isso, tem sido muito interessante mesmo, espero que vocês tenham gostado também desse episódio especial com as pesquisadoras aqui sobre a COP e é isso, até a próxima! Sabine: Uma honra! Germana: Obrigada, Mayra, e obrigada a quem estiver nos ouvindo, um prazer! Mayra: Obrigada, gente, até mais! [música] Mayra: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Mayra Trinca, como parte dos trabalhos da Bolsa Mídia Ciência com o apoio da FAPESP. O Oxigênio também conta com o apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. A trilha sonora é do Freesound e da Blue Dot Sessions. [vinheta de encerramento]
Terça-feira, dia 02/12/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai, Felipe Mesquita e Rodrigo Cunha falam sobre o novo adiamento de GTA VI (Grand Theft Auto VI) e Marvel 1943: Rise of Hydra; a opinião de Reggie Fils-Aimé, ex-presidente da Nintendo sobre as vendas do Switch; o acordo de transmissão do The Game Awards via Prime Video; e muito mais. Duração: 94 min Comentados: COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: The Super Mario Galaxy Movie – Official Trailer
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca no espaço, mas nada de objetos esféricos no vácuo... Aqui entram todas as variáveis! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Rita Kujawski, Marcelo de Matos Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: espaço. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Felipe Queiroz, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli, Luiza Lima. [S.l.] Portal Deviante, 12/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-669 Imagem de capa: Expotea: https://expotea.com.br/https://www.instagram.com/expoteabrasil/ Mande perguntas para o SciNuca: https://forms.gle/hhUy8Li6oR3vC3iY7 Referências e Indicações Sugestões de links: SciNuca de Bico (SciCast #633): https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-633/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca no espaço, mas nada de objetos esféricos no vácuo... Aqui entram todas as variáveis! (SciCast #669)
GTA 6 foi novamente adiado. O aguardado jogo agora só verá a luz do dia no final de 2026, isso se nenhum novo adiamento ocorrer até lá. Além da nova data, a Rockstar enfrentou protestos nesta última semana, resultado de demissões consideradas injustas . Também falamos das vendas do Switch 2, que continuam a ter muito fôlego.Participantes:Heitor De PaolaAssuntos abordados:03:00 - GTA 6 foi adiado para final de 202608:00 - Empregados e sindicalistas protestam contra Rockstar26:00 - O Switch 2 continua indo muito bem, Switch deve vender mais que o DS39:00 - EA afirma que terá controle criativo após aquisição44:00 - Patente da Nintendo é rejeitada no Japão e será reexaminada nos EUA50:00 - Square Enix quer que a maior parte do QA seja feita com IA generativaVenha fazer parte do Discord do Overloadr! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Análise pós-jogo das partidas de Atlético-MG x Ceará e Vitória x Corinthians, pela Série A do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Vitória fica com um jogador a mais e mesmo assim leva gol que sacramentou a derrota diante do Corinthians no Barradão. Resultado mantém o Leão no Z4. Situação complicada para a reta final. […]
O programa Meio-Dia em Brasília desta terça-feira, 14, fala sobre a repercussão do acordo de paz entre Israel e o grupo terrorista Hamas e aborda a iniciativa parlamentar para tentar barrar o uso da estrutura do gabinete pessoal da Presidência da República pela primeira-dama, Janja.Além disso, o jornal também fala sobre o início do julgamento do núcleo 4 da trama golpista, o acusado de espalhar fake news nas eleições e sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que barrou o pedido de liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br