Podcasts about universidade federal rural

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Debate da Super Manhã
Os desafios da Ciência

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 52:33


Debate da Super Manhã: Pauta central para pesquisadores, gestores públicos e a sociedade, as inovações recentes da ciência, como a molécula polilaminina, têm despertado atenção de todos pelo seu potencial terapêutico e pela possibilidade de melhor qualidade de vida para muitos pacientes. Porém, a ciência esbarra em inúmeros desafios, tanto no âmbito federal quanto estadual, o que impacta o desenvolvimento e a aplicação de novas tecnologias. No debate desta segunda-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre as inovações científicas, os investimentos e financiamentos, a molécula polilaminina e os obstáculos da pesquisa científica no Brasil. Participam a secretária de políticas e programas estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e do Conselho da Sociedade Brasileira de Física (SBF), Andrea Latgé; o presidente da Academia Pernambucana de Ciências e diretor-presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Anderson Gomes; e a professora de Genética do Departamento de Biologia e coordenadora do Laboratório Multiusuário de Microbiologia Molecular, ambos da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Anna Carolina Almeida.

Programa Brasil de Fato MG
Irã sob ataque: há risco de guerra mundial?

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 38:33


Diante dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro, o Visões Populares conversa com Rose Martins, internacionalista formada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e mestra em economia política internacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.Pesquisadora da geopolítica da Rússia no pós-Guerra Fria e comunicadora nas redes sociais, Rose analisa o estágio atual do conflito, seus desdobramentos regionais e globais, os impactos para o Brasil e os riscos de uma escalada para uma guerra de maiores proporções.

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

Debate da Super Manhã
A crise do lixo

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 53:32


Debate da Super Manhã: Um dos maiores desafios enfrentados no Grande Recife, a crise do lixo é um problema vivenciado diariamente na sociedade. O crescimento populacional acelerado, o aumento do consumo e a produção excessiva de rejeitos têm sobrecarregado o sistema de limpeza pública, gerando impactos ambientais, sociais e de saúde pública. No debate desta terça-feira (20), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a coleta urbana dos resíduos sólidos, a responsabilidade das prefeituras e da população, a produção, descarte e destinação do lixo e o que fazer para minimizar o caos na limpeza pública nos municípios pernambucanos. Participam o arquiteto e urbanista, professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), coordenador geral do Projeto Recife Cidade Parque, Roberto Montezuma, o biólogo Robson Garrido, e a pesquisadora de Gestão Ambiental e professora da pós graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir.

Vetsapiens
Dirofilariose em cães

Vetsapiens

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 10:59


A dirofilariose ainda é uma das doenças mais negligenciadas na rotina veterinária — mesmo sendo potencialmente fatal. Neste episódio, o Dr. Renato Costa, colaborador do Vetsapiens, explica por que tantos casos passam despercebidos, quais sinais clínicos devem acender o alerta (inclusive nos pacientes assintomáticos) e como conduzir o diagnóstico com segurança, do teste de antígeno aos exames complementares.Falamos também sobre as opções de tratamento, os riscos de complicações graves e a importância de um acompanhamento rigoroso. Para fechar, orientações práticas para educar tutores sobre prevenção contínua, inclusive fora de áreas endêmicas.Renato Costa MV, MSc, • Mestre em Clínica Médica de Pequenos Animais na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro • Fundador da Animalia Clínica Veterinária, RJ • Membro Fundador da ABHV - Associação Brasileira dos Hospitais Veterinários • Membro do Diretório do LAVC – Latin American Veterinary Conference • VP de Operações do VCA-BrasilConecte-se com o Vetsapiens!www.vetsapiens.com https://www.facebook.com/vetsapienshttps://www.instagram.com/vetsapiens/

Gama Revista
Hugo Monteiro Ferreira: o ócio na infância e na adolescência

Gama Revista

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 32:51


Estamos todos tão acelerados que hoje até as crianças têm agendas de executivos. Mas o que elas perdem quando não têm tempo para o ócio? “O ócio, essa palavra que remete a não fazer nada, significa de fato e de direito fazer tudo em prol de si próprio. Quando a criança aprende a viver essa atividade, ela tem melhor compreensão sobre a vida”, afirma o educador e psicólogo Hugo Ferreira Monteiro, o entrevistado desta edição do Podcast da Semana.“Você vai ver criança que não tem tempo nem para acordar. Chega na escola, entra na sala de aula, começa a tarefa; sai da tarefa, vai pro inglês; sai do inglês, vai pro balé; sai do balé, vai pro jogo; chega em casa cansadíssima”, afirma na entrevista a Gama.Monteiro acaba de lançar “Agora o meu Chão São as Nuvens: As famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes” (Ed. Autêntica, 2025), em que discute situações de violência. Com formação multidisciplinar em psicologia, educação e letras, é professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), diretor do Instituto Menino Miguel e coordenador do Núcleo do Cuidado Humano.Na entrevista, ele discute a diferença entre ócio e tédio e dá dicas sobre como os adultos das famílias podem ensinar às crianças a aprender a relaxar. A principal delas é que se aprende pelo exemplo. “Chamo a atenção para a brincadeira com a natureza. Nós, adultos, precisamos também retomar isso em nós, porque a gente está a mil por hora. É impressionante a quantidade de adulto que não escuta áudio na rotação mais lenta, por exemplo”, diz. Ele fala também como o humor é uma estratégia poderosa na educação.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

Debate da Super Manhã
Desperdício de água

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 53:00


Debate da Super Manhã: Cerca de dois milhões de pernambucanos poderiam ser abastecidos com água tratada caso o estado reduzisse os atuais índices de perdas no sistema de distribuição. A conclusão é do Estudo de Perdas de Água 2025: Desafios na Eficiência do Saneamento Básico no Brasil. Em um estado que enfrenta sérios desafios no abastecimento de água, como Pernambuco, discutir alternativas para evitar o desperdício é um assunto urgente. No Debate desta quarta-feira (03), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os convidados sobre estratégias para diminuir as perdas e levar água para um número ainda maior de lares pernambucanos. Participam o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, a pesquisadora-chefe de Gestão Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir, e o professor do programa de pós-graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão.

Rádio Ufal
Roberto Guedes, pesquisador da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), participa da Bienal

Rádio Ufal

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 2:15


Debate da Super Manhã
Cidades inteligentes - uma perspectiva brasileira

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 54:50


Debate da Super Manhã: Tecnologia, inovação e sustentabilidade em prol da qualidade de vida das pessoas. As cidades inteligentes estão cada vez mais presente nos grandes centros urbanos transformando a maneira como vivemos, trabalhamos e nos conectamos. No debate desta quinta-feira (30), o comunicador Tony Araújo conversa com os nossos convidados para falar sobre tecnologia e sustentabilidade projetadas nas cidades inteligentes, os serviços públicos eficientes e os impactos na vida da população com as cidades do Futuro. Participam o secretário executivo de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco (Seduh-PE), Francisco Sena, a pesquisadora-chefe de Gestão Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir, e o arquiteto e urbanista, Francisco Cunha.

Momento Agrícola
2025.10.25- 2 O Melhoramento Genético de Búfalos no Pará,com Bruno Soares, da UFRA.mp3

Momento Agrícola

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 10:41


O professor Bruno Soares, da Universidade Federal Rural da Amazônia, fala sobre a inclusão de bufalino no Programa de Melhoramento Genético da Embrapa, o Gene Plus.

Gama Revista
Renato Noguera: Letramento afetivo

Gama Revista

Play Episode Listen Later Sep 14, 2025 35:17


O filósofo e escritor Renato Noguera reuniu mais de cem palavras para explicar as formas como amamos hoje no livro “ABC do amor: O que a poesia e a filosofia têm a dizer sobre os afetos” (Oficina Raquel, 2025), que será lançado na próxima semana. Nesta edição do Podcast da Semana, Noguera fala sobre alguns dos verbetes do livro e traz um diagnóstico sobre como nos relacionamos no mundo contemporâneo: temos hoje mais repertório para amar, mas o domínio do patriarcado ainda é muito forte sobre as relações.“As pessoas sabem que têm muitas maneiras para se relacionar. Há 30, 40 anos, elas se sentiam mais engessadas, não tinham muita alternativa. Há clássicos na literatura que apontam para isso”, afirma na entrevista a Gama. “Hoje, cada vez mais podem ser validadas não pelo seu estado civil, mas pelo que são”, diz ao apontar o casamento como forma importante de ser e estar na sociedade.“O patriarcado atravessa todas as populações, homens, mulheres, pessoas não binárias. E tem um modo de funcionamento em que há uma submissão do feminino. Aquele que assume a masculinidade num relacionamento, assume também um papel de dominância”, diz.Professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Noguera é herdeiro da tradição africana griot, de transmissão de memória e cultura pela oralidade, e se debruça sobre os diferentes formatos de relações afetivas, nos sentimentos, e nas suas consequências — boas e ruins. No livro e no podcast, debate conceitos e sentimentos bastante conhecidos como casamento, ciúme, amor platônico e amor próprio, e outros mais novos como anarquia relacional, biomas afetivos e artesania dos afetos.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

Repórter Unicamp
Exame de urina pode identificar padrões de obesidade

Repórter Unicamp

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 1:57


Um estudo desenvolvido na Unicamp pode trazer avanços no diagnóstico e no tratamento da obesidade, condição que afeta um a cada três brasileiros. A pesquisa mostrou o potencial de um exame de urina para identificar o padrão de obesidade de cada indivíduo. O trabalho foi desenvolvido pela endocrinologista Aline Gurgel, professora da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), como parte de sua tese de doutorado, defendida junto à Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. A pesquisadora contou com a orientação da endocrinologista Denise Zantut, professora da FCM. A pesquisa, fruto de um convênio firmado entre a Unicamp, a Ufersa e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), contou com a participação do professor Alviclér Magalhães, coordenador do Laboratório Multiusuário de Ressonância Magnética Nuclear e de Líquidos da instituição fluminense.Mais informações do Jornal da Unicamp.Ficha técnica Narração: Silvio AnunciaçãoEntrevista: Mariana GarciaEdição de áudio: Octávio SilvaCapa: Alex Calixto

Reportagem
"Eu sou um sobrevivente da falta de água potável", diz jovem brasileiro em evento da Unesco em Paris

Reportagem

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 10:32


Apesar de sua importância para o planeta e paras as populações, a água é um recurso vital ameaçado pela poluição e pela falta de políticas de manejo. Ainda que a retirada de água doce tenha aumentado 14% nas últimas duas décadas, atualmente 2,2 bilhões de pessoas não têm acesso à água potável em todo o mundo. Os dados são destaque na comemoração de 50 anos do Programa Hidrológico Intergovernamental da UNESCO (IHP), que foi aberto nesta quarta-feira (11) e reúne em Paris, até a sexta-feira (13), representantes de 170 países.   Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris O aquecimento global intensifica eventos extremos como secas e enchentes, interferindo na qualidade e disponibilidade desse recurso natural, destacou a secretária executiva da Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa (UNECE), Tatiana Molcean, na abertura da sessão.  E já que esse é um assunto que interfere no futuro das próximas gerações, a Unesco selecionou oito projetos para serem apresentados no 1º Diálogo da Juventude Pela Água. Entre os convidados, está um jovem brasileiro que sentiu na pele a dificuldade de quem não tem água limpa em casa. Erleyvaldo Bispo nasceu e cresceu no interior de Sergipe e é o fundador do Instituto Águas Resilientes, que ele veio apresentar na capital francesa. "Eu fui uma criança que tive contato com água contaminada, porque a gente pegava água no chafariz e não sabia se era uma água de qualidade, e eu brinquei no esgoto, literalmente", diz em entrevista à RFI. "Essa falta de educação é uma coisa que a gente nota. Hoje em dia, eu percebo que eu sou um sobrevivente e assim como vários outros jovens no Brasil que, infelizmente, vivem essa realidade. São todos sobreviventes, porque a gente sabe que a água contaminada pode matar, há doenças de veiculação hídrica", continua. "Então, no momento que eu chego aqui em Paris e participo desse evento, eu me sinto de fato como um sobrevivente", reitera.   Erley é um dos Jovens Embaixadores pelas Águas, programa que tem apoio do Fundo Socioambiental e que envolveu 60 jovens em todo o Brasil. "Nós temos alguns pilares de atuação. Um deles é desenvolver soluções tecnológicas para o acesso à água, pensando em comunidades que estão em situação de vulnerabilidade, como as do semiárido, as favelas e periferias, comunidades indígenas", afirma. "E temos outro projeto mais voltado à educação e também para treinar, mobilizar e engajar os jovens brasileiros", continua.  O jovem veio a Paris apresentar os resultados de suas ações, na expectativa de motivar outras pessoas. "Inspirar outros jovens para que eles façam ações locais, porque a gente sabe que o desafio é muito grande. Atualmente, no Brasil, 33 milhões de pessoas, aproximadamente, não têm acesso à água potável e aproximadamente 90 milhões não têm acesso a um saneamento adequado, segundo dados recentes do IBGE", pontua. "São dados muito alarmantes. Aproveitando que esse ano teremos a COP 30 em Belém, essa é uma forma de mobilizar esses jovens, a partir desse programa, para que a gente consiga avançar ainda mais, seja em soluções locais, seja a partir de influências em políticas públicas", completa.  Brasil tem água em abundância, mas precisa cuidar de seus recursos hídricos Dono da maior bacia hidrográfica do mundo, a bacia do Rio Amazonas, que se estende por vários países da América do Sul, o Brasil não está livre de se preocupar com a falta d'água. "A nossa maior bacia é a bacia Amazônica, que tem aproximadamente mais de 70% da água doce do Brasil, mas que nesses últimos anos vem passando por uma seca histórica", destaca o engenheiro florestal formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). "É importante pensar sobre as nossas águas. Nós temos um grande problema de fato de gestão, de não valorizar a água como ela deve ser valorizada", aponta.  Para o ativista, a população precisa entender a importância da água e saber que ela está ligada ao desenvolvimento da sociedade. "Se a gente fala sobre comunidades sem conflito, comunidades saudáveis, comunidades com habitação, com escolaridade, nós falamos em locais que tenham acesso à água de qualidade e a um saneamento adequado", pontua.  Ao longo das últimas décadas, o Brasil viveu um verdadeiro êxodo de áreas secas do Nordeste para as capitais do Sudeste. Porém, a migração climática continua sendo uma ameaça do futuro, ele explica. "Nesse último século, nós tivemos uma migração em massa de nordestinos fugindo da seca, que é o que chamamos de migração climática. Ou seja, muitas pessoas saíram do Nordeste e foram para grandes centros urbanos, como Rio de Janeiro e São Paulo para viver em áreas periféricas. Pensando em outros cenários, isso já vem acontecendo e preocupa porque vai trazer uma maior pressão para outras localidades que, na maioria das vezes, não estão adaptadas para receber essa quantidade de pessoas", continua. "E quando a gente fala sobre contexto de países, isso acaba tendo outro aspecto, porque envolve questões diplomáticas", analisa.   O Brasil segue um modelo de gestão de recursos hídricos copiado da França: a Lei 9.433, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. "É um mecanismo participativo que foi influenciado pela gestão de recursos hídricos aqui na França. Só que a gente percebe que é necessário um avanço nessa política, pois apesar de ela ter mais de 20 anos, não é tão conhecida pela sociedade e ainda se baseia em um debate muito técnico", lamenta. "É mais do que necessário a gente pensar como ampliar a discussão, incluir mais pessoas e, de fato, priorizar a agenda da água como ponto central para a tomada de decisões", conclui.  Especialistas presentes à conferência da Unesco em Paris lembram que mais do que uma fonte de disputa ou conflito, a água tem sido, historicamente, objeto de cooperação entre países. Um desafio que se torna cada vez mais atual.  

Jones Manoel
Haddad e Motta: pisos e salário mínimo são alvos da reforma administrativa | Bolsonaro no STF | 3.6

Jones Manoel

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 208:16


O Manhã Brasil desta terça (03), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) Governo (Haddad) e Câmara (Hugo Motta) articulam a reforma administrativa. Segundo o relator do projeto, deputado Pedro Paulo, da base do governo e próximo tanto de Haddad como de Motta, os alvos serão os pisos constitucionais da Saúde e Educação e a vinculação dos benefícios previdenciários ao salário mínimo. A área econômica do governo concorda com eles, apenas sugere que por “estratégia”, o debate comece pelos supersalários, com apelo popular; 2) o STF marcou para semana que vem o início dos interrogatórios dos réus da primeira leva dos golpistas, a cúpula. Bolsonaro é o sexto da lista; o primeiro é Mauro CidPessoas convidadas:Sérgio Botton Barcellos, professor Adjunto do Departamento de Ciências Sociais (DCS) e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Lidera o Grupo de Ensino e Pesquisa em Sociologia, Estado e Movimentos Sociais (GEPSEM). De outubro de 2023 a fevereiro de 2025 atuou na Presidência da República como assessor da Diretoria de Acompanhamento da Câmara dos Deputados (DACAM/SEPAR/SRI). Possui doutorado e mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) no CPDA - UFRRJ. Ualid Rabah, Presidente da FEPAL- Federação Árabe Palestina do Brasil

Debate da Super Manhã
AS CIDADES E A CHUVA

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 22, 2025 50:13


Debate da Super Manhã: Vias alagadas, aulas e serviços suspensos. Várias são as cidades e as regiões de Pernambuco impactadas com as fortes chuvas registradas nos últimos dias. Estado de atenção para os moradores, principalmente das áreas de risco. No debate desta quinta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a situação do período chuvoso no Grande Recife e no interior pernambucano, a drenagem e a proteção nos morros e nas barreiras e a preparação para o inverno 2025. Participam o secretário executivo de Proteção e Defesa Civil do Estado (Sepdec), Cel BM Clovis Ramalho, a pesquisadora chefe de Gestão Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir, e o arquiteto e urbanista, professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e coordenador geral do Projeto Recife Cidade Parque, Roberto Montezuma.

Debate da Super Manhã
UNIVERSIDADES E A DIFICULDADE DE FECHAR CONTAS

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 1, 2025 51:20


Debate da Super Manhã: O Ministério da Educação (MEC) mantém a decisão de reduzir novamente os repasses de verbas para as universidades públicas de todo o Brasil. As instituições de ensino de Pernambucano apontam que este corte nos recursos orçamentários estão afetando os pagamentos básicos, como energia e segurança. No debate desta quarta-feira (30), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber as dificuldades de fechar as contas mensais, o montante financeiro aprovado pelo Governo Federal e a realidade do ensino público superior no estado. Participam o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, a reitora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Maria José de Sena, o reitor da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), Airon Melo, e o pró-reitor de Gestão e Orçamento da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Francisco Pinheiro.

TUTAMÉIA TV
Livro e série documental desvendam colaboracionismo da Folha com a repressão na ditadura militar

TUTAMÉIA TV

Play Episode Listen Later Apr 29, 2025 91:17


TUTAMÉIA entrevista Flora Daemon, professora de Jornalismo do Departamento de Letras e Comunicação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e o premiado cineasta Chaim Litewski, diretor do documentário “Cidadão Boilesen”. Flora é uma das autoras do livro “A Serviço da Repressão: Grupo Folha e Violações de Direitos na Ditadura”, em que se baseia a série “Folha Corrida”, dirigida por Chaim.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...

Passando a Limpo
Eleições 2026 e o peso dos celetistas para o governo Lula

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later Apr 17, 2025 19:01


Passando a Limpo: Nesta quinta-feira (17), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político Adriano Oliveira. Na pauta, a percepção dos celetistas sobre o governo Lula. A médica endocrinologista, Maria Tereza Paraguassú, conversa sobre o nível dos cursos de medicina. E a reitora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Maria José de Sena, conversa sobre o déficit financeiro das federais.

Papo no Auge!
Ep. 210 - Do paper ao PIB: como transformar a ciência em algo concreto?

Papo no Auge!

Play Episode Listen Later Apr 11, 2025 28:25


A relação entre ciência e mercado é valorosa ao transformar conhecimento em inovação e progresso econômico. No entanto, levar descobertas acadêmicas para o setor produtivo enfrenta desafios como a falta de investimentos, a burocracia e a distância entre pesquisadores e empresas. A transferência de tecnologia, o incentivo ao empreendedorismo e as parcerias estratégicas são caminhos para superar essas barreiras. Além disso, é fundamental criar políticas que aproximem universidades e indústrias, facilitando a aplicação prática das pesquisas. Dessa forma, a ciência pode gerar impacto real, resultando em novos produtos, serviços e soluções para a sociedade. Do paper ao PIB: como e por onde começa essa trajetória?Quem nos responde é o ⁠Professor Doutor Marcelo Carneiro Leão⁠, ex-reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco e atualmente diretor do ⁠CETENE – Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste⁠, unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Se você quer saber como alavancar a economia por meio da ciência e da pesquisa, ouça o episódio 210 do podcast Papo no Auge!E se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente.Nos apoie via plataforma ⁠Catarse de financiamento coletivo⁠ e pelo ⁠Mercado Pago⁠.Link para o Catarse: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.catarse.me/vamosproauge⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Links para o Mercado Pago:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 5,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 10,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 30,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 50,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assinatura de R$ 100,00⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Cadernos de Saúde Pública
Geopolítica, mudanças climáticas e saúde: o que podemos esperar da Cúpula do G20? | CSPcast 51#

Cadernos de Saúde Pública

Play Episode Listen Later Jan 28, 2025 24:48


O novo episódio de Entrevista com Autores aborda o artigo "Geopolítica, mudanças climáticas e saúde: o que podemos esperar da Cúpula do G20 (Rio de Janeiro, Brasil, 2024)?" (https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/article/view/8760). O entrevistado desse programa foi o coautor Leandro Dias de Oliveira, professor do Departamento de Geografia (DGG-IGEO) e do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGEO-UFRRJ) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. A condução da conversa ficou a cargo de Cláudia Torres Codeço, Editora Associada de CSP. Acompanhe CSP Site: http://cadernos.ensp.fiocruz.br/ Instagram: https://www.instagram.com/cadernossp/ Facebook: www.facebook.com/cadernosdesaudepublica 

Cantos do Sabiá
Caderno de Receitas (Parte 04) | Escola Marias

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jan 27, 2025 9:28


Este Caderno de Receitas faz parte do material didático da Escola Marias - Mulheres e Agriculturas Urbanas, um curso de extensão realizado pelo Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto (MTST). A formação deste curso é dividida em dois módulos, sendo o Módulo I - Produção de Alimentos e o Módulo II - Transformação de Alimentos. O Caderno de Receitas é material de apoio para o Módulo II - Transformação de Alimentos. Nele estão escritas algumas receitas saudáveis, utilizando alimentos de fácil acesso, que podem ser feitas no dia a dia. Esta cartilha é uma publicação do Centro Sabiá em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Teto (MTST), lançada em 2024, como material didático para as aulas da ESCOLA MARIAS - mulheres e agriculturas urbanas. Neste áudio você vai ouvir: - Doce de banana em calda; - Geleia de acerola com pimenta; - Suco de capim-santo com limão; - Lambedor de hortelã graúda.

E eu com isso?
#306 Holocausto além de Auschwitz

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Jan 22, 2025 51:17


A memória do holocausto tem papel fundamental na educação judaica, mas também na luta e conscientização contra o antissemitismo. Mas, como usar essa memória sem banalizá-la, por um lado, e também não sacralizá-la a ponto de torná-la intocável? Para falar com a gente sobre memória do holocausto e educação, convidamos a Alana de Moraes Leite, Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco, coordenadora do Laboratório História e Memória do Holocausto do projeto IBI no Campus, e desenvolveu, junto ao Museu do Holocausto de Curitiba, o projeto de extensão “Milhões de vozes: testemunho, Shoah e o ensino de história do tempo presente”.

Cantos do Sabiá
Caderno de Receitas (Parte 03) | Escola Marias

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jan 22, 2025 9:35


Este Caderno de Receitas faz parte do material didático da Escola Marias - Mulheres e Agriculturas Urbanas, um curso de extensão realizado pelo Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto (MTST). A formação deste curso é dividida em dois módulos, sendo o Módulo I - Produção de Alimentos e o Módulo II - Transformação de Alimentos. O Caderno de Receitas é material de apoio para o Módulo II - Transformação de Alimentos. Nele estão escritas algumas receitas saudáveis, utilizando alimentos de fácil acesso, que podem ser feitas no dia a dia. Esta cartilha é uma publicação do Centro Sabiá em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Teto (MTST), lançada em 2024, como material didático para as aulas da ESCOLA MARIAS - mulheres e agriculturas urbanas. Neste áudio você vai ouvir: - Bolo de banana; - Bolo de macaxeira; - Bolo de batata doce sem glútem; - Bolo de capim santo; - Bolo de laranja vegano

Debate da Super Manhã
POPULAÇÃO DE RUA

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jan 21, 2025 55:16


Debate da Super Manhã: Dados do Censo da População em Situação de Rua da Cidade do Recife 2022 aponta que a maioria das pessoas nesse contexto são homens, negros em idade economicamente ativa. O estudo realizado faz parte de uma iniciativa inédita da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em parceria com a Prefeitura do Recife. No debate desta segunda-feira (20), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber os números de Pernambuco, da capital e dos demais municípios da região, e a ações realizadas pelo governo e sociedade em prol da população de rua. Participam o secretário de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas Sobre Drogas de Pernambuco, Carlos Eduardo Braga Farias, o pesquisador, professor de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e coordenador do Censo Pop Rua, Humberto Miranda, e o diácono permanente da Arquidiocese de Olinda e Recife e diretor da Casa do Pão, Aerton Carvalho.

Cantos do Sabiá
Caderno de Receitas (Parte 02) | Escola Marias

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jan 20, 2025 7:50


Este Caderno de Receitas faz parte do material didático da Escola Marias - Mulheres e Agriculturas Urbanas, um curso de extensão realizado pelo Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto (MTST). A formação deste curso é dividida em dois módulos, sendo o Módulo I - Produção de Alimentos e o Módulo II - Transformação de Alimentos. O Caderno de Receitas é material de apoio para o Módulo II - Transformação de Alimentos. Nele estão escritas algumas receitas saudáveis, utilizando alimentos de fácil acesso, que podem ser feitas no dia a dia. Esta cartilha é uma publicação do Centro Sabiá em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Teto (MTST), lançada em 2024, como material didático para as aulas da ESCOLA MARIAS - mulheres e agriculturas urbanas. Neste áudio você vai ouvir: - Patê de legumes; - Carne de banana; - Carne de jaca; - Esfirra de cenoura com carne de jaca.

Maconhômetro
Debate #39 | Anvisa autoriza a prescrição de cannabis na Medicina Veterinária

Maconhômetro

Play Episode Listen Later Jan 15, 2025 58:09


Tá nos ares +1 Maconhômetro Debate, um projeto do Cannabis Monitor em parceria com a Plataforma Brasileira de Política de Drogas, com a proposta de contextualizar e aprofundar temas relevantes envolvendo a maconha e a política de drogas no Brasil e no mundo. Nesse episódio, Kya Mesquita propõe um debate sobre um dos marcos mais relevantes de 2024 no avanço do uso medicinal da cannabis no Brasil: a autorização pela Anvisa para que médicos veterinários possam prescrever tratamentos à base da planta para animais. A decisão foi tomada na 21ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol), que reuniu Anvisa, Ministério da Agricultura (MAPA) e o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), onde foi aprovada uma atualização da normativa 344/1998. Uma outra norma, a ser publicada, trará as diretrizes específicas para o uso de cannabis na prática veterinária. Essa decisão amplia as possibilidades terapêuticas no cuidado com os pets e abre um campo promissor para os profissionais da medicina veterinária. No entanto, ainda existem desafios a serem enfrentados, desde questões regulatórias até a formação adequada dos profissionais. Para discutir todos esses aspectos e trazer diferentes perspectivas, recebemos 3 mulheres sensacionais para dichavarmos o tema: - Caroline Campagnone, que é Médica Veterinária, com pós-graduação em clínica e cirurgia de pequenos animais, mestranda na UFRPE e especialista em canabinoides na veterinária. Ela é Diretora Geral da Associação Medicinal Canábica AME-C, e também da escola canabinoide Plantando Conhecimento. Coordena a Pós-Graduação em Endocanabinologia Veterinária, é Desenvolvedora do aplicativo Cannaderno, e integra o GT do CFMV para suporte técnico na regulação de substâncias canabinoides na medicina veterinária; - Marcela Sanches, que é Advogada Criminalista, Especialista em Direito Penal Empresarial e Criminalidade Complexa pelo IBMEC, integrante da Rede REFORMA, sócia da FNS Advocacia Insurgente e membra da Comissão do Direito do Setor da Cannabis Medicinal da OAB/RJ. - Magda Medeiros, que é Médica Veterinária formada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP e pós-doutorado em Clínica e Cirurgia Veterinária na Universidade de Cambridge; É professora titular de Fisiologia na UFRRJ e coordenadora dos ambulatórios de Acupuntura Veterinária no Hospital Veterinário de Pequenos Animais da Universidade e da LACAM, a liga acadêmica de cannabis medicinal da UFRRJ. Confira e fique por dentro! Apoie o Cannabis Monitor: http://apoia.se/cannabismonitor

Cantos do Sabiá
Caderno de Receitas (Parte 01) | Escola Marias

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jan 15, 2025 10:10


Este Caderno de Receitas faz parte do material didático da Escola Marias - Mulheres e Agriculturas Urbanas, um curso de extensão realizado pelo Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto (MTST). A formação deste curso é dividida em dois módulos, sendo o Módulo I - Produção de Alimentos e o Módulo II - Transformação de Alimentos. O Caderno de Receitas é material de apoio para o Módulo II - Transformação de Alimentos. Nele estão escritas algumas receitas saudáveis, utilizando alimentos de fácil acesso, que podem ser feitas no dia a dia. Esta cartilha é uma publicação do Centro Sabiá em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Teto (MTST), lançada em 2024, como material didático para as aulas da ESCOLA MARIAS - mulheres e agriculturas urbanas. Neste áudio você vai ouvir: - O que é segurança alimentar e nutricional? - Receita de pães (Pão de cenoura com cebola; pão de batata doce com Ora-pro-nóbis; pão de banana com rapadura).

Cantos do Sabiá
Caderno das Marias - Boas práticas de Agricultura Urbana (Parte 03) | Escola Marias

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jan 13, 2025 8:05


O Centro Sabiá é uma Organização Não Governamental que existe desde 1993 e que surgiu num momento em que a fome no Brasil atingia números alarmantes da população. O trabalho, desenvolvido ao longo de mais de 30 anos, orienta e estimula que as famílias agricultoras pratiquem um tipo de agricultura que não agrida o meio ambiente, que produza alimentos saudáveis, que gere renda e melhore a sua qualidade de vida e que sobretudo paute a garantia de direitos fundamentais das mesmas. A partir de 2016, o Centro Sabiá iniciou os trabalhos voltados para o desenvolvimento da Agricultura Urbana e Periurbana na Região Metropolitana do Recife (RMR) cujo foco foi direcionado para o fortalecimento e luta pela Segurança Alimentar e Nutricional, com base na educação alimentar e na dimensão terapêutica da relação com a terra e do autocuidado, de populações urbanas periféricas, em especial grupos de mulheres. Esta cartilha é uma publicação do Centro Sabiá em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Teto (MTST), lançada em 2024, como material didático para as aulas da ESCOLA MARIAS - mulheres e agriculturas urbanas. Neste áudio você vai ouvir: - Por que podar? - Influência da lua; - Controle natural de pragas e repelentes; - Colheita; - Tempo de descanso dos canteiros.

Cantos do Sabiá
Caderno das Marias - Boas práticas de Agricultura Urbana (Parte 02) | Escola Marias

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jan 8, 2025 6:50


O Centro Sabiá é uma Organização Não Governamental que existe desde 1993 e que surgiu num momento em que a fome no Brasil atingia números alarmantes da população. O trabalho, desenvolvido ao longo de mais de 30 anos, orienta e estimula que as famílias agricultoras pratiquem um tipo de agricultura que não agrida o meio ambiente, que produza alimentos saudáveis, que gere renda e melhore a sua qualidade de vida e que sobretudo paute a garantia de direitos fundamentais das mesmas. A partir de 2016, o Centro Sabiá iniciou os trabalhos voltados para o desenvolvimento da Agricultura Urbana e Periurbana na Região Metropolitana do Recife (RMR) cujo foco foi direcionado para o fortalecimento e luta pela Segurança Alimentar e Nutricional, com base na educação alimentar e na dimensão terapêutica da relação com a terra e do autocuidado, de populações urbanas periféricas, em especial grupos de mulheres. Esta cartilha é uma publicação do Centro Sabiá em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Teto (MTST), lançada em 2024, como material didático para as aulas da ESCOLA MARIAS - mulheres e agriculturas urbanas. Neste áudio você vai ouvir: - Sementes; - Matos de comer (PANCs); - O que é um solo vivo?

Teletime
TELETIME em Destaque -IA na Educação

Teletime

Play Episode Listen Later Dec 12, 2024 58:17


Neste episódio do TELETIME em Destaque, conversamos sobre Educação e Inteligência Artificial. Falar de educação é sempre essencial qualquer que seja a nossa área de interesse. E falar em Inteligência Artificial e suas inevitáveis implicações para o universo da Educação é ainda mais crítico.A Fundação Telefônica Vivo é um dos atores inseridos no contexto das telecomunicações que mais tem se dedicado ao tema da educação. Trata-se de uma instituição que completou 25 anos no Brasil e que há alguns anos passou a priorizar a ideia de educação para a tecnologia em suas inúmeras iniciativas. A Fundação Telefônica Vivo é nossa parceira nesse conteúdo.E para refletir sobre educação e Inteligência Artificial, e tirarmos alguns insights sobre esse tema, temos um time de especialistas nesse debate virtual: - Marina Maluta, especialista em computação aplicada à educação e tecnologias educacionais, e Consultora de Projetos Educacionais na Fundação Telefônica Vivo- Rafael Ferreira Mello, Professor na Universidade Federal Rural de Pernambuco e coordenador do programa de pós-graduação e pesquisador sênior no CESAR SCHOOL, além de mestre e doutor em Machine Learning- Andressa Decker, professora no ensino fundamental, médio e profissionalizante da Secretaria de Educação de Santa Catarina, com licenciatura plena em matemática e física além de especialista em Metodologia do Ensino da Matemática pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

#Provocast
#253 - Renato Noguera

#Provocast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2024 53:02


Marcelo Tas recebe o filósofo Renato Noguera no Provoca. Renato é doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor do Departamento de Educação e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas e coordenador do Grupo de Pesquisa Afroperspectivas, Saberes e Infâncias. O escritor desenvolve pesquisas nas áreas de educação e filosofias africanas e indígenas. É autor de "Mulheres e deusas: como as divindades e os mitos femininos formaram a mulher atual" e "O ensino de filosofia e a Lei 10.639" Na edição, o acadêmico afirma "o amor não precisa enlouquecer, precisa ser uma relação harmônica, porque o amor é um afeto catalisador do bem-estar".

Chutando a Escada
BRICS e a ordem liberal internacional

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Oct 31, 2024 63:06


Neste episódio do Chutando a Escada, Filipe Mendonça recebe Ana Garcia, professora de Relações Internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e pesquisadora do BRICS Policy Center, para uma análise aprofundada sobre o papel e a expansão do BRICS na ordem internacional contemporânea. Aperte o play! The post BRICS e a ordem liberal internacional appeared first on Chutando a Escada.

Rádio Escafandro
116: Não monogamia outra vez

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jun 12, 2024 63:51


A não monogamia está na moda. A busca pelo termo no Google subiu quase 300 por cento entre 2021 e 2023, e o Brasil é o terceiro país que mais pesquisa sobre o assunto. Apesar desse interesse pelo tema, porém, o amor monogâmico segue sendo o sonho de muita gente. Essa ideia do amor romântico, do felizes para sempre, tem moldado a sociedade há um bom tempo. Só que, ao contrário do que muitos imaginam, a monogamia nunca foi modelo “natural” de relacionamentos humanos. Neste episódio de podcast, contamos a história das relações amorosas entre humanos, falamos de formas alternativas de nos relacionarmos e explicamos como elas impactam a vida em sociedade. É um segundo mergulho nas dores, delícias e desafios da não monogamia. Episódios relacionados#56 - Sexo como você nunca ouviu#57 - Manual evolucionista de sedução amorosa#98 - A monogamia tem que acabar? Mergulhe mais fundo Por que amamos: o que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor (link para compra) A monogamia pode ser revolucionária (parte um) A monogamia pode ser revolucionária (parte dois) Entrevistados do episódio Renato Noguera Escritor, doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor do Departamento de Educação e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas. Jaroslava Varella Valentova Antropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana. Ficha técnica Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #19: Edylene Daniel Severiano

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jun 3, 2024 79:37


Dando sequência à série "Naruhodo Entrevista" de conversas descontraídas com cientistas brasileiras e brasileiros, chegou a vez da Mestra em Teoria Literária e fundadora do selo CaminhoS de Estudos Asiáticos, Edylene Daniel Severiano.Só vem!> OUÇA (79min 38s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Edylene Daniel Severiano é pesquisadora de Estudos Japoneses e Asiáticos, atuando junto aos ELONihon (Letras-UERJ); Grupo de Pesquisa "Pensamento japonês: princípios e desdobramentos", no Grupo de trabalho "Vocabulário de Estética Japonesa" (Letras-USP); e Laboratório IDEA (ECO-UFRJ).Atualmente é doutoranda do PPGCOM-UFF, onde se dedica à pesquisa sobre os produtos midiáticos japoneses de animação (anime) e seus impactos na construção de subjetividade e identidade de fãs negros.Mestra em Teoria Literária pelo PPGCL-UFRJ, dedicando-se à pesquisa sobre o cinema de Akira Kurosawa, com a dissertação: No limite e no limiar: a re-apresentação da apoteose da simulação em Hachigatsu no Kyōshikyoku - prelúdios para um agora.Licenciatura em Letras Português-Literaturas pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FE-UFRJ). Bacharela em Letras Português-Literaturas pela Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FL-UFRJ). Bacharela em Ciências Econômicas pelo Instituto de Ciência Humanas e Sociais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (ICHS-UFRRJ).No campo técnico/editorial É Diretora Científica do Selo CaminhoS de Estudos Asiáticos, na Desalinho Publicações. É fundadora e CEO da Entre Letras Consultoria textual e edições. É revisora dos periódicos C-Legenda e Contracampo, pertencentes, respectivamente, às Faculdades de Cinema e Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF).Lattes: http://lattes.cnpq.br/6157414944497243*PARCERIA: ALURAAprofunde-se de vez: garantimos conhecimento com profundidade e diversidade, para se tornar um profissional em T - incluindo programação, front-end, data science, devops, ux & design, mobile, inovação & gestão.Navegue sua carreira: são mais de 1450 cursos e novos lançamentos toda semana, além de atualizações e melhorias constantes.Conteúdo imersivo: faça parte de uma comunidade de apaixonados por tudo que é digital. Mergulhe na comunidade Alura.Aproveite o desconto para ouvintes Naruhodo no link:alura.tv/naruhodo*APOIE O NARUHODO PELA PLATAFORMA ORELO!Um aviso importantíssimo: o podcast Naruhodo agora está no Orelo: https://bit.ly/naruhodo-no-oreloE é por meio dessa plataforma de apoio aos criadores de conteúdo que você ajuda o Naruhodo a se manter no ar.Você escolhe um valor de contribuição mensal e tem acesso a conteúdos exclusivos, conteúdos antecipados e vantagens especiais.Além disso, você pode ter acesso ao nosso grupo fechado no Telegram, e conversar comigo, com o Altay e com outros apoiadores.E não é só isso: toda vez que você ouvir ou fizer download de um episódio pelo Orelo, vai também estar pingando uns trocadinhos para o nosso projeto.Então, baixe agora mesmo o app Orelo no endereço Orelo.CC ou na sua loja de aplicativos e ajude a fortalecer o conhecimento científico.https://bit.ly/naruhodo-no-orelo

O Assunto
Almirante Negro: o debate sobre o heroísmo de João Cândido

O Assunto

Play Episode Listen Later May 6, 2024 26:14


Em 1910, João Cândido Felisberto liderou a Revolta da Chibata, um levante contra a aplicação de castigos físicos aos marinheiros, em sua maioria negros, e virou referência para o movimento negro. Mais de 100 anos depois, um projeto de lei tenta incluir o marinheiro, conhecido como Almirante Negro, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria – ao lado de nomes como Zumbi dos Palmares, Zilda Arns e Chico Mendes. O texto já foi aprovado no Senado, mas enfrenta resistências na Câmara dos Deputados. Em abril, o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, enviou carta à Comissão de Cultura da Câmara com críticas ao projeto. O documento diz que "além do justo pleito de revogação da prática repulsiva do açoite", os marinheiros que participaram da revolta "buscavam, deliberadamente, vantagens corporativas e ilegítimas", e que "[...] resta notável diferença entre reconhecer um erro e enaltecer um heroísmo infundado". Neste episódio, Natuza Nery conversa com o jornalista Bernardo Mello Franco, colunista do jornal "O Globo" e comentarista da rádio CBN, sobre o debate no Congresso em torno do heroísmo de João Cândido e os significados da carta assinada por Olsen. Também participa o historiador Álvaro Pereira do Nascimento, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, que explica o papel da Revolta da Chibata para a modernização da Marinha e fala sobre a importância da figura de João Cândido.

Resumão Diário
Sem citar Musk, Lula diz que 'bilionário tentando fazer foguete' vai ter que usar dinheiro para proteger meio ambiente; Operação do MP prende quatro dirigentes de empresas de ônibus de SP suspeitos de ligação com crime organizado

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Apr 9, 2024 4:05


Sem citar Musk, Lula diz que 'bilionário tentando fazer foguete' vai ter que usar dinheiro para proteger meio ambiente. Operação do MP prende quatro dirigentes de empresas de ônibus de SP suspeitos de ligação com crime organizado. Aos 94 anos, Piruinha, um dos chefes do jogo do bicho no Rio, vai a júri popular. Após morte de estudante em tiroteio em Seropédica, Universidade Federal Rural do RJ suspende aulas e declara luto. Ministério atualiza o Celular Seguro para tornar o programa mais eficaz; veja mudanças.

Estadão Notícias
Biohacking: a era dos implantes tecnológicos em humanos

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Feb 2, 2024 23:27


A Neuralink, empresa que trabalha para desenvolver interfaces de computador que possam ser implantadas em cérebros humanos, colocou seu primeiro dispositivo em um paciente. Elon Musk, o bilionário CEO da Tesla e da SpaceX, disse que o primeiro produto da empresa se chamava Telepathy e vai permitir que um ser humano controlasse um telefone ou computador “apenas pensando”. A empresa recebeu aprovação da Food and Drug Administration (FDA, o órgão regulador americano para medicamentos e alimentos) para iniciar testes em humanos em maio passado. Segundo a empresa, nesta primeira etapa será avaliada a segurança do implante e do próprio robô que fez o procedimento cirúrgico. A partir deste fato histórico para a utilização de biotecnologia, abre-se a discussão sobre um outro tema: o “biohacking”. O termo significa a prática de inserir tecnologias no corpo humano para melhorar ou expandir a capacidade do indivíduo em determinadas atividades. Já há estudos e implantes que usam o corpo humano para armazenar dados, e até coisas do cotidiano, como pagamentos. Muitos brasileiros já têm adquirido esses implantes, até porque não há legislação no País sobre biohacking. No entanto, o biohacking pode não envolver implantes. Um exemplo, são os "óculos inteligentes" que ajudam pessoas com deficiência visual a ter mais independência. O sensor óptico captura a imagem e através da inteligência artificial converte as informações instantaneamente em áudio por meio de um pequeno alto-falante. Afinal, existem limites para usar o corpo humano para implantes tecnológicos visando o aprimoramento das pessoas? Quais os riscos de não se ter uma legislação específica sobre o tema? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte, e doutora em Biotecnologia pela USP, Fernanda Matias. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte  Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate da Super Manhã
Cartão de crédito: vilão ou aliado?

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jan 9, 2024 48:08


Debate da Super Manhã: Uma das formas de pagamento utilizada por quem compra, o cartão de crédito permite postergar o desembolso de despesas para uma melhor data, conforme a realidade de cada pessoa. Isso quer dizer que esse meio pode ser um aliado quando se precisa adquirir algum bem ou serviço num determinado momento, sem ter o recurso para comprá-lo à vista. No debate desta terça-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber tudo sobre cartão de crédito, e entre as informações, parcelamentos e as novas regras dos juros no rotativo. Participam o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL-Recife) e do Sindicato dos Lojistas de Bens e Serviços do Recife (Sindlojas Recife), Fred Leal, o advogado e educador financeiro, Rodrigo de Azevedo, e a professora e diretora do Departamento de Economia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Sônia Fonseca.

DesAbraçando Árvores
#valeAPenaOuvirDeNovo – Os bastidores da expedição a árvore mais alta da Amazônia

DesAbraçando Árvores

Play Episode Listen Later Oct 2, 2023 102:48


Howdy! Neste #valeAPenaOuvirDeNovo trazemos o episódio em que Fernando Lima, nosso host supremo, recebeu Eric Gorgens, Diego Silva e Aécio Freitas para falar sobre a expedição para chegar a árvore mais alta da Amazônia. Entenda os desafios de preparação, logística e liderança por trás desta grande descoberta! Eric Gorgens é engenheiro florestal pela Universidade Federal de Viçosa, mestre em Ciências Florestais também pela UFV, especialista em Gestão Florestal pela UFPR, doutor em Recursos Florestais pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP) e pós-doutorado no INPE (2015). É professor do Departamento de Engenharia Florestal na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Coordena o Núcleo de Estudos em Zoneamento Ambiental e Produtivo da UFVJM. Desde de 2019, coordena os esforços para encontrar e documentar as árvores gigantes da Amazônia. Diego Armando da Silva tem graduação em Engenharia Florestal pela Universidade do Estado do Amapá, Mestre em Ciências Florestais pela Universidade Federal do Espírito Santo, Doutor em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Coordenador local do projeto Monitoramento de Árvores Gigantes na Amazônia. Professor do Instituto Federal do Amapá (IFAP), Campus Laranjal do Jari e do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT). Líder do grupo de pesquisa Centro de Estudos em Ecologia e manejo da Amazônia (CEEMA). Aécio Freitas é médico da Unidade de Suporte Avançado do Grupo de Resgate da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (GRAU). Médico da Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Regional Ribeirão Preto-SP). Infectologista do Centro de Referência em Infectologia e médico da Associação Brasileira de Medicina de Áreas Remotas e Esportes de Aventura (ABMAR). Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: https://www.instagram.com/desabrace/Instagram https://web.facebook.com/desabrace/Facebook https://twitter.com/desabrace Canal no Telegram: https://t.me/desabrace Visite nossa página: https://www.desabrace.com.br Envie suas pedradas e perrengues: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Produção, apresentação e edição: Fernando Lima Decupagem: Senhor A

Fronteiras da Ciência
T14E07 - O desaparecimento de Ettore Majorana

Fronteiras da Ciência

Play Episode Listen Later Sep 4, 2023


Ver um mundo num grão de areia. E um céu numa flor silvestre. Ter o infinito na palma da sua mão. E a eternidade em uma hora. Com esse poema de William Blake, o jornalista italiano Leonardo Sciascia lança sua hipótese, uma entre tantas, para um dos grandes mistérios do século passado, o desaparecimento do físico siciliano Ettore Majorana. Quem foi Majorana, quais foram suas contribuições para a física e que destino teve, são algumas das questões discutidas com o físico Carlos Alberto dos Santos, professor aposentado do Instituto de Física da UFRGS e professor visitante na Universidade Federal Rural do Semi-Árido, em Mossoró (RN). Participa também da conversa Jeferson Arenzon, do IF-UFRGS. Produção e edição: Jeferson Arenzon Créditos da Imagem: domínio público

Gap Filosófico
O procedimento genealógico e o projeto nietzschiano de transvaloração dos valores Introdução Nietzsche #2 ( Masterclass )João Evangelista Tude de Melo >>> #friedrichnietzsche

Gap Filosófico

Play Episode Listen Later Aug 7, 2023 120:23


INSCREVA-SE no nosso canal no YouTube. https://youtube.com/@Gapfilosofico PIX 《《《 gapfilosofico@gmail.com Telegram https://t.me/GAPFILOSOFICO O projeto nietzschiano de transvaloração dos valores. - supressão da referência que justifica os antigos valores - a inversão na forma de valorar: do além à Terra - criação de novos valores - questão: haverá novo referencial para estes novos valores? Ano passado tivemos a oportunidade de participar da organização do minicurso promovido pela vozes e ministrado pelo professor João Evangelista tude de melo de introdução estendida a Nietzsche, segue currículo do nosso professor orientador este é o segundo momento de três. João Evangelista Tude de Melo Neto é professor da Área de Filosofia do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade federal de Pernambuco (UFPE). Doutorou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio na Universidade de Reims Champagne-Ardenne (França). Está vinculado ao Grupo de Estudos Nietzsche (GEN), coordenando as atividades do GEN-Recife, núcleo de estudos vinculado ao GEN nacional. Também faz parte do GT-Nietzsche da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof). Publicou o livro 10 lições sobre Nietzsche (editora Vozes, 2017) e, em 2020, pela editora UNIFESP/Coleção Sendas e Veredas (GEN), o livro Nietzsche à luz dos Antigos: a cosmologia. Foi, ainda, responsável pela elaboração de 12 verbetes do Dicionário Nietzsche do GEN (editora Loyola, 2017). Tem artigos e traduções publicados em relevantes edições acadêmicas como: Cadernos Nietzsche e Revista Discurso (USP). Já apresentou trabalhos em eventos nacionais e internacionais como: "V Congresso Internacional do GIRN" (Lisboa, Portugal 2012), o "VII Congresso Internacional do GIRN" (Paris, França 2014) e no "X Congresso do GIRN" (Louvain-la-Neuve e Namur, Bélgica 2017). João Evangelista também é mestre e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco. Na área de produção artístico cultural, idealizou e tem organizado desde 2002,o festival "Rock na Tamarineira". Festival de música que acontece no Hospital psiquiátrico Ulisses Pernambucano (a Tamarineira).

Debate da Super Manhã
Transferências bancárias na era do pix

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 17, 2023 48:35


Debate da Super Manhã: Vivemos uma nova era dos pagamentos. Agora o cliente decide como e onde pagar. A popularização do PIX acelerou a revolução dos meios de transferências financeiras, fortalecendo assim o conceito de transação de forma instantânea e gratuita, bem diferente dos formatos tradicionais via DOC ou TED. No debate desta quarta-feira (17), vamos conversar com os nossos convidados sobre as transferências bancárias na era do PIX e os impactos que esse modo de transação vem gerando na economia e na vida das pessoas. Participam o economista, especialista em finanças corporativas e mestre em economia na área de investimentos e empresas, João Rogério Filho, o economista e conselheiro do Conselho Regional de Economia de Pernambuco Corecon, Raphael Dantas Domingues da Silva, e a doutora em Economia, professora e diretora do Departamento de Economia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Sônia Fonseca.

Chutando a Escada
Desenvolvimento rural na China

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later May 2, 2023 93:59


No episódio de hoje conversamos com Fabiano Escher (UFRRJ), pesquisador do departamento de desenvolvimento, agricultura e sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, sobre o livro "Agricultura, alimentação e desenvolvimento rural na China". Aperte o play! The post Desenvolvimento rural na China appeared first on Chutando a Escada.

Podcasts do Portal Deviante
Chute 302 – Desenvolvimento rural na China

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later May 2, 2023 93:59


No episódio de hoje conversamos com Fabiano Escher (UFRRJ), pesquisador do departamento de desenvolvimento, agricultura e sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, sobre o livro “Agricultura, alimentação...

Debate da Super Manhã
Perigo nas praias de Pernambuco

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Mar 13, 2023 40:57


Debate da Super Manhã: No debate desta segunda-feira, a comunicadora Natália Ribeiro conversa com convidados sobre as circunstâncias que levam aos frequentes ataques de tubarões em nossas praias, quais estratégias são cogitadas para combater o problema sem prejudicar o meio ambiente, e quais as orientações para a população e os municípios mais afetados. Participam, o Professor e Pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, Jonas Rodrigues, a Secretária Estadual de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha, Ana Luiza Ferreira e o Coordenador do Instituto Praia Segura, Rômulo Bastos.

Debate da Super Manhã
Clima e meio ambiente

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Dec 13, 2022 49:53


Debate da Super Manhã: No debate desta terça-feira (13), o comunicador Wagner Gomes conversa com especialistas sobre os principais problemas ambientais e quais providências são possíveis para reverter ou reduzir esses danos. Participam, a Pesquisadora em Gestão Ambiental na Universidade Federal Rural de Pernambuco, além de Professora/orientadora em Programas de Pós-graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Soraya El-Deir, o Professor e Geógrafo, Lucivânio Jatobá, o Geólogo, Professor da Universidade de Pernambuco (UPE) e da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Fábio Pedrosa, e o Doutor em Ciências, Mestre em Físico-química, Professor titular no Departamento de Química Fundamental da UFPE e Diretor do museu Espaço Ciência, Antônio Carlos Pavão.

DesAbraçando Árvores
#099 – Os bastidores da expedição a árvore mais alta da Amazônia

DesAbraçando Árvores

Play Episode Listen Later Nov 6, 2022 102:48


Neste episódio Fernando Lima, nosso host supremo, recebe Eric Gorgens, Diego Silva e Aécio Freitas para falar sobre a expedição para chegar a árvore mais alta da Amazônia. Entenda os desafios de preparação, logística e liderança por trás desta grande descoberta! Eric Gorgens é engenheiro florestal pela Universidade Federal de Viçosa, mestre em Ciências Florestais também pela UFV, especialista em Gestão Florestal pela UFPR, doutor em Recursos Florestais pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP) e pós-doutorado no INPE (2015). É professor do Departamento de Engenharia Florestal na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Coordena o Núcleo de Estudos em Zoneamento Ambiental e Produtivo da UFVJM. Desde de 2019, coordena os esforços para encontrar e documentar as árvores gigantes da Amazônia. Diego Armando da Silva tem graduação em Engenharia Florestal pela Universidade do Estado do Amapá, Mestre em Ciências Florestais pela Universidade Federal do Espírito Santo, Doutor em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Coordenador local do projeto Monitoramento de Árvores Gigantes na Amazônia. Professor do Instituto Federal do Amapá (IFAP), Campus Laranjal do Jari e do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT). Líder do grupo de pesquisa Centro de Estudos em Ecologia e manejo da Amazônia (CEEMA). Aécio Freitas é médico da Unidade de Suporte Avançado do Grupo de Resgate da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (GRAU). Médico da Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Regional Ribeirão Preto-SP). Infectologista do Centro de Referência em Infectologia e médico da Associação Brasileira de Medicina de Áreas Remotas e Esportes de Aventura (ABMAR). Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: https://www.instagram.com/desabrace/Instagram https://web.facebook.com/desabrace/Facebook https://twitter.com/desabrace Canal no Telegram: https://t.me/desabrace Visite nossa página: https://www.desabrace.com.br Envie suas pedradas e perrengues: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Produção, apresentação e edição: Fernando Lima Decupagem: Senhor A

Debate da Super Manhã
Inflação e juros altos

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jul 18, 2022 53:17


Debate da Super Manhã: No debate desta segunda-feira, o comunicador Wagner Gomes conversa com especialistas sobre como os cidadãos podem proteger o próprio poder de compra no atual cenário da economia brasileira. Participam, a Doutora em Economia e Professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Sônia Fonseca, a Professora Adjunta e Diretora do Departamento de Economia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, e Vice-Presidente do Conselho Regional de Economia de Pernambuco, Poema Souza, e a Economista Doméstica, Doutora em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco e Professora do Departamento de Ciências do Consumo da UFRPE, Laurileide Barbosa.

O Assunto
Chuva extrema: tragédia dos mais pobres

O Assunto

Play Episode Listen Later Jun 1, 2022 21:52


Em apenas 5 meses, 2022 concentra um quarto das mortes provocadas por chuvas no Brasil em dez anos. Foram 457 vítimas até o fim de maio, segundo informou ao Assunto a Confederação Nacional de Municípios. Desde a semana passada, entraram nessa conta catastrófica mais de cem moradores da região metropolitana do Recife. De suas famílias, quem sobreviveu perdeu tudo - a exemplo do que já havia acontecido este ano em estados como Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Na capital pernambucana, “qualquer evento climático extremo acentua a vulnerabilidade", alerta Hernande Pereira, coordenador do Instituto para Redução de Riscos e Desastres da Universidade Federal Rural de PE. Ele explica a urgência de políticas habitacionais destinadas à população que vai morar em encostas, forçada a deixar o interior pela falta de trabalho e renda. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa também com Maria Fernanda Lemos, professora de urbanismo da PUC-Rio. Coordenadora do capítulo sobre as Américas do Sul e Central do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), ela sinaliza a tendência de aumento na intensidade e duração das chuvas. E destaca como, além do gasto emergencial para conter danos, é necessário planejamento de longo prazo para adaptar infraestrutura e edificações a essa nova realidade. Do contrário, diz, “desastres e perdas serão cada vez maiores".

Fronteiras da Ciência
T13E04 - Origens do nazismo no Brasil

Fronteiras da Ciência

Play Episode Listen Later May 2, 2022


O distanciamento temporal é um forte mecanismo de esquecimento, tanto individual quanto coletivo. Estamos percebendo, durante a pandemia, o crescimento de movimentos negacionistas e anticiência, em parte impulsionados por gerações que não sofreram os efeitos das diversas doenças que foram, se não totalmente, pelo menos em parte erradicadas pelas vacinas. Fenômeno similar ocorre com o movimento nazista, cuja ascenção ao poder, há mais de um século na Alemanha, está se tornando um evento remoto do passado e, por esses mecanismos de esquecimento social (mas não só), retornando. É essencial que essas memórias sejam constantemente refrescadas e que a história seja passada a limpo à medida que surgem e se acumulam novas evidências. Neste episódio entrevistamos Alexandre Fortes, professor de História e Humanidades Digitais na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, sobre esse período que inicia logo antes da Segunda Guerra Mundial com a chegada do partido nazista alemão ao poder, na década de 30 do Séc. XX, e que teve importantes ramificações no Brasil, particularmente no sul. Conversaram com ele Jeferson Arenzon do Depto. de Física da UFRGS e Jorge Quillfeldt do Depto. de Biofísica, ambos da UFRGS. Produção e edição: Jeferson Arenzon Créditos da Imagem: Brazil de Fato, https://www.brasildefato.com.br/2018/09/26/alemanha-acima-de-tudo