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Dossiê foi apresentado pelo governo brasileiro, nesta semana, durante evento do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Indicadores alcançados pelo país atendem às metas estabelecidas internacionalmente.Sonora:
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*OMS quer remover barreiras ao tratamento e prevenção da hepatite*Década do Oceano em Cabo Verde realça parcerias, ciência e ação pela economia azul*Dois terços da população de Gaza enfrentam insegurança alimentar aguda*Revolução na prevenção ao HIV esbarra em preços altos e queda de financiamento
No Dia Mundial de combate à doença, agência da ONU lembra que ferramentas necessárias para eliminá-la já existem, embora milhões de pessoas permaneçam sem diagnóstico, tratamento ou impossibilitadas de acessar cuidados; em 2024, 1,3 milhão morreram de hepatite B e C crônica em todo o mundo.
A campanha Julho Amarelo alerta para a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento das hepatites virais, doenças que podem evoluir de forma silenciosa e causar graves danos ao fígado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Criada para conscientizar a população, a campanha Julho Amarelo destaca a importância da prevenção, da vacinação e do diagnóstico precoce das hepatites virais, doenças que podem evoluir de forma silenciosa e causar graves danos ao fígado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/11-07-2026Nesta edição de resumo semanal, revisamos as principais atualizações científicas que marcaram os últimos dias, destacando inovações terapêuticas moleculares, novas abordagens clínicas e o papel preventivo da tecnologia. Na linha infectológica, analisamos dados promissores de remissão funcional estável para a hepatite B crônica e ensaios iniciais de anticorpos monoclonais voltados ao controle viral. Discutimos a atualização de condutas práticas, como os critérios para o manejo conservador de quadros inflamatórios abdominais agudos e a personalização farmacológica na neurologia para o público jovem. Por fim, abordamos os novos relatórios da OMS sobre modelagem preditiva neonatal, os alertas sobre o uso de peptídeos estéticos não regulamentados e os novos sistemas automatizados de notificações lançados pela Anvisa. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
Quando iniciar tratamento na hepatite B? Existe cura? E por que a reativação do HBV preocupa tanto durante a imunossupressão?Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton aprofundam o manejo clínico da Hepatite B, discutindo como decidir quem deve receber tratamento antiviral, os objetivos atuais da terapia e os principais desafios do acompanhamento desses pacientes.Ao longo da conversa, o episódio explora a história natural da infecção, os critérios que orientam a indicação de tratamento, o papel da carga viral e da avaliação da fibrose hepática, além de apresentar o conceito de cura funcional e discutir como as novas terapias estão transformando o futuro do tratamento da Hepatite B.
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/06-07-2026Nesta segunda-feira, o boletim analisa um marco terapêutico em infectologia crônica, o uso de inteligência artificial em desfechos perinatais e atualizações de vigilância internacional. Abordamos um estudo publicado no NEJM revelando que o oligonucleotídeo antissenso bepirovirsen induziu remissão funcional sustentada em pacientes com hepatite B crônica. Detalhamos o relatório da Organização Mundial da Saúde que destaca o uso de modelos preditivos digitais de alta precisão para antecipar riscos neonatais críticos. Por fim, trazemos no Radar o acompanhamento epidemiológico de patologias emergentes raras no continente africano e as estratégias de preparação de sistemas de saúde. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
Hepatite B na prática clínica: quando investigar, quais exames pedir e como interpretar as sorologias?Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton iniciam uma série especial sobre hepatite B, abordando os principais conceitos que todo profissional da saúde precisa dominar para compreender o diagnóstico e a prevenção da doença.Ao longo da conversa, o episódio explora epidemiologia, formas de transmissão, transmissão vertical, vacinação, falha vacinal e interpretação dos principais marcadores sorológicos utilizados na prática clínica.
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/01-06-2026Nesta segunda-feira, analisamos investigações de biossegurança no Brasil, um marco histórico no tratamento de hepatopatias graves e a próxima fronteira da oncologia de precisão. Abordamos a investigação de dois casos suspeitos de Ebola em São Paulo e no Rio de Janeiro, reforçando por que a história de viagem e o fluxo de isolamento são cruciais na triagem. Detalhamos a aprovação pelo FDA do Hepcludex®, o primeiro tratamento autorizado para a hepatite D crônica. Por fim, discutimos no Radar a ascensão dos radiofármacos alvo-dirigidos e como essa inovação em medicina nuclear começará a impactar as conversas no consultório. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
Novidades animadoras para quem acompanha os avanços no tratamento da hepatite B!Neste vídeo, explico de forma simples o que é o bepirovirsen e por que esse medicamento tem chamado a atenção da comunidade científica.Dra. Raquel S. Fraga – HepatologistaCRM/RS 24280 | RQE 23338WhatsApp: (54) 99164 7678Me siga nas redes sociais!Instagram: http://www.instagram.com/hepatologista.raquelsdefraga/Facebook: http://www.facebook.com/raquelsdefragaSpotify: https://open.spotify.com/show/0WCGYsc...Site: https://draraquel.com.br/#draraquelsdefraga #easl #hepatiteb #hepatologista #hepato #figado #bepirovirsen
Para Organização Mundial da Saúde, eliminar doença não é sonho distante, mas progresso é lento e desigual; para atingir metas até 2030, é preciso ampliar prevenção, diagnóstico e tratamento; exemplo brasileiro sobre eliminação da transmissão vertical da hepatite B (de mãe para filho) colocou país na lista.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Relatório da OMS indica avanços no combate à hepatite no mundo e destaca Brasil*Alterações climáticas abalam Europa com incêndios, seca e derretimento do gelo*Nações Unidas assinalam Dia Internacional em Memória das Vítimas de Terremotos*Afeganistão pode perder 25 mil mulheres como professoras e agentes de saúde até 2030
1 - Tsapanao ve ny fitantanan39;Andriamanitra 2 - Mampiasa legiominezy hanatsarana ny tany 3 - Henoy Andriamanitra 4 - Ny hepatite B2( Dr Rinà) 5 - Ny herin`ny filazantsara
1 - Tsapanao ve ny fitantanan39;Andriamanitra 2 - Mampiasa legiominezy hanatsarana ny tany 3 - Henoy Andriamanitra 4 - Ny hepatite B2( Dr Rinà) 5 - Ny herin`ny filazantsara
Et ass Zäit fir Deel 2 vun eiser Episod! Mat dobäi sinn d'Rita an de Rafael, d'Anna Delvey vu Lëtzebuerg an de vulgäerste vocal stim. Et geet ëm nerveg Leit zu LA, Buddhismus op engem Been, Kräische mam Shakespeare an "The Jills have eyes". Alt erëm gi vill Froen opgeworf, ewéi zum Beispill: Gëtt et eng nei "Sunlicht"-Affär? Wéi grouss ass den Ënnerscheed tëscht Freigeist a Luftikus? A natierlech: Can I quiz you on some ocean facts?
Ensaio clínico do imunizante para recém-nascidos apresenta lacunas éticas e científicas preocupantes; agência da ONU alerta que alguns bebês participantes não receberiam a vacinação, ficando expostos a riscos desnecessários; nação de língua portuguesa suspendeu estudo.
Esta edição apresenta as lideranças da lista TIME100 Health 2026 e os avanços em inteligência artificial e terapias que estão moldando o futuro da medicina. O boletim detalha o alerta da IARC sobre como a vacinação e o tratamento de infecções preveníveis, como HPV e Hepatite, são estratégicos para a redução global do risco de câncer. Destacamos também o uso de realidade virtual pela OPAS para o treinamento imersivo de profissionais em resposta a vírus respiratórios. Acompanhe as tendências que impactam a sua prática assistencial no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/13-02-2026
1 - Sambatra izay sakaizan39;Andriamanitra 2 - Mangahazo atao koba 3 - Atokiso Andriamanitra 4 - Ny hepatite B1( Dr Rinà) 5 - Ny tsiambaratelon39;ny fifaliana
1 - Sambatra izay sakaizan39;Andriamanitra 2 - Mangahazo atao koba 3 - Atokiso Andriamanitra 4 - Ny hepatite B1( Dr Rinà) 5 - Ny tsiambaratelon39;ny fifaliana
Send us a textEstamos quase chegando no Carnaval, por isso esse episódio traz a diversificação do desfile de uma escola de samba. Vem com a gente atravessar essa Sapucaí de conhecimento!1. Hepatitis B Vaccination at Birth: Safety, Effectiveness, and Public Health Benefit - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41639943/2. Desaturations with or without Bradycardia are Associated with Cerebral and Abdominal Hypoxemia: Secondary Analysis of a Randomized Clinical Trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41615858/3. American Academy of Pediatrics 2022 phototherapy thresholds reduce the hospitalizations and the associated costs - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41591975/4. Clinical Signs Associated With Mortality and Sepsis in Young Infants A Systematic Review and Meta-Analysis - https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/article-abstract/2844622 Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1 Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação. Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org
Adultos com hepatite B crônica já podem se inscrever em um estudo clínico realizado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam-Ufes) que busca desenvolver estratégias para a cura funcional da doença. A pesquisa terá duração de cinco anos, será conduzida no Ambulatório de Hepatites Virais do hospital e inicia, nesta primeira fase, o pré-cadastro de voluntários para recrutamento entre abril e dezembro deste ano.O estudo, denominado BICC, é voltado a pessoas maiores de 18 anos diagnosticadas com hepatite B crônica — incluindo pacientes que também vivem com HIV. Não podem participar candidatos com cirrose descompensada, câncer no fígado ou infecção ativa pelo vírus da hepatite C. Os participantes devem estar em tratamento ou ter disponibilidade para iniciar acompanhamento médico, além de capacidade de consentimento.Nesta primeira etapa, que já está aberta, o Hucam-Ufes está realizando o pré-cadastro de possíveis candidatos para o recrutamento, que será realizado de abril a dezembro deste ano. Para participar, os interessados devem se enquadrar em um dos dois grupos elegíveis para o estudo. No primeiro, eles devem ter mais de 18 anos e ser pessoa com HIV e Hepatite B crônica (HBsAg reagente). Já o segundo grupo será composto por pessoas só com Hepatite B crônica. Os candidatos não podem ter diagnóstico de cirrose descompensada, câncer no fígado ou infecção ativa pelo vírus da hepatite C, e devem estar em tratamento ou ter disponibilidade para tratar, além de capacidade de consentimento.Em entrevista à CBN Vitória, a pesquisadora da Unidade de Gestão da Pesquisa do hospital, professora Tânia Reuter, fala sobre o assunto. A expectativa, segundo ela, é identificar estratégias terapêuticas inovadoras que melhorem a sobrevida e qualidade de vida desses pacientes, permitindo que eles também se beneficiem das novas terapias antirretrovirais e avanços científicos. Ouça a conversa completa!
Está previsto decorrer na Guiné-Bissau um projecto clínico que está a suscitar polémica e a levantar muitas questões. Trata-se de um estudo, financiado por fundos americanos - 1,600 milhões de dólares pagos pelo Centro de Controlo das Doenças americano (CDC) - sobre os efeitos não específicos da vacina contra a Hepatite B. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo, alerta para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais. O estudo, liderado pelo Projecto de Saúde de Bandim, pretende acompanhar 14.000 recém-nascidos ao longo de cinco anos, comparando dois grupos: um que recebe a vacina contra a Hepatite B nas primeiras 24 horas de vida e outro que segue a prática actual do país, recebendo a vacina apenas a partir das seis semanas de idade. E assim estudar os efeitos associados à vacinação contra a Hepatite B em função da data de administração da vacina. As recomendações da Organização Mundial da Saúde são claras: a vacina contra a Hepatite B é segura, sem efeitos adversos, e é mais eficaz quando administrada à nascença, sobretudo num país como a Guiné-Bissau, onde a prevalência da Hepatite B é elevada (18% da população está infectada). Actualmente, a Guiné-Bissau não administra a vacina contra a Hepatite B à nascença. No entanto, o Governo decidiu adoptar a vacinação universal de recém-nascidos a partir de 2028, em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo os investigadores do Projecto de Saúde de Bandim, esta transição cria uma “janela de oportunidade” para comparar a política actual com a futura política já decidida, mas ainda não implementada. Durante o ensaio, todas as crianças recebem a vacina contra a Hepatite B às 6, 10 e 14 semanas, respeitando o plano nacional de vacinação. Metade, 7.000 recém-nascidos, vão receber uma dose adicional nas primeiras 24h de vida. Para alguns elementos da comunidade médica internacional, o interesse deste ensaio clínico é mais político do que sanitário, como demonstra o financiamento americano de 1,6 milhões de dólares, numa altura em que o secretário norte-americano da Saúde, Robert Kennedy, é conhecido pelas suas posições antivacinação. O Centro Africano de Controlo das Doenças anunciou, na semana passada, o cancelamento do ensaio clínico com base nas questões éticas. Todavia, a equipa que se encontra a liderar a investigação, contactada pela RFI, desmente o cancelamento ou a suspensão. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo proposto pelo Projecto de Saúde de Bandim, alertando para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais que podem ter consequências negativas duradouras na confiança da população nas vacinas. Segundo a ex-governante, o Comité de Ética da Guiné Bissau terá analisado o protocolo “com a maior das boas vontades”, mas condicionado por uma relação histórica de proximidade com o Projecto de Saúde de Bandim, que actua no país há cerca de 45 anos. Essa proximidade poderá, na sua opinião, ter limitado uma avaliação mais crítica e abrangente do impacto do estudo. Para Magda Robalo, faltou ao Comité de Ética uma análise da “dimensão externa” do protocolo, nomeadamente do seu alcance internacional e da real necessidade científica de testar uma vacina amplamente utilizada. “Estamos a falar de uma vacina contra a Hepatite B que é utilizada há 40 anos e que não precisa de ser testada nos recém-nascidos da Guiné-Bissau”, afirma. A antiga ministra acrescenta que a eficácia da vacina administrada à nascença está solidamente comprovada e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Num país onde se estima que 18% da população esteja infectada com Hepatite B e onde cerca de 11% das crianças já estejam infectadas aos 18 meses, Magda Robalo considera que o estudo pode ter um efeito contraproducente. “O grande efeito nefasto deste estudo é exactamente criar na mente das populações, nomeadamente das mães, a desconfiança relativamente a esta vacina.” A ex-ministra relata que já ouviu no terreno perguntas que revelam esse receio: “Mas porque é que nós vamos introduzir uma vacina que nunca foi testada na Guiné-Bissau?”. A resposta é clara: “Várias vacinas, se não todas, que estão a ser administradas na Guiné-Bissau, nunca foram testadas particularmente na Guiné-Bissau. Não precisam de ser testadas na Guiné-Bissau, porque foram testadas em vários outros países e em populações muito maiores.” Magda Robalo insiste que as recomendações da OMS resultam sempre de estudos alargados e da avaliação de múltiplos peritos, antes de serem integradas nas políticas de saúde pública. Ainda assim, alerta para o perigo de as mães se sentirem usadas como “cobaias”, o que pode levar à rejeição da vacina. “É o risco que nós corremos, que as mães pensem que não se deve dar esta vacina às crianças”, afirma. Outra questão que se levanta prende-se com o processo de consentimento informado, num contexto de fraca literacia em saúde. “Na Guiné-Bissau, o consentimento informado é problemático”, garante Magda Robalo, lembrando que 14 mil mães teriam de ser esclarecidas no âmbito do estudo. Na sua opinião, é pouco provável que a maioria compreenda plenamente as diferenças entre os grupos e as implicações da decisão. “Posso arriscar a dizer que a maior parte das mães não irá perceber exactamente o que é que se passa”, esclarece. Em resposta escrita à RFI, Isaquel da Silva e Frederik Schaltz-Buchholzer, investigadores responsáveis pelo estudo no Projecto de Saúde de Bandim, salientam que o ensaio “não retira vacinas dos participantes, pelo contrário, metade dos participantes receberá uma vacina que, de outra forma, não teria recebido”. Explicam que se trata de “um ensaio clínico para avaliar os efeitos não específicos das vacinas administradas no período neonatal. (...) O estudo não questiona a eficácia da vacina contra Hepatite B na prevenção da doença. A lacuna científica está nos efeitos não específicos das vacinas - impactos sobre mortalidade geral, resistência a outras infecções e saúde global da criança. Há evidências de que o momento da vacinação pode influenciar esses efeitos, mas faltam dados robustos em contextos africanos.” Os investigadores acrescentam que “o ensaio resultará num maior número de recém-nascidos vacinados (e protegidos) contra a Hepatite B” e ressalvam que “o estudo segue protocolos éticos e científicos, foi aprovado pelo Comissão de Ética na Saúde de Guiné-Bissau, e vai responder perguntas importantes antes da implementação universal”. Questionados sobre as críticas éticas levantadas por alguns especialistas, explicam que essas críticas estão baseadas “mal-entendidos e em informação incompleta.” Apesar do Centro Africano de Controlo das Doenças ter anunciado o cancelamento do ensaio clínico, a equipa do Projecto de Saúde de Bandim desmente o cancelamento ou suspensão e reitera que os preparativos continuam e que será feito um anúncio aquando do arranque do projecto.
N447 - ADA 2025 - MASH: O novo nome da Esteato-Hepatite Metabólica! - Dhiãnah Santini e Flávia Barbosa by SBD
Em 2022, 304 milhões de pessoas viviam com hepatite B e C crônica, no globo; doença matou 1,3 milhão no mesmo ano; campanha da ONU quer expandir acesso a cuidados contra hepatite até 2030.
No episódio de hoje, saiba mais sobre as hepatites virais, doenças infecciosas que afetam o fígado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio hoje, comentamos sobre a preocupação que a OMS tem em controlar as taxa de crescimento da doença nos próximos 5 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio de hoje fala sobre o julho amarelo, que busca conscientizar a população sobre hepatites virais. See omnystudio.com/listener for privacy information.
1 - Tsapanao ve ny fitantanan39;Andriamanitra 2 - Mampiasa legiominezy hanatsarana ny tany 3 - Henoy Andriamanitra 4 - Ny hepatite B2( Dr Rinà) 5 - Voatsara ilay vehivavy janga
1 - Tsapanao ve ny fitantanan39;Andriamanitra 2 - Mampiasa legiominezy hanatsarana ny tany 3 - Henoy Andriamanitra 4 - Ny hepatite B2( Dr Rinà) 5 - Voatsara ilay vehivavy janga
1 - Sambatra izay sakaizan39;Andriamanitra 2 - Mangahazo atao koba 3 - Atokiso Andriamanitra 4 - Ny hepatite B1( Dr Rinà) 5 - Ara-bakiteny sa ara-keviny
1 - Sambatra izay sakaizan39;Andriamanitra 2 - Mangahazo atao koba 3 - Atokiso Andriamanitra 4 - Ny hepatite B1( Dr Rinà) 5 - Ara-bakiteny sa ara-keviny
A Ong Gestos - Soropositividade, Comunicação e Gênero está oferecendo neste carnaval testagem gratuita para HIV, Sífilis e Hepatites B e C de forma rápida, segura e sigilosa para jovens entre 13 a 29 anos. Para reforçar o que pode ser feito antes, durante e após carnaval, a Coordenadora de Programas Institucionais da Gestos, Jô Meneses,conversou com Neneo de Carvalho, âncora da Rádio Folha 96,7fm.
Faça sua inscrição gratuitamente e receba aulas, e-books e descontos: https://www.tadeclinicagem.com.br/d0-na-residencia/
Confira os temas do check-up de hoje: budesonida na hepatite autoimune, GPOCUS para avaliar gastroparesia após colectomia, histerectomia de urgência no parto, diretrizes bronquiolite em lactente e infecção em fratura exposta do rádio. Ouça o episódio!
Confira os temas do check-up de hoje: hepatite alcoólica, hemorragia pós parto vaginal, ventilação mecânica em um sobrevivente de uma PCR, tratamento da gastroparesia e segurança e eficácia da colectomia segmentar de transverso. Confira o episódio!
Apesar de apresentar poucos sintomas ou até mesmo nenhum, a cor amarelada da pele e olhos, febre e mal-estar podem indicar algum tipo de hepatite
Apesar de apresentar poucos sintomas ou até mesmo nenhum, a cor amarelada da pele e olhos, febre e mal-estar podem indicar algum tipo de hepatite
BWACYEYEBUTE LE 02 11 2022 TURATSINZE BRIGHT --- Send in a voice message: https://anchor.fm/radio-rwanda/message
Passando a Limpo: Nesta quinta-feira (28), Dia Mundial de Combate à Hepatite, Geraldo Freire e a bancada do Passando a Limpo conversam com o médico hepatologista e professor universitário, Cláudio Lacerda. O programa também conta com a participação do correspondente em Portugal, Antonio Martins, falando sobre imigração na Europa. Também direto de Portugal, o colunista Fernando Castilho, traz detalhes sobre a inauguração do Instituto Pernambuco Porto e os impactos que o espaço pode ter no Estado.
Flávio Bolsonaro diz agora que renda como advogado ajudou a pagar mansão. E jovens dizem que foram agredidos por agentes da PRF em Umbaúba dois dias antes da morte de Genivaldo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ucrânia diz que ataque mais letal desde o começo da guerra deixou 87 mortos. E Arthur Lira destitui vice-presidente da Câmara depois de pressão de Bolsonaro. —————————————————— Da automação inteligente ao gerenciamento de nuvem mais simples. Vamos criar algo que mude tudo. IBM. Vamos criar. Saiba mais em ibm.com/br/lets-create/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um balanço do que se sabe até o momento sobre o surto de hepatite aguda grave em crianças, após suspeitas de casos ainda sem causa conhecida serem registradas em pelo menos 20 países. A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu, no mês passado, um alerta sobre a hepatite aguda grave em crianças, e cerca de 300 casos já foram registrados em todo o mundo desde o início de abril. No Brasil, mais de 20 possíveis casos da doença são investigados em sete estados do país, de acordo com levantamento realizado pela CNN junto às Secretarias de Saúde estaduais. A hepatite é uma doença inflamatória que atinge o fígado. Os sintomas mais comuns são fraqueza, dor abdominal, enjoo, náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura, olhos e pele amarelados (icterícia) e fezes esbranquiçadas. Embora a causa do novo surto não tenha sido identificada, médicos descartam que a infecção possa ter relação com a vacinação contra Covid-19. Para descrever os desafios impostos pelos novos casos de hepatite e os cuidados necessários para lidar com a doença, participam deste episódio a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz, e a hepatologista Cristiane Villela Nogueira, professora da UFRJ. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.
Até a gravação deste podcast, o Ministério da Saúde monitorava 16 casos suspeitos de uma hepatite misteriosa em crianças e adolescentes. São 2 no estado do Paraná, 5 no Rio de Janeiro, 6 em São Paulo, 1 no Espírito Santo, 1 em Santa Catarina e um 1 Pernambuco. No mundo, já são quase 350 relatos de casos da doença. Segundo a OMS, os primeiros surgiram no começo de abril no Reino Unido. Nenhum caso até agora tem relação com os vírus mais comuns que causam hepatite, que são A, B, C, D e E. Pelos menos quatro mortes foram registradas, sendo uma confirmada pelas autoridades britânicas e três pela Indonésia. O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos - o CDC - está investigando os casos que surgiram nos EUA e uma possível relação com a infecção por adenovírus tipo 41, que causa doenças semelhantes a gripe ou resfriado ou problemas no estômago e intestino. Até agora especialistas do mundo inteiro não chegaram à conclusão do que pode estar causando essas hepatites. Elas teriam alguma relação com a covid-19? Crianças e adolescentes vacinados contra a hepatite estariam protegidos? Nós conversamos com o infectologista pediátrico Marco Aurelio Sáfadi para nos atualizar sobre essa doença que está assustando pais e mães aqui no Brasil. Eu sou Valeria Almeida e esse é mais um episódio do podcast do Bem Estar.
Uma nova doença surgida na Indonésia e no Reino Unido tem preocupado infectologistas e pediatras pelo mundo. Trata-se de uma hepatite aguda misteriosa, que ainda não tem a sua origem conhecida. A Organização Mundial da Saúde afirmou que o aumento das infecções é uma questão "muito urgente" à qual está sendo dada "prioridade absoluta". A infecção também foi registrada na Espanha, em Israel, na Dinamarca, na Itália, nos Estados Unidos e na Bélgica. Em Wisconsin, nos Estados Unidos, também é investigada uma morte que pode ter sido causada pela doença misteriosa. Até 21 de abril, eram mais 169 casos no mundo, segundo último boletim divulgado pela OMS. A idade dos pacientes varia de um mês a 16 anos, sendo que, na maioria dos casos, não apresentam febre e nem vestígios dos vírus associados às hepatites A, B, C, D e E. Em cerca de 10% dos casos foi preciso fazer um transplante de fígado. O Centro Europeu de Controle e Prevenção de Doenças pediu às autoridades de saúde para efetuarem vigilância dos casos de hepatite aguda em crianças. Para os especialistas, a doença pode ser causada por um adenovírus transmitido por contato ou pelo ar, o F41, ou uma variante mais agressiva. O adenovírus tipo 41 geralmente se apresenta como diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios. No episódio desta quarta-feira do podcast vamos saber quais as chances desta doença chegar ao Brasil e o risco para as crianças. Para isso, vamos conversar com o infecto-pediatra, e diretor do departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri. O Estadão Notícias está disponível no Spotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os casos começaram a assustar no Reino Unido. Em questão de dias, 12 países já registravam mais de uma centena de crianças com um quadro hepático incomum: em nenhum dos pacientes foram encontrados os vírus que causam as hepatites já conhecidas até aqui. Enquanto autoridades sanitárias nacionais investigam as causas, a Organização Mundial da Saúde fez um alerta global de que está monitorando a doença. O médico hepatologista Mario Kondo, professor da Escola Paulista de Medicina, afirma que, apesar desta “hepatite misteriosa” ter sintomas semelhantes aos casos convencionais, ela apresenta incidência muito maior de quadros graves. “A do tipo A, mais comum onde não há vacinas, tem 1 caso grave para 100 crianças”, lembra. “Agora, a proporção sobe para 1 caso a cada 10 crianças”. Entrevistado por Julia Duailibi neste episódio, Kondo explica que a relação entre o coronavírus e o adenovírus, identificados em várias das crianças testadas, parece mais “coincidência do que causa”. A pesquisadora Mellanie Fontes-Dutra, professora da Escola de Saúde da Unisinos, reforça esta hipótese: “Mecanismos não infecciosos também podem ser importantes para fechar o quebra-cabeça”. Enquanto as respostas não vêm, Mellanie atua para combater as fake news que relacionam a inflação no fígado ao uso de vacinas. “Não há relação justamente porque as crianças não haviam recebido vacina da Covid”, conclui.
Na busca por soluções fáceis, o uso de suplementos e chás sem acompanhamento médico pode provocar graves problemas de saúde, como a hepatite.Veja também: Os riscos da automedicação na pandemia