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Café Brasil Podcast
Café Brasil 857 - Independência ou morte

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jan 18, 2023 27:21


Vivemos uma revolução das mídias, que tem mudado não só a forma como se produz e distribui informação, mas principalmente como a consumimos. E isso significa o aumento da responsabilidade sobre a análise e escolha da informação que vamos consumir. Mas muita gente ainda não percebeu isso.

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 554 - Os flautistas de Hamelin

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Jan 13, 2023 12:42


Na cidade de Hamelin, na Alemanha, existe uma rua chamada Bungelosenstrasse, que quer dizer “rua sem tambores” ou “rua sem barulho”. Nela é proibido tocar música ou dançar. Reza a lenda que foi por essa rua que, em 1284, um estranho que passou a ser conhecido como o Flautista de Hamelin, passou tocando sua música e levando consigo 130 crianças da cidade para dentro de uma caverna. As crianças nunca mais foram encontradas. O flautista fez isso como vingança por não ter recebido seu pagamento ao livrar a cidade dos ratos com sua flauta. O fascinante nessa história é tentar entender qual mágica tinha o flautista, capaz de colocar as crianças num transe e leva-las para a morte? O que é que ele tinha em sua música, em sua flauta? Talvez nada demais. O que ele tinha era algum poder sobre as crianças, que talvez possa ser explicado num trecho de um texto do século 14, de Michel de Montaigne: “Nada me irrita mais na estupidez do que a satisfação com que ela se exibe, uma satisfação maior do que poderia ter, e com mais razão, a sensatez. É desastroso que a sabedoria nos proíba a satisfação e a confiança em nós mesmos, e nos deixe sempre descontentes e silenciosos, ao passo que a teimosia e a impetuosidade enchem os que as têm de alegria e segurança. (...) A obstinação e a convicção exagerada são a prova mais cabal da estupidez. Haverá algo mais enfático, resoluto, desdenhoso, contemplativo, grave e sério do que um burro?” Montaigne trata da cegueira que a obstinação e a convicção exagerada provocam nas pessoas, impedindo que elas exerçam seu senso crítico, transformando-as em massa de manobra e expondo-as a todo tipo de perigos, especialmente nas mãos de quem sabe manipular as cordinhas, se é que você me entende. Cuidado. Tem centenas de flautistas de Hamelin por aí tentando arrastar consigo quem tem convicções e obstinação exageradas. Continuo a reflexão neste vídeo.   https://www.youtube.com/watch?v=W4lBdSS76qw Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Cafezinho 554 - Os flautistas de Hamelin

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jan 13, 2023 12:42


Na cidade de Hamelin, na Alemanha, existe uma rua chamada Bungelosenstrasse, que quer dizer “rua sem tambores” ou “rua sem barulho”. Nela é proibido tocar música ou dançar. Reza a lenda que foi por essa rua que, em 1284, um estranho que passou a ser conhecido como o Flautista de Hamelin, passou tocando sua música e levando consigo 130 crianças da cidade para dentro de uma caverna. As crianças nunca mais foram encontradas. O flautista fez isso como vingança por não ter recebido seu pagamento ao livrar a cidade dos ratos com sua flauta. O fascinante nessa história é tentar entender qual mágica tinha o flautista, capaz de colocar as crianças num transe e leva-las para a morte? O que é que ele tinha em sua música, em sua flauta? Talvez nada demais. O que ele tinha era algum poder sobre as crianças, que talvez possa ser explicado num trecho de um texto do século 14, de Michel de Montaigne: “Nada me irrita mais na estupidez do que a satisfação com que ela se exibe, uma satisfação maior do que poderia ter, e com mais razão, a sensatez. É desastroso que a sabedoria nos proíba a satisfação e a confiança em nós mesmos, e nos deixe sempre descontentes e silenciosos, ao passo que a teimosia e a impetuosidade enchem os que as têm de alegria e segurança. (...) A obstinação e a convicção exagerada são a prova mais cabal da estupidez. Haverá algo mais enfático, resoluto, desdenhoso, contemplativo, grave e sério do que um burro?” Montaigne trata da cegueira que a obstinação e a convicção exagerada provocam nas pessoas, impedindo que elas exerçam seu senso crítico, transformando-as em massa de manobra e expondo-as a todo tipo de perigos, especialmente nas mãos de quem sabe manipular as cordinhas, se é que você me entende. Cuidado. Tem centenas de flautistas de Hamelin por aí tentando arrastar consigo quem tem convicções e obstinação exageradas. Continuo a reflexão neste vídeo.   https://www.youtube.com/watch?v=W4lBdSS76qw Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Café Brasil 856 - Tá na hora do Café Com Leite

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jan 11, 2023 30:02


Quando criamos o Podcast Café Com leite em 2022, tínhamos muitos sonhos. Um deles era ter músicas autorais para o programa, que só foi possível no final do ano. E o episódio que apresentou a música ficou tão legal, tão curioso, que decidi trazer aqui para o Café Brasil. Prepare-se que vai grudar na sua mente.

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 553 – Calibre suas expectativas

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Jan 6, 2023 10:06


“Todas as vezes que encontrei ilhas de excelência no Brasil, seja lá onde for, sempre, SEMPRE achei em suas raízes a figura de um líder forte. O visionário que conduziu a equipe para o sucesso. Pergunto-me quantas das suas decisões foram tomadas por consenso... É claro que os líderes mais modernos têm mecanismos para que suas equipes participem do processo de transformação de dados em informação e de sua análise. Mas, com certeza, eles também têm um limite para discussão e, no momento de decidir, dão a palavra final. Cabe a eles a ordem, o risco. E o povo segue (...) Então, aqui vai meu pedido: Consenso, presidente? SIM! Mas só quando tiver tempo. Discuta, sim. Pergunte, sim. Mas não espere, lidere. Mande. Assuma a responsabilidade. (...) O Brasil não precisa de processos nem de planos elegantes. Muito menos de blablablá. O Brasil precisa de líderes, de pulso firme, de coragem e de decisão. E a história colocou essa oportunidade em suas mãos. Agarre-a com todos os dedos. “Ah, mas falta um!” — alguém há de dizer. Não faz mal, presidente. O senhor tem no mínimo mais 540 milhões de dedos para ajudar...” Esses são trechos de um texto, cheio de uma esperança ingênua, que escrevi em 2003, logo após a posse de Lula em seu primeiro mandato. Está em meu livro Brasileiros Pocotó, lançado em 2004. Naquele ano eu esperava muito... De lá para cá o Brasil mudou enormemente. A democracia se consolidou como instrumento para populistas e totalitários, o bem estar da população é acessório, a política do Tudo Bem, Se Me Convém, que era praticada de forma escondida, institucionalizou-se. Aquele parágrafo único da Constituição: "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição." virou conversa pra boi dormir. Quem exerce o poder é uma elite que se auto-elege e protege. O povo não pode nada além de torcer. Bem, eu não vou torcer contra o governo que aí está, minhas energias estarão em me proteger dele. E acordar toda manhã rezando para eu estar errado. E começo calibrando minhas expectativas, com a frase do Barão de Itararé. “De onde menos se espera, é daí que não sai nada mesmo”. Boa sorte pra nós, bem-vindo a 2023. Continuo a reflexão neste vídeo.   https://www.youtube.com/watch?v=R05lac1WzgM&feature=youtu.be Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Cafezinho 553 – Calibre suas expectativas

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jan 6, 2023 10:06


“Todas as vezes que encontrei ilhas de excelência no Brasil, seja lá onde for, sempre, SEMPRE achei em suas raízes a figura de um líder forte. O visionário que conduziu a equipe para o sucesso. Pergunto-me quantas das suas decisões foram tomadas por consenso... É claro que os líderes mais modernos têm mecanismos para que suas equipes participem do processo de transformação de dados em informação e de sua análise. Mas, com certeza, eles também têm um limite para discussão e, no momento de decidir, dão a palavra final. Cabe a eles a ordem, o risco. E o povo segue (...) Então, aqui vai meu pedido: Consenso, presidente? SIM! Mas só quando tiver tempo. Discuta, sim. Pergunte, sim. Mas não espere, lidere. Mande. Assuma a responsabilidade. (...) O Brasil não precisa de processos nem de planos elegantes. Muito menos de blablablá. O Brasil precisa de líderes, de pulso firme, de coragem e de decisão. E a história colocou essa oportunidade em suas mãos. Agarre-a com todos os dedos. “Ah, mas falta um!” — alguém há de dizer. Não faz mal, presidente. O senhor tem no mínimo mais 540 milhões de dedos para ajudar...” Esses são trechos de um texto, cheio de uma esperança ingênua, que escrevi em 2003, logo após a posse de Lula em seu primeiro mandato. Está em meu livro Brasileiros Pocotó, lançado em 2004. Naquele ano eu esperava muito... De lá para cá o Brasil mudou enormemente. A democracia se consolidou como instrumento para populistas e totalitários, o bem estar da população é acessório, a política do Tudo Bem, Se Me Convém, que era praticada de forma escondida, institucionalizou-se. Aquele parágrafo único da Constituição: "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição." virou conversa pra boi dormir. Quem exerce o poder é uma elite que se auto-elege e protege. O povo não pode nada além de torcer. Bem, eu não vou torcer contra o governo que aí está, minhas energias estarão em me proteger dele. E acordar toda manhã rezando para eu estar errado. E começo calibrando minhas expectativas, com a frase do Barão de Itararé. “De onde menos se espera, é daí que não sai nada mesmo”. Boa sorte pra nós, bem-vindo a 2023. Continuo a reflexão neste vídeo.   https://www.youtube.com/watch?v=R05lac1WzgM&feature=youtu.be Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Café Brasil 855 - Alguém me avisou

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jan 1, 2023 51:06


No bairro da Vila Madalena vivi uma experiência que me marcou, que tem a ver com brasilidade, com as raízes culturais de meu país. Logo eu, que sou do rock, me vi repentinamente emocionado numa roda de samba. Fiquei impactado a ponto de decidir fazer um episódio do Café Brasil a respeito. Venha comigo, hoje somos samba.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 551 - Uma revolução na minha vida

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 20, 2022 10:13


Quem assina o Café Brasil passa a fazer parte da Confraria Café Brasil, um grupo de discussão no Telegram, onde rola todo tipo de debate. Um dos subgrupos da Confraria é o #AcaoMalu, criado em Junho de 2021, quando uma antiga ouvinte de meus podcasts, numa mensagem, explicou que estava internada numa casa de repouso pois sofria de uma doença degenerativa que aos poucos incapacitava suas atividades mais básicas. Ela, a Malu, foi secretária de multinacional, bastante ativa, e agora passava os dias lendo, ouvindo podcasts ou assistindo televisão. Muito bem cuidada na Casa de Repouso Sono Real em Rio Claro, Malu descreveu um quadro que me emocionou. Então contei a história na Confraria e montamos o grupo AçãoMalu, nos revezando para ligar para ela de quando em quando e bater um papo. Logo na primeira semana, meu celular tocou. Era a Malu: "Luciano, vocês causaram uma revolução na minha vida!". Bem, depois disso e de vários contatos e até ações de visitação, um dos confrades, Ronny Clayton D´Ajuda, assumiu a liderança de promover um encontro com a Malu, que rapidamente cresceu para um evento lá na casa de repouso, envolvendo os outros internos. Uma reunião com música, distribuição de panetones, orações e, o mais importante: calor humano. O grupo arrecadou o dinheiro necessário, Ronny organizou a caravana e o evento aconteceu com a presença de outros dois Confrades, Leandro Florindo e Alê Tobias, que se deslocaram de suas cidades para estarem juntos com a Malu e seus companheiros. Doaram-se para uma ação que, certamente, marcou o dezembro de quem não tem mais o calor da família no mês mais sensível do ano. Eu me emocionei quando vi as fotos e os vídeos. E continuo sem palavras para agradecer a todos que fazem parte da Confraria Café Brasil, do grupo AçãoMalu e, em especial, ao Ronny, Leandro e Ale. Essa ação, originada dentro de um grupo de conversa na internet, mostra que em meio às discussões mundanas e conflitos do dia a dia, é possível fazer o amor brotar e impactar a vida de outras pessoas. De forma positiva. Gaste seu tempo defendendo o que você ama, não só atacando o que você odeia. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=2aRsMvvAkDs    

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 551 - Uma revolução na minha vida

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Dec 20, 2022 10:13


Quem assina o Café Brasil passa a fazer parte da Confraria Café Brasil, um grupo de discussão no Telegram, onde rola todo tipo de debate. Um dos subgrupos da Confraria é o #AcaoMalu, criado em Junho de 2021, quando uma antiga ouvinte de meus podcasts, numa mensagem, explicou que estava internada numa casa de repouso pois sofria de uma doença degenerativa que aos poucos incapacitava suas atividades mais básicas. Ela, a Malu, foi secretária de multinacional, bastante ativa, e agora passava os dias lendo, ouvindo podcasts ou assistindo televisão. Muito bem cuidada na Casa de Repouso Sono Real em Rio Claro, Malu descreveu um quadro que me emocionou. Então contei a história na Confraria e montamos o grupo AçãoMalu, nos revezando para ligar para ela de quando em quando e bater um papo. Logo na primeira semana, meu celular tocou. Era a Malu: "Luciano, vocês causaram uma revolução na minha vida!". Bem, depois disso e de vários contatos e até ações de visitação, um dos confrades, Ronny Clayton D´Ajuda, assumiu a liderança de promover um encontro com a Malu, que rapidamente cresceu para um evento lá na casa de repouso, envolvendo os outros internos. Uma reunião com música, distribuição de panetones, orações e, o mais importante: calor humano. O grupo arrecadou o dinheiro necessário, Ronny organizou a caravana e o evento aconteceu com a presença de outros dois Confrades, Leandro Florindo e Alê Tobias, que se deslocaram de suas cidades para estarem juntos com a Malu e seus companheiros. Doaram-se para uma ação que, certamente, marcou o dezembro de quem não tem mais o calor da família no mês mais sensível do ano. Eu me emocionei quando vi as fotos e os vídeos. E continuo sem palavras para agradecer a todos que fazem parte da Confraria Café Brasil, do grupo AçãoMalu e, em especial, ao Ronny, Leandro e Ale. Essa ação, originada dentro de um grupo de conversa na internet, mostra que em meio às discussões mundanas e conflitos do dia a dia, é possível fazer o amor brotar e impactar a vida de outras pessoas. De forma positiva. Gaste seu tempo defendendo o que você ama, não só atacando o que você odeia. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=2aRsMvvAkDs    

Café Brasil Podcast
Café Brasil 852 - Os donos da vendas

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 73:36


Fui convidado para participar do podcast Os Donos das Vendas, que é apresentado por Thiago Concer e Fabio Oliveira, do Sales Club. No bate-papo sobre tradição versus modernidade e as diferentes gerações, trocamos ideias sobre sociedade, mídia, vendas e a internet. É essa conversa que você ouvirá aqui hoje.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 548 – Em busca de sentido

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 9, 2022 9:11


Viktor Frankl, um psiquiatra que sobreviveu ao holocausto, escreveu um livro precioso chamado EM BUSCA DE SENTIDO. Frankl disse que a criação de um sentido na vida é força primária de motivação do ser humano e que as pessoas desejam encontrar um sentido em sua existência. Elas têm a habilidade de encontrar esse sentido mesmo durante tempos de grande sofrimento. Encontrar um sentido ajuda a reduzir o sofrimento. De acordo com Frankl, as pessoas criam o sentido de várias formas: - Pelas atitudes que escolhem nos momentos de desafios ou até mesmo risco de vida - Pela habilidade de se conectar com a vida através da arte, do humor, da natureza, do amor e dos relacionamentos - Pelo engajamento com a vida através do trabalho, hobbies e outras atividades e, finalmente, - Pela compreensão de seu passado, presente e legado futuro. Viktor Frankl criou a Logoterapia, um sistema teórico e prático de psicologia, que se concentra no sentido da existência humana e na busca da pessoa por este sentido. Para a Logoterapia, a busca de sentido na vida é a principal força motivadora no ser humano. E você pode perceber o sentido da vida e bem-estar espiritual se tiver ciência das atitudes que escolhe, da habilidade de se conectar com a vida e do legado que viveu e que quer criar no futuro. E esse talvez seja o ponto crucial. Ao ser pego pela perspectiva da morte antes da hora, quantas pessoas podem dizer que, se não estão prontas – e eu acho que ninguém está – ao menos têm consciência de que deram o máximo de si? Que construíram uma obra que deixa um legado para as pessoas que amam? Essa é a preocupação que verdadeiramente importa. https://www.youtube.com/watch?v=0kickExmKNg Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com    

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 548 – Em busca de sentido

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Dec 9, 2022 9:11


Viktor Frankl, um psiquiatra que sobreviveu ao holocausto, escreveu um livro precioso chamado EM BUSCA DE SENTIDO. Frankl disse que a criação de um sentido na vida é força primária de motivação do ser humano e que as pessoas desejam encontrar um sentido em sua existência. Elas têm a habilidade de encontrar esse sentido mesmo durante tempos de grande sofrimento. Encontrar um sentido ajuda a reduzir o sofrimento. De acordo com Frankl, as pessoas criam o sentido de várias formas: - Pelas atitudes que escolhem nos momentos de desafios ou até mesmo risco de vida - Pela habilidade de se conectar com a vida através da arte, do humor, da natureza, do amor e dos relacionamentos - Pelo engajamento com a vida através do trabalho, hobbies e outras atividades e, finalmente, - Pela compreensão de seu passado, presente e legado futuro. Viktor Frankl criou a Logoterapia, um sistema teórico e prático de psicologia, que se concentra no sentido da existência humana e na busca da pessoa por este sentido. Para a Logoterapia, a busca de sentido na vida é a principal força motivadora no ser humano. E você pode perceber o sentido da vida e bem-estar espiritual se tiver ciência das atitudes que escolhe, da habilidade de se conectar com a vida e do legado que viveu e que quer criar no futuro. E esse talvez seja o ponto crucial. Ao ser pego pela perspectiva da morte antes da hora, quantas pessoas podem dizer que, se não estão prontas – e eu acho que ninguém está – ao menos têm consciência de que deram o máximo de si? Que construíram uma obra que deixa um legado para as pessoas que amam? Essa é a preocupação que verdadeiramente importa. https://www.youtube.com/watch?v=0kickExmKNg Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com    

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 546 - Os X Men

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Dec 2, 2022 10:50


Fiz em 2016 um episódio do podcast Café Brasil chamado Os X Men, onde eu tratava da questão do autismo e dizia que, sob diversos aspectos, autistas têm superpoderes. Durante o programa eu tratava daquilo que costumamos chamar de deficiência. E por conta daquele programa, meu saudoso amigo Sérgio Sá, músico excepcional que era cego desde nascença, escreveu um texto lindo, de onde pincei este trecho: “Pois é, Luciano! Seu programa sobre nós, mutantes, fez-me repensar, aprofundar-me um tanto no tal conceito de deficiência. Veja: Quase todo mundo consegue dizer que um objeto é azul quando ele é azul; porém raros são os que distinguem um dó de um sol… Poderíamos dizer então que aqueles são de algum modo deficientes auditivos? No meu entender, todos somos deficientes e todos temos indistintamente potencialidades incomuns. Então não me parece nem de longe absurdo que um autista ensine tantas coisas ao seu irmão, como nos contou o Maurício. Haverá sempre o que ensinar e aprender com alguém, desde que sejamos pacientes e tolerantes, corajosos em permitir que a generosidade vença o egoísmo. Como já declarei em meu livro Feche os olhos para ver melhor: limites são medidas subjetivas, frutos de nosso próprio entendimento. Limitações são barreiras produzidas por nossa história, ambiente, condições de saúde, família, educação, para dizer o mínimo. Assim vai se entregar à deficiência quem for incapaz de reconhecer seus limites, que é o primeiro passo para superá-los. Vai se entregar quem se rende às limitações, por não encará-las como alavancas, e sim como obstáculos. Fomos criados únicos em tudo para podermos trocar energia, interagir, nos apoiar uns nos outros. Haveria melhor maneira de nos mostrar que não estamos nem poderíamos estar sós?”   Continuo a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=emUQNzVlFus Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Cafezinho 546 - Os X Men

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 2, 2022 10:50


Fiz em 2016 um episódio do podcast Café Brasil chamado Os X Men, onde eu tratava da questão do autismo e dizia que, sob diversos aspectos, autistas têm superpoderes. Durante o programa eu tratava daquilo que costumamos chamar de deficiência. E por conta daquele programa, meu saudoso amigo Sérgio Sá, músico excepcional que era cego desde nascença, escreveu um texto lindo, de onde pincei este trecho: “Pois é, Luciano! Seu programa sobre nós, mutantes, fez-me repensar, aprofundar-me um tanto no tal conceito de deficiência. Veja: Quase todo mundo consegue dizer que um objeto é azul quando ele é azul; porém raros são os que distinguem um dó de um sol… Poderíamos dizer então que aqueles são de algum modo deficientes auditivos? No meu entender, todos somos deficientes e todos temos indistintamente potencialidades incomuns. Então não me parece nem de longe absurdo que um autista ensine tantas coisas ao seu irmão, como nos contou o Maurício. Haverá sempre o que ensinar e aprender com alguém, desde que sejamos pacientes e tolerantes, corajosos em permitir que a generosidade vença o egoísmo. Como já declarei em meu livro Feche os olhos para ver melhor: limites são medidas subjetivas, frutos de nosso próprio entendimento. Limitações são barreiras produzidas por nossa história, ambiente, condições de saúde, família, educação, para dizer o mínimo. Assim vai se entregar à deficiência quem for incapaz de reconhecer seus limites, que é o primeiro passo para superá-los. Vai se entregar quem se rende às limitações, por não encará-las como alavancas, e sim como obstáculos. Fomos criados únicos em tudo para podermos trocar energia, interagir, nos apoiar uns nos outros. Haveria melhor maneira de nos mostrar que não estamos nem poderíamos estar sós?”   Continuo a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=emUQNzVlFus Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 544 – 90 milhões em ação

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 8:41


LINK BLACK FRIDAY: https://lucianopires.com.br/marketing/black-friday2022/ “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.”   Noventa milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Gol!   Somos milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção!   Continuo a reflexão neste vídeo. https://youtu.be/O_4S-Kl0Ruc   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 544 – 90 milhões em ação

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 8:41


LINK BLACK FRIDAY: https://lucianopires.com.br/marketing/black-friday2022/ “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta'. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright' da pátria. ‘Brasil' não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright' da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.”   Noventa milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Gol!   Somos milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção! Salve a seleção!   Continuo a reflexão neste vídeo. https://youtu.be/O_4S-Kl0Ruc   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Café Brasil Podcast
Café Brasil 849 - A cegueira da escolha

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 31:26


link para a Black Friday https://devzapp.com.br/api-engennier/campanha/api/redirect/635fd0aa164a5a000134cc5a Nossas opiniões e atitudes políticas são parte fundamental de quem nós somos. E de como construímos nossas identidades. Se eu pedir sua opinião sobre escolhas ou fatos políticos, você provavelmente a compartilhará comigo, mas também provavelmente resistirá a qualquer tentativa que eu fizer de tentar persuadi-lo a adotar um outro ponto de vista, não é? Afinal, se há algo que nos parece certo, são nossas próprias atitudes. Ou não? Mas... e se esse não fosse o caso?

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 543 – Como a mídia faz sua cabeça

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 8:50


Link da Black Friday:   https://devzapp.com.br/api-engennier/campanha/api/redirect/635fd0aa164a5a000134cc5a   Nas sociedades democráticas, os meios de comunicação de massa são a força motriz da opinião pública. Fontes de mídia como Internet, jornais, noticiários, etc., desempenham papéis significativos na formação de nossa compreensão e percepção sobre os eventos ocorridos em nossas vidas diárias. E os profissionais da mídia sabem disso, usando algumas ferramentas que fazem a nossa cabeça. Neste vídeo, quero falar de três delas. A primeira chama-se “agenda setting”, ou “definição de agenda. É quando a mídia concentra sua atenção em questões selecionadas sobre as quais o público formará opinião. Alguém, normalmente um editor, escolhe quais assuntos serão abordados – ou ignorados – conforme seus interesses particulares ou da empresa em que trabalham. Por exemplo, neste momento, quando milhões de pessoas estão em manifestações no Brasil, os editores dos grandes jornais, decidiram que esses movimentos simplesmente não existem. E fazem uma cobertura mínima ou inexistente, sonegando uma informação ao público. São eles que definem os temas que serão discutidos pela sociedade. A segunda ferramenta é o enquadramento. É ele que permite que a mídia selecione certos aspectos sobre o problema e, em seguida, faça com que pareçam mais salientes. Por exemplo, neste momento está definido que o enquadramento para as manifestações populares é que as pessoas que estão nas ruas são “golpistas antidemocráticos que não aceitam o resultado das urnas”. A terceira ferramenta é o “´priming”, que é quando a mídia expõe repetidamente certos problemas aos telespectadores e leitores. Quanto mais exposição um problema tiver, maior a probabilidade de um indivíduo se lembrar ou reter as informações em suas mentes. Por isso repete-se e repete-se uma mesma informação consistentemente, até que ela esteja definitivamente gravada na mente das pessoas. Entendeu? Definição de agenda, enquadramento e repetição. Com esses três fatores representados sistemicamente pela mídia, nossas opiniões são constantemente influenciadas e moldadas por ela. E se você acha que a sua opinião não é, não se esqueça que a da maioria das pessoas com as quais você interage diariamente, é.   Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=YMsclzt31q0   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 543 – Como a mídia faz sua cabeça

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Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 8:50


Link da Black Friday:   https://devzapp.com.br/api-engennier/campanha/api/redirect/635fd0aa164a5a000134cc5a   Nas sociedades democráticas, os meios de comunicação de massa são a força motriz da opinião pública. Fontes de mídia como Internet, jornais, noticiários, etc., desempenham papéis significativos na formação de nossa compreensão e percepção sobre os eventos ocorridos em nossas vidas diárias. E os profissionais da mídia sabem disso, usando algumas ferramentas que fazem a nossa cabeça. Neste vídeo, quero falar de três delas. A primeira chama-se “agenda setting”, ou “definição de agenda. É quando a mídia concentra sua atenção em questões selecionadas sobre as quais o público formará opinião. Alguém, normalmente um editor, escolhe quais assuntos serão abordados – ou ignorados – conforme seus interesses particulares ou da empresa em que trabalham. Por exemplo, neste momento, quando milhões de pessoas estão em manifestações no Brasil, os editores dos grandes jornais, decidiram que esses movimentos simplesmente não existem. E fazem uma cobertura mínima ou inexistente, sonegando uma informação ao público. São eles que definem os temas que serão discutidos pela sociedade. A segunda ferramenta é o enquadramento. É ele que permite que a mídia selecione certos aspectos sobre o problema e, em seguida, faça com que pareçam mais salientes. Por exemplo, neste momento está definido que o enquadramento para as manifestações populares é que as pessoas que estão nas ruas são “golpistas antidemocráticos que não aceitam o resultado das urnas”. A terceira ferramenta é o “´priming”, que é quando a mídia expõe repetidamente certos problemas aos telespectadores e leitores. Quanto mais exposição um problema tiver, maior a probabilidade de um indivíduo se lembrar ou reter as informações em suas mentes. Por isso repete-se e repete-se uma mesma informação consistentemente, até que ela esteja definitivamente gravada na mente das pessoas. Entendeu? Definição de agenda, enquadramento e repetição. Com esses três fatores representados sistemicamente pela mídia, nossas opiniões são constantemente influenciadas e moldadas por ela. E se você acha que a sua opinião não é, não se esqueça que a da maioria das pessoas com as quais você interage diariamente, é.   Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=YMsclzt31q0   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Black Friday do Café Brasil

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Play Episode Listen Later Nov 19, 2022 2:38


Link para o grupo temporário de whatsapp da Black Friday: https://devzapp.com.br/api-engennier/campanha/api/redirect/635fd0aa164a5a000134cc5a Dia, Boa Tarde, Boa noite!   Sou Luciano Pires, criador e apresentador dos podcasts Café Brasil, LíderCast e Cafezinho, trazendo um recado muito importante para você Anos de condicionamento recebendo más notícias, quebrando expectativas, vivendo desilusões nos treinaram para o que somos hoje: uma sociedade desconfiada, cética, que sempre espera pelo pior. Quase não há mais espaço para o deleite, para o apreço, para curtir uma boa nova, para acreditar que alguém está fazendo algo bom. Com a polarização política, a coisa só piorou. Amizades se perderam, familiares não se falam, ambientes de trabalho e lazer ficaram tóxicos.    O otimista, o que acredita, o que confia no bom, no belo, no justo, é tratado como um iludido.  E uma das principais ferramentas para a construção dessa sensação de angústia, desconfiança e pessimismo na sociedade, foi a mídia. A imprensa, as redes sociais e até o Whatsapp. Portanto, proteger-se da mídia que quer fazer sua cabeça é questão de sobrevivência.   Por isso quero convidar você para observar os movimentos da mídia. Conhecer seus truques e artimanhas é fundamental para a tomada de decisões, especialmente em tempos caóticos. É para isso que lanço um novo curso: Inteligência Acima da Mídia. Serão sete aulas nas quais destrincharei, de forma objetiva e bem-humorada, as artimanhas e truques que a mídia usa para torcer as verdades e produzir... merdades.   O lançamento faz parte da Black Friday e chega com mais de 1.000 reais em bônus, que envolvem o livro de capa dura, o e-book, uma camiseta, as sete aulas do curso e mais um ano de assinatura da Academia Café Brasil, com o qual você terá acesso a todos os cursos que já lancei, e à plataforma do Café Brasil Premium. É um mundo de informações originais, preparadas com o mesmo cuidado com que faço meus podcasts, que ajudará você a enriquecer seu repertório e não cair nas armadilhas da mídia. E acredite, hoje em dia isso é questão de sobrevivência. Acesse o http://mundocafebrasil.com e clique no link da Black Friday. Lá você terá mais detalhes Vamos juntos nesta missão de nos transformarmos em agentes da despocotização Brasil. Nunca foi tão necessário. Um abraço

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Black Friday do Café Brasil

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Play Episode Listen Later Nov 19, 2022 2:38


Link para o grupo temporário de whatsapp da Black Friday: https://devzapp.com.br/api-engennier/campanha/api/redirect/635fd0aa164a5a000134cc5a Dia, Boa Tarde, Boa noite!   Sou Luciano Pires, criador e apresentador dos podcasts Café Brasil, LíderCast e Cafezinho, trazendo um recado muito importante para você Anos de condicionamento recebendo más notícias, quebrando expectativas, vivendo desilusões nos treinaram para o que somos hoje: uma sociedade desconfiada, cética, que sempre espera pelo pior. Quase não há mais espaço para o deleite, para o apreço, para curtir uma boa nova, para acreditar que alguém está fazendo algo bom. Com a polarização política, a coisa só piorou. Amizades se perderam, familiares não se falam, ambientes de trabalho e lazer ficaram tóxicos.    O otimista, o que acredita, o que confia no bom, no belo, no justo, é tratado como um iludido.  E uma das principais ferramentas para a construção dessa sensação de angústia, desconfiança e pessimismo na sociedade, foi a mídia. A imprensa, as redes sociais e até o Whatsapp. Portanto, proteger-se da mídia que quer fazer sua cabeça é questão de sobrevivência.   Por isso quero convidar você para observar os movimentos da mídia. Conhecer seus truques e artimanhas é fundamental para a tomada de decisões, especialmente em tempos caóticos. É para isso que lanço um novo curso: Inteligência Acima da Mídia. Serão sete aulas nas quais destrincharei, de forma objetiva e bem-humorada, as artimanhas e truques que a mídia usa para torcer as verdades e produzir... merdades.   O lançamento faz parte da Black Friday e chega com mais de 1.000 reais em bônus, que envolvem o livro de capa dura, o e-book, uma camiseta, as sete aulas do curso e mais um ano de assinatura da Academia Café Brasil, com o qual você terá acesso a todos os cursos que já lancei, e à plataforma do Café Brasil Premium. É um mundo de informações originais, preparadas com o mesmo cuidado com que faço meus podcasts, que ajudará você a enriquecer seu repertório e não cair nas armadilhas da mídia. E acredite, hoje em dia isso é questão de sobrevivência. Acesse o http://mundocafebrasil.com e clique no link da Black Friday. Lá você terá mais detalhes Vamos juntos nesta missão de nos transformarmos em agentes da despocotização Brasil. Nunca foi tão necessário. Um abraço

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Cafezinho 541 – Imaturidade e mimimi

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Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 10:49


Uma professora norte americana chamada Gina Barreca, autora do livro “Não é que eu seja cruel: como aprendi a parar de me preocupar com as marcas da calcinha na bunda e conquistei o mundo”, escreveu assim sobre maturidade: “Eis o que a maturidade faz: ela enche de sal os saleiros, esvazia as lixeiras quando estão cheias. A maturidade compreende que é possível ter uma gaveta de lixo em casa, mas não 27. A maturidade não fica digitando no celular, jogando games ou recebendo ligações enquanto conversa com outras pessoas. A maturidade faz back up dos arquivos, vai ao médico quando está com dores e paga a conta quando sai para jantar com os pais. A maturidade entende que ninguém quer ouvir as histórias sobre porque algo não foi feito. A maturidade sabe que o que interessa é a tarefa completada. Em contraste, a imaturidade tem uma lista de desculpas pré-fabricadas para justificar porque a tarefa não foi feita no prazo acordado. A imaturidade usa qualquer inconveniente, dor de cabeça, resfriado, unha encravada ou falta de luz como desculpa para não completar as tarefas. A imaturidade não entende por que a vida é tão injusta, quando recebe crítica e não condolências por suas falhas. A imaturidade fica no mimimi; rola os olhos. A imaturidade leva tudo para o pessoal, não assume responsabilidades. A imaturidade larga roupas por todo lado em vez de lavá-las. A imaturidade chega atrasada e sai antes da hora. Em resumo, a imaturidade é mimada. E o que é mimado não amadurece. Fica amargo e murcha antes da hora.  Minha definição de imaturidade é o desejo de escapar das consequências da falta de ação ou das escolhas erradas. Não importa a idade que você tem. No entanto, mesmo que a imaturidade e a preguiça estejam eternamente ligadas, nenhuma é irrevogável. A maturidade pede ajuda, pede desculpas e pergunta se é sua vez de falar. Quando a maturidade sai para tomar café, pergunta se você quer alguma coisa. Quando a maturidade discute, também ouve. Quando a maturidade ri, ri com os outros e não dos outros. A maturidade entende que existe a escuridão no mundo, mas que não precisamos viver nela. Podemos acender a luz e oferece-la para os outros.” Que tal? Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=ecfx3XRMlow   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 541 – Imaturidade e mimimi

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Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 10:49


Uma professora norte americana chamada Gina Barreca, autora do livro “Não é que eu seja cruel: como aprendi a parar de me preocupar com as marcas da calcinha na bunda e conquistei o mundo”, escreveu assim sobre maturidade: “Eis o que a maturidade faz: ela enche de sal os saleiros, esvazia as lixeiras quando estão cheias. A maturidade compreende que é possível ter uma gaveta de lixo em casa, mas não 27. A maturidade não fica digitando no celular, jogando games ou recebendo ligações enquanto conversa com outras pessoas. A maturidade faz back up dos arquivos, vai ao médico quando está com dores e paga a conta quando sai para jantar com os pais. A maturidade entende que ninguém quer ouvir as histórias sobre porque algo não foi feito. A maturidade sabe que o que interessa é a tarefa completada. Em contraste, a imaturidade tem uma lista de desculpas pré-fabricadas para justificar porque a tarefa não foi feita no prazo acordado. A imaturidade usa qualquer inconveniente, dor de cabeça, resfriado, unha encravada ou falta de luz como desculpa para não completar as tarefas. A imaturidade não entende por que a vida é tão injusta, quando recebe crítica e não condolências por suas falhas. A imaturidade fica no mimimi; rola os olhos. A imaturidade leva tudo para o pessoal, não assume responsabilidades. A imaturidade larga roupas por todo lado em vez de lavá-las. A imaturidade chega atrasada e sai antes da hora. Em resumo, a imaturidade é mimada. E o que é mimado não amadurece. Fica amargo e murcha antes da hora.  Minha definição de imaturidade é o desejo de escapar das consequências da falta de ação ou das escolhas erradas. Não importa a idade que você tem. No entanto, mesmo que a imaturidade e a preguiça estejam eternamente ligadas, nenhuma é irrevogável. A maturidade pede ajuda, pede desculpas e pergunta se é sua vez de falar. Quando a maturidade sai para tomar café, pergunta se você quer alguma coisa. Quando a maturidade discute, também ouve. Quando a maturidade ri, ri com os outros e não dos outros. A maturidade entende que existe a escuridão no mundo, mas que não precisamos viver nela. Podemos acender a luz e oferece-la para os outros.” Que tal? Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=ecfx3XRMlow   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 540 - Adolescentes de 40 anos

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Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 14:02


O psicoterapeuta Flávio Gikovate definiu a maturidade como o “atingimento de um estado evolutivo no qual nos tornamos mais competentes para lidar com as dificuldades da vida (...) Talvez a principal característica da pessoa madura esteja relacionada com o desenvolvimento de uma boa tolerância às inevitáveis frustrações e contrariedades a que todos nós estamos sujeitos. Tolerar bem frustrações não significa não sofrer com elas e muito menos não tratar de evitá-las. A boa tolerância às dores da vida implica certa docilidade, capacidade de absorver os golpes e mais ou menos rapidamente se livrar da tristeza ou ressentimento que possa ter sido causado por aquilo que nos contrariou. (…) A maturidade acaba vindo acompanhada de uma série de boas propriedades e elas são motivo de satisfação dos que foram capazes de avançar na direção de conquistá-la. É claro que o processo de evolução é interminável e jamais deveríamos nos considerar como um “produto acabado”; estar sempre progredindo tende a determinar um estado de alma positivo, um justo otimismo em relação ao futuro – sim, porque quem está crescendo pode esperar mais coisas boas para si lá adiante. (...) Os mais evoluídos emocionalmente tendem a ser mais ousados e a buscar com determinação a realização de seus projetos. Têm menos medo dos eventuais – e inevitáveis – fracassos, pois se consideram suficientemente fortes para superar a dor derivada dos reveses. Ao contrário, aprendem com seus tombos, reconhecem onde erraram e seguem em frente com otimismo e coragem ainda maior. Costumam ter melhores resultados do que aqueles mais ponderados e comedidos, condição que não raramente esconde o medo do sofrimento próprio dos que enfrentam os riscos.” Tá vendo? Maturidade não é ficar velho. É ter controle sobre suas emoções. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=5HRiu8OOE68   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 540 - Adolescentes de 40 anos

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Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 14:02


O psicoterapeuta Flávio Gikovate definiu a maturidade como o “atingimento de um estado evolutivo no qual nos tornamos mais competentes para lidar com as dificuldades da vida (...) Talvez a principal característica da pessoa madura esteja relacionada com o desenvolvimento de uma boa tolerância às inevitáveis frustrações e contrariedades a que todos nós estamos sujeitos. Tolerar bem frustrações não significa não sofrer com elas e muito menos não tratar de evitá-las. A boa tolerância às dores da vida implica certa docilidade, capacidade de absorver os golpes e mais ou menos rapidamente se livrar da tristeza ou ressentimento que possa ter sido causado por aquilo que nos contrariou. (…) A maturidade acaba vindo acompanhada de uma série de boas propriedades e elas são motivo de satisfação dos que foram capazes de avançar na direção de conquistá-la. É claro que o processo de evolução é interminável e jamais deveríamos nos considerar como um “produto acabado”; estar sempre progredindo tende a determinar um estado de alma positivo, um justo otimismo em relação ao futuro – sim, porque quem está crescendo pode esperar mais coisas boas para si lá adiante. (...) Os mais evoluídos emocionalmente tendem a ser mais ousados e a buscar com determinação a realização de seus projetos. Têm menos medo dos eventuais – e inevitáveis – fracassos, pois se consideram suficientemente fortes para superar a dor derivada dos reveses. Ao contrário, aprendem com seus tombos, reconhecem onde erraram e seguem em frente com otimismo e coragem ainda maior. Costumam ter melhores resultados do que aqueles mais ponderados e comedidos, condição que não raramente esconde o medo do sofrimento próprio dos que enfrentam os riscos.” Tá vendo? Maturidade não é ficar velho. É ter controle sobre suas emoções. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=5HRiu8OOE68   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 539 - A bela tragédia

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Nov 7, 2022 11:38


Cafezinho 539 – A bela tragédia “Se pergunto a mim próprio como decidir se determinada interrogação é mais premente do que outra qualquer, concluo que a resposta depende das ações a que elas incitam, ou obrigam. Galileu, que possuía uma verdade científica importante, dela abjurou com a maior das facilidades deste mundo, logo que tal verdade pôs a sua vida em perigo. Fez bem, em certo sentido. Aquela verdade não valia a fogueira. Qual deles, a Terra ou o Sol gira em redor do outro, é profundamente indiferente pra nós. A bem dizer, é um assunto fútil. Em contrapartida, vejo que muitas pessoas morrem por considerarem que a vida não merece ser vivida. Outros vejo que se fazem paradoxalmente matar pelas ideias ou pelas ilusões que lhes dão uma razão de viver (o que se chama uma razão de viver é ao mesmo tempo uma excelente razão de morrer). Julgo, pois que o sentido da vida é o mais premente dos assuntos – das interrogações. E como responder-lhe?” Quem escreveu esse texto foi Albert Camus, em O Mito de Sísifo. Já Rubem Alves escreveu assim: “Nietzsche, no seu livro O nascimento da tragédia, observou que os Gregos tinham um agudo senso da tragédia.  Para eles, a tragédia permanecia tragédia até o fim, não tinha um final feliz.  Os Cristãos, ao contrário, não sabem o que é tragédia. No final das contas tudo se resolve para melhor no outro mundo. E ele se pergunta: Sendo assim possuídos por esse sentimento trágico da vida, por que é que os Gregos não se suicidaram? E a sua resposta foi: Porque eles conquistaram a tragédia pela beleza. A tragédia continuava tragédia. Nada havia que a amenizasse. Mas a beleza a transfigurava. A beleza a tornava suportável! Mais do que isso: era mesmo possível amar a tragédia o que explica as razões por que o povo voltava sempre ao teatro para sofrê-las de novo! Se não me engano, num dos versos das Elegias de Duino, Rilke diz que o Belo é o trágico que contemplamos sem que ele possa nos destruir.” Entendeu? Belo é o trágico que contemplamos sem que ele possa nos destruir. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=fLzydv2MwjA   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 539 - A bela tragédia

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Play Episode Listen Later Nov 7, 2022 11:38


Cafezinho 539 – A bela tragédia “Se pergunto a mim próprio como decidir se determinada interrogação é mais premente do que outra qualquer, concluo que a resposta depende das ações a que elas incitam, ou obrigam. Galileu, que possuía uma verdade científica importante, dela abjurou com a maior das facilidades deste mundo, logo que tal verdade pôs a sua vida em perigo. Fez bem, em certo sentido. Aquela verdade não valia a fogueira. Qual deles, a Terra ou o Sol gira em redor do outro, é profundamente indiferente pra nós. A bem dizer, é um assunto fútil. Em contrapartida, vejo que muitas pessoas morrem por considerarem que a vida não merece ser vivida. Outros vejo que se fazem paradoxalmente matar pelas ideias ou pelas ilusões que lhes dão uma razão de viver (o que se chama uma razão de viver é ao mesmo tempo uma excelente razão de morrer). Julgo, pois que o sentido da vida é o mais premente dos assuntos – das interrogações. E como responder-lhe?” Quem escreveu esse texto foi Albert Camus, em O Mito de Sísifo. Já Rubem Alves escreveu assim: “Nietzsche, no seu livro O nascimento da tragédia, observou que os Gregos tinham um agudo senso da tragédia.  Para eles, a tragédia permanecia tragédia até o fim, não tinha um final feliz.  Os Cristãos, ao contrário, não sabem o que é tragédia. No final das contas tudo se resolve para melhor no outro mundo. E ele se pergunta: Sendo assim possuídos por esse sentimento trágico da vida, por que é que os Gregos não se suicidaram? E a sua resposta foi: Porque eles conquistaram a tragédia pela beleza. A tragédia continuava tragédia. Nada havia que a amenizasse. Mas a beleza a transfigurava. A beleza a tornava suportável! Mais do que isso: era mesmo possível amar a tragédia o que explica as razões por que o povo voltava sempre ao teatro para sofrê-las de novo! Se não me engano, num dos versos das Elegias de Duino, Rilke diz que o Belo é o trágico que contemplamos sem que ele possa nos destruir.” Entendeu? Belo é o trágico que contemplamos sem que ele possa nos destruir. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=fLzydv2MwjA   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 538 - Crueldade atenuada

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 8:30


Link para o livro Merdades e Ventiras: http://merdadeseventiras.com.br “Todas as pessoas são capazes de construir ideologias morais para justificar seus comportamentos, e geralmente tendem a convencer a si e aos outros de seus princípios conforme lhes convêm.” Essa frase é de Albert Bandura, psicólogo e pedagogo autor do livro Desengajamento Moral, que deveria ser obrigatório em todas as escolas. No processo de justificativa moral, tentamos fazer com que a conduta prejudicial aos outros seja apresentada como algo valioso para propósitos morais e sociais. E assim, o que seria reprovável passa a ser aceitável. Uma das ferramentas do processo de desengajamento moral é a linguagem eufemística, que troca termos ou expressões que possam ofender alguém, por outros mais suaves. Caixa dois vira “recursos não contabilizados”… ditadura vira “democracia social”… censura à imprensa vira “controle social da mídia”… Privatização é chamada de “desestatização”. Quarentena vira lockdown. Cada eufemismo permite um alívio moral. Sabe qual é o problema? As pessoas se comportam de forma muito mais cruel quando suas ações são verbalmente atenuadas. Racionalizar a conduta delituosa, é disso que trata o desengajamento moral. Recorro a William Sheakespeare, na fala de Julieta, a namorada de Romeu: “O que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume.” Pense nisso. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=OiiBvSjX-0E   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com      

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Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 8:30


Link para o livro Merdades e Ventiras: http://merdadeseventiras.com.br “Todas as pessoas são capazes de construir ideologias morais para justificar seus comportamentos, e geralmente tendem a convencer a si e aos outros de seus princípios conforme lhes convêm.” Essa frase é de Albert Bandura, psicólogo e pedagogo autor do livro Desengajamento Moral, que deveria ser obrigatório em todas as escolas. No processo de justificativa moral, tentamos fazer com que a conduta prejudicial aos outros seja apresentada como algo valioso para propósitos morais e sociais. E assim, o que seria reprovável passa a ser aceitável. Uma das ferramentas do processo de desengajamento moral é a linguagem eufemística, que troca termos ou expressões que possam ofender alguém, por outros mais suaves. Caixa dois vira “recursos não contabilizados”… ditadura vira “democracia social”… censura à imprensa vira “controle social da mídia”… Privatização é chamada de “desestatização”. Quarentena vira lockdown. Cada eufemismo permite um alívio moral. Sabe qual é o problema? As pessoas se comportam de forma muito mais cruel quando suas ações são verbalmente atenuadas. Racionalizar a conduta delituosa, é disso que trata o desengajamento moral. Recorro a William Sheakespeare, na fala de Julieta, a namorada de Romeu: “O que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume.” Pense nisso. Continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=OiiBvSjX-0E   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com      

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Café Brasil 846 - Sina

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Play Episode Listen Later Nov 2, 2022 23:57


Terminada mais uma eleição, temos uma nova situação, onde o Brasil passa a ter uma nova direção. Ou melhor, uma velha direção. Parece uma sina... de quando em quando, estamos sob nova direção, que esquece o que foi feito pela anterior, e começa tudo outra vez.  Muita, mas muita gente ficou angustiada, amedrontada, decepcionada e agora está preocupada com o futuro. Eu sou uma delas... e quero fazer algumas reflexões sobre como ultrapassar este momento de angústia. 

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 536 - Baita gritaria

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Oct 24, 2022 8:42


Cafezinho 536 – Baita gritaria Quem me acompanha há algum tempo sabe que os assinantes dos diversos planos do Café Brasil, trocam ideias em grupos fechados no Telegram. Entre eles, o grupo da Confraria, que é febril. É normal ter 200, 300 mensagens num dia, tratando dos temas mais diversos. E como ali é um microcosmo “controlado”, não acontecem as baixarias das áreas de comentários das redes sociais, que parecem mais fábricas de malucos. Quem está naqueles grupos escolheu estar ali, e sabe que precisa conviver com ideias que são diferentes das suas. É claro que quem entra lá sabe de minha inclinação político/ideológica, que certamente atrai pessoas com pensamento parecido com o meu. Portanto, a Confraria é um grupo que tende à uma posição liberal/conservadora. A turma da esquerda não tem vida fácil lá, por isso muitos saem reclamando, ao serem contestados. Atenção: eu disse contestados, com argumentos, e não com ataques. Mas o que me deixa sempre fascinado, são os movimentos que surgem na Confraria, e que são uma amostra excelente de como seu “espírito de colmeia” se revela. De quando em quando aparece um movimento para ajudar alguém, algum projeto, para promover alguma ação social. E então, magicamente, pessoas que nunca se viram, se juntam para cumprir tarefas que não lhes trarão nenhum benefício direto. Sacrificam seu tempo, seu dinheiro e sua energia pela sensação de ajudar o grupo a realizar uma missão. Isso implica numa alta dose de generosidade, na capacidade de dar valor àquilo que é intangível e, principalmente, na empatia, a capacidade de se colocar no lugar dos outros. E o mais fascinante: ninguém ali é obrigado a isso. E sempre, sempre, dentro de um grupo de mais de 800 pessoas, surgem uns 20 abnegados que compram os desafios, se unem e, sem julgar um ao outro, sem querer saber quem vota em quem, sem querer saber a ideologia do beneficiado, provocam impacto nas vidas de outras pessoas. A Confraria funciona embalada por uma frase que adaptei de um pensador conservador chamado Roger Scruton: “É melhor encontrar o que você ama e trabalhar para defender, do que procurar o que você odeia a agir pra destruir.” O quê? Você não conseguiu ouvir? Ah, a gritaria tá alta demais, não é? Pois é... Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=It6O_0MNg5k  

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Cafezinho 536 - Baita gritaria

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Play Episode Listen Later Oct 24, 2022 8:42


Cafezinho 536 – Baita gritaria Quem me acompanha há algum tempo sabe que os assinantes dos diversos planos do Café Brasil, trocam ideias em grupos fechados no Telegram. Entre eles, o grupo da Confraria, que é febril. É normal ter 200, 300 mensagens num dia, tratando dos temas mais diversos. E como ali é um microcosmo “controlado”, não acontecem as baixarias das áreas de comentários das redes sociais, que parecem mais fábricas de malucos. Quem está naqueles grupos escolheu estar ali, e sabe que precisa conviver com ideias que são diferentes das suas. É claro que quem entra lá sabe de minha inclinação político/ideológica, que certamente atrai pessoas com pensamento parecido com o meu. Portanto, a Confraria é um grupo que tende à uma posição liberal/conservadora. A turma da esquerda não tem vida fácil lá, por isso muitos saem reclamando, ao serem contestados. Atenção: eu disse contestados, com argumentos, e não com ataques. Mas o que me deixa sempre fascinado, são os movimentos que surgem na Confraria, e que são uma amostra excelente de como seu “espírito de colmeia” se revela. De quando em quando aparece um movimento para ajudar alguém, algum projeto, para promover alguma ação social. E então, magicamente, pessoas que nunca se viram, se juntam para cumprir tarefas que não lhes trarão nenhum benefício direto. Sacrificam seu tempo, seu dinheiro e sua energia pela sensação de ajudar o grupo a realizar uma missão. Isso implica numa alta dose de generosidade, na capacidade de dar valor àquilo que é intangível e, principalmente, na empatia, a capacidade de se colocar no lugar dos outros. E o mais fascinante: ninguém ali é obrigado a isso. E sempre, sempre, dentro de um grupo de mais de 800 pessoas, surgem uns 20 abnegados que compram os desafios, se unem e, sem julgar um ao outro, sem querer saber quem vota em quem, sem querer saber a ideologia do beneficiado, provocam impacto nas vidas de outras pessoas. A Confraria funciona embalada por uma frase que adaptei de um pensador conservador chamado Roger Scruton: “É melhor encontrar o que você ama e trabalhar para defender, do que procurar o que você odeia a agir pra destruir.” O quê? Você não conseguiu ouvir? Ah, a gritaria tá alta demais, não é? Pois é... Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=It6O_0MNg5k  

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Cafezinho 535 - Milhões de m0rt0s

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Oct 22, 2022 7:51


Quem leu meus livros Brasileiros Pocotó, Nóis Qui Invertemo As Coisa e Me Engana Que Eu Gosto ou ouve meus podcasts há algum tempo, sabe que bato sempre nessa tecla: quais as consequências de uma sociedade dividida, onde o conflito substituiu o confronto de ideias? E mais que isso, como essa divisão foi minuciosamente construída ao longo de décadas de inoculação da cizânia, algo que é histórico e explica grandes e sangrentos conflitos na história da humanidade. O mesmo tem acontecido no Brasil, em ritmo lento mas constante, criando a situação na qual nos encontramos hoje: tribos se engalfinhando numa espécie de luta fratricida, na qual brasileiros querem eliminar outros brasileiros com os quais não concordam. Quanto tempo, quanta energia, quanta motivação, quanto esforço gasto... Já pensou se nossa vida em sociedade fosse como a vida das abelhas em suas colmeias? As colmeias são estruturas sociais perfeitamente organizadas onde cada um desenvolve a tarefa que lhe cabe. É trabalho de equipe na veia. Ou no mel. Nas colmeias cada abelha sabe exatamente do papel que lhe cabe, e atua obedecendo a um plano coletivo. Pensa-se na comunidade, mais que no indivíduo. Os privilégios e deveres são repartidos de forma igualitária. Aí o batráquio vai dizer “Iiiiihhh, olha o Luciano flertando com o coletivismo!” Puta sono... Olha, é claro que o sistema das abelhas só funciona pela inexistência de um pensamento racional nos insetos, de emoções humanas como inveja, medo, raiva, gratidão, ódio. Mas com gente é diferente. Pessoas, exceto aquelas que são insetos, são movidas por emoções, além do instinto. Por isso é tão complexo impor o comportamento de colmeia a um agrupamento de humanos. Exige que as pessoas abram mão de suas individualidades. E a história conta o que aconteceu com os regimes que tentaram organizar sociedades como colmeias, apagando o indivíduo. Na última contagem, falava-se em 200 milhões de mortos. Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=RVHdPFUFY68   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 535 - Milhões de m0rt0s

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Play Episode Listen Later Oct 22, 2022 7:51


Quem leu meus livros Brasileiros Pocotó, Nóis Qui Invertemo As Coisa e Me Engana Que Eu Gosto ou ouve meus podcasts há algum tempo, sabe que bato sempre nessa tecla: quais as consequências de uma sociedade dividida, onde o conflito substituiu o confronto de ideias? E mais que isso, como essa divisão foi minuciosamente construída ao longo de décadas de inoculação da cizânia, algo que é histórico e explica grandes e sangrentos conflitos na história da humanidade. O mesmo tem acontecido no Brasil, em ritmo lento mas constante, criando a situação na qual nos encontramos hoje: tribos se engalfinhando numa espécie de luta fratricida, na qual brasileiros querem eliminar outros brasileiros com os quais não concordam. Quanto tempo, quanta energia, quanta motivação, quanto esforço gasto... Já pensou se nossa vida em sociedade fosse como a vida das abelhas em suas colmeias? As colmeias são estruturas sociais perfeitamente organizadas onde cada um desenvolve a tarefa que lhe cabe. É trabalho de equipe na veia. Ou no mel. Nas colmeias cada abelha sabe exatamente do papel que lhe cabe, e atua obedecendo a um plano coletivo. Pensa-se na comunidade, mais que no indivíduo. Os privilégios e deveres são repartidos de forma igualitária. Aí o batráquio vai dizer “Iiiiihhh, olha o Luciano flertando com o coletivismo!” Puta sono... Olha, é claro que o sistema das abelhas só funciona pela inexistência de um pensamento racional nos insetos, de emoções humanas como inveja, medo, raiva, gratidão, ódio. Mas com gente é diferente. Pessoas, exceto aquelas que são insetos, são movidas por emoções, além do instinto. Por isso é tão complexo impor o comportamento de colmeia a um agrupamento de humanos. Exige que as pessoas abram mão de suas individualidades. E a história conta o que aconteceu com os regimes que tentaram organizar sociedades como colmeias, apagando o indivíduo. Na última contagem, falava-se em 200 milhões de mortos. Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=RVHdPFUFY68   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 534 – No caminho tem um inf*rno

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Oct 17, 2022 9:13


Frederíc Bastiat foi um teórico liberal e economista político que viveu entre 1801 e 1850 na França. Ele escreveu um livro precioso chamado O QUE SE VÊ E O QUE NÃO SE VÊ, no qual ele diz que na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Mas só o primeiro efeito é imediato, pois manifesta-se simultaneamente com sua causa. É visível. Os outros efeitos só aparecem depois e não são visíveis. Podemos nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los. O departamento de compras revê o contrato do fornecedor de copinhos de plástico pra café. E escolhe outro bem mais barato, obtendo uma economia considerável. Os novos copos são finos, bem finos. Um só, queima os dedos. Então as pessoas passam a usar dois copos e aumentam o consumo de copos e a economia vira prejuízo. O que se vê? A economia imediata da troca de fornecedor. O que não se vê? A consequência no longo prazo. Entre um bom e um mau economista existe então uma diferença: um se detém no efeito que se vê, o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que só se devem prever. E Bastiat diz que essa diferença é enorme, pois quase sempre, quando a consequência imediata – aquela que se vê – é favorável, as consequências posteriores, as que não se vêem – são funestas. E vice versa. Daí se conclui que o mau economista, ao perseguir um pequeno benefício no presente, está gerando um grande mal no futuro. Já o verdadeiro economista, ao perseguir um grande benefício no futuro, corre o risco de provocar um pequeno mal no presente. É assim então que conseguimos começar a compreender as razões de nossos males… A ignorância, a falta de leitura, de conhecimento, a pressa, fazem com que nos limitemos às consequências imediatas, àquilo que se pode ver, aqui e agora. Só o passar do tempo, a maturidade aliada ao conhecimento, nos ensinam a levar em conta as consequências do que não se pode ver… Sacou? É sempre ela, a ignorância, que a gente tem que vencer, hoje e amanhã. Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=RlEDOi2BvCM Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 534 – No caminho tem um inf*rno

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Play Episode Listen Later Oct 17, 2022 9:13


Frederíc Bastiat foi um teórico liberal e economista político que viveu entre 1801 e 1850 na França. Ele escreveu um livro precioso chamado O QUE SE VÊ E O QUE NÃO SE VÊ, no qual ele diz que na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Mas só o primeiro efeito é imediato, pois manifesta-se simultaneamente com sua causa. É visível. Os outros efeitos só aparecem depois e não são visíveis. Podemos nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los. O departamento de compras revê o contrato do fornecedor de copinhos de plástico pra café. E escolhe outro bem mais barato, obtendo uma economia considerável. Os novos copos são finos, bem finos. Um só, queima os dedos. Então as pessoas passam a usar dois copos e aumentam o consumo de copos e a economia vira prejuízo. O que se vê? A economia imediata da troca de fornecedor. O que não se vê? A consequência no longo prazo. Entre um bom e um mau economista existe então uma diferença: um se detém no efeito que se vê, o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que só se devem prever. E Bastiat diz que essa diferença é enorme, pois quase sempre, quando a consequência imediata – aquela que se vê – é favorável, as consequências posteriores, as que não se vêem – são funestas. E vice versa. Daí se conclui que o mau economista, ao perseguir um pequeno benefício no presente, está gerando um grande mal no futuro. Já o verdadeiro economista, ao perseguir um grande benefício no futuro, corre o risco de provocar um pequeno mal no presente. É assim então que conseguimos começar a compreender as razões de nossos males… A ignorância, a falta de leitura, de conhecimento, a pressa, fazem com que nos limitemos às consequências imediatas, àquilo que se pode ver, aqui e agora. Só o passar do tempo, a maturidade aliada ao conhecimento, nos ensinam a levar em conta as consequências do que não se pode ver… Sacou? É sempre ela, a ignorância, que a gente tem que vencer, hoje e amanhã. Continuo a reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=RlEDOi2BvCM Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Café Brasil 843 - O nosso hino

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Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 30:56


Aproveitando este momento único de mobilização nacional, que emenda talvez a eleição mais importante de nossa história com uma copa do mundo, decidimos fazer um episódio especial do Café Com Leite, explicando para a garotada a letra do nosso Hino Nacional. Para ampliar o alcance desse episódio, vamos reproduzi-lo aqui no Café Brasil.

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Café Brasil 842 - Nos contra eles

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Play Episode Listen Later Oct 5, 2022 25:01


Cara, é inexplicável como alguns políticos conseguem capturar corações e mentes das pessoas. Conquistam seguidores que acabam se transformando em torcidas organizadas. Tudo pelo meu time, até mesmo pregar a extinção do time adversário... Não é estranho isso? Há quem diga que sofremos uma espécie de psicose de formação de massa. Vamos dar uma outra olhada nesse tema?

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Cafezinho 529 – Se Bolsonaro vencer...

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Play Episode Listen Later Sep 30, 2022 9:47


A vitória de Bolsonaro – mesmo que simplesmente para trocar uma quadrilha por outra – pode nos dar quatro anos de respiro para preparar uma nova candidatura (...) que há de surgir da fratura que essas eleições certamente criarão no país. Ganhando, Bolsonaro terá quatro anos infernais. Como Temer, gastará grande parte do tempo e energia evitando ser derrubado. E terá, debaixo de seu próprio teto, milhares de militantes prontos para puxar seu tapete. O trabalho de limpeza vai demandar muito esforço e energia, mas talvez ele consiga fazer o principal: um choque, limpando as estruturas, quebrando narrativas, revelando as falcatruas e preparando o terreno. E tomando tiro, porrada e bomba. E nem sei se metafóricos, pois a facada foi real… Bolsonaro não precisará ser incompetente, grosso, desonesto, burro ou simplesmente ignorante para que seu governo seja diariamente contestado e que um escândalo o aguarde a cada esquina. E ele fará questão de botar lenha na fogueira, com a mesma língua solta e a capacidade infinita de irritar os adversários. Essa é sua natureza… (...) Bolsonaro vai ter de dar atenção muito especial para a escolha de seu time. Me preocupo que a família tome conta e transforme a presidência num reino, e tenhamos de lidar com “os filhos de Saddan”. Não dá. Mas tenho esperança que a consciência de que chegou lá, dê a Bolsonaro a grandeza de entender que sua obra será de terraplenagem. Só isso. Arrancar toco, aplainar o terreno, matar ervas daninhas, reforçar as barreiras de contenção e começar algumas fundações. Só a partir de 2022 poderemos pensar em construir uma casa nova. Esse é um trecho de um texto meu de setembro de 2018, no qual eu dizia da minha decisão de votar em Jair Bolsonaro naquelas eleições. Na época, o texto viralizou e hoje, quase quatro anos depois, parece que acertei em tudo que eu disse que aconteceria... Sou um oráculo? Não. Só observo. Vou continuar o raciocínio no vídeo https://www.youtube.com/watch?v=C_-0SoIAc0Q    Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 529 – Se Bolsonaro vencer...

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Play Episode Listen Later Sep 30, 2022 9:47


A vitória de Bolsonaro – mesmo que simplesmente para trocar uma quadrilha por outra – pode nos dar quatro anos de respiro para preparar uma nova candidatura (...) que há de surgir da fratura que essas eleições certamente criarão no país. Ganhando, Bolsonaro terá quatro anos infernais. Como Temer, gastará grande parte do tempo e energia evitando ser derrubado. E terá, debaixo de seu próprio teto, milhares de militantes prontos para puxar seu tapete. O trabalho de limpeza vai demandar muito esforço e energia, mas talvez ele consiga fazer o principal: um choque, limpando as estruturas, quebrando narrativas, revelando as falcatruas e preparando o terreno. E tomando tiro, porrada e bomba. E nem sei se metafóricos, pois a facada foi real… Bolsonaro não precisará ser incompetente, grosso, desonesto, burro ou simplesmente ignorante para que seu governo seja diariamente contestado e que um escândalo o aguarde a cada esquina. E ele fará questão de botar lenha na fogueira, com a mesma língua solta e a capacidade infinita de irritar os adversários. Essa é sua natureza… (...) Bolsonaro vai ter de dar atenção muito especial para a escolha de seu time. Me preocupo que a família tome conta e transforme a presidência num reino, e tenhamos de lidar com “os filhos de Saddan”. Não dá. Mas tenho esperança que a consciência de que chegou lá, dê a Bolsonaro a grandeza de entender que sua obra será de terraplenagem. Só isso. Arrancar toco, aplainar o terreno, matar ervas daninhas, reforçar as barreiras de contenção e começar algumas fundações. Só a partir de 2022 poderemos pensar em construir uma casa nova. Esse é um trecho de um texto meu de setembro de 2018, no qual eu dizia da minha decisão de votar em Jair Bolsonaro naquelas eleições. Na época, o texto viralizou e hoje, quase quatro anos depois, parece que acertei em tudo que eu disse que aconteceria... Sou um oráculo? Não. Só observo. Vou continuar o raciocínio no vídeo https://www.youtube.com/watch?v=C_-0SoIAc0Q    Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 527 – Quero que você erre!

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Play Episode Listen Later Sep 23, 2022 8:23


Link para o livro: https://merdadeseventiras.com.br  O texto de hoje é um daqueles, delicioso, de autoria de Rubem Alves: O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos… Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde. Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor… Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim… Vou continuar a reflexão no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=a2cIx7zK-GQ   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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LíderCast 243 - Rodrigo Patussi

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 85:22


Hoje o convidado é Rodrigo Patussi, Zootecnista e diretor da Terra Desenvolvimento Agropecuário, empresa focada na promoção de métodos de gestão na agropecuária e que ajuda investidores interessados no agronegócio. A Terra é patrocinadora do podcast Café Brasil há mais de um ano, e a conversa será sobre carreira, agronegócio e mais umas coisinhas.

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Café Brasil 840 - O poder de contar historias

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Play Episode Listen Later Sep 21, 2022 25:55


Link para o livro : http://merdadeseventiras.com.br  A humanidade se desenvolveu contando histórias. Quem é que não se fascina com uma boa história? Aprendemos sobre viver a vida, sobre como as coisas funcionam, sobre como devemos nos comportar, sobre como vencer as dificuldades... aprendemos sobre moral e bons costumes. Mas também podemos aprender para o mal, não é? Por isso é preciso alguma forma de proteção contra quem conta histórias.

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AUDIO_Luciano_Pires_Cafezinho_526_Os loucos nos extremos_1

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Play Episode Listen Later Sep 19, 2022 8:34


http://merdadesventiras.com.br  Cafezinho 526 – Os loucos nos extremos. Amanhã, terça feira, 20 de setembro de 2022, lanço oficialmente meu décimo livro: Merdades e Ventiras, como se proteger da mídia que faz a sua cabeça. O mundo está polarizado, parece dividido em dois, não é? É, parece. Mas não é assim. Existem alguns extremos gritando feito loucos e, no meio, milhões de pessoas tentando descobrir qual é a melhor escolha. Mas a gritaria nos extremos é tamanha que achamos que elas são maioria. Não são. São minorias, mas têm acesso à mídia, à cultura, aos canais de comunicação que batem em você o dia inteiro, influenciando suas decisões. Hoje, quando todos somos mídias, temos a obrigação de pegar as coisas que valem a pena e passar adiante. Qualquer coisa que você encontrar e que valha a pena, compartilhe nas suas mídias. Você é um formador de opinião. Você é um influenciador digital dos 40, 50, 100 ou 1000 amigos que você tem no Facebook, no WhatsApp... Então, use seu poder, passe adiante as verdades, descarte as merdades. Respeite a inteligência e o tempo de vida dos outros, não os ocupe com bobagens. Mas saiba que ao começar a agir assim, você se transformará num chato, diversos “amigos” não vão querer mais falar com você... Isso vai acontecer. Acontece comigo. Só que quero crer que as pessoas interessadas em assuntos sérios são muito mais do que as que costumam acessar meus canais. Certamente, há muito mais de mil, de cem mil... há milhões e milhões de pessoas interessadas em falar de coisas pertinentes. Mas talvez não apareçam por aqui porque têm à frente um mar de irrelevância que é difícil de ser ultrapassado. Cabe a nós sermos os sinaleiros, apontando os caminhos para disseminar sabedoria, mudar essa realidade de superficialidades, trivialidades, vulgaridades. É isso que eu tenho tentado fazer desde os anos 1990, é isso que está no meu novo livro Merdades e Ventiras. Vou colocar aqui embaixo o link para você saber mais sobre o livro, mas continuo a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=hzgj0Qx48PQ   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com  

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Cafezinho 525 – Será que você compreendeu?

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Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 7:38


http://merdadeseventiras.com.br  Você já ouviu falar em hermenêutica? É a área da filosofia que estuda a arte e a teoria da interpretação. Se for na área epistemológica, trata da interpretação de textos. Se for na ontológica, trata da interpretação de uma realidade. Você que está lendo este texto, ouvindo este áudio ou assistindo este vídeo, deveria seguir ao menos três etapas para garantir que conseguiu interpretar o que eu estou aqui dizendo. Primeira etapa é a da pré-compreensão, que tem a ver com o conhecimento prévio que você tem de ter do assunto que eu estou abordando aqui. Se você não entende nada deste assunto, vai ter dificuldades para entender o que eu quis dizer. A segunda etapa é da compreensão em si. Considerando que você já tem uma pré-compreensão do assunto, quando tomar contato com este texto, pode se deparar com alguma ideia nova, que você processará em conjunto com aquilo que já sabe. E assim você vai entender o que eu quis dizer. Mas isso não garante que você compreendeu o que eu quis dizer, olhaí a pegadinha. Entender o significado do que eu estou dizendo é diferente de compreender as justificativas ou o alcance social da minha mensagem. A terceira etapa é a interpretação. Depois de compreender o meu texto, ou de achar que compreendeu, você vai processar o que leu, ouviu ou assistiu, e dar-lhe algum significado. Vai produzir na mente um novo texto, com a sua compreensão sobre o que eu disse. E essa conclusão final é sua, não é minha. Sacou a complexidade da coisa? Quando você lê um post em mídias sociais, ou um comentário de alguém e imediatamente parte para uma resposta furiosa, precisa considerar que o gatilho não foi o que a pessoa escreveu, mas o seu, de você mesmo, processo hermenêutico. Será que você tem a pré-compreensão necessária? Será que compreendeu o que o autor quis dizer? Será que a conclusão que você tirou está alinhada com o que ele quis dizer? Interpretar textos é uma arte que a maioria absoluta das pessoas não domina. Por isso essa bateção de cabeça. Vou continuar esta reflexão no vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=SScFGh7BFn8   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Café Brasil 839 - Como é duro trabalhar

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Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 28:46


O termo “grande demissão” foi cunhado em maio de 2021 por Anthony Klotz, professor associado de administração da University College London, quando previu um êxodo de trabalhadores americanos de seus empregos, motivado pelo esgotamento e o gosto da liberdade ao trabalhar em casa. E parece que isso se espalhou pelo mundo. A cultura do trabalho está mudando. Vamos nessa praia hoje.

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Cafezinho 524 – Pavlov e seus cães

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Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 8:24


Lá em 2019, quando este Cafezinho ainda não tinha este formato, publiquei um texto que vale ser repetido: os cães de Pavlov. Ivan Pavlov era um médico russo que fez um experimento interessante cerca de um século atrás. Reuniu alguns cães e começou a condicioná-los. Cada vez que chegava com comida, Pavlov tocava uma sineta, até um ponto em que, mesmo sem comida, bastava acionar a sineta para que os cães começassem a salivar. Ficavam com a boca cheia d'água só de ouvir o sino. Pavlov desenvolveu a ideia dos reflexos condicionados. Todos temos reflexos condicionados, a maioria deles naturais. Diante da visão de um cachorro rosnando com os dentes à mostra, imediatamente ficamos com os músculos tensos. Estamos condicionados a preparar a fuga ou o enfrentamento diante de uma situação de perigo. No cinema é assim também: de tanto assistir a filmes de suspense, estamos condicionados. Quando ouvimos aquela musiquinha já preparamos o susto. O gato vai pular! Mas também podemos ser intencionalmente treinados a reagir de forma condicionada a determinados estímulos. O que aconteceu com nossa relação com as mídias, especialmente a imprensa, foi exatamente isso. Anos de condicionamento recebendo más notícias, quebrando expectativas, vivendo desilusões, nos treinaram para o que somos hoje: uma sociedade desconfiada, cética, que sempre espera o pior. Quase não há mais espaço para o deleite, para curtir uma boa nova, para acreditar que alguém está fazendo algo bom. O otimista, o que acredita, o que confia no bom, no belo, no justo, é um otário. Parece impossível baixar a guarda e simplesmente curtir, saborear a notícia boa e compartilhá-la para que, por exemplo, outros governadores também abram mão dos aumentos de salário . Olha, há que se buscar o sofrimento, pintar o pior cenário, dizer que aquela boa notícia não merece crédito. Como cães de Pavlov, estamos condicionados a babar. Isso sim é que é herança maldita. Vou continuar a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=y1QVaUT4JJI   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Cafezinho 523 - O menticídio

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Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 9:17


http://bit.ly/jornadapsicose No livro O Estupro da Mente, de Joost Meerloo, que transformei num Podsumário impactante – vou colocar o link para ele na descrição deste texto – aprendi o conceito de menticídio, que designa o processo de redução gradual de um ser humano (ou muitos humanos) à submissão mental. Menticídio é definido como “um sistema organizado de intervenção psicológica e perversão do julgamento por meio do qual um poderoso ditador pode imprimir seus pensamentos oportunistas nas mentes daqueles que ele planeja usar e destruir”. O ambiente ideal para o menticídio é o caos, a confusão e o isolamento. Esse estado paralisa a oposição e mina o moral. E a subsequente fraqueza mental permite a construção de um sistema de conformidade. “O cerne da estratégia do menticídio é tirar toda esperança, toda antecipação, toda crença em um futuro. Ele destrói os próprios elementos que mantêm a mente viva. A vítima está totalmente sozinha.” Veja a importância do velho jargão “dividir para conquistar”. Separar o indivíduo dos seus, fazer com que ele não tenha referências, nem mesmo em seus valores. Por isso é tão importante para os manipuladores cortar os laços com as influências que você recebe. Por isso a velha estratégia de destruir o conceito de família, de pai e mãe, de pátria e nação, de símbolos que o conectam com outros membros de sua tribo, de contestar suas raízes, de trazer para o presente questões e responsabilidades por atos cometidos por outros no passado. Não é sua responsabilidade, não é sua culpa, mas você precisa pagar pelo mal feito por outros. Sacou? Você não pode manifestar suas opiniões e ideias, você não pode contestar as ideias aparentemente predominantes. A intenção é fazer com que você não exista como indivíduo, apenas como uma massa de manobra. Pronto. Sua mente foi capturada e você é, como eles dizem, gado...   Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=tP4lL4YTqnY   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com

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Café Brasil 838 - Merdades e Ventiras

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Play Episode Listen Later Sep 7, 2022 25:20


O mundo vem passando por uma revolução sem precedentes na mídia. Nos comunicamos de um jeito muito diferente de como fazíamos dez anos atrás. Hoje, cada um de nós é uma mídia individual, compartilhando com outras pessoas aquilo em que acreditamos – ou não. A comunicação é a cola que nos une ou é a força que nos separa. Por isso, compreender como funciona a mídia é fundamental para não ser transformado em massa de manobra. Eu me preocupei tanto com isso cara, que eu lancei um livro. E essa é a praia hoje.

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Cafezinho 522 – Merdades e Ventiras

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Play Episode Listen Later Sep 5, 2022 8:36


Acesse http://merdadeseventiras.com.br No final dos anos 90, eu já fazia palestras dentro do mercado de autopeças, abordando temas comportamentais, demonstrando como era importante criar alguns filtros para trabalhar as informações que recebemos diariamente das mais diversas fontes. Usando exemplos de artigos publicados na imprensa cujos títulos diziam uma coisa, mas o conteúdo dizia outra, eu perguntava: — Como devemos chamar uma mentira que, dependendo de como é apresentada, nos leva a acreditar que é uma verdade? Pensei em chamar de Ventiras, mas escolhi Merdades, que é mais apropriado. E, então, eu discorria sobre as Merdades, dando dicas de como se proteger delas. Eu não fazia ideia que, quase vinte anos depois, as Merdades receberiam o nome de fake news e se transformariam numa das maiores preocupações de quem produz e consome informações hoje em dia. Em duas décadas, muita coisa mudou. Surgiram a internet e as redes sociais, os grandes impérios das revistas e jornais impressos estão perdendo força, as grandes redes de televisão estão minguando, e os consumidores de informações mudaram completamente seus hábitos. Vivemos uma verdadeira revolução da mídia. O que não mudou? A produção de Merdades, hoje fake news, que se torna cada vez mais sofisticada, trazendo para nós uma responsabilidade gigantesca de filtrar, selecionar e consumir informação que seja pertinente, transparente e verdadeira. Não é fácil. Por isso, reuni quarenta anos de experiência como profissional de comunicação, gestor e produtor de conteúdo para lançar este meu décimo livro: Merdades e Ventiras, que está chegando. Vou continuar a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=-pe2q12X6Oc&feature=youtu.be   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com