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O Portal MindJus conversou com um grande nome do Rio Grande do Sul.Andrei Zenkner Schmidt é doutor em Ciências Criminais pela PUC/RS, advogado criminalista com trajetória construída em um dos estados de maior tradição no Direito Penal brasileiro e, para nossa honra, integra a Comunidade MindJus.Sua presença entre nós reforça algo em que acreditamos profundamente: a boa advocacia se fortalece quando reúne trajetórias consistentes, pensamento crítico e profissionais comprometidos com a construção séria do Direito Penal.Nossa conversa percorreu os caminhos do processo penal contemporâneo, conectando academia, prática e os desafios que hoje atravessam o sistema de justiça criminal no Brasil.Uma entrevista densa, necessária e marcada pelo rigor técnico de quem conhece o Direito para além da teoria.
Fomos ao gabinete do Des. Federal Ney Bello no TRF1 e encontramos um lugar cheio de vida.Arte em cada canto. Móveis com história. Peças que contam de onde ele veio antes de contar onde chegou. O Maranhão presente em cada detalhe, como quem nunca esqueceu a origem enquanto construía uma das trajetórias mais densas da magistratura federal brasileira.Doutor em Direito Ambiental pela UFSC, com pesquisa desenvolvida em Coimbra e na Itália. Pós-doutor em Direito Constitucional pela PUC/RS. Professor da UnB desde 2016, hoje Professor Titular, além de professor na UFMA, no IDP e diretor da Faculdade de Direito da UNDBConversamos sobre arte, literatura e a influência de tudo isso na formação do jurista. Sobre as experiências no exterior e o que elas abriram. Sobre o Brasil, o Maranhão e o que significa carregá-los com orgulho ao longo de uma carreira construída longe de casa e perto das raízes.Falamos também sobre o III Congresso Tourinho Filho de Processo Penal (@congressoftf), iniciativa que o Des. Ney Bello coordena como forma de honrar o legado de um dos maiores processualistas penais brasileiros e transmitir conhecimento para as próximas gerações. Uma parceria que o MINDJUS tem orgulho de apoiar.Juntos percebemos que Ney Bello não é resumido pelo que faz, mas definido pelo que ama.
Dr. Diogo Lara alcançou o topo absoluto do mundo acadêmico e científico. Neurocientista posicionado no top 1% mais citado do planeta, ele publicou mais de 160 artigos e passou 16 anos como professor titular da PUC-RS. Ele entendia perfeitamente a teoria, mas o colapso veio quando ele mudou de cadeira. Em 2010, Diogo desenvolveu um estresse pós-traumático brutal e passou 3 meses se sentindo um morto-vivo, envelhecendo 10 anos em 90 dias. Diante da total impotência da psiquiatria tradicional em resolver a sua própria dor, ele descobriu que a especialidade médica está quebrada. Remédios não curam; eles apenas empilham efeitos para "despiorar" sintomas enquanto a raiz do sofrimento é ignorada. Neste episódio sem filtros do Excepcionais, Diogo Lara expõe as mentiras repetidas milhões de vezes pelo sistema e revela descobertas brutais do seu Big Data com mais de 100 mil pessoas. Você vai entender por que o abuso emocional sutil destrói mais uma vida do que a violência física, os perigos do "conforto tóxico" na criação de filhos e como o revolucionário método Insight-delic usa a neurociência prática e frequências vibracionais para curar traumas e reconfigurar hábitos involuntários de décadas em apenas uma sessão. Um soco no estômago necessário para quem quer voltar a sentir a vida pulsar. Patrocinador:Território da Forja 95% de você quer conforto. 5% quer vencer.Aqui não se motiva. Se molda.Se você escolheu ser forjado, entre.
A expansão das plataformas de apostas online e a facilidade de acesso pelo celular já trazem reflexos diretos na saúde mental da população e se tornaram uma preocupação para governos e profissionais da área. Problemas como endividamento, ansiedade e comportamentos compulsivos aparecem com frequência, enquanto o sistema público de saúde passa a lidar com uma demanda ainda pouco dimensionada.Neste episódio, o Direto ao Ponto conversa com o psiquiatra Lucas Spanemberg, professor da Escola de Medicina da PUCRS e médico do Hospital São Lucas, para analisar esse cenário. A entrevista aborda os sinais de alerta da dependência em apostas, os principais riscos associados e os desafios do atendimento dentro do SUS diante do crescimento das bets.
Conforme novos episódios ocorrem no conflito no Oriente Médio, fica cada vez mais difícil prever quando a crise chegará ao fim. A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã já causou milhares de mortes, muita destruição e impactos na economia mundial, que vão além da alta no preço do petróleo. Mesmo quando as agressões cessarem, os efeitos ainda poderão ser sentidos. Entre eles, o controle do Estreito de Ormuz pelo Irã como ferramenta de pressão e barganha.O Direto ao Ponto conversou com o economista Gustavo de Moraes, professor da Escola de Negócios da PUC-RS, que ajuda a entender os impactos do conflito e como o Brasil e o Rio Grande do Sul podem reduzir os efeitos na economia nacional e local. O episódio tem roteiro e apresentação de Matheus Chaparini.
Vincenzo Susca"Bello da morire"L'arte e il pubblico dal kitsch al wowMimesis Edizioniwww.mimesisedizioni.itDa tre secoli l'arte scivola fuori dalle sue cornici per confondersi con la vita: dalle metropoli moderne alle avanguardie storiche, dalle esposizioni universali alla televisione, fino ai filtri di Instagram, alla skincare e alle vetrine digitali. Nel vortice che unisce kitsch, spettacolo e quotidianità, la bellezza esonda dalle gallerie, dai musei e dalle accademie in cui era custodita e si fa contagiosa, virale: copia e incolla, muta, prolifera, invade gli interstizi dell'esperienza. Diventa carne. È una bellezza gassosa, elettrica, algoritmica e, in fondo, tossica.Solleva la gente comune allo statuto di performer e trascina l'arte nel ritmo convulso dell'emozione pubblica, tra NFT, Labubu, cuoricini, botox e unicorni. Sgorga da luoghi inattesi – dalle strade ai feed, dai musei alle webcam passando per Dall-e e ChatGPT – trasfigurando corpi, immagini e oggetti, tanto da annientare il confine tra esistenza, arte, media e merce.Nel paesaggio febbrile di una tale estetica diffusa, dove ogni gesto è scena e ogni volto icona, la bellezza non consola né salva: seduce, altera, sacrifica. È gioia tragica, splendore effimero in cui il soggetto si dissolve nella performance, l'oggetto diventa feticcio, tutto vibra, lampeggia e si dissipa. In una sudorazione generalizzata, l'onda del "wow" – delirio estetico e apogeo porno del kitsch – sommerge tutto. Ogni distanza svanisce: restiamo a bocca aperta, stupefatti e spaesati. Ultima forma di verità dopo la Verità, siamo creatori e creature di un'arte inedita e inquietante, irresistibile e fatale. Bella da morire.Vincenzo Susca è professore ordinario di Sociologia dell'immaginario all'Università di Montpellier Paul-Valéry, dove integra il LEIRIS. Direttore della collana L'imaginaire et le contemporain per Liber éditions, collabora con diversi festival, centri di ricerca, gallerie e riviste. Recentemente ospite delle università PUCRS di Porto Alegre (2026), Carleton di Ottawa (2026) e Kookmin di Seul (2024), è l'autore di una serie di opere, tradotte in varie lingue, sul rapporto tra media, immaginario e vita quotidiana, fra le quali Transpolitica (2008, con D. de Kerckhove), Gioia tragica (2010), Pornocultura (2016, con C. Attimonelli) e Tecnomagia (2022). Ha curato molteplici manifestazioni artistiche e scientifiche e ha scritto, con A. Béhar, la pièce teatrale Angelus Novissimus.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, graduado em Sistemas de Informação, com especialização em Neurociência, Mestre e Doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Pesquisador do NIC.BR, Diogo Cortiz. Só vem! >> OUÇA (84min 09s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Diogo Cortiz da Silva é Professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e Pesquisador no NIC.br. Doutor e Mestre pelo Programa de Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com Doutorado Sanduíche pela Universite Paris I - Pantheon-Sorbonne, Especialista em Neurociência e Comportamento pela PUC-RS e MBA em Economia Internacional pela Universidade de São Paulo. Realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de Salamanca, Espanha, e foi pesquisador visitante no laboratório de Ciência Cognitiva da Queen Mary Universidade of London. Foi Chefe do Departamento de Computação, Proponente e Coordenador da Graduação em Design e Coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital. Atualmente suas pesquisas estão na área de Tecnologia, IA, Ciência Cognitiva e Design. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6494551464509082 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Crianças e adolescentes devem ter acesso a redes sociais? Em que condições? Esses questionamentos orientam discussões, projetos e leis mundo afora.Na Austrália, as redes são permitidas apenas após os 16 anos. No Brasil, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente – o Novo ECA Digital – determina que até esta idade, as contas em redes sociais precisam ser vinculadas às de um responsável legal. A lei, que traz ainda outras medidas de proteção, entra em vigor em 1º de março. Iniciativas semelhantes estão em debate ou implantação em outros países, como França, Espanha e Alemanha.Para te ajudar a entender mais sobre o tema, o Direto ao Ponto conversou com a psicóloga Indianara Sehaparini, doutoranda em Psicologia pela Ufrgs, e Avelino Zorzo, professor da Escola Politécnica da PUC-RS e coordenador do Grupo de Segurança da Informação da mesma universidade. A apresentação é de Matheus Chaparini.
No Outro Olhar de hoje, falamos com o reitor da PUCRS, Ir. Manuir Mentges. Abordamos os desafios de uma instituição que busca excelência preservando sua tradição e agregando inovação. Acompanhe.
Há muito tempo, a direita americana vive uma disputa interna feroz, mas nos últimos meses essa briga ficou escancarada. A entrevista de Tucker Carlson com Nick Fuentes, um nacionalista branco, antissemita e referência da alt-right, acendeu um alerta não só nos Estados Unidos, mas em vários países que costumam reverberar as tendências políticas americanas. De um lado, temos a direita institucional, que tenta manter distância do extremismo. Do outro, um ecossistema radicalizado que usa teorias conspiratórias, revisionismo histórico e antissemitismo como pilares de identidade. E essa disputa não fica só lá: ecos desse processo já aparecem aqui no Brasil, em influenciadores, grupos ultranacionalistas, conspiracionistas e até segmentos que tentam reempacotar discursos extremistas em linguagem de “patriotismo” ou de “anti-globalismo”A ascensão de Fuentes e sua influência entre parte da direita americana não é só sobre política nos EUA, é um alerta sobre como narrativas radicais podem se disseminar. No Brasil, especialmente nas últimas décadas, elegemos olhares cada vez mais polarizados, visões ultraconservadoras misturadas com nacionalismo, nostalgia autoritária, xenofobia, e até negação histórica. A pergunta é: será que há uma ponte intencional ou orgânica — entre essa “nova direita radical” dos EUA e centros extremistas ou influências similares no Brasil? Para conversar com a gente sobre o tema, nós convidamos o Renato Levin-Borges, mais conhecido como Judz, que é professor de Filosofia licenciado e bacharel pela PUC-RS, mestre em Educação pela UFRGS e doutor pela mesma instituição.
O que realmente acontece no cérebro durante uma crise epiléptica? Neste episódio do CCM Conecta, gravado durante o Brain Congress 2025, o neurologista Dr. André Palmini, Chefe do Serviço de Neurologia do Hospital São Lucas da PUCRS e referência em epilepsia, e a Dra. Clarissa Yasuda, Professora Livre-Docente da UNICAMP e coordenadora do projeto NeuroCOVID, explicam os mecanismos cerebrais que desencadeiam as crises.
#ConversaHumanista desta semana recebe o professor e pesquisador André Pase, da PUCRS, para entender como crianças se divertem no ambiente digital.Em 2015, jovens de todo o Brasil foram impactados pelo fim da TV Globinho, o programa infantil mais longevo da TV Globo, principal emissora de televisão aberta do país. O término da atração coincidiu com a promulgação da resolução n° 163 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), uma alteração na legislação que passou a restringir a publicidade voltada ao público infantojuvenil.Inicialmente as crianças migraram para plataformas como o YouTube e outros serviços de streaming e, mais recentemente, redes sociais como o Instagram e o TikTok, nas quais não apenas consomem – muitas vezes sem supervisão –, como também criam conteúdos. Para conversar sobre as mudanças dos hábitos de entretenimiento infantil na última década, o #ConversaHumanista recebe o professor e pesquisador André Pase, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), especialista em jogos digitais e pai de uma menina de cinco anos.Os repórteres Alberto Dabul e Ana Luiza Suarez – com produção de José Thiago Lemes, editor de Audiovisual – conduzem o sexto episódio da 14ª temporada do podcast. Ouça!
Na estreia da 14ª temporada do #ConversaHumanista, conversamos com o advogado e doutor em ciências criminais pela PUCRS, Andrei Schmidt, e com a professora de história da Faculdade de Educação da UFRGS, Caroline Pacievitch.Jair Messias Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, General Augusto Heleno, General Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e o Tenente-coronel Mauro Cid são julgados por tentativa de golpe de estado. Um ex-presidente da república e militares de alta patente respondem por crimes contra o estado democrático de direito. O caso está no holofote do mundo todo. O que isso pode acarretar para o futuro do Brasil? O que um julgamento como esse significa para a história do país? Ouça!Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.
O crescimento da tensão entre Estados Unidos e Venezuela nos últimos dias traz preocupação à América Latina. A situação envolve a oferta de uma recompensa pela prisão de Maduro e a mobilização de navios de guerra, de um lado, e a mobilização de milícias populares, de outro. A pressão de Trump sobre o governo de Maduro se dá ao mesmo tempo em que o presidente norte-americano busca interferir em assuntos internos do Brasil, com o tarifaço e a punição a autoridades brasileiras. O Direto ao Ponto conversa com João Jung, o professor de Relações Internacionais da PUC-RS, para entender o que representa essa tensão entre Venezuela e Estados Unidos no contexto dos conflitos globais, e como esse acirramento nas relações pode ter efeitos no Brasil. A apresentação é de Matheus Chaparini.
Neste episódio do CCM Conecta, gravado durante o Brain Congress 2025, discutimos como o uso de telas antes de dormir pode afetar profundamente o sono e o aprendizado das crianças. A conversa reúne Monica Andersen, professora da UNIFESP e diretora do Instituto do Sono, e Magda Lahorgue Nunes, neurologista infantil e professora da PUCRS, que explicam como a falta de sono de qualidade impacta o cérebro em desenvolvimento e o que pode ser feito para reverter esse cenário cada vez mais comum. Confira!
Neste episódio do Vamos de Vendas, exploramos como a prova social e a autoridade podem ser armas decisivas em vendas complexas. Recebemos Gustavo Ferreira, empresário, consultor de negócios, professor convidado da PUC-RS e autor best-seller de livros como Gatilhos Mentais e Copywriting: Palavras que Vendem Milhões. Com experiência em marketing no Brasil, Austrália, Canadá e Estados Unidos, Gustavo já gerou mais de 40 milhões em vendas para clientes e gerencia milhões em campanhas de publicidade online.
Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, vamos falar com você que tem um pequeno negócio, ou que está pensando em abrir um, ou mesmo se está em fase de crescimento e enfrentando os desafios da gestão. Vamos falar sobre um tema que ninguém gosta de enfrentar, mas que precisa ser discutido de forma clara: por que tantos pequenos negócios quebram — e como evitar esse destino. Cerca de seis a cada dez empresas que nascem no Brasil não conseguem sobreviver após cinco anos, de acordo com dados divulgados por pesquisas do IBGE. E as razões para esse fechamento precoce nem sempre têm a ver com falta de esforço ou dedicação dos empreendedores. Muitas vezes, o problema está em decisões mal planejadas, falta de preparo, ou mesmo em armadilhas que parecem inofensivas no começo — mas que, com o tempo, viram verdadeiras bombas-relógio. E é sobre essas armadilhas que a gente vai conversar hoje. E, principalmente, saber como evitá-las. Para nos ajudar nessa missão, temos duas convidadas super especiais, que vão olhar pra esse tema por duas lentes complementares: Patrícia Palermo, economista-chefe da Fecomércio-RS, referência em economia e comportamento de consumo. Ela vai nos ajudar a entender as causas mais estruturais que afetam os pequenos negócios, como o descontrole financeiro, a má precificação e os impactos do cenário econômico. E Ana Cecília Bisso Nunes, coordenadora do Idear — o Laboratório Interdisciplinar de Empreendedorismo e Inovação da PUCRS. A Ana vai trazer uma perspectiva prática sobre como empreender com segurança, falando de planejamento, testes, validação de ideias e até do risco de empreender baseado apenas em paixão, sem estratégia
Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos com Karol Amorim, Profissional de comunicação com mais de 15 anos de experiência em ESG, relações comunitárias e responsabilidade social.Pós-graduada em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global pela PUCRS, é fluente em português, inglês e espanhol. Ao longo da carreira, desenvolveu projetos sociais inovadores com uso de plataformas digitais, leis de incentivo e redes culturais locais. Possui ampla vivência com comunidades tradicionais, como quilombolas e indígenas no Brasil e no Alasca, promovendo o respeito às culturas e aos direitos. Conversamos sobre o que significa ter um bom relacionamento com a comunidade e por que isso é importante, quais são os principais desafios ao tentar construir um vínculo com a comunidade local e muito mais. Criação de Arte: Raul CadenaParticipação:AlcoaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrMentoria - Roberta Azevedo - https://robertacavalcante.com.br/inscreva-se/ - @robertac.azevedo http://www.vptransportes.com.br/É com orgulho que anunciamos o lançamento da loja oficial do Podcast da Mineração! https://reserva.ink/podcastdamineracaoConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"
Quer aprender sobre carreira, marketing, negócios, inovação e muita motivação?Você vai conhecer a história do Fernando Sabino.Fernando é natural de Araranguá (SC), formado em Ciências Contábeis pela Unisul e especialista em Gestão de Pessoas e Carreiras pela PUC-RS. Atua como diretor da ACIVA (Associação Empresarial do Vale do Araranguá), onde contribui ativamente para o fortalecimento do ecossistema empresarial da região.É fundador do Clube 9doze, uma comunidade exclusiva de empresários e líderes que já impactou mais de 3 mil vidas por meio da liderança consciente, encontros estratégicos e uma cultura de crescimento intencional. No 9doze, negócios, desenvolvimento humano e conexões se transformam em movimento real.Também idealizou e lidera o Empreende SC, considerado o maior evento de negócios e inovação do Sul Catarinense, reunindo anualmente milhares de empreendedores, especialistas e marcas que constroem o futuro da economia regional.Mas também, irá conhecer Diego dos Santos: Diego é comunicador, apresentador e empreendedor da área de comunicação estratégica. Está à frente do irreverente Programa do Avesso, na Rádio Som Maior, há mais de 3 anos, e comanda o Tá On Podcast há 4 anos, dois espaços que misturam informação, humor e conversas profundas com personalidades do Sul Catarinense e além.É sócio proprietário da Legado Comunicação, agência especializada em comunicação institucional, com foco nos setores industrial e público. Acredita que marcas fortes se constroem com propósito, narrativa clara e presença verdadeira, seja no digital ou no offline.Apaixonado por esporte e entretenimento, também brinca de narrar jogos de futebol, levando emoção e criatividade a cada lance. Além disso, é um dos idealizadores e sócios do Içara em Brasa, o Festival de Churrasco de Santa Catarina, um evento que une gastronomia, cultura e experiências marcantes.Versátil, criativo e sempre pronto para novas oportunidades, Diego usa sua voz, visão e vivência para conectar ideias, pessoas e marcas de forma inteligente e inesquecível.Não fique de fora dessa!
As ideologias de ódio contra as minorias se reinventam. Na história e no tempo, sempre há um suposto grande culpado por tudo - o famoso bode expiatório. Em um período importante da história, esses foram os judeus, essa é a tônica do antissemitismo. Mas, é possível falar de uma gramática antissemita, por exemplo, sem falar de judeus? Pode haver um contexto em que há uma lógica antissemita, mas que as principais vítimas não sejam judeus?Se ontem o judeu era o principal alvo no imaginário nazista, quem são os judeus no imaginário neofascista hoje? E qual deve ser a principal pauta da luta antifascista? Nosso convidado hoje, que tem debatido o tema em suas redes sociais, é o Renato Levin-Borges, mais conhecido como Judz, que é professor de Filosofia licenciado e bacharel pela PUC-RS, mestre em Educação pela UFRGS e doutor pela mesma instituição.
O choque geracional já é uma realidade e as organizações estão na linha de frente dessa transição. Enquanto a Geração Z chega com sua influências, costumes e ambições, boa parte das empresas reage de maneira conservadora. Nessa disputa, quem vai ceder? Dado Schneider, um dos maiores especialistas brasileiros em comportamento, sociedade e novas gerações, sinaliza quais as transformações que esse conflito invisível deve proporcionar. Conteúdo patrocinado DESENVOLVIMENTO Estude na maior rede de ensino técnico do Brasil e construa seu diferencial no mercado de trabalho https://adm.to/42BqNrS ESPRESSO QUENTINHO Quer ter um café premium no seu escritório? Conheça a assinatura Nespresso Professional https://adm.to/4j4vP7a Sobre o entrevistado Dado Schneider escritor, palestrante e publicitário com três décadas de estrada. No auge da propaganda no Brasil, trabalhou em grandes agências, como DM9, Ogilvy, MPM, entre outras. Além de ter sido consultor de grandes empresas, foi executivo da CLARO e um dos criadores da marca. Dado é pós-Graduado em Marketing pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre e Doutor em Comunicação pela PUC/RS. Nos últimos anos, palestra sobre as suas pesquisas sobre comportamento das novas gerações e foi considerado pelo site Buzzfeed como "palestrante imperdível da Campus Party", de onde também é Embaixador.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse episódio foi gravado em um evento exclusivo para nossos clientes e parceiros. A Fabiana Gutierrez, CEO e cofundadora de Carlotas recebeu a Marcela Vavassori (psicóloga), Lilian Ferrari (Petrobrás), e Flávia Vianna (Pacto Global | Brasil). Foi uma conversa sobre como as empresas podem se adequar as atualizações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) e garantir um ambiente de trabalho mais seguro e respeitoso para todas as pessoas colaboradoras.Assista com legenda e LIBRAS aqui: https://youtu.be/FYhZX_fEB4EAcesse nosso Guia de Saúde Mental e Atualizações da NR-1: https://empresas.carlotas.com.br/guias-e-materiaisE o portfólio sobre o tema: https://qrco.de/bfhyWrFlavia ViannaFlávia é carioca, mestre em administração pública pela FGV, pós-graduada em gestão estratégica pela C.E.S.A.R. School e gestão de risco pela UFF, graduada em economia e serviço social. Em 2004 fez sua transição de carreira da área financeira para atuar com impacto social. No Pacto, lidera os temas relacionados aos ODS 3 - Saúde e Bem-estar e 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico. Acredita no potencial humano, no poder transformador do conhecimento e no trabalho colaborativo para criar uma sociedade mais justa, saudável e sustentável.Lilian FerrariEntusiasta do cuidado, atua há 23 anos na Petrobras com desafios da saúde no trabalho, promovendo práticas inovadoras e sustentáveis. Embaixadora do Movimento Mente em Foco do Pacto Global da ONU e reconhecida pelo envolvimento das lideranças com a saúde mental. PhD em ecologia e saúde ambiental pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), bacharel em enfermagem, mestre em tecnologias em saúde e pesquisadora da FP-ENAS, com publicações internacionais na saúde do trabalhador.Marcela Vavassori Psicóloga apaixonada por ajudar pessoas a viverem com mais leveza e autenticidade. Com 20 anos de experiência em Desenvolvimento Humano e Organizacional, atuou em temas como clima, cultura, engajamento e educação corporativa, além da gestão de times. Graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2004), possui Especialização em Psicologia Clínica pela PUC-RS e está cursando Pós-Graduação em Psicologia Baseada em Evidências: Terapias Cognitivo-Comportamentais. Em processo de certificação em Psicopatologia e certificada no Método Barrett - Culture Transformation Tools.
As notícias relacionadas ao meio ambiente costumam não ser das mais animadoras – e em 2024, não foi diferente. Com os alertas sobre o aquecimento global, as mudanças do clima e a degradação da biodiversidade cada vez mais graves, parece difícil olhar para o futuro com otimismo – mas o ano que chega ao fim também foi marcado por uma série de fatos positivos. Lúcia Müzell, da RFI em ParisNo Brasil, em meio a catástrofes como as enchentes históricas no Rio Grande do Sul ou a seca recorde na Amazônia, a notícia da forte redução do desmatamento traz esperança. Os últimos dados oficiais, revelados em novembro pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam para uma queda anual de 30,6% do desmate da Amazônia em relação ao período anterior, entre 2022 e 2023. Foi o melhor resultado em nove anos, no bioma. Já no Cerrado, a diminuição foi de 25,7%.A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, celebrou os avanços, mas indicou que muito ainda resta a ser feito. “É claro que quando você faz um esforço e consegue um resultado significativo, cada vez mais os esforços vão ficando mais complexos, mais difíceis. Nós ainda temos muito o que evitar de desmatamento até alcançarmos o desmatamento zero. Esse é um esforço em equipe: 19 ministérios trabalhando juntos, e cada vez mais, daqui para a frente, vamos precisar dos ministérios da dinâmica do desenvolvimento, olhando para agricultura, a energia, o transporte”, salientou. “É isso que vai fazer com que o desmatamento tenha uma queda consistente, e não apenas por ação de comando e controle. Mas é muito animador e gratificante verificar que, mesmo com todas as dificuldades, é possível ter política pública que faça o enfrentamento. É assim que quem não é negacionista faz política pública.”Os dados fortalecem a posição do Brasil como presidente da próxima Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP30, que acontecerá em 2025 na cidade de Belém, no Pará. Trinta e três anos depois da Rio92, o país estará de novo no centro das atenções nas negociações climáticas. Na COP30, os países deverão estabelecer novos objetivos de redução de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento anormal do planeta.Brasileira à frente da Autoridade Internacional dos Fundos MarinhosNo ano que passou, a atuação do Brasil na diplomacia ambiental rendeu frutos: em agosto, a oceanógrafa e diplomata Leticia Carvalho foi eleita secretária-executiva da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), braço das Nações Unidas sobre o tema. A sua nomeação trouxe um vento de renovação à entidade, que estava com a credibilidade atingida pela gestão do secretário-executivo anterior.Leia também‘Relevância' de minerais do fundo mar para a transição será decidida pelos países, diz brasileira na ONULeticia Carvalho tem à frente um desafio histórico: obter o consenso dos 168 membros da ISA para a definição de um código da mineração no fundo do mar, já no seu primeiro ano de mandato. Mais de 30 países, como Brasil, França, Suécia ou Guatemala, exigem uma moratória completa das prospecções nessas imensas áreas submarinas, enquanto o impacto ambiental da atividade não for esclarecido pela ciência, de modo independente. Do outro lado, o lobby industrial tem pressa.“Certamente vou levantar-me na defesa de um secretariado muito mais ativo, que busque preencher as lacunas de informação existentes entre os diferentes Estados-membros, ajudando-os a tomar decisões informadas sobre a mineração em água profunda”, disse Carvalho à RFI, em setembro. “No que diz respeito a essas áreas além da jurisdição nacional, eu queria ressaltar que é responsabilidade primária dos Estados decidir coletivamente a melhor forma de equilibrar necessidades de proteção e preservação do meio ambiente marinho e o interesse do uso comercial dos recursos do leito marinho. Não houve mudança no cronograma até agora, então estamos todos observando e trabalhando no sentido da conclusão em 2025”, apontou.“Vovós pelo clima” têm vitória judicial inéditaEssas negociações internacionais costumam ser lentas e causam apreensão e revolta nas populações atingidas pelas mudanças do clima, que não esperam para avançar. Em 2024, o planeta bateu, de novo, o recorde de ano mais quente já registrado e, pela primeira vez, o mundo experimentou o que significa ter temperaturas 1,5C acima das medições no período pré-industrial. Este é o limite de aquecimento que o Acordo de Paris busca garantir – mas, para isso, os países precisarão fazer a sua parte.Um grupo de idosas suíças decidiu cobrar na justiça que o pequeno país europeu faça mais para combater as mudanças do clima, e teve uma vitória inédita. Em abril, a Suíça foi condenada por inação climática e violação dos direitos humanos pelo Tribunal Europeu de Direitos Humanos. A sentença gera jurisprudência e aumenta a pressão sobre os 46 Estados membros do Conselho da Europa.A Corte em Estrasburgo considerou que Berna não está respeitando os seus compromissos assumidos nos acordos internacionais sobre o tema. As 2,5 mil “vovós suíças”, reunidas no coletivo Idosas pelo Clima, alegaram que o aquecimento global já atinge a sua saúde e as ondas de calor, mais frequentes, as colocam em risco de morte.Anne Mahrer, copresidente da entidade, prometeu manter a pressão para a Suíça aplicar a decisão. Entre as medidas necessárias, ela cita a redução do impacto ambiental da construção civil e dos transportes e o fim das energias fosseis, mas também “visar a atuação do sistema financeiro, que continua financiando essas indústrias poluentes”.“São 300 páginas onde está escrito muito claramente tudo que é preciso colocar em prática e que não é feito. Um país como a Suíça não ter orçamento climático, nem objetivos claros para chegar à neutralidade de carbono em 2050, é inacreditável”, disse Mahrer à RFI, em abril. “Um país rico, industrializado há tantas décadas, deveria ser exemplar – e não é. Quem paga mais caro são os países do sul, que menos contribuíram para a catástrofe”, complementou.Reino Unido abandona a energia a carvãoEntre as economias ricas, o Reino Unido deu um exemplo importante: tornou-se o primeiro a se livrar da energia a carvão. A primeira termelétrica do mundo foi aberta justamente em Londres, em 1882. Agora, o país inova mais uma vez ao ser pioneiro no fim da energia mais poluente.A central de Ratcliffe-on-Soar será desmantelada antes do fim da década, para dar lugar a um "centro de energia e tecnologia livre de carbono". O fechamento é um passo fundamental para o cumprimento da promessa britânica de chegar em 2030 com 100% da energia neutra em emissões de CO2 e equivalentes, responsáveis pelo aumento anormal da temperatura na Terra. Até os anos 1980, o carvão representava 70% do aporte de eletricidade do país, mas caiu drasticamente a partir dos anos 2010 – graças, em um primeiro momento, à substituição pelo gás natural do Mar do Norte e, depois, por centrais eólicas e solares.Essa virada foi resultado da Lei de Energia do governo do então primeiro-ministro conservador David Cameron, que limitou a atratividade dos investimentos em fontes fósseis, em especial o carvão, ao mesmo tempo em que estimulou a produção de energias limpas. Hoje, o gás – das fontes fósseis, a menos poluente – representa cerca de um terço da matriz energética britânica. Outro terço vem do petróleo e o restante é dividido entre nuclear e renováveis (17%).“O uso do carvão é problemático na maior parte dos países do mundo, principalmente nos do G20, onde a Índia e a China ainda dependem muito dele. Os Estados Unidos o substituíram por gás natural, mas eles tinham 40% de matriz de carvão, que por sinal é a média mundial. O carvão ainda é muito presente, é uma fonte barata de energia e vai ser uma dificuldade grande continuar tirá-lo de vários desses países”, antecipa Ricardo Baitelo, gerente de projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), de São Paulo, e doutor em planejamento energético.Na cúpula do G7 deste ano, as sete economias mais desenvolvidas do globo se comprometeram a eliminar estas usinas até 2035.Outra boa notícia é que, na China, de longe a maior emissora de CO2 do planeta, mais de um quarto da energia consumida já é de fontes descarbonizadas – ou seja, renováveis e nuclear. Um relatório apresentado por Pequim informou que, na última década, estas fontes passaram de 15,5% para 26,4% do mix energético chinês. O país promete estabilizar ou começar a diminuir as suas emissões em 2030.Ansiedade climática abala confiança no futuro, mas pode mover açãoNo cenário global, o ritmo da transição para uma economia de baixo carbono caminha a passos lentos demais, diante do problema. Nas conferências ambientais deste ano, as cifras de financiamento climático oferecidas para os países em desenvolvimento enfrentarem as mudanças do clima decepcionaram. Os países não conseguiram chegar a um consenso sobre como implementar medidas para preservar a biodiversidade ou evitar o aumento das secas, que elevam os riscos de desertificação dos solos. Também adiaram a adoção de um tratado mundial para evitar a poluição por plásticos.Este contexto leva milhões de pessoas pelo mundo, principalmente as próximas gerações, a sofrerem do que a ciência já classifica como “ecoansiedade” ou “ansiedade climática”: o impacto da crise do clima na saúde mental. Um estudo de referência de 2021 da revista Lancet indicou que quase 60% dos jovens interrogados em 10 países, entre eles o Brasil, sentem-se preocupados ou extremamente preocupados com o futuro em um mundo mais quente. Outra pesquisa, publicada por cientistas da Yale-NUS College, em Singapura, revelou o quanto essa preocupação afeta os planos dos jovens de terem filhos.O coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Trauma e Estresse (Nepte) da PUC do Rio Grande do Sul, Christian Kristensen, trabalhou no apoio psicológico às vítimas das enchentes no Estado este ano, em uma das catástrofes climáticas mais graves já vistas no Brasil.“Já há alguns levantamentos iniciais para mapear a ocorrência desses problemas na população gaúcha, mas há também muitos estudos internacionais, em outras situações de enchentes, que nos sinalizam que esses problemas podem persistir 12, 24 ou até 36 meses”, afirma. “Quando a gente passa por evento climático extremo, isso obviamente mexe muito com as pessoas e pode até alterar a perspectiva de futuro. Isso está relacionado ao aumento das manifestações de ansiedade climática”, observa o professor da PUCRS.Alguns pesquisadores sobre o tema avaliam que a ecoansiedade é um motor de ação: quem não se preocupa não muda os seus hábitos, nem batalha para que os avanços no enfrentamento do problema sejam maiores. Mas, ao mesmo tempo, Kristensen salienta a importância do acesso a informações positivas em meio a um assunto marcado por más notícias.“Quando nós estamos num certo grau de ansiedade significa que nos importamos e isso pode nos mover positivamente na vida. Pode impulsionar a pessoa a se engajar em ações sociais, comunitárias. O problema é quando ela se torna algo tenso, paralisante, e acaba trazendo sofrimento e muitos prejuízos na vida da pessoa”, diz o especialista em trauma.“Existem vários exemplos, e é importante as pessoas saberem e os veículos de comunicação divulgarem, os exemplos positivos tanto de ações individuais, quanto coletivas, comunitárias, que podem transformar esse sentimento de ansiedade e preocupação em uma coisa muito positiva, ao criar um senso de coletividade, de pertencimento”, ressalta Kristensen. “É muito importante a gente se dar conta de que é óbvio que a ação humana sobre o clima é algo inegável, mas nós ainda temos possibilidades de ter ações transformadoras.”Fim de plásticos na África, camada de ozônio se recuperandoOutras boas notícias para o meio ambiente em 2024 no ano foram que a Austrália proibiu a exploração de uma reserva de urânio, uma das maiores do mundo, situada sob uma zona do povo aborígene Mirrar. A reserva fica nas proximidades do Parque Nacional de Kakadu, tombado patrimônio mundial da humanidade.A Nigéria, potência africana, adotou o fim dos plásticos descartáveis na capital, Lagos. Desde janeiro, os comerciantes são obrigados a oferecer alternativas reutilizáveis às sacolas plásticas, por exemplo. Medidas como esta se generalizam pelo continente, onde 34 países já adotaram algum tipo de proibição ou legislação para limitar os plásticos, derivados do petróleo.Leia tambémPor que apenas 9% dos plásticos no mundo são reciclados?Pelo mundo, também proliferaram as iniciativas para controlar o turismo de massa, fonte de poluição e emissões de CO2. De Veneza ao Himalaia, passando por Barcelona, diversas cidades adotaram medidas para compensar o efeito nefasto do turismo excessivo para o meio ambiente.E uma notícia animadora sobre a atmosfera: a concentração do gás HCFC, utilizado em aerossóis e na refrigeração, está baixando mais rapidamente do que os cientistas previam. Um relatório da universidade de Bristol, publicano na revista Nature Climate Change, mostrou que o cumprimento dos compromissos internacionais para reduzir o uso deste gás, nocivo para a camada de ozônio que protege a Terra do sol, resultou em um verdadeiro sucesso.O caso ilustra o quanto a cooperação internacional é fundamental para a preservação da vida no planeta. Segundo as últimas estimativas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), publicadas em 2023, a camada de ozônio, alvo de um protocolo de proteção adotado em 1987, deve se reconstituir plenamente nas próximas quatro décadas.
O convidado do programa Pânico dessa quinta-feira (17) é Sandro Magaldi. Sandro Magaldi é professor e palestrante. Lecionou em instituições como ESPM, Fundação Dom Cabral e PUC-RS, além de ter apresentado centenas de palestras para grandes organizações, impactando centenas de milhares de pessoas. Atualmente, é conselheiro do projeto social Gerando Falcões e autor de diversos artigos publicados em revistas de negócios. Pós-graduado pela ESPM, possui mestrado em Administração pela PUC-SP. Magaldi é coautor do best-seller “Gestão do Amanhã”, que está em sua 15ª edição, e responsável por outras nove obras, incluindo "Estratégia Adaptativa", "O Novo Código da Cultura" e "Liderança Disruptiva". No total, seus livros já superaram a marca de 900 mil unidades vendidas. Sua mais recente obra é "A Estratégia do Motor 2 de Crescimento". Sandro Magaldi também é cofundador do meuSucesso.com, uma das principais plataformas de empreendedorismo do Brasil. Com mais de 30 anos de experiência em liderança e vendas, Sandro ocupou cargos executivos de destaque, como Diretor Comercial da HSM. Em sua trajetória, trabalhou diretamente com alguns dos maiores pensadores globais de gestão, como Philip Kotler, Michael Porter e Jack Welch. Como comentarista, o programa traz Junior Masters (Redpill), produtor de conteúdo e host do Redcast.
Carlos Hoyos, business advisor, coach executivo global sênior, membro da Forbes Coaches Council, CEO/Founder do Elite Leader Institute e host do Podcast Líder de Elite, conversou ao-vivo com João Luiz Pasqual, Coach, Mentor e Conselheiro. Neste episódio do podcast Líder de Elite, trazemos um olhar profundo sobre a importância da ética no coaching, com João Pasqual, um coach internacional com vasta experiência. Ele compartilha como princípios éticos podem guiar decisões críticas no coaching, trazendo histórias pessoais que revelam a importância da transparência e da integridade. Se você deseja explorar como a ética pode transformar a liderança e o coaching, este episódio oferece aprendizados valiosos. Sumário do episódio: ◾ A importância dos valores familiares na carreira de um coach.◾ A transição de carreira de executivo bancário para coach.◾ Feedback contínuo é essencial para desenvolver lideranças.◾ O impacto da aposentadoria e a busca por uma nova identidade.◾ Erros e aprendizados iniciais no coaching com grandes executivos.◾ O coach como facilitador do desenvolvimento de novas competências.◾ A ética no coaching protege tanto o coach quanto o cliente.◾ Reflexões sobre autorregulação e ética no mercado de coaching.◾ Transparência e alinhamento nas expectativas entre coach e cliente. João Luiz Pasqual é matemático e possui MBA em Comércio Internacional pela FIA, com extensão na Université Pierre Mendes, França. Tem formação em Coaching pela ICI, com certificação da ICF, e é mestre em Consulting and Coaching for Change pelo INSEAD, França. É membro da ICF, foi presidente da ICF Brasil de 2015 a 2018, e fundador da ICF São Paulo. Trabalhou por 34 anos em Tesouraria e Operações de Trade Finance, incluindo 8 anos em Londres e Luxemburgo, e foi Diretor Executivo em grandes bancos por 18 anos. Credenciado na metodologia Inner Game por Tim Gallwey, é Conselheiro certificado pelo IBGC desde 2008, e atuou como Diretor Executivo de Pessoas em uma multinacional de telefonia entre 2010 e 2011. Pós-graduado em Psicologia Positiva pela PUC-RS (2023) e Conselheiro Consultivo pela Board Academy. Atualmente, é Vice-presidente de desenvolvimento do Conselho de Ética da ICF nos EUA. https://cw4u.com.br #podcast #liderança #coaching #etica #integridade #governança
Falam sobre a peça "O que Só Sabemos Juntos", que será apresentada de quinta a sábado no Salão de Atos da PUCRS com todos os ingressos já esgotados. Com 60 anos de carreira, Tony Ramos vai receber o prêmio Mérito Cultural na sexta-feira
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Alexandre Ribas, CEO da Falconi, maior consultoria brasileira de gestão empresarial e de pessoas, e professor convidado da PUC-RS. Ele fala sobre a urgência de se investir em infraestrutura no Brasil e explica qual seria, na sua ótica, o papel da iniciativa privada. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pós - Doutor Em Democracia E Direitos Humanos E Professor De Direito Da PUC - RS, Marcelo Peruchin by Rádio Gaúcha
Gustavo Ferreira explica como desenvolver estratégias de marketing funcionais, como se destacar em seu mercado e quais as maneiras para comunicar o seu valor. Conteúdo patrocinado MOVIDA Saiba como reduzir os custos com gestão de frotas na sua empresa em até 30% https://adm.to/movida2 MARKETING Aprenda automação de Marketing na prática e com especialistas. Agende uma demo do RD Station Marketing agora mesmo https://adm.to/rd_podcast Sobre o entrevistado Gustavo Ferreira é empresário, consultor de Negócios e Marketing com clientes no Brasil, Austrália, Canadá e Estados Unidos. É escritor, palestrante e professor convidado da PUC-RS para cursos de especialização e MBA em Marketing, sobre o tema Gatilhos Mentais. Ele foi o primeiro escritor brasileiro a abordar as técnicas de persuasão dos gatilhos mentais em seu livro Gatilhos Mentais, que já vendeu mais de 220 mil cópias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Inverno demanda cuidados contra doenças como pneumonia. Hospitais estão atentos a um possível aumento de casos. Em Porto Alegre, o Hospital Moinhos de Vento, por exemplo, registrou 431 altas de internações entre janeiro e julho deste ano, aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano passado.
Chefe do Serviço de Geriatria do Hospital São Lucas da PUCRS, geriatra Maria Cristina Berleze // esquisa do New York Times apontou as questões que mais preocupam pessoas na faixa dos 40 anos. Questionamentos passam por aumento de peso, dores pelo corpo, diminuição do desejo sexual e problemas de memória
Coordenador Do Grupo De Segurança De Sistemas Da PUCRS, Avelino Zorzo - 19/07/2024 by Rádio Gaúcha
Impacto do aumento da salinização da Lagoa dos Patos.
Economistas Adalmir Antônio Marchetti, da Pucrs e João Fernandes, da Quantitas - 05/07/2024 by Rádio Gaúcha
O Gaúcha Atualidade recebe os economistas Adalmir Antônio Marchetti, professor da Pucrs, e João Fernandes, da Quantitas, para discutirem sobre a possibilidade de baixar a taxa de juros no Brasil e conter a variação do dólar. O programa traz ainda reportagem do GDI com nova etapa da operação Capa Dura, em etapa que investiga aquisições da Smed de Porto Alegre. A vitória do partido trabalhista no Reino Unido também é repercutida, com o comentarista Rodrigo Lopes.
Hoje vamos conversar com Thiago Braga, especialista em História da Guerra e Ciências Humanas: História, Filosofia e Sociologia pela PUCRS, Literatura Europeia e Língua Inglesa pela PUC Rio, colunista, youtuber e criador dos canais Brasão de Armas e Impérios AD.
Fala sobre o Colóquio de Bioética, Neuroética e Ética da IA que começa na segunda-feira.
Assine o Café Brasil em https://canalcafebrasil.com.br No episódio de hoje temos Gustavo Succi, que já esteve no LíderCast em 2017. Na ocasião ele tinha um sonho: montar uma empresa capaz de oferecer conhecimento e assistência a empreendedores e empresários, na gestão de seus negócios. Sete anos se passaram e hoje Gustavo é o CEO da CMJ – Conselho Mudando o Jogo, pioneiro como o primeiro Conselho Compartilhado do mundo e a maior operação de Board as a Service no Brasil. Com mais de 2.300 horas de experiência como conselheiro profissional, Gustavo é um publicitário formado pela PUC-SP, e suas habilidades estendem-se ao papel de professor convidado no MBA em Gestão e Inovação da PUCRS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assine o Café Brasil em https://canalcafebrasil.com.br No episódio de hoje temos Gustavo Succi, que já esteve no LíderCast em 2017. Na ocasião ele tinha um sonho: montar uma empresa capaz de oferecer conhecimento e assistência a empreendedores e empresários, na gestão de seus negócios. Sete anos se passaram e hoje Gustavo é o CEO da CMJ – Conselho Mudando o Jogo, pioneiro como o primeiro Conselho Compartilhado do mundo e a maior operação de Board as a Service no Brasil. Com mais de 2.300 horas de experiência como conselheiro profissional, Gustavo é um publicitário formado pela PUC-SP, e suas habilidades estendem-se ao papel de professor convidado no MBA em Gestão e Inovação da PUCRS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesse #vAPODN vocês estão convidados a explorar o universo desse magnífico felino sul-americano: Leopardus geoffroyi, mais conhecido como gato-do-mato-grande. Conduzido pela maravilhosa Dra. Miriam Perilli, este episódio apresenta uma entrevista SENSACIONAL com a grande pesquisadora Dra. Flavia Tirelli, especialista no estudo e conservação de pequenos felinos. Ao longo da conversa, os ouvintes são imersos nas particularidades do comportamento, habitat, dieta e desafios de conservação enfrentados pelo gato-do-mato-grande. Dra. Tirelli compartilha suas experiências de campo, revelando detalhes intrigantes sobre a ecologia e o papel vital que esses felinos desempenham nos ecossistemas em que habitam. Além disso, os ouvintes têm a oportunidade de entender as ameaças enfrentadas por essa espécie, como a perda de habitat e a fragmentação do território, e como cientistas e conservacionistas trabalham arduamente para proteger e preservar esses animais incríveis para as futuras gerações. Por meio de histórias cativantes e informações valiosas, este episódio do "Que bicho é esse?" não apenas educa, mas também inspira um maior apreço e cuidado pela biodiversidade selvagem, destacando a importância de proteger espécies como o gato-do-mato-grande para manter o equilíbrio dos ecossistemas em todo o continente sul-americano. Flavia Tirelli possui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)(2007), mestrado em Biologia Animal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010) e doutorado em Zoologia pela PUCRS (2017). Foi bolsista de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial - DTI - CNPq (2012), trabalhando com polinizadores nativos para o aumento de produção de culturas. Fez doutorado com ecologia de felídeos no bioma Pampa, orientada pelo o Prof. Eduardo Eizirik, e durante seu doutorado sanduíche, na University of Oxford, junto ao grupo WildCRU foi orientada pelo Prof. David W. Macdonald. Foi pós doc com bolsa Capes PNPD, atualmente voluntária, junto ao Bird and Mammal Evolution, Systematics and Ecology Lab, na UFGRS, coordenado pela Prof. Maria João Pereira. Possui experiência em ecologia e conservação. Principal foco investigativo ecologia e conservação de mamíferos carnívoros, especialmente felídeos. Flávia é membro do Instituto Pró-Carnívoros, assessora de felídeos silvestres do Instituto Curicaca, membro do GAT no PAN dos Pequenos Felinos e no PAT Campanha Sul e Serra do Sudeste. Além disso, Flávia atua como coordenadora de táxon (Felidae) para a definição do status de conservação dos carnívoros brasileiros (CENAP-ICMBio) e é a coordenadora do Geoffroys Cat Working Group (uma rede internacional de conservação do gato-do-mato-grande e de seus hábitats). É membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Mastozoologia (2021-2024) e do Cat Specialist Group/IUCN. Artigos citados no episódio: Tirelli, F.P, Trigo, T.C., Trinca, C., Albano, A.P.N., Mazim, F.D., Queirolo, D., Espinosa, C.C., Soares, J.B., Pereira, J. A., Crawshaw, Jr., P.C., Macdonald, D.W., Lucherini, M., Eizirik. (2018).Spatial organization and social dynamics of Geoffroy's cat in the Brazilian pampas, Journal of Mammalogy, 99(4),859–873, https://doi.org/10.1093/jmammal/gyy064 Tirelli, F.P., Mazim, F.D., Crawshaw, P.G. et al. (2019).)Density and spatio-temporal behaviour of Geoffroy's cats in a human-dominated landscape of southern Brazil. Mamm Biol 99, 128–135 . https://doi.org/10.1016/j.mambio.2019.11.003 Trigo, T. C., Tirelli, F. P., Machado, L. F., Peters, F. B., Indrusiak, C. B., Mazim, F. D., ... & de Freitas, T. R. O. (2013). Geographic distribution and food habits of Leopardus tigrinus and L. geoffroyi (Carnivora, Felidae) at their geographic contact zone in southern Brazil. Studies on Neotropical Fauna and Environment, 48(1), 56-67. Trigo, T. C., Tirelli, F. P., de Freitas, T. R., & Eizirik, E. (2014). Comparative assessment of genetic and morphological variation at an exten...
O vídeo que você verá a seguir se trata de uma conversa um pouco diferente do que costumam ver por aqui. É um bate-papo do podcast FL Cast, do Fórum da Liberdade, sobre a minha trajetória, as ideias que me guiam, e claro, um pouco sobre economia e liberdade, temas que estão sempre presentes no que faço. A entrevista foi conduzida pela Fernanda de Gasperin e Matheus Gonzalez, membros do Instituto de Estudos Empresariais. Estamos nos aproximando do próximo Fórum da Liberdade, que acontece nos dias 4 e 5 de abril, na PUC-RS. Esse evento é uma celebração da defesa da liberdade e de uma sociedade justa e próspera, do debate e da troca de ideias. Não deixem de conferir todos os detalhes pelo link fixado nos comentários. Espero que gostem do papo. Até breve!
Odilon Duarte, Coordenador do Curso de Engenharia de Energias Renováveis da PUCRS - 19/01/2024 by Rádio Gaúcha
INSIDER: https://www.insiderstore.com.br/LutzP... e use o cupom LUTZ12 para 12% de desconto em todo site Fernando Miguel é Nutricionista (UFT), especialista em Psicologia positiva, Ciência do Bem-Estar e Autorrealização (PUCRS), pós-graduado em Nutrição Clínica e Esportiva (UNIMONTES) e pós-graduando em Análise do comportamento - ABA (IEPSIS). @fernandompt Como fiz mais de 1 milhão de reais no YouTube fazendo o que eu amo: https://dominando.co/dyt AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: hhttps://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL LINKS DO EPISÓDIO: Insta do Fernando: https://www.instagram.com/fernandompt Canal do Fernando: https://www.youtube.com/@fernando.miguel Masterclass: A Ordem das Coisas: https://fernandomiguel.com.br/masterclass-aoc/ Agende sua Consulta: https://linktr.ee/fernandompt Pequeno tratado das grandes virtudes: https://amzn.to/3RV8Qip O cavaleiro preso na armadura: https://amzn.to/3HfRlV7 Por que nós dormimos: https://amzn.to/3vrMpKh O ato criativo: https://amzn.to/4aOGnDM Social: https://amzn.to/48GBPxy Walden: https://amzn.to/41TSuv3 PUBLICIDADE: Entre em contato: comercial@lutzpodcast.com REDES SOCIAIS: Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzlobo Instagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
Museu da PUCRS lança colônia de férias para "pequenos cientistas"
Saúde mental não se trata apenas da ausência de doenças mentais. O cuidado integral do ser em sua totalidade reflete em sua saúde mental. Nesta conversa, recebemos o Dr. Diogo Lara, psiquiatra, ex-professor da PUC-RS e criador do aplicativo Cíngulo, que nos conta sobre sua missão pessoal de levar saúde mental e bem-estar à todos, buscando uma transformação não só individual, mas também coletiva. Sérgio, Paula e Diogo conversam sobre temas profundos e importantes relacionados à saúde mental e ao bem-estar emocional, como a importância do autoconhecimento para promover mudanças de hábitos e o processo de adoecimento que ocorre ao longo da vida, devido a eventos difíceis e traumas que vão se acumulando. Este episódio é para todos aqueles que querem conhecer e aplicar formas de cuidar da sua saúde mental e bem estar emocional.
Explica o termo ansiedade climática que teve um aumento significativo de pesquisas no Google neste ano.
Vice-reitor da PUCRS, Irmão Manuir Mentges e professora da Escola de Medicina, Cristiane Furini by Rádio Gaúcha
Irmão Evilázio Teixeira, Reitor Da PUCRS - 09/11/2023 by Rádio Gaúcha
Neste episódio, o Radar de Inovação fala sobre a metodologia de ensino chamada Service Learning, que tem como objetivo incentivar a atitude empreendedora e de inovação através de desafios temáticos. As convidadas Naira Libermann, professora e coordenadora do IDEAR, e a Lisandra Rodrigues, tesoureira da Associação de Mulheres Maria da Gloria, falam sobre a atuação dos alunos da PUCRS junto da comunidade do Morro da Cruz, em Porto Alegre.