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Confira nesta edição do JR 24 Horas: Segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, mais de 20 milhões de brasileiros convivem com algum tipo de problema no coração. E ainda: Ex-primeiro-ministro da Malásia é condenado a 15 anos de prisão por corrupção.
Você sabe o que fazer caso alguém próximo sofra uma parada cardíaca? Sabe para qual instituição se dirigir, quais manobras reproduzir ou pelo menos para qual número ligar? Pois é! Nem todo mundo sabe... Uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) revelou que, de 1.765 entrevistados, 44% não sabem nem qual o número do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192). O dado acende um alerta importante para especialistas de todo o país: o que fazer em casos de emergência?Em entrevista à CBN Vitória, o médico intensivista e emergencista Adenilton Rampinelli explica por que esse desconhecimento é tão comum e cita as ações essenciais nos primeiros segundos de ajuda. Durante o bate-papo, o médico também fala sobre os sinais de atenção e dá dicas de como identificar uma parada cardiorrespiratória.
Entenda as novas diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) para o rastreio do Diabetes Tipo 1 e saiba como aplicar essas recomendações na prática para um diagnóstico mais assertivo.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Debate da Super Manhã: O verão começou oficialmente com um convite aos banhistas para que aproveitem os espaços de lazer e amenizem o calor da estação. Nesse contexto, as praias estão entre os locais mais democráticos e de mais fácil acesso da população. No Debate desta terça-feira (23), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre os cuidados que devem ser adotados pelos banhistas para evitar transtornos no mar e também acerca da atuação das forças de segurança nas praias. Participam a secretária executiva de Turismo e presidente do Conselho da orla do Jaboatão dos Guararapes, Roberta da Fonte, o médico e secretário geral da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), David Szpilman, e o tenente-coronel Wagner Pereira da Silva, comandante do Grupamento de Bombeiros Marítimo (Gbmar).
As festas de fim de ano costumam reunir famílias, reacender memórias e trazer uma atmosfera de celebração. Mas, para muitos idosos, especialmente aqueles com comorbidades ou algum grau de comprometimento cognitivo, esse período pode representar mais estresse do que prazer. O importante é saber que é possível incluir o idoso de forma acolhedora e segura, desde que a família planeje previamente e respeite limites fundamentais. O âncora Jota Batista conversa, nesta segunda-feira (22), a terapeuta ocupacional da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, em Pernambuco, Genaina Couto.
Seu coração não é só um músculo; ele guarda segredos do seu DNA! Neste vídeo, mergulhamos no fascinante mundo da Cardiogenética, a área que conecta a Genética e a Cardiologia e que estuda como seus genes influenciam a saúde do seu coração. Você sabia que condições como arritmias, miocardiopatias e até o risco de infarto podem estar escritos no seu código genético? Descubra: - O que são as doenças cardíacas hereditárias mais comuns. - Como um simples teste genético pode salvar vidas. - Por que a Cardiogenética está revolucionando a medicina preventiva. Curioso para saber como o seu DNA comanda a força do seu coração? Dê o play e descubra o futuro da cardiologia! Host: Rodrigo Fock Geneticista: Bianca Linnenkamp Cardiologista: Fernanda Andrade Apoio: Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) e Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM)
Passando a Limpo: Nesta quinta-feira (18), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Doutor em ciência política e professor de ciência política da UNICAP e UFPE, Antônio Lucena, sobre o acordo MercosulUE. O Pediatra infectologista e Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, explica a Gripe K 2026. A Cientista política, Priscila Lapa, conversa sobre a saída de ministros do Governo Lula para disputarem as eleições.
Chegou o episódio escolhido por vocês! Marcela Belleza e Joanne Alves convidam Carol Millon para conversar sobe 6 clinicagens de inibidores de SGLT2, as gliflozinas:Indicações além do DMRisco de CAD euglicêmicaQuando não usar?Cuidados com doença aguda (sick day) e hipovolemiaCuidados pré-operatórioRisco de fratura e amputaçãoReferências:1. Bailey CJ, et al. Dapagliflozin add-on to metformin in type 2 diabetes inadequately controlled with metformin: a randomized, double-blind, placebo-controlled 102-week trial. BMC Med. 2013;11:43. Published 2013 Feb 20. doi:10.1186/1741-7015-11-432. Bersoff-Matcha SJ, et al. Fournier Gangrene Associated With Sodium-Glucose Cotransporter-2 Inhibitors: A Review of Spontaneous Postmarketing Cases. Ann Intern Med. 2019;170(11):764-769. doi:10.7326/M19-00853. Chang HY, et al. Association Between Sodium-Glucose Cotransporter 2 Inhibitors and Lower Extremity Amputation Among Patients With Type 2 Diabetes. JAMA Intern Med. 2018;178(9):1190-1198. doi:10.1001/jamainternmed.2018.3034 4. Clar C, et al. Systematic review of SGLT2 receptor inhibitors in dual or triple therapy in type 2 diabetes. BMJ Open. 2012 Oct 18;2(5):e001007. doi: 10.1136/bmjopen-2012-001007. PMID: 23087012; PMCID: PMC3488745.5. Das SR, et al. 2020 Expert Consensus Decision Pathway on Novel Therapies for Cardiovascular Risk Reduction in Patients With Type 2 Diabetes: A Report of the American College of Cardiology Solution Set Oversight Committee. J Am Coll Cardiol. 2020 Sep 1;76(9):1117-1145. doi: 10.1016/j.jacc.2020.05.037. Epub 2020 Aug 5. PMID: 32771263; PMCID: PMC7545583. 6. Fralick M, et al. Risk of amputation with canagliflozin across categories of age and cardiovascular risk in three US nationwide databases: cohort study. BMJ. 2020;370:m2812. Published 2020 Aug 25. doi:10.1136/bmj.m28127. Li D, et al. 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Published 2021 Oct 1. doi:10.1001/jamanetworkopen.2021.3076216. Emerson Cestari Marino, Leandra Anália Freitas Negretto, Rogério Silicani Ribeiro, Denise Momesso, Alina Coutinho Rodrigues Feitosa, Marcos Tadashi Kakitani Toyoshima, Joaquim Custódio da Silva Junior, Sérgio Vencio, Marcio Weissheimer Lauria, João Roberto de Sá, Domingos A. Malerbi, Fernando Valente, Silmara A. O. Leite, Danillo Ewerton Oliveira Amaral, Gabriel Magalhães Nunes Guimarães, Plínio da Cunha Leal, Maristela Bueno Lopes, Luiz Carlos Bastos Salles, Liana Maria Torres de Araújo Azi, Amanda Gomes Fonseca, Lorena Ibiapina M. Carvalho, Francília Faloni Coelho, Bruno Halpern, Cynthia M. Valerio, Fabio R. Trujilho, Antonio Carlos Aguiar Brandão, Ruy Lyra e Marcello Bertoluci. Rastreamento e Controle da Hiperglicemia no Perioperatório – Posicionamento Conjunto da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) e Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO). Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes (2025). DOI: 10.29327/5660187.2025-10 , ISBN: 978-65-5941-367-6.17. Singh LG, Ntelis S, Siddiqui T, Seliger SL, Sorkin JD, Spanakis EK. Association of Continued Use of SGLT2 Inhibitors From the Ambulatory to Inpatient Setting With Hospital Outcomes in Patients With Diabetes: A Nationwide Cohort Study. Diabetes Care. 2024;47(6):933-940. doi:10.2337/dc23-112918. Mehta PB, Robinson A, Burkhardt D, Rushakoff RJ. Inpatient Perioperative Euglycemic Diabetic Ketoacidosis Due to Sodium-Glucose Cotransporter-2 Inhibitors - Lessons From a Case Series and Strategies to Decrease Incidence. Endocr Pract. 2022;28(9):884-888. doi:10.1016/j.eprac.2022.06.00619. Umapathysivam MM, Morgan B, Inglis JM, et al. SGLT2 Inhibitor-Associated Ketoacidosis vs Type 1 Diabetes-Associated Ketoacidosis. JAMA Netw Open. 2024;7(3):e242744. Published 2024 Mar 4. doi:10.1001/jamanetworkopen.2024.274420. Fleming N, Hamblin PS, Story D, Ekinci EI. Evolving Evidence of Diabetic Ketoacidosis in Patients Taking Sodium-Glucose Cotransporter 2 Inhibitors. J Clin Endocrinol Metab. 2020;105(8):dgaa200. doi:10.1210/clinem/dgaa20021. Neuen BL, Young T, Heerspink HJL, et al. SGLT2 inhibitors for the prevention of kidney failure in patients with type 2 diabetes: a systematic review and meta-analysis. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019;7(11):845-854. doi:10.1016/S2213-8587(19)30256-622. Braunwald E. Gliflozins in the Management of Cardiovascular Disease. N Engl J Med. 2022;386(21):2024-2034. doi:10.1056/NEJMra211501123. Zinman B, Wanner C, Lachin JM, et al. Empagliflozin, Cardiovascular Outcomes, and Mortality in Type 2 Diabetes. 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A Sarcopenia aumenta o risco de quedas e compromete qualidade de vida de idosos. A perda de massa muscular começa a partir dos 30 anos, mas se intensifica com o tempo e com algumas condições de saúde. Para especialistas, manter a musculatura ativa é essencial para garantir um envelhecimento saudável, preservar a autonomia e prevenir acidentes graves. O âncora Jota Batista conversa, nesta quarta-feira (17), com o Geriatra, membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, em Pernambuco, Andrey Lucas.
Com a chegada do verão e as altas temperaturas, especialistas reforçam os cuidados contra o câncer de pele. Dezembro é o mês oficial da campanha nacional de prevenção, o chamado Dezembro Laranja, promovido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o tipo mais frequente de câncer no Brasil, com estimativa de mais de 220 mil novos casos em 2025. O âncora Jota Batista conversa, nesta terça-feira (16), com o dermatologista do Hospital Jayme da Fonte, Paulo Guedes, às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
Um alerta da Organização Mundial da Saúde chama a atenção da comunidade internacional: até 2050, o número de novos casos de câncer pode ultrapassar 35 milhões por ano. O avanço rápido da doença está diretamente ligado ao envelhecimento da população, às mudanças no estilo de vida, à exposição a fatores ambientais e às desigualdades no acesso à prevenção e ao diagnóstico precoce. Diante desse cenário, quais medidas podem reduzir riscos? O que já é possível fazer para evitar a doença e garantir mais qualidade de vida aos pacientes? O JR 15 Minutos discute esses caminhos com a oncologista Angélica Nogueira, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.
Desvendamos o caminho que um medicamento percorre, desde a descoberta científica inicial na bancada do laboratório, até chegar ao paciente que precisa dele através do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Descubra os Passos Essenciais Deste Processo: 1) A Criação na Bancada: A pesquisa e desenvolvimento (P&D) de ponta e os desafios envolvidos. 2) Testes e Aprovação: As rigorosas fases de testes clínicos, a submissão à ANVISA e o registro. 3) Acesso e Incorporação: O complexo processo de avaliação pela CONITEC para que o medicamento seja incorporado e financiado pelo SUS, com a importante participação nas consultas públicas. 4) Desafios e Esperança: As barreiras de acesso e as políticas públicas que buscam garantir o tratamento para quem mais precisa. Esta é uma história sobre ciência, política, e o compromisso de transformar a pesquisa em esperança real para pacientes com doenças raras no Brasil. Equipe: Host: Rodrigo Fock Convidados: Laura Murta e Roberto Giugliani Patrocínio: Biomarin Apoio: Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) e Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM)
O Dezembro Laranja chama a atenção para a prevenção do câncer de pele e para a importância da consulta anual com o dermatologista. Para explicar hábitos de exposição ao sol, a relevância do check-up e os sinais de alerta, conversamos com o Dr. Flégon David, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ele comenta por que muitos brasileiros ainda negligenciam a proteção diária e traz orientações essenciais para aproveitar o verão com mais segurança.
No episódio de retorno do Genecast, abrimos a porta para o fascinante mundo da Genética Médica! Vamos desvendar como a ciência está revolucionando o diagnóstico, o tratamento e, principalmente, a prevenção na saúde. Abordamos sobre o que é a Genética Médica, explorando tanto do ponto de vista de especialidade médica como as áreas de atuação e a importância da especialidade nos contextos atuais da saúde. Equipe: Host: Rodrigo Fock Geneticistas: Thereza Loureiro e Henrique Galvão Residente: Mariana Pombeiro Apoio: Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) e Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM)
A Organização Mundial da Saúde publicou sua primeira diretriz global sobre o uso de canetas emagrecedoras no tratamento da obesidade — condição que atinge mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e segue em expansão, especialmente em países em desenvolvimento. Por outro lado, especialistas alertam para o avanço dos ultraprocessados, que já correspondem a cerca de 25% da alimentação dos brasileiros e estão diretamente associados ao aumento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. O episódio aprofunda como esses dois movimentos — a popularização de medicamentos e a piora dos hábitos alimentares — desenham um novo cenário de saúde pública que exige políticas integradas, educação nutricional e acesso seguro ao tratamento. Para esclarecer o que muda com a nova orientação, os benefícios, limitações e riscos das canetas emagrecedoras, o JR 15 Minutos recebe Samille Frota Monte Coelho, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
O que acontece na infância definitivamente não fica na infância. Há um tempo, a ciência trabalha com o conceito dos mil dias, que envolve o período da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida de uma criança (730). Segundo estudos, essa fase é considerada crítica porque determina boa parte da saúde até idades mais avançadas. É nesse momento, por exemplo, que o corpo e o cérebro estão em pleno desenvolvimento e, dependendo dos estímulos oferecidos, eles podem (ou não) atingir seu máximo potencial. O episódio desta semana do Dois Pontos aborda quais fatores são os mais decisivos para garantir essa evolução adequada, e como ela repercute na velhice. Também aponta quais aspectos, por outro lado, podem favorecer problemas nessa jornada. Para conversar sobre o tema, contamos com a participação da pediatra Ana Escobar, autora de livros como ‘Meu Filho tá Online Demais: Equilibrando o uso das telas no dia a dia familiar’ (Editora Manole), e a geriatra Cybelle Diniz, membro da comissão de título de especialista de geriatria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação da editora de saúde do Estadão, Thaís Manarini. ProduçãoEverton Oliveira CaptaçãoRenan Pagliarusi e Felipe Pedro (Felps) EdiçãoAnderson Russo ASSISTA TAMBÉM:Devemos dar um celular para as crianças?: https://youtu.be/YwkIdmRHOJc?si=Ilh1a56PkuTN2gbj Saúde: Como manter o cérebro ativo e protegido: https://youtu.be/31BapVproWw?si=JquP8sBPQcYYDUDY Canetas para obesidadehttps://youtu.be/P-VW7_pLVNQ?si=JjNB2mxnbk6zp66x ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A constipação intestinal é uma queixa comum entre idosos e pode comprometer de forma significativa a qualidade de vida para quem tem mais de 60 anos. O envelhecimento natural do trato gastrointestinal, somado à perda de mobilidade, deixa a evacuação mais lenta e difícil. Além de desconfortável, o problema pode estar relacionado a complicações. Entre as queixas mais relatadas pelos pacientes constipados estão fezes endurecidas, esforço excessivo para evacuar, sensação de evacuação incompleta e número reduzido de evacuações por semana. O âncora Jota Batista conversa, nesta quarta-feira (3), com o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - Seccional Pernambuco, Rodrigo Patriota.
Convidados: Bruno Geloneze, endocrinologista e pesquisador da Unicamp, e Henderson Fürst, diretor da Sociedade Brasileira de Bioética. Na semana passada, uma operação da Polícia Federal mirou um esquema ilegal de produção de canetas usadas para emagrecimento. No Brasil, apenas um laboratório tem autorização para vender a Tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) em larga escala. Mas o remédio pode ser feito em farmácias manipuladas, para que médicos ajustem a dose exata para pacientes com necessidades específicas. No esquema investigado pela PF, o médico produzia Tirzepatida em larga escala, sem seguir as regras estabelecidas pela Anvisa. A alta demanda por canetas emagrecedoras manipuladas tem explicação: no caso deste tipo de medicamento, o preço chega a ser metade do valor dos remédios originais, cujas patentes estão em poder de grandes fabricantes. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com o médico endocrinologista Bruno Geloneze e com o advogado Henderson Fürst. Especialista em endocrinologia e metabologia e pesquisador do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades da Unicamp, Geloneze explica quais as diferenças entre os remédios feitos em laboratório e os manipulados. Ele detalha os riscos do uso de canetas emagrecedoras sem saber sua procedência exata e é taxativo: o barato pode sair caro. Diretor da Sociedade Brasileira de Bioética, Henderson fala sobre como um julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) nas próximas semanas pode mudar o status das patentes das canetas emagrecedoras no Brasil. Ex-presidente da Comissão de Bioética da OAB, Henderson fala quais seriam os impactos do fim das patentes deste tipo de medicamento e explica quais regras da Anvisa para produção e consumo das canetas estão em vigor.
Neste episódio do Check-up Semanal, você confere os principais destaques da Clínica Médica no Portal Afya, incluindo atualizações em diabetes tipo 2, uso de metformina, manejo de fluidoterapia no CTI e mais. Um resumo direto, prático e ideal para sua atualização semanal.Artigos mencionados:• Tratamento do DM2: Atualização da diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes• Fluidoterapia no CTI: Qual o papel da ultrassonografia?• Metformina em DRC avançada: interromper ou continuar o tratamento?• Nutrição enteral: um foco para a medicina interna• Aspirina na DAC crônica de pacientes que necessitam de anticoagulação oral
Renata Capucci e Maria Scodeler recebem o endocrinologista Fernando Valente, da Sociedade Brasileira de Diabetes, e a nutricionista Maristela Strufaldi.
Embora o risco de morte súbita por cardiomiopatia hipertrófica (CMH) durante atividades físicas possa ocorrer em não atletas, a CMH é uma das principais causas de morte súbita em atletas com menos de 35 anos, por isso a maior parte dos estudos são feitos nesses indivíduos, por se exporem a treinamentos mais intensos, frequentes e prolongados. A Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) explica que a CMH atinge um indivíduo a cada 500 pessoas, cerca de 0,2% da população geral, e tanto pode ser silenciosa, como também apresentar quadros graves, como arritmias malignas ou evolução para insuficiência cardíaca. O âncora Jota Batista conversa, nesta quinta-feira (27), com a cardiologista intensivista e professora da Afya Educação Médica Recife, Ana Cláudia Conrado, às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
A oncologia brasileira vive um momento de virada. Em apenas dois anos, o país incorporou tecnologias de ponta ao Sistema Único de Saúde, como a videolaparoscopia e, mais recentemente, a cirurgia robótica, atualizou diretrizes de rastreamento e fortaleceu políticas de valorização profissional. Para falar sobre esses avanços, receberemos o cirurgião oncológico e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica Rodrigo Nascimento e o oncologista e Diretor Técnico da Divisão de Oncologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, o ICESP, Paulo Hoff.Conversamos também, de maneira remota, com Aristides Peixoto Filho, 56 anos, aposentado, que foi tratado de câncer de próstata e realizou cirurgia robótica pelo SUS no Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Rio de Janeiro.#SomosCultura #TVCultura #Jornalismo #Câncer #Oncologia #Saúde▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️Play Store: http://bit.ly/3KUUHhIApple Store: http://apple.co/3LgEK72
As arritmias cardíacas atingem mais de 20 milhões de brasileiros e é responsável por cerca de 300 mil mortes súbitas por ano no Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. É preciso ficar em alertar para a prevenção, causas e consequências da doença. O âncora Jota Batista conversa, nesta sexta-feira (14), com o cardiologista, vice-presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Carlos Japhet.
A vacinação infantil enfrenta desafios complexos no Brasil, desde a queda da cobertura até o impacto da desinformação. No novo episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o pediatra infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), sobre o cenário atual e os caminhos para retomarmos níveis ideais de proteção coletiva.Kfouri explica como fatores como desigualdade, barreiras de acesso, horários restritos e a necessidade de reorganizar o calendário vacinal influenciam diretamente a adesão das famílias. Ele também destaca o papel da comunicação digital e o impacto da desinformação na confiança da população.O episódio traz ainda reflexões sobre novas tecnologias em imunização, como vacinas maternas e estratégias aplicadas a bebês para prevenção da bronquiolite, além de avanços em plataformas vacinais baseadas em engenharia genética e biotecnologia.
O pré-diabetes ocorre quando os níveis de açúcar no sangue estão acima do normal, mas ainda não caracterizam o diabetes.De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 50% dos pacientes com esse diagnóstico desenvolvem o diabetes tipo 2 em até dez anos. A boa notícia é que é possível prevenir essa evolução com mudanças simples no estilo de vida.Neste episódio do DrauzioCast, o dr. Drauzio Varella (CRM 13449-SP) conversa com o dr. Luciano Giacaglia (CRM 70676-SP / RQE 46313), endocrinologista e coordenador do Departamento de Pré-Diabetes e Diabetes Tipo 2 da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), sobre a importância do diagnóstico e do tratamento precoces.Conteúdo produzido em parceria com o Movimento Antes que Vire.
Controvérsias, vantagens, experiência clínica e oque dizem os estudos: isso tudo faz parte da conversa com a Dra. Sandra Mastrocinque, médica veterinária e colaboradora do Vetsapiens. Dra. Sandra MastrocinqueMestrado e Doutorado em Anestesiologia na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Atualmente é coordenadora de anestesiaem alguns Centros Cirúrgicos em Ribeirão Preto, e realiza estudo de eficácia clínica de analgésico em cães. Ministra aula em diversos eventos e cursos de anestesiologia e analgesia veterinárias. Autora de artigos e capítulos sobredor e anestesiologia veterinária. Membro do Comitê da Veterinária da Sociedade Brasileira da Dor e é colaboradora do Vetsapiens. Conecte-se com o Vetsapiens!www.vetsapiens.com https://www.facebook.com/vetsapienshttps://www.instagram.com/vetsapiens/
A testosterona baixa afeta, de forma leve ou moderada, cerca de 25% dos homens, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Entre 40 e 55 anos, algumas mudanças podem ser percebidas, como perda de energia e massa muscular, baixa libido, disfunção erétil e alterações de humor. A condição chamada de Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), é conhecida popularmente como andropausa e não recebe a devida atenção. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 57% dos homens desconhecem a sua existência. O âncora Jota Batista conversa, nesta terça-feira (4), com o urologista do Hospital Jayme da Fonte, Dimas Antunes, às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
O Brasil adotou a recomendação para que mulheres façam mamografia a partir dos 40 anos no Sistema Único de Saúde. O cirurgião oncologista Juliano Rodrigues da Cunha, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, celebrou a medida e alertou que é cada vez maior o número de mulheres abaixo dos 50 anos com diagnóstico de câncer de mama. Em entrevista ao Conexão Senado desta sexta-feira (31), o médico explicou que a mamografia permite a detecção de lesões que ainda não são palpáveis, o que aumenta as chances de cura da doença, a partir de um tratamento menos sofrido, mais rápido e mais efetivo.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334 *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
No episódio de hoje, o Dr. Ronaldo Gismondi, editor-chefe médico do Portal Afya e do Whitebook, comenta os principais destaques do mês em Endocrinologia publicados no Portal Afya.
Entrevista com Eliane Campesatto, professora do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS), doutora em Farmacologia e presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica (Regional Alagoas)
O envelhecimento da população brasileira tem exposto um tema ainda pouco debatido, que é a vida sexual na velhice. De acordo com o Censo 2022 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros com 65anos ou mais já representam 22,2 milhões de pessoas, cerca de 11% da população. Apesar disso, a sexualidade dos idosos segue envolta em preconceitos e invisibilidade social. A sociedade tem os idosos como seres quase angelicais, não considera que os idosos têm sexualidade, desejos e vontades. O âncora Jota Batista conversa, nesta sexta-feira (24), com o geriatra Rodrigo Patriota, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
O cinema palestino é um poderoso espaço de resistência, memória e narrativa, que amplifica vozes e histórias em meio a uma limpeza étnica que já dura 70 anos e que gerou uma intensa luta por liberdade e identidade. Mas como esse cinema se articula para contar suas histórias e registrar as memórias palestinas para o mundo? Para mergulhar nesse tema, convidamos Carol Almeida, pesquisadora e referência em cinema contemporâneo, para uma live imperdível! Sobre a convidada:Carol Almeida é pesquisadora, professora e curadora de cinema. Doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com foco no cinema contemporâneo brasileiro, ela pesquisa atualmente o cinema palestino e sua relação com a disputa de arquivos. Integra a curadoria do Festival Olhar de Cinema (Curitiba), da Mostra de Cinema Árabe Feminino e da Mostra que Desejo, além de ter atuado em diversas mostras e festivais no Brasil. Membro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema (Socine), Carol também ministra aulas sobre curadoria, cinema brasileiro e representação de mulheres no cinema.Veja também em vídeo:https://youtube.com/live/qH5UXiyoTyg
O episódio de hoje foi uma conversa nutritiva sobre a esperança que nasce e vive no encontro, na conversa, nas experiências que só podemos descobrir vivendo o presente.Para isso, estivemos na companhia fértil do José Cesário Francisco Júnior, que é psicanalista, médico, Membro Efetivo com funções didáticas da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto e Membro Associado pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.E aí, onde a esperança mora para você? Inclusive, você já viu o resultado da nossa intervenção na Jornada de Psicanálise da USP? Está em todos os nossos feeds. Foi uma experiência fértil e esperançosa.Quer estar por dentro de todos os eventos, cursos e muito mais que o IEP realiza? Entre no @iep_rp e conheça mais.Styling: @cordui.ferborgesTenha sua marca registrada pela @sabiamarcasepatentes . Com o cupom AudioLongoSabiá10 você tem 10% de desconto!Apoie o Desculpa o Áudio Longo: www.catarse.me/desculpaoaudiolongo ou PIX: desculpaoaudiolongo@gmail.com
A polícia de São Paulo identificou postos suspeitos de vender o metanol que matou duas pessoas. A Polícia Federal afirmou que duas lanchonetes lavaram mais de r$ 30 milhões do PCC. A Venezuela posicionou militares contra um possível ataque americano ao país. Na Casa Branca, Volodymyr Zelensky pediu mísseis de longo alcance para Donald Trump. O Hamas entregou a Israel o corpo de mais um refém. O IBGE retratou os brasileiros que trabalham com plataformas digitais e aplicativos de serviços. A Sociedade Brasileira de Cardiologia reduziu a meta de tolerância para o colesterol ruim.
Nesta edição, o podcast do Bem Estar discute o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, popularmente conhecido como Andropausa. Jorge Félix conversa com Fernando Facio, chefe do Departamento de Andrologia, Reprodução e Medicina Sexual da Sociedade Brasileira de Urologia. O desequilíbrio hormonal típico das mulheres é mais discutido. Mas fala-se pouco sobre a diminuição gradual da testosterona em homens, a partir dos 40 anos.
Os sintomas do infarto nas mulheres são diferentes dos apresentados pelos homens e podem ser minimizados pelas pacientes, que colocam a própria saúde em risco, alerta a cardiologista Patrícia Tavares, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e coordenadora do setor da rede hospitalar Mater Dei, em Belo Horizonte (MG). Taíssa Stivanin, da RFI em Paris "Uma mulher nem sempre infarta com uma dor torácica clássica. Muitas vezes, apresentará uma dor na mandíbula, um desconforto no braço ou uma náusea intensa", explica a cardiologista brasileira. Outros sinais devem alertar as pacientes, como fadiga, palpitações, falta de ar, tonturas ou dores abdominais. Em várias fases da vida, o coração da mulher enfrenta “desafios” que exigem cuidados específicos. Na menopausa, por exemplo, a diminuição dos hormônios sexuais femininos, como a progesterona e o estrogênio, é considerada um fator de risco que deve ser antecipado nas estratégias de prevenção. “O estrogênio tem uma associação importante com a proteção do sistema cardiovascular. Sem a produção adequada desse hormônio, há mais chance de acúmulo de gordura no sangue, o que aumenta o risco cardiovascular", aponta Patrícia Tavares. "Há também sintomas vasomotores que pioram nossa condição geral de qualidade de vida. Sentimos desânimo, fraqueza, cansaço muscular, e a qualidade do sono, que é imprescindível para a recuperação do sistema cardiovascular, piora”, detalha. Manter a proteção do sistema cardiovascular após o fim da vida reprodutiva da mulher é essencial. Quando a menopausa é precoce, ou seja, abaixo dos 40 anos, o risco é ainda maior. “Todas as mulheres devem ter um cardiologista ‘para chamar de seu', e, nesse período da vida, não deve ser diferente”, acrescenta Patrícia Tavares. A terapia de reposição hormonal deve ser avaliada individualmente, lembra, em função dos riscos que eventualmente estarão associados ao uso da medicação. “Quando bem indicada, ela não só melhora os sintomas, mas protege o sistema cardiovascular nos primeiros dez anos após o diagnóstico da menopausa. Então, ter profissionais capacitados para a estratificação do risco é fundamental.” A menopausa não é o único período “crítico” para a saúde da mulher. “A mulher que passa por uma gestação colocou seu coração sob estresse. A gestação é um momento que também precisa de um ‘olhar cardiológico' apurado", explica a médica. "O momento da pós-menopausa também é peculiar. A jornada completa da mulher tem que ser vista por inteiro: desde a primeira menstruação até o término da vida fértil e o início do climatério, quando começam as mudanças hormonais.” As eventuais complicações na gravidez, como as síndromes hipertensivas (que geram aumento de pressão), também tornam as mulheres mais propensas ao desenvolvimento de uma doença cardiovascular no futuro. As especificidades associadas ao sistema cardiovascular feminino exigem adaptação no atendimento. A cardiologia da mulher, explica Patrícia Tavares, já se tornou uma subespecialidade da medicina, e o DCM (Departamento de Cardiologia da Mulher), da Sociedade Brasileira de Cardiologia, vem implementando ações de treinamento especializado para as equipes de saúde. Há ainda outros fatores que não são necessariamente peculiares à saúde feminina, mas que devem ser levados em conta na avaliação cardíaca. Entre eles estão os antecedentes médicos de AVC (Acidente Vascular Cerebral), cirurgias cardíacas anteriores ou certos tipos de câncer, que exigem um acompanhamento mais frequente. “Na medicina, temos que entender a individualidade de cada um. A situação deve ser pesada, ponto por ponto. Não existe uma receita de bolo geral”, acrescenta a cardiologista. A higiene de vida é outro elemento comum associado à saúde cardiovascular em ambos os sexos e inclui alimentação saudável, a prática de uma atividade física regular e técnicas de relaxamento para diminuir o estresse cotidiano e a sobrecarga mental. Conselhos que, por mais repetitivos e óbvios que sejam, continuam sendo indispensáveis. Machismo no atendimento O machismo é outro elemento que pode prejudicar o atendimento à mulher vítima de um infarto, ressalta a cardiologista brasileira. “Temos estatísticas que mostram que, muitas vezes, a mulher é vista como se estivesse fazendo ‘drama', e a náusea ou outro sintoma atípico é tratada como se não fosse um sintoma cardiovascular, mas um pico de estresse. Isso é muito grave. Temos que ampliar nosso olhar e investigar mais as mulheres, que têm mais chances de terem eventos cardiovasculares, principalmente após a menopausa.”
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora Associada do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), Mestra em Física Aplicada e Doutora PhD em Materiais Eletrônicos, Inventora e Ativista, Sonia Guimarães.Só vem!>> OUÇA (86min 14s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Sonia Guimarães possui graduação em Licenciatura Ciências - Duração Plena pela Universidade Federal de São Carlos, mestrado em Física Aplicada pelo Instituto de Física e Química de São Carlos - Universidade de São Paulo e doutorado (PhD) em Materiais Eletrônicos - The University Of Manchester Institute Of Science And Technology.Atualmente é Professora Associada I do Instituto Tecnológico da Aeronáutica ITA do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial DCTA.Experiência de pesquisa na área de Física Aplicada, com ênfase em Propriedade Eletroóticas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente, atuou principalmente nos seguintes temas: crescimento epitaxial de camadas de telureto de chumbo e antimoneto de índio por difusão, processamento, obtenção e caracterização de dispositivos fotocondutores e sensores de radiação infravermelha.Professora de Física Experimental do 1o e 2o anos das engenharias: elétrica, computação, estruturas de aeroportos, mecânica de aviões, aeronáutica e aeroespacial.Tem experiência na área de Ensino de Física aplicando a Metodologia de Aprendizagem Baseada em Problemas/Projetos ABP (PBL em inglês), utilizando as ferramentas computacionais: Tracker, Arduino e Mathematica. E de Ensino de Física Experimental para Engenheiros, com ênfase em ensiná-los a escrever artigos científicos.Palestrante nos temas: incentivo às meninas para optarem por ciências exatas, tecnologias e engenharias em suas carreiras, revolução digital e as profissões do futuro, empreendedorismo, acolhimento, autoconhecimento e foco para alcançar nossos objetivos e realizar nossos sonhos.Luta contra o racismo e discriminação de gênero, e palestras motivacionais para quem está sendo vítima destes crimes.Membra da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN, Presidenta da Comissão de Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão - JEDI da Sociedade Brasileira de Física - SBF, Conselheira Fundadora da AFROBRAS, ONG mantenedora da Universidade Zumbi dos Palmares, Conselheira do Conselho Municipal Para a Promoção de Igualdade Racial - COMPIR, da prefeitura da cidade de São José dos Campos, Conselheira Editorial da Revista Ensino Superior.T1. PEDIDO DE PATENTE deferido, e CARTA DE PATENTE registrada, portanto além de cientista agora é inventora de técnica de produção sensores de radiação infravermelha.Está na lista das 100 Pessoas Inovadoras da América Latina de 2023, criada pela Bloomberg Línea. Em 2025 se tornou uma das 15 Mulheres mais Poderosas do Brasil, pela revista FORBES.Lattes: http://lattes.cnpq.br/3737671551535600*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
A Inteligência Artificial já está transformando o mundo e também começa a provocar mudanças no campo religioso. Mas afinal: qual é o lugar da IA na fé? Como as Igrejas e as comunidades religiosas podem lidar com essas tecnologias sem perder de vista o humanismo e a esperança cristã?No episódio desta semana do Religare - Conhecimento e Religião, o professor Flávio Senra conversa com Everthon de Souza Oliveira, professor de engenharia elétrica e integrante da Sociedade Brasileira de Cientistas Católicos (SBCC).Entre os temas abordados:✔️ O impacto da inteligência artificial na prática religiosa.✔️ Questões éticas e humanistas no uso da IA.✔️ Como as Igrejas estão respondendo aos desafios tecnológicos.✔️ As oportunidades e riscos da IA generativa para as práticas religiosas.✔️ O papel das políticas públicas e da formação diante das novas tecnologias.Um diálogo necessário entre ciência e fé, olhando para o futuro da espiritualidade em tempos digitais.
No último congresso Congresso Brasileiro de Cardiologia promovido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia foram publicadas diretrizes extremamente importantes para a prática clínica de cardiologistas e também para generalistas.A Isabela Abud Manta, editora de Cardiologia do Portal Afya, discute neste podcast os pontos mais importantes abordados nessas diretrizes e as principais mudanças que elas promovem. As diretrizes citadas no podcast são:Dor torácica na emergênciaDoença coronária crônicaDislipidemiasHipertensão arterialFibrilação atrial
Você que nos acompanha, já sabe: a cada dez episódios, uma entrevista no PQU Podcast. As carreiras de expoentes de nossa especialidade podem servir de referência, ou de inspiração, para você, psiquiatra em formação! No episódio 330, o Luiz Alberto e eu conversamos com Alexandre Martins de Mello, psicanalista, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto e ex-psiquiatra, título que ele explica melhor durante nossa conversa. Recentemente ganhou um prêmio no congresso da International Psychoanalytical Association. Essa conquista e muitas outras mais, como também detalhes de sua trajetória profissional ele compartilha conosco, sempre com a elegância, serenidade e precisão. Essa entrevista você não pode deixar de escutar.
O tão famoso 12x8, sinônimo de pressão normal e saudável, caiu por terra na última semana com a publicação da nova diretriz de hipertensão pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Segundo o documento, 12x8 já é considerado pré-hipertensão e quem tem a pressão nesse patamar deve adotar mudanças no estilo de vida. Mas as novidades não param por aí. A nova diretriz também estabeleceu um rigor maior no tratamento de quem já é hipertenso e dedicou um capítulo inteiro à pressão arterial nas mulheres. As alterações hormonais sofridas ao longo da vida colaboram para a elevação da pressão e fazem com a doença cardiovascular seja a maior causa de morte das brasileiras. A nossa convidada é a cardiologista Andrea Brandão, coordenadora-geral da Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025 e professora titular da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
O Opinião desta semana, apresentado por Rita Lisauskas, reflete sobre o diabetes, uma condição de saúde que afeta milhões de brasileiros.O diabetes é uma doença crônica que afeta a forma como o corpo utiliza a glicose (açúcar), principal fonte de energia para as células. Ele ocorre quando há problemas na produção ou na ação da insulina, hormônio responsável por ajudar a glicose a entrar nas células.Para comentar mais a fundo o tema, recebemos o endocrinologista e diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes Fernando Valente e o jornalista e influenciador Tom Bueno.#SomosCultura #TVCultura #Jornalismo #Diabetes #Saúde #Opinião
Cerca de 27 milhões de brasileiros com 14 anos ou mais fumam cigarro convencional ou vapes, os cigarros eletrônicos. O uso de cigarros entre os jovens estava diminuindo nas últimas décadas, mas com a chegada dos vapes esse número voltou a subir. Uma pesquisa da Universidade de Michigan apontou que um adolescente que usa vape tem 30 vezes mais risco de se tornar um fumante habitual de cigarros convencionais. Isto sem contar todos os males que esses dispositivos trazem para a saúde. Um vape pode ter até três vezes mais nicotina do que o cigarro comum. Além dos inúmeros efeitos físicos, o consumo do cigarro eletrônico tem uma relação direta com aumento de ansiedade e depressão. No episódio de hoje, vamos conversar sobre essa dependência e explicar como é o tratamento para quem quer se livrar desse vício. Nosso convidado é o Dr. Carlos Leonardo Pessôa, membro da comissão científica de tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.
Os congressos da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis aconteceram entre os dias 3 a 6 de junho, no Rio de Janeiro. O evento contou com o XV Congresso da SBDST, XI Congresso Brasileiro de AIDS e o VI Congresso Latino-Americano de IST/HIV/AIDS.Neste episódio, Caroline Oliveira, médica ginecologista e conteudista do Portal Afya, fala sobre os principais destaques e atualizações abordados nos congressos. A especialista destaca os desafios para o controle da sífilis, os testes molecular para o Rastreamento de ISTs, a prevenção de ISTs entre adolescentes e a mudança no rastreamento do câncer de colo uterino. Aperte o play e ouça agora!
Neste episódio, Roberta Esteves, médica pediatra intensivista e editora do Portal Afya, aborda o recente manual de orientação “Transtorno do Espectro do Autismo em Pediatria: etiologia, triagem e diagnóstico”, divulgado recentemente pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A especialista comenta sobre a publicação, que é essencial para compreender como identificar, diagnosticar e apoiar crianças e suas famílias desde os primeiros sinais de TEA. Confira agora!
Neste episódio parte 2, Roberta Esteves, médica pediatra intensivista e editora do Portal Afya, comenta mais sobre o manual de orientação para TEA lançado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A especialista aborda os detalhes sobre diagnóstico, exames complementares, comorbidades e diagnósticos diferenciais. Ouça agora!
Neste episódio, Caroline Oliveira, médica ginecologista e editora do Portal Afya, fala sobre o rastreio mamográfico para o câncer de mama e suas diferenças de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia e o Ministério da Saúde. A especialista comenta ainda sobre as regiões de maior incidência no Brasil, os principais fatores de risco e mais. Escute agora mesmo!Confira esse e outros posts no Portal Afya e siga nossas redes sociais!FacebookInstagramLinkedinTwitter
Este episódio de podcast conta como é a vida de alguém que precisa lidar com a cefaleia em salvas, doença crônica rara que causa uma das maiores dores que um humano pode sentir.Quando alguém visita um pronto socorro se queixando de dor, é comum que os profissionais de saúde peçam para que o paciente tente mensurar o tamanho dessa dor. Apesar de ser difícil classificar a intensidade de dor numa escala de números ou de cores, existem dores intensas ao ponto de atingirem o nível máximo. Esse é o caso da cefaleia em salvas.Essa dor de cabeça é rara (atinge cerca de 0,1% das pessoas) e causa um sofrimento inigualável: algumas pacientes já relataram que a cefaleia em salvas supera a dor do parto. Além disso, não é incomum que pensamentos suicidas surjam durante os períodos de crise, que podem durar até um mês.Mas a característica mais intrigante da cefaleia em salvas não é a intensidade da dor, e sim a frequência. Depois do período de crise, ela desaparece completamente. Alguns tentam esquecer que ela existe. O problema é que depois de algum tempo adormecida, ela volta com força. E o ciclo se repete.Mergulhe mais fundoEscuta Essa: Dor - link para o episódioHypothalamic activation in cluster headache attacksEpisódios relacionados#127: Larissa contra as bactérias#107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar#92: Quando a Covid não vai emboraEntrevistados do episódioDanilo SilvestreFilósofo e podcaster. É apresentador dos podcasts Bola Presa, Escuta Essa, Pouco Pixel e Debate de Bolso.Maria Eduarda NobreMédica neurologista especialista em cefaleia em salvas. É doutora em neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membra da Academia Brasileira de Neurologia, da Sociedade Brasileira de Neurologia e da International Headache Society.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Psicóloga, Mestrado em Análise do Comportamento e Doutorado em Psicologia Clínica, Renatha El Rafihi Ferreira.Só vem!>> OUÇA (92min 21s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: PODCAST ALÔ CIÊNCIA? - NOVA TEMPORADAIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte, este recado especial é dos nossos amigos do podcast “Alô, Ciência?”, que está com uma nova temporada no ar!Com a série “Nós na Evolução”, você vai acompanhar como nós, seres humanos, interferimos na evolução das espécies.São 6 episódios que abordam temas que vão desde a domesticação dos cães, o surgimento da agricultura, a relação do ser humano com as extinções de mamíferos gigantes, até os dias de hoje, com a urbanização, as superbactérias e os impactos das mudanças climáticas.Há mais de 8 anos, o "Alô, Ciência?" traz discussões no formato de mesa redonda, conectando ciência à sociedade, cultura e política.Mas, nesta nova temporada, a proposta é diferente: um formato narrativo, cheio de histórias envolventes, múltiplas entrevistas, relatos pessoais e uma imersão sonora que vai te transportar para o centro desses temas.A nova temporada do "Alô, Ciência?" já está disponível em todos os aplicativos de podcast. Então, não perca!No Spotify:https://open.spotify.com/episode/7LtLsW3zRbp9CiQDZbKIXQ?si=RRuuDWSfRm6VMmC8SdPN4A*Renatha El Rafihi Ferreira é Professora Associada do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo e Professora Subsidiária do Departamento de Psiquiatria da USP.É também Orientadora no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e no programa de Pós-Graduação em Psiquiatria, ambos da Universidade de São Paulo.É Mestre em Análise do Comportamento pela Universidade Estadual de Londrina e Doutora (aprovada com louvor) em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, com Pós-Doutorado e Livre-Docência pela Universidade de São Paulo.Realizou estágios de pesquisa no exterior durante o doutorado (Guy's and St Thomas NHS Foundation Trust - London, UK) e pós-doutorado (Virginia Tech - USA).Foi Certificada por Notório Saber em Psicologia do Sono pela Associação Brasileira do Sono - ABS e Sociedade Brasileira de Psicologia - SBP. É autora e revisora de artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais. Editorial Board da BMC Psychology e do JCBS - Journal of Contextual and Behavioral Science. Membro da American Psychological Association (APA), da Association for Contextual Behavioral Science (ACBS), da Associação Brasileira do Sono (ABS) , da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP), e da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (ABPMC).Linhas de pesquisa: Psicologia do sono; Psicoterapia Comportamental; Psicoterapias comportamentais e contextuais para insônia e outras queixas de sofrimento mental em adultos; Desenvolvimento e implementação de tecnologias baseadas na ciência comportamental e contextual para saúde e políticas públicas.Lattes: http://lattes.cnpq.br/7333817930895569*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo