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Consultório do Rádio Livre: Aproximadamente 20% dos brasileiros sofrem com gordura no fígado, segundo a Sociedade Brasileira de Hepatologia. No entanto, quais são as causas desse problema? Como prever esse quadro? A apresentadora Anne Barreto, ao lado de especialistas, aborda a temática. O nutricionista e profissional de educação física, Bruno Macedo, explica que o acúmulo de gordura nas células está ligado a uma série de características por conta de uma disfunção metabólica. Segundo ele, é preciso pensar em como melhorar esse cenário, que não depende apenas da alimentação. Já o médico gastroenterologista e hepatologista, Dr. Tibério Medeiros, ressalta que a doença é silenciosa. Por isso, é importante trabalhar com prevenção. De acordo com o doutor, existem graus de gordura no fígado, mas o importante é que quem tem esse problema investigue as motivações.
Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui está as palestras da mesa “Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado”, que contou com as apresentações do Prof. Dr. Anderson Santos (Ufal/Uel) e do Prof. Dr. Fernando Mascarenhas (UnB), sob mediação Vitória Karoline Rocha Martins (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com o bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/pC72dmAS8Qc?si=byj2p9sGt7b51hkg.A proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesAnderson Santos é professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema e do mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Mestrado em Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Anderson é ainda presidente da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), coordena o GP de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura da Intercom e é editor-geral da Revista Latino-Americana de Ciências da Comunicação. Em 2025, recebeu o Prêmio Luiz Beltrão, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), na categoria "Liderança Emergente". É um dos líderes do Grupo de Pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/UFAL/CNPq), da Rede Nordestina de Estudos em Mídia e Esporte (ReNEme) e é um dos coordenadores do Observatório das Transmissões de Futebóis.Fernando Mascarenhas é professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). Docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UnB Pesquisador do Avante – Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer. É pós-Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Valência (Espanha), em Estudos do Lazer pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Política Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Fernando é ex-presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), ex-editor-chefe da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE) e foi membro do Conselho Nacional do Esporte (CNEsp). É Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.
No podcast de hoje, José Luis Portella comenta sobre as perdas financeiras das famílias brasileiras com apostas esportivas
De acordo com dados do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), as famílias brasileiras perderam mais de R$ 62,5 bilhões com apostas on-line, as chamadas bets, em 2025. José Luis Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), argumenta que as perdas financeiras das famílias brasileiras com apostas esportivas revelam uma falha na formulação de políticas públicas. Segundo ele, o principal problema é a “desconexão” entre as políticas pensadas para um ser humano ideal e o comportamento real das pessoas. A partir disso, Portella defende que as restrições às bets deveriam ter sido implementadas antes da expansão do problema, e não apenas depois que as apostas já estavam disseminadas. Outro ponto levantado pelo especialista é o impacto social das apostas. Portella relaciona o dinheiro perdido nas bets a problemas como endividamento, insegurança alimentar e questões de saúde mental, especialmente quando recursos destinados às necessidades familiares são utilizados em apostas.
As doenças respiratórias em crianças não esperam o inverno para avançar. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria revelou que as internações de bebês por esses quadros aumentaram quase 200% entre fevereiro e maio de 2025. O vírus sincicial respiratório, responsável pela maior parte dos casos de bronquiolite, já circula com força nesse período e pode causar complicações graves em crianças menores de um ano. O JR 15 Minutos conversa com o pediatra infectologista e secretário do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri.
Consultório do Rádio Livre: Aproximadamente 20 milhões de pessoas no Brasil têm arritmias cardíacas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. A apresentadora Anne Barretto conversa com especialistas sobre a temática. Será que quem tem arritmia pode se exercitar? A médica cardiologista, Dra. Maria de Fátima Oliveira, destaca logo de cara que a pessoa pode sim se exercitar. Ela aponta também alguns sintomas clássicos da arritmia cardíaca, como: palpitação, cansaço, falta de ar e até desmaio. O profissional de educação física, com pós-graduação em alta performance, Elton Alves, ressalta que o exercício aeróbico é muito importante para o coração, e que os de força ajudam todo o corpo. Ele é paciente de arritmia supraventricular e aponta que tudo depende também do tipo da arritmia para que o treino seja prescrito.
Quais foram os principais destaques científicos, alertas globais e resoluções regulatórias que marcaram a medicina nos últimos dias? Nesta edição de resumo semanal do Afya News, analisamos o maior registro de casos de sarampo em três décadas nos EUA e a resolução do Cremesp que limita o tempo de cirurgias plásticas estéticas a seis horas em São Paulo. Discutimos também as novas diretrizes da OMS e o estudo latino-americano no The Lancet para prevenção do declínio cognitivo, os achados da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre os benefícios cardiovasculares da amamentação para as mães, a ampliação do teleatendimento do SUS para dependência em apostas digitais e a gravidade do surto de Ebola no Congo. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/08-08-2026
Como a evolução de surtos internacionais, a promoção da saúde cardiovascular materna e as reavaliações regulatórias impactam a conduta médica? Neste episódio do Afya News, analisamos o surto acelerado do vírus Ebola (espécie Bundibugyo) na República Democrática do Congo, apontando os desafios na contenção da transmissão comunitária e na biossegurança dos profissionais. Discutimos também os dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontando que a amamentação reduz em 11% o risco de doenças cardiovasculares na mãe. Por fim, apresentamos no Radar o processo da FDA e da EMA para revisão de registro e restrição do imunossupressor avacopana. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/06-08-2026
O Brasil é referência mundial no tratamento gratuito do HIV, mas o avanço das novas infecções ainda acende um alerta. Segundo a Unaids, o país registrou um crescimento superior a 20% nos novos casos nos últimos anos. Agora, o Ministério da Saúde quer incorporar ao SUS o cabotegravir, um medicamento injetável de longa duração que promete reforçar a prevenção contra o HIV. Para explicar o impacto dessa medida, o JR 15 Minutos recebe o infectologista e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, Gabriel Trova.
As canetas emagrecedoras continuam no centro das discussões sobre saúde. Nesta semana, a Anvisa registrou cinco novas canetas à base de semaglutida, ampliando as opções de medicamentos para o tratamento do diabetes e da obesidade. Ao mesmo tempo, o aumento da procura também tem impulsionado o mercado clandestino. Só em 2026, as apreensões desse tipo de medicamento pela Polícia Federal já superaram o dobro do volume registrado em todo o ano passado. Para entender o que muda com a chegada desses novos produtos e quais são os riscos do mercado ilegal, o JR 15 Minutos recebe a endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Rosana Radominski.
Este foi o encontro de número 78 da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, uma das entidades acadêmicas mais longevas do país. O evento teve início no domingo, 26 de julho, e termina neste sábado, primeiro de agosto, no campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF). A programação contou com mais de 300 atividades, todas gratuitas, e os projetos da Universidade Federal do Rio de Janeiro foram destaque. Nossa reportagem ouviu o reitor Roberto Medronho, a vice-reitora Cássia Turci, o pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa João Torres e a estudante Anaís Grala, extensionista do projeto Sientificarte.Reportagem: Lara Mansur e João Vitor PrudenteEdição: Lara Mansur e Thiago Kropf
Depois das férias de julho, muitas crianças apresentam dificuldade para regularizar a rotina e o sono na volta às aulas e passam a apresentar sonolência durante as aulas, irritabilidade, falta de concentração e queda no rendimento escolar. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o sono tem papel fundamental no desenvolvimento infantil, influenciando a memória, a aprendizagem, a imunidade, o crescimento e a saúde emocional. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a pediatra e professora da Afya Jaboatão Larissa Quidute , no Canal Saúde desta quinta-feira (30)
O glaucoma é uma doença silenciosa e uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. Por isso, informação e diagnóstico precoce fazem toda a diferença.Neste episódio especial do Podcast CBO, a ex-presidente do CBO, Dra. Wilma Lelis, e o presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Dr. Roberto Vessani, recebem o influenciador digital Peter Jordan, que compartilha sua experiência com a doença e reforça a importância da conscientização e do acompanhamento oftalmológico.
Consultório do Rádio Livre: Cerca de 37% da população do Brasil sofre com dores crônicas, segundo a Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). O apresentador Tony Araújo aborda a temática junto a dois médicos. Afinal, quando uma dor vira crônica? O neurocirurgião, que é pesquisador, mestre e doutor em neurocirurgia, Dr. Luiz Severo, explica que a dor crônica se define por dores que duram mais de três meses. Ele destaca que é uma condição complexa que altera todo o corpo. O médico ortopedista, especialista em medicina da dor, Dr. Marcelo Albuquerque, aponta a diferença entre dor aguda e crônica. Ele ressalta também que a população precisa ficar atenta às dores persistentes.
A Organização Mundial da Saúde divulgou a segunda edição das diretrizes globais para redução do risco de declínio cognitivo e demência, atualizando as recomendações publicadas em 2019. A doença afeta hoje mais de 57 milhões de pessoas no mundo, com cerca de 10 milhões de novos diagnósticos por ano. O documento reúne evidências de que até 45% do risco de desenvolver a doença está ligado a fatores modificáveis — entre eles tabagismo, consumo de álcool, isolamento social, sedentarismo, poluição do ar e doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o médico geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, seccional Pernambuco, Victor Pontes, no Canal Saúde desta sexta-feira (24)
A estreia do novo visual do atacante Vini Jr., depois da temporada da Copa do Mundo de 2026, viralizou nas redes sociais e disparou as buscas no Brasil, tanto pela “naturalização facial”, técnica usada pelo atleta para a mudança, quanto por procedimentos estéticos em geral, segundo o Google Trends. O fenômeno expõe um mercado que tem se reinventado em busca de resultados mais “naturais” e sutis.Neste episódio do Direto ao Ponto, o Correio do Povo se aprofunda no universo dos procedimentos estéticos com a dermatologista Lana Becker Micheletto, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A especialista explica a diferença entre as principais tecnologias, comenta o crescimento da procura masculina por tratamentos de pele e detalha tendências do setor muito além do clássico preenchedor injetável. A apresentação é de Giovanna Reis.
A soroterapia conquistou famosos, influenciadores e milhões de visualizações nas redes sociais. As promessas são tentadoras: mais disposição, imunidade fortalecida, rejuvenescimento e até um suposto efeito "detox". Mas a Anvisa alerta que não há comprovação científica para esses benefícios e que o uso indiscriminado de soros intravenosos pode trazer riscos à saúde. Quando esse tratamento é realmente necessário? Quais os perigos da automedicação e da banalização da soroterapia? O JR 15 Minutos conversa com a endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ana Cristina Probst.
O lúpus é uma doença autoimune crônica com sintomas que impactam o cotidiano. Ele é confundido com frequência com outras patologias, o que atrasa o diagnóstico. O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma das formas mais comuns e pode afetar a pele, as articulações, os rins, os pulmões, o coração e o cérebro, causando sintomas como cansaço, dores articulares, febre, manchas na pele e sensibilidade à luz solar. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Nas doenças autoimunes, o sistema imunológico passa a atacar células e tecidos saudáveis do próprio organismo. No caso do lúpus, esse processo gera inflamações que podem atingir diferentes órgãos e sistemas. De acordo com a reumatologista Luciana Seguro, integrante da Comissão de Lúpus da Sociedade Brasileira de Reumatologia e do Grupo Latino-Americano de Estudo do Lúpus, especialistas defendem que a patologia não seja considerada uma única doença, mas uma síndrome. “Cada paciente apresenta manifestações diferentes. Essa compreensão também reforça a necessidade de uma abordagem individualizada. O paciente deve ser avaliado para receber um tratamento personalizado”, diz a especialista. O lúpus erimatoso cutâneo ocorre com mais frequência em mulheres entre 20 e 40 anos. “É muito comum haver inflamação na pele. Existem pacientes que apresentam apenas a forma cutânea da doença. Essa manifestação pode ocorrer de forma isolada ou estar associada ao lúpus eritematoso sistêmico”, explica Luciana Seguro. Mas a doença pode afetar qualquer órgão e se manifestar de diversas maneiras, provocando queda de cabelo, inflamação nos pulmões, convulsões, formigamentos e, mais raramente, manifestações intestinais, como diarreia. Também são comuns anemia e redução das taxas de glóbulos brancos e plaquetas no sangue, diz a reumatologista. A mineira Katiuscia Francieli, de Indianópolis (MG), começou a sentir os primeiros sintomas da doença há 14 anos, aos 24 anos. As dores eram intensas, e ela passou a ter dificuldades para realizar movimentos simples. Após consultar um reumatologista e realizar exames, descobriu que tinha um distúrbio de coagulação sanguínea, mas não tinha lúpus, de acordo com a avaliação dos especialistas na época. “Continuei sentindo muita dor, e isso passou a limitar minha rotina e as atividades do dia a dia, inclusive os cuidados com a casa. As crises eram intensas e frequentes, o que me levou a procurar atendimento hospitalar várias vezes para receber medicação", diz. Com o tempo, alguns médicos passaram a sugerir que os seus sintomas tinham "origem emocional", conta. "Em determinado momento, acabei acreditando nisso também: que tudo poderia estar relacionado ao meu estado emocional ou até ser algo da minha cabeça”, descreve Katiusca. “Foram anos vivendo essa situação, voltando com frequência ao hospital, sem uma explicação definitiva para o que estava acontecendo.” Os sintomas pioraram e, além das dores nas articulações, ela passou a perder cabelo e ter manchas roxas na pele. Suas dores também ficaram cada vez mais intensas. “Tinha muitas limitações. Quando eu ia pedalar, colocava o pé no chão e caía. Minha mão não conseguia mais segurar as coisas. Eu não tinha mais nenhuma destreza nos movimentos.” Após novas consultas, o diagnóstico foi confirmado em dezembro de 2024. Com o início do tratamento, ela melhorou e agora leva uma vida normal. “Hoje eu tenho qualidade de vida, convivo muito bem com o tratamento. Recuperei minha massa muscular, que havia perdido durante os períodos mais graves da doença, e recobrei a força que não tinha”, conta. O que provoca lúpus? As pesquisas ainda não identificaram os gatilhos da doença. No entanto, predisposição genética, fatores hormonais e ambientais, como tabagismo e exposição solar, estão associados ao desenvolvimento do lúpus. “O paciente tende a apresentar novamente os tipos de inflamação que já teve antes. Por isso o diagnóstico precoce é importante, para dar início, rapidamente, a um tratamento adequado. De modo geral, é nos primeiros cinco anos que podem aparecer novas manifestações do lúpus. Depois disso, quando a doença volta, o mais comum é que ela se apresente da mesma forma que ocorreu inicialmente.” O lúpus pode ser controlado com diagnóstico precoce, que requer exames como o FAN (fator antinuclear). O teste ajuda a identificar a presença de autoanticorpos, produzidos pelo organismo contra estruturas das próprias células. A avaliação do quadro clínico do paciente também é essencial. “O diagnóstico do lúpus depende da combinação entre um quadro clínico sugestivo e a identificação de autoanticorpos, já que se trata de uma doença autoimune”, resume a reumatologista. “Nessa condição, o organismo produz anticorpos contra estruturas do próprio corpo, em vez de direcioná-los apenas à defesa contra agentes externos. O exame de FAN é utilizado como teste de triagem e está positivo em praticamente todos os pacientes com lúpus eritematoso sistêmico”, diz. Mas seu resultado isolado não é suficiente para confirmar o diagnóstico: uma parcela da população sem lúpus também pode apresentar FAN positivo, o que torna fundamental a interpretação do exame em conjunto com os sinais clínicos e outros testes laboratoriais, como a dosagem do complemento, especialmente C3 e C4”, explica a médica. Já existem pesquisas que investigam os efeitos do tratamento na fase pré-clínica da doença, ou seja, antes do aparecimento dos sintomas. “Alguns grupos de pesquisa estudam justamente a fase pré-clínica do lúpus, quando o paciente apresenta alterações imunológicas e autoanticorpos, mas ainda não desenvolveu sintomas da doença", esclarece a reumatologista. "Não há evidências conclusivas de que o tratamento nessa fase modifique a evolução do quadro, mas essa é uma hipótese que vem sendo investigada”, aponta a médica. O tratamento para controlar a doença inclui o uso de corticoides, imunossupressores e outras moléculas.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), a Universidade Federal do Acre (Ufac) e o Ministério da Saúde, promoveu, nos dias 3 e 4 de julho, a 1ª Jornada de Imunizações da SBIm no Acre.
A Insuficiência Cardíaca afeta milhões de brasileiros e representa um dos maiores desafios da cardiologia. A doença ocorre quando o coração perde a capacidade de bombear sangue de forma eficiente, comprometendo o funcionamento do organismo e reduzindo a qualidade de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 2 milhões de brasileiros convivem com a insuficiência cardíaca, com aproximadamente 240 mil novos casos por ano. A doença também está entre as principais causas de internação pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente entre idosos. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a cirurgiã cardiovascular do Real Instituto de Cirurgia Cardiovascular, Fabiana Oliveira, no Canal Saúde desta terça-feira (14)
Enxergar bem é algo que muita gente só valoriza quando começa a perder a visão. Em julho, mês do Dia Mundial da Saúde Ocular, a campanha da Organização Mundial da Saúde reforça um alerta: prevenir e diagnosticar cedo pode fazer toda a diferença. Os números chamam a atenção. Segundo o IBGE, quase oito milhões de brasileiros convivem com cegueira total ou grande dificuldade para enxergar. E, de acordo com a OMS, cerca de 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados ou tratados com diagnóstico precoce. Quais doenças mais ameaçam a visão? Quais sinais não podem ser ignorados? E como proteger a saúde dos olhos ao longo da vida? Para esclarecer essas dúvidas, o JR 15 Minutos conversa com o médico oftalmologista e presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Emílio Suzuki.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O alerta para afogamentos de crianças aumenta no períodos de férias escolares. Essa é a segunda principal causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos de idade no Brasil e a terceira principal causa entre 5 e 9 anos. Os dados foram divulgados pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, que alerta pais e responsáveis para redobrar a atenção durante as férias escolares. E ainda: Linhas de trem começam a aceitar PIX a partir desta segunda (13)
Praia, piscina, parques e dias inteiros ao ar livre. As férias escolares são sinônimo de diversão, mas também representam um período de maior exposição ao sol. O problema é que essa exposição, quando feita sem os devidos cuidados, pode aumentar o risco de câncer de pele. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 263 mil novos casos da doença por ano até 2028. A maioria deles está diretamente ligada à radiação ultravioleta. Como se proteger corretamente? Quais sinais merecem atenção? E por que tanta gente ainda negligencia o uso do protetor solar? Quem responde a essas e outras perguntas é Egon Daxbacher, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Consultório do Rádio Livre: Nesta edição do programa, o assunto pautado é a cirurgia de hérnia. O radialista Tony Araújo dá palco ao assunto e, junto a especialista, tira dúvidas dos ouvintes da Rádio Jornal sobre o tema. Em entrevista, o cirurgião geral e do aparelho digestivo e presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia, Dr. Heitor Santos, explica que a hérnia é uma espécie de caroço e aponta que ela pode aparecer em várias partes do corpo. Ele também detalha como o problema surge. Já o cirurgião do aparelho digestivo e membro da Sociedade Brasileira de Hérnia, Dr. Thiago Silva, ressalta alguns fatores que podem ajudar no surgimento do problema, como obesidade, tabagismo, idosos e quem já fez cirurgia. Em resumo, pessoas que têm o corpo mais vulnerável.
Dr. Lorenzo Tomé conversa com o Dr. Heron Bomfim, médico cardiologista que atua em Vitória e Vila Velha (ES), sobre um modelo de negócio que muitos ainda consideram impossível: uma clínica sem consultas avulsas, em que todo paciente passa por uma jornada de cuidado baseada em receita recorrente. Heron tem como meta chegar a esse modelo até janeiro de 2027 — e já está executando, passo a passo. O episódio começa pelos sinais que o levaram a repensar tudo: a clínica de convênio que exigia volume, o paciente crônico que voltava ano após ano do mesmo jeito, e a constatação de que tratar bem a doença, mas soltar o paciente na linha de base, não retém ninguém nem gera sustentabilidade. Heron conta a parte mais difícil dessa virada — não a econômica, mas a interna: vencer a própria resistência e a dos colegas mais próximos que diziam que "ali não tinha espaço para particular". A partir daí, a conversa entra nas novas camadas de conhecimento que essa transformação exige. A consciência de que o mercado mudou e de que repetir o mesmo transforma o médico em commodity vendida por tempo. A medicina de estilo de vida como caminho para levar o paciente da linha de base ao cuidado contínuo da saúde. E, sobretudo, a entrevista motivacional — que Heron descreve como o aprendizado mais transformador da sua carreira: a técnica que ajuda o paciente a encontrar dentro de si o motivo para mudar, em vez de receber ordens que ele não vai cumprir. Lorenzo e Heron enfrentam de frente a pergunta que trava o médico ético: usar gatilhos emocionais para conduzir o paciente é manipulação? A resposta organiza o episódio — o problema nunca foi como você vende, e sim o que você vende. Quando o que se vende é ético, baseado em evidência e muda o desfecho, persuadir o paciente a aderir é parte do cuidado. Se você sente que faz uma boa medicina, mas está preso a um modelo que não remunera a sua maior força — a presença —, esse episódio mostra um caminho real, construído na prática, para mudar isso. O background do Dr. Heron Bomfim Heron Bomfim é médico cardiologista, com atuação em Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo. Tem título de especialista em cardiologia com RQE pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e especialização em ergometria e cardiologia do esporte, além de formação em fisiologia do exercício e cursos nas áreas de gestão empresarial, gestão financeira e auditoria em saúde. Vem de uma família de médicos e, ao longo da carreira, construiu múltiplas fontes de receita antes de perceber que o modelo tradicional de convênio não era mais sustentável. Hoje estrutura uma clínica voltada à receita recorrente e ao acompanhamento longitudinal, é aluno da SD Escola de Negócios Médicos e se tornou também professor da escola, ensinando entrevista motivacional e o modelo de cuidado que executa na própria prática. O background do Dr. Lorenzo Tomé Lorenzo Tomé é médico, fundador e CEO da SD Escola de Negócios Médicos — escola especializada em estruturação de modelos de negócio para médicos com ética, método e previsibilidade. Com mais de 500 médicos capacitados, desenvolveu uma metodologia própria baseada em receita recorrente por acompanhamento longitudinal, que combina gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia aplicados à prática clínica. Atua como mentor direto de médicos em diferentes especialidades, ajudando-os a construir negócios sustentáveis, escaláveis e alinhados com o propósito de cuidar. Aplique para uma sessão estratégica Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD364 - O tabu que faz o médico ético perder o paciente para os charlatões SD363 - 52 planos vendidos e 90% de renovação: como ela reestruturou o seu consultório SD362 - Por que o médico ético trava no marketing (e como se estruturar) Música: Declan DP - Echo Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
No Brasil, estudos citados pela Sociedade Brasileira de Diabetes apontam prevalência de retinopatia diabética em cerca de 37,3% dos pacientes com diabetes tipo 2. O risco aumenta conforme o tempo de convivência com a doença, especialmente entre idosos. A última sexta-feira, 26 de junho, foi o Dia Nacional do Diabetes e chamou a atenção para uma das complicações mais graves e silenciosas da doença. Responsável por danos progressivos aos vasos sanguíneos da retina, a retinopatia diabética está entre as principais causas de perda visual evitável em adultos e pode levar à cegueira quando não diagnosticada e tratada precocemente. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o oftalmologista Clovis Freitas, no Canal Saúde desta segunda-feira (29).
Em uma conversa com o Trip FM, Raí analisa a Seleção de Ancelotti e o estrago das bets no País, revela os bastidores do clube parisiense que ajudou a fazer renascer, conta detalhes da série sobre a vida do irmão Sócrates dirigida por Walter Salles e revisita seu amor mal resolvido com a Seleção que o sagrou tetracampeão
Homens negros estão chegando mais tarde ao diagnóstico de câncer de próstata no Brasil e iniciando tratamento com a doença em estado avançado. Os dados são de um estudo do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), baseado em dados de quase 700 mil pacientes atendidos pelo SUS entre 2008 e 2023. Cynthia Martins e Luana Pereira convidam o Dr. Sahna Wilbonh de Barros, Urologista, membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia e especialista em saúde masculina para falar sobre os cuidados que podem ser tomados previamente, a necessidade de olhar para essas e outras questões no tempo previsto e os parâmetros que levam pódem influenciar o diagnóstico. Apresentação: Luana Pereira e Cynthia MartinsGravação: Gustavo SantosEdição: Beatriz Alencar e Pedro Salles
O assunto em destaque agora no CBN Vitória é a popularização da ciência. E num formato diferente, "ciência no bar". Toda primeira quarta-feira do mês, pesquisadores do Espírito Santo têm dado palestras sobre suas áreas de pesquisas num projeto itinerante de divulgação científica, o "Noites Quânticas", em Vitória. A ideia é promover conversas acessíveis sobre, claro, ciência, história, tecnologia e evolução em ambientes descontraídos, aproximando a sociedade de pesquisadores locais e especialistas, num espaço. O evento acontece num bar-restaurante na Enseada do Suá, na Capital. No mês de junho, o pesquisador que participou do evento foi o professor do Departamento de Física da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Gabriel Luchini, diretor regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Em entrevista à CBN Vitória, ele explica o interesse do público do Espírito Santo pelo tema da ciência. No caso do professor, sua linha de pesquisa é na área da Física Quântica.
Quatro em cada dez idosos que vivem em cidades brasileiras têm medo de cair. Entre as mulheres, esse índice chega a 50%; entre os que têm 80 anos ou mais, sobe para 63%. Os dados são de uma pesquisa da Fiocruz com a UFMG, divulgada em maio de 2026. O levantamento aponta calçadas e vias públicas como uma das principais fontes de insegurança, mas o risco de queda não começa na rua. Aproximadamente 70% dos acidentes acontecem dentro de casa, segundo dados do Ministério da Saúde. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rodrigo Patriota, no Canal Saúde desta quinta-feira (18).
A busca por um corpo mais musculoso e por melhores resultados esportivos tem levado cada vez mais jovens ao uso de anabolizantes, muitas vezes sem orientação médica e sem conhecimento dos riscos envolvidos. Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) mostram que 84% dos jovens que estão no último ano do ensino médio usaram anabolizantes para moldar a aparência física e melhorar rendimento esportivo. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o endocrinologista da Faculdade AFYA, Rodrigo Agra, no Canal Saúde desta quarta-feira (17), às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
As cardiopatias congênitas atingem cerca de 30 mil recém-nascidos por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Em torno de 6% dessas crianças não sobrevivem ao primeiro ano de vida. A doença é uma das principais preocupações da cardiologia pediátrica, podendo comprometer o desenvolvimento e a qualidade de vida desde os primeiros meses. Mas o que caracteriza essa condição? Como é feito o diagnóstico? E quais sinais merecem atenção? Para responder a essas dúvidas, o JR 15 Minutos recebe o Dr. Jorge Yussef Afiune, presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
No último sábado, 6 de junho, foi celebrado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, data que lembra a importância da triagem neonatal. O exame analisa gotas de sangue do recém-nascido para diagnosticar doenças raras e graves, prevenindo sequelas físicas, mentais ou mortes. A médica geneticista Carolina Fischinger, que é presidente da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal, esclarece dúvidas sobre o teste, explica o motivo da realização no dia do nascimento e a importância do diagnóstico precoce a partir dos resultados. Acompanhe a entrevista.
Ronaldo Christofoletti, que ajudou a produzir a Terceira Avaliação Global dos Oceanos, explicou como mudança no clima no continente gelado tem impacto direto no regime de chuvas no Brasil.
O mês de junho marca a campanha Junho Verde, voltada à conscientização sobre a escoliose, condição caracterizada pelo desvio lateral da coluna vertebral que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), cerca de 6 milhões de brasileiros convivem com algum grau de escoliose. A condição atinge entre 2% e 4% da população mundial e costuma ser diagnosticada com maior frequência em meninas durante a fase de crescimento. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o cirurgião de coluna do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), Túlio Rangel, no Canal Saúde desta quinta-feira (11), às 12h30, que pode ser acompanhado pelo dial da Rádio Folha FM 96,7 ou pelo canal do YouTube e Facebook da Folha de Pernambuco.
A morte do fisiculturista e influencer Gabriel Ganley acendeu a discussão sobre o uso indiscriminado de anabolizantes no Brasil, que aumentou 700% em sete anos. O laudo apontou uma doença do coração, que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Em diversas entrevistas, Gabriel chegou a admitir o uso desse tipo de substância e foram divulgados vídeos em que ele recebia as injeções ao vivo. Com apenas 22 anos, ele tinha milhões de seguidores, que agitaram as redes sociais com depoimentos consternados. Alguns, declarando que abandonariam os anabolizantes. Outros, dizendo que passariam a usá-los da “forma certa”, ideia muito difundida na internet. Mas será que isso é possível? Nosso convidado de hoje é o endocrinologista Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e coordenador do Ambulatório de Endocrinologia do Exercício da Unifesp. Ele é o criador do projeto "Saindo do Suco com Segurança", um mutirão gratuito que oferece orientação especializada para quem deseja abandonar os anabolizantes de forma segura.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quarta-feira (27), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Mestre e doutor em Direito pela UFPE, Advogado Criminalista e professor de Processo Penal da Faculdade Nova Roma, Martorelli Dantas, sobre o contracheque único para juízes. A Endocrinologista geral e pediátrica e diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Daniela Coelho, repercute a aprovação da Anvisa para a primeira versão nacional de semaglutida. O programa também conta com o correspondente em Portugal, Antonio Martins.
Convidados: Filippo Aragão Savioli, médico especialista em clínica médica, cardiologia e cardiologia do exercício – foi professor no setor de Medicina Esportiva da Unifesp; e Alexandre Arraes, médico pós-graduado em cardiologia do esporte que atende atletas de fisiculturismo. A notícia da morte súbita de um jovem atleta dominou as redes sociais no sábado (23). O fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, foi acometido de uma cardiomiopatia hipertrófica, uma doença cardíaca que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes – nas redes sociais, onde acumulava mais de 1,7 milhão de seguidores, Ganley relatava a administração de hormônios, como a insulina e a testosterona. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia aponta um em cada 16 estudantes matriculados no Ensino Fundamental ou Médio já usou anabolizantes. Um número que saltou nos últimos cinco anos: de acordo com a Anvisa, o uso de testosterona cresceu 670% no período. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois médicos. Primeiro, ela entrevista Filippo Aragão Savioli sobre os diversos tipos de anabolizantes, seus usos e seus riscos. Depois, Alexandre Arraes explica a relação entre os hormônios e o universo do esporte de alto rendimento.
Você já percebeu que o cigarro voltou com tudo na cultura? Está nos filmes, nas capas das revistas de moda? E o que isso faz com a juventude que, além do cigarro tradicional, encontra alternativas como o eletrônico e até sachês de nicotina?“A ideia é viciar o jovem para que ele fique dependente e consuma esse produto o resto da vida, mesmo raciocínio feito com cigarro tradicional na década lá de 1950, 1960. A técnica de marketing agressivo é a mesma e o jovem entra nessa porque precisa ser igual ao artista lá do filme que ganhou o Oscar”, afirma o médico pediatra João Paulo Becker Lotufo, o convidado da edição do Podcast da Semana sobre jovens e cigarro.Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Drogas e Violência na Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Lotufo é doutor em pediatria pela Universidade de São Paulo e membro da Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira (AMB). É também responsável pelo Projeto Dr Bartô e os Doutores da Saúde, que tem um programa de prevenção de drogas em escolas de ensino fundamental com aconselhamento e distribuição de leituras infantojuvenis sobre o tema.Ao Podcast da Semana, o médico explica que hoje é mais preciso referir-se ao uso do cigarro por adolescentes como nicotinismo e não tabagismo, considerando os novos produtos que surgem como vapes e sachês de nicotina. Ele fala que é fundamental que os pais mantenham relações próximas com os filhos para serem ouvidos, e que não fumem também, e dos malefícios que o hábito de fumar cigarro eletrônico traz, incluindo a doença chamada de evali (lesão pulmonar associada ao uso de produto de cigarro eletrônico ou vaping).“O cigarro eletrônico chega a ter de cinco a seis vezes mais nicotina do que o cigarro tradicional, então vicia muito mais rapidamente e o nível sanguíneo da nicotina em quem fuma cigarro eletrônico está cinco a seis vezes maior do que quem fuma um maço de cigarro, que é a média diária”, afirma na entrevista.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
Joanne Alves e Nordman Wall convidam Caroline Millon para discutir a abordagem da Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS). Referências: Myers, Kathryn A et al. “Does this patient have obstructive sleep apnea?: The Rational Clinical Examination systematic review.” JAMA vol. 310,7 (2013): 731-41. doi:10.1001/jama.2013.276185Gawrys, Breanna et al. “Obstructive Sleep Apnea in Adults: Common Questions and Answers.” American family physician vol. 110,1 (2024): 27-36.Hong, Yanan et al. “The study of the relationship between moderate to severe sleep obstructive apnea and cognitive impairment, anxiety, and depression.” Frontiers in neurology vol. 15 1363005. 10 May. 2024, doi:10.3389/fneur.2024.1363005US Preventive Services Task Force et al. “Screening for Obstructive Sleep Apnea in Adults: US Preventive Services Task Force Recommendation Statement.” JAMA vol. 328,19 (2022): 1945-1950. doi:10.1001/jama.2022.20304Palombini, Luciana de Oliveira. “Critérios diagnósticos e tratamento dos distúrbios respiratórios do sono: RERA” [Diagnostic criteria and treatment for sleep-disordered breathing: RERA]. Jornal brasileiro de pneumologia : publicacao oficial da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisilogia vol. 36 Suppl 2 (2010): 19-22. doi:10.1590/s1806-37132010001400007Yeghiazarians, Yerem et al. “Obstructive Sleep Apnea and Cardiovascular Disease: A Scientific Statement From the American Heart Association.” Circulationvol. 144,3 (2021): e56-e67. doi:10.1161/CIR.0000000000000988Duarte, Ricardo Lm et al. “Obstructive Sleep Apnea Screening with a 4-Item Instrument, Named GOAL Questionnaire: Development, Validation and Comparative Study with No-Apnea, STOP-Bang, and NoSAS.” Nature and science of sleep vol. 12 57-67. 23 Jan. 2020, doi:10.2147/NSS.S238255Gottlieb, Daniel J, and Naresh M Punjabi. “Diagnosis and Management of Obstructive Sleep Apnea: A Review.” JAMA vol. 323,14 (2020): 1389-1400. doi:10.1001/jama.2020.3514Malhotra, Atul et al. “Tirzepatide for the Treatment of Obstructive Sleep Apnea and Obesity.” The New England journal of medicine vol. 391,13 (2024): 1193-1205. doi:10.1056/NEJMoa2404881
A hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, afeta cerca de 3 em cada 10 brasileiros adultos e é um dos principais fatores de risco para infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e doença renal. Muitas vezes, ela não apresenta sintomas, mas pode causar sérias complicações quando não controlada. Alimentação mais saudável, redução do peso, regularidade do sono, controle do consumo de álcool são fatores que ajudam a controlar a pressão. Mas a gente vai ver também que o gerenciamento do estresse, o fortalecimento das conexões sociais positivas e até a espiritualidade influenciam na pressão arterial. No episódio de hoje, vamos explicar o que é considerado hipertensão e quais as suas consequências no nosso organismo. Você vai entender também quais são os comportamentos que podemos adotar na nossa rotina para prevenir a pressão alta. Está com a gente o cardiologista Elzo Mattar, diretor do departamento de hipertensão arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia e professor da Faculdade Estadual de Medicina de São José do Rio Preto.
Como anda a sua relação com a comida? Será que ela virou uma obsessão? Ou, pior, a comida virou uma vilã? Neste episódio do Podcast da Semana a conversa é com a psicanalista Luciana Saddi, que comenta sobre a relação entre as "canetas emagrecedoras" e o prazer de comer.“Vivemos num mundo que é enlouquecedor, que está sempre mandando uma dupla mensagem: ‘com essas comidas, as mais maravilhosas que existem no mundo, as mais deliciosas' e ‘não coma porque a comida vai te matar, porque comida é um negócio muito perigoso, você vai se descontrolar, ela é tua inimiga'”, afirma.Luciana Saddi é psicanalista, docente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e mestre em Psicologia Clínica (PUC-SP). Ela é autora de livros como O amor leva a um liquidificador (Editora Casa do Psicólogo) e Perpétuo Socorro (Editora Jaboticaba). É também fundadora do Grupo Corpo e Cultura.Na conversa, Saddi sobre os efeitos não esperados do uso dos novos medicamentos para emagrecer, como um possível maior isolamento da sociedade.“As drogas que vão ou diminuir a sua fome ou dão uma saciedade muito rápida causam esse isolamento numa sociedade que já vem se isolando muito, é mais um elemento, é mais um combo dessa coisa das redes sociais, dos computadores, da internet”, afirma.A psicanalista comenta também sobre a mentalidade da dieta, sobre o papel dos ultraprocessados nesse cenário e sobre o que pais e mães podem dizer aos filhos que entram numa paranoia pelo corpo perfeito.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
Implantes hormonais são dispositivos inseridos sob a pele que liberam hormônios de forma contínua. Popularmente conhecidos como “chips da beleza”, prometem mais energia, perda de peso, ganho de massa muscular, aumento da libido e até um efeito antienvelhecimento. Uma brecha na legislação faz com que eles sejam vendidos livremente, apesar do alto risco para a saúde e da ausência de estudos científicos de eficácia e segurança. No episódio de hoje, vamos entender qual é o perigo desses chamados “chips da beleza”, que tipo de substância eles contém e quais são os efeitos colaterais dessas substâncias no nosso organismo. Os implantes manipulados estão liberados? Quais os cuidados que você deve tomar antes de usar essas fórmulas? Nosso entrevistado é o Dr. Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
A televisão aberta brasileira está prestes a passar por uma das maiores transformações desde o fim do sinal analógico. A chamada TV 3.0 promete trazer transmissão gratuita em 4K, interatividade, múltiplas câmeras e integração com a internet, aproximando a experiência da TV aberta do que hoje vemos nas plataformas digitais. Mas o que realmente muda para quem está em casa? Será preciso trocar de televisão? E quando essa tecnologia deve chegar ao público? Para explicar como essa nova fase da televisão deve funcionar, Fernanda Santos conversa com Paulo Henrique Castro, presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET). No episódio, ele explica como funciona a tecnologia por trás da TV 3.0, quais são os desafios para sua implementação no Brasil e como essa evolução pode transformar a forma como consumimos conteúdo nos próximos anos. Você também vai conferir: Motoristas de app podem ser punidos por luminosos, um recurso do WhatsApp faz sua mensagem sumir e Spotify revela quanto pagou à indústria musical. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Viviane França e André Lourentti, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Pauta central para pesquisadores, gestores públicos e a sociedade, as inovações recentes da ciência, como a molécula polilaminina, têm despertado atenção de todos pelo seu potencial terapêutico e pela possibilidade de melhor qualidade de vida para muitos pacientes. Porém, a ciência esbarra em inúmeros desafios, tanto no âmbito federal quanto estadual, o que impacta o desenvolvimento e a aplicação de novas tecnologias. No debate desta segunda-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre as inovações científicas, os investimentos e financiamentos, a molécula polilaminina e os obstáculos da pesquisa científica no Brasil. Participam a secretária de políticas e programas estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e do Conselho da Sociedade Brasileira de Física (SBF), Andrea Latgé; o presidente da Academia Pernambucana de Ciências e diretor-presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Anderson Gomes; e a professora de Genética do Departamento de Biologia e coordenadora do Laboratório Multiusuário de Microbiologia Molecular, ambos da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Anna Carolina Almeida.
O Atlas Mundial da Obesidade divulgado hoje no dia Mundial da Obesidade revela números impactantes. Até 2040, 507 milhões de crianças em idade escolar no mundo vão viver com sobrepeso ou obesidade. No Brasil, segundo dados do Sisvan, sistema que monitora o estado nutricional e consumo alimentar da população, 33% das crianças e adolescentes estão com excesso de peso e 13% com obesidade. Um estudo da Unifesp, publicado no International Journal of Obesity, identificou sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio – camada que reveste os vasos sanguíneos – em crianças com sobrepeso e obesidade. Isso comprova o que outros estudos já sinalizam: a obesidade aumenta o risco de doenças como aterosclerose, infarto e acidente vascular cerebral já na infância. Para evitar um cenário caótico na saúde pública, os governos precisam urgentemente intensificar a prevenção e o tratamento para crianças e adolescentes. Mas também há aquilo que cada um pode fazer em sua casa, com a sua família. É sobre todas essas ações que conversamos hoje com a endocrinologista Maria Edna de Melo, chefe da Liga de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, coordenadora da Comissão de Advocay da ABESO, Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, e diretora do departamento de obesidade da SBEM, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Finalizando o nosso Especial de Carnaval, trazemos o alerta da Sociedade Brasileira de Infectologia sobre o aumento sazonal de infecções respiratórias, como a covid-19, decorrente das aglomerações e maior circulação viral do período. O conteúdo detalha as intercorrências comuns de pele e saúde íntima favorecidas pelo calor e umidade, além da tendência de crescimento nos diagnósticos de ISTs, como sífilis e gonorreia, nas semanas seguintes à folia. Acompanhe as orientações para a estruturação de triagens e o incentivo à testagem no pós-feriado no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/18-02-2026
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci recebe o repórter investigativo Giovanni Grizotti e o Dr. Felipe Gaia, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional São Paulo.
Convidados: Bruno Geloneze, endocrinologista e pesquisador da Unicamp, e Henderson Fürst, diretor da Sociedade Brasileira de Bioética. Na semana passada, uma operação da Polícia Federal mirou um esquema ilegal de produção de canetas usadas para emagrecimento. No Brasil, apenas um laboratório tem autorização para vender a Tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) em larga escala. Mas o remédio pode ser feito em farmácias manipuladas, para que médicos ajustem a dose exata para pacientes com necessidades específicas. No esquema investigado pela PF, o médico produzia Tirzepatida em larga escala, sem seguir as regras estabelecidas pela Anvisa. A alta demanda por canetas emagrecedoras manipuladas tem explicação: no caso deste tipo de medicamento, o preço chega a ser metade do valor dos remédios originais, cujas patentes estão em poder de grandes fabricantes. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com o médico endocrinologista Bruno Geloneze e com o advogado Henderson Fürst. Especialista em endocrinologia e metabologia e pesquisador do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades da Unicamp, Geloneze explica quais as diferenças entre os remédios feitos em laboratório e os manipulados. Ele detalha os riscos do uso de canetas emagrecedoras sem saber sua procedência exata e é taxativo: o barato pode sair caro. Diretor da Sociedade Brasileira de Bioética, Henderson fala sobre como um julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) nas próximas semanas pode mudar o status das patentes das canetas emagrecedoras no Brasil. Ex-presidente da Comissão de Bioética da OAB, Henderson fala quais seriam os impactos do fim das patentes deste tipo de medicamento e explica quais regras da Anvisa para produção e consumo das canetas estão em vigor.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334 *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo