Podcasts about Cavalo

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Latest podcast episodes about Cavalo

Linha Campeira
Episódio extra: Churrasco

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a proposta é falar sobre o churrasco, que vai muito além de um prato típico regional... é um ritual que reúne amigos e família, principalmente pra manter um dos costumes que mais identifica o gaúcho. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco! Desta feita bamo ter que, mais uma vez, reprisar um programa, pois tivemos um problema com o computador de edição e ainda não foi resolvido. Mas para próxima semana se irá se regularizar.

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Linha Campeira
Episódio extra: Quartos de Lua

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a proposta é falar sobre a lua, mais precisamente sobre as fases da lua, que muito influencia nas atividades rurais, seja por crendice, folclore ou seja pela ciência. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco! Desta feita bamo ter que, mais uma vez, reprisar um programa, pois tivemos um problema com o computador de edição e ainda não foi resolvido. Mas para próxima semana se irá se regularizar.

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Noites Gregas
A Odisseia: Nolan x Homero

Noites Gregas

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 44:56


Comprar o audiobook da Odisseia: https://bwlnk.com/9786554851879...Apoiar o Noites Gregas: https://noitesgregas.com.br/apoiar...Noites Gregas foi ao cinema conferir a Odisseia de Christopher Nolan. Neste episódio, o professor Cláudio Moreno compara o filme com o poema de Homero, destacando acertos, invenções e ausências em episódios como o Ciclope, o Cavalo de Troia e a descida ao mundo dos mortos, além do tratamento dado a personagens como Penélope, Circe, Calipso, Atena e Nausícaa.

Por Falar em Correr
Redação PFC 270 - SP City Marathon, Elite na Maratona de Chicago e sorteio de 1.000 vagas em Boston

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 43:37


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

NerdCast
NerdCast 1040 - A Odisseia: Do Jeito Que Nolan Pretendia

NerdCast

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 117:54


Lambda lambda lambda, nerds! Hoje é dia de DESAFIAR OS DEUSES e falar de mais uma obra-prima do senhor Christopher Nolan, A ODISSEIA!  Neste NerdCast, Alottoni, Max Valarezo, Katiucha Barcelos, JP e Azaghal viajam à Grécia Antiga para ajudar Matt Damon, sempre ele, a voltar para casa. Vamos embarcar neste enorme Cavalo de Troia filmado em glorioso IMAX 70 milímetros, no que já é, facilmente, um dos grandes filmes do ano! NerdCon Estão abertas as vendas da PRIMEIRA NERDCON! O evento acontece em 20 de setembro de 2026, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Confira todas as informações e compre seus ingressos (com direito a meia-entrada para TODO MUNDO!), no site: https://nerdcon.com.br/ Celebração FanBase NerdCon. Envie sua arte no link: https://jovemnerd.short.gy/fanbasejn NerdStore Camiseta MOTOQUEIRO, P*RRA e mais estampas disponíveis na Lolja: https://bit.ly/4e90Qpj NFL no Brasil com JP e Tour 10 Jardas Garanta o melhor passeio para conferir Dallas Cowboys x Baltimore Ravens no Maracanã (RJ), em 27 de setembro. Adquira seu pacote pelo www.10jardas.com, ou entre em contato com o JP pelo e-mail jp@10jardas.com CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Linha Campeira
Episódio extra: Tem Explicação

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a proposta é falar sobre alguns ditos, algumas expressões que tenham explicação científica ou pelo menos a razão de porquê se tornaram populares! No costado dessa baita prosa prosa tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #569 - Adelante

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a proposta era pra falar sobre horizonte, mas aí acabamos juntando um pouco de filosofia terrunha no meio trazendo uma reflexão soabre tradição e futuro. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Agrocast
EP. 35: Erica Pauletto e Izabela Inforzato - O Que Um Cavalo Pode Ensinar Sobre Liderança?

Agrocast

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 71:20


Você acredita que um cavalo pode ensinar mais sobre liderança do que muitos treinamentos corporativos? No novo episódio do Fazendas Infinitas, Artur Toledo recebe Izabela Inforzato, psicóloga especializada em desenvolvimento humano no agronegócio, e Érica Pauletto, treinadora de cavalos e especialista em Horsemanship. Durante a conversa, elas mostram como os cavalos podem revelar padrões de comportamento, fortalecer lideranças e transformar equipes dentro das fazendas. Mais do que uma conversa sobre cavalos, este episódio apresenta uma nova forma de enxergar a gestão de pessoas no agronegócio. Você vai entender por que os maiores desafios de uma fazenda nem sempre estão na operação, mas na forma como as pessoas se relacionam, se comunicam e exercem a liderança. Neste episódio você vai aprender: ✔ Como o cavalo reflete o comportamento humano. ✔ O papel da liderança no desenvolvimento das equipes. ✔ A diferença entre liderar pelo medo e liderar pela confiança. ✔ Como desenvolver pessoas através do Horsemanship. ✔ O impacto da comunicação na gestão das fazendas. ✔ Histórias reais de transformação vividas no campo. Se você é produtor rural, sucessor, gestor, empresário ou lidera equipes no agronegócio, este episódio vai trazer reflexões práticas para aplicar na sua realidade. Capítulos 00:00 – Abertura00:30 – Por que o maior desafio das fazendas são as pessoas04:36 – Como nasceu a união entre Psicologia e Horsemanship10:00 – O que é Horsemanship e por que ele vai muito além de montar a cavalo17:52 – O cavalo realmente consegue revelar quem você é?24:06 – O caso que mostrou que o problema não era a criança, mas a família25:32 – Como funciona um treinamento de liderança com cavalos34:42 – O que os cavalos ensinam sobre hierarquia e trabalho em equipe37:15 – Você trabalharia para você mesmo como líder?39:40 – O maior desafio para transformar uma equipe45:33 – Como acontece a mudança de comportamento nas fazendas50:18 – Precisa saber montar para participar?53:15 – O que o cavalo pode ensinar para qualquer líder56:30 – Considerações finaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Artes
Fábula de cavalo-artista cansado de pintar a Humanidade chega ao Off Avignon

Artes

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 11:20


Há um cavalo azul, artista, munido de um pincel e de poesia, que chegou a um dos palcos do Festival Off Avignon. Este é um ser movido por três partes “humanas” que o compõem e representa uma fábula dos tempos modernos num espectáculo visual e filosófico intitulado “Le Cheval qui peint”. A desenhadora de luz Joana Oliveira concebeu os ambientes crepusculares e poéticos da peça e falou-nos sobre a criação desta história do colectivo suíço Old Masters. “Le Cheval qui peint”, [“o cavalo que pinta”] está no Festival OFF Avignon até 16 de Julho. Este é um espectáculo do colectivo suiço Old Masters que cruza teatro, performance, dança, artes visuais e música, construindo um universo poético, absurdo e profundamente humano. E há três humanos que vestem a pele de um cavalo e tentam alinhar os seus corpos, gestos e ideias para avançarem juntos na mesma viagem, apesar da consciência da própria solidão e das ambições pessoais. Já o animal gosta de observar e pintar os humanos até ao dia em que se despede porque está horrorizado com tudo o que vê. A peça começa com um poema sobre o cavalo-artista e com um debate sobre o discurso a fazer para uma exposição de pintura. O espectáculo é encenado e coreografado por Sarah André, Marius Schaffter e Jerôme Stünzi e, em palco, há três intérpretes: Julia Botelho, Anne Delahaye e Marius Schaffter. Fomos conhecer Julia Botelho e também a desenhadora de luz Joana Oliveira para falarmos sobre este trabalho. Joana Oliveira começa por descrever “uma peça de teatro visual imersivo”, realizada por um colectivo, Old Masters, composto de três artistas oriundos do teatro, das artes visuais, da música e da performance. Por isso, este “é um espectáculo que é de teatro, mas é também de arte, de música, de poesia”. Tal como a composição musical, o desenho de luz tem um certo poder encantatório ao dar um ritmo ao espectáculo, mas também ao destacar as formas geométricas do espaço, ao esboçar atmosferas melancólicas e ao acentuar as cores solares e crepusculares do ambiente em palco. “Para mim, o desenho de luz é tão importante como a cenografia porque é ele que ajuda a desenhar o espaço e também a indicar as emoções ou a sugerir que emoções é que o cavalo está a viver naquele momento ou que emoções queremos dar ao público”, explica a artista portuguesa que vive na Suíça. O cavalo-pintor é representado pelos três intérpretes em palco que ora dançam e correm juntos, ora se investem em longos debates para tentar pôr o colectivo acima do individual. “A ideia é ter a presença de um artista, um artista estranho ou um colectivo de artistas, que tenta falar do mundo que o rodeia”, resume Joana Oliveira. Aqui, olha-se para a Humanidade através do olhar de um animal que, cansado do horror que vê, despede-se dos humanos de quem tanto gostou. Aqui – conta Joana – “os artistas deixaram de conseguir falar como humanos e fazem uma última tentativa, pegando no corpo do cavalo para ter um discurso, mas é um discurso de adeus porque, mesmo em figura de animal, não se conseguem mais exprimir.” Aqui, o animal escolhido é o mais dócil, apesar da natureza intrinsecamente selvagem, uma “figura mais fácil de acesso aos humanos” e ao público. Esta é também a metáfora de um colectivo de artistas que tenta trabalhar em conjunto e a metáfora de um mundo cada vez mais violento que muitos não conseguem encarar mais. “É mesmo impossível fazer um espectáculo que não seja político hoje. Isso estava presente desde o início. Também o facto de o cavalo-artista que não consegue falar mais porque ele está horrorizado com o que se passa no mundo, como ele somos milhões a continuar a estar horrorizados e a continuar a estar aqui no Festival de Avignon a apresentar espectáculos quando há guerras em vários países do mundo. Para o colectivo e para toda a equipa, era muito importante que isso estivesse presente no espectáculo porque esteve presente ao longo da criação. Na altura em que apresentámos o espectáculo em Genebra, havia a Flotilha para Gaza e isso afectou muito toda a equipa. Para nós, era importante pôr estas questões”, acrescenta Joana Oliveira.

Vida em França
Avignon: Bem-vindos ao “país do teatro” na companhia de Tiago Rodrigues

Vida em França

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 17:49


O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”

Artes
Em Avignon, Carolina Bianchi acende "Uma Luz Cordial” atrelada à violência e ao prazer

Artes

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 20:20


A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”

Linha Campeira
Episódio #568 - Inverno

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a proposta é falar bamo dar uma mexida nos peçuelos e trazer um programa lá de 2008 onde a prosa era sobre o inverno na Região Sul. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio Especial - Santos de Junho

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a proposta é falar dos Santos do mês de junho: Santo Antonio, São João e São Pedro. Santos católicos muito populares e que estão incorporados a cultura da nossa gente. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Igreja Missionária Evangélica Maranata
Cavalo de Tróia - Pr. David Pereira

Igreja Missionária Evangélica Maranata

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 39:35


Cavalo de Tróia - Pr. David Pereira by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jacarepaguá Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

Linha Campeira
Episódio #567 - Especial SAPECADA

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o assunto é a Sapecada da Canção. A turma do Linha Campeira se reuniu em Lages pra acompanhar esse baita festival e rendeu boas histórias. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Sem Papas na Língua | Com Deonísio da Silva
Etimologia da palavra cavalo - Sem Papas na Língua

Sem Papas na Língua | Com Deonísio da Silva

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 5:53


No Sem Papas na Língua desta semana, Deonísio da Silva nos diz de onde veio a palavra cavalo e como este animal continua presente em nossa vida, de que é exemplo a medida da força dos motores em HPs (agapês). O professor ilustra suas explicações com a história de dois cavalos famosos: Incitátus, o cavalo nomeado senador por Calígula; e Bucéfalo, o cavalo indomável montado apenas por Alexandre, o Grande.Segue o áudio da coluna.

Linha Campeira
Episódio #566 - Condução

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo prosear sobre as condução da gauchada, sobre os auto antigo e contar algumas histórias 'curiosas' que se passaram com os integrantes do programa. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #565 - Domador

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo cavocar um tema lá de 2007 onde o assunto foi a doma. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco! Foto de capa: Egberto Dutra

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Linha Campeira
Episódio #564 - A Casca e o Cerne

Linha Campeira

Play Episode Listen Later May 30, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo abordar a metáfora da casca e do cerne da árvore, onde muitas vezes nos preocupamos mais com a aparência do que com a essência. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #563 - Lidas Campeiras

Linha Campeira

Play Episode Listen Later May 23, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo revisitar uma prosa lá da 1ª Temporada do Linha Campeira onde foi abordado o tema das lidas campeiras como marcação e castração. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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O É da Coisa
O É da Coisa de 22/05/2026, com Reinaldo Azevedo - Pesquisas: Flávio cai do cavalo; Vorcaro-delação

O É da Coisa

Play Episode Listen Later May 22, 2026 86:14


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Linha Campeira
Episódio #562 - Bailes Afamados

Linha Campeira

Play Episode Listen Later May 16, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo falar sobre uns afamados bailes do nosso rincão como: do Sapucay, das Nega Touro, da Mariquinha, do Manduca e até o do Maragato. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Igreja Missionária Evangélica Maranata
Cavalo de Tróia - Pr. David Pereira

Igreja Missionária Evangélica Maranata

Play Episode Listen Later May 14, 2026 28:14


Cavalo de Tróia - Pr. David Pereira by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Méier Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

Juanribe
Ensinando o Cavalo a Voar

Juanribe

Play Episode Listen Later May 13, 2026 9:07


Neste episódio impactante, @Juanribe Pagliarin usa a ilustração “Ensinando o Cavalo a Voar” para revelar o valor do tempo e da misericórdia de Deus. ⏳✨Uma história que parece impossível se transforma em uma poderosa reflexão sobre arrependimento e nova chance.E se o tempo que você ainda tem for a maior oportunidade da sua vida?

Linha Campeira
Episódio #561 - Identidade Gaúcha

Linha Campeira

Play Episode Listen Later May 9, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o tema é sobre a identidade do gaúcho. A formação, a história, o folclore, a tradição e as manifestações culturais que moldaram esse ser único no planeta. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #560 - Missões: 400 anos

Linha Campeira

Play Episode Listen Later May 2, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o tema são os 400 anos das Missões. Um projeto que mudou e moldou a história da nossa terra e tem influência até nos dias atuais. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #559 - Zé Cláudio

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo trazer um programa lá do fundo do baú, umas 'rememórias' de 2007 que tem umas participações especiais e o homenageado é o grande Zé Cláudio Machado. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #558 - Os Bailes Antigos

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo falar a sobre os Bailes de antigamente como de ramada, bragado, pé-de-cabra, de salão, kerb e muito mais. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #557 - O Laçador

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita bamo trazer o assunto sobre o Monumento ao Laçador. O Linha Campeira de hoje é uma reedição de uma prosa original que foi ao ar, no dia 07 de outubro de 2007 e, por conta disso, vocês podem estranhar algumas informações que foram divulgadas e que eram atuais, naquela época. No costado o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco.

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Alquimia da Mente
908 - Signo do Cavalo: Liberdade e Movimento | Horóscopo Chinês

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 11:42


Linha Campeira
Episódio #556 - O uso da água

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Apr 4, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o bamo falar sobre o uso da água com foco na pecuária, trazendo a participação especial de especialistas no assunto. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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VinilCast: o podcast da Vinilteca
VINILTECA ARQUIVO: ALCEU VALENÇA CHEGOU A UM MILHÃO COM O CAVALO DE PAU

VinilCast: o podcast da Vinilteca

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 57:07


O cantor Alceu Valença encontrou a fórmula do sucesso em 1982 com o clássico álbum Cavalo de Pau, disco que a gente relembra hoje. Foram mais de 1 milhão de copias vendidas e pelo menos 4 sucessos imbatíveis que permanecem na nossa memória até hoje. Ele se tornou ao longo do tempo um dos artistas mais importantes da história da música brasileira.

Linha Campeira
Episódio #555 - Eternizado

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o bamo falar a respeito da água, o recurso mais valioso desse nosso planeta. Neste domingo, dia 22, é o Dia Mundial da Água. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #554 - O valor da água

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Mar 22, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o bamo falar a respeito da água, o recurso mais valioso desse nosso planeta. Neste domingo, dia 22, é o Dia Mundial da Água. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #553 - A Hora do Aviso

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Mar 14, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o bamo trazer o assunto sobre o rádio de antigamente, as horas dos avisos e recados que a gauchada mandava de um canto pro outro. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Inteligência para a sua vida
#1489: A GUERRA DO IRÃ É O 3° CAVALO DO APOCALIPSE? Entenda os sinais dos tempos

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 13:00


O mundo fala de economia.A Bíblia fala de profecia. Guerras se multiplicam, conflitos aumentam e os efeitos já começam a chegar ao bolso das pessoas, com alta no combustível e pressão na economia. No livro de Apocalipse, depois do cavalo das guerras vem o cavalo preto — o cavalo da fome. Mas enquanto os sinais aparecem, muitos continuam vivendo como se nada estivesse acontecendo. Foi assim nos dias de Noé. A pergunta é simples: Você está cuidando da sua alma ou apenas correndo atrás das coisas deste mundo? Assista ao vídeo e avalie se você está cuidando da sua vida espiritual. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

RdMCast
RdMCast #543 – Especial Silent Hill

RdMCast

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 71:27


No meio de um denso nevoeiro, enquanto buscamos por nossa filha desaparecida, uma sirene toca. O mundo ao redor muda, a realidade se contorce e monstros transformam aquele lugar num verdadeiro inferno. Sim, chegou a hora de nossa bancada visitar a famosa cidade de Silent Hill. Aproveitando o lançamento do mais recente título, Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno (2026), que adaptou o segundo jogo, O RdMCast dessa semana tira o playstation 1 do fundo do armário para analisarmos a franquia que começou com o jogo de videogame de 1999, mas que já rendeu uma série de produtos derivados, entre filmes, jogos, quadrinhos e muito mais. Pegue sua lanterna, sua coragem e vamos juntos enfrentar criaturas macabras e adaptações cinematográficas medíocres.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Thiago Natário e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Silent Hill (Videogame, 1999)Terror em Silent Hill (2006)Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno (2026)Citações off topic:Trainspotting – Sem Limites (1996)Cavalo de Guerra (2011)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #430 – Especial Resident EvilINSIDER STORE COM ATÉ 50% OFFCupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

Linha Campeira
Episódio #552 - Ao Dia das Mulheres

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o assunto é uma homenagem Ao Dia das Mulheres, comemorado em 08 de março. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Podcasts do Portal Deviante
Xadrez: O Cavalo Comeu a Rainha! (Miçangas #241)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 52:15


Essa semana, Guaxa e Jujuba recebem André Trapani para falar um pouco sobre o Xadrez! O jogo não o estilo de toalha de mesa. SEJA NOSSO PADRINHO AJUDE A NASCER UM MIÇANGAS SEMANAL! Você quer Miçangas Semanal? Apoia.se: CLIQUE AQUI Contato Comercial: Juliana Vilela Peões: Marcelo Guaxinim, Jujuba Vilela Rei: André Trapani Edição, Suor e… CAVALO!!!: Talk' nCast.

Linha Campeira
Episódio #551 - Paz de Ponche Verde

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o assunto é sobre o Tratado de Paz de Ponche Verde, que marcou o final da Guerra dos Farrapos. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Notícias Agrícolas - Podcasts
Retomada das premiações nas corridas de cavalo tende a incentivar criação de animais

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 9:05


Nova diretoria do Jockey Club /SP quer revitalizar o turfe com apoio aos criadores

Linha Campeira
Episódio #550 - Liberdade

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o assunto é sobre a liberdade e a Revolução Farroupilha! No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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ONU News
Jornal da ONU - 17 de fevereiro de 2026

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 4:18


Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta terça-feira, 17 de fevereiro:OMS afirma que quase 66% das mortes maternas acontecem em países que atravessam conflitosLíder da ONU divulga mensagem sobre o Ano do Cavalo para celebrar o novo ano lunar

Morning Show
Flávio Bolsonaro critica desfile em homenagem a Lula

Morning Show

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 119:20


Confira no Morning Show desta segunda-feira (16): A escola de samba Acadêmicos de Niterói, fez uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) na Sapucaí no último domingo (15). Com o enredo "Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", a escola gerou polêmica e críticas da oposição, que aponta suposta propaganda eleitoral antecipada. Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à presidência, utilizou suas redes sociais para dizer que vai protocolar uma ação contra o desfile e que a escola fez ataques pessoais contra o pai dele. A Polícia Civil de São Paulo recuperou mais de 60 celulares na operação de Carnaval 2026 neste último domingo (16). Dessa vez os agentes foram ainda mais criativos e se fantasiaram de turma do Chaves para capturar os criminosos. O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS, solicitará uma audiência com Mendonça logo após o Carnaval. O objetivo do Congresso é ter acesso à quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O Festival da Primavera, que marca o início do Ano Novo Chinês, começou oficialmente. Este ano é regido pelo Cavalo, o sétimo animal do zodíaco chinês, que tradicionalmente simboliza alta energia, inteligência, um espírito livre e independente, além de rapidez e superação. A repórter Bruna Milan detalha que as festividades duram cerca de 40 dias, gerando a maior migração humana do planeta: as autoridades esperam mais de 9,5 bilhões de viagens inter-regionais no período. O filme 'O Agente Secreto', longa que conta com o ator brasileiro Wagner Moura, não para de empilhar estatuetas. A produção acaba de vencer a categoria de Melhor Filme Internacional no Independent Spirit Awards, importante premiação independente nos Estados Unidos. O Carnaval de rua de São Paulo provou mais uma vez o seu poder de atração! Direto da Rua 13 de Maio, na Bela Vista, David de Tarso vestiu a camisa da folia (e os óculos escuros) para mostrar o clima do tradicional bloco 'Os Esfarrapados'. O ex-BBB Eliezer gerou polêmica nas redes sociais ao reclamar dos altos valores que sua família vem gastando com supermercado. Em um vídeo, o influenciador revela que as contas mensais para encher a despensa chegam a bater a marca de R$ 18 a R$ 20 mil. A banca discutiu sobre a situação. O clima de Carnaval toma conta do país, mas a festa também exige atenção redobrada com a segurança financeira, especialmente com a ação de golpistas no meio da multidão. Para ajudar a população a se proteger, o Morning Show conversa com o especialista em segurança da informação, Luiz Henrique Barbosa. Entre as estratégias de defesa, o apresentador Fernando destaca uma dica inusitada e valiosa: o uso de papel alumínio junto ao cartão de crédito para bloquear pagamentos por aproximação acidentais ou fraudulentos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Linha Campeira
Episódio #549 - Nomes de Cusco

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita o assunto é sobre os nomes que a gauchada escolhe pra dar pros seus cuscos e tem cada nome e cada história! No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Linha Campeira
Episódio #548 - Razões de Ser

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita a gente tá trazendo a lembrança um tema que foi ao ar em 2007, onde se fala da importância da tradição e das razões de sermos gaúchos. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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Jornal da USP
Momento China USP #47: Ano do Cavalo de Fogo, entenda os arquétipos que regem 2026 na cultura chinesa

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 29:10


O dia 4 de fevereiro marca o início de um novo ciclo astrológico na China. Entenda o calendário lunissolar que define as festividades e as datas ligadas aos ritmos da natureza.

Thaís Galassi
740 - 2026 O ano do cavalo! Você está pronto para isso !

Thaís Galassi

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 21:30


Você sente que a vida está pedindo mais ação, mais decisões, mais coragem…mas o seu corpo e a sua mente já estão cansados de correr sem direção?Neste episódio, a conversa é profunda, humana e necessária. Falamos sobre como viver um tempo de movimento intenso sem cair na exaustão emocional, na ansiedade constante ou na sensação de estar sempre atrasada com a própria vida. A partir de reflexões inspiradas no budismo e na consciência emocional, este áudio convida você a descobrir uma nova forma de agir: com presença, enraizamento e clareza interna.Aqui, ação não é sinônimo de pressa. Movimento não é fuga. E evolução não exige que você se abandone no caminho. Ao longo da escuta, você vai reconhecer padrões automáticos, entender por que fazer demais nem sempre traz paz e aprender, de forma prática, como alinhar decisões, rotina e emoções sem se desconectar de si.Este episódio é para quem sente que está vivendo no modo “piloto automático”, para quem quer mudar, mas não quer mais pagar o preço do esgotamento, e para quem busca um caminho de crescimento que una consciência, equilíbrio emocional e maturidade interior.Permita-se ouvir com calma. Cada minuto aprofunda. Cada reflexão organiza. E, pouco a pouco, algo começa a se alinhar por dentro.

Linha Campeira
Episódio #547 - A Primeira Charla

Linha Campeira

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 116:59


Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram É hora de dar aquela nossa tradicional recorrida, revisando os assuntos que trouxemos aqui no decorrer de 2025. Desta feita os assuntos são os programas do 2º semestre. No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!

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FUSO
Ep.70 - Ninguém sabe desenhar um cavalo.

FUSO

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 34:01


Obrigada por ouvirem e beijooooooos