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Jorge Natan recebe Emanuelle Ribeiro e Fred Gomes para analisar vitória sobre o Madureira, no Cariocão, e comentar protestos de torcedores antes da final contra o Lanús. Dá o paly!
O Bate-Pronto de hoje falará tudo sobre os jogos de ontem nos Estaduais. Em São Paulo, o Corinthians passou pela Portuguesa nos pênaltis, e o Santos de Neymar foi eliminado pelo Novorizontino no último lance do jogo. Já no Rio de Janeiro, o Flamengo bateu o Madureira por 3 a 0 no Maracanã, enquanto o Vasco foi derrotado pelo Fluminense e demitiu Fernando Diniz.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Sena Madureira, obteve a condenação do réu Lucas Gomes Vaz pelo crime de homicídio simples, praticado contra a vítima Antônio Assunção da Silva.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, em atuação conjunta com a Vigilância Sanitária Municipal, a Polícia Militar e a Polícia Civil, apreendeu, nesta quarta-feira, 11, 258 quilos de alimentos impróprios para o consumo humano em três estabelecimentos comerciais do município.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Sena Madureira, obteve a condenação de Raimundo Nonato de Lima pelo crime de tentativa de feminicídio cometido contra a ex-companheira, em abril de 2025.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta a Situações de Emergência ou Estado de Calamidade devido à Ocorrência de Desastres (GPRD), obteve sentença parcialmente favorável em ação civil pública ambiental que trata da atuação do Município na gestão de riscos relacionados a inundações recorrentes no município.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, em atuação conjunta com a Vigilância Sanitária, o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), a Polícia Militar e a Polícia Civil, apreendeu, nesta segunda-feira, 26, quase duas toneladas de alimentos impróprios para o consumo humano em estabelecimentos comerciais do município de Sena Madureira.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, instaurou inquérito civil para apurar o encerramento das atividades escolares na Escola Municipal Guttemberg Modesto da Costa. A medida foi adotada após uma reunião realizada no dia 16 de janeiro de 2026, na sede da Promotoria, com representantes do Poder Legislativo municipal e pais de alunos da unidade de ensino.
Edgard Maciel de Sá, Marcello Neves e Thiago Gurjão, editor executivo do Seleção SporTV, analisam a atuação contra o Madureira, o desempenho de JK, as atuações de jogadores que geram expectativa na torcida e as últimas novidades do mercado de transferência. Dá o play!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, obteve decisão favorável em ação civil pública para garantir melhorias na Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes (Upem). A ação foi ajuizada com o objetivo de assegurar condições adequadas de funcionamento e segurança na unidade prisional, incluindo a convocação de novos policiais penais e outras providências estruturantes.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, ajuizou uma ação civil pública com pedido de tutela de urgência para que o Estado do Acre adote medidas imediatas e estruturais na Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes (Upem).
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, expediu recomendação ao Município de Sena Madureira e às Secretarias Municipal de Saúde e de Assistência Social para implementação de providências voltadas ao atendimento e acompanhamento de pessoas em situação de rua com transtornos mentais.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, realizou na quarta-feira, 19, uma inspeção no Hospital João Câncio Fernandes, em conjunto com o Conselho Regional de Enfermagem do Acre (Coren/AC). A atividade teve como objetivo verificar a necessidade de profissionais de enfermagem, eventuais descobertas de setores e o fechamento das escalas de trabalho.
2025 será lembrado como um marco para a cultura brasileira. Entre as celebrações do Brasil na França, que selaram 200 anos de relações diplomáticas, o país ocupou palcos globais e conquistou prêmios históricos: do Oscar à Palma de Ouro, passando pelo Leão de Prata, uma presença massiva no Festival de Avignon e homenagens literárias. A arte nacional reafirmou sua força e diversidade, enquanto nos despedimos de ícones que moldaram gerações, como Lô Borges, Jards Macalé e Sebastião Salgado. O ano da temporada cultural cruzada entre Brasil e França instaurou um deslocamento silencioso e profundo: narrativas vindas das bordas — do corpo insurgente, das florestas e viadutos, das memórias insistentes — tomaram o centro dos palcos e telas. Em vez de grandiloquência, um pulso firme: o país se viu e se deixou ver, de Hollywood à Amazônia, de Veneza a Madureira. Em janeiro, Fernanda Torres ergueu o Globo de Ouro por Ainda Estou Aqui, e o gesto abriu a temporada com um aviso ao mundo, mostrando uma história brasileira que reivindica lugar sem pedir licença. Leia tambémFernanda Torres faz história para o cinema brasileiro nos Globos de Ouro Cinema: o país que lembra e resiste Em fevereiro, a Berlinale se tingiu de azul profundo com O Último Azul, de Gabriel Mascaro, que recebeu o Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri e ainda dois prêmios paralelos. “É muito bonito. A gente passou por um ano muito especial do Ainda Estou Aqui, percorrendo o mundo, que traz o primeiro Oscar para o Brasil”, disse ele à RFI. “Quando a gente achou que era um episódio isolado, aí vem O Último Azul no Festival de Berlim e ganha o Urso de Prata, um grande prêmio do júri. E quando a gente ensaiou que talvez pudesse ter mais um acidente de percurso, aí vem O Agente Secreto e confirma nossa força no Festival de Cannes. É um ano muito lindo para o cinema brasileiro.” Leia também“Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro”, diz Walter Salles ao lançar o filme “Ainda estou aqui” em Biarritz Março assentou a realidade sobre o sonho: Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, tornou-se o primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional. Salles falou do cerne ético e histórico da obra: “Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro. Isso, pra mim, sempre esteve bastante claro enquanto documentarista”. E recordou o processo: “Nesse filme, que a gente começou a fazer em 2017, ou seja, antes daquela virada que, eu confesso, eu não esperava, de 2018 para 2022, o presente começou a se tornar muito próximo daquele daquele passado que a gente estava retratando no filme, ou queria retratar no filme. Isso nos mostrou o quanto a democracia é uma matéria frágil.” Em maio, Cannes registrou o Brasil no alto de um dos festivais mais prestigiados do cinema mundial: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, levou a Palma de Ouro de direção, e Wagner Moura foi consagrado como melhor ator. Mendonça nomeou a natureza política do gesto: “Eu acredito que o agente secreto é uma crônica em longa-metragem de um momento da história do Brasil que eu pessoalmente ainda lembro, porque eu era uma criança. Mas, ao mesmo tempo, eu acho que tem muita pesquisa histórica.” O diretor sublinhou a ética do real: “No momento em que as coisas estão ao contrário, se você diz que a água é molhada, você se torna um resistente. Eu gosto muito também dessa ideia. Eu acho que a resistência muitas vezes é você manter o olhar na realidade”. Leia também“O Agente Secreto” é um filme “absolutamente brasileiro”, define Wagner Moura em Cannes Moura devolveu o espelho ao público: “Eu acho muito importante que o público fora do Brasil veja aquilo, mas acho mais importante ainda que nós, brasileiros, nos vejamos. Eu não consigo entender ainda a lógica de quem não acha que o governo devia apoiar a cultura.” Em setembro, o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2026; em dezembro, vieram três indicações ao Globo de Ouro, incluindo melhor ator. O Agente Secreto foi também incluído nas shortlists da Academia Norte-Americana para o Oscar, figurando entre os 15 pré-selecionados (pré-indicados), inclusive na categoria de Melhor Filme Internacional para a cerimônia de 2026, avançando para a fase final de votação antes da lista oficial de indicados. Teatro e literatura: corpo, escrita e viadutos Enquanto o cinema redesenhava mapas, o teatro afirmava o corpo como arquivo e ferida. Em julho, Carolina Bianchi recebeu o Leão de Prata na Bienal de Veneza, reconhecimento que a situou no epicentro da dança e performance contemporâneas. Bianchi celebrou e definiu o alcance: “Foi uma felicidade tremenda e uma sensação de surpresa inigualável ganhar um prêmio como o Leão de Prata. Acho que é um prêmio que reconhece não só a minha trajetória, mas também uma trajetória coletiva com a minha companhia Cara de Cavalo.” Leia tambémFestival de Avignon: 'A Noiva e o Boa Noite Cinderela', ou como explodir no próprio corpo as fronteiras do teatro Segundo ela, trata-se de "um caminho de mais de dez anos, vindo de uma cena completamente independente no Brasil". Desde 2023, ela se apresenta na Europa com os dois primeiros capítulos da trilogia Cadela Força. "Acho que o prêmio também reconhece esse trabalho continuado, esse trabalho coletivo continuado, de um espetáculo que mistura muitas linguagens dentro da linguagem teatral para falar sobre traumas, sobre a relação com a história da arte, com a violência, com a violência poética, e amparado na escritura, na literatura. Então, é uma alegria enorme, profunda, e é bonito ver essa história sendo reconhecida dessa maneira.” Leia tambémTeatro brasileiro é homenageado no Festival de Avignon, o maior evento de artes cênicas do mundo No Festival de Avignon, na França, na mostra paralela do maior evento cênico do mundo, Zahy Tentehar — primeira atriz indígena a receber o Prêmio Shell — estrelou Azira'i – Um Musical de Memórias, dirigido por Duda Rios. Rios descreveu o choque poético de migração de público e contexto: “As pessoas aplaudem muito, se emocionam. A gente fica muito feliz, porque tem um contexto do espetáculo que, para um público brasileiro, a gente não imaginava essa internacionalização do espetáculo. Mas a gente vê que ele chega da mesma maneira, com a mesma potência. As pessoas estão se emocionando, se comovendo, rindo menos do que no Brasil, mas elas se comovem e se conectam com o espetáculo.” Leia tambémFlup celebra diáspora negra e traz literatura como 'aquilombamento' para 'reencantar' o debate decolonial Na literatura, o viaduto de Madureira recebeu a Flup — Festa Literária das Periferias — com uma homenagem à Conceição Evaristo, cujo conceito de “escrevivência” reorganiza a forma de narrar o cotidiano negro e periférico. Evaristo falou à RFI de direito e de encontro, direto do Rio de Janeiro: “A mensagem que eu deixaria primeiro é pensar a literatura como um direito. Cada vez mais também se conectar um com o outro para a gente perceber o aspecto coletivo das nossas histórias, sem anular a nossa individualidade.” Despedidas e heranças Leia tambémLô Borges, o menino da esquina que virou música: artista deixa legado que ultrapassou fronteiras O ano também nos cobrou liturgias da ausência. Lô Borges e Jards Macalé partiram, e a música brasileira reconheceu a orfandade de gerações que aprenderam a pensar o país pelo acorde. Na fotografia, a França recebeu a retrospectiva monumental de Sebastião Salgado, nas Franciscaines, em Deauville — uma cartografia de quatro décadas de mundo. Leia tambémJards Macalé volta à Europa para celebrar 50 anos de seu disco de estreia com turnê por 7 países Antes de falecer, em maio, Salgado, diante da plateia e muito emocionado, foi ao núcleo de seu método, na ocasião, em entrevista exclusiva à RFI: “Você só fotografa com a sua herança, com tudo que está dentro de você. As minhas fotografias têm céus dramáticos, carregados. Isso vem de onde eu nasci, vem da chegada da época de chuva, naquelas montanhas de Minas Gerais, em que meu pai me levava para a montanha mais alta da nossa fazenda para festejar as nuvens incríveis. Para ver o raio de sol passar através dessas nuvens, ver a chuva caindo. Aquelas imagens ficaram em mim, e o dia que eu comecei a fotografar, elas já estavam aí. Naquela fração de segundo, aquele milésimo de segundo que eu aperto, é a minha herança que está fotografando.” Leia tambémRetrospectiva na França celebra 40 anos de trabalho do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado
A violência no Rio de Janeiro, as ofensivas contra a juventude periférica e o racismo foram destaque nas últimas rodas de conversa realizadas durante a Festa Literária das Periferias (Flup) 2025. O evento ocorreu entre os dias 17 e 23 e 27 e 30 de novembro, levando para o Viaduto de Madureira diversas atividades sobre literatura, território, negritude, raça e gênero. A homenageada da edição foi a escritora mineira Conceição Evaristo.Reportagem: Julio Cezar RodriguesEdição: Vinicius Piedade
A homenageada da Festa Literária das Periferias (Flup) 2025, Conceição Evaristo, cumpriu uma intensa agenda durante o evento, participando de rodas de conversa entre os dias 17 e 23 e 27 e 30 de novembro. Uma dessas atividades foi a entrevista coletiva que fez parte da ação “UFRJ na Flup” e contou com 12 pesquisadores com distintas formações. Nossa reportagem acompanhou e ouviu, além de Evaristo, a jornalista Emily Almeida, mediadora da experiência.Reportagem: João Pedro MendesEdição: Gabriel Savelli
Uma das atividades da Festa Literária das Periferias foi o Seminário Conceição Evaristo, realizado nos dias 27 e 28 de novembro, em Madureira. Oriundos de diversas áreas do conhecimento, os participantes trataram de diferentes aspectos da diáspora, da negritude e das questões de gênero, sempre referenciados pelo modo de contar histórias da escritora mineira. Nossa reportagem ouviu Yasmin Santos e Vagner Amaro, que escrevem inspirados na homenageada. O evento se deu em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura e o Programa Avançado de Cultura Contemporânea, ambos da UFRJ.Reportagem: João Pedro MendesEdição: Gabriel Savelli
No sábado, seis de dezembro, nossa reportagem embarcou da Central do Brasil rumo a Oswaldo Cruz, acompanhando o Trem do Samba. A festa é organizada por artistas e agentes culturais há 30 anos e celebra o Dia Nacional do Samba (2 de dezembro). Na matéria, ouça as vozes de quem faz o evento acontecer.Reportagem: Beatriz FonsecaEdição: Vinicius Piedade
Neste sábado, acontece o último encontro, de 2025, do Clube dos Pequenos Leitores do Boulevard Shopping. A convidada é a escritora, contadora de histórias e atriz Maria Célia Madureira, que apresenta o livro “Deu Rato na Biblioteca”.
Hear award-winning travel creator Nicole Phillip share stories of immersing in Afro-Brazilian history, music and culture. _____________________________ Subscribe to The Maverick Show's Monday Minute Newsletter where I email you 3 short items of value to start each week that you can consume in 60 seconds (all personal recommendations like the latest travel gear I'm using, my favorite destinations, discounts for special events, etc.). Follow The Maverick Show on Instagram ____________________________________ Nicole Phillip returns to The Maverick Show and records this episode in person with Matt in Rio after spending two weeks together in Brazil. Nicole is fresh off winning her award for the 2025 Social Media Video of the Year at the Black Travel Film Festival for her video on Reggaeton's Panamanian roots. She reflects on the entire Black Travel Summit, the Afrofuture-themed Awards Gala, and why winning this award was such an emotional moment for her. Nicole also pulls back the curtain and breaks down the biggest leverage points for how she was able to build 350,000 social media followers in just 2 years. She then talks about her trip to Panama where she created the video, as well as her trip to the Dominican Republic, and what some of her biggest lessons were from both places. Next, Nicole shares her first impressions of Brazil and describes the day she spent touring a favela. She also talks about spending time in the Madureira neighborhood—the beating heart of Black Carioca culture—both on a daytime tour and partying in the streets at 2am. Finally, Nicole shares her experience in Sao Paulo visiting a Quilombo and diving into Black history there. FULL SHOW NOTES INCLUDING DIRECT LINKS TO EVERYTHING DISCUSSED ARE AVAILABLE HERE. ____________________________________ See my Top 10 Apps For Digital Nomads See my Top 10 Books For Digital Nomads See my 7 Keys For Building A Remote Business (Even in a space that's not traditionally virtual) Watch my Video Training on Stylish Minimalist Packing so you can join #TeamCarryOn See the Travel Gear I Use and Recommend See How I Produce The Maverick Show Podcast (The equipment, services & vendors I use) ____________________________________ ENJOYING THE SHOW? Please Leave a Rating and Review. It really helps the show and I read each one personally. You Can Buy Me a Coffee. Espressos help me produce significantly better podcast episodes! :)
15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, vamos falar sobre Ana Maria Gonçalves na ABL, homenagens à Conceição Evaristo na FLUP 2025, e novidades sobre a adaptação de Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus. Também inauguramos um quadro de resenhas relâmpago com participação dos apoiadores, uma breve nota de falecimento, um guia sobre livrarias em São Paulo & anúncios de última hora sobre o Prêmio São Paulo 2025.---Links citadosQuem é Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra na Academia Brasileira de LetrasSou escritora negra, mas minha obra é universal, diz autora de 'Um Defeito de Cor'Cerimônia de Posse da Acadêmica Ana Maria GonçalvesFlup 2025 ocupa Madureira com literatura e música negra; veja programaçãoConceição Evaristo publica seu mestrado em literatura negra pela primeira vezMaria Gal dá vida à Carolina Maria de Jesus em 'Quarto de Despejo': 'Fazer essa história acontecer'Flip 2016 - “Encontro com Leonardo Fróes”Mapa das livrarias de Rua de São Paulo---RecebidosContos Completos, de José Donoso (com tradução de Bruno Colbachini Mattos) - Editora MundaréuAranha Movediça, de Moacir Fio - Editora MoinhosAlerta Vermelho, de Martha Wells (com tradução de Laura Pohl) - Editora AlephCondição Artificial, de Martha Wells (com tradução de Laura Pohl) - Editora AlephAgenda 2026, Editora TodaviaO expresso de Tóquio, de Seicho Matsumoto (com tradução de Jefferson José Teixeira) - Editora TodaviaMentes geniais: como funciona o cérebro dos artistas, de Mario De La Piedra Walter (com tradução de Silvia Massimini Felix) - Editora TodaviaA nova idade das trevas: a tecnologia e o fim do futuro, de James Bridle (com tradução de Érico Assis) - Editora Todavia---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
Boa terça, angulers! Abrimos com o convite: Vai ter Angu ao vivo com @raullsantiago na @fluprj! Dia 23 de novembro, domingo, às 14h, no Viaduto de Madureira. Que honra!!! Esperamos vocês!! No primeiro bloco do #310, a COP30! @flaviaol esteve em Belém para a COP e dividiu as impressões sobre a cidade, a comida, o evento. Fizemos o resumão da primeira semana e compartilhamos as expectativas para a reta final da COP30. Depois, falamos da @marchadasmulheresnegras2025 que acontece no próximo dia 25, em Brasília. Reunião histórica de mulheres negras brilhantes em prol da reparação e do bem viver, motes da Marcha. Por fim, a redução de algumas tarifas impostas por Trump, o primeiro turno das eleições no Chile e os protestos no México, mais um da onda de indignação da geração Z. Sirva-se!Cortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
Thiago Menezes é o único dançarino brasileiro e latino-americano na temporada do clássico Aida, na Ópera de Paris, em cartaz até 4 de novembro. Ele começou sua carreira ainda criança no subúrbio do Rio de Janeiro, passou por companhias de dança, se formou como ator e viveu intensas experiências profissionais. Desde 2016, o carioca fixou residência na França, onde atuou por várias companhias de teatro e dança e, agora, alcança seu ápice profissional aos 38 anos, ao passar pela entrada de artistas da consagrada Ópera Bastille. Thiago sempre se percebeu como artista: “Eu sempre quis dançar, desde pequeno. Sempre quis fazer algo com arte. Eu amava o mundo da televisão. Lembro de muito pequeno já ver os programas infantis e querer estar ali dentro”, recorda. Criado no bairro de Quintino, aos 16 anos Thiago precisou trabalhar para apoiar sua família, mas conseguiu continuar sonhando com a carreira de artista. “Eu comecei a fazer cursos de teatro, de dança. Tudo com bolsa, porque eu não podia pagar. Era uma época em que não tinha muito meninos e os cursos davam bolsa para homens”, explica. Ele passou por inúmeras escolas de dança como o Centro de Dança Rio, no Méier, a Cia Nós da Dança, a Petite Danse, e se tornou ator na Escola de Teatro da Faetec, no Rio, antes de fazer seu caminho no exterior. No entanto, o bailarino e ator considera as ruas do Rio de Janeiro como o lugar que o moldou para ser hoje um artista “plural”. “Eu tive a experiência da rua, das companhias de dança, o que me formou como artista, a ter disciplina e ideia de grupo. Mas sou um bailarino de danças urbanas, de jazz que vem do subúrbio do Rio de Janeiro. Eu ensaiava no MAM (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) ou no baile do viaduto de Madureira. A gente ia se formar ali na rua. Dos bailarinos que conheço que estão no Brasil ou no mundo, a gente teve essa pluralidade de formação”, aponta. Carreira entre Brasil e França Mas as poucas oportunidades para artistas e dançarinos negros na TV e teatro fizeram com que Thiago, que sentia sua carreira estagnada no Brasil, olhasse para fora no ano de 2012. “Surgiu uma audição para vir para o circo na França como bailarino. A base do circo era em Toulouse, mas a gente viajava. Eu conheci a França inteira, gente!", relembra o carioca. "Fiquei um ano aqui, não quis renovar o contrato, quis voltar para o Brasil”, disse em entrevista à RFI. Durante esse breve retorno ao Brasil, Thiago Menezes fez teatro, participação em novela e até musicais, e permaneceu alguns anos trabalhando com o grupo Nós do Morro. Mas em 2016 decidiu voltar à França visando construir uma carreira sólida na dança. Dez anos de carreira na França O artista destaca que não poderia haver melhor momento para estar trabalhando em uma das instituições mais importantes do cenário cultural europeu e mundial. “Aida é uma das minhas óperas preferidas e é um sonho realizar esta ópera agora, porque faz 10 anos que estou aqui. Comemorar os 10 anos fazendo uma ópera na Ópera de Paris”, celebra Thiago. Aida é uma obra clássica italiana criada em 1871 por Giuseppe Verdi. Com mais de 3 horas e meia de duração, entre cenas épicas, árias e a famosa marcha triunfal, a ópera conta a história de uma princesa etíope escravizada no Egito, que enfrenta a rivalidade de Amneris, filha do faraó, que ama o mesmo homem que ela, Radamés. Thiago Menezes detalhou o processo para conquistar sua vaga no espetáculo que está em cartaz até o dia 4 de novembro na Ópera de Paris: “Fiz uma audição com mais de 60 pessoas, bem complicada. A gente teve várias fases, mas começou com a dança porque eles precisavam de bailarinos de universos diferentes. Desde acrobatas, dançarinos de hip hop, balé clássico, contemporâneo e jazz. Foram cinco horas de audição”, explica. Apesar da seleção intensa, que também contou com uma fase de testes de interpretação, Thiago revela que teve um pressentimento positivo sobre conseguir a oportunidade. “Nesse dia eu falei: 'Eu vou pegar!'. Joguei para o universo. Recebi a resposta por e-mail uma semana depois, e fiquei muito feliz. Estou muito feliz!”, festeja. Representando o Brasil Para Thiago, o caminho para chegar onde está sempre foi solitário, enquanto único brasileiro em diversas produções das quais já participou. Entretanto, ele se mostra esperançoso para um futuro com mais jovens sonhadores dos subúrbios sonhando alto e chegando longe. “Eu fico muito orgulhoso de ser o único brasileiro nessa produção, em mais de cem pessoas, sem contar a parte técnica, numa ópera desse tamanho. Eu fui muitas vezes o único latino-americano e único brasileiro em vários projetos. Infelizmente ainda é a minha realidade. Eu gostaria que houvesse mais brasileiros, mas vai ter. Isso vai acontecer!”, projeta Thiago Menezes. “Ser o único brasileiro é trazer essa leveza que a gente tem, trazer também o riso, levar a galera para ir comer comida brasileira, levar a galera para um samba depois do palco. Acho que a gente também é conhecido pela nossa alegria, pela nossa espontaneidade. Eu trago não só eu, Thiago, mas o Brasil comigo nessa leveza e alegria que a gente tem e que a gente emana muito para o mundo!”, aposta o bailarino.
Apontado como um dos favoritos para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF, o advogado-geral da União, Jorge Messias, participou de um encontro de Lula com lideranças evangélicas no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 16.Jorge Messias, que é evangélico, tem Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado, como principal concorrente na disputa pela vaga de Barroso. Além disso, existe uma pressão de parte da esquerda para que Lula indique uma mulher ao STF.A equipe que cuida das redes sociais do petista escreveu o seguinte a respeito da reunião de hoje: “Recebi hoje em meu gabinete o bispo Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus de Madureira, que estava acompanhado do deputado federal Cezinha Madureira. Um encontro especial, de emoção e fé, compartilhado com o advogado geral da União, Jorge Messias, e a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.O pastor nos relatou o crescimento da igreja e o acolhimento aos fiéis. Pude reiterar a relação de respeito que tenho pela Assembleia de Deus e o relevante trabalho espiritual e social promovido pela igreja. Um trabalho pautado em valores cristãos que também mobilizam as ações do nosso governo: respeito, fraternidade, comunhão e apoio às famílias [...].”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
DVOŘÁK se vrátil ve velkém stylu!