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Mikey Burrows, Andy Thompson and Lee Naylor are somewhat delirious as Wolves beat Aston Villa 2-0 to move past Derby's points record and secure midlands bragging rights again. There's special praise for Adam Armstrong, Jean-Ricner Bellegarde and great delight at all 4 Gomes being on the pitch alongside both Buenos in what the pundits call the best game of the season. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
This NDSU Ag Minute features Victor Gomes, Extension Cropping Systems Specialist at the Dickinson Research Extension Center. Gomes discusses the increase in acidic acres in western North Dakota. See omnystudio.com/listener for privacy information.
"I believe in the power of people wishing to volunteer for initiatives rather than assignment of duties and responsibilities and having people feel as though it's a chore… (They) serve as champions in their areas to educate their fellow peers on what it means to be sustainable, what they can do that's in their power to contribute to the outcomes….And then as we started to become more mature…we formed structured committees, we leveraged those champions on the units to participate. We made it enjoyable in terms of participating. We actually have contests… (I)t just breeds excitement about sustainability and I think it just allows for a culture where people become engaged and part of the process." Carol Gomes on Electric Ladies Podcast Healthcare is a huge 18% of the economy and uniquely has to be caring well for patients and staff 24/7 every day while also vulnerable to extreme weather events itself. How do they do that, how do they cover those costs, and what can we all learn from them? Listen to Carol Gomes (pronounced like "homes"), CEO and COO of Stony Brook University Hospital in this fascinating conversation with Electric Ladies Podcast host Joan Michelson. You'll hear about: ● Their initiatives and systems to reduce energy and water consumption, CO2 emissions, waste and manage the significant hazardous waste a hospital generates. How "quality" is a mantra. ● How they have engaged their people, building a unique culture, to embrace sustainability. ● What Practice Green Health is and what other industries can learn from their data, analyses and sharing of best practices. ● Plus, career advice, such as: "I would say use your voice sooner than later. And if you see something, say something. If you wish to express yourself and you have an opinion and you're sitting at a table, express it and don't be shy… I think also leveraging networking opportunities is really important and volunteering for a committee or stretching yourself a little more than you normally would, and exploring areas where you may feel you're not as strong and don't be fearful of that… building relationships is not text messaging. It's not leaving voice messages. It's talking face-to-face, getting to know people, what's important to them." Carol Gomes on Electric Ladies Podcast Read Joan's Forbes articles here. You'll also like: · Using Software & AI to Reduce CO2 & Increase Resilience – with Lydia Walpole & Chris Bradshaw of Bentley Systems · Leveraging AI for Sustainability – with Mandi McReynolds, VP of External Affairs & Chief Sustainability Office at Workiva · Music, Public Health & Climate Action – with Emma O'Brien, Ph.D., Global Scrub Choir · Connecting With Curiosity – with Jennifer Hough, Author, TEDx Speaker, Advisor to Leaders · Artificial Intelligence and the Climate: Stephanie Hare, Ph.D, author of "Technology is Not Neutral" and BBC Broadcaster · Why Our Lives Depend on Women on Boards – with Corinne Post, Ph.D., Lee High University (now at Villanova) Subscribe to our newsletter to receive our podcasts, blog, events and special coaching offers. Thanks for subscribing on Apple Podcasts or iHeartRadio and leaving us a review! Follow us on Twitter @joanmichelson
No episódio 52 do Giro Histórico, Willian Spengler nos conduz pela incrível vida de Violet Jessop, conhecida como a “senhora inafundável”. Tripulante que sobreviveu ao naufrágio do Titanic e, também, do Britannic, Violet deixou memórias que revelam não apenas os detalhes dessas tragédias, mas também a força e resiliência de quem enfrentou os perigos em alto-mar e de gênero. O episódio mergulha na perspectiva de uma testemunha que viveu o mito e a realidade dos navios “inafundáveis”. Mais do que uma história de sobrevivência, é um convite para refletir sobre coragem, destino e a forma como o passado continua a nos inspirar. Artes do episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO MAXTONE-GRAHAM, John. Sobrevivente do Titanic: as memórias inéditas de Violet Jessop, tripulante sobrevivente dos naufrágios do Titanic e do Britannic. São Paulo: Brasil Tropical, 1998. MASSON, Philippe. Titanic: a história completa. São Paulo: Contexto, 2011. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #52 Senhora Inafundável. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66501&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Tall Ships de Audionautix é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artista: http://audionautix.com/ The Empty Moons of Jupiter - DivKid Earth Appears - Brian Bolger What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio especial falamos com Leonardo Aboim Pires, investigador no ISEG Research in Economics and Management, sobre a história da agricultura no Portugal dos séculos XIX e XX. Analisamos as políticas agrícolas do Estado português sensivelmente entre 1850 e 2000, com particular foco no cultivo da batata de Trás-os-Montes e a laranja do Algarve.Sugestões de leitura:1. Leonor Freire Costa, Pedro Lains e Susana Munch Miranda - História Económica de Portugal, 1143-2010. Esfera dos Livros, 2011.2. Dulce Freire e Pedro Lains (orgs) - Uma História Agrária de Portugal, 1000-2000. Desenvolvimento económico na fronteira da Europa. Imprensa de Ciências Sociais, 2024.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, João Pedro, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
The following article of the Logistics industry is: “The End of Reactive Retail” by Marcio Gomes de Aguiar, Executive Director - Enterprise Group, NVIDIA (AA2316)
Mensagem compartilhada na manhã do dia 22 de fevereiro de 2026 pela pastora Rennielli Gomes da Nova Igreja de Ipanema.
Mensagem compartilhada na noite do dia 22 de fevereiro de 2026 pelo Timóteo Gomes da Nova Igreja de Ipanema.
Karyna Gomes acaba de lançar o álbum Kantigas di Liberdadi. O novo trabalho discográfico da cantora e compositora da Guiné-Bissau é um testemunho que celebra a liberdade, a história e o amor. Karyna Gomes propõe um resgatar da história que constitui o imaginário colectivo guineense para consolidar o que Amílcar Cabral e companheiros conquistaram. Navegando por ritmos com raízes na música guineense, como o gumbé e a tina, Kantigas di Liberdadi também deixa transparecer o efeito, por exemplo, da rumba, da soul music, da música popular brasileira ou do kompa haitiano. O álbum conta com as participações de Micas Cabral e de Alana Sinkëy e inclui a participação de Dara Haniel, filha de Karina Gomes. Integralmente cantado em kriol da Guiné, Kantigas di Liberdadi foi gravado “live on tape” porque, como diz Karyna Gomes, “a Guiné-Bissau sempre foi de fazer música ao vivo” ... “ e esta é a essência musical dos guineenses”. A RFI falou com a artista na capital portuguesa, Karyna Gomes começa por explicar o que idealizou colocar no novo trabalho e o que este representa na carreira. Karyna Gomes: (Kantigas di Liberdadi) é um trabalho que, para mim, constitui uma grande aventura, na verdade, porque eu sou cantora guineense radicada em Portugal, num universo muito desafiador para artistas que fazem música alternativa, que não fazem música pop, mas que têm uma carreira, graças a Deus, a correr bem, a solo, já há mais de 10 anos. Decidi juntar alguns músicos extraordinários da Guiné-Bissau e de Angola, a minha filha Dara Haniel, de 23 anos, que que também é cantora, e convidar o Micas Cabral e a Alana Sinkëy para se juntarem a mim, num dia, durante 12 horas, e gravar um álbum com 9 faixas. Um álbum que tem a minha essência, um álbum em que eu vou buscar as minhas raízes, mas que também vou-me dar a liberdade de navegar por outros mares, mares esses que fizeram parte da minha vida, da minha formação, falo do Brasil, falo das Antilhas, falo do Congo. Mas também não esquecendo a minha raiz crioula guineense, quando vou resgatar a raiz crioula e a raiz interventiva, quando vou resgatar canções como Titina, que é uma canção que o José Carlos Schwarz escreveu em 1975 e interpretou. Não editou, mas tive acesso à parte de uma bobina gravada num ensaio em Bissau, em que ele canta a música, mas só que a bobina já estava deteriorada e só se conseguiu resgatar a primeira estrofe. Essa primeira estrofe inspirou-me de tal maneira que eu andei 19 anos à procura do resto da canção e só fui conseguir juntá-la em 2024, quando, a convite da Casa da Cultura para o evento Hora di Canta Tchega, que é exactamente um evento de homenagem ao próprio José Carlos, onde eu vou com este quarteto, que depois vou convidar para gravar o disco, descobrir que a canção na verdade é um grande gumbé. Como é que eu vou juntando as peças? Eu vou falando com alguns contemporâneos de José Carlos, nomeadamente Djon Motta, Miguelinho N'Simba, mas quem me vai ajudar mesmo a juntar tudo é o Guto Pires, o cantor guinese Guto Pires, que, gentilmente, cantou para mim o restante da música e eu vou descobrir que na verdade é um grande gumbé. Ou seja, é um resgate daquilo que é nosso, mas também um apelo à história. Porque nós para chegarmos até aqui houve quem deu a sua vida para que nós fôssemos livres e independentes e pudéssemos navegar livremente nesse universo cultural e da música. Portanto, José Carlos é uma pessoa que eu conto sempre homenagear nos meus álbuns. Este não é diferente e foi através dessa visita à história, visita à nossa sonoridade, a passar por caminhos musicais onde já tinha passado, mas que em algum tempo da minha carreira decidi tentar outras sonoridades, mas que também tinha que fazer essa viagem, mas senti a necessidade de voltar às raízes e de resgatar o que é genuíno, o que é orgânico e não electrónico. RFI: O álbum chama-se Kantigas di Liberdadi, porquê este nome quando a independência da Guiné-Bissau já foi conquistada há mais de 50 anos? Karyna Gomes: Porque a descolonização ainda é um processo, um processo contínuo, um processo actual. Porque nós ainda precisamos de descolonizar a nossa mente e porque nós, mesmo nós que somos africanos, que somos guineenses, cabo-verdianos, angolanos, moçambicanos e que já temos uma nacionalidade, que temos um passaporte, um bilhete de identidade, nós ainda temos cárceres mentais de fundamento colonial de onde nós precisamos nos libertar. Eu acredito que através da cultura e através da música, indo resgatar a história, a história que constituiu a nossa nação, o nosso imaginário colectivo, nós vamos conseguir então mobilizar, continuar a mobilizar essa juventude, esse capital jovem, para que nós possamos consolidar o que Amílcar Cabral e seus companheiros, Zé Carlos e seus companheiros conquistaram durante a luta pela independência. E também, esse disco foi gravado exactamente no ano em que os PALOP, digamos assim, quatro países dos PALOP completam 50 anos de independência e a Guiné completa 52 anos de independência. Isto tudo é simbólico, mas também é necessário, porque eu tenho percebido como artista, mas também como uma pensadora de África, que há uma forte tendência, uma forte corrente de branqueamento da nossa história, a querer apagar a nossa história, a querer minimizar o esforço dos combatentes da liberdade da pátria pela nossa independência. Lugares onde se fala muito da democracia, sem as nossas independências, sem a nossa luta pela independência, não chegaríamos a essa meta da democracia. Eu acho que é muito necessário nós, como artistas, meditarmos sobre. Já dizia Nina Simone, que o verdadeiro artista é aquele que pensa e reflecte o seu tempo. Eu acredito. Aliás, Nina Simone é uma das minhas grandes referências na música e no pensamento. Portanto, eu acho que é um exercício sobre quem somos e também um legado que eu gostaria de deixar para as minhas filhas e para a geração delas. Daí ter convidado a minha filha para participar do disco e a Alana Sinkëy, que é filha do nosso saudoso Bidinte da Silva, que é uma grande cantora guineense, que tem uma estrada brilhante pela frente e que está noutra geografia, ela mora em Madrid, mas tem uma carreira internacional, apadrinhada pelo grande Richard Bona, e eu penso que é dessa maneira que nós conseguimos passar o testemunho para que a história da nossa luta não se apague. RFI: Pode dar-nos um exemplo de como, tendo em conta toda a experiência passada de luta da Guiné-Bissau e depois destes 52 anos de independência, como é que foi traduzido isso? Um tema por exemplo. Karyna Gomes: O tema que eu escrevi para o meu pai, chama-se Djonsa, e é como se eu tivesse a desabafar com ele sobre tudo o que aconteceu depois dele ter desaparecido e também como forma de reconhecimento do que ele simbolizou em vida quando. Numa determinada altura da história, houve um recuo significativo daquilo que era o ideal do Amílcar Cabral, e ele ter escolhido o silêncio como forma de resistência … E depois de ele ter partido, estas coisas continuarem como estão. Portanto, é como se através da minha conversa com o meu saudoso pai, vou relatando a história de antes e de agora. Outros temas, Tufulin, que é um tema que fala sobre o espaço de intimidade entre mulheres no trançar o cabelo, que é um lugar de fala privilegiado entre duas mulheres quando estão uma a pentear o cabelo à outra. Estão a contar histórias, histórias íntimas, histórias sobre várias questões sociais. Isto desde os primórdios foi assim e ainda agora, apesar de ter uma tendência de desaparecer, mas continua a existir essa tradição das mulheres estarem em momentos mais íntimos, trançar cabelo à outra para contar histórias. Eu aproveito para dizer que ainda temos muitas histórias para contar. Temos histórias da nossa luta, temos histórias da resistência, temos histórias das Mandjuandadi, que é a irmandade das mulheres, que depois passa a ser de mulheres e homens, em que vai-se resistir contra um sistema colonial e vai-se criar uma nação forte, forjar-se uma nação forte e unida na diversidade. Portanto, o tema No Brinca também é um tema em que vou falar que, apesar da situação em que o país está, nós não podemos esquecer que nós temos que estar juntos, a partilhar, nos divertir, mesmo porque a vida é curta. Mas não esquecendo que, sim, o país não está bem, as coisas não estão bem, mas vamos nos divertir. E tem o tema do Zé Carlos (Schwarz), que fala da história da Titina. Tem vários outros temas. Há só dois temas aqui que não falam directamente dessa questão da nossa realidade sociocultural e política, mas falam daquilo que nós somos. Por exemplo, há temas mais íntimos relativamente às mulheres e há temas mais direccionados às famílias, mas é um tema só. Portanto, acaba tocando outras coisas, mesmo porque liberdade, para mim, também é a liberdade que eu tenho para expressar sobre outros assuntos e não só aquilo que toca a vida pública. RFI: Como mulher atenta a tudo que se passa na Guiné-Bissau, como é que olha para o actual momento político e social que o país atravessa? Karyna Gomes: É sempre com muita tristeza que eu, de longe, vou chorando pela forma como o povo da Guiné-Bissau tem sido ignorado relativamente ao que escolhe nas urnas, mas isso já vem de muitas décadas para cá. O povo da Guiné-Bissau sempre votou, sempre soube escolher os seus governantes, mas, infelizmente, nunca deixam que a sua vontade prevaleça. É sempre com muita tristeza que eu vejo isso. E é claro que as consequências são sempre muito graves, privilegiando um grupo muito exclusivo de pessoas, que, infelizmente, perderam a sensibilidade em relação ao povo. Mas eu sou aquela pessoa que acredito no perdão, há dias estive a falar sobre isso, porque às vezes as pessoas pensam que estão a fazer bem, mas não estão. Eu acredito que o povo guineense deve continuar resiliente, deve continuar resistente, deve continuar persistente em relação aos seus valores, aos valores que fundamentaram a luta pela sua independência, aos valores que Cabral transmitiu, e os seus companheiros, e continuar a lutar, continuar a lutar com dignidade, porque o povo guineense é um povo digno, um povo batalhador, tem dado mostras disto. Oprimido, triste, com medo, mas sempre ali guardando os seus valores. Eu acredito que dias melhores virão, é continuar agarrado aos seus valores. RFI: Voltando a falar do novo disco da Karyna Gomes, nove temas gravados live on tape, tudo num dia, doze horas seguidas. Porquê esta opção? Karyna Gomes: Porque é o que nós somos musicalmente na Guiné-Bissau e isso está-se a perder. A Guiné-Bissau sempre foi de fazer música ao vivo, música orgânica, música que toca a pele das pessoas, porque vai dentro da alma e não tem jeito de não fazer pele de galinha, como eu costumo dizer. Esta é a essência musical dos guineenses. Eu acho que no mundo em que estamos, faz-se necessário também voltar a ouvir aquilo que a Guiné-Bissau cria como música e eu gostaria de deixar um contributo. Deixar aqui alguma coisa também de homenagem aos nossos pioneiros da música guineense e deixar também um legado para a geração mais nova e perceber que há uma outra forma de fazer música na Guiné-Bissau, mesmo estando num mundo, num universo, de novas tecnologias na música. Mas há uma forma de fazer música na Guiné-Bissau que pode impactar o mundo de uma maneira diferente. RFI: Em relação aos espectáculos, já há agenda de concertos? Karyna Gomes: Sim, já há agenda de concertos. Vai começar agora no dia 10 de Abril, terei um concerto em Bissau, no Centro Cultural Português, em que eu vou apresentar exactamente o álbum e a seguir vou trabalhar aqui em alguns cineteatros em Portugal, e também tenho o Brasil para fazer uma digressão com o disco. Já estamos a preparar a agenda para 2026 e 2027. RFI: França faz parte de uma ideia de onde vir a apresentar este trabalho? Karyna Gomes: Com certeza, França é um sonho e já estamos a trabalhar na agenda para França. Se Deus quiser, brevemente teremos respostas. Línk vídeo “Tufulin”: https://www.youtube.com/watch?v=rTYuh5bJFMw
No Chupim Metropolitana você curte as melhores entrevistas e fica por dentro das notícias mais quentes sobre os famosos! Confira tudo que está rolando, além de dar muitas risadas: Chupim Metropolitana!
Kathryn Gomes, author of Apologia's Exploring Creation with Mathematics, joins Davis Carman on the Let's Talk Homeschool podcast to discuss all things homeschool math.
Esta semana falamos de um cavaleiro da Dinamarca em Portugal, no séc. XV, e da popularização do ski por um famoso escritor inglês, nos finais do séc. XIX.Sugestões da semana1. Ricardo Noronha - A Ordem Reina Sobre Lisboa. Uma história do 25 de Novembro. Tigre de Papel, 2025.2. Patrick Gautrat - Pétain, Salazar, de Gaulle. Afinidades, Ambiguidades, Ilusões. As Relações Franco-Portuguesas (1940-1944). Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Fleet Maintenance Secrets for Owner-Operators with Mike Gomes of Bison Transport In this episode, we sit down with Mike Gomes of Bison Transport to talk about practical maintenance tips for owner-operators and how leveraging fleet maintenance systems can boost uptime, reduce breakdowns, and improve long-term success. Mike shares insights on preventative maintenance, cost control, using in-house systems effectively, and why proactive servicing can make or break your bottom line. If you're an owner-operator looking to grow, reduce downtime, and operate like a pro — this episode is packed with value.
Embora sejam de gêneros completamente diferentes — um drama introspectivo e um suspense de sobrevivência —, Isso Ainda Está de Pé e o Frio da Morte utilizam o isolamento e a perda como motivadors para a superação. Os filmes estreiam no dia 19 de fevereiro nos cinemas. Em Isso Ainda Está de Pé, um casamento chega ao fim, e com ele, um novo começo inesperado. Alex e Tess enfrentam a difícil jornada da separação amigável, aprendendo a viver separados enquanto criam seus filhos e mantêm amizades. Em meio a isso, Alex descobre um novo hobby na cena de comédia de Nova York, redescobrindo a si mesmo e seu lugar no mundo.Já em O Frio da Morte, uma mulher solitária se perde em estradas perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Carlos Corrêa e Márcio Gomes falam sobre os filmes
This week, I'm thrilled to share our episode featuring Barbara Gomez, the founder of Cuticle Be Gone. We dive into the reasons why cutting cuticles can be risky and how her innovative product is transforming manicures for safer, healthier nails. Barbara opens up about her motivation for starting the brand, inspired by her mother's battle with breast cancer and her incredible daughters, who gave her the spark to pursue this journey.We also discuss her life at the shore and her time as a talented dancer, sharing the spotlight in Las Vegas with numerous celebrities. Tune in for an inspiring conversation that blends passion, resilience, and creativity!
Desmascarados por Cristo - Pr. Emanoel Gomes by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jacarepaguá Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Ministração Igreja da Fazenda
Neste episódio falamos sobre a crise política de 1667-1668 que depôs o rei D. Afonso VI do trono. Explicamos o contexto da guerra da Restauração, e tentamos compreender o reinado de D. Afonso VI (1656-1683) e os seus problemas, e a forma como o seu irmão D. Pedro chegou ao poder.Sugestões de leitura1. Ângela Barreto Xavier e Pedro Cardim - D. Afonso VI. Temas e Debates, 2008.2. António Baião (ed) - Causa de nulidade de matrimónio entre a rainha D. Maria Francisca Isabel de Saboya e o rei D. Afonso VI. Imprensa da Universidade de Coimbra, 1925.3. Filme O Processo do Rei, realizador João Mário Grilo, 1990.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
Aí de mim! - Pr. Emanoel Gomes by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jacarepaguá Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A tragédia destes dias, com epicentro em Leiria, espalhou-se por várias regiões com cheias como há muito não se via. A discussão instalou-se, o Governo foi acusado de ter demorado a reagir. As várias populações desesperam com a falta de energia, água e telecomunicações. No meio de tudo isto a campanha eclipsou-se. No Expresso da Meia-Noite, com moderação de Bernardo Ferrão, são convidados Jean Barroca, secretário de Estado da Energia; Eduardo Cabrita, ex-ministro da Administração Interna do PS; João Almeida, ex-secretário de Estado da Administração Interna e deputado do CDS-PP; e António Gomes, diretor-geral da GFK Metris. Ouça o debate emitido na SIC Notícias a 6 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Construir software do zero nem sempre é inovação. Muitas vezes, é só mais caro, mais lento e mais arriscado. Quando vale a pena comprar, integrar ou adaptar uma solução pronta? Quando faz sentido desenvolver internamente? E como grandes empresas equilibram autonomia, segurança, inovação e governança sem travar a organização? No episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alura, conversa com JOÃO COSTA, gerente de Inovação Aberta da Petrobras, sobre decisões reais de tecnologia em escala: make or buy, inovação aberta vs fechada, citizen developers, Shadow IT, IA corporativa e como fazer a adoção de novas tecnologias acontecer de verdade — não só no PowerPoint. Uma conversa prática sobre como inovação acontece fora do hype, dentro de uma das maiores empresas do Brasil, onde planilhas, software pronto, IA generativa e desenvolvimento interno convivem todos os dias. Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com você!
In this episode of ECDC On Air, we speak with ECDC's Helena de Carvalho Gomes - Deputy Head of Unit for Scientific Evidence and Communication, and former clinician in obstetrics and gynaecology, about the role of human papillomavirus (HPV) in cervical cancer and how vaccination and screening can prevent the disease.Drawing on her clinical experience, she reflects on changes in cervical cancer prevention over the past 25 years and on the impact of HPV vaccination and screening in reducing pre-cancerous lesions and cancer risk among women.We also discuss why sustained vaccination programmes and regular cervical screening (Pap smear or Papanicolaou test) remain essential for reducing cervical cancer across Europe and moving towards its elimination.Want to know more about HPV and its connection to cervical cancer?Read more on the European Vaccination Information Portal in YOUR language here.Find out more about HPV on the disease page on ECDC Portal.More information on epidemiology in Europe in general can be found on our portal: https://ecdc.europa.eu and social media channels.Enjoy the episode!
António Areia, João Gomes e Miguel Neves são jogadores da seleção nacional de andebol e são também portugueses no mundo. Hoje não falamos apenas de resultados. Falamos de partidas, adaptação, saudade e orgulho.
No episódio 95, Marcelo Beraba, Estagiário Rodolfo e o C. A. se reúnem para conversar novamente sobre um tema que está no coração deste projeto: a profissão do historiador. O trio debate conceitos, métodos e fundamentos que nortearam as suas trajetórias de formação e como eles iniciaram suas jornadas no mundo da pesquisa sobre o passado. Esta experiência contribui para tentar responder como nasce uma pesquisa histórica, o que diferencia a narrativa do historiador de outras formas de contar o passado e as múltiplas possibilidades de investigação do passado humano. Se tudo isso lhe interessa, ou se você quer conhecer melhor os bastidores desse ofício, este episódio é pra você, dá o play e vem com a gente descobrir mais sobre o fascinante mundo da história e daqueles que a constroem como profissão! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódios Relacionados Fronteiras no Tempo #2 Por que conhecer a História? Fronteiras no Tempo #91 O que fazem os Historiadores Produções do Beraba, C. A. e Rodolfo GRANDE NETO, Rodolfo. A Máscara do Homem e a Face do Morcego: O Manifesto Político em O Cavaleiro das Trevas. 1. ed. Guarapuava: Unicentro, 2022. 208p. Disponível em: SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. O tempo e o trópico: interpretação e análise dos estudos e debates em torno de Casa-Grande & Senzala de Gilberto Freyre. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado e Licenciatura em História) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Campus de Franca. SILVA, César Agenor Fernandes da [UNESP]. O Correio Braziliense e seu projeto de civilização (1808-1822). 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da [UNESP]. Ciência, Técnica E Periodismo No Rio De Janeiro (1808-1852). 2010. SILVA, Marcelo de Souza. Homicídios e justiça na comarca de Uberaba, Minas Gerais (1872-1892). 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: Acesso em: 3 fev. 2026. Livros AUREL, Jaume. A escrita da história. São Paulo: Sita-Brasil, 2010 BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992 BURKE, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1990. MELLO, Ricardo Marques de. Como a Escrita da História é Elaborada? Uma breve explicação sobre como historiadores convertem informações do passado em livros de história. 1. ed. Curitiba: Casa Editorial, 2022. 216p . PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Editora Contexto, 2009 REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. SALES, Véronique (org.). Os historiadores. São Paulo: Unesp, 2011. SILVA, Renan. Lugar de dúvidas: sobre a prática da análise história. Breviário de inseguranças. Belo Horizonte: Autêntica., 2015 TETARD, Philippe. Pequena História dos Historiadores. Bauru: EDUSC, 2000. VEYNE, Paul. Como se escreve a história e Foucault revoluciona a História. 4.ed. Brasillia: UNB, 2003. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66437&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
António Areia, João Gomes e Miguel Neves são jogadores da seleção nacional de andebol e são também portugueses no mundo. Hoje não falamos apenas de resultados. Falamos de partidas, adaptação, saudade e orgulho.
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
No episódio 95, Marcelo Beraba, Estagiário Rodolfo e o C. A. se reúnem para conversar novamente sobre um tema que está no coração deste projeto: a profissão do historiador. O trio debate conceitos, métodos e fundamentos que nortearam as suas trajetórias de formação e como eles iniciaram suas jornadas no mundo da pesquisa sobre o passado. Esta experiência contribui para tentar responder como nasce uma pesquisa histórica, o que diferencia a narrativa do historiador de outras formas de contar o passado e as múltiplas possibilidades de investigação do passado humano. Se tudo isso lhe interessa, ou se você quer conhecer melhor os bastidores desse ofício, este episódio é pra você, dá o play e vem com a gente descobrir mais sobre o fascinante mundo da história e daqueles que a constroem como profissão! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódios Relacionados Fronteiras no Tempo #2 Por que conhecer a História? Fronteiras no Tempo #91 O que fazem os Historiadores Produções do Beraba, C. A. e Rodolfo GRANDE NETO, Rodolfo. A Máscara do Homem e a Face do Morcego: O Manifesto Político em O Cavaleiro das Trevas. 1. ed. Guarapuava: Unicentro, 2022. 208p. Disponível em: SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. O tempo e o trópico: interpretação e análise dos estudos e debates em torno de Casa-Grande & Senzala de Gilberto Freyre. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado e Licenciatura em História) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Campus de Franca. SILVA, César Agenor Fernandes da [UNESP]. O Correio Braziliense e seu projeto de civilização (1808-1822). 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da [UNESP]. Ciência, Técnica E Periodismo No Rio De Janeiro (1808-1852). 2010. SILVA, Marcelo de Souza. Homicídios e justiça na comarca de Uberaba, Minas Gerais (1872-1892). 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: Acesso em: 3 fev. 2026. Livros AUREL, Jaume. A escrita da história. São Paulo: Sita-Brasil, 2010 BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992 BURKE, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1990. MELLO, Ricardo Marques de. Como a Escrita da História é Elaborada? Uma breve explicação sobre como historiadores convertem informações do passado em livros de história. 1. ed. Curitiba: Casa Editorial, 2022. 216p . PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Editora Contexto, 2009 REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. SALES, Véronique (org.). Os historiadores. São Paulo: Unesp, 2011. SILVA, Renan. Lugar de dúvidas: sobre a prática da análise história. Breviário de inseguranças. Belo Horizonte: Autêntica., 2015 TETARD, Philippe. Pequena História dos Historiadores. Bauru: EDUSC, 2000. VEYNE, Paul. Como se escreve a história e Foucault revoluciona a História. 4.ed. Brasillia: UNB, 2003. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66437&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Wolves Express: The Official Wolverhampton Wanderers News Update
Listen to Adam Armstrong and Angel Gomes speak as Wolves players for the first time on this special deadline day edition of Wolves Express, whilst Rob Edwards also shares his thoughts on his new additions. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Esta semana falamos do homem que fotografou pela primeira vez os flocos de neve, e de um bispo preso na cisterna do castelo de Palmela.Sugestões da semana1. Snowflake Bentley - https://snowflakebentley.com/images2. Jonathan Morris - Café - Uma História Global. BookBuilders, 2026.3. Michel Pastoureau - Rosa. História de uma cor. Orfeu Negro, 2026----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0.Edição de Marco António.
L'Académie OL fait son retour en force ! En atteste une simple victoire face au PAOK Salonique en Ligue Europa qui s'est finalement transformée en une soirée historique pour le club. Trois buteurs de moins de 20 ans (dont deux mineurs), une première en 75 ans. Un record de précocité battu pour un jeune en tant que titulaire (Rémi Himbert, 17 ans et 334 jours, mieux qu'un certain Karim Benzema à 18 jours près) dans un match de Coupe d'Europe. Record immédiatement battu dans le temps additionnel par un autre jeune, cette fois-ci en tant que remplacant (Alejandro Gomes, 17 ans et 324 jours). Sans oublier un passeur décisif (Adil Hamdani) qui vient tout juste de fêter ses 17 ans. Ajoutez à cela le jeune meneur de jeu de 18 ans, Khalis Merah, qui a fini par inscrire son premier but en professionnel.La petite histoire dans la grande est là : le centre de formation lyonnais possède des ressources. Mais qui sont ces jeunes Lyonnais que l'Europe a découvert cette semaine ? Quelle place pour eux dans l'effectif cette saison ? Aujourd'hui, l'Académie OL, ça vaut quoi ? Le niveau a-t-il vraiment baissé ces dernières années ? Pour en parler, l'éducateur formateur reconnu Cyrille Dolce, qui a participé à l'éclosion des meilleurs joueurs issus de l'académie tel que Karim Benzema, est l'invité d'After Lyon. Avec Aurélien Tiercin, Edward Jay et Loic Lefort.Production : Killian Verove / Réalisation : Julie Deroo
Gilmar Gomes has just released his first solo album 11:11 after touring with Enrique Iglesias for many years. Gilmar is originally from Brazil but has been living in the US for over 25 years, making music with great artists like Angelique Kidjo, Harry Belafonte, Shakira, Rihanna, Meshell Ndegeocello, and more. This new record is a collection of sounds that bring light and gravity together. Gilmar is on a path of listening to inspirations and bringing them to us through his music. He is very intentional in his composing and playing, and he’s assembled wonderful artists to join him on this his debut album. Listening to this music is like taking a trip! • Gilmar Gomes on YouTube Music by: Gilmar Gomes The post Gilmar Gomes – “11:11” appeared first on Paradigms Podcast.
Mensagem compartilhada na manhã do dia 01 de fevereiro de 2026 pelo pastor Bené Gomes da Nova Igreja de Ipanema.
Mensagem compartilhada na noite do dia 01 de fevereiro de 2026 pelo pastor Timóteo Gomes da Nova Igreja de Ipanema.
Definir arquitetura não é trivial. Em um mundo de squads autônomos, cloud, microserviços e times cada vez mais distribuídos, quem decide arquitetura hoje? Onde termina a autonomia e começa a governança? No vigésimo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alura, conversa com CRISTIANO GOMES, fundador e CEO da Elegant Garden, sobre arquitetura de software na era da agilidade, o papel dos tech leads, a volta (repaginada) das áreas de arquitetura e como equilibrar performance, escalabilidade, resiliência e negóciosem cair em burocracia. Uma conversa profunda sobre o pêndulo da tecnologia: do Waterfall ao Ágil, da autonomia total à necessidade de padrões mínimos, e sobre como a arquitetura não desapareceu, ela mudou de lugar. Prepare-se para reflexões práticas, exemplos reais e insights de quem viveu consultoria, grandes corporações e liderança técnica na prática. Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com você!
A lot of us aren't just tired—we're worn down. In a world that keeps demanding more attention, more productivity, and more endurance, our nervous systems are struggling to keep up. This episode kicks off our season on wellness by starting at the most basic place recovery happens: sleep.You can also watch the very first Brain Blown Podcast episode on video on our YouTube channel!>> Support the Brain Blown on Patreon>> Have questions, stories, or topics you want us to cover? Email us at info@brainblownpodcast.com.>> Learn more at www.brainblownpodcast.comREFERENCES:Falup‑Pecurariu, C., Diaconu, Ș., Țînț, D., & Falup‑Pecurariu, O. — Neurobiology of Sleep (Review)National Institute of Neurological Disorders and StrokeLee, A. E., Ancoli-Israel, S., Eyler, L. T., Tu, X. M., Palmer, B. W., Irwin, M. R., & Jeste, D. V. — Sleep Disturbances and Inflammatory Biomarkers in Schizophrenia: Focus on Sex DifferencesPocivavsek, A., & Rowland, L. M. — Basic Neuroscience Illuminates Causal Relationship Between Sleep and Memory: Translating to SchizophreniaPeever, J., & Fuller, P. M. — Neuroscience: A Distributed Neural Network Controls REM SleepAulsebrook, A. E., Jones, T. M., Rattenborg, N. C., Roth II, T. C., & Lesku, J. A. — Sleep Ecophysiology: Integrating Neuroscience and EcologySimon, K. C., Nadel, L., & Payne, J. D. — The Functions of Sleep: A Cognitive Neuroscience PerspectiveUrry, E., & Landolt, H.-P. — Adenosine, Caffeine, and Performance: From Cognitive Neuroscience of Sleep to Sleep PharmacogeneticsKay, D. B., & Buysse, D. J. — Hyperarousal and Beyond: New Insights into the Pathophysiology of Insomnia Disorder through Functional Neuroimaging StudiesZielinski, M. R., McKenna, J. T., & McCarle, R. W. — Functions and Mechanisms of SleepMarques, D. R., Gomes, A. A., Caetano, G., & Castelo-Branco, M. — Insomnia Disorder and Brain's Default-Mode Network
Neste episódio falamos da história da Groenlândia. Procuramos conhecer as origens do seu povoamento, desde os vikings aos Inuits, o mistério do desaparecimento dos primeiros colonos europeus e as razões pelas quais é, desde há séculos, uma região estrategicamente importante para diversos países.Sugestões de leitura1. Adrian Howkins e Peder Roberts (ed.) - The Cambridge History of the Polar Regions. Cambridge University Press, 2023.2. Hélio Pires – No Tempo dos Vikings. Desassosego, 2024.3. Robert W. Rix - The Vanished Settlers of Greenland. In Search of a Legend and it's Legacy. Cambridge University Press, 2023.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
No Fórum Econômico Mundial em Davos, Donald Trump apresentou uma visão contundente para o futuro geopolítico e econômico global em 2026. O discurso abordou desde a recuperação econômica da Venezuela, projetando uma nova era de prosperidade para o país latino-americano, até tensões diplomáticas envolvendo a segurança no Ártico e o financiamento da OTAN. Neste programa, analisamos ponto a ponto as falas do presidente americano. Trump cobrou que os aliados europeus arquem com suas próprias despesas de defesa, encerrando o que chamou de "pagamento injusto" de 100% por parte dos EUA. Além disso, o interesse estratégico na Groenlândia volta à pauta como uma questão de segurança nacional e internacional, com declarações fortes sobre o uso de força. O episódio também cobre a corrida tecnológica contra a China, onde os EUA afirmam liderar na criação de energia para alimentar a Inteligência Artificial, e encerra com um apelo à defesa da cultura e dos valores ocidentais como base para a verdadeira prosperidade.
Déconstruire les clichés par la danse et le hip-hop : c'est la mission que s'est donnée la chorégraphe marseillaise Marina Gomes. Sa trilogie — Asmanti, La Cuenta, Bach Nord — est affichée au festival Suresnes Cités Danse, en banlieue parisienne. Trois pièces pour raconter la résilience, la jeunesse et la puissance de création des quartiers populaires. Survêts, baskets, casquette… Des jeunes traînent autour d'un banc. Leur démarche nonchalante pleine d'attitude se mue en danse. « C'est une pièce qui se passe dans les quartiers populaires. Elle raconte différents moments du quotidien, différentes trajectoires, avec l'idée d'offrir un espace de représentativité à nos paroles, à nos récits, à nos vécus. Ce sont des fragments de vie, dans différents pays, à différents moments, mais on pourrait être dans un seul et même quartier », explique Marina Gomes. Originaire de Marseille, la danseuse et chorégraphe raconte la vie et son vécu dans les villes touchées par la violence et le narcotrafic. Après avoir composé Asmanti et Bach Nord, c'est en Colombie, à Medellín, qu'elle puise l'idée de la troisième pièce - La Cuenta – qui compose sa trilogie. « Là-bas, j'ai rencontré des collectifs de jeunes qui menaient un travail de mémoire et de résilience avec les familles de victimes. Ce qui m'a frappée, c'est la force de leur parole », raconte-t-elle. « Leur slogan était : “Nos vies comptent”, “chaque être assassiné était un être aimé”. Ils affirmaient que rien ne justifie l'homicide. Quand je suis rentrée à Marseille, cela a fait écho avec ce que nous traversions alors, notamment en 2023, l'une des années les plus sanglantes. Mais ce qui m'a marquée, c'est qu'en France, j'avais parfois l'impression qu'on comptait les morts, poursuit la chorégraphe. On les réduit à des chiffres, surtout lorsqu'on suppose, parfois sans rien savoir, un lien avec le narcotrafic. On ne s'émeut pas, alors qu'il s'agit souvent de mineurs ou de très jeunes personnes », déplore-t-elle. Ces constats soulèvent, selon elle, une question fondamentale : « Les enfants des quartiers populaires sont-ils considérés comme des enfants français ? Et les enfants racisés ? » Rendre des visages et des récits à celles et ceux qu'on réduit au silence Sur scène, des fleurs poussent sur des grillages, déplacés comme des cercueils. Le décor évoque un point de deal : un danseur, assis, encagoulé, attend, guitare à la main, tel un fusil. « Les cagoules renvoient à la déshumanisation. Les victimes sont souvent présentées comme des personnes sans visage, sans histoire, analyse Marina Gomes. Je commence donc par entrer dans le cliché — les “méchants”, les “criminels” — puis j'enlève les masques pour montrer qu'il y a des personnes, des histoires, des émotions, précise-t-elle. Nous dansons avec nos vêtements du quotidien. Ils font partie de la street culture. Ces codes sont immédiatement lisibles pour les jeunes et les publics issus du hip-hop, mais beaucoup moins pour les publics des théâtres. Il y a là un renversement de domination culturelle », souligne la chorégraphe. Une fête, des corps qui s'enlacent… puis des tirs. Lumière rouge sang. Lui veut se battre, elle le retient. « Je ne voulais pas parler seulement de celles et ceux qui meurent, mais de celles qui restent, dont on ne parle jamais, insiste Marina Gomes. On ne parle pas de ces familles meurtries, de ces femmes qui pleurent un enfant, un frère, un amoureux. La danse est un langage sans frontières, ni géographiques ni linguistiques. L'émotion est un terrain commun : face à quelqu'un qui ressent quelque chose, il est difficile de rester indifférent. Mon travail consiste à créer un espace où l'on partage la même émotion. À partir de là, le dialogue devient possible », conclut-elle. La danse comme émotion partagée et geste politique Faire danser les jeunes des quartiers est aussi au cœur de son engagement. Une vingtaine de lycéens de Nanterre participent au spectacle, comme Myriam, élève au lycée Joliot-Curie. « Tout le monde pense que ceux qui viennent de la banlieue font du trafic ou des affaires louches. Alors qu'en vérité, on est sérieux, déterminés, et on a aussi du génie, témoigne-t-elle. Faire ce spectacle de danse nous rend fiers et montre qu'on peut y arriver », ajoute la lycéenne. Du bitume à la scène, le hip-hop est aujourd'hui pratiqué par près de 600 000 personnes en France et s'impose comme l'un des arts vivants les plus populaires et fédérateurs du pays. Depuis plus de 30 ans, le festival Suresnes Cités Danse a contribué à faire entrer les danses urbaines sur les scènes institutionnelles, les reconnaissant comme un art chorégraphique à part entière. « Être ici, à Suresnes, avec ces trois spectacles, est symboliquement très fort pour moi, confie Marina Gomes. Quand un théâtre ouvre ses portes à des récits comme les nôtres, racontés sans compromis, c'est un geste politique. Cela dit que le vivre-ensemble est possible. »
We discuss Kyle Tucker's introductory press conference which wrapped up moments before we got on the air. Dodgers GM Brandon Gomes joins us.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aujourd'hui, je reçois Marina Gomes, danseuse et chorégraphe invitée au festival de Suresnes Cités Danse.Son travail est traversé par une question simple et politique : quelle est notre place dans la cité ?Pour y répondre, Marina fait de la danse un outil de lien, un espace de résistance et de liberté.Avec sa trilogie Asmanti [Midi-Minuit], La Cuenta [Medellín Marseille], Bach Nord [Sortez les guitares], elle explore, à partir de faits réels et de la culture hip-hop, la vie dans les quartiers populaires, et montre combien la danse peut ouvrir des possibles.On l'écoute avec joie,
Our good Friend Kate returns to talk with us about a upcoming book she has been writing.
Análisis, debate y opinión de la victoria del Atleti ante el Alavés
Manchester United supporters are waking up in a good mood after one of the most dominant victories over Manchester City in years. A few regurgitated rumours, and on this day in history the Holy Trinity played together for the first time. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Análisis detallado del partido de Copa del Rey y del mercado invernal rojiblanco
Mensagem compartilhada na noite do dia 11 de Janeiro de 2026 pelo pastor Timóteo Gomes da Nova Igreja de Ipanema.
Dar adeus ao lugar de origem para uma travessia como migrante. Este é o segundo episódio do Bom Dia, Obvious especial Obvious no Divã com Bárbara Borges e Francinai Gomes, sobem no palco para falar sobre criar raízes em novos espaços -- e o que fica e o que se renova nesse trajeto.Obvious no Divã é um evento gravado em novembro de 2025, no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre. Com participação de Bárbara Borges, Francinai Gomes, Fê Lopes e Ediane Ribeiro.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da ObviousLivro "Saber de mim: Autoconhecimento em Escrevivências Negras”, Bárbara Borges e Francinai GomesNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliPra Preto Ler no Instagram: @prapretolerOuça outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
Happy Christmas, Heal Squad! With 2026 just being a week away, we're revisiting one of our most practical and empowering conversations to help you reset your health the right way. This throwback episode originally kicked off 2025 with a fresh approach to fitness and nutrition, and the lessons are even more relevant now. Maria sits down with fitness coach, nutritionist, and chef Christina Gomez to break down how women should actually be training and fueling their bodies as hormones change. From why high-intensity workouts may be working against you, to how strength training, isometrics, and cortisol-friendly movement can support metabolism, energy, and longevity, this episode reframes everything we've been taught about fitness. If your 2026 goals include feeling stronger, less stressed, more balanced, and more in tune with your body (not burned out by it), this throwback is the perfect way to reset, refocus, and build habits that actually last.